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MESP de LUCIO COSTA

Lucio Costa nasceu em Toulon, França, em 27 de fevereiro de 1902. Após retornar


ao Brasil, em 1917, estudou pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas
Artes, diplomando-se em 1924.

É figura-chave no quadro da implantação da arquitetura moderna no Brasil.

Em 1936 consegue convencer Getúlio Vargas a trazer Le Corbusier ao Brasil avaliar


o projeto para o edifício-sede do Ministério da Educação, no Rio de Janeiro.

Contexto Histórico:
Em um ambiente marcado pela contradição e de uma forma bem dificultada, a arquitetura
moderna consegue se instalar no país, através das sementes plantadas por Le Corbusier. O
interesse de Lucio Costa pela arquitetura moderna se deu através de magazines e ainda
achava que poderia ser modismo da época. Porém, sua insatisfação com a arquitetura
neocolonial foi despertando o interesse pelo moderno, pois afirma que muito da arquitetura
neocolonial é apenas embelezamento decorativo e necessita de mais função.

Em 1938 projeta, ao lado de Oscar Niemeyer, o pavilhão brasileiro da


New York World's Fair.
Em 1954 perde a mulher num acidente automobilístico, do qual ele se
julgaria culpado, por dirigir o carro em que viajavam.
Em 1957 vence o concurso nacional para a elaboração do Plano Piloto de
Brasília.
No ano de 1960 recebe o título de professor "honoris causa" da
universidade de Harvard (EUA). Quatro anos depois, é chamada para chefiar a
equipe que projetou a recuperação de Florença (Itália), afetada por uma inundação.
Em 1969 inicia a elaboração do Plano Diretor da Barra da Tijuca (Rio).
Em 1976 participa, a convite dos escritórios Nervi e Lotti de Roma, da
concorrência para a construção da nova capital da Nigéria (Abuja). A proposta não
é levada adiante.
Em 1987 apresenta um trabalho intitulado Brasília Revisitada, no qual
pede que se respeitem as quatro escalas que estiveram na concepção da cidade
(monumental, residencial, gregária e bucólica).

Em 13 de junho de 1998, falece em sua residência no Leblon, na cidade


do Rio de Janeiro.

Esta foi a primeira obra importante dos principais nomes da Arquitetura Moderna Brasileira, no séc. XX.
projetado pelos arquitetos Oscar Niemeyer, Afonso Reidy, Jorge Moreira, Carlos Leão, Lucio Costa
e Hernani Vasconcelos, segundo risco original de Le Corbusier

Contexto Urbano:
A partir da análise do contexto urbano, são identificadas as variáveis
urbanísticas que definem a significação do prédio na cidade. Na
interpretação desta articulação entre as duas escalas (urbanismo
e arquitetura), são esclarecidos os precedentes, o momento
contemporâneo ao prédio, e o desenvolvimento posterior, tanto
pela sua significação como modelo difundido e assimilado, como
pelas variações da significação social e cultural que acontece no
tempo e no espaço.

Elementos arquitetônicos modernos do MESP:

O MESP apresentava elementos considerados muito modernos para época.


O difício segue os princípios de Le Corbusier como o térreo com pilotis,
estrutura independente, aberturas horizontais, terraço-jardim e fachada
livre. Outro elemento de destaque foram os brise-soleils móveis em toda a
fachada.

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