A N Á

Parâmetros do Sistema
Recebe Envia

L
I S E S I S T E M Envia

SISTEMA

Recebe

A
S
3º ANO

Área limítrofe do sistema

É o limite de ação do sistema. Os parâmetros acabam por delimitar o sistema.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Hierarquia de sistemas
É a ordem, a graduação e as categorias existentes em um sistema. Podem ser consideradas em três níveis:

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

edu.sbenjamin@gmail.com

http://twitter.com/EduBenjamin

A N Á

Ciclo de Vida de um Sistema
Reconhecimento do problema

L
I S E S I S T E M

Manutenção

Estudo de Viabilidade

Testes

Análise

A
S
3º ANO

Implementa ção
edu.sbenjamin@gmail.com

Projeto (Design)
http://twitter.com/EduBenjamin

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Ciclo de Vida de um Sistema

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

edu.sbenjamin@gmail.com

http://twitter.com/EduBenjamin

A N Á

Reconhecimento do problema
A idéia de desenvolvimento de um novo sistema ocorre ao usuário quando ele reconhece seus problemas, suas novas necessidades perante ao seu modelo de negócio.
Identificação das partes relacionadas. Identificação do padrão que rege as relações encontradas (rede de comunicação). Definição da finalidade das respectivas partes de um sistema, bem como, dele como um todo. Definição do meio-ambiente. Estabelecimento do ciclo de processamento.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Estudo de Viabilidade

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

edu.sbenjamin@gmail.com

http://twitter.com/EduBenjamin

A N Á

Estudo de Viabilidade
Custos Benefícios

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

edu.sbenjamin@gmail.com

http://twitter.com/EduBenjamin

A N Á

Etapas para o Estudo de Viabilidade
1. 2. 3. 4. Identificar o escopo do sistema corrente a ser estudado; Identificar problemas com o sistema corrente; Identificar os objetivos principais para o novo sistema; Identificar um numero ( possivelmente nenhum ) de soluções que possam satisfazer as necessidades do usuário dentro de seu orçamento e planos; 5. Desenvolver um macro estimativas das vantagens e desvantagens de cada solução; 6. Desenvolver um macro plano de realização do projeto com estimativas dos recursos necessários; 7. Obter o parecer do usuário e da administração incluindo alterações nos tópicos anteriores; 8. Obter a decisão do usuário e da administração e o comprometimento deles ate pelo menos a devem ser abortadas atentamente. Caso contrário As seis primeiras funções acimaparte da analise do projeto.
o estudo da viabilidade irá falhar em seu propósito de evitar as despesas de uma análise abrangente de um projeto sem perspectivas. Para a maioria dos projetos, o estudo da viabilidade consome em tempo menos de um mês.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

A análise de sistemas
As informações reunidas durante o estudo da viabilidade, ainda que não estejam muito detalhadas ou mesmo precisas serão o ponto de referência para uma análise total. A análise (também chamada projeto externo, análise de sistemas comerciais, ou fase de especificação) consiste em entrevistar o usuário sobre as atividades do sistema atual, quais características adicionais ele deseja em seu novo sistema e que restrições ( tal como o tempo de resposta ), o novo sistema deve satisfazer.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

A análise de sistemas
Os resultados da análise devem incluir:
• Um relatório de custo/benefício por atividade; • Requisitos da base de dados (data base); • Necessidades físicas (isto é, novos "hardware", novos "software" e novas pessoas); • Necessidades para a conversão do sistema. Mas o mais importante é que a análise deve produzir uma especificação funcional. Este documento determina o que é necessário para o novo sistema. No passado, a especificação funcional era um documento pesado desenvolvido por vários analistas, os quais tinham em comum no estilo de escrever somente a habilidade de combinar exaustivamente detalhes com falta de clareza. O usuário deveria lê-lo, digerí-lo e assiná-lo, aprovando a especificação como sendo um relato correto do que ele desejava.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

O projeto
A fase do projeto, utiliza especificações produzidas durante a análise e estabelece como organizar as especificações de uma forma apropriada para a sua execução numa máquina. . Convencionalmente, isso engloba o desenvolvimento do fluxograma do sistema, os passos da execução (job steps), as definições dos programas, e assim por diante, que é conhecido como projeto preliminar. O projeto preliminar é seguido pelo projeto detalhado, no qual são desenvolvidos fluxogramas de programa, layouts dos arquivos, descrição dos dados e outros com exceção da codificação dos programas. O projeto estruturado consolida o projeto preliminar e o detalhado em uma única fase do projeto, compreendendo conjunto bem definido de atividades de projeto.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

O projeto
Fluxogramas de programas Definições de Programas Layouts de arquivos

L
I S E S I S T E M

Descrição de Dados

Fluxograma do Sistema

Design

Codificação de programas

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

edu.sbenjamin@gmail.com

http://twitter.com/EduBenjamin

A N Á

A implementação
Nesta fase ( aliás programação ou codificação ), o que foi produzido durante o projeto será então transformado em programas.
Projeto

L
I S E S I S T E M

Estudos Especifi cações

A
S
3º ANO

Programas
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Testes

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

edu.sbenjamin@gmail.com

http://twitter.com/EduBenjamin

A N Á

Manutenção
Uma vez que o sistema passou pelos testes de aceitação ele esta pronto para entrega (aliás implantação, inicio de produção, operação paralela e assim por diante ). Qualquer modificação que aconteça ao sistema a partir de agora é chamada manutenção. Poucos anos após a implantação de um sistema tradicional, suas alterações durante a fase de manutenção tornam-se monótonas, sujeitas a erro e dispendiosas. Idealmente, a administração reconhece o problema e faz o estudo de viabilidade visando substituir o velho sistema por um novo. Assim, o ciclo começa novamente...
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Conceituação da atividade: Analista
Analista de Sistemas Tem como função transferir as operações de uma atividade realizada manual ou mecanicamente para aplicação a ser executada através de um sistema de computador. Caracteriza-se pela habilidade técnica de realizar o levantamento de dados e informações, bem como identificar o seu fluxo, analisá-los e definir a aplicação, adequando-a à tecnologia computacional adotada. Tem sido denominado, também, consultor de informática.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Conceituação da atividade: Analista
Analista de Suporte
Caracteriza-se pela especialização em sistemas operacionais e softwares produtos (entre eles, bancos de dados), realizando as atividades de apoio aos usuários de informática e desenvolvedores. Essa atividade acentuou-se como o advento da microinformática e a descentralização dos sistemas através do uso de redes de computadores (Windows, Linux, Word, Excel, aplicativos em geral). Analistas especializados em banco de dados também são conhecidos pela denominação de DBA (Administradores de Banco de Dados).
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Conceituação da atividade: Analista
Analista de teleprocessamento

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

É o profissional responsável em definir projetos físicos e lógicos de comunicação entre dois ou mais sistemas de computadores remotos, através de linhas telefônicas (públicas ou privadas), rádiocomunicação, satélites, etc. Nota: Atualmente cada vez mais se faz necessário que os profissionais de informática acumulem conhecimento e domínio do segmento que atuam (financeiro, industrial, comercial, jurídico, etc).
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Conceituação da atividade: Analista
Analista de negócios
Busca as melhores oportunidades de negócio, analisa tendências, cria novos produtos, recria produtos existentes, está sempre preocupado em encontrar novos caminhos para a empresa. Ele está em permanente contato com o cliente e os donos do negócio. O analista de negócios, na nova abordagem da O&P (organizações e processos), antigo O&M (organizações e métodos), vem de maneira a complementar o analista de processos e o analista de sistemas. Os três tipos de analistas diferentes não devem ser confundidos entre si, não são mutuamente objetivo.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Funções adicionais do analista de negócios
Os analistas de negócios em diferentes organizações possuem diferentes graus de envolvimento ao desenvolverem uma solução. Não é incomum que os analistas de negócios trabalhem em empresas pequenas ou em projetos de pequeno porte realizando parte das funções de gerenciamento do projeto e também o desenvolvimento do mesmo. Da mesma forma, organizações maiores e projetos mais complexos podem requerer uma equipe inteira de analistas de negócios - cada um com responsabilidades específicas em porções designadas do projeto.

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

edu.sbenjamin@gmail.com

http://twitter.com/EduBenjamin

A N Á

Funções adicionais do analista de negócios
Avaliar as opções de tecnologia Uma das perguntas-chave ao desenvolver uma estratégia de solução envolvendo tecnologia é: devemos comprar um produto pronto da prateleira ou fabricar um em nossa empresa? Os analistas de negócios podem ajudar o pessoal da área técnica na determinação dos benefícios de cada opção após considerar os requisitos das partes interessadas. Além disso, os analistas de negócios podem auxiliar na tomada de decisões sobre tecnologias específicas a partir de várias opções competitivas.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Funções adicionais do analista de negócios

L
I S E S I S T E M

Facilitar a seleção de soluções Depois que os designers propuserem diversas soluções, o analista de negócios geralmente lidera o processo de escolha de uma delas, pesando diversos fatores (os requisitos estão sendo satisfeitos?, a solução é viável ou não?).
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Funções adicionais do analista de negócios
Garantir usabilidade Uma solução tecnológica pode operar corretamente e atender a todos os requisitos funcionais. Entretanto, é difícil utilizar operadores que podem cometer erros ou que não saibam utilizar todas as capacidades do sistema. O analista de negócios ajuda os designers ao tentar tornar o produto mais utilizável e, consequentemente, mais aceitável para as partes interessadas e usuários finais.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Funções adicionais do analista de negócios

L
I S E S I S T E M

Contribuir para o processo de Controle de Qualidade Ao conhecer os requisitos, o analista de negócios sabe o que precisa ser trabalhado e como isso deve ser feito. Ele pode auxiliar o pessoal de Controle de Qualidade e os testadores na identificação de funcionalidades críticas para os processos de testagem.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Funções adicionais do analista de negócios Fornecer suporte antes e depois da implementação O analista de negócios conhece tão bem a funcionalidade da solução quanto os desenvolvedores - talvez até mais que eles, já que ele tem uma perspectiva mais ampla. O analista pode fornecer auxílio valoroso aos novos usuários à medida que a solução é utilizada e eles começam a se familiarizar com ela.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Funções adicionais do analista de negócios

L
I S E S I S T E M

Fornecer comunicações
O analista de negócios conhece tanto as partes interessadas quanto os desenvolvedores da solução. Ele pode dar seu auxílio durante a identificação das pessoas certas que lidam com quaisquer situações que porventura apareçam.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

A
S
3º ANO

Prof. Edu Benjamin

A N Á

Funções adicionais do analista de negócios

L
I S E S I S T E M

A
S
3º ANO

Conduzir revisão e avaliação pósimplementação Sempre é importante avaliar lições aprendidas para que o próximo projeto seja mais facilmente pensado. Uma revisão completa pode identificar pontos ruins a partir da perspectiva das partes interessadas e dos desenvolvedores da solução. Estas informações são, então, aplicadas no próximo projeto.
edu.sbenjamin@gmail.com http://twitter.com/EduBenjamin

Prof. Edu Benjamin