Collie, o ciborgue russo com cabeça de cão

No final dos anos 1950 e início dos 1960, o mundo vivia um tempo de realizações significantes na esfera de experiências científicas. Naqueles anos, cientistas soviéticos começaram experiências ousadas e polêmicas com animais. Na Universidade de Moscou e na Academia de Ciências da Rússia realizaram uma série de pesquisas pioneiras.

Em 1950, o cientista russo Wladimir Demikhov surpreendeu o mundo quando transplantou a cabeça de um cão em outro cão que sobreviveu por um mês com as duas cabeças funcionais. No primeiro período da Guerra Fria, todos os esforços de ciência soviética estavam concentrados em criar uma arma perfeita. Em 1958 iniciaram um projeto secreto para criar um robô-ciborgue. Para os experimentos pensaram em utilizar ratos cães e macacos para confirmar a segurança para os seres humanos, mas ao final os cães foram escolhidos porque eram mais fáceis de adestrar e eram mais tranquilos que os macacos. Por conseguinte este projeto passou a se chamar COLLIE e existiu durante quase 10 anos, mas sob as ordens do Comitê Central em 4 janeiro de 1969 o projeto foi fechado e todas as informações foram classificadas como segredo de estado. Na sequência alguns documentos deste projeto:

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