Normas legais e técnicas

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Normas Legais e Técnicas
Sumário:
1. DECRETO-LEI N° 3.688, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941 Lei das Contravenções Penais. 2. LEI N.º 4.591, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1964 Dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias. 3. LEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981 Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. 4. LEI Nº 7.804, DE 18 DE JULHO DE 1989 Altera a Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, a Lei nº 7.735, de 22 de fevereiro de 1989, a Lei nº 6.803, de 2 de julho de 1980, e dá outras providências 5. RESOLUÇÃO N. 1 – DE 8 DE MARÇO DE 1990 (CONAMA) Estabelece normas a serem obedecidas, no interesse da saúde, no tocante à emissão de ruídos em decorrência de quaisquer atividades. 6. RESOLUÇÃO N. 2 – DE 8 DE MARÇO DE 1990 (CONAMA) Estabelece normas a serem obedecidas, no interesse da saúde, no tocante à emissão de ruídos em decorrência de quaisquer atividades. 7. LEI Nº 8.028, DE 12 DE ABRIL DE 1990 Dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios, e dá outras providências. 8. LEI N. 11.501 – DE 11 DE ABRIL DE 1994 Dispõe sobre o controle e a fiscalização das atividades que gerem poluição sonora; impõe penalidades, e dá outras providências. 9. LEI N.º 11.780 – DE 30 DE MAIO DE 1995 Dispõe sobre as obrigações do Poder Público Municipal e dos proprietários ou incorporadores de edificações, no controle da poluição sonora do Município de São Paulo, e dá outras providências. 10. LEI N. 11.804 - DE 19 DE JUNHO DE 1995 Dispõe sobre avaliação da aceitabilidade de ruídos na Cidade de São Paulo, visando o conforto da comunidade, revoga a Lei n. 8.106, de 30 de agosto de 1974 e seu Decreto Regulamentar n. 11.467, de 30 de outubro de 1974. 11. LEI N. 11.986 – DE 16 DE JANEIRO DE 1996 Altera dispositivos da Lei n. 11.501, de 11 de abril de 1994, que dispõe sobre o controle e a fiscalização das atividades que gerem poluição sonora; impõe penalidades, e dá outras providências.

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DECRETO-LEI N° 3.688, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941 Lei das Contravenções Penais. O Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o art. 180 da Constituição, decreta:

LEI DAS CONTRAVENÇÕES PENAIS .................................... PARTE ESPECIAL CAPÍTULO IV DAS CONTRAVENÇÕES REFERENTES À PAZ PÚBLICA .................................... Perturbação do trabalho ou do sossego alheios Art. 42. Perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheios: I-com gritaria ou algazarra; II-exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais; III-abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos; IV-provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem guarda: Pena-prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.

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LEI N.º 4.591, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1964 Dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias. O Presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Título I DO CONDOMÍNIO ..................................................................... Capítulo V UTILIZAÇÃO DA EDIFICAÇÃO OU DO CONJUNTO DE EDIFICAÇÕES Art. 19. Cada condômino tem o direito de usar e fruir, com exclusividade, de sua unidade autônoma, segundo suas conveniências e interesses, condicionados, umas e outros às normas de boa vizinhança, e poderá usar as partes e coisas comuns, de maneira a não causar dano ou incômodo aos

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A convenção poderá prever a eleição de subsíndicos. d) impor as multas estabelecidas na lei. a convenção e o regimento interno. definindo-lhes atribuições e fixando-lhes o mandato. permitida a reeleição.htm demais condôminos ou moradores.Será eleito. f) prestar contas à assembléia dos condôminos. pelo voto de dois terços dos condôminos.chegadebarulho. Parágrafo único. Aplicam-se ao ocupante do imóvel. § 5º . § 1º . 23 . 3 de 25 07/03/2011 09:27 . e. moralidade e segurança. que não poderá exceder de 2 anos. mediante aprovação da assembléia geral dos condôminos. permitida a reeleição. b) exercer a administração interna da edificação ou do conjunto de edificações. Compete ao síndico a iniciativa do processo e a cobrança da multa. um síndico do condomínio. ou.As funções administrativas podem ser delegadas a pessoas de confiança do síndico. um conselho consultivo. e praticar os atos de defesa dos interesses comuns. 21. § 2º . § 3º .Será eleito. permitida a reeleição. no caso. Art. que poderá ser condômino ou pessoa física ou jurídica estranha ao condomínio. em caso de omitir-se ele. em juízo ou fora dele.Compete ao síndico: a) representar. sem prejuízo da responsabilidade civil ou criminal que. e) cumprir e fazer cumprir a convenção e o regimento interno. na forma prevista pela convenção. todas as obrigações referentes ao uso. ativa e passivamente. para eventuais necessidades de verificação contábil.O síndico poderá ser destituído. no que respeita à sua vigilância. por via executiva em benefício do condomínio. a qualquer condômino. e sob a sua inteira responsabilidade. toda a documentação relativa ao condomínio. fruição e destino da unidade. na forma prevista na convenção. VETADO. Parágrafo único. 22 . nem obstáculo ou embaraço ao bom uso das mesmas partes por todos. a qualquer título. constituído de três condôminos. Art. 20. bem como os serviços que interessam a todos os moradores.Ao síndico. § 6º . em assembléia geral especialmente convocada. pela forma e sob as condições previstas na convenção. c) praticar os atos que lhe atribuírem as leis. bem como executar e fazer executar as deliberações da assembléia. Art. g) manter guardada durante o prazo de cinco anos. couber. cujo mandato não poderá exceder a 2 anos.A convenção poderá estipular que dos atos do síndico caiba recurso para a assembléia.Normas legais e técnicas http://www. § 4º . nos limites das atribuições conferidas por esta lei ou pela convenção.com/Conteudo_normas. convocada pelo interessado. A violação de qualquer dos deveres estipulados na Convenção sujeitará o infrator à multa fixada na própria Convenção ou no Regimento Interno. será fixada a remuneração pela mesma assembléia que o eleger. o condomínio. com mandatos que não poderão exceder de 2 anos. presentes. Capítulo VI DA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO Art. salvo se a convenção dispuser diferentemente. no silêncio desta. na convenção ou no regimento interno.

.. da água e do ar. h e i....Funcionará o conselho como órgão consultivo do síndico... com fundamento no art... DA POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Art. da Constituição Federal. IV – proteção dos ecossistemas.... CASTELLO BRANCO Milton Soares Campos VOLTAR AO TOPO LEI Nº 6. visando assegurar. revogados o Decreto n. 1º – Esta Lei.......... do subsolo... seus fins e mecanismos de formulação e aplicação. aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana. melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida.. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA . Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente.481...... Art. no País.. A presente lei entrará em vigor na data de sua publicação..chegadebarulho.. Brasília...com/Conteudo_normas..htm Parágrafo único . seus fins e mecanismos de formulação e aplicação.. condições ao desenvolvimento sócio-econômico.. de 25 de junho de 1928 e quaisquer disposições em contrário..Normas legais e técnicas http://www. considerando o meio ambiente como um patrimônio público a ser necessariamente assegurado e protegido. H.. cria o Conselho Nacional do Meio Ambiente e institui o Cadastro Técnico Federal de Atividades e instrumentos de Defesa Ambiental... atendidos os seguintes princípios: I – ação governamental na manutenção do equilíbrio ecológico.. constitui o Sistema Nacional do Meio Ambiente. faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art.. alíneas c. DE 31 DE AGOSTO DE 1981.. podendo a convenção definir suas atribuições específicas. 143º da independência e 76º da República. Ill – planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais... 16 de dezembro de 1964.. 4 de 25 07/03/2011 09:27 . VI – incentivos ao estudo e à pesquisa de tecnologias orientadas para o uso racional e a proteção dos recursos ambientais. VII – acompanhamento do estado da qualidade ambiental...... item XVII..º 5...938. e dá outras providências.. estabelece a Política Nacional do Meio Ambiente. . para assessorá-lo na solução dos problemas que digam respeito ao condomínio. 2º – A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação............ 70. tendo em vista o uso coletivo. com a preservação de áreas representativas.. 8º... V – controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente poluidoras. II – racionalização do uso do solo.

por atividade causadora de degradação ambiental. destinados a orientar a ação dos Governos da União. objetivando capacitá-la para participação ativa na defesa do meio ambiente. dos Territórios e dos Municípios no que se relaciona com a preservação da qualidade ambiental e manutenção do equilíbrio ecológico. e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos. superficiais e subterrâneas. a alteração adversa das características do meio ambiente. atendendo aos interesses da União. concorrendo para a manutenção do equilíbrio ecológico propício à vida. o mar territorial. que permite. b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas. Art. ao poluidor e ao predador. IX – proteção de áreas ameaçadas de degradação. química e biológica. VII – à imposição. III – ao estabelecimento de critérios e padrões de qualidade ambiental e de normas relativas ao uso e manejo de recursos ambientais. da contribuição pela utilização de recursos ambientais com fins econômicos. abriga e rege a vida em todas as suas formas. Art. a atmosfera. observados os princípios estabelecidos no art.chegadebarulho. leis. dos Estados. ao usuário. 5º – As diretrizes da Política Nacional do Meio Ambiente serão formuladas em normas e planos. de direito público ou privado. V – à difusão de tecnologias de manejo do meio ambiente. V – recursos ambientais. II – degradação da qualidade ambiental. do Distrito Federal. o solo.Normas legais e técnicas http://www.com/Conteudo_normas. dos Estados. X – educação ambiental a todos os níveis de ensino. VI – à preservação e restauração dos recursos ambientais com vistas à sua utilização racional e disponibilidade permanente. do Distrito Federal. III – poluição. o conjunto de condições. a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente: a) prejudiquem a saúde. 3º – Para os fins previstos nesta Lei. responsável. 2º desta Lei. as águas interiores. a pessoa física ou jurídica. os estuários. à divulgação de dados e informações ambientais e à formação de uma consciência pública sobre a necessidade de preservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico. IV – ao desenvolvimento de pesquisas e de tecnologias nacionais orientadas para o uso racional de recursos ambientais. c) afetem desfavoravelmente a biota. II – à definição de áreas prioritárias de ação governamental relativa à qualidade e ao equilíbrio ecológico. direta ou indiretamente. DOS OBJETIVOS DA POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Art. a segurança e o bem-estar da população. da obrigação de recuperar e/ou indenizar os danos causados e. inclusive a educação da comunidade. 4º – A Política Nacional do Meio Ambiente visará: I – à compatibilização do desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico. dos Territórios e dos Municípios. entende-se por: I – meio ambiente. influências e interações de ordem física. Parágrafo único – As atividades empresariais públicas ou privadas serão exercidas em consonância com 5 de 25 07/03/2011 09:27 . o subsolo e os elementos da biosfera. IV – poluidor.htm VIII – recuperação de áreas degradadas. d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente.

observadas as normas e os padrões federais e estaduais. § 2º – Os Municípios. assim considerada por decreto federal. dos Estados. III – Órgãos Setoriais: os órgãos ou entidades integrantes da Administração Pública Federal. § 4º – De acordo com a legislação em vigor. § 1º – Os Estados. do Ministério do Interior. II – Órgão Central: a Secretaria Especial do Meio Ambiente – SEMA. IV – Órgãos Seccionais: os órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução de programas e projetos e de controle e fiscalização das atividades suscetíveis de degradarem a qualidade ambiental. 7º – É criado o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. § 3º – Os órgãos central. garantida sempre a participação de um representante dos Estados em cujo território haja área crítica de poluição. bem como das Confederações Nacionais dos Trabalhadores na Indústria. podendo ser adotado um critério de delegação por regiões. do Distrito Federal. b) Presidentes das Confederações Nacionais da Indústria. é o Poder Executivo autorizado a criar uma Fundação de apoio técnico e científico às atividades da SEMA. direta ou indireta. da Agricultura e do Comércio.Normas legais e técnicas http://www. quando solicitados por pessoa legitimamente interessada. total ou parcialmente. também poderão elaborar as normas mencionadas no parágrafo anterior. à qual cabe promover. assim estruturado: I – Órgão Superior: o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. com a função de assistir o Presidente da República na formulação de diretrizes da Política Nacional do Meio Ambiente. setoriais. cuja composição. dos Territórios e dos Municípios. na esfera de suas competências e nas áreas de sua jurisdição. com indicação alternativa do representante comum. elaborarão normas supletivas e complementares e padrões relacionados com o meio ambiente. associadas às de preservação da qualidade ambiental ou de disciplinamento do uso de recursos ambientais. nas suas respectivas áreas de jurisdição. organização. 6º – Os órgãos e entidades da União. disciplinar e avaliar a implantação da Política Nacional do Meio Ambiente.com/Conteudo_normas. também.htm as diretrizes da Política Nacional do Meio Ambiente.chegadebarulho. DO CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Art. seccionais e locais mencionados neste artigo deverão fornecer os resultados das análises efetuadas e sua fundamentação. Parágrafo único – Integrarão. na Agricultura e no Comércio. em regulamento. DO SISTEMA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Art. o CONAMA: a) representantes dos Governos dos Estados. bem como as fundações instituídas pelo Poder Público. c) Presidentes da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e da Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza. indicados de acordo com o estabelecido em regulamento. d) dois representantes de Associações legalmente constituídas para a defesa dos recursos naturais e de 6 de 25 07/03/2011 09:27 . constituirão o Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA. V – Órgãos Locais: os órgãos ou entidades municipais responsáveis pelo controle e fiscalização dessas atividades. responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental. competência e funcionamento serão estabelecidos. observados os que forem estabelecidos pelo CONAMA. pelo Poder Executivo. bem como as fundações instituídas pelo Poder Público. cujas entidades estejam.

determinar a redução das atividades geradoras de poluição. sem prejuízo de outras licenças exigíveis. de causar degradação ambiental.htm combate à poluição. mediante representação da SEMA. instalação. a ser concedido pelos Estados e supervisionado pela SEMA. Art. normas e critérios para o licenciamento de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras. Estadual e Municipal. o licenciamento de que trata este artigo dependerá de homologação da SEMA. a serem nomeados pelo Presidente da República. II – determinar. § 1º – Os pedidos de licenciamento. aeronaves e embarcações. considerados efetiva ou potencialmente poluidores. bem como em um periódico regional ou local de grande circulação. (VETADO). critérios e padrões relativos ao controle e à manutenção da qualidade do meio ambiente com vistas ao uso racional dos recursos ambientais. sua renovação e a respectiva concessão serão publicados no jornal oficial do Estado. ampliação e funcionamento de estabelecimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais. 9º – São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente: I – o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental. VI – estabelecer. VIII – o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental. quando julgar necessário. estaduais e municipais. 10 – A construção. as informações indispensáveis ao exame da matéria. áreas de proteção ambiental e as de relevante interesse ecológico. VII – estabelecer normas. mediante depósito prévio. III – decidir. integrante do SISNAMA. bem como a entidades privadas. dependerão de prévio licenciamento por órgão estadual competente. e a perda ou suspensão de participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito. Art. IV – o licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras. a perda ou restrição de benefícios fiscais concedidos pelo Poder Público. DOS INSTRUMENTOS DA POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Art. VII – o sistema nacional de informações sobre o meio ambiente.com/Conteudo_normas. sobre as multas e outras penalidades impostas pela SEMA. como última instância administrativa em grau de recurso.Normas legais e técnicas http://www. III – a avaliação de impactos ambientais. requisitando aos órgãos federais. se necessário e sem prejuízo das penalidades pecuniárias cabíveis. sob qualquer forma. V – determinar. principalmente os hídricos. os efluentes líquidos e os resíduos sólidos dentro das 7 de 25 07/03/2011 09:27 . II – o zoneamento ambiental. poderão. § 2º – Nos casos e prazos previstos em resolução do CONAMA. 8º Incluir-se-ão entre as competências do CONAMA: I – estabelecer. pelo Poder Público Federal. IV – homologar acordos visando à transformação de penalidades pecuniárias na obrigação de executar medidas de interesse para a proteção ambiental. § 3º – O órgão estadual do meio ambiente e a SEMA. V – os incentivos à produção e instalação de equipamentos e a criação ou absorção de tecnologia. a realização de estudos das alternativas e das possíveis conseqüências ambientais de projetos públicos ou privados. normas e padrões nacionais de controle da poluição por veículos automotores. VI – a criação de reservas e estações ecológicas. bem como os capazes. privativamente. voltados para a melhoria da qualidade ambiental. esta em caráter supletivo. em caráter geral ou condicional. para manter as emissões gasosas. mediante proposta da SEMA. IX – as penalidades disciplinares ou compensatórias ao não cumprimento das medidas necessárias à preservação ou correção da degradação ambiental.chegadebarulho. mediante audiência dos Ministérios competentes.

§ 3º – Nos casos previstos nos incisos II e III deste artigo. independentemente da existência de culpa. no País. o licenciamento previsto no “ caput “ deste artigo. de pesquisas e processos tecnológicos destinados a reduzir a degradação da qualidade ambiental. 13 – O Poder Executivo incentivará as atividades voltadas ao meio ambiente. Art.chegadebarulho. é o poluidor obrigado. vedada a sua cobrança pela União se já tiver sido aplicada pelo Estado. Distrito Federal. 11 – Compete à SEMA propor ao CONAMA normas e padrões para implantação. § 1º – A fiscalização e o controle da aplicação de critérios. na forma desta Lei. quando relativo a pólos petroquímicos e cloroquímicos. o não cumprimento das medidas necessárias à preservação ou correção dos inconvenientes e danos causados pela degradação da qualidade ambiental sujeitará os transgressores: I – à multa simples ou diária.000 (mil) Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional – ORTNs.com/Conteudo_normas. a 10 (dez) e.Normas legais e técnicas http://www. em caráter supletivo da atuação do órgão estadual e municipal competentes. 12 – As entidades e órgãos de financiamento e incentivos governamentais condicionarão a aprovação de projetos habilitados a esses benefícios ao licenciamento. por danos causados ao meio ambiente. entre as suas metas prioritárias. § 1º – Sem obstar a aplicação das penalidades previstas neste artigo. normas e padrões de qualidade ambiental serão exercidos pela SEMA. ouvidos os Governos Estadual e Municipal interessados. no máximo. e ao cumprimento das normas. restrição ou suspensão será atribuição da autoridade administrativa ou financeira que concedeu os benefícios. incentivos ou financiamento. a indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente e a terceiros. dos critérios e dos padrões expedidos pelo CONAMA. nos valores correspondentes. objetivando a preservação ou a recuperação de recursos ambientais. § 4º – Caberá exclusivamente ao Poder Executivo Federal. II – à fabricação de equipamentos antipoluidores. cumprindo resolução do CONAMA. Art. a 1. caberá ao Secretário do Meio Ambiente a aplicação das penalidades pecuniárias previstas neste artigo. agravada em casos de reincidência específica. conforme dispuser o regulamento. 8 de 25 07/03/2011 09:27 . acompanhamento e fiscalização do licenciamento previsto no artigo anterior. o ato declaratório da perda. destinados ao incentivo das pesquisas científicas e tecnológicas. 14 – Sem prejuízo das penalidades definidas pela legislação federal. § 2º – Inclui-se na competência da fiscalização e controle a análise de projetos de entidades. Parágrafo único – As entidades e órgãos referidos no “caput” deste artigo deverão fazer constar dos projetos a realização de obras e aquisição de equipamentos destinados ao controle de degradação ambiental e à melhoria da qualidade do meio ambiente. O Ministério Público da União e dos Estados terá legitimidade para propor ação de responsabilidade civil e criminal. considerarão. e programas do Poder Público. públicas ou privadas. Territórios ou pelos Municípios. estadual e municipal. afetados por sua atividade. IV – à suspensão de sua atividade. II – à perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais concedidos pelo Poder Público. além das que forem oriundas do próprio CONAMA. Parágrafo único – Os órgãos.htm condições e limites estipulados no licenciamento concedido. § 2º – No caso de omissão da autoridade estadual ou municipal. III – a outras iniciativas que propiciem a racionalização do uso de recursos ambientais. Art. III – à perda ou suspensão de participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito. o apoio aos projetos que visem a adquirir e desenvolver conhecimentos básicos e aplicáveis na área ambiental e ecológica. entidades. bem como a instalações nucleares e outras definidas em lei. Art. no mínimo. visando: I – ao desenvolvimento. afetados por processos de exploração predatórios ou poluidores.

a Lei nº 6.com/Conteudo_normas. para registro obrigatório de pessoas físicas ou jurídicas que se dediquem à consultoria técnica sobre problemas ecológicos ou ambientais e à indústria ou comércio de equipamentos. 1º – A Lei nº 6. VOLTAR AO TOPO LEI Nº 7. para o Presidente da República. de 31 de agosto de 1981. 21 – Revogam-se as disposições em contrário. 14 desta Lei. 15 – É da competência exclusiva do Presidente da República. mediante proposta do Secretário do Meio Ambiente e/ou por provocação dos governos locais.Normas legais e técnicas http://www. de 31 de agosto de 1981.938.938. por embarcações e terminais marítimos ou fluviais. de 2 de julho de 1980. degradarem reservas ou estações ecológicas. 19 – (VETADO). 2º da Lei nº 4. nos limites necessários. de 17 de novembro de 1967. faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art.htm § 4º – Nos casos de poluição provocada pelo derramamento ou lançamento de detritos ou óleo em águas brasileiras. caberá recurso. Brasília. bem como outras áreas declaradas como de relevante interesse ecológico. com efeito suspensivo. ao Ministro do Interior. sob a responsabilidade da SEMA. de 22 de fevereiro de 1989. sem efeito suspensivo. Art. em 31 de agosto de 1981. sob a administração da SEMA. e os pousos das aves de arribação protegidas por convênios. § 2º – Da decisão proferida com base no parágrafo anterior caberá recurso. a Lei nº 7. Art. Art. Art. de qualquer modo. Art. 17 – É instituído.804. § 1º – O Ministro de Estado do Interior. Art.735. no prazo de 5 (cinco) dias. pelo prazo máximo de 15 (quinze) dias. relacionadas no art. que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente. o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental.803. 18 – São transformadas em reservas ou estações ecológicas.357. Mário David Andreazza.771. e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. poderá suspender as atividades referidas neste artigo por prazo não excedente a 30 (trinta) dias. ou paralisar. a suspensão prevista no inciso IV do artigo anterior por prazo superior a 30 (trinta) dias. prevalecer o disposto na Lei nº 5.chegadebarulho. Parágrafo único – As pessoas físicas ou jurídicas que. 160º da Independência e 93º da República – JOÃO FIGUEIREDO. as florestas e as demais formas de vegetação natural de preservação permanente. visando a reduzir. de 15 de setembro de 1965 – Código Florestal. do Distrito Federal e dos Territórios poderão adotar medidas de emergência. acordos ou tratados assinados pelo Brasil com outras nações. aparelhos e instrumentos destinados ao controle de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras. as atividades poluidoras. estão sujeitas às penalidades previstas no art. Parágrafo único – Da decisão proferida com base neste artigo. 16 – Os Governadores dos Estados. no prazo de 5 (cinco) dias. passa a vigorar com as seguintes alterações: 9 de 25 07/03/2011 09:27 . 20 – Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. DE 18 DE JULHO DE 1989 Altera a Lei nº 6. Art. seus fins e mecanismos de formulação e aplicação.

.. estabelece a Política Nacional do Meio Ambiente.. 23........... sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à sadia qualidade de vida..... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. IV – o art. do art...... 7º...... seus fins e mecanismos de formulação e aplicação......... fiscalização..................htm I – o art.......... II – o Ministro da Marinha. 10 de 25 07/03/2011 09:27 .. III – Órgão Central: o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. com a finalidade de coordenar......... V – o Ministro dos Transportes.... 1º passa a ter a seguinte redação: “Art. responsáveis pelo controle e fiscalização dessas atividades. VI – Órgãos Locais: os órgãos ou entidades municipais..... o mar territorial...... com fundamento nos incisos VI e VII. e institui o Cadastro de Defesa Ambiental.............Normas legais e técnicas http://www...... o subsolo..... ..” III – o art.. 7º O Conselho Superior do Meio Ambiente – CSMA tem por finalidade assessorar o Presidente da República na formalização da Política Nacional e das diretrizes governamentais para o meio ambiente e os recursos ambientais.. e deliberar. § 1º O Conselho Superior do Meio Ambiente – CSMA é presidido pelo Presidente da República......... nas suas respectivas jurisdições...... V – recursos ambientais: a atmosfera.... com a função de assessorar o Presidente da República na formulação da política nacional e nas diretrizes governamentais para o meio ambiente e os recursos ambientais.. . as águas interiores... conservação e uso racional. a política nacional e as diretrizes governamentais fixadas para o meio ambiente.. adotado nos termos desta Lei...... V – Órgãos Seccionais: os órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução de programas... VI – o Ministro da Agricultura.......... superficiais e subterrâneas..... os elementos da biosfera....... os estuários. que o convocará pelo menos 2 (duas) vezes ao ano. bem como as Fundações instituídas pelo Poder Público.. cria o Conselho Superior do Meio Ambiente – CSMA... estudar e propor ao Conselho Superior do Meio Ambiente – CSMA diretrizes políticas governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais.. como órgão federal. 6º passa a vigorar com a seguinte redação: “Art....... para assessorar.. e a preservação. a fauna e a flora.......chegadebarulho... I – Órgão Superior: o Conselho Superior do Meio Ambiente – CSMA... e no art.” II – o art. executar e fazer executar......... projetos e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação ambiental. constitui o Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA... – 3º............ IV – Órgãos Setoriais: os órgãos ou entidades integrantes da administração federal direta e indireta... o solo... IV – o Ministro da Fazenda. II – Órgão Consultivo e Deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA... III – o Ministro das Relações Exteriores. 3º passa a vigorar na forma seguinte: “Art.. controle e fomento dos recursos ambientais. 225 da Constituição Federal.......... cujas atividades estejam associadas às de proteção da qualidade ambiental ou àquelas de disciplinamento do uso de recursos ambientais... 6º – ..... no âmbito de sua competência..... § 2º São membros do Conselho Superior do Meio Ambiente – CSMA: I – o Ministro da Justiça...com/Conteudo_normas..... 1º – Esta Lei...

....... Secretário-Executivo do Conselho Superior do Meio Ambiente – CSMA. e respectivos relatórios de impacto ambiental.......... as informações indispensáveis.. 10 passa a vigorar na forma seguinte: “Art.......... IX – o Ministro da Saúde. ...................... sem prejuízo de suas funções... XI – a garantia da prestação de informações relativas ao Meio Ambiente............ a ser divulgado anualmente pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA..com/Conteudo_normas....... X – o Ministro das Minas e Energia............ sem direito a voto.... VIII – o Ministro do Trabalho.. II – determinar............ bem como a entidades privadas.................Normas legais e técnicas http://www........... requisitando aos órgãos federais.. 9º............ 8º – .... XII – o Ministro do Planejamento......... XVIII – 5 (cinco) cidadãos brasileiros indicados pelo conjunto das entidades ambientalistas não governamentais...... VI – o art......... 9º – .. ........ VI – a criação de espaços territoriais especialmente protegidos pelo Poder Público federal.. X – a instituição do Relatório de Qualidade do Meio Ambiente... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art....................” V – o art.. no caso de obras ou atividades de significativa degradação ambiental............... O Ministro do Interior é. 8º passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.................................. a realização de estudos das alternativas e das possíveis conseqüências ambientais de projetos públicos ou privados..... XV – o Representante do Ministério Público Federal.. XI – o Ministro do Interior.htm VII – o Ministro da Educação......” VII – o art...........chegadebarulho......... o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA apreciará os estudos de impacto ambiental.................... 10 – A construção.... ......... ampliação e funcionamento de estabelecimentos e atividades 11 de 25 07/03/2011 09:27 ............. nas áreas consideradas Patrimônio Nacional pela Constituição Federal. § 4º A participação no Conselho Superior do Meio Ambiente – CSMA é considerada como de relevante interesse público e não será remunerada................ § 5º... ............. obrigando-se o Poder Público a produzi-las... tais como áreas de proteção ambiental................. XIV – o Secretário Especial de Ciência e Tecnologia.... estaduais e municipais. § 3º Poderão participar das reuniões do Conselho Superior do Meio Ambiente – CSMA. instalação.. estadual e municipal....... XIII – o Ministro da Cultura.... de relevante interesse ecológico e reservas.......... quando julgar necessário. quando inexistentes... XII – o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente poluidoras e/ou utilizadoras dos recursos ambientais............. pessoas especialmente convidadas pelo seu Presidente... XVI – o Representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC. XVII – 3 (três) representantes do Poder Legislativo Federal.

dotada de personalidade jurídica de direito público. II – a poluição é decorrente de atividade industrial ou de transporte. integrante do Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA.000 (mil) MVR.Normas legais e técnicas http://www.... 19: “Art.. substitua-se. e 6. Compete ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA o licenciamento previsto no caput deste artigo. autonomia administrativa e financeira. o seguinte art..” X – fica revogado expressamente o art.... 1º A pena é aumentada até o dobro se: I – resultar: a) dano irreversível à fauna.... Incorre no mesmo crime a autoridade competente que deixar de promover as medidas tendentes a impedir a prática das condutas acima descritas.803.. 6. 2º da Lei nº 7..902... sem prejuízo de outras licenças exigíveis.. 17 passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. entidade autárquica de regime especial.. 17 – Fica instituído.. de 21 de abril de 1981. vinculada ao Ministério do Interior.... sob a administração do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA: I – Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental........ de 2 de julho de 1980. . à flora e ao meio ambiente. de 22 de fevereiro de 1989.. dependerão de prévio licenciamento de órgão estadual competente.com/Conteudo_normas. 2º – O art. e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. para registro obrigatório de pessoas físicas ou jurídicas que se dedicam a consultoria técnica sobre problemas ecológicos e ambientais e à indústria e comércio de equipamentos. de 16 de maio de 1988.. III – o crime é praticado durante a noite.. Ressalvado o disposto nas Leis nºs 5.... transporte e comercialização de produtos potencialmente perigosos ao meio ambiente. de 31 de agosto de 1981.chegadebarulho. com a finalidade de coordenar....... assim como de produtos e subprodutos da fauna e flora. executar e fazer executar a política nacional do meio ambiente e da preservação. 3º – Nos dispositivos das Leis nºs 6... XI – inclua-se. sob qualquer forma... de causar degradação ambiental. II – Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais. onde couber.938. e 7. aparelhos e instrumentos destinados ao controle de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras...735.. fica sujeito à pena de reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos e multa de 100 (cem) a 1.938..” Art... 2º....... para registro obrigatório de pessoas físicas ou jurídicas que se dedicam a atividades potencialmente poluidoras e/ou à extração. fiscalização e controle dos recursos naturais renováveis...” VIII – o art. 15 passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. ou estiver tornando mais grave situação de perigo existente. 4º da Lei nº 7. de 22 de fevereiro de 1989. no caso de atividades e obras com significativo impacto ambiental. de âmbito nacional ou regional.735. em caráter supletivo. de 17 de novembro de 1967. 6. 19..... 15 – O poluidor que expuser a perigo a incolumidade humana. animal ou vegetal... b) lesão corporal grave.357..” IX – o art.... de 31 de agosto de 1981.” Art. bem como os capazes.661. a expressão Secretaria Especial do Meio Ambiente – SEMA por Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais 12 de 25 07/03/2011 09:27 ... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. na referida Lei... considerados efetiva e potencialmente poluidores.... a receita proveniente da aplicação desta Lei será recolhida de acordo com o disposto no art.. conservação e uso racional. 2º Fica criado o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA.htm utilizadoras de recursos ambientais. § 4º..... em domingo ou em feriado. produção.. 16 da Lei nº.

e pelo órgão competente do Ministério do Trabalho. inclusive as de propaganda política. de 18 de julho de 1989. sociais ou recreativas. do artigo 8º. emitidas a partir da presente data. obedecerá no interesse da saúde. com vistas a compatibilizar o exercício das atividades com a preservação da saúde e do sossego público. do seu Regimento Interno. o artigo 10 da Lei n. Brasília. VI – Para os efeitos desta Resolução. da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. obedecerão às normas expedidas. esta sendo continuamente agravada nos grandes centros urbanos. VII – Todas as normas reguladoras da poluição sonora. respectivamente. Art. disporão de acordo com o estabelecido nesta Resolução.Normas legais e técnicas http://www. 7. o nível de som produzido por uma delas não poderá ultrapassar os níveis estabelecidos pela NBR 10152 – Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas visando o conforto da comunidade. IV – A emissão de ruídos produzidos por veículos automotores e os produzidos no interior dos ambientes de trabalho.chegadebarulho. para os fins do item anterior os ruídos com níveis superiores aos considerados aceitáveis pela norma NBR 10152 – Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas visando o conforto da comunidade. do sossego público. da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. VIII – Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. O Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. 1 – DE 8 DE MARÇO DE 1990 Estabelece normas a serem obedecidas. 168º da Independência e 101º da República – JOSÉ SARNEY.804[1]. causada pela poluição. deverão ser compatibilizadas com a presente Resolução. Art. no interesse da saúde. em decorrência de quaisquer atividades industriais. do §2. pelo Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN.htm Renováveis – IBAMA. no uso das atribuições que lhe confere o inciso I. no uso do respectivo Poder de Polícia. Considerando que os critérios e padrões deverão ser abrangentes e de forma a permitir fácil aplicação em todo Território Nacional. horários e natureza das atividades emissoras. e Considerando que os problemas dos níveis excessivos de ruído estão incluídos entre os sujeitos ao Controle da Poluição de Meio Ambiente. sobre a emissão ou proibição da emissão de ruídos produzidos por quaisquer meios ou de qualquer espécie. Considerando que a deterioração da qualidade de vida. III – Na execução dos projetos de construção ou de reformas de edificações para atividades heterogêneas. 4º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Rubens Bayma Denys.com/Conteudo_normas. comercias. 5º – Revogam-se as disposições em contrário. aos padrões. VOLTAR AO TOPO PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO N. resolve: I – A emissão de ruídos. as medições deverão ser efetuadas de acordo com a NBR 10151 – Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas visando o conforto da comunidade. critérios e diretrizes estabelecidos nesta Resolução. estaduais e municipais) competentes. II – São prejudiciais à saúde e ao sossego público. V – As entidades e órgãos públicos (federais. 18 de julho de 1989. considerando sempre os locais. da ABNT. no tocante à emissão de ruídos em decorrência de quaisquer atividades. João Alves Filho. – Fernando César de Moreira 13 de 25 07/03/2011 09:27 .

938[1]. O Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. pág. contratos e atividades afins com órgãos e entidades que.408). no uso das atribuições que lhe confere o inciso I. órgãos estaduais e municipais de meio ambiente. ocorrido nos centros urbanos acarretam uma concentração de diversos tipos de fontes de poluição sonora. e demais entidades interessadas. e) incentivar a capacitação de recursos humanos e apoio técnico e logístico dentro da polícia civil e militar para receber denúncias e tomar providências de combate à poluição sonora urbana em todo o Território Nacional. métodos e ações para controlar o ruído excessivo que possa interferir na saúde e bem-estar da população. 1º Instituir em caráter nacional o Programa Nacional de Educação e Controle da Poluição Sonora – “Silêncio” com os objetivos de: a) promover cursos técnicos para capacitar pessoal e controlar os problemas de poluição sonora nos órgãos de meio ambiente estaduais e municipais em todo o País. motores. de 2 de abril de 1990. . b) divulgar junto à população.Normas legais e técnicas http://www. em caráter nacional. equipamento e dispositivos com menor intensidade de ruído quando de sua utilização na indústria. resolve: Art. utilidades domésticas. visando controlar o ruído excessivo que possa interferir na saúde e bem-estar da população.chegadebarulho. 2 – DE 8 DE MARÇO DE 1990 Institui. direta ou indiretamente. 2º O Programa Silêncio. Presidente em exercício. nas áreas urbanas. Art. 6. f) estabelecer convênios. Considerando que o homem cada vez mais vem sendo submetido a condições sonoras agressivas no seu meio ambiente. (D. do § 2º. 6.htm Mesquita. e que som em excesso é uma séria ameaça à saúde. do artigo 8º da Lei n. será coordenado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e deverá contar com a participação de Ministérios do Poder Executivo.Compete aos Estados e Municípios a definição das sub-regiões e áreas de implementação 14 de 25 07/03/2011 09:27 . construção civil. d) incentivar a fabricação e uso de máquinas. possa contribuir para o desenvolvimento do Programa Silêncio. do artigo 8º do seu Regimento Interno e inciso I. o Programa Silêncio. etc.Compete ao IBAMA a coordenação do Programa Silêncio. Considerando que é fundamental o estabelecimento de normas. e que este tem o direito garantido de conforto ambiental. Art.com/Conteudo_normas. c) introduzir o tema “poluição sonora” nos cursos secundários da rede oficial e privada de ensino. e Considerando que os problemas de poluição sonora agravam-se ao longo do tempo. através dos meios de comunicação disponíveis. de 31 de agosto de 1981. 3º Disposições Gerais: .Compete aos Estados e Municípios o estabelecimento e implementação dos Programas Estaduais de Educação e Controle da Poluição Sonora. matéria educativa e conscientizadora dos efeitos prejudiciais causados pelo excesso de ruído. ao bem-estar público e a qualidade de vida. através de um Programa de Educação Nacional. . VOLTAR AO TOPO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO N.. veículos em geral. em conformidade com o estabelecido no Programa Silêncio. Considerando que o crescimento demográfico descontrolado.O.

... Presidente em exercício.............chegadebarulho....... O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. 1º – A Presidência da República é constituída.................. Seção II Das Finalidades e Organização . c) como órgãos de assistência direta e imediata ao Presidente da República: ... ......... a Secretaria do Meio Ambiente...408) VOLTAR AO TOPO LEI Nº 8.. essencialmente... Art......................... 6. Parágrafo único..........Sempre que necessário................ coordenar......... tem a seguinte estrutura básica: I – Conselho Nacional do Meio Ambiente..... (D.... pela Secretaria-Geral...... pág...................... com a finalidade de planejar....... Também a integram: ..........htm prevista no Programa Silêncio..Normas legais e técnicas http://www........ II – Departamento de Planejamento e Coordenação da Política Ambiental... III – Departamento Técnico-Científico e de Cooperação....... – Fernando César de Moreira Mesquita........... Art...Em qualquer tempo este Programa estará sujeito a revisão tendo em vista a necessidade de atendimento à qualidade ambiental.. os limites máximos de emissão poderão ter valores mais rígidos fixados a nível estadual e municipal............ e dá outras providências.... 3................... DE 12 DE ABRIL DE 1990 Dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios...................... faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: CAPÍTULO I Da Presidência da República Seção I Da Estrutura Art........ 15 de 25 07/03/2011 09:27 . 12 – A Secretaria do Meio Ambiente....028.... supervisionar e controlar as atividades relativas à Política Nacional do Meio Ambiente e à preservação.............. .....................com/Conteudo_normas.. ......O..... conservação e uso racional dos recursos naturais renováveis............... 4º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. pelo Gabinete Militar e pelo Gabinete Pessoal do Presidente da República................ de 2 de abril de 1990.

... diretrizes de políticas governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais e deliberar.... CAPÍTULO V Das Disposições Finais e Transitórias ..... com fundamento nos incisos VI e VII do art.. extintos: a) na Presidência da República: ...... coordenar........ VII – as Divisões ou Assessorias de Segurança e Informações dos Ministérios Civis e os órgãos equivalentes das entidades da Administração Federal indireta e fundacional........ ............................................ com a finalidade de executar e fazer executar..................... Art........ CAPÍTULO III Das Extinções e Criações de Cargos e Órgãos ..htm IV – Comitê do Fundo Nacional do Meio Ambiente.. seus fins e mecanismos de formulação e aplicação.............. de 18 de julho de 1989......... sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à sadia qualidade de vida........ 23 e no art............. 35 – A Lei nº 6.. Art....... de 31 de agosto de 1981........................ 6º – ... 3........................................804. no âmbito de sua competência.....938........ 1º São............ III – órgão central: a Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República..................... 1º – Esta lei....com/Conteudo_normas.............................................. II – órgão consultivo e deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)..................... com a finalidade de assessorar........................ constitui o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) e institui o Cadastro de Defesa Ambiental. IV – órgão executor: o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis....................... ainda..... supervisionar e controlar........................... 16 de 25 07/03/2011 09:27 ....... passa a vigorar com as seguintes modificações: “Art................ .................. com a finalidade de planejar.......... alterada pela Lei nº 7............. estudar e propor ao Conselho de Governo................ 27 – São extintos: ........... a política e diretrizes governamentais fixadas para o meio ambiente............ como órgão federal..... estabelece a Política Nacional do Meio Ambiente................ o Conselho Superior do Meio Ambiente............ I – órgão superior: o Conselho de Governo... a política nacional e as diretrizes governamentais fixadas para o meio ambiente.......... Art.............................. ................. como órgão federal............................chegadebarulho..........Normas legais e técnicas http://www............................................................ com a função de assessorar o Presidente da República na formulação da política nacional e nas diretrizes governamentais para o meio ambiente e os recursos ambientais..... 235 da Constituição...

o Presidente do Conama.353....... vigindo a mais restritiva.. 2º da Lei nº 7.................. II – determinar. no Município de São Paulo...................... ..501 – DE 11 DE ABRIL DE 1994 Dispõe sobre o controle e a fiscalização das atividades que gerem poluição sonora...... de 31 de agosto de 1981... estaduais e municipais.com/Conteudo_normas............... Faz saber que a Câmara Municipal.. requisitando aos órgãos federais... Art......... em ambiente s confinados. Art. no caso de obras ou atividades de significativa degradação ambiental... impõe penalidades......536...Normas legais e técnicas http://www.. o art...... Art...... 60 – Revogam-se o art.. 8º – Compete ao Conama: .. 7º da Lei nº 6..... Art... especialmente nas áreas consideradas patrimônio nacional. Parágrafo único..938..... em decorrência de quaisquer atividades sociais ou recreativas........ 11................. prevalecendo a mais restritiva........... bem assim a entidades privadas........... de 29 de agosto de 1985.chegadebarulho. e dá outras providências (Projeto de Lei n.... 57.... 17 de 25 07/03/2011 09:27 .” ..... 12 de abril de 1990. com níveis superiores aos determinados pela legislação Federal.... sem prejuízo de suas funções........... Prefeito do Município de São Paulo.............. 1º A emissão de ruídos.... obedecerá aos padrões...... Brasília..........804.. Art.. critérios e diretrizes estabelecidas por esta Lei... e demais disposições em contrário............... as informações indispensáveis para apreciação dos estudos de impacto ambiental... Bernardo Cabral.... de 15 de setembro de 1986.............. o art............. com a redação dada pelo inciso IV do art............... especialmente do Conselho de Governo e de suas Câmaras...decretou e eu promulgo a seguinte Lei: Art.. 707/93....... Estadual ou Municipal... 11 da Lei nº 7........ o art....853..... e respectivos relatórios..... 1º da Lei nº 7... .. 59 – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação..... § 1º As medições deverão ser efetuadas de acordo com as normas e legislação em vigor no Município.. de 18 de julho de 1989........ usando das atribuições que lhe são conferidas por lei. a realização de estudos das alternativas e das possíveis conseqüências ambientais de projetos públicos ou privados....... 2º Fica proibida a emissão de ruídos..htm .. do Vereador Roberto Tripoli) Paulo Maluf.................................... de 24 de outubro de 1989. O Secretário do Meio Ambiente é....... 169º da Independência e 102º da República – FERNANDO COLLOR... sem prejuízo da legislação federal e estadual aplicável........ produzidos por quaisquer meios ou de quaisquer espécies..... em sessão de 15 de março de 1994........ O Poder Executivo disporá sobre a organização e funcionamento dos Ministérios e órgãos de que trata esta lei.................. 1º da Lei nº 7.. VOLTAR AO TOPO LEI N...... quando julgar necessário.

Parágrafo único. hospedagem. ou de testemunhas. constar o respectivo número de registro. registrando à vista do denunciante.htm § 2º O resultado das medições deverá ser público. que podem adequar-se aos mesmos padrões de uso residencial ou que impliquem na fixação de padrões especiais para os níveis de ruído e vibrações. diversões ou culto religioso.comprovação técnica da implantação acústica efetuada.níveis máximos de ruído permitido. assinado por empresa idônea não fiscalizadora. preferencialmente em bandas de freqüência de 1/3 (um terço) de oitava. VI . O certificado deverá ser afixado na entrada principal do estabelecimento. com letras em tamanho compatível com a leitura usual. através de testes reais ou simulados. às seguintes disposições: I . Art. III – ser ilustrado em planta ou “lay out” do imóvel. b) croquis contendo os pontos de medição. c) conclusões 18 de 25 07/03/2011 09:27 . 4º A solicitação de certificado de uso para os estabelecimentos descritos no artigo anterior.ser elaborado por empresa idônea. incluindo as características acústicas dos materiais utilizados. VIII . especializada na área. II . VII – descrição dos procedimentos recomendados pelo laudo técnico para o perfeito desempenho da proteção acústica do local.chegadebarulho. III – horário de funcionamento do estabelecimento. acrescida das seguintes informações: I – tipo(s) de atividades do estabelecimento e os equipamentos sonoros utilizados.Normas legais e técnicas http://www.trazer a assinatura de todos os profissionais que o elaboraram. VI . acompanhada do nome completo e habilitação. 5º O laudo técnico mencionado no inciso VI do artigo anterior deverá atender. prioritariamente. com transmissão ao vivo ou por amplificadores. VIII – apresentação dos resultados obtidos contendo: a) normas legais seguidas. quanto às condições compatíveis com a legislação. deverão dispor de tratamento acústico que limite a passagem do som para o exterior. dentre outras exigências legais. em local visível ao público e iluminado. V . será instruída com os documentos exigidos pela legislação em vigor. Art. cultura.perda de transmissão ou isolamento sonoro das partições. indicando os espaços protegidos. instalações ou espaços destinados ao lazer.laudo técnico comprobatório de tratamento acústico. VII – levantamento sonoro em áreas possivelmente impactadas. devendo conter informações resumidas dos itens descritos no “caput” deste artigo. V . Art. não fiscalizadora. Quando o profissional for inscrito em um Conselho.declaração do responsável legal pelo estabelecimento. 3º Os estabelecimentos.conter a descrição detalhada do projeto acústico instalado no imóvel. IV – capacidade ou lotação máxima do estabelecimento. caso suas atividades utilizem fonte sonora. II – zona e categoria de uso do local. IV .com/Conteudo_normas.

em até 30 dias após a promulgação da presente Lei. e apreensão do sistema de som e suas instalações na segunda autuação. 10. aos responsáveis pelos estabelecimentos já em funcionamento ou que já oficializaram solicitação de funcionamento.qualquer irregularidade no laudo técnico ou falsas informações contidas. e apreensão do sistema de som e suas instalações na segunda autuação. artigo 36.chegadebarulho. tais como reformas e ampliações. § 2º O Executivo representará denúncia ao Conselho ao qual pertence o profissional responsável. de todos os débitos fiscais que incidirem sobre o imóvel. certificado de uso não afixado na entrada. inciso I. seguido de lacração de todas as entradas do imóvel. 8º Sem prejuízo das penalidades definidas pela legislação Federal e Estadual em vigor. Art. b) fechamento administrativo. § 1º Os casos previstos nos incisos deste artigo provocarão a expedição de um novo certificado de uso e deverão ser previamente comunicados ao órgão competente. b) fechamento administrativo. que providenciará vistoria técnica. A Administração. será concedido prazo improrrogável de 180 dias para adequarem-se aos seus termos. ou vencido: a) multa de 300 UFM`s na primeira autuação. V . conforme dispõe a Lei Municipal n. não se admitindo o funcionamento através de prazos ou prorrogações. de 17 de Dezembro de 1986. atestando-se sua conformidade com a legislação vigente. Art. § 2º A renovação do certificado de uso será aprovada pelo órgão competente após a prévia vistoria no imóvel.com/Conteudo_normas. solicitando aplicação de penalidades se comprovada qualquer irregularidade na elaboração do laudo referido no “caput’. expirando nos seguintes casos: I– mudança de uso dos estabelecimentos especificados do artigo 3º. por parte do interessado.htm § 1º As empresas e/ou profissionais autônomos responsáveis pela elaboração do laudo técnico deverão ser cadastrados na PMSP. 7º Aos estabelecimentos referidos no artigo 3º que estiverem em perfeito funcionamento legal antes da promulgação desta Lei. assim como qualquer alteração que implique modificação nos termos contidos no certificado de uso.Normas legais e técnicas http://www. II – aos estabelecimentos com as condições de uso em desacordo com o laudo técnico: a) multa de 300 UFM`s na primeira autuação. sua regulamentação ou outras normas que vierem a ser adotadas. § 3º O pedido de renovação do certificado de uso deverá ser requerido 3 (três) meses antes do vencimento. serão aplicadas as seguintes penalidades para os casos previstos nesta Lei: I – aos estabelecimentos sem certificado de uso. seguido de lacração de todas as entradas do imóvel. § 4º A renovação do certificado de uso ficará condicionada à liquidação. III – alterações físicas do imóvel. além de outras medidas legais cabíveis. IV – qualquer alteração na proteção acústica instalada e aprovada pela PMSP. 6º O prazo de validade do certificado de uso será de 2 (dois) anos. II – mudança da razão social. Parágrafo único.237. Art. 19 de 25 07/03/2011 09:27 . sobre sua vigência e o prazo mencionado no “caput” deste artigo. junto à Prefeitura. comunicará individualmente e por escrito. alínea “h”.

Art. 8.º 292/93. Prefeito do Município de São Paulo.º 11. VOLTAR AO TOPO LEI N. 100 UFM`s para locais até 100(cem) pessoas. os artigos da Lei n. sem prejuízo do inquérito policial correspondente. revogadas as disposições em contrário e. o Executivo solicitará auxílio policial para seu cumprimento. Art. nos termos do disposto no art. (Projeto de Lei n.htm III . Art.Normas legais e técnicas http://www. com a finalidade de fiscalizar o atendimento ao disposto nesta Lei. do Vereador Maurício Faria) Paulo Maluf.chegadebarulho.com/Conteudo_normas. 10. e apreensão do sistema de som e suas instalações na segunda autuação.106. § 1º Será considerado normal o agravamento permanente da poluição sonora por aumento do 20 de 25 07/03/2011 09:27 . caberão recursos em primeiras e única instância ao Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CADES. usando das atribuições que lhe são conferidas por lei. 150 UFM`s para até 200 (duzentas) pessoas e 200 UFM`s para locais com capacidade para mais de 200 (duzentas ) pessoas.780 – DE 30 DE MAIO DE 1995 Dispõe sobre as obrigações do Poder Público Municipal e dos proprietários ou incorporadores de edificações. § 2º Desatendida a ordem de fechamento administrativo. e um novo desatendimento ou o rompimento do lacre implicará em multas de 300 UFM`s renováveis a cada 30 dias. Serão estabelecidos em ato do Executivo dispositivos centralizados de controle de denúncias e regionalizados de fiscalização e medição de níveis de ruído e das demais disposições desta Lei. 1º Os responsáveis pela implantação de obras viárias ou de outro tipo de intervenção urbana que possa provocar alteração no nível de poluição sonora serão obrigados a: I – apresentar laudo técnico de avaliação da poluição sonora própria do local. da Lei Orgânica do Município de São Paulo. As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão por conta de dotação orçamentária própria. Art. suplementada se necessário. 11. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. b) fechamento administrativo. de acordo com este artigo. seguido de lacração de todas as entradas do imóvel. § 1º Aos infratores penalizados. O Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 60 (sessenta) dias. especialmente. II – implantar obras e medidas necessárias que possibilitem a contenção da poluição sonora aos níveis previstos neste artigo. vistorias. através de órgão técnico especializado e sempre que julgar conveniente. e dá outras providências. 42. 12. no controle da poluição sonora do Município de São Paulo. a ser realizado por instituições especializadas e de comprovada competência técnica na área. Faz saber que. a Câmara Municipal de São Paulo decretou e eu promulgo s seguinte Lei: Art. 9º A Administração efetuará. 13. § 6º. de 30 de agosto de 1974 que colidirem com o aqui disposto.aos estabelecimento s com emissão de sons acima dos limites legais: a) multa de 50 UFM`s para locais com capacidade para até 50 (cinqüenta) pessoas.

2º Os proprietários ou incorporadores de novas edificações a serem erigidas no Município de São Paulo deverão adotar as providências técnicas para que essas edificações protejam os usuários contra a poluição sonora própria do local.Normas legais e técnicas http://www. revogadas as disposições em contrário. a contar de sua publicação. VOLTAR AO TOPO LEI N. o horário compreendido entre 6:00h (seis horas) e 22:00h (vinte e duas horas). o horário compreendido entre 22:00 h (vinte e duas horas) e 6:00h (seis horas). e período noturno. 7º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. § 3º Os critérios técnicos para a aferição do nível de sons e ruídos. juntamente com os projetos de edificações a serem aprovados a partir da vigência desta Lei. § 3º Nas situações em que o laudo técnico for exigido. Art. Art. § 1º A poluição sonora própria do local é constituída por sons e ruídos emitidos. § 2º Considera-se período diurno. e de 59 dB <A> para o período noturno. dentro dos limites legais. § 2º Compete ao Poder Público Municipal a elaboração de ações que visem assegurar que. o projeto deverá apresentar soluções construtivas que prevejam valores de sons e ruídos internos adequados às funções dos recintos. 4º O Poder Executivo poderá exigir. Art. 3º Consideram-se atendidos quanto às condições de proteção à poluição sonora. serão determinados por decreto do Poder Executivo. 11. § 2º O laudo técnico será obrigatório para edificações cujo uso predominante seja para tratamento de saúde. um laudo técnico do nível de sons e ruídos próprios do local. 6º Esta Lei deverá ser regulamentada por ato do Poder Executivo pelo prazo de 60 (sessenta) dias. conforme a Norma NBR-10152 . § 1º O Poder Executivo determinará através de decreto. ensino. os imóveis cujos valores internos de sons e ruídos oriundos do meio externo atendam aos limites previstos na Norma NBR 10152 – “Níveis de Ruído para Conforto Acústico” da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. individualmente. por meio de seu órgão competente. o nível de som ou ruído dos diversos agentes emissores esteja dentro dos limites legais. os elementos do laudo técnico e as situações e locais em que será exigido.804 . por veículos no trânsito viário.chegadebarulho. Art. habitação em condomínio e trabalhos em escritório. por estabelecimentos ou instalações de quaisquer tipos ou funções.“Níveis de Ruído para Conforto Acústico” da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. 5º As despesas com a execução da presente Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias.DE 19 DE JUNHO DE 1995 Dispõe sobre avaliação da aceitabilidade de ruídos na Cidade de São 21 de 25 07/03/2011 09:27 .htm número de agentes emissores de sons e ruídos até os limites de 71 dB <A> para o período diurno. Art. suplementadas se necessário.com/Conteudo_normas. Art. por aeronaves ou por quaisquer outros agentes ocasionais ou passageiros.

II – os períodos de emissão de ruídos. o horário das 6:00 às 20:00 horas e para o período noturno. 4º Constituem exceções ao objeto desta Lei. serão limitados pelos critérios estabelecidos na NBR 10. 5º Considera-se infração ao disposto na presente Lei.805[3].htm Paulo. 3º Os sons produzidos por obras de Construção Civil. por fontes móveis e automotoras e por fontes diversas que flagrantemente perturbam o sossego da comunidade circundante. prefeito do Município de São Paulo.106. Art. decretou e eu promulgo a seguinte Lei: Art. o contido na Norma Brasileira Registrada – NBR 10. o horário das 20:00 às 6:00 horas. os ruídos produzidos pelas seguintes fontes: I – aparelhos sonoros usados durante a propaganda eleitoral .Normas legais e técnicas http://www. em sessão de 24 de maio de 1995.151 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABTN.151 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABTN. III – manifestações em festividades religiosas.7. a desobediência ou inobservância dos limites estabelecidos na NBR 10. de 30 de agosto de 1974 e seu Decreto Regulamentar n. será utilizado como método para medição de nível de ruído. usando das atribuições que lhe são conferidas por lei. revoga a Lei n. e o infrator estará sujeito às seguintes penalidades: 22 de 25 07/03/2011 09:27 .151. compreendidos para o período diurno. de 1º de Novembro de 1972. Art. comemorações oficiais. de 30 de outubro de 1974 (Projeto de Lei n. 2º São prejudiciais à saúde e ao sossego público emissões de ruídos em níveis superiores ao traçado pela Norma Brasileira Registrada – NBR 10. desfiles.chegadebarulho. melhoria da qualidade de vida e meio ambiente e controle da poluição sonora. e carrilhões. 870/93. em conformidade com a Lei n. ou de policiamento. do Vereador Adriano Diogo) Paulo Maluf. no horário compreendido entre 7:00 e 22:00 horas. IV – sinos de templos que abrigam cultos de qualquer natureza. 1º A emissão de sons e ruídos de qualquer natureza está limitada por esta Lei. Parágrafo único. que fixa como elementos básicos para avaliação de ruídos em áreas habitadas: I – as zonas de uso existentes na Cidade de São Paulo. nos termos estabelecidos pela legislação pertinente às eleições. festejos carnavalescos e juninos. visando o conforto da comunidade. bandas de música.467. reuniões esportivas. 11. 8.com/Conteudo_normas. Art. assegurando-se aos habitantes da Cidade de São Paulo. Faz saber que a Câmara Municipal. desde que os sons tenham duração não superior a 60 segundos e apenas para assinalação das horas e dos ofícios religiosos. desde que se realizem em horário e local previamente autorizados pelos órgãos competentes e nos limites por eles fixados ou nas circunstâncias consolidadas pelo costume. com intervalos de 6 horas. II – sereias ou aparelhos sonoros de viaturas quando em serviços de socorro. Art. desde que os sons emitidos tenham duração não superior a 15 minutos.151 da Associação Brasileira de Normas Técnicas. passeatas. fanfarras. Para os efeitos desta Lei.

Revogam-se as disposições em contrário e. multa. Esta Lei deverá ser regulamentada no prazo de 60 dias após a sua publicação.986 – DE 16 DE JANEIRO DE 1996 Altera dispositivos da Lei n. As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias. decretou e eu promulgo a seguinte Lei: Art. 11. 11. e dá outras providências (Projeto de Lei n. de 11 de abril de 1994. que dispõe sobre o controle e a fiscalização das atividades que gerem poluição sonora. II – ter sido a infração cometida com fins de vantagem pecuniária.501. 6º São consideradas circunstâncias agravantes para aplicação das penalidades elencadas no artigo 5º desta Lei: I – ter o infrator agido em dolo. interdição de atividade.501/94 passa a vigorar com a seguinte redação: 23 de 25 07/03/2011 09:27 . Art. fraude ou má-fé. Art. com fins de evitar o ato lesivo ao meio ambiente.htm a) b) c) d) advertência. Art. fechamento do estabelecimento. cassação do alvará de autorização ou de licença. 11. Art. impõe penalidades.10. em sessão de 19 de dezembro de 1995.com/Conteudo_normas. horários e a natureza das atividades emissoras. sobre a emissão ou proibição de emissão de ruídos produzidos por quaisquer meios ou de qualquer espécie. de 30 de outubro de 1974. usando das atribuições que lhe são conferidas por lei. a dosagem das penalidades elencadas no artigo 5º. embargo da obra ou apreensão da fonte. 7º Caberá ao órgão competente. disporão de acordo com o estabelecido nesta Lei. 9º As medições dos níveis de som serão efetuadas através de decibelímetros. Art. graduando-as segundo critérios de gravidade e reincidência. Art. VOLTAR AO TOPO LEI N. de 30 de agosto de 1974 e o Decreto n. Art. 1º O artigo 1º da Lei n. Art.467.151. com vistas a compatibilizar o exercício das atividades com a preservação da saúde e do sossego público.chegadebarulho. 807/95. no exercício de seu poder de polícia . do Vereador Roberto Trípoli) Paulo Maluf.11.13. Faz saber que a Câmara Municipal.Normas legais e técnicas http://www.12. considerando sempre os locais. III – deixar o infrator de adotar as providências de sua alçada. especialmente a Lei n. 8º As entidades e órgãos públicos municipais competentes. 11. Prefeito do Município de São Paulo. 8. respeitados os limites traçados pela NBR 10. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.106.

no prazo improrrogável de 60 (sessenta) dias requerer o licenciamento nos termos da legislação própria. obedecerá aos padrões. IV – inalterado. 24 de 25 07/03/2011 09:27 . § 1º Qualquer das ocorrências previstas nos incisos deste artigo obrigará a novo pedido de Alvará de Funcionamento para Locais de Reunião ou Licença de Localização para Funcionamento.” Art. inclusive aqueles destinados ao lazer. II – inalterado. e institucionais de toda espécie. Art. III – alterações físicas do imóvel tais como reformas e ampliações que impliquem na redução do isolamento acústico requerido. seus incisos e parágrafos passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. 4º O artigo 6º da Lei n. 2º O artigo 3º da Lei n. os infratores dos dispositivos desta Lei estão sujeitos às seguintes penalidades: I – aos estabelecimentos sem Alvará de Funcionamento para Locais de Reunião ou Licença de Localização e Funcionamento. 11. 6º O artigo 8º da Lei n. V – inalterado. caso suas atividades utilizem fonte sonora com transmissão ao vivo ou qualquer sistema de amplificação. com esses documentos vencidos ou não afixados em local visível. II – inalterado. critérios e diretrizes estabelecidos por esta Lei. cultura e hospedagem.501/94 passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. VII – inalterado. 3º Os estabelecimentos. 5º Fica suprimido o parágrafo único do artigo 7º da Lei nº 11.” Art. instalações ou espaços. respectivamente. 3º O artigo 4º e seu inciso VIII da Lei n. observadas as exigências desta Lei.” Art. seus incisos e seu § 1º passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. de 1 (um) e 2 (dois) anos. devem adequar-se aos mesmos padrões especiais fixados para os níveis de ruído e vibrações e estão obrigados a dispor de tratamento acústico que limite a passagem de som para o exterior. será instruída com os documentos já exigidos pela legislação em vigor.com/Conteudo_normas. em qualquer dos seguintes casos: I – inalterado. 11. III – inalterado.chegadebarulho.501/94. 11. 4º A solicitação de Alvará de Funcionamento para Locais de Reunião em SEHAB ou da Licença de Localização e Funcionamento em SAR. especialmente do disposto no artigo 330 do Código Penal. 8º Sem prejuízo das penalidades cominadas pela legislação federal e estadual em vigor. acrescidos das seguintes informações: I – inalterado. ou poderão ser cassados antes de decorrido esse prazo. 6º O Alvará de Funcionamento para Locais de Reunião e a Licença de Localização e Funcionamento perderão a validade legal. § 2 Fica suprimido. VI – inalterado.” Art. 11.501/94 passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º A emissão de ruídos em decorrência de quaisquer atividades exercidas em ambiente confinado.501/94. VIII – declaração responsável legal pelo estabelecimento de que aceita as condições de uso impostas para o local. no Município de São Paulo. coberto ou não.Normas legais e técnicas http://www. sem prejuízo da legislação federal e estadual aplicável. e com emissão de som acima do permitido: a) multa de 300 UFMs na primeira autuação e intimação para.501/94. para os estabelecimentos que se enquadrem no artigo anterior. IV – qualquer alteração na proteção acústica ou nos termos contidos no Alvará de Funcionamento para Locais de Reunião ou de Licença para Localização e Funcionamento.htm “Art.

suplementadas se necessário. nos termos desta Lei. Art. II – aos estabelecimentos licenciados. 11.Normas legais e técnicas http://www.501/94 passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 12. c) fechamento administrativo com lacração de todas as entradas. VOLTAR AO TOPO 25 de 25 07/03/2011 09:27 . na terceira autuação. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. a SVMA solicitará auxílio policial para exigir o cumprimento da penalidade administrativa e providenciará o boletim de ocorrência com base no artigo 330 do Código Penal. vistorias para fiscalizar o atendimento desta Lei.com/Conteudo_normas. 10.” Art.” Art. § 2º Da pena de multa caberá recurso em única instância à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente – SVMA/DECONT.501/94. 11. As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias. antes das modificações impostas pela presente Lei. na segunda autuação. Art. e da interdição e do fechamento administrativo. § 1º Persistindo a emissão de sons acima do permitido na vigência do prazo da intimação. 9º Ficam convalidados os atos praticados na vigência da Lei n. Art. O Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 60 (sessenta) dias. b) interdição ao uso. através da SVMA e sempre que julgar conveniente. no prazo improrrogável de 10 (dez) dias. 11. 150 UFMs para até 200 (duzentas) pessoas e intimação para. 9º A Administração efetuará.501/94.htm b) interdição de uso até o atendimento da intimação. § 3º Desrespeitada a interdição ou fechamento administrativo. revogadas as disposições em contrário. para locais até 100 (cem) pessoas. na terceira autuação. 100 UFMs.chegadebarulho. cujas condições de uso estejam em desacordo com o laudo técnico aprovado pela Prefeitura e com emissão de sons acima dos limites legais: a) a multa de 50 UFMs para os locais com capacidade para até 50 (cinqüenta) pessoas. 7º O artigo 9º da Lei n. 11. c) fechamento administrativo com a lacração de todas as entradas. 8º Fica suprimido o artigo 10 da Lei n. adequar-se aos sistema acústico descrito no laudo técnico. Art. até o atendimento da intimação. caracterizará a infração continuada e será aplicada nova multa acrescida de 1/3 (um terço) um valor da primeira multa emitida para o local. na segunda autuação. ao Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CADES.