PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

Dr.ª Alessandra Cunha Pereira
OAB/SC 13.367
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PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - RFB


SUMÁRIO
MÓDULO I

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - ALTERACÔES MP 449/2008

Formalizacão do Credito Tributario na Receita Federal
Requisitos para emissão do Auto de InIracão
Requisitos para emissão da NotiIicacão Fiscal
Requisitos de Constituicão contidos no Artigo 142 do CTN
Recomendacões gerais sobre a Constituicão do Credito Tributario
Requisitos da Impugnacão / DeIesa
Regras da Revelia
Regras da Preclusão
Producão de Provas
Requerimento para Extincão do Processo
Extincão do Processo sem Julgamento do Merito
Extincão do Processo com Julgamento do Merito
Prazos de Primeira Instância
Inicio da contagem de Prazos
Recomendacões para Iazer a DeIesa
Decisão de Primeira Instância
EIeitos da decisão de Primeira Instância
Recursos cabiveis contra decisão de Primeira Instância
Recurso Voluntario
Recomendacões gerais para elaboracão do Recurso Voluntario
Decisão do Conselho de Contribuintes
Recursos cabiveis contra decisão do Conselho
Embargos de Declaracão
Recurso Especial
Agravo
Recurso Voluntario
Requerimento de Erro
Decisão da Câmara Superior de Recursos Fiscais
Sustentacão Oral nos Julgamentos
Previsão Legal
Necessidade de Realizacão
Conhecimento Tecnico do Processo
Modelo de Construcão da Sustentacão Oral
Recomendacões Basicas para Iazer a Sustentacão Oral
Fluxograma do Processo Administrativo na Receita Federal

MÓDULO II

Modelos de casos reais de Pecas Processuais
Auto de InIracão da Receita Federal sobre Omissão de Receita
DeIesa do Contribuinte / SRF
Recurso Voluntario
Embargos de Declaracão
Recurso Especial Divergência
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Agravo Despacho que nega seguimento do Recurso Especial

MÓDULO III

Jurisprudências do Conselho Administrativo e Câmara Superior aplicavel no Processo

Sumulas do CARF e CSRF

Acão Judicial x Processo Administrativo
Competência de Constitucionalidade
Constituicão do Credito Tributario para evitar a Decadência
Decisão do Supremo Tribunal Federal
Mesmo Obieto
Prevalência da decisão Judicial sobre a Administrativa
Renuncia ao PAF
Admissibilidade dos Recursos
Deposito de 30° para garantia
Intempestividade
Pedido de Reconsideracão
Perda do Obieto
Recurso Hierarquico
Recurso Especial
Requisitos dos arts. 15, 16 e 33 do decreto nº 70.235/72
Recurso de OIicio
Supressão de Instância
'ReIomatio in Peius¨
Aplicacão do art. 142 ao PAF/SRF
Decisão do Processo Matriz
Embargos de Declaracão
Materia Preclusa
Nulidades
Apreciacão completa da DeIesa e do Recurso
Ausência de descricão dos Iatos e Iundamentos da Exigibilidade
Autoridade Incompetente
Art. 147 § 1º do CTN
Art. 59 do decreto 70.235/72
Cerceamento de DeIesa
Ciência da Exigência Tributaria e da Decisão
Constituicão do Credito Tributario
Contradicão entre Fatos e Fundamento legal
Decisão Contraditoria
Decisão que aproveita ao Contribuinte
Decisão sem Fundamentacão
Descricão Incompleta do Ilicito / Falta de Clareza
Errônea eleicão do Suieito Passivo
Inepcia
Lancamento Complementar
Local da lavratura do Auto de InIracão
NotiIicacão Requisitos
OIicialidade
Termo de inicio da Fiscalizacão
Supressão de Instância
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Decadência
Producão de Provas
Acrescimo Patrimonial a descoberto
Auditoria de Producão
Deposito Bancario
DesclassiIicacão Contabil
Diligências
Documentos Inidôneos
Erro de Fato
Escritura Publica
Fato Superveniente
Gastos incompativeis com a Renda
Glosa de Despesas
Laudo Tecnico
NotiIicacão Fiscal Não Atendimento
Omissão de Compras
Omissão de Receita
Omissão de Rendimentos
Ônus da Prova
Pericia
Presuncão
Prova Emprestada
Passivo Ficticio
Saldo Credor de Caixa
SubIaturamento
Suprimento de Numerario
Suspensão da Exigibilidade

MÓDULO IV

Coletânea da Legislacão Processual Administrativo
Decreto nº 70.235/72 Instituiu o Processo Administrativo
Lei nº 9.784/99 Principios do Processo Administrativo
Decreto nº 4.523/2002
Decreto nº 2.346/1997
Instrucão Normativa nº 264/2002 da Secretaria da Receita Federal
Portaria nº 117/2007 do Ministerio da Fazenda















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MODULO 1 - Formalizacão do Credito Tributario pela Receita Federal

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - ALTERACÔES MP 449/2008

IMPORTANTE: As principais alteracões, com relacão a uniIicacão do Conselho de Contribuintes
e da Câmara Superior de Recursos FISCAIS, sera realmente eIetivada em 180 dias, a partir de
04.12.2008, enquanto isso, continuam as mesmas disposicões anteriores.

A MP 449/2008, a partir de 04.12.2008, convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, alterou
alguns artigos do Decreto nº 70.235, de 6 de marco de 1972, relativo ao Processo Administrativo
Tributario.

UNIFICACÄO DOS CONSELHOS DE CONTRIBUINTES E CAMARA SUPERIOR DE
RECURSOS FISCAIS NO CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS

ConIorme art. 43 da MP 449/2008 , convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, o Primeiro,
o Segundo e o Terceiro Conselho de Contribuintes do Ministerio da Fazenda, bem como a Câmara
Superior de Recursos Fiscais Ioram uniIicados e criado o Conselho Administrativo de Recursos
Fiscais, transIerindo-se a esse novo orgão as atribuicões e competências dos extintos Conselhos de
Contribuintes e da Câmara Superior de Recursos Fiscais.

Assim, as disposicões da legislacão tributaria em vigor, que se reIiram aos Conselhos de
Contribuintes e a Câmara Superior de Recursos Fiscais devem ser entendidas como pertinentes ao
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, conIorme art. 47 da MP 449/2008, convalidada com
alteracões pela Lei 11.941/2009.

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, que substitui o Conselho de Contribuintes e
Câmara Superior de Recursos Fiscais tera competência para iulgar recursos de oIicio e voluntarios
de decisão de primeira instância (Delegacias de Julgamento), bem como recursos especiais, sobre a
aplicacão da legislacão reIerente a tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do
Brasil.

Importante: o Ministerio de Estado da Fazenda tera 180 (cento e oitenta) dias, a partir de
04.12.2008l, para instalar o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, bem como elaborar o seu
regimento interno, enquanto não instalado. permanece a competência dos atuais Conselhos de
Contribuintes e da Câmara Superior de Recursos Fiscais.

ESTRUTURACÄO DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS

A estrutura e composicão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais Ioi dada pelas alteracões
promovidas pelo art. 23 da MP 449/2008, convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, que
alterou os artigos 25, 26 e 37 do Decreto nº 70.235, de 6 de marco de 1972

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais sera constituido por secões e pela Câmara Superior
de Recursos Fiscais. As secões serão especializadas por materia e constituidas por câmaras. As
câmaras poderão ser divididas em turmas.

O Ministro de Estado da Fazenda podera criar, nas secões, turmas especiais, de carater temporario,
com competência para iulgamento de processos que envolvam valores reduzidos ou materia
recorrente ou de baixa complexidade, que poderão Iuncionar nas cidades onde estão localizadas as
Superintendências Regionais da Receita Federal do Brasil.

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Na composicão das câmaras, das suas turmas e das turmas especiais, sera respeitada a paridade
entre representantes da Fazenda Nacional e representantes dos contribuintes.
Os cargos de Presidente das câmaras, das suas turmas e das turmas especiais serão ocupados por
conselheiros representantes da Fazenda Nacional, que, em caso de empate, terão o voto de
qualidade, e os cargos de Vice-Presidente, por representantes dos contribuintes.

Os conselheiros serão designados pelo Ministro de Estado da Fazenda para mandato, limitando-se
as reconducões, na Iorma e no prazo estabelecidos no regimento interno.

Constituicão da Câmara Superior de Recursos Fiscais

A Câmara Superior de Recursos Fiscais sera constituida por turmas, compostas pelos Presidentes e
Vice-Presidentes das câmaras.

As turmas da Câmara Superior de Recursos Fiscais serão constituidas pelo Presidente do Conselho
Administrativo de Recursos Fiscais (ocupado por conselheiros representantes da Fazenda
Nacional), pelo Vice-Presidente (ocupado por conselheiro representante dos contribuintes), pelos
Presidentes e pelos Vice-Presidentes das câmaras. Em caso de empate nos iulgamentos, o
Presidente dara o voto de qualidade (desempate).

Cabera recurso especial a Câmara Superior de Recursos Fiscais, no prazo de 15 (quinze) dias da
ciência do acordão ao interessado:

a) do Procurador da Fazenda Nacional de decisão não-unânime de Câmara, turma de Câmara ou
turma especial, quando Ior contraria a lei ou a evidência da prova;
b) do contribuinte ou do Procurador da Fazenda Nacional de decisão que der a lei tributaria
interpretacão divergente da que lhe tenha dado outra Câmara, turma de Câmara, turma especial
ou a propria Câmara Superior de Recursos Fiscais.

Das decisões de Câmara, de turma de Câmara ou de turma especial que der provimento a recurso de
oIicio, cabera recurso voluntario, no prazo de 30 (trinta) dias, a Câmara Superior de Recursos
Fiscais.

SUMULAS VINCULANTES

A Câmara Superior de Recursos Fiscais podera, nos termos do regimento interno, apos reiteradas
decisões sobre determinada materia e com a previa maniIestacão da Secretaria da Receita Federal
do Brasil e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, editar enunciado de sumula que, mediante
aprovacão de dois tercos dos seus membros e do Ministro de Estado da Fazenda, tera eIeito
vinculante em relacão aos demais orgãos da administracão tributaria Iederal, a partir de sua
publicacão na imprensa oIicial.

A Câmara Superior de Recursos Fiscais podera rever ou cancelar sumula, de oIicio ou mediante
proposta apresentada pelo Procurador-Geral da Fazenda Nacional ou pelo Secretario da Receita
Federal do Brasil.







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LIMITACÔES NOS 1ULGAMENTOS

No âmbito do processo administrativo Iiscal, Iica vedado aos orgãos de iulgamento aIastar a
aplicacão ou deixar de observar tratado, acordo internacional, lei ou decreto, sob Iundamento de
inconstitucionalidade, exceto na existência de tratado, acordo internacional, lei ou ato normativo:

a) que ia tenha sido declarado inconstitucional por decisão plenaria deIinitiva do Supremo
Tribunal Federal;
b) que Iundamente credito tributario obieto de:
b1)dispensa legal de constituicão ou de ato declaratorio do Procurador-Geral da Fazenda
Nacional, na Iorma dos arts. 18 e 19 da Lei nº 10.522/ 2002;
b2)sumula da Advocacia-Geral da União, na Iorma do art. 43 da Lei Complementar no 73/93; ou
b3)pareceres do Advogado-Geral da União aprovados pelo Presidente da Republica, na Iorma do
art. 40 da Lei Complementar nº 73/93.

PRESCRICÄO DE CRÉDTIDOS TRIBUTÁRIOS

Menciona o art. 48 da MP 449/2008, convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, que a
prescricão dos creditos tributarios, inclusive das contribuicões sociais previstas nas alineas "a", "b"
e "c" do paragraIo unico do art. 11 da Lei nº 8.212/91 e as de outras entidades e Iundos (terceiros),
pode ser reconhecida de oIicio pela autoridade administrativa.

NÄO É NECESSÁRIO O LANCAMENTO DE OFICIO DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO
OB1ETO DE DEPÓSITO 1UDICIAL

O art. 49 da MP 449/2008, convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, determinou que
prescinde do lancamento de oIicio destinado a prevenir a decadência (art. 63 da Lei nº 9.430/96), o
credito tributario relativo a tributo suieito ao lancamento por homologacão, cuia exigibilidade
houver sido suspensa na Iorma do inciso II do art. 151 do Codigo Tributario Nacional (deposito
iudicial).

REABERTURA DE PROCEDIMENTO FISCAL EM RELACÄO AO MESMO PERIODO
1Á AUDITADO

Menciona o art. 53 da MP 449/2008, convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, que em
relacão aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, e possivel mais de
um procedimento de Iiscalizacão sobre o mesmo periodo de apuracão de um mesmo tributo,
mediante ordem emitida por autoridade administrativa competente, nos termos deIinidos pelo Poder
Executivo, portanto estendo o reexame tambem as contribuicões previdenciarias, Iato que na
legislacão tributaria Iederal ia existia tal disposicão.

INTIMACÄO POR EDITAL

ConIorme art. 23 da MP 449/2008, convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, que alterou o
art. 23 do Decreto nº 70.235/72, permite a intimacão por Edital do suieito passivo que tiver sua
inscricão declarada inapta perante o cadastro Iiscal da Receita Federal do Brasil.





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INTIMACÄO POR MEIO ELETRÔNICO

Consoante art. 23 da MP 449/2008, convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, que alterou
o art. 23 do Decreto nº 70.235/72, dispõe que o prazo de intimacão Ieita por meio eletrônico e de:

a) 15 (quinze) dias contados da data registrada no comprovante de entrega no domicilio tributario
do suieito passivo;
b) na data em que o suieito passivo eIetuar consulta no endereco eletrônico a ele atribuido pela
administracão tributaria, se ocorrida antes do prazo previsto em "a"; ou
c) na data registrada no meio magnetico ou equivalente utilizado pelo suieito passivo.

PROCESSO ELETRÔNICO - AUTORIDADE PREPARADORA

Segundo o art. 23 da MP 449/2008, convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, que alterou
o art. 24 do Decreto nº 70.235/72, determina quando o ato de preparacão do processo Ior praticado
por meio eletrônico, a administracão tributaria podera atribuir o preparo do processo a unidade da
administracão tributaria diversa da unidade de iurisdicão do suieito passivo.
OUTRAS ALTERACÔES

O art. 23 da MP 449/2008, convalidada com alteracões pela Lei 11.941/2009, alterou o art. 9º do
Decreto nº 70.235/72, obietivando adaptar as regras do processo administrativo Iederal as
exigências de contribuicões previdenciarias e do Simples Nacional.

Igualmente, Ioi revogado o paragraIo unico do art. 15 do Decreto nº 70.235/72 que previa
reabertura do prazo de impugnacão quando do agravamento da exigência pela decisão

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FORMALIZACÄO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
NA RECEITA FEDERAL



















































AU1O DL INIRAÇÂO

I IO OR RM MA AL LI IZ ZA AÇ ÇÂ ÂO O

NO1IIICAÇÂO IISCAL


Lavrado por auditor
fiscal da Receita
Iederal ÷
fiscalizacäo externa.

Lxpedida pelo
órgäo que
administra o tributo
÷ fiscalizacäo
interna.
Comentário
A legislacão indica a Iorma que a administracão publica deve constituir o credito tributario a
seu Iavor, relacionando o Auto de InIracão e NotiIicacão Fiscal como os unicos meios de
Iormalizar a exigência da obrigacão tributaria.
Se a exigência se der por meios diversos do modelo da lei ex. Aviso de Cobranca o
lancamento e tido como irregular, levando o processo Iiscal a extincão sem analisar o merito da
exigência, ou seia, a exigência não pode se Iormalizar por meios e procedimentos diIerentes da
lavratura do Auto de InIracão ou NotiIicacão Fiscal.
Se por ocasião da Iormalizacão, seia ela por Auto de InIracão ou NotiIicacão Fiscal, Ior
constatado que a conduta do contribuinte tida como irregular, inIringiu a legislacão de outros
tributos alem do Iiscalizado, a autoridade ira emitir um Auto ou NotiIicacão para cada imposto
ou contribuicão, e como conseqüência se 'a comprovacão dos atos ilicitos depender dos
mesmos elementos de prova, as exigências relativas ao mesmo suieito passivo, serão obieto de
um so processo, contendo todas as notiIicacões de lancamento e autos de inIracão.¨
(Fonte da informacão - art. 9º do Decreto nº 70.235/72)

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REQUISITOS PARA EMISSÄO DO AUTO DE INFRACÄO



















Nas Iiscalizacões externas, realizadas pelos Auditores da Receita Federal, se a autoridade não
concordar com os lancamentos realizados pelo contribuinte na apuracão e calculo dos tributos
Iederais, constituira a nova relacão tributaria com o recalculo do tributo, Iormalizando este valor de
credito tributario na Iigura do Auto de InIracão, que tera obrigatoriamente os seguintes requisitos de
ordem Iormal, previstos em lei:

1. A qualiIicacão do autuado/contribuinte,com indicacão completa do nome, endereco e
inscricão CNPJ;
2. O local, a data e a hora da lavratura;
3. Descricão do Iato tido como irregular, de Iorma clara e inteligivel, para que o contribuinte
possa exercer o seu direito de deIesa;
4. O dispositivo legal inIringido e a penalidade aplicavel que corresponde ao Iato tido como
irregular;
5 5. . A determinacão da exigência o valor do tributo e seus respectivos encargos e a
intimacão para paga-la ou impugna-la no prazo de trinta dias;
6. A assinatura do autuante (Iiscal), a indicacão do seu cargo ou Iuncão na Receita Federal e
seu respectivo numero de matricula;
7. Elementos de prova artigo 9
o
Termos , laudos e depoimentos indispensaveis.















R RL LQ QU UI IS SI I1 1O OS S
Qualificacäo do
Autuado

A AU U1 1O O D DL L I IN NI IR RA AÇ ÇÂ ÂO O
Local, Data
e Hora
Descricäo
do Iato
Dispositivo Legal
Infringido

Determinacäo da
Lxigência

Assinatura do
Autuante
Llementos de
Prova
Comentário
A ausência de algum destes requisitos de ordem Iormal na emissão do Auto de InIracão, e tido
pela iurisprudência administrativa com nulidade do procedimento e como conseqüência a
extincão do processo Iiscal sem o iulgamento do merito.

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REQUISITOS PARA EMISSÄO DA NOTIFICACÄO FISCAL





















A notiIicacão Iiscal por sua vez, sera emitida pelo orgão que administra o tributo nas Iiscalizacões
internas, com obietivo de constituir uma nova relacão tributaria com o recalculo do tributo, que tera
obrigatoriamente os seguintes requisitos de ordem Iormal, previstos em lei:

1. A qualiIicacão completa do notiIicado/ contribuinte, com nome, endereco e inscricão no
CNPJ ou CPF do MF;
2. O valor do credito tributario e o prazo para seu recolhimento ou impugnacão;
3. Disposicão legal inIringida, se Ior o caso;
4. A assinatura da notiIicacão pelo cheIe do orgão expedidor ou de outro servidor publico
autorizado, e a indicacão de seu cargo ou Iuncão e o numero de matricula;
5. Se a notiIicacão de lancamento Ior emitida por processo eletrônico, Iica dispensada a
assinatura do cheIe do orgão ou servidor autorizado;
6. Elementos de prova indispensaveis termos, laudos e depoimentos.

















R RL LQ QU UI IS SI I1 1O OS S

Qualificacäo
completa

N NO O1 1I II II IC CA AÇ ÇÂ ÂO O I II IS SC CA AL L

Valor do
credito

Disposicäo legal
infringida
Assinatura - chefe
do órgäo
expedidor


Processo eletrônico,
dispensa assinatura


Llementos de prova
indispensáveis
Comentário
A ausência de algum destes requisitos a exemplo do Auto de InIracão -, e tido pela
iurisprudência administrativa com nulidade do procedimento e como conseqüência a extincão
do processo Iiscal sem o iulgamento do merito.

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REQUISITOS DE CONSTITUICÄO CONTIDOS NO ARTIGO 142 DO CTN















Alem dos requisitos Iormais para a emissão do Auto de InIracão e NotiIicacão Fiscal, na
constituicão do credito tributario em Iavor do Iisco, deve a autoridade Iiscal se pautar tambem pelos
requisitos Iormais do art. 142 do Codigo Tributario Nacional, ou seia, soma-se os requisitos da
emissão da lavratura do auto com os previstos no art. 142 CTN.

A ausência dos requisitos do art. 142 na lavratura do auto leva a nulidade do lancamento, segundo a
orientacão unânime da iurisprudência administrativa do Conselho e Câmara Superior.

Vale a pena detalhar os requisitos do art. 142 do CTN, conIorme narramos:

a) Fato Gerador veriIicar inicialmente se o contribuinte Iiscalizado praticou a conduta
econômica tida como hipotese de incidência no caso do IRPJ a existência de lucro
liquido;
b) Matéria Tributável aplicar e veriIicar se a legislacão Ioi corretamente observada no
lancamento tributario pelo contribuinte ou pelo Iiscal na Iormalizacão do credito
tributario;
c) Montante do Tributo calcular o montante de tributo devido, discriminado o valor do
TRIBUTO, MULTA e JUROS ser Ior o caso;
d) Contribuinte neste lancamento a autoridade devera nominar o contribuinte inIrator da
norma tributaria;
e) Penalidade propor a aplicacão na penalidade cabivel a conduta irregular do
contribuinte.















RLQUISI1OS

Iato
Gerador

AR1.J42 C1N

Materia
1ributável

Montante
Do 1ributo

Contribuinte

Penalidade
Comentário

(om todos estes requisitos de ordem íormal - se cumpridos - da-se o nascimento da
obrigaçao tributaria pelo lançamento e também abre prazo para a impugnaçao deste mesmo
lançamento por parte do contribuinte - inicia-se o processo íiscal.

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RECOMENDACÔES GERAIS SOBRE A CONSTITUICÄO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO

ANÁLISE PRELIMINAR DA AUTUACÄO:

1) Leitura atenta ao auto de inIracão ou notiIicacão Iiscal, com obietivo de veriIicar se todos os
requisitos estão presentes na sua emissão;

2) No caso de auto de inIracão, conIerir se o Iato descrito esta claro e propicia uma boa deIesa ao
contribuinte;

3) No caso de notiIicacão Iiscal, veriIicar se o tributo ia não esta pago;

4) VeriIicar: se ocorreu o Iato gerador da obrigacão tributaria colocada no AUTO ou na
NOTIFICACÃO; a materia tributavel; se o montante do tributo devido corresponde a base de
calculo; se o contribuinte/autuado ou notiIicado e o suieito passivo daquele tributo; e se a
penalidade e cabivel ao Iato tido como irregular art. 142 do Codigo Tributario Nacional;

5) VeriIicar se o agente atuante e capaz ou se não e suspeito/ Art. 18 da Lei 9.784/99.


































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REQUISITOS DA IMPUGNACÄO/DEFESA




















Se o contribuinte não concordar com a lavratura do Auto de InIracão ou NotiIicacão Fiscal, devera
Iormalizar a sua discordância por meio de sua DeIesa ou Impugnacão no processo Iiscal,
oIerecendo uma resistência a pretensão contida no lancamento Ieito pela autoridade Iiscal, que tera
tambem os seguintes requisitos Iormais:

1)A deIesa (reclamacão ou impugnacão) ao Auto de InIracão ou NotiIicacão sera sempre
Iormulada por escrito, dirigida a autoridade iulgadora e na qual constarão o nome
completo do contribuinte, endereco e inscricão no CNPJ;
2)ManiIestacão precisa e especiIica sobre todos os Iatos narrados no Auto de InIracão ou
NotiIicacão;
3)Exposicão dos Iatos e dos Iundamentos iuridicos, pelo contribuinte, contra a exigência
Iiscal;
4)A deIesa sera instruida com todos os documentos em que se Iundamentam as alegacões do
contribuinte;
5)Requerer a improcedência da exigência Iiscal com ou sem iulgamento do merito (pedido),
devendo ainda Iormular pedido de diligências ou pericia, expondo os motivos que a
iustiIiquem, com indicacão dos quesitos investigativos reIerentes aos exames deseiados,
bem como, no caso da pericia, nome, endereco e qualiIicacão proIissional de seu perito.

A ausência de um destes requisitos de ordem Iormal levara ao insucesso da deIesa,
independentemente do contribuinte ter ou não razão quanto a exigência tributaria contida no auto ou
notiIicacão, por expressa previsão legal contida no art. 17 do Decreto nº 70.235/72.

Para melhor visualizar a necessidade do contribuinte em Iazer uma boa peca de deIesa,
descreveremos as conseqüências advindas da ausência dos requisitos:

a, Escrita- se não Ior Iormalizada por escrito sera inexistente, validando totalmente a
exigência em Iavor do Iisco;

RLQUISI1OS DA
DLILSA

LSCRI1A
MANIILS1AÇÂO
QUAN1O A
ACUSAÇÂO


PRODUÇÂO
DL PROVAS


RAZÔLS DL
IA1O L DIRLI1O


RLQULRIMLN1OS

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b, Manifestacão Quanto a Acusacão se o contribuinte não se maniIestar sobre os Iatos
constitutivos da inIracão, relatados no auto ou notiIicacão, estes serão tidos com
verdadeiros revelia;
c, Razões de Fato e Direito tera ainda o contribuinte de articular na deIesa as razões
Iaticas e as de direito que impendem a constituicão do credito tributario em Iavor do Iisco
convencer a autoridade iulgadora se o Iiscal tem ou não razão;
d, Produzir Provas quanto aos Iatos articulados na maniIestacão da acusacão e nas razões
Iaticas de improcedência da exigência;
e, Requerimentos Para Extincão do Processo sem iulgamento do merito quando houver
nulidades requisitos Iormais - e com iulgamento do merito quanto a obrigacão, alem do
pedido de producão de provas.

Estes são os requisitos de ordem Iormal que não podem ser esquecidos pelo contribuinte na
elaboracão de sua deIesa administrativa.





















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REGRAS DA REVELIA












Quanto a revelia no Processo Fiscal, relatamos o seguinte:

1. Os Iatos aIirmados por uma parte e não impugnados pela parte contraria presumem-se
verdadeiros;

2. No processo administrativo, a exemplo do iudicial, cabe ao contribuinte a impugnacão de
todos os Iatos articulados no Auto de InIracão ou na NotiIicacão Fiscal. Deixando de
impugnar algum Iato, ele passa a ser verdade para o iulgador;

3. Se na constituicão do credito tributario, Iormalizado pelo Auto de InIracão ou NotiIicacão
Fiscal, Ialtar algum elemento de prova indispensavel a comprovacão da irregularidade
tributaria, não ocorrera a presuncão de veracidade dos Iatos aIirmados pelo agente Iiscal e
decorrentes daquele documento Ialtante;

4. A presuncão de veracidade aplica-se tão-somente aos Iatos constitutivos e não
propriamente de direito; ou seia, a Ialta de impugnacão destes (de direito) não gera
necessariamente a procedência do Auto de InIracão ou NotiIicacão Fiscal.

Assim, recomenda-se que o contribuinte na sua peca de deIesa não deixe de se maniIestar sobre
todos os Iatos articulados pelo Iiscal no auto de inIracão, sob pena de se aplicar a regra/principio da
revelia em Iavor do Iisco.



















RLVLLIA

CONCLI1O


PRLSUNÇÂO DL
VLRACIDADL

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REGRAS DA PRECLUSÄO













No Processo Fiscal, - a exemplo do iudicial os atos processuais tem um determinado prazo Iixado
na legislacão para a sua producão, ou seia, tem um momento adequado para acontecer, dos quais
destacamos:

a) Defesa trinta dias apos a intimacão;

b) Producão de Prova Documental iunto com a DeIesa, em anexo;

c) Producão de Prova Pericial com requerimento expresso na peca de DeIesa, indicando
os quesitos, assistente tecnico, etc.;

d) Impugnacão aos Fatos Articulados pelo Fiscal no Auto de Infracão no momento da
DeIesa.

Se o contribuinte não pratica ou produz o ato processual no momento adequado ele esta impedido
de praticar em outro prazo ou momento, operando-se a preclusão processual.






















PRLCLUSÂO

CONCLI1O


MOMLN1O DA
PRODUÇÂO

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PRODUCÄO DE PROVAS











São as regras da prova a ser produzida no Processo Fiscal, pelo Iiscal no Auto de InIracao e
contribuinte na DeIesa, a saber:

1)Ao emissor do auto de inIracão cabe a prova dos Iatos por ele alegados e que
Iundamentam a exigência tributaria, como elemento indispensavel a comprovacão da
inIracão. Artigo 333 CPC;

2)Ao contribuinte cabe a prova dos Iatos que, de modo direto ou indireto, atestam a
inexistência das aIirmacões contidas no auto de inIracão ou notiIicacão Iiscal.

3)Não dependem de prova: os Iatos notorios de conhecimento de todos; aqueles
aIirmados por uma parte e conIessados pela parte contraria; os admitidos no processo
como incontroversos; aqueles em cuio Iavor milita a presuncão legal de existência ou de
veracidade omissão da receita no IR;

4)A prova documental produzida pelo Fisco deve ser Iormalizada iunto com o auto de
inIracão ou notiIicacão Iiscal, e a produzida pelo contribuinte iunto com a
impugnacão/contestacão/deIesa;

5)Diligências e pericias devem ser requeridas pelo contribuinte na contestacão/impugnacão,
com necessidade de expor os motivos que a iustiIiquem e com indicacões de quesitos; no
caso de pericia, tambem na propria impugnacão deve ser indicado o nome, endereco e
qualiIicacão do perito da empresa;

6)Não cabe producão de prova testemunhal ou depoimento pessoal.

Com estas regras, deIine-se claramente a quem cabe o ônus e momento propicio para a sua
producão.











PRODUÇÂO DL PROVAS

ÔNUS


DOCUMLN1AL


PLRÍCIA

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REQUERIMENTO PARA EXTINCÄO DO PROCESSO



















O processo administrativo Iiscal e extinto pelas autoridades iulgadoras, desde que conste no
requerimento da deIesa, com 1ulgamento do Mérito acolhendo ou reieitando a pretensão do Iisco,
contida no auto ou notiIicacão. Pode ainda, a extincão se dar Sem o 1ulgamento do Mérito, onde a
extincão se da por uma nulidade do procedimento de constituicão do credito tributario.

Aconselhamos que se Iaca dois pedidos autônomos na peca de impugnacão com e sem merito,
condicão para que o iulgador extinga o processo analisando as duas situacões.























EXTINCÄO DO
PROCESSO

S Se em m 1 1u ul lg ga am me en nt to o
d do o M Mé ér ri it to o


C Co om m J Ju ul lg ga am me en nt to o
d do o M Me er ri it to o

R RE EQ QU UE ER RI IM ME EN NT TO O
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LX1INÇÂO DO PROCLSSO SLM JULGAMLN1O DO MLRI1O
















Nas seguintes situacões, o contribuinte deve explicar na peca de deIesa a extincão do processo sem
o iulgamento do merito, incluindo a pretensão no requerimento:

1)Quando o iulgador extingue o processo sem acolher ou reieitar a pretensão do Fisco, em
decorrência do vicio na emissão;

2)Incompetência absoluta - quando o Auto de InIracão ou NotiIicacão Fiscal Ior lavrado
por servidor que não tem competência para Iiscalizar - nulidade;

3)Requisitos formais para nulidade do Auto de Infracão ou Notificacão Fiscal: quando
Ialtar a qualiIicacão completa do contribuinte, ou a indicacão do local, a data e a hora da
lavratura; quando Ialtar a narracão dos Iatos que deram enseio a autuacão; ou se a
narracão não corresponder a inIracão apontada; ou se a narracão Ior conIusa e diIicultar o
direito de deIesa;

4)Litispendência - quando ia houver autuacão ou notiIicacão no mesmo sentido;

5)Coisa julgada quando a exigência tributaria se reproduz em exigência idêntica a outra
que ia Ioi iulgada no merito em outro processo administrativo ou iudicial.

Tal situacão de nulidade devera ser demonstrada e provada na peca de deIesa razões de Iato e
direito seguida de pedido expresso de extincão do processo por nulidade sem iulgamento do
merito.









N NU UL LI ID DA AD DL LS S

Conceito
Incompetência
Absoluta

Requisitos
Iormais


Litispendência


Coisa Julgada

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EXTINCÄO DO PROCESSO COM 1ULGAMENTO DO MÉRITO















1. Quando o iulgador acolher ou reieitar a pretensão Iiscal exigida no Auto de InIracão,
maniIestando-se sobre o merito;

2. Nega-se todos os Iatos articulados no Auto de InIracão ou NotiIicacão Fiscal em oposicão
a pretensão da exigência tributaria contestacão absoluta;

3. O autuado podera admitir os fatos que são articulados no Auto de InIracão ou
NotiIicacão, negando-lhes, no entanto as conseqüências iuridicas expostas na constituicão
do credito tributario pelo Auto ou NotiIicacão;

4. O autuado podera admitir todos os Iatos e suas respectivas conseqüências, mas aduzira
outros Iatos que impecam, modiIiquem ou extingam a pretensão do Fisco. Exemplo:
praticou o Iato gerador do tributo, mas ia pagou (Iato extintivo);

5. Prescricão/decadência se o Iato gerador do tributo ia tiver acontecido ha mais de cinco
anos, não cabe sua constituicão atraves de Auto de InIracão ou NotiIicacão Fiscal.

A peca de deIesa, com pedido expresso de iulgamento de merito, tera como decisão o acolhimento
ou reieicão da pretensão Iiscal, contida no auto ou notiIicacão por parte da autoridade iulgadora.

Nestes casos, a decisão deve dar uma solucão para a controversia entre Iisco e contribuinte, pondo
Iim ao litigio com iulgamento.










M ML LR RI I1 1O O
Contestacäo
Absoluta

Iatos
Articulados

Pretensäo
Do Iisco

Prescricäo /
Decadência


Conceito
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PRAZOS DE PRIMEIRA INSTANCIA
















Apresentacão da Defesa Para apresentar impugnacão/defesa o ao Auto de
InIracão ou NotiIicacão Fiscal: 30 dias, contados da
data em que for feita a intimacão da exigência. A
deIesa deve ser dirigida ao Delegado da Receita
Federal do domicilio do contribuinte;

Agravamento da Exigência Na hipotese de agravamento da exigência fiscal
decorrente de decisão em 1ª Instância. o prazo
de 30 dias para apresentacão de nova impugnacão
/deIesa comecará a fluir a partir desta nova
intimacão - Artigo 18 § 3
o
;

Contagem 1º) Os prazos so se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na
reparticão publica onde tramita o processo administrativo - Artigo
5
o
;

2º) Os prazos são continuos, e a contagem inicia-se no primeiro dia util
subseqüente a data da notiIicacão ou intimacão, incluindo-se o
ultimo.






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P PR RA AZ ZO OS S
J J° ° I IN NS S1 1Â ÂN NC CI IA A


A Ap pr re es se en nt ta ac cä äo o
d da a
D De ef fe es sa a

A Ag gr ra av va am me en nt to o
d da a
L Lx xi ig gê ên nc ci ia a


C Co on nt ta ag ge em m
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INICIO DA CONTAGEM DE PRAZOS



















O Ob bs se er rv va ac cã ão o: : T Ta am mb bé ém m a ad dm mi it ti id da a a a i in nt ti im ma ac cã ão o p po or r m me ei io o E EL LE ET TR RÔ ÔN NI IC CO O. . a a p pa ar rt ti ir r d da a L Le ei i
1 11 1. .1 19 96 6 d de e 2 20 00 05 5. . q qu ue e a al lt te er ro ou u o o a ar rt t. . 2 23 3. . i in nc ci is so o I II II I. . d do o D De ec cr re et to o 7 70 0. .2 23 35 5/ /7 72 2

A intimacão visa dar conhecimento ao contribuinte da ocorrência de determinado ato ou
procedimento no âmbito do Processo Fiscal, a Iim de que o intimado, tome ciência do Iato ocorrido
e pratique os atos necessarios para o prosseguimento do processo.

No Processo Fiscal da União, o contribuinte e intimado dos seguintes atos processuais:

a) da lavratura do Auto de InIracão ou NotiIicacão Fiscal;

b) da decisão administrativa de primeira instância;

c) da decisão administrativa do CARF segunda instância;

d) da decisão administrativa da Câmara Superior de Recursos Fiscais.

Esta intimacão sera Ieita da seguinte Iorma, a criterio da autoridade:

I. Pessoal realizada na Iigura do contribuinte ou de alguem que o represente, provada
com a assinatura do mesmo, ou, no caso de recusa, com declaracão escrita de quem o
intimar;

II. Via Postal. telegráfica ou qualquer outro meio com prova de recebimento - no
domicilio tributario eleito pelo proprio contribuinte; e

III. Edital - se não Ior possivel a intimacão pessoal ou postal, sera publicado, uma unica
vez, em orgão de imprensa oIicial local, ou aIixado em dependência, Iranqueada ao
publico, do orgão encarregado da intimacão.

IV. Eletrônico no meio magnetico ou equivalente utilizado pelo suieito passivo; e ainda
no meio magnetico ou equivalente utilizado pelo suieito passivo; mediante o endereco

D DL LL LL LG GA AC CI IA A
J JU UL LG GA AM ML LN N1 1O O


C CA AR RI I - - C CO ON NS SL LL LH HO O
A AD DM MI IN NI IS S1 1R RA A1 1I IV VO O
R RL LC CU UR RS SO OS S I II IS SC CA AI IS S

C CA AM MA AR RA A S SU UP PL LR RI IO OR R
D DL L
R RL LC CU UR RS SO OS S I II IS SC CA AI IS S

I IN N1 1I IM MA AÇ ÇÂ ÂO O


P PL LS SS SO OA AL L


P PO OS S1 1A AL L


L LD DI I1 1A AL L

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eletrônico a ele atribuido pela administracão tributaria, desde que autorizado pelo
suieito passivo. O endereco eletrônico somente sera implementado com expresso
consentimento do suieito passivo, e a administracão tributaria inIormar-lhe-a as normas
e condicões de sua utilizacão e manutencão.

E por ultimo, considera-se Ieita a intimacão data que comeca a Iluir o prazo para pratica do ato
processual:

a) Pessoal da data da ciência do intimado ou da declaracão de quem Iizer a intimacão no caso de
recusa;

b) Postal - da data do recebimento, ou se omitida, 15 dias apos a sua expedicão; e

c) Edital - 15 dias apos a publicacão ou a Iixacão do edital.

d) Eletrônico 15 (quinze) dias contados da data registrada: no comprovante de entrega no
domicilio tributario do suieito passivo; ou no meio magnetico ou equivalente utilizado pelo
suieito passivo


Estes são os meios de intimacão utilizados, nas instâncias administrativas, no processo Iiscal dos
tributos da União e administrados pela Receita Federal.

Base: art. 23 do Decreto nº 70.235, de 6 de marco de 1972


RECOMENDACÔES PARA FAZER A DEFESA

Não perder o prazo para apresentar a impugnacão/defesa - 30 dias da intimacão do Auto
de InIracão ou NotiIicacão Fiscal;

Alegar, na impugnacão, todas as deIesas que tiver contra a exigência tributaria, ainda que
seiam incompativeis entre si, pois na eventualidade do iulgador não acolher uma delas
possa examinar a outra, expondo as razões de Iato e de direito;

Explicar as deIiciências processuais, quando existirem, com obietivo de extinguir o
processo sem iulgamento do merito;

VeriIicar: se ocorreu o Iato gerador da obrigacão tributaria colocado no Auto ou na
NotiIicacão, a materia tributavel; se o montante do tributo corresponde a base de
calculo; se o autuado/notiIicado e o suieito passivo daquele tributo; se a penalidade
corresponde ao Iato tido como irregular;

ManiIestar-se precisamente sobre todos os Iatos descritos como irregulares no Auto de
InIracão ou na NotiIicacão Fiscal;

Usar todos os meios de prova para desconstituir a exigência Iiscal documental e pericial;

Pesquisar na iurisprudência administrativa e iudicial se existe pronunciamento sobre a
materia obieto da autuacão, utilizando-se tambem desta Ionte para impugnar a exigência;

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Evitar a conIissão de condutas irregulares que possam enseiar a abertura de processo
criminal por sonegacão Iiscal crimes contra a ordem tributaria.


DECISÄO DE PRIMEIRA INSTANCIA













































D DL LC CI IS SÂ ÂO O


R RL LQ QU UI IS SI I1 1O OS S

C CO ON N1 1L LU UD DO O
O(ompete exclusi·amente aos Delegados da Receita
lederal titulares de Delegacias decisao colegiada,
especializadas em julgar:

OReconhecer a procedência ou improcedência da
exigência tributaria. expondo claramente as razoes de
íato e de direito que repousa a soluçao da contro·érsia
entre lisco e contribuinte - com base em pedidos de
extinçao do processo com ou sem julgamento do
mérito:

O julgador tera que analisar todas as questoes de íato e
de direito expostas na exigência tributaria. bem como as
questoes de resistência expostas na impugnaçao:

O ausência de apreciaçao parcial ou total sobre razoes
de ordem íatica ou jurídica - pelo julgador -. expostas
pelo lisco ou contribuinte. representa oíensa ao
princípio do contraditório e ampla deíesa. de·endo tal
julgamento ser declarado nulo de pleno direito a ser
requerido em recurso endereçado ao (onselho de
(ontribuintes,.



R RL LQ QU UI IS SI I1 1O OS S
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EFEITOS DA DECISÄO DE PRIMEIRA INSTANCIA


























O Julgamento - é o pronunciamento do Delegado da
Receita lederal em colegiado sobre os íatos e direitos
sobre os quais se íundamenta a exigência tributaria e
sobre a resistência oposta pelo contribuinte:

O Conteúdo - a decisao contera relatório resumido do
uto de Iníraçao ou Notiíicaçao liscal. bem como das
razoes de deíesa suscitadas na impugnaçao contra a
exigência tributaria:

O Reconhecer a re·elia do contribuinte quanto aos íatos
expostos na autuaçao e nao contestados na
impugnaçao:

O decisao nao pode ino·ar.



C CO ON N1 1L LU UD DO O

L LI IL LI I1 1O OS S


D DL LI II IN NI I1 1I IV VO O

S SU US SP PL LN NS SI IV VO O
Quando o contribuinte deixou de
fazer, no prazo de 30 dias, o
recurso voluntário contra decisäo a
ele desfavorável, bem como
quando deixou de impugnar total
ou parcialmente a exigência
tributária, onde o órgäo
preparador fará a cobranca
amigável do debito tributário, näo
obtendo êxito nesta cobranca
amigável, o debito será inscrito em
divida ativa e encaminhado para
cobranca judicial.

Quando for interposto recurso
pela parte vencida no prazo legal,
onde o órgäo preparador fará a
remessa para julgamento em 2°
instãncia ÷ Conselho de
Contribuintes. Lste recurso
suspende a exigibilidade do
credito tributário.

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RECURSOS CABIVEIS CONTRA DECISÄO DE PRIMEIRA INSTANCIA






















RECURSO VOLUNTÁRIO


























R RL LC CU UR RS SO OS S


V VO OL LU UN N1 1Á ÁR RI IO O

O OI IÍ ÍC CI IO O


contra decisäo total ou
parcialmente desfavorável
ao contribuinte ÷ dentro de
trinta dias da intimacäo da
decisäo.


de decisäo desfavorável ao
fisco, total ou parcial, será
o recurso feito pela própria
autoridade julgadora,
mediante termo de
declaracäo na própria
decisäo.


R RL LC CU UR RS SO O
V VO OL LU UN N1 1Á ÁR RI IO O


I IU UN NÇ ÇÂ ÂO O

P PR RA AZ ZO O
Reformar a decisão de
primeira instância.
contrária ao
contribuinte.


A AD DM MI IS SS SI IB BI IL LI ID DA AD DL L
Arrolamento de bens -
equivale a 30º da exigência
contida na decisão - Decreto
nº 70.235/72 (NÂO mais
exigido ÷ADI RIB Aº
9 DE ô5/ôô/ô7)



30 dias da data da
ciência da decisäo.

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ATO DECLARATÓRIO INTERPRETATIVO RECEITA FEDERAL DO BRASIL
RFB Nº 9 DE 05.06.2007

D.O.U.: 06.06.2007

Dispõe sobre a inexigibilidade do arrolamento de bens e direitos como condicão para seguimento do
recurso voluntario.

O SECRETARIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, SUBSTITUTO, no uso da atribuicão
que lhe conIere o inciso III do art. 224 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal
Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 95, de 30 de abril de 2007, e tendo em vista o disposto no art.
1º, § 1º do Decreto nº 2.346, de 10 de outubro de 1997, e que na Acão Direta de
Inconstitucionalidade nº 1976 o Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional o disposto no
art. 32 da Lei nº 10.522, de 19 de iulho de 2002, que deu nova redacão ao art. 33, § 2º do Decreto nº
70.235, de 6 de marco de 1972, declara:

Art. 1º Não será exigido o arrolamento de bens e direitos como condicão para seguimento do
recurso voluntário.

Art. 2º A autoridade administrativa de iurisdicão do domicilio tributario do suieito passivo
providenciara o cancelamento, perante os respectivos orgãos de registro, dos arrolamentos ia
eIetuados.

CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO




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RECOMENDACÔES GERAIS PARA ELABORACÄO DO RECURSO VOLUNTÁRIO

VeriIicar se todos os Iatos e razões de direito relatados na impugnacão Ioram
analisados pelo iulgador de primeira instância; caso haia apreciacão parcial, deve-se
pedir nulidade do iulgamento com base no principio constitucional da ampla deIesa;

De decisão que seia total ou parcialmente desIavoravel ao contribuinte, devera ser
interposto recurso voluntário num prazo de 30 (trinta) dias da ciência da decisão. E
requisito deste recurso o arrolamento;

Enderecar o recurso para o Conselho de Contribuintes, observando a seguinte
competência por materia:

Primeira Secão do CARF.
Segunda Secão do CARF
Terceira Secão do CARF
Turmas Especiais são reguladas, no que couber, pelas disposicões deste Regimento
aplicaveis ao CARF.

Base: artigos 2º , 3º e 4º do Anexo II, do Regimento Interno do Conselho Administrativo de
Recursos Fiscais, aprovado pela Portaria MF 256/2009 de 22.06.2009.

VeriIicar se existe iurisprudência do Conselho de Contribuintes sobre a materia obieto
do iulgamento, bem como cita-lo ao recurso


























DECISÄO DO CARF - CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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D DL LC CI IS SÂ ÂO O


C CO ON N1 1L LU UD DO O

L LI IL LI I1 1O OS S

C CO ON N1 1L LU UD DO O
L LI IL LI I1 1O OS S

O decisao sera escrita. redigida na íorma de acórdao ou resoluçao. assinada
pelo relator e pelo presidente do (Rl. e dela constara o nome dos
conselheiros presentes. especiíicando-se. se hou·er. os conselheiros
·encidos e a matéria em que o íoram. e os impedidos:
O decisao do (Rl de·era apreciar todos os íatos e íundamentos
colocados no recurso que pleiteia a reíorma da decisao de 1' instância.
iniciando pelas questoes preliminares que acarretam a extinçao do processo
sem julgamento do mérito, e. se superadas as preliminares. passa-se para o
mérito:
O julgamento que acolhe ou rejeita o pedido de reíorma tera que ser
íundamentado. utilizando-se como parâmetro as regras do ordenamento
brasileiro
DLIINI1IVO

SUSPLNSIVO

quando o contribuinte ou o lisco deixam de interpor
recurso contra decisao do (Rl a eles desía·ora·el.
ou se este recurso nao íor aceito. órgao preparador
íara a cobrança amiga·el do débito tributario: nao
obtendo êxito nesta cobrança amiga·el. o débito sera
inscrito em dí·ida ati·a e encaminhado para cobrança
judicial.

quando íor interposto recurso pela parte ·encida no
prazo legal. onde o órgao preparador íara a remessa a
(âmara Superior de Recursos liscais . Lste recurso
continua mantendo suspensa a exigibilidade do crédito
tributario.

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RECURSOS CABIVEIS CONTRA DECISÄO DO CARF




















EMBARGOS DE DECLARACÄO































R RL LC CU UR RS SO OS S

L Lm mb ba ar rg go os s
d de e
D De ec cl la ar ra ac cä äo o


R Re ec cu ur rs so o
L Ls sp pe ec ci ia al l
A Ag gr ra av vo o ÷ ÷
N Nä äo o m ma ai is s
p pr re ev vi is st to o
após 22.06.09


R Re ec cu ur rs so o
V Vo ol lu un nt tá ár ri io o


R Re eq qu ue er ri im me en nt to o
d de e L Lr rr ro o
EMBARGOS DE DECLARACÄO

IUNÇÂO

PRAZOS

IUNÇÂO
- tem como íinalidade completara decisao omissa ou.
ainda. torna-la clara quando hou·er obscuridade. dú·ida ou
contradiçao do julgado em relaçao aos íatos e matéria de
direito: ou seja. ·isa completar ou esclarecer o julgado do
(onselho de (ontribuintes - prazo para interposiçao: 5
cinco, dias após a ciência do acórdao.

PRAZOS
(cinco) dias contados da ciência da decisao do
(onselho de (ontribuintes. interrompendo o prazo para
interposiçao de recurso especial ou ·oluntario:
No caso de interposiçao. o prazo para qualquer recurso
íica suspenso até o pronunciamento sobre a omissao ou
o esclarecimento. recomeçando a contagem. quando da
ciência do resultado dos embargos.


PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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RECURSO ESPECIAL


















































IUNÇÂO
(âmara Superior de Recursos liscais. com objeti·o de reíormar
a decisao do (onselho de (ontribuintes nos seguintes casos:
decisao nao unânime da (âmara do (onselho de (ontribuintes.
quando íor contraria a lei ou a e·idência de pro·a - pri·ati·o do
procurador da lazenda Nacional: de decisao que der a lei
tributaria interpretaçao di·ergente da que lhe tenha dado outra
(âmara do (onselho de (ontribuintes ou a própria (âmara
Superior de Recursos liscais. cabendo ao recorrente demonstrar a
di·ergência de entendimento entre as (âmaras. com precisa
indicaçao das peças processuais.

PRAZO
J (quinze) dias. contados da data da decisao do (onselho
de (ontribuintes.


ADMISSIBILIDADL

ADMISSIBILIDADL
Na íeitura de Recurso Lspecial a (âmara Superior por
di·ergência de entendimento das (âmaras. de·era ser
demonstrada íundamentadamente a di·ergência argüida.
indicando a decisao di·ergente e compro·ando-a mediante
apresentaçao de cópia autenticada de seu inteiro teor ou de
cópia da publicaçao em que tenha sido di·ulgada. 4:
mediante cópia de publicaçao de até duas ementas. cujos
acórdaos serao examinados pelo Presidente da (âmara
recorrida. nao cumprimento destas condiçoes impede a
subida do recurso a (âmara Superior. mediante decisao do
presidente da (âmara do (onselho.

RECURSO ESPECIAL

IUNÇÂO

PRAZOS
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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AGRAVO

























RECURSO VOLUNTÁRIO
























IUNÇÂO
(aso o Presidente da (âmara do (onselho impeça
inde·idamente a subida do Recurso Lspecial. podera ser
interposto recurso de gra·o. com o objeti·o de íazer
subir o processo. Lste agra·o de·e ser
dirigido´endereçado ao Presidente da própria (âmara
Superior.

PRAZOS
(cinco) dias, contados da ciência do despacho que
negou seguimento ao recurso especial.


IUNÇÂO
(âmara Superior de Recursos liscais - contra decisao
de (âmara do (onselho de (ontribuintes que julgar
procedente recurso de oíício quando o contribuinte
obtém êxito em 1' instância e este julgamento é reíormado
no (onselho de (ontribuintes,. Lste recurso de·e ser
dirigido ao presidente da (âmara Superior de Recursos
liscais.


PRAZOS

30 (trinta) dias. contados da ciência do acórdao.

AGRAVO

IUNÇÂO

PRAZOS
RECURSO VOLUNTÁRIO

IUNÇÂO

PRAZOS
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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REQUERIMENTO DE ERRO




















Artigo 66. As inexatidòes materiais devidas a lapso manifesto e os erros de escrita
ou de calculo existentes na decisào serào retificados pelo presidente de turma.
mediante requerimento de conselheiro da turma. do Procurador da Fazenda
Nacional. do titular da unidade da administracào tributaria encarregada da
execucào do acordào ou do recorrente.
: 1° Sera reieitado de plano. por despacho irrecorrivel do presidente. o
requerimento que nào demonstrar com precisào a inexatidào ou o erro.
: 2° Caso o presidente entenda necessario. preliminarmente. sera ouvido o
conselheiro relator. ou outro designado. na impossibilidade daquele. que podera
propor que a materia seia submetida a deliberacào da turma.
: 3° Do despacho que indeferir requerimento previsto no caput. dar-se-a ciência ao
requerente.











De cálculo ou
escrita. Art 66
Portaria MF
256/2009


Art. 6 Portaria MI
26/2009
REQUERIMENTO DE ERRO

IUNÇÂO

PRAZOS
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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36








DECISÃO DA CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS






























SUSTENTACÃO ORAL NOS JULGAMENTOS













D DL LC CI IS SÂ ÂO O
1 1r rã ãn ns si it to o
e em m J Ju ul lg ga ad do o

Näo cabe mais recurso no intuito
de reformar o teor da decisäo, o
processo administrativo transita
em julgado, produzindo decisäo
definitiva. Se desfavorável ao
contribuinte, o debito será
encaminhado para cobranca
amigável. Näo tendo sucesso tal
cobranca, segue para inscricäo
em divida ativa e conseqüente
cobranca judicial atraves de
execucäo fiscal,


Desta decisäo cabe embargos de
declaracäo, quando existir no
acórdäo obscuridade, dúvida ou
contradicäo entre o acórdäo e
seus fundamentos, ou se for
omitido ponto sobre o qual
deveria ter se posicionado a
Cãmara, ou seja, a finalidade
dos embargos e completar a
decisäo (em caso de omissäo)
ou de clarear o julgamento (em
caso de obscuridade),
L Lm mb ba ar rg go os s
d de e D De ec cl la ar ra ac cä äo o

S SU US S1 1L LN N1 1A AÇ ÇA AO O O OR RA AL L
C Cã ãm ma ar ra a S Su up pe er ri io or r d de e
R Re ec cu ur rs so os s I Ii is sc ca ai is s

Art. do Regimento
Interno ÷ Anexo II ÷
Portaria MF 256/2009


Art. do Regimento
Interno ÷ Anexo II ÷
Portaria MF 256/2009
C Co on ns se el lh ho o d de e
C Co on nt tr ri ib bu ui in nt te es s
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nteriormente pre·isto no art. 31 nexo I da Portaria Ml 14¯´200¯
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Previsão Legal

A sustentacão oral e de suma importância, embora não seia obrigatoria, pois nela o DeIensor expõe
diretamente aos iulgadores os argumentos e seus respectivos Iundamentos que respaldam a
legitimidade da sua pretensão, sendo inclusive, tão importante quanto as pecas de deIesa e do
proprio recurso, aumentando signiIicativamente a possibilidade de êxito.

Muitos pontos controvertidos que circulam a solucão do problema podem ser esclarecidos
oralmente perante os iulgadores, que na maioria das vezes acaba inIluenciando no voto dos
conselheiros.

Aqueles que deseiarem Iazer sustentacão oral terão que cumprir os seguintes requisitos de ordem
Iormal:

a) Acompanhar a pauta com o dia e hora para o iulgamento dos processos, a qual devera estar
Iixada em lugar visivel e acessivel ao publico, no predio onde sera realizada a sessão;
publicada no Diario OIicial da União, com 8 (oito) dias de antecedência, no minimo; ou
ainda sera divulgada na pagina do Conselho de Contribuintes, na internet;

b) Anunciada a sessão para o iulgamento do processo no dia e hora previstos na pauta -
pelo presidente, aguarda-se a leitura do relatorio pelo relator do processo e novamente o
presidente passa ao deIensor a oportunidade da sustentacão oral, por quinze minutos,
prorrogaveis por igual periodo.

A sustentacão oral pode ser Ieita nos iulgamentos do processo Iiscal perante o CARF e Câmara
Superior de Recursos Fiscais, no dia e hora marcados na pauta de iulgamento

Recomendamos que o deIensor tenha um bom conhecimento tecnico do processo e das razões de
Iato e de direito que legitimaram a sua pretensão, sem contar a clareza na exposicão dos argumentos
perante os iulgadores.

Recomendamos tambem que o deIensor requeira a sustentacão oral expressamente de dois a cinco
dias antes da pauta ou ainda, podera requerer nos recursos voluntario ou especial, conIorme a
instância de iulgamento.

Portaria MF 256/2009 ART.58 ANEXO II

Artigo 58. Anunciado o iulgamento de cada recurso. o presidente dara a palavra.
sucessivamente.
I - ao relator. para leitura do relatorio,
II - ao recorrente ou ao seu representante legal para. se deseiar. fazer sustentacào oral por
15 (quinze) minutos. prorrogaveis por igual periodo,
III - a parte adversa ou ao seu representante legal para. se deseiar. fazer sustentacào oral
por 15 (quinze) minutos. prorrogaveis por igual periodo, e



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Necessidade de Realizacão

A sustentacão oral e o recurso que produz os melhores resultados nos processos Iiscais e iudiciais,
pois e o unico momento em que todos os iulgadores param para ouvir a pretensão da parte. Chega a
ser mais importante que a deIesa ou qualquer outro recurso.

Assim, o proIissional que deseia obter resultados de êxito não podera se Iurtar de expor aos
iulgadores as razões de Iato e de direito que podem levar a improcedência da exigência Iiscal,
contida nos auto de inIracão ou notiIicacão Iiscal.


Conhecimento Técnico do Processo

O primeiro requisito para expor na sustentacão oral sera as razões de Iato e direito, o orador tera que
ter conhecimento de todos os atos e pecas processuais contidos no processo, a saber:

a) as razões de Iato e de direito que originaram a lavratura do auto de inIracão, e se o mesmo
possui todos os requisitos Iormais para a sua emissão;
b) quanto a peca de deIesa os argumentos de Iato e direito articulados pelo contribuinte
contra a exigência tributaria;
c) quanto a decisão de 1ª instância os argumentos de Iato e direito que Iundamentaram a
decisão, avalizando a lavratura do auto de inIracão ou a deIesa;
d) sobre o recurso voluntario as razões de Iato e direito expostos no recurso com obietivo
de reIormar a decisão de primeira instância;
e) se os Iatos articulados em todas as pecas processuais Ioram devidamente comprovados por
quem alegou citar e questionar a producão de provas;
I) se as razões de direito expostas nas pecas Iundamentacão iuridica são aplicaveis ao
caso concreto; e
g) pesquisar e citar a iurisprudência sobre o caso em pauta passando inicialmente pelas
administrativas e depois as iudiciais.

Se o orador tiver este conhecimento do processo conteudo e Iundamentacão esta apto
tecnicamente a realizar a sustentacão oral perante o Conselho de Contribuintes e Câmara Superior
de Recursos Fiscais.















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Modelo de Construcão da Sustentacão Oral



1 1º º I In ní íc ci io o - -

Cumprimento ao Presidente, Relator do processo e demais membros, boa
tarde;

2 2º º I In nt tr ro od du uc cã ão o d da a S Su us st te en nt ta ac cã ão o - -

Breve retrospectiva do processo, Ialando
sucintamente sobre o auto de inIracão, deIesa,
decisão ou recurso;

3 3º º

D De es se en nv vo ol lv vi im me en nt to o d da as s R Ra az zõ õe es s d de e F Fa at to o e e D Di ir re ei it to o - - 7 70 0 º º d do o t te em mp po o


1 Fato colocado no auto
de inIracão e decisão
de 1ª instância

Argumentacão Iatica colocada na deIesa e no
recurso para levar a improcedência da exigência;
2 Direito que
Iundamenta a decisão

Razões iuridicas que respaldam a necessidade de
reIorma da decisão

3 Producão de provas
Documentos e pericia que atestam a necessidade
da reIorma;
4 Citar reIerências doutrinarias e iurisprudências.

4 4º º C Co on nc cl lu us sã ão o d da a S Su us st te en nt ta ac cã ão o - -

Citar literalmente que esta concluindo Iinal
resumo sintetico e direto de Iorma persuasiva;

5 5º º R Re eq qu ue er ri i m me en nt to o - -


Senhores Julgadores, iulguem o processo no intuito de
reIormar a decisão, desobrigando a empresa;

6 6º º A Ag gr ra ad de ec ci i m me en nt to o - -

Obrigado pela atencão e uma boa tarde.



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Recomendacões Básicas para Fazer a Sustentacão Oral

1 1º º) ) A Ap pa ar rê ên nc ci ia a - -

a) Higiene pessoal cabelo, barba, unhas limpas e bem cuidadas;

b) Roupas limpas e bem passadas, adequadas para o meio
combinado os itens.


2 2º º) ) V Vo oz z - -

Não Iale muito depressa, dê ênIase aos pontos que iulgar
importantes no processo, mudando o tom, sem Iazer muito alarme,
usar o silêncio para conclusão de raciocinio; dos iulgadores.

3 3º º) ) L Li in ng gu ua ag ge em m - -

Evite vicios de expressões como: ne, e, ta, entendeu, tipo assim,
percebe; Termos vulgares; Ironia na colocacão do tema; Palavrões;
Expressões melosas.


4 4º º) ) P Po os st tu ur ra a F Fí ís si ic ca a - -

Não colocar as mãos nos bolsos ou na cintura;cruzar os bracos;
tocar a boca ou o nariz com as mãos; apoiar-se em uma so perna;
não ser excessivamente humilde ou arrogante.

5 5º º) ) D Di im me en ns si io on na ar r o o T Te em mp po o - -

Se tem quinze minutos para Iazer a sustentacão, divida e calcule o
tempo segundo a construcão da sustentacão.

6 6º º) ) L Le ei it tu ur ra as s - -

Não Iique o tempo todo lendo; dimensione o tempo para que os
iulgadores possam te ouvir não use mais de 50° com leitura de
texto.

7 7º º) ) R Re ec cu ur rs so os s - -

a) tenha copia do processo em mãos, cite as paginas e o teor das
inIormacões marque previamente onde estão;
b) tenha em mãos Iichas de anotacões do processo Iirmes de
preIerência com os pontos centrais da construcão da
sustentacão, devidamente numerados.

8 8º º) ) E En ns sa ai io o - -

Antes de Iazer a sustentacão no Conselho de Contribuintes, ensaie
em caso ou no escritorio, simulando a propria sustentacão
coloque pessoas para acompanharem e sugerirem mudancas.













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FLUXOGRAMA DO PROCESSO ADMINISTRATIVO NA RECEITA FEDERAL



















































AU1O DL INIRAÇÂOU ou
NO1IIICAÇÂO IISCAL

IMPUGNAÇÂO ou DLILSA
PLLO CON1RIBUIN1L

DLCISÂO DL J°
INS1ÂNCIA/DLLLGADO

RLCURSO PARA RLIORMAR
DLCISÂO DL J° INS1ÂNCIA

J° SLÇÂO 2° SLÇÂO 3° SLÇÂO
CARI CARI CARI

RLCURSO PARA RLIORMAR
DLCISÂO DO CONSLLHO

CÂMARA SUPLRIOR DL
RLCURSOS IISCAIS

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EXERCICIOS DE FIXACÄO MÓDULO 1


Assinale a alternativa correta:

01 - O Auto de InIracão lavrado pelo Agente Fiscal da Receita Federal possui alguns requisitos para
ter validade Irente ao ordenamento iuridico, qual deles não Iaz parte da relacão:





a)
b)
c)
d)
a descricão do Iato;
a disposicão legal inIringida e a penalidade aplicavel;
a assinatura do autuante e a indicacão de seu cargo ou Iuncão e o numero de sua matricula;
a autoridade iulgadora a quem deve ser dirigida a deIesa.

02 A notiIicacão Iiscal exigindo o recolhimento da COFINS sera expedida:





a)
b)
c)
d)
pelo agente Iiscal lotado na Receita Federal;
pela Receita Federal com assinatura do cheIe do orgão expedidor;
por qualquer servidor da Receita Federal;
pelo Superintendente da Receita Federal.

03 Qual o prazo para o Contribuinte oIerecer impugnacão ao Auto de InIracão lavrado por
servidor da Receita Federal:





a)
b)
c)
d)
30 dias, contados da data da lavratura do Auto de InIracão;
30 dias, contados da data em que Ioi Ieita a intimacão;
15 dias, contados da data da lavratura do Auto de InIracão;
15 dias, contados da data em que Ioi Ieita a intimacão.

04 Na impugnacão ou deIesa, o contribuinte devera impugnar, sob pena de revelia ou preclusão
do direito:






a)
b)
c)

d)
a inconstitucionalidade da lei em que repousa a exigência tributaria;
a irregularidade da lei em que repousa a exigência tributaria;
os motivos de Iato e ou de direito em que se Iundamenta o Auto de InIracão, os pontos de
discordância, razões e provas que possuir;
articular em excesso de argumentos, tornando a leitura da deIesa pela autoridade cansativa.

05 Qual ao momento apropriado para producão de prova documental:






a)
b)
c)

d)
a qualquer momento, desde que antes da decisão de primeira instância;
iunto com a impugnacão;
no oIerecimento do recurso ao Conselho dos Contribuintes, apos a decisão de primeira
instância e antes da publicacão da pauta de iulgamento pelo Conselho;
apos o termino do trâmite do processo Iiscal, antecedendo o trânsito em iulgado.

06 - O pedido de pericia deve ser requerido pelo Contribuinte em qual momento processual, se
necessario:



a)

com a impugnacão, expondo os motivos em que as iustiIiquem, com Iormulacão de
quesitos reIerentes ao exame deseiado, com indicacão do nome, endereco e qualiIicacão
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b)

c)
d)
proIissional do perito;
a qualquer tempo, desde que antes da decisão de primeira instância, indicando os quesitos e
nome do seu perito,
em nenhum momento, pois não existe producão de prova pericial no processo
administrativo;
apos o trânsito em iulgado, antecedendo a inscricão do debito na divida ativa.


07 O Contribuinte sera intimado dos atos processuais pelos seguintes meios:





a)
b)
c)
d)
pessoal, por via postal, eletrônico e por edital;
pessoal, pela internet, pela televisão ou radio AM;
por via postal, pela radio FM do domicilio do Contribuinte e por iornal de grande
circulacão;
por qualquer meio de comunicacão, podendo a intimacão ocorrer de Iorma pessoal, postal,
edital, televisão, radio AM/FM enIim, iornais e ate revista.

08 O iulgamento em primeira, segunda e terceira instâncias dos Tributos Federais coordenados
pela Receita Federal compete, respectivamente:





a)
b)
c)
d)
aos Delegados da Receita Federal, CARF e Câmara de Recursos Fiscais;
aos Delegados da Receita Federal, CARF e Ministros da Fazenda;
aos Delegados da Receita Federal, CARF, Pleno do Conselho;
Nenhuma das respostas acima, pois so existem duas instâncias.

09 Nome dos recursos de primeira para segunda instância no âmbito dos tributos administrados
pelo Governo Federal:





a)
b)
c)
d)
recurso de oIicio e recurso voluntario;
recurso de oIicio e recurso especial;
recurso voluntario e recurso especial;
embargos declaratorios e recurso voluntario.

10 Os atos e termos lavrados por autoridades incompetentes são:





a)
b)
c)
d)
nulos;
improcedentes;
ineptos;
inconstitucionais.

11 - Qual das condutas abaixo caracteriza cerceamento de deIesa, e como conseqüência são nulos os
provenientes desta irregularidade:








a)

b)

c)

d)
não apreciacão, pelo iulgador de primeira instância, de todos os argumentos expostos na
DeIesa do Contribuinte;
a ausência de descricão da conduta tida como irregular pelo agente Iiscal ao lavrar o Auto
de InIracão;
decisão de primeira instância desprovida de embasamento Iatico e iuridico, condenando o
Contribuinte por conduta diversa ao da contida no Auto de InIracão;
todas as condutas acima representam cerceamento de deIesa.


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12 - Compete a Câmara Superior de Recursos Fiscais iulgar recurso especial interposto pelo
Contribuinte contra:






a)

b)
c)
d)
decisão que der a lei tributaria interpretacão divergente de que lhe tenha dado outra
Câmara do Conselho de Contribuintes ou a propria Câmara Superior de Recursos Fiscais;
decisão de primeira instância para o Conselho de Contribuintes, visando a sua reIorma;
decisão contraditoria e obscura, visando corrigir a deIiciência;
decisão não unânime da Câmara do Conselho de Contribuintes, quando Ior contraria a lei
ou a evidência de prova.


13 O que não e verdadeiro quanto ao iulgamento de primeira instância:







a)

b)
c)

d)
o iulgador tera que analisar todas as questões de Iato e de direito expostas no Auto de
InIracão e respectiva Impugnacão;
Iundamentar a decisão em direito diverso do da solucão da lide;
a decisão contera relatorio resumido do Auto de InIracão, bem como as razoes de deIesa
suscitadas na Impugnacão;
reconhecer a revelia do contribuinte quanto aos Iatos expostos na autuacão e não
contestados pelo contribuinte na Impugnacão.

14 Qual dos recursos não existe no âmbito dos tributos administrados pela Secretaria da Receita
Federal:






a)
b)
c)

d)
voluntario e de oIicio com obietivo de reIormar a decisão de primeira instância;
embargos de declaracão e agravo;
recurso de reconsideracão, com obietivo de reIormar a decisão da Câmara Superior de
Recursos Fiscais;
recurso especial e voluntario contra a decisão do Conselho de Contribuintes.

15 Qual dos prazos de segunda instância não esta corretamente indicado:







a)

b)
c)

d)
embargos de declaracão 5 dias, contados da ciência da decisão do CARF;
recurso voluntario 15 dias, contados da ciência do acordão;
recurso especial 15 dias, contados da data da ciência da decisão do CARF;
agravo 5 dias, contados da ciência do despacho que negou seguimento ao recurso.

outros

16 Qual o nome do recurso a ser interposto pelo contribuinte com obietivo de reIormar a decisão
da Câmara Superior de Recursos Fiscais:





a)
b)
c)
d)
embargos de declaracão;
recurso especial;
recurso voluntario;
não existe recurso.

17 O que não e verdadeiro com relacão a Câmara Superior de Recursos Fiscais:

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a)
b)
c)
d)
da decisão da Câmara cabe recurso hierarquico ao Ministro da Fazenda;
da decisão proIerida pela Câmara não cabe mais recurso no intuito de reIorma-la;
da decisão da Câmara cabem apenas embargos declaratorios;
e a ultima instância administrativa do processo Iiscal.
18 Quantas e quais são as instâncias administrativas nos âmbito dos tributos administrados pela
Secretaria da Receita Federal:








a)

b)

c)

d)
três; primeira instância Delegacia da Receita Federal, segunda instância CARF e
terceira instância Câmara Superior de Recursos Fiscais;
duas; primeira instância CARF e segunda instância Câmara Superior de Recursos
Fiscais;
três; primeira instância Unidade de Julgamento Singular, segunda instância CARF e
terceira instância Ministro da Fazenda;
uma; CARF Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.






































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MÓDULO 2

MODELOS DE CASOS REAIS DE PECAS PROCESSUAIS












































MODLLOS

DLILSA
RLCURSO
VOLUN1ÁRIO
LMBARGOS DL
DLCLARAÇÂO
RLCURSO
LSPLCIAL
AU1O DL
INIRAÇÂO

AGRAVO
SUS1LN1AÇÂO
ORAL
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AUTO DE INFRACÄO DA RECEITA FEDERAL SOBRE OMISSÄO DE RECEITA


F FA AT TO O Depositos bancarios não contabilizados e sem origem.

C CO ON NS SE EQ QU UÊ ÊN NC CI IA A Omissão de receita combinado com arbitramento de lucro.

C CÓ ÓP PI IA A D DO O A AU UT TO O E EM M A AN NE EX XO O


CÓPIA DO AUTO DE INFRACÄO



































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MINISTERIO DA FAZENDA
Folha: ¸¸¸¸¸¸ Secretaria da Receita Federal
INFORMACÄO PROTEGIDA POR SIGILO FISCAL
AUTO DE INFRACÄO
Imposto de Renda Pessoa Juridica
Unidade Numero do MPF
DRF CIDADE 0000000000/0000

Contribuinte
Razão Social CPF/CNP1:
Número: Telefone:


Cidade/UF:

CEP:

ura:
DRF CIDADE
Data:
19/11/2003
Hora:
12:40

Demonstrativo do Crédito Tributário em R$
IMPOSTO
Cod.Receita-DARF
2917
Valor
207.419,10

JUROS DE MORA (calculados ate 31/10/2003)

MULTA PROPORCIONAL (Passivel de Reducão)

VALOR DO CREDITO TRIBUTARIO APURADO
Valor

42.636,70
Valor

155.564,31
Valor
405.620,11
Valor por extenso
QUATROCENTOS E CINCO MIL, SEISCENTOS E VINTE REAIS E ONZE CENTAVOS.

Descricão dos Fatos e Enquadramento Legal
A descricão dos Iatos que originaram o presente Auto e os respectivos enquadramentos
legais encontram-se em Iolhas de continuacão anexas.

Intimacão
Fica o contribuinte intimado a recolher ou impugnar, no prazo de 30 (trinta) dias contados
da ciência deste auto de inIracão, nos termos dos arts. 5°, 15, 16 e ,17 do Decreto nº 70.235/72, com
as alteracões introduzidas pelas Leis nº 8.748/93 e nº 9.532/97, o debito para com a Fazenda
Nacional, constituido pelo presente Auto de InIracão, cuio montante acima discriminado sera
recalculado, na data do eIetivo pagamento, de acordo com a legislacão aplicavel.
Sera concedida reducão de 50° (cinqüenta por cento) sobre o valor da(s) multa(s) passivel
(eis) de reducão, se o pagamento Ior eIetuado ate o vencimento desta intimacão, ou de 40°
(quarenta por cento) sobre o valor desta(s) multa(s), se Ior requerido parcelamento do debito no
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prazo legal de impugnacão. Esta intimacão e valida, tambem, para cobranca amigavel.

Auditores-Fiscais da Receita Federal
Matricula:
Assinatura:

Ciência do Contribuinte/Responsável
Declaro-me ciente deste Auto de InIracão e seus anexos, dos quais recebi copia.
Cargo:
Data: Assinatura:





MINISTERIO DA FAZENDA
Folha: ¸¸¸¸¸¸
Secretaria da Receita Federal
INFORMACÄO PROTEGIDA POR SIGILO FISCAL

Folha de continuacão do AUTO DE INFRACÄO

Contribuinte
CNP1:

Razão Social



DESCRICÄO DOS FATOS E ENQUADRAMENTO(S) LEGAL(IS)
Imposto de Renda Pessoa Juridica

Em procedimento de veriIicacão do cumprimento das obrigacões tributarias pelo contribuinte
supracitado, eIetuamos o presente Lancamento de OIicio, nos termos do art. 926 do Decreto n°
3.000, de 26 de marco de 1999 (Regulamento do Imposto de Renda 1999), tendo em vista que
Ioram apuradas as inIracão(ões) abaixo descrita(s), aos dispositivos legais mencionados.

Razão do arbitramento no(s) periodo(s) : 03/200206/200209/2002 12/2002

Arbitramento do lucro que se Iaz tendo em vista que a escrituracão mantida pelo contribuinte e
imprestavel para determinacão do Lucro Real, em virtude dos erros e Ialhas abaixo enumeradas:
1) Livros diario e razão escriturados de Iorma global e resumida, com lancamentos por partidas
mensais. Intimado a regularizar a contabilidade, nos termos da legislacão comercial e Iiscal, o
contribuinte declarou-se impossibilitado.
2) O contribuinte deixou de escriturar contas bancarias de sua titularidade, evidenciando mais
uma vez a não conIiabilidade de sua escritura contabil, e sua imprestabilidade para a apuracão do
lucro real.
Enquadramento Legal:
A partir de 01/04/1999
Art. 530, inciso II, do RIR/99.

001 - DEPOSITOS BANCARIOS NÃO CONTABILIZADOS
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DEPOSITOS BANCARIOS DE ORIGEM NÃO COMPROVADA

Omissão de receitas operacionais, caracterizada pela Ialta de contabilizacão de depositos
bancarios, conIorme extratos bancarios (Ils. a ) e "Demonstrativos dos valores depositados
em contas-correntes bancarias não contabilizados" (Ils. a ).

Atraves do nosso Termo de Inicio de Fiscalizacão (Ils. ), intimamos o contribuinte a
apresentar os extratos das contas-correntes bancarias de sua titularidade.

Do conIronto dos extratos (Ils. a ) com o livro razão (Ils. a ), constata-se que não Ioi
escriturada a movimentacão das contas-correntes de titularidade da empresa, iunto as seguintes
instituicões: Banco I Banco B. Tambem não Ioi contabilizado o movimento da conta-corrente
bancaria no H, nos meses de marco, maio e outubro.


Atraves do nosso Termo de Intimacão n° 08 (Ils. a ), intimamos o contribuinte a comprovar,
mediante documentacão habil e idônea, a origem dos recursos depositados nas contas-correntes
bancarias, cuios valores não Ioram escriturados.

Na resposta o contribuinte restringiu-se a inIormar que os valores dos depositos não
contabilizados são compativeis com as vendas (Ils. ), não os vinculando com quaisquer vendas
ou outras receitas, e tampouco não apresentando quaisquer documentos.

De acordo com o artigo 287 do Regulamento do Imposto de Renda RIR / 99,





MINISTÉRIO DA FAZENDA
Folha:
Secretaria da Receita Federal
INFORMACÄO PROTEGIDA POR SIGILO FISCAL

Folha de continuacão do AUTO DE INFRACÄO

Contribuinte
CNP1:

Razão Social



DESCRICÄO DOS FATOS E ENQUADRAMENTO(S) LEGAL(IS)
Imposto de Renda Pessoa Juridica
caracterizam-se como omissão de receitas os valores creditados em conta de deposito, em
relacão aos quais o titular, regularmente intimado, não comprove, mediante documentacão
habil e idônea, a origem dos recursos utilizados nesta operacão.

ConIorme se depara do exame da legislacão, o Iato de o contribuinte não haver contabilizado
os depositos, e depois, ao ser intimado, não apresentar quaisquer documentos, que vinculassem
os depositos com as vendas registradas, caracteriza que os depositos Ioram oriundos de receitas
não contabilizadas, e conseqüentemente não oIerecidas a tributacão.

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52
Os valores dos depositos bancarios, caracterizados como omissão de receitas, suieitam-se ao
regime de apuracão do lucro arbitrado, ia que e este o regime de apuracão que esta suieito o
contribuinte no ano-calendario de 2002.

Como ate maio/2002 o contribuinte so auIeria receita com a revenda de mercadorias, os valores
das receitas omitidas suieitaram-se ao percentual de 9,6° para Iins de arbitramento do lucro. A
partir de iunho/2002 o contribuinte passou a auIerir receitas de prestacão de servicos, e de
acordo com o artigo 537 do RIR/99, no caso de pessoa iuridica com atividades diversiIicadas,
não sendo possivel identiIicacão da atividade a que se reIere a receita omitida, esta sera
adicionada aquela que corresponder o percentual mais elevado, ou seia, no presente caso, Iace a
não prestacão de esclarecimentos pelo contribuinte, dos valores dos depositos não
contabilizados, aplicamos o percentual a que se suieita a prestacão de servicos.

Fato Gerador Valor Tributavel ou Imposto Multa (°)

31/03/2002 R$ 143.148,09 75,00
31/03/2002 R$ 141.030,63 75,00
31/03/2002 R$ 63.700,15 75,00
30/06/2002 R$ 262.826,07 75,00
30/06/2002 R$ 173.923,69 75,00
30/06/2002 R$ 138.790,20 75,00
30/09/2002 R$ 201.233,58 75,00
30/09/2002 R$ 111.192,53 75,00
30/09/2002 R$ 78.183,80 75,00
30/12/2002 R$ 231.931,94 75,00
30/12/2002 R$ 302.481,78 75,00
30/12/2002 R$ 272.443,23 75,00






















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Razão Social



DESCRICÄO DOS FATOS E ENQUADRAMENTO(S) LEGAL(IS)
Imposto de Renda Pessoa Juridica
ENQUADRAMENTO LEGAL
Arts. 27, inciso I, e 42 da Lei n° 9.430/96;
Arts. 532 e 537 do RIR/99.

002 - RECEITAS OPERACIONAIS (ATIVIDADE NÃO IMOBILIARIA)
REVENDA DE MERCADORIAS

Em 13 de agosto de 2003,demos inicio a acão Iiscal iunto ao contribuinte, sendo que o mesmo
Ioi intimado a apresentar sua escrituracão contabil, livros diarios e razão do ano-calendario de
2002.

Do exame dos reIeridos livros, constatamos duas irregularidades que implicam em arbitramento
do lucro para Iins tributarios:

1) Os livros Ioram escriturados de Iorma resumida em partidas mensais, sem a adocão de livros
auxiliares, o que inviabiliza a acão Iiscal de veriIicacão da exatidão do lucro real declarado pela
empresa, e por si so autoriza o arbitramento dos lucros.

Para tentar sanar a irregularidade, o contribuinte Ioi intimado, atraves do Termo de intimacão n°
000 (19/08/2003), Termo de Reintimacão Iiscal (05/09/2003), Termo de Intimacão Fiscal nº 000
(01/10/03), a apresentar a escrituracão de acordo com o disposto na legislacão, ou seia, com
lancamentos individualizados e diarios, sendo que apos transcorridos 50 dias da primeira
intimacão, em 09/10/03, o contribuinte inIormou que não e possivel apresentar a escrituracão
contabil diaria, devido ao curto prazo de tempo, e tambem pelo Iato de a contabilidade ser
eIetuada em escritorio terceirizado (Ils. ).

2) Alem da irregularidade acima, constatamos que o contribuinte não contabilizou as seguintes
contas-correntes bancarias movimentadas:Banco I, Banco do B. Tambem não Ioi contabilizado
o movimento da conta-corrente bancaria no H, nos meses de marco, maio e outubro. Os extratos
bancarios das contas correntes não escrituradas encontram-se as Ils. a .

Em decorrência das irregularidades apontadas, procedemos ao arbitramento do lucro, de acordo
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com o disposto no inciso I e inciso II, alinea "a", do Regulamento do Imposto de Renda,
aprovado pelo Decreto 3.000 de 26/03/99.

As receitas abaixo Ioram contabilizadas pelo contribuinte (Ils. ) e estão suieitas ao
arbitramento, conIorme artigo 531 do RIR/99.

Fato Gerador Valor Tributavel ou Imposto Multa (°)

31/03/2002 R$ 194.893,88 75,00
31/03/2002 R$ 156.395,35 75,00
31/03/2002 R$ 218.950,56 75,00
30/06/2002 R$ 194.797,46 75,00


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Razão Social



DESCRICÄO DOS FATOS E ENQUADRAMENTO(S) LEGAL(IS)
Imposto de Renda Pessoa Juridica
30/06/2002 R$ 145.509,50 75,00
30/06/2002 R$ 159.012,21 75,00
30/09/2002 R$ 391.549,59 75,00
30/09/2002 R$ 421.154,54 75,00
30/09/2002 R$ 310.672,93 75,00
31/12/2002 R$ 308.157,28 75,00
31/12/2002 R$ 397.390,67 75,00
31/12/2002 R$ 426.311,39 75,00

ENQUADRAMENTO LEGAL
Arts. 532 do RIR/99.

003 - RECEITAS OPERACIONAIS (ATIVIDADE NÃO IMOBILIARIA)
PRESTACÃO DE SERVICOS GERAIS

Receitas de prestacão de servicos, escrituradas as Ils. 14 do razão (Ils. ) do
contribuinte, suieito ao arbitramento do lucro, conIorme detalhado na inIracão acima.

Fato Gerador Valor Tributavel ou Imposto Multa (°)
30/06/2002 R$ 10.000,00 75,00
30/09/2002 R$ 10.000,00 75,00
30/09/2002 R$ 10.000,00 75,00
30/09/2002 R$ 10.000,00 75,00
31/12/2002 R$ 10.000,00 75,00
31/12/2002 R$ 10.000,00 75,00
31/12/2002 R$ 10.000,00 75,00

ENQUADRAMENTO LEGAL
Arts. 532 do RIR/99.



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Razão Social



DESCRICÄO DOS FATOS E ENQUADRAMENTO(S) LEGAL(IS)
Imposto de Renda Pessoa Juridica
No que se reIere a atualizacão monetaria e as penalidades aplicaveis, os enquadramentos legais
correspondentes constam dos respectivos demonstrativos de calculo.

Fazem parte integrante do presente Auto de InIracão todos os termos, demonstrativos, anexos e
documentos nele mencionados.





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CNP1: Período Base
2002
Razão Social



Imposto sobre Receita da Atividade
Trimestre
Descricão Ativ.
Moeda Multa (°)
Valor Apurado
CoeIiciente
(°) Lucro Arbitrado

1 R$ 75,00
DEP. BANCARIOS NÃO
CONTABILIZADOS
347.878,87 9,60 33.396,37
REVENDA DE MERCADORIAS 570.239,79 9,60 54.743,02

2 R$ 75,00
DEP. BANCARIOS NÃO
CONTABILIZADOS
436.749,76 9,60 41.927,98
138.790,20 38,40 53.295,44
REVENDA DE MERCADORIAS 499.319,17 9,60 47.934,64
PRESTACÃO DE SERVICOS
GERAIS
10.000,00 38,40 3.840,00

3 R$ 75,00
DEP. BANCARIOS NÃO
CONTABILIZADOS
390.609,91 38,40 149.994,21
REVENDA DE MERCADORIAS 1.123.377,06 9,60 107.844,20
PRESTACÃO DE SERVICOS
GERAIS
30.000,00 38,40 11.520,00

4 R$ 75,00
DEP. BANCARIOS NÃO
CONTABILIZADOS
806.856,95 38,40 309.833,07
REVENDA DE MERCADORIAS 1.131.859,34 9,60 108.658,50
PRESTACÃO DE SERVICOS
GERAIS
30.000,00 38,40 11.520,00

Infracões Apuradas
Trimestre Multa (°) Valor Tributavel Aliquota (°) Imp.Apurado(R$)

1 75,00 88.139,39 15,00 13.220,90

2 75,00 146.998,05 15,00 22.049,70

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3 75,00 269.358,40 15,00 40.403,76

4 75,00 430.011,57 15,00 64.501,73

Cálculo do Imposto Adicional
Trimestre
Multa(°)
Valor Decl. (R$)
Val. Apurado(R$)
Base
Tributavel Aliquota (°) Imp.Adic.Dev.(R$)

1 0,00
75,00 88.139,39 60.000,00 0,00 0,00

2 0,00
75,00 146.998,05 60.000,00 0,00 0,00
86.998,05 10,00 8.699,80


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Folha de continuacão do AUTO DE INFRACÄO
Contribuinte
CNP1: Período Base
2002
Razão Social



Cálculo do Imposto Adicional

3 0,00
75,00 269.358,40 60.000,00 0,00 0,00
209.358,40 10,00 20.935,84

4 0,00
75,00 430.011,57 60.000,00 0,00 0,00
370.011,57 10,00 37.001,15

Imposto Apurado em R$ por Percentual de Multa
Trimestre Multa Especie de Imposto Imposto Apurado

1 75,00 Imposto Apurado 13.220,90
Imposto Adicional 2.813,93
---------------------
(÷) Total Devido 16.034,83

2 75,00 Imposto Apurado 22.049,70
Imposto Adicional 8.699,80
---------------------
(÷) Total Devido 30.749,50

3 75,00 Imposto Apurado 40.403,75
Imposto Adicional 20.935,84
---------------------
(÷) Total Devido 61.339,59

4 75,00 Imposto Apurado 64.501,73
Imposto Adicional 37.001,15
(-) Imp. Declarado 2.207,70
---------------------
(÷) Total Devido 99.295,18


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Contribuinte
CNP1:

Razão Social



Valores em R$
Fato Gerador Multa (°) Juros de Mora
Vencimento Imposto Valor (°) Valor

03/2002 75,00
30/04/2002 16.034,83 12.026,12 30,48 4.887,41

06/2002 75,00
31/07/2002 30.749,50 23.062,12 26,20 8.056,36

09/2002 75,00
31/10/2002 61.339,59 46.004,69 21,73 13.329,09

12/2002 75,00
31/01/2003 99.295,18 74.471,38 16,48 16.363,84
---------------------- ------------------ ---------------------
Totais 207.419,10 155.564,31 42.636,70

Enquadramento Legal

MULTAS PASSIVEIS DE REDUCÃO
Fatos Geradores a partir de 01/01/1997.
75,00 ° Art. 44, inciso I, da Lei nº 9.430/96.

JUROS DE MORA

A PARTIR DE JANEIRO DE 1997 (p/Fatos Geradores a partir de 01/01/97): percentual
equivalente a taxa reIerencial do Sistema Especial de Liquidacão e Custodia SELIC para titulos
Iederais, acumulada mensalmente.
Art. 61, § 3º, da Lei nº 9.430/96.








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DEFESA DO CONTRIBUINTE / SRF




F FA AT TO O

Aceita acusacão e nega os eIeitos.



R RA AZ ZÔ ÔE ES S D DE E F FA AT TO O

Contabilizacão dos depositos em livros auxiliares e
lastreados em operacões de compra e venda de
mercadorias, com emissão de notas Iiscais.



R RA AZ ZÔ ÔE ES S D DE E D DI IR RE EI IT TO O

Não cabimento do arbitramento de lucro



P PR RO OV VA AS S

Pericia.



P PE ED DI ID DO O

Improcedência da autuacão.



` ` M MO OD DE EL LO O D DE E D DE EF FE ES SA A E EM M A AN NE EX XO O

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ILUSTRISSIMO SENHOR DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DE 1ULGAMENTOS
DE CIDADE-UF.





MPF n° ......
IRP1

W LTDA ME, pessoa iuridica de direito privado, com sede na rua
.............., nº ...., Bairro ............. em Cidade-UF, CEP n°........, inscrita no CNPJ sob o n.º
00.000.000/0000-00 (doc.01), vem, mui respeitosamente, a presenca de Vossa Senhoria, apresentar

Impugnacão

ao Auto de InIracão contra ela lavrado relativamente ao COFINS, o que Iaz com base nos artigo 14
e seguintes do Decreto nº 70.235/72, com alteracões Ieitas pelas Leis nºs 8.748/93 e 9.532/97, em
virtude dos Iundamentos de Iato e de direito que passa a expor.


1) Fatos que originaram a Autuacão Fiscal

A empresa atua no comercio atacadista de mercadorias atendendo um
numero muito grande de pequenos comerciantes situados em ............ e circunvizinhanca, sendo esta
a base territorial da autuada.

Os produtos obietos de revenda são bebidas alcoolicas, cerveia,
reIrigerantes e gas de cozinha, sendo que aIora as chamadas bebidas quentes todos os demais itens
possuem o ICMS retido na Ionte por mecanismo de substituicão tributaria, e os tributos Iederais
PIS/COFINS/CSSL e IR são calculados por ocasião da ocorrência dos seus respectivos Iatos
geradores.

O gas não tem tributacão de PIS/COFINS.

Tal comercio gera uma margem de lucro liquido muito pequena,
sendo que, na maioria das vezes, não e nada compensador o desenvolvimento desta atividade,
conIorme se demonstra pela propria contabilidade do periodo-base de 2002.

Uma das peculiaridades deste setor da economia em razão do numero
elevado de transacões comerciais, e que os cheques de terceiros/ consumidores são utilizados pelos
comerciantes vareiistas para pagamento de seus Iornecedores, Iornecedores atacadistas (p.ex a W),
empregados, tributos e outros, tudo no intuito de economizar a CPMF.

A W, que e comerciante atacadista, por sua vez, Iica com o encargo
de receber cheques de terceiros e deposita-los na sua conta corrente e passa a pagar os seus
inumeros Iornecedores com estes valores pratica utilizada por todos os comerciantes atacadistas e
vareiistas.

No intuito de controlar com eIiciência este sistema de pagamentos e
recebimentos, a empresa resolveu centralizar na conta 'caixa¨ toda esta movimentacão Iinanceira,
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63
criando um livro auxiliar que demonstrasse o movimento diario dos pagamentos e recebimentos, ia
que o livro diario não Iornecia com detalhes a movimentacão Iinanceira da empresa.

Estes cheques de terceiros que na maioria das vezes nem eram
clientes diretos da W Ioram depositados no ano de 2002 em contas bancarias nos bancos I, B e H
como muito bem constatou a auditora Iiscal que lavrou o respectivo auto de inIracão.

Tais contas, embora não possuissem um registro escrito na
contabilidade, eram interligadas de Iato com a conta 'caixa¨, cuios valores não Ioram omitidos da
tributacão do IR/PIS/COFINS/CSLL, como quis demonstrar a autoridade Iiscal. Em verdade, todas
as movimentacões destas contas bancarias Ioram escrituradas numa unica conta contabil com
desmembramentos no livro auxiliar denominado de 'movimento de caixa¨, conIorme se vera
quando da realizacão da pericia contabil.

Ocorre que a auditora Iiscal houve por bem em desconsiderar toda a
contabilidade tornando-a imprestavel para a apuracão do lucro real, bem como adicionou os
depositos bancarios como não contabilizados, considerando estes como omissão de receita.

Diante desta veriIicacão por parte da auditora, esta lavrou quatro
autos de inIracão contra a W, a saber: o primeiro a titulo de Imposto de Renda, o segundo para a
CSLL, o terceiro para o PIS, e o quarto e ultimo, para a COFINS.

Em razão destes Iatos elencados e nos termos do artigo 15 e seguintes
do Decreto nº 70.235, elabora-se a presente impugnacão ao Auto de InIracão emitido para a
exigência da COFINS da impugnante, a qual entende não ser cabivel o respectivo arbitramento de
lucro.

2) Do Não-cabimento do Arbitramento de Lucro

A legislacão tributaria relaciona, de Iorma taxativa, as hipoteses em
que a autoridade administrativa pode desconsiderar a grandeza oIerecida a tributacão pelo
contribuinte - Lucro Liquido e passe a mensurar este mesmo lucro pelo metodo de arbitramento
com valores diIerentes do apontado pelo contribuinte. Noutras palavras, o Iiscal despreza o lucro
liquido apurado pelo contribuinte nos livros Iiscais/contabeis e atribui outro no lugar deste.

A hipotese escolhida pela Iiscal repousa sobre o artigo 530, inciso II,
do RIR/99, conIorme reproduzimos para esclarecer o seu proprio conteudo:

~Art. 530 - O imposto devido trimestralmente. no decorrer do ano-
calendário. será determinado com base nos critérios do lucro arbitrado.
quando (Lei n.8.981 de 1995. artigo 47 e lei n.9430. de 1996. art. 1°):
(omissis)
II - a escrituracão a que tiver obrigado o contribuinte revelar evidentes
indícios de fraudes ou contiver vícios. erros ou deficiências que a tornem
imprestável para:
a)identificar a efetiva movimentacão financeira. inclusive bancária; ou
b)determinar o lucro real;¨

Na opinião da Iiscal, a escrituracão contem erros e Ialhas
'lancamentos por partidas mensais¨ que tornam a contabilidade imprestavel, para apuracão do
lucro real, ou seia, na sua opinião 'os lancamentos por partidas mensais geram automaticamente a
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imprestabilidade para a apuracão do lucro real¨ cuio Iundamento repousa sobre o artigo. 530, II,
b`, do RIR/99.

Senhor Julgador, a escrituracão do livro diario por partidas mensais,
combinado com a escrituracão do livro caixa auxiliar, por onde passaram todos os pagamentos e
recebimentos no ano-base de 2002 de Iorma diaria, não permitem o arbitramento do lucro,
conIorme demonstramos atraves da iurisprudência administrativa:

'DEPOSITO BANCARIO NÃO CONTABILIZADO Logrando o contribuinte
comprovar que o movimento bancario, embora não registrado em conta
apropriada, Iigura no movimento da conta caixa`, insubsistente torna-se o
arbitramento dos lucros.¨(AC CSRF/01-1 1163/91, DO 26.10.94)

Mais clara esta a posicão do Conselho de Contribuintes sobre a
materia em questão:

'DESDOBRAMENTO DOS REGISTROS CONTABEIS Não da causa ao
arbitramento do lucro a manutencão, pela pessoa iuridica, de escrituracão
resumida do livro Diario, quando Iicar comprovado:
a) que não lhe e dado prazo razoavel para proceder ao desmembramento das
diversas contas;
b) a contribuinte promoveu, na Iase impugnativa, discriminacão das parcelas
contabilizadas de Iorma resumida;
c) a documentacão comprobatoria Ioi colocada a disposicão do Iisco; e
d) não Ioram apontadas Ialhas ou irregularidades que tornassem imprestavel a
escrituracão mantida pela empresa e, de conseqüência, impedisse a apuracão do
lucro real.¨ (AC 1° CC 101-84.273/92, DO 20.06.94)


Tal acordão revela e demonstra que o arbitramento do lucro deve
ocorrer somente em casos extremos, e tambem que devem ser cumpridos os quatro mandamentos de
ordem material, conIorme narrado no texto acima, para dar validade a conduta do agente Iiscal.

Dos quatro mandamentos, a impugnante ira demonstrar que a conduta
do arbitramento não satisIaz nenhuma delas, conIorme iremos descrever utilizando-se da seqüência
do proprio acordão:

a) primeiro; a auditora Iiscal determinou que a empresa
regularizasse a contabilidade sem explicar que queria, na realidade, o desmembramento das contas
de Iorma diaria com o obietivo de identiIicar o Lucro Liquido pelo metodo real o auto de
inIracão não cumpre o primeiro requisito de validade;

b) segundo; o contribuinte demonstrara, quando da pericia,
acompanhada por perito e auditor Iiscal o desmembramento da conta caixa e iustiIicara o
movimento bancario no livro auxiliar segundo requisito que leva o auto a improcedência;

c) terceiro; toda a documentacão dos lancamentos de Iorma
resumida onde se identiIica perIeitamente o lucro liquido esteve a disposicão da Iiscal, que
poderia veriIicar perIeitamente a existência ou não do Lucro Real, ou seia, a autoridade
administrativa tinha como identiIicar o lucro real pelos documentos terceiro requisito que leva o
auto a improcedência;

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d) quarto e ultimo requisito; a contabilidade Ioi dada como
imprestavel pelo simples Iato de ser resumida e mensal. Não se apontaram as deIiciências e
situacões que não permitiram visualizar o lucro liquido pelo metodo de lucro real o arbitramento
tambem não satisIaz o ultimo requisito de validade.

E, a doutrina da renomada iurista Maria Rita Ferragut so vem reIorcar
os argumentos acima expendidos. Veia-se o contido as Ils. 144 da sua obra intitulada 'Presuncões
no Direito Tributario¨:

'Os vicios, erros ou deIiciências so legitimam a utilizacão do arbitramento se os
mesmos tornarem a documentacão imprestavel para os Iins a que se destina, vale
dizer, se comprometerem a descoberta do obieto que se pretende provar. Se o Fisco
tiver meios para sanar os erros apontados, deve suprir oIiciosamente tais
irregularidades.
Exemplo tipico e o da escrituracão contabil que, por ser composta por milhares
de lancamentos, e altamente passivel de erro. Isso não signiIica, no entanto, que o
erro em um ou mais lancamentos comprometa o valor probatorio do coniunto, que
apenas sera aIetado se, e quando, tornar impossivel a prova do obieto principal a
que visa, tais como o lucro, o Iaturamento etc.¨

E mais adiante, as Ils. 152 da mesma obra, prossegue:

' Alem disso, temos tambem que, com o advento da Lei nº 9.784, de 29.01.99, que
regula o processo administrativo Iederal, ao contribuinte e permitido produzir
provas ate o momento da decisão administrativa de primeiro grau
1
, o que
provavelmente devera alterar o entendimento da iurisprudência administrativa
Iederal.
Assim, caso o contribuinte tenha se recusado a colaborar com a Iiscalizacão e,
apos o arbitramento, apresente todos os documentos inicialmente solicitados, o ato
iuridico devera ser alterado ou anulado, aplicando-se ao contribuinte multa por
inIracão a dever instrumental, nos termos da lei disciplinadora da materia..
Não podera, no entanto, deixar de ter seus documentos apreciados pela
Administracão, em Iace da alegacão da incondicionalidade do arbitramento
2


Vê-se claramente, pela orientacão do Conselho de Contribuintes, da
propria Câmara Superior de Recursos Fiscais e da melhor doutrina, que na presente investigacão
Iiscal não caberia o arbitramento do lucro em Iace do desmembramento da conta 'Caixa¨ em livros
auxiliares quais permitem Iacilmente identiIicar a movimentacão Iinanceira da impugnante e da
ausência dos quatro requisitos Iormais Iirmados pelo Conselho de Contribuintes.

3) Do Prazo Insuficiente para a Atualizacão da Contabilidade

A propria auditora Iiscal conIessa que o prazo Ioi insuIiciente para
atualizacão da contabilidade, conIorme narramos:

1
E o que estabelece o artigo 38 da Lei 9.784/99, conIorme a seguir: 'O interessado podera, na Iase instrutoria e antes da
tomada de decisão, iuntar documentos e pareceres, requerer diligências e pericias, bem como aduzir alegacões
reIerentes a materia obieto do processo¨.
2
Decidiu a 2ª Turma do TRF da 4ª Região (proc. nº 0435475, Relator Desembargador Teori Albino Zavascki, v.u.) o
seguinte: 'Tributario. Imposto de Renda. Arbitramento. Tambem no lancamento por arbitramento vigora o principio da
verdade real. Assim, se, no curso do prazo para impugnacão do auto de inIracão, a empresa apresentou declaracão de
renda Iormada a base de escrituracão regularizada e apurando preiuizo, incabivel a sustentacão, pura e simples, do
lancamento por arbitramento antes eIetuado. Sentenca mantida¨.
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'Para tentar sanar a irregularidade, o contribuinte Ioi intimado, atraves do Termo
de Intimacão nº ... (19/08/2003), Termo de Reintimacão Fiscal (05/09/2003),
Termo de Intimacão Fiscal nº ... (01/10/2003), a apresentar a escrituracão de
acordo com o disposto na legislacão, ou seia, com lancamentos individualizados e
diarios, sendo que apos transcorridos 50 dias da primeira intimacão, em
09/10/2003, o contribuinte inIormou que não e possivel apresentar a escrituracão
contabil diaria, devido a curto prazo de tempo, e tambem pelo Iato de a
contabilidade ser eIetuada em escritorio terceirizado.¨ (Descricão dos Fatos e
Enquadramento Legal(is) Auto de InIracão)

Vê-se claramente que para passar de lancamentos mensais e
resumidos para lancamentos diarios e desmembrados de todo o ano de 2002, o prazo de 50 dias
dados pela Iiscal era humanamente impossivel de ser cumprido pela estrutura contabil do
contribuinte.

Empresas pequenas não dispõem de recursos Iinanceiros e humanos
para executar tareIas de tal magnitude em tão curto espaco de tempo, ou seia, doze meses de
contabilidade diaria iamais conseguiriam ser executados em 50 dias de trabalho.

O unico livro que a empresa conseguiu produzir neste lapso de tempo
inobstante a impossibilidade de iunta-lo aqui em razão do volume de documentacão que o
subsidia e iustiIica - mesmo as pessoas que trabalham na contabilidade, trabalhando ainda em
torno de 18 horas diarias, Ioi o Livro Auxiliar que demonstra e abre toda a movimentacão Iinanceira
e bancaria da empresa, inclusive com a escrituracão das contas bancarias e depositos citados como
'omissão de receita¨.

Sr. Julgador, o senhor bem sabe como agente Iiscal que este tempo
deIerido pela Iiscal e insuIiciente para abrir e especiIicar todas estas movimentacões apontadas; por
maior boa vontade que se tenha. E por esta razão que a pericia aqui e importante, pois somente com
o acompanhamento do agente Iiscal na especiIicacão de toda esta documentacão e que se estara
Iazendo homenagem a verdade material.

Apos e tão somente apos o acompanhamento e analise das
especiIicacões da movimentacão bancaria no livro auxiliar pelo perito e auditor Iiscal e que se
podera apurar verdadeiramente os Iatos, as operacões que constituem cada lancamento apontado e
ai sim a tributacão.

Do contrario estar-se-a Iazendo da exigüidade de tempo a arma, a
mola mestra, iustiIicadora do arbitramento e não a eIetiva imprestabilidade da contabilidade como
deve em tese ocorrer.

A iurisprudência tem entendido que o pouco tempo deIerido para
atualizar os livros contabeis e Iiscais dados pelas autoridades nas suas respectivas intimacões, onde
geralmente o contribuinte não consegue cumprir o prazo, não podem servir como base de Iato para
propor o arbitramento. Veiamos o teor de algumas delas:

'IRPJ ARBITRAMENTO DE LUCROS O arbitramento de lucros, por
desclassiIicacão da escrita contabil, e procedimento extremo. Tal medida deve ser
aplicada quando o contribuinte, intimado de Iorma clara e obietiva para
providencia a regularizacão da escrita, concedendo-se prazo razoavel para seu
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atendimento, deixar de atender a Iiscalizacão.¨(Acordão n.CSRF/01-04.557
DOU de 11.08.03)

'Arbitramento. O lapso de tempo de algumas horas para apresentacão de
documentos, com ausência de negativa, mas tão so resposta que naquele espaco de
tempo alguns livros não eram entregues, não iustiIica a tributacão por
arbitramento, que e Iorma de apuracão do lucro, em regra, mais gravosa, não
podendo prescindir da real e eIetiva tentativa do Fisco em apurar o devido pela
Iorma completa.¨ (Processo nº 01-02.590, CSRF-1ª Turma, unânime, Rel. Celso
Alves Feitora, publ. 13/08/99, p. 05)

'Imposto de renda pessoa iuridica Lucro Arbitrado Não merece prosperar o
lancamento decorrente de arbitramento de lucros da pessoa iuridica, se a
autoridade Iiscal não aprecia durante o procedimento, peticão a ela dirigida no
sentido de que lhe seia concedido prazo para reconstituicão de Livro Caixa, dado
como extraviado. Por se constituir em medida extrema, a aplicacão do
arbitramento so deve ser utilizado como ultimo recurso, por ausência absoluta de
outro elemento que Iorneca os dados necessarios a veriIicacão da base imponivel
do tributo. Decorrência Imposto de renda na Ionte Tratando-se de lancamento
reIlexo, a decisão prolatada no lancamento matriz, e aplicavel, no que couber, ao
decorrente, em razão da intima relacão de causa e eIeito que os vincula. Recurso
provido.¨ (Processo nº 105-12.987, 1º CC/Federal - 5ª Câmara, maioria, Rel. Luiz
Gonzaga Nobrega, publ. 11/02/00, p. 07)

Portanto, em não tendo sido dado tempo habil ao contribuinte para a
atualizacão e especiIicacão da escrita contabil, resta improcedente o auto de inIracão.

4) Dos Depósitos Bancários

Na realidade, Senhor Julgador, a unica irregularidade identiIicada
pela autoridade Iazendaria resume-se no Iato de que o 'contribuinte deixou de escriturar contas
bancarias de sua titularidade¨ cuia conduta acabou levando ao arbitramento do lucro, ou seia, a
Iiscal não constatou nenhuma omissão real de receita na contabilidade ate porquê, não existe a
dita ocultacão de Iatos econômicos a tributacão de IR/PIS/COFINS/CSLL, como se vera com a
abertura dos registros constante do livro auxiliar, em Iase de pericia.

Tais depositos bancarios, conIorme ia demonstrado, Ioram
reconhecidos e escriturados de Iorma indireta na conta 'caixa¨ sem ter registro na contabilidade.
Sendo mais claro, isto quer dizer que a contabilidade pecou por uma irregularidade de ordem Iormal
e não material como quis demonstrar a autoridade Iiscal.

Neste sentido, veia-se a posicão do Conselho de Contribuintes sobre a
questão em pauta:

'Vicios Iormais, passiveis de regularizacão, não são suIicientes para determinar
o arbitramento do lucro, quando existe a escrituracão e a documentacão em que
ela se Iundamenta, a epoca em que ocorre a Iiscalizacão, e essa escrituracão e
documentacão são, desde logo, colocados a disposicão do Iisco, para seu exame.
(AC 1° C.C. 105-3.920/89 DO 14/09/90)

O não registro contabil das contas-correntes no presente caso não
representa uma omissão de receita, mas sim, mero erro de Iormalidade quanto ao procedimento ia
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que as mesmas, de Iorma indireta Ioram reconhecidas pelos livros auxiliares da conta-caixa. Temos
então que o numerario depositado nas contas em questão, possuem identiIicacão e estão
perIeitamente lastreados em operacões comerciais. Basta agora pela escrituracão do livro auxiliar
checar todas estas operacões e suas iustiIicativas.

Esta checagem poderia ter sido realizada pelo agente Iiscalizador,
apenas levaria um tempo signiIicativo e Ioi por isto que ela preIeriu o arbitramento.

Senhor Julgador; por este livro auxiliar vê-se que os depositos
bancarios representam um ingresso de receita/numerario por conta de venda de mercadorias,
respaldado no Iaturamento, conIorme se atesta pelos lancamentos diarios.

Assim, tais depositos não podem ser considerados ou taxados como
'Omissão de Receita¨ ia que os mesmos são lastreados em INUMERAS operacões comerciais
devidamente oIerecidas a tributacão do IR/CSLL/PIS/COFINS. Resta claro que os depositos não
estão soltos ou não iustiIicados como diz no auto de inIracão.

Na realidade, os valores de tais depositos são as proprias receitas
declaradas e devidamente tributadas pelo Iisco Iederal, ou seia, estes valores estão embutidos dentro
do valor ia tributado, não constituindo em receita nova ou ocultada da tributacão.

Tal procedimento de arbitramento acabou por tributar duas vezes a
mesma grandeza econômica, o que e inaceitavel perante o nosso sistema de tributacão.

5) Dos Percentuais de Arbitramento

Se permanecer este arbitramento o que achamos diIicil - o
percentual de lucro dos 2°, 3° e 4° trimestres de 2002 devem ser revistos, pois a suposta omissão de
receita, que não existe, não advem da prestacão de servicos e sim da revenda de mercadorias, ou
seia, o coeIiciente de arbitramento deve ser reduzido de 38,40° para 9,6° sobre os respectivos
'depositos bancarios não contabilizados¨, ia que os mesmos são lastreados em revenda de
mercadorias.

Tal aIirmativa advem do proprio Livro Auxiliar que registrou a
movimentacão Iinanceira, inclusive a bancaria no ano de 2002, identiIicando perIeitamente os
depositos com a venda de mercadorias, sendo neste caso proibida a adicão do percentual mais
elevado de lucro, conIorme preconiza o art. 537 do RIR/99 art.24 §1° da Lei nº 9.249/95.

Tal adequacão de percentual deve ser Ieito tambem em razão do art.2°
da Lei n° 9.784/99, o qual reproduzimos:

~Art. 2°- A Administracão Pública obedecerá dentre outros. os princípios
da legalidade. finalidade. motivacão. razoabilidade. proporcionalidade.
moralidade. ampla defesa. contraditório. seguranca jurídica. interesse
público e eficiência.¨

Adicionar o percentual mais elevado da prestacão de servicos
38,40° - sobre os depositos bancarios não contabilizados (contabilizados indiretamente pelo livro
auxiliar a ser veriIicado em pericia), presumindo que eles advem exclusivamente de receita omitida
de servicos e não de revenda de mercadorias, Iere-se de morte os principios da razoabilidade,
proporcionalidade e moralidade.

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Primeiro; se a prestacão de servicos representa menos de 3° do total
das receitas, não e razoavel que todos ingressos de receitas por depositos bancarios seiam
reconhecidas por receita omitida de servicos, ou seia, no minimo ha que se considerar 97° dos
depositos como de revenda de mercadoria e 3° de servicos. Isto e o razoavel.

Segundo; tal adicão tambem deixou de ser proporcional para atender
os interesses da Iiscalizacão, que passou a taxar com o maior percentual a receita quando deve Iazê-
la com o menor. O Iato econômico merecia ser tratado e taxado na proporcão do ingresso das
receitas, na seguinte ordem: 97° para revenda de mercadorias e 3° para prestacão de servicos.
Mas, nada disto ocorreu em total aIronta a proporcionalidade.

Terceiro e último; o principio da moralidade que se resume na etica
e no bom senso da autoridade e que deveria tambem estar presente como coeIiciente de
arbitramento o percentual menos gravoso para a revenda de mercadorias 97° da receita omitida e
3° para prestacão de servicos sob pena de atribuir ao Iisco o enriquecimento ilicito.

Assim, diante desta argumentacão, se prosperar o arbitramento o
que achamos diIicil os percentuais devem ser revistos para 9,6° sobre o total dos depositos não
contabilizados que em verdade Ioram contabilizados indiretamente no livro auxiliar, onde se
demonstra o registro de seu trânsito.

Das Provas a Serem Produzidas

NECESSIDADE DE PROVA PERICIAL

Inicialmente cumpre-se dizer que o livro auxiliar demonstra o
trânsito dos depositos bancarios citados no auto de inIracão, bem como a movimentacão Iinanceira
e bancaria da empresa, que determina claramente a possibilidade de identiIicacão e determinacão do
Lucro Real.

Senhor iulgador o livro auxiliar em coniunto com os documentos que
lastreiam as operacões realizadas e la lancadas são, em razão do volume (mais de 15 caixas de
documentos), impossiveis de serem anexados e aportados aqui na impugnacão. Veia-se o
entendimento doutrinario no sentido:

...'Embora não explicitado no Decreto em apreco, deve-se concluir somente
iustiIicavel a Iormulacão de pedidos de diligência ou pericias, pelo Reclamante,
quando a materia de Iato, ou assunto de natureza tecnica, cuia comprovacão não
possa ser Ieita no corpo dos autos, quer pelo volume de papéis envolvidos na
verificacão. quer pela impossibilidade de se deslocar os elementos
examináveis.....
( in Processo Administrativo Fiscal Federal Comentado pag 196 Marcos
Vinicius Neder e Maria Teresa Martinez Lopez editora Dialetica)

E mais; apenas com a checagem destes documentos em Iase de
pericia, com a veriIicacão dos desdobramentos dos lancamentos contidos no livro auxiliar ao livro
caixa e que se podera veriIicar em verdade material, a existência de lucro ou não.

Por isto apenas com a perícia, ira se comprovar a possibilidade de
apuracão do lucro real, bem como validar a contabilidade considerando-a como prestavel na
determinacão do lucro, com auxilio de livros e documentos.

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Para tanto, Iormulamos os seguintes quesitos:

- Constatar nos autos de inIracão se ha alguma intimacão da Iiscal no intuito de solicitar que a
empresa regularizasse a contabilidade pelo metodo de desmembramento de contas,
especiIicando claramente as contas e como Iazê-lo;

- A empresa possui livro auxiliar com desmembramento das contas Ieitas de Iorma resumida no
livro diario. Tal livro conIigura-se como livro auxiliar de Iorma a determinar o lucro real?;

- Depois de veriIicado pelo auditor Iiscal/perito a documentacão apontada, seia livro auxiliar de
caixa e documentacões comprobatorias das operacões la lancadas, e possivel a apuracão do
lucro pelo metodo real?
Se positivo, qual o valor deste lucro?

- Checando o livro auxiliar e a documentacão pertinente esclarecer se a mera omissão dos
registros contabeis das contas tornava a contabilidade da impugnante como imprestavel de
Iorma a iustiIicar o arbitramento?

- O Livro Auxiliar, apontado com a devida documentacão iustiIicadora dos lancamentos, sana esta
irregularidade Iormal?

- Esclareca o senhor perito se o prazo de 50 dias, determinado pela Iiscal para Iins de regularizar
os seus livros Iiscais, se deu de Iorma suIiciente ou insuIiciente em Iace do volume de
documentacão e operacões mercantis realizadas.

Como perito tecnico indica-se:

Sr.

Do Requerimento

Diante do exposto, requer-se seia julgada procedente a presente
Impugnacão, para Iins de reconhecer a improcedência do auto de infracão em epigraIe,
entendendo que não cabe arbitramento de lucro no presente caso.

Se entender por cabivel o arbitramento, seia determinada a revisão
do lucro arbitrado para os 2, 3 e 4 trimestres passando percentual de 38,40° para 9,6°.

Seia realizado o iulgamento simultâneo dos autos de inIracão de
IR/PIS/COFINS e CSLL todos pertinentes ao Mandado de Procedimento Fiscal de n. 00/000000/03
em razão da conexão e das provas acostadas ao presente auto de inIracão, conIorme determina
inclusive o §1° do artigo 9° do Decreto 70.235/72 e a competência do 1°Conselho de Contribuintes.

E, por ultimo, a producão de prova pericial, conIorme motivacão e
quesitos apontados.


Nestes Termos,
Pede DeIerimento.

Cidade, 22 de dezembro de 2003.

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W LTDA ME





RECURSO VOLUNTÁRIO




V VI IS SA A

ReIormar a decisão de primeira instância.



D DE ES ST TI IN NO O

CARF Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.



R RE EQ QU UI IS SI IT TO O

NÄO MAIS NECESSÁRIO o Arrolamento de bens
30° da decisão conIorme ADI RIB Aº 9 DE ô5/ôô/ô7


` ` M MO OD DE EL LO O D DE E R RE EC CU UR RS SO O E EM M A AN NE EX XO O


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ILUSTRISSIMO SENHOR DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DE 1ULGAMENTOS
DE CURITIBA/PR



PAF n.º 242532/15-00



DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS SÄO PAULO LTDA,
com endereco na Rua das Carmelitas, nº 1515, bairro Boqueirão, na cidade de Ponta Grossa/PR,
inscrita no CNPJ/MF sob o nº 84.981.455/0001-20, vem mui respeitosamente, a presenca de Vossa
Senhoria, apresentar

RECURSO VOLUNTÁRIO


com obietivo de reIormar a decisão de primeira instância prolatada pela DJR/n.º ...., de 12 de
ianeiro de 2004, o que Iaz com base e na Iorma do artigo 33 do Decreto 70.235/72 e das razões de
Iato e de direito em anexo, requerendo que as mesmas seiam processadas com posterior
encaminhamento ao Conselho de Contribuintes do Ministerio da Fazenda para conhecimento e
iulgamento.


Nestes Termos,
Pede DeIerimento.

Ponta Grossa, 15 de Ievereiro de 2004.


Distribuidora de Medicamentos São Paulo Ltda.
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EGRÉGIO CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS

COLENDA CAMARA


Recorrente : DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS SÃO PAULO LTDA.
Recorrida : SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL
Processo : 00000000000/00-00


1. BREVE RETROSPECTIVA DOS FATOS
A empresa Ioi autuada pelo Auditor da Receita Federal (AI nº .....)
em 30/09/2002, em razão de ter recolhido a contribuicão da COFINS contribuicão para o
Iinanciamento da seguridade social - no periodo de abril/95 a dezembro/96 com valores inIeriores
ao previsto na legislacão, o que de Iato e verdadeiro

E, tempestivamente, protocolou a sua deIesa administrativa, apontado
a decadência para se constituir o credito tributario da COFINS, que no seu ver seria de 5 (cinco)
anos e não 10 (dez) como pretende o agente Iazendario.

Questionou ainda a aplicacão da multa e de seu conIiscatorio.

Na seqüência Ioi prolatada a decisão de 1ª Instância, avalizando o
ponto de vista do emissor do auto de inIracão, entendendo que o prazo decadencial da COFINS
seria de dez anos dentro do prazo decadencial e que a multa e iuros estão previstos no
ordenamento iuridico.

Em Iace da posicão e conteudo da decisão de primeira instância, não
restou outra solucão senão interpor o presente recurso voluntario para que o Egregio Conselho de
Contribuintes reIorme esta decisão, no intuito de levar a improcedência da exigência contida no
auto de inIracão.

2. DA DECADÊNCIA

A exigência Iiscal a titulo de COFINS, conIorme demonstrada no
auto de inIracão, diz respeito a debitos que não Ioram pagos no periodo de abril/95 a dezembro/96,
que na versão do contribuinte, o direito da Fazenda em constituir o credito ia decaiu relativamente
a este periodo, uma vez que este credito ia Ioi tacitamente homologado apos o transcurso do prazo
de cinco anos a que se reIere o Codigo Tributario Nacional.

So para elucidar, vale a pena reproduzir o artigo 173, I do Codigo
Tributario Nacional que reza pela decadência:

~ Art. 173. O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário
extingue-se após 5 (cinco) anos. contados:
I - do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lancamento
poderia ter sido efetuado;¨

Como se vê, em se tratando a COFINS de tributo submetido a esta
norma, o transcurso do prazo de cinco anos, sem maniIestacão da autoridade administrativa, e
circunstância que EXTINGUE o credito tributario com carater de deIinitividade.

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Alem do inciso I do art. 173 (CTN) ter disciplinado expressamente a
respeito da decadência do que diz respeito aos tributos, o mesmo Codigo Tributario a estabeleceu
como circunstância EXTINTIVA do credito tributario:

~Art. 156. Extinguem o crédito tributário:
V - a prescricão e a decadência;¨

Desta Iorma, considerando-se os dispositivos supra, a COFINS
recolhida nos meses de abril/95 a dezembro/96 esta tacitamente homologada, respectivamente desde
ianeiro de 2001.

Observe-se que o presente auto de inIracão versa iustamente sobre
debito que, no entender do Fisco, não teria sido recolhido no momento oportuno.

Ocorre que tanto o inicio da acão Iiscal ate a eIetiva lavratura do Auto
de InIracão (30/09/02) se deram APÓS o decurso deste prazo decadencial de cinco anos a que se
reIere o CTN, ocasião em que ia estava deIinitivamente extinto o credito tributario relativa a
COFINS de abril/95 a dezembro/96.

Assim, o periodo supra apontado, e no qual o auto de inIracão aponta
ter havido recolhimento de COFINS a menor, não pode ser obieto de exigência Iiscal, por
ocorrência de decadência do direito da Fazenda Publica em constituir o credito tributario.

E decadência, nos termos da Constituicão Federal, e instituto de
disciplina unica e exclusiva atraves de lei complementar:

~Art. 146. Cabe à lei complementar:
III - estabelecer normas gerais em matéria de legislacão tributária.
especialmente sobre:
b) obrigacão. lancamento. crédito. prescricão e decadência tributários;¨

Ora, Senhores, a Constituicão e explicita neste sentido: a competência
e de LEI COMPLEMENTAR, e não LEI ORDINARIA. Ora, a Lei 8.212 a que se reIere a decisão
recorrida não se adequou as exigências constitucionais para disposicão acerca da materia. Portanto,
e irrelevante que aponte a decadência como sendo de dez anos. Ora, se a prescricão não e tema de
sua competência, o que reIerida lei disciplinou a respeito não tem o condão de reger a materia, por
inconstitucionalidade inequivoca.

Sobretudo, e de se observar que a Constituicão Federal de 1988, ao
deIinir a competência para instituicão de contribuicões sociais, expressamente Iez remessa a este
dispositivo do artigo 146:

~Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuicões sociais.
de intervencão no domínio econômico e de interesse das categorias
profissionais ou econômicas. como instrumento de sua autuacão nas
respectivas áreas. observado o disposto nos artigo 146. III. e 150. I e III. e sem
prejuízo do previsto no art. 195. § 6º. relativamente às contribuicões a que
alude o dispositivo.¨

Neste sentido, por dispor a respeito de normas gerais de direito
tributario, o Codigo Tributario Nacional Ioi assim recepcionado pela Constituicão de 1988. Assim,
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o prazo decadencial para tributos suieitos ao lancamento por homologacão e de 5 (cinco) anos a
contar do Iato gerador.
E Ilagrante assim que, por ter sido atingido pela decadência, não ha
como a Fazenda Publica pretender rever lancamento ia tacitamente homologado.

Observe-se que, alem de a decadência constituir circunstância
EXTINTIVA do credito tributario, tambem o e a homologacão do lancamento Ieito pelo
contribuinte:

~VII - o pagamento antecipado e a homologacão do lancamento nos termos
do disposto no art. 150 e seus §§ 1º e 4º.¨ (Art. 156 do CTN)

Ora, o decurso do prazo de cinco anos, sem maniIestacão da Fazenda
Publica, equivale a homologacão por parte da autoridade administrativa, cuia ocorrência de Iorma
tacita, da mesma Iorma que a expressa, EXTINGUE o credito tributario.

Assim estando o credito tributario relativamente aos meses apontados
no Auto de InIracão (abril /95 a dezembro/96) não mais pode ser obieto de nova constituicão.

Este, alias, e o entendimento deste proprio Conselho de Contribuintes,
como demonstramos:

' A teor do artigo 146, inciso III, letra b` da Constituicão Federal de 1988,
somente a lei complementar cabe estabelecer normas gerais em materia tributaria,
especialmente sobre obrigacão, lancamento, credito, prescricão e decadência
tributarios. Não obstante, a Lei 8.212/91, em seu artigo 45, caput e inciso I ter
prescrito o prazo decadencial para a contribuicões sociais, em 10 (dez) anos, tal
determinacão, como se viu, está eivada de vício de inconstitucionalidade. Vale
dizer, a lei ordinaria não tem o condão de substituir a lei complementar.¨
(D.O.U. 1 de 13.4.99, p. 4 / Processo n.º 13629.000269/98-56, Recurso n.º
118.017, 1º Conselho de Contribuintes. 3ª Câmara, Acordão n.º 103-19.879,
Sessão de 23.2.99)

Na setima Câmara do mesmo Conselho, no mesmo sentido da
terceira, teve o seguinte entendimento:

' CSLL. Decadência. Contribuicões sociais. Lei ordinaria. Prazo de dez anos.
Improcedência em Iace de dispositivo constitucional. A teor do art. 146, inciso III,
letra b`, da Constituicão Federal de 1988, somente a lei complementar cabe
estabelecer normas gerais em materia tributaria, especialmente sobre obrigacão,
lancamento, credito, prescricão e decadência tributarios.¨
(Ac un da 7ª C do 1º CC nº 107-06.900 Rel. Cons. Neycir de Almeida i
04.12.02 - DOU 1 24.04.03, p. 40 ementa oIicial)

A iurisprudência do Conselho de Contribuintes, diz com todas as
letras, que o prazo decadencial para constituir o credito tributario pelo auto de inIracão e de cinco
anos e não dez como consta na decisão de primeira instância, que merece ser reIormada.

Vê-se claramente que os argumentos da decadência são suIicientes
para reIormar a decisão de primeira instância, bem como para levar a improcedência da exigência
contida no auto de inIracão, obieto do presente processo Iiscal.

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3. DO CARÁTER CONFISCATÓRIO DA MULTA

Como aponta o Auto de InIracão, a multa aplicada a autuada e de
75°, incidentes sobre a diIerenca tributada.

E, nos termos aqui ia demonstrados, esta tributacão pretendida e
irregular e ilegal (principal), uma vez que pretende exigir contribuicão ia atingida pelo instituto da
decadência; da mesma Iorma, portanto, e a multa respectiva. E o principio de direito estabelecido no
Codigo Civil de que a obrigacão acessoria segue a sorte da principal.

Ora, e absolutamente imoral se pretender exigir tributo de cuio direito
o Fisco ia decaiu e o qual ia se encontra tacitamente homologado desde ianeiro/01. Mais imoral
ainda e imputar multa, ainda mais de 75°, incidente sobre credito tributario ia extinto nos termos
expressos do Codigo Tributario Nacional.

Senhor iulgador, a Administracão Publica deve reger seus atos por
uma ordem de principios, relacionados no proprio texto da ordem constitucional, tratando-se de
norma de eIicacia plena e aplicabilidade imediata:

~CF. Art. 37. A administracão pública direta e indireta de qualquer dos
Poderes da União. dos Estados. do Distrito Federal e dos Municípios
obedecerá aos princípios da legalidade. impessoalidade. moralidade.
publicidade e eficiência e. também. ao seguinte:¨

Neste sentido, constata-se que alem de a exigência de tributo ia
extinto ser ilegal, a aplicacão de multa de 75° muito se aproxima de imoral, uma vez que incide
sobre credito tributario ia homologado pelo decurso do prazo de cinco anos.

Sobretudo, e de se considerar que o proprio Conselho de
Contribuintes reconhece que a regência da prescricão e da decadência opera-se nos termos do CTN,
o qual estabelece o prazo de cinco anos - a contar da ocorrência do Iato gerador - quanto ao tributos
suieitos ao lancamento por homologacão.

Desta Iorma, não ha como se pretender exigir multa sobre credito
tributario que a propria Administracão Publica, atraves de seus orgãos iulgadores administrativos,
entendeu ser indevido.

E, ainda que se entenda pela legitimidade da exigência principal, a
imposicão de multa de 75° não se reveste do mesmo carater.

A Lei 9.298/96 estipula que a multa não pode exceder a 2°, tendo em
vista que este percentual diz reIerência aos casos de não cumprimento de obrigacão.

E, segundo entendimento mais recente de nossos tribunais e de
doutrinadores, no caso de concurso de Leis, deve-se aplicar a mais beneIica ao contribuinte, dando
ênIase a maxima in dubio pro reo, no caso in dubio pro contribuinte, visto tratar-se do elemento
mais Iraco na relacão.

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Dr.ª Alessandra Cunha Pereira
OAB/SC 13.367
77
Desta Iorma, a multa deve ser reduzida ao patamar de 2°, por mais
beneIica.

Ademais, o Supremo Tribunal Federal, corte maxima no pais, tem
entendido que as multas aplicadas em decorrência de inIracões tributarias não podem exceder 30°
do valor do tributo devido. Observe-se, a respeito, o voto do Ministro Xavier de Albuquerque:

'... Conheco o Recurso e lhe dou parcial provimento para iulgar procedente o
Executivo Fiscal, salvo quanto a multa moratoria que, Iixada em nada menos que
100° do imposto devido, assume Ieicão conIiscatoria. Reduzo-a para trinta por
cento, base que reputo razoavel para a reparacão da impontualidade do
contribuinte.¨ (RTJ 96/1254)


Observe-se que tanto ha a Ieicão conIiscatoria que o proprio Codigo
Tributario Nacional explicitou que, decorrido o prazo de cinco anos, ha homologacão tacita como
circunstância extintiva do credito tributario.

Ou seia, a relacão tributaria existente entre o contribuinte e o Fisco
Iederal relativamente a COFINS de abril/95 a dezembro/96 ia se perIez com todos os seus
elementos - ocorrência do Iato gerador, pagamento da contribuicão devida e posterior homologacão.
Assim, no presente momento, quanto a tal tributo não ha mais relacão iuridica a ser discutida.

Sobretudo, não ha o minimo indicio de Iraude, dolo ou simulacão,
tanto e que Ioi possivel para a Iiscalizacão apurar as supostas bases de calculo`. E, quanto a elas, o
proprio termo de veriIicacão Iiscal conIirmou a idoneidade da escrituracão Iiscal:

' 2. CONFIRMACÄO DE BASE DE CÁLCULO
As planilhas apresentadas pelo Contribuinte (Ils. ) Ioram coteiadas com os
documentos Iiscais - Livro de Apuracão de ICMS e documentos auxiliares (Ils. ),
cuio resultado não apresentou divergência relevante de valores¨.


Diante disto, temos o seguinte panorama: o contribuinte adimpliu com
suas obrigacões Iiscais, em nenhum momento diIicultou ou impôs empecilhos a realizacão da
Iiscalizacão, e não realizou ato Iraudulento (como reconhece a propria Iiscalizacão). E, sobretudo, o
credito tributario relativo a presente exigência Iiscal Ioi devidamente homologado de Iorma tacita,
nos expressos termos do CTN. Ora, se a conduta da empresa/autuada esta corroborada pela
legislacão tributaria complementar, qual e o motivo para que o Fisco impute a ela multa que
representa 75° deste credito ia extinto?

Na verdade, mesmo que mantida a exigência Iiscal, esta nitidamente
comprovada a boa-Ie da autuada no exercicio de suas atividades. E, paralelamente, esta
consubstanciada a desidia por parte da Administracão Fazendaria, que Iiscalizou a empresa apenas
apos a perIeita extincão do credito tributario.

Certamente a multa de 75° quanto a tal circunstância, alem de
consubstanciar ilegalidade, tem uma Ieicão de conIiscar do contribuinte quase a totalidade do valor
que não e mais devido a Fazenda pela eIetivacão da homologacão, extincão e decadência do credito
tributario.

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Assim, acaso mantida a exigência, Irente as circunstâncias e estando
reconhecida a lisura na escrituracão Iiscal da empresa, e de se reduzir a multa ao percentual de 30°,
montante aceito pelo Supremo Tribunal Federal, como acima demonstrado:


'ICM. REDUCÃO DE MULTA DE FEICÃO CONFISCATORIA.
Tem o STF admitido a reducão de multa moratoria imposta com base em lei,
quando assume ela, pelo seu montante desproporcionado, Ieicão conIiscatoria.
Dissidio de iurisprudência não demonstrado.
Recurso extraordinario não conhecido.¨
(2ª T. STF, RE 91.707/MG, DJ 20.02.80, p. 000512)

A orientacão do Supremo Tribunal Federal e de reduzir a multa para
patamares aceitaveis no caso seria de 75° para 30°.


4. DO ARROLAMENTO DE BENS - REQUISITO DE
ADMISSIBILIDADE

A lei nº 10.522/2002 estipula como requisito de admissibilidade do
recurso voluntario o arrolamento dos bens e direitos do recorrente, no valor equivalente a 30°
(trinta por cento) da exigência Iiscal deIinida na decisão.

O arrolamento deve ser Iormalizado preenchendo-se o anexo I
aprovado pela IN SRF 264/2002, documento esse que instrui o presente Recurso Voluntario.


5. DO REQUERIMENTO

Diante do exposto, requer-se seia provido o presente recurso, para Iins
de reIormar a decisão recorrida e reconhecer e declarar a ocorrência de decadência da Fazenda
Publica quanto ao direito de constituir o credito tributario relativo a COFINS de abril/95 a
dezembro/96, reconhecendo a improcedência da exigência contida no auto de inIracão.

Em caso de manutencão da exigência Iiscal, requer-se determinar a
reducão da multa para 30° (trinta por cento), nos termos do entendimento do Supremo Tribunal
Federal.
E ainda, requer a autora do recurso o direito de sustentar oralmente,
perante este Conselho, conIorme determina o Regimento Interno.

Nestes Termos,
Pede DeIerimento.

Ponta Grossa, 15 de Ievereiro de 2004.


Distribuidora de Medicamentos São Paulo Ltda.
P/P Fulano de Tal




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EMBARGOS DE DECLARACÄO


V VI IS SA A

Clarear as omissões, obscuridades e contradicões dos
Acordãos do Conselho de Contribuintes e Câmara
Superior de Recursos Fiscais.



R RE EQ QU UI IS SI IT TO O

Demonstrar a omissão, obscuridade e contradicão com
requerimento de clareamento.



` ` M MO OD DE EL LO O D DE E E EM MB BA AR RG GO OS S E EM M A AN NE EX XO O


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ILUSTRISSIMO SENHOR RELATOR DO 1ª SECÄO DO CONSELHO
ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS - 3ª CAMARA




AI nº .........

PI VEICULOS LTDA. ia devidamente qualiIicada no processo
administrativo em reIerência. vem por intermedio de seus procuradores a presenca do Senhor
Relator propor,

EMBARGOS DE DECLARACÄO


do Acordão proIerido na sessão de 22.02.2004, de nº 108-06.001, DOU dia 20.05.2004 em razão do
mesmo ter omissões, obscuridades e contradicões a seguir apontadas.


1. CABIMENTO DE EMBARGOS DE DECLARACÄO

No reIerido Acordão, que apreciou a decadência, não determinou quando o
prazo decadencial comeca a Iluir, conIorme reproduzimos:

'IRPJ PRAZO DECADENCIAL O prazo decadencial e contado pela regra do
art. 173, inciso I, do Codigo Tributario Nacional.
Negado provimento ao Recurso.¨
(nº 108-06.001 DOU 22.05.2004)

Vê-se então, que a decisão deixou de Iixar no prazo o inicio da contagem,
que na versão da Fazenda comeca a Iluir no primeiro dia do exercicio seguinte e na do contribuinte
comeca o prazo com a entrega da declaracão.

Inclusive esta Ioi uma das argumentacões de direito debatida entre o Iisco e
o contribuinte no processo Iiscal, e razão para a interposicão do presente embargos, que podera
onerar ou desonerar a empresa do recolhimento do IR do ano de 1996.

Se Ior da entrega da declaracão o contribuinte esta desobrigado do
recolhimento do IR periodo base 1996 e Ior do primeiro dia do proximo exercicio, estara
obrigado ao recolhimento do IR/96.

Para clarear a situacão, vale a pena repetir a posicão da Câmara Superior de
Recursos Fiscais, que Iixou o inicio da contagem do prazo com a entrega da declaracão:

'IRPJ Decadência No caso do IRPJ, o prazo decadencial tem seu inicio quando
da entrega da declaracão de rendimentos. Recurso Provido.¨
(Proc. 11.080.000033/92-72 sessão 17/12/98, Acordão CSRF nº 01-02.536)

Assim esta paciIica na Câmara Superior de Recursos Fiscais a data de
inicio de contagem do prazo decadencial.

2. REQUERIMENTO
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Face ao exposto, requer-se ao Senhor Relator esclarecer e maniIestar-se
sobre a questão aqui levantada, Iixando a data de Iluência do prazo se da declaracão ou do
primeiro dia do exercicio seguinte.

Nestes Termos
P.E. DeIerimento

Curitiba, 22 de maio de 2004.

PI VEICULOS LTDA
P/P Fulano de Tal



















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RECURSO ESPECIAL - DIVERGÊNCIA


V VI IS SA A

ReIormar a decisão de 2ª instância Conselho de
Contribuintes.



A AD DM MI IS SS SI IB BI IL LI ID DA AD DE E/ /
R RE EQ QU UI IS SI IT TO O

Divergência de interpretacão.



D DE ES ST TI IN NO O

Câmara Superior de Recursos Fiscais.



` ` M MO OD DE EL LO O D DE E R RE EC CU UR RS SO O E ES SP PE EC CI IA AL L E EM M A AN NE EX XO O


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ILUSTRISSIMO SENHOR PRESIDENTE DA ... CAMARA DO .... CONSELHO DE
ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS - CARF




PAF n.º ..........



DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS SÄO PAULO LTDA,
com endereco na Rua das Carmelitas, nº 1515, bairro Boqueirão, na cidade de Ponta Grossa/PR,
inscrita no CNPJ/MF sob o nº 84.981.455/0001-20, vem mui respeitosamente, a presenca de Vossa
Senhoria, apresentar


RECURSO ESPECIAL

com obietivo de reIormar a decisão proIerida pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais
Acordão nº ......, de 12 de agosto de 2004, o que Iaz com base e na Iorma do artigo 7º, anexo I, da
Portaria nº 55/98 e das razões de Iato e de direito em anexo, requerendo que as mesmas seiam
processadas com posterior encaminhamento a Câmara Superior de Recursos Fiscais, para
conhecimento e iulgamento.


Nestes Termos,
Pede DeIerimento.

Ponta Grossa/PR, 15 de agosto de 2004.

Distribuidora de Medicamentos São Paulo Ltda.

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EGRÉGIA CAMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS



Recorrente : DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS SÃO PAULO LTDA.
Recorrida : SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL
Processo : 00000000000/00-00


1. BREVE RETROSPECTIVA DOS FATOS
A empresa Ioi autuada em 30/09/2002, em razão de ter recolhido a
contribuicão da COFINS, no periodo de abril/95 a dezembro/96 com valores inIeriores ao previsto
na legislacão, o que de Iato e verdadeiro

E, tempestivamente, protocolou a sua deIesa administrativa, apontado
a decadência para se constituir o credito tributario da COFINS, que no seu ver seria de 5 (cinco)
anos e não 10 (dez) como pretende o agente Iazendario.

Na seqüência Ioi prolatada a decisão de primeira instância,
conIirmando a tese dos dez anos. Novamente Ioi proposto recurso para a segunda instância
insistindo na teses dos cinco anos, recurso voluntario.

Subiu o recurso para o Conselho de Contribuintes e os seus
iulgadores tambem se Iiliaram a tese dos dez anos, ou seia, o Conselho validou a autuacão e a
respectiva decisão de primeira instância, embora existisse posicão divergente de outras câmaras do
Conselho.

Em Iace da posicão e conteudo da decisão de segunda instância, não
restou alternativa senão interpor o presente Recurso Especial por divergência de interpretacão, para
que a Câmara Superior de Recursos Fiscais reIorme esta decisão, no intuito de levar a
improcedência da exigência contida no auto de inIracão.


2. DA ADMISSIBILIDADE DO RECURSO POR
DIVERGÊNCIA


O Regimento Interno da Câmara Superior de Recursos Fiscais,
determina que o Recurso Especial devera 'demonstrar, Iundamentadamente, a divergência argüida,
indicando a decisão divergente e comprovando-a mediante a apresentacão de copia autenticada de
seu inteiro teor ou de copia de sua publicacão que tenha sido divulgada, ou mediante copia de
publicacão de ate duas ementas, cuios acordãos serão examinados pelo Presidente da Câmara
recorrida.¨ art. 7º, anexo I, Portaria nº 55/98.

Para que este recurso seia admitido e apreciado na Câmara Superior
de Recursos Fiscais, a recorrente discorre sobre a seguinte estrategia, a saber:

a) primeiro, demonstrara, Iundamentadamente, a divergência que
tenha dado outra Câmara do Conselho de Contribuintes ou da
propria Câmara Superior de Recursos Fiscais;
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85
b) segundo, indicara a decisão divergente e comprovando-a
mediante a iuntada de copia de publicacão de ate duas ementas
acordão.
Para cumprir a Iormalidade da alinea 'a¨ acima, passamos a
reproduzir a ementa do acordão do presente processo, que esta assim redigida:

'Normas Gerais Decadência E de dez anos o prazo de decadência das
contribuicões para seguridade social.
A lei nº 8.212/91 prevê prazos diIerentes para a decadência das contribuicões
sociais, em dez anos, nos termos do seu art. 45, caput e inciso I Lei especiIica.¨
(Processo 242532/15-00 caso concreto da requerente)


Da 3ª Câmara do 1º Conselho de Contribuintes, temos a seguinte
ementa:

' A teor do artigo 146, inciso III, letra b` da Constituicão Federal de 1988,
somente a lei complementar cabe estabelecer normas gerais em materia tributaria,
especialmente sobre obrigacão, lancamento, credito, prescricão e decadência
tributarios. Não obstante, a Lei 8.212/91, em seu artigo 45, caput e inciso I ter
prescrito o prazo decadencial para a contribuicões sociais, em 10 (dez) anos, tal
determinacão, como se viu, está eivada de vício de inconstitucionalidade. Vale
dizer, a lei ordinaria não tem o condão de substituir a lei complementar.¨
(D.O.U. 1 de 13.4.99, p. 4 / Processo n.º 13629.000269/98-56, Recurso n.º
118.017, 1º Conselho de Contribuintes. 3ª Câmara, Acordão n.º 103-19.879,
Sessão de 23.2.99)

Na setima Câmara do mesmo Conselho, no mesmo sentido da
terceira, teve o seguinte entendimento:

' CSLL. Decadência. Contribuicões sociais. Lei ordinaria. Prazo de dez anos.
Improcedência em Iace de dispositivo constitucional. A teor do art. 146, inciso III,
letra b`, da Constituicão Federal de 1988, somente a lei complementar cabe
estabelecer normas gerais em materia tributaria, especialmente sobre obrigacão,
lancamento, credito, prescricão e decadência tributarios.¨
(Ac un da 7ª C do 1º CC nº 107-06.900 Rel. Cons. Neycir de Almeida i
04.12.02 - DOU 1 24.04.03, p. 40 ementa oIicial)


A divergência de interpretacão das normas que regulam o prazo
decadencial das contribuicões sociais e cristalina, se vale o prazo dos dez anos previsto no art. 45 da
lei nº 8.212/91 ou cinco anos previsto no art. 173 do Codigo Tributario Nacional.

A ementa do presente processo Iixa o prazo decadencial de dez anos e
as ementas que servem de paradigma ia dizem que este mesmo prazo e de cinco anos o mesmo
problema com as solucões divergentes de solucão, o que tera que ser paciIicado e uniIicado pela
Câmara Superior de Recursos Fiscais.

Resta muito bem demonstrado e devidamente Iundamentada a
divergência do tribunal administrativo sobre o prazo decadencial das contribuicões sociais,
inclusive com a indicacão de dois acordãos em sentido contrario, cuias copias de publicacão são
anexadas ao presente recurso especial.
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3. DAS RAZÔES DE DIREITO PARA REFORMA DA
DECISÄO DE 2ª INSTANCIA

A exigência Iiscal a titulo de COFINS, conIorme demonstrada no
auto de inIracão, diz respeito a debitos que não Ioram pagos no periodo de abril/95 a dezembro/96,
que na versão do contribuinte, o direito da Fazenda em constituir o credito ia decaiu relativamente
a este periodo, uma vez que este credito ia Ioi tacitamente homologado apos o transcurso do prazo
de cinco anos a que se reIere o Codigo Tributario Nacional.

So para elucidar, vale a pena reproduzir o artigo 173, I do Codigo
Tributario Nacional que reza pela decadência:

~ Art. 173. O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário
extingue-se após 5 (cinco) anos. contados:
I - do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lancamento
poderia ter sido efetuado;¨

Como se vê, em se tratando a COFINS de tributo submetido a esta
norma, o transcurso do prazo de cinco anos, sem maniIestacão da autoridade administrativa, e
circunstância que EXTINGUE o credito tributario com carater de deIinitividade.

Alem do inciso I do art. 173 (CTN) ter disciplinado expressamente a
respeito da decadência do que diz respeito aos tributos, o mesmo Codigo Tributario a estabeleceu
como circunstância EXTINTIVA do credito tributario:

~Art. 156. Extinguem o crédito tributário:
V - a prescricão e a decadência;¨

Desta Iorma, considerando-se os dispositivos supra, a COFINS
recolhida nos meses de abril/95 a dezembro/96 esta tacitamente homologada, respectivamente desde
ianeiro de 2001.

Observe-se que o presente auto de inIracão versa iustamente sobre
debito que, no entender do Fisco, não teria sido recolhido no momento oportuno.

Ocorre que tanto o inicio da acão Iiscal ate a eIetiva lavratura do Auto
de InIracão (30/09/02) se deram APÓS o decurso deste prazo decadencial de cinco anos a que se
reIere o CTN, ocasião em que ia estava deIinitivamente extinto o credito tributario relativa a
COFINS de abril/95 a dezembro/96.

Assim, o periodo supra apontado, e no qual o auto de inIracão aponta
ter havido recolhimento de COFINS a menor, não pode ser obieto de exigência Iiscal, por
ocorrência de decadência do direito da Fazenda Publica em constituir o credito tributario.






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E decadência, nos termos da Constituicão Federal, e instituto de
disciplina unica e exclusiva atraves de lei complementar:

~Art. 146. Cabe à lei complementar:
III - estabelecer normas gerais em matéria de legislacão tributária.
especialmente sobre:
b) obrigacão. lancamento. crédito. prescricão e decadência tributários;¨

Ora, Senhores, a Constituicão e explicita neste sentido: a competência
e de LEI COMPLEMENTAR, e não LEI ORDINARIA. Ora, a Lei 8.212 a que se reIere a decisão
recorrida não se adequou as exigências constitucionais para disposicão acerca da materia. Portanto,
e irrelevante que aponte a decadência como sendo de dez anos. Ora, se a prescricão não e tema de
sua competência, o que reIerida lei disciplinou a respeito não tem o condão de reger a materia, por
inconstitucionalidade inequivoca.

Sobretudo, e de se observar que a Constituicão Federal de 1988, ao
deIinir a competência para instituicão de contribuicões sociais, expressamente Iez remessa a este
dispositivo do artigo 146:

~Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuicões sociais.
de intervencão no domínio econômico e de interesse das categorias
profissionais ou econômicas. como instrumento de sua autuacão nas
respectivas áreas. observado o disposto nos artigo 146. III. e 150. I e III. e sem
prejuízo do previsto no art. 195. § 6º. relativamente às contribuicões a que
alude o dispositivo.¨

Neste sentido, por dispor a respeito de normas gerais de direito
tributario, o Codigo Tributario Nacional Ioi assim recepcionado pela Constituicão de 1988. Assim,
o prazo decadencial para tributos suieitos ao lancamento por homologacão e de 5 (cinco) anos a
contar do Iato gerador.

E Ilagrante assim que, por ter sido atingido pela decadência, não ha
como a Fazenda Publica pretender rever lancamento ia tacitamente homologado.

Observe-se que, alem de a decadência constituir circunstância
EXTINTIVA do credito tributario, tambem o e a homologacão do lancamento Ieito pelo
contribuinte:

~VII - o pagamento antecipado e a homologacão do lancamento nos termos
do disposto no art. 150 e seus §§ 1º e 4º.¨ (Art. 156 do CTN)

Ora, o decurso do prazo de cinco anos, sem maniIestacão da Fazenda
Publica, equivale a homologacão por parte da autoridade administrativa, cuia ocorrência de Iorma
tacita, da mesma Iorma que a expressa, EXTINGUE o credito tributario.

Assim estando o credito tributario relativamente aos meses apontados
no Auto de InIracão (abril /95 a dezembro/96) não mais pode ser obieto de nova constituicão.

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Vê-se claramente que os argumentos da decadência são suIicientes
para reIormar a decisão de primeira instância, bem como para levar a improcedência da exigência
contida no auto de inIracão, obieto do presente processo Iiscal.


4. DO PEDIDO

Diante do exposto, requer-se que o presente recurso seia inicialmente
admitido e no merito provido, no sentido de reIormar a decisão do Conselho de Contribuintes,
reconhecendo que o prazo decadencial das contribuicões sociais e de cinco anos, regendo-se pelo
Codigo Tributario Nacional.

Como conseqüência reconheca tambem a improcedência da exigência
Iiscal contida no auto de inIracão.

E por ultimo, requer ainda o direito da parte de realizar sustentacão
oral perante este Câmara Superior, nos termos do Regimento Interno.

Nestes Termos,
Pede e Espera DeIerimento.

Ponta Grossa, 15 de Ievereiro de 2004.


Distribuidora de Medicamentos São Paulo Ltda.
P/P Fulano de Tal


























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AGRAVO - DESPACHO QUE NEGA SEGUIMENTO DO RECURSO ESPECIAL


V VI IS SA A

Dar seguimento ao recurso especial a Câmara Superior
de Recursos Fiscais obstaculizado pelo Presidente da
Câmara do Conselho de Contribuintes.



D DE ES ST TI IN NA AT TÁ ÁR RI IO O

Presidente da Câmara Superior de Recursos Fiscais.



` ` M MO OD DE EL LO O D DE E A AG GR RA AV VO O E EM M A AN NE EX XO O

Observacão: O Regulamento interno do CARF e da CSRF não prevê o AGRAVO. no entanto.
o AGRAVO .como recurso. consta dos art. 496. 522 e seguintes do CPC - Código de Processo
Civil. o qual deve ser utilizado com legislacão suplementar. Motivo pelo qual mantemos neste
estudo o AGRAVO. como um recurso cabível por analogia ao CPC.
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Dr.ª Alessandra Cunha Pereira
OAB/SC 13.367
90
AO ILUSTRISSIMO SENHOR PRESIDENTE DA CAMARA SUPERIOR DE RECURSOS
FISCAIS






DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS SÄO PAULO LTDA,
com endereco na Rua das Carmelitas, nº 1515, bairro Boqueirão, na cidade de Ponta Grossa/PR,
inscrita no CNPJ/MF sob o nº 84.981.455/0001-20, vem mui respeitosamente, a presenca de Vossa
Senhoria, apresentar


RECURSO DE AGRAVO


com obietivo de dar seguimento do Recurso Especial em direcão a Câmara Superior de Recursos
Fiscais, cuio prosseguimento Ioi obstaculizado pelo indeIerimento emanado pelo Presidente do 1º
Conselho de Contribuintes, o que Iaz com base nos artigos 35 do Regimento Interno do Conselho e
9º do Regimento da Câmara Superior e nas razões de ordem Iatica e iuridica que passa a expor.

1. DO CABIMENTO DO AGRAVO

Sr. Julgador, o contribuinte em pauta teve como indeIerido o
seguimento pelo senhor Presidente da 2
a
. Câmara do 1
o
. Conselho de Contribuintes da Fazenda
Nacional de seu Recurso Especial com a seguinte decisão:

~Indefiro o seguimento do presente Recurso Especial posto que o contribuinte
não demonstrou de forma suficiente. através das ementas apresentadas. a
divergência necessária do § 2
o
. do artigo 33 do RICC¨

A decisão transcrita aponta que o contribuinte não demonstrou de
Iorma suIiciente a divergência entre as ementas o que lhe Iez concluir pela ausência de
demonstracão.

Pois bem, de acordo com o artigo 9
o
, § 2
o
. do RICSRF. Apenas
naqueles casos em que ocorrer a Ialta de iuntada da ementa que comprove a divergência, Iica
vedado o reexame da admissibilidade do Recurso Especial.

No caso em pauta, a iuntada das ementas, tal e qual prescreve o § 2
o
. do
artigo 7
o
. do RICSRF, se deu atraves do DOU n.º XXX datado de 00.00.0000, e do DOU n.º YYY
datado de 00.00.0000, ambas Iotocopias constantes as Ils. 183 e 184 deste processo.

Assim, sendo, e cabivel o pedido ora posto de reexame de
admissibilidade e seguimento do Recurso Especial.






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2. DA DECISÄO AGRAVADA

Como ia dito, a decisão agravada obstou o seguimento do Recurso
Especial posto que o contribuinte não demonstrou de Iorma suIiciente a divergência necessaria.

Releva-se para analise duas questões importantes:

1
o
. a norma pede demonstracão da divergência apenas e;
2
o
. as ementas apontadas, por si so, nitidamente demonstram a
divergência.

3. DA DIVERGÊNCIA

Senhor iulgador, tanto o artigo 33 § 2
o
. do RICC/FN quanto o artigo 7
o
.
§ 2
o
. do RICSRF/FN traduzem que o requisito de admissibilidade do seguimento do Recurso
Especial e a DEMONSTRACÃO FUNDAMENTADA DA DIVERGÊNCIA.

Neste aspecto, veia-se que o contribuinte as Ils, do Recurso Especial
demonstrou e Iundamentou a diversidade de entendimento que ha entre Xª e Yª Câmara do 1
o
.
Conselho de Contribuintes.

Fundamentar aqui signiIica dar as razões de direito sob a qual se
assenta a divergência, e isto, Ioi realizado pelo contribuinte.

De acordo com o vocabulario iuridico, 'fundamento exprime sempre
a série de circunstâncias que autorizam a prática de um ato. mostrando-se jurídico ou de
direito. quando fundadas em regras jurídicas. e de fato. quando decorrentes de
acontecimentos vistos.¨ (In Vocabulario Juridico, pg. 333. 12
a
. edicão.)

Ora Senhor Julgador, o contribuinte não apenas demonstrou a
divergência transcrevendo, indicando e apontando a aplicacão da Sumula 76 deste orgão iulgador.

E mais, Iundamentou tambem o cabimento e seguimento do Recurso
Especial no principio da verdade material que e o principio maior do processo administrativo,
independentemente de se estar tratando de um caso de arbitramento.

Ademais, os principios iuridicos nem sempre estão expressos em
norma, mas são veriIicados em condutas e entendimentos e por este motivo tornam-se principios.

Tanto e que a ementa transcrita e apontada diz:

~Imposicão ao julgador de tentar buscar a verdade material. a fim de que a
decisão não cometa erro de se tributar o que não é passível de incidência.¨

Como se vê, não houve insuIiciência de demonstracão de divergência,
tampouco ausência de demonstracão de divergência e menos ainda insuIiciência de Iundamentacão
de divergência.





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4. REQUERIMENTO

Ante ao contido no presente Agravo, requer-se seia este conhecido e
provido para que se reexamine o seguimento do Recurso Especial e se dê seguimento ao mesmo.


Pede-se deIerimento.

Cidade, 10 de ianeiro de 2003

Distribuidora de Medicamentos São Paulo Ltda
P/P Fulano de Tal

































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EXERCICIOS DE FIXACÄO MÓDULO 2



Assinale a alternativa correta:

01. Qual das alternativas abaixo não é verdadeira em relacão ao auto de infracão reproduzido
no presente módulo:









a)

b)

c)


d)
O motivo determinante para o arbitramento do lucro tributavel Ioi a escrituracão
imprestavel para apuracão do IR pelo metodo de lucro real;
A não contabilizacão dos depositos bancarios pelo contribuinte, apos a intimacão para
apresentar as iustiIicativas, representou uma omissão de receita;
O valor do credito tributario apurado no presente auto corresponde a R$ 405.620,11, sendo
R$ 207.419,10 de imposto, R$ 42.636,70 de iuros de mora e R$ 155.564,31 a titulo de
multa punitiva;
O periodo Iiscalizado corresponde ao ano base de 2001 e exercicio de 2002.

02. Com relacão a defesa. assinale a alternativa que não corresponde a realidade:








a)
b)


c)

d)
A peca processual contem todos os requisitos Iormais para a sua validade;
A razão de Iato argüida na deIesa que pode levar a improcedência do auto se resume na
apresentacão do 'Livro Caixa Auxiliar¨, por onde passaram todos os pagamentos e
recebimentos no ano-base 2002;
Que os depositos bancarios não estavam a margem da tributacão, existia apenas uma
omissão Iormal de registro das contas na contabilidade;
Não Ioi requerido pericia nos termos do decreto 70.235/72.

03. Com relacão ao recurso voluntário. o que é verdadeiro:







a)
b)

c)

d)
Deixou de Iazer o arrolamento de bens em 30° do valor da decisão;
Toda a tese de necessidade de reIorma da decisão de primeira instância repousa sobre a
decadência;
Faltou o pedido para que o contribuinte possa realizar a sustentacão oral no Conselho de
Contribuintes;
Não existe nas pecas argumentacão de Iato para reIorma da decisão de primeira instância
apenas de direito.

04. Os embargos de declaracão do modelo visa:





a)

b)
c)
Clarear a decisão do Conselho de Contribuintes Iixando a data de Iluência do prazo da
decadência se da declaracão ou do primeiro dia no exercicio seguinte;
ReIormar a decisão do Conselho de Contribuintes, Iixando o prazo de decadência;
ReIormar a decisão em razão das obscuridades, omissões e contradicões apontadas.

05. O que é verdadeiro em relacão ao recurso especial - modelo:






a)

b)

c)
Não Ioi demonstrada a divergência de interpretacão sobre a decadência requisito de
admissibilidade do recurso;
Não Ioram apresentadas as razões de direito para reIormar a decisão do Conselho de
Contribuintes;
Foi garantido o arrolamento de bens condicão para admissibilidade do recurso;
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d) O contribuinte requereu a sustentacão oral.
06. Sobre o recurso de agravo o que é verdadeiro:





a)

b)
c)
Foi demonstrado claramente o cabimento do agravo e Ieito pedido expresso para
seguimento do recurso especial;
Não Ioi demonstrado o despacho que indeIeriu o seguimento do recurso especial;
Não existe argumentacão de Iato e direito que iustiIique o seguimento do recurso especial.

07. Relacione a primeira com a segunda:

a)

b)

c)
Recurso Especial

Embargos de Declaracão

DeIesa





Para impugnar a exigência contida no auto de inIracão.

Para reIormar a decisão do Conselho de Contribuintes.

Para clarear a decisão do Conselho de Contribuintes e Câmara
Superior.




































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MÓDULO 3

1URISPRUDÊNCIAS DO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E CAMARA SUPERIOR
APLICÁVEL NO PROCESSO

SUMULAS DO CARF E CSRF

ENUNCIADOS DE SUMULAS APROVADOS PELO PLENO E PELAS TURMAS DA CSRF
NAS SESSÕES REALIZADAS EM 8.12.2009 - Portaria CARF 106/2009

I. Sumulas aprovadas no Pleno da CSRF na sessão de 8 de dezembro de 2009
Enunciado
A presuncão legal de omissão de receita ou de rendimentos, por si so, não autoriza a qualiIicacão da
multa de oIicio, sendo necessaria a comprovacão de uma das hipoteses dos arts. 71, 72 e 73 da Lei
nº 4.502/64.
Enunciado
A presuncão estabelecida no art. 42 da Lei nº- 9.430/96 dispensa o Fisco de comprovar o consumo
da renda representada pelos depositos bancarios sem origem comprovada.
Enunciado
E valido o lancamento Iormalizado por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil de iurisdicão
diversa da do domicilio tributario do suieito passivo.
Enunciado
O CARF não e competente para se pronunciar sobre controversias reIerentes a Processo
Administrativo de Representacão Fiscal para Fins Penais.
Enunciado
Todos os co-titulares da conta bancaria devem ser intimados para comprovar a origem dos depositos
nela eIetuados, na Iase que precede a lavratura do auto de inIracão com base na presuncão legal de
omissão de receitas ou rendimentos, sob pena de nulidade do lancamento.
Enunciado
Na tributacão da omissão de rendimentos ou receitas caracterizada por depositos bancarios com
origem não comprovada, os depositos de um mês não servem para comprovar a origem de depositos
havidos em meses subsequentes.
Enunciado
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Descabe a cobranca de multa de oIicio isolada exigida sobre os valores de tributos recolhidos
extemporaneamente, sem o acrescimo da multa de mora, antes do inicio do procedimento Iiscal.
Enunciado
A titularidade dos depositos bancarios pertence as pessoas indicadas nos dados cadastrais, salvo
quando comprovado com documentacão habil e idônea o uso da conta por terceiros.

Enunciado
A declaracão entregue apos o inicio do procedimento Iiscal não produz quaisquer eIeitos sobre o
lancamento de oIicio.
Enunciado
Nos lancamentos em que se apura omissão de receita ou rendimentos, decorrente de depositos
bancarios de origem não comprovada, e cabivel a qualiIicacão da multa de oIicio, quando
constatada a movimentacão de recursos em contas bancarias de interpostas pessoas.
Enunciado
O art. 11, § 3º, da Lei nº- 9.311/96, com a redacão dada pela Lei nº 10.174/2001, que autoriza o uso
de inIormacões da CPMF para a constituicão do credito tributario de outros tributos, aplica-se
retroativamente.
II. Sumulas aprovadas pela 1ª Turma da CSRF na sessão de 8 de dezembro de 2009
Enunciado
A inobservância do limite legal de trinta por cento para compensacão de preiuizos Iiscais ou bases
negativas da CSLL, quando comprovado pelo suieito passivo que o tributo que deixou de ser pago
em razão dessas compensacões o Ioi em periodo posterior, caracteriza postergacão do pagamento do
IRPJ ou da CSLL, o que implica em excluir da exigência a parcela paga posteriormente.
Enunciado
Para Iins de deIerimento do Pedido de Revisão de Ordem de Incentivos Fiscais (PERC), a exigência
de comprovacão de regularidade Iiscal deve se ater ao periodo a que se reIerir a Declaracão de
Rendimentos da Pessoa Juridica na qual se deu a opcão pelo incentivo, admitindo-se a prova da
quitacão em qualquer momento do processo administrativo, nos termos do Decreto nº 70.235/72.
III. Sumulas aprovadas pela 2ª Turma da CSRF na sessão de 8 de dezembro de 2009
Enunciado
O Iato gerador do Imposto sobre a Renda da Pessoa Fisica, relativo a omissão de rendimentos
apurada a partir de depositos bancarios de origem não comprovada, ocorre no dia 31 de dezembro
do ano-calendario.
Enunciado
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Os valores recebidos pelos tecnicos residentes no Brasil a servico da ONU e suas Agências
Especializadas, com vinculo contratual, não são isentos do Imposto sobre a Renda da Pessoa Fisica.
Enunciado
A apresentacão de recibo emitido por proIissional para o qual haia Sumula Administrativa de
Documentacão Tributariamente IneIicaz, desacompanhado de elementos de prova da eIetividade
dos servicos e do correspondente pagamento, impede a deducão a titulo de despesas medicas e
enseia a qualiIicacão da multa de oIicio.
Enunciado
A não apresentacão do Ato Declaratorio Ambiental (ADA) emitido pelo IBAMA, ou orgão
conveniado, não pode motivar o lancamento de oIicio relativo a Iatos geradores ocorridos ate o
exercicio de 2000.
Enunciado
Não incide o imposto sobre a renda das pessoas Iisicas sobre os valores recebidos a titulo de
indenizacão por desapropriacão.
Enunciado
Os proventos de aposentadoria, reIorma ou reserva remunerada, motivadas por acidente em servico
e os percebidos por portador de molestia proIissional ou grave, ainda que contraida apos a
aposentadoria, reIorma ou reserva remunerada, são isentos do imposto de renda.
Enunciado
Descabe a aplicacão da multa por Ialta ou atraso na entrega da Declaracão de Aiuste Anual do
Imposto de Renda das Pessoas Fisicas, quando o socio ou titular de pessoa iuridica inapta não se
enquadre nas demais hipoteses de obrigatoriedade de apresentacão dessa declaracão.
Enunciado
O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural não incide sobre areas alagadas para Iins de
constituicão de reservatorio de usinas hidroeletricas.
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ANEXO II
CONSOLIDACÄO DAS SUMULAS DOS CONSELHOS DE CONTRIBUINTES

Enunciado
Importa renuncia as instâncias administrativas a propositura pelo suieito passivo de acão iudicial
por qualquer modalidade processual, antes ou depois do lancamento de oIicio, com o mesmo obieto
do processo administrativo, sendo cabivel apenas a apreciacão, pelo orgão de iulgamento
administrativo, de materia distinta da constante do processo iudicial.
Sumulas 1 do 1º e 2º CC

Enunciado
O CARF não e competente para se pronunciar sobre a inconstitucionalidade de lei tributaria.
Sumulas 2 do 1º e 2º CC

Enunciado
Para a determinacão da base de calculo do Imposto de Renda das Pessoas Juridicas e da
Contribuicão Social sobre o Lucro, a partir do ano-calendario de 1995, o lucro liquido aiustado
podera ser reduzido em, no maximo, trinta por cento, tanto em razão da compensacão de preiuizo,
como em razão da compensacão da base de calculo negativa.
Sumula 3 do 1º CC.

Enunciado
A partir de 1º de abril de 1995, os iuros moratorios incidentes sobre debitos tributarios
administrados pela Secretaria da Receita Federal são devidos, no periodo de inadimplência, a taxa
reIerencial do Sistema Especial de Liquidacão e Custodia - SELIC para titulos Iederais.
Sumulas 4 do 1º e 3º CC e 3 do 2º CC

Enunciado
São devidos iuros de mora sobre o credito tributario não integralmente pago no vencimento, ainda
que suspensa sua exigibilidade, salvo quando existir deposito no montante integral.
Sumulas 5 do 1º CC e 7 do 3º CC
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Enunciado
E legitima a lavratura de auto de inIracão no local em que Ioi constatada a inIracão, ainda que Iora
do estabelecimento do contribuinte.
Sumulas 6 do 1º CC e 4 do 2º CC

Enunciado
A ausência da indicacão da data e da hora de lavratura do auto de inIracão não invalida o
lancamento de oIicio quando suprida pela data da ciência.
Sumula 7 do 1º CC

Enunciado
O Auditor Fiscal da Receita Federal e competente para proceder ao exame da escrita Iiscal da
pessoa iuridica, não lhe sendo exigida a habilitacão proIissional de contador.
Sumula 8 do 1º CC e 5 do 2º CC

Enunciado
E valida a ciência da notiIicacão por via postal realizada no domicilio Iiscal eleito pelo contribuinte,
conIirmada com a assinatura do recebedor da correspondência, ainda que este não seia o
representante legal do destinatario.
Sumula 9 do 1º CC e 6 do 2º CC

Enunciado
O prazo decadencial para constituicão do credito tributario relativo ao lucro inIlacionario diIerido e
contado do periodo de apuracão de sua eIetiva realizacão ou do periodo em que, em Iace da
legislacão, deveria ter sido realizado, ainda que em percentuais minimos.
Sumula 10 do 1º CC

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100
Enunciado
Não se aplica a prescricão intercorrente no processo administrativo Iiscal.
Sumulas 11 do 1º CC e 7 do 2º CC




Enunciado
Constatada a omissão de rendimentos suieitos a incidência do imposto de renda na declaracão de
aiuste anual, e legitima a constituicão do credito tributario na pessoa Iisica do beneIiciario, ainda
que a Ionte pagadora não tenha procedido a respectiva retencão.
Sumula 12 do 1º CC

Enunciado
Menor pobre que o suieito passivo crie e eduque pode ser considerado dependente na Declaracão do
Imposto de Renda da Pessoa Fisica, desde que o declarante detenha a guarda iudicial.
Sumula 13 do 1º CC

Enunciado
A simples apuracão de omissão de receita ou de rendimentos, por si so, não autoriza a qualiIicacão
da multa de oIicio, sendo necessaria a comprovacão do evidente intuito de Iraude do suieito
passivo.
Sumula 14 do 1º CC

Enunciado
A base de calculo do PIS, prevista no artigo 6º da Lei Complementar Nº 7, de 1970, e o Iaturamento
do sexto mês anterior, sem correcão monetaria.
Sumula 15 do 1º CC e Sumula 11 do 2º CC

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101
Enunciado
O direito ao aproveitamento dos creditos de IPI decorrentes da aquisicão de materias-primas,
produtos intermediarios e material de embalagem utilizados na Iabricacão de produtos cuia saida
seia com isencão ou aliquota zero, nos termos do art. 11 da Lei nº 9.779, de 1999, alcanca,
exclusivamente, os insumos recebidos pelo estabelecimento do contribuinte a partir de 1º de ianeiro
de 1999.
Sumula 8 do 2º CC

Enunciado
Não cabe a exigência de multa de oIicio nos lancamentos eIetuados para prevenir a decadência,
quando a exigibilidade estiver suspensa na Iorma dos incisos IV ou V do art. 151 do CTN e a
suspensão do debito tenha ocorrido antes do inicio de qualquer procedimento de oIicio a ele
relativo.
Sumula 9 do 2º CC
Enunciado
A aquisicão de materias-primas, produtos intermediarios e material de embalagem tributados a
aliquota zero não gera credito de IPI.
Sumula 10 do 2º CC

Enunciado
Não integram a base de calculo do credito presumido da Lei Nº 9.363, de 1996, as aquisicões de
combustiveis e energia eletrica uma vez que não são consumidos em contato direto com o produto,
não se enquadrando nos conceitos de materia-prima ou produto intermediario.
Sumula 12 do 2º CC

Enunciado
Não ha direito aos creditos de IPI em relacão as aquisicões de insumos aplicados na Iabricacão de
produtos classiIicados na TIPI como NT.
Sumula 13 do 2º CC

Enunciado
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102
E nula, por vicio Iormal, a notiIicacão de lancamento que não contenha a identiIicacão da
autoridade que a expediu.
Sumula 1 do 3º CC
Enunciado
E nulo o ato declaratorio de exclusão do Simples que se limite a consignar a existência de
pendências perante a Divida Ativa da União ou do INSS, sem a indicacão dos debitos inscritos cuia
exigibilidade não esteia suspensa.
Sumula 2 do 3º CC

Enunciado
A autoridade administrativa pode rever o Valor da Terra Nua minimo (VTNm) que vier a ser
questionado pelo contribuinte do imposto sobre a propriedade territorial rural (ITR) relativo aos
exercicios de 1994 a 1996, mediante a apresentacão de laudo tecnico de avaliacão do imovel,
emitido por entidade de reconhecida capacidade tecnica ou por proIissional devidamente habilitado,
que se reporte a epoca do Iato gerador e demonstre, de Iorma inequivoca, a legitimidade da
alteracão pretendida, inclusive com a indicacão das Iontes pesquisadas.
Sumula 3 do 3º CC


Enunciado
Não compete a Secretaria da Receita Federal do Brasil promover a restituicão de obrigacões da
Eletrobras nem sua compensacão com debitos tributarios.
Sumula 6 do 3º CC
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103
ANEXO III
CONSOLIDACÄO DAS SUMULAS DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS
FISCAIS - CARF

Súmula CARF Nº 1
Importa renuncia as instâncias administrativas a propositura pelo suieito passivo de acão iudicial
por qualquer modalidade processual, antes ou depois do lancamento de oIicio, com o mesmo obieto
do processo administrativo, sendo cabivel apenas a apreciacão, pelo orgão de iulgamento
administrativo, de materia distinta da constante do processo iudicial.

Súmula CARF Nº 2
O CARF não e competente para se pronunciar sobre a inconstitucionalidade de lei tributaria.

Súmula CARF Nº 3
Para a determinacão da base de calculo do Imposto de Renda das Pessoas Juridicas e da
Contribuicão Social sobre o Lucro, a partir do ano-calendario de 1995, o lucro liquido aiustado
podera ser reduzido em, no maximo, trinta por cento, tanto em razão da compensacão de preiuizo,
como em razão da compensacão da base de calculo negativa.

Súmula CARF Nº 4
A partir de 1º de abril de 1995, os iuros moratorios incidentes sobre debitos tributarios
administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil são devidos, no periodo de
inadimplência, a taxa reIerencial do Sistema Especial de Liquidacão e Custodia - SELIC para titulos
Iederais.

Súmula CARF Nº 5
São devidos iuros de mora sobre o credito tributario não integralmente pago no vencimento, ainda
que suspensa sua exigibilidade, salvo quando existir deposito no montante integral.

Súmula CARF Nº 6
E legitima a lavratura de auto de inIracão no local em que Ioi constatada a inIracão, ainda que Iora
do estabelecimento do contribuinte.
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Súmula CARF Nº 7
ausência da indicacão da data e da hora de lavratura do auto de inIracão não invalida o lancamento
de oIicio quando suprida pela data da ciência.
Súmula CARF Nº 8
O Auditor Fiscal da Receita Federal e competente para proceder ao exame da escrita Iiscal da
pessoa iuridica, não lhe sendo exigida a habilitacão proIissional de contador.

Súmula CARF Nº 9
E valida a ciência da notiIicacão por via postal realizada no domicilio Iiscal eleito pelo contribuinte,
conIirmada com a assinatura do recebedor da correspondência, ainda que este não seia o
representante legal do destinatario.

Súmula CARF Nº 10
O prazo decadencial para constituicão do credito tributario relativo ao lucro inIlacionario diIerido e
contado do periodo de apuracão de sua eIetiva realizacão ou do periodo em que, em Iace da
legislacão, deveria ter sido realizado, ainda que em percentuais minimos.

Súmula CARF Nº 11
Não se aplica a prescricão intercorrente no processo administrativo Iiscal.

Súmula CARF Nº 12
Constatada a omissão de rendimentos suieitos a incidência do imposto de renda na declaracão de
aiuste anual, e legitima a constituicão do credito tributario na pessoa Iisica do beneIiciario, ainda
que a Ionte pagadora não tenha procedido a respectiva retencão.

Súmula CARF Nº 13
Menor pobre que o suieito passivo crie e eduque pode ser considerado dependente na Declaracão do
Imposto de Renda da Pessoa Fisica, desde que o declarante detenha a guarda iudicial.

Súmula CARF Nº 14
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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OAB/SC 13.367
105
A simples apuracão de omissão de receita ou de rendimentos, por si so, não autoriza a qualiIicacão
da multa de oIicio, sendo necessaria a comprovacão do evidente intuito de Iraude do suieito
passivo.

Súmula CARF Nº 15
A base de calculo do PIS, prevista no artigo 6º da Lei Complementar Nº 7, de 1970, e o Iaturamento
do sexto mês anterior, sem correcão monetaria.

Súmula CARF Nº 16
O direito ao aproveitamento dos creditos de IPI decorrentes da aquisicão de materias-primas,
produtos intermediarios e material de embalagem utilizados na Iabricacão de produtos cuia saida
seia com isencão ou aliquota zero, nos termos do art. 11 da Lei nº 9.779, de 1999, alcanca,
exclusivamente, os insumos recebidos pelo estabelecimento do contribuinte a partir de 1º de ianeiro
de 1999.

Súmula CARF nº 17
Não cabe a exigência de multa de oIicio nos lancamentos eIetuados para prevenir a decadência,
quando a exigibilidade estiver suspensa na Iorma dos incisos IV ou V do art. 151 do CTN e a
suspensão do debito tenha ocorrido antes do inicio de qualquer procedimento de oIicio a ele
relativo.

Súmula CARF nº 18
A aquisicão de materias-primas, produtos intermediarios e material de embalagem tributados a
aliquota zero não gera credito de IPI.

Súmula CARF Nº 19
Não integram a base de calculo do credito presumido da Lei Nº 9.363, de 1996, as aquisicões de
combustiveis e energia eletrica uma vez que não são consumidos em contato direto com o produto,
não se enquadrando nos conceitos de materia-prima ou produto intermediario.

Súmula CARF Nº 20
Não ha direito aos creditos de IPI em relacão as aquisicões de insumos aplicados na Iabricacão de
produtos classiIicados na TIPI como NT.
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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106

Súmula CARF Nº 21
E nula, por vicio Iormal, a notiIicacão de lancamento que não contenha a identiIicacão da
autoridade que a expediu.

Súmula CARF Nº 22
E nulo o ato declaratorio de exclusão do Simples que se limite a consignar a existência de
pendências perante a Divida Ativa da União ou do INSS, sem a indicacão dos debitos inscritos cuia
exigibilidade não esteia suspensa.



Súmula CARF Nº 23
A autoridade administrativa pode rever o Valor da Terra Nua minimo (VTNm) que vier a ser
questionado pelo contribuinte do imposto sobre a propriedade territorial rural (ITR) relativo aos
exercicios de 1994 a 1996, mediante a apresentacão de laudo tecnico de avaliacão do imovel,
emitido por entidade de reconhecida capacidade tecnica ou por proIissional devidamente habilitado,
que se reporte a epoca do Iato gerador e demonstre, de Iorma inequivoca, a legitimidade da
alteracão pretendida, inclusive com a indicacão das Iontes pesquisadas.

Súmula CARF Nº 24
Não compete a Secretaria da Receita Federal do Brasil promover a restituicão de obrigacões da
Eletrobras nem sua compensacão com debitos tributarios.

Súmula CARF Nº 25
A presuncão legal de omissão de receita ou de rendimentos, por si so, não autoriza a qualiIicacão da
multa de oIicio, sendo necessaria a comprovacão de uma das hipoteses dos arts. 71, 72 e 73 da Lei
nº 4.502/64.

Súmula CARF Nº 26
A presuncão estabelecida no art. 42 da Lei nº 9.430/96 dispensa o Fisco de comprovar o consumo
da renda representada pelos depositos bancarios sem origem comprovada.
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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107

Súmula CARF Nº 27
E valido o lancamento Iormalizado por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil de iurisdicão
diversa da do domicilio tributario do suieito passivo.

Súmula CARF Nº 28
O CARF não e competente para se pronunciar sobre controversias reIerentes a Processo
Administrativo de Representacão Fiscal para Fins Penais.

Súmula CARF Nº 29
Todos os co-titulares da conta bancaria devem ser intimados para comprovar a origem dos depositos
nela eIetuados, na Iase que precede a lavratura do auto de inIracão com base na presuncão legal de
omissão de receitas ou rendimentos, sob pena de nulidade do lancamento.



Súmula CARF Nº 30
Na tributacão da omissão de rendimentos ou receitas caracterizada por depositos bancarios com
origem não comprovada, os depositos de um mês não servem para comprovar a origem de depositos
havidos em meses subsequentes.

Súmula CARF Nº 31
Descabe a cobranca de multa de oIicio isolada exigida sobre os valores de tributos recolhidos
extemporaneamente, sem o acrescimo da multa de mora, antes do inicio do procedimento Iiscal.

Súmula CARF Nº 32
A titularidade dos depositos bancarios pertence as pessoas indicadas nos dados cadastrais, salvo
quando comprovado com documentacão habil e idônea o uso da conta por terceiros.

Súmula CARF Nº 33
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108
A declaracão entregue apos o inicio do procedimento Iiscal não produz quaisquer eIeitos sobre o
lancamento de oIicio.

Súmula CARF Nº 34
Nos lancamentos em que se apura omissão de receita ou rendimentos, decorrente de depositos
bancarios de origem não comprovada, e cabivel a qualiIicacão da multa de oIicio, quando
constatada a movimentacão de recursos em contas bancarias de interpostas pessoas.

Súmula CARF Nº 35
O art. 11, § 3º, da Lei nº 9.311/96, com a redacão dada pela Lei nº 10.174/2001, que autoriza o uso
de inIormacões da CPMF para a constituicão do credito tributario de outros tributos, aplica-se
retroativamente.

Súmula CARF Nº 36
A inobservância do limite legal de trinta por cento para compensacão de preiuizos Iiscais ou bases
negativas da CSLL, quando comprovado pelo suieito passivo que o tributo que deixou de ser pago
em razão dessas compensacões o Ioi em periodo posterior, caracteriza postergacão do pagamento do
IRPJ ou da CSLL, o que implica em excluir da exigência a parcela paga posteriormente.




Súmula CARF Nº 37
Para Iins de deIerimento do Pedido de Revisão de Ordem de Incentivos Fiscais (PERC), a exigência
de comprovacão de regularidade Iiscal deve se ater ao periodo a que se reIerir a Declaracão de
Rendimentos da Pessoa Juridica na qual se deu a opcão pelo incentivo, admitindo-se a prova da
quitacão em qualquer momento do processo administrativo, nos termos do Decreto nº 70.235/72.

Súmula CARF Nº 38
O Iato gerador do Imposto sobre a Renda da Pessoa Fisica, relativo a omissão de rendimentos
apurada a partir de depositos bancarios de origem não comprovada, ocorre no dia 31 de dezembro
do ano-calendario.

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109
Súmula CARF Nº 39
Os valores recebidos pelos tecnicos residentes no Brasil a servico da ONU e suas Agências
Especializadas, com vinculo contratual, não são isentos do Imposto sobre a Renda da Pessoa Fisica.

Súmula CARF Nº 40
A apresentacão de recibo emitido por proIissional para o qual haia Sumula Administrativa de
Documentacão Tributariamente IneIicaz, desacompanhado de elementos de prova da eIetividade
dos servicos e do correspondente pagamento, impede a deducão a titulo de despesas medicas e
enseia a qualiIicacão da multa de oIicio.

Súmula CARF Nº 41
A não apresentacão do Ato Declaratorio Ambiental (ADA) emitido pelo IBAMA, ou orgão
conveniado, não pode motivar o lancamento de oIicio relativo a Iatos geradores ocorridos ate o
exercicio de 2000.

Súmula CARF Nº 42
Não incide o imposto sobre a renda das pessoas Iisicas sobre os valores recebidos a titulo de
indenizacão por desapropriacão.

Súmula CARF Nº 43
Os proventos de aposentadoria, reIorma ou reserva remunerada, motivadas por acidente em servico
e os percebidos por portador de molestia proIissional ou grave, ainda que contraida apos a
aposentadoria, reIorma ou reserva remunerada, são isentos do imposto de renda.



Súmula CARF Nº 44
Descabe a aplicacão da multa por Ialta ou atraso na entrega da Declaracão de Aiuste Anual do
Imposto de Renda das Pessoas Fisicas, quando o socio ou titular de pessoa iuridica inapta não se
enquadre nas demais hipoteses de obrigatoriedade de apresentacão dessa declaracão.
Súmula CARF Nº 45
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110
O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural não incide sobre areas alagadas para Iins de
constituicão de reservatorio de usinas hidroeletricas.

Base: Portaria CARF 106/2009 - Divulga os enunciados de sumulas aprovados nas sessões do
Pleno e das Turmas da CSRF realizados em 8.12.2009 e da outras providências.





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111
ACÄO 1UDICIAL X PROCESSO ADMINISTRATIVO

Competência de Constitucionalidade


CONTRIBUICÄO SOCIAL - Ex.: 1990 - INCONSTITUCIONALIDADE DE LEI Falece
competência ao Conselho de Contribuintes, orgão integrante do Poder Executivo, para apreciar a
constitucionalidade das leis, atribuicão exclusiva do Supremo Tribunal Federal. Recurso negado.
(Processo nº 11080.004838/91-84, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 03/06/98, Acordão nº 102-
43.071)

NORMAS PROCESSUAIS - ARGUICÄO DE INCONSTITUCIONALIDADE - ESFERA
ADMINISTRATIVA - IMPOSSIBILIDADE O processo administrativo não e sede adequada
para as discussões sobre ilegalidade ou inconstitucionalidade de norma ou de exigência tributaria,
posto que as declaracões em tal sentido, mesmo em carater incidental, são de competência exclusiva
do Poder Judiciario. Preliminar reieitada. ITR LANCAMENTO Quanto a IN-SRF 58/96, esta
Iixou o VTNm para o lancamento de 1996 e o que se discute e o lancamento de 1995. Recurso
negado. (Processo nº 19127.000401/90-73, Sessão de 14/03/00, Recorrente: Contribuinte, Acordão
nº 203-06.387 )

EX. 1992 - CSLL - IPC/BTNF - INCONSTITUCIONALIDADE DE ATOS NORMATIVOS
Falece competência ao Conselho para declaracão originaria de inconstitucionalidade de atos
normativos, ante o principio do plenario, prerrogativa esta outorgada pela Constituicão Federal ao
Poder Judiciario, eis que, em materia de direito administrativo, presumem-se constitucionais todas
as normas emanadas dos Poderes Legislativo e Executivo. Em sede administrativa somente e dado a
apreciacão de inconstitucionalidade ou ilegalidade apos a consagracão pelo plenario do STF (art.
97, 102, III, a` e b` da CF). Recurso improvido. (Processo nº 10850.000631/98-12, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 11/11/99, Acordão nº 105-13.013)

SIMPLES - ARGUICÄO DE INCONSTITUCIONALIDADE Este Colegiado Administrativo
não e competente para apreciar ou declarar a inconstitucionalidade de lei tributaria, competência
exclusiva do Poder Judiciario OPCÃO ConIorme dispõe o item XIII do artigo 9º da Lei nº
9.317/96, não podera optar pelo Simples a pessoa iuridica que preste servicos proIissionais de
proIessor ou assemelhados. Recurso negado. (Processo nº 10830.002432/99-40, Sessão de 11/5/00,
Acordão nº 202-12.174, Recorrente: Contribuinte)

Constituicão do Crédito Tributário para Evitar a Decadência

FINSOCIAL - CONSTITUICÄO DO CRÉDITO SUB 1UDICE. DEPÓSITOS
CONVERTIDOS EM RENDA O lancamento de oIicio eIetuado para prevenir a decadência do
credito tributario sub iudice, desde que mantenha suspensa sua exigibilidade, não Iere o
ordenamento iuridico patrio, não havendo, portanto, razão para o seu cancelamento. Os depositos
iudiciais convertidos em renda deverão ser utilizados para liquidar, na quantia correspondente, a
exigência. Recurso negado. (Processo nº 10630.000303/93-51, Sessão de 19/10/99, Acordão nº
203-05.970, Recorrente: Contribuinte)







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Decisão do Supremo Tribunal Federal

FINSOCIAL Não cabe reparo, por parte da autoridade administrativa, as sentencas iudiciais,
prolatadas em mandado de seguranca, ia transitadas em iulgado, tendo-se como devida a
exoneracão na parte que exceder a aliquota dos 0,5°. MULTA DE OFICIO E devida a exclusão
da exigência de multa de oIicio no seu valor total, conIorme o art. 63 da Lei 9.430/96 c/c o art. 106,
II, c` do CTN. TRD Cabe a exclusão da parcela de iuros calculados pela aplicacão da TRD no
periodo compreendido entre 04/02/91 e 29/07/91, conIorme art. 1ºda IN-SRF 32/97. Recurso de
oIicio a que se nega provimento. (Processo nº 10880.029076/91-96, Sessão de 13/03/00,
Recorrente: Contribuinte, Acordão nº 202-11.929, Recorrente: Delegacia Federal de Julgamento)

PIS/PATURAMENTO - INCONSTITUCIONALIDADE Reconhecida a inconstitucionalidade
do PIS exigido na Iorma dos Decretos-Leis nº 2.445 e 2.449/88 e suspensa a execucão de tais
normas por Resolucão do Senado da Republica (nº 49/95), nulo o auto de inIracão neles calcado.
Recurso provido. (Processo nº 10850.002064/95-22, Sessão de 18/08/99, Acordão nº 201-03.086,
Recorrente: Contribuinte)


Mesmo Objeto

NORMAS PROCESSUAIS - PROPOSITURA DE ACÄO 1UDICIAL A propositura de acão
iudicial somente preiudica o processo administrativo se ambos possuirem o mesmo obieto.
RECURSO VOLUNTÁRIO As decisões de carater Iormal das Delegacias de Julgamento são
suscetiveis de revisão por meio de recurso voluntario dirigido aos Conselhos de Contribuintes, por
não existir norma que vede o acesso a instância recursal nesses casos. ReIormada a decisão
recorrida terminativa, o processo devera retornar a instância a quo para proIerir nova decisão.
Recurso provido. (Processo nº 10783.006154/96-88, Sessão de 07/12/99, Acordão nº 203-06.159,
Recorrente: Contribuinte)

NORMAS PROCESSUAIS - PRELIMINAR Acão iudicial proposta pelo contribuinte contra a
Fazenda Nacional, antes ou apos o lancamento do credito tributario, com idêntico obieto, impõe a
renuncia, de modo deIinitivo, as instâncias administrativas de primeiro e segundo graus,
determinando o encerramento do processo Iiscal na via administrativa, sem apreciacão do merito.
Recurso não conhecido nesta parte. COFINS - DEPÓSITO 1UDICIAL - INCIDÊNCIA DE
MULTA MORATÓRIA Não cabera lancamento de multa de oIicio na constituicão do credito
tributario destinada a prevenir a decadência, relativo a tributos e contribuicões de competência da
União, cuia exigibilidade houver sido suspensa na Iorma do CTN. Recurso parcialmente provido na
materia não alcancada pela acão iudicial. (Processo nº 10680.002285/95-17, Sessão de 20/10/99,
Acordão nº 203-05.983, Recorrente: Contribuinte)


Prevalência da Decisão 1udicial sobre a Administrativa

ACÄO 1UDICIAL - CONCOMITANCIA COM PROCESSO ADMINISTRATIVO -
IMPOSSIBILIDADE A semelhanca de causa de pedir, expressada no Iundamento iuridico de
acão cautelar com Iundamento da exigência consubstanciada em lancamento impede o
prosseguimento do processo administrativo no tocante aos Iundamentos idênticos, prevalecendo a
solucão do litigio atraves da acão iudicial provocada. DiIerentemente, quando a materia obieto do
pedido e diversa, devera ser conhecida. JUROS DE MORA Os iuros de mora independem da
Iorma atraves de lancamento e serão devidos sempre que o principal Ior recolhido a destempo.
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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113
Recurso negado. (Processo nº 13888.000594/97-22, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 23/02/00,
Acordão nº 108-06.021)

FINSOCIAL 1 As questões postas ao conhecimento do Judiciario implicam em
impossibilidade de discutir o mesmo merito na instância administrativa, seia antes ou apos o
lancamento, posto que as decisões daquele Poder têm insitas os eIeitos da res iudicata. Todavia,
nada obsta que se conheca do recurso quanto a legalidade do lancamento em si, que não o merito
litigado no Judiciario. 2 Não subsiste a multa de oIicio cobrada se anteriormente ao lancamento o
contribuinte tenha aiuizado writ para discutir a materia obieto do lancamento (Lei 9.430/96, Art. 63,
e §§). Contudo, em relacão aos iuros moratorios, so são cabiveis se provado que o deposito Ioi
posterior ao prazo para pagamento do mesmo. Mas, em tal caso, a materia Iicara vinculada aos
termos da acão no mandado de seguranca. 3 Atraves da IN-SRF 032/97, reconheceu a
Administracão que a TRD não deve ser aplicada no periodo compreendido entre 04 de Ievereiro e
29 de iulho de 1991. Recurso voluntario parcialmente provido. (Processo nº 13805.010041/95-71,
Sessão de 14/09/99, Acordão nº 201-73.105, Recorrente: Contribuinte)

PROCESSO ADMINISTRATIVO-FISCAL Havendo decisão iudicial desIavoravel a
recorrente, quanto a materia dos autos, não ha como o Conselho de Contribuintes pronunciar-se a
respeito do litigio, devendo seguir o decidido na esIera iudicial, considerando a prevalência da
decisão iudicial sobre a administrativa. Negado provimento ao recurso. (Processo nº
13005.000219/96-35, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 26/01/00, Acordão nº 103-20.200)

NORMAS PROCESSUAIS - DECISÄO 1UDICIAL - DEFINITIVAMENTE Tendo
transitado em iulgado a decisão iudicial que tem idêntico obieto ao do processo administrativo, deve
a mesma, por sua deIinitividade, ser totalmente acatada pela autoridade administrativa. Recurso não
conhecido, por opcão pela via iudicial. (Processo nº 10930.001157/94-87, Sessão de 13/09/00,
Acordão nº 203-06.803, Recorrente: Contribuinte)

NORMAS PROCESSUAIS - MEDIDA 1UDICIAL A submissão de materia a tutela autônoma
e superior do Poder Judiciario, previa ou posteriormente ao lancamento, inibe o pronunciamento da
autoridade administrativa sobre o merito da incidência tributaria em litigio. Recurso não conhecido.
(Processo nº 10783.008661/97-28, Sessão de 23/02/2000, Acordão nº 202-11.851, Recorrente:
Contribuinte)


Renúncia ao PAF

NORMAS PROCESSUAIS - PROPOSITURA DE ACÄO 1UDICIAL - DESISTÊNCIA DA
INSTANCIA ADMINISTRATIVA A teor do que dispõe o art. 38, paragraIo unico, da Lei nº
6.830/80, a propositura de acão iudicial por parte do contribuinte importa em renuncia do poder de
recorrer na esIera administrativa. Para os eIeitos dessa norma iuridica, pouco importa se a acão
iudicial Ioi proposta antes ou depois da Iormalizacão do lancamento. Precedentes iurisprudenciais
do Superior Tribunal de Justica. Recurso não conhecido. (Processo nº 10980.012679/97-52, Sessão
de 12/04/2000, Acordão nº 203-06.516, Recorrente: Contribuinte)

PIS - 1) PROCESSSO ADMINISTRATIVO FISCAL - ACÄO 1UDICIAL E
ADMINISTRATIVA CONCOMITANTES - IMPOSSIBILIDADE. A busca da tutela
iurisdicional do Poder Judiciario, mediante ingresso de mandado de seguranca, importa renuncia ao
litigio administrativo e impede a apreciacão das razões de merito, por parte da autoridade
administrativa, tornando-se deIinitiva a exigência tributaria nesta esIera. 2) 1UROS DE MORA
Em lancamento eIetuado para evitar a decadência, não tem amparo a exigência de iuros de mora,
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quando ha deposito do valor integral. Recurso provido em parte. (Processo nº 10680.002158/98-34,
Sessão de 12/04/00, Acordão nº 202-11.991, Recorrente: Contribuinte)


RECURSO VOLUNTÁRIO - PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL A apresentacão de
acão iudicial anterior a acão Iiscal importa na renuncia de discutir a materia obieto da acão iudicial
na esIera administrativa, uma vez que as decisões iudiciais se sobrepõem as administrativas, sendo
analisados apenas os aspectos do lancamento não abrangidos pela liminar. Preliminar reieitada.
Recurso parcialmente conhecido e negado. (Processo nº 10735.000710/95-05, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 07/06/2000, Acordão nº 108-06.139)

IRPF - VIA 1UDICIAL A opcão do contribuinte pela via iudicial implica na renuncia a
instância administrativa, sendo deIinitivo o lancamento. Recurso não conhecido. (Processo nº
10805.000023/96-09, Recorrente: Antônio Carlos dos Santos, Sessão de 23/02/00, Acordão nº 102-
44.134)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL A discussão da mesma materia iuridica iunto ao
Poder Judiciario, mesmo anterior a acão Iiscal, importa na renuncia de discutir a materia obieto da
acão iudicial na esIera administrativa, uma vez que as decisões iudiciais se sobrepõem as
administrativas, sendo analisados apenas os aspectos do lancamento não abrangidos pela acão
iudicial.

COMPENSACÄO DA BASE DE CÁLCULO NEGATIVA DA CONTRIBUICÄO SOCIAL -
LIMITACÄO A partir da vigência das disposicões do art. 42 da Lei nº 8.981/95, a compensacão
da base de calculo negativa da Contribuicão Social esta limitada a 30° da base de calculo da
contribuicão do periodo. Preliminar reieitada e negado provimento ao recurso. (Processo nº
10980.002575/98-10, Recurso nº 120.118, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/11/99, Acordão
nº 103-20.151)


ADMISSIBILIDADE DOS RECURSOS

NÄO será exigido Depósito de 30º para Garantia

ATO DECLARATÓRIO INTERPRETATIVO RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB Nº
9 DE 05.06.2007

D.O.U.: 06.06.2007
Dispõe sobre a inexigibilidade do arrolamento de bens e direitos como condicão para seguimento do
recurso voluntario.
O SECRETARIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, SUBSTITUTO, no uso da atribuicão
que lhe conIere o inciso III do art. 224 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal
Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 95, de 30 de abril de 2007, e tendo em vista o disposto no art.
1º, § 1º do Decreto nº 2.346, de 10 de outubro de 1997, e que na Acão Direta de
Inconstitucionalidade nº 1976 o Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional o disposto no
art. 32 da Lei nº 10.522, de 19 de iulho de 2002, que deu nova redacão ao art. 33, § 2º do Decreto nº
70.235, de 6 de marco de 1972, declara:
Art. 1º Não será exigido o arrolamento de bens e direitos como condicão para seguimento do
recurso voluntário.

Art. 2º A autoridade administrativa de jurisdicão do domicílio tributário do sujeito passivo
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providenciará o cancelamento. perante os respectivos órgãos de registro. dos arrolamentos já
efetuados.
CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO




Intempestividade

ICMS - RECURSO ORDINÁRIO INTERPOSTO FORA DO PRAZO LEGAL. Em tal
circunstância deixa-se de conhecer do apelo por absoluto impedimento. Preliminar da
Representacão da Fazenda de não conhecimento do recurso acolhida por unanimidade. (Processo
6.242.952-6, Acordão 921/2003, 1
a
. Câmara, Relator: Ademir Furlanetto)

IMPUGNACÄO INTEMPESTIVA A impugnacão apresentada Iora do prazo, alem de não
instaurar a Iase litigiosa do processo, acarreta a preclusão processual, o que impede o iulgador, de
primeiro ou de segundo grau, de conhecer as razões de deIesa, mesmo que o lancamento padeca de
vicio que o torne nulo. Não obstante, nada impede que a autoridade lancadora determine, de oIicio,
o cancelamento de exigência Iundada em lancamento que entenda eivado de nulidade, mormente
apos a edicão da Instrucão Normativa nº 54/97. Recurso provido. (Processo nº 13710.000438/94-03,
Materia: IRPF, Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão de 06/12/99, Acordão CSRF nº 01-02.825)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - PRAZOS - PEREMPCÄO Não se toma
conhecimento do recurso apresentado, apos o prazo regulamentar, estabelecido pelo art. 33 do
Decreto nº 70.235, de 06 de marco de 1972. Recurso não conhecido, por perempto. (Processo nº
13116.000098/95-39, Sessão de 15/09/99, Acordão nº 202-11.526, Recorrente: Contribuinte)

NOTIFICACÄO POR PROCESSO ELETRÔNICO - PRAZO PRÉ-ESTABELECIDO
PARA IMPUGNACÄO - TEMPESTIVIDADE Existindo duvida quanto ao prazo de
impugnacão, em virtude de estar consignado em campo proprio data de vencimento da obrigacão, e
esta seia posterior ao prazo impugnatorio de 30 dias da ciência, prevalece, para todos os eIeitos, a
data de vencimento, mesmo que se Iaca constar prazo diIerente para impugnacão.

NORMAS PROCESSUAIS - PEREMPCÄO não se conhece do Recurso Voluntario, quando
interposto apos o transcurso do prazo estabelecido no art. 33 do Decreto 70.235/72. Recurso não
conhecido. (Processo nº 13739.000713/90-66, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 07/12/99)

NORMAS PROCESSUAIS - IMPUGNACÄO INTEMPESTIVA Não se conhece do recurso
quando não instaurado o litigio. Recurso não conhecido. (Processo nº 10726.000584/98-04,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 21/10/99, Acordão nº 106-11.020)

IRPF - PEREMPCÄO O prazo para apresentacão de recurso voluntario ao Conselho de
Contribuintes e de trinta dias a contar da ciência da decisão de primeira instância.

INTIMACÄO E valida a ciência na data do recebimento no endereco da empresa do contribuinte
quando se mostraram inIrutiIeras tentativas de entrega na residência que estava Iechada. Sendo o
contribuinte pessoa conhecida, os correios entregaram a correspondência na sede da empresa a
esposa do cidadão, sendo portanto improcedente a alegacão de tempestividade do recurso por ter
sido a intimacão entregue em endereco diverso do eleito na declaracão. (Processo nº
10215.0003709/97-54, Materia: IRPF, Exercicio 1993, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
17/08/00, Acordão nº 102-44.361)

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RECURSO VOLUNTÁRIO - INTIMACÄO POR EDITAL - PRAZO PARA A
PROTOCOLIZACÄO Considera-se Iormalizado a destempo o recurso voluntario que ataca
decisão recorrida apos o percurso do prazo de 30 dias do respectivo edital de intimacão da r.
decisão recorrida naquela hipotese em que o contribuinte não e encontrado dentro da Iorma habitual
para recepcionar a maniIestacão da Autoridade Julgadora. Recurso não conhecido. (Processo nº
13706.003867/94-11, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 12/07/99, Acordão CSRF nº 01-02.721)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - RETIFICACÄO DE ACÓRDÄO -
TEMPESTIVIDADE - CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA O termo inicial para
contagem do prazo para interposicão do recurso a decisão de primeira instância, e a data em que o
suieito passivo desta tomou ciência, em todos os seus termos, de Iorma a permitir o pleno exercicio
do direito de deIesa. A ausência de apreciacão, pelo iulgador singular, de todos os argumentos
apresentados pela deIesa, aliada a iuntada adicional de provas, pelo Iisco, durante a Iase
impugnatoria, sem a competente devolucão do prazo para impugnacão, constitui pretericão do
direito de deIesa e determina a declaracão de nulidade da decisão de primeiro grau, a teor do
disposto no artigo 59, inciso II, do Decreto 70.235/72. Recurso conhecido. Decisão de primeiro
grau anulada. (Processo nº 13705.000775/91-64, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 06/07/00,
Acordão nº 105-13.197)


Pedido de Reconsideracão

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - PEDIDO DE RECONSIDERACÄO 1Á
ABOLIDO PELO DECRETO Nº 75.445/75 - MANDADO DE SEGURANCA Acolhe-se o
pedido de reconsideracão em cumprimento de decisão iudicial. IndeIerido o apelo, todavia, se Iatos
novos, capazes de alterar a decisão anterior, não são trazidos ao processo. Recurso improvido.
(Processo nº 13738.000121/84-94, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 15/04/99/97, Acordão nº
101-92.651)


Perda do Objeto

IRPF - FALTA DE OB1ETO - Não cabe apreciacão de recurso, uma vez que ia Ioi realizado
parcelamento do debito tributario iunto a Receita Federal. Entende-se que a autoridade Iiscal ao
realizar o parcelamento ia incluiu iunto ao debito principal os encargos moratorios. Recurso não
conhecido. (Processo nº 11070.l001768/97-81, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/06/99,
Acordão nº 102-43.793)

PIS - DECRETOS-LEIS Nº 2.445 E 2.449/88 Decisão iudicial transitada em iulgado, Iavoravel
ao contribuinte, implica no cancelamento do auto de inIracão com o mesmo obieto. Recurso de
oIicio negado. (Processo nº 13805.007919/94-73, Sessão de 25/01/00, Acordão nº 202-11.772,
Recorrente: Delegacia Federal de Julgamento)

FALTA DE OB1ETO AO RECURSO O pagamento integral do credito tributario, mantido pela
autoridade iulgadora de primeira instância, extingue a Iase litigiosa do procedimento, por
conseqüência o recurso apresentado perde o obieto. Recurso não conhecido. (Processo nº
10070.001941/93-17, Recorrente: Contribuinte, Secão de 23/02/00, Acordão nº 106-11.159)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - RECURSO NÄO CONHECIDO A extincão
do credito tributario, pelo pagamento, e incompativel com o ato de recorrer e inibe a atuacão deste
Conselho. Não existe mais o lancamento sobre qual este colegiado deve exercer controle de
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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legalidade. Recurso não conhecido. (Processo nº 10880.014780/95-03, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 24/02/00, Acordão nº 106-11.164)

NORMAS PROCESSUAIS - PARCELAMENTO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO APÓS A
INTERPOSICÄO DE RECURSO A decisão do contribuinte, apos a interposicão do recurso, de
reconhecer o credito tributario mediante o parcelamento do valor exigido, representa a desistência
do litigio, tornando o recurso voluntario carente de obieto. Recurso não conhecido. (Processo nº
10930.002281/96-11, Sessão de 06/07/99, Acordão nº 201-72.925, Recorrente: Contribuinte)


Recurso Hierárquico

CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO E ADMINISTRATIVO - MANDADO DE
SEGURANCA - ato de secretario de Estado processo administrativo Iiscal decisão por maioria
do conselho de contribuintes recurso exclusivo do representante da Iazenda previsão legal
alegacão de violacão aos principios da isonomia processual, do devido processo legal e da ampla
deIesa legalidade do ato impugnado recurso ordinario improvimento. I Na especie, tem
respaldo na legislacão de regência, o recurso administrativo exclusivo interposto pelo Representante
da Fazenda contra decisão do conselho de contribuintes, quando a decisão e de câmara ou acordada
por menos de / (três quartos) do Conselho Pleno, desIavoravel a Fazenda, Ior divida ativa e deixar
de determina-la, desde que Iindo o procedimento administrativo (artigo 266, inciso II do Decreto-lei
n.º 5/75) II Compete ao Secretario de Estado da Fazenda iulgar, em instância especial, os recursos
de decisão do Conselho de Contribuintes, interpostos pelo Representante da Fazenda (artigo 124 do
Decreto n.º 2.473/79) III Não ha como caracterizar pela via do mandamus, no caso, violacão aos
principios da isonomia processual, do devido processo legal e da ampla deIesa. IV Recurso
improvido. (STJ 1
a
. T RO em MS 2000/0040290-7 Rel. Min. Garcia Vieira DJ 22/10/2001,
pg. 266)


Recurso Especial

RECURSO DE DIVERGÊNCIA Não se conhece do recurso, quando não caracterizada a
divergência do iulgado. Recurso não conhecido. (Processo nº 13973.000096/96-94, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 10/05/99, Acordão CSRF nº 01-02.688)

RECURSO ESPECIAL - PRESSUPOSTO DE ADMISSIBILIDADE EM CASO DE
DIVERGÊNCIA. A admissibilidade do recurso especial em Iace de divergência entre o acordão
recorrido e dado paradigma havera de ser sustentado em diversidade de criterio de iulgamento de tal
maneira que a diIerenciacão da materia Iatica enseiando conclusões opostas entre um e outro não
traduz possibilidade de conhecimento do apelo, conIorme orientacões iurisprudenciais em sentido
contrario. Recurso não conhecido. (Processo nº 10850.000349/92-59, Sessão de 12/07/99, Acordão
CSRF nº 01-02.705).

RECURSO ESPECIAL - PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE - O recurso especial
previsto no art. 32, I do Regimento Interno dos Conselhos de Contribuintes, aprovado pela Portaria
Ministerial nº 55, de 06 de marco de 1998, tem por pressuposto decisão não unânime que contrarie a
lei e a evidência de prova, cabendo a Procuradoria da Fazenda Nacional demonstrar,
Iundamentadamente, a ocorrência desses Iatos, obietivando sua admissão na instância especial.
Recurso especial não conhecido. (Processo nº 10140.001461/96-29, Recorrente: Fazenda Nacional,
Sessão de 12/07/99, Acordão CSRF nº 01-02.722).


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PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - ADMISSIBILIDADE DE RECURSO
ESPECIAL A norma disciplinadora de admissibilidade do recurso especial contra decisão não
unânime, quando contraria a lei ou a evidência de prova, de interposicão privativa do Procurador da
Fazenda Nacional, não estabelece que deva ser demonstrada divergência entre iulgados como
condicão ao seu seguimento a Câmara Superior de Recursos Fiscais.

IRPJ Exercicios de 1986 a 1990 LANCAMENTO DECADÊNCIA Inicia-se a contagem do
prazo decadencial de cinco anos, para o Fisco eIetuar o lancamento suplementar, na data do
lancamento primitivo, o qual considera-se deIinitivamente constituido no ato da entrega da
declaracão anual de rendimentos. Preliminares reieitadas. Recurso provido. (Processo nº
10768.019497/91-03, Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão de 10/05/99, Acordão CSRF nº 01-
02.675)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - RECURSO ESPECIAL DE DIVERGÊNCIA -
DISSIDIO 1URISPRUDENCIAL - OCORRÊNCIA - NECESSIDADE DE
COMPROVACÄO A peticão devera demonstrar Iundamentadamente a divergência argüida e
indicar decisão divergente, comprovando-a mediante a apresentacão de copia autenticada de seu
inteiro teor ou de copia da publicacão em que tenha sido divulgada, ou mediante copias de
publicacões de ate duas ementas (Art. 31, § 1º do Regimento Interno do Primeiro Conselho de
Contribuintes, aprovado pela Portaria Ministerial nº 537/92). Recurso não conhecido. (Processo nº
10850.001048/92-98, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 13/03/00, Acordão CSRF nº 01-02.855)

RECURSO ESPECIAL - PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE O recurso especial
previsto no artigo 30, I do Regimento Interno do Primeiro Conselho de Contribuintes, baixado pela
Portaria MEFP nº 537, de 17/07/92, tem por pressuposto decisão não unânime que contrarie a lei ou
evidência de prova, cabendo a Procuradoria da Fazenda Nacional demonstrar a ocorrência desses
Iatos para que o recurso possa ser admitido na via estreita da instância especial.

DECORRÊNCIA O não conhecimento do recurso especial, no processo matriz, por Ialta de
preenchimento dos pressupostos para sua admissibilidade, acarreta o mesmo destino em relacão ao
recurso apresentado no processo decorrencial, baseado nos mesmos Iundamentos do recurso
interposto no processo principal. Recurso não conhecido. (Processo nº 10665.000127/93-78,
Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão de 10/07/00, Acordão CSRF nº 01-03.014)


PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - RECURSO ESPECIAL DE DIVERGÊNCIA.
Não de conhece do recurso especial quando o contribuinte não logra comprovar
Iundamentadamente o dissidio iurisprudencial. Recurso não conhecido. (Processo nº
10980.008212/93-66, Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão de 11/07/00, Acordão CSRF nº 01.03-
054)

RECURSO ESPECIAL DE DIVERGÊNCIA - ADMISSIBILIDADE Para que se caracterize
a divergência iurisprudencial a que se reIere o inciso II do art. 30 da Portaria nº 537/92, e necessario
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que se demonstre contradicão com decisão de outra Câmara deste Conselho. Recurso não
conhecido. (Processo nº 10945.003058/94-16, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 16/08/99,
Acordão CSRF nº02-0.820)

RECURSO ESPECIAL - PREQUESTIONAMENTO - CONHECIMENTO Não se conhece
de recurso especial no que diz respeito a materia não prequestionada. Recurso especial não
conhecido. (Processo nº 11080.001052/92-13, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 12/07/99,
Acordão CSRF nº 01-02.717)

RECURSO ESPECIAL - REQUISITO DE ADMISSIBILIDADE Somente e cabivel a
interposicão de recurso especial, no caso de iulgamento contrario a lei ou a evidência de prova, de
decisão não unânime de Câmara de Conselho de Contribuintes. Não se conhece de recuso especial
interposto pela Fazenda Nacional quando não preenchido o pressuposto para sua admissibilidade.
Recurso não conhecido. (Processo nº 10880.022468/89-73, Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão
de 08/05/00, Acordão CSRF nº 01-02.911)


Requisitos dos Artigos 15. 16 e 33 do Decreto 70.235/72

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - RECURSO VOLUNTÁRIO Interposicão sem
os requisitos minimos necessarios ao desenvolvimento valido do apelo (art. 15, 16 e 33, do Decreto
nº 70.235/72). Ausência de declinacão da parte que se recorre, da decisão singular, e pedido
estranho a materia em exame. Recurso não conhecido. (Processo nº 10540.001936/96-74, Sessão de
02/06/98, Acordão nº 203-04.551, Recorrente: Contribuinte)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - RECURSO INEPTO A parte não pode deixar
de atender os requisitos minimos insertos nas normas processuais, mesmo quando se trate de
recurso interposto em processo presidido pelo principio da inIormalidade. No Processo
Administrativo Fiscal, regulado pelo Decreto 70.235/72, tanto a impugnacão quanto o recurso
voluntario hão de atender os requisitos enumerados os artigo 16 e 33. Do contrario, opera-se a
inepcia. Recurso não conhecido.
(Processo nº 10925.004343/96-81, Sessão de 08/12/99, Acordão nº 203-06.172, Recorrente:
Contribuinte)


Recurso de Ofício

ICMS - TRANSPORTE DE MERCADORIAS DESACOMPANHADAS DA
DOCUMENTACÄO FISCAL REGULAMENTAR. ILICITO TRIBUTÁRIO NÄO
MATERIALIZADO. Estando comprovado que a nota Iiscal correspondente aos tributos e que os
acompanhava tinha destino certo, ia que havia ocorrido apenas mudanca de endereco da destinataria
com previa comunicacão ao Fisco, conIorme restou demonstrado, mantem-se a decisão singular que
cancelou o lancamento do imposto e da multa do artigo 55, par. 1
o
., inciso VI, aliena a`, da Lei n.º
11.580/96. recurso de oIicio não provido por unanimidade. (Processo 6.868.403-8, Acordão
937/2003, 1
a
. Câmara).
NORMAS PROCESSUAIS - RECURSO DE OFICIO Nos termos do artigo 34, I, do Decreto
70.235/72, c/c a Portaria MF nº 333, de 11/12/97, os Delegados de Julgamentos da Receita Federal
recorrerão de oIicio sempre que a decisão exonerar o suieito passivo do pagamento de tributo e
encargos de multa de valor total (lancamento principal e decorrentes) superior a R$ 500.000,00
(quinhentos mil reais). Como, no caso, o valor exonerado e inIerior, a decisão de primeira instância
e deIinitiva, nos termos do art. 42, paragraIo unico, do Decreto 70.235/72, não cabendo recurso de
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oIicio. Recurso de oIicio não conhecido. (Processo nº 10108.000509/95-14, Sessão de 18/08/99,
Acordão nº 201-73.091, Recorrente: Delegacia de Julgamento).

ICMS - FALTA DE REGISTRO DE NOTA FISCAL NO LIVRO DE ENTRADA.
SUPOSICÄO. Comprovando o registro da nota Iiscal no livro de entrada, mantem-se a decisão
singular que cancelou o Ieito. Recurso de oIicio não provido por unanimidade. (Acordão nº
880/2003 1ª Câmara).




Supressão de Instância

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - DUPLO GRAU DE 1URISDICÄO Inexistindo
decisão de primeira instância, deixa-se de tomar conhecimento do recurso. Recurso não conhecido
por Ialta de obieto. (Processo nº 10183.000694/96-62, Sessão de 20/10/99, Acordão nº 203-05.982,
Recorrente: Contribuinte).


Reformatio in pejus

'A cominacão prevista na (...), e reservada aos casos de simples atraso de pagamento do imposto
em operacões regularmente registradas. No caso dos autos, porem, trata-se de ocultacão de
operacões. E, pois, caso de sonegacão capitulavel na (...). A correcão, nesta Iase do processo,
implicaria em reIormatio in peius`. Por outro lado, não se tratando de ciIra elevada, a economia
processual não iustiIicaria a anulacão do processo para retiIicacão do auto.¨ (Proc. DRT n.º 3
2270/78, Rel. Antônio Pinto da Silva, 1a. C do TIT / SP, publ. Boletim TIT n.º 97, em 09.02.80).


APLICACÄO DO ART.142 AO PAF/SRF

COOPERATIVAS - LANCAMENTO - RESULTADO DE APLICACÔES FINANCEIRAS
Cumpre a autoridade administrativa na atividade de lancamento determinar com precisão a base de
calculo da contribuicão, Iace ao disposto no art. 142, do Codigo Tributario Nacional, não podendo,
portanto, prosperar a exigência que, em desacordo com a iurisprudência da Câmara Superior de
Recursos Fiscais, lanca a contribuicão sobre o resultado liquido da cooperativa, ao inves de Iazê-lo
sobre os resultados na atividade Iinanceira desenvolvida com não cooperados. Recurso improvido.
(Processo nº 13830.000340/93-18, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 12/07/99, Acordão CSRF nº
01-02.719)

NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO - CONSTITUICÄO DO CRÉDITO
TRIBUTÁRIO - LANCAMENTO Compete privativamente a autoridade administrativa
constituir o credito tributario pelo lancamento, assim entendido o procedimento administrativo
tendente a veriIicar a ocorrência do Iato gerador da obrigacão correspondente, determinar a materia
tributavel, calcular o montante de tributo devido, identiIicar o suieito passivo e, sendo caso, propor
a aplicacão da penalidade cabivel (art. 142 do CTN). A notiIicacão de lancamento sera expedida
pelo orgão que administra o tributo e contera obrigatoriamente a qualiIicacão do autuado; o valor do
credito tributario e o prazo para recolhimento ou impugnacão; a disposicão legal inIringida, se Ior o
caso; a assinatura do cheIe do orgão expedidor ou de outro servidor autorizado e a indicacão de seu
cargo ou Iuncão e o numero de matricula (art. 11 do Decreto 70.235/72).

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RECURSO ADMINISTRATIVO FISCAL Nula a decisão de primeira instância administrativa
que não contempla em exame todos os elementos processuais e Iaz coisa iulgada quanto ausente
regular, necessario e indispensavel ato de lancamento. Decisão nula.
(Processo nº 13820.000073/96-79, Recorrente: Delegacia de Julgamento).

IRP1 - COMPENSACÄO DE PRE1UIZOS FISCAIS Comprovada a existência de preiuizos
Iiscais, a vista da declaracão retiIicadora entregue antes da acão Iiscal, improcedente o lancamento
Iundado na declaracão original. Recurso improvido. (Processo nº 10435.000437/98-92, Recurso nº
123.349, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 10/11/00, Acordão nº 103-20.449).



PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL Ilegitimidade do suieito passivo que não consta da
notiIicacão do lancamento impugnado e que nem Ioi intimado para o pagamento ou deIesa da
exigência. Recurso não conhecido. (Processo nº 13842.000349/96-42, Sessão de 11/11/99, Acordão
nº 203-06.113, Recorrente: Contribuinte).

NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE DO LANCAMENTO E nula a exigência Iiscal
constituida atraves de lancamento que não atenda as determinacões previstas nos artigos 142 do
CTN e 11 do Decreto nº 70.235/72. Recurso de oIicio negado. (Processo nº 13986.000061/96-42,
Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 21/10/99, Acordão nº 106-11.017).

NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO - PROCESSO ADMINISTRATIVO
FISCAL - NULIDADE E nula a notiIicacão de lancamento que não preencha todos os requisitos
Iormais indispensaveis, previsto nos incisos I a IV e § unico do art. 11 do Decreto nº 70.235/72.
(Proc. nº 10845.005036/92-01, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 13/09/99, Acordão CSRF nº 01-
02.750)

IRP1 - NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO A atividade de lancamento e
plenamente vinculada, cabendo ao autuante comprovar que a situacão concreta corresponde a
hipotese legal que deIine a inIracão imputada ao suieito passivo, principalmente quando se trata de
omissão de receitas. A autoridade Iiscal deve identiIicar com seguranca o dispositivo legal
inIringido e a materia dimensivel, pressupostos Iundamentais para validade do lancamento do
credito tributario. Não o Iazendo, impõe-se o cancelamento do lancamento de oIicio.

CSLL - IRRF - LANCAMENTOS REFLEXOS Julgado improcedente o lancamento principal
(IRPJ) igual sorte colhe os lancamentos ditos decorrentes, Iace ao nexo de causa e eIeito que os
vincula. Recurso provido. (Processo nº 10768.015007/97-78, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
11/04/00, Acordão nº 103-20.260).

ICMS - VENDAS NÄO REGISTRADAS - LEVANTAMENTO IMPRECISO. A presuncão de
vendas não registradas requer provas concretas e inequivocas para caracterizar a sonegacão. E
preciso que o Iato gerador do tributo tenha contornos perIeitamente nitidos e individuados (art. 142
do CTN), a Ialta destes inquina o cancelamento da decisão singular que dispensou o imposto e
adequou a penalidade para a prevista na Lei 8.933/89, Art. 66, § 1º, inc. IV, alinea a`. Preliminar
argüida pelo suieito reieitada sem divergência. Recursos de oIicio e voluntario conhecidos. O
primeiro não provido a unanimidade e o segundo provido por maioria. (Processo nº 6.085.465-3 /
PR, Recorrentes: Contribuinte e Secretaria da Fazenda, Sessão de 17/12/97, Acordão nº 1.482/97).

ICMS - FALTA DE PAGAMENTO DO IMPOSTO. Não identiIicada, com precisão, a
verdadeira origem do credito tributario, improcede a medida por inobservância do disposto no art.
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142 do CTN. Recurso ordinario provido. Decisão unânime. (Processo nº 6.126.694-1 / PR,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 10/06/99, Acordão nº 0513/99).

ICMS - NULIDADE DA MEDIDA FISCAL. A Ialta de clareza e precisão no lancamento
acarreta sua nulidade. Recurso ordinario conhecido. Preliminar de nulidade acolhida sem
divergência. (Processo nº 6.002.103-1 / PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 24/05/99, Acordão
nº 0470/99 3ª Câmara).







DECISÄO DO PROCESSO MATRIZ

CONTRIBUICÄO PARA O FINSOCIAL - DECORRÊNCIA Se dois ou mais lancamentos
repousam no mesmo suporte Iatico, a decisão de merito proIerida num neles deve ser estendida aos
demais, guardando, assim, uniIormidade nos iulgados. Recurso parcialmente provido. (Processo nº
10880.012231/97-76, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 17/03/00, Acordão nº 101-93.021).

NULIDADE - DECORRÊNCIA Em se tratando de processo administrativo, a anulacão pelo
Conselho de Contribuintes da decisão de primeira instância proIerida no processo matriz acarreta
igual destino a decisão dada no processo reIlexo. (Processo nº 10880.023674/93-87, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 12/05/99, Acordão nº 107-05.809).

IRPF - DECORRÊNCIA O decidido no iulgamento do processo matriz do imposto de renda
pessoa iuridica, Iaz coisa iulgada no processo decorrente, no mesmo grau de iurisdicão, ante a
intima relacão de causa e eIeito entre eles existente. Recurso parcialmente provido. (Processo nº
10435.000011/95-78, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/11/99, Acordão nº 108-05.936).

CONTRIBUICÄO SOCIAL - DECORRÊNCIA Tratando-se de lancamento reIlexivo, a
decisão proIerida no processo matriz se aplica ao iulgamento do processo decorrente, dada a intima
relacão de causa e eIeito que vincula um ao outro. Recurso conhecido e provido. (Processo nº
13709.001820/92-76, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 08/05/00, Acordão nº 01-02.920).

AUTOS DE INFRACÄO LAVRADOS EM PROCEDIMENTO DECORRENTE DE
FISCALIZACÄO DA ÁREA DO IPI. O Iato descrito (notas Iiscais não contabilizadas) tem eIeito
autônomo na apuracão de tributos e contribuicões em cuia base de calculo o Iaturamento da
empresa inIluencie, independentemente da caracterizacão de inIracão relativa a legislacão do IPI.
IRP1 - OMISSÄO DE RECEITA Notas Iiscais não escrituradas obtidas iuntamente a clientes,
constituem meio de prova a caracterizar omissão de receitas.
IRP1-IRRF-CSLL Sobre o valor da receita omitida incidem o Imposto de Renda Pessoa Juridica,
o Imposto de Renda na Fonte, e a Contribuicão Social sobre o Lucro. Recurso improvido. (Processo
nº 10820.000376/99-09, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 16/08/00, Acordão nº 101-93.148).

EMBARGOS DE DECLARACÄO

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL Sempre que ocorrer omissão em iulgamento
regularmente procedido, no acordão ou na parte expositiva do voto, e de se proceder a novo
iulgamento visando suprir a omissão. O acolhimento dos embargos declaratorios, outrossim, limita
a apreciacão aos itens nele constantes, visando exclusivamente sanar as omissões ou Ialhas.
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RERRATIFICACÄO DO ACÓRDÄO RECORRIDO No caso Ioi procedida retiIicacão para
apreciar a exigência decorrente relativa ao imposto de renda na Ionte (imposto sobre o lucro liquido
ILL), com provimento baseado na inaplicabilidade dos art. 35 da Lei 7.714/88 e ratiIicacão quanto
aos demais itens constantes do iulgamento. Foi ratiIicado o Acordão nº 105-12.417, de 03 de iunho
de 1988. Recurso provido. (Processo nº 10980.014549/92-11, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
15/03/00, Acordão nº 105-13.129).

PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO - RETIFICACÄO DE ACÓRDÄO -
PRESSUPOSTOS As obscuridades, duvidas, omissões ou contradicões contidas no acordão
podem ser saneadas atraves de embargos de declaracão, previstos no art. 27 do Regimento Interno
do Conselho de Contribuintes.

PIS Cancela-se os autos de inIracão do PIS lavrados com base nos Decretos 2.445 e 2.449, ambos
de 1988, atingidos pelo incidente de inconstitucionalidade.
FINSOCIAL Em virtude da relacão da causa e eIeito entre o lancamento principal do IRP1 e o
do Finsocial, deve ser exonerada a exigência desta contribuicão relativa ao ano de 1992.
Embargos de Declaracão acolhidos. (Processo nº 10183.001213/94-56, Recorrente: Delegacia de
Julgamento, Sessão de 12/07/00, Acordão nº 108-06.154).

NORMAS PROCESSUAIS - EMBARGOS DE DECLARACÄO - RERRATIFICACÄO DE
ACÓRDÄO Constatado no Acordão nº 107-03.165 divergência em relacão ao periodo
Iiscalizado, procedem os embargos de declaracão propostos. (Processo nº 10280.002200/91-62,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 13/07/00, Acordão nº 107.06-020).

IRPF - ERRO MATERIAL Reconhecida a ocorrência de obscuridade, duvida ou erro material
em Acordão, impõe-se a sua correcão, como imperativo da boa aplicacão da legislacão tributaria.
(Processo nº 11060.001682/95-04, Sessão de 08/12/99, Acordão nº 102-44.017)

PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO - RETIFICACÄO DE ACÓRDÄO -
PRESSUPOSTOS As obscuridades, duvidas, omissões ou contradicões contidas no acordão
podem ser sanadas atraves de Embargos de Declaracão, previstos no art. 27 do Regimento Interno
do Conselho de Contribuintes, constante da Portaria MF nº 55/98.
(Processo nº 13924.000149/96-61, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 22/02/00,
Acordão nº 108-06.001).


MATÉRIA PRECLUSA

IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE - PRECLUSÄO Diligência não argüida na
impugnacão, quando se estabelece o litigio, e vem a ser demandada apenas na peticão recursal,
constitui materia preclusa da qual não toma conhecimento em respeito ao duplo grau de iurisdicão a
que esta submetido o Processo Administrativo Fiscal. Recurso negado. (Processo nº
13707.002985/92-85, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 07/12/99, Acordão nº 106-11.068).

IRP1 - 1988 - AUSÊNCIA DE ALEGACÔES DE MÉRITO Limitando-se o contribuinte a
alegar a decadência do IRPJ, e sendo esta aIastada por Iorca de acordão da Egregia CSRF, e de ser
mantida a tributacão. Recurso negado. (Processo nº 10835.000340/94-99, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 16/08/00, Acordão nº 108-06.194).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - MATÉRIA PRECLUSA - FALTA DE
OB1ETO Se o contribuinte expressamente concorda com as conclusões contidas na decisão de 1º
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

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grau, se limitando a requerer, na 2ª instância, a compensacão do debito com pretensos creditos
resultantes de retencão de imposto de renda na Ionte em periodos-bases anteriores ao do lancamento
de oIicio, sem que o tivesse Ieito na instância inIerior, não se conhece do recurso voluntario
interposto, por absoluta Ialta de obieto. Recurso não conhecido. (Processo nº 10183.000698/98-85,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 13/09/00, Acordão nº 105-13.282).
IRPF - EXERCICIOS 1993 e 1994 - PRECLUSÄO A Ialta de questionamento de itens de
lancamento, ou a sua contestacão generica, sem Iormulacão de argumentos ou apresentacão de
provas, ocasiona a deIinitividade da exigência. O iulgamento deve cingir-se aos estritos limites do
peticionado.
APLICACÄO DE PENALIDADES Ocorrendo lancamento ex oIIicio, incabivel a aplicacão de
multa por atraso na entrega de Declaracão de Rendimentos. Recurso parcialmente provido.
(Processo nº 10935.002113/95-79, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 10/12/99, Acordão nº 102-
43.532).

IRP1 - MATÉRIA PRECLUSA A materia não questionada na Iase preliminar do processo
administrativo não pode ser analisada na segunda instância. Recurso negado. (Processo nº
13147.000023/05-45, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 25/09/98, Acordão nº 102-43.369).

PIS - IMPUGNACÄO. ConIorme determina o art. 17 do Decreto 70.235/72, considerar-se-a não
impugnada a materia que não tenha sido expressamente impugnada. MULTA DE OFICIO. Por
Iorca do disposto no art. 44 da Lei 9.430/96, c/c o art. 106 do CTN, e de se reduzir a multa de oIicio
de 100° para 75°. Recurso provido em parte. (Processo nº 10510.002687/96-18, Sessão de
11/05/00, Acordão nº 201-73.807, Recorrente: Contribuinte).

NORMAS PROCESSUAIS - MATÉRIA PRECLUSA - Questão não provocada a debate em
primeira instância, quando se instaura a Iase litigiosa do procedimento administrativo, com a
apresentacão da peticão impugnatoria inicial, e que somente vem a ser demandada na peticão de
recurso, constitui materia preclusa, da qual não se toma conhecimento. Recurso negado.
(Processo nº 10183.000343/96-98, Sessão de 17/08/99, Acordão nº 202-11.388, Recorrente:
Contribuinte).


NULIDADES

Apreciacão Completa da Defesa e do Recurso

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NORMAS PROCESSUAIS Quando um novo
lancamento e Ieito, o contribuinte devera ser intimado a pagar o valor apresentado ou impugna-lo.
Apresentada a impugnacão, o iuiz singular devera apreciar os argumentos trazidos, pois não o
Iazendo, ocorrera supressão de instância. Processo que se anula a partir da decisão de primeira
instância, inclusive. (Processo nº 10950.000576/94-72, Sessão de 18/09/99, Acordão nº 202-11.455,
Recorrente: Contribuinte).

NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE DE DECISÄO SINGULAR Caso o contribuinte
apresente alegacões acompanhadas de provas e estas não Iorem apreciadas em primeira instância,
ocorrera supressão de instância, se, porventura, o iulgador de segundo grau resolve apreciar as
razões aduzidas na instância inIerior. Processo que se anula a partir da decisão de primeira
instância, inclusive. (Processo nº 10850.002375/96-63, Sessão de 28/10/99, Acordão nº 202-11.640,
Recorrente: Contribuinte).

NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE DA DECISÄO - PRETERICÄO DO DIREITO
DE DEFESA E nula, por cerceamento de direito de deIesa, a decisão na qual, não sendo Ieitas as
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diligências necessarias para busca da verdade material e conseqüentemente não tendo sido analisado
o merito, não Ioram apreciados os argumentos apresentados pelo contribuinte, contrarios ao
indeIerimento do pleito. Preliminar acolhida. (Processo nº 10280.001379/99-89, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 13/07/00, Acordão nº 106-11.402)

Voltar ao Sumario
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - DUPLO GRAU DE 1URISDICÄO -
SUPRESSÄO DE INSTANCIA Não pode a segunda instância conhecer e decidir materia que
não Ioi posta ao conhecimento da instância inIerior, sob pena de Ierir o duplo grau de iurisdicão, e,
com ele, o devido processo legal. Neste sentido, quanto ao prazo de vencimento do lancamento
reIeito e encargos moratorios, deve a autoridade iulgadora monocratica sobre eles maniIestar-se,
para então, se Ior o caso, retornarem os autos a este Colegiado. Recurso não conhecido. (Processo
nº 13153.000285/95-58, Sessão de 09/11/99, Acordão nº 201-73.263, Recorrente: Contribuinte).

NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE E nula a decisão singular que não aborda materia
contida na impugnacão e que não Iaz parte da acão iudicial. Processo que se anula, a partir da
decisão de primeira instância, inclusive. (Processo nº 10825.001144/94-97, Sessão de 05/07/00,
Acordão nº 203-06.653, Recorrente: Contribuinte).

IRPF - NULIDADE DE DECISÄO A Ialta de apreciacão dos argumentos expendidos na
impugnacão acarreta nulidade da decisão proIerida em primeira instância. Preliminar acolhida.
(Processo nº 11080.003903/95-32, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/05/00, Acordão nº 106-
11.304).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE DA DECISÄO DE PRIMEIRO
GRAU - CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFSA A ausência de apreciacão, pelo
iulgador singular, de todos os argumentos e documentos apresentados na Iase impugnatoria,
constitui pretericão do direito de deIesa e determina a declaracão de nulidade da decisão de
primeiro grau, a teor do disposto no artigo 59, inciso II, do Decreto nº 70.235/72. Recurso
conhecido. Decisão de primeira instância anulada. (Processo nº 13603.001058/00-15, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 18/10/00, Acordão nº 105-13.328).

NULIDADE E nula a decisão que enIrenta Iatos e enquadramento diIerentes do quecompuseram
o litigio. Decisão de primeira instância anulada. (Processo nº 10880.023665/93-96, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 10/11/99, Acordão nº 107-05.800).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE - DECISÄO QUE DEIXA DE
APRECIAR FUNDAMENTO EXPENDIDO PELO SU1EITO PASSIVO Deixando a decisão
de apreciar relevante argumento expedido em sua deIesa pelo contribuinte, deve ela ser anulada
para que outra seia proIerida em boa e devida Iorma. (Processo nº 10680.008880/94-02, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 22/02/00, Acordão nº 105-13.084).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE Em respeito ao duplo grau de
iurisdicão, anula-se o processo a partir da decisão de primeira instância que não se maniIestou sobre
elementos probatorios apresentados pelo contribuinte. Processo que se anula, a partir da decisão de
primeira instância, inclusive. (Processo nº 10108.000879/96-14, Sessão de 20/10/99, Acordão nº
203-05.995, Recorrente: Contribuinte).

NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE Decisão a quo que tomou impugnacão por pedido de
retiIicacão. Supressão de instância. Processo que se anula, a partir da decisão de primeira instância,
inclusive. (Processo nº 10120.001751/95-20, Sessão de 26/01/00, Acordão nº 203-06.258,
Recorrente: Contribuinte).
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NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE Anula-se a decisão, que deixa de apreciar o merito
ao argumento de que houve renuncia a esIera administrativa, quando a materia levada a discussão
ante o Poder Judiciario não e a mesma que Ioi obieto do lancamento. Processo que se anula, a partir
da decisão de primeira instância, inclusive. (Processo nº 10768.027455/95-34, Sessão de 14/09/99,
Acordão nº 202-11.489, Recorrente: Contribuinte).
NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE DE DECISÄO SINGULAR Estando tempestiva a
impugnacão, com base no que preceitua o inciso II do § 2º do art. 23 do Decreto 70.235/72 e suas
alteracões, a recusa do iulgador a quo em apreciar a impugnacão acarreta a nulidade da decisão, por
pretericão do direito de deIesa e, assim, a supressão de instância se, porventura, o iulgador de
segundo grau resolve apreciar as razões aduzidas na instância inIerior. Processo que se anula, a
partir da decisão de primeira instância, inclusive. (Processo nº 13876.000233/90-11, Sessão de
06/07/99, Acordão nº 202-11.299, Recorrente: Contribuinte).

ICMS - NULIDADE DO ATO DECISÓRIO. Nulo e o ato que não analisa as preliminares
argüidas pelo suieito passivo em aIronta ao principio esculpido no art. 5º LV da Constituicão
Federal. Deve o processo retornar a autoridade a quo para novo iulgamento. Recurso voluntario
conhecido e preliminar de nulidade acolhida a unanimidade. (Processo nº 6.145.180-3 / PR,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 08/03/99, Acordão nº 0170/99).

ICMS - NULIDADE DO ATO DECISÓRIO. A não apreciacão de toda a materia Iatica e de
direito contida na reclamacão do contribuinte conduz a nulidade do ato decisorio. Desta Iorma, deve
o processo retornar a instância a quo para novo iulgamento. Preliminar de nulidade da decisão
invocada pelo suieito passivo acolhida a unanimidade. (Processo nº 6.145.180-3 / PR, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 28/06/99, Acordão nº 0520/99 1ª Câmara).


Ausência de Descricão dos Fatos e Fundamentos da Exigibilidade

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE DE AUTUACÄO Carece de
Iundamento a pretensão de nulidade de autuacão por Ialta de tipiIicacão e enquadramento legal,
quando esta descreve, com exatidão, os seus Iundamentos materiais e indica o dispositivo legal
pertinente.

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA
Insustentavel a preliminar de cerceamento do direito de deIesa quando o contribuinte impugna,
em minucias, as materias, de direito e de Iato, que sustentam a autuacão.

IRPF - AUMENTO PATRIMONIAL A DESCOBERTO Embora levado a tributacão na
Declaracão Anual de Aiuste, em Iace do disposto nos artigos 114 e 116, I, do CTN e Leis 7.713/88,
artigo 2º e nº 8.147/90, art. 3º § 1º, a apuracão de eventual aumento patrimonial a descoberto e
mensal, devendo ter em conta todas as disponibilidades do contribuinte ate o mês do evento.
Recurso parcialmente provido. (Processo nº 10183.000065/98-59, Recorrente: Contribuinte, Sessão
de 10/11/99, Acordão nº 104-17.260).

IPI - AUTO DE INFRACÄO DeIeito de elaboracão. Nulidade. Argüida pelo contribuinte e
reconhecida pela Procuradoria da Fazenda Nacional. A peca basica com descricão incompleta dos
Iatos e incorreto enquadramento legal deve ser anulada, posto que desatende o artigo 10, incisos III
e IV, do Decreto 70.235/72, enseiando sua nulidade. Da-se provimento ao recurso, para anular o
processo, ab initio. (Processo nº 10768.005909/93-29, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
08/11/99, Acordão CSRF nº 02-0.836).

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PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - DECISÄO DE PRIMEIRO GRAU -
NULIDADE Se o autuado deixou de contraditar parte da materia tributavel por Ialta de clareza do
auto de inIracão, somente vindo a Iazê-lo no recurso, nula e a decisão de primeiro grau que a
manteve. (Processo nº 10680.019139/99-55, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 12/04/00, Acordão
nº 106-11.236).

IRPF - PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - LANCAMENTO TRIBUTÁRIO -
PRESSUPOSTOS PREVISTOS NO ARTIGO 10 DO DECRETO Nº 70.235/72 - NULIDADE
O lancamento tributario, por constituir-se ato administrativo, esta adstrito ao principio da
legalidade, e portanto deve obedecer rigorosamente ao requisito previsto em lei, sob pena de ser
nulo. Tal entendimento e corolario do principio maior que assegura direito ao contraditorio e a
ampla deIesa, que impõem a correta tipiIicacão do Iato e adequacão no enquadramento legal da
inIracão averiguada. Recurso provido. (Processo nº 10680.005598/98-43, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 19/10/99, Acordão nº 102-43.924).

LANCAMENTO SEM ENQUADRAMENTO LEGAL - NULIDADE A ausência no
lancamento da capitulacão prevista para as inIracões imputadas ao contribuinte, implica em
nulidade da exigência, uma vez que Ioi emitido em desacordo com o disposto no artigo 142 da Lei
5.172/66 (CTN) e no artigo 11 do Decreto nº 70.235/72. Lancamento anulado. (Processo nº
10660.000170/93-56, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 12/04/00, Acordão nº 104-17.440).

RECURSO DE OFICIO - PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE DOS
LANCAMENTOS São nulos os autos de inIracão cuia descricão dos Iatos contem rasuras,
emendas e entrelinhas, em Ilagrante cerceamento do direito de deIesa.

DECORRÊNCIA - PIS/RECEITA OPERACIONAL. PIS/REPIQUE. COFINS. IMPOSTO
DE RENDA NA FONTE E CONTRIBUICÄO SOCIAL SOBRE O LUCRO Tratando-se de
lancamento reIlexivo, a decisão proIerida, no que couber, ao lancamento relativo ao imposto de
renda pessoa iuridica e aplicavel ao lancamento decorrente, em razão da intima relacão de causa e
eIeito que os vincula. Recurso de oIicio negado. (Processo nº 10907.000132/97-23, Recorrente:
Delegacia de Julgamento, Sessão de 09/12/99, Acordão nº 108-05.954).

NULIDADE DO AUTO DE INFRACÄO POR CERCEAMENTO DO DIREITO DE
DEFESA - CAPITULACÄO LEGAL E DESCRICÄO DOS FATOS INCOMPLETA O auto
de inIracão devera conter, obrigatoriamente, entre outros requisitos Iormais, a capitulacão e a
descricão dos Iatos. Somente a ausência total destas Iormalidades e que implicara na invalidade do
lancamento, por cerceamento do direito de deIesa. Ademais, se a pessoa iuridica revela conhecer
plenamente as acusacões que lhe Ioram imputadas, rebatendo-as, uma a uma, de Iorma meticulosa,
mediante extensa e substanciosa impugnacão, abrangendo não so outras questões preliminares como
tambem razões de merito, descabe a proposicão de cerceamento do direito de deIesa.

NULIDADE DO PROCESSO FISCAL POR VICIO FORMAL O auto de inIracão e demais
termos do processo Iiscal são nulos nos casos previstos no art. 59 do Decreto 70.235/72 (Processo
Administrativo Fiscal).

IR FONTE - ADIANTAMENTO SALARIAL Não se equiparam a adiantamento salarial,
portanto não se suieitam ao imposto de renda na Ionte, valores entregues ou colocados a disposicão
do assalariado, descontaveis a Iuturo, que não esteiam intima e diretamente vinculados a servicos
prestados ou em curso no mês em que se concretizar tal entrega; embora rotulados, por vezes, como
adiantamento salarial pelo empregador, conceituam-se como emprestimos, nos termos dos artigos
1256, 1262 e 1264 do Codigo Civil.

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DIREITO TRIBUTÁRIO - INSTRUCÄO NORMATIVA - NORMA COMPLEMENTAR -
A instrucão normativa, como norma complementar, utilizada no sentido de esclarecer e/ou
regulamentar atos constitutivos do direito tributario, não pode alterar deIinicões de mutuo.
Preliminares reieitadas. Recurso de oIicio negado. Recurso voluntario provido. (Processo nº
14052.000972/93-49,.Recorrentes: Delegacia de Julgamento e Contribuinte, Sessão de 17/09/99,
Acordão nº 104-17.205)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE DE AUTUACÄO - FALTA DE
DESCRICÄO ADEQUADA DO OB1ETO DO LITIGIO Se o contribuinte, na peca
impugnatoria, demonstra pleno conhecimento do obieto do litigio e de seus Iundamentos materiais,
não ha sustentacão a pretensão de nulidade de autuacão por Ialta de descricão adequada no obieto
do litigio.
IRPF - OMISSÄO DE RENDIMENTOS RECEBIDOS DE PESSOA 1URIDICA Não se
decide materia inquestionada porque provado o Iundamento e a legitimidade da pretensão Iiscal.
IRPF - AUMENTO PATRIMONIAL A DESCOBERTO Embora levado a tributacão na
Declaracão Anual de Aiuste, em Iace ao disposto nos artigos 114 e 116, I, do CTN e Leis nº 7.713,
de 1988, art. 2º, e nº 8.134, de 1990, art. 3º, § 1º, a apuracão de eventual aumento patrimonial a
descoberto e mensal, devendo ter em conta todas as disponibilidades do contribuinte ate o mês do
evento. Preliminar reieitada. Recurso provido. (Processo nº 10293.000831/96-21, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 10/11/99, Acordão 104-17.250)


Autoridade Incompetente

IRP1 - PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - DECISÄO DA AUTORIDADE
MONOCRÁTICA - NULIDADE E nula a decisão proIerida por autoridade que anteriormente
tenha participado do trabalho de auditoria, do qual resulte o Ato Administrativo de Lancamento
para exigência do Imposto de Renda Pessoa Juridica. Recurso conhecido, preliminar acolhida.
(Processo nº 10380.002182/97-68, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 15/08/00, Acordão nº 101-
93.123).

DELEGACIA DE 1ULGAMENTO - COMPETÊNCIA E vedado a autoridade iulgadora
proceder a aiustes do lancamento, de modo a alterar a Iundamentacão e agravar a exigência.
Preliminar acatada. (Processo nº 10660.000887/97-02, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
08/12/99, Acordão nº 104-17.299).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE DA DECISÄO Compete aos
Delegados da Receita Federal, titulares de Delegacias especializadas em atividades concernentes a
iulgamento de processos, os iulgamentos em primeira instância de processos relativos a tributos e
contribuicões administrados pela Secretaria da Receita Federal. Processo que se anula, a partir da
decisão singular, inclusive. (Processo nº 10880.0140181/95-46, Sessão de 27/01/00, Acordão nº
203-06.286, Recorrente: Contribuinte).

NORMAS PROCESSUAIS - COMPETÊNCIA Ao Segundo Conselho de Contribuintes não
Ioi outorgada a competência para apreciar questões de merito relativas a pedidos de parcelamento,
ainda que apresentadas com pedido incidental de compensacão. Recurso não conhecido. (Processo
nº 10830.006543/96-18, Sessão de 25/01/00, Acordão nº 202-11.768, Recorrente: Contribuinte).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL E nula a decisão do Delegado da Receita Federal
de Julgamento, quando, na epoca, a autoridade competente ia havia examinado a materia. (Processo
nº 10109.000897/93-53, Recorrente: Contribuinte).

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NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE ABSOLUTA Decisão prolatada por autoridade
incompetente torna-se impossivel de ser revista pelo orgão iulgador de segunda instância.
Devolucão dos autos a autoridade competente para proIerir a decisão pertinente. Anula-se a decisão
de primeira instância. Processo que se anula, a partir da decisão singular, inclusive. (Processo nº
10768.003306/97-41, Sessão de 25/01/00, Acordão nº 201-73.478, Recorrente: Delegacia de
Julgamento).


Art. 147 § 1º do CTN

NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE DE DECISÄO DE PRIMEIRA INSTANCIA O
disposto no art. 147, § 1º, do CTN, não elide o direito de o contribuinte impugnar o lancamento,
ainda que este tenha por base as inIormacões prestadas pelo proprio declarante na DIRF recusa do
iulgador singular, em apreciar as razões da impugnacão, acarreta a nulidade da decisão, por
pretericão do direito de deIesa. Processo que se anula a partir da decisão singular, inclusive.
(Processo nº 10925.004446/96-14, Sessão de 09/11/99, Acordão nº 203-06.029, Recorrente:
Contribuinte).


Art. 59 do Decreto 70.235/72

IRPF - NULIDADE As nulidades do lancamento são somente aquelas expressamente previstas
no art. 59 do PAF.
GANHO DE CAPITAL A desapropriacão por acordo iudicial e uma das Iormas de alienacão
previstas na legislacão. Recurso negado. (Processo nº 10820.003092/96-87, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 22/02/00, Acordão nº 102-44.121).


Cerceamento de Defesa

ICMS - CERCEAMENTO DE DEFESA. Ante a Ialta de iuntada de documentos que
embasassem a autuacão, caracteriza-se cerceamento de deIesa. Preliminar de nulidade da decisão
singular acolhida por unanimidade. (Processo nº 6.092.413-9 / PR, Recorrente: Contribuinte,
Publicado em 03/06/98, Acordão nº 0151/98).

ICMS - CERCEAMENTO DE DEFESA - NULIDADE. O Iisco reteve na Agência de Rendas
os livros e documentos Iiscais necessarios a producão de provas por parte do contribuinte. Assim,
violou-se o direito constitucional a ampla deIesa. Preliminar de nulidade invocada pelo suieito
passivo acolhida por maioria. (Processo nº 6.122.675-3 / PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
11/03/99, Acordão nº 0186/99 1ª Câmara).

ICMS - LANCAMENTO NULO - CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA PELA
DESCRICÄO INCOMPLETA DO ILICITO TRIBUTÁRIO. Não pode a lavratura do auto de
inIracão pecar pela sua concisão, deixando de explicitar os reais motivos que levaram ao ato de
lancamento. Desta Iorma, deve ser declarada a nulidade ab initio do procedimento. Preliminar
argüida pelo contribuinte acolhida por maioria. (Processo nº 6.130.801-6 / PR, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 13/04/00, Acordão nº 0159/00 1ª Câmara).


Ciência da Exigência Tributária e da Decisão

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PRAZO - PEREMPCÄO Comprovado nos autos a nulidade da intimacão do auto de inIracão,
tem-se o contribuinte por intimado na data em que lhe e dada vista` dos autos e toma ciência da
acusacão nele contida, contando-se dai o prazo de 30 (trinta) dias para a apresentacão de sua
impugnacão. (Processo nº 10850.000339/94-67, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 09/11/99,
Acordão nº 107-05.794).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE Incabivel a argüicão de nulidade
do procedimento, quando a ciência da exigência tributaria deu-se na pessoa responsavel de Iato pela
pessoa iuridica, constituida mediante instrumento de procuracão com amplos poderes de gestão e
especiIicos para representacão da pessoa iuridica iunto aos orgãos publicos nacionais, legitimando
de Iorma incontestavel a acão Iiscal, inclusive, pela circunstância da mesma ter se pronunciado na
epoca propria e na Iorma da lei. Preliminar de nulidade reieitada e negado recurso quanto ao merito.
(Processo nº 10935.002197/95-69, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 13/09/99, Acordão CSRF nº
01-02.757).

INTIMACÄO ENVIADA AO DOMICILIO FISCAL - REGULARIDADE A intimacão por
via postal considera-se perIeita quando o AR tenha sido encaminhado para o domicilio Iiscal do
contribuinte, ainda que recebido pelo porteiro.
INTEMPESTIVIDADE Não se toma conhecimento do merito do recurso interposto Iora do
trintidio legal. Recurso parcialmente conhecido e negado. (Processo nº 10980.009202/98-52,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 18/10/00, Acordão nº 108-06.254).

NORMAS PROCESSUAIS - PROCEDIMENTO FISCAL - PRELIMINAR DE NULIDADE
Não e nulo o auto de inIracão quando o contribuinte, apos sua lavratura, tem acesso aos autos na
reparticão Iazendaria. Preliminar reieitada. ESPONTANEIDADE DO SUJEITO PASSIVO A
simples comunicacão interna em nome de terceiros, por si so, não cientiIica o suieito passivo do
inicio do procedimento Iiscal. E espontânea a retiIicacão da DCTF antes do inicio do procedimento
Iiscal. Preliminar de nulidade de auto de inIracão acolhida sob o aspecto da denuncia espontânea.
Recurso provido. (Processo nº 10907.001350/98-11, Sessão de 15/03/00, Acordão nº 201-73.668,
Recorrente: Contribuinte).

ICMS - VICIO DE INTIMACÄO DA PECA BÁSICA. I Intimacão e o ato pelo qual se da
ciência a alguem de atos e termos do processo, para que Iaca ou deixe de Iazer alguma coisa, ex vi
legis do art. 234 do CPC. II A intimacão para que o autuado integre a instância administrativa
deve ser Ieita, ainda que alternativamente por via postal, na pessoa legalmente habilitada a
representar o suieito passivo, art. 56, inc. V, alinea a` item 1. da Lei nº 11.580/96. III
Inobservados estes preceitos, nulos são os atos a partir da peca basica. Preliminar de nulidade do
procedimento a partir da peca basica acolhida por unanimidade. (Processo nº 6.122.988-4 / PR,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 25/01/99, Acordão nº 0044/99).

ICMS - NULIDADE - CIÊNCIA NO AUTO DE INFRACÄO POR PESSOA ESTRANHA
AO QUADRO SOCIETÁRIO. Comprovado que a ciência do auto de inIracão deu-se em pessoa
estranha, são nulos os atos praticados a partir daquela data, devendo ser promovida nova notiIicacão
aos atuais socios. Preliminar de nulidade proposta pela representacão da Fazenda acolhida sem
divergências. (Processo nº 6.139.113-4 / PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 07/07/99,
Acordão nº 0587/99).

ICMS - NOTIFICACÄO DE DECISÄO SINGULAR NA PESSOA DE EX-SÓCIOS. Como a
empresa teve continuidade e a autuacão esta em nome desta, a notiIicacão ha que ser Ieita na pessoa
de socios remanescentes ou continuadores ou a quem legalmente os represente, e não em nome dos
socios anteriores. Nulidade da intimacão. Preliminar acolhida por unanimidade. (Processo nº
6.076.110-8 / PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 14/04/99, Acordão nº 0304/99).
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ICMS - VICIO NA CIÊNCIA DA DECISÄO. Não tendo sido entregue ao suieito passivo copia
do parecer que Iundamentou a decisão mediante recibo na 1ª via da mesma peca processual, nulo e
o procedimento administrativo a partir desta, ex vi legis art. 56, § 1º, inc. VII, alinea a`, Lei
11.580/96 e Norma de Procedimento Fiscal nº 50/99, que deu nova redacão ao subitem 4.5.1.2. da
NPF 16/93.
Voltar ao Sumario
Preliminar de nulidade de procedimento por vicio na intimacão da decisão, acolhida por
unanimidade.

ICMS - VICIO DE INTIMACÄO PARA INTEGRACÄO DE INSTANCIA. Segundo a lei
processual vigente, so se adota a ciência via edital quando resultarem inIrutiIeras as diligências
encetadas no sentido de localizar o suieito passivo. E este rito, pelo que se depreende dos autos, não
Ioi Iielmente seguido pelo Fisco, acarretando a nulidade do procedimento a partir da intimacão da
peca basica. Preliminar de não conhecimento por intempestividade do recurso reieitada. Preliminar
de nulidade por vicio Iormal da intimacão invocada pela recorrente acolhida. Decisão por maioria.
(Processo nº 6.030.077-1 / PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 16/10/97, Acordão nº 1.186/97
2ª Câmara)

ICMS - INTIMACÄO NULA. Havendo provas nos autos da possibilidade de ser procedida a
intimacão da peca basica pessoalmente, na pessoa do representante legal da empresa, incorreta a
eIetividade de Iorma diversa. Preliminar de nulidade da intimacão da peca basica, argüida pela
representacão da Fazenda, acolhida. Decisão unânime. (Acordão nº 975/2003 1ª Câmara)


Constituicão do Crédito Tributário

CSLL - DOCUMENTO DE COBRANCA DOMICILIAR Inadmissibilidade de instalacão da
lide atraves de Documento de Cobranca Domiciliar por Ialta de atendimento dos artigos 9º e 10º do
Decreto nº 70.235/72. Recurso não conhecido. (Processo nº 10830.001880/95-10, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 17/08/00, Recorrente: Contribuinte)

NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE DO LANCAMENTO Nulo o lancamento quando
não houver nos autos uma das pecas habeis a Iormalizar a exigência, auto de inIracão ou notiIicacão
de lancamento regular. Preliminar acolhida. (Processo nº 10166.007091/95-09, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 11/11/99, Acordão nº 106-11.061)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - RECURSO DE OFICIO Não se conhece do
recurso interposto pelo contribuinte contra Aviso de Cobranca resultante de processamento de
dados por ele declarados a reparticão Iiscal, uma vez que este não conIigura litigio na Iorma
regulada pelo Decreto 70.235/72. Recurso não conhecido. (Processo nº 13123.000021/99-11,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/05/99, Acordão nº 105-13.191)

ANULACÄO DE PROCESSO Em observância ao consignado no Decreto nº 70.235/72, anula-
se o processo administrativo quando do mesmo não Iaz parte a notiIicacão de lancamento, item
imprescindivel para analise do processo. Processo cancelado por Ialta de notiIicacão. (Processo nº
10620.000298/98-28, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 24/02/00, Acordão nº 102-44.146)

PIS - AVISO DE COBRANCA - INEXISTÊNCIA DE LANCAMENTO O indeIerimento de
cancelamento do credito, inserto em mero aviso de cobranca, sem o decorrente lancamento do
credito tributario em auto de inIracão ou notiIicacão, não e recorrivel para o Segundo Conselho de
Contribuintes, a mingua de previsão no Decreto nº 70.235/72. Não se conhece do recurso
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voluntario. (Processo nº 10880.011716/96-71, Sessão de 08/06/00, Acordão nº 203-06.624,
Recorrente: Contribuinte)


Contradicão entre Fatos e Fundamento Legal

ICMS - DESCRICÄO DA INFRACÄO - PENALIDADE. Evidenciando-se que a inIracão
descrita na peca basica não coincide com os Iatos coligados na instrucão probatoria, cancela-se de
oIicio a exigência. Preliminar de nulidade do auto de inIracão proposta pela Fazenda acolhida.
Recurso ordinario conhecido e procedimento ab inicio anulado de oIicio. Decisão por maioria.
(Processo nº 6.051.102-0 / PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 09/06/97, Acordão nº 0790/97,
3ª Câmara)

ICMS - DESCRICÄO DO ILICITO FISCAL QUE NÄO SE COADUNA COM A
PENALIDADE APLICADA - NULIDADE. E nulo ab initio o procedimento que tipiIica inIracão
em dispositivo legal diverso daquele em que os Iatos narrados subsumem-se. Preliminar argüida de
oIicio acolhida por unanimidade. (Processo nº 6.133.195-6, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
22/03/99, Acordão nº 0231/99, 1ª Câmara).

ICMS - AUTO DE INFRACÄO. NULIDADE. Descrevendo mercadoria diversa da especiIicada
nos documentos que sustentam a exigência, nula, por vicio Iormal, a peca basica. Recurso ordinario
conhecido para, de oIicio, declarar-se nulo o lancamento. Decisão unânime.
(Acordão nº 968/2003 1ª Câmara)


Decisão Contraditória

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE E nula a decisão de primeira
instância que, em suas conclusões, diverge do iulgamento prolatado. (Processo nº 10945.005464/98-
00, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 12/11/99, Acordão nº 107-05.811).

NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADES - DECISÄO DE PRIMEIRA INSTANCIA E
nula, por cerceamento do direito de deIesa, a decisão que tenha cancelado a notiIicacão de
lancamento, dando continuidade ao Ieito sem reIazimento do ato, se apresentando assim,
contraditoria em sua conclusão.
NOTIFICACÄO DO LANCAMENTO - AUSÊNCIA DE REQUISITOS ESSENCIAIS - O
ato administrativo deve se revestir de todas as Iormalidades exigidas em lei, sendo nulo por vicio de
Iorma a notiIicacão de lancamento que não contiver todos os requisitos previstos como obrigatorio
pelo art. 11 do Decreto 70.235/72. Preliminares acolhidas. (Processo nº 11080.002326/95-69,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 25/01/00, Acordão nº 106-11.111)


Decisão que Aproveita ao Contribuinte

NULIDADE PROCESSUAL - SUPERACÄO EM FACE DO PRINCIPIO DA ECONOMIA
PROCESSUAL Não e de se proclamar a nulidade de certos atos praticados em desconIormidade
com a Lei e com a coisa iulgada administrativa quando a decisão de merito aproveita ao
contribuinte.
DIFERENCIAL IPC/BTNF - SALDO DE CORRECÄO MONETÁRIA DEVEDOR A
iurisprudência e a propria Lei 8.200/91, ao admitirem a manipulacão irregular de indices de
correcão monetaria em certo periodo-base, dentro do regime de competência, autorizam o
contribuinte a Iruicão do real indice inIlacionario para a materializacão e apuracão de seu saldo
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devedor de correcão monetaria. Recurso provido. (Processo nº 13909.000121/96-95, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 11/04/00, Acordão nº 103-20.266)

NORMAIS PROCESSUAIS - NULIDADE DE LANCAMENTO Não sera pronunciada ou
declarada a nulidade do auto de inIracão, mesmo que o instrumento mediante a qual Ioi Iormalizada
a exigência do credito tributario encontre-se com vicios, quando a decisão acerca do merito do
lancamento Ior Iavoravel ao suieito passivo da relacão iuridico-tributaria.

IRP1 - LUCRO PRESUMIDO - OMISSÄO DE RECEITAS São inaplicaveis as disposicões
contidas no artigo 43 da Lei 8.541/92, as empresas tributadas com base no lucro presumido, tendo
em vista que as respectivas prescricões alcancam exclusivamente os contribuintes tributados com
base no lucro real.
OMISSÄO DE RECEITAS Sera descaracterizado o lancamento tributario cuia irregularidade
apontada como omissão de receita, no Auto de InIracão, não estiver suIicientemente comprovada
como realizadora da hipotese de incidência dos tributos e contribuicões.

PROCESSOS REFLEXOS - PIS/RECEITA OPERACIONAL - COFINS - ILL - CSLL -
Respeitando-se a materialidade do respectivo Iato gerador, a decisão prolatada no processo
principal sera aplicada aos processos tido como decorrentes, Iace a intima relacão de causa e eIeito.
Recurso provido. (Processo nº 13802.000521/94-54, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 18/10/00,
Acordão nº 102-20.414).


Decisão sem Fundamentacão

FUNDAMENTACÄO LEGAL INCORRETA - ANULACÄO Cabe ser anulada, no sentido de
ser proIerida outra, a decisão de primeira instância lastreada em Iundamentacão legal incorreta.
Processo anulado, a partir da decisão de primeira instância, inclusive. (Processo nº
13119.000221/95-28, Sessão de 11/04/00, Acordão nº 203-06.492, Recorrente: Contribuinte).

NULIDADE DA DECISÄO DE PRIMEIRA INSTANCIA Nula e a decisão de primeira
instância que deixe de motivar de maneira clara e precisa o indeIerimento do pedido de restituicão.
Preliminar acolhida. (Processo nº 13710.000486/97-91, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
09/12/99, Acordão nº 106-11.081).


Descricão Incompleta do Ilícito / Falta de Clareza

ICMS - FALTA DE CLAREZA NA DESCRICÄO DO ILICITO TRIBUTÁRIO. A
diIiculdade na determinacão do tipo inIracional e a incerteza quanto a correcão da penalidade
aplicada induz a nulidade do lancamento. Preliminar argüida de oIicio acolhida por maioria.
(Processo nº 6.157.217-1 / PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 13/09/99, Acordão nº 0706/99
1ª Câmara).

ICMS - PECA INICIAL - FALHA NA DESCRICÄO DA INFRACÄO - NULIDADE. Não ha
na peca inicial a descricão clara e precisa da inIracão cometida, exigida por lei. Ademais, a decisão
singular alcancou resultado diIerente do contido na peca inaugural. Conseqüentemente nula a
medida Iiscal. Procedimento anulado de oIicio por unanimidade.
(Processo nº 6.260.338-7 / PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 26/04/00, Acordão nº 0175/00
2ª Câmara).

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ICMS - LANCAMENTO NULO - CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA PELA
DESCRICÄO INCOMPLETA DO ILICITO TRIBUTÁRIO. Não pode a lavratura do auto de
inIracão pecar pela sua concisão, deixando de explicitar os reais motivos que levaram ao ato de
lancamento. Desta Iorma, deve ser declarada a nulidade ab initio do procedimento. Preliminar
argüida pelo contribuinte acolhida por maioria. (Processo nº 6.130.887-3 / PR, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 13/04/00, Acordão nº 0156/00 1ª Câmara).















Errônea eleicão do sujeito passivo

ICMS - ERRÔNEA ELEICÄO DO SU1EITO PASSIVO. Autuou-se o transportador por
indicacão de destinatario Ialso em documentacão Iiscal, quando tal penalidade tem como
destinatario o emitente da documentacão. Correta a representacão da Fazenda ao levantar a
preliminar de nulidade por errônea eleicão. Preliminar acolhida. Unânime. (Processo nº 3.729.074-0
/ PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 01/10/97, Acordão nº 1.132/97, 3ª Câmara).

ICMS - ELEICÄO ERRÔNEA DO SU1EITO PASSIVO. O Iisco desconsiderou documento que
continha inIormacão incompleta, cuia responsabilidade era do remetente da mercadoria, descabendo
a imputacão pelo ilicito ao destinatario. Preliminar de errônea eleicão do suieito passivo, argüida
pela Representacão da Fazenda, acolhida por unanimidade. (Processo nº 6.161.661-1 / PR, Materia:
ICMS, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 17/05/00, Acordão nº 0247/00 - 1ª Câmara).


Inépcia

NORMAS PROCESSUAIS DE DIREITO PUBLICO TRIBUTÁRIO - PRINCIPIOS
GERAIS DE DIREITO PUBLICO - A inepcia e Iigura estranha ao processo administrativo
Iiscal, o qual e regido, expressa e exclusivamente, pelo Decreto 70.235, de 06 de marco de 1972, e
alteracões posteriores.
RENDIMENTOS DA ATIVIDADE RURAL - COMPROVACÄO Os valores declarados a
titulo de rendimentos da atividade rural sem estarem respaldados em documentacão habil e idônea
que conIirmem sua origem, soIrem tributacão normal iustamente com rendimentos das demais
atividades. Recurso negado. (Processo nº 10680.012067/97-26, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
07/12/99, Acordão nº 106-11.070).

NORMAS GERAIS DE DIREITO PUBLICO TRIBUTÁRIO - PRINCIPIOS GERAIS DE
DIREITO PUBLICO A inepcia e Iigura estranha ao processo administrativo Iiscal, o qual e
regido, exclusivamente, pelo Dec. 70 235, de 06 de marco de 1972, e alteracões posteriores.
MULTA POR ATRASO NA ENTREGA DA DECLARACÄO DE IMPOSTO DE
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RENDIMENTOS - IRPF - A PARTIR DE 1ANEIRO DE 1995, com a entrada em vigor da Lei
nº 8.981/95, a apresentacão da declaracão de rendimentos Iora do prazo Iixado, ainda que dela não
resulte imposto devido, suieitara a pessoa Iisica a multa minima de 200 UFIR. Recurso negado.
(Processo nº 13888.001070/97-77, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 12/04/00, Acordão nº 106-
11.242).


Lancamento Complementar


LANCAMENTO ANULADO POR VICIO FORMAL A revisão de lancamento em reexame de
exercicio ia Iiscalizado, com inobservância do requisito Iixado no art. 906 RIR/99, acarreta a
nulidade do auto de inIracão complementar resultante do procedimento, por vicio Iormal.
Preliminar acolhida. (Processo nº 11050.000816/98-79, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
11/11/99, Acordão nº 106-11.060).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL Ocorrendo inovacão da exigência primitiva, deve
ser instaurado auto de inIracão complementar e se veriIicadas neste novas irregularidades
processuais insanaveis, e de ser anulado; providência que, todavia, não se adota, por Iorca do § 3º
do art. 59 do Decreto nº 70.235/72. MERITO Criterio de arbitramento que não se aiusta a
sistematica do IPI e que implicou apuracão de valores superiores aos devidos e recolhidos pelo
contribuinte. Recurso de oIicio negado. (Processo nº 10875.001376/95-59, Sessão de 25/01/00,
Acordão nº 202-11.767).

NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO - NOTIFICACÄO ELETRÔNICA DE
LANCAMENTO SUPLEMENTAR IRP1. E nula a notiIicacão de lancamento suplementar
emitida por meio eletrônico, quando não observado o rito procedimental previsto na IN-SRF nº
94/97, que tem aplicacão retroativa. (Processo nº 13215.000163/98-51, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 23/02/00, Acordão nº 107-05.892).

AUTO DE INFRACÄO COMPLEMENTAR - INOVACÄO DE LANCAMENTO -
CANCELAMENTO DO AUTO DE INFRACÄO PRECEDENTE Inovado o precedente pelas
substituicão do primitivo por Auto de InIracão complementar, não subsiste razão iuridica para
mantenca do anterior. Recurso ex oIIicio improvido.(Processo nº 13215.000136/95-16, Recorrente:
Delegacia de Julgamento, Sessão de 10/11/00, Acordão nº 103-20.452)

PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO - LANCAMENTO
TRIBUTÁRIO Duplo grau de iurisdicão. Ocorrendo inovacão dos Iundamentos da
autuacão na decisão de primeiro grau, ha que ser proIerida nova decisão monocratica, no
resguardo do principio constitucional da amplitude do direito de deIesa e do duplo grau de
iurisdicão. Processo que se anula a partir da decisão de primeira instância, inclusive.
(Processo nº 10865.000322/97-57, Sessão de 14/09/99, Acordão nº 203-05.878, Recorrente:
Contribuinte).


Local da Lavratura do Auto de Infracão

COFINS - LANCAMENTO TRIBUTÁRIO - I - NULIDADE Não e considerado nulo o auto
de inIracão preparado Iora do local da veriIicacão da Ialta, se a autoridade autuante dispunha dos
elementos necessarios a constituicão do credito tributario e a intimacão tenha sido Ieita
pessoalmente II A multa cabivel no lancamento de oIicio e a capitulada no art. 44, inciso I, da
Lei nº 9.430/96, por inteligência da ementa desse mesmo diploma legal. Recurso a que se nega
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provimento. (Processo nº 10980.003363/96-15, Sessão de 17/08/99, Acordão nº 202-11.405,
Recorrente: Contribuinte).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - PRELIMINARES - AUTO DE INFRACÄO -
LOCAL DA LAVRATURA O artigo 10º do decreto 70.235/72 exige que a lavratura do Auto de
InIracão se Iaca no local da veriIicacão da Ialta, o que não signiIica o local em que Ioi praticada a
inIracão e sim onde esta Ioi constatada, não impedindo que isto ocorra dentro da propria reparticão,
presentes os elementos necessarios para Iundamentar a autuacão e notiIicado o suieito passivo,
dando-lhe acesso a todos os elementos e termos que Iundamentaram a autuacão e a oportunidade
para contestar a pretensão Iiscal, não da causa a nulidade.
REVISÄO SUMÁRIA DA DECLARACÄO DE RENDIMENTOS Não constitui
irregularidade, a revisão do lancamento pela autoridade competente que esta prevista no artigo 149
do Codigo Tributario Nacional e artigo 623, paragraIo 1º do Regulamento de Imposto de Renda,
aprovado pelo Decreto nº 85.450/80.
EXCESSO DE EXACÄO Não conIigura excesso de exacão o procedimento da autoridade
administrativa que atua dentro dos limites impostos pela lei.
IRP1 - LUCRO INFLACIONÁRIO O lucro inIlacionario diIerido em montante superior ao
autorizado pela legislacão tributaria, traz como conseqüência calculo a maior do lucro inIlacionario
realizado nos periodos posteriores bem como do saldo do lucro inIlacionario acumulado. Recurso
parcialmente provido. (Processo nº 10480.004684/98-68, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
15/03/00, Acordão nº 103-20.246).
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDADE Não da causa a nulidade do
lancamento a lavratura de Auto de InIracão na reparticão Iiscal, se o suieito passivo tomou ciência
deste, e se na sua Ieitura, Ioram atendidos todos os pressupostos estabelecidos pelo Decreto
70.235/72. Igualmente, não se pode cogitar de nulidade, ao argumento de que a acão Iiscal Ioi
concluida apos passados mais de sessenta dias do seu inicio, posto que esse Iato apenas devolve ao
contribuinte a espontaneidade em relacão aos atos anteriormente praticados. As nulidades, no
processo administrativo Iiscal, são elencadas no art. 59 do Decreto nº 70.235/72. Recurso a que se
nega provimento. (Processo nº 10909.000090/97-00, Sessão de 15/09/99, Acordão nº 201-73.132,
Recorrente: Contribuinte).


Notificacão - Requisitos

NORMAS PROCESSUAIS - NOTIFICACÄO DE LANCAMENTO - NULIDADE -
AUSÊNCIA DE REQUISITOS ESSENCIAIS O ato administrativo deve se revestir de todas as
Iormalidades exigidas em lei, sendo nulo por vicio de Iorma a notiIicacão de lancamento que não
contiver todos os requisitos prescritos como obrigatorios pelo artigo 11 Decreto 70.235/72. Recurso
de oIicio negado. (Processo nº 13805.009853/96-08, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão
de 14/04/98, Acordão nº 106-10.080).

NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO - LANCAMENTO - NULIDADE E nula
a notiIicacão de lancamento que não preenche os requisitos Iormais indispensaveis previstos no art.
142 da Lei nº 5.172/66 (CTN) e nos incisos I a IV e paragraIo unico do art.11 do Decreto nº 70.
235/72

RECURSO DE OFICIO Reexaminados os Iundamentos legais e as provas constantes dos autos
e veriIicada a correcão da decisão singular, e de negar-se provimento ao recurso de oIicio. Recurso
de oIicio não provido. (Processo nº 10280.002082/97-23, Recorrente: Delegacia de Julgamento,
Sessão de 17/03/00, Acordão nº 105-13.136).

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PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NOTIFICACÄO DE LANCAMENTO E de
decretar-se a nulidade da notiIicacão de lancamento que não atende os requisitos do art. 5º, da
Instrucão Normativa SRF nº 54, de 13.06.97, que consigna o entendimento da administracão
tributaria sobre a materia. Recurso provido. (Processo nº 13811.000409/93-14, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 25/01/00, Acordão nº 108-05.971).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - RECURSO DE OFICIO - NOTIFICACÄO
ELETRÔNICA DE LANCAMENTO - NULIDADE DE LANCAMENTO. Cancela-se a
notiIicacão de lancamento suplementar do imposto de renda pessoa iuridica emitida por meio de
processamento eletrônico, decorrente de revisão de declaracão de rendimentos, quando não Iorem
observadas as disposicões contidas no art. 11 do Decreto 70.235/72, como tambem os
procedimentos previstos na IN-SRF nº 94/97. (Processo nº 10280.001832/97-86, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 06/06/00, Acordão nº 108-06.126).

IRPF - NOTIFICACÄO ELETRÔNICA - NULIDADE O Codigo Tributario Nacional em seu
artigo 142 preconiza ser a atividade de lancamento privativa da autoridade administrativa, ao que
estabelece o art. 11 do Decreto 70.235/72 como requisito obrigatorio a notiIicacão a reIerência ao
nome, cargo e matricula do responsavel. Consistindo a notiIicacão do lancamento no ato de
Iormalizacão da exigência do tributo, sendo essencial a Iormulacão da deIesa pelo contribuinte, e
inadmissivel a pretericão dos requisitos essenciais quando de sua emissão, causa, portanto, de
nulidade do lancamento. Preliminar acolhida. (Processo nº 10725.000428/96-19, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 08/12/99, Acordão nº 106-11.079).

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RECURSO EX OFFICIO - IRP1 - NOTIFICACÄO DE LANCAMENTO SUPLEMENTAR
Sobeiamente iustiIicada pelo iulgador a quo a insubsistência da NotiIicacão de Lancamento
Suplementar que não contem a indicacão do nome e do numero da matricula do servidor
responsavel/competente pela sua emissão, e de se negar provimento ao recurso de oIicio interposto
contra a decisão que dispensou parte do credito tributario lancado. Recurso de oIicio negado.
(Processo nº 13126.000095/96-21, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 12/11/99,
Acordão nº 107-05.810).

NORMAS PROCESSUAIS - NULIDADE DO LANCAMENTO E nulo o lancamento
cientiIicado ao contribuinte atraves de notiIicacão em que não constar nome, cargo e matricula da
autoridade responsavel pela notiIicacão. Preliminar acolhida. (Processo nº 10880.009379/95-99,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 16/08/00, Acordão nº 106-11.442).

IRP1 Comprovado nos autos que a notiIicacão de lancamento não continha identiIicacão do Iiscal
responsavel por sua emissão, com indicacão do respectivo numero da matricula, como determina o
art. 11 incisos III e IV do Decreto nº 70.235/72, e nulo o lancamento por Ialta dos requisitos
indispensaveis a sua validade. Recurso de oIicio improvido. (Processo nº 13808.001806/97-31,
Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 13/07/00, Acordão nº 107-06.030).

PRELIMINAR DE NULIDADE As questões preliminares levantadas não Iiguram nart. 59 do
Processo Administrativo Fiscal como causa de nulidade do auto de inIracão. So se cogita da
declaracão de nulidade quando o mesmo Ior lavrado por pessoa incompetente.

QUESTÔES DE MÉRITO - VIA 1UDICIAL A propositura, pelo contribuinte, de acão na via
iudicial para o mesmo Iim, importa em renuncia do direito de recorrer na esIera administrativa,
Irente a opcão superior e autônoma da via iudicial. Preliminares reieitadas. Recurso negado.
(Processo nº 10680.006570/98-60, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 19/10/99, Acordão nº 102-
43.921)
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NULIDADE DO LANCAMENTO Intimacão assinada por agente do Iisco exigindo a
apresentacão de documento para exame, ainda que carecedor de competência para a Iormalizacão
da exigência tributaria, não compromete o lancamento se este tiver sido constituido por autoridade
competente, com observância das normas legais.

NULIDADE POR CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA Não se veriIicando os Iatos
alegados pelo contribuinte, não ha que se Ialar em nulidade por cerceamento do direito de deIesa.

IRPF - FALTA DE RETENCÄO DO IMPOSTO A Ialta de retencão na Ionte, bem como a
inIormacão incorreta prestada pela Ionte pagadora, não desonera o beneIiciario dos rendimentos da
obrigacão de inclui-los, para tributacão, na declaracão de rendimentos, ainda que conste do inIorme
de rendimentos como isentos ou não tributaveis.

MULTA DE OFICIO Não comporta multa de oIicio o lancamento constituido com base em
valores espontaneamente declarados pelo contribuinte que, induzido a erro pelas inIormacões
prestadas pela Ionte pagadora, incorreu em erro escusavel no preenchimento da declaracão de
rendimentos. Preliminares reieitadas. Recurso parcialmente provido. (Processo nº
13884.001188/98-25, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 15/03/00, Acordão nº 04-17.411)





Oficialidade

NDE DA DECISÄO - INOBSERVANCIA DO PRINCIPIO DA OFICIALIDADE Não pode
a autoridade administrativa sobrestar o iulgamento de parte da materia impugnada, devendo a
prestacão iurisdicional ser completa. Anulada a decisão de primeiro grau. (Processo n º
10880.045481/94-68, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 16/08/2000, Acordão nº 101-93.141)
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL O processo administrativo Iiscal e regido por
principios, dentre os quais o da oIicialidade, que obriga a administracão impulsionar o processo ate
sua decisão Iinal. Não pode a autoridade administrativa sobrestar o iulgamento de parte do
processo.
NULIDADE Anula-se a decisão se a autoridade não se pronunciou expressamente sobre todos as
materias impugnadas. (Processo nº 13808.003258/96-58, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
09/12/99, Acordão nº 101-92.939)


Termo de Início da Fiscalizacão

ESPONTANEIDADE - NULIDADE DA ACÄO FISCAL - INOCORRÊNCIA O termo de
inicio da Iiscalizacão tem validade por prazo superior a sessenta dias, com excecão, tão-somente,
para a espontaneidade do contribuinte, que e readquirida apos o transcurso do reIerido prazo. Por
Iorca desse entendimento, o disposto no artigo 47 da Lei 9.430/96 aplica-se uma unica vez, quando
do inicio da Iiscalizacão. Recurso negado. (Processo nº 10380.018597/99-21, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 12/07/00, Acordão nº 108-06.155)

NULIDADE - FALTA DE TERMO DE INICIO DE FISCALIZACÄO Tendo a autoridade
administrativa procedido em conIormidade com o exposto no art. 196 da Lei 5.172, de 25 de
outubro e 1966, combinado com o art. 7º do Decreto nº 70.235, de 06 de marco de 1972, não ha se
cogitar em nulidade do lancamento.
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NULIDADE - QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO Tendo a autoridade administrativa
procedido em conIormidade com o exposto no art. 197, II da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966
(Codigo Tributario Nacional) e estando esta plenamente recepcionada pela Constituicão Federal de
1988, não ha cogitar-se em nulidade do lancamento.
IRPF - OMISSÄO DE RENDIMENTOS - LANCAMENTO COM BASE
EXCLUSIVAMENTE EM DEPÓSITO BANCÁRIO - CANCELAMENTO Estão
cancelados, pelo art. 9º inciso VII do Decreto-lei nº 2.471, de 1988, os debitos de imposto de renda
que tenham por base a renda presumida atraves de arbitramento sobre os valores de extratos ou de
comprovantes bancarios, exclusivamente.
Os depositos bancarios não constituem, por si so, Iato gerador do imposto de renda, pois não
caracterizam disponibilidade econômica de renda e proventos. O lancamento baseado em depositos
bancarios so e admissivel quando Iicar comprovado o nexo causal entre o deposito e o Iato que
representa omissão de rendimento. Preliminares reieitadas. Recurso provido. (Processo nº
13971.000017/97-82, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 17/08/99, Acordão nº 104-17.152).


Supressão de Instância

NORMAS PROCESSUAIS - SUPRESSÄO DE INSTANCIA Devolve-se a autoridade
iulgadora a quo o exame de materia que o contribuinte so teve conhecimento apos a decisão de
primeira instância. Recurso não conhecido. (Processo nº 10530.000547/99-11, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 13/07/00, Acordão nº 106-11.398).



DECADÊNCIA

NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO - DECADÊNCIA DO CRÉDITO
TRIBUTÁRIO NÄO OCORRIDA Não entregue a declaracão de rendimentos dentro do
respectivo exercicio, o termo inicial para a contagem do prazo decadencial e o primeiro dia util do
exercicio seguinte aquele em que o lancamento poderia ter sido eIetuado.

IRPF - ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO Tributa-se o acrescimo
patrimonial não iustiIicado pelos rendimentos tributaveis, não tributaveis ou tributaveis
exclusivamente na Ionte. Recurso negado. (Processo nº 13830.000286/98-71, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 15/08/00, Acordão nº 106-11.433).

NORMAS GERAIS - DECADÊNCIA E de 10 (de) anos o prazo de decadência das
contribuicões para a seguridade social.
CSLL A base de calculo da Contribuicão Social sobre o Lucro e o resultado do exercicio, apurado
de acordo com a legislacão comercial, tomado antes da provisão para o imposto de renda e aiustado
pelas adicões e exclusões previstas na lei. O diIerimento do lucro inIlacionario e procedimento
especiIico do Imposto de Renda, não aIetando a base de calculo da Contribuicão Social. Recurso
negado. (Processo nº 10435.001213/97-90, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 17/10/00, Acordão
nº 108-06.247).

IRPF - PRELIMINAR DE PRESCRICÄO A apresentacão da impugnacão suspende o inicio
da contagem da prescricão em virtude da consolidacão do lancamento somente poder ocorrer por
ocasião da decisão deIinitiva na esIera administrativa. A partir da ciência da decisão deIinitiva,
inicia-se o prazo para a Fazenda cobrar o seu credito ia liquido e certo, e tambem o prazo
prescricional. Este e o entendimento, não so deste Tribunal Administrativo mas tambem do
Supremo Tribunal Federal (art. 151 a 174).
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ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO Constitui rendimento suieito ao imposto as
quantias correspondentes ao acrescimo do patrimônio da pessoa Iisica, quando esse acrescimo não
Ioi iustiIicado pelos rendimentos tributaveis na declaracão, por rendimentos não tributaveis ou por
rendimentos tributados exclusivamente na Ionte (RIR/80, arts. 20 e 39 inciso III). Omitidos, na
declaracão, rendimentos comprovados de alugueis, mantem-se a exigência. Recurso negado.
(Processo nº 10830.007777/93-11, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 23/02/00, Acordão nº 102-
44.131).

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - CRÉDITO TRIBUTÁRIO - DECADÊNCIA
Com a lavratura do Auto de InIracão, consuma-se o lancamento do credito tributario (art. 142,
CTN). Por outro lado, a decadência so e admissivel no periodo anterior a essa lavratura. Depois,
entre a ocorrência dela e ate que Ilua o prazo para interposicão de recurso administrativo, ou
enquanto não Ior decidido o recurso dessa natureza de que se tenha valido o contribuinte, não mais
corre prazo para a decadência; e ainda não se iniciou a Iluência de prazo para prescricão.
PROVA A producão de provas que obietivem desIazer a imputacão irrogada e atribuicão de
quem as alega, no caso, a recorrente, que não Iez, apesar da oportunidade para tal (art. 333, I, CPC).
ACRÉSCIMO PATRIMONIAL NÄO 1USTIFICADO Constatando-se os equivocos no
lancamento, devem ser alterados os valores considerados na analise da evolucão patrimonial,
acertando-se a eIetiva exigência. Recurso de oIicio negado. (Processo nº 10768.010757/98-61,
Materia: IRPF, Exercicio 1993, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 11/05/00, Acordão
nº 104-17.464)

IRP1 E OUTROS - DECADÊNCIA - LANCAMENTO DE OFICIO 1) O Imposto de Renda,
antes do advento da Lei nº 8.383, de 30/12/91, era um tributo suieito ao lancamento por declaracão,
operando-se o prazo decadencial a partir do primeiro dia do exercicio seguinte aquele em que o
lancamento poderia ter sido eIetuado, consoante o disposto no art. 173 do Codigo Tributario
Nacional. A contagem do prazo de caducidade seria antecipado para o dia seguinte a data da
notiIicacão de qualquer medida preparatoria indispensavel ao lancamento ou da entrega da
declaracão de rendimentos (CTN, art. 173 e seu § unico c/c art. 711 e §§ do RIR/80). 2) Tendo sido
o lancamento de oIicio eIetuado na Iluência do prazo de cinco anos contado a partir da entrega da
declaracão de rendimentos, improcede a preliminar de decadência do direito de a Fazenda Nacional
lancar o tributo. Recurso provido. (Processo nº 10850.002168/93-66, Recorrente: Fazenda Nacional,
Sessão de 13/09/99, Acordão CSRF nº 01-02.785)
IRP1 - EXERCICIO DE 1991 - LANCAMENTO POR DECLARACÄO - DECADÊNCIA
O Imposto de Renda-Pessoa Fisica, no exercicio em destaque, e tributo suieito ao lancamento por
declaracão, operando-se o prazo decadencial a partir do primeiro dia do exercicio seguinte aquele
em que o lancamento poderia ter sido eIetuado, consoante o disposto no art. 173 do Codigo
Tributario Nacional. A contagem do prazo de caducidade antecipava-se para o dia seguinte a data
da notiIicacão de qualquer medida preparatoria indispensavel ao lancamento ou da entrega da
declaracão de rendimentos (CTN, art. 173 e seu paragraIo unico). Tendo sido o lancamento de
oIicio eIetuado na Iluência do prazo de cinco anos contados a partir da entrega da declaracão de
rendimentos, improcede a preliminar de decadência do direito da Fazenda Nacional lancar o tributo.
Recurso provido. (Processo nº 10280.001576/96-37, Materia: IRPF, Recorrente: Fazenda Nacional,
Sessão de 10/07/00, Acordão CSRF nº 01-03.016)

PRELIMINAR DE DECADÊNCIA A Câmara Superior de Recursos Fiscais uniIormizou
iurisprudência no sentido de que a partir da Lei 8.383/91 o IRPJ suieita-se a lancamento por
homologacão. Assim sendo, o prazo para eIeito da decadência e de cinco anos a contar da
ocorrência do Iato gerador.
IRP1 - BASE DE CÁLCULO Tendo o contribuinte, sucessivamente intimado a apresentar seus
livros comerciais e Iiscais, declarado Iormalmente não tê-los escriturado e estar impossibilitado de
Iazê-lo, a autoridade Iiscal esta autorizada a arbitrar o lucro, obedecendo os criterios estabelecidos
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na lei. A apresentacão dos livros na Iase da impugnacão não surte qualquer eIeito em relacão ao
lancamento, eis que não existe arbitramento condicional.
IRP1 - ARBITRAMENTO DE LUCRO - COEFICIENTES Incabivel a maioracão do
coeIiciente com base no art. 7º da Portaria MF 524/93, por ter a autoridade, ao determina-la,
exorbitado da delegacão concedida.
IRRF - LANCAMENTO DECORRENTE. Sendo base de calculo do IRRF o lucro arbitrado
para eIeito do IRPJ, a reducão da base de calculo deste acarreta reducão do imposto de renda de
Ionte.
CONTRIBUICÄO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de calculo prevista no art. 2º, § 2º, da
Lei 7.789/88 so se aplica as pessoas iuridicas desobrigadas de escrituracão Iiscal completa. Recurso
provido em parte. (Processo nº 10320.002239/97-89, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 13/07/00,
Acordão nº 101-93.113)

NORMAS GERAIS - DECADÊNCIA O prazo para o Fisco eIetuar o lancamento do imposto
de renda sobre os rendimentos auIeridos pelas pessoas Iisicas no exercicio de 1994, ano base de
1993, e de cinco anos, contado a partir do primeiro dia do ano de 1995 ou a partir da entrega da
declaracão de rendimentos do exercicio de 1994 se anterior, uma vez que, de acordo com a
legislacão vigente no periodo, o lancamento do imposto de renda das pessoas Iisicas amolda-se a
sistematica de lancamento por declaracão nos termos do art. 173 do Codigo Tributario Nacional -
CTN.

IRPF - ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO - SALDO DAS
DISPONIBILIDADES EM 31 DE DEZEMBRO Exercicio 1994. JustiIica o lancamento do
imposto de renda com base no acrescimo patrimonial a descoberto quando os rendimentos
declarados não são suIicientes para suportar os gastos eIetuados.

IRPF - ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO - DESPESAS COM
DEPENDENTES Não ha que se considerar como dispêndio no demonstrativo de evolucão
patrimonial, o valor reIerente a desconto de dependente pelo simples Iato do contribuinte ter
utilizado como deducão na declaracão de rendimentos. A utilizacão de valor reIerente a dependente,
não autoriza considerar tal parcela como dispêndio nos meses do respectivo ano-base para Iins de
apuracão de acrescimo patrimonial a descoberto, se não comprovado o eIetivo dispêndio. Recurso
parcialmente provido. (Processo nº 10680.016528/98-20, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
26/01/00, Acordão nº 106-11.115)

IRP1 -DECADÊNCIA No caso do IRPJ, o prazo decadencial tem seu inicio quando da entrega
da declaracão de rendimentos Recurso provido. (Processo nº 11080.002176/93-42, Recorrente:
Fazenda Nacional, Sessão de 06/12/99, Acordão CSRF nº 01-02.802)

IRP1 - LANCAMENTO EX OFFICIO - PRAZO DECADENCIAL Tratando-se de
lancamento de oIicio, o prazo decadencial e contado pela regra do art. 173, inciso I, do Codigo
Tributario Nacional. Negado provimento ao recurso. (Processo nº 10980.000033/92-72, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 17/12/98, Acordão CSRF nº 01-02.536)

IRPF - DECADÊNCIA No lancamento por homologacão, presente a hipotese de dolo, Iraude ou
simulacão (art. 150 par. 4º - CTN), o prazo decadencial comeca a Iluir no primeiro dia do exercicio
seguinte aquele em que o lancamento poderia ter sido eIetuado (art. 173, I CTN), extinguindo-se o
direito da Fazenda de constituir o credito tributario, decorridos cinco anos. Recurso provido.
(Processo nº 10935.001744/94-53, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 07/12/99, Acordão CSRF nº
01-02.843)

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PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - DECADÊNCIA Lancamento por homologacão
Dolo ou Fraude Nos tributos suieitos a lancamento por homologacão, quando ocorrer dolo,
Iraude ou simulacão, caracterizados pela utilizacão de notas Iiscais inidôneas, a contagem do prazo
para decadência do direito de a Fazenda Nacional Iormular a exigência tributaria se dara na Iorma
prevista no artigo 173 do CTN. Preliminar acolhida.

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - PRELIMINAR DE DECADÊNCIA O direito
de a Fazenda Nacional constituir o credito tributario decai apos decorridos cinco anos contados a
partir da notiIicacão do lancamento primitivo ou do primeiro dia do exercicio seguinte aquele em
que o lancamento poderia ter sido eIetuado. Ocorre a Iigura da decadência quando a autoridade
autuante promove a lavratura do novo auto de inIracão, com base no inciso II do artigo 173 do
CTN, tendo, porem, alterado o valor tributavel. Recurso provido. (Processo nº 10630.000336/98-14,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 24/02/00, Acordão nº 107-05.897)

ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO Constituem rendimento bruto suieito ao
imposto de renda, as quantias correspondentes ao acrescimo patrimonial não iustiIicado pelos
rendimentos tributaveis, não tributaveis, tributaveis exclusivamente na Ionte ou obieto de tributacão
deIinitiva. Recurso negado. (Processo nº 10850.002638/97-51, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
27/01/00, Acordão nº 106-11.128)

ICMS - DECADÊNCIA. Procedido o lancamento apos prazo de cinco anos dos Iatos geradores
(art. 150, § 4º, CTN), extinto esta o credito tributario porquanto as notas Iiscais alem de emitidas,
Ioram lancadas e contabilizadas, inexistindo qualquer omissão Iormal que pudesse ser argüida e
deslocada a regra ao preceituado no art. 173 do CTN. Preliminar acolhida. (Processo nº 6.128.922-4
/ PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 16/12/99, Acordão nº 0995/99 2ª Câmara)



PRODUCÄO DE PROVAS

Acréscimo Patrimonial a Descoberto

ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO ClassiIica-se como omissão de
rendimentos a variacão positiva no patrimônio do contribuinte, sem iustiIicativa em rendimentos
tributaveis, não tributaveis ou tributaveis exclusivamente na Ionte. Correta a inclusão dos saldos
existentes em contas bancarias de titularidade do contribuinte no demonstrativo de evolucão
patrimonial, uma vez que o mesmo tem por obietivo espelhar as mutacões patrimoniais ocorridas no
ano-calendario. Recurso negado. (Processo nº 10120.003775/95-69, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 06/06/00, Acordão nº 106-11.324)

ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO Não tendo o contribuinte logrado êxito em
comprovar, na Iorma da lei, sua variacão patrimonial, deve ser mantida a tributacão do acrescimo
patrimonial a descoberto, caracterizado pela omissão de rendimentos.

RENDIMENTOS SU1EITOS AO CARNÊ-LEÄO - O imposto devido pelas pessoas Iisicas sob
a Iorma de recolhimento mensal (carnê-leão) não pago deve observar as normas contidas na
Instrucão Normativa nº 46/97 Recurso parcialmente provido. (Processo nº 11080.006177/93-57,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 27/01/99, Acordão nº 106-10.640)

IRPF - ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO NA VENDA DEAUTOMÓVEL
Não logrando a autoridade a quo caracterizar de modo irreIutavel o acrescimo patrimonial a
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descoberto que demonstraria a omissão de rendimentos a tributacão, não existe base legal para a
imposicão de tributo direto sobre a renda pessoal. Recurso provido.
(Processo nº 10480.014474/94-18, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 27/01/00, Acordão nº 102-
44.095)

IRPF - ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO Tendo sido comprovada com
documentos habeis e idôneos a asseveracão do contribuinte, aIasta-se a exigência tributaria
calculada com base no acrescimo patrimonial iustiIicado. (Processo nº 11020.001377/95-26,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 22/02/00, Acordão nº 102-44.116)


Auditoria de Producão

IPI - AUDITORIA DE PRODUCÄO - I) A Ialta apurada no conIronto da producão calculada
com base em elementos subsidiarios com a producão registrada pelo estabelecimento conIigura
omissão de receitas, por presuncão legal (RIPI/82, Art. 343, § 1º). II) O calculo da producão, a
partir de elementos subsidiarios, devera, necessariamente, ser apoiada em dados consistentes.
RETROATIVIDADE BENIGNA Ex vi do disposto no artigo 45 da Lei nº 9.430/96, a multa
prevista no art. 364, inciso II do RIPI/82, deve ser reduzida, in casu, para 75° (CTN, art. 106, II,
c`). Recurso provido em parte. (Processo nº 10768.018829/92-79, Sessão de 15/09/99, Acordão nº
202-11.513, Recorrente: Contribuinte)

IPI - AUDITORIA DE PRODUCÄO Se do levantamento de producão do estabelecimento
industrial resultar um estoque Iinal de insumo menor do que o estoque Iinal constante dos registros
da empresa, estara identiIicado indicio de compra de materia-prima sem emissão de nota Iiscal. Tal
indicio, por absoluta Ialta de logica, não autoriza a presuncão de producão e venda de produtos sem
emissão de nota Iiscal, o que ocorreria se o estoque Iinal encontrado na auditoria de producão Iosse
maior do que o estoque Iinal registrado. Recurso improvido. (Processo nº 10283.001764/93-29,
Sessão de 19/10/99, Acordão nº 201-73.181, Recorrente: Contribuinte)
IRP1 E CSL - AUDITORIA DE PRODUCÄO - FALTA DE REGISTRO DE COMPRAS DE
INSUMOS - OMISSÄO DE RECEITAS A Ialta de registro de compras de insumos pode, de
um lado, revelar a ocorrência de omissão de receitas, mas, de outro, diminui o custo dos produtos
vendidos, tomando, assim, o Iato tributariamente irrelevante. Essa conclusão logica decorre do
proprio procedimento de auditoria de producão que apura Ialta de insumos, ou seia, a de que houve
o registro de vendas sem a apropriacão dos correspondentes custos. Recurso especial a que se nega
provimento. (Processo nº 10380.000481/93-34, Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão de 08/05/00,
Acordão CSRF nº 01-02.944)

IPI - AUDITORIA DE PRODUCÄO Lancamento Ieito com a metodologia da auditoria de
producão em que restou provada a saida de produtos sem registros Iiscais. Autuacão com base no
artigo 343 do RIPI/82. Apuracão de entrada de materias-primas em quantidade menor do que a
quantidade necessaria para a producão ia registrada. Falta de enquadramento no art. 173 § 1º b`.
Provimento parcial para excluir da exigência os valores calculados nos meses em que se apurou a
entrada de materias-primas sem registro e reducão em 10° sobre a quantidade de produtos saidos
nos outros meses. Recurso provido em parte. (Processo nº 10983.003097/96-10, Sessão de
07/06/00, Acordão nº 201-73.855, Recorrente: Contribuinte)

IRP1 - AUDITORIA DE PRODUCÄO - OMISSÄO DE RECEITA OPERACIONAL
Restando demonstrada de Iorma inequivoca a existência de omissão no registro de receitas
operacionais a partir de diIerenca maniIesta na producão contabilizada e materializada nos
levantamentos das materias-primas, demais insumos e estoques vis-a-vis a comercializacão de
itens especiIicos, impõe-se a contra-prova contundente para se impugnar o levantamento Iiscal. A
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correlacão entre peso e unidade Iisica tende a se aproximar de limite numerico estavel, com grau de
seguranca verossimil quanto maior Iora sua amostra. Os itens que não se prestam ao uso, producão
ou a utilizacão concorrentes não necessitam da existência de outros indicios para que se convalide o
acerto do seu levantamento.

VIGÊNCIA DA LEGISLACÄO TIRBUTÁRIA - INCIDÊNCIA DA TRD COMO 1UROS
DE MORA Os iuros de mora equivalentes a Taxa ReIerencial Diaria somente têm lugar a partir
do advento do art. 3º inciso I da Medida Provisoria nº 298, de 29.07.1991 (DOU de 30.07.1991),
convertida na Lei nº 8.218, de 29.08.1991. A TRD e uma taxa de iuros Iixada por lei (art. 161, § 1º
do CTN), conIorme assentou o Egregio Supremo Tribunal Federal, inocorrendo, por conseguinte,
qualquer lesão ao artigo 192 § 3º da Constituicão Federal, tendo em vista que este dispositivo, alem
de não ser auto aplicavel, reIere-se, tão-somente, aos emprestimo intermediados por instituicões
Iinanceiras. (Processo nº 13805.005182/92-47, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 07/06/00,
Acordão nº 103-20.317)


Depósito Bancário

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITA - DEPÓSITOS BANCÁRIOS Os depositos bancarios, por
si so, não representam disponibilidade econômica ou iuridica de renda e não constituem Iato
gerador do imposto. Ilegitimo o lancamento com base apenas em extratos ou depositos bancarios,
quando não demonstrada qualquer relacão entre os valores depositados e supostas receitas auIeridas
e não declaradas.

PIS - COFINS - IRRF - CSL Tratando-se do mesmo suporte Iatico, e não havendo apenas
aspectos especiIicos a serem apreciados, aos lancamentos decorrentes aplica-se o decidido no
principal. Recurso provido. (Processo nº 10880.043389/96-16, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
26/01/00, Acordão nº 108-05.978)

ARBITRAMENTO - EXTRATOS BANCÁRIOS - IRP1 E OUTROS E inadmissivel o
lancamento baseado exclusivamente em extratos bancarios. Preliminar reieitada. Recurso provido.
(Processo nº 10980.007780/92-22, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 27/01/00, Acordão nº 108-
05.981)

OMISSÄO DE RECEITA OPERACIONAL - IRP1/CONTRIBUICÄO SOCIAL -
TRIBUTACÄO EM SEPARADO - LEI 8.541/92 - MICROEMPRESA As disposicões
versando a tributacão em separado de omissão de receita da pessoa iuridica, na vigência da Lei nº
8.541/92 (tributacão em separado) não se aplicam a pessoa iuridica submetida a tributacão pelo
regime da microempresa nem para o IRPJ nem para a Contribuicão Social.
OMISSÄO DE RECEITA OPERACIONAL - DEPÓSITOS BANCÁRIOS - ELEMENTOS
INDICIÁRIOS E SUBSIDIÁRIOS DA ACUSACÄO Sem o aproIundamento maior da
evolucão de depositos bancarios, e insustentavel a mantenca do lancamento, ate porque somente a
partir da vigência da Lei 9.430/96 e que o legislador estabeleceu mecanismos apropriados para a
sustentacão de omissão de receita em Iace da não comprovacão da pertinente origem e sob as
ressalvas ali estabelecidas. Recurso ex oIIicio improvido. (Processo nº 10915.003541/98-35,
Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 07/06/00, Acordão nº 103-20.316)

IRP1 - CSL - FINSOCIAL - PIS - OMISSÄO DE RECEITAS OPERACIONAIS -
DEPÓSITOS BANCÁRIOS - ANO DE 1991 A tributacão com base nos valores dos depositos
bancarios somente e possivel se a Iiscalizacão lograr vincula-los as transacões comerciais da pessoa
iuridica e/ou demonstrar, de alguma maneira, que as importâncias depositadas deixaram de ter
como contrapartida receitas registradas em seus livros comerciais e Iiscais. Recurso especial a que
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se nega provimento. (Processo nº 10630.000397/95-66, Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão de
13/03/00, Acordão CSRF nº 01-02.863)

PRELIMINAR - QUEBRA DE SIGILO BANCÁRIO Mediante intimacão escrita, os bancos,
casa bancarias, Caixas Econômicas e demais instituicões Iinanceiras são obrigados a prestar a
autoridade administrativa todas as inIormacões de que disponham com relacão aos bens, negocios e
atividades de terceiros. Ate ter sua inconstitucionalidade declarada pelo STF, o art. 18 da Lei nº
8.021/90 continua eIicaz e desta Iorma, instaurado o devido procedimento administrativo Iiscal,
pode a autoridade administrativa, independentemente de autorizacão, requerer copias dos extratos
bancarios.

OMISSÄO DE RENDIMENTOS - ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO
Mantem-se o lancamento embasado em demonstrativo que reIlete a movimentacão bancaria.
Recurso negado. (Processo nº 10830.006422/94-23, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/04/00,
Acordão nº 106-11.228)

IRPF - INCONSISTÊNCIA DA PROVA - DEMONSTRACÄO DE ORIGEM -
DEPÓSITOS BANCÁRIOS A prova produzida pela Iiscalizacão e inconsistente para a
Iinalidade que se propõe, de vez que considera como rendimentos os valores dos cheques sem
demonstrar sua origem, não podendo, por esta razão, serem utilizados para compor a apuracão de
variacão patrimonial. Recurso provido. (Processo nº 10380.004601/95-06, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 19/03/98, Acordão nº 106-10.032)

IRPF - LANCAMENTOS COM BASE EM DEPÓSITOS BANCÁRIOS Depositos Ieitos em
contas bancarias, comprovadamente em nome do contribuinte, e não consignadas em sua declaracão
de bens que nos termos do art. 51 da lei 4.069/62 e parte integrante da declaracão de rendimento,
autorizam o lancamento de oIicio embasado no arbitramento do lucro tributavel, de acordo com os
elementos que se dispuser (RIR/80, art. 678, III).

URP - DIFERENCA SALARIAL Embora a titulo de indenizacão, são tributaveis os
rendimentos concedidos atraves de acão trabalhista, por corresponderem a reposicão de perda
salarial, a diIerenca de vencimentos, os iuros e a correcão monetaria, não tendo como isenta-los por
Ialta de amparo legal devendo compor a base de calculo do imposto de renda. Recurso negado.
(Processo nº 10380.01381/96-12, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 26/01/00, Acordão nº 102-
44.087)

OMISSÄO DE RECEITAS E ilegitimo o lancamento do imposto de renda que teve como base
de calculo, apenas, valores consignados de extratos ou depositos bancarios, por constituir simples
presuncão que não conIere consistência ao lancamento. Recurso provido. (Processo nº
10835.000313/95-05, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 07/12/97, Acordão nº 105-13.025)

LANCAMENTO - NULIDADE - PROVA OBTIDA ATRAVÉS DE QUEBRA NÄO
AUTORIZADA DE SIGILO BANCÁRIO A prova de requisicão de extratos bancarios pelo
orgão Iiscalizador e o seu espontâneo atendimento pela instituicão Iinanceira deve estar
devidamente documentada nos autos, sob pena de não pode poder considerar tal prova licita para
alicercar lancamento, posto que obtida mediante quebra não autorizada de sigilo bancario. Recurso
parcialmente provido. (Processo nº 10768.009898/97-13, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
07/12/99, Acordão nº 106-11.067)

IRPF - OMISSÄO DE RENDIMENTOS - LANCAMENTO COM BASE EM DEPÓSITO
BANCÁRIO No arbitramento, em procedimento de oIicio, eIetuado com base em deposito
bancario, nos termos do § 5º do art. 6º da Lei nº 8.021, de 1990, e imprescindivel seia comprovada a
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utilizacão dos valores depositados como renda consumida, evidenciados sinais exteriores de
riqueza, visto que, por si so, depositos bancarios não constituem Iato gerador do imposto de renda
pois não caracterizam disponibilidade de renda e proventos. O lancamento assim constituido so e
admissivel quando Iicar comprovado o nexo causal entre o deposito e o Iato que represente
omissão de rendimento. Negado provimento ao recurso especial. (Processo nº 10410.002316/92-12,
Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão de 08/05/00, Acordão CSRF nº 01-02.932)


Desclassificacão Contábil

IRP1 - BENS DO ATIVO PERMANENTE REGISTRADOS COMO DESPESA ConIigura-
se como despesa indedutivel os gastos com bens e servicos que, pela sua propria natureza de
permanência no ativo e patrimônio da pessoa iuridica, deverão ser imobilizados por não se
enquadrarem como simples dispêndios de conservacão, manutencão, reposicão ou reparo.
GLOSA DE CUSTOS - DESPESAS/CUSTOS DEDUTIVEIS Somente podera ser considerada
operacional e dedutivel a despesa para a qual Ior demonstrada a estrita conexão do gasto com a
atividade explorada pela pessoa iuridica, bem como e conditio sine qua non que atenda as
exigências legais revestindo-se do carater de usualidade, normalidade e necessidade para a
manutencão da atividade e producão dos rendimentos, não enquadrando-se nesse conceito
dispêndios eIetuados por mera liberalidade.
GLOSA DE CUSTOS - DESPESAS/CUSTOS NÄO COMPROVADOS São considerados
indedutiveis os custos e despesas, cuia eIetiva realizacão e pagamentos não Iorem devidamente
comprovados pelo suieito passivo, atraves de documentacão habil e idônea.
LEI Nº 8.383/91 - INCONSTITUCIONALIDADE E SUA VIGÊNCIA E EFICÁCIA -
INEXISTÊNCIA DE AFRONTA À IRRETROATIVIDADE E À ANUALIDADE NA
UTILIZACÄO DA UFIR Para Iins do disposto no inciso II do art. 897 do CTN, a atualizacão
monetaria do tributo não representa maioracão ou modiIicacão da respectiva base de calculo e do
seu Iato gerador. A publicacão da lei, por outro lado, Iixa a sua existência e identiIica a sua
vigência.
SELIC - TAXA REFERENCIAL DE 1UROS E legitima a aplicacão da SELIC como taxa de
iuros de mora sobre os valores dos creditos tributarios devidos e não pagos no prazos Iixados pela
lei, como Iorma de compensar a Fazenda Publica pelo atraso do suieito passivo em cumprir com as
respectivas obrigacões tributarias.
PROCESSOS REFLEXOS - IRF Não ha incidência do ILL quando inexista no contrato social
da pessoa iuridica, constituido sob a Iorma societaria LTDA, clausula com previsão de distribuicão
automatica dos lucros aos socios da pessoa iuridica.
CSLL Respeitando-se a materialidade do respectivo Iato gerador, a decisão prolatada no processo
principal sera aplicada aos processos tidos como decorrentes, Iace a intima relacão de causa e
eIeito. Recurso parcialmente provido. (Processo nº 10166.008245/96-99, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 06/06/00, Acordão nº 103-20.304)


Diligências

ERRO NA DENOMINACÄO - INDEFERIMENTO - A prova pericial` que deseia , não pode
ser deIerida pelo simples motivo de que tal meio de prova não Ioi instituido por lei no processo
administrativo Iiscal. O Estado de São Paulo, não tem um corpo de peritos` e nem mantem
qualquer sistema assemelhado, como o existente no âmbito Iederal, onde os proprios agentes Iiscais
realizam o trabalho. Tal procedimento, deixo aqui registrado, não tem qualquer identidade com a
prova pericial contemplada pelo Codigo de Processo Civil. O inciso LV do art. 5º da Constituicão
Federal e bem claro, quando diz: art. 5º - LV os litigantes, em processo iudicial ou
administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditorio e a ampla deIesa, com os
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meios e os recursos a eles inerentes.` (Edda Goncalves MaIIei, da 7ª Câmara Suplementar/SP, na
decisão do Processo DRT nº 1 22.131/88 (sessão de 20.12.94, publicado no Boletim TIT/SP nº
291, em 27.04.96), para aceitar pedido de pericia, levou em conta que o principio da ampla deIesa e
do contraditorio so cabe em relacão aos meios e os recursos inerentes).


Documentos Inidôneos


IPI - CRÉDITOS BÁSICOS - GLOSA 1 O creditamento basico (art. 82, I, RIPI/82)
pressupõe a entrada de mercadorias no estabelecimento industrial (art.97, I, RIPI/82). 2 Provando
o Iisco que as notas Iiscais que deram margem o credito de IPI nela destacados são inidôneas, não
tendo a mercadoria la descrita saido do estabelecimento supostamente remetente, e não provando a
autuada que a mercadoria entrou em seu estabelecimento, e descabido o respectivo credito (RIPI,
art. 252). 3 A multa do art. 364, III, do RIPI/82, com o advento da Lei nº 9430, art. 45, que deu
nova redacão ao art. 80 da Lei nº 4.502/64 (base legal do art. 364 do RIPI), Ioi reduzida para 150°
(cento e cinqüenta por cento). Em Iuncão do instituto da retroatividade benigna (CTN, art. 106, II,
c), devem ser estas aplicadas in casu. Recurso voluntario parcialmente provido. (Processo nº
13802.000291/96-68, Sessão de 18/08/99, Acordão nº 201-73.059, Recorrente: Contribuinte)

ITR - TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE DA PROPRIEDADE Restando
comprovado, atraves de documentos habeis e idôneos, a ocorrência de transIerência da titularidade
do imovel rural, cancela-se o lancamento. Recurso provido. (Processo nº 13737.000407/91-94,
Sessão de 25/01/00, Acordão nº 203-06.232, Recorrente: Contribuinte)

IPI - NOTAS FISCAIS INIDÔNEAS Irreparavel a exigência do tributo lancado ex oIIicio, em
decorrência de glosa de creditos basicos, com cominacão da pena capitulada no art. 80 inciso II da
Lei 4.502/64 reducão dada pelo art. 45 da Lei nº 9.430/96 bem como a imposicão da multa
prevista no art. 365, caput e inciso II, do RIPI/82, quando devidamente comprovada a utilizacão de
notas Iiscais emitidas por quem não deu saida aos produtos nela discriminados. MULTA
PUNITIVA (RIPI/82, ART. 365, II) A atualizacão monetaria da base de calculo da multa desde a
data da inIracão ate a sua constatacão pela Fazenda Nacional somente tem amparo na legislacão
tributaria para os Iatos geradores ocorridos a partir de 09.05.94 (MP nº 492/94, art. 4º e 7º). Recurso
parcialmente provido. (Processo nº 13831.000123/97-33, Sessão de 22/02/00, Acordão nº 202-
11.834, Recorrente: Contribuinte)

IRPF - CUSTO DA PRODUCÄO O custo da construcão de casas ou ediIicios deve ser
comprovado atraves de notas Iiscais de aquisicão de materiais, recibos/notas Iiscais de prestacão de
servicos e comprovantes de pagamentos iunto aos orgãos controladores. A Ialta ou insuIiciência de
comprovacão autoriza o arbitramento com base nas tabelas divulgadas pelo SINDUSCON. O
arbitramento e medida extrema para os casos de Ialta de declaracão dos valores despendidos na
construcão ou, quando insuIicientes, porem se o contribuinte declara determinado valor e o
comprova com documentos reIerentes a aquisicão de materiais e pagamentos de mão de obra, cabe
a Iiscalizacão provar com base na planta, no memorial descritivo e atraves de veriIicacão da obra
que não são suIicientes para realizacão do empreendimento. A declaracão de rendimentos
acompanhada das comprovacões quando solicitadas Iaz prova a Iavor do contribuinte, e no caso da
construcão inverte-se o ônus da prova quando a autoridade iulgar o valor declarado inexistente. Em
se tratando de galpão comercial, se a autoridade lancadora utiliza determinado percentual aplicado
ao CUB, deve ser metodo uniIorme, tanto para calcular a metragem resultante da parte comprovada,
como da não comprovada. Recurso provido. (Processo nº 11020.00027/97-41, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 13/09/00, Acordão nº 102-44.402)

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IRPF - DESPESAS MÉDICAS Comprovado que a empresa emissora dos recibos não existia de
Iato, indedutiveis os recibos apresentados. Recurso negado. (Processo nº 10480.014108/96-11,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 26/01/00, Acordão nº 102-44.085)

DESPESA ODONTOLÓGICA - GLOSA Não se admite deducões com despesasodontologicas
comprovadas, apenas, atraves de recibo Iornecido por proIissional indiciado por emissão graciosa
de recibos, ou seia, sem a devida prestacão do servico. Recurso negado. (Processo nº
11080.010606/94-26, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 09/12/98, Acordão nº 106-10.606)

IRPF - PENSÄO 1UDICIAL - DESPESAS COM INSTRUCÄO Estandodevidamente
comprovada a realizacão e pagamento de instrucão, pelo alimentante, por Iorca do acordo
homologado iudicialmente, deve ser aceita a deducão, obedecidos os limites legais, muito embora
tenha sido considerada como pensão iudicial na sua declaracão anual de aiuste. Recurso
parcialmente provido. (Processo nº 10680.004418/98-24, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
15/08/00, Acordão nº 104-17.554)

DECLARACÄO - MULTA ACESSÓRIA POR OMISSÄO DE INFORMACÄO DE
PAGAMENTOS - NÄO PROCEDÊNCIA Uma vez demonstrado pelo contribuinte,
documentalmente, que a prestacão de servico advocaticio Ioi realizada gratuitamente, e não
apresentada prova em contrario pela Iiscalizacão, ha de se reconhecer a improcedência do
lancamento da multa regulamentar. Recurso provido. (Processo nº 10650.000982/97-26,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 16/08/00, Acordão nº 106-11.444)

IRPF - DEDUCÔES - DESPESAS MÉDICAS A intencão do legislador Ioi permitir a deducão
de despesas com a manutencão da saude humana, assim pode a autoridade Iiscal perquirir se os
servicos eIetivamente Ioram ao declarante ou a seus dependentes, reieitando de pronto aquele que
não identiIicam o pagador, os servicos prestados ou não identiIicam na Iorma da lei os prestadores
de servicos ou quando esses não seiam habilitados. O documento por si so não autoriza a deducão,
mormente quando não ha prova eIetiva de que os servicos Ioram prestados.

AGRAVAMENTO DA MULTA Comprovada adulteracão da documentacão pelo conIronto
entre as vias do emissor e do tomador dos servicos e cabivel a aplicacão da multa maiorada.
Recurso negado. (Processo nº 11040.000085/99-15, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 17/10/00,
Acordão nº 102-44.452)

IRPF - DESPESAS MÉDICAS. ODONTOLÓGICAS E OUTRAS DEDUTIVEIS A
eIetividade do pagamento a titulo de despesas odontologicas não se comprova com mera exibicão
de recibo, mormente quando o contribuinte não carreou para os autos qualquer prova adicional da
eIetiva prestacão dos servicos e existem Iortes indicios de que os mesmos não tenham sido
prestados. Recurso negado. (Processo nº 13686.000082-98-03, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
14/03/00, Acordão nº 102-44.154)

IRPF - DEDUCÄO DE DESPESAS MÉDICAS Admite-se a deducão dos valores
correspondentes a despesas com tratamentos medicos e odontologicos realizados pelo contribuinte e
seus dependentes legais, devidamente comprovados atraves de recibos Iirmados e pessoalmente
reconhecidos pelos proIissionais prestadores dos servicos. Recurso negado. (Processo nº
10725.001802/96-31, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 27/01/00, Acordão nº 102-44.094)

IRPF - DESPESA MÉDICA - DEDUTIBILIDADE - RECIBO - DOCUMENTO HÁBIL -
ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO Os recibos, desde que atendidos os requisitos do art. 85 do
RIR/94, são documentos habeis para comprovar os dispêndios e embasar a sua dedutibilidade. Para
desqualiIicar determinado documento e preciso comprovar que o mesmo contenha algum vicio. A
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boa-Ie e que se presume, enquanto que a ma-Ie precisa ser comprovada. Recurso provido. (Processo
nº 10680.005911/98-43, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 09/12/99, Acordão nº 102-44.040)

IRPF - REVISÄO DA DECLARACÄO DE RENDIMENTOS - INCLUSÄO DE DESPESAS
MÉDICAS Face aos principios da impessoalidade e da verdade material, que regem a atuacão da
Administracão Publica, uma vez revista a declaracão de rendimentos da recorrente, não deveria o
autuante considerar somente os Iatos que a desIavorecem, mas tambem os Iatos devidamente
provados que a beneIiciam. Recurso provido. (Processo nº10730.001868/98-69, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 12/11/99, Acordão nº 106-11.063)

IRPF - DEDUCÔES DESPESAS ODONTOLÓGICAS Apresentado o recibo de prestacão
de servicos, sendo o proIissional qualiIicado e estando em atividade na epoca da emissão do
documento, inverte-se o ônus da prova, cabendo a Iiscalizacão provar que os servicos não Ioram
prestados ou que o documento e Ialso para que possa glosar o documento apresentado. Recurso
provido. (Processo nº 10166.012578/98-57, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 17/08/00, Acordão
nº 102-44.379)

ICMS - ACUSACÄO INFUNDADA DE DECLARACÄO FALSA DA ORIGEM DAS
MERCADORIAS. TRANSITO PELO TERRITÓRIO PARANAENSE. AUTO DE
INFRACÄO INCONSISTENTE. No documento da operacão discutida ha indicacão do local de
carregamento das mercadorias, Iato que por si so esclarece o equivoco cometido e comprova a
inexistência da irregularidade apontada. Falta de legitimidade do poder tributante em lancar imposto
e multa sobre mercadorias em trânsito pelo territorio paranaense. Recurso ordinario provido por
unanimidade. (Acordão nº 1147/2003 1ª Câmara)







Erro de Fato

RETIFICACÄO DE DECLARACÄO Somente e admissivel quando comprovado o erro de
Iato. São imprestaveis os laudos emitidos por pessoas inabilitadas e sem a comprovacão dos
criterios e Iontes nele inseridos. Recurso negado. (Processo nº 13963.000049/95-24, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 12/04/00, Acordão nº 104-17.441)

PREENCHIMENTO DA DECLARACÄO DE RENDIMENTOS - ERRO DE FATO E de
ser admitido o erro de Iato para conduzir a revisão do lancamento, eis que, se o lancamento ha de
ser Ieito de acordo com o tipo abstrato da norma, ha de conIormar-se a realidade Iatica. Recurso de
oIicio negado. (Processo nº 13886.000149/98-54, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de
07/12/99, Acordão nº 105-13.024)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - DECISÄO DE PRIMEIRO GRAU Quando a
decisão de primeiro grau reconhece que houve erro de processamento e restabelece os valores
declarados na declaracão de rendimento regularmente apresentada, o lancamento deve ser
cancelado. Recurso voluntario provido. (Processo nº 10768.007577/98-10, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 18/08/00, Acordão nº 101-93.164)

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COMPENSACÄO - CARÊNCIA DE CERTEZA E LIQUIDEZ DO CRÉDITO Não ha
como se acatar pedido de compensacão Iace a constatacão de inumeros erros contabeis que
impedem a conIirmacão dos valores lancados na Declaracão de Rendimentos. Recurso negado.
(Processo nº 13973.000153/97-15, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 08/06/00, Acordão nº 107-
06.004)

NORMAS PROCESSUAIS - ERRO DE FATO Sendo maniIesta a contradicão entre os Iatos
indicados da decisão de 1º grau e os indicados no Auto de InIracão e seus anexos, impõe-se o
saneamento do procedimento com anulacão da aludida decisão, para que outra seia prolatada na boa
e devida Iorma, prosseguindo-se no Ieito, como de direito. Nulidade de decisão de primeiro grau.
(Processo nº 10735.000655/98-33, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 15/08/00, Acordão nº 101-
93.122)

NOTA: Erro de Iato e o erro que recai sobre uma das qualidades de determinado obieto ou de certas
pessoas.


Escritura Pública

NULIDADE - COMPETÊNCIA Conhecido pela autoridade o litigio, preventa a iurisdicão e
prorrogada a competência, independente da alteracão do domicilio Iiscal do contribuinte ou para
quem dirigido o recurso.
PROVA Para que se admita a prevalência de contrato particular Irente ao instrumento publico, e
imprescindivel que o coniunto probatorio possua elementos irreIutaveis, de Iorma a Iirmar a
conviccão do iulgador. Preliminar reieitada Recurso negado. (Processo nº 13807.001107/97-74,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/05/00, Acordão nº 102-44.268)

ACRÉSCIMO PATRIMONIAL - AQUISICÄO DE IMÓVEL - RECIBO DE ARRAS -
ESCRITURA PUBLICA Não obstante o recibo de arras constitua verdadeiro contrato de compra
e venda, ha de prevalecer o valor constante na escritura publica, haia vista que a assinatura aposta
naquele recibo, coteiada com outras, nos autos, Iirmadas pelo suieito passivo, não e em nada sequer
semelhante. Tambem não se pode inIirmar tratar-se de assinatura de procurador estabelecido, não
havendo nos autos prova desse instrumento. Negado provimento ao recurso especial. (Processo nº
11080.001584/93-13, Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão de 08/05/00, Acordão CSRF nº 01-
02.930)

IRPF - OMISSÄO DE RENDIMENTOS - ESCRITURA PUBLICA indispensavel que seia
produzida prova cabal pelo contribuinte no sentido de que a Iorma de pagamento do imovel Ioi
realizada de maneira diIerente daquela consignada no instrumento publico. Não logrando Iazê-lo, ha
que ser mantida a Ie publica inerente a declaracão prestada ao Tabelião, pelo que o pagamento Ioi
realizado no ato da lavratura da escritura publica.
GANHO DE CAPITAL O cancelamento da escritura publica não logra aIastar o Iato gerador da
exacão, tendo sido veriIicada a situacão obietivamente deIinida na lei como necessaria e suIiciente a
sua ocorrência. Recurso negado. (Processo nº 11073.000078/98-92, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 11/11/99, Acordão nº 106-11.056)

IRPF - GANHO EM ALIENACÄO IMOBILIÁRIA - FORCA PROBANTE DE
INSTRUMENTO PUBLICO Nas operacões relativas a alienacão imobiliaria, a escritura,
lavrada em cartorio, e o instrumento constitutivo e translativo de propriedade. O documento
publico, assim, Iaz prova não so da operacão do ato, mas, tambem, dos Iatos que o tabelião declarar
que ocorreram em sua presenca.
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ANTECIPACÄO MENSAL DE IMPOSTO Provado nos autos ter o contribuinte pago o valor
do imposto mensal, ainda que a titulo de recolhimento mensal complementar, quando da entrega da
declaracão mas devidamente atualizado desde o mês do respectivo vencimento, incabivel sua
exigência a titulo de Ialta de recolhimento de carnê-leão, com multa de oIicio, tendo o contribuinte
apenas incidido em mora.
VIGÊNCIA DA LEGISLACÄO TRIBUTÁRIA - INCIDÊNCIA DA TRD COMO 1UROS
DE MORA Por Iorca do disposto no art. 101 do CTN e § 4º do artigo 1º da Lei de Introducão do
Codigo Civil Brasileiro: a Taxa reIerencial Diaria TRD so poderia ser cobrada, como iuros de
mora, a partir de mês de agosto de 1991, quando entrou em vigor a Lei 8.218/91. Recurso
parcialmente provido. (Processo nº 11050.001886/93-85, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
25/01/00, Acordão nº 104-17.331)


Fato Superveniente

DOCUMENTOS SUPERVENIENTES Documentos trazidos em Iase de recurso e devidamente
autenticados pela autoridade Iiscal, em pedido de diligência, merecem acolhida do iulgador, como
prova legitima a Iavor do contribuinte. Recurso provido. (Processo nº 10510.001710/96-94,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 08/06/99, Acordão nº 102-43.777)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL ProIerida decisão pela Câmara, não ha como se
Ialar em modiIicacão da decisão por Iatos supervenientes, salvo se apresentados em Iase de
embargos de declaracão de recurso especial. Decisão mantida. (Processo nº 10825.000545/98-26,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/04/00, Acordão nº 105-13.146)

PROCESSO ADMINISTRATVO FISCAL - NULIDADES Instaurado o litigio, os novos
argumentos e provas apresentados pelo suieito passivo, relativo as materias ia questionadas, apos o
prazo previsto no art. 15 do Decreto nº 70.235/72 e antes da decisão, devem ser apreciadas quando
do iulgamento, sob pena de caracterizar-se o cerceamento do direito de deIesa e nulidade da decisão
assim proIerida. Preliminar acolhida. Nula a decisão recorrida. (Processo nº 13822.000097/95-72,
Sessão de 22/02/00, Acordão nº 103-20.213)

IRPF - DOCUMENTOS SUPERVENIENTES Sendo conIirmado pela autoridade Iiscal de 1ª
instância que o livro caixa trazido aos autos, apos pedido de diligência, conIere com o original, não
ha que se Ialar em arbitramento na atividade rural, uma vez que o livro iuntamente com os
documentos que o embasam, são elementos suIicientes para que a autoridade proceda o trabalho
Iiscal. Recurso provido. (Recorrente: Contribuinte, Sessão de 26/01/00, Acordão nº 102-44.086)


Gastos Incompatíveis com a Renda

IRPF - GASTOS INCOMPATIVEIS COM A RENDA DISPONIVEL - BASE DE
CÁLCULO - PERIODO-BASE DE INCIDÊNCIA - APURACÄO MENSAL O imposto de
renda das pessoas Iisicas, a partir de 01/01/89, sera apurado, mensalmente, a medida em que os
rendimentos e ganhos de capital Iorem percebidos, incluindo-se, quando comprovada pelo Iisco, a
omissão de rendimentos apuradas atraves de planilhamento Iinanceiro ('Iluxo de caixa¨), onde
serão considerados todos os ingressos e dispêndios realizados no mês pelo contribuinte. Entretanto,
por inexistir a obrigatoriedade de apresentacão de declaracão mensal de bens, incluindo dividas e
ônus reais, o saldo de disponibilidade pode ser aproveitado no mês subseqüente, desde que seia
dentro do mesmo ano-base. Assim, somente podera ser aproveitado, no ano subseqüente, o saldo de
disponibilidade que constar da declaracão de imposto de renda-declaracão de bens, devidamente
lastreado em documentacão habil e idônea.
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL RFB

Dr.ª Alessandra Cunha Pereira
OAB/SC 13.367
152
IRPF - CONTRIBUINTE SOB PROCEDIMENTO FISCAL - NUMERÁRIO
DECLARADO SEM SUPORTE Valores declarados Iora de prazo e sob procedimento de oIicio
como dinheiro em especie`, dinheiro em caixa`, disponibilidade em moeda nacional` e outras
rubricas semelhantes não podem ser aceitos para iustiIicar Iontes de recursos, salvo prova inconteste
de sua existência no termino do ano-base em que tal disponibilidade Ior declarada.
IRPF - MULTA POR ATRASO NA ENTREGA DA DECLARACÄO DE RENDIMENTOS -
MULTA DE LANCAMENTO DE OFICIO - MULTA ACUMULADA - INOCORRÊNCIA
DA HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA A penalidade prevista no art. 8º do Decreto-lei nº 1.968/82,
incide quando ocorrer Ialta ou insuIiciência de recolhimento de imposto, apresentada ou não a
declaracão de rendimentos. Em se tratando de lancamento Iormalizado segundo o disposto no art.
676 do Regulamento de Imposto de Renda, aprovado pelo Decreto nº 85.450/80 ou artigo 889 do
Regulamento de Imposto de Renda, aprovado pelo Decreto nº 1.041/94, cabe tão-somente a
aplicacão da multa especiIica para lancamento de oIicio. Impossibilidade de simultânea incidência
de ambos os gravames. (Processo nº 10176.000641/98-93, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
20/10/99, Acordão nº 104-17.215)


Glosa de Despesas

IRP1 - GLOSA DE DESPESAS Improcede a glosa de despesas de iuros e correcão monetaria
sobre emprestimos bancarios quando a empresa comprova sua eIetividade por meio de documentos
habeis e idôneos, acatados pela Iiscalizacão em diligência realizada a pedido da autoridade
iulgadora.
CSL e IRRF - LANCAMENTOS DECORRENTES O decidido no iulgamento do lancamento
principal no imposto de renda pessoa iuridica Iaz coisa iulgada nos decorrentes, no mesmo grau de
iurisdicão, ante a intima relacão de causa e eIeito entre eles existente. Recurso de oIicio negado.
(Processo nº 13962.000059/98-12, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 17/08/00,
Acordão nº 108-06.209)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS Não demonstrada pelo contribuinte a destinacão dos
cheques compensados, em valores e datas coincidentes com as despesas/aquisicões a que se
reIerem, Iica iustiIicada a glosa de valores a debito de caixa eIetivado pela Iiscalizacão.
PIS - COFINS - IR FONTE - CONTRIBUICÄO SOCIAL SOBRE O LUCRO LIQUIDO -
DECORRÊNCIA - O decidido no lancamento do IRPJ acompanha o decidido nos lancamentos
decorrentes, ante a intima relacão de causa e eIeito entre eles. Negado provimento ao recurso.
(Processo nº10640.002691/98-36, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 02/07/00, Acordão nº 107-
06.016)

ENCARGOS FINANCEIROS SOBRE EMPRÉSTIMOS Sua deducão como despesa
operacional esta condicionada a sua comprovacão atraves de documentos habeis e idôneos,
excluindo-se da tributacão a parte comprovada na Iase impugnatoria.
COMPENSACÄO DE PRE1UIZOS FISCAIS Correta a compensacão de parte da materia
tributavel com preiuizos Iiscais anteriores eIetivamente compensaveis.
MULTA DE LANCAMENTO DE OFICIO Com a edicão da Lei nº 9.430/96, a multa de
lancamento de oIicio de 100° deve ser convolada para 75°, tendo em vista o disposto no art. 106,
inciso II, letra c` do CTN e em consonância com o ADN nº 01/97.
CONTRIBUICÄO SOCIAL - LANCAMENTO DECORRENTE O iulgamento no processo
principal Iaz coisa iulgada no lancamento decorrente, no mesmo grau de iurisdicão, ante a intima
relacão de causa e eIeito entre eles existente. Recurso de oIicio negado. (Processo nº
13802.001513/96-23, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 25/02/99, Acordão nº 101-
92.577)

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IRP1 - CUSTOS NÄO COMPROVADOS São indedutiveis os custos ou despesas não apoiados
em documentacão Iiscal habil e idônea que comprove sua eIetividade e necessidade. Todavia,
custos ou despesas apropriados irregularmente por erro Iormal são passiveis de correcão.
BENS DE NATUREZA PERMANENTE Despesas incorridas em mais de um periodo-base
deverão ser diIeridas e deduzidas a partir de quando o bem estiver em Iuncionamento.
CONTRIBUICÄO SOCIAL SOBRE O LUCRO - LANCAMENTO DECORRENTE A
solucão dada ao litigio principal repercute nos acessorios pela intima relacão de Iato existente entre
ambos.
CORRECÄO MONETÁRIA DE BALANCO Impossibilidade de acolhimento de CM de
balanco com base no Plano Verão quando Ieita a destempo, alem de ser realizada sem considerar
todos os eIeitos da correcão monetaria, prorrogando prazo para compensacão de preiuizo sem
Iundamentacão legal. Recurso parcialmente provido. (Processo nº 10850.002162/98-94, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 15/03/00, Acordão nº 108-06.048)

IRP1 - CUSTOS E DESPESAS OPERACIONAIS - DEDUTIBILIDADE São documentos
habeis para comprovar os custos e as despesas operacionais as notas Iiscais, Iaturas/duplicatas e
recibos, desde que indiquem as partes, as operacões realizadas e respectivos valores, de modo a se
poder aIerir a necessidade e a normalidade dos dispêndios. Cabivel a glosa quando deixarem de ser
comprovadas as operacões.
IRP1 - GLOSA DE DESPESAS COM REPARO E CONSERVACÄO Não Iicando provado
nos autos que as despesas realizadas a titulo de reparos e conservacão resultaram no aumento da
vida util do imovel em mais de um ano, não e cabivel a capitalizacão dos dispêndios. A simples
consideracão de que a quantidade de bens utilizados teria sido elevada, não e o bastante para
corroborar a acão Iiscal.
IRP1 - CONTRATOS FIRMADOS COM ENTIDADES GOVERNAMENTAIS Nos termos
do artigo 282 do RIR/80 e do artigo 360 do RIR/94, e permitido a contribuinte, no caso, empresa
prestadora de servicos Iornecidos atraves de contratos com base em preco unitario, para pessoa
iuridica de direito publico; empresa sob seu controle; empresa publica; sociedade de economia
mista ou sua subsidiaria, diIerir a tributacão do lucro ate a sua realizacão.
TRIBUTACÄO REFLEXIVA - COFINS Não conhecida a exigência principal, que manteve
parcialmente a exigência em relacão ao Imposto de Renda Pessoa Juridica, aplica-se aos litigios
decorrentes ou reIlexos relativos a Contribuicão Social sobre o Lucro, PIS/Repique e IRFonte.
Recurso parcialmente provido. (Processo nº 13923.000018/97-66, Recorrente: Contribuinte, Sessão
de 27/01/00, Acordão nº 107-05.864)

IRP1 - DESPESAS INDEDUTIVEIS Incabivel a glosa de despesas quando não comprovada
sua desnecessidade para a consecucão do obietivo social, sendo insuIiciente a mera constatacão de
eventuais irregularidades Iiscais por parte dos prestadores de servicos.

CONSERVACÄO DE BENS Ilegitima a pretensão Iiscal de exigir correcão monetaria sobre
dispêndios com reparos de bens, desprovido de comprovacão de aumento da vida util superior a um
ano.
DESPESAS FINANCEIRAS Legitima a dedutibilidade de encargos Iinanceiros com
emprestimos contratados em condicões usuais de mercado, independentemente do mutuante
constituir entidade Iinanceira.
POSTERGACÄO DE RECEITA Incomprovada a ocorrência de situacão que conIigure a
postergacão do reconhecimento de receitas, insubsiste a exigência a este titulo. Recurso de oIicio
negado. (Processo nº 10070.001070/93-04, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de
12/04/00, Acordão nº 108-06.081)


Laudo Técnico
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ITR - VTN TRIBUTADO - LAUDO DE AVALIACÄO INCONSISTENTE - REDUCÄO -
IMPOSSIBILIDADE O documento que apenas inIorma a distribuicão da propriedade rural e seu
valor aIigura-se inconsistente para reduzir o CTN tributado, posto que, para tal Iinalidade, o mesmo
deve ser elaborado por laudo de avaliacão de acordo com as normas da ABNT. Recurso negado.
(Processo nº 13122.000020/95-16, Sessão de 13/04/00, Acordão nº 203-06.535, Recorrente:
Contribuinte)

ITR Ao contribuinte caberia trazer materia de prova para elidir o merito do auto de inIracão. Não
Ioi apresentado o laudo tecnico para o Iim colimado. Recurso negado. (Processo nº 10675.0-
1767/96-47, Sessão de 08/12/99, Acordão nº 201-73.410, Recorrente: Contribuinte)

ITR - APURACÄO DO VTN - FORMALIDADES A Iixacão da base de calculo do imovel em
valor inIerior ao VTNm somente pode ser Ieita se acompanhada de prova idônea, mormente em se
tratando do Valor de Terra Nua e das benIeitorias. Apenas pode ser aceito para esses Iins laudo de
avaliacão que contenha os requisitos legais exigidos, dentre os quais, ser elaborado de acordo com
as normas da ABNT por perito habilitado, com a devida Anotacão de Responsabilidade Tecnica
registrada no orgão competente. Recurso negado. (Processo nº 13127.000252/96-15, Sessão de
26/01/00, Acordão nº 203-06.269, Recorrente: Contribuinte)

ITR - VTN Logrando o contribuinte comprovar com base em Laudo Tecnico de avaliacão
assinado por proIissional habilitado, ou emitido por entidade de reconhecida capacitacão tecnica,
que o VTN utilizado como base de calculo do lancamento não reIlete o valor real do imovel, cabe
ao iulgador administrativo a prudente criterio rever a base de calculo (art. 3º, § 4º, Lei nº 8.847/94).
INDICE DE APROVEITAMENTO DO IMÓVEL. O aproveitamento do imovel, para Iins de se
beneIiciar de aliquota menor na sua tributacão deve ser acompanhado de documentacão idônea e
apta demonstrando o eIetivo aproveitamento da area durante o periodo atingido pela tributacão.
Recurso provido em parte. (Processo nº 10183.003361/95-03, Sessão de 13/04/00, Acordão nº 201-
73.758, Recorrente: Contribuinte)





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Notificacão Fiscal - não atendimento

ICMS - DESCUMPRIMENTO DE OBRIGACÄO ACESSÓRIA. NÄO ATENDIMENTO DE
NOTIFICACÄO FISCAL. Ainda que não atendidas as notiIicacões no tocante a apresentacão de
todos os documentos solicitados, a protocolizacão de iustiIicativa antes da acão Iiscal ilide a
inIracão. Recurso ordinario provido por unanimidade. (Acordão nº 1141/2003 1ª Câmara)

Omissão de Compras

IMPOSTO DE RENDA - PESSOA 1URIDICA - OMISSÄO DE COMPRAS A simples
constatacão de omissão de compras na escrituracão do contribuinte, a despeito de constituir-se em
irregularidade que pressupõe omissão de receita na data de seus pagamentos, não autoriza a
tributacão de receitas obtidas pelo somatorio dos valores não escriturados, por irreal a base de
calculo e o periodo de apuracão, necessitando de um aproIundamento da auditoria para veriIicar o
real valor omitido.
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OAB/SC 13.367
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DECORRÊNCIA - IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE E CONTRIBUICÄO
SOCIAL O entendimento emanado em decisão relativa ao auto de inIracão do imposto de renda
pessoa iuridica e aplicavel as demais contribuicões dele decorrentes, em virtude da intima relacão
de causa e eIeito que os vincula. Recurso provido. (Processo nº 10880.060814/93-43, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 11/04/00, Acordão nº 108-06.074)

IRP1 - LEVANTAMENTO DE ESTOQUE - OMISSÄO DE VENDAS E OMISSÄO DE
COMPRAS Não pode o Iisco valer-se da presuncão iuris tantum de omissão de receitas, apurada
a partir de diIerencas de estoque, quando não produz a prova inequivoca e irreIutavel de que tais
diIerencas eIetivamente ocorreram, sob pena de Iragilidade do lancamento e oIensa ao principio da
tipicidade cerrada, que ha de prevalecer na constituicão do credito tributario.
COFINS - CSL - PIS - DECORRÊNCIA Tratando-se da mesma materia Iatica, aplica-se aos
lancamentos decorrentes a decisão proIerida no principal, naquilo em que não ha materia especiIica
a ser apreciada. Preliminar reieitada. Recurso provido. (Processo nº 10469.003731/97-13,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 14/09/00, Acordão nº 108-06.233)

IPI - COMPRAS NÄO REGISTRADAS Eventuais indicios de omissão de registro de receitas,
como os evidenciados pela Ialta de registro de compras eIetuadas pela pessoa iuridica, requerem,
para comprovacão do Iato de que os correspondentes pagamentos Ioram Ieitos com recursos
movimentados a margem da escrituracão, maior empenho e um aproIundamento nas investigacões
por parte da Iiscalizacão. Por outro lado, comprovado que a contribuinte, ao vender tais produtos,
emitiu Notas Fiscais para acobertar as operacões, a conclusão inevitavel e que as omissões
anteriormente eIetivadas acabaram, por ter, ainda que de Iorma parcial, seus resultados oIerecidos a
tributacão, sem qualquer reducão a titulo de custos (CSRF, Acordão nº 01-1.052/90, publ. D.
06/10/94). Recurso provido. (Processo nº 10109.001486/96-56, Sessão de 06/06/00, Acordão nº
203-06.589, Recorrente: Contribuinte)

OMISSÄO DE RECEITAS - COMPRAS SEM COMPROVACÄO DE PAGAMENTO
Embora registradas as aquisicões no Livro de Entrada num exercicio, com vencimento para o
exercicio seguinte, não podem ser consideradas desembolso, na conta Fornecedores, se não
comprovado o respectivo pagamento. Documentos que deixam duvidas quanto a sua origem, seu
registro Iiscal num exercicio e seu eIetivo pagamento no exercicio seguinte, não são suIicientes para
aIastar a presuncão de omissão de receita, reIerente a conta Iornecedores.
PIS/RECEITA OPERACIONAL Lancamento da contribuicão para o PIS eIetuado com base
nos decretos 2.445 e 2.449/88 que tiveram suas execucões suspensas porque declarados
inconstitucionais pela Resolucão do Senado Federal nº 49 de 09 de outubro de 1995, são nulos de
pleno direito, devendo a autoridade lancadora proceder novo lancamento com Iulcro na Lei
Complementar nº 07, de 07 de setembro de 1970 e Lei Complementar nº 17 de 12 de dezembro de
1973.
FINSOCIAL/FATURAMENTO Fica cancelado o lancamento relativo a contribuicão ao Fundo
de Investimento-FINSOCIAL exigida das empresas exclusivamente vendedoras de mercadorias e
mistas, com Iundamento no artigo 9º da Lei nº 7.689/88, na aliquota superior as 0,5° (meio por
cento), na Iorma deIinida na MP nº 1.142/95 e suas reedicões. Recurso parcialmente provido.
(Processo nº 10280.000987/95-16, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/11/99, Acordão nº 105-
13.006)

IRP1 - COMPRAS OMITIDAS A Ialta de escrituracão de aquisicão de mercadorias autoriza a
presuncão de que os valores dos respectivos custos Ioram pagos com recursos oriundos de receitas
omitidas.
DECORRÊNCIA O decidido no processo principal acompanha os processos decorrentes Iace a
intima relacão de causa e eIeito entre ambos. Recurso provido parcialmente. (Processonº
10293.000919/94-16, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 15/09/99, Acordão nº 107-05.742)
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Omissão de Receita

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS - Uma vez que não comprovada origem dos depositos
bancarios, presume-se omissão de receitas. Recurso parcialmente provido. (Processo nº
13805.002683/92-90, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 10/05/00, Acordão nº 107-05.964)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS Caracteriza a pratica de omissão de receitas a Ialtade
contabilizacão de notas Iiscais de venda de mercadorias e servicos, emitidas em duplicidade
(paralelas), constatada pela Iiscalizacão, mormente quando não contraditada, de Iorma a permitir a
identiIicacão de vicios, a prova produzida pelo Fisco, iustiIicando, assim, a aplicacão de multa de
oIicio agravada.
NULIDADE DE ATOS E TERMOS PROCESSUAIS O Auto de InIracão e os demais termos
do processo Iiscal somente serão anulados nos casos previstos no art. 59 do Decreto nº 70.235/72.
IMPOSTO DE RENDA NA FONTE. CONTRIBUICÄO SOCIAL E COFINS - PROCESSOS
DECORRENTES Tratando-se da mesma materia Iatica, a decisão dada ao lancamento principal
constitui coisa iulgada em relacão a autuacão reIlexiva.
1UROS MORATÓRIOS - TAXA SELIC Mantêm-se a incidência de iuros de mora, com base
na taxa SELIC, tal como previsto na legislacão de regência, pois, Ialece competência a este orgão
iurisdicional administrativo para se pronunciar acerca da inconstitucionalidade de norma
regulamentar emanada do Poder Legislativo, a qual se reveste, intrinsecamente, da presuncão de
validade e certeza ate o pronunciamento Iinal pelo Poder Judiciario a respeito da materia. Negado
provimento ao recurso. (Processo nº 10120.002164/97-00, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
11/04/00, Acordão nº 102-20.265)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS Deve ser mantida a exigência de omissão de receitas,
quando constatado pela Iiscalizacão a venda de veiculos usados e não registrados na escrituracão
comercial, atraves do coteio entre a relacão Iornecida a Iiscalizacão pelo contribuinte e documento
de uso interno apreendido na empresa. Devendo, para eIeito de quantiIicar a base tributavel, ser
considerado o custo de aquisicão dos bens alienados, inIormados no mesmo documento que serviu
de base para identiIicar a omissão de recita.
IMPOSTO DE RENDA NA FONTE. CONTRIBUICÄO SOCIAL E COFINS - PROCESSOS
DECORRENTES Tratando-se da mesma materia Iatica, a decisão dada ao lancamento principal
constitui coisa iulgada em relacão a autuacão reIlexiva. Recurso provido parcialmente. (Processo nº
13884.002033/99-13, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/11/99, Acordão nº 103-20.153)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITA Salvo na hipotese em que a legislacão expressamente autoriza
o emprego da presuncão, a acusacão de omissão de receitas ha que se Iundar em provas concretas e
habeis, de modo a caracterizar com inarredavel certeza a ocorrência da inIracão. Recurso de oIicio
negado. (Processo nº 10983.005629/98-70, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de
13/04/00, Acordão nº 108-06.089)

OMISSÄO DE RECEITA - VEICULOS PARA REVENDA - PROVAS Não logrando o
suieito passivo comprovar a regular aquisicão de veiculos existentes em seu patio, conIigurada resta
a omissão de receita pelo pagamento com receitas não registradas.
IRPJ IRF E CSL Estando incorretas as bases de calculo e o enquadramento legal das exigências,
devem ser excluidas as exigências a despeito de demonstrada a omissão de receita.
COFINS DECORRÊNCIA Provada a omissão de receitas, correta a exigência desta
contribuicão, cuio lancamento se conIorma com a legislacão de regência. Recurso provido
parcialmente. (Processo nº 13808.000158/94-35, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 10/05/00,
Acordão nº 103-20.288)
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IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS - NOTAS FISCAIS PARALELAS Demonstrado que o
suieito passivo emitia notas Iiscais paralelas, sem escritura-las nos livros Iiscais e comerciais, para
subtrair receitas do crivo de tributos e contribuicões, o lancamento deve ser mantido com a multa
qualiIicada. As mercadorias constantes das notas Iiscais paralelas eram entregues por transportadora
mediante a emissão de Conhecimento de Transporte Rodoviario de Cargas e eram cobradas atraves
de estabelecimentos bancarios (cobranca bancaria e ordens de pagamento).
TRIBUTACÄO REFLEXA - PIS/FATURAMENTO - COFINS - CONTRIBUICÄO
SOCIAL SOBRE O LUCRO - IMPOSTO DE RENDA NA FONTE SOBRE RECEITA
OMITIDA O iulgamento proIerido no lancamento principal e aplicavel aos litigios reIlexivos,
dada a relacão de causa e eIeito que vincula um ao outro. Negado provimento ao recurso voluntario.
(Processo nº 10735.001404/97-68, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 14/03/00, Acordão nº 101-
92.999)

OMISSÄO DE RECEITA A acusacão de omissão de receita deve estar comprovada nos autos.
Em se tratando de contrato de prestacão de servicos sendo prestadoras de servicos solidarias
sociedade estrangeira e sua subsidiaria nacional, se as contratantes eram solidariamente
responsaveis pelas obrigacões contratualmente assumidas, a obscuridade do contrato no que trata da
deIinicão de custos e despesas de cada contratante não e suIiciente para concluir que todos os
servicos Ioram de responsabilidade da empresa nacional, sendo integralmente sua a receita a eles
correspondente.
PASSIVO FICTICIO A contabilizacão de obrigacões inexistentes ou a manutencão, no passivo,
de obrigacões ia pagas, autorizam a presuncão de omissão de receitas. Recurso de oIicio a que se
nega provimento. Recurso voluntario provido em parte. (Processo nº 10070.000536/92-74,
Recorrentes: Contribuinte e Delegacia de Julgamento, Sessão de 15/08/00, Acordão nº 101-93.126)

ARBITRAMENTO DE LUCROS - LUCRO PRESUMIDO O Iato de a pessoa iuridica não
Iazer ius a regime de lucro presumido pelo qual optara, não implica necessariamente no
arbitramento de seus lucros, sendo dispensavel que a Iiscalizacão comprove que ela não possuia os
livros comerciais obrigatorios para que, sob esse Iundamento, possa arbitrar-lhe os lucro.
OMISSÄO DE RECEITAS - NOTAS CALCADAS` A pratica de notas calcadas em que a via
destinada ao registro de suas vendas Iigura por valor inIerior ao valor real da operacão conIigura
caso de omissão de receitas operacionais e iustiIica o lancamento eIetuado pela Fisco para cobrar as
diIerencas do imposto.
PIS/FATURAMENTO E COFINS - DECORRÊNCIA Reconhecida no processo principal a
ocorrência de omissão de recitas, impõe-se a mantenca do lancamento das contribuicões em tela
sobre os valores desviados da tributacão.
MULTA AGRAVADA - NOTAS CALCADAS` A pratica de nota calcada` caracteriza a
intencão de burlar a vigilância da autoridade Iazendaria, impedindo-lhe o conhecimento do Iato
gerador do imposto, e enseia a aplicacão da multa qualiIicada de que trata o art. 992, II, do RIR/94,
c/c a Lei nº 9.430/96, Art. 44, II. Recurso provido em parte. (Processo nº 10920.000411/99-90,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 17/10/00, Acordão nº 107-06.076)

OMISSÄO DE RECEITA OPERACIONAL - HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA NÄO
CONFIGURADA O conIronto entre a movimentacão bancaria contabilizada e a receita auIerida,
principalmente nos postos de gasolina quando reconhecidamente existe a chamada troca de
cheques` em Iins de semana para atendimento a clientela e Iornecimento de capital de giro, não e
suIiciente para caracterizar o desvio de receita por parte da pessoa iuridica, sendo necessario maior
aproIundamento na investigacão para a comprovacão da omissão, sob pena da tributacão
meramente sobre depositos bancarios. Recurso provido. (Processo nº 10630.000783/90-25,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 13/03/00, Acordão CSRF nº 01-02.877)

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IRPF - EX. 1990 - OMISSÄO DE RECEITAS - PROCEDIMENTOS DEAPURACÄO
Mantem-se o lancamento por omissão de rendimentos, quando comprovada a utilizacão de extratos
bancarios de Iorma subsidiaria e suplementar no procedimento de Iiscalizacão, demonstrados sinais
exteriores de riqueza, e não logrando o contribuinte comprovar a origem dos recursos utilizados nas
operacões. Inaplicavel, no caso concreto, entendimento advindo do decreto-lei nº 2.471/88, que
dispôs sobre o cancelamento de exigências de credito tributario, baseados exclusivamente em
depositos bancarios. Preliminares reieitadas. Recurso negado. (Processo nº 10435.000764/92-11,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/11/97, Acordão nº 102-42.299)


Omissão de Rendimentos

IRPF - OMISSÄO DE RENDIMENTOS - SINAIS EXTERIORES DE RIQUEZA No
arbitramento, em procedimento de oIicio, eIetuado com base em deposito bancario de origem não
comprovada, e imprescindivel que seia comprovada a utilizacão dos valores depositados como
renda consumida. Recurso de oIicio negado. (Processo nº 10580.003020/95-10, Recorrente:
Delegacia de Julgamento, Sessão de 15/08/00, Acordão nº 102-44.346)

IRPF - EX: 1992 - OMISSÄO DE RENDIMENTOS - PROVA Demonstrados, atraves de
inIormacões ou documentos carreados aos autos, os valores eIetivamente recebidos, comprovados
por intermedio de realizacão de diligência, a base tributavel deve ser adequada, reduzindo-se a
exigência de imposto suplementar lancado. Recurso parcialmente provido. (Processo nº
13601.000034/93-02, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/12/99, Acordão nº 102-32.542)

OMISSÄO DE RENDIMENTOS Compete ao contribuinte comprovar a origem dosrecursos
aplicados na aquisicão de bens ou direitos. Recurso negado. (Processo nº 10835.002100/97-07,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 08/12/99, Acordão nº 102-44.024)











Ônus da Prova

MATÉRIA DE PROVA - ÔNUS DA PROVA Compete ao contribuinte Iornecer elementos a
Iiscalizacão para demonstrar a legitimidade das despesas Iinanceiras deduzidas. Não o Iazendo,
procede a glosa. Recurso a que se nega provimento. (Processo nº 10280.002449/97-36, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 07/12/99, Acordão nº 101-92.920)

CONSTITUICÄO DE PROVA Diante do principio da inocência presumida e do devido
processo legal, cabe a Iiscalizacão constituir prova capaz de gerar o lancamento por omissão de
rendimentos. Recurso provido. (Processo nº 13805.001061/97-59, Recorrente: Contribuinte, Sessão
de 15/09/99, Acordão nº 106-10.971)


Perícia
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PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - DILIGÊNCIA - DESCABIMENTO Não e de
ser acolhido pedido de diligência Iormulado pelo recorrente para obtencão de inIormacões que ele
proprio poderia trazer aos autos, maxime para contraditar base de calculo do imposto sobre a qual
não existe Iundada divida. Recurso negado. (Processo nº 11618.000815/99-14, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 16/08/00, Acordão nº 106-11.450)

NORMAS GERAIS DO PROCESSO ADMINISTRATIVO - PEDIDO DE PERICIA Nega-
se o pedido de pericia quando o mesmo e Iormulado sem atender as normas legais, especialmente o
art. 16, inciso IV, § 1º do Decreto 70.235/72 com a redacão dada pelo art. 1º da Lei 8.747/93.
IRP1 - CORRECÄO MONETÁRIA Os bens destinados a exploracão do obieto social ou a
manutencão das atividades da pessoa iuridica são classiIicados em conta do ativo permanente.
Pedido de pericia reieitado. Negado provimento ao recurso. (Processo nº 10630.000659/95-19,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 08/12/99, Acordão nº 107-05.818)

NORMAS PROCESSUAIS - CERCEAMENTO DE DIREITO DE DEFESA O
indeIerimento do pedido de pericia pelo iulgador de primeira instância, por entendê-la desnecessaria
ao deslinde da lide Iiscal e, ainda, porque a lei atribui ao contribuinte a opcão de apresentar laudo
tecnico de avaliacão do respectivo imovel rural, quando este discordar no VTNm tributado, não se
conIigura cerceamento do direito de deIesa. Preliminar reieitada. ITR VTN - BASE DE
CÁLCULO - RETIFICACÄO Requisitos do § 4º do artigo 3º da Lei nº 8.847/94 e do item 12.6
da NE/SRF nº 02/96 inexistentes. Incabivel a retiIicacão do VTNm tributado, pela ausência de
laudo tecnico de avaliacão do respectivo imovel rural. Recurso a que se nega provimento. (Processo
nº 10489.000352/97-13, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 16/03/00, Acordão nº 203-06.454)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - PROVA PERICIAL IndeIere-se quando o Iato
que se pretende provar e irrelevante para a solucão da lide.
IRPF - DEDUCÔES - DESPESAS MÉDICAS Em tema de deducões de despesas medicas, tem
por assentada a iurisprudência deste Conselho que os comprovantes apresentados pelo contribuinte
não podem ser aceitos se o Iisco demonstrar de Iorma inequivoca sua inidoneidade. Recurso
negado. (Processo nº 13855.000454/97-31, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 09/12/99, Acordão
nº 106-11.082)

PERICIA A pericia se reserva a elucidacão de pontos duvidosos que requerem conhecimentos
especializados para o deslinde do litigio, não se iustiIicando quando o Iato puder ser demonstrado
pela iuntada de documentos.
IRP1 - SUPRIMENTO DE CAIXA Os suprimentos de caixa realizados por parte dos socios da
pessoa iuridica, a titulo de aumento de capital ou emprestimos em dinheiro, sem prova da boa
origem e eIetiva entrega dos mesmo, autoriza a presuncão legal de omissão de receitas nos termos
do disposto no artigo 181 do RIR/80.
PASSIVO FICTICIO A permanência no passivo do balanco da empresa de obrigacões ia pagas
caracteriza omissão no registro de receitas.
TRIBUTACÄO REFLEXIVA - IMPOSTO DE RENDA NA FONTE. PIS/FATURAMENTO.
PIS/DEDUCÄO E FINSOCIAL/FATURAMENTO Tratando-se de tributacão reIlexa, o
decidido com relacão ao principal (IRPJ) constitui preiulgado as exigências Iiscais decorrentes, no
mesmo grau de iurisdicão administrativa, em razão de terem suporte Iatico em comum. Negado
provimento ao recurso. (Processo nº 10120.003604/91-42, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
07/12/99, Acordão nº 107-05.813)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - DECISÄO DE PRIMEIRA INSTANCIA -
NULIDADE 1) A autoridade iulgadora de primeira instância determinara, de oIicio ou a
requerimento do impugnante, a realizacão de diligências ou pericias, quando entendê-las
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necessarias, indeIerindo as que considerar prescindiveis ou impraticaveis, observado o disposto no
art. 28. Quando, em exames posteriores, diligências ou pericias, realizados no curso do processo,
Iorem veriIicadas incorrecões, omissões ou inexatidões de que resultem agravamento da exigência,
sera lavrado auto de inIracão ou emitida notiIicacão de lancamento complementar, devolvendo-se,
ao suieito passivo, prazo para impugnacão no concernente a parte modiIicada (Art. 18 § 3º Decreto
70.235/72). 2) O ato administrativo ilegal não produz qualquer eIeito valido entre as partes, pela
evidente razão de que não se pode adquirir direito contra a lei. A nulidade reconhecida, seia pela
Administracão ou pelo Judiciario, opera-se ex tunc, isto e, retroage as suas origens e alcanca todos
os seus eIeitos passados presentes e Iuturos em relacão as partes, so se admitindo excecão para com
os terceiros de boa-Ie, suieitos as suas conseqüências reIlexas. Anula-se o processo, a partir da
decisão de primeira instância, tomando-a como despacho interlocutorio, em que se tenha por
determinada a providência inscrita no § 3º do art. 18 do Decreto 70.235/72. (Processo nº
13964.000080/94-00, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 25/01/00, Acordão nº 201-73.487)

ICMS - INFRACÄO PRESUMIDA DE NÄO-PAGAMENTO DO IMPOSTO POR
SUBSTITUICÄO TRIBUTÁRIA. AUTO DE INFRACÄO INCONSISTENTE. Os documentos
apresentados comprovam a inexistência da irregularidade apontada e cancelam o Ieito. Recurso de
oIicio improvido por unanimidade. (Acordão nº 1146/2003 1ª Câmara)


Presuncão

IPI - LANCAMENTO Para inIirmar o valor lancado, incumbe ao contribuinte provar, ainda que
parcialmente, a inconsistência da apuracão Iiscal, em Iace da presuncão de verdade que milita a
Iavor das declaracões de agentes publicos e das disposicões do Processo Administrativo Fiscal.
Recurso negado. (Processo nº 10880.007236/95-61, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 15/09/99,
Acordão nº 202-11.530)

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - ESCLARECIMENTOS Os esclarecimentos
prestados pelo contribuinte no curso do procedimento Iiscal somente podem ser descartados com
elementos seguro de prova ou indicio veemente de sua Ialsidade ou inexatidão (DL 5.844, de 1943,
art. 97, § 1º; Decreto 3.000, de 1999 art. 845, § 1º).
IRPF - PRESUNCÔES Mesmo as presuncões, quando legal e expressamente autorizadas como
Iundamento da imposicão tributaria, se Iundam em Iatos concretos obietivos, solidos em sua
estruturacão. (art. 148 CTN)
IRPF - SINAIS EXTERIORES DE RIQUEZA Depositos bancarios, per se, não constituem
renda, nem integram o conceito de sinal exterior de riqueza gastos incompativeis com as
disponibilidades comprovadas. Constituem mero indicio e que, em procedimento de oIicio, compete
ao Fisco a prova do beneIicio do contribuinte. Recurso provido. (Processo nº 10140.002411/98-58,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 12/04/00, Acordão nº 103-17.438)

IRPF - PROVA A presuncão, independentemente de qualquer autorizacão legalespeciIica, deve
ser admitida, desde que se trate de uma presuncão relativa, enseiando a parte contraria a
oportunidade de provar que aquele Iato não e verdadeiro. Um presuncão que admita prova em
contrario. A presuncão absoluta e inadmissivel. Recurso provido. (Processo nº 10650.000994/97-13,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/11/99, Acordão nº 102-43.994)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS - PRESUNCÔES LEGAIS A constatacão no mundo
Iactual de inIracões capituladas como presuncões legais iuris tantum, tem o condão de transIerir o
ônus probante da autoridade Iiscal para o suieito passivo da relacão iuridico-tributaria, o qual, para
elidir a respectiva imputacão, devera produzir provas habeis e irreIutaveis da não ocorrência de
inIracão. (art. 148 CTN)
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ÔNUS DA PROVA Na relacão iuridico tributaria o onus probandi incumbit ei qui dicidit.
Inicialmente, cabe ao Fisco investigar, diligenciar, demonstrar e provar a ocorrência, ou não, do Iato
iuridico tributario, no sentido de realizar o devido processo legal, a verdade material, o contraditorio
e a ampla deIesa. Ao suieito passivo, entretanto, compete, igualmente, apresentar os elementos que
provam o direito alegado, bem assim elidir a imputacão das irregularidade apresentada.
SUPRIMENTO DE NUMERÁRIOS O suprimento de valores pelos socios da pessoa iuridica
suieita-se a comprovacão de requisitos essenciais, cumulativos e indissociaveis, no tocante a origem
e a eIetividade de entrega dos recursos, os quais deverão ser coincidentes em datas e valores.
PASSIVO FICTICIO ConIigura a hipotese legal de omissão de receita revelada pela inequivoca
demonstracão de oIicio da presuncão iuris tantum de passivo Iicticio, quando a pessoa iuridica não
lograr comprovar o valor constante do saldo da conta Iornecedores constante no balanco, atraves de
documentacão habil e idônea suIiciente a ilidir a imputacão.
OMISSÄO DE RECEITAS - RECOMPOSICÄO DE RESULTADO DO PERIODO Em
respeito ao principio da legalidade, que norteia as exacões tributarias, somente podera ser exigido
tributo quando houver a eIetiva subsuncão da realidade Iactual a hipotese de incidência prevista em
abstrato na lei, transmudando-se em Iato gerador e Iazendo nascer a obrigacão tributaria, na
constituicão do credito tributario pelo lancamento devera ser respeitada a Iorma de tributacão
adotada pelo suieito passivo e compensados os preiuizos porventura existentes.
APURACÄO DE RESULTADO ANUAL - IRP1 E CSLL - OMISSÄO DE RECEITAS No
lancamento do credito tributario relativo as omissões de receitas no ano calendario de 1995 devera
ser respeitada a opcão da pessoa iuridica pela Iorma de tributacão dos seus resultados com base em
periodicidade anual.
PROCESSO REFLEXOS - IRF. PIS E COFINS - OMISSÄO DE RECEITAS - ConIigurada
a omissão de receitas e legitima a exigência do IRF e das contribuicões sociais sobre elas incidentes
quando caracterizada a ocorrência do respectivo Iato gerador de cada exacão.
IRF. PIS E COFINS Respeitando-se a materialidade do respectivo Iato gerador, a decisão
prolatada no processo principal, no que couber, sera aplicada ao processo tido como decorrente,
Iace a intima relacão de causa e eIeito. Recurso parcialmente provido. (Processo nº
10530.000407/98-71, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 17/10/00, Acordão nº 103-20.397)

ICMS - SAIDAS DE MERCADORIAS SEM EMISSÄO DE DOCUMENTACÄO FISCAL -
PRESUNCÄO DE FRAUDE - IMPROCEDÊNCIA DA EXIGÊNCIA - PRINCIPIO DA
ESTRITA LEGALIDADE. A presuncão de Iraude levada a cabo pelo Fisco e inconsistente, pois
sequer restou comprovada nos autos a certeza da veracidade e autenticidade inconteste do ponto de
partida que levou a presuncão. Tal imposicão Iiscal Iere o principio constitucional da estrita
legalidade. Recurso voluntario conhecido e provido por unanimidade. (Processo nº 6.081.777-4 /
PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 01/03/99, Acordão nº 0134/99)

ICMS - SAIDAS OCULTADAS DA TRIBUTACÄO - ARBITRAMENTO -PRESUNCÄO.
Não pode prevalecer a exigência Iiscal sob a presuncão de saidas ocultadas a tributacão, quando não
demonstrado inequivocamente, nos autos, para quais documentos esta se arbitrando a base de
calculo e quais criterios Ioram adotados. Recurso voluntario provido por unanimidade. (Processo nº
6.129.140-7 / PR, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 06/05/99, Acordão nº 0396/99)

ICMS - PRESUNCÄO DE SAIDAS DE MERCADORIAS SEM EMISSÄO DE
DOCUMENTOS FISCAIS - LEVANTAMENTO FISICO COM INCORRECÔES -
QUANTIFICACÄO DO PRODUTO RESULTANTE DO PROCESSO INDUSTRIAL EM
RELACÄO AOS DIVERSOS TIPOS DE MATÉRIA-PRIMA COM BASE APENAS NO
FATOR PESO - INSEGURANCA DA MEDIDA. Considerando que as embalagens produzidas
pelo suieito passivo são comercializadas por unidade de milheiro, torna-se Ialho o criterio utilizado
para mensuracão de um possivel ilicito. Alem do mais, Iicaram Ialtando maiores elementos de
conviccão e provas documentais que permitissem determinar a ocorrência de inIracão, motivo pelo
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qual mantem-se o iulgamento singular que cancelou o lancamento do credito tributario. Recurso de
oIicio não provido por unanimidade. (Processo nº 6.147.665-2 / PR, Recorrente: Secretaria da
Fazenda, Sessão de 24/04/00, Acordão nº 0206/00)

ICMS - FALTA DE EMISSÄO DE DOCUMENTO FISCAL - PRESUNCÄO. Não pode
prevalecer medida Iiscal calcada exclusivamente em elementos indiciarios sem que se tenha
elaborado levantamento Iisico-quantitativo para apurar a realidade da movimentacão do periodo
discutido. Recurso de reconsideracão da Fazenda conhecido e não provido por maioria. (Processo nº
6.045.754-9, Recorrente: Secretaria da Fazenda, Sessão de 25/04/00, Acordão nº 0164/00).


Prova Emprestada

PIS/FATURAMENTO - PROVA EMPRESTADA A prova emprestada do Iisco estadual, não
iustiIica a exigência na area Iederal. Não deve ser admitida a lavratura de auto de inIracão com base
em prova emprestada pelo Iisco estadual, quando os elementos carreados aos autos não são
suIicientes a veriIicacão da ocorrência do Iato gerador do imposto de renda e a determinacão da
materia tributavel. Recurso a que se da provimento. (Processo nº 10665.001294/92-64, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 28/01/00, Acordão nº 105-13.076)


Passivo Fictício

IMPOSTO DE RENDA - PESSOA 1URIDICA - CONTRIBUICÄO SOCIAL SOBRE O
LUCRO - IMPOSTO DE RENDA NA FONTE - CONTRIBUICÄO PARA O PIS -
CONTRIBUICÄO PARA O FINSOCIAL - CONTRIBUICÄO PARA O FINANCIAMENTO
DA SEGURIDADE SOCIAL - CONSTITUCIONALIDADE DAS LEIS A apreciacão de
constitucionalidade ou não de lei e materia da exclusiva competência do Poder Judiciario.
NOTAS FISCAIS CALCADAS. PASSIVO FICTICIO E OMISSÄO DE COMPRAS Para
que se possa abater do montante tributado a titulo de receitas por notas Iiscais calcadas os valores
tributados como passivo Iicticio e omissão de compras, necessario se Iaz que o contribuinte
demonstre que estes ultimos valores Ioram pagos com o numerario proveniente do calcamento` dos
documentos Iiscais.
FATO GERADOR DO PIS O Iato gerador da contribuicão para o PIS, nos termos do art. 3º , b`
e § unico do art. 6º da Lei Complementar 07/70 tem como pressuposto de Iato o exercicio da
atividade empresarial, e sua base de calculo e o Iaturamento veriIicado no 6º mês anterior ao da
incidência.

COMPENSACÄO DE TRIBUTOS RECOLHIDOS A MAIOR Caso seiam devidamente
comprovados e não tenham ainda sido aproveitados pelo suieito passivo, os recolhimentos a maior
de PIS e do FINSOCIAL podem ser compensados com valores lancados de oIicio do PIS e da
COFINS, entendendo-se que o pedido Iormulado no curso do procedimento Iiscal supre o estatuido
no art. 16 da IN SRF 21/97. Recurso parcialmente provido. (Processo nº 13963.000108/96-72,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 14/03/00, Acordão nº 101-92.994)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITA - PASSIVO FICTICIO A alegacão de que a omissão de
receita veriIicada em um periodo Ioi reconhecida e corrigida em periodo posterior, antes da
autuacão Iiscal, ha de vir acompanhada de prova idônea da regularizacão e do pagamento dos
tributos dai decorrentes. Inexistindo essa prova, persiste a exigência lancada de oIicio.
IRP1 - OMISSÄO DE RECEITA - SALDO CREDOR DE CAIXA A apuracão de saldo
credor da conta caixa autoriza a presuncão de omissão de receita, incumbindo ao suieito passivo a
prova contraria.
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IRP1 - DESPESAS NÄO COMPROVADAS Persistindo a Ialta de comprovacão de parte das
despesas operacionais glosadas, deve subsistir o lancamento.
IRRF - DISTRIBUICÄO AUTOMÁTICA AOS SÓCIOS - PRESUNCÄO LEGAL Na
vigência do art. 8º do Decreto-Lei nº 2.065/83, considera-se automaticamente distribuida aos socios
a diIerenca veriIicada na determinacão dos resultados da pessoa iuridica, decorrente de omissão de
receita e glosa de despesas não comprovadas, suieitando-se a incidência do imposto de renda na
Ionte a aliquota de 25°.
PIS/DEDUCÄO - PIS/FATURAMENTO - FINSOCIAL - LANCAMENTOS
DECORRENTES Tratando-se de lancamentos decorrentes, e não havendo materia especiIica, de
Iato ou de direito, a ser analisada, aplica-se aos lancamentos decorrentes, o decidido no principal.
Recurso a que se nega provimento. (Processo nº 10410.000737/91-19, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 16/08/00, Acordão nº 108-06.196)

OMISSÄO DE RECEITA - PASSIVO FICTICIO - PROVA DE LIQUIDACÄO A não
comprovacão pelo contribuinte do trânsito, na contabilidade, do pagamento de obrigacões, e
obrigacões constantes no balanco de encerramento, sem prova de sua eIetiva liquidacão em periodo
subseqüente, conIigura hipotese de constituicão de passivo Iicticio, Iicando o Iisco autorizado a
presumir a omissão de receitas.
TRIBUTACÄO REFLEXA - IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE -
CONTRIBUICÄO SOCIAL SOBRE O LUCRO - COFINS - PIS/REPIQUE - O resultado do
processo principal aproveita os reIlexos da relacão de causa e eIeito existente entre eles. Preliminar
reieitada. Recurso voluntario negado. (Processo nº 13819.002392/98-74, Recorrente: Delegacia de
Julgamento, Sessão de 16/03/00, Acordão nº 108-06.055)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS - PASSIVO FICTICIO Descabe a presuncão de omissão
de receitas se comprovado em diligência que o valor indevidamente mantido no passivo compensa-
se com idêntico valor pendente em conta do ativo, como decorrência de simples erro de escrituracão
(registro em duplicidade).
IRP1 - SUBAVALIACÄO DE ESTOQUE FINAL Contatado por meio de diligência que a
suposta subavaliacão de estoque, decorrente de mero erro de escrituracão, não causou maioracão
indevida do custo dos produtos vendidos, o lancamento não pode ser mantido.
IRP1 - GLOSA DE CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS - A duplicidade de registro de
compra em contas de estoque (ativo) não autoriza a glosa do respectivo valor a titulo de custo dos
produtos vendidos, se comprovado em diligência Iiscal que o valor contabilizado em duplicidade
não transitou pelas contas que Iormam os custos do periodo-base. Recurso de oIicio negado.
(Processo nº 10283.004157/96-45, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 14/07/00,
Acordão nº 101-93.120)


Saldo Credor de Caixa

OMISSÄO DE RECEITAS - SALDO CREDOR DE CAIXA Ocorrendo saldo credor na conta
caixa, sem que o suieito passivo comprove erros na escrituracão e a conciliacão da conta, autoriza a
presuncão de omissão de receita. Para ilidir a imputacão, o contribuinte deve apresentar
esclarecimento plausiveis.
MULTA CONFISCATÓRIA Falece competência ao Conselho para declaracão originaria de
inconstitucionalidade de atos normativos, ante o principio do plenario, prerrogativa este outorgada
pela Constituicão Federal ao Poder Judiciario, eis que, em materia de direito administrativo,
presumem-se constitucionais todas as normas emanadas dos Poderes Legislativo e Executivo. Em
sede administrativa somente e dado a apreciacão de inconstitucionalidade ou ilegalidade apos a
consagracão pelo Plenario do STF (art. 97, 102, III, a` e b` da CF).
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PIS. COFINS. IRF E CSL Aplicam-se a estas exigências decorrentes as mesmas exigidas no
processo matriz, vez que não ha Iatos novos. Preliminar reieitada e recurso improvido. (Processo nº
10945.009173/97-10, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 11/11/99, Acordão nº 105-13.012)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITA - SALDO CREDOR DE CAIXA Cabe a recorrente por
meio de provas indiscutiveis, mostrar e aIastar a conclusão das autoridades de Iiscalizacão em razão
dos Iatos apurados. Intimado o suieito passivo a comprovar os saldos credores sem que as provas
viessem aos autos do processo para o iulgamento da materia, e diante das circunstâncias levantadas
pelo Fisco, não ha Iundamentos para contestar o lancamento eIetuado.
DECORRÊNCIA - IRF-CSSL - FINSOCIAL - PIS A decisão dada no iulgamento do Imposto
de Renda Pessoa Juridica estende-se aos lancamentos decorrentes pela relacão de causa e eIeito.
(Processo nº 10108.000156/97-70, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 13/05/99, Acordão nº 107-
05.638)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS - SALDO CREDOR DE CAIXA Se o contribuinte não
logra aIastar a apuracão de saldo credor de caixa, subsiste incolume a presuncão de receitas
omitidas em montante equivalente.
TRIBUTACÄO REFLEXIVA - PIS - IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE -
COFINS - CONTRIBUICÄO SOCIAL SOBRE O LUCRO Dada a intima relacão de causa e
eIeito que vincula um ao outro, a decisão proIerida no lancamento principal e aplicavel aos
lancamentos reIlexivos. Recurso não provido. (Processo nº 13308.000203/98-61, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 21/10/99, Acordão nº 105-12.973)

OMISSÄO DE RECEITAS - SALDO CREDOR DE CAIXA - LUCRO PRESUMIDO -
PROVAS Comprovado o excesso de dispêndio em relacão aos gastos eIetivos, caracterizada
restou a omissão de receita. A prova concluida ao Iinal do exercicio e legitima a despeito dos
recolhimentos mensais do imposto sob a Iorma de lucro presumido. RetiIicado o valor da omissão
em vista das provas apresentadas e da diligência eIetivada.
IRPF E IRF Insubsistentes os lancamentos de Imposto de Renda Pessoa Juridica e Imposto de
Renda na Fonte com base no art. 43 e 44 da Lei nº 8.541/92, uma vez inaplicaveis as empresas
tributadas com base no lucro presumido, bem como por instituir uma base de calculo (lucro
presumido) em 100° da receita bruta, por aIrontar o art. 3º do CTN.
EXIGÊNCIAS DECORRENTES - PIS - COFINS E CSL Logrando o suieito passivo aIastar
parte das provas pela omissão de receita imputada pelo Fisco, mantem-se os lancamentos destas
Contribuicões nas parcelas não inIirmadas. Recurso provido parcialmente. (Processo nº
10825.001547/97-14, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 23/02/00, Acordão nº 103-20.222)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS - SALDO CREDOR DE CAIXA Comprovado que
determinados cheques emitidos pela contribuinte, contabilizados a debito da conta caixa, porem
resgatados atraves do sistema de compensacão bancaria, destinaram-se a pagamentos de obrigacões
da empresa eIetuados a margem da escrituracão contabil, correta a exclusão de tais valores para
determinacão do saldo credor de caixa. O artigo 180 do RIR/80 autoriza a tributacão de omissão de
receitas com base em saldo credor de caixa, sem restricão de a presuncão legal ser aplicada ao
maior saldo credor do periodo, que se traduz em um os dois criterios utilizaveis para quantiIicar o
saldo credor. Dar provimento ao recurso especial. (Processo nº 10820.000467/90-16, Recorrente:
Fazenda Nacional, Sessão de 06/12/99, Acordão CSRF nº 01-02.817)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS - SALDOR CREDOR DE CAIXA - INOCORRÊNCIA
A presuncão de omissão de receitas, caracterizada pelo saldo credor da conta Caixa, somente ocorre
quando a Iiscalizacão, mediante adocão de criterio tecnico consistente, observados os principios
contabeis geralmente aceitos, constata a saida de recursos em volume superior ao saldo existente
naquela conta, em determinada data.
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165
PIS/RECEITA OPERACIONAL - DECORRÊNCIA Face a edicão da Resolucão nº 49, de
09/10/95, do Senado Federal, suspendendo a execucão dos Decretos-leis nº 2.445 e 2.449, ambos de
1988, impõe-se o cancelamento da exigência, quando lastreada nos citados dispositivos legais.
IRP1 - DESPESAS - NECESSIDADE DE COMPROVACÄO Somente são admitidos como
dedutiveis os gastos que, alem de preencherem os requisitos da necessidade, normalidade e
usualidade, apresentarem-se com a devida comprovacão, com documentos habeis e idôneos. Se Iaz
necessaria, tambem, a comprovacão de que estas despesas correspondem a bens ou servicos
eIetivamente recebidos e pagos ao Iornecedor/prestador.
IRP1 - DEPÓSITO ESPECIAL REMUNERADO - VARIACÄO MONETÁRIA ATIVA
Deve ser apropriada pelo regime de competência, como variacão monetaria ativa, a contrapartida
decorrente da atualizacão monetaria de deposito especial remunerado, reIerente a cruzados novos
bloqueados.
IRP1 - EMPRÉSTIMO ENTRE PESSOAS 1URIDICAS LIGADAS As operacões de mutuo
realizadas entre empresas coligadas, controladas e interligadas, dão ligar a aplicacão da regra
contida no art. 21 do Decreto-lei nº 2.065/83, obrigando a mutuante a apropriar, como rendimentos
tributaveis, a atualizacão monetaria dos emprestimos concedidos.

IMPOSTO DE RENDA NA FONTE E CONTRIBUICÄO SOCIAL - PROCESSOS
DECORRENTES Tratando-se da mesma materia Iatica, a decisão dada ao lancamento principal
constitui coisa iulgada em relacão a autuacão reIlexiva. Recurso provido parcialmente. (Processo nº
10835.000405/91-32, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 10/06/99, Acordão nº 102-20.021)


Subfaturamento

IRP1 - DISTRIBUICÄO DISFARCADA DE LUCROS Para que se conIigure o tipo tributario,
cuia descricão indica a alienacão de participacão societaria por valor de mercado, obietivamente
mensurado, se apresentada consistentemente superior ao preco praticado na alienacão a pessoa
ligada. Recurso voluntario conhecido e provido. (Processo nº 10880.019482/89-26, Recorrente:
Contribuinte, Sessão de 16/08/00, Acordão nº 105-13.273)

ADUANEIRO - INFRACÄO ADMINISTRATIVA Equipamento Iaturado por valor inIerior
aos do outro, da mesma marca, do mesmo Iabricante e com as mesmas especiIicacões, importado
anteriormente. Caracterizado o subIaturamento. Provido o recurso da Fazenda Nacional. (Processo
nº 10845.000681/92-41, Recorrente: Fazenda Nacional, Sessão de 19/10/00, Acordão CSRF nº 03-
03.066)

VALOR ADUANEIRO - SUBFATURAMENTO A ocorrência de subIaturamento do valor da
transacão nas operacões de importacão não pode ser presumida, baseado apenas em listas sugestivas
de precos, ou no Iato de haver vinculacão entre comprador e vendedor. Ha de estar
inequivocamente comprovado, por meios e elementos habeis, e obedecendo o rito previsto nas
normas de regência. Negado provimento ao recurso. (Processo nº 10831.000027/93-73, Recorrente:
Fazenda Nacional, Sessão de 18/10/99, Acordão CSRF nº 03-03.056)


Suprimento de Numerário

SUPRIMENTO DE NUMERÁRIO O suprimento de Caixa realizado mediante o artiIicio do
registro de vendas a prazo como se Iossem eIetuadas a vista conIigura omissão de receitas.
TRIBUTACÄO REFLEXA Devido a relacão de causa e eIeito a que se vincula ao lancamento
principal, o mesmo procedimento devera ser adotado com relacão aos lancamentos reIlexos, em
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166
virtude da sua decorrência. Negado provimento ao recurso. (Processo nº 13602.000200/94-61,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 12/05/00, Acordão nº 105-13.195)

IMPOSTO DE RENDA PESSOA 1URIDICA - SUPRIMENTO DE CAIXA Nos termos do §
3ºdo art. 12 do Decreto-lei nº 1.598/77, para que se possa elidir a presuncão de omissão de receita,
decorrente de suprimento de numerario, não basta comprovar o pagamento do emprestimo,
contraido pela pessoa iuridica iunto a instituicão Iinanceira, e tambem necessaria e obrigatoria a
prova da origem dos valores utilizados para tal Iim. O registro contabil sem qualquer documento
emitido por terceiros que o lastre não e meio de prova. Recurso negado. (Processo nº
10435.000554/95-11, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 18/08/98, Acordão nº 102-43.243)

IRP1 - SUPRIMENTOS DE NUMERÁRIOS O suprimento de valores pelos socios da pessoa
iuridica suieita-se a comprovacão de requisitos essenciais, cumulativos e indissociaveis, no tocante
a origem e eIetividade da entrega dos recursos, que deverão ser coincidentes em datas e valores.
Não satisIaz como prova habil, a Iim de elidir a imputacão, a simples apresentacão de argumentos
desacompanhados de provas documentais.
PASSIVO FICTICIO ConIigura-se como presuncão legal relativa, capitulada como omissão de
receita, a constatacão da operacão Iicticia revelada pela manutencão no passivo de obrigacões ia
pagas, cuia imputacão não seia elidida pelo suieito passivo. (Processo nº 10880.008010/97-85,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 12/04/00, Acordão nº 103-20.274)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS OPERACIONAIS - SUPRIMENTO DE NUMERÁRIO
Não comprovada por documentacão habil e idônea, coincidentes em datas e valores, a eIetividade
da entrega do numerario a pessoa iuridica e a origem dos recursos utilizados na integralizacão do
capital em moeda pelos socios, constitui indicio veemente de que tais recursos são originarios de
receitas não registradas, com supedâneo no art. 181 do RIR/80.
LANCAMENTOS DECORRENTES - PIS - COFINS - CSLL - IRRF Mantido o lancamento
de IRPJ, igual tratamento deve ser dado aos lancamentos reIlexos, Iace a relacão de causa e eIeito
existente entre eles.
1UROS DE MORA - TAXA SELIC O art. 13 da Lei nº 9.065/95 estabelece a aplicacão de iuros
moratorios com base na variacão da taxa SELIC para os debitos tributarios não pagos ate o
vencimento.
MULTA DE OFICIO A cominacão de multas e sua reducão são materias restritas a lei, a teor do
art. 97 do CTN, cabendo a autoridade administrativa apenas aplica-la com as reducões previstas na
legislacão. As multas aplicaveis no lancamento de oIicio são as previstas no art. 4º inciso II da Lei
nº 8.218/91 combinado com o art. 44, I, da Lei nº 9.430/96, por Iorca do art. 6º, II, c` da Lei nº 5.
172/66 CTN. Recurso não provido. (Processo nº 10835.000579/98-47, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 16/03/00, Acordão nº 103-20.254)




IMPOSTO DE RENDA PESSOA 1URIDICA - OMISSÄO DE RENDIMENTOS -
SUPRIMENTOS DE CAIXA A Ialta de comprovacão pela empresa, da eIetividade do
suprimento de caixa realizado por socio, e que ele dispunha, na mesma data, de recursos suIicientes,
de Ionte comprovada, admite a presuncão que os valores supridos têm origem em receitas omitidas
do giro comercial da propria empresa.
TRIBUTACÄO REFLEXA: IRRF - PIS - COFINS - CSL Aplica-se a exigência dita reIlexa
o que Ioi decidido quanto a exigência matriz pela intima relacão de causa e eIeito entre elas.
Recurso negado. (Processo nº 10945.004001/99-49, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 15/08/00,
Acordão nº 108-06.186)

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IRP1 - OMISSÄO NO REGISTRO DE RECEITAS. I - SUPRIMENTOS DE CAIXA A
presuncão legal descrita pelo art. 181 do Regulamento do Imposto de Renda aprovado pelo Decreto
nº 85.450, de 1980, não contempla os casos de emprestimos concedidos por pessoa iuridica,
notadamente quando esta não assume a condicão de socia da mutuaria. Uma vez comprovado o
eIetivo ingresso e a origem dos recursos, descabe a tributacão por omissão no registro de receitas.
II - RECEITAS NÄO ESCRITURADAS - As eventuais divergências veriIicadas entre os
registros eIetuados no Livro Registro de Saida e Apuracão do ICMS e aqueles constantes da
escrituracão contabil, quando decorrentes do cumprimento da determinacão imposta por legislacão
tributaria que disciplina a incidência de tributo instituido por Estado da Federacão, por si so, não
tipiIicam omissão no registro de receitas. Caberia a Iiscalizacão, no caso, apresentar provas
convincentes que corroborassem sua assertiva. III - ADIANTAMENTOS POR CONTA DE
CONTRATOS DE CAMBIO. No caso de adiantamentos eIetuados por conta de contratos de
câmbio, a conversão da moeda estrangeira se Iaz pela taxa de câmbio vigente na data do
recebimento do credito. Insubsistente a exigência de imposto calcada em presuncão de haver
ocorrido omissão no registro de receitas. IV - POSTERGACÄO DO PAGAMENTO DO
IMPOSTO- Observado o regime de competência para apropriacão da receita, inocorre a hipotese
de postergacão de pagamento do Imposto de Renda. Recurso conhecido e provido. (Processo nº
10845.000343/98-18, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 27/01/99, Acordão nº 101-92.521)

IRP1 - OMISSÄO DE RECEITAS - SUPRIMENTO DE NUMERÁRIO Legitima a
tributacão dos suprimentos quando não comprovada, com documentacão habil e idônea, a origem e
eIetiva entrega dos recursos aportados pelos socios a pessoa iuridica. Procede a exigência de valores
depositados em conta da empresa quando esta, devidamente intimada, não logra demonstrar que não
se originaram de suas operacões.
VARIACÔES MONETÁRIAS ATIVAS - MUTUO Cabivel a exigência quando a mutuante
não reconhece a correcão monetaria oIicial a teor do art. 21 do Decreto-lei nº 2.053/83.
TRIBUTACÄO REFLEXA - PIS. FINSOCIAL E CONTRIBUICÄO SOCIAL SOBRE O
LUCRO Mantida a exigência principal, idêntica decisão aplica-se aos procedimentos reIlexos
devido a estreita relacão de causa e eIeito existente. Recuso negado. (Processo nº 10855.000126/96-
39, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 18/10/00, Acordão nº 108-06.271)

SOCIEDADES COOPERATIVAS - CONTRIBUICÄO SOCIAL - Situam-se Iora docampo de
incidência da CSL, os resultados obtidos pelas cooperativas nos atos cooperados, conIorme
deIinidos no artigo 79 da Lei 5.769/71. Recurso provido. (Processo nº 10640.002534/98-58,
Recorrente: Contribuinte, Sessão de 19/10/00, Acordão nº 108-06.273)

SUPRIMENTOS DE CAIXA A escrituracão comercial deve apresentar-se em documentacão
adequada a comprovar o registro eIetuado. Desta Iorma, a ausência de comprovacão da origem do
valor suprido e indicio que autoriza a presuncão legal de omissão de receita de que trata o § 3ºdo
art. 12 do Decreto-lei nº 1.598/77, cumprindo a empresa desIazê-la, com a iuntada de documentos
habeis e idôneos coincidentes em datas e valores.

CONTRIBUICÄO SOCIAL - COFINS Em se tratando de contribuicões lancadas com base
nos mesmos Iatos que enseiaram o lancamento do Imposto de Renda Pessoa Juridica (IRPJ), a
decisão de merito prolatada em relacão aquele tributo constitui preiulgado na decisão relativa a
estas contribuicões.
FONTE - DECORRÊNCIA A tributacão reIlexa na Ionte deve ser consentânea com o que Ior
decidido no processo matriz, devendo-se excluir da incidência tributaria as importâncias decorrentes
das parcelas que não Iorem mantidas no processo principal.
PIS/FATURAMENTO De acordo com as Leis Complementares 07/70 e 17/73, o Iato gerador da
contribuicão e o Iaturamento; a base de calculo, o Iaturamento de seis meses atras e a aliquota
0,75°. Em conseqüência, não pode prosperar o lancamento que, com base em legislacão ordinaria,
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declarada inconstitucional pela Suprema Corte, adote base de calculo e aliquota que não esteiam em
conIormidade com as estabelecidas na lei complementar. Dar provimento parcial ao recurso.
(Processo nº 10640.000759/98-05, Recorrente: Contribuinte, Sessão de 08/12/99, Acordão nº 107-
05.820)


SUSPENSÄO DA EXIGIBILIDADE

Acordão nº 203-06.041
ITR - SUSPENSÄO DA EXIGIBILIDADE - MULTA - 1UROS - CORRECÄO
MONETÁRIA. 1 De acordo com o inciso III do artigo 151 do CTN, as reclamacões suspendem a
exigibilidade do credito tributario, não havendo imposicão de multa por ocasião da decisão de
primeira instância Iavoravel parcialmente ao Contribuinte, que reconhece expressamente equivocos
na Iormulacão da base de calculo. 2 São devidos iuros e correcão monetaria. Recurso
parcialmente provido. (Processo nº 10840.005330/92-17, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
09/11/99, Acordão nº 203-06.041)

ITR - EXIGILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO - MULTA DE MORA - A impugnacão,
e a conseqüente suspensão da exigibilidade do credito tributario, transporta o seu vencimento para o
termino do prazo assinado para o cumprimento da decisão deIinitiva no processo administrativo.
JUROS DE MORA E cabivel a aplicacão de iuros de mora, por não se revestirem os mesmos de
qualquer vestigio de penalidade pelo não pagamento do debito Iiscal, sim que compensatorios pela
não disponibilizacão do valor devido ao erario. (Decreto-lei nº 1.736/79, art. 5º). Recurso
parcialmente provido. (Processo nº 13923.000022/96-22, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
11/04/00, Acordão nº 203-06.041)

IR - MULTA DE MORA - INAPLICABILIDADE DIANTE DA SUSPENSÄO DA
EXIGÊNCIA DO TRIBUTO Estando suspensa a exigibilidade do tributo, mercê de impugnacão
da peca basica, não se aplica a multa de mora ou de oIicio, por Iorca do art. 151, III do CTN. Nega-
se provimento ao recurso especial. (Processo nº 13153.000027/95-62, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 07/06/99, Acordão CSRF nº 02.0.775)

NORMAS PROCESSUAIS - DEPÓSITO 1UDICIAL - INCIDÊNCIA DE MULTA
MORATÓRIA Não cabera lancamento de multa de oIicio na constituicão do credito tributario
destinada a prevenir a decadência, relativo a tributos e contribuicões de competência da União, cuia
exigibilidade houver sido suspensa na Iorma do CTN. Recurso de oIicio negado. (Processo nº
10880.001540/99-82, Recorrente: Delegacia de Julgamento, Sessão de 20/10/99, Acordão nº 203-
05.981)

COFINS - SUSPENSÄO DA EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO -
DEPÓSITOS 1UDICIAIS INSUFICIENTES A suspensão da exigibilidade do credito tributario
não alcanca valores que não esteiam aIeicoados os requisitos do art. 151 do CTN, enseiando a sua
constituicão acrescida dos consectarios legais. A insuIiciência de depositos iudiciais enseia o
lancamento de oIicio sobre o valor Ialtante, devidamente acrescido de penalidade sobre o valor
remanescente. MULTA DE OFICIO A teor do art. 44 da Lei nº 9.430/96, as multas de oIicio são
de 75°. Recurso provido em parte. (Processo nº 13739.000351/93-10, Recorrente: Contribuinte,
Sessão de 23/02/00, Acordão nº 201-73.581)

FINSOCIAL - DEPÓSITO 1UDICIAL - MULTA PROPORCIONAL - Comprovada a
conversão em renda da União dos depositos iudiciais eIetuados tempestivamente e em montante
suIiciente para extinguir o credito tributario, improcede a exigência do tributo, e tambem a multa de
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oIicio. Recurso provido. (Processo nº 10945.005945/98-35, Recorrente: Contribuinte, Sessão de
09/05/00, Acordão nº 202-12.087)


EXERCICIOS DE FIXACÄO MÓDULO 3



Assinale a alternativa correta:

01. O ingresso de acão judicial visando anular o lancamento feito por auto de infracão. gera
quais reflexos no processo administrativo:






a)

b)

c)
Importa em renuncia do processo administrativo, uma vez que as decisões iudiciais se
sobrepõem as administrativas;
Os dois processos correm de Iorma autônoma, valendo a primeira decisão que Ior proIerida,
que der trânsito em iulgado;
O contribuinte não pode ingressar em iuizo enquanto houver processo administrativo
tramitando.

02. A apresentacão fora do prazo da defesa e recursos ocorre a:




a)
b)
c)
Preclusão processual;
Cerceamento do direito de deIesa;
Revelia;

03. Se o julgador de primeira instância não apreciar todas as razões de fato e direito colocadas
na defesa pelo contribuinte. e este argüir a ausência de apreciacão no recurso voluntário.
caberá ao Conselho de Contribuintes:





a)

b)

Anular a decisão de primeira instância, devendo o processo retornar a instância de primeiro
grau para novo iulgamento;
Simplesmente reIormar a decisão, iulgando o processo de acordo com as razões de Iato e
direito expostos no auto administrativo.

04. Com relacão a producão de provas. a quem cabe o ônus da prova segunda a
jurisprudência:

a)

b)


Fisco

Contribuinte









Acrescimo patrimonial a descoberto.
Deposito bancario sem origem.
Omissão de compras.
Passivo Iicticio.
Saldo credor de caixa.
Suprimento de numerario sem origem.

05. Qual dos atos processuais abaixo deve ser anulado. para outro ser proferido em seu lugar:





a)
b)
c)
d)
Decisão que não aprecia os argumentos apresentados pelo contribuinte;
Decisão que enIrenta Iatos e Iundamentos diIerentes do que compuseram o litigio;
Decisão que deixa de se maniIestar sobre a producão de provas do contribuinte;
Todas as alternativas são verdadeiras.
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MÓDULO 4

COLETANEA DA LEGISLACÄO PROCESSUAL - ADMINISTRATIVO












































L LL LG GI IS SL LA AÇ ÇÂ ÂO O

D De ec cr re et to o
n nº º 7 70 0. .2 23 3 / /7 72 2
L Le ei i
n nº º 9 9. .7 7 4 4/ /9 99 9
D De ec cr re et to o
n nº º 4 4. . 2 23 3/ /2 20 00 02 2
D De ec cr re et to o
n nº º 2 2. .3 34 46 6/ /9 97 7
P Po or rt ta ar ri ia a
n nº º J J. .2 26 6 / /9 99 9 - - S SR RI I
P Po or rt ta ar ri ia a
n nº º 2 2 9 9/ /2 20 00 0J J - - M MI I

I In ns st tr ru uc cä äo o N No or rm ma at ti iv va a
n nº º 2 26 64 4/ /2 20 00 02 2 - - S SR RI I
P Po or rt ta ar ri ia a
n nº º / /9 9 - - M MI I
P Po or rt ta ar ri ia a
n nº º 3 33 33 3/ /9 97 7 - - M MI I
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DECRETO Nº 70.235/72 - INSTITUIU O PROCESSO ADMINISTRATIVO


Auto de InIracão;
NotiIicacão Fiscal;
Impugnacão do contribuinte;
Intimacão;
Julgamento em primeira instância;
Julgamento em segunda instância;
EIicacia e execucão das decisões;
Nulidades;


LEI Nº 9.784/99 -PRINCIPIOS DO PROCESSO ADMINISTRATIVO

Principios do processo administrativo;
Direitos do administrado;
Deveres do administrado;
Impedimentos e da suspeicão do Iiscal.


DECRETO Nº 4.523/2002



Arrolamento de bens para interposicão de Recurso Voluntario da 1ª para 2ª instância.

(NÃO MAIS NECESSARIO O ARROLAMENTO DE BENS)

ATO DECLARATÓRIO INTERPRETATIVO RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB Nº
9 DE 05.06.2007

D.O.U.: 06.06.2007
Dispõe sobre a inexigibilidade do arrolamento de bens e direitos como condicão para seguimento do
recurso voluntario.
O SECRETARIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, SUBSTITUTO, no uso da atribuicão
que lhe conIere o inciso III do art. 224 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal
Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 95, de 30 de abril de 2007, e tendo em vista o disposto no art.
1º, § 1º do Decreto nº 2.346, de 10 de outubro de 1997, e que na Acão Direta de
Inconstitucionalidade nº 1976 o Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional o disposto no
art. 32 da Lei nº 10.522, de 19 de iulho de 2002, que deu nova redacão ao art. 33, § 2º do Decreto nº
70.235, de 6 de marco de 1972, declara:
Art. 1º Não será exigido o arrolamento de bens e direitos como condicão para seguimento do
recurso voluntário.

Art. 2º A autoridade administrativa de jurisdicão do domicílio tributário do sujeito passivo
providenciará o cancelamento. perante os respectivos órgãos de registro. dos arrolamentos já
efetuados.
CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO



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DECRETO Nº 2.346/97

Decisões do Supremo Tribunal Federal Irente as decisões administrativas.

(Art. 1º ao 12º)


INSTRUCÄO NORMATIVA Nº 264/2002 DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

(NÃO MAIS NECESSARIO O ARROLAMENTO DE BENS)

ATO DECLARATÓRIO INTERPRETATIVO RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB Nº
9 DE 05.06.2007

D.O.U.: 06.06.2007
Dispõe sobre a inexigibilidade do arrolamento de bens e direitos como condicão para seguimento do
recurso voluntario.
O SECRETARIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, SUBSTITUTO, no uso da atribuicão
que lhe conIere o inciso III do art. 224 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal
Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 95, de 30 de abril de 2007, e tendo em vista o disposto no art.
1º, § 1º do Decreto nº 2.346, de 10 de outubro de 1997, e que na Acão Direta de
Inconstitucionalidade nº 1976 o Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional o disposto no
art. 32 da Lei nº 10.522, de 19 de iulho de 2002, que deu nova redacão ao art. 33, § 2º do Decreto nº
70.235, de 6 de marco de 1972, declara:
Art. 1º Não será exigido o arrolamento de bens e direitos como condicão para seguimento do
recurso voluntário.

Art. 2º A autoridade administrativa de jurisdicão do domicílio tributário do sujeito passivo
providenciará o cancelamento. perante os respectivos órgãos de registro. dos arrolamentos já
efetuados.
CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO


Arrolamento de bens para seguimento do Recurso Voluntario.


PORTARIA Nº 117/2007 DO MINISTÉRIO DA FAZENDA

O Regimento Interno dos Conselhos de Contribuintes (RICC), constante Portaria MF 147/2007,
dispõe sobre a composicão dos Conselhos de Contribuintes e a seguinte:


PORTARIA Nº 1.265/99 DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

Regimento Interno da Câmara Superior de Recursos Fiscais;
Regimento Interno do Conselho de Contribuintes.


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