MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA
MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

PORTARIA DECEA No 39/SDOP, DE 24 DE AGOSTO DE 2010.

Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB.

O

CHEFE

DO

SUBDEPARTAMENTO

DE

OPERAÇÕES

DO

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1o, inciso III, da Portaria no 67-T/DGCEA, de 20 de abril de 2010, resolve:

Art. 1o - Aprovar a modificação ao MCA 53-1, “Manual do Especialista em Informação Aeronáutica”, que com esta baixa. Art. 2o - Esta modificação entra em vigor em 07 de setembro de 2010.

(a)

Brig Ar LUIZ CLÁUDIO RIBEIRO DA SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA

(Publicado no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010)

BRASIL
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA Av. GENERAL JUSTO, 160 - 2o ANDAR 20021-130 RIO DE JANEIRO - RJ
ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL.: (21) 3184-8362

MCA 53-1
MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 07 SET 2010

TEL.: (21) 2101-6542

MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICAS, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 117 118 139 140 141 142 195 196 2 CORREÇÃO: PÁGINA 118 140 141 195 SUBITEM Modificada a NOTA 2 e incluída a NOTA 3 do item 11.4.12. Excluído o exemplo 3 e a NOTA do item 11.5.8.1.10. Excluído o exemplo 3 do item 11.5.8.1.11 Excluído o exemplo 4 do item 11.5.8.1.12. Item 15.2.1.1 modificado DATA 2008 2010 2008 2010 2010 2008 2010 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 117 2008 118 2008 139 2008 140 2008 141 2008 142 2008 195 2008 196 2008

3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições, inserir esta folha após a página de rosto da publicação original. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 39/SDOP, de 24 de agosto de 2010, publicada no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010.

da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. resolve: Art. Art. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. 2o Esta modificação entra em vigor em 17 de dezembro de 2009. inciso III. de 12 de novembro de 2009) . DE 21 DE OUTUBRO DE 2009. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". (a) LUIZ CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA Cel Av Chefe Interino do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 210. de 02 de janeiro de 2009. Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 63/SDOP. que com esta baixa. no uso das atribuições que lhe confere o art. 1o.

DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 33 34 47 48 49 50 77 78 79 80 81 82 105 106 107 108 109 110 147 148 175 176 177 178 179 180 181 182 DATA 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 33 2008 34 2008 47 2008 48 2008 49 2008 50 2008 77 2008 78 2008 79 2008 80 2008 81 2008 82 2008 105 2008 106 2008 107 2008 108 2008 109 2008 109 2008 147 2008 148 2008 175 2008 176 2008 177 2008 178 2008 179 2008 180 2008 181 2008 182 2008 .: (21) 2101-6542 MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”. GENERAL JUSTO.RJ ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL.2º ANDAR 20021-130-RIO DE JANEIRO .: (21) 3184-8362 MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 17 DEZ 2009 TEL. 160 .BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av.

2. 8. alínea b) (texto modificado e retiradas NOTAS 1 e 2) .3.3. e 8. 2a ) e 3a ).5.5 e 5.2.1.2.2. alínea a) (texto modificado) 5.1.4.7.1.1.2.2. 8.3 (texto modificado) 13.2.3.1.2 (texto inserido e NOTAS modificadas) 13.6) 8.3 (textos modificados) 8. alínea e) (texto inserido) 10.3.1.11 (exemplo modificado) 13. alínea f) (texto modificado) e NOTA acrescentada 5.4.1.6 (texto modificado). 5.1.3.2. alínea a).4.4.1.3 (texto modificado) 11.3 (texto inserido) 8.2. alínea b) (texto inserido) 10.3 (texto modificado) 49 50 78 79 80 81 105 107 108 109 147 175 176 177 5.2.8.2.1.2.1. alíneas 1a). alíneas b) (texto modificado).1 e 13.3. 5.4 (textos modificados) 5.5 (texto modificado) 8.1.3. 8.3.1. 8.2.3.5.7 (incorporado ao 8.5.187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2 CORREÇÃO: PÁGINA 34 47 48 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 SUBITEM 4.8 (renumerado para 8.5. 5. texto excluído e tabela modificada) 10.2.3. c) e d) (textos retirados) 5.2.4.1. alínea c) (texto modificado) 10.2.2.1.2.2.1.1.2.5 (textos modificados) 8.4.5.4.2 (texto modificado) 5.

3.3.3 (texto renumerado e exemplo modificado) 14.2.2.2 (texto modificado.17. publicada no BCA no 210.1.2.2.4. alínea b) (exemplo modificado) 13.2 (texto excluído) 13.4.5.17.4.4. inserir esta folha após a página de rosto da publicação original. NOTA 3 (modificada) e 13.5 (texto inserido) 15.17.2 (texto modificado) 13.1.4.3 (texto inserido) 13.178 179 180 181 187 188 189 209 13. alíneas d) e e) modificadas e f) excluída) 15.1.2 (texto inserido) 15.continuação (texto modificado) Anexo B .3.1.2. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 63/SDOP.2.3.1.1 (texto modificado) 15.2 (texto modificado) 13.4. alínea a) (texto modificado) 13. .2.6 (texto modificado) 15.continuação (texto modificado) 212 213 215 265 267 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições.3.7.1.2.5.4) 15.3.2.2.1.2.2.4 (texto modificado) 15. de 21 de outubro de 2009.2.17.3.3.3 (NOTA 2 modificada para 15.3.2. de 12 de novembro de 2009.3. alínea g) (texto modificado e NOTA inserida) Anexo B .3.

da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. 1o. R E S O L V E: Art. Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. Art. no uso das atribuições que lhe confere o art. DE 27 DE ABRIL DE 2009. 2o Esta modificação entra em vigor em 30 de abril de 2009. que com esta baixa. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. de 01 de janeiro de 2008. (a) Maj Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 084. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica".MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 19/SDOP. inciso III. de 11 de maio de 2009) .

2.observação (1) (modificado) Observação (7) (inserida).6.5. .4.RJ MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 30 ABR 2009 TEL: (21)2585-3202 R. GENERAL JUSTO.BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av. alínea g) (modificado) 11.2. de 11 de maio de 2009. NOTA 2 (modificado) 11.363 AFTN:SBRJYGYI ADM: PAME FAX: (21)25853202 R.4.2º ANDAR 20021-340-RIO DE JANEIRO . 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 19/SDOP.3. DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 107 108 113 114 115 116 125 126 131 132 2 CORREÇÃO: PÁGINA 107 114 115 125 131 SUBITEM 10. alínea c (modificado) DATA 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 107 2008 108 2008 113 2008 114 2008 115 2008 116 2008 125 2008 126 2008 131 2008 132 2008 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições. inserir esta folha após a página de rosto da publicação original. de 27 de abril de 2009 e publicado no BCA no 084. 160 .11.2.5.2.362 TELEX: 2137113 COMAERBR MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”.1.3 (modificado) 11.

.

2o o Este Manual entra em vigor em 25 de setembro de 2008. inciso III. Art. 3 Revogam-se a Portaria DEPV no 58/DIRPV. que com essa baixa. do DECEA. Aprova a reedição do manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. 1o. e a Portaria DECEA no 36/DGCEA. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. de 01 de janeiro de 2008. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. 1o Aprovar a reedição do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". Art. no uso das atribuições que lhe confere o art.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 38/SDOP. de 19 de outubro de 2000. de 25 de junho de 2002. de 25 de junho de 2002. de 20 de outubro de 2000. de 11 de agosto de 2008) . DE 01 DE AGOSTO DE 2008. publicada no Boletim Interno no 118. R E S O L V E: Art. (a) Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 150. publicada no Boletim Interno no 202. da DEPV.

.......61 DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS .............................................................42 SUPLEMENTOS AIP........2 2 2...............................62 DO DECEA.............................................................77 FINALIDADE ...........50 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC)............61 ELABORAÇÃO .....3 5..................................................................................................................................................................................25 INTER-RELACIONAMENTO...................................................................................................27 PÁGINA ELETRÔNICA .....MCA 53-1/2009 SUMÁRIO 1 1........................................................................................4 5 5......................................................................................3 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES................................................12 OBJETIVO DO AIS ....22 INTERCÂMBIO...........................................3 3 3................................52 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB)...........................................................................................................................6 3.......................1 4.............11 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL.....................................................................................................................................1 7...............................2 8.......................................................12 ORGÃOS AIS..............................................................................................................................3 4.......................................................................................12 LEGISLAÇÃO VIGENTE.........................................................................................................................1 5...............................................................................................................................................................................................................................................................................................27 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM ..............................................................................................26 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS ...............33 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS ......................................................................................................1 6.......................................................................................................24 DIVULGAÇÃO ...2 2..........11 FINALIDADE .............3 3..................................................................2 3.2 5.....4 3.......1 1................2 8 8....................54 MODELO OPERACIONAL..........................................................................................................................AISWEB...22 PROCESSAMENTO..........................5 6 6.....................................................................................SISNOTAM...........................4 5.......62 DA OACI......77 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC .....................................................................................SAIS .........................................2 7 7.......................................5 3.............................................................48 NOTAM .....22 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO ................................61 CONSIDERAÇÕES .............................................................................................42 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP)............................................2 4......................................................37 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL ...(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) ..7 4 4.................................................74 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC...........................................................................................................................................................77 .................................12 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS.......................................77 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO.....41 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP)................................................1 2................................................................1 3....................................................................................23 TIPOS.........11 ÂMBITO ..............................22 OBTENÇÃO................................................................................................................................................................................................................1 8..

.............................5 8...................................83 DESCRIÇÃO..................................................................................................110 REGRAS GERAIS .......................................................................3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ................................10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE).....82 FASES DO VÔO................................................................................2 9...................2 PLANEJAMENTO DO PROJETO .........................................116 11..............................8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) .......82 APRESENTAÇÃO........................106 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO..7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG)....................................172 12.............................................................................171 12...............................84 ATUALIZAÇÃO.........................................................................81 CARTAS AERONÁUTICAS .............................161 11.............................................................................................................................................4 10..................82 FINALIDADE .......................................................163 11.........3 10.......................................................80 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC ...............................111 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS.........................................155 11........................................................................................................................................................6 10 10..........6 8................................................78 AIRAC NIL............................................................113 CONSIDERAÇÕES ...................................................................5 11 11.1 11........................9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS)...........6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA)......................3 11......2 11....................5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC)......................103 REGRAS DE VÔO VISUAL.........................................................................................................166 12.......120 11................79 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC ..................MCA 53-1/2009 8..................................5 DOCUMENTOS DO PROJETO ...............................................................................................................................................7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO....................................................1 10........................4 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO ......................................................4 9....................171 12...................................................................1 9.......................................166 12...............................160 11................................................................................173 ...................4 RECURSOS PARA O PROJETO.....................................101 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO............................................................................................................113 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) .........................83 TIPOS.......................................................................172 12......5 9.........................................................................................................................................................................109 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS..........6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO ..............................................2 10........................................................................................................11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC ....114 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES .................3 9.....1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO...........................103 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR).......115 GENERALIDADES..............................................................................................................................................................................................................................................................................................164 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS ..........................................................................................156 11........4 8...........................................171 12......7 9 9..................................................................................

..............3 14............................195 CLASSIFICAÇÃO ....................................................................................................224 16.....................................................228 16................................................................222 16............................189 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS...............225 16.......................................................................................................175 AUXÍLIOS VISUAIS............................................................................................................................230 16........................219 16....................1 13..............................189 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO................12 MENSAGEM SIGMET........................................................................227 16.5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO................................3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO ......................................................................................................................................................................................................224 16.............................................................................................................14 AVISO DE AERÓDROMO..........195 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS .................9 15 15.............................................................................................................................212 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA......................................................................................................175 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO........................................................230 .......................................................................214 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS...........................................225 16...............................212 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS .................6 14.........................7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO.............189 DEFINIÇÃO ......................................................192 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA ..............................................................................................................................................................................................................................................2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS.........................4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO..................................................................................................................5 14...................226 16...................................................................................4 14.............................................11 CÓDIGO TAF .................................1 15................190 DISTÂNCIA ..................................................227 16........................13 MENSAGEM AIRMET ..................................................................................................................................................................15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO..................6 15...7 14..................................229 16...........................181 NAVEGAÇÃO AÉREA..224 16....8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS..................................192 ROTA....................................229 16.......................................2 15...........................................................................6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS....................................................................2 14.....................4 15............................196 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS..............................MCA 53-1/2009 13 13..........................................................................................................213 HELIPONTO............................219 16.195 UTILIZAÇÃO ......................................................................................................................................194 AERÓDROMOS.......2 14 14....................................................189 DIREÇÃO ..7 16 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO.....................................................16 CÓDIGOS METAR E SPECI.....................1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA ........................................................................................................191 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA................5 15........................................................9 CARTAS DE PREVISÃO...........................10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET ............224 16............................193 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA.........................................8 14...............1 14.................................................................. RUMO E PROA................................3 15......................................................................

............232 17........................................................................................................................................................................................................2 ABREVIATURAS E SIGLAS ...3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM)...................................................4 17........................................................................277 Anexo I – Organograma simplificado do órgão gerencial.............................................275 Anexo H ...............AIM .......................................................................................................................................................274 Anexo G ............238 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA ........................232 17................................................................................239 GLOSSÁRIO............2 19 19.....................................................255 REFERÊNCIAS.......270 Anexo E – Coordenadas geográficas ..................................238 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE ..........................................240 DEFINIÇÕES .................................................................................................5 17................233 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS.................................................................................................................1 FINALIDADE ...........................................Carta de aeródromo: características físicas e operacionais ....................................................240 19........................Modelos de plano de vôo completo ................268 Anexo D ...................................272 Anexo F – Configurações de distâncias declaradas..Modelo operacional (estrutura e assuntos)..............................................................................................................................................................................................................................234 MENSAGENS AERONÁUTICAS................MCA 53-1/2009 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA.................................2 COMPETÊNCIA ..........235 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA.........232 17........1 18..................Modelos de plano de vôo simplificado.......252 20 DISPOSIÇÕES FINAIS ...........................Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo.................6 18 18..282 ...........256 Anexo A – Inter-relacionamento da informação ...................................................................................................................................258 Anexo B .......................................................263 Anexo C ........................................................232 17.....................................................................1 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS ...................281 ÍNDICE....................................................................

o ensino. os Órgãos AIS devem. informativo ou didático.MCA 53-1/2008 PREFÁCIO O objetivo do Serviço de Informação Aeronáutica é assegurar o fluxo de informação e dados necessários para a segurança. destinada a regular e divulgar assuntos relacionados com a doutrina. toda a estrutura que envolve o Serviço de Informação Aeronáutica. completar matéria já tratada em outras publicações oficiais. em face do desenvolvimento dinâmico da navegação aérea. Os Padrões e as Práticas Recomendadas serão usados em conjunto com os outros procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea editados pelos DECEA. Os assuntos aqui mencionados complementam (logo. a instrução. regularidade e eficiência da navegação aérea internacional. O papel e a importância da informação e dos dados aeronáuticos mudaram significativamente com a implementação de rota de navegação de área (RNAV). que são requeridos para o uso operacional. o emprego de unidades e de equipamentos. É reconhecido que procedimentos adicionais podem ser solicitados. beneficiando. performance de navegação exigida (RNP) e sistemas de navegação baseados em computador de bordo. É importante saber que o Manual é uma publicação de caráter diretivo. para satisfazer os requisitos particulares da localidade. ainda. as relações de abreviaturas. por meio de sistemas de navegação baseados em computador. Para satisfazer a uniformidade e a consistência no fornecimento da informação e dados aeronáuticos. podendo. Os manuais podem ser usados para compilação de matérias. siglas e símbolos. até onde praticável. tendo em vista as ocorrências e questionamentos cotidianos mais comumente verificados. evitar normas e procedimentos diferentes dos estabelecidos nesse manual. a técnica. Informação e dados corrompidos ou errôneos podem afetar potencialmente a segurança da navegação aérea. não esgotam) as publicações relacionadas no capítulo “Referências” e abordam os temas de maior complexidade. A reedição desse Manual tem por objetivo seu aprimoramento e atualização. os dicionários. tais como: os glossários. . com isso. em certos casos.

.MCA 53-1/2008 1 1. aos especialistas e aos usuários dos Serviços de Informação Aeronáutica do SISCEAB. 1. aplica-se aos administradores.2 ÂMBITO Esse Manual. de observância obrigatória. e c) ajudar os Órgãos AIS a instruírem de forma adequada o pessoal AIS.1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES FINALIDADE O presente Manual tem por finalidade reunir as informações aeronáuticas necessárias às atividades AIS com o objetivo de: a) ajudar os Órgãos AIS a aplicar uniformemente os Padrões e as Práticas Recomendadas do ANEXO 15/OACI. b) promover a máxima eficiência na organização e funcionamento dos serviços de informação aeronáutica.

Por isso.12 MCA 53-1/2008 2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Esse capítulo tem por finalidade identificar os órgãos componentes do AIS.2. cotejar. Para isso são os seguintes os órgãos que exercem atividades AIS: .1 LEGISLAÇÃO VIGENTE A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) preparou Normas e Recomendações para o funcionamento do AIS. publicar. 2. 2. editar.1. originar. tais informações devem estar sempre à sua disposição.2 É da responsabilidade do piloto no comando de uma aeronave.2 2. a obtenção das necessárias informações sobre instalações e serviços de navegação aérea. fornecer.1.1 OBJETIVO DO AIS O Serviço de Informação Aeronáutica (AIS) foi estabelecido com a finalidade de receber. bem como dos procedimentos relacionados com os mesmos que possam afetar o seu vôo. suas funções. 2. O Doc 8126-AN/872 (Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica) explica as funções básicas de um AIS e descreve um tipo de organização-modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS (ver 7.1.2. reunir. 2. controlar e distribuir informação/dados relativos a todo o território do Estado. armazenar.1).15 e 7.2.1 2. com vista à segurança.1.1.3 ORGÃOS AIS A atividade de informação aeronáutica está organizada basicamente em gerencial. área de atuação e a interação entre os órgãos que desenvolvem atividades AIS. formatar. assim como das áreas pelas quais o Estado seja responsável pelos Serviços de Tráfego Aéreo fora do seu território. 2. eficiência e regularidade da navegação aérea. denominado “Serviços de Informação Aeronáutica”. as quais estão contidas no ANEXO 15 à Convenção de Aviação Civil Internacional. operacional e técnico-operacional.2 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país signatário da Convenção proporcionará serviços de informação aeronáutica à aviação em geral. conforme previsto nos ANEXO 2 e ANEXO 6/OACI.

. . Geral e Regional). NOTA 4 : O detalhamento das atribuições e funções da organização principal na qual os órgãos AIS estão localizados. e . .Divisão Operacional do CGNA . .dados aeronáuticos.MCA 53-1/2008 13 a) Órgão Gerencial (DECEA/SDOP).Salas AIS de Aeródromos. e . c) Órgãos Técnico-Operacionais.formação. . .Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica . encontra-se nos regimentos apropriados de cada instituição.Centros de NOTAM (Internacional.Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO). e . NOTA 2: A INFRAERO possui uma estrutura gerencial para a prestação do serviço de informação aeronáutica.Divisão de Ensino do ICEA .impressão e distribuição. .Subdivisão de Informação Aeronáutica dos CINDACTA/SRPV.Divisão de Ensino da EEAR . . NOTA 1: O Serviço de Informação Aeronáutica poderá ser desenvolvido também nas Seções de Navegação das Unidades Aéreas.Salas AIS de órgãos ATC.Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME .publicações e cartografia.Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA). . b) Órgãos Operacionais.formação e capacitação. NOTA 3: As empresas aéreas também possuem setores encarregados de prestar o serviço de informação aeronáutica no seu âmbito operacional.

3. 2.1 Subordinação A Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA) e a Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO) estão subordinadas ao Subdepartamento de Operações do DECEA (SDOP).1 ORGANOGRAMA FUNCIONAL 2.1. compatibilizando-as com os padrões estabelecidos por entidades nacionais e organizações internacionais às quais o Brasil seja signatário.1.3.2 Atribuições e Funções O Órgão Gerencial.2.2.3. por intermédio da D-GNA e da D-CCO tem por atribuições as atividades referentes ao gerenciamento dos assuntos relativos à cartografia e à informação aeronáutica. . ver o organograma simplificado no Anexo I.1 Divisões do SDOP 2. Para visualização do exposto.2 ÓRGÃO GERENCIAL 2.3.3. a elaboração e a atualização de normas e procedimentos relativos à cartografia e à informação aeronáutica.14 MCA 53-1/2008 2.2. Desenvolvem as seguintes funções: a) o estudo.

o) a especificação das publicações de informação aeronáutica a serem editadas pelo Brasil. m) a confecção do calendário das edições de Emendas de Publicações de Informação Aeronáutica e de Suplemento AIP. j) a supervisão do processo de coleta e análise de dados estatísticos referentes à Informação Aeronáutica. a elaboração e a atualização de normas para a criação. . a elaboração e a utilização de normas que definam a dotação e a carga de trabalho dos operadores de órgãos AIS. g) o estudo. k) a supervisão do processo de fiscalização do cumprimento de normas e procedimentos operacionais. ações e recomendações. c) a coordenação da participação do DECEA em eventos nacionais/ internacionais relacionados com a atividade. atualização e elaboração das mesmas. bem como os seus conteúdos. e r) a análise e o acompanhamento de desenvolvimento de sistemas AIS a serem implantados no SISCEAB. n) o assessoramento às necessidades de formação e distribuição de recursos humanos AIS. ativação e desativação de posições operacionais em Órgãos AIS. l) a supervisão do Sistema de Qualidade da informação aeronáutica publicada e de seus meios de divulgação aos usuários.MCA 53-1/2008 15 b) a notificação à OACI das diferenças entre a legislação brasileira e a editada por aquela Organização. identificando as necessidades de reformulação. f) o estudo. q) a proposição de normas e documentação relativa aos sistemas automatizados AIS. visando aperfeiçoar a execução das atividades de cartografia e informação aeronáutica. p) a fiscalização do funcionamento dos Sistemas AIS. d) o estudo e a elaboração de procedimentos.

o controle e a indicação para participação nos cursos. das relações dos sítios de vôo e das áreas de pouso eventual para operação aeroagrícola.2 Atribuições Para o desempenho das atividades essa Subdivisão possui as seguintes atribuições: a) a expedição de PRENOTAM de competência dos Comandantes ou Chefes de CINDACTA ou SRPV. e) o controle do efetivo e a situação operacional do pessoal AIS em sua área. a elaboração e o encaminhamento ao DECEA de relatórios e resultados estatísticos. i) a atualização das publicações de informação aeronáutica da seção. . c) a proposição ao DECEA da adoção de providências que julgar necessárias para a melhor execução do AIS.16 MCA 53-1/2008 2. e m) o estudo e a criação de programas de aperfeiçoamentos. palestras e simpósios de interesse para o pessoal em atividade AIS. f) o estudo e a análise das normas e padrões estabelecidos pelo DECEA. b) a supervisão do CRN de sua jurisdição.1.3. sob a sua área de jurisdição.3. d) o gerenciamento e a inspeção das Salas AIS sob sua jurisdição (AD e ATC). controle de pessoal. Essas relações devem ser adquiridas junto à respectiva Gerencia Regional de Aviação Civil (GER). l) a coordenação.3. h) a divulgação às Salas AIS de jurisdição. planos e programas relativos aos assuntos que estão sob sua responsabilidade.3 ÓRGÃOS OPERACIONAIS 2.3. 2.1 Subordinação Está subordinada à Divisão de Operações (DO) dos CINDACTA e SRPV.3.3.1 Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA/SRPV 2.1. j) a remessa ao DECEA do movimento anual de mensagens processadas pelas Salas AIS (IEPV 53-7). g) o estudo.3.

2. pilotos. .3.3.3. 2.3. selecionar. Esse planejamento é realizado pelo usuário através da obtenção de informações atualizadas. disposição da informação. às publicações necessárias ao funcionamento dos centros de NOTAM. 2. ao material necessário aos centros.MCA 53-1/2008 17 2. bem como prestar esclarecimentos e coordenação necessária para a divulgação correta da informação aeronáutica. Assim.1 Finalidade Os Centros de NOTAM. o operador da Sala AIS é um importante elo do SISCEAB com os usuários.3. 2. Nesse contexto. que contém textos relativos à: organização.1 Prestação do Serviço A Sala AIS é o local adequado para o planejamento de um vôo. obtenção da informação. à subordinação e ao horário de funcionamento. à jurisdição dos centros de NOTAM. procedimentos de comunicação. são órgãos estabelecidos com a finalidade de coletar.3. não só é importante a qualificação do operador para o desempenho dessa função.3.3.3 Sala AIS de Aeródromo 2.3.2 Centros de NOTAM 2.3.2 Organização As instruções para estabelecer os critérios e os procedimentos básicos para a estruturação e a operação de uma Sala AIS de Aeródromo. necessárias à segurança e eficiência do vôo. familiarização com a área de atuação e procedimentos suplementares. informações meteorológicas. prestação do serviço.3.2. o bom uso das palavras do vernáculo e uma boa apresentação pessoal. informações relativas: à organização.3.3. que contém. fornecer e divulgar informação aeronáutica de interesse imediato para a navegação aérea. também. mensagens ATS. por intermédio de NOTAM. despachantes operacionais de vôo e demais usuários deverão ser observadas na ICA 53-2 (Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS). bem como a sua utilização pelos exploradores de aeronaves. pelo contato direto que estabelece. controlar.2 Atribuições As atribuições dos Centros de NOTAM estão estabelecidas no MCA 53-2 (Manual de Operações dos Centros de NOTAM). mas. ainda. a polidez no tratamento.3. o comedimento da linguagem.

. selecionar e divulgar aos órgãos ATC as informações aeronáuticas que assegurem a condução eficiente. quando aplicável.18 MCA 53-1/2008 2. nas paredes. contendo todos os NOTAM da área de jurisdição do órgão e os NOTAM de suas imediações. c) disponibilizar e atualizar as publicações convencionais e não-convencionais da Sala inerentes ao funcionamento dos órgãos ATC. 2.3.4 Organização A extensão da zona servida e a disponibilidade de espaço na Sala AIS serão fatores determinantes para a exposição. preferencialmente. e d) divulgar as modificações e efetivações de publicações que afetem o serviço dos órgãos. ERC. ARC.3.4.3. 2. FPC.4.3.3. FPC.4. WAC. A seleção desses NOTAM poderá ocorrer quando o órgão interessado especificar à Sala quais os NOTAM que devam fazer parte do referido boletim. em molduras.3. CNAV/CINAV e CAP/CIAP.3 Atribuições Essa Sala AIS tem como atribuições: a) colocar à disposição dos órgãos ATC o boletim de informação prévia ao vôo.1 Subordinação É subordinada administrativamente e operacionalmente à Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA e SRPV. ROTAER. AIP-MAP. WAC.4 Sala AIS de Órgãos ATC 2. CNAV/CINAV) da Sala.2 Finalidade Tem por finalidade coletar.3. b) disponibilizar e atualizar as publicações básicas (AIP-BRASIL. das ERC (inferior e superior). 2.4.3.3. segura e regular do tráfego aéreo.3.

4. 2. f) gerar.3.1. entre outras.4 ÓRGÃOS TÉCNICO-OPERCAIONAIS 2. em ambiente WEB. permitindo a atualização da informação no banco de dados.1.4. 2. visando à obtenção dos dados que compõem as cartas e a informação aeronáutica. à meteorologia. e) efetuar os cálculos de rumo. g) gerenciar base de dados. h) gerenciar informação aeronáutica/dado.3.1 Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica do ICA 2. a partir de uma informação gráfica.3. a partir da base de dados. interage permanentemente com os setores do DECEA responsáveis pela geração das informações referentes ao gerenciamento de tráfego aéreo. distância.4. aos auxílios-rádio. após a modificação de um campo da base de dados. d) efetuar o controle histórico das modificações das informações inseridas nas publicações.4.1 Finalidade Essa Divisão tem como missão planejar e executar as atividades relativas à cartografia e informação aeronáutica no Brasil. . ROTAER e AIP-Brasil. cartas aeronáuticas.MCA 53-1/2008 19 2. j) informar as publicações AIS e cartas aeronáuticas que irão necessitar de alterações.1. i) identificar as informações que necessitam de versão para o idioma inglês que devam ser divulgadas por intermédio de AIP-BRASIL e AIP-MAP (cartas dos aeroportos internacionais). b) efetuar cálculo e análise da informação aeronáutica/dado.2 Subordinação Subordinada diretamente ao ICA.3. azimute etc. c) efetuar o acompanhamento dos processos de produção das publicações AIS e cartas aeronáuticas. para acesso à base de dados tanto para consulta como para a gestão da informação. às comunicações.3.3 Atribuições A Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica tem como atribuições: a) disponibilizar dados.

o) providenciar software com capacidade de gerenciamento da informação aeronáutica por emendas e datas. t) manter e gerir o Sistema de Gestão da Qualidade das publicações AIS. s) efetuar cálculo e análise de obstáculos.2 Nessa Divisão poderão ser obtidas informações complementares sobre: a) modalidade de assinatura (inicial ou renovação).4.4. além de outros impressos que se fizerem necessários.4. e) telefones/fax para contatos. dos softwares aplicativos e do Help.2. manuais e normas de serviço que dizem respeito ao controle do espaço aéreo e de telecomunicações do Comando da Aeronáutica. p) realizar consultas utilizando emendas ou datas. m) produzir publicações aeronáuticas constantes da IAIP. u) estabelecer os indicadores de localidade para os aeródromos.3. n) providenciar adequação das telas de entrada de dados.1 É responsável pela impressão e distribuição de publicações de informações aeronáuticas.20 MCA 53-1/2008 k) integrar ferramentas para gerência de documentos. públicos e privados. l) preparar o inserir/destruir e o checklist da emenda. q) revisar as publicações de informação aeronáutica. b) formas de pagamento no Brasil e no exterior.3. r) viabilizar o acesso dos colaboradores e usuários do sistema da WEB a partir do controle dos perfis desses usuários. cartas aeronáuticas e meteorológicas. d) endereço eletrônico e postal. . 2.2 Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME 2. dados do aeródromo) atualizado para eventuais consultas. com funcionalidades para controle de processos. e f) prazos para recebimento das publicações. controle de versão e notificações.3. 2.2. c) horário de atendimento ao usuário. com exceção do SB. e v) manter o cadastro de aeródromo (portaria. plantas.

que dão suporte às especializações nas diversas áreas das ciências aeronáuticas.4. 2. com a antecedência devida. .MCA 53-1/2008 21 2. d) infra-estrutura aeroportuária. b) alocação de Slot ATC e de oportunidade.3 Divisão Operacional do CGNA O CGNA tem por missão a harmonização do gerenciamento do fluxo de tráfego aéreo. c) intenção de vôo.HOTRAN doméstico/internacional. do espaço aéreo e das demais atividades relacionadas com a navegação aérea.3. e h) emissão.4. entre eles: a) medidas de gerenciamento de fluxo de dados. g) solicitações de vôo.4 Divisão de Ensino do ICEA É responsável pelas atividades de ensino e pesquisa que dão apoio à formação e capacitação de recursos humanos do SISCEAB. Utiliza laboratórios e simuladores. 2. e) solicitações de vôo . f) solicitações de vôo charter doméstico/internacional.5 Divisão de Ensino da EEAR É responsável pelas atividades de ensino que dão apoio à formação de recursos humanos do SISCEAB. entre eles. a de informação aeronáutica. proporcionando a gestão operacional das ações correntes do SISCEAB e a efetiva supervisão de todos os serviços prestados. os de informação aeronáutica.3.3. de PRENOTAM ao CGN relativo à declaração de aeródromos monitorados ou coordenados. entre elas.4.

principalmente. fac-símile. e dos serviços de informação aeronáutica de outros países.1. .2.4 A eficiência de um AIS depende. do esforço cooperativo entre os órgãos dos Sistemas de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro e da Aviação Civil. 3.1. correspondência oficial. se necessário. pois isso proporciona um registro mais claro.1.2 O AIS deve estudar o limite de sua Zona Servida para que possa certificar-se do nível de detalhe e da extensão da informação a ser utilizada nas operações de vôo nela realizada.22 MCA 53-1/2008 3 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS Esse capítulo tem por finalidade identificar as informações necessárias aos usuários. 3. rede de telecomunicações fixas aeronáuticas (AFTN).1 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO Os meios ou canais de comunicação utilizados para entregar ao AIS a informação original são: serviços postais. 3. 3. Deve-se utilizar o telefone nos casos de emergência e. contabilidade e controle de divisas.4 É sempre conveniente que todos os dados sejam apresentados na forma de PRENOTAM. deve-se observar o fator tempo.1 3. 3. 3. 3. confirmar a informação na forma de PRENOTAM. posteriormente.1 INTERCÂMBIO Para evitar problemas ocasionados pelas flutuações nos valores das moedas. convém promover-se o intercâmbio entre os AIS interessados nas publicações de informação aeronáutica dos respectivos países.3 A informação/dados deve ser fornecida pelos órgãos responsáveis pelas instalações e demais serviços.3.2 3.1 OBTENÇÃO O AIS obterá informação/dados que lhe permita proporcionar o serviço de informação anterior ao vôo e satisfazer as necessidades de informação durante o vôo de fontes nacionais. bem como os meios usuais para receber a informação a ser divulgada. correio eletrônico e telefone.2. redes de computadores. 3.2.2 3.3 3.1. podendo ser feitas correções.2.3 Na adoção dos meios ou canais de comunicação.

ou pelo serviço afetado em particular. conforme o seu tipo. Os órgãos mencionados têm o dever de estabelecer. 3. . um exemplar de cada elemento da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP). a informação final para a sua divulgação. 3.3. AIC e demais publicações. conforme seus meios e possibilidades. reservando-se o direito de previamente solicitar a confirmação ou pronunciamentos que julgar necessários às autoridades responsáveis pelos serviços afetados. 3. métodos e procedimentos a fim de que os dados sejam fornecidos ao AIS. exceto o Boletim de Informação Prévia ao Vôo (PIB).5 A troca de mais de uma cópia dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica e outros documentos de navegação aérea. o AIS não poderá desincumbir-se devidamente de sua tarefa. NOTAM.2 O intercâmbio de informação aeronáutica entre os AIS dos Estados assinantes da Convenção de Chicago será gratuito em.4. estabelecer contato direto entre os serviços de informação aeronáutica para facilitar o intercâmbio internacional de informação/dado aeronáutico. civis e militares.1 PROCESSAMENTO O AIS deverá difundir a informação diretamente recebida da autoridade técnica responsável pelos serviços operacionais em geral.4. 3. Se isso não for feito de modo eficiente.4 3.3 O AIS deve tomar providência. pelo menos. serviços ou procedimentos disponíveis para uso da aviação civil. em papel e/ou forma eletrônica. está afeta em nível de Direção e aos órgãos e serviços. deveria ser objeto de acordos bilaterais entre os Estados Signatários da OACI.4 O AIS deve.4 O AIS tem a obrigação de verificar. as comunicações. 3. sempre que viável.4. relativa a textos a serem publicados na AIP.3. 3. Suplemento AIP. registrar e preparar.2 Cabe ao AIS decidir sobre a conveniência de publicar a informação que lhe é fornecida.3.MCA 53-1/2008 23 3. diretamente responsáveis em prover e manter as instalações. inclusive que contenha legislação e regulamentos de navegação aérea. de maneira uniforme. para satisfazer os requisitos operacionais de emissão e recebimento de NOTAM distribuídos por telecomunicação.4. quando necessária. 3.3.3 A obrigação de fornecer a informação original.

c) instalações que não funcionam. 2) procedimentos especiais introduzidos por um prazo curto. São exemplos desses tipos de informação: a) as características físicas de um aeródromo e suas instalações.1. Pode. e 3) advertências à navegação aérea. 3.5.1.5.5.5 TIPOS A responsabilidade do AIS é verificar que tipo de informação deve ser divulgada pelas publicações. de curta duração. 3. b) auxílios-rádio.2.1 Esse tipo de informação pode se referir a alterações em uma instalação ou serviço. NOTA: Tais informações deverão ser comunicadas diretamente ao órgão AIS local. b) tipo e localização dos auxílios à navegação ao longo das rotas aéreas.24 MCA 53-1/2008 3. 3. naturalmente.1 CARÁTER TEMPORÁRIO (TRANSITÓRIA) 3.2 CARÁTER DURADOURO (PERMANENTE OU BÁSICA) 3.1 Esse tipo de informação. d) instalações retiradas provisoriamente do serviço ou restabelecidas. não está sujeita a alterações freqüentes e.2 Delega-se às autoridades locais a responsabilidade de iniciar a maioria das informações de caráter temporário. e e) advertências à navegação de caráter local. Exemplos: 1) alterações provisórias na informação básica. também ser iniciado ao nível de Direção ou por intermédio dos órgãos operacionais e técnicos. por isso.5. tais como: a) trabalhos que estejam sendo realizados nos aeroportos. divulgada pelo órgão AIS.5. pode ser melhor apresentado em forma de manual. . a serem efetuadas num futuro próximo e que devem prevalecer por pouco tempo.

3. e c) informação de natureza explicativa ou de assessoramento relativa a assuntos técnicos. Suplemento AIP ou NOTAM. 3. com relação a alterações importantes na legislação.5.3.6 3. a fim de garantir que o seu conteúdo esteja de acordo com a política presente e futura.1 DIVULGAÇÃO O AIS se assegurará de que a informação necessária à segurança.5.1 Prevendo a possível necessidade de se divulgar informação cujo teor seja inadequado para inclusão em AIP.3 A informação permanente ou básica deve ser fornecida ao AIS com bastante antecedência. procedimentos ou instalações. inclui-se nesse manual disposições relativas às AIC.2. regulamentação. e d) procedimentos relacionados com tais instalações e serviços. ADMINISTRATIVO OU DE ASSESSORAMENTO 3. 3. b) pessoal dedicado ao controle operacional de linhas aéreas. a longo prazo. e. regularidade e eficiência a) pilotos. b) informação de caráter meramente explicativo ou de assessoramento que possa afetar a segurança dos vôos.5. serviços de comunicação. legislativos ou puramente administrativos. publicação e distribuição. visando possibilitar o planejamento das operações em função do fato notificado. 3. serviços de meteorologia que são fornecidos.MCA 53-1/2008 25 c) serviços de tráfego aéreo. tais como: a) previsão. esses dados devem ter sua divulgação autorizada pelos responsáveis em nível de Direção.5.2 A informação permanente ou básica é aquela que compreende geralmente os dados mais duradouros ou permanentes que se tenha de incluir nas publicações. d) órgãos de tráfego aéreo responsáveis pelo serviço de informação de vôo. Elas abrangem questões.2. c) órgãos que produzem cartas e documentos.6. a fim de que haja tempo suficiente para a preparação. da navegação aérea está sendo proporcionada de forma adequada às necessidades do (s): .3 CARÁTER EXPLICATIVO. como tal. e e) serviços de informação aeronáutica de outros países.

freqüências. encontram-se diversos tópicos (coordenadas. Qualquer outro setor que necessite utilizar-se da divulgação de informação aeronáutica deverá encaminhar ao AIS o documento com os dados a serem divulgados.6.3 O AIS é o único responsável pela divulgação de informação que constitua matéria para publicações e respectivas emendas. com segurança.6.2 Cada país tem a responsabilidade de colocar à disposição dos usuários da aviação em geral toda e qualquer informação pertinente e necessária à operação. limites. dentro do seu território e em áreas onde lhe caiba a responsabilidade pelos serviços de tráfego aéreo. Embora a Convenção e seus ANEXOS refiram-se principalmente às operações aéreas internacionais. deve-se observar que a aviação nacional tem a mesma necessidade de dispor de um serviço de informação aeronáutica. NOTA: Essa relação não esgota todos os exemplos de inter-relacionamentos de informação que poderão aparecer no dia-a-dia.7 INTER-RELACIONAMENTO Para auxiliar o especialista AIS. 3. das aeronaves que se dedicam à navegação aérea internacional. rumos etc) e a correlação deles com as publicações de informações aeronáuticas correspondentes. 3.26 MCA 53-1/2008 3. no Anexo A. .

Destinado para Centros de NOTAM.1. 4. segundo o padrão estabelecido pela OACI. Destinado para Centros de NOTAM.possui boletins e relatórios que possibilitam consultas de NOTAM emitidos e cadastrados na base de dados. b) Módulo AFTN .MCA 53-1/2008 27 4 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS Esse capítulo tem por finalidade apresentar aos Operadores AIS os aplicativos automatizados de uso obrigatório nos Órgãos AIS a serem utilizados nos processos referentes à emissão de NOTAM. consulta a publicações aeronáuticas e preenchimento de formulários (ATS/CONFAC) por parte dos pilotos e despachantes operacionais de vôo (DOV).1 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM .SISNOTAM 4. 4. .permite o ajuste manual dos NOTAM considerados errados pelo Módulo Análise.1 O SISNOTAM foi concebido e desenvolvido com a finalidade de fornecer aos Centros Expedidores de NOTAM meios de controlar todos os processos referentes aos NOTAM.1 APRESENTAÇÃO 4.1.1.1. Permite.insere automaticamente.recebe e envia mensagens AFTN de interesse do Serviço de NOTAM. e responde às consultas de NOTAM Específico (RQN).1. fornecimento de informações pré-vôo. Destinado para Centros de NOTAM. também. d) Módulo Acerto . o operador submete novamente o NOTAM ao Módulo Análise. Destinado para Centros de NOTAM.2 O SISNOTAM está estruturado em seis Módulos: a) Módulo Gerencial . c) Módulo Análise . Boletim por Localidade (RQA) e Lista de Verificação (RQL). os NOTAM recebidos via AFTN considerados corretos. Após a correção. na base de dados. possibilitar às Salas AIS o controle de todos os procedimentos referentes aos PRENOTAM por elas emitidas e obter boletins que contenham informações necessárias ao planejamento dos vôos por parte das tripulações. Salas AIS e demais órgãos do SISCEAB. aos demais órgãos emissores de PRENOTAM o controle de todos os processos referentes aos PRENOTAM por eles emitidos. controle de mensagens (ATS/CONFAC) expedidas pela Sala AIS. além de consultas diversas.

4 A principal característica do sistema é permitir ao usuário um acesso on-line à base de dados de NOTAM.2.1. 4.1.2 INFORMAÇÕES ARMAZENADAS 4. Destinado para Centros de NOTAM. 4.6 A política de acesso aos servidores é a seguinte: a) as Salas AIS Internacionais acessam o Centro Internacional de NOTAM. com a utilização dos mesmos botões e desenhos de formulários.1. . número ilimitado de usuários.2 Estão armazenados nos servidores dos CRN os NOTAM nacionais de todas as séries.28 MCA 53-1/2008 e) Módulo Segurança – permite a gerência e controle de acesso dos usuários aos itens de menu do Módulo Gerencial e registra os comandos executados pelos usuários conectados ao sistema.1. b) internacionais de todas séries.1.1 Estão armazenadas. controle de acesso com senha criptografada e permissão de acesso aos dados por usuário e grupo de usuários.1.1. expedidos pelo NOF Brasil.1.1. Destinado para Centros de NOTAM e Salas AIS (para gerência da base de dados local da sala). 4. o Centro Internacional de NOTAM.3 O sistema apresenta as seguintes vantagens: facilidade de utilização. e c) estrangeiros recebidos de todos os países com os quais o Brasil mantém intercâmbio de NOTAM.2.1.5 Todos os servidores são interligados com a AFTN/Intraer e estão preparados para receber e enviar mensagens. 4. assim como inserir e distribuir NOTAM. e b) as Salas AIS Nacionais e os outros Órgãos do SISCEAB acessam os Servidores Regionais dos CINDACTA ou SRPV de sua jurisdição e. As telas e funções foram padronizadas o máximo possível. 4. as seguintes categorias de NOTAM: a) nacionais de todas as séries. expedidos pelo CGN e pelos CRN. funcionamento em rede. no servidor do NOF e CGN.1. via AFTN. e f) Módulo Estatístico . Os servidores estão localizados nos Órgãos Regionais do DECEA (CINDACTA ou SRPV) e na INFRAERO. num período de tempo especificado. quando necessário.gera relatórios sobre as atividades do SISNOTAM. 4.

aparecendo somente asteriscos.Endereçamento do local onde está sendo utilizado o módulo. . o módulo será encerrado automaticamente.Nome do servidor de banco de dados com o qual se deseja estabelecer a conexão (Nessa opção aparecerão os servidores disponíveis na rede do DECEA). 4.1.3 As informações da Tela de Registro Geral permitem ao usuário acesso ao Módulo e especificam os dados do servidor onde ele irá acessar as informações de NOTAM. o sistema apresenta a Tela Principal do Módulo Gerencial.Conexão utilizada para o envio e recebimento dos NOTAM. É previamente criado pelo Administrador do Módulo e pode ser definido com até 15 caracteres alfanuméricos.acesso às consultas de Boletim por Localidade. 4.Nome da Organização responsável pela utilização do módulo.Nome da Organização que está utilizando o módulo.3 MÓDULO GERENCIAL 4.1. e) Endereço Telegráfico .1.5 A Tela Principal do Módulo Gerencial contém os seguintes menus e acessos: a) BOLETINS .3.2 Ao iniciar o Módulo.Senha do usuário.Identificação do usuário no Módulo.MCA 53-1/2008 29 4. São elas: a) País . e h) Password .1. Não é exibida ao ser digitada.3.1. e validação do usuário e senha. Boletim por FIR e Boletim por Rota Pré-Definida.exe. 4. f) Tipo de Conexão . d) Servidor .4 Após a entrada dos dados na Tela de Registro Geral.3.1 O acesso ao SISNOTAM é feito através do ícone Gerencial.1. c) Responsável . 4. Pode ser composta por até 12 caracteres alfanuméricos.Nome do país onde está sendo executado o módulo. g) Usuário . b) Órgão . caso o usuário erre a senha em três tentativas consecutivas.3. Para efeito de segurança.3. é apresentada a Tela de Registro Geral.

de Lista de Verificação. 4. Lista de Verificação e Lista de NOTAM Faltantes. NOTAM Específico.1.3. que deverá ser alimentada pelo usuário para a obtenção dos Boletins por Rota Pré-Definida.acesso às opções de inclusão manual de NOTAM e PRENOTAM.4.acesso às consultas de PRENOTAM Específico. RQL e RQA). CRN Curitiba.4 ESPECIFICAÇÃO DE CENTRO EXPEDIDOR NO SISNOTAM 4. Documento de Origem. inclusive a Tabela de Rotas Pré-Definidas. NOTA: Na parte inferior da tela. são exibidos o usuário que estiver conectado e o servidor ao qual ele se conectou. CRN São Paulo. e CGN.30 MCA 53-1/2008 b) RELATÓRIOS . pode ser que alguma opção de Menu não esteja visível para todos os usuários. . NOTAM Estimado. Resumo por Centro Expedidor de NOTAM. de Boletim por Localidade. mas somente para aqueles que possuírem permissão de acesso às respectivas opções. CRN Brasília. de envio de NOTAM específico. 4. e e) SAÍDA .acesso à Tela de Confirmação de encerramento do Módulo.1. de incorporação de NOTAM. c) MOVIMENTAÇÃO . d) TABELAS .6 A exibição das opções de menu do Módulo Gerencial está condicionada às permissões de acesso estabelecidas pelo Administrador do Módulo para o usuário.acesso às Tabelas Auxiliares do Módulo.1. de mensagem de serviço e de solicitações via AFTN (RQN. Por esse motivo.1 Os centros nacionais de NOTAM são especificados da seguinte forma: a) SBRF B b) SBSP D c) SBCT E d) SBBR F e) SBEG G f) SBRJ Z CRN Recife. CRN Manaus. Próximo NOTAM.

4. NOF Inglaterra Série H. do equipamento ou do canal AFTN. FIR Brasília. FIR Atlântico. Esse deverá tomar as providências para o restabelecimento do Sistema.1. e FIR Amazônica.1. Exemplos: a) SUMU B b) SLLP B c) LPPP A d) CYHQ A e) EGGN H f) EGGN J 4.5.4.2 Em situações de inoperância do SISNOTAM. e NOF Inglaterra Série I.4. SRPV e INFRAERO.1 O mau funcionamento ou a inoperância do SISNOTAM deverá ser comunicada. 4. . Se o NOF divulgar mais de uma série de NOTAM.1.1.1. utilizará o mesmo indicador seguido da letra indicadora da série desejada.3 As séries estrangeiras de NOTAM deverão ser especificadas. o mais rápido possível. NOF Portugal. 4. NOF Canadá. NOF Bolívia. FIR Curitiba.2 As séries internacionais de NOTAM serão especificadas da seguinte forma: a) SBRJ I b) SBRJ J c) SBRJ K d) SBRJ N e) SBRJ O FIR Recife.5. utilizando-se o indicador de localidade do NOF estrangeiro seguido da letra indicadora da série de NOTAM que ele divulga. deverão ser tomadas providências pelos órgãos envolvidos. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou fac-símile) ao mantenedor regional existente no CINDACTA.5 CONTIGÊNCIAS NOF Uruguai.MCA 53-1/2008 31 4. no máximo em 24 horas.

5. e c) após o restabelecimento.5. o operador deverá utilizar outro meio para encaminhá-lo ao Centro de NOTAM responsável pela divulgação da informação.1. c) nos problemas relacionados com o canal AFTN.1.2. ao CRN jurisdicionado informações nacionais e ao NOF informações internacionais.1 Centros Regionais de NOTAM: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN.acessar a página eletrônica da AISWEB. o operador deverá executar o descrito em “b”. b) para colocar um NOTAM na rede. e encaminhá-lo à ECM para transmissão. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM.2 Salas AIS: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. quando necessário.solicitar. o operador deverá inserir todos os PRENOTAM recebidos. e d) para emissão de Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB).1. via telefone ou fac-símile. com os endereços constantes de sua tabela de distribuição. o operador terá as seguintes alternativas: .5.2. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM. os NOTAM emitidos de sua série e os faltantes das demais.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS. . o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN e encaminhá-lo para transmissão. e . 4. inserir todos os PRENOTAM emitidos.3 Subdivisão de Informações Aeronáuticas do CINDACTA/SRPV: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. por intermédio da Intraer ou da Internet.32 MCA 53-1/2008 4. para o CRN ao qual está subordinado. . Após o restabelecimento. 4.2. via ECM.

2 As informações obtidas nessa página terão de ser checadas antes do vôo.6. b) Boletim por localidade. consta de AIC específica. 4.3 A descrição dos procedimentos para as interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM. c) Lista de Verificação. permitindo o acesso rápido e estruturado a toda informação aeronáutica disponível em formato eletrônico.2.2 4.1. 4. A consulta é realizada a servidores que possuem a mesma base de dados.1. .6.acessar a página eletrônica da AISWEB.6 INTERROGAÇÕES AO BANCO DE DADOS DE NOTAM 4. e d) Resumo por Centro Expedidor.MCA 53-1/2008 33 c) após o restabelecimento.2.2. 4. nas salas AIS dos aeroportos. . inserir todos os PRENOTAM emitidos.solicitar via telefone ou fac-símile ao CRN da jurisdição.1 As interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM são feitas das seguintes maneiras: a) utilizando o SISNOTAM. 4.1. especificado pela OACI.2 No SISNOTAM são realizadas as seguintes consultas: a) NOTAM específico. o operador terá as seguintes alternativas: .1. através de mensagens AFTN.1. e . d) para consultas.1.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS.AISWEB APRESENTAÇÃO 4. via AFS. 4.6. e b) por intermédio de mensagem em formato AFTN.1 A AISWEB é uma página eletrônica que possibilita aos usuários a consulta à informação aeronáutica através da Intraer e da Internet.1 PÁGINA ELETRÔNICA .

1.2. a AISWEB disponibiliza ao usuário uma aplicação cliente que permite o acesso a mais variada informação aeronáutica. a formatação dos documentos disponibilizados na AISWEB não permite modificação.2. 4.Portaria DECEA No 63/SDOP.6 Por ser um sistema exclusivamente de consulta aos dados do Banco de Dados de NOTAM.8 Os potenciais usuários da AISWEB (usuários AIS) podem ser classificados em duas categorias: . de 21 de outubro de 2009. e) ROTAER.1. de um número elevado de usuários à base de informações. b) que cada acesso à base de dados seja realizado de forma que se mantenha a integridade e consistência das informações armazenadas. de 21 de outubro de 2009. 4.7 A AISWEB foi concebida e desenvolvida para garantir: a) o acesso organizado das diversas informações de interesse dos aeronavegantes e usuários de áreas afins. 4.2. c) o acesso.2.1. c) AIP-MAP – Cartas Aeronáuticas. 4.34 MCA 53-1/2009 4. 4. Dessa forma. com acesso via Intraer ou Internet aos servidores da aplicação.1. do Banco AIP-MAP. (NR) . b) AIP. (NR) . d) Suplemento AIP. do Banco AIP. e d) a independência de localidades específicas para acesso às informações.5 Através de um computador que possua um navegador instalado.1.4 A AISWEB possui dois servidores para o aplicativo.2. sem perda de informações ou qualquer outro prejuízo operacional.1. do Banco ROTAER e do Banco de Publicações da TCA 0-12. toda carga de acesso dos usuários fica balanceada.Portaria DECEA No 63/SDOP. no caso de falha de um dos servidores.2. NOTA: As publicações sigilosas deverão ser adquiridas em coordenação com o órgão elaborador. de igual capacidade e operando de modo simultâneo. simultâneo e compartilhado. e f) Publicações ostensivas contidas na TCA 0-12. e o sistema permite uma redundância.3 O conjunto de informações disponibilizadas inclui: a) NOTAM.

4. se conectado à Internet. o usuário pode solicitar a descrição de até 10 abreviaturas de uma única vez. Após a solicitação.2. Suplemento AIP e .2.2. A partir dos hyperlinks. hyperlinks para o índice do AIP-BRASIL. ROTAER. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação das cartas disponíveis para as localidades solicitadas. AIP Brasil.MCA 53-1/2008 35 a) usuários internos – provenientes de qualquer Unidade ou Órgão do Comando da Aeronáutica.2 No menu AIP Brasil.2. dos Governos Estaduais.2. para que ele escolha as cartas que deseja visualizar. ordenadas pela seqüência digitada pelo usuário. e b) usuários externos – provenientes do Comando do Exército. das companhias aéreas e dos pilotos.br. o usuário poderá solicitar cartas de até 10 localidades de uma única vez. do Comando da Marinha. que dará aceso inclusive aos indicadores de localidade dos AD e das TMA.OPERAÇÃO 4.1 Para acessar a página eletrônica da AISWEB o usuário deverá: a) verificar a que rede o computador está conectado (Intraer/Internet).2. Publicações.3 News. A página eletrônica disponibiliza as seguintes informações aeronáuticas: Abreviaturas.mil.aisweb. e c) acessar a página http://www.aisweb. 4.2 MENU . o usuário acessa outras partes do AIP-BRASIL. b) abrir o navegador instalado no computador.3. NOTA 2: Para se conhecer todas as cartas de uma unidade da federação. 4. o sistema disponibiliza.2. Poderão ser consultadas as cartas AOC e PATC na parte AD e as ERC e FPC na ENR 6.aer.1 No menu Abreviaturas.intraer. AIP Brasil MAP. NOTAM. para o usuário. NOTA 1: Para visualizar uma ARC o usuário deverá utilizar o indicador de localidade da TMA. das organizações internacionais de gerenciamento do espaço aéreo.3.3. 4. o usuário deverá utilizar a opção UF.3 No menu Cartas. da INFRAERO. se o computador estiver conectado à Intraer e http://www. Contatos. 4.

uma relação de publicações recém editadas e/ou canceladas. f) Lista de Verificação. deverá entrar em contato com o NOF.2. 4.3. ainda. são disponibilizadas ao usuário as seguintes opções de consulta ao Banco de NOTAM: a) Boletim por Localidade.3.2.2.3. são permitidas consultas aos documentos e legislações constantes da TCA 0-12. é permitida a navegação a outras partes do ROTAER. 4. e tenha como resposta “LOCALIDADE NÃO ENCONTRADA”. Também poderão ser consultadas nesse menu cartas WAC e IEPV. A partir deles.2. e g) Lista de NOTAM faltantes. A partir deles. o usuário terá acesso aos números telefônicos dos órgãos envolvidos na prestação do serviço AIS para consultas. e) Resumo do Centro Expedidor. 4.3.3. são disponibilizados.2. 4.3. . e. por outros meios. b) Boletim por FIR.4 No menu Contatos.8 No menu SUPLEMENTO AIP. hyperlinks que contêm o índice de publicações. o usuário pode solicitar até 10 localidades de uma única vez. d) Último NOTAM. são disponibilizados. para o índice do ROTAER. mostrado até o seu terceiro nível. Após a solicitação. para o usuário.2. por intermédio do SISNOTAM e/ou da AISWEB. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação dos Suplementos AIP em vigor para as localidades. para o usuário hyperlinks. para que o usuário escolha aquele que deseja visualizar.9 No menu NEWS.10 Quando o operador da Sala AIS fizer consulta de NOTAM de localidades estrangeiras. que contém informações gerais e recentes de interesse do AIS. dúvidas ou questionamentos.36 MCA 53-1/2008 4.6 No menu Publicações.7 No menu ROTAER. 4. o usuário tem acesso a uma tela. ordenados pela seqüência digitada. para que ele.2. c) NOTAM Específico (consulta permitida somente pela Intraer).3.5 No menu NOTAM. 4. obtenha a informação aeronáutica solicitada.

4 Dentre as facilidades apresentadas pelo sistema. 4. além do emprego acima descrito. 4. atendendo. por meio de rede.5 Facilidades oferecidas pelo SAIS: a) preenchimento dos formulários específicos.1 O SAIS é um aplicativo de uso dos operadores das Salas AIS.3.3.3.1. .3.1. é permitida aos aeronavegantes a inserção de mensagens ATS/CONFAC relacionadas aos seus vôos.3 4.1. b) emissão de relatórios. assim.1 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS . d) manuseio de mensagens CONFAC. o usuário tem ao seu dispor: a) ajuste das funções básicas. se instalado. às exigências da administração aeronáutica.MCA 53-1/2008 37 4.3.SAIS APRESENTAÇÃO 4. 4. 4. e) estatísticas diversas.1. Capítulo 8).2 Se instalado o Módulo Piloto do sistema em outro computador. facilita aos aeronavegantes acesso às demais informações aeronáuticas e meteorológicas necessárias ao planejamento de seu vôo. c) edição de informações na base de dados local. c) confecção de relatórios em prazos extremamente curtos.1. sem a intervenção dos operadores AIS e do CMA (ANEXO 15/OACI. e esse colocado em rede com o computador do SAIS. d) permite os aeronavegantes o preenchimento das mensagens ATS/CONFAC através do Módulo Piloto. b) consulta e emissão de relatórios operacionais com o máximo de informações sobre qualquer aeronave ou piloto que esteja na base de dados. e f) menu ajuda.3 O sistema. sendo empregado no gerenciamento das mensagens (ATS/CONFAC) que são veiculadas nesse órgão.3. executados por meios lógicos de comunicação.

e g) microcomputadores: 2 (dois) ligados em rede. 4. com acesso à Intraer/Internet.2.3. g) número ilimitado de usuários. f) diminuição do tempo de processamento das mensagens ATS recebidas. c) ICA 100-11 (Plano de Vôo). . tem como banco de dados o MySql. 4.4 GHz ou mais. c) memória RAM: 512Mb.2 REQUISITOS 4.3. e) ICA 102-8 (Mensagem CONFAC). d) ICA 100-15 (Mensagens ATS).2. f) impressora e Monitor: compatíveis com as atividades. 4.38 MCA 53-1/2008 e) recebimento de plano de vôo e suas mensagens de atualização por telefone. e f) MCA 100-11 (Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo). h) acesso a informações aeronáuticas e informações meteorológicas.1 O programa foi concebido em BORLAND DELPHI. Ele também utiliza as facilidades do ambiente Microsoft Windows® e interface MySqlFront. e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels. b) processador: 2.1. para acesso ao banco. e i) eliminação de rasuras e palavras ilegíveis. d) capacidade do HD: 40Gb.6 O sistema procura atender aos requisitos previstos nas seguintes publicações: a) ICA 53-2 (Sala Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS) b) ICA 53-5 (Coleta de Dados Estatísticos AIS).2 Configuração para operação plena: a) sistema operacional: Windows XP Profissional.3. em tempo inferior a 1 (um) minuto.3.

1 Acesso a Intraer/Internet com a finalidade de: a) atualizar o programa. no CAMPO “CÓDIGO ANAC”. com a finalidade de interligar as máquinas do Módulo Operador do sistema com o Módulo Piloto. o grupo 999999.2.3 Configuração para operação parcial: A mesma acima. conforme legislação em vigor. c) memória RAM: 256Mb.3. utilizando apenas 1 (um) microcomputador com acesso à Intraer / Internet. .MCA 53-1/2008 39 4. e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels. b) atualizar o Sistema com o CGNA.4 Configuração para operação mínima: a) sistema operacional: Windows XP Profissional. d) capacidade do HD: 10Gb.3. via rede.3. 4.4. b) processador: 900MHz.2 Ligação. ANAC e INFRAERO.3.3. 4.3. 4.3. o operador deverá inserir. 4.3. 4.1 No processamento de formulários de plano de vôo e suas mensagens de atualização.2. quando o piloto for possuidor de licença estrangeira. e f) impressora e monitor: compatíveis com as atividades. e c) viabilizar consultas a informações aeronáuticas e meteorológicas.3.3 INFRA-ESTRUTURA 4.4 AÇÕES DO OPERADOR DE SALA AIS 4.3.3 Acesso a um canal AFTN com a finalidade de receber e enviar mensagens ATS/CONFAC. com a finalidade de atender a composição do texto da mensagem CONFAC MOV.3.

no Módulo Operador do SAIS.3. listagem de inadimplência (INFRAERO) e Boletim Informatizado de Aeronaves (ANAC).2. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou Fac-Símile) ao mantenedor regional existente nos CINDACTA. tão logo o sistema seja restabelecido.3.5. no máximo em 24 horas. no final de cada turno.5.1 O mau funcionamento ou a inoperância do SAIS deverá ser comunicado.3 Nas situações descritas nas alíneas “a” e “b” do item acima.5. 4.3. 4. b) ocorrer problemas de rede entre o Módulo Piloto e o Módulo Operador. de preferência em um servidor ou outro computador. o operador da Sala AIS deverá solicitar cópia da mensagem à ECM para inseri-la manualmente.3 Conferir a numeração das mensagens CONFAC geradas pelo sistema.3.3. 4.3.5.3.4.3. e c) o computador do Módulo Operador ficar inoperante.2 Garantir a atualização constante dos arquivos que contém as listagens de plano de vôo repetitivo (CGNA).5 Quando o recebimento das mensagens ATS que chegam ao SAIS. 4. 4. o operador deverá inserir manualmente. o operador deverá inserir manualmente no SAIS todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários.6 ARMAZENAMENTO DE DADOS Deverá ser providenciado ‘backup” dos dados inseridos no SAIS.5 CONTINGÊNCIA 4. para posterior tratamento e encaminhamento para transmissão. bem como o de solicitação de Isenção Tarifária quando: a) o computador do Módulo Piloto do SAIS ficar inoperante. SRPV ou INFRAERO. fica interrompido por problemas de rede.3. 4.40 MCA 53-1/2008 4.3.2 O operador da Sala AIS deverá disponibilizar aos usuários todos os formulários necessários para a apresentação de planos de vôo e suas mensagens de atualização.4. via AFTN. todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários. tão logo os receba. 4.4 Na situação descrita na alínea “c” do item 4. que deverá providenciar o restabelecimento do Sistema no menor tempo possível.5.5. .

ou a partir das coordenadas geográficas.1. Ela pode ser acessada em qualquer computador que possua editor de planilha eletrônica compatível com arquivos de extensão XLS. 4.4.4.4.2 A planilha pode ser obtida através de download na AISWEB.4.MCA 53-1/2008 41 4. sem a necessidade de realização de cálculos. c) em seguida.1 A planilha eletrônica possibilita aos usuários a consulta dos horários de nascer e pôrdo-sol de forma rápida. clicar em “NÃO” (não abrir como somente leitura). . salvar e abrir o arquivo novamente. Para desativálas. d) ir em ferramentas/macro/segurança e reduzir o nível de segurança para “baixo”.3 São disponibilizadas consultas ou através do indicador de localidade. e e) fechar. b) abrir o arquivo e clicar em “Desativar Macro”. 4.4.1 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL APRESENTAÇÃO 4. por segurança. encontram-se ativas.2 UTILIZAÇÃO As macros dessa planilha. no link da TCA 63-1. siga os procedimentos abaixo: a) salvar a planilha no local desejado. 4.1.1.4 4.

consta de quatro seções com informação relativa aos aeródromos/heliportos e a sua utilização. 5. A IAIP é o conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP. e c) Aeródromos (AD) . NOTA: Os resumos não são publicados no Brasil. separada em seções e subseções.1 5.3. 5.1 Há alguns métodos estabelecidos que devem ser utilizados para a preparação de uma AIP. como é o caso do Brasil.consta de cinco seções.1. AIC.1 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) FINALIDADE Tem como objetivo principal satisfazer as necessidades internacionais de intercâmbio de informação aeronáutica de caráter permanente e de modificações temporárias de longa duração. Tais métodos são: .consta de sete seções com informação relativa ao espaço aéreo e a sua utilização. em três partes.2 CONTEÚDO Com o objetivo de facilitar o seu uso pela comunidade aeronáutica internacional. b) Rotas (ENR) . a informação aeronáutica é divulgada de forma impressa. que não seja de tal importância ou cujo significado necessite a expedição de um NOTAM. Suplementos AIP. com informação de caráter administrativo e explicativo.1.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5. listas de verificação e resumos. segundo a matéria tratada e configurada na seguinte ordem: a) Generalidades (GEN) .1. com suas emendas. especialmente quando se usa o sistema de folhas soltas. PIB.1.42 MCA 53-1/2008 5 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP) Esse capítulo tem por finalidade identificar as publicações utilizadas na documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP). NOTAM. 5.

a facilidade de uso no escritório e de substituição das páginas emendadas. e) como a rapidez da reprodução é mais importante que a sua qualidade. c) usar moderadamente as folhas separadoras. conforme a OACI. a AIP deve ostentar: ADVERTÊNCIA A capa contém material ferroso. isto é. No caso da AIP MAP usar folhas soltas de 14. entretanto as de maiores dimensões poderão ser usadas. O texto e o título da introdução devem ser incluídos na mesma página. caso convenha. somente quando a AIP estiver composta de um número razoável de páginas.8x 21cm (A5). e i) usar folhas de 21x29.MCA 53-1/2008 43 a) imprimir em ambos os lados da folha. as folhas serão freqüentemente substituídas. 5. deverá constar no verso: INTENCIONALMENTE EM BRANCO. presas à pasta através de anéis metálicos. pode-se publicar em dois ou mais volumes. como é o caso da AIP-BRASIL.2 A maioria das AIP são publicadas utilizando-se o tipo de encadernação de folhas soltas. se a AIP for colocada nas proximidades desse instrumento.3.1. se dobradas nesse tamanho. não devem ser usados métodos que reduzam a rapidez. existentes na lombada. devido a emendas. b) não usar uma página somente para o título de uma seção. O material ferroso de que são confeccionados os anéis produzirá leituras falsas na bússola magnética.7cm (A4). Nesse caso. pois. h) cada página deverá indicar o dia. mês e ano em que foi incorporada a informação contida. sendo que o mês deverá ser transcrito na forma abreviada. f) a escolha da encadernação deverá ser feita tomando-se como elementos básicos a sua durabilidade. Não utilize nem guarde perto da bússola magnética. g) devido ao tamanho. d) não usar papel de boa qualidade. . No caso da utilização de somente um lado da folha.

3.1.1.9 Dos vários métodos que devem ser observados para a apresentação da informação na AIP.1.6 A informação aeronáutica contida na AIP é freqüentemente submetida a alterações e modificações. Por exemplo.3. 5. ainda não familiarizados com a terminologia usada. 5. na maioria dos casos.1.3 Devem ser publicadas em dois idiomas: o do país e o inglês. para ser digna de confiabilidade. ao modelo. que sirvam de guia para a localização da informação. 8126 contém um modelo de AIP. Entretanto.1. 5. Então. convém destacar: a) sempre que possível. a forma e disposição de uma AIP deverão corresponder. diagramação e impressão das mesmas. O Brasil. a informação terá de ser verificada de todas as maneiras possíveis. a AIP deve ser periodicamente emendada.1. seria . 5.3. 5.7 O ANEXO 15/OACI prescreve que a AIP seja emendada ou reproduzida com a freqüência necessária para que se mantenha em dia. compreendam e interpretem a informação. para servir como exemplo a todos os AIS e uniformizar a apresentação da informação. edita duas versões do AIP: uma em Português e outra em Inglês.44 MCA 53-1/2008 5. quando o território abrangido pela AIP possui somente um centro meteorológico.5 Antes de tudo. ocasionadas pelo desenvolvimento constante da aviação. b) os formulários padronizados somente devem ser usados quando houver suficiente informação que justifique o seu uso. do tempo que se dispõe para a redação. a publicação das emendas depende. Em razão disso.3.3. a fim de se ganhar espaço e evitar traduções. tanto para limitar a quantidade de informação útil a ser disseminada para atingir sua finalidade. NOTA: O Doc. 5.3. a fim de que a informação esteja permanentemente atualizada.4 Nunca será demasiado insistir na necessidade de que se tenha especial cuidado na reunião da informação para a AIP.3.8 A AIP deve conter separadores.1. como para que os usuários. A AIP deve ser publicada da maneira mais simples. deve-se usar as abreviaturas da OACI. na medida do possível.

serviço ininterrupto. Por exemplo: 0507.H24 .HX . quando se tratar de aeródromo ou de instalação localizada em um aeródromo. pois bastaria dar uma simples descrição textual do serviço prestado.horas de serviço indeterminadas. Sempre que possível. .a latitude. e .os símbolos de grau.HS . de uma linha oblíqua e o nome do aeródromo em letras maiúsculas de menor tamanho ou letras minúsculas. a relação deve ser feita em ordem alfabética. minutos e segundos. o nome da cidade. deverão ser sempre as mesmas e deverão ser aquelas escolhidas pelo país. como em dimensões dos aeródromos. d) a ortografia dos nomes das localidades será a de uso oficial. deve aparecer com todas as letras maiúsculas. elevações. etc.HN . NOTA: Em algumas cartas e na descrição das Rotas ATS as coordenadas geográficas são expressas em graus. c) em uma relação de localidades.do nascer ao pôr-do-sol. em seguida. minuto e segundo são omitidos. f) as horas de funcionamento das várias instalações e serviços deverão ser expressas em UTC (Tempo Universal Coordenado) ou mediante uma das abreviaturas: .. . de acordo com o ANEXO 5 à Convenção. minutos e centésimos de minutos.HO .32S significa 5 graus. em primeiro lugar.MCA 53-1/2008 45 supérfluo registrar a informação em um formulário. .do pôr ao nascer-do-sol. e . com três dígitos para grau e dois para minutos e segundos. .serviço disponível durante as horas de vôo regulares. dia e noite.HJ . g) as unidades de medida escolhidas para serem utilizadas na AIP. altitudes. 7 minutos e 32 centésimos de minuto Sul. . com dois dígitos para graus. e) a indicação das coordenadas geográficas de uma localidade será apresentada: .serviço disponível para atender às necessidades das operações. .a longitude. distâncias. seguidas.

também pode ser publicada de acordo com o Sistema AIRAC. considerando-se ainda. e d) cada emenda deverá incluir uma lista de verificação de páginas.4 ATUALIZAÇÃO 5. Tais emendas precisarão ser recebidas pelos usuários com pelo menos 28 dias de antecedência à data de efetivação. através da emenda à AIP. correções manuscritas devem ser reduzidas ao mínimo.3 É necessário adotar o Sistema Regulamentado AIRAC para difundir certos tipos de informação aeronáutica. Nessa lista deve constar o número das páginas e as respectivas datas. por ser o meio mais rápido de se difundir a informação.4. se levarmos em conta a multiplicação do número de correções de usuários. c) as alterações contidas na emenda devem ser destacadas de alguma forma.1. a fim de chamar a atenção do leitor. contendo a data de cada página solta.1. será confirmada por emenda ou revisão de AIP. em muitas ocasiões. 5. Tal informação.1 Um sistema freqüente de emendas à AIP reduziria. . os erros a que estão sujeitos. É bom lembrar que um NOTAM deve ser iniciado quando a notícia a ser divulgada não tenha condições de chegar ao usuário com suficiente rapidez mediante emenda da AIP e. transmitida por NOTAM. que deve coincidir com uma data do calendário AIRAC.4. a necessidade de se publicar NOTAM. b) as emendas devem ser publicadas em folhas substituíveis. Nesse caso ela será identificada como uma AMDT AIRAC. com um mínimo de demora. por isso.1. traçada à margem da folha. para a preparação das emendas à AIP: a) assinalar para cada emenda um número de série consecutivo. na ocasião em que se tenha de fazer advertência sobre qualquer alteração ou acontecimento com urgência. na direção em que o texto estiver alterado.4. 5. o NOTAM complementa a AIP.46 MCA 53-1/2008 5. Essa forma de destaque pode ser dada através de uma linha vertical ou por uma seta horizontal (se a informação for apenas em uma linha ou parte dela). de modo a evitarse o custo adicional que envolve o fato de cada usuário fazer sua própria emenda manuscrita.2 Há alguns métodos estabelecidos que se deve ter em mente. nesse caso. o NOTAM perde sua finalidade.1. Conseguindo-se que a informação chegue ao usuário com suficiente rapidez. Uma emenda à AIP.

Isso tem por objetivo garantir que as AIP forneçam informação atualizada sobre o grau de execução das normas.4 Se decidir em alguma ocasião utilizar esse método.1.1.1. 5.2 Até o fim do mês de outubro de cada ano.1. pelos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS) e pelos Procedimentos Regionais Suplementares (SUPPS) da OACI.2 O objetivo da notificação de diferenças é promover a segurança e eficiência da navegação aérea. através de AIC.6. as modificações significativas ocorridas para aquela edição.4. 5.4 A lista de diferença deve ser apresentada na Parte GEN da AIP de uma forma que permita um usuário diferenciar prontamente entre as exigências do Estado e as providências relacionadas a ICAO.6 NOTIFICAÇÃO DE DIFERENÇAS 5.1 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país contratante registre na sua AIP quaisquer diferenças importantes entre seus regulamentos e métodos nacionais e as normas e os métodos recomendados pela OACI. serão divulgados os Calendários de Emendas aos Manuais. especialmente os que se referem às operações das aeronaves.6. . recomendações e procedimentos da OACI. de 21 de outubro de 2009. 5.MCA 53-1/2009 47 5. 5.5.1.1.Portaria DECEA No 63/SDOP. incluindo os exploradores de aeronaves interessados na aviação civil internacional. (NR) . 5.1 Em toda edição de emendas às publicações de informações aeronáuticas são divulgadas. 5.1.5.3 A notificação de diferenças se limitará aos casos em que os regulamentos e os métodos nacionais de um país sejam diferentes das normas e métodos recomendados e dos Procedimentos da OACI. certificando-se de que os governos e demais órgãos.6. a emenda deverá indicar claramente que as páginas substitutivas estão sendo distribuídas antecipadamente e que entrarão em vigor na data de efetivação.1.1. conheçam perfeitamente as partes dos regulamentos e métodos nacionais que diferem dos prescritos pelos ANEXOS.6. Suplementos AIP e Publicações Convencionais e Não convencionais.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5.

1 Serão divulgados em duas séries: a) série “A” . não será necessário notificar a diferença.2.6. e 2) CHINA (HONG KONG SAR) . (NR) .6 As diferenças serão publicadas na parte GEN 1-7.ANEXO 2 Apêndice 4: Espaços aéreos classe F e classe G requer comunicação.Contém informações selecionadas sobre todos aeroportos.Portaria DECEA No 63/SDOP.2.5 Quando os regulamentos ou métodos nacionais forem essencialmente semelhantes aos da OACI. 5.2 Os de série “A” serão redigidos no idioma inglês e os de série “N” serão redigidos em português. aos quais se dá unicamente divulgação nacional. de 21 de outubro de 2009. (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP. 5.2. instalações. de 21 de outubro de 2009.48 MCA 53-1/2009 5.2 5. 5.6. e b) temporária de duração inferior a três meses que implique em textos longos ou que contenha gráficos.2.Contém informações de interesse para as operações domésticas.3 As páginas dos Suplementos ficarão inseridas na AIP enquanto permanecerem em vigor todo o seu conteúdo ou parte dele.2. 5. Constam a seguir dois exemplos de Diferenças: 1) ALEMANHA .Portaria DECEA No 63/SDOP. e (NR) . .1 SUPLEMENTOS AIP FINALIDADE Divulgar modificação que seja: a) temporária de duração igual ou superior a três meses.1.1.2 APRESENTAÇÃO 5. de 21 de outubro de 2009. serviços e procedimentos disponíveis para uso da aviação civil internacional.2. 5. ainda que não sejam os mesmos. b) série “N” .ANEXO 2 Apêndice 4: Classe G – Vôo IFR não é permitido.2.2.

ENR e AD.Portaria DECEA No 63/SDOP. o número de série deste deverá ser incluído como referência. sendo iniciada em cada ano civil.3.3. (NR) . o número de série facilmente identificável.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009. as datas de publicação e de entrada em vigor. 5. mensalmente. o nome da localidade em linguagem clara e. (NR) .3.7 Os Suplementos AIP são ordenados segundo o assunto da informação.2. (NR) . . em cada página. de 21 de outubro de 2009. de 21 de outubro de 2009. serão indicadas.3.2 Sua numeração será crescente e independente dentro de cada série (N e A). 5.2. 5.2.Portaria DECEA No 63/SDOP.MCA 53-1/2009 49 5.1 Cada Suplemento AIP deverá ter. (NR) .3. deve-se incluir uma referência a respeito da página da publicação modificada. 5.Portaria DECEA No 63/SDOP.3. (NR) .6 Quando um Suplemento AIP contiver uma informação que modifique o texto de uma Publicação de Informação Aeronáutica. de 21 de outubro de 2009. uma lista de verificação de Suplementos AIP válidos.2.2. da seguinte forma: GEN.4 ATUALIZAÇÃO Será publicada.5 Quando um Suplemento AIP for publicado em substituição a um NOTAM. divulgada no check list dos NOTAM Z e nas séries internacionais. No caso do Suplemento AIP AIRAC.3 Cada página do Suplemento AIP deve indicar a data de publicação.2. 5. um título curto para facilitar uma referência posterior.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5. 5.2.3. sempre que possível.Portaria DECEA No 63/SDOP. além do texto.2.4 O Suplemento AIP que publicar uma informação já divulgada através de NOTAM deverá conter uma referência ao número desse último.2. 5. de 21 de outubro de 2009. .

2.50 MCA 53-1/2009 5. 5.Portaria DECEA No 63/SDOP. nacionais e estrangeiros. como data de entrada em vigor das informações.3 O usuário deverá receber a informação pelo menos 7 (sete) dias antes da entrada em vigor. e/ou b) ao fichário complementar.2. através de mensagem escrita. de 21 de outubro de 2009. as de publicação e as de entrada em vigor dos Suplementos AIP do ano seguinte. (NR) .1 No final de cada ano será editado o Calendário de Publicação de Suplemento AIP.2. através de uma AIC.2.6.5.1 NOTAM .2 Cada Sala AIS deverá receber duas cópias. também. AIP-MAP e ROTAER) e somente serão expostos se o seu conteúdo for necessário para esclarecer ou complementar o texto de algum NOTAM. indicando as datas limites de recepção da informação no ICA.2. quando essas não vierem claramente especificadas.3.2.5.5.2. complementam a AIP. Esse tempo é elevado para pelo menos 28 (vinte e oito) dias para informações distribuídas de acordo com o Sistema AIRAC.6.3 5. 5. de onde deverão ser destacados ou recortados os textos para atualização das publicações e cartas ou para complementar a exposição dos NOTAM. 5.2 As datas de publicação correspondem às datas previstas para o recebimento pelos usuários e. 5. 5.6.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5. pelo menos. devem ser imediatamente solicitados ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço. A distribuição deverá ocorrer pelo meio mais rápido de que se dispõe. 5. de Suplemento AIP nacional.6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5.1 Os Suplementos AIP serão utilizados na atualização das publicações aeronáuticas (AIP.3 Os Suplementos AIP faltantes. Eles serão destinados à pasta: a) da própria AIP. . arquivados em ordem crescente.(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) FINALIDADE Os NOTAM têm por finalidade advertir sobre qualquer modificação ou evento e. por ser o meio mais rápido para divulgar a informação.2.

3. g) ao fluxograma da informação. f) às competências para solicitações de expedição. b) às formas de expedição. 5. . ainda. 5.3 PRENOTAM 5. que sejam de importância para as operações. e g) aos modelos. ainda.3.2 APRESENTAÇÃO 5.2. e h) aos formulários.1 É uma mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea.2 As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços de NOTAM estão definidas na ICA 53-1 (NOTAM). que contém. informações relativas: a) a prazo para divulgação. quando a informação que se tenha que distribuir seja de caráter temporário e de curta duração ou quando se modificar com pouco tempo de previsão modificações permanentes.1 Se iniciará um NOTAM e se expedirá imediatamente.2 As instruções que disciplinam os procedimentos para confecção de PRENOTAM estão definidas na ICA 53-4 (PRENOTAM). e) às atribuições.3. d) ao encaminhamento.3. que contém. c) às regras gerais. b) à divulgação da informação. f) aos formulários. d) à classificação. Geral ou Regional. 5. informações relativas: a) à expedição. originada em um órgão do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM.MCA 53-1/2008 51 5.3.3.2. c) à origem. e) ao processamento. salvo quando o texto seja extenso ou contenha gráficos.3. ou temporárias de grande duração.3.

recomenda-se que elas sejam revisadas e republicadas anualmente. deve ser publicada pelo menos.3.5 TIPOS DE INFORMAÇÃO Lista detalhada de alguns tipos de informação apropriada para ser publicada em uma circular de informação aeronáutica: a) previsão de alterações importantes nos procedimentos.4.4. Como esse tipo de informação tem geralmente caráter permanente.4. 5.4.52 MCA 53-1/2008 5. é necessário divulgar algumas informações aeronáuticas que não satisfazem aos requisitos para publicação em AIP ou em NOTAM. por vários anos. Devem ser enviadas a todos os possuidores de AIP.4. mas que são muito importantes para os aeronavegantes. em alguns casos.4.2 APRESENTAÇÃO 5. e b) A . 5. 5. como no caso dos NOTAM. etc. sem qualquer inconveniente.4. No entanto. uma vez por ano.1 As AIC são numeradas consecutivamente.de distribuição nacional. as circulares se mantêm vigentes.). de assessoramento e até mesmo administrativa ou técnica.4 5. 5.4.2. um plano de implantação de uma rede de radar. serviços e instalações destinados à navegação aérea (por exemplo: uma nova disposição dos setores de controle.4.1 Na forma de AIC. uma lista de verificação de AIC em vigor. com base no ano civil.1 As AIC também poderão ser divulgadas em série. No Brasil são divulgadas duas séries de AIC: a) N .4 ATUALIZAÇÃO 5.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5.2 Às vezes.1 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) FINALIDADE Divulgar informações de natureza explicativa.de distribuição internacional. 5. .2.4.

e) conselhos médicos de interesse especial para os pilotos. k) disposições para a expedição de licenças aos membros da tripulação. f) orientação aos pilotos com a finalidade de evitar perigos materiais. DME. h) informação sobre novos perigos que afetam as técnicas de manejo das aeronaves. g) efeitos de certos fenômenos meteorológicos sobre as operações das aeronaves. obtida através da investigação de acidentes ou incidentes aeronáuticos.). n) assessoramento com respeito ao uso e manutenção de determinados tipos específicos de equipamento. j) referência aos requisitos impostos pela legislação nacional e a publicação de modificações dos mesmos. etc. r) instruções de aeronavegabilidade. m)aplicação de requisitos relativos à legislação nacional ou à isenção dos mesmos. s) modificações nas séries de NOTAM ou de sua divulgação. d) informação sobre regulamentos relativos à proteção da aviação civil internacional contra atos de interferência ilícita. p) transporte de equipamento de rádio. i) regulamentos relacionados com o transporte aéreo de artigos sobre os quais pesa alguma restrição.MCA 53-1/2008 53 b) previsão relativa à implantação de novos sistemas de navegação (por exemplo: VOR. q) informação relativa à redução de ruído. e t) outra informação de natureza similar. c) informação importante. l) formação profissional do pessoal aeronáutico. o) disponibilidade atual ou previsão de edição de cartas aeronáuticas novas ou revisadas. que tenha relação com a segurança de vôo. novas edições de AIP ou modificações importantes no seu conteúdo e formato. .

Assim. c) a apresentação adequada de avisos para a navegação em uma parede.54 MCA 53-1/2008 5.2 As AIC faltantes. e d) fácil acesso à informação básica. preferencialmente uma para cada país.5.6. 5. e b) mapas e cartas pertinentes. torna-se importante que essa informação seja apresentada de forma que se possa obtê-la por si mesmo. b) o formato dos PIB. Freqüentemente o piloto não tem tempo suficiente para dirigir-se a uma Sala AIS e. 5. o piloto economiza tempo na obtenção da informação necessária.1. nacionais e estrangeiras. .1 A Sala AIS manterá as AIC devidamente catalogadas e expostas em pastas. conseqüentemente.5.5.5.4. durante o tempo em que o aeródromo estiver em operação. 5.6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5. também. corresponde a: a) elementos que compõem a Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP). 5.1 O objetivo da Sala AIS de Aeródromo consiste em por à disposição dos interessados a informação aeronáutica necessária para o vôo. através de mensagem escrita.1.4.2 DETALHAMENTO DA INFORMAÇÃO Os documentos de informação aeronáutica de que devem dispor as Salas AIS de Aeródromos a fim de planejamento prévio do vôo devem ser estabelecidos tomando-se por base a zona servida da respectiva Sala AIS.2 Além desse serviço de auto-informação.5 5. se deve ter pessoal qualificado para eventual consulta verbal.6.4. devem ser imediatamente solicitadas ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço.1 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) FACILIDADES DA AUTO-INFORMAÇÃO 5. Para se proporcionar esse serviço é preciso levar em consideração os principais aspectos: a) a parte física da Sala AIS.

b) regulamentos de entrada e tráfego de aeronaves civis em vôos internacionais.2. l) lista de recapitulação de NOTAM vigentes e outros tipos de informações de caráter imediato que não constem dos NOTAM. d) auxílios-rádio para a navegação e instalações de comunicações do serviço móvel.MCA 53-1/2008 55 5.2 A seguinte lista. 5.5. e) instalações e serviços meteorológicos. j) informações relativas à sobrevivência. i) instalações e serviços de busca e salvamento. considerando que qualquer mudança na informação que implique alteração do plano de vôo ou possa influir na segurança da aeronave. g) regulamentos do ar e procedimentos para os serviços de tráfego aéreo. por exemplo: . antes do inicio do vôo. c) aeródromos disponíveis para a aviação internacional. sobre as condições do aeródromo. f) espaço aéreo controlado e restrito. e b) prestação do serviço de informação durante o vôo (pelo órgão de tráfego aéreo que tenha jurisdição sobre a área sobrevoada pela aeronave).5.1 Disposição da Informação É importante que o pessoal da Sala AIS mantenha o material informativo numa disposição lógica para efeito de: a) preparação de planos operacionais de vôo por parte do pessoal aeronavegante. tem como objetivo servir de orientação com relação aos tipos de dados que devem ser dispostos em função de cada zona servida: a) rotas aéreas. deve ser comunicada ao piloto o mais rápido possível.2. k) mapas e cartas adequadas. h) perigos para a navegação aérea. inclusive o estado de utilização e funcionamento dos auxílios visuais e da área de manobras. mais detalhada.

PAR. empregandose um método que esteja de acordo com o selecionado para a publicação do PIB. de preferência por escrito. VOR.000 e escala 1:250.5. 5. por exemplo 1:500. . NDB. SSR. de pista de táxi.000.6 Devem manter-se.aeronaves estacionadas ou outros objetos nas pistas de táxi ou junto delas.avarias ou funcionamento irregular de parte ou todo o sistema de iluminação do aeródromo. as cartas selecionadas abaixo. 5. os regulamentos nacionais e os dados sobre instalações e serviços de cada país deverão estar disponíveis. .2. e .2.5. SRE.2.5. DME. sendo luzes de aproximação.000. ou em forma impressa e acompanhada de gráfico se necessário.avarias ou funcionamento irregular e modificações da situação de funcionamento do ILS. . 5. b) série de cartas disponíveis em escala maior que 1:1. de cabeceira.2.existência de outros perigos temporários dentro da área de movimento. NOTA: Deve-se oferecer a lista de recapitulação dos NOTAM em forma de PIB em linguagem clara. . das organizações que sirvam a essas ou dos serviços militares.trabalhos de construção ou manutenção na área de manobras ou em suas imediações. e m) em geral.56 MCA 53-1/2008 . de pista. a fim de atender aos requisitos locais: a) carta aeronáutica mundial OACI 1:1.000 ou cartas aeronáuticas com escala semelhante. canais de observação do RVR e da fonte secundária de energia. de obstáculos e de área de manobras. 5. para as áreas que não se dispõe de cartas da OACI.3 O AIS deve tomar as medidas necessárias para obter a informação adequada. para fins de referência. pode-se tentar obtê-la por intermédio das empresas de transporte aéreo comercial. tem como da fonte de energia do aeródromo.5 Devem ser selecionados os textos da OACI como textos de referência que atendam às necessidades locais.000. Se isso não for possível.4 Os NOTAM deverão ser classificados e arquivados sistematicamente. preferivelmente por meio das autoridades aeronáuticas do Estado respectivo.5.000.

com um mínimo de intervenções manuais. 5. de forma a eliminar a duplicação de tarefas. Além disso.5.4. e .5. preferivelmente que cubram toda a zona servida em uma ou duas folhas. e e) cartas de navegação em rota. O operador pode criar uma lista de assuntos nos quais pode basear uma instrução verbal. a integridade da informação não deve depender apenas da memória do operador.5. de todos os aeródromos que normalmente se utilizam para vôos internacionais.MCA 53-1/2008 57 c) cartas de planejamento com escala pequena. Em conseqüência o sistema: a) é simples. 5.4. utilizando os campos que compõem a linha de qualificadores dos NOTAM. Os elementos que devem ser incluídos na dita lista de verificação variarão em função das circunstâncias locais. é necessário buscar um grau de familiarização compatível com o volume de informação que vai ser processada. Por isso.5. flexível e eficiente quanto ao armazenamento e recuperação da informação.4.1. proporciona. d) cartas de aproximação e de aeródromo. 5.5.4 BOLETINS AUTOMATIZADOS 5.1.3 INSTRUÇÃO VERBAL A instrução verbal deverá ajustar-se às necessidades dos pilotos segundo o grau de familiaridade que tenham com a rota. O Especialista AIS encarregado desta instrução poderá utilizar uma lista de verificação para assegurar-se de que a informação será tão completa quanto necessária.2 O sistema automatizado é capaz de proporcionar um serviço mais flexível de boletins de informação prévia ao vôo.1 Para o fornecimento dos boletins de informação prévia ao vôo será utilizado o sistema automatizado (SISNOTAM). NOTA: As cartas mencionadas em d) e e) estão citadas nas Publicações de Informações Aeronáuticas.1 Características 5.

1.1. além de incluir dados sobre a rota a ser voada.4. Boletins por área (FIR). destino e alternativas e .5.1 Boletim por Rota 5. baseando-se em determinadas características dos usuários.) PIB estruturados para atender as suas necessidades específicas.1.5.4.4.4 Os boletins deverão ser padronizados e conter somente as informações operacionalmente importantes. 5. 5. que utilizam a estrutura das Rotas ATS estabelecidas como forma de selecionar a informação.2. os PIB deverão ser oferecidos sob a forma de Boletins por rotas.1. ordenados de acordo com a seqüência do vôo. Isso é especialmente válido para os boletins por rota e por área. a fim de atender às necessidades específicas de um determinado tipo de operações ou de um usuário específico (ICA 53-1). linha iniciada pelo símbolo Q).58 MCA 53-1/2008 b) fornece métodos que permitam selecionar a informação.2.3 O sistema é capaz de proporcionar aos usuários finais (pilotos.4.5.5 Não pode ser esquecido que o uso dos qualificadores do NOTAM. 5. excluindo aquelas que já estão publicadas na AIP.4. 5.5.1.5.2 Esse boletim pode ser obtido através de sistemas que utilizam o sistema de referência geográfica ou sistemas mais simples. empresas aéreas e órgãos ATS. incluindo os aeródromos de partida. RAC e ADVERTÊNCIAS) sobre os aeródromos de partida.1 Esse é o tipo de boletim mais eficiente.2.1. permite uma gama variada de combinações.3 Nesse tipo de boletim o usuário recebe informações completas (AGA.4. de destino e de alternativa.4. Boletins por localidades (aeródromo). etc.2 Classes Em função das necessidades dos usuários.5.4. atendendo às necessidades dos usuários. pois ele permite uma seleção adequada das informações necessárias a um vôo. Notificação imediata e automática de assuntos importantes para as operações ou Boletins administrativos. COM. 5.5.5. 5.4. 5.1.6 Os NOTAM constituem a principal parte da informação a influir no conteúdo dos boletins e que os dados podem ser estruturados para satisfazer às necessidades específicas.5. 5.2.

2.5.5.3.5.2. fora de rota ATS e sob condições VFR.4. 5. muitas vezes poderá perder a sua eficiência operacional como instrumento para a informação prévia ao vôo. 5. etc. Se necessário. e) somente para a fase em rota (IFR. esse.4 Notificação de Assuntos Importantes para as Operações.3.5.1 Esse tipo de boletim é de grande utilidade para a aviação geral.4.2.2.2. e f) usando outras combinações quaisquer.1 Sob esse título genérico podem ser solicitados boletins enfocando aspectos específicos.4.5.5.4.2.4. que geralmente realiza vôos de média e curta distancias.4. b) de todas as localidades de uma FIR.).4.MCA 53-1/2008 59 informações selecionadas (COM.5. 5. poderá permitir a seleção especifica de uma rota entre as diversas possíveis ou estabelecidas entre um aeródromo e outro.1 Esse tipo de boletim inclui apenas os NOTAM cujo propósito.2 Boletim por Localidades 5. até atingir o limite do numero de localidades que podem ser solicitadas em um único boletim.5. são úteis para exploradores e órgãos ATS interessados em assuntos de importância urgente para as operações aéreas.3 Boletins por Área 5.2 Embora apresente todas essas opções.4.2. esse tipo de boletim.2. 5.5. podem ser incluídos os aeródromos ao longo da rota.4. também. 5.2. d) que requeiram notificação imediata. na linha de qualificadores esteja preenchido por “N” (ICA 53-1).2 Nos boletins desse tipo podem ser solicitadas informações sobre os aeródromos de partida.2.4.4.2. 5.2 Normalmente. tais como informações: a) de todas as localidades de um país. destino e alternativas. . VFR. c) operacionais significativas. 5. RAC e ADVERTÊNCIAS) que possam ter influência durante o vôo em rota e.

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5.5.4.2.5 Boletins Administrativos Esses boletins podem ter conteúdo bastante variado, pois se prestam mais a atender as necessidades da administração: São exemplos desses boletins: a) listas de verificação de NOTAM; b) resumos de NOTAM por FIR ou país; c) resumo dos NOTAM expedidos dentro de um determinado período; e d) resumos de NOTAM por assunto (AGA, COM, RAC, etc.). 5.5.5 ATUALIZAÇÃO DOS BOLETINS

5.5.5.1 As atualizações dos boletins podem ser solicitadas como um complemento ao boletim anteriormente expedido ou mediante a solicitação de um novo boletim. Essa segunda forma é mais usual, uma vez que um sistema automatizado apresenta uma grande possibilidade de especificações que, bem utilizadas, poderão tornar os boletins muito mais funcionais. 5.5.5.2 As Salas AIS devem providenciar uma atualização contínua e oportuna da base de dados do sistema e a supervisão da validade e qualidade da informação aeronáutica armazenada. 5.5.6 FORMATO DOS BOLETINS

5.5.6.1 Os dados contidos nos boletins devem ter as seguintes características: a) texto dos NOTAM utilizando linguagem clara padronizada abreviada preconizada pelo Doc. 8400 (Abreviaturas e códigos da OACI - PANS-ABC); e b) número do NOTAM à margem direita do texto. 5.5.6.2 É usual que, para cada localidade, as informações sejam indicadas na seguinte ordem: AGA; COM; RAC; e ADVERTÊNCIAS.

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MODELO OPERACIONAL Esse capítulo tem por finalidade estabelecer orientações para a confecção de

um Modelo Operacional com objetivo de padronizar e auxiliar os operadores AIS na instrução e na execução de procedimentos detalhados da rotina das atividades AIS (Anexo H). 6.1 6.1.1 CONSIDERAÇÕES Os tópicos citados no modelo operacional complementam as publicações de uso

obrigatório pelo Especialista AIS. 6.1.2 É importante saber que o modelo operacional é uma publicação de caráter explicativo

e um guia de procedimentos básicos para o cotidiano de uma Sala AIS. Vale ressaltar que cada Sala AIS terá seus procedimentos específicos. 6.2 6.2.1 ELABORAÇÃO O Modelo Operacional deverá nortear a aplicação dos procedimentos do serviço de

informações aeronáuticas em uma localidade específica, a fim de definir as ações a serem adotadas para a adequação da capacidade de prestação das atividades AIS. 6.2.2 O Modelo Operacional deverá especificar as ações regulares do serviço de

informações aeronáuticas, sobretudo os procedimentos a serem cumpridos nas situações previsíveis e naquelas vinculadas à degradação dos recursos operacionais e técnicos, visando promover a manutenção da eficiência e da segurança dos serviços de informações aeronáuticas. 6.2.3 Os trabalhos para a elaboração e atualização do Modelo Operacional devem ser

realizados levando-se em conta a participação dos chefes de órgãos, supervisores e operadores AIS com experiência operacional no órgão em questão. 6.2.4 O Chefe do órgão AIS deve orientar e coordenar a elaboração e atualização do Modelo

Operacional do Órgão AIS de competência e providenciar o encaminhamento de um exemplar do mesmo ao Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV. 6.2.5 O documento conterá a assinatura do Chefe do órgão e a aprovação do

Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV da sua área de jurisdição.

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DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS Nesse capítulo, estão descritas, de forma sucinta, as informações mínimas

necessárias sobre as principais publicações editadas tanto pela OACI quanto pelo DECEA relacionadas ao AIS. Como as regras, regulamentos e procedimentos nacionais, bem como as características das instalações e serviços, baseiam-se nos textos normativos e de orientação da OACI, é conveniente ter conhecimento de alguns documentos dessa Organização, para fins de referência, tanto no órgão central quanto nos órgãos regionais, locais e técnicos. 7.1 7.1.1 DA OACI ANEXOS

7.1.1.1 ANEXO 1 - “Licença de Pessoal” Estabelece: a) as regras gerais para a concessão de licenças ou certificados de habilitação e saúde para os aeronautas e pessoal de terra; b) requerimentos para proficiência nas línguas utilizadas nas comunicações radiotelefônicas; c) grau de proficiência das línguas da OACI; d) especificações médicas para licenças; e) programa de treinamento organizacional; e f) os dados pessoais e de qualificação que as licenças ou certificados de habilitação deverão indicar. 7.1.1.2 ANEXO 2 - “Regras do Ar” Estabelece: a) aplicabilidade das regras gerais de vôo; b) as regras de vôo visual e por instrumentos; c) os sinais de perigo, urgência e segurança; sinais visuais para outros fins, inclusive os utilizados para o controle de tráfego aéreo; d) os tipos de luzes das aeronaves; e e) as tabelas de níveis de cruzeiro.

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7.1.1.3 ANEXO 3 - “Serviço de Meteorologia para a Navegação Aérea Internacional” Estabelece: a) os sistemas de previsão de área mundial e os escritórios de meteorologia; b) as previsões meteorológicas; c) as informações de SIGMET e AIRMET, avisos de aeródromos e de correntes de vento; d) as informações climatológicas de aeronáutica; e) os serviços para os operadores e os membros da tripulação de vôo; e f) os limites e visibilidade da pista na conversão da leitura dos instrumentos. 7.1.1.4 ANEXO 4 - “Cartas Aeronáuticas” Estabelece: a) as cartas, os tipos de projeção e de impressão, inclusive cores, a localização do nome e do número das cartas e das anotações marginais; b) os símbolos utilizados nas cartas; c) a demonstração de carta eletrônica de aeronáutica; d) a utilização das cartas segundo, as suas escalas e as informações que devem conter; e e) os requisitos para a qualidade dos dados aeronáuticos. 7.1.1.5 ANEXO 5 - “Unidades de Medidas usadas nas Operações Aéreas e Terrestres” Estabelece: a) as unidades de medidas a serem empregadas nas operações aeroterrestres; b) orientação e utilização do Sistema Internacional; c) as unidades de medidas que podem ser utilizadas como alternativa; e d) todos os números na forma de data e tempo.

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7.1.1.6 ANEXO 6 - “Operação de Aeronaves” Refere-se: a) a definições, aplicação e generalidades; b) a operação de vôo, facilidades, supervisão operacional, preparação e procedimentos de vôo, deveres do piloto comandante e do oficial de operação de vôo; c) a limitações operacionais do desempenho das aeronaves; d) a documentação de vôo, os equipamentos e os instrumentos das aeronaves; e) a equipamento rádio das aeronaves; f) a manutenção das aeronaves; g) a tripulação de vôo das aeronaves; h) aos manuais, livros e registros; i) aos registros de emergências e equipamentos de sobrevivência existente à bordo; j) ao desempenho das aeronaves; k) a limitações do período de exercício ininterrupto dos deveres em vôo e do tempo de vôo; a) os procedimentos de segurança; l) as luzes exibidas pela aeronave; e m) a limitações da utilização da performance do avião.

7.1.1.7 ANEXO 7 - “Marcas de Nacionalidade e de Matrícula das Aeronaves” Refere-se: a) ao emprego das marcas de nacionalidade e de registro; b) à localização das marcas de nacionalidades e de registro; c) às dimensões das marcas de nacionalidades e de registro; d) ao registro aeronáutico;

“Facilitação” Refere-se: a) à entrada e saída de aeronaves.10 ANEXO 10 .MCA 53-1/2008 65 e) as placas de identificação. GCA. d) ao pouso em aeródromos não aduaneiros.1.“Aeronavegabilidade” Refere-se: a) ao certificado de aeronavegabilidade. b) às características das aeronaves. c) a procedimentos gerais de telecomunicações. e g) à classificação das aeronaves. b) à utilização das radiofreqüência. de pessoas e de cargas e outras mercadorias. . 7.1. NDB. e) à quarentena. PAR.1. b) ao tráfego em trânsito. 7. DME e outros. c) aos aeroportos internacionais e zonas francas.1. e f) aos modelos de: declaração geral. 7. manifesto de passageiros e cargas e certificado de membro da tripulação.8 ANEXO 8 .“Telecomunicações Aeronáuticas” Refere-se: a) às especificações para os equipamentos ILS. d) às especificações técnicas detalhadas para o sistema de satélite para a navegação global (GNSS).1. f) ao certificado de registro. e c) à tolerância e aplicação das normas contidas no ANEXO/OACI quanto a performance e a utilização de aeronaves.1.9 ANEXO 9 . VOR.

d) ao estabelecimento dos órgãos responsáveis pelo ATS.12 ANEXO 12 .1.“Serviços de Tráfego Aéreo” Refere-se: a) aos objetivos dos Serviços de Tráfego Aéreo.1. 7.1. . c) à determinação dos Serviços de Tráfego Aéreo. g) ao Serviço de Informação de Vôo. b) aos procedimentos preparatórios dos Centros de Coordenação de Busca e Salvamento e das unidades aéreas de Busca e Salvamento.“Busca e Salvamento” Refere-se: a) à organização dos Órgãos de Busca e Salvamento. h) ao Serviço de Alerta.1. f) ao sistema de comunicações de dados digitais. 7. e g) ao serviço fixo e móvel aeronáutico.66 MCA 53-1/2008 e) à orientação a respeito da eficiência e disponibilidade do material para os auxílios a navegação e o das radiocomunicações. f) aos Serviços de Controle de Tráfego Aéreo.11 ANEXO 11 . b) à divisão dos Serviços de Tráfego Aéreo. c) aos procedimentos de operação. e) às especificações para as FIR. i) às necessidades dos Serviços de Tráfego Aéreo quanto a comunicações e a meteorologia. e d) aos sinais de Busca e Salvamento. e j) as informações de tráfego radiotransmitida pelas aeronaves (TIBA) e procedimentos operacionais.

MCA 53-1/2008 67 7. i) aos sistemas de balizamento diurno e luminoso. c) à remoção e balizamento de obstáculos. c) ao inquérito .1. d) aos auxílios visuais terrestres. rápido. b) às luzes aeronáuticas.“Investigação de Acidentes e Incidentes da Aviação” Refere-se: a) à proteção dos destroços.15 ANEXO 15 .1.“Aeródromos” Refere-se: a) às características físicas dos aeródromos. 7. j) aos equipamentos de aeródromos. e k) aos heliportos.1. f) aos dispositivos de sinalização.1.1. . b) à notificação de acidentes. e) aos indicadores de vento e de pouso.procedimentos. g) à iluminação de emergência.13 ANEXO 13 . h) aos auxílios visuais para localização de aeródromos.1. 7.“Serviços de Informação Aeronáutica” Refere-se: a) ao funcionamento de um Serviço de Informações Aeronáuticas. e b) ao que um Estado deve fazer no sentido de que satisfaça as necessidades de informações para o aeronavegante planejar o seu vôo e realizá-lo de modo seguro.14 ANEXO 14 . econômico e eficiente. e d) à divulgação dos inquéritos. guarda e remoção da aeronave acidentada.

no interesse da segurança. e modelo de NOTAM).1. 7.“Segurança” Refere-se: a) aos princípios gerais. 7. um serviço de informação aeronáutica que seja responsável pela compilação. em 15 de Maio de 1953.1. 7.1. AIC. preparação de informação aeronáutica relativa a seus territórios.15. b) a organização. de conformidade com as disposições do Artigo 37 do Convênio sobre Aviação Civil Internacional (Chicago.15.3 Os Padrões e as Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica.1. Generalidades. informações que devem ser divulgadas por NOTAM AIRAC.“Proteção Ambiental” Refere-se: a) Volume I – Ruído de aeronaves.68 MCA 53-1/2008 7.16 ANEXO 16 . é fornecer a uniformidade dos métodos de compilação e divulgação da informação aeronáutica. 7. foram adotados pela primeira vez pelo Conselho.17 ANEXO 17 . . Definições.15. Dados eletrônicos de obstáculos e de superfície terrestre).1.1. pesquisa.1. NOTAM. individualmente ou coletivamente. formato de SNOWTAM e ASHTAM. requer-se que todos os Estados contratantes proporcionem. exata e oportuna. e b) Apêndice – (conteúdo da AIP. AIP. AIRAC.2 Requer-se ainda que os Estados tomem as medidas necessárias para que a informação que proporcionem sobre seus territórios seja adequada.1.1 Como o objetivo dos Padrões e das Práticas Recomendadas.1. 7. Informação anterior e posterior ao vôo. 1944) e se designou como ANEXO 15 ao Convênio. regularidade e eficácia da navegação aérea. Requisitos de Telecomunicações.15.1.4 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo – (Introdução. sistema de Distribuição pré-determinada pelos NOTAM.1.1. e b) Volume II – Emissões de motores de aeronaves.

e d) ao gerenciamento da responsabilidade para os atos de interferência ilícita. Sua finalidade principal consiste em: a) ajudar os Estados contratantes a aplicar as normas e os métodos recomendados contidos no ANEXO 15/OACI.2. b) os materiais permitidos e materiais proibidos. .1 Doc. NOTAM.2. e) as informações relativas às mercadorias. d) a responsabilidade. c) as embalagens e rótulos.1. 7. Publicação de Informação Aeronáutica (AIP).1. Informação Anterior e Posterior ao vôo. e g) as provisões de segurança para as mercadorias perigosas.1 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo (Introdução. Provisão de dados novos.18 ANEXO 18 .1.1.2 MANUAIS 7. Organização de um serviço de informação aeronáutica (AIS).“Transporte sem Riscos de Cargas Perigosas por Via Aérea” Estabelece: a) a classificação das mercadorias consideradas perigosas para o transporte aéreo. a OACI preparou o Manual 8126-AN/872. 7.MCA 53-1/2008 69 c) as medidas preventivas de segurança. 8126 – “Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica” Com o objetivo de explicar as funções básicas de um AIS e descrever um tipo de organização modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS. Pacote de informação aeronáutica integrada.1. b) ajudar os Estados na instrução de seu pessoal AIS. 7. Circular de Informação Aeronáutica. e c) melhorar a organização e o funcionamento de um AIS. f) a comunicação de acidentes ou incidentes com mercadorias.1.

para satisfazer necessidades de determinar áreas que não estão incluídas nas disposições de caráter mundial. Em outros casos. contém matéria já bastante experimentada para ser adotada como norma ou método recomendado. ou formam parte de um dos documentos intitulados “Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS)”. reprodução e distribuição). Orientação no uso do Serviço Fixo Aeronáutico (AFS).1. mas demasiadamente detalhada para fazer parte de um ANEXO/OACI. Procedimentos comuns de consulta para o autoatendimento do usuário.1. como Normas ou Recomendações. Os SUPPS complementam a exposição de requisitos quanto a instalações e serviços contidos nas publicações do Plano de Navegação Aérea. Consulta comum de mensagens para a interrogação de outras bases de dados AIS). processamento e distribuição de NOTAM. NOTAM. e b) Apêndice (Modelo de AIP em notas explicativas. SNOWTAM e ASHTAM. em razão de estarem sujeitos a freqüentes emendas.70 MCA 53-1/2008 Organização de um sistema automatizado dos serviços de informação aeronáutica. 7.2 Doc.2. 7. Preparação das cópias dos originais. 7. dar o máximo de eficácia e economia às cartas aeronáuticas requeridas em todos os segmentos da comunidade de aviação na forma e variedade em que melhor cumpram seus fins.1. Critérios de seleção de NOTAM. 7030 . 8697 – “Manual de Cartas Aeronáuticas” O propósito geral desse Manual é apresentar textos de orientação detalhados sobre todos os aspectos da cartografia aeronáutica que possam ajudar os Estados a por em prática as normas e recomendações do ANEXO 4/OACI e.3 PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA (PANS) São publicações que compreendem procedimentos operacionais cujo grau de desenvolvimento não se tornou ainda suficiente para adoção como norma ou método recomendado. Uso da automação na compilação.3. em conseqüência.“Procedimentos Suplementares Regionais” (SUPPS) Constituem a parte regulamentar do Plano de Navegação Aérea para as conferências regionais de navegação aérea. Os procedimentos de aplicação mundial se incluem nos ANEXOS/OACI.1 Doc. Às vezes deixam de ser incluídos nos ANEXOS/OACI os textos de um PANS. .

1. 7.1 Doc.4 INDICADORES E DESIGNADORES 7. estão relacionadas apenas as localidades cujos indicadores são “SB”. b) Abreviaturas para identificação de mensagens do Serviço Fixo Aeronáutico.4.2 Doc. “SS” e “SW” (ver alínea “u” do item 2.1. as duas primeiras letras que cada país pode utilizar nos seus indicadores de localidades. 8400 .1.4.1. 7.1 Contém as abreviaturas e os códigos aprovados pelo Conselho da OACI para uso mundial no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas e nos documentos de informação aeronáutica.4. incluindo-se os indicadores dos Centros ATS (FIC/ACC) encarregados das regiões de informação de vôo (FIR/UIR). “SN”. e g) Código Q.1. Para o Brasil.3). No caso do Brasil. “SD”. d) Designação de emissões típicas de radiocomunicações.“Indicadores de Localidades” 7.3.2 Está dividido nos seguintes tópicos: a) Abreviaturas (partes decodificada e codificada). ainda.1.1.3.3.1.3.1 Apresenta os indicadores de todas as localidades (de cada país membro) que possuem estação aeronáutica que preste o serviço fixo aeronáutico. “SI”.MCA 53-1/2008 71 7.1. É esse índice que prevê qual a letra do indicador atribuída a cada região do mundo. os indicadores não deverão ser utilizados durante um período de um (1) ano. f) Código NOTAM.1. “SJ”.2 Apresenta também um índice de letras de identificação atribuídas às áreas de encaminhamento do Serviço Fixo Aeronáutico.2. e) Códigos para notificar a qualidade dos sinais. 7. depois de cancelados.2. c) Sinais e procedimentos empregados no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas. para a América do Sul foi atribuída a letra “S”. . NOTA: Para evitar dúvidas. Estão atribuídas. foram atribuídas as letras “SB”.“Abreviaturas e Códigos da OACI” 7.4. 7910 . Por exemplo.

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7.1.4.2 Doc. 8585 - Designadores de Empresas Exploradoras de Aeronaves, de Entidades Oficiais e de Serviços Aeronáuticos 7.1.4.2.1 Contém designadores de empresas exploradoras de aeronaves, assim como entidades oficiais e de aviação internacional. 7.1.4.2.2 Os designadores compreendem: a) os telegráficos de três letras destinados para o uso no serviço internacional de telecomunicações aeronáuticas; e b) os telefônicos de empresas exploradoras de aeronaves, assim como de entidades oficiais e de serviços que explorem aeronaves, que podem utilizarse conforme apropriado. 7.1.4.3 Código Aeroportuário IATA 7.1.4.3.1 É um código composto por três letras que designa os aeroportos em todo o mundo. É definido pela Associação Internacional de Transportes Aéreos (em inglês, International Air Transport Association – IATA). Exemplo: Boa Vista - BVB; Brasília - BSB e Campina Grande – CGR. 7.1.4.3.2 A criação ou alteração do código deverá ser tratada pelo interessado, através do administrador do aeródromo diretamente com a IATA. Tal ação não implicará nos procedimentos e publicações adotados pelo DECEA, tendo em vista que os indicadores de aeródromos utilizados são os preconizados pela OACI. 7.1.5 INSTALAÇÕES E SERVIÇOS

7.1.5.1 Doc. 7383-AIS/803 – Serviços de Informação Aeronáutica Providos pelos Estados Tem a finalidade de se proporcionar, ao possível usuário da informação aeronáutica, os dados essenciais com respeito ao tipo de informação disponível nos diversos Estados e como poderão ser obtidos. Detalha os Serviços de Informação Aeronáutica prestados pelos Estados, a relação de todos os Estados que prestam o AIS, o tipo de informação de que dispõem, o preço das assinaturas, bem como a forma como podem ser obtidas pelos aeronavegantes. Mostra com quais Organizações cada Estado contratante mantém o intercâmbio internacional de NOTAM.

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7.1.6

PLANO DE NAVEGAÇÃO AÉREA

7.1.6.1 Determina detalhadamente as instalações, serviços e procedimentos necessários para navegação aérea internacional dentro de uma área específica. 7.1.6.2 Contém recomendações que os governos podem seguir em seus programas de instalações e, serviços de navegação aérea, com a segurança de que umas e outras, que se proporcionam de acordo com o plano, formarão, com os demais Estados, uma rede geral que será adequada durante bastante tempo. 7.1.6.3 Em seu aspecto técnico, os planos compreendem uma exposição das instalações e serviços necessários em matéria de AGA, AIS, COM, MET, ATS e SAR, com detalhes suficientes para conseguir o funcionamento adequado do plano em conjunto e sua idoneidade para satisfazer os requisitos presentes e previstos. Os planos compreendem também todo o procedimento especial que se considerem necessários para completar os procedimentos de caráter mundial, contidos nos ANEXOS/OACI e nos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS). 7.1.6.4 Doc. 8733 - Plano de Navegação Aérea para as Regiões CAR/SAM 7.1.6.4.1 Apresenta, em forma concisa, o plano OACI para proporcionar instalações e serviços de navegação aérea internacional nas Regiões do Caribe e da América do Sul. 7.1.6.4.2 A exposição de requisitos operacionais básicos e critérios para a planificação regional e a rede de rotas aéreas se põe em dia nas instalações e serviços necessários geralmente por uma conferência regional de navegação aérea. 7.1.7 CATÁLOGO As publicações comentadas nos parágrafos anteriores são de uso mais comum nos órgãos AIS. No entanto, a OACI possui um número muito maior. Anualmente é publicado um Catálogo de Publicações da OACI, em que aparecem todas as publicações em vigor e seu preço para o usuário.

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7.1.8

DISTRIBUIÇÃO

7.1.8.1 Cada Estado participante da Convenção de Aviação Civil Internacional recebe gratuitamente um número determinado de exemplares das publicações da OACI. No mínimo 10 cópias de cada nova publicação são remetidas a cada Estado contratante, fornecendo-se, apenas, uma aos não contratantes. A distribuição de exemplares, além do que determina o Documento 7231 - Regulamento de Publicações da OACI, poderá ser feita mediante indenização. 7.1.8.2 A fim de tornar mais econômica a distribuição de publicações aos Estados participantes, a OACI aconselha a escolha de um órgão central para o seu recebimento e sua distribuição aos órgãos subordinados. No Brasil, esse órgão é a CERNAI (Comissão de Estudos Relativos à Navegação Aérea Internacional). 7.1.8.3 A OACI tem condições de atender a pedidos individuais de fornecimento de publicações, conforme orientação contida no Catálogo de Publicações. No entanto, solicita aos funcionários de órgãos AIS, bem como de empresas de tráfego aéreo, que desejam possuir suas próprias publicações, que façam seus pedidos através de um órgão central. 7.1.8.4 O DECEA possui atualizadas as publicações mais importantes da OACI. 7.1.9 EMENDAS

7.1.9.1 Mensalmente, a OACI distribui um suplemento ao Catálogo de Publicações. Isso permite ao usuário manter-se atualizado quando às publicações editadas pela OACI e que estão em vigor e, conseqüentemente, solicitar aquelas que ainda não tenha recebido. 7.1.9.2 O fornecimento de emendas é gratuito, mesmo para as publicações adquiridas mediante indenização, tanto por órgão oficial, como por usuários particulares. 7.2 DO DECEA A elaboração de uma publicação (convencional, não-convencional ou regulamentar) é tarefa das Divisões e Setores do DECEA, a quem cabe preparar o seu original, que será submetido à apreciação da autoridade competente.

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7.2.1

CONVENCIONAIS São as publicações enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, quanto à confecção,

controle e numeração e complementadas com a legislação em vigor do DECEA. São exemplos de convencionais: a) Diretriz do Comando da Aeronáutica (DCA); b) Folheto do Comando da Aeronáutica (FCA); c) Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA); d) Manual do Comando da Aeronáutica (MCA); e) Norma de Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA); f) Ordem do Comando da Aeronáutica (OCA); g) Plano de Comando da Aeronáutica (PCA); e h) Tabela do Comando da Aeronáutica (TCA). 7.2.2 NÃO-CONVENCIONAIS São as publicações usadas na divulgação de assuntos altamente especializados, que obedecem a padrões internacionais ou cujas características impedem a utilização das publicações convencionais. Possuem estruturas de aspecto específico e não estão enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, porém são complementadas com a legislação em vigor do DECEA. a) Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica (AVCA); b) Almanaque do Comando da Aeronáutica (ACA); c) Boletim do Comando da Aeronáutica (BCA); d) Ordem Técnica do Comando da Aeronáutica (OTCA); e) Manual Auxiliar de Rotas Aéreas (ROTAER); f) Publicação de Informações Aeronáuticas (AIP-MAP); g) Circular Normativa de Proteção ao Vôo (CIR); h) Impressos Especiais (IEPV); i) Acordo e Concepção Operacional*; e k) Configuração Técnica*. (*) ver ICA 19-78.

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7.2.3

REGULAMENTAR Dada a especificidade dos assuntos tratados nas publicações desta espécie, a

sua disposição gráfica e a composição do texto deverão observar a formalística prevista na Instrução que dispõe sobre Regulamentação das Organizações (ICA 19-1). O controle e a numeração destas publicações deverão observar o disposto na ICA 5-1 do CENDOC. São exemplos de publicações regulamentares: a) Regulamento do Comando da Aeronáutica (RCA); Exemplo: RDAER, RISAER, RSAS, RCPGAER, RADA, RUMAER. b) Regimento Interno do Comando da Aeronáutica (RICA); e c) Regulamento de Organização do Comando da Aeronáutica (ROCA).

seguindo a mesma numeração.1 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO O Sistema AIRAC é estruturado de tal modo que possa assegurar. com intervalos de 28 dias. isto não seja possível. exceto no caso de correções. 8.2 8. tanto as emendas como os suplementos terão as seguintes características: a) serão publicadas em uma data do calendário AIRAC. 8. por razões operacionais. mas serão identificadas pela sigla AIRAC. O objetivo do sistema é divulgar com antecedência a informação e ainda promover a efetivação de informações e a atualização de publicações em datas previstas.1 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC Nesse sistema. a menos que seja impossível. colocadas em lugar de destaque. b) entrarão em vigor em uma data do calendário AIRAC. A publicação e a entrada em vigor da informação serão feitas nas datas previamente estabelecidas. d) serão confeccionados da mesma forma que os Suplementos e as emendas comuns.2. por considerações operacionais. baseado em um calendário internacional de datas de publicação e de datas de efetivação. Quando divulgados de acordo com o sistema AIRAC. que: . 8. c) não sofrerão modificações durante os 28 dias após a data de publicação. a informação será divulgada como Suplemento AIP ou emenda ao AIP nas datas internacionais previamente estabelecidas pelo calendário AIRAC. e e) as informações divulgadas terão caráter operacional.1 FINALIDADE Denomina-se Sistema Regulamentado (AIRAC) a um sistema especial para divulgação de informação.3.MCA 53-1/2008 77 8 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC Esse capítulo destina-se a dar conhecimento do sistema regulamentado e das datas previstas no calendário AIRAC.3 8. a menos que.

6). observando-se o prazo de.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009. 8. pelo menos. é essencial que a autoridade competente por fornecer os dados básicos para o AIS esteja plenamente familiarizada com o Sistema. pelo menos. e d) se por uma razão justificada. As datas AIRAC são sempre às quintas- feiras. de forma que os destinatários possam recebê-la.2 As informações serão planejadas para entrarem em vigor em uma data AIRAC. . 28 dias de antecedência da data de entrada em vigor (ver 8. Em particular.4. pelo menos 28 dias antes do início de ciclo AIRAC dentro do qual cai a data prevista de entrada em vigor.78 MCA 53-1/2009 a) as datas de entrada em vigor se ajustem ao calendário internacional adotado de datas predeterminadas.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) .3 Para que o Sistema AIRAC funcione satisfatoriamente. de 21 de outubro de 2009.4. 8.Portaria DECEA No 63/SDOP.4. (NR) . pelo menos nos próximos 28 dias seguintes a data indicada de entrada em vigor.1 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO Cada ciclo AIRAC é composto por 28 dias. não somente das datas de entrada em vigor. pelo menos. c) a informação notificada dessa forma não se modifique. baseadas em um intervalo de 28 dias. (NR) . a data prevista de entrada em vigor não coincidir com uma das datas de entrada em vigor predeterminada do sistema AIRAC. mas também das datas nas quais os citados dados devem chegar no ICA. 8. a fim de que sejam publicados e cheguem aos usuários com. (NR) . b) a informação relativa a qualquer das circunstâncias relacionadas sejam distribuídas. a não ser que as circunstâncias notificadas sejam de caráter temporário e não perdurem durante a totalidade do período. deve ter conhecimento.Portaria DECEA No 63/SDOP. 28 dias antes da referida data de entrada em vigor. a informação deverá ser publicada se possível. de 21 de outubro de 2009.4 8. 28 dias após a data de publicação. de 21 de outubro de 2009.

8. (NR) . de 21 de outubro de 2009. 8.4. Exemplo: Calendário de 2009 / 2010 Data limite de entrada no ICA 02 FEV 2009 23 FEV 2009 28 DEZ 2009 Data de publicação 09 ABR 2009 07 MAIO 2009 11 MAR 2010 Data de entrada em vigor 07 MAIO 2009 04 JUN 2009 06 MAIO 2010 (NR) . . pelo menos. publicarse-á um NOTAM AIRAC NIL. de 21 de outubro de 2009.5 A informação fornecida conforme o Sistema AIRAC será publicada em forma impressa e distribuída pelo PAME-RJ com. pelo menos. e 3a) data de entrada em vigor da informação. de 21 de outubro de 2009. 2a) data de publicação da informação.2).Portaria DECEA No 63/SDOP.Portaria DECEA No 63/SDOP.4 O sistema AIRAC está associado a três datas importantes que são: 1a) data limite em que os dados têm que chegar ao ICA. (NR) . Esse aviso será publicado por meio de séries nacionais e internacionais de NOTAM.MCA 53-1/2009 79 8.Portaria DECEA No 63/SDOP. Data estipulada pelo DECEA para receber a informação que será divulgada de acordo com o sistema AIRAC (ver 5. 28 dias de antecedência.4. 42 dias antes da data de entrada em vigor. de forma que os destinatários possam recebê-la com.5 AIRAC NIL Quando não houver informação a publicar nas datas predeterminadas.5.1.

. de atenuação de ruídos e qualquer outro procedimento ATS pertinente. de caráter permanente onde exista possibilidade de interceptação. g) horários de funcionamento de aeródromos.rotas ATS. . exercícios militares e movimento em massa de aeronaves. e . regulamentos e procedimentos aplicáveis a: . Estabelecimento.zonas ou rotas.áreas perigosas. h) serviços de alfândega. frequências.áreas de controle. códigos de chamada.6 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC (NR) . migração e saúde. .regiões de informação de voo. de chegada e partida. eliminação e modificação significativa prevista (inclusive testes operacionais) de: a) limites (horizontais e verticais). d) instalações de meteorologia (incluindo radiodifusão) e procedimentos. . instalações e serviços. f) posição. onde exista a possibilidade de interceptação. b) posições. zonas de parada e pátios. c) procedimentos de espera e aproximação.zonas de controle.Portaria DECEA No 63/SDOP.áreas de serviço de assessoramento. ou partes delas. e) pistas de pouso.80 MCA 53-1/2009 8. de 21 de outubro de 2009. . proibidas ou restritas (incluindo tipos de atividades e períodos de ativação quando conhecidos) e ADIZ. irregularidades conhecidas e períodos de manutenção de auxílio rádio à navegação e instalações de comunicações. i) perigos para a navegação. de táxi. altura e iluminação de obstáculos para a navegação. ou parte delas. e j) zonas ou rotas. .

2010 2011 2012 2013 2014 14 JAN 11 FEV 11 MAR 8 ABR 6 MAIO 3 JUN 1 JUL 29 JUL 26 AGO 23 SET 21 OUT 18 NOV 16 DEZ 13 JAN 10 FEV 10 MAR 7 ABR 5 MAIO 2 JUN 30 JUN 28 JUL 25 AGO 22 SET 20 OUT 17 NOV 15 DEZ 12 JAN 9 FEV 8 MAR 5 ABR 3 MAIO 31 MAIO 28 JUN 26 JUL 23 AGO 20 SET 18 OUT 15 NOV 13 DEZ 10 JAN 07 FEV 07 MAR 04 ABR 02 MAIO 30 MAIO 27 JUN 25 JUL 22 AGO 19 SET 17 OUT 14 NOV 12 DEZ 09 JAN 06 FEV 06 MAR 03 ABR 01 MAIO 29 MAIO 26 JUN 24 JUL 21 AGO 18 SET 16 OUT 13 NOV 11 DEZ .MCA 53-1/2009 81 8.Portaria DECEA No 63/SDOP.7 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC (NR) . de 21 de outubro de 2009.

saída. em seu ANEXO 4 . e f) Fase 6: Pouso e táxi até o ponto de estacionamento. a fim de que os Especialistas AIS possam desempenhar suas funções. ainda. em rota. c) Fase 3: Estruturas de Rotas ATS. as que não têm caráter operacional imediato.82 MCA 53-1/2008 9 CARTAS AERONÁUTICAS Nesse capítulo.Cartas Aeronáuticas. e) Fase 5: Aproximação para o pouso ou perdida. define que o vôo é dividido em 6 (seis) fases. todas as cartas aeronáuticas publicadas pelo DECEA. estão descritas de forma sucinta.2 FASES DO VÔO A OACI. d) Fase 4: Descida até aproximação. aproximação e pouso) e há. b) Fase 2: Decolagem e subida até a estrutura de rota ATS.1 FINALIDADE As Cartas Aeronáuticas têm por finalidade facilitar as tarefas das tripulações aéreas durante as diferentes fases do vôo (rolagem. a saber: a) Fase 1: Táxi desde o ponto de estacionamento da aeronave até o ponto de decolagem. 9. porém contribuem para a segurança do vôo. 9. .

b) ICA .Tipo A (AOC). cálculo.MCA 53-1/2008 83 9. sobre topografia. f) Carta de Altitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR). . procedimentos e rotas. k) Carta de Saída por Instrumentos (SID). c) Carta de Obstáculos de Aeródromo . d) Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC). h) Carta de Aeródromo (ADC). e) Carta de Área (ARC). desenho e padronização. bem como os procedimentos indicados no Documento 8168 .responsável pelas informações aeronáuticas. 9.3.2 Na produção de uma carta aeronáutica estão quase sempre presentes os trabalhos de três segmentos do DECEA: a) CINDACTA/SRPV (DO-ATM) . b) Carta de Rotas (ERC).responsável pela impressão e distribuição. i) Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC). g) Carta de Pouso (LC).1 APRESENTAÇÃO Na confecção das cartas são aplicadas as normas e recomendações indicadas no ANEXO 4/OACI . 9.4 TIPOS O DECEA publica os seguintes tipos de cartas: a) Carta de Planejamento de Vôo (FPC).responsável pelas informações ATS.3 9.3. e c) PAME .Manual de Cartas Aeronáuticas.Construção de Procedimentos de Vôo Visual e por Instrumentos e no Documento 8697 .Cartas Aeronáuticas.Operações de Aeronaves . j) Carta de Aproximação Visual (VAC). l) Cartas de Chegada Padrão por Instrumento (STAR).

. desse Manual. NOTA: As FPC. exceto a L1.5.1 Carta de Planejamento de Vôo (FPC) Destina-se a facilitar a seleção de rotas na fase de planejamento das operações de vôo.000.1. WAC.000. q) Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP). n) Carta Aeronáutica Mundial (WAC). São confeccionadas na escala 1:3. r) Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP). s) Carta de Rotas Especiais de Aeronaves (REA). A FPC é produzida em duas versões.2 Carta de Rota (ERC) 9.1 DESCRIÇÃO CARTAS AVULSAS 9. com suas respectivas identificações.500. cartas da AIP-Brasil e AIP-Brasil MAP podem ser visualizadas no Portal do DECEA (AISWEB). ERC.84 MCA 53-1/2008 m) Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC). 9.2.000.5. São confeccionadas na escala 1:10.5. e t) Carta de Rotas Especiais de Helicópteros (REH). 9. As Cartas de Rotas estão estreitamente relacionadas com as Cartas de Área e com as Cartas de Saída por Instrumentos. impressas uma no verso da outra.5. p) Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV). São produzidas 8 cartas. fornecer uma visão geral de todas as rotas ATS existentes no território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil.2.1.1. conforme o item 4.1 Tem por finalidade principal facilitar a tarefa das tripulações de vôo durante a navegação apoiada em auxílios-rádio e desenvolvida de acordo com os procedimentos estabelecidos pelo serviço de tráfego aéreo para os vôos nas rotas ATS de todo o território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil.5 9. que está na escala 1:2.000. 4 para as rotas ATS no espaço aéreo inferior (L1/L2 e L3/L4) e 4 para as rotas no espaço aéreo superior (H1/H2 e H3/H4). uma para as aerovias inferiores e a outra para as aerovias superiores. o) Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV). distâncias e auxílios-rádio principal.000.

2. b) S (SUPERSONIC): indicando rota específica para vôos supersônicos. N e P são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV. com os seguintes significados: a) U (UPPER): indicando rota pertencente ao espaço aéreo superior.2.2. e R são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e não são RNAV.5.2.1. V e W são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e que não são RNAV.1. c) H. G. e d) Q. Y e Z são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV.2 Um designador de rota poderá ser acompanhado das letras U. B.2. J.2.2 Identificação de Rotas ATS 9.2 Utilização Prática 9.2. e c) K (KOPTER): indicando rota específica para vôo de helicóptero. b) L.2.1.1. M. 9.5.1 Cada rota ATS é identificada por um designador que consiste numa das letras designadas abaixo: a) A.1. .1 Composição da Rota ATS 9.MCA 53-1/2008 85 9. T.2.2. S e K. NOTA: A ausência de tais letras significa que a rota ATS pertence ao espaço aéreo inferior.5.5.2.5.

86 MCA 53-1/2008 9.1.5.3 Simbologia .2.

.4 O cálculo do nível mínimo para vôo IFR fora de aerovia obedece aos seguintes critérios: a) procurar a altitude do ponto mais elevado dentro de uma faixa de 16NM (30 Km) para cada lado do eixo da rota. NOTA 2: Todas as altitudes são em pés (FT). Se o valor encontrado não corresponder a um nível de vôo. ou qualquer aeródromo da TMARJ.5. não é considerado vôo em aerovia.1. e c) soma-se 1000 pés (300m) gabarito. NOTA 2: A correção referida em (b) anterior é obtida na publicação intitulada “Correção QNE”. 9.MCA 53-1/2008 87 NOTA 1: Todas as marcações são magnéticas. deve ser registrada a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: UA317 PAI DCT. Exemplos: 1) Num vôo de SBCF(CNF)/SBKP(CPN). nível mínimo. NOTA 4: Todos os limites verticais de aerovias são em níveis de vôo. deverá ser observado a AIP-BRASIL Parte ENR.. b) soma-se a maior correção QNE da rota. NOTA 6: Qualquer esclarecimento sobre rumo. arredonda-se para o nível de vôo IFR imediatamente acima. NOTA 3: Todas as distâncias são em milhas náuticas (NM). esses devem estar abrangidos pelos limites laterais. distância. Para rota ATS ser utilizada como rota entre dois pontos. deve ser registrado a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: W45 BGC DCT. NOTA 7: As rotas ATS são balizadas através dos auxílios à navegação (VOR/NDB). NOTA 5: Fora dos limites laterais e/ou abaixo do nível de vôo mínimo de aerovias. NOTA 1: Sobre regiões montanhosas o gabarito é de 2000 pés (600m). e não: UA317. e não: W45.2. fixos etc. 2) Num vôo de SBBR(BRS)/SBGL(CAX).

2.2 MANUAL AIP-BRASIL 9. nas quais as informações não possam ser adequadamente representadas na escala das ERC.5.MAP 9.500 e vertical . São confeccionadas em duas escalas: horizontal .5. por intermédio de cartas avulsas. podendo variar de 1. onde existirem obstáculos. os procedimentos em caso de falha de comunicação com o órgão de controle radar.000 até 1:24.5. NOTA: As Cartas ARC do Rio de Janeiro/São Paulo e ARC Curitiba/Florianópolis/ Navegantes são distribuídas separadamente do AIP-MAP. podendo variar de 1:10.88 MCA 53-1/2008 9.000 e vertical.Tipo A (AOC) Tem por finalidade representar todos os obstáculos existentes nas áreas da decolagem. . Descreve.1:2.5. textualmente. que possam ter interferência na limitação operacional das aeronaves durante a decolagem.1 Carta de Obstáculos de Aeródromo .5.000 até 1:2. 9.3. 9.2 Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC) Tem por finalidade proporcionar informação detalhada sobre o perfil do terreno de determinada parte da área de aproximação final.1 Carta de Área (ARC) É uma carta avulsa que se destina a proporcionar ao piloto informações que facilite sua tarefa nas transições entre o vôo em rota e a aproximação para um aeródromo através de áreas terminais com estruturas complexas de rotas ATS. É obrigatória para todos os aeródromos abertos ao tráfego aéreo comercial internacional.3 MANUAL AIP BRASIL .1:500. São confeccionadas em duas escalas: horizontal. 9.3.2.400.5. São obrigatórias para todos os aeródromos dotados de equipamentos para aproximação por instrumentos de Categoria II e III. para que os exploradores de transporte aéreo possam avaliar o efeito do terreno ao determinar a altura de decisão empregando radioaltímetro.2 Carta de Atitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR) Tem por finalidade fornecer informação que permita às tripulações monitorar e conferir as altitudes ou níveis atribuídos quando sob controle radar.

5 Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC) Destina-se a proporcionar os detalhes necessários para os movimentos das aeronaves entre as pistas de táxi e as posições de estacionamento nos pátios e vice-versa.3. É publicada somente para os aeródromos onde o tráfego visual para o aeródromo for diferente do circuito padrão. dos pontos INS e observações (RMK) sobre a utilização dos pátios representados.3. a designação será a do fixo comum.6 Carta de Aproximação Visual (VAC) A função desta carta é proporcionar ao piloto uma visão gráfica dos procedimentos de circulação visual no tráfego para pouso ou decolagem. É identificada pelo nome do fixo ATS a que se destina a aeronave.MCA 53-1/2008 89 9. 9. informações sobre as coordenadas dos pontos de estacionamento. auxílios luminosos. onde as saídas se bifurcarem. desde o pátio de estacionamento até a pista de pouso e vice-versa. em saídas por instrumentos. Contém uma representação gráfica das principais instalações e serviços existentes no aeródromo. coordenadas das cabeceiras.5. 9.5. sinalização horizontal. no momento da transição para o vôo visual e para a rápida saída da pista depois do pouso. NOTA: Essa carta está sendo substituída pela carta de aeródromo (ADC). 9.5.3. Quando a saída se destina a dois ou mais fixos. provendo as informações necessárias para pouso.5. .3. A carta de aeródromo possui no seu verso informações sobre as características físicas do aeródromo.3 Carta de Pouso (LC) Tem por finalidade fornecer uma ilustração do aeródromo. de modo a facilitar a aproximação para a pista em uso. perfil longitudinal e observações (RMK) sobre utilização das pistas e pátios representados. auxílios visuais. temperatura de referência.5. 9.7 Carta de Saída por Instrumentos (SID) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo as informações que permitem chegar à rota prevista. distâncias declaradas. no verso.4 Carta de Aeródromo (ADC) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo a informação necessária para facilitar o movimento das aeronaves no solo.3. A carta de estacionamento de aeronaves possui.

RADAR.5. VOR.1.9 Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC) Tem por finalidade proporcionar a representação gráfica vista em planta e em perfil de uma aproximação por instrumentos.8 Carta de Chegada Padrão por Instrumento (STAR) Tem por finalidade proporcionar à tripulação de vôo a informação que lhe permita seguir a rota de chegada padrão por instrumento designada.1. ora existentes com pontos de notificação e fonética de quatro letras serão gradativamente substituídas para adequar-se ao preconizado pela OACI.2 Nos procedimentos conjugados.5.5.3. nos procedimentos somente para circular e.1 A identificação do tipo de procedimento de aproximação por instrumentos será colocada na margem superior direita da carta e feita pelo tipo de procedimento (NDB.90 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Quanto ao número de letras deverão ter a grafia e a fonética com cinco letras. PAR). Exemplo: ILS RWY 10 CAT II 9. ILS.5. será acrescida uma letra após o tipo de procedimento.9.3. os tipos de auxílio-rádio serão separados por uma barra diagonal inclinada à direita. 9. É obrigatória para todo aeródromo aberto para operações por instrumentos (IFR). será colocada.1. Exemplos: RNAV(VOR / DME) RWY 24 .5.9. NOTA 2: As SID.3. 9.9. caso tenha um outro procedimento com mesmo tipo e RWY.1. seguida da abreviatura RWY e designador da THR ou das THR.1 Identificação 9. aproximação perdida (arremetida) e a órbita de espera. sem espaço. a identificação será precedida da sigla “RNAV” e com os auxílios utilizados para a execução do procedimento logo a seguir da sigla e entre parênteses. GPS. Exemplo: ILS/DME VOR/DME LLZ/DME 9.3.9. a informação “CAT II”.9.5.3 Nos procedimentos ILS com categoria II ou superior à categorização do ILS.4 Nos procedimentos de navegação de área. 9.3.3. após a identificação da pista.3. desde a fase em rota até a fase de aproximação.5. 9.

Descida DELTA 1.6 Para procedimentos somente para circular.1. . Descida ECHO 1.1 O nome do procedimento é identificado por um grupo alfanumérico e pela designação da pista para a qual se aplica o procedimento. Exemplos: VOR A RWY 02 e VOR B RWY 02.7 A identificação abaixo está sendo gradativamente substituída pela identificação supra citada. CHARLIE 2.9.7.. NOTA 1: A ausência de auxílio-rádio após a sigla RNAV. Exemplos: PAR RADAR (Não precisão) ILS VOR NDB Descida ALFA 1. DELTA 2.5.5.1.3.3. e assim sucessivamente. e assim sucessivamente. 9.3. Exemplo: VOR RWY 10 (HEL ONLY)... BRAVO 2.. seguido do tipo de auxílio-rádio principal (DELTA 1 RWY 15-VOR).. a informação “ HEL ONLY “.9. iniciando por A e em seqüência ascendente... Descida BRAVO 1.. iniciando por Z e em seqüência descendente..5.. ECHO 2.MCA 53-1/2008 91 9.9. indica-se que o procedimento poderá ser executado utilizando-se qualquer dos sistemas para a navegação de área. NOTA 2: Nos procedimentos exclusivamente para helicópteros será colocada após a identificação da pista. 9. a identificação será seguida de uma letra do alfabeto..3. ALFA 2... Exemplos: VOR Z RWY 14.1.9.5 Quando houver mais de um procedimento que utilize os mesmos auxílios à navegação... 9.5. Descida CHARLIE 1. VOR Y RWY 14.1. que utilizem os mesmos auxílios à navegação. a identificação será seguida de uma letra do alfabeto.

5.1.3. sob jurisdição de um mesmo APP.1. operando por instrumentos. ou seja. localizados dentro de uma mesma TMA/CTR.9.92 MCA 53-1/2008 NOTA: Quando houver mais de um aeródromo.5.9 Altitude Mínima de Setor (MSA) .9. os procedimentos receberão designadores na seguinte ordem de importância dos aeródromos: AUXÍLIO PAR RADAR ILS VOR NDB 9.3.8 Procedimento 1o AERÓDROMO 2oAERÓDROMO ALFA BRAVO CHARLIE DELTA ECHO FOXTROT GOLF HOTEL INDIA JULIETT 3o AERÓDROMO KILO LIMA MIKE NOVEMBER OSCAR 9.

5.5.10 Altitudes Representação Gráfica: 3000 pés 4000 pés 5000 pés 6000 pés 9. principalmente ao realizado à alta altitude.4 OUTRAS CARTAS KT menor que 91 KT de 91 KT a 120 KT de 121 KT a 140 KT de 141 KT a 160 KT de 161 KT a 210 KT .1 Características: a) composta essencialmente de uma base geográfica (de escala maior a fim de que seja obtida a precisão requerida) sobre a qual são adicionadas as informações aeronáuticas. CATEGORIA A B C D E 9.5.. b) teto.1.altitude recomendada . cartas de rota.altitude mínima . 9.1.4. e c) visibilidade: a categorização da aeronave é de responsabilidade exclusiva do piloto em comando.altitude obrigatória 9.5.9.3.4. e b) utilização no planejamento de vôo. etc. A carta é também empregada para: a) servir como carta aeronáutica básica na confecção das cartas de área.5. espaços .1.11 Especificações a) tipo de operação do aeródromo: IFR diurna ou noturna. tais como: auxílios-rádio.altitude máxima .3.1 Carta Aeronáutica Mundial (WAC) Tem por finalidade atender aos requisitos da navegação visual. tomando-se como base a velocidade na configuração de pouso. aeródromos.9.MCA 53-1/2008 93 9.

000.1.94 MCA 53-1/2008 aéreos condicionados.1 Tendo em vista a base geográfica utilizada na compilação da série WAC. d) obrigatória para todo o mundo. e f) produzida na escala de 1:1.5.000. arredondada para o múltiplo de dez metros imediatamente superior.2. seção 3. parte GEN. tanto para mais como para menos.5.1 Escala é a relação entre uma dada distância na carta e a que ela representa na superfície da terra. que nada mais são que a maior elevação dentro de uma área compreendida entre um grau de diferença de latitude e um grau de diferença de longitude. c) deve indicar claramente os principais acidentes planimétricos. 9. Para vôos IFR fora de aerovia.1. a ICA 100-12 deve ser consultada.2 Recomenda-se também. subseção 2. alerta-se aos usuários que as elevações constantes dentro de cada quadrícula podem estar com incorreção de altimetria.4.2 Restrição ao uso 9.1.4.1. 9.3 Escala 9.5.4.4. juntamente com um resumo das características dos aeródromos e dos auxílios-rádio. que o uso da carta se limite à navegação VFR. bem como as altitudes máximas de quadrícula.3. NOTA: As correções sobre tais cartas podem ser obtidas na AIP-BRASIL. b) compilada a partir de uma base cartográfica.000.5.4. conforme sua finalidade. 9.5.1. cabendo a cada país a responsabilidade pela edição das folhas compreendidas pelo seu território. Exemplo: 1:1.2.000 (um por um milhão) . e) são necessárias 46 folhas (4x6 graus) para cobrir todo o território brasileiro.

2 Isto quer dizer que.5 Determinação de Rumos e Distância 9.4.MCA 53-1/2008 95 9.000 1:500.1.4.5. referente ao elemento de maior elevação (cota) conhecida em cada quadrícula. incluindo terrenos e obstáculos. principalmente.5.1.1 Os valores das elevações máximas indicadas nas quadrículas limitadas pelas linhas graduadas de paralelos e meridianos.1 Existe. Caso esses algarismos estejam acompanhados de um sinal de subtração (-).1.000. O valor é baseado na informação disponível.000 1cm = 2.000 cm = 1 Km Assim: Escala 1:250.3.4. 100. os valores indicados serão expressos.4 Elevações máximas 9.4. pontos cotados e curvas de nível a intervalos de 100 pés.5.5. . respectivamente.000 1cm = 10 Km etc 9. uma unidade na carta representa um milhão de unidades na superfície. referidos ao nível médio do mar (MSL).5.5.4. um grande número de plotadores que nada mais são que uma combinação de régua e transferidor.5.4.4.1. na medida de rumos verdadeiros e eventualmente para achar distâncias. são representados em milhares (algarismos grandes) e centenas (algarismos pequenos) de pés acima do nível médio do mar.4.2 As formas de terreno são indicadas pelo sombreado do relevo. através dos algarismos grandes e pequenos. São utilizados. cores hipsométricas. 9.1. Exemplo: 38 3800FT ALT NOTA: Tendo em vista algumas cartas ainda possuírem elevações em metros. indicará que esse valor é baseado em uma elevação estimada. 9. em centenas e dezenas de metros.1. A unidade mais usada é o centímetro.5 Km 1cm = 5 Km 1:1. com intermediárias de 330 pés quando necessário.

2 logo após. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada. 8.3 caso não cruze um ou mais meridianos.RV: 1 2 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota. O resultado dessa operação será igual ao Rumo Magnético.2 Instruções de Uso do Plotador Medindo o Rumo Verdadeiro . 3.5.1 se cruzar.Rmg: 4 5 6 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota. Assim.4. 3. de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo. observando as setas de indicação de rumo e contra-rumo. 8 observar se a rota cruza um ou mais meridianos. 3. deve-se ajustar o plotador circular.4 logo após. de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo. Assim.1. 8. identificar a linhas isogônica mais próxima aos pontos plotados e atualizá-la. ajustar o plotador circular. Medindo o Rumo Magnético .2 logo após. ajustar o plotador circular. e 3 observar se a rota cruza um ou mais meridianos. alinhar a régua de plotar entre os pontos. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas.5. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas. conforme a variação indicada na carta.3 caso não cruze um ou mais meridianos. de forma que o rumo 00º coincida com um meridiano. 7 somar o valor angular da linha isogônica identificada e atualizada com o Rumo Verdadeiro. 8. medir o Rumo Verdadeiro. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro. de forma que o rumo 0º coincida com um meridiano. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro. deve-se ajustar o plotador circular.96 MCA 53-1/2008 9. . 3.1 se cruzar.

4 logo após.2. deve-se observar o valor atualizado da declinação magnética. no plotador circular. e conferir. constatando.5. NOTA 2: No Brasil.4. o valor coincidente com essa declinação. face a sua posição geográfica no globo terrestre.5.1 As figuras seguintes servem de ilustração para esclarecer as instruções de uso do plotador. Em seguida. e alinhar essas marcações com a rota designada. NOTA 1: Para atualizar a linha isogônica. deve-se multiplicar a variação anual pelos anos que se passaram até o momento atual. . constante da marcação citada.1. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada. no rumo 0º. assim. 9. Para se achar o Rumo Magnético. constante da marcação de declinação magnética. deve-se posicionar o Rumo verdadeiro medido e constante do plotador circular. Medindo as Distâncias: 1 2 verificar as marcações constantes na régua. Esse valor é o Rumo magnético. a distância.MCA 53-1/2008 97 8. observando a escala apropriada. sempre somarão as linhas isogônicas ao Rumo Verdadeiro.

1 Para medir Rumo Verdadeiro: .2.5.98 MCA 53-1/2008 9.1.4.1.5.

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99

9.5.4.1.5.2.1.2 Para medir Rumo Magnético:

100

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9.5.4.1.5.2.1.3 Para o cálculo do rumo magnético (Rmg), adicionar ao rumo verdadeiro (Rv) a declinação magnética (Dmg) média, realizando a correção das linhas isogônicas através da variação anual.

Variação anual: 10’W para 1996 Dados: Rv = 080º Dmg =11ºW Correção: (para 2008) 12 anos x 10’= 120’ou 2º Rmg = 080º + 11º + 2º Rmg = 093º 9.5.4.2 Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV) Destina-se, como as WAC, a atender as necessidades do vôo visual, principalmente ao realizado à média altitude. É editada na escala de 1:500.000 e é recomendada pela OACI. São necessárias 158 folhas (2x3 graus) para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.3 Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV) Produzida na mesma escala das CNAV com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CNAV em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica.

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101

9.5.4.4 Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP) Produzida de forma semelhante à WAC, na escala de 1:250.000 e, como ela, destina-se ao vôo visual, principalmente ao realizado à baixa altitude. Não está prevista pela OACI. Há necessidade de 557 folhas (1x1,5 graus)para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.5 Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP) Produzida na mesma escala das CAP com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CAP em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica. 9.5.4.6 Carta de Rotas Especiais para Aeronaves (REA) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde a aeronave obedecerá a condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de facilitar o fluxo de tráfego visual, em locais de grande movimento. Esse tipo de carta também é confeccionado para o tráfego de aeronaves sem transponder, identificada com a abreviatura REAST. 9.5.4.7 Cartas de Rotas Especiais para Helicópteros (REH) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde o helicóptero obedecerá condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de disciplinar o tráfego VFR, evitando conflito com o tráfego IFR e proporcionar o máximo de áreas livres no solo para pouso de emergência. 9.6 9.6.1 ATUALIZAÇÃO As Cartas sofrem substituição sempre que haja alterações importantes a serem

introduzidas. 9.6.2 No final de cada ano será editado o calendário de publicação das emendas às Cartas de

Planejamento (FPC), de Rotas (ERC), as contidas na AIP-Brasil e na AIP-Brasil - MAP, indicando as datas limites de recepção da informação no ICA, as de expedição, as previstas para o recebimento pelos usuários e, ainda, as de entrada em vigor.

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9.6.3

Poderá ser necessário editar novas cartas que fazem parte da AIP-MAP, essas serão

editadas conforme calendário de Suplemento AIP, não sendo incluídas na edição normal, saindo sempre sob a forma de Suplemento AIP. No entanto, a efetivação delas será publicada através de um NOTAM. Essas cartas devem ser inseridas no manual AIP-MAP e a sua Lista de Verificação deve ser atualizada de forma manuscrita, até que passe a constar em uma nova lista. 9.6.4 A quantidade de ciclos AIRAC de distribuição das cartas acima será estabelecida pelo

DECEA. 9.6.5 As outras cartas (ver 9.5.4) vem sendo impressas e reimpressas sem prazos pré-

determinados. 9.6.5.1 Em caso de pequenas alterações, que não exijam substituição, a correção das cartas poderá ser feita através das páginas de "correções manuscritas" existentes no AIP-BRASIL, GEN 3.2.8 (Correções das cartas que não são publicadas na AIP).

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10 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO Nesse capítulo serão abordados Regras e Procedimentos de Tráfego Aéreo necessários para o cumprimento e bom desempenho das atividades rotineiras do Serviço de Informação Aeronáutica. As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços ATS podem se adquiridas na ICA 100-12, que contém as seguintes informações relacionadas: a) regras do ar, gerais, de vôo visual e de vôo por instrumentos; b) espaço aéreo sob jurisdição do Brasil; c) estrutura do espaço aéreo; d) classificação do espaço aéreo ATS; e) aerovias; e f) serviços de controle de área, aproximação, aeródromo, informação de vôo e de alerta. 10.1 REGRAS DE VÔO VISUAL 10.1.1 Exceto quando operando como vôo VFR especial, os vôos VFR deverão ser conduzidos de forma que as aeronaves voem em condições de visibilidade e distância das nuvens iguais ou superiores àquelas especificadas na Tab.1 (ver 10.1.2). 10.1.2 Não obstante o estabelecido anteriormente, os vôos VFR somente serão realizados quando simultânea e continuamente puderem cumprir as seguintes condições: a) manter referência com o solo ou água de modo que as formações meteorológicas abaixo do nível de vôo não obstruam mais da metade da área de visão do piloto; b) voar abaixo do nível de vôo 150 (FL150); e c) voar com velocidade estabelecida conforme a Tab.1.

b) em lugares não citados no item anterior. povoados. ou b) a visibilidade no solo for inferior a 5 Km. tendo como referência a estrutura mais elevada da parte edificada.1 As aeronaves em vôo VFR dentro de TMA ou CTR não deverão cruzar as trajetórias dos procedimentos de saída e descida por instrumentos em altitudes conflitantes. lugares habitados ou sobre grupos de pessoas ao ar livre.1.104 MCA 53-1/2008 F CLASSE DE ESPAÇO AÉREO Distância nuvens B CDE Acima de 900m (3000 FT) AMSL ou acima de 300m (1000 FT) sobre o terreno o que for maior G A 900m (3000 FT) AMSL abaixo ou 300m (1000 FT) acima do terreno. NOTA: A aeronave estará sujeita à ação policial. aeronaves em vôos VFR não poderão pousar.1.3 Exceto quando autorizado pelo ATC para atender vôo VFR especial.4. .4 Exceto em operação de pouso e decolagem. decolar. entrar na ATZ ou no circuito de tráfego de um aeródromo se: a) o teto for inferior a 450m (1500 pés). caso descumpra essa norma. 10. exceto quando autorizada pela autoridade governamental competente. em altura inferior a 150m (500 pés) acima do solo ou da água. e c) sobre estabelecimentos penais em altura inferior a 300 metros (1000ft). 10. 1 10. o vôo VFR não será efetuado: a) sobre cidades. em altura inferior a 300m (1000 pés) acima do mais alto obstáculo existente num raio de 600m em torno da aeronave. bem como não deverão bloquear os auxílios-rádio sem autorização do respectivo órgão ATC. o que for maior Livre de nuvens e avistando o solo das Livre de nuvens 1500m horizontalmente 1500m horizontalmente 300m (1000FT) verticalmente 300m verticalmente Visibilidade 8Km se voando 8 Km se voando no ou 8 Km se voando no ou no ou acima do acima do FL100 acima do FL100 FL100 5 Km se voando 5 Km se voando abaixo do abaixo do FL100 FL100 5 Km se voando abaixo do FL100 5 Km Limite de 380 Kt Velocidade 250 Kt IAS se voando abaixo do FL100 380 Kt IAS se voando acima do FL100 Tab.1.

1. c) os aeródromos de partida. (NR) .2.farol de aeródromo em funcionamento.4 e 15.17.1.2.Portaria DECEA No 63/SDOP. visto que a operação é de sua inteira responsabilidade. de 21 de outubro de 2009. e) referente ao farol de aeródromo. se a hora estimada sobre esse (via . de destino e de alternativa deverão estar registrados ou homologados para operação VFR. sua exigência poderá ser dispensada a critério do órgão regional do SISCEAB quando se tratar de heliponto público.17. caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período noturno. g) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação VFR noturna.MCA 53-1/2009 105 10.2.3. caso contrário. b) a aeronave deverá estar homologada para voo IFR. e b) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos de partida. atendidas as exigências para o voo VFR diurno. Esse auxílio visual será instalado a critério de seu proprietário. .1.2.5 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VÔO VFR 10. o voo deverá ser iniciado no período diurno.5.sistema de luzes das pistas de pouso em funcionamento (ver itens 15. de destino e de alternativa deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR.5).3.3. 15.1. de destino e de alternativa deverão dispor de: . 10.17.5.1. quando se tratar de heliponto privado.1. e .1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida. d) a aeronave deverá dispor de transceptor de VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com Órgãos ATS apropriados.1: a) o piloto deverá possuir habilitação para voo IFR. idêntico critério se aplicará à alternativa. f) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação VFR noturna.5.2 Período Noturno Além das condições prescritas em 10.indicador de direção de vento iluminado ou Órgão ATS em operação.2.

2 NÍVEIS DE CRUZEIRO Os níveis de cruzeiro de vôos IFR efetuados dentro e fora dos espaços aéreos controlados.2. em função do rumo magnético da rota a ser voada. 10. também será dispensada das exigências contidas em a) e b). 10. serão selecionados conforme a Tab.2. quando o aeródromo de destino for o mesmo aeródromo de partida. . quando realizado acima de 900m (3000 pés) em relação ao solo ou água.1.3.1. quando realizado dentro de um raio de 50Km (27NM) do aeródromo de partida. exceto quando autorizado em contrário pelo respectivo ACC.2 (ver 10. NOTA: Para o cálculo de nível mínimo IFR fora de rota ATS (ver 9.2. e na inexistência desses espaços aéreos. nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis em algumas aerovias e nas aerovias ou trechos de aerovias de mão única.5. de acordo com a Tab. nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis e nas aerovias de mão única. mesmo que não exista um aeródromo de alternativa habilitado para operação noturna no espaço aéreo em questão ou o vôo for evoluir em CTR ou TMA contíguas.106 MCA 53-1/2008 aeródromo ou heliponto de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período noturno.1) e com o item 10.3.6 NÍVEIS DE CRUZEIRO Exceto quando autorizado pelo Órgão ATC. não se aplicarão ao vôo VFR noturno as exigências contidas em a) e b).2 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR) 10.2. será efetuado em um nível/altitude apropriado à rota. incluindo as projeções dos limites laterais.1). 10.1 NÍVEIS MÍNIMOS Exceto quando necessário para pouso ou decolagem.4). CTR ou TMA. e h) quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ. o vôo VFR em nível de cruzeiro. No caso específico de vôo VFR no período noturno nos espaços aéreos citados anteriormente. o vôo IFR deverá ser realizado em nível não inferior ao nível mínimo de vôo estabelecido para a rota a ser voada. 2 (ver 10.3.

as condições meteorológicas predominantes nesse aeródromo ou heliponto deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR .2. g) para operação de pouso IFR. f) órgão ATC ou AFIS em funcionamento. d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida. (NR) . em funcionamento.5. o aeródromo de alternativa selecionado IFR deverá estar operando baseado em IAC convencional (VOR.3 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VOO IFR 10.2. e i) para operação de pouso IFR.4). uma carta de aproximação por instrumentos (IAC RNAV – GNSS) aprovada pelo DECEA. de 27 de abril de 2009. c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem (ver 11. e) auxílio-rádio à navegação homologado pelo DECEA. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. NDB ou ILS). Nesse caso. deverá possuir uma carta de aproximação por instrumentos (IAC). aprovada pelo DECEA. de destino.1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida. deverá possuir uma carta de saída por instrumentos (SID). de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados. .MCA 53-1/2009 107 10. h) para operação de decolagem IFR.3. Nessa situação o voo somente poderá partir VFR. de destino e de alternativa deverão estar homologados ou registrados para operação IFR diurno. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP. b) caso o aeródromo ou heliponto de partida não esteja homologado para operação IFR. aprovada pelo DECEA.8. poderá ser utilizada para execução do procedimento IFR.2. para a realização dos procedimentos IFR convencionais.

de destino.17.Portaria DECEA No 63/SDOP. o voo deverá ser iniciado no período diurno.3. (NR) . caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período diurno. de 21 de outubro de 2009. idêntico critério se aplicará à alternativa.2. atendidas as exigências para o voo IFR diurno. caso contrário.2 Período Noturno a) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação IFR noturna. e e) os aeródromos ou helipontos envolvidos deverão obrigatoriamente possuir sistema de luzes das pistas em funcionamento (ver itens 15.3.3.108 MCA 53-1/2009 10.4 e 15. c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem. bastará que esse aeródromo ou heliponto esteja homologado para operação IFR diurna.1.17.2.2.2.17.2.3. . 15. se a hora estimada sobre esse (via aeródromo de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período diurno.1.5 ).2. de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados. b) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação IFR noturna. d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os Órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida.

FL320. . etc. etc. rumo magnético entre 180º/359º (FL300.Portaria DECEA No 63/SDOP. em obediência às regras de tráfego aéreo. A055. etc. FL390 e FL410). FL350.3. FL310. FL330.6.5.) e ALTITUDE EM PÉS (exemplo: A030.exemplo: F030. são os constantes da tabela seguinte: RUMO MAGNÉTICO DE 000º a 179º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 3000 35 1050 3500 900 5000 55 1700 5500 1500 75 2300 7500 2150 7000 95 2900 9500 2750 9000 11000 115 3500 11500 3350 13000 135 4100 13500 3950 15000 4550 5200 17000 19000 5800 21000 6400 23000 7000 7600 25000 27000 8250 29000 8850 33000 10050 11300 37000 41000 12500 45000 13700 49000 14950 etc. Tab. sobre todo espaço aéreo de jurisdição do Brasil e o corredor EUR/SAM (corredor entre a Europa e a América do Sul). de 21 de outubro de 2009. Dessa forma.2) são os constantes nas colunas FL (nível de vôo . FL370.2 Os dados previstos para serem inseridos no plano de voo CAMPO 15 “NÍVEIS DE CRUZEIRO” (ver 11.3. DE 180º a 359º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 2000 600 1200 4000 1350 4500 45 1850 6000 65 2000 6500 8000 2450 85 2600 8500 3050 10000 105 3200 10500 3650 12000 125 3800 12500 4250 14000 145 4400 14500 4900 16000 5500 18000 6100 20000 6700 22000 7300 24000 7900 26000 8550 28000 9450 31000 10650 35000 11900 39000 13100 43000 14350 47000 15550 51000 etc. etc). 10. FL360. F055. FL340.3 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO 10. FL380 e FL400). 10. excetuando-se os casos previstos nas REA ou REH e acordos operacionais reconhecidos pelo DECEA. FL 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240 260 280 310 350 390 430 470 510 etc. (NR) .MCA 53-1/2009 109 10. altitude e altura) a serem observados.1 Os níveis de cruzeiro (nível.3.3 A RVSM será aplicada no volume de espaço aéreo entre os níveis FL290 (inclusive)/FL410 (inclusive). 2 FL 30 50 70 90 110 130 150 170 190 210 230 250 270 290 330 370 410 450 490 etc. as aeronaves que evoluírem nessa porção (limites verticais e laterais) do espaço aéreo. deverão obrigatoriamente selecionar seus níveis IFR da seguinte forma: rumo magnético entre 000º/179º (FL290.

2 No Brasil as classes aplicadas são as seguintes: SUJEITO AUTORIZAÇÃO ATC SIM SIM CLASSES TIPO DE VÔO IFR IFR VFR LIMITE DE VELOCIDADE NÃO APLICÁVEL NÃO APLICÁVEL 380KT IAS NÃO APLICÁVEL RÁDIO COMUNICAÇÃO BILATERAL CONTÍNUA BILATERAL CONTÍNUA A B C IFR VFR ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM D IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM IFR E VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO SIM NÃO F/G IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO NÃO 10.1 Os espaços aéreos ATS são classificados e designados alfabeticamente de A a G. e) aerovias superiores.4.4. e as inferiores acima do FL145.3 Deve-se observar que todas as: a) FIR. estão classificadas como Classe A. e .4.110 MCA 53-1/2008 10. c) CTA entre o nível mínimo e o FL145 estão classificadas como Classe D. b) CTA entre o FL145/FL245 estão classificadas como Classe A. d) UTA estão classificadas como Classe A. f) TMA e CTR estão classificadas como classes C ou D. 10. GND/UNL ou GND-MSL/UNL estão classificadas como Classe G.4 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS 10.

5 REGRAS GERAIS 10. sujeitos às seguintes disposições: a) poderão ser autorizados vôos VFR especiais. Durante a aplicação do Plano de Contingência.5. vôos VFR especiais poderão ser autorizados pelo APP. 10. para que aeronaves entrem ou saiam de uma CTR ou TMA. com decolagem e pouso no mesmo aeródromo.1 MUDANÇAS DE REGRA DE VÔO Os órgãos ATC somente aceitarão cancelamentos de planos de vôo IFR para VFR e VFR para IFR. todas as rotas ATS serão reclassificadas como classe G.5.5. referente à interrupção parcial. NOTA: Durante a aplicação do Plano de Contingência.5.MCA 53-1/2008 111 g) aerovias inferiores.2 NÍVEL MÍNIMO DE AEROVIA É o nível estabelecido pelo DECEA e indicados nos trechos de aerovias constantes das ERC ou na AIP-BRASIL.5. se as notificações vierem acompanhadas das mudanças que tenham de ser feitas no plano de vôo em vigor. 10.3 NÍVEIS MÍNIMOS IFR FORA DE AEROVIA É responsabilidade do piloto em comando calcular o nível mínimo para vôo IFR toda vez que o vôo for realizado fora de aerovia (ver 9. . Nesses casos os vôos serão conduzidos como VFR especiais somente nos trechos compreendidos dentro desses espaços aéreos. todas as rotas ATS do espaço aéreo inferior terão seus níveis de vôo mínimo alterados para o FL160. b) adicionalmente. 10. abaixo do FL145.2.4). 10. com pouso ou decolagens em aeródromos localizados dentro dos limites laterais desses espaços aéreos.4 AUTORIZAÇÃO PARA VÔOS VFR ESPECIAIS Quando as condições de tráfego permitirem. referente à interrupção parcial. estão classificadas como Classe D. o APP poderá autorizar vôos VFR especiais para operação local dentro de uma CTR. inclusive.1.

3000m ou o valor constante da SID (o que for maior). e .300m (1000 pés).112 MCA 53-1/2008 c) somente poderão ser realizados vôos VFR especiais no período diurno. d) as aeronaves deverão estar equipadas com transceptor VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATC apropriados. . e e) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos envolvidos deverão ser iguais ou superiores aos seguintes valores: .TETO .VISIBILIDADE .

AIP-BRASIL. C e D.3 Dessa forma. ICA 63-13.1. ICA 100-9. ICA 100-11. temos a certeza que o nosso profissional. FCA 63-50. AIC N05/2007 e AIC N19/2008. ROTAER. ICA 100-12. MCA 100-11. ICA 100-1. MCA 102-7. mensagens de atualização de Plano de Vôo. 11. Mensagem de Transporte Especial e Mensagem Administrativa ao SICONFAC) explicando e exemplificando procedimentos que visam divulgar e completar assuntos já tratados em outras publicações oficiais relacionadas a doutrina básica do Especialista AIS. nunca divorciando a teoria da prática.MCA 53-1/2008 113 11 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS 11. ICA 100-3. 11. no desempenho de suas funções numa Sala AIS. . possa atuar de maneira a aplicar os diversos conceitos a respeito do assunto supracitado. ICA 100-4.4 Modelos de Planos de Vôo (Completo e Simplificado) e das respectivas mensagens de atualização (DLA.1.1 CONSIDERAÇÕES 11.1 As informações abordadas nesse capítulo estão ligadas direta ou indiretamente às seguintes publicações: ICA 53-2.2 Considerando que o objetivo principal desse capítulo é reunir matérias relacionadas às mensagens veiculadas nas Salas AIS de aeródromo (Planos de Vôo Completo ou Simplificado. ICA 100-15.1.1. CHG e CNL) poderão ser observados nos Anexos B. AIC N06/2006. uniformizando as ações tomadas no referido órgão. 11. AIP-MAP.

VFR. (3) Informar ao órgão ATS local pelos meios disponíveis. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. e CNL) como se fosse a Sala AIS do aeródromo de partida do voo. sempre antes de encaminhar o PVS e suas mensagens de atualização para transmissão. na inexistência de Sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que essa não esteja em funcionamento. de 27 de abril de 2009. Y ou Z (1) VOO INTERNACIONAL IFR. de 27 de abril de 2009. Y ou Z VOO DOMÉSTICO IFR. VFR. Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC VOO DOMÉSTICO IFR. VFR. deverá retransmiti-lo conforme a tabela acima. VFR. Y ou Z APRESENTADO EM SALA AIS QUE NÃO AD PART VOO DOMÉSTICO IFR. Y ou Z (MENOS 20 MIN.114 MCA 53-1/2009 11. DLA. VFR. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO IFR. Y ou Z (1) (PARA TRECHOS INICIADOS NO EXTERIOR APRESENTADOS EM SALA AIS NO BRASIL) PLN VOCOM EMPRESAS AÉREAS CONCESSIONÁRIAS (*) ACC DE ORIGEM DO VOO ACC ADJACENTE ÓRGÃO ATS AD DEST SALA AIS AD PART CGNA CODA COpM (2) X X X X X X X X (1) X X X X X(2) X X X X X X(2) X (3) X (3) X X(4) X X X X X X(2) X (5) X X (6) X (7) (*) X X(2) (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC (MENOS 20 MIN. como se tivesse sido apresentado nessa Sala AIS. ao receber o FPL e/ou suas mensagens de atualização. VFR. a Sala AIS que recebeu o plano de voo (PLN) deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL. (2) Os COpM das FIR a serem sobrevoadas.2 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) ÓRGÃOS PLN/DLA/CHG/CNL VOO DOMÉSTICO IFR. . Excepcionalmente. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL(*) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL COM AVOEM ou AVODAC(*) VOO INTERNACIONAL IFR. OBSERVAÇÕES: (1) A Sala AIS do aeródromo de partida do voo. VFR. CHG.

AVOEM. acrescentar os indicadores de destinatários de todos ACC estrangeiros envolvidos. deverá ser transmitida também à Sala ARO do aeródromo de partida do voo.AVIAÇÃO GERAL AFIS ARO CGNA CODA COpM (*) INDICADOR DE LOCALIDADE + DESIGNADOR TELEGRÁFICO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO SBRJ SBBR ACC + ZAZX + ZTZX + YOYX + YOYM + YOYG + YSYX + ZPZX + ZXIP(*) + ZXCD + YWYX EXEMPLOS SBBRZAZX SBBRZTZX SBBRYOYX SBBRYOYM SBBRYOYG SBMKYSYX SPIMZPZX SBRJZXIP(*) SBBRZXCD SBCWYWYX (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. ÓRGÃOS APP TWR AIS AIS MILITAR AIS SATÉLITE . (7) Quando não existir uma sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que não estejam funcionamento. para mensagens NÃO relacionadas aos voos IFR/VFR (Exemplo: PRENOTAM. CHG. deverá ser acrescido aos indicadores de destinatários previstos o designador do ACC “ZRZX”. exceto quando outros procedimentos forem estabelecidos em acordos operacionais homologados pelo DECEA.). mensagem de serviço. além do procedimento cabível a cada tipo de VOO DOMÉSTICO. e CNL) a Sala AIS mais próxima do aeródromo de partida do voo que esteja em funcionamento e que esteja contida na mesma FIR. somente deverá ser utilizado com o indicador de localidade do referido ACC. NOTA: Os procedimentos previstos nesse item referentes ao endereçamento de mensagens. (5) Quando se tratar de mensagem encaminhada somente à Sala AIS. 11. AVODAC. No caso das mensagens relacionadas à aeronave presidencial. NOTAM. de 27 de abril de 2009. (6) Os ACC das FIR a serem sobrevoadas. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. . deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL. de 27 de abril de 2009.MCA 53-1/2009 115 (4) Mensagens relacionadas ao Voo Internacional. DLA. etc. devendo ser cumprido fielmente por todos os órgãos que as veiculam. a empresa exploradora da aeronave ou seu representante credenciado.3 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES ACC RECIFE BRASÍLIA CURITIBA AMAZÔNICA ATLÂNTICO IFR(I/Y/Z)(*) SBREZQZX SBBSZQZX SBCWZQZX SBAZZQZX SBAOZQZX VFR SBREZFZX SBBSZFZX SBCWZFZX SBAZZFZX SBAOZFZX NOTA: O designador telegráfico do ACC “ZRZX”.

AIPMAP. b) Plano de Vôo Simplificado Vôo (PVS). é a Sala AIS de aeródromo. pelo órgão ATS receptor de um plano AFIL.116 MCA 53-1/2008 11. ERC.4 Denomina-se plano AFIL é aquele Plano de Vôo apresentado por radiotelefonia a um órgão ATS. operador ou representante credenciado (Empresas Aéreas).6 É compulsória a apresentação do Plano de Vôo: a) antes da partida de aeródromo provido de órgão ATS.1 Plano de Vôo é o documento específico que contém informações relacionadas ao o vôo planejado de uma aeronave ou parte do mesmo que são fornecidas aos órgãos que prestam serviços de tráfego aéreo. ARC. ROTAER.4. tendo em vista a disponibilidade das informações aeronáuticas (AIP-BRASIL. Poderá ser designado outro setor credenciado. Suplemento AIP. e c) Plano de Vôo Repetitivo (RPL). . 11. existem três tipos de planos de vôo. FPC). para os casos das mensagens FPL. cuja decolagem tenha sido de um aeródromo desprovido de órgão ATS. 11. a saber: a) Plano de Vôo Completo (PVC). conforme legislação em vigor. DLA. 11.4.4.2 O local adequado para apresentação do Plano de Vôo (completo e simplificado). NOTAM. b) antes da partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo controlado (ATZ ou CTR). ou d) sempre que se pretender voar através de fronteiras internacionais.4 GENERALIDADES 11.4. CHG ou CNL. assim como os informes e previsões meteorológicas atualizadas. 11. 11.4.4.3 Os Planos de Vôo IFR e VFR e as mensagens de atualização correspondentes deverão ser originadas e endereçadas pela Sala AIS de aeródromo ou.5 As mensagens de plano de vôo apresentadas e as mensagens de atualização correspondentes originadas pelo explorador. dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada. quando aplicável. c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo controlado. deverão apenas ser endereçadas à Sala AIS do aeródromo de partida do vôo. Em função das especificações contidas nesse Manual.

MCA 53-1/2008 117 11. ou NOTA: Nesse caso. das condições pertinentes ao vôo previsto na AIP-BRASIL. nos casos de suspensão de operação para decolagem no aeródromo de partida do vôo.4. b) partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo não controlado. não necessariamente naquela do aeródromo de partida.7 É dispensada a apresentação do Plano de Vôo para: a) vôo de aeronave em missão SAR. o RCC deve ter condições de fornecer dados necessários do Plano de Vôo aos órgãos ATS envolvidos. as Salas AIS podem receber e encaminhar os planos de vôo e suas respectivas mensagens de atualização. das condições meteorológicas (informes e previsões meteorológicas atualizadas) dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada.10 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20). Esse prazo será considerado. antes do preenchimento e assinatura do plano de vôo. no aeródromo de partida do vôo. bem como as regras e procedimentos previstos nas legislações pertinentes do DECEA. deverão ser apresentados.4. ou d) vôo que não cruzar fronteiras internacionais. a partir da hora do restabelecimento das operações. com os seus respectivos CAMPOS. nos NOTAM. 11. do cálculo de combustível previsto para o vôo. NOTA: Os pilotos e despachantes operacionais de vôo deverão ter ciência.4. . de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30).12) e assinados somente por pilotos ou Despachante Operacional de Vôo (DOV). no ROTAER. 11.9 Os Planos de Vôo Completo e suas respectivas mensagens de atualização poderão ser apresentados pessoalmente em qualquer Sala AIS de aeródromo. 11.8 O plano de vôo deve ser apresentado pelo menos a 45 (quarenta e cinco) minutos antes da hora estimada de calços fora (EOBT). e terá sua validade até 45 (quarenta e cinco) a partir da EOBT.4.4. que deve ser preenchido e assinado por pessoa credenciada pelo explorador. exceto o RPL. corretamente preenchidos (ver 11. dos horários de nascer e pôr-do-sol dos aeródromos envolvidos. c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo não controlado. Durante o período de suspensão das operações.

de 24 de agosto de 2010. 11. 11. de 24 de agosto de 2010.11 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20). perceber que há falha nessa mensagem ou se o ACC identificar essa falha e questioná-la. O piloto deverá ser orientado a comparecer a esse Setor para regularização. no máximo.12 Ao receber um plano de vôo (PLN) ou uma mensagem de plano de vôo apresentado (FPL). NOTA 3: Ao ser constatada alguma discrepância. após consulta ao Sistema de Decolagem Certa. deverá: a) envidar todos os esforços possíveis para resolver as falhas detectadas em coordenação.(NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. quando em seus campos forem inseridos dados que atendam às instruções e/ou manuais vigentes publicados pelo DECEA.4. (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. NOTA 1: Entende-se como plano de vôo. com a tripulação envolvida e ou com órgão ATS pertinente. tal Sala AIS.4. adotar os procedimentos previstos pela ICA 63-27 “Procedimentos dos Operadores AIS Relacionados ao DCERTA”. houve falha em relação ao cumprimento acima.4. provavelmente. com a Sala AIS que recebeu o PLN. e . ou mensagem ATS. a Sala AIS que receber o plano de vôo (PLN) é responsável por realizar a crítica inicial em relação ao preenchimento desse plano.118 MCA 53-1/2010 11.14 Quando uma Sala AIS receber um FPL referente a um vôo partindo do correspondente aeródromo. considerando que. b) evitar. corretamente preenchida. 11. e sem rasura(s). Caso algum CAMPO esteja indevidamente preenchido. penalizar o vôo em questão devido aos erros que deveriam ter sido corrigidos quando da apresentação do correspondente PLN.13 Independentemente do local de partida do vôo. de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30) deverão ser preenchidos com caneta azul ou preta. o operador AIS deverá observar os prazos estabelecidos e verificar se os campos estão preenchidos corretamente. sempre que possível.4. NOTA 2: Não deverão ser recebidos os planos de voo que constarem na lista de inadimplência fornecida pelo Setor de Tarifas da INFRAERO. o operador deve solicitar ao apresentador que o corrija e somente receberá o plano de vôo após essa providência.

11. que deverá ser inserido no CAMPO 18 o número da respectiva autorização de vôo. e a outra com o piloto em comando ou explorador da aeronave (segunda via .21 A hora utilizada será UTC. seguindo sua formatação.4.15 Todo veículo ultraleve motorizado que evoluir fora do espaço aéreo condicionado previsto para esse vôo.4. a fim de possibilitar que tal fato seja analisado.16 Ao receber um NOTAM relativo à declaração de aeroporto coordenado.4. deverá apresentar um Plano de Vôo (Completo ou Simplificado).4. exceto quando a AVODAC for emitida pela SAC. 11. ou ao COpM da área ou diretamente ao CODA. a existência. 11. pelos meios adequados.19 Os dados deverão ser inseridos no primeiro espaço e. dedicadas aos serviços aéreos privados e de táxi aéreo (CAMPO 8 .18 No tocante às mensagens FPL. quando da apresentação do Plano de Vôo (Completo ou Simplificado). . o relato dessa ocorrência aos órgãos apropriados.4. DLA. compete ao operador AIS. quando no recebimento do Plano de Vôo. CHG e CNL vindas do exterior.4. Essas aeronaves devem possuir as marcas de nacionalidade e de matrícula “PU”. Na inexistência da autorização. bem como as medidas pertinentes para a correção e prevenção implementadas. aguardando orientações quanto ao procedimento a ser seguido.17 Orientar a tripulação de aeronave sujeita a AVOEM ou AVODAC.letras G ou N).opcional). a discrepância observada ou dados que não atendam às exigências das legislações em vigor.22 As durações previstas de vôo devem ser preenchidas com 4 algarismos (horas e minutos). no CAMPO 18. a Sala AIS deverá comunicar imediatamente à SAC local para providencias aduaneira. esses devem ser mantidos em branco.4.MCA 53-1/2008 119 c) expedir.4. o Plano de Vôo não deve ser recebido. deverá ser observado o procedimento previsto para SLOT ATC de oportunidade.20 O formulário de Plano de Vôo deve ser apresentado em duas vias: a primeira ficará na Sala AIS ou órgão ATS. 11. quando houver espaços em excesso. Caso não exista o código. 11. 11. do código referente ao SLOT ATC alocado. 11. verificar. devendo ser comunicando imediatamente o fato ao ACC da área. 11.

ao se completar o tempo total previsto para o vôo.25 O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo desprovido de órgão ATS ocorrerá. PR + 3 letras ou PU + 3 letras). declarado no PLN inicial. onde foi modificado o ponto de destino (tornando-se novo aeródromo de destino). a qual será utilizada para compor o indicativo de chamada nos procedimentos de radiotelefonia durante o vôo.4. notificado pelo piloto pessoalmente. relativo à aeronave presidencial. CHG e CNL deverão permanecer arquivados por um prazo de 3 (três) anos. Quando. por telefone ou radiotelefonia. de acordo com as instruções abaixo. O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo provido de órgão ATS dar-se-á com o pouso no aeródromo de destino.4. tendo em vista que ao efetuar esse pouso. por qualquer razão. sendo a D-CCO do DECEA órgão competente para atribuir. as mensagens FPL. Esses indicativos foram atribuídos. houve uma mudança intencional no plano de vôo em vigor (CPL).1 CAMPO 7 . com. deverá ser transmitido aos indicadores de destinatários previstos. modificar ou cancelar os referidos designadores: a) a marca de nacionalidade e de matrícula da aeronave (PT + 3 letras. automaticamente. 7 (sete) caracteres.23 O espaço sombreado que precede o CAMPO 3 é para o uso exclusivo da Sala AIS ou do órgão ATS receptor de um plano AFIL. . 11. o pouso for realizado em aeródromo que não o de destino. através de uma informação de chegada contendo: identificação da aeronave e hora de pouso. no máximo.4.120 MCA 53-1/2010 11. excetuando-se dessa obrigatoriedade o caso de pouso em aeródromo provido de TWR. com todos os CAMPOS do plano de vôo (CAMPOS 7 ao 19).4. 11.5. outro plano de vôo deverá ser confeccionado para o novo trecho. DLA. sendo necessária a apresentação de um novo PLN. Isto ocorrerá. PP + 3 letras.IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Inserir a identificação da aeronave.26 O FPL. e necessite prosseguir esse vôo.24 Os Planos de Vôo. 11. 11.5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC) 11. baseados em legislação específica sobre o assunto. As marcas PPZAA até PPZZZ e PTZAA até PTZZZ são reservadas para as aeronaves em desenvolvimento.

construídas por amador e aeronaves experimentais. e f) quando o indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia for diferente de uma das formas apresentadas anteriormente.8. as codificações de aeronaves militares (GORDO. e a marca PU aos veículos ultraleves motorizados.6). MAR01. ALBATROZ. PT01). etc. ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO MARINHA DO MAR + 4 algarismos ou MBR + 4algarismos BRASIL EXÉRCITO BRASILEIRO FORÇA AÉREA BRASILEIRA EBR + 4algarismos ou EXB + 4algarismos FAB + 4algarismos ou BRS + 4algarismos ESPAÇO AÉREO ESTRANGEIRO MBR + 4algarismos EXB + 4algarismos BRS + 4algarismos d) no caso de aeronave presidencial. o registro será da identificação da aeronave líder da esquadrilha. e no CAMPO 18.8.MCA 53-1/2008 121 em processo de homologação. Excetuam-se dessa regra.5. a expressão RMK/ seguido do indicativo de chamada a ser utilizado (ver 11.1. substituir os 4 algarismos pela expressão “01” (exemplo: FAB01. Exemplo: -PTAIS N485JL b) as empresas de transporte aéreo regular realizando vôo de HOTRAN colocarão o designador telefônico previsto de três letras da empresa seguido do número do vôo com 4 algarismos (ver 11.2. em conformidade com a Circular de Informação Aeronáutica especifica sobre o assunto. e) no caso do vôo em formação. o piloto deverá inserir a marca de matrícula da aeronave de acordo com as letras a). desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA. Exemplos: -TAM8770 VRG2252 ONE6223 c) o designador oficial de matrícula das aeronaves das forças armadas brasileiras.) e as aeronaves envolvidas em operações aéreas de segurança pública e/ou de defesa civil.5. BRS01.3). Esse procedimento somente poderá ser usado. . b) e c) anteriores no CAMPO 7.

se IFR.1. Exemplo: -IM . b) N . CAMPO 8 .1 Regras de vôo (1 caractere) 11.se VFR primeiro Exemplo: -Y 11.122 MCA 53-1/2010 11. c) G .para aeronaves de categoria distinta das indicadas.Y CAMPO 8 . o(s) ponto(s) de mudança(s) de regra(s) de vôo.para aeronaves de transporte aéreo não regular (ver ICA 102-8 GRUPO II).2 Para os casos que o piloto desejar registrar sua rota com mais de uma regra de vôo.1.1 Inserir uma das seguintes letras para indicar a regra de vôo que o piloto se propõe a observar: a) I .2.2.5.2. observando o disposto no CAMPO 15.se IFR primeiro d) Z .para aeronaves militares.1. o piloto deve inserir.se VFR c) Y . 11. no CAMPO 15.5.2.para aeronaves da aviação geral (ver ICA 102-8 GRUPO II).REGRAS E TIPO DE VÔO Deve-se observar o seguinte: 11. ou e) X .5.5.5.2 CAMPO 8 .2 Tipo de vôo (1 caractere) Inserir uma das seguintes letras para indicar o tipo de vôo nacional ou estrangeiro: a) S . deverá ser inserida a letra referente ao primeiro trecho.3 No caso de utilização de Y ou Z.2.para aeronaves de transporte aéreo regular (ver ICA 102-8 GRUPO I). d) M .5.Z N0190F130 N0190F085 W47 LON/N0190F095 VFR W26 CTB/N0190F080 IFR W48 DCT PAF170080/N190F080 IFR DCT PAF/N0190F65 VFR W1 11. b) V .

3. 7. 136.2 Tipo de aeronave (2 a 4 caracteres) Inserir o designador apropriado da aeronave. Esse designador consta no MCA 100-11.000kg ou menos. Exemplo: E120 11. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.3e 11.5. ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo.3 Categoria da esteira de turbulência (1 caractere) 11.5. e c) L . Exemplo: Aeronaves FAB2231 FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 realizarão um vôo em formação e a primeira é a aeronave líder (ver 11. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.MÉDIA.3.000kg e superior a 7. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado. indicar o tipo da aeronave no CAMPO 18.1. incluindo a aeronave líder da esquadrilha.7). Exemplo: /M .3 CAMPO 9 .1 Número de aeronaves (1 ou 2 caracteres) Inserir a quantidade de aeronaves quando se tratar de vôo em formação. quando não houver designador estabelecido. inferior a 136.REG/FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 11.000kg ou mais.5.1.5.FAB2231 CAMPO 9 .000kg.5. Quando for registrado ZZZZ.5. CAMPO 7 .5 CAMPO 18 . ou ZZZZ.5.1 Inserir a esteira de turbulência usando a codificação abaixo: a) H .PESADA.8. O vôo em formação de aeronaves civis somente será realizado quando autorizado por órgão competente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).3. precedido de TYP/ (ver 11.3. b) M .8.3.MCA 53-1/2008 123 11.NÚMERO E TIPO DE AERONAVES E CATEGORIA DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA 11.5.8.1.LEVE.7).

de auxílios à navegação e à aproximação: a) N . para indicar os equipamentos de radiocomunicações.RVSM (ver NOTA 5) Z . no lado esquerdo do CAMPO. por radiotelefonia.SDGI O . em complemento ou substituição ao previsto em a) “S”. até o momento da decolagem.2 Inserir. de auxílio à navegação e à aproximação.124 MCA 53-1/2008 11.VHF 8. 11. 11. para indicar os equipamentos de radiocomunicações.5. VOR (O) e ILS (L). NOTA: São considerados equipamentos normais à combinação dos equipamentos/letras: VHF-RTF (V).VOR R . informar ao órgão ATS local.UHF RTF V .5. Assim. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha. ou b) S .RNAV/RNP (ver NOTA 2) T .1 Inserir. uma ou mais das seguintes letras. o Piloto deverá registrar a da aeronave líder e. e esses funcionarem.5. quando necessário.5.2 No caso de vôo em formação que compreenda aeronaves com categoria de esteira de turbulência diferentes.33 Khz (ver NOTA 3) W . de auxílios à navegação e à aproximação. de auxílio à navegação e à aproximação disponíveis e que funcionam: C – LORAN C D – DME F – ADF G – GNSS (GPS) H – HF RTF (ver NOTA 6) I – INERCIAL J – DATA LINK (ver NOTA 7) L – ILS Exemplo: .4 CAMPO 10 – EQUIPAMENTO 11.TACAN U . exigidos para a rota considerada.4.VHF RTF (ver NOTA 4) Y . ADF (F).OUTROS (ver NOTA 1) .3.se a aeronave não dispuser de equipamento de radiocomunicações.3. inserindo a letra “S” entendese que existe na aeronave a combinação dos equipamentos listados anteriormente.4.se a aeronave dispuser de equipamentos normais de radiocomunicações. uma das seguintes letras. exigidos para a rota considerada ou se esses não funcionarem.

6). para voos VFR. NOTA 4: Voos realizados nas classes de espaço aéreo ATS de ALFA/GOLF. indicando que a aeronave deve possuir os equipamentos previstos para os seguimentos de rota RNAV envolvidos (DOPPLER ou INERCIAL ou GPS). (ver 11. deverá ser incluído a letra R.5. UQ. UL.3. toda vez que for realizado voo em espaço aéreo fora de cobertura VHF.4.MCA 53-1/2009 125 NOTA 1: Se for utilizada a letra Z. e BRAVO/DELTA.8. essencial para o voo no continente Europeu acima do FL245. NOTA 2: Toda vez que constar no CAMPO 15 ROTA um dos designadores de aerovias: UZ.8.15). e pelo espaço aéreo da AORRA. UN. Canárias. em todas as FIR nacionais e o corredor EUR/SAM (ver 11. o tipo de equipamento precedido de COM/ e/ou NAV/. NOTA 5: Aeronaves aprovadas para realizarem voos sobre área com Separação Vertical Mínima Reduzida (RVSM).6). de 27 de abril de 2009.1. quando o voo for realizado no espaço aéreo abrangido pelas FIR Recife.5.5. O espaço aéreo RVSM compreende todos os níveis de voo entre o FL290/FL410 inclusive. Atlântico. para voos IFR. UP.1. juntamente com a letra “G”. (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico) excetuando-se os casos especiais previstos na AIP-BRASIL -ENR 3. é requerido equipamento radiocomunicação em funcionamento.(NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP.5.1. UT ou UY.1. respectivamente).9.5. NOTA 3: A inclusão da letra Y indica que a aeronave está equipada com rádios VHF-COM capazes de sintonizar canais com espaçamento de 8. indicando assim que está disponível e em serviço o GPS (ver 11.1.5.8. NOTA 7: Para indicar a disponibilidade de uma aeronave com função ADS em serviço. Dacar Oceânica e Sal Oceânica entre o FL290/FL410. deve ser especificado. no CAMPO 18. A letra R também deverá ser inserida: para indicar que a aeronave é certificada RNP10.8.8 e 11.5.8. NOTA 6: A inclusão da letra H será compulsória.33kHz.4 e 11. UM. . conforme o caso (ver 11.

“B”. a letra “D”.4.1. 11.5.5.2 NOTA 7 e 11. no lado direito do CAMPO junto ao equipamento SSR.5. . Estando dentro de uma CTR classificada como “C” ou “D”.5.5.4. desde que o órgão ATC local autorize em conformidade à CIRTRAF 100-23.126 MCA 53-1/2008 11. porém sem a altitude de pressão.transponder Modo S. d) X . desde que não pretenda evoluir nos espaços aéreos controlados e chegue na FIR através das Rotas Especiais para Aeronave Sem Transponder (REAST) existentes. c) C . porém sem a identificação da ACFT. “D”. no lado direito do CAMPO.4096 códigos).4. usando uma das letras seguintes para indicar o tipo de equipamento (SSR) instalado na aeronave em funcionamento: a) N – nenhum.transponder Modo A (4 dígitos .transponder Modo A (4 dígitos . f) I .3.2 Sempre que as aeronaves pretenderem evoluir nos espaços aéreos ATS classes “A”. b) A . registrando o fato no Livro de Registro de Ocorrência.transponder Modo S. após coordenação e aprovação do órgão ATC local.4. “E” e no “G” acima do FL100.4. e) P .3 Equipamentos SSR e de vigilância – Função ADS (1 ou 2 caracteres) 11.3 A utilização dos espaços aéreos citados acima. com a altitude de pressão e a identificação da ACFT. quando aplicável. “C”. 11. com a identificação da ACFT.15).4096 códigos) e Modo C. sem a identificação da ACFT e altitude de pressão. por aeronaves com o equipamento inoperante ou ausente.4.5.8. O operador AIS somente receberá o Plano de Vôo dos casos citados nesse item. deverão possuir a bordo o equipamento transponder com 4096 códigos Modos A e C (letra C) em funcionamento ou o equipamento transponder Modo S. com a altitude de pressão.1 Inserir. Exemplos: -SDGI/C -SDGIRWZ/S 11. poderá ser concedida.3.4 Introduzir.transponder Modo S. com altitude de pressão (letras P ou S) em funcionamento. para indicar que a aeronave possui o equipamento de Vigilância Dependente Automática (ADS) em serviço (ver 11.3.transponder Modo S.3. ou g) S . uma aeronave poderá ser autorizada a decolar com o equipamento inoperante ou ausente.5.

como por exemplo: do sítio de vôo. 11. em função de: a) quilômetros por hora: a letra K seguida de 4 algarismos.5. Tendo que registrar uma EOBT à meia-noite.6.1. NÍVEL DE CRUZEIRO E ROTA) 11.2 Hora (4 caracteres) Inserir a hora estimada de calços fora (EOBT).1 Inserir a velocidade verdadeira (velocidade aerodinâmica) de cruzeiro. ou a hora real de decolagem.5. se não houver indicador de localidade. Exemplo: -K0650 b) Nós: a letra N.1. que é a velocidade equivalente corrigida para os erros de densidade (pressão e temperatura).MCA 53-1/2008 127 Exemplos: -SDGJ/CD -SDGIJRWZ/SD 11.3 O aeródromo de partida poderá também ser designado como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA ou como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO de um vôo.1 Velocidade de Cruzeiro (Máximo 5 Caracteres) 11.5. Exemplos: -SBSJ -ZZZZ NOTA: O aeródromo de partida deverá ser registrado ou homologado para operação pretendida (VFR diurna.1 Aeródromo de partida (4 caracteres) Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de partida. para o Plano de Vôo apresentado antes da partida.5 CAMPO 13 . precedido de DEP/.10).5.5. ou inserir ZZZZ.5.6. IFR diurna e IFR noturna).8.5. VFR noturna.5. 11. seguida de 4 algarismos.5.6 CAMPO 15 . Exemplos: -1215 -0000 11. ( ver 11. deverá ser inserido os algarismos “0000”. para a primeira parte ou a totalidade do vôo.5. .ROTA (VELOCIDADE DE CRUZEIRO. para o caso do AFIL. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18.5.AERÓDROMO DE PARTIDA E HORA 11.

podendo ser especificado no CAMPO 18 como RMK a intenção do Cmt. 11. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo.5. arredondado aos centésimos mais próximos. Exemplo: -M082 (para o Mach 0. incluindo as projeções dos seus limites laterais ou. no momento em que estiver igual ou abaixo da Altitude .82) 11. altitude ou nível de vôo) que devem ser observados em obediência às instruções previstas são os constantes na tabela de níveis de cruzeiro prevista. em nível de cruzeiro.CAMPO 15 VFR e CAMPO 18 RMK/500FT AGL 11.128 MCA 53-1/2008 Exemplo: -N0350 c) Número Mach: a letra M. seguida de 3 algarismos.5. Deve-se observar o seguinte: a) NÍVEL DE VÔO: a letra F + 3 algarismos. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo. somente deverá ocorrer quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ.5.A050 A035 VFR .2 O Campo Nível de Cruzeiro somente deve ser preenchido com níveis ou altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro. na inexistência desses espaços aéreos. em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida. Exemplos: Nível de vôo .5.5.5.2 Nível de Cruzeiro (Máximo 4 Caracteres) 11.8.6. (ver 11.2.2.1 Os Níveis de Cruzeiro (altura.6. CTR.6. b) ALTITUDE: a letra A + 3 algarismos. variar ou se espere que varie em 5% a mais ou a menos em relação à declarada no plano de vôo.6.2.3 O preenchimento desse CAMPO com uma altitude de cruzeiro.6. tal modificação deverá ser notificada nesse formulário.13). Quando um vôo não for conduzido conforme a tabela de níveis de cruzeiro (nível ou altitude). e c) VFR: quando o vôo NÃO tiver sido planejado para ser conduzido em um nível/altitude de cruzeiro VFR.F065 F110 F370 Altitude .1.2. 11. TMA.2 Sempre que a velocidade verdadeira. a expressão VFR deverá ser inserida.

ALTITUDE DE CRUZEIRO RUMO MAGNÉTICO RUMO MAGNÉTICO 000º/179º 180º/359º VFR IFR VFR IFR 035 030 020 055 050 045 040 075 070 065 060 095 090 085 080 115 110 105 100 135 130 125 120 145 140 Exemplo: Sabendo-se que a TA de SBBH é 6000FT. veículo ultraleve motorizado.8. a intenção do piloto (ver 11. Vale ressaltar que o piloto.fora de rota ATS) quando os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo NÃO estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia).13).5.5. deverá ser registrada VFR e no CAMPO 18. Nível e/ ou Regras de Vôo) 11. assim. . abaixo de 6000FT. 11.6. Qualquer solicitação do piloto diferente. seguido de um espaço. ou b) DCT (direto . as seguintes ALTITUDES estarão disponíveis para esse vôo: A035 e A055. e vice-versa. o rumo magnético é 172º e a regra de vôo é VFR.5.2. helicóptero. como RMK. etc).MCA 53-1/2008 129 de Transição (TA) definida. 11.6.2 Poderá ser registrada uma rota que se inicie em aeródromo situado em aerovia.1 Introduzir: a) o designador da rota ATS (aerovia) se os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia). Registra-se.6. deve ter ciência das alturas mínimas regulamentares para cada tipo de vôo (avião. e a partir de um ponto significativo. prosseguir DCT para um aeródromo não situado em aerovia. as altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro (ver tabela abaixo). ao planejar seu vôo.3. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo.3 Rota (Incluindo Mudanças de Velocidade.5.3.

130 MCA 53-1/2008 11. ou em FIR.6.3. mesmo que efetuado sob o eixo dessa rota ATS.3. 11. e não existir modificação na rota ATS selecionada.6. Excetua-se desse procedimento.6. nível.6. rota ou regra de vôo.5.5. será desnecessário registrar a mesma rota ATS após o ponto especificado. 11. seguirão diretamente entre os auxílios à navegação e/ou os pontos que definam essa rota. na medida do possível.3. seguirão ao longo do eixo definido dessa rota. deve-se consultar a AIP-BRASIL parte ENR para esclarecimentos. incluindo cada ponto onde haverá mudança de velocidade.6 Existindo alguma dúvida (nível mínimo. quando se efetuarem em uma rota ATS estabelecida.5. prolongamento.5.3. fixos compulsório. 11.5. deverá ser considerado DCT.3 Um vôo realizado abaixo do nível mínimo de uma rota ATS especificada. quando aplicável.6. ao nível ou de ambos num ponto significativo.4 Para vôos fora de rota ATS devem ser inseridos os pontos que não estejam separados por mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou por 200MN (370 km).3. quando ocorrer mudança de rota ATS ou mudança de aerovia inferior para superior ou vice-versa.6.7 Ocorrendo uma alteração referente à velocidade.5 Os vôos. etc) em relação a uma rota ATS (aerovia). Exemplos: -N0470F350 UW4 POMON/N0470F310 -N0300F230 W10 C/LAP/N0300F230F250 UW10 11.5. numa ERC ou ARC. 11.8 Convenções Usadas na Composição de uma Rota Exemplos: -N0470F350 -N0230F230 -N0200F080 -M083F410 -N0160F075 -N0210F260 UW4 W10 LAP W42 G677 MSS DCT DCT DCT 1845S05240W DCT DCT LJS313030 UA318 .3.

6. de 27 de abril de 2009.1 É o designador codificado atribuído a um ponto. 11.MCA 53-1/2009 131 11. b) FLZ (NDB Fortaleza).5.6. assim definido: a) VOR.6.5. e e) marcação e distância relativa a um auxílio-rádio à navegação.4. d) coordenadas geográficas. Exemplos: a) DTC FLZ270100 DCT. b) NDB.5. antes de um ponto significativo. c) APAFE. c) ponto de notificação compulsório ou a pedido. é compulsório. Exemplos (respectivos): a) FLZ (VOR Fortaleza).5.4 Ponto Significativo (2 a 11 Caracteres) 11.4. c) W10 C/REC/N0200F060F080 G677 (NR) – Portaria DECEA Nº 19 /SDOP. d) 0556S04305W ou 03S032W.2 Portanto. 11. e d) G677 FLZ162111 W46.6. os pontos significativos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS. e e) FLZ161110 (Ponto situado na radial 161 e à distância de 110NM do VOR FLZ).3 Para mudança de regras de voo (IFR para VFR ou vice-versa). existir o registro de um designador de rota ATS ou DCT.4. . b) G677 MSS DCT MSS200080F045 VFR DCT.

Essa indicação é compulsória na confecção do CAMPO 15 ROTA. c) 1128S05402W/N0230F130. d) XINGU/N0270F090. e d) DCT MCO360070/N0180F060 IFR DCT PAF W8. NOTA: Para mudança de regras de vôo (IFR para VFR ou vice-versa).5. seguido de uma barra oblíqua. expressado exatamente conforme os itens anteriores.6.132 MCA 53-1/2008 11. sem espaços entre eles. e uma das indicações: VFR (quando de IFR para VFR) e IFR (quando de VFR para IFR).1 Introduzir o ponto significativo (ponto de notificação compulsória) escolhido no qual está previsto mudar de regra de vôo. em relação à declarada no CAMPO 15 Velocidade de Cruzeiro.6.5.5.01 Mach (6.1 Introduzir o ponto significativo no qual está previsto mudar de velocidade e/ou mudar de nível/altitude. mesmo quando só se mude um desses dados. da velocidade de cruzeiro e do nível/altitude de cruzeiro.2 A velocidade de cruzeiro deverá ser registrada. os pontos significativos escolhidos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS.6. e e) LST/N0160A045. quando variar ou se espere que varie.6. b) DCT LON171040/N0210F075 VFR DCT. em 5% da velocidade aerodinâmica (velocidade verdadeira) ou 0. b) ATF143090/N0230F110. Exemplos: a) BHZ/N0270F080. seguidos de um espaço.5.6. Exemplos: a) W26 JAVAN/N0210F075 VFR DCT. 11.5. .5. c) DCT PAF/N0180F080 IFR W8. 11.61kt) ou mais.6 Mudança de Regra de Vôo (Máximo 3 Caracteres) 11.6.5 Mudança de Velocidade ou de Nível (Máximo 21 Caracteres) 11.5.

MCA 53-1/2008 133 11.6. NOTA 2: O nível de cruzeiro citado na NOTA 1 será determinado em função do rumo magnético da rota. Exemplos: RALT/ F090 W26 SBCT RALT/ F090 DCT SBCT NOTA 1: O nível de cruzeiro e a rota que serão acrescentados no RALT deverão ser determinados a partir do ponto significativo até o aeródromo de alternativa em rota homologado IFR. os seguintes procedimentos deverão ser observados: a) CAMPO 15: Registrar a rota normal do vôo.6.5. NOTA: Esse procedimento visa evitar que o RCC seja acionado. o órgão ATS considerará que o piloto prosseguirá para o aeródromo de alternativa em rota (IFR). escolhido para tal situação. caso o vôo esteja sob VMC e o piloto cuidando de sua própria separação.6.2 Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. e c) CAMPO 18: Registrar como RALT (indicador de localidade de aeródromo de alternativa em rota) o nível de cruzeiro. até 30 (trinta) minutos além da EET. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral até o ponto significativo previsto para mudança de regra de vôo. podendo haver discrepância entre esse e o declarado para a primeira parte do vôo. b) CAMPO 16: Registrar pelo menos um aeródromo de alternativa homologado IFR. contudo. se atender as seguintes condições: a) o tempo de vôo do ponto de mudança de regra de vôo até o aeródromo de destino for igual ou inferior ao desse ponto de mudança até o aeródromo de alternativa em rota.3 Ocorrendo falha de comunicação até o ponto de notificação previsto para a mudança de regra de vôo. a rota e o indicador de localidade do aeródromo previsto no CAMPO 16. e b) a hora de pouso seja informada a um órgão ATS por qualquer meio de comunicação. poderá prosseguir para o aeródromo de destino. .5. 11.6.

COM RALT EM MACEIÓ: CAMPO 15: N0200F090 W10 PAF092100/N0180F055 VFR DCT CAMPO 16: SNGN0050 SNRU SBMO CAMPO 18: RALT/F090 DCT SBMO Descrição: O vôo será realizado conforme o CAMPO 15. tendo em vista a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST ser menor que entre PAF092100 e SBMO.134 MCA 53-1/2008 Exemplo: Ponto PAF092100 VÔO “Y” TRECHO PAULO AFONSO/GARANHUS. Caso o piloto desejasse ou a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST fosse maior que entre PAF092100 e SBMO. devendo o piloto informar o seu pouso a um órgão ATS. conforme estabelecido no CAMPO 18. a aeronave deveria prosseguir a partir do ponto significativo (PAF092100). estando sob condições meteorológicas de vôo visual (VMC) e o piloto cuidando de sua própria separação. Deve-se observar que. caso o nível de cruzeiro IFR . a aeronave. poderá prosseguir para o aeródromo de destino (AD DEST). com regra de vôo IFR (FL090). direto até SBMO (RALT). Existindo falha de comunicação bilateral até o ponto significativo escolhido (ponto situado na radial 092º à distância de 100NM do VOR Paulo Afonso).

sem espaços entre eles. 11. ou inserir ZZZZ.11). da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18. ou. -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060PLUS W10. tempo estimado.5. para chegar à vertical de tal aeródromo. dos dois níveis que definem a camada a ser ocupada durante a subida em cruzeiro.7.5. a partir da decolagem.MCA 53-1/2008 135 (FL090) escolhido para esse trecho (entre PAF092100 e SBMO) fosse inferior ao nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR (FIR-Recife FL080). também seria necessário inserir a expressão RMK/JÁ VOADO VMC. IFR diurna e IFR noturna).2 O tempo estimado para o vôo IFR é a partir da decolagem para chegar sobre o auxílio à navegação no qual se iniciará uma IAC. seguido da duração prevista de vôo.6.5. Exemplos: -SBCT0100 -ZZZZ0030 NOTA: Os aeródromos de destino e alternativa deverão ser registrados ou homologados para operação pretendida (VFR diurna.7.6. Exemplos: -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060F080 W10.1 Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de destino. por exemplo: do sítio de vôo. seguido das letras PLUS. 11.5. .1.1. do ponto no qual está previsto iniciar a subida em cruzeiro.1.AERÓDROMO DE DESTINO E DURAÇÃO TOTAL PREVISTA DE VÔO E AERÓDROMO(S) DE ALTERNATIVA 11. No caso do vôo VFR.5. e -N0440F300 DCT C/0548S05506W/N0485F300F340 DCT. ou do nível a partir do qual está planejada a subida em cruzeiro. seguido da duração total prevista de vôo.7. de outra barra oblíqua.8. para chegar ao aeródromo de destino.1 Aeródromo de destino e duração total prevista de vôo (8 caracteres) 11. 11. VFR noturna. se não existir um auxílio no aeródromo de destino. precedido de DEST/ (ver 11.7 CAMPO 16 .5. da velocidade a ser mantida durante a subida em cruzeiro. se não houver indicador de localidade como.4 Subida em Cruzeiro (Máximo 27 Caracteres) Introduzir a letra C seguida de uma barra oblíqua.

NOTA 4: Vôo IFR de helicóptero realizado entre um aeródromo/heliponto situado no continente continente. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18.2 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO (CAMPO 16) . 11. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. e um heliponto localizado em plataforma marítima.5.7. precedido de ALTN/ (ver 11.136 MCA 53-1/2008 11. indicando por exemplo: o nome do sítio de vôo. pelo menos. o aeródromo/heliponto de alternativa escolhido deverá ser obrigatoriamente no . ou inserir ZZZZ. NOTA 1: Pelo menos. NOTA 3: É obrigatório o preenchimento desse CAMPO com.5. ou 2o) AD ALTN – SNRU SBMO (o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota).8.1 Inserir o(s) indicador (es) de localidade(s) do(s) aeródromo(s) /heliponto(s) de ALTERNATIVA DE DESTINO e/ou de ALTERNATIVA EM ROTA.7. o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota).2 Aeródromo (s) de alternativa (4 ou 8 caracteres) 11.7.1. um aeródromo de alternativa deve ser indicado. fica dispensada a exigência do preenchimento desse CAMPO. NOTA 2: Tratando-se de vôo VFR de helicóptero.2. ou 3o) AD ALTN – SBAR SBMO (caso o piloto tenha escolhido SBMO como RALT. um aeródromo de alternativa em rota (RALT) homologado IFR.12).5. se não houver indicador de localidade. quando for impossível ou desaconselhável pousar no aeródromo de destino previsto.5.aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir. Exemplos: 1o) AD ALTN – SBMO (servirá como aeródromo de alternativa em rota e também como aeródromo de alternativa de destino).2.

11. Esses dados auxiliam o Especialista AIS no endereçamento do PLN. EET/SBBS0100 EET/SBRE0155 SVD0245 REC0330 EET/SBBS0125 SBCW0230 11. SBLO SBCT. Exemplos: SBLO.5. for previsto que. consistindo cada elemento de um indicador (3 ou 4 letras e uma barra oblíqua) seguido de texto codificado ou em linguagem clara para completar a informação. incluindo o(s) indicador(es) de localidade(s) da(s) FIR adjacente(s) que será(ão) sobrevoada(s).1.5.MCA 53-1/2008 137 11. 11.2. 11.2 RIF/ Renovação da autorização em vôo poderá ser utilizado quando. normalmente situado mais distante do que o constante no CAMPO 16 (AD DEST) do plano de vôo.3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA (CAMPOS 16 e 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar. caso ocorram condições anormais ou de emergência em rota.8.1. poderá ser tomada a decisão de seguir para outro aeródromo de destino.7.2. no tocante aos vôos com menos de vinte minutos dos limites entre duas FIR e o vôo envolver essas FIR. se for necessário. logo após a decolagem.1 EET/ Duração total prevista do vôo desde o aeródromo de partida até o limite de uma FIR. mediante a inclusão no plano de vôo da informação relativa à rota modificada e ao novo aeródromo de destino. SNXX.5. devendo ser notificado ao órgão ATC apropriado. caso não seja possível utilizar o aeródromo de saída.5.8. dependendo da autonomia e sujeito à renovação da autorização em vôo. Poderá ser utilizada também.OUTROS DADOS 11. para estimar a duração total prevista do vôo sobre pontos significativos.4 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA PÓS DECOLAGEM (CAMPO 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar.5.8. SBQV SNXX.5. seguido do indicador de localidade de 4 letras do tal aeródromo. O propósito dessa disposição é possibilitar a renovação da autorização para um novo aeródromo de destino. SWXX SWYY. RIF/G677 SBNT . antes da partida.7.8 CAMPO 18 .1 Um ou vários elementos separados por espaço. A forma de registro será a rota que conduzirá a aeronave desde o AD DEST do plano de vôo até o novo destino.

1. VRG.6 STS/ Solicitação antes da partida de tratamento especial por parte dos órgãos ATS. sonoros ou de ambos.5. por exemplo.138 MCA 53-1/2008 11.3 REG/ Marcas de nacionalidade e de matrícula da aeronave. REG/PPVML REG/FAB2116 REG/FAB2330 FAB2331 FAB2332 FAB2333 (1) REG/PTKRC PTLDQ (1) NOTA: Registro das demais aeronaves no caso de vôo em formação. GLO. Nas aeronaves equipadas com SELCAL. 11. dando sinais repetidos de luzes.1. (ver CAMPO 7 e CAMPO 9) 11.1.5. se diferente da identificação registrada no CAMPO 7. A chamada seletiva consiste na combinação de quatro tons de áudio previamente selecionado.8.5.5. se for necessário.8.1.etc.ONE. STS/MMI STS/TREN Missão de Misericórdia Transporte de Enfermo .4 SEL/ Código do sistema de chamada seletiva (SELCAL). aquelas constantes no HOTRAN (TAM. O SELCAL deve ser utilizado nas estações que estiverem devidamente equipadas para fazer chamadas seletivas de terra para ar nos canais de rota HF e VHF. OPR/DAIS TÁXI AÉREO LTDA OPR/LEBLON S/A OPR/ETA6 11. é a chamada radiotelefônica às aeronaves pela transmissão de tons codificados pelos canais radiotelefônicos.8.8.). o piloto deve incluir o referido código no plano de vôo e pode manter a escuta convencional. com transmissão em aproximadamente dois segundos. SEL/FKLM NOTA: O sistema SELCAL satisfaz os requisitos de manutenção de escuta. Os tons são gerados no codificador da estação aeronáutica e recebidos em um decodificador conectado na saída de áudio do receptor de bordo.5 OPR/ Nome do explorador ou proprietário (pare aeronaves civis) ou sigla da Unidade Aérea (para aeronaves militares) a qual pertence à aeronave se não estiver evidente na identificação registrada no CAMPO 7. O sistema de chamada do posto de pilotagem dispara ao receber o tom codificado SELCAL.

humanitário. essa deverá ser coordenada pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento (RCC) sob jurisdição da área. inserindo o nível de vôo pretendido no CAMPO 15. Caso seja implementado o Plano de Contingência nas FIR-brasileiras.1. Aeronave sem o VHF COM com capacidade de sintonizar canais de espaçamento de 8. manutenção ou de primeira entrega que não aprovada RNP10 para operação dentro do espaço aéreo AORRA (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico). Aeronave em operação especial de Segurança Pública.33kHz. 11. com intenção de ingressar no espaço aéreo RNP10 ou vôo de aeronave de estado.5.6. STS/SEGP STS/EXM833 mandatário. As TROV (Transporte de Órgãos Vitais ou Destinados a Transportar) poderão ser utilizadas por qualquer aeronave. mas que tenha recebido concessão de dispensa do requisito de uso . manutenção ou de primeira STS/NONRVSM entrega (concessões especiais) que não seja aprovada RVSM. A codificação OSAR (Operação de Busca e Salvamento). no espaço aéreo RVSM.1. As aeronaves civis utilizarão a codificação TREN (Transporte de Enfermo ou Destinado a Transportar Enfermo ou Ferido Grave). STS/NONRNP10 Operadores de aeronaves não certificados RNP10 (concessões especiais). 11.1. quando os pilotos desejarem obter dos órgãos ATS prioridade para pouso e decolagem na realização de seu vôo. somente serão autorizadas a voar.6.3 Para que seja configurada uma MMI. 11.6.MCA 53-1/2008 139 STS/OSAR STS/INSV STS/TROV Operação de Busca e Salvamento (SAR) Inspeção em Vôo Transporte de Órgãos Vitais Vôo de aeronave de estado. humanitário ou misericórdia.1 Registra-se STS. STS/DEFEC Aeronave em operação especial de Defesa Civil.5.8.8. aquelas aeronaves aprovadas RVSM. com intenção de ingressar no espaço aéreo RVSM.5. sempre será utilizada por aeronaves militares.2 As MMI (Missão de Misericórdia) e INSV (Inspeção em Vôo) sempre serão realizadas por aeronaves militares.8. em princípio.

5. Exemplo: COM/HF SSB 11. Exemplo: TYP/4F5 6F103 TYP/EMB123 11. caso necessário. se registrado ZZZZ no CAMPO 9.8.5. Exemplo: NAV/DOPPLER 11.1.9 NAV/Equipamento de navegação adicional. do heliponto. do sítio de vôo. do heliponto.1. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 13.11 DEST/Nome por extenso do aeródromo.1. ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo. Exemplo 2: DEST/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ .7 TYP/ Tipo(s) de aeronave(s) precedido(s). do número de aeronaves. se introduzido a letra Z no CAMPO 10. em virtude de sua utilização possuir condições especiais. Outra forma também é a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (para heliponto com autorização especial de operação). Exemplo 1: DEST/Fazenda Marabá HELIPONTO1552S04748W NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto onde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso.140 MCA 53-1/2010 11. do sítio de vôo.8. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional. Exemplo 1: DEP/Fazenda Marabá Exemplo 2: DEP/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ 11.8 COM/Equipamento de radiocomunicações adicionais quando introduzido a letra Z no CAMPO 10.8.1. quando não houver designador estabelecido.5. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16.5.8. ou.8.5. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional.10 DEP/Nome por extenso do aeródromo.1.

indicar o nível de vôo e a rota para o aeródromo de alternativa IFR (2). em virtude de sua utilização possuir condições especiais. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16.5. do sítio de vôo.12 ALTN/Nome por extenso do aeródromo.8. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional ou a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (heliponto com autorização especial de operação). . do heliponto. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional por extenso da última decolagem.MCA 53-1/2010 141 11. do sítio de vôo.1.5.5.1.1.MUDANÇA DE REGRA DE VÔO) 11. (ver CAMPO 15 . Exemplo 2: HELIPONTO1552S04748W. Exemplo 3: ALTN/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ. NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto aonde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso. do heliponto.8.13 RALT/Nome do aeródromo(s) de alternativa em rota (1). NOTA: É facultativa a inserção desse exemplo para qualquer tipo de vôo. Exemplo 1: ALTN/Fazenda Marabá. Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. Exemplo 1: RALT/SBSN (1).8. Exemplo 2: RALT/F090 DCT SBQV (2). 11.14 FROM/Indicador de localidade de 4 letras ou nome por extenso do aeródromo.

2 RMK (Observações) . quanto à disponibilidade dos órgãos ATS.5. poderá ser inserido o aeródromo/heliponto de partida. ou RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM.5.8. internacionais regulares e não regulares (excluem-se as empresas de táxi aéreo).5. 11. H enlace de dados HF.1 Confirmação do acerto prévio. brasileiras ou estrangeiras. ou . DAT/S DAT/V DAT/H DAT/M DAT/SV (ver CAMPO 10) 11. ou RMK/RDO e NDB SBLP CFM. M . caso o piloto desconheça o aeródromo da última decolagem.15 DAT/ Dados importantes relacionados com a capacidade de enlace de dados. dos auxílios à navegação aérea ou dos auxílios luminosos que implica. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM.enlace de dados SSR em modo S). ou IFR DIURNO RMK/RDO AD CFM. ou RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM. designadas para operarem no Brasil. para indicar o tipo de enlace de dados quando a letra “J” for inserida no CAMPO 10. NOTA 2: Excepcionalmente. NOTA 1: Esse procedimento não deverá ser aplicado para as aeronaves militares brasileiras. em função do tempo que a aeronave permaneceu estacionada. necessariamente. a adequação dos horários previstos de funcionamento dos mesmos para o referido vôo. conforme necessário.8. seguido de uma ou mais letras (S – enlace de dados via satélite. ou RMK/RDO SBLP CFM. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM.enlace de dados VHF.2.142 MCA 53-1/2008 Exemplo: FROM/SBJP FROM/ Fazenda Marabá.1. V . aeronaves das empresas de transporte aéreo domésticas regulares.Outras informações codificadas ou em linguagem clara 11.8. RMK/ÓRGÃO ATS e/ou NDB/VOR e/ou AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM IFR DIURNO RMK/RDO e NDB AD CFM.

pois dentro desse horário deverão ser proporcionados os serviços de tráfego aéreo determinados.5. ou RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM. 11. em virtude das instalações previstas nesses aeródromos puderem. Cabe ressaltar. registrando nesse elemento. sempre de acordo com as condições prescritas para a realização de cada tipo de vôo (IFR ou VFR . .2.diurno ou O procedimento somente deverá ser efetuado.MCA 53-1/2010 143 VFR NOTURNO RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. não sendo necessário o registro dos itens acima.8.1. Consta também nas instruções do ROTAER (LEGENDA).2. se existir a necessidade de informar que o piloto fez o pedido e obteve a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas do aeródromo de destino. como também ao do aeródromo de alternativa de destino/em rota.1. ficar com os auxílios luminosos desligados.5. mas também ao responsável pelo aeródromo de alternativa de destino/em rota.5.2.4 Para o caso cuja operação no aeródromo de destino e/ou alternativa de destino seja somente VFR noturna. ou VFR NOTURNO RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM.1. deverão ser registrados os indicadores de localidades desses aeródromos.5 É facultada a inserção da expressão “AD” ou “indicador de localidade”.8.3 Caberá ao piloto fazer o pedido a localidade e obter a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas aplicáveis ao vôo. quando as condições prescritas estiverem fora do horário de funcionamento. já que não existe probabilidade de operações regulares e de emergência. 11. que o recebimento do plano de vôo para aeródromos que operam VFR noturno e não possuam Órgão ATS.8. para que os órgãos ATC considerem existente o apoio ao vôo proposto.5.2. ou RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM.1. 11.1 noturno).8.2. Contudo. antes de sua realização. estará condicionada a confirmação das condições operacionais dos auxílios visuais previstos para esse tipo de vôo.5.1. o plano de vôo só deve ser recebido quando no seu CAMPO 18 possuir uma das expressões citadas no item anterior. 11. no período noturno.8.2 As expressões deverão ser registradas no elemento RMK. 11. que poderão existir situações que o piloto deverá fazer o pedido não só ao Órgão responsável pelo aeródromo de destino.

caso pretenda realizar vôo IFR.144 MCA 53-1/2008 Exemplos: RMK/RDO e NDB SBLP SBQV CFM RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP SBQV CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SWLC SWKN CFM 11.2. 11.2. são os mesmos previstos para pouso de aeronave categoria ALFA.8.5.2 Número de autorização de vôo 11.5.3 RMK/AVODAC 645/08 Declaração de já ter voado VMC.5. RMK/ JÁ VOADO VMC 11.4 Os mínimos regulares para decolagem IFR em termo de teto e visibilidade.5.2. constante na IAC.último trecho IFR para VFR).8. fora de rota ATS. inclusive quando for inserida a rota com destino ao aeródromo de alternativa em rota (RALT/ .8.2.5. com finalidade militar. Também será abrangido por essa regra.2. mantendo referência visual com o solo. e/ou material bélica e o número de autorização de vôo. no nível e rota propostos. o caso de um vôo IFR entre aeródromos situados dentro dos limites de uma TMA/CTR. . mas fora dos limites de uma rota ATS.2.2 Emitida pela ANAC (AVODAC) para as aeronaves civis privadas estrangeiras autorizadas a sobrevoar e/ou pousar no território nacional.8. b) civis nacionais e estrangeiras que estiverem equipadas com sensores e/ou equipamentos para aerolevantamento ou pesquisa científica. em missão de aquisição de dados ou não. e c) civis nacionais e estrangeiras transportando carga perigosa. RMK/AVOEM 808/08 11.8.1 Emitida pelo EMAER (AVOEM) para as aeronaves: a) militares e civis públicas estrangeiras.2. abaixo do nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR. Exceto para as autorizações emitidas pelas SAC.

deverão constar no CAMPO 18 do Plano de Vôo Completo a inserção de. pelo menos. respectivamente. porém igual ou superior aos mínimos previstos na SITUAÇÃO B. e c) AERONAVES MONOMOTORAS: não estão autorizadas a realizarem o procedimento desse elemento.2.8.5.5. b) AERONAVES DE TRÊS OU MAIS MOTORES: não mais do que duas horas de vôo em velocidade normal de cruzeiro. 11.8. 800FT e 1600M (IAC NDB RWY 34).8.1.2.3 É imprescindível que exista uma coordenação estreita entre a Sala AIS e o APP ou a TWR.8. essas operações serão suspensas por iniciativa do APP ou da TWR.1 Quando as condições meteorológicas estiverem abaixo dos mínimos previstos na SITUAÇÃO B para operação de decolagem IFR. os mínimos em termo de teto e visibilidade são.1. Logo.Em SBJP a RWY 16 está em uso com operação normal.2 O aeródromo de alternativa pós-decolagem deverá estar situado dentro das seguintes distâncias em relação ao aeródromo de decolagem: a) AERONAVES DE DOIS MOTORES: não mais do que uma hora de vôo em velocidade normal de cruzeiro.4.5. um aeródromo de alternativa pós-decolagem.4. para as aeronaves a jato ou turboélice de dois ou mais motores. em ar calmo. 11. se for necessário. Exemplo: SITUAÇÃO A . em ar calmo.2.Considerando que SBJP possui mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares para decolagem (teto não requerido e visibilidade 600M).5. para que esse procedimento possa ser aplicado.2.2. sempre que as condições .8.4. 11.5.4. logo após a decolagem. 11. exceto das aeronaves em Operação Militar.2 Nos casos em que os mínimos meteorológicos estiverem abaixo dos valores previstos na SITUAÇÃO A. com um motor inoperante. ou seja.1. SITUAÇÃO B .MCA 53-1/2010 145 considerando o setor de decolagem da pista em uso. caso não seja possível utilizar o aeródromo de partida do vôo.3 Esse procedimento visa permitir que uma aeronave possa pousar. 11.4. os maiores valores encontrados na IAC para cabeceira oposta (aeronave categoria ALFA). com um motor inoperante.

11.5.2.8. quando for diferente da forma de registro no CAMPO 7.2).8. de acordo com os quadros previstos no MCA 100-11 CAMPO 18.2. RMK/INDICATIVO DE CHAMADA LOBO NEGRO RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CORSÁRIO02 RMK/INDICATIVO DE CHAMADA ALBATROZ RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CARCARÁ08 11.4.8. RMK/3HRP COMANDANTE 3ª REGIÃO . sendo de inteira responsabilidade do piloto em comando e do explorador da aeronave. 11. 11.2). transportando altas autoridades.8. RMK/ALTN DEP SBGO 11.1 Essa informação será inserida pelo órgão ATS que recebeu o AFIL.8.2.2. devem introduzir os códigos de "autoridade a bordo" e de "serviços solicitados".2.4. se o plano for apresentado em vôo.8.2. pessoas a bordo e autonomia.5.1. RMK/AFIL NATHÁLIA LTDA 619998877 RMK/AFIL SBPH 11.8.4.2. o CAMPO 19 poderá ser omitido.8.5.5. onde se poderão obter as informações suplementares.4 Em função das características das aeronaves envolvidas. porém igual ou superior aos mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares previstos na AIP-MAP (SITUAÇÃO B do item 11.5. com exceção do nome e código ANAC do piloto em comando.2.5.146 MCA 53-1/2008 meteorológicas em termo de teto e visibilidade estiverem abaixo dos mínimos regulares (SITUAÇÃO A do item 11.5. os cumprimentos dessas exigências estão previstas no AIP-MAP páginas INS4/INS8.7 Aeronaves militares.5 Registro da expressão AFIL seguido do local (preferencialmente com telefone) ou do órgão ATS.5. de acordo com os dados transmitidos pelo piloto. Esse procedimento somente poderá ser usado desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA.2 No caso do AFIL.1.5.5.6 Indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia.

8.Portaria DECEA No 63/SDOP.8 Voo realizando toque e arremetida (TGL) em um determinado aeródromo. 11. apresentando um plano de voo para um aeroporto nas proximidades do aeroporto coordenado. no CAMPO 15 ROTA.8. RMK/TGL SBUR 11.5.10 Registro de equipamento de Sistema de Anticolisão de Bordo (ACAS) a bordo em funcionamento.8.2.9 Intenção de pouso de helicóptero em voo IFR.5. de 21 de outubro de 2009. em outro trecho. destinado à plataforma marítima que não esteja “autorizada” para operações IFR.5.12 O SLOT ATC de oportunidade para pouso é concedido no caso de cancelamento de SLOT ATC previamente alocado para outra aeronave e/ou o fluxo de tráfego aéreo no momento permitir a operação pretendida.10. após o TGL.2.8.1 Caso exista modificação no rumo magnético da rota.8. deverá ser registrada. Ocorrendo Plano de Contingência nas FIR-brasileiras.11 Código numérico precedido da sigla CLR.8.2. Exemplo: N0200 F090 G677 JPS/N0200F080 11. 11. RMK/ACAS 11. acrescida de duas letras do indicador de localidade da OACI do aeroporto coordenado.2.2. RMK/CLR RJ 86145 RMK/CLR GR 85133 (NR) . RMK/OPT (aeroporto coordenado) SBGL RMK/OPT SBSP . deverá ser encaminhada uma Mensagem de Transporte Especial de acordo com as instruções previstas no item 11. a referidas alteração.2.5. RMK/LDG (NOME ou INDICATIVO da Plataforma) CASO VFR NOTA: Esse dado somente poderá ser utilizado para atender essa situação.MCA 53-1/2009 147 NOTA: Quando registrado no formulário do plano de voo. 11. o ACAS será obrigatório para voos no espaço aéreo superior. que está condicionado á obtenção de SLOT ATC para operação de pouso e decolagem.5.5.8.

9.9.1.8. 11. RMK/500FT AGL RMK/1000FT AGL RMK/1500FT ALT 11.2 Nenhum vôo poderá ser iniciado a menos que sejam atendidas as exigências previstas para cada tipo de vôo.1. RMK/CÓDIGO ANAC DO INSTRUTOR (nome) AUTH FLT (ver 11. 11.5.5.9. RMK/OPS AUTH RBHA 137 (ver 11. nas etapas onde o instrutor não está presente. onde o piloto aluno utilizará o código ANAC do instrutor/checador do vôo/navegação solo.9 CAMPO 19 .1 Aviões com motores a reação em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: .14 Área de pouso eventual para operação exclusiva de aeronave aeroagrícola.9.1 Requisitos de autonomia para vôo IFR que requer indicação de aeródromo de alternativa 11.8.INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES 11.5.5.2).2.5.1.8. 11.1.2.1 Inserir um grupo de quatro algarismos para indicar a autonomia em horas e minutos.8.5.8.13 Para o vôo que não foi planejado para ser conduzido em um nível de cruzeiro (diferente da tabela de níveis de cruzeiro) e a expressão VFR tenha sido inserida no CAMPO 15.5.1.8.5.5.5.5.10.148 MCA 53-1/2008 11.12) 11.5. cadastrada na Gerência Regional de Aviação Civil.9.2.5.16 Confirmação de acerto prévio quanto a utilização de um aeródromo militar por uma aeronave civil após comprovação de autorização da autoridade aeronáutica competente. 11.15 Realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno.1 Autonomia 11.5.1.1. RMK/AUTH CMTE BAAN RMK/AUTH DIRETOR DEPED E CPBV 11.5.2.11 e 11.1.9.2.2.8.

2.9. e c) mais 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro.4 Aviões em vôos não comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.9. b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo.1.MCA 53-1/2008 149 a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo e lá executar uma aproximação com arremetida. 30 minutos mais 15% do tempo requerido para voar com consumo normal de cruzeiro aos aeródromos referidos nos dois últimos parágrafos. voar para o aeródromo de alternativa mais distante especificado em plano de vôo e nele pousar.2. e d) mais 30 minutos em velocidade de espera (máxima autonomia) a 1500FT da elevação do aeródromo de alternativa em condições de temperatura padrão. 11.3 Helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.5.1. e mais: b)em todos os vôos domésticos e em vôos com aviões com capacidade para 30 ou menos passageiros. ou voar 90 minutos com consumo normal de cruzeiro. 11.5. e c) mais 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro.1.2. por um período de 45 minutos com consumo normal de cruzeiro. voar por um período de tempo igual a 10% do tempo necessário para voar do aeródromo de partida até o aeródromo de destino e nele pousar.1. ou c) em todos os vôos internacionais. 11.5. c) em seguida. .9.1. b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo.1. o que for menor. b) após isso.2 Aviões propelidos a hélice em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo após isso para o aeródromo de alternativa mais distante especificada em plano de vôo.

o Piloto deverá registrar a autonomia da aeronave líder e.1.1.1.E/0430 .4 Aeronaves militares brasileiras Quando uma aeronave militar estiver realizando um vôo em Circulação Aérea Geral (CAG). b) para helicópteros: .5.5.5. por radiotelefonia. o valor exato da referida informação. ou 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante a noite.2 Requisitos de autonomia para vôo VFR 11. Exemplo: .20 minutos com velocidade normal de cruzeiro. ou seja. informar ao órgão ATS local. ou seja.6 No caso do preenchimento do ELEMENTO AUTONOMIA para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9).1.9. e . a autonomia mínima será estabelecida pela Unidade a que pertence a aeronave. o Piloto deverá.9.2.5.150 MCA 53-1/2008 11.1.5.2.2. de acordo com a performance e o tipo de vôo.1 Aviões e helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deve ser suficiente para voar: a) para aviões: até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.9. essa deverá cumprir as orientações citadas acima. caso isso não seja verdade.1. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha. 11. 11.3 Requisitos de autonomia para vôo IFR que não requer indicação de aeródromo de alternativa (ver AIP-BRASIL Parte ENR) 11.9. apresentado um Plano de Vôo no IEPV 100-20. 11.9. informar ao órgão ATS local. até o momento da decolagem.2.2.5.5 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo. Para o caso de uma aeronave militar efetuar um vôo de acordo com a Circulação Operacional Militar (COM).2. a apresentação de um Plano de Vôo VOCOM (IEPV 100-22).2. será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e.9. e 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante o dia. até o momento da decolagem. por radiotelefonia.até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.

COE.5. até o momento da decolagem.3 Crianças com idade até 2 (dois) anos são consideradas colo. devendo ser adicionada ao número de POB (tripulantes. 11. passageiros e de colo). 11.9. será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e. 11.2. o valor exato da referida informação. o Piloto deverá.). o Piloto deverá registrar a POB da aeronave líder e.5. até o momento da decolagem. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha. por radiotelefonia. Contra-Incêndio.5.9.5. 11. para fins de legislação de plano de vôo. informar ao órgão ATS local.5. No caso do “cadáver a bordo”.9. por radiotelefonia.9.2 Pessoas a Bordo (POB) 11. caso isso não seja verdade.2.MCA 53-1/2008 151 11.5.5. informar ao órgão ATS local.2.9.3 Equipamentos de Emergência e Sobrevivência Deixar registrado fielmente conforme a seguir: . os cadáveres serão equiparados como carga aérea (carga comum).2.6 Exemplo: P/2 P/15 P/120 P/TBN 11. etc.9.9. não sendo considerados para cálculo de POB. quando o número de pessoas a bordo for desconhecido no momento da apresentação do PLN. 11.2.4 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo. disponibilizando esse número para planejamento e medidas a serem tomadas pelos órgãos envolvidos (RCC. Centro de Operações de Emergência .2.2 Inserir o número total de pessoas a bordo (passageiros e tripulantes) ou TBN (para ser notificado).5 No caso do preenchimento do ELEMENTO POB para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9).1 O objetivo desse elemento é dar conhecimento aos órgãos ATS para os casos eventuais de acionamento de emergência.9.5.

Riscar F.Riscar V. ou . MARÍTIMO e SELVA. e . se não possuir coletes salva-vidas a bordo. J/ (COLETES) . mas algum equipamento de sobrevivência adicional ele possui.5MHz não estiver disponível. significa que a aeronave não tem nenhum equipamento POLAR.0MHz não estiver disponível.Riscar uma ou mais letras indicadoras dos equipamentos que não possuir a bordo.Riscar todas as letras. se a freqüência VHF 121. .Riscar E. . Exemplos: S/ (EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA) Nesse último exemplo. se não dispuser de Transmissor Localizador de Emergência para localização de aeronave (ELT). DESERTO. se a freqüência UHF 243. . se não possuir equipamento de sobrevivência a bordo.Riscar L.152 MCA 53-1/2008 . devendo esse ser registrado no elemento N (OBSERVAÇÕES) desse CAMPO. R/ (RÁDIO) . se os coletes não estiverem equipados com luzes. ou .Riscar U. se os coletes não estiverem equipados com fluorescência.Riscar todas as letras.

Exemplo: André Luis 087715 . Piloto Civil – nome e código ANAC. . D/ BOTES (NÚMERO) (CAPACIDADE) . se não possuir BOTES a bordo. se não houver equipamento(s) de sobrevivência complementares aos previstos (POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA) a bordo. . . se os coletes não estiverem equipados com rádio. se os BOTES não dispuserem de ABRIGO.Riscar as letras D e C. ou .MCA 53-1/2008 153 . C/ ABRIGO DO BOTE (COR) A/ (COR E MARCAS DA AERONAVE) . Segundo assinalado em R/. Exemplo: Maj Av Marcus Vinícius L. o(s) nome(s) do(s) equipamento(s) de N/ (OBSERVAÇÕES) sobrevivência que possua a bordo. .Esse item destina-se a registrar algum equipamento de sobrevivência adicional aos previstos POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA. como se segue: C/ C/PILOTO EM COMANDO Piloto Militar – posto e nome de guerra seguidos das iniciais dos outros nomes. para indicar o equipamento rádio dos coletes. devendo ser indicado após a barra oblíqua. Riscar a letra N. ou ou .Inserir o NÚMERO DE BOTES que possuir a bordo.Inserir o nome do piloto em comando.Riscar U ou V.Inserir a cor ou cores da aeronave e marcas importantes.Riscar U e V. .Riscar a letra C.Inserir a capacidade TOTAL DE PESSOAS de todos os BOTES. L.Inserir a cor dos BOTES.

3 Assinatura Assinatura do responsável pelo preenchimento ou a inserção da expressão “VIA TEL”. Código ANAC e Assinatura Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar um Plano de Vôo Completo ou Simplificado.5.5.4.5. 11.5.154 MCA 53-1/2008 11. .5.4.4. 11.5 Particularidades 11.9. quando não for o piloto em comando.2 Código ANAC Inserir o código ANAC do responsável pelo preenchimento do Plano de Vôo.4.1 Preenchido por Inserir o nome do responsável pelo preenchimento do plano de vôo. 11. quando os dados forem transmitidos via telefone a uma Sala AIS credenciada.4 Responsável. com mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou mais de 100NM de distância da costa mais próxima. Em hipótese nenhuma. 11.9. bote inflável e um conjunto de sobrevivência no mar. oriundos de aeródromos situados no continente.9.1 Para aeronaves civis.5.9.4 Exemplo: -E/0400 P/15 R/VE S/MJ J/L D/2 20 C LARANJA A/AZUL COM FAIXAS BRANCAS N/PRIMEIROS SOCORROS C/MARCUS VINÍCIUS 087715) 11. os seguintes itens deverão existir na aeronave: colete salva-vidas com luz apropriada.9. outro profissional poderá preencher e/ou assinar os IEPV 100-7 e 100-20. quando não for o piloto em comando.5.9. os vôos realizados sobre a área oceânica.5.9.

com vista ao gerenciamento do fluxo de tráfego local.5. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor.2. e b) ASSINATURA: do piloto aluno.2. não necessariamente a do aeródromo de partida.2 PVC ou PVS com pouso em aeródromo diferente do aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor.15): 11.9.5.MCA 53-1/2008 155 NOTA: No CAMPO 19 dos PLN de aeronaves civis.9. será válido até às 1545Z. a critério do DECEA. os seguintes procedimentos devem ser observados quando no preenchimento de um Plano de Vôo completo ou simplificado (ver 11. 11. NOTA: Exceções poderão ser aplicadas a determinados aeródromos.6.5. . 11. A DLA somente poderá ser recebida desde o momento da transmissão do FPL até às 1535Z.2 Essa mensagem deve ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora.8.5.9. 11. 11.5. COLETES “LUZ” e BOTES “NÚMERO/CAPACIDADE/COR”.5. 11.5.2 Na realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno.2.3 PVC das demais etapas do vôo: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor. deverão constar os seguintes equipamentos: SOBREVIVÊNCIA “MARÍTIMA”.9. Exemplo: Um PLN sendo entregue com EOBT às 1500Z.6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA) 11.1 A mensagem de atraso (DLA) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de Aeródromo. devendo ser transmitida sempre que houver previsão de atraso.6.5.2.5.1 PVS com pouso no aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor.

Essas mensagens. Em hipótese nenhuma.9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto.6.6.6.7 A DLA deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. Os campos que podem ser modificados são aqueles previstos na mensagem FPL e RPL. 11.Tipo de mensagem ( DLA 7 – Identificação da aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida e hora SBBR1545 16 – Aeródromo de destino SBRF ) 11.9) o nome e o código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato. as eventuais DLA relativas ao FPL.8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de atraso (DLA). outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.6. é importante questionar o piloto qual a EOBT que consta no PLN.5 A aeronave presidencial (nacional e estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito.6. quando necessárias. devendo ser acrescentado os dados transmitidos (ver 11.6. sempre que houver necessidade de se modificar os dados do plano de vôo.3 Ao receber uma DLA apresentada por telefone ou FAX no qual o Plano de Vôo (PLN) não tenha sido apresentado em sua Sala AIS. serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver.7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG) 11. devendo ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora (ver 11.6.6 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma DLA por telefone ou FAX. não necessariamente a do aeródromo de partida.4 A mensagem DLA deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo.6. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3. e sem rasura.156 MCA 53-1/2008 11. . Esse procedimento evitará que você receba uma DLA de um PLN vencido ou dentro de seus últimos dez minutos de validade. 11.7. 11. 11.2). 11. 11.7.6. 11.1 A mensagem de modificação (CHG) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo.2 A mensagem CHG deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo.

4 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CHG por telefone ou FAX. uma CHG foi preenchida e entregue às 1410.7. 11.2).6. 11.2 No caso específico de modificação do aeródromo de destino. Essas mensagens.7. Necessitando antecipar essa EOBT.7.).MCA 53-1/2008 157 11. No Plano de Vôo inicial o vôo seria realizado em aerovia.1 O Cmt. A nova EOBT emendada.2. e simplificado 10 min.7.9) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.6 Na modificação de um CAMPO. quando necessárias.6. ele será efetuado na FIR (DCT) abaixo do NÍVEL DE VÔO IFR MÍNIMO permitido. a antecedência mínima para a aceitação da CHG correspondente será. 11.2.6.Uma CHG foi apresentada modificando o AD DEST. nesse exemplo.5 No caso de antecipação da Hora Estimada de Calços Fora (EOBT). o Plano de Vôo deverá ser endereçado e retransmitido ao órgão ATS do aeródromo de destino emendado (ver 11. IFR. Exemplo: Um PLN foi apresentado às 1400Z com EOBT 2000Z. é importante observar se essa alteração terá algum impacto em outro CAMPO do FPL. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11.1 .6.7. serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver. deverá ser limitada às 1455Z. conforme a seguir: . considerando-se a nova EOBT proposta. com a modificação.7. acrescidos daqueles inerentes à alteração. Logo. as eventuais CHG relativas ao FPL. seguido da transmissão da CHG com os endereçamentos constantes no Plano de Vôo. trecho SBBR/SBUR. deverá constar nesta CHG também a expressão: -18/RMK/JÁ VOADO VMC). 11. a mesma exigida para apresentação do plano de vôo (completo 45 min. Arnaldo preencheu um PLN ACFT PTAIS. 11.7.7. 11.3 A aeronave presidencial (nacional ou estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito.7.

(utilizar mais de uma linha.7. e sem rasura.9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto. o FPL a ser retransmitido e a CHG a ser transmitida obedecerão ao descrito abaixo: FF SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (CHG-PTAIS-SBBR-SBUR-16/SBUL0105 SBRP) 11. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.7. Em hipótese nenhuma. 11.2. Logo.7 A CHG deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. se necessário) . 11. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3 – Tipo de mensagem (CHG 22 – Emenda 7 – Identificação de aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida SBGL 16 – Aeródromo de destino SBCF -15/N0410F370 DCT UALA UB691 ) etc.2 Após sua transmissão.6.7.8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de modificação (CHG). ele solicitou que fosse alterado o aeródromo de destino de SBUR para SBUL alternando SBRP.7.158 MCA 53-1/2008 FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) 11.

7.9.2 Indicador do CAMPO . poderá ser observado um dos seguintes procedimentos: a) preencher uma CHG de acordo com os dados acima e anexá-la ao formulário IEPV 100-7 ou IEPV 100-20.3 Barra Oblíqua 11. adicionar ao seu texto. anexando-o ao formulário anterior.1 Descrição do Campo 22 .os dados completos e emendados do indicador especificado em (a). . Exemplo: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-13/SBGL1415-15/N0410F370 DCT UALA UB691) 11.1 Hífen 11.1 ou 2 algarismos para indicar o número do CAMPO a emendar.7.7.ou b) solicitar que seja preenchido outro formulário IEPV 100-7 ou 100-20 com o dado corrigido. 11.11 Caso o Piloto ou DOV tenha necessidade de alterar algum dado do CAMPO 19 de um Plano de Vôo.9.7. 11. não sendo necessário a sua transmissão.1.Emenda 11.1.7.9.7.1.MCA 53-1/2008 159 11.1.7. Exemplos: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-15/N0410F370 DCT UALA UB691) (CHG-PTJMG-SBBE-SBBR-7/PTATM-9/B737/H-10/SDGIR/C-15/N0470F330 UW4 C/POMON/N0470F330F370) (CHG-PTJMG-SBSV-SBQV-15/N0210F060 DCT-18/RMK/JÁ VOADO VMC STS/TREN) (CHG-PTJMG-SBBR-SWLC-16/ZZZZ0100 SBGO-18/DEST/FAZENDA AIS) Observação: Nesse último exemplo. desde que exista pelo menos uma proposta de modificação.9. não esquecer de encaminhar a mensagem LOC. o dado referente a um atraso.9.10 É permitido ao Piloto ou DOV quando confeccionar uma CHG. na forma própria desse CAMPO.4 Dados emendados . não sendo necessário a sua transmissão.

um determinado vôo da série de planos de vôo repetitivos (RPL) for cancelado e substituído por um plano de vôo individual.11. o Piloto deverá.5 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de cancelamento de Plano de Vôo (CNL). informar ao órgão ATS local.8. simultaneamente com o FPL individual.8. pelo menos.3 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CNL por telefone ou FAX. o valor exato da referida informação.8. 11. devendo ser notificada até 35 (trinta e cinco) minutos da hora estimada de calços fora. mesmo após proceder conforme item 11.8.7.8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) 11. deverá ser endereçado conforme o item 11. visando evitar o mesmo problema inerente a um Plano de Vôo Repetitivo. 11. até o momento da decolagem por radiotelefonia. Em hipótese nenhuma.7. seguida da transmissão desse plano de vôo individual.7) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.6 Quando.12 Quando os dados emendados forem relacionados com AUTONOMIA e/ou PESSOAS A BORDO. não necessariamente a do aeródromo de partida. 11.160 MCA 53-1/2008 11.2. 11.1 A mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: . quando for necessário que se cancele um vôo.7 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto.8. cujo plano de vôo tenha sido enviado anteriormente.8. com indicador de prioridade DD. por qualquer motivo.8. 11.4 A CNL deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. e sem rasura. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11. 11.2 A mensagem CNL deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo. Recomenda-se que esse procedimento seja estendido aos demais tipos de Plano de Vôo. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30. Esse procedimento tem a finalidade de assegurar que a mensagem CNL seja recebida.8. uma mensagem CNL. 11.

excetuandose o caso de vôo VFR de helicóptero que é dispensado.9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS) 11. Exemplos: AD PART SBPS SBFL AD DEST SBSV SBNV PVC SIM SIM PVS NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ERC L2 ERC L1 11. na inexistência desses espaços aéreos.3 No caso do vôo ser realizado inteiramente entre ATZ. . CTR ou TMA adjacentes.9. com um aeródromo de alternativa de destino. incluindo as projeções dos seus limites laterais ou. CTR.9. no espaço aéreo em questão. em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida. necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO. sendo. será necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO (IEPV 100-20).2 Quando o aeródromo/heliponto de destino for o mesmo aeródromo/heliponto de partida e não exista um aeródromo/heliponto de alternativa habilitado para operação pretendida. será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuírem credencial para vôo IFR. TMA.4 Deve ser utilizado o IEPV 100-7 e apresentado da seguinte forma: a) pessoalmente à Sala AIS do local de partida ou.9. entretanto. 11. também será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuir credencial para vôo IFR.1 O Plano de Vôo Simplificado (PVS) aplica-se ao vôo VFR realizado inteiramente dentro de uma ATZ. além do previsto nesse item.9.MCA 53-1/2008 161 3 – Tipo de mensagem (CNL - 7 – Identificação da aeronave PTAIS - 13 – Aeródromo de partida SBBR - 16 – Aeródromo de destino SBRF) 11. Exemplos: AD PART SBRF SBBR SBSL SBRP SBCJ SBLP AD DEST SBJP SBBR SBSL SBRP SBCJ SNGI AD ALTN SBRF SWUZ SBTE SBUR SBMA SBLP PVC NÃO NÃO SIM SIM SIM SIM PVS SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ARC-RF ARC-BR ERC L2 ERC L1 ERC L3 ERC L2 11. No caso específico de vôo VFR no período noturno.

torna-se essencial que o órgão ATS mantenha uma estreita coordenação com a Sala AIS local. 11. c) inserção de dados: procedimentos idênticos ao do PVC (ver 11. ou c) por radiotelefonia ao órgão ATS do local de partida.5). RMK/SECT S e SW AD. tendo em vista a manutenção da segurança de vôo no que diz respeito ao recebimento desse PVS.11. Exemplos: RMK/RTE SECT W. 11.5 Quando não existir proibição para apresentação de um PVS via radiotelefonia. RMK/REH FERROVIA UNO RMK/REH MARTE RMK/REH PAQUETÁ. caso o PVS seja apresentado por radiotelefonia.9. poderão ser incluídos outros detalhes sobre o vôo. e após. caso exista. d) formulário IEPV 100-7: excepcionalmente. RMK/BTN SECT 1 e 2. no caso de indisponibilidade do IEPV 100-7.9. não será exigido tempo de antecedência. e e) CAMPO 18: além dos procedimentos previstos.4. se não houver proibição para o aeródromo em causa (ver ROTAER e AIP-BRASIL Parte ENR). de acordo com os procedimentos estabelecidos em Circular de Informação Aeronáutica específica.12 (NOTAS 1 e 2) e 11. complementares aos do CAMPO 15. diretamente ao órgão ATS. . certamente existirá veiculação de um PVS diretamente entre o piloto e órgão ATS local. caso esse seja apresentada à Sala AIS. poderá ser utilizado o IEPV 100-20 (Plano de Vôo) para apresentação de um PVS. preenchendo apenas os campos correspondentes. encaminhar a mensagem FPL (PVS) ao órgão ATS do aeródromo de destino. 11.10. visando o fiel cumprimento das normas previstas.7 As seguintes regras devem ser observadas: a) validade: 45 (quarenta e cinco) minutos além da EOBT.9. conforme o item 11. RMK/SECT SW AD. b) encaminhamento: primeiro passo é informar ao órgão ATS local através dos meios disponíveis imediatamente. Assim.6 O tempo exigido para apresentação de um PVS será de no mínimo 10 (dez) minutos antes da EOBT. principalmente as citadas nos itens 11.4. 11. RMK/BTN RDL 020 e 040.4.4. porém.162 MCA 53-1/2008 b) por telefone ou fax à Sala AIS credenciada.9.4 alínea c).17 desse Manual. 11.

ou. informar ao seu Chefe ou seu substituto legal. 11. à Sala AIS Civil do DTCEA ou de Órgão de Navegação Aérea (ONA).10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE) 11. c) tipo da ACFT. e b) informar. obedecendo à formatação AFTN.1 É uma mensagem administrativa que contém informações relativas à aeronave militar quando transportando altas autoridades. e) aeródromo de destino.2 Quando forem introduzidos no CAMPO 18 do plano de vôo de aeronaves militares os códigos de “autoridade a bordo” e de “serviços solicitados”.10. Oficial-de-Dia ou ao Oficial de Permanência Operacional no caso de organização Militar.2. 11.1 Conteúdo do Texto: a) indicativo de referência.3 Ao receber essa mensagem. ao Oficial de Operações. b) identificação da aeronave. 11.MCA 53-1/2008 163 11. logo após a decolagem da referida aeronave. f) hora (UTC). imediatamente.10.10. prioritariamente.10. à Sala AIS Militar do aeródromo de destino ou. caso não exista Sala AIS Militar ou essa não esteja em funcionamento. nos demais casos. com o indicador de prioridade GG. e g) códigos especificados. . o operador da Sala AIS deverá: a) decodificar a mensagem observando o significado dos códigos inseridos. Essa mensagem deverá ser endereçada. o operador da Sala AIS deverá confeccionar uma Mensagem de Transporte Especial. d) hora estimada de chegada (ETA = hora real de decolagem + EET). Exemplo: GG SBGLYOYM 151812 SBBRYOYM 15/AISMIL/151008 – INFORMO FAB2004 E120 ETA SBGL 2010 RMK/3HRP COMANDANTE DA AERONÁUTICA.

da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional sobre o qual foi expedida uma mensagem MOV.PVS).11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC 11.11. porém atualizado posteriormente pelo piloto a um órgão ATS. respectivamente. do heliponto. 11. uma mensagem administrativa de modificação (MOD) para transmissão. alteração do aeródromo de destino e a regra de vôo para SBCT e IFR. A MOD deve ser preparada e encaminhada pelo detentor do formulário do Plano de Vôo (IEPV 100-20 .PVC ou IEPV 100-7 .8. informando o nome do município e o nome por extenso do aeródromo. obviamente recebido de outra Sala AIS que não a Sala AIS do aeródromo de partida do vôo. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional da última decolagem (FROM/Fazenda Marabá . . for introduzido a forma ZZZZ nos CAMPOS 13 (AD PART) e CAMPO 16 (AD DEST).2.11. ou uma mensagem de atualização de Plano de Vôo. 11. o operador AIS deverá expedir uma mensagem LOC.1 O operador AIS que receber um Plano de Vôo (PVC ou PVS). 11. Após a decolagem. do sítio de vôo. poderá repassar os dados alterados a Sala AIS de SBFL para a confecção e emissão da MOD. KK SBRJYAYD 201515 SBFLYOYX SVC 15. Exemplo: Uma aeronave apresenta um PVS trecho SBFL/SBFL com regra de vôo VFR à sala AIS SBFL. será o responsável pela confecção e transmissão da Mensagem de Transporte Especial.2 Sempre que um Plano de Vôo (PVC ou PVS) que gerar uma MOV.164 MCA 53-1/2008 11. após a decolagem da aeronave. tal forma também deverá constar na mensagem CONFAC MOV nos respectivos campos.3 Assim. do sítio de vôo. estando prevista a forma ZZZZ nos CAMPOS citados no item anterior.11.7). o piloto solicita ao APP-Florianópolis.5. do heliponto. assim como o nome por extenso do aeródromo. RETEL 248/MOV ANV PTAIS MOD CMP 9/I E CMP 12/SBCT. Essa Mensagem (MOD) é usada para modificar dados encaminhados corretamente. deverá confeccionar e encaminhar à Estação de Comunicações transmissora da Mensagem de Movimento (MOV).4 O operador da Sala AIS do aeródromo de partida do vôo quando receber o FPL com a expressão prevista no CAMPO 18 (ver 11.10. O APP após as providências relativas ao gerenciamento do tráfego aéreo.ver CAMPO 18 item 14).

RETEL 188/MOV ANV PTAIM LOC CMP 10/CRICIÚMA/BRAGAMEN. CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN. . 162(MOV-PTAIM-I-SBFL-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081810) KK 201140 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 53. 188(MOV-PTAIM-V-ZZZZ-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAZAZX SVC 54. RETEL 152/MOV ANV PTAIM LOC CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN.MCA 53-1/2008 165 Exemplos: 152(MOV-PTAIM-V-SBFL-SBPA-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 52. RETEL 162/MOV ANV PTAIM LOC CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN.

3 ALCANCE 12.166 MCA 53-1/2008 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS Nesse capítulo serão apresentados os procedimentos genéricos para a implantação de um sistema de gestão da qualidade dentro do AIS nos Órgãos que desempenham atividades AIS. o que deve ser buscado por toda organização que queira permanecer e sobreviver num exigente mundo globalizado. 12. buscando atingir produtos e serviços de qualidade superior e melhoria dos aspectos organizacionais. 12.3.1. NOTAM e Serviço de informação prévia ao vôo. A ISO 9001 tem por objetivo melhorar vários aspectos. .3. é um método de trabalho fundamental para a melhoria da qualidade e a satisfação do usuário.1.2 OBJETIVO A aplicação da norma ISO 9001. 12. identificando claramente as atividades e/ou produtos e serviços AIS para os quais se aplicará o sistema de gestão dentro da administração.1 INTRODUÇÃO Mediante a inclusão dos requisitos sobre Sistemas de Garantia de Qualidade no ANEXO 15/OACI.1 Cada Órgão.2 Poderão ser identificadas três atividades ou áreas fundamentais: Publicação AIS. se identificou o requisito relacionado com a implantação da atividade de Garantia de Qualidade ISO 9000 nos Serviços Nacionais de Informações Aeronáuticas.1. A ISO 9001:2000 foi adotada como modelo a ser seguido para a obtenção da certificação do sistema.1.1. 12. para facilitar a obtenção da certificação base da ISO 9001:2000 – “Sistema de Gestão da Qualidade – Requisitos” Essa norma foi identificada como mais apropriada para a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade nos AIS na região CAR/SAM. Esse processo de melhora redunda num benefício de qualidade final dos produtos e serviços e de satisfação do usuário.1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO 12. obedecendo a estrutura organizacional ao qual é subordinado definirá o alcance da implantação do Sistema de Qualidade.

4.3 As certificações ISO 9001:2000 são um reconhecimento de que a organização realmente se interessa pelo resultado de seu trabalho.1.4 Os principais benefícios internos obtidos na implantação do sistema de gestão da qualidade em uma organização são: a) analisar os processos para evitar erros na documentação.5 O Serviço de Informação Prévia ao Vôo estará baseado. fundamentalmente. na elaboração e emissão dos Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB).1.3. b) reduzir e/ou eliminar reprocessos e desperdícios. .1. pode ser associado a um serviço meteorológico de aeródromo. que são cumpridas estritamente as normas de qualidade.1. também.1. 12. a segurança operacional e os níveis do serviço.3.1 A implantação e aplicação dos processos identificados dentro de um sistema de gestão de qualidade permitirão melhorar a eficiência. que certifica.1. além de posteriormente. Esse tipo de dependência se denomina ARO/AIS/MET de aeródromo. Também pode-se incluir a atividade de cartografia. 12. excluindo-se os NOTAM e o PIB.6 Cada Órgão definirá o alcance da implantação de um sistema de gestão da qualidade nas dependências de sua estrutura. a eficácia e a confiabilidade.4 Os NOTAM se associarão às atividades de emissão e tratamento de NOTAM. assim como pela satisfação que gerada no usuário final.3 A atividade de Publicação AIS compreenderá tudo que estiver relacionado com a produção e distribuição da AIP e os elementos da documentação integrada AIS.7 O alcance do sistema poderá estar baseado em uma atividade ou em todas as atividades do AIS. 12. esse Serviço pode se referir às atividades da Sala AIS relacionadas à tramitação dos planos de vôo e. é um documento com validade legal. 12. em favor da melhora da satisfação do usuário.3.2 A certificação da Norma ISO 9001. expedido por uma entidade credenciada.3.4.1.1. melhorar a produtividade. 12.3.4 BENEFÍCIOS 12. 12.4.4.1. Em alguns casos.MCA 53-1/2008 167 12. 12.1. 12. complexidade e recursos.

5.3 Em termos muito simples. os requisitos das normas internacionais ISO para um sistema de gestão de qualidade podem ser resumidos em três tarefas: a) decidir o que fazer . Esses podem ser simultâneos ou seqüenciais. na primeira vez.exigir que o AIS documente a maneira de como realiza suas atividades. pelo menos. bem as atividades. Para isso. h) realizar. .1. evitando o retrabalho.exigir que o AIS mantenha registros que demonstrem que ele realiza suas atividades de maneira como estão documentadas. na quantidade e na forma.1. e) manter e melhorar as especificações.168 MCA 53-1/2008 c) assegurar a padronização das atividades.1 Para a implantação de um sistema de gestão da qualidade é necessário estabelecer passos.1. procedimentos e projetos. 12.5.2 É fundamental a ajuda de uma pessoa com experiência durante a elaboração da documentação e implantação do sistema. conforme o planejamento da implantação. e c) mostrar o que já foi realizado . f) definir padrões sobre a base e a melhoria contínua.1. 12. e devem estar homologados por uma terceira pessoa independente. e i) reduzir e/ou eliminar queixas ou perda de usuários. b) fazer o que disse que ia fazer . d) cumprir o programado no tempo. habitualmente faz-se necessário a contratação de serviços de um especialista e/ou de alguma consultoria. no início do processo de documentação e implantação. 12. que foram realizados por um período de tempo.5 DESCRIÇÃO DO PROGRAMA 12.5.exigir que o AIS realize as atividades tal como aparecem registradas nos procedimentos documentados. g) otimizar os recursos disponíveis de maneira eficiente e reduzir as despesas da não-qualidade.

1. d) a chefia designar um representante da direção.1.6.2 Planejamento É a fase que está vinculada a definição dos documentos que serão desenvolvidos durante a implantação. c) obter confirmação da decisão da chefia em implantar a norma ISO 9000. Compreende as seguintes etapas: a) definir a matriz documental do projeto.3 Comunicação e Informação Deverão ser informados e comunicados os planos a todas as partes envolvidas na organização. mediante ciclos de conferências e seminários.1 Preparação O Objetivo é garantir o apoio da gerência para implantação de um Sistema de Qualidade no AIS. 12. .6 FASES PARA IMPLANTAÇÃO 12.6.1. b) coordenar ciclos de conferências e seminários introdutórios sobre o sistema de gestão da qualidade para a chefia. Essa fase compreende as seguintes etapas: a) gerar uma proposta de alto nível para obter o apoio da chefia. b) definir os processos e procedimentos a documentar. com base nos processos identificados. f) definir os objetivos e alcance do projeto.MCA 53-1/2008 169 12. d) estabelecer um cronograma para o desenvolvimento e a implantação de cada um dos elementos do sistema de gestão da qualidade.6. e g) instrução inicial para a equipe de trabalho referente ao sistema de gestão da qualidade. e) criar uma equipe de trabalho. Normas ISO e auditor interno. c) definir a política de qualidade e os objetivos. 12. além do desenvolvimento de estratégias para conscientizar todo o pessoal.1. e e) definir e assegurar os recursos para o projeto.

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12.1.6.4 Aplicação ou Implantação São duas fases em uma. É a fase mais complexa e trabalhosa do projeto. É o momento oportuno para: a) a elaboração de um manual da qualidade, procedimentos e instruções técnicas; b) a formação e informação dos implicados nos processos e procedimentos; c) realizar modificações e ajustes nos processos e procedimentos; d) sessões de implantação de processos e procedimentos; e) atuar segundo os procedimentos implantados; f) gerar registros, ações corretivas e preventivas; g) realizar auditorias internas e outras medições para verificar a eficiência dos processos; e h) correção das não conformidades e aplicação de processos de melhoramento contínuo. 12.1.6.5 Certificação a) escolher um órgão de certificação; b) considerar a realização de uma pré-auditoria; c) correção das não conformidades; d) auditoria de certificação; e e) obtenção do certificado. 12.1.6.6 Manutenção a) seguimento das não conformidades; b) seguimento do processo de melhoramento contínuo; e c) realização de auditorias internas periódicas e revisões pela direção.

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12.2 PLANEJAMENTO DO PROJETO 12.2.1 A implantação de um sistema de gestão da qualidade em uma organização como o AIS requer planejamento. 12.2.2 Uma questão fundamental no momento de elaborar o planejamento do projeto, é ter como referência o tempo que vamos precisar para implantar a Norma. Seguindo as tabelas de consenso utilizadas no mundo da gestão da qualidade, podemos dizer que para realizar as três primeiras fases (preparação, planificação e comunicação/informação) uma organização como o AIS pode dedicar de 2 a 4 meses. 12.2.3 Para a fase de aplicação ou implantação, com duração média de 8 a 12 meses, se as atividades de auditorias não forem simultâneas, o prazo pode ser estendido em 6 meses ou mais. 12.3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 12.3.1 Deverá ser criada uma equipe de trabalho ISO 9000 pela chefia que assumirá a responsabilidade de elaborar toda a documentação do sistema, e poderá ter a preparação necessária para a realização dos exercícios de auditorias. 12.3.2 A equipe se manterá durante todo o processo de implantação, e seus membros deverão reunir os conhecimentos, habilidades e experiência necessários para documentar e dar andamento a todo o sistema de gestão da qualidade a implantar. Deverá ser levado em conta cada representação das áreas do AIS. 12.3.3 É recomendado que, ao selecionar os membros da equipe, seja levado em conta a evolução do esforço e habilidades requeridas. 12.4 RECURSOS PARA O PROJETO 12.4.1 Implantar um sistema de gestão da qualidade é uma atividade cara. As organizações devem levar em conta a atribuição mínima para determinadas atividades que devem ser desenvolvidas com entidades externas. Devem começar pela formação de elementos básicos do sistema de gestão e terminar pela certificação. Recomenda-se que desde o início da primeira fase do projeto, se estabeleça alguma coordenação com uma entidade encarregada com esse tipo de atividade (assessoria, consultoria, cursos, etc.) para obter uma visão global do custo total do projeto.

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12.4.2 Faz necessário comparar o custo do apoio externo com o esforço interno, interpretando de forma correta os requisitos nas fases iniciais do programa, assistindo a evolução do sistema de gestão da qualidade analisando o funcionamento antes que se efetue a auditoria de registro. 12.5 DOCUMENTOS DO PROJETO 12.5.1 O objetivo do projeto é implantar um sistema de gestão da qualidade no AIS que cumpra os requisitos da Norma ISO 9001:2000. Os elementos do parágrafo abaixo relacionados são considerados essenciais para esse processo: a) política da qualidade; b) manual da qualidade; c) procedimentos documentados; d) cronograma global do projeto; e) plano de instrução; f) plano de auditoria; g) plano de revisão pela direção; h) plano de melhoria; e i) certificado ISO 9001:2000. 12.6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO 12.6.1 As ferramentas apresentadas nesta parte do plano são exemplos que pretendem mostrar quantos controles e registros poderão ser mantidos durante o processo de implantação. Eles ajudarão a organizar o tempo de planejamento para as seguintes tarefas: a) a elaboração dos diferentes documentos; b) a relação dos processos com os tipos de documentos do sistema, a estrutura dos procedimentos e sua relação com a norma ISO; c) os requisitos para os documentos do sistema; d) a estrutura dos procedimentos; e e) a agenda para uma revisão do sistema pela direção.

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12.6.2 Geralmente esses documentos são operacionais, ou seja, servem como um guia para determinadas atividades dentro do processo de implantação. Inclusive, alguns não chegam a constituir registros do sistema, são apenas evidências significativas de um bom processo de implantação. 12.6.3 São exemplos de ferramentas: a) matriz de planejamento da documentação; b) controle e planejamento da documentação por processos; c) ficha do processo; d) correspondência dos procedimentos com os requisitos da Norma ISO 9001:2000; e) acordos sobre o nível de serviço; f) requisitos do sistema de gestão de documentos do sistema; g) estrutura dos procedimentos; e h) agenda específica para a revisão do sistema pela chefia. 12.7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO 12.7.1 Em muitas atividades é muito freqüente o uso das listas de verificação, chamadas de “checklist”, pelas facilidades que oferecem para o seguimento e controle dos processos. Nessa parte do planejamento, pretende-se apresentar uma lista de verificação, baseada em determinados requisitos da Norma ISO, que pode ser checada durante o desenvolvimento do processo de implantação ou na fase final antes da pré-auditoria. 12.7.2 A lista de verificação é uma ferramenta muito eficaz para a implantação de um sistema de gestão da qualidade. Recomenda-se que cada organização mantenha o fácil acesso a sua lista de verificação, em relação à organização do projeto, à preparação e motivação do pessoal.

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12.7.3 Exemplos de listas de verificação: a) lista de verificação inicial: - desenvolvimento de uma proposta para o apoio gerencial de alto nível; - necessidade de apoio externo ou não; - compromisso da chefia em implantar a Norma; - proposta para o registro; - o líder e a equipe do projeto; - os objetivos e o alcance; - estabelecimento do cronograma do projeto; - contato com a organização de registro; - recursos internos e orçamento; e - lançamento do programa e a comunicação. b) lista de verificação na base dos requisitos da Norma ISO 9001:2000. - requisitos da documentação; - controle dos documentos; - requisitos dos registros; - comunicação interna; - competência, tomar conhecimento e formação; - processos relacionados com o cliente; - produção e prestação do serviço; - auditoria interna; e - ações corretivas e preventivas.

de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP. pela natureza do serviço que executa.1.1 Sistema que proporciona orientação segura e efetiva ao piloto para interceptação direta da trajetória de planeio estabelecida. os mais variados e sofisticados equipamentos de auxílio à navegação.SISTEMA INDICADOR DA TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO VISUAL 13. o especialista AIS.1 VASIS . O ângulo de planeio é obtido visualmente por meio de caixas de alumínio colocadas simetricamente ao lado da pista de pouso. a fim de que o Especialista AIS possa desempenhar suas funções com eficiência e segurança.1. o equipamento poderá ser instalado somente do lado direito. 13.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. atualmente. 13. ILS e GCA.1. de 21 de outubro de 2009. (NR) .1. como decorrência natural do desenvolvimento tecnológico mundial.1. existência de acesso à pista ou pista de táxi. Embora a utilização desses equipamentos diga respeito mais diretamente aos pilotos.1.MCA 53-1/2009 175 13 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO Nesse capítulo. . O VASIS pode ser instalado para funcionar em conjunto o ALS. duas ou três caixas de luzes no lado esquerdo ou em ambos os lados da pista.1.2 Na eventualidade de não ser possível instalar as caixas do lado esquerdo devido à irregularidade do terreno.2.1 Finalidade 13.1. não os substitui.1 AUXÍLIOS VISUAIS 13. as informações mínimas necessárias sobre os principais auxílios-rádio e visuais. Para satisfazer as necessidades de orientação.2 Descrição 13. porém. 13.1.1. necessita conhecê-los e compreendê-los.1 Este sistema é constituído de duas ou três barras de luzes instaladas perpendicularmente à pista.1. de forma sucinta. A altura de cruzamento de cabeceira de pista (TCH) será baseada na aeronave mais crítica que opere no referido aeródromo.1. 13. projetando um feixe de luz nas cores branca (parte superior) e vermelha (parte inferior). as aeronaves empregam.1. estão descritas. Cada caixa de luzes contém três lâmpadas de alta intensidade instaladas por trás de um filtro dividido horizontalmente. (NR) .2 A rampa visual efetiva do VASIS não deverá cruzar a cabeceira da pista abaixo de 25 pés nem acima de 60 pés.1. e daí prosseguir mantendo e orientando continuamente a aeronave na aproximação para pouso. As barras de luzes são constituídas de uma.2.

a localização e ângulo vertical de suas caixas devem ser tais que a rampa de aproximação visual (primeira rampa para o VASIS três barras) deverá ser o mais próximo possível da rampa do ILS.1. de 21 de outubro de 2009.3 Funcionamento Durante a aproximação.1. de 21 de outubro de 2009. b) pode ser avistado e identificado com muita facilidade a uma distância de 6 km durante o dia e 20 km à noite. quando estiver voando acima da trajetória de aproximação.Portaria DECEA No 63/SDOP. (a) Acima da rampa (b) Na rampa Rosa (setor de transição rosa = branco + vermelho) (c) Abaixo da rampa 13.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009.1. O VASIS em forma de T (não existe no Brasil). e (NR) . NOTA 2: Quando a pista na qual um VASIS for instalado for equipada com um ILS.1. e permite segui-la até 15 metros de altura e 300 metros do ponto de toque estabelecido.Portaria DECEA No 63/SDOP. quando estiver voando abaixo da trajetória de aproximação.176 MCA 53-1/2009 NOTA 1: O chamado T-VASIS é o modelo padrão da OACI. de 21 de outubro de 2009. b) em cor branca a primeira barra e em vermelho as luzes da segunda barra. quando estiver voando dentro da trajetória de aproximação.Portaria DECEA No 63/SDOP. 13. (NR) . em condições visuais. c) em cor rosa a primeira barra e em cor vermelha a segunda barra. . a) em cor branca a primeira barra e em cor rosa a segunda barra.4 Vantagens do Sistema a) proporciona orientação segura e constante para a interceptação de planeio. (NR) . o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) .

13.1.2 Descrição O sistema PAPI é constituído de uma barra lateral. os sistemas PAPI instalados possuem barra e quatro caixas em ambos os lados da pista. 13. No Brasil.2.Exemplo: Q)QLVXX E)VASIS CAIXAS LADO DIREITO U/S. Sistema indicador de trajetória de aproximação de precisão.SISTEMA INDICADOR DE TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO 13. Q)QLVAS E) VASIS RWY 18 U/S. normalmente do lado esquerdo da pista. Q)QLVXX E) VASIS RWY 18 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos.2. similar a finalidade do T-VASIS e ao VASIS convencional. exceto ao 5. com quatro caixas.5 Conseqüências para Elaboração de NOTAM a) a variação na intensidade do brilho pode ofuscar o piloto. de 21 de outubro de 2009. b) inoperância de todas as caixas de luzes do lado esquerdo ou direito: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP.Exemplos: Q)QLVXX E)VASIS RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. 13. e g) instalação e manutenção simples.2 PAPI . a menos que isso seja fisicamente impraticável. . de 21 de outubro de 2009. e) perfeita indicação de planeio sem zigue-zague.1. quando do procedimento na rampa de aproximação: . .1.MCA 53-1/2009 177 c) dispensa interpretação.1.1. f) útil com visibilidade de 800 metros.1 Finalidade Interceptar diretamente a trajetória de planeio estabelecida. d) orientação ininterrupta e uso fácil. (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. As três combinações possíveis de cores das duas barras são lógicas e isentas de confusão.

178 MCA 53-1/2009 13. vermelha e a caixa mais afastada.2.Portaria DECEA N 63/SDOP.devido a chuva. o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) . 13. – é aumentado para brilho 4 (quatro) ou 5 (cinco). e as três mais afastadas. vermelha.5 Conseqüência para Elaboração de NOTAM a) brilho usado em condições de tempo bom. e assim permanecer.3 Funcionamento Durante a aproximação. de 21 de outubro de 2009. brancas. quando voando na rampa de aproximação. porem com melhor precisão. ou seja. de boa visibilidade. brancas.4 Vantagens do Sistema Basicamente as mesmas do VASIS. exceto ao 5. a) todas as caixas brancas quando voando muito acima da rampa de aproximação. irá ofuscar o piloto: Exemplos: Q)QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. se o equipamento não reduzir o brilho de 5 para 4 ou 3. . c) as duas caixas mais próximas da pista.2. vermelha e as duas afastadas. quando as condições do tempo mudam . Q) QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos. diurno ou noturno. d) as três caixas mais próximas da pista.1. b) a caixa mais próxima da pista. quando voando ligeiramente acima da rampa de aproximação.2. é 3 (três).1.1. nevoeiro etc. branca quando voando ligeiramente abaixo da rampa de aproximação. o 13. normalmente. e e) todas as caixas vermelhas quando muito abaixo da rampa de aproximação.

3.3. Os sistemas que são utilizados em pistas de aproximação de precisão (CAT I e CAT II/III) têm.SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO 13. ALSF-2/3. Embora sejam considerados auxílios visuais. b) código para equipamento A-PAPI será LP: Exemplo: Q) QLPAS E)PAPI (APAPI) RWY 10 U/S. de 21 de outubro de 2009.3.1. enquanto que os utilizados em pistas para operações visuais. Se a operação for CAT I.2 Descrição Esse equipamento possui uma configuração de luzes dispostas simetricamente em torno da linha central da pista estendida.Portaria DECEA No 63/SDOP. O ALS equipado com “Flasher” tem a denominação de ALSF. orientação para nivelamento de asas e referências horizontais. 13. destinadas para utilização noturna e de aproximação de “não-precisão” (SIMPLIFICADO) têm. percepção de altura. geralmente.1.3. (NR) .1 O ALS será ligado para a cabeceira utilizada: a) DURANTE O DIA – Do nascer ao pôr-do-sol. que parecem aos pilotos como se fosse uma bola de luz se deslocando em alta velocidade em direção à cabeceira da pista (dois lampejos por segundo).1.1. normalmente. começando na cabeceira da pista e estendendo-se no sentido de seu prolongamento. Esses sistemas também poderão ser constituídos com luzes de lampejo sequenciado (Flasher). Destinam-se a melhorar a capacidade operacional e a segurança das aeronaves durante a operação de aproximação e pouso. particularmente durante os períodos noturnos e/ou de visibilidade reduzida. as configurações dos sistemas devem ser compatíveis e adequadas aos requisitos operacionais.1 Finalidade Esse sistema fornece informação visual de alinhamento de pista. caso as seguintes condições forem satisfeitas: . é chamado ALSF-1. 13. 13. se CAT II ou CAT III. apóiam mínimos de visibilidade reduzida. 1.3 ALS . Objetivando atender melhor à segurança. números de código 3 e 4. 3.000 pés (900 m) de comprimento. facilitando sua orientação.3. normalmente.400 pés (420 m) de comprimento.1.MCA 53-1/2009 179 Q)QLPAS E)PAPI RWY 10 U/S. são também utilizados em conjunção com auxílios eletrônicos para aproximação e pouso e.3 Utilização 13.

ou operação do sistema com brilho reduzido.3. (NR) . e Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos. (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP.sempre que forem suspensas as operações VFR. de 21 de outubro de 2009. ou com alta intensidade. locação e função.Portaria DECEA No 63/SDOP.180 MCA 53-1/2009 . Há diferenças entre as características de cada equipamento em instalação. ou . de 21 de outubro de 2009. o que nesta condição pode causar ofuscamento do piloto. controle. do PAPI e da ILUMINAÇÃO DE PISTA (BALIZAMENTO DE PISTA).1.4 Consequências para Elaboração de NOTAM: a) será emitido NOTAM (Especificando RWY e Tipo) de ALS dando inoperância. NOTA 2: O VASIS também acompanhará o ALS no brilho usado.1.Do pôr ao nascer-do-sol. 13.3. caso exista tráfego e esse efetue procedimento para a pista do ALS. b) DURANTE A NOITE . Exemplos: Q)QLAAS E)ALS (MALS) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (MALS FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALS SEM FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-2 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLACG E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 REDUZIDO A BRILHO 2. .3. NOTA 1: As luzes de balizamento de pista devem acompanhar o ALS no brilho usado. operação e informação é a mesma. exceto ao 5. NOTA 3: O controle (aumento ou redução) do brilho das luzes dos equipamentos de auxílios visuais.2 O princípio de funcionamento do ALS é igual ao do VASIS. 13.o aeródromo aeroporto esteja com operação IFR ou VFR especial. fica a cargo do órgão ATS local. no que se refere a controle de brilho e proteção dos circuitos. A filosofia de comando.

cancelamento. determinando sua marcação magnética (QDM). quando essa dispuser de ADF (Automatic Direction Finder).2.MCA 53-1/2009 181 Q)QLAXX E)ALS (MALS) RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 2. emitindo ondas eletromagnéticas não direcionais que. para prover identificação.2. proporcionando a execução de aproximações por instrumento em aeroportos. Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos.2 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO 13.1.2.2. de 21 de outubro de 2009.2. 13. 13. b) será emitido NOTAM de FLASH dando inoperância.1. o NDB é. determinando pontos de referência em áreas terminais.1 NDB (RÁDIO FAROL NÃO-DIRECIONAL) 13. a marcação relativa (MR) da aeronave ou.750 KHz e transmitem uma portadora contínua manipulada com modulação de 1. ao serem captadas por receptores de bordo dotados de antenas direcionais. ainda hoje.020 Hz.2. Esses auxílios operam na faixa de freqüência: de 190 a 1. balizando aerovias.1 Finalidade Importante auxílio-rádio nos tempos pioneiros da aviação mundial. pode determinar seu rumo para esse auxílio e navegar em sua direção. ou fazendo parte de sistemas de aproximação tecnicamente sofisticados.1.2 Um rádio farol não direcional (NDB) de baixa e média freqüência transmite sinais não direcionais.1. lembrar que não existe tabela de intensidade de luz.2.2 Descrição 13. 13. . equipamento que capta os sinais do NDB e os transforma em direção. através dos quais o piloto de uma aeronave adequadamente equipada com uma antena direcional e receptor.1 Consiste basicamente de um transmissor no solo. além de proporcionar orientação à navegação marítima costeira. propiciam a informação de direção do sinal recebido. utilizado em muitos países. Exemplo: Q)QLFAS E)LGT FLG SEQUENCIAL RWY 18/US (NR) . isto é.Portaria DECEA No 63/SDOP. deslocamento ou linguagem clara.

terá indicação de bloqueio. de montanha e perturbações meteorológicas.2. 13. 13. o que permite determinar a interseção de duas linhas de posição.1.1. sendo por isso usadas. alguns NDB podem ser identificados pela manipulação de sua portadora.2.5 Voando uma aeronave em direção à estação transmissora.2.2. . ocasionado pela entrada num cone de silêncio.1. mas com esse tipo de equipamento poderemos ter uma mudança de direção causada por diversos fatores: efeitos noturno.6 Exceto no que tange ao bloqueio da estação que não pode ser determinado. como uma forma de suprir suas necessidades de orientação. A tendência natural da onda de rádio seria percorrer uma linha reta. o piloto. por aeronaves voando em áreas desprovidas de auxíliosrádio.2.182 MCA 53-1/2008 13.2. ao sobrevoá-la. terão alcance em função da potência do transmissor. as emissoras de rádio comerciais (broadcasts) funcionam também como um rádio-farol.7 As marcações proporcionadas através das ondas de rádio transmitidas por uma estação de NDB.2. 13.4 Fixos de posição podem ser determinados com relativa precisão se o piloto dispuser de duas estações transmissoras suficientemente afastadas. ele é denominado NDB Marcador. Quando um NDB é utilizado simultaneamente com marcadores do ILS.2. caracterizado pela inexistência de sinal. podendo sofrer influência de estações de rádio.1. de linha de costa. com freqüência.3 Com a finalidade de atender a certas condições.1. 13.2. alto ruído atmosférico e condições locais.2.

3 Conseqüências para elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do NDB.2.1 O transmissor de um VOR opera nas freqüências de 108. 13.2.o código NOTAM será: Q)QNBXX E)NDB SVD 275KHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1255.00S/03820.2 Descrição 13. por ser um equipamento de freqüência muito alta. Observar a diferença entre: a) NDB DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.90 Mhz. e b) NDB MUDADO COORDENADAS PARA . .10 a 117. que de preferência. dependerá da localização e instalação da antena. O VOR. c) elimina cálculos difíceis e demorados.00 Mhz opera somente com os decimais pares.2. A identificação da estação é fornecida por um sinal auditivo modulado em código morse. sendo que de 108.41W. deverá estar livre de qualquer obstáculo num raio de 300 metros.2 VOR (RÁDIO FAROL DIRECIONAL) 13.2. e g) elimina a curva do cão. e de 112.1 Finalidade O VOR (Very High Frequency Omnidirecional Range) é utilizado em radiogoniometria com muitas vantagens sobre o NDB.1. apresentando as seguintes vantagens sobre o NDB: a) curso firme.2. veio suprir essas deficiências.00S/03820.41W.2.2.o código NOTAM será: Q)QNBCM E)NDB SVD 275KHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.90 Mhz nos decimais pares e ímpares.2.41W . com três letras.MCA 53-1/2008 183 13. O alcance dos sinais. Os sistemas que utilizavam baixa freqüência pecavam por razões já explicitadas anteriormente.2. b) não sofre influências por parte das condições atmosféricas.00 Mhz à 117. f) é preciso. superior ao de um NDB.00S/03820. d) não dá bloqueio falso.00 a 112. 13. e) não sofre o efeito noturno.

o número utilizável é limitado pelo receptor de bordo da aeronave.38S/03819.3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do VOR. 360 radiais. ou seja.2.4 O equipamento VOR é utilizado como balizamento de aerovias.28W. medidas no sentido dos ponteiros do relógio.2.2. É importante saber que radial é um local físico.00S/03820. cujo conceito confunde-se com o de linha de posição magnética .30MHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1254. 13.o código NOTAM será: Q)QNVCM E)VOR SVD 109. todavia. Observar a diferença entre: a) VOR DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.41W . A radial 360° é orientada para o Norte magnético.2 Enquanto que na utilização do NDB tinha-se conceitos de QDM e QDR.2. como auxilio básico de procedimentos.QDR.2. e também nas aproximações. Pode-se fazer uma analogia das radiais de um VOR com os raios de uma bicicleta. em virtude da alta freqüência não acompanhar a curvatura da superfície terrestre.2.2.2.2. portanto. Um grau elétrico é igual a um grau geométrico. sendo.28W. o alcance para a recepção do sinal de um VOR será o que se segue: ALTITUDE 1000 pés 2000 pés 3000 pés 4000 pés 10000 pés DISTÂNCIA 39 NM 54 NM 69 NM 92 NM 270 NM 13. 13. .2. no VOR utiliza-se o termo Radial que corresponde à direção magnética partindo de uma estação VOR.184 MCA 53-1/2008 13.3 O número de radiais irradiados por um VOR é infinito.2.o código NOTAM será: Q)QNVXX E)VOR SVD 109. na navegação em rota.30MHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1254. Normalmente.38S/03819. e b) VOR MUDADO COORDENADAS PARA .

e d) permite ao piloto a plotagem constante de sua posição. É bom lembrar que essa distância eletronicamente medida. Para se descobrir a posição da aeronave sem o auxílio do DME.3 DME (EQUIPAMENTO MEDIDOR DE DISTÂNCIA) 13. 13.3. a sua distância em relação à estação. era necessário uma série de cálculos e algumas vezes utilizar mais de uma estação terrestre. causando pequenos erros quanto à posição geográfica.3. denominada TRANSPONDER. ou ainda.1 Esse auxílio consiste de um transmissor de bordo chamado de INTERROGADOR.2. responde à emissão do interrogador também em pares de pulsos. . para que determinado tráfego contorne uma área ou setor.2. já que de uma estação só se obtém a LPM mas não em qual local desta linha a aeronave se encontra.2. eliminando cálculos demorados. em virtude da curvatura da superfície terrestre e também da altitude da aeronave. Dentre elas podemos citar: a) diminuir a separação entre aeronaves equipadas adequadamente.2.2 O uso do DME como auxílio à navegação traz muitas vantagens para pilotos e controladores.2. 13.MCA 53-1/2008 185 13. b) rotas em arcos podem ser estabelecidas para prover separação. c) pode ser usado para delimitar esperas em qualquer lugar do espaço aéreo coberto pelo equipamento. só que a intervalos e freqüências diferentes.3. Com a utilização do DME.2.2 Descrição 13.3. Essa estação. a aeronave tem fornecida em mostradores. que emite pares de pulsos de energia a intervalos regulares e que são captados pela estação terrestre. é da linha de visada que une a aeronave e a estação. O intervalo de tempo gasto pela ida/volta dos pulsos é então transformado em unidade de distância (milha náutica) pelo computador acoplado ao equipamento e mostrado visualmente ao piloto no painel. A faixa de operação é de 960 a 1215 Mhz (UHF).1 Finalidade O equipamento medidor de distância (DME) veio como complemento para se descobrir a posição da aeronave em relação a um auxílio.2. constantemente.

. d = distância em NM D = distância em NM da aeronave até a antena h = altitude do topo da antena H = altitude da aeronave 13.3 No Brasil. e em algumas situações também podem ser associadas ao localizador do ILS. com seleção automática de freqüência através de canais.o código NOTAM será: Q)QNDAS E)DME CH112X U/S.2. as estações DME operam acopladas às estações VOR.186 MCA 53-1/2008 13.3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de inoperância do DME.3.2.3.2. observando o seguinte: DME SVD INOPERANTE .

4. 13. estão previstas nos anexos da ICA 100-16 (Sistema de Pouso por Instrumentos .3. Exemplos: Q)QICAS E)ILS RWY 18 U/S Q)QISAS E)ILS CAT I RWY 18 U/S Q)QITAS E)ILS CAT II RWY 18 U/S Q)QIUAS E)ILS CAT III RWY 18 U/S .2. referente à situação. o ILS proporciona à aeronave equipada com o correspondente instrumento de bordo orientação segura de alinhamento. quando na aproximação final para pouso.Portaria DECEA No 63/SDOP.2. em ângulo de descida. de 21 de outubro de 2009.4.2.2.4.3 Consequências para elaboração de NOTAM 13. visuais e adicionais.4 ILS (SISTEMA DE POUSO POR INSTRUMENTO) 13. nos casos de degradação de seus componentes.ILS).2.1 O sistema inteiro poderá estar inoperante. 13.1 Finalidade Sistema de aproximação de precisão muito utilizado nos aeroportos de todo mundo.4.2 Inoperância de Componentes As restrições operacionais dos componentes eletrônicos.MCA 53-1/2009 187 13. (NR) . categoria e o impacto na operacionalidade do equipamento.

de 21 de outubro de 2009.4.2.3. Exemplos: Q)QILAS E)ILS LLZ RWY 18 U/S Q)QIGAS E)ILS GP RWY 18 U/S Q)QIOAS E)ILS OM RWY 18 U/S Q)QIMAS E)ILS MM RWY 18 U/S Q)QIIAS E)ILS IM RWY 18 U/S Q)QIDAS E)DME ASSOCIADO AO ILS RWY 18 U/S Q)QIXAS E)ILS LO RWY 18 U/S Q)QIYAS E)ILS LM RWY 18 U/S .188 MCA 53-1/2009 13.Portaria DECEA No 63/SDOP.2 Código de inoperância para cada componente. (NR) .

14. 14.4 Navegação Eletrônica . o local atual. cidades. sobre a superfície da terra.1 DEFINIÇÃO É a arte de conduzir uma aeronave. 14. de frente para o nascer-do-sol.2. por meio de observações dos corpos celestes. 14. às suas costas o OESTE (W).2 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO 14.2. 14. Sistemas: doppler.Determinar. 14.3 DIREÇÃO É a posição de um ponto em relação a outro. rios.2.5 Navegação Celestial ou Astronômica . de um ponto a outro.Determinar o local onde se encontra. montanhas. etc. Qualquer pessoa. facilmente determinaremos os pontos COLATERAIS e SUB-COLATERAIS.Sistema baseado em satélites colocados em órbita GNSS: “Sistema Global de Navegação por Satélite”.3 Navegação Radiogoniométrica .Portaria DECEA No 63/SDOP. Instrumento: sextante. Determinando os pontos CARDEAIS.Observando os pontos significativos sobre a superfície da Terra. 14. Instrumentos de bordo: bússola. de 21 de outubro de 2009. a qualquer momento. (NR) .2. ômega e inercial. VOR.Determinar o local onde se encontra.2 Navegação Estimada . através de instrumentos eletrônicos munidos de computadores. Isto é o que chamamos de pontos CARDEAIS. Ponto significativo: referência como: rodovias. por meios de ondas de rádio emitidas por estações terrestres: Estações: NDB. lagos. à sua esquerda o NORTE (N) e à sua direita o SUL (S).1 Navegação Visual ou Contato .6 Navegação por Satélite .2.2.MCA 53-1/2009 189 14 NAVEGAÇÃO AÉREA Nesse capítulo serão abordadas noções básicas de navegação aérea para aplicação nas atividades de Informação Aeronáutica. velocímetro e relógio. a partir do último ponto conhecido. pontes. 14. tem à sua frente o ESTE (E). determinando sua posição em qualquer momento.Determinar o local onde se encontra. ferrovias. sem considerar a distância que os separa. . com segurança e eficiência.

de 000º a 360º. no sentido NESO (Norte / Este / Sul / Oeste).190 MCA 53-1/2008 Norte (N) Noroeste (NW) Nornoroeste (NNW) Nornordeste (NNE) (NE) Nordeste oestenoroeste (WNW) (ENE) estenordeste PONTO Oeste (W) oestesudoeste (WSW) (E) Leste (ESE) estesudeste Sudoeste (SW) (SSW) susudoeste (SSE) susudeste (SE) Sudeste (S) Sul Modernamente as direções são expressas em graus. medida em graus.1 A LATITUDE é o arco de meridiano compreendido entre o Equador e o paralelo de um lugar. podemos dizer que a DIREÇÃO é uma medida angular a partir de um ponto de referência. A latitude é medida de 00º a 90º para NORTE e para o SUL.4 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS 14. Esse é o sistema universalmente adotado para fins de navegação. 14.4. Latitude do Ponto A 45º N Ponto A Plano do Equador Arco de Meridiano . Assim. a partir do Equador. que é sempre a linha NORTE/SUL.

3 Sendo a circunferência da terra medida no equador igual a 40.1.600 NM ÷ 360 = 60NM Logo: 1º (60’) corresponde a 60NM . visando comprovar a afirmação que 1’ de latitude equivale a 1NM: 21.2 Considerando a explicação acima. 14.MCA 53-1/2008 191 14. Meridiano 80º W 14. a escala de latitude de uma carta. é a sua escala de distância. Seu valor é de 1. temos que. Também pode ser definida e perfeitamente aceitável. são duas: quilômetros (Km) e milhas náuticas (NM).1 MILHAS NÁUTICAS 14.600NM) e a LINHA do EQUADOR um CÍRCULO MÁXIMO (círculo que divide a terra em duas partes iguais).5. onde 1’ de latitude é equivalente a 1NM. 14.5 DISTÂNCIA É a separação entre dois pontos.5. para ESTE e para OESTE (ver Anexo E). A longitude é medida de 000º a 180º a partir do meridiano de GREENWICH.000Km (21.1 Unidade de distância internacional adotada e conhecida como NM.5.852Km. como sendo: o comprimento de 1’ de arco do meridiano terrestre (equivalente a 1’ de latitude).1.2 A LONGITUDE é o arco da LINHA do EQUADOR ou do PARALELO. 14.5. As unidades de comprimento utilizadas para medir distâncias nesse Manual.4. compreendido entre o meridiano de GREENWICH e o meridiano de um lugar. faremos a seguinte observação. ao longo de um meridiano qualquer.1.

69NM 14.192 MCA 53-1/2008 14. e subtraída quando essa for Este.7. NM e Km e vice-versa. quando essa for Oeste.3 Quando a agulha da bússola estiver para a direita da direção do Norte Verdadeiro.2 Definimos declinação magnética (Dmg). como sendo o ângulo formado por uma linha NORTE/SUL verdadeira ou geográfica e uma linha NORTE/SUL magnética.852Km = 56.7. isto é. No caso inverso. apontando para esquerda (Oeste).1 Sabendo-se que os pólos magnéticos e verdadeiros não são coincidentes. Exemplo: Converter 130NM em quilômetros: 130NM × 1. 14. para Este.7 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA 14. deverá ser adicionada ao rumo/proa verdadeira a declinação magnética.852Km = 240.6 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA Para conversão dessas unidades de distâncias. basta conhecermos os seus valores e efetuarmos simples operações de multiplicação e divisão. NOTA: Para a determinação de rumo/proa magnética. isto proporciona o cruzamento dos meridianos geográficos. 14. . formando um ângulo denominado DECLINAÇÃO MAGNÉTICA.76Km Converter 105Km em milhas náuticas: 105Km ÷ 1.7. tem-se uma declinação magnética Este (E). isto é. tem-se uma declinação magnética Oeste (W).

MCA 53-1/2008 193 14. sendo a trajetória desejada ou percorrida pela aeronave. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º e) PROA: É o ângulo formado entre um meridiano qualquer e o eixo longitudinal da aeronave. O rumo pode ser verdadeiro ou magnético. RUMO E PROA 14. e g) Proa magnética (Pmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e o eixo longitudinal da aeronave.8. c) Rumo verdadeiro (Rv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e uma linha de rota. d) Rumo magnético (Rmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e uma linha de rota. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º .8 ROTA.1 DEFINIÇÕES: a) ROTA: Projeção ortogonal à superfície da terra. f) Proa verdadeira (Pv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e o eixo longitudinal da aeronave. b) RUMO: Ângulo formado entre um meridiano qualquer e a linha de rota.

É a diferença de 180º da marcação magnética. variando de 000º a 360º. b) MARCAÇÃO RELATIVA (MR): É o ângulo formado pelo prolongamento do eixo longitudinal da aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. .194 MCA 53-1/2008 14. variando de 000º a 360º. contados no sentido horário.9.1 DEFINIÇÕES: a) RADIOGONIOMETRIA: É a técnica de medir direções e determinar posições utilizando ondas de rádios emitidas por um transmissor ou transmissores de posições conhecidas.9 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA 14. c) MARCAÇÃO MAGNÉTICA (QDM): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. contados no sentido horário. contados no sentido horário. variando de 000º a 360º. e d) LINHA DE POSIÇÃO MAGNÉTICA (QDR): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela estação e a linha que liga a estação à aeronave.

em caráter comercial ou não. .MCA 53-1/2010 195 15 AERÓDROMOS Esse capítulo trata das características administrativas.3 Considera-se um terceiro tipo de aeródromo civil. e b) PRIVADOS – Só poderão ser utilizados com permissão de seus proprietários.1 PROCEDIMENTOS 15.1. 15.1. ainda.2.1 Os aeródromos são classificados em: a) CIVIL . desde que observadas as características físicas e operacionais do aeródromo.Aeródromo destinado. e b) MILITAR .Aeródromo destinado.1 CLASSIFICAÇÃO 15. 15. NOTA: Exceto aeródromos privados abertos ao tráfego público.1.1 Nenhum aeródromo civil poderá ser utilizado por aeronaves civis se não estiver devidamente registrado ou homologado e.2.2 UTILIZAÇÃO 15. ressalvados os casos de aeronaves que apresentarem defeitos em vôo ou encontrarem condições meteorológicas adversas na rota. que é o Aeródromo Público Restrito. 15. sendo vedada sua exploração comercial.1.2. 15.1. ao uso de aeronaves civis. em princípio.1.2. ao uso de aeronaves militares. físicas e operacionais dos aeródromos brasileiros para que os Especialistas possam identificar a melhor forma de lidar com as informações/dados aeronáuticos a eles inerentes.2 Os aeródromos públicos podem ser utilizados por aeronaves em geral. 15.2 Os aeródromos civis são classificados em: a) PÚBLICOS – Destinam-se ao tráfego de aeronaves em geral. 15. em princípio. de 24 de agosto de 2010.3 Os aeródromos privados e os aeródromos públicos restritos só podem ser utilizados com permissão de seu proprietário. divulgado em pelo menos um dos componentes da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP). (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP.

196 MCA 53-1/2008 15.3 A posição do ARP é estabelecida em caráter permanente e informada em latitude e longitude.4 Os aeródromos privados abertos ao tráfego poderão ser explorados comercialmente desde que exista autorização formal do proprietário para uso da propriedade como aeródromo público. poderão ser utilizados por aeronaves militares.3.3. 15.2 A sua finalidade é servir como origem para determinação das coordenadas de qualquer outro ponto na área do aeródromo.2. 15. em graus.2.5 Os aeródromos privados.2.3 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS 15.3. minutos e segundos. independente de permissão de seu proprietário.1 PONTO DE REFERÊNCIA DO AERÓDROMO (ARP) 15.P1).P2). serão informadas a elevação e a ondulação geoidal de cada cabeceira.2. arredondando-se ao segundo mais próximo. 15.3.2. a elevação dos extremos de pista e a dos pontos intermediários ao longo da pista.1.3.6 O piloto em comando é o responsável quanto à verificação das características físicas e operacionais dos aeródromos ou helipontos envolvidos com o vôo.3.1.2 ELEVAÇÃO E ALTURA GEOIDAL 15. 15. alta ou .2 Elevações e Alturas Geoidais da Pista 15.4 O ARP deve situar-se tão próximo quanto possível do centro geométrico inicial ou planejado do aeródromo.3. considerando a possibilidade de que esse seja posteriormente ampliado (Anexo G .1.1.2. quando o interesse for de segurança nacional ou necessidade de fiscalização assim o exigir. se sua elevação. 15.3.1.3.1. 15.1 Elevação do Aeródromo É a altitude do ponto mais elevado da área de pouso de um aeródromo (Anexo G .1 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de não precisão (NPA).2. 15.1.1 Para cada aeródromo será estabelecido um ponto de referência. 15.

1 Para cada aeródromo será determinada uma temperatura de referência em graus Celsius (Anexo G .4 PISTAS Área retangular definida em um aeródromo destinada a pouso e decolagem de aeronaves (Anexo G .3. Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo. será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista (Anexo G . em função do rumo magnético. a menos que condições operacionais justifiquem a escolha de outra localização.P5). a elevação dos extremos de pista e a maior elevação da zona de contato (TDZE).5 NÚMEROS E ORIENTAÇÃO DAS PISTAS Um sinal designador de pista consistirá em um número de dois dígitos.2. .3. a partir do Norte Magnético. aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho.2 A temperatura de referência deverá ser a média mensal das máximas temperaturas diárias correspondentes ao mês mais quentes do ano. for de importância.3.3. tendo em vista o rumo de aproximação. serão informadas a elevação e ondulação geoidal de cada cabeceira. e se medirá com uma precisão arredondada ao meio metro ou pé mais próximo. 15. 15. 15. Esse número será o inteiro mais próximo da décima parte do azimute magnético de uma pista (Anexo G .3.2.3. 15. e se medirá com uma precisão arredondada ao quarto de metro ou pé mais próximo (Anexo G . 15.P7).P3).P6). PA-2 ou PA-3).3. Quando a cabeceira da pista estiver deslocada.4. serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada.3.3. Essa temperatura deverá ser medida por observações efetuadas durante vários anos 15.P4).1 Localização da Cabeceira Normalmente a cabeceira situa-se no extremo da pista.2 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de precisão (PA-1.3 TEMPERATURA DE REFERÊNCIA 15.MCA 53-1/2010 197 baixa.

1.3. o tipo de pavimento e a resistência do subleito. pressão de pneu.7.3.1 Método ACN-PCN 15.6 DECLIVIDADE LONGITUDINAL DA PISTA É o resultado das várias elevações ao longo do terreno (Anexo G .3. 15. entre outros).7.3. e Para seis pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “C” “R”.2 A capacidade de carga de um pavimento também pode ser expressa por um único número sem especificar uma aeronave em particular ou informações detalhadas do pavimento.7 RESISTÊNCIA DO PAVIMENTO A resistência do piso dos aeródromos destinados a aeronaves com peso inferior a 5. 15. 15.198 MCA 53-1/2008 Para duas pistas paralelas: “L” “R”. Para quatro pistas paralelas: “L” “R” “L” “R”.700 Kg (12. Portanto.P8). que varia de acordo com o peso e a configuração da aeronave (tipo de trem-de-pouso. Para cinco pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “R” ou “L” “R” “L” “C” “R”.50 Mpa.500 lb). Esse número é o Número de Classificação de Pavimento (PCN). Exemplo: 4000 Kg / 0.1.3. Para três pistas paralelas: “L” “C” “R”. define-se: . 15. será notificada através do peso máximo admissível (peso máximo de decolagem) da aeronave e da pressão máxima admissível dos pneus pelo pavimento. Esse número é chamado Número de Classificação da Aeronave (ACN).1 Esse método torna possível expressar o efeito individual de uma aeronave sobre diferentes pavimentos através de um único número.7.

7. a) PCN – É um número que expressa a capacidade de resistência de um pavimento para operações sem restrição. NOTA 2: A resistência do piso dos helipontos é apresentada simplesmente com o peso em toneladas. 15. de 10 abril de 2008. ele determinará através de uma tabela. então a aeronave poderá operar no aeródromo em questão. Se o ACN encontrado for igual ou inferior ao PCN publicado. .3. pois os valores de ACN e de PCN são calculados usando-se a mesma base técnica. sem restrições.7.500 lb).3.700 Kg (12.7. uma aeronave que tenha um valor de ACN inferior ou igual ao valor do PCN do pavimento.1.MCA 53-1/2010 199 a) ACN – É o número que expressa o efeito relativo de uma aeronave com uma determinada carga sobre um pavimento. NOTA 3: Poderão ser autorizadas operações de aeronaves com ACN superior ao PCN notificado para pavimento desde que obedecidos os critérios estabelecidos na IAC 157-1001.1.4. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus. para uma categoria padrão de subleito especificada.1.3 O sistema ACN-PCN é estruturado de maneira que um pavimento com um determinado valor de PCN seja capaz de suportar. 15. qual o ACN de sua aeronave. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus.1. preparada pela autoridade competente.3.2 Uma vez que o usuário conheça o PCN. Cabe ressaltar que os valores oficiais de ACN são fornecidos pelos fabricantes das aeronaves.1 O método ACN-PCN se aplica somente aos pavimentos destinados a aeronaves com peso igual ou superior a 5. Exemplo: PCN 78 / R / A / W / T NOTA 1: A IAC 157-1001.4 Aplicação 15.7. 15.4. nas quatro categorias de resistência de subleito. Isto é possível.3. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis.

b) tipo de pavimento. não são prejudiciais ao pavimento. 5% do número de movimentos anuais de aeronaves. aproximadamente.7. os movimentos ocasionais de aeronave cujo ACN não excede de 5% o PCN notificado.baixa: . 15.letra R .200 MCA 53-1/2008 15. 5% do número de movimentos anuais de aeronaves.Flexível: c) resistência do subleito.letra F .alta: .letra A . são os seguintes os critérios recomendados pelo ANEXO 14/OACI: a) para pavimentos flexíveis (asfalto).letra C . 15.3.3. b) para pavimentos rígidos (concreto cimento) ou compostos nos quais o pavimento rígido constitui o elemento primordial da estrutura do pavimento.3.letra B . não são prejudiciais ao pavimento.5 Operação com Sobrecarga Para as operações cujo valor de sobrecarga e/ou freqüência de utilização não justifique(m) uma análise detalhada.7.Rígido: . desde que não ultrapassem a.1. .6 Procedimentos para notificação do PCN O PCN de um pavimento é notificado através de um código que utiliza cinco elementos: a) valor numérico do PCN. cujo ACN não exceda 10% do PCN notificado.4.1. os movimentos ocasionais de aeronave.3 Maiores detalhes sobre o método ACN-PCN podem ser encontrados no ANEXO 14/OACI e na IAC 157-1001.7. . aproximadamente. desde que não ultrapassem a.1.média: . e c) se a estrutura do pavimento é desconhecida a limitação a ser aplicada é a correspondente aos pavimentos rígidos.

50MPa): e) método de avaliação.7 Uma vez que o usuário conheça. PCN 80/R/B/W/T .letra X .50MPa): .pressão máxima dos pneus: . ele determina o ACN. a resistência do piso.letra Z .letra W .alta (sem limite de pressão): .7. através das publicações de informações aeronáuticas. e .letra T . o pavimento resiste satisfatoriamente: Exemplo: Notificação publicada: Interpretação: .1. ou seja.P9).MCA 53-1/2010 201 .letra D .prática: Consiste na utilização do conhecimento do tipo e peso de aeronaves que.método de avaliação: 80.média (até 1.tipo de pavimento: . . em condições normais de emprego. média. através de uma tabela existente na IAC em vigor (Anexo G .3. 15.letra U 15. utilizando-se a tabela de ACN anexa à IAC 157-1001.técnica: Consiste no estudo específico das características do pavimento e na aplicação da tecnologia do comportamento dos pavimentos: . . e técnica.7.1.letra Y .valor numérico do PCN: .8 Cálculo do ACN das Aeronaves: a) o ACN das aeronaves deverá ser determinado segundo o método ACN PCN.ultra-baixa: d) pressão máxima de pneus.baixa (até 1.00MPa): . o PCN. rígido.3.muito baixa (até 0.resistência do subleito: . alta.

com as cargas operacionais e pressões de pneus indicados a seguir: PESO Airbus A300 Mod. respectivamente.105 Kg PRESSÃO 1. de acordo com a coluna 6 da Tabela de ACN. visando facilitar o usuário. Determinar se o pavimento pode aceitar as seguintes aeronaves. não contempla a unidade de medida em psi.26 MPa 1. são respectivamente. NOTA 2: As duas cargas totais que figuram na coluna 2 da tabela de ACN. são. 42. NOTA 3: Para calcular o ACN correspondente a um valor de carga intermediário.23 MPa 1. considerase o ACN como variando linearmente. para cada tipo de aeronave.B2 B 747–100B Concorde DC 10–40 Solução: Os ACN dessas aeronaves. nas quatro categorias de resistência do terreno de fundação. o peso máximo de decolagem e o peso operacional vazio. sendo a informação acrescida na tabela. NOTA 4: A Pressão dos pneus informada na Tabela do documento da OACI.Exemplo 1 Uma AIP contém as seguintes informações relativas ao pavimento de uma pista PCN 80/R/B/W/T.17 MPa . fazendo-se uma interpolação. 45. Como o pavimento em questão tem um PCN 80 e não tem limitação de pressão de pneus. pode suportar todas essas aeronaves. b) Exemplos de cálculo de ACN: .000 Kg 334.56 MPa 1. entre o peso de operação vazio e o peso máximo de decolagem. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis. 50.066 Kg 253. 71 e 53.202 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Essa tabela.749 Kg 185.

P10). quando houver.3.1 Área retangular que envolve a pista de pouso e a SWY.940) ACN = 57 – 39.9.400) x (57 – 27) (196. a altitude do ponto mais próximo situado no eixo da pista ou no seu prolongamento (Anexo G . 15. e tem.3.3.8 TIPOS DE PAVIMENTO 15.3. .2 Os respectivos códigos constam das abreviaturas existentes na Parte GEN da AIPBRASIL e no ROTAER e são os seguintes.8.MCA 53-1/2010 203 .Exemplo 2: Achar o ACN do DC 10–10 com 157.9 FAIXA DE PISTA (STRIP) 15.400 Kg sobre um pavimento flexível apoiado em fundação do terreno de resistência média (CBR=10). em cada ponto.446 ACN = 57 – 13 ACN = 44 15.406 – 157.1 Os tipos de pisos dizem respeito à natureza do piso das diversas pistas e áreas onde trafegam as aeronaves no aeródromo.28/185 5 45 23 80 6 52 25 40 7 63 28 15 9 52 26 10 10 57 27 6 11 68 30 ACN = ACN MÁXIMO – (CARGA TOTAL – CARGA PRETENDIDA) x (ACN MÁXIMO – ACN MÍNIMO) (CARGA TOTAL – OPERAÇÃO VAZIA) ACN = 57 – (196.406 – 108.28 Mpa.8.2 4 1.006 x 30 87. A pressão dos pneus do trem de pouso principal é de 185 psi. Solução: 185 psi = 1. 15. O ACN da aeronave é obtido por interpolação dos valores da coluna 10 da Tabela de ACN CARGA TOTAL MÁXIMA DE DECOLAGEM OPERAÇÃO VAZIO KG 1 DC 10-10 2 196406 108940 ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS RÍGIDOS PRESSÃO DOS PNEUS MPa/psi K em MN/m3 Alta Médi a Baixa Ultra Baixa 20 8 73 33 Alta ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS CBR Médi a Baixa Ultra Baixa 3 12 93 38 TIPO DE AERONAVE CARGA SOBRE UMA DAS RODAS DO TREM DE ATERRISSAGEM PRINCIPAL (%) 150 3 47.3.

instalações e colocação de objetos de natureza temporária ou permanente. no caso de necessidade da interrupção da decolagem. ainda. variando o comprimento (Anexo G . 15.3.2 O comprimento e a largura dependerão do tipo de operação da pista.P12).3. destinada àquelas aeronaves que requeiram distância maior que a da pista.SWY Área retangular.P11). cujo objetivo principal consiste em reduzir o risco de danos a uma aeronave que faça uma aterrissagem antes ou ultrapasse o extremo da pista.3. 15. aeronaves e veículos em serviço. situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem. fixos ou móveis. 15. todos sujeitos aos limites de altura e afastamento do eixo da pista.11 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS . sob controle de autoridade competente e selecionada ou preparada como área disponível sobre a qual uma aeronave possa efetuar parte de sua subida inicial. 15.P13). A largura da zona de parada deve ser a mesma da pista à qual está vinculada. Suas dimensões variam em função do tipo e da quantidade de operações (Anexo G .9. obrigatoriamente.12 ZONA DE PARADA . definida no terreno.3.3.9. até uma altura especificada (Anexo G . tais como: construções.3. tenham de ser instalados nesta área.4 Não estão compreendidos na proibição: a) os auxílios à navegação aérea que. adjacente a faixa de pista. situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem.10 ÁREA DE SEGURANÇA DE EXTREMO DE PISTA (RESA) Área simétrica ao prolongamento do eixo da pista e adjacente ao extremo da faixa de pista. e b) os equipamentos necessários à manutenção e. .9.CWY Área retangular sobre o solo ou água. 15. estabelecidos pelas normas em vigor.3 Na Faixa de Pista não são permitidos quaisquer aproveitamentos que ultrapassem seu gabarito.204 MCA 53-1/2008 15.

ou seja.CWY.3. 15. 15.13 ÁREA DE APROXIMAÇÃO (A1) Plano inclinado ou combinação de planos anteriores à cabeceira cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista. 15.comprimento declarado da pista disponível para decolagem.MCA 53-1/2010 205 15. b) TODA (TAKE-OFF DISTANCE AVAILABLE) .16 DISTÂNCIAS DECLARADAS São distâncias utilizadas para efeito de cálculo para pouso.15 ÁREA DE TRANSIÇÃO (A3) Plano inclinado que parte das laterais da faixa de pista e da área de aproximação até 45m de altura. que são definidas a seguir (Anexo G . . comprimento da TORA somado à zona livre de obstáculos .3.3. se existir.P14): a) TORA (TAKE-OFF RUN AVAILABLE) .14 ÁREA DE DECOLAGEM (A2) Plano inclinado ou outra superfície especificada situada além do extremo de uma pista ou zona livre de obstáculos cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista.3. decolagem e interrupção de decolagem.comprimento declarado da pista disponível para corrida no solo de uma aeronave que decola.

Assim.3. a THR está situada no extremo da pista. .3. Condições A RWY é desprovida de SWY e de CWY e.comprimento declarado da pista disponível para a corrida no solo de uma aeronave que pousa. ou seja. Assim. se existir. e d) LDA (LANDING DISTANCE AVAILABLE) .206 MCA 53-1/2008 c) ASDA (ACCELERATE STOP DISTANCE AVAILABLE) . Assim sendo.SWY.2 Pousos e Decolagens da Esquerda para a Direita Exemplo 1: A RWY é provida de CWY.1. as quatro distâncias declaradas terão um comprimento igual 15.1 15. na ASDA será incluído o seu comprimento. 15.3.1. comprimento da TORA somado ao comprimento da zona de parada .16.comprimento declarado da pista disponível para aceleração e parada da decolagem.1 ao da RWY.16. Exemplo 2: A RWY é provida de SWY. ainda. na TODA será incluído o seu comprimento.16.

Daí. SWY e THR deslocada. a LDA terá seu comprimento modificado em função deste deslocamento.MCA 53-1/2010 207 15. Exemplo 2: Nos casos de RWY providas de CWY.3 Obstáculos na Aproximação Exemplo 1: A LDA começa na THR.16.3. corresponde ao comprimento físico da RWY. se a THR for deslocada. suas distâncias declaradas serão configuradas conforme a seguir: . Na maioria dos casos.1.

4 Exemplo: Cabeceira Deslocada por Impraticabilidade (Obras.17.16. tais como sistema de luzes de aproximação (ALS).3. independente da existência de serviço de controle de aeródromo.1. Aplicam-se também a todas as luzes aeronáuticas de superfície. 15.2 Iluminação da Pista Todas as pistas destinadas ao uso noturno devem possuir iluminação adequada.17.P15). etc. luzes laterais.3.5 Outros exemplos das possibilidades de configurações de distâncias declaradas estão contidos no Anexo F. São as seguintes luzes previstas para pista de pouso: luzes de cabeceira. 15.208 MCA 53-1/2008 15. 15.1.3.16.1 Iluminação de Aproximação A iluminação de aproximação inclui luzes. indicador visual de trajetória de aproximação de precisão (PAPI) e faróis luminosos de aproximação e luzes indicadoras de alinhamento de pista (Anexo G .) 15. sistema visual indicador de rampa de aproximação (VASIS).17 LUZES AERONÁUTICAS DE SUPERFÍCIE Os procedimentos aqui tratados têm aplicação em todos os aeródromos.P16). Óleo.3. . Buracos. luzes de eixo de pista e luzes de zona de contato (Anexo G . estejam ou não no aeródromo ou em suas proximidades.3.

15.2.2.2.17. NOTA: A localização das luzes de cabeceira (início e final de pista) são colocadas até 5 metros distantes das laterais. de 21 de outubro de 2009.2 Essas luzes em número de seis pelo menos.2. (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP. 15.2.2 Essas luzes são fixas (contínuas).2.3. Se a cabeceira estiver deslocada. instaladas a intervalo não maiores que 60 metros (IFR) ou 100 metros (VFR).2. 15.1 Luzes de Pista 15. se essa distância for menor.3.3.Portaria DECEA No 63/SDOP. em sentido transversal ao seu eixo. coincidindo com a cabeceira deslocada. uma luz amarela é usada em cada lado visível em qualquer direção. 15. 15. para determinar o começo da extremidade remota de 600 metros ou 1/3 final e as luzes restantes de cor branca variável. em uma distância de 600 metros ou de 1/3 final da pista. as luzes de cabeceira serão dispostas sobre uma linha perpendicular ao eixo da pista.3.Portaria DECEA No 63/SDOP. são instaladas na cabeceira e no final da pista. de 21 de outubro de 2009.4 O sistema de luzes de pista será considerado operacional quando a quantidade de luzes inoperantes não ultrapassar os percentuais especificados no capítulo 3 da ICA 100-1 (Operação IFR em Aeródromos). podendo o extremo da pista oposta ser de cor amarela.17.2.5 Para pistas com operações de pouso e decolagem VFR noturno deverão estar disponíveis pelo menos 85% das luzes (de cabeceira e de final de pista) em funcionamento e que não existam luzes queimadas adjacentes. indicando sua direção e limites (ver 15.3. as de cor verde indicando o início e as de cor vermelha o final.2.MCA 53-1/2009 209 15.4 e 15. de 21 de outubro de 2009. NOTA: No Brasil.2.3.17.2.1 Luzes dispostas lateralmente ao longo da pista de pouso e equidistante de seu eixo. 15.1. (NR) .2 Luzes de Cabeceira e Final de Pista 15.17.3.3.17.2.17. (NR) .3.17.Portaria DECEA No 63/SDOP.17.17.5).3.2.2.17. as luzes situadas entre o começo da pista e a cabeceira deslocada são de cor vermelha. .2.2. de 21 de outubro de 2009.1 Luzes distribuídas de modo a indicar os limites longitudinais da pista ou da trajetória de pouso utilizável.3. vistas na direção da aproximação.2. de cor branca variável. (NR) . as pistas providas de luzes de intensidade média.2.17.3 Quando a cabeceira for deslocada do extremo da pista.1.

4 15. de cor vermelha. Essas luzes devem ser obscurecidas para o lado oposto ao da pista em uso.3 15.17. estendendo-se desde a cabeceira até uma distância longitudinal de 900 metros. 15.3. exceto nas pistas de comprimento menor que 1800 metros.2. uma em cada lado do eixo da pista. nas pistas de táxi.3.17. NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III. desde a cabeceira até o final. como também no extremo dessa zona de parada.1 Iluminação de Zona de Parada São luzes fixas (contínuas).210 MCA 53-1/2008 15.3. em linha eqüidistantes do seu eixo.4. 15. perpendicularmente ao seu eixo.3.3 Luzes de eixo de pista São luzes distribuídas ao longo do eixo da pista.2 Devem ser instaladas luzes em todas as zonas de parada prevista para uso noturno.17. quando passa a ser vermelha até o final da pista. unidirecionais.3. alternando a cor branca variável com a vermelha desde 900 metros até 300 metros do outro extremo da pista. desde a cabeceira até o ponto situado a 900 metros do extremo da pista. com intervalos longitudinais não superiores a 30 metros. embutidas no solo.17. coincidindo com o prolongamento das fileiras das luzes laterais de pista.17.1 Iluminação de Pista de Táxi Luzes de Eixo de Pista de Táxi São luzes fixas.3. dispostas simetricamente em duas fileiras. Essas luzes são fixas (contínuas).3. pistas de saída e . encravadas em barretas transversais. instaladas ao longo das laterais da zona de parada. de cor verde. para que não sejam visíveis pelos pilotos ao passarem sobre a zona de parada durante a aproximação para pouso. 15.2. nas quais o sistema é encurtado de modo a não ultrapassar o ponto médio da pista.3. NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III.17. dispostas ao longo do eixo de todo o percurso do táxi da aeronave.17. de cor branca variável.4 Luzes de zona de contato São luzes de cor branca variável.3. 15.

4. 15.17. .3.17. de cor azul. com diferentes tipos de informação.17. unidirecionais. colocadas transversalmente em pista de táxi e distribuídas de modo simétrico em relação ao seu eixo.3.3. através de dispositivos luminosos. que podem ser de situação.7.7. distribuídas ao longo das laterais da pista de táxi.3.3 O farol de aeródromo deverá ser ligado entre o nascer e o pôr-do-sol.17.17.17. ao mesmo tempo que as luzes de pista.17.P18). 15. 15. semi-embutida no solo.MCA 53-1/2008 211 pátios. com intervalos de 3 metros entre as luzes.6 Iluminação de Obstáculos A iluminação de obstáculos localizados nas áreas de aproximação e de decolagem de uma pista poderá ser ligada ou desligada. 15. no ponto que se deseja deter o tráfego e serão desligadas para indicar que o tráfego pode continuar.3.1 Farol de Aeródromo O farol de aeródromo deverá permanecer ligado entre o pôr e o nascer-do-sol nos aeródromos com operação contínua (H24). 15.P17). no sentido da aproximação da interseção de pista.7 15.17.2 Nos aeródromos cuja operação não seja contínua.4. o farol de aeródromo deverá permanecer ligado desde o pôr-do-sol até o encerramento do serviço.7. 15.2 Luzes de Pista de Táxi Luzes fixas. 15.3.3. quando as condições meteorológicas do aeródromo somente possibilitem operações IFR ou VFR especial (Anexo G . quando o obstáculo não ultrapasse a superfície horizontal interna do aeródromo (Anexo G .3. Esse tipo de luz deve ser usada em pistas de táxi onde seja comum a ocorrência de RVR menor que 400 metros. destino ou de instruções obrigatórias.3 Sistema de Guia para o Táxi Esse sistema deve oferecer ao piloto.5 Barras de Parada Luzes de cor vermelha.

auxílios visuais terrestres luminosos adequados. .2 .212 MCA 53-1/2009 15. Isto se dá pelo fato de não estar devidamente equipado para atender as operações de aeronaves em condições IFR. . normalmente no extremo da pista. além disto possui cartas de aproximação e saída por instrumentos publicadas (em vigor) e órgão ATS em funcionamento.VFR NOTURNA.1 São aquelas relativas às condições de operacionalidade da pista tais como: a) Regra de voo visual (diurna) b) Regra de voo visual (noturna) c) Regra de voo por instrumentos (diurno) d) Regra de voo por instrumentos (noturno) 15. e .Portaria DECEA No 63/SDOP.4.5. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno. aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho. Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo. (NR) .4 Aeródromo para Operação IFR Diurna é um aeródromo onde podem operar aeronaves segundo regras de voo visual (se as condições de teto e visibilidade permitirem) e também segundo regras de voo por instrumentos para operação diurna.VFR DIURNA.4.4 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS 15.IFR DIURNO. de 21 de outubro de 2009.5 Aeródromo para Operação IFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui. É equipado com auxílio-rádio á navegação que proporciona orientação para a aproximação e decolagem e. 15. Aeródromo para Operação VFR é aquele em que as aeronaves só poderão operar de acordo com as regras de voo visual. 15.4. auxílios visuais terrestres luminosos adequados.4. será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista.3 Aeródromo para Operação VFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui.IFR NOTURNO. 15. 15. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno. Quando a cabeceira da pista estiver deslocada.5 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA 15.4. serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada.1 A cabeceira deve situar-se. a menos que considerações de caráter operacional justifiquem a escolha de outra locação. .

Portaria DECEA No 63/SDOP.2.1 DETERMINAÇÃO E DIVULGAÇÃO A determinação e divulgação do nível de proteção contra-incêndio requerido para os aeródromos brasileiros é de responsabilidade da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica . 15.3.5.6.6.6.6 15. 15. de 21 de outubro de 2009. e) IAC Radar. em virtude desses equipamentos estarem transmitindo rampas e indicações calculadas para a cabeceira no início da pista.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) . de 21 de outubro de 2009 15. e se essa cabeceira for deslocada. b) PAPI. de 21 de outubro de 2009.P19). (NR) . bem como com a freqüência de operação dessas aeronaves.2.6.2 Deverá ser expedido NOTAM modificando as visibilidades mínimas previstas nos quadros POUSO DIRETO e PARA CIRCULAR nas IAC. deve ser expedido NOTAM indisponibilizando os seguintes equipamentos e procedimentos.2 Na existência de um deslocamento de cabeceira. 15.5.1 Tal procedimento deve ser efetuado. e (NR) .5. 15.MCA 53-1/2009 213 15. e será expresso por uma classificação numérica.2 O nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo está relacionado com as dimensões das aeronaves regulares que o utilizam. a) VASIS. de 21 de outubro de 2009.3 15. c) ALS.1 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS A categoria requerida de aeródromos ou simplesmente CATEGORIA DE UM AERÓDROMO é uma classificação numérica ou alfanumérica que se baseia no grau de risco peculiar ao aeródromo e que corresponde a um determinado nível de proteção contra-incêndio requerido. d) ILS GP (trajetória de planeio – sua precisão). obtida a partir da avaliação da categoria das aeronaves e do número de movimentos destas (Anexo G . quando existentes: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. todas as rampas e indicações não devem ser utilizadas para aproximação. acrescentando a esses valores a porção deslocada. em um período de tempo preestabelecido.Portaria DECEA No 63/SDOP.

decolagens de helicópteros.1 HELIPONTO DEFINIÇÕES As “Instruções para Operação de Helicópteros e para Construção e Utilização de Helipontos e Heliportos”. entidade ou empresa responsável pela administração do aeródromo. aprovadas pela Portaria no 18/GM5.3 A responsabilidade pela operação dos SESCINC nos aeródromos homologados é do órgão.2 A DIRENG manterá um sistema de controle atualizado sobre o nível de proteção contra-incêndio de todos os aeródromos categorizados.6.3. 15. 15.6. Através do Programa Anual de Trabalho.2 TIPOS São os seguintes os tipos de helipontos: . de 14 FEV 1974. utilizada para pousos.Toda área homologada ou registrada ao nível do solo ou elevada. e com as modificações determinadas pela Lei no 6. o período de redução e dos recursos materiais e humanos que serão mantidos no aeródromo. pela Portaria no 745/GM5.4 REDUÇÃO DO NÍVEL DE PROTEÇÃO REQUERIDO A redução do nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo deverá ser requerida à DIRENG.298. 15. de 15 DEZ 1975. atualizada e publicada em Boletim Ostensivo da DIRENG e no Diário Oficial da União. adotam as seguintes definições: a) HELIPONTO .214 MCA 53-1/2008 (OCSISCON). 15. e b) HELIPORTO .7. durante esse período. pela administração do aeroporto. e será.6. 15.7. anualmente ou sempre que se fizer necessário. procederá à fiscalização dos diversos aeródromos no que tange ao fiel cumprimento das Instruções do Comando da Aeronáutica.3.7 15. com antecedência mínima de 60 dias e acompanhada das características referentes à previsão de movimento de aeronaves. de 06 OUT 1976.Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de operações de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas e cargas.

Essas plataformas geralmente mudam de localização e a natureza das atividades exige operações de helicópteros em condições especiais. para operação em vôo VFR. que poderá ser utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. que só podem ser elevadas). heliportos.construída sobre edificações. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. g) Helipontos sobre Plataformas Marítimas – São regulados por normas específicas citadas em 15. ao uso de helicópteros civis. e NOTA: Quanto ao nível de construção. via COMAR. que pode ser usada.É uma área selecionada e demarcada para pouso e decolagem de helicóptero. excetuam-se as áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros. de 21 de outubro de 2009. (NR) . NOTA: Esses helipontos não serão considerados para efeito de divulgação através de publicações de informações aeronáuticas..Heliponto civil destinado ao uso de helicópteros de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. em princípio.Heliponto destinado. e) Área de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros . . c) Heliponto Privado .7.MCA 53-1/2009 215 a) Heliponto Militar . os helipontos.Heliponto destinado ao uso de helicópteros militares. etc.Helipontos e Heliportos localizados sobre edificações. áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros e áreas de Pouso Ocasional são elevados (sobre edificações) ou construídos ao nível do solo (neste caso. (NR) . d) Helipontos e Heliportos Elevados . esporadicamente.1 e dedicados aos serviços e apoio às empresas que pesquisam ou exploram reservas petrolíferas na costa brasileira. Estes tipos de helipontos são registrados por ato da ANAC. f) Área de Pouso Eventual . de socorro médico. cadastrada no Comando Aéreo Regional respectivo. possuindo características físicas compatíveis com aquelas estabelecidas pela ANAC para helipontos normais. de inspeções de linhas de transmissão elétrica ou de dutos transportando líquidos ou gases. em condições VMC. b) Heliponto Civil . de 21 de outubro de 2009. por helicóptero em operações aéreas policiais ou de defesa civil.Portaria DECEA No 63/SDOP.Portaria DECEA No 63/SDOP.

b) área retangular: lado menor . para cada 300.3. NOTA: A dimensão mínima admitida para B é de 12m. ou fração além da cota de 300m.3.2B (no mínimo). a área de toque será também circular. com dimensões definidas.1 É a área do heliponto ou heliporto. lado maior .7. teremos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1.2 Área de Toque 15.3.1 Parte da área de pouso e decolagem. com dimensões definidas. se a área de pouso for quadrada ou retangular.3.1.7.3 15.5B (no mínimo).2. 15.3. A área de toque deve ficar situada no centro da área de pouso. aquelas dimensões sofrem correções. NOTA: As dimensões indicadas neste item.7.3 Conforme o formato da área de pouso.2 As dimensões da área de toque são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto. 15.216 MCA 53-1/2008 15.1.2.7. temos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1B (no mínimo). devendo ser aumentadas de 15% do seu valor básico.7. onde o helicóptero pousa ou decola.3 Conforme o formato da área de toque. .1 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS Área de Pouso e Decolagem 15. 15. relativas à área de pouso e decolagem. são para helipontos situados até 300m acima do nível do mar.2 As dimensões da área de pouso e decolagem são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto. 15. Se a área de pouso for circular.1.7.3.7. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. a área de toque também será quadrada.5B (no mínimo).1.7. Para altitudes maiores. 15.2. e c) área circular: diâmetro igual a 2B (no mínimo).7.3.3. e b) área circular: diâmetro igual a 1B (no mínimo).

7. privados ou militares. Os sinais de identificação dos helipontos são os seguintes: a) Helipontos Públicos: Letra “H”. c) Helipontos Militares: Letra “M”. colocada no centro de uma cruz pintada em vermelho fosforescente. bem como.1. o triângulo.1 Sinais de Identificação de Helipontos O sinal de identificação de um heliponto é uma letra colocada no centro da área de toque. H 15. neste caso.MCA 53-1/2008 217 15.4. quer sejam públicos.4. medindo as letras 3m de altura e 2m de largura.7.7. a qual substitui. os indicados a seguir: .4. é necessária a existência de alguns tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OBRIGATÓRIOS.4 15.1 AUXÍLIOS VISUAIS TERRESTRES Auxílios Diurnos 15. porém.2 Auxílios Noturnos É recomendável a instalação de outros tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OPCIONAIS. triângulo e letras são o branco ou amarelo fosforescentes. As cores empregadas na pintura da área de toque. dentro de um triângulo eqüilátero com o VÉRTICE PINTADO apontado para o Norte Magnético. b) Helipontos Privados: Letra “P”. e d) Helipontos em Hospital: Letra “H”. para que os helipontos sejam utilizados em operações noturnas ou em condições de má visibilidade.7. NOTA: A letra “H” é sempre utilizada helipontos em hospital.

Cada lado é sinalizado por um número ímpar de lâmpadas.218 MCA 53-1/2008 a) luzes de limite de área de pouso . b) áreas de pouso quadradas ou retangulares . a instalação do L32 fica a critério de seu proprietário. colocadas o mais próximo possível do solo e distribuídas em torno da área de pouso. nunca inferior a 5.farol rotativo de aeródromo(L21) ou farol de heliponto (L32) em funcionamento e indicador de direção do vento iluminado ou Órgão ATS em operação. c) áreas de pouso circulares . na forma do Capítulo IV do Regulamento da Zona de Proteção dos Aeródromos (Decreto nº 68. no máximo. No caso de heliponto privado. distanciadas 5m entre si. NOTA: Quanto ao L32. e e) auxílios visuais terrestres de localização e indicação . configurando os seus limites.Os obstáculos existentes nas proximidades dos helipontos autorizados a operar à noite devem ser sinalizados com luzes-deobstáculo ou faróis-de-perigo.920. é responsabilidade do SRPV ou CINDACTA da área a emissão de parecer operacional sobre a sua exigência nos helipontos públicos.As lâmpadas são instaladas ao longo da circunferência. d) luzes de obstáculos . . com espaçamento máximo de 5m entre si. de 15 JUL 71).São luzes amarelas.

c) Centros Meteorológicos de Aeródromo (CMA).1 Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA) O CNMA é o órgão que tem por finalidade.1. e b) Rede de Estações Meteorológicas. 16.1.MCA 53-1/2008 219 16 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS Nesse capítulo.1 O Serviço de Meteorologia Aeronáutica é prestado por órgãos operacionais classificados segundo suas atribuições específicas e que compõem as redes descritas a seguir: a) Rede de Centros Meteorológicos. previsões. e d) Centros Meteorológicos Militares (CMM). sugere-se consultar as publicações pertinentes. O CNMA está localizado no CINDACTA I. bem como as cartas.1. os meios de fornecimento dessas informações. 16. em Brasília-DF. 16.1. . 16. será apresentada a estrutura do Serviço de Meteorologia Aeronáutica do SISCEAB e serão abordadas as informações meteorológicas fornecidas às tripulações de vôo e demais usuários.1 Rede de Centros Meteorológicos A Rede de Centros Meteorológicos é composta dos seguintes órgãos: a) Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA). repassar aos Centros Meteorológicos as previsões recebidas dos Centros Mundiais de Previsão de Área (WAFC) e outras informações meteorológicas de interesse aeronáutico. b) Centros Meteorológicos de Vigilância (CMV). Para informações complementares.1. códigos e mensagens meteorológicas pertinentes às operações aéreas. que sejam relevantes às atividades operacionais do Operador AIS. além de preparar cartas meteorológicas de tempo significativo para a sua área de responsabilidade.1.2 Centro Meteorológico de Vigilância (CMV) O CMV tem a finalidade de monitorar as condições do tempo e elaborar previsões meteorológicas para a sua área de vigilância.1. que corresponde a uma ou mais FIR.1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA 16.1.1.

1.3. elaborar previsões e manter vigilância meteorológica dos aeródromos sob sua responsabilidade.1.1.220 MCA 53-1/2008 visando apoiar os órgãos de Tráfego Aéreo e as aeronaves que voam no espaço aéreo sob sua responsabilidade.3 Centro Meteorológico de Aeródromo (CMA) 16.1. e c) Estações de Radares Meteorológicos (ERM).1. nos aeródromos em que estiver instalado. os CMA são classificados em: a) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe I (CMA-1): localizado nos principais aeródromos do país.1. 16. e c) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe III (CMA-3): tem por finalidade fornecer informações meteorológicas para a navegação aérea no aeródromo em que estiver localizado. 16. 16.1.1. e que tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que se localiza.1.1.2 Rede de Estações Meteorológicas A Rede de Estações Meteorológicas é composta dos seguintes órgãos: a) Estações Meteorológicas de Superfície (EMS).1. b) Estações Meteorológicas de Altitude (EMA). 16. de acordo com critérios do DECEA.1. Os CMM estão localizados nas Bases Aéreas e em Unidades de Instrução Aérea.1 O CMA tem por finalidade prestar serviço e apoio meteorológico à navegação aérea.1.2 Em função das atribuições.1. b) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe II (CMA-2): tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que estiver localizado. Os CMV estão localizados juntos aos ACC.4 Centro Meteorológico Militar (CMM) O CMM tem por finalidade prestar apoio meteorológico específico à aviação militar.3. .

2 Estação Meteorológica de Altitude (EMA) A EMA tem por finalidade coletar.MCA 53-1/2008 221 16. umidade e direção e velocidade do vento. para fins sinóticos. não dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão.1. 16. entre si.2. A EMS-3 é instalada em aeródromos que operem VFR e/ou sejam dotados de equipamentos com procedimentos de pouso baseados em NDB. utilizando equipamentos e processos estimativos. nos diversos níveis da atmosfera. As EMA são instaladas a uma distância não superior a 300 km. e c) Estação Meteorológica de Superfície Classe III (EMS-3): tem por finalidade efetuar observações à superfície. A ERM é instalada. em áreas livres de obstáculos que possam interceptar o feixe de emissão e que possibilitem a máxima cobertura através da superposição das áreas rastreadas.1. .1.1.1 Estação Meteorológica de Superfície (EMS) A EMS tem por finalidade efetuar observações à superfície para fins aeronáuticos e. As EMS são classificadas em: a) Estação Meteorológica de Superfície Classe I (EMS-1): localizada nos principais aeródromos do país e que tem por finalidade efetuar observações à superfície.2. temperatura. 16. utilizando equipamentos e processos estimativos. Sua operação é exercida de forma remota por intermédio do CMV.000 km em áreas oceânicas. dados de pressão.2. A EMS-1 é instalada em aeródromos que operem IFR. dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão.1. A EMS-2 é instalada em aeródromos que operem IFR.1. utilizando equipamentos convencionais ou automáticos e processos estimativos. quando necessário. através de Radiossondagem. ou de até 1.3 Estação de Radar Meteorológico (ERM) A ERM tem a finalidade de detectar e processar imagens de nuvens e de fenômenos meteorológicos obtidos por radar. b) Estação Meteorológica de Superfície Classe II (EMS-2): tem por finalidade efetuar observações à superfície. prioritariamente.

. d) previsão de aeródromo (TAF) (com respectivas emendas) para os aeródromos de partida e de destino.2. as condições meteorológicas previstas entre esse aeródromo e aeródromos de alternativa indicados pelo usuário. f) mensagem SIGMET e outras informações meteorológicas apropriadas que sejam importantes para as rotas afetadas. o seguinte: a) previsão de ventos e temperaturas em altitude. e aeródromos de alternativa em rota e de destino.3 As informações meteorológicas fornecidas incluirão. a altitude e a extensão geográfica do vôo.1 As informações meteorológicas fornecidas pelos CMA às tripulações de vôo e outros usuários são destinadas basicamente ao planejamento do vôo. 16. 16.2. 16. e) METAR ou SPECI para os aeródromos de partida e de destino. a não ser que haja acordo entre o órgão de Meteorologia Aeronáutica e o usuário interessado. b) previsão de fenômenos SIGWX. basicamente. e g) mensagem AIRMET para vôos em níveis baixos.222 MCA 53-1/2008 NOTA: Maiores detalhes quanto à estrutura dos órgãos de Meteorologia Aeronáutica na ICA 105-2 “Classificação dos Órgãos Operacionais de Meteorologia Aeronáutica”. Portanto.2. e aeródromos de alternativa em rota e de destino. abrangendo. NOTA: Essas informações serão restritas a vôos que partam do território nacional. c) revisão de Área GAMET.2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS 16. também.2 As informações meteorológicas devem abranger a hora. cujas informações sejam importantes para as rotas afetadas. serão válidas para uma hora fixa ou um período de tempo e estender-se-ão até o aeródromo de destino previsto.

2. em consulta aos usuários.2. b) aviso de cortante do vento relativo ao aeródromo local. o Operador da Sala AIS deverá auxiliar os aeronavegantes quanto à descodificação e interpretação das informações meteorológicas.4. Em um CMA-3 não há a obrigatoriedade de tal atribuição.MCA 53-1/2008 223 16. o CMA fará uma exposição visual com dados atualizados das informações constantes do item 16. NOTA 3: Conforme a necessidade. e b) os métodos e meios de fornecimento das referidas informações. 16. e) exposição visual. e d) informações e imagens provenientes de radares meteorológicos. c) imagens de satélites meteorológicos. NOTA 1: As referidas informações devem ser expostas em um CMA-1 ou CMA-2.3 Exposição visual de informações meteorológicas Para auxiliar à tripulação e outros interessados no planejamento do vôo. .1 As informações meteorológicas serão fornecidas por um ou mais dos seguintes meios: a) material escrito ou impresso. incluindo cartas e formulários específicos. determinará: a) o tipo e o formato das informações meteorológicas a serem fornecidas. NOTA 2: As informações em exposição devem estar em lugar de fácil acesso a todos os usuários.4 MEIOS DE FORNECIMENTO E FORMATO DAS INFORMAÇÕES 16.2.4.4. das seguintes informações: a) aviso de aeródromo relativo ao aeródromo local. bem como a exposição verbal e/ou consulta. ou f) por meio de um sistema automatizado que proporcione o auto-atendimento e forneça documentação de vôo. b) dados em formato digital. também. c) exposição verbal (apronto ou briefing).3 e.2. 16.2 O Chefe do CMA. d) consulta.2.

3 e 16. 16.3 O CMA arquivará cópias das informações meteorológicas fornecidas. para transmiti-la à aeronave.3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO 16.4. enviada ao ACC associado. 16.5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO 16.1 A responsabilidade pelo apoio meteorológico à Torre de Controle (TWR)/Centro de Controle de Aproximação (APP) é do CMA localizado próximo aos referidos órgãos de Tráfego Aéreo.3.5. 16. divulgando as informações conforme a ICA 105-12 “Fraseologia VOLMET”. 16. o CMA deverá expedir a emenda necessária ou a informação atualizada aos usuários ou ao órgão local de tráfego aéreo. a pedido. .3.4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO O fornecimento das informações meteorológicas às aeronaves em vôo é feito pelo CMV. 16.2.6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS Quando necessário.3.2 A responsabilidade pelo apoio meteorológico ao Centro de Controle de Área (ACC) é do CMV localizado próximo ao referido órgão de Tráfego Aéreo. através do serviço VOLMET. caso surja a necessidade de emenda das informações. as informações meteorológicas atuais e previsões serão fornecidas ao Órgão de Telecomunicações Aeronáuticas. 16.3.1 A documentação de vôo fornecida às tripulações de vôo e outros usuários deve conter as informações relacionadas nos itens 16. Uma cópia das referidas informações será.224 MCA 53-1/2008 16.2 Antes da decolagem da aeronave.5.2.

c) visibilidade e fenômenos que reduzam a mesma. camadas de gelo e correntes oceânicas pertinentes à área de busca. deverão proporcionar aos mesmos. informações meteorológicas que sejam necessárias ao desempenho de suas funções. caso necessário. f) temperatura da superfície do mar. quando coberto por neve ou inundado. . 16. b) quantidade e tipo de nuvens. e indicações da altura das bases e topos. b) informações necessárias à elaboração de NOTAM ou ASHTAM.8.ocorrência de atividade vulcânica.7.estabelecimento.7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO 16.2 Os Centros Meteorológicos.8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS 16. suspensão ou modificações importantes na operação dos serviços de Meteorologia Aeronáutica. 16. fornecerão aos órgãos de Informações Aeronáuticas. com referências especiais a: a) fenômenos SIGWX em rota. e) estado do solo. e g) dados de pressão ao nível do mar. em particular. particularmente nuvens CB.1 Os Centros Meteorológicos. através de acordo prévio com os órgãos de Informações Aeronáuticas. especialmente em relação a: .MCA 53-1/2008 225 16.1 As informações fornecidas ao Órgão de Busca e Salvamento incluirão as condições meteorológicas existentes na última posição conhecida da aeronave da qual não se tenham notícias e no trecho da rota prevista desta aeronave. as seguintes informações: a) informações sobre os serviços meteorológicos prestados à Navegação Aérea Internacional que precisem ser incluídas em publicações de Informações Aeronáuticas. estado do mar. d) vento à superfície e em altitude.8. e .

c) áreas de precipitação. de dois tipos: a) carta de previsão de fenômenos SIGWX. consultar o MCA 105-12 “Manual de Centros Meteorológicos”. basicamente. .9. As referidas cartas são.informações recebidas sobre a emissão acidental de materiais radioativos na atmosfera.226 MCA 53-1/2008 . b) teto baixo e formação de nevoeiro. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao formato.modificações importantes previstas nos procedimentos. conforme acordo entre as autoridades interessadas. e h) gelo em aeronaves.1. e) áreas de trovoadas. e c) informações necessárias à preparação de circulares de informações aeronáuticas. especialmente em relação a: .1 A Carta de previsão de fenômenos SIGWX contém informações sobre a formação e os deslocamentos dos seguintes elementos: a) sistemas frontais.efeitos de determinados fenômenos meteorológicos nas operações aéreas. d) áreas de alta e baixa pressão. serviços e instalações de Meteorologia Aeronáutica. via REDEMET e CCAM.9 CARTAS DE PREVISÃO As cartas de previsão são preparadas e elaboradas pelo CNMA e disponibilizadas aos CMA. e .1 CARTA DE PREVISÃO DE FENÔMENOS SIGWX 16. f) turbulência. 16. 16. g) rajadas de vento à superfície. e b) carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude.9. conteúdo e simbologia utilizados nas cartas de previsão.

1 Previsão de área GAMET é uma previsão de área que cobre a camada entre a superfície e o FL100 (ou FL150. ou subáreas (ou setores) dela. as seguintes informações específicas: .1 TAF é o código meteorológico utilizado para divulgar a descrição completa das condições meteorológicas previstas ocorrerem em um aeródromo durante todo o período de validez da previsão.11.11.10. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. 16.9. 0600. 1200 e 1800 UTC.4 O TAF contém. consultar o MCA 105-12. 16. 16. 1200 e 1800 UTC.10. para os níveis de vôo padrões.11 CÓDIGO TAF 16.2 A previsão de área GAMET é confeccionada e divulgada pelo CMA-1. que vão desde a superfície até o FL630. É definido como uma previsão de aeródromo. na seqüência. 16. em regiões montanhosas.3 O TAF tem período de validez com início às 0000. com dados recebidos do WAFC.2 A referida carta é preparada para os horários das 0000. 0600.1.3 A previsão de área GAMET tem período de validez de 6 horas.2 O TAF é confeccionado e divulgado pelo CMA-1.2. portanto sendo renovados a cada 6 horas.11.9.2 CARTA DE PREVISÃO DE VENTOS E TEMPERATURAS EM ALTITUDE 16. com previsões que compreendam diferentes camadas. em linguagem clara abreviada.11. incluindo qualquer mudança considerada significativa para as operações aéreas.MCA 53-1/2008 227 16. 16. em que estiver localizado. com início às 0000. 16.10. em referência a FIR. se necessário). descodificação e critérios de confecção. em rota.10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET 16. 0600. ou mais. para a área de responsabilidade do Centro (N12º S40º e W010º W080º). 16. incluindo informações relativas a fenômenos meteorológicos perigosos para vôos em níveis baixos. 16.1 A Carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude é preparada para os horários das 0000 e 1200 UTC. 1200 e 1800 UTC.9.

consultar o MCA 105-12. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota que possam afetar a segurança das operações aéreas. b) vento à superfície.12 MENSAGEM SIGMET 16. em linguagem clara abreviada.4 O período de validade da mensagem SIGMET não será superior a 4 horas.1 A mensagem SIGMET consistirá de uma descrição concisa. e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço.12. 16. 16. se for o caso).11.12. . em referência a FIR em que estiver localizado. d) tempo significativo previsto.228 MCA 53-1/2008 a) grupos de identificação.2 A mensagem SIGMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área.5 EXEMPLO DE CÓDIGO TAF TAF SBCT 101030Z 101212 24003KT 9999 SCT015 TEMPO 1824 4000 +SHRA BKN012 TX28/18Z TN20/09Z NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação. 16.3 A mensagem SIGMET é confeccionada e divulgada pelo CMV. e g) temperaturas previstas. 16. com exceção para aquela relativa a nuvens de cinzas vulcânicas e ciclones tropicais. c) visibilidade. consultar o FCA 105-2. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção. 16. f) mudanças significativas esperadas. e) nuvens (ou visibilidade vertical. quando poderá se estender até 6 horas.12.12.

13 MENSAGEM AIRMET 16. em referência a FIR.14 AVISO DE AERÓDROMO 16. 16. 16. que não tenham sido incluídos na previsão de área GAMET e que possam afetar a segurança das operações aéreas até o FL100. descodificação e critérios de confecção. em linguagem clara abreviada.3 O Aviso de Aeródromo será confeccionado e divulgado pelo CMA-1. 16. ou subáreas dela.14. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. . consultar o MCA 105-12. 16. descodificação e critérios de confecção.14. 16.14.1 A mensagem AIRMET consistirá de uma descrição concisa. consultar o MCA 105-12.13.1 O Aviso de Aeródromo é uma informação concisa sobre as condições meteorológicas que possam afetar a segurança das aeronaves no solo (inclusive as estacionadas).13. 16. em que estiver localizado.4 O período de validez do Aviso de Aeródromo não será superior a 4 horas.3 A mensagem AIRMET é confeccionada e divulgada pelo CMV.4 O período de validez da mensagem AIRMET não será superior a 4 horas.MCA 53-1/2008 229 NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota. em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade.13. e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço. 16.2 A mensagem AIRMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato.2 O Aviso de Aeródromo será cancelado quando as condições deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer no aeródromo. 16.13. as instalações e os serviços do aeródromo. descodificação e critérios de confecção.14. consultar o MCA 105-12.

É definido como um informe meteorológico aeronáutico especial.16 CÓDIGOS METAR E SPECI 16.15.600 ft) acima desta.15. . para fins aeronáuticos. 16. consultar o MCA 105-12.1 O Aviso de Cortante do Vento é uma informação concisa sobre a observação ou previsão de cortante do vento. em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade. 16.4 O período de validez do Aviso de Cortante do Vento não será superior a 4 horas.3 O Aviso de Cortante do Vento será confeccionado e divulgado pelo CMA-1. que possa afetar adversamente as aeronaves na trajetória de aproximação ou de decolagem.230 MCA 53-1/2008 16.15. uma observação meteorológica regular. realizada quando da ocorrência.15. 16.16.16. ou seja. ou seja. 16. ou durante o procedimento de aproximação entre o nível da pista e uma altura de 500 m (1. 16. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. é realizada nos intervalos das horas cheias. realizada a cada hora cheia. descodificação e critérios de confecção.3 O METAR e o SPECI são confeccionados e divulgados pela EMS. para fins aeronáuticos. É definido como um informe meteorológico aeronáutico regular.2 O Aviso de Cortante do Vento será cancelado quando já não for prevista a ocorrência de cortante do vento ou após informações de aeronave não constatando mais a existência. e aeronaves na pista por ocasião do pouso ou durante a corrida de decolagem.1 METAR é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície. dissipação ou mudança significativa na intensidade de um fenômeno que seja considerado significativo para as operações aéreas. 16.15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO 16. uma observação meteorológica especial. Geralmente.16.2 SPECI é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície.

tempo recente. d) alcance visual na pista (quando houver).4. e i) informações suplementares inclusão condicional. . 16. temperatura da superfície do mar e estado do mar. que geram os códigos METAR e SPECI. se for o caso). na seqüência. f) nuvens (ou visibilidade vertical. c) visibilidade. as seguintes informações: a) grupos de identificação. consultar o MCA 105-2. consultar o FCA 105-3.16.4 O METAR e o SPECI contêm. h) pressão (QNH). e) tempo presente.1 EXEMPLO DE CÓDIGO METAR METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 10/03 Q0995 REDZ WS RWY10 NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação. cortante do vento. b) vento à superfície.MCA 53-1/2008 231 16. g) temperaturas do ar e do ponto de orvalho. se for o caso. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção das observações meteorológicas regulares e especiais.16.

3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM) O CCAM é o Centro de Telecomunicações AFTN no Brasil. devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores dos terminais assinantes: . configurando-se uma situação emergencial. Realiza a interconexão entre assinantes diretamente conectados ao Centro.1 Compete ao DECEA a ação técnica. bem como com outros centros de comutação AFTN e sistemas similares ou homologados pelo DECEA.1 FINALIDADE O Serviço de Telecomunicações prestado para qualquer fim aeronáutico. b) Serviço Móvel Aeronáutico (AMS). c) Banco de Dados de NOTAM (SISNOTAM).3.2 FALHAS DO CCAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento.1 UTILIZAÇÃO DO CCAM Poderão estar conectados ao CCAM os seguintes Sistemas de Informações Automatizados: a) Sistema de Tratamento do Plano de Vôo (STPV). 17. normativa e operacional sobre as Telecomunicações Aeronáuticas. b) Banco de Informações Operacionais de Meteorologia (OPMET).2. É constituído de: a) Serviço Fixo Aeronáutico (AFS). 17. 17. e d) Serviço de Radiodifusão Aeronáutica. c) Serviço de Radionavegação Aeronáutica.3.232 MCA 53-1/2008 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA 17. 17.2 COMPETÊNCIA 17. e d) Sistema de Controle e Fiscalização da Aviação Civil (SICONFAC). Administrativas e Militares.

o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para a Sala de Plano de Vôo do respectivo Centro de Controle de Área (ACC).MCA 53-1/2008 233 a) providenciar a veiculação de mensagens ATS por meio da RACAM. receberá a seguinte mensagem de confirmação de recebimento: Exemplo: ZCZC SBB234 12153041 SVC QSL BSB143 NNNN NOTA: A mensagem de serviço QSL acima informa ao assinante originador que o CCAM recebeu e considerou correta a mensagem BSB143. mensagens de serviço informando anormalidades na mensagem enviada ou mensagem de serviço de rejeição (QTA). Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM. e b) providenciar a veiculação de mensagens AIS por meio da RACAM. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7.4.4 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Ao enviar uma mensagem ao CCAM. 17. Centros Regionais de NOTAM (CRN) e Salas AIS. 17.4. Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. 17.2 MENSAGEM QTA A mensagem transmitida ao CCAM em desacordo com o previsto receberá a seguinte mensagem de cancelamento: . observando as instruções previstas nas publicações pertinentes.1 MENSAGEM QSL Toda mensagem transmitida por um terminal de assinante ao CCAM. o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para o Centro Geral de NOTAM (CGN). o assinante poderá receber mensagem de serviço de confirmação de recebimento (QSL).

configurando-se uma situação emergencial.1. devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores terminais assinantes: a) as mensagens com prioridade “SS” ou “DD” poderão ser transmitidas por meio do CCAM.1.1 A RACAM é composta por servidores regionais e por um Servidor de Aplicação (SAP) interligados pela Intraer. Brasília. Recife.2 INOPERÂNCIAS NA RACAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento. 17. devendo ser corrigida e enviada novamente.1. 17.5. São Paulo e Curitiba. 17. utilizando a técnica de “cliente-servidor”. Rio de Janeiro.5.1 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA 17.3 Os servidores regionais da RACAM estão localizados em Manaus.5.234 MCA 53-1/2008 Exemplo: ZCZC SBB043 12153204 KK SBBRYFYX 121530 SBBRZXAM SVC QTA RPT BSB026 NNNN NOTA: A mensagem de serviço acima notifica ao assinante ECMA26 que a sua mensagem BSB 026 enviada ao CCAM foi considerada incorreta. e b) as mensagens com prioridade “GG” ou “KK” poderão ser veiculadas por fac-símile ou por outro meio de comunicação. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7.5.2 O Sistema permite a troca de mensagens administrativas entre terminais de usuário.5 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS 17.5. 17. por meio da qual é realizada a interconexão entre os terminais de usuários conectados aos servidores regionais. com nova numeração. .

2 ALGARISMOS 0123456789 17.3 SINAIS ESPECIAIS (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) a) ( . Nas mensagens administrativas.6. d) ( ( ) abrir parêntese. c) Mensagem de Regularidade de Vôo . Os caracteres empregados na confecção de uma mensagem são serão descritos a seguir.2. f) ( . e) ( ) ) fechar parêntese. 17.Está especificada na ICA 53-1.6. b) Mensagem Meteorológica . b) ( ? ) interrogação.6. 17. h) ( .2.1 Mensagens Aeronáuticas são aquelas veiculadas por meio da Rede Fixa de Telecomunicações Aeronáuticas (AFTN) e cujas categorias são descritas a seguir: a) Mensagem ATS .6.2 TEXTO (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) O comprimento máximo do texto das mensagens depositadas por uma estação AFTN é de 1800 caracteres.2.1 LETRAS ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ NOTA: Nas mensagens aeronáuticas serão usadas somente letras maiúsculas. sinal de menos ou hífen.) traço de separação. poderão ser usadas letras maiúsculas e minúsculas.6 MENSAGENS AERONÁUTICAS 17.Está especificada na ICA 100-15. ) vírgula. . c) ( : ) dois pontos. e d) Mensagem AIS . ) ponto.Está especificada na ICA 105-1.6.Está especificada na MCA 102-7. g) ( ' ) apóstrofe. 17.MCA 53-1/2008 235 17.

ZCZ. ( +:+ ). k) ( } ) fechar chave.. j) ( { ) abrir chave. f) ( @ ) arroba. r) ( * ) asterisco.. o) ( $ ) cifrão. g) ( # ) diese (sustenido). h) ( \ ) barra invertida. NNN.5 Não poderão constar no texto das mensagens as seqüências ZCZC. circunflexo e til. ( . ou ( +:® ). b) ( ” ) fecha aspas. ( . e u) os acentos agudo. ( :+: ). nem os sinais ( +:+: )..6. l) ( [ ) abrir colchete. s) ( > ) maior que t) ( < ) menor que. . NNNN. d) ( ! ) exclamação. q) ( & ) “e” comercial.2.. p) ( % ) percentual.6. 17. 17. e) ( ç ) cedilha. m) ( ] ) fechar colchete.236 MCA 53-1/2008 i) ( = ) duplo traço de separação ou sinal de igualdade. ).4 OUTROS SINAIS (ADMINISTRATIVAS) a) ( “ ) abre aspas. c) ( ¹ ) diferente.. j) ( / ) barra ou traço de fração. e k) ( + ) sinal mais. ).2. n) ( ` ) crase. i) ( _ ) “underscore” (sublinhado). CZC ou ZC®.

MCA 53-1/2008 237 correspondentes em posição algarismo. Quando necessário. 17. devem ser escritos por extenso.3 Não se empregarão nas mensagens aeronáuticas caracteres distintos dos indicados. a menos que seja absolutamente indispensável para a compreensão do texto. Exemplo: ZC-Z. Z-CZ e Z/CZ. e b) as mensagens veiculadas deverão ser arquivadas no próprio sistema por um período de 30 (trinta) dias. Após esse período. . Caso haja necessidade de inserir essas seqüências. constarem de documentos assinado pelo encarregado da sindicância ou do inquérito e dirigidos ao chefe da estação.5 ARQUIVO DE MENSAGENS a) as mensagens ATS e MET. ZC/Z. colocando-se traços ou barras entre as letras. ou após decorrido o prazo prescricional constante do Código Brasileiro de Aeronáutica. para a RACAM. às seções de origem. as mensagens serão gravadas em mídia eletrônica. após o devido encaminhamento. solicitando a permanência em arquivo por tempo indeterminado.6. 17. devem ser relacionados. NOTA 2: As mensagens e livros a que se refere a NOTA 1 desse item. podendo permanecer em um local remoto por um período de 3 (três) anos. escreverá os algarismos em arábico precedido da palavra ROMANOS.6.4 Não serão empregados algarismos romanos. e 6 (seis) meses. elas deverão sofrer interrupções. NOTA 1: Todas as mensagens e livros relacionados com acidentes ou incidentes aeronáuticos e outras irregularidades deverão ser mantidos em arquivo por tempo indeterminado e só poderão ser destruídos por ordem expressa do encarregado da sindicância ou do inquérito. Se o remetente da mensagem desejar informar ao destinatário que se trata de algarismos romanos. 17. a critério da administração local.6. poderão retornar. As mensagens impressas e os livros também serão arquivados pelo mesmo período. para o CCAM e sistemas similares.

cujo datum é o World Geodetie System – 1984 (WGS-84). Navegação.1. apenas.6 Para garantir aos usuários alto nível de precisão e maior produtividade nos trabalhos geodésicos e topográficos. o uso do GNSS pressupõe que todos os dados cartográficos publicados pelos Estados estejam relacionados a um mesmo sistema de referência. integra o GNSS.1. o sistema de referência usado pela navegação aérea. através dele.1 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE 18. o DECEA.1. RWY e auxílios à navegação.5 No Brasil. de forma sucinta.4 Tratando-se de um sistema global.3 Atualmente.1.238 MCA 53-1/2008 18 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Esse capítulo descreve.1. 18.1 O sistema de Comunicação.1 CARACTERÍSTICAS 18. 18. e o Global Navigation Sattelite System (GLONASS). Esse datum foi adotado pela OACI como o sistema de referência geodésica para a navegação aérea do futuro. 18.1. vôos em rota e aproximações. a constelação do GPS. 18. 18. Vigilância e Gerenciamento de Tráfego Aéreo (CNS/ATM) prevê a utilização de um Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS). mas permitirá. como ARP.1.1. . que sejam realizados . assim como as propostas apresentadas pelo AIS mundial para o novo gerenciamento da informação aeronáutica. portanto. 18. utiliza à Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo (RBMC-IBGE). também. da Rússia e futuramente o sistema europeu (GALILEU). todas as coordenadas geográficas publicadas que indicam latitude e longitude são expressas em termos de referência geodésica do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84).1.1.1. o GNSS reunirá as duas constelações de satélites para posicionamento: o Global Navigation Sattelite System (GPS). juntamente com o ICA.2 Segundo sua concepção.1. dos Estados Unidos.1. II e III). o qual garantirá não somente o exato posicionamento de uma aeronave em qualquer parte do mundo. Essas estações são a base para os levantamentos de campo nos rastreios com receptores geodésicos GPS para determinação de coordenadas de pontos de precisão. incluindo as de precisão (CAT I.

AIM 18. através do uso de sistemas inteiramente digitais. tendo como base principal os produtos em papel. assim.2. recuperação. armazenamento. enquanto o AIS. integridade e pontualidade. Recursos Humanos.4 A migração do AIS para o AIM irá exigir o redirecionamento de um conjunto de aspectos inter-relacionados: Arquitetura da Informação.1.2 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA .3 A informação aeronáutica coberta pelo AIM é maior que a do atual AIS.1.2. Segurança. atualmente. intercâmbio e distribuição da Informação digital.1. assegurando.2.2 Essa nova função do ATM/CNS ampliará o atual âmbito da Informação Aeronáutica. no contexto das operações de vôo.1 Os tradicionais Serviços de Informação Aeronáutica (AIS) deverão fazer a transição para o AIM. que será o primeiro e principal passo na evolução de um ambiente de informação centrado em uma rede para o ATM. 18.1. pois reflete a necessidade de mudança de um simples produtor de emendas de produtos inflexíveis e lentos para o gerenciamento e o fornecimento da informação extensiva para todas as fases do vôo. sua qualidade. terá como base os processos de dados totalmente digitalizados e interoperáveis. Abrange também o controle da origem.2.1 CARACTERÍSTICAS 18. a partir da fase estratégica de planejamento de vôo até a fase de pós-vôo. . 18.MCA 53-1/2008 239 18. Programas de Implementação e Regulamentação. caracterizado pelo aumento da aplicação dos princípios de um Gerenciamento de Informações Amplamente Abrangentes. 18. é semi automatizado.2. e permitindo o contexto dinâmico com base na recuperação e distribuição da Informação. porta a porta.

19.1 ACORDO OPERACIONAL DE TRÂNSITO DIRETO – Acordo operacional aprovado pelas autoridades públicas competentes.(Regulamentação e Controle de Informação aeronáutica) – Sigla que significa um sistema que tem por objetivo a notificação antecipada. 19.Uma área definida sobre a terra ou água (incluindo quaisquer edifício. quando for impossível ou desaconselhável dirigir-se para efetuar o pouso no aeródromo de destino previsto (ICA 100-12). instalações e equipamento) destinada a ser usada total ou parcialmente para a chegada.1.6 AIRAC .7 ALTITUDE ELIPSOIDAL (ALTITUDE GEODÉSICA) . onde se consideram os trâmites de alfândega. .1 DEFINIÇÕES 19.240 MCA 53-1/2008 19 GLOSSÁRIO Esse capítulo tem por objetivo reunir os termos usados nos Padrões e Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica. imigração.Altitude relativa ao elipsóide de referência. 19.5 AEROPORTO INTERNACIONAL . 19.Aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir.4 AEROPORTO . medida ao longo da normal externa ao elipsóide através do ponto em questão (ANEXO 15/OACI). saúde pública.1. mediante o qual a interrupção breve do tráfego em sua passagem por um terceiro Estado Signatário pode não resultar na descontinuidade do controle direto por parte dos primeiros (ANEXO 15/OACI). 19.1.1.2 AERÓDROMO .3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA .Aeródromo público. geralmente expresso como uma elevação MSL (ANEXO 15/OACI).8 ALTITUDE ORTOMÉTRICA .1. 19.1. fiscalização veterinária e fitossanitária e procedimentos similares (OACI/Léxico). dotado de instalações e facilidades para o apoio às operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas (MAer / Port. baseada em datas comuns de entrada em vigor.1.Todo aeródromo designado pelo Comando da Aeronáutica para ser utilizado como aeroporto de entrada ou saída para o tráfego aéreo internacional. partida e movimento de aeronaves na superfície (OACI/Léxico). das circunstâncias que requeiram mudanças nos métodos operacionais ou nos procedimentos (OACI/Léxico). 19. 1141 / GM5).1.Altitude de um ponto relativa ao geóide. 19.

19. incluído a área de manobras e os pátios (ANEXO 15/OACI).12 ÁREA DE CONTROLE TERMINAL (TMA) . atividades perigosas para o vôo de aeronaves (OACI/Léxico).Área de controle situada geralmente na confluência de rotas ATS e nas imediações de um ou mais aeródromos (ICA 100-12). um tipo de dado e um domínio de valor associados com isto (ANEXO 15/OACI). Exclui o(s) pátio(s) (OACI/Léxico). 19.16 ÁREA DE POUSO . dentro do qual o vôo de aeronaves é proibido (OACI/Léxico).Espaço aéreo de dimensões definidas.1. modificação de uma atividade vulcânica. em determinados momentos.21 ATRIBUTO DE FEIÇÃO . 19. vulcão em erupção e/ou nuvens vulcânicas que sejam importantes às operações de aeronaves (ANEXO 15/OACI). 19. 19. pouso e táxi de aeronaves.Série especial de NOTAM que notifica por meio de um formato específico.Parte da área de movimento destinada ao pouso ou decolagem de aeronaves (OACI/Léxico). decolagem de ÁREA DE ESTACIONAMENTO . 19. de acordo com certas determinações especificadas (OACI/Léxico). 19.18 ÁREA PROIBIDA . 19. 19.11 ÁREA DE CONTROLE (CTR) .15 ÁREA DE MOVIMENTO . ponto ou objeto considerado como ponto.Parte do aeródromo utilizada para decolagem.1. 19. .Área destinada ao pernoite de aeronaves aeronaves e aos movimentos destas.20 ASHTAM .14 ÁREA DE MANOBRAS .1. NOTA .9 ALTURA .1.1.1. sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país. dentro do qual se restringe o vôo das aeronaves.Espaço aéreo controlado que se estende para cima.MCA 53-1/2008 241 19.17 ÁREA PERIGOSA .Espaço aéreo de dimensões definidas.1.10 APLICAÇÃO .1.Espaço aéreo de dimensões definidas.Um atributo de feição tem um nome. 19.1. a partir de um limite especificado sobre o terreno (ICA 100-12).Distância vertical de um nível.19 ÁREA RESTRITA .1.Parte do aeródromo destinada ao pouso. 19.ISO 19104* (ANEXO 15/OACI).Manipulação e processamento de dados em suporte aos requisitos do usuário . sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país. medido de um datum específico (ANEXO 15/OACI).1.1.Característica de uma feição .13 (DECEA).1. dentro do qual podem ser executadas.ISO 19101*.

19.1.ISO 19108* (ANEXO 15/OACI). está sujeito a procedimentos especiais ou mesmo dispensado de cumprir certas regras de tráfego aéreo.1. 19.1.1. NOTA: No calendário gregoriano.Conjunto de movimentos aéreos militares que. 19.Um ou mais arquivos de dados tão estruturados aplicações apropriadas podem extrair e atualizar suas informações.22 BASE DE DADOS .24 CALENDÁRIO GREGORIANO .1.Órgão que tem por finalidade processar e expedir NOTAM nacional sobre ocorrências relativas a sua respectiva área de jurisdição (ICA 53-1). e não a arquivos de registros físicos (ANEXO 15/OACI).1. manter o intercâmbio internacional de NOTAM e processar e expedir NOTAM sobre ocorrências relativas a sua área de jurisdição (ICA 53-1). beneficiando-se dos serviços prestados pelos OCOAM ou que.Sistema de referência temporal discreto que provê a base para definir posição temporal a uma resolução de um dia . 19.1. quando no contexto de uma . efetuados segundo as regras de tráfego aéreo estabelecidas para as aeronaves em geral. introduzido primeiro em 1582. 19.28 CENTRO REGIONAL DE NOTAM (CRN) .Conjunto de movimentos aéreos civis e/ou militares. preparado antes do vôo (ANEXO 15/OACI).23 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) . anos comuns têm 365 dias. 19. e anos bissextos 366 dias.Calendário de uso geral.29 CIRCULAÇÃO AÉREA GERAL (CAG) . por razões técnicas. operacionais e/ou de segurança nacional. 19.27 CENTRO INTERNACIONAL DE NOTAM (NOF) .Apresentação de informação de NOTAM atualizada de importância operacional. divididos em doze meses seqüentes (ANEXO 15/OACI).242 MCA 53-1/2008 19.Órgão estabelecido por um país para o intercâmbio internacional de NOTAM (OACI/Léxico).1.25 CALENDÁRIO .26 CENTRO GERAL DE NOTAM (CGN) . e que se beneficiam dos serviços de tráfego aéreo prestados pelos órgãos ATS. em tempo de paz. 19. para definir um ano que se aproxima ao ano tropical mais que o calendário Juliano ISO 19108*. NOTA: Isso se refere principalmente a dados armazenados eletronicamente e acessados por computador.1.Órgão que tem por finalidade coordenar e fiscalizar tecnicamente os Centros Regionais de NOTAM.30 CIRCULAÇÃO OPERACIONAL MILITAR (COM) .

nem a inclusão na AIP.40 CULTIVO . a segunda e terceira indicam o assunto a ser divulgado e a quarta e quinta letras. 19.39 CONTROLE DE QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade focada no CONJUNTO DE DADOS . iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para o vôo visual (ICA 100-12).34 CÓDIGO NOTAM . como cidades.1. 19. 19.1.32 CHAPADA . 19.35 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO POR INSTRUMENTOS - Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade.37 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO VISUAL Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade.1. o seu estado.Grupo de cinco letras. com a navegação aérea.Toda característica de construção artificial na superfície da Terra. administrativos ou legislativos (OACI/Léxico).Publicação que contém informação que não requeira a expedição de um NOTAM. 19.1.1. NOTA: A fase de reunir compreende verificar os dados e assegurando a detecção de erros e omissões que são retificados. ou com assuntos de caráter técnicos. 19. 19.Coleção identificável de dados .33 COBERTURA (CANOPY) – Referência altimétrica do terreno somada à altura da vegetação local (ANEXO 15/OACI). 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).1. estradas de ferro e canais (ANEXO 15/OACI). distância de nuvens e teto.1.MCA 53-1/2008 243 operação militar. cuja primeira é sempre Q. .31 CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) . inferiores aos mínimos especificados para o vôo visual (ICA 100-12). 19. 19.36 CONGREGAR .É uma formação rochosa acima de 600 metros que possui uma porção plana na parte superior.Processo de fundir dados de fontes múltiplas em um banco de dados e estabelece uma linha básica para o processo subseqüente (ANEXO 15/OACI).1. também dos serviços prestados pelos órgãos ATS em sua área de jurisdição que forem envolvidos.ISO 19101* (ANEXO completo atendimento dos requisitos de qualidade .1. distância de nuvens e teto. mas que se relaciona com a segurança do vôo.1. perigo ou condição de funcionamento (ANEXO 15/OACI).38 15/OACI).

Suplemento AIP. 19. uso final ou outro propósito.Distância angular ou linear entre dois pontos de elevação adjacentes (ANEXO 15/OACI).1.Um conjunto mínimo de parâmetros requerido para definir a localização e a orientação do sistema de referência local com respeito ao sistema/marco de referência global (ANEXO 15/OACI). PIB. AIC.1.1. conceitos ou instrução de uma maneira apropriadamente formatada para comunicação.244 MCA 53-1/2008 19. Pode ser usado para produção. Listas de Verificação e Resumos de NOTAM em vigor (ANEXO 15/OACI).1. determinada no momento em que a estação VOR for calibrada (ANEXO 15/OACI). NOTAM. 19. alimentado e usado por outra parte .Superfície da Terra inclusive cinturões de água. 19.Descrição detalhada de um conjunto de dados ou séries de conjunto de dados junto com informação adicional que habilita isto a ser criado.50 ESPECIFICAÇÃO DO PRODUTO DE DADOS . 19. 19.41 DADOS AERONÁUTICOS .47 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA - Conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP.Mudanças permanentes para a informação contida na AIP (ANEXO 15/OACI).45 DESCAMPADO . com suas emendas. interpretação ou processo (ANEXO 15/OACI).1.ISO 19131* (ANEXO 15/OACI).49 ESPAÇAMENTO DE OBSTÁCULOS . gelo permanente e neve.1. vendas. NOTA: Uma especificação de produto de dados provê uma descrição do universo de discurso e uma especificação para traçar o universo de discurso a um conjunto de dados. 19.Distância mais curta entre dois pontos quaisquer numa superfície elipsoidal definida matematicamente (ANEXO 15/OACI).Variação de alinhamento entre a radial zero grau de um VOR e o norte verdadeiro.Representação de fatos aeronáuticos.44 DECLINAÇÃO DE ESTAÇÃO .43 DATUM GEODÉSICO . 19.48 EMENDA AIP .1.46 DISTÂNCIA GEODÉSICA . 19.42 DATUM – Qualquer quantidade ou conjunto de quantidades que podem servir como referência ou base para o cálculo de outras quantidades (ISO 19104*).1.1. 19. excluindo vegetação e objetos artificiais (ANEXO 15/OACI).1. .

Informação que é resultado da coleta. partida e movimento de helicópteros na superfície (ANEXO 15/OACI).Rota ou parte de uma rota voada sem um pouso intermediário (ANEXO 15/OACI). NOTA – O geóide é irregular em sua forma por causa das perturbações gravitacionais locais (mares de vento.1. 19. e os implementam por meios tais como. análise e formatação de dados aeronáuticos (ANEXO 15/OACI). correntes. 19.Aeródromo ou uma área definida em uma estrutura.1.Informação aeronáutica que o AIS recebe dos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações.1. Uma feição pode ser representada por um elemento gráfico como ponto.Uma superfície eqüipotencial do campo da gravidade da terra. .ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).55 GESTÃO DA QUALIDADE . a garantia da qualidade e melhoria da qualidade dentro do sistema da qualidade .53 GARANTIA DA QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade que foca na confiabilidade de que os requisitos de qualidade serão completamente atendidos . os objetivos e as responsabilidades.1.58 INFORMAÇÃO ANTERIOR AO VÔO . deve estar associado a uma posição relativa sobre a superfície da Terra. 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). salinidade.56 HELIPORTO . o planejamento da qualidade.1. linha e polígono. NOTA: Um objeto. o controle da qualidade. 19.1. 19.Todas as atividades da função gerencial total que determinam a política da qualidade. coincidindo com o nível médio do mar em repouso (MSL) e que se estende continuamente através dos continentes.54 GEÓIDE .1.1.51 FASE DE ROTA . destinada a ser utilizada completamente ou em parte para a chegada.59 INFORMAÇÃO ESTRANGEIRA . 19. etc.57 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA .1.Informação aeronáutica à disposição dos aeronavegantes em uma Sala AIS de Aeródromo (ANEXO 15/OACI). 19. para ser considerado uma feição geográfica.) e a direção da gravidade é perpendicular ao geóide em todos os pontos.MCA 53-1/2008 245 19. 19.52 FEIÇÃO – Abstração de um fenômeno do mundo real (ISSO 19101*).

1.63 MENSAGEM CONFAC .68 OBSTÁCULO . NOTA – São dados que descrevem e documentam outros dados (ANEXO 15/OACI).66 MONTANHAS – São elevações que quando isoladas. diretamente ou através de terceiros.246 MCA 53-1/2008 19.64 METADADOS – Dados sobre outros dados . NOTA: (É uma sigla derivada da expressão inglesa Notice To Air Man cujo significado é: informação para o aeronavegante (OACI/Léxico).Modelo de Terreno Digital (DTM) às vezes é chamado de DEM.Todo objeto fixo (temporário ou permanente) ou móvel. referentes a um datum comum (ANEXO 15/OACI).Informe apresentado por um piloto.1. 19. 19.1. fiscalização e cobrança. ou parte disso. NOTA .Representação da superfície do terreno através de valores de elevação contínua.Aviso distribuído por meio de telecomunicações que contém informação relativa ao estabelecimento.1. situado em uma área pretendida para o movimento de aeronave na superfície ou naquela que se estende sobre uma superfície definida destinada a proteger aeronaves em vôo (ANEXO 15/OACI). 19.Mensagem contendo dados selecionados. cujo conhecimento oportuno seja essencial para o pessoal encarregado das operações de vôo. serviço.Informação aeronáutica que o AIS emite aos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações.62 INTEGRIDADE (DADOS AERONÁUTICOS) . constituem as serras e as cordilheiras. 19.65 MODELO DE ELEVAÇÃO DIGITAL (DEM) .(Aviso para o aeronavegante) .1. quando agrupadas.ISO 19115*. 19. gerados pela operação de aeronaves e destinados ao SICONFAC (ICA 102-8).61 INFORMAÇÃO POSTERIOR AO VÔO .1.60 INFORMAÇÃO INTERNACIONAL . à Sala AIS de Aeródromo acerca de inoperâncias ou deficiências no funcionamento dos auxílios à navegação e das comunicações terra-avião (ANEXO 15/OACI). 19. .Grau de certeza de que os dados aeronáuticos e seu valor não foram perdidos ou alterados desde a origem desses dados ou da emenda autorizada (ANEXO 15/OACI).1.67 NOTAM . procedimento ou perigo. constituem os montes. referentes ao controle. avaliadas todas as interseções de um polígono definido. 19.1.1. 19. condição ou modificação de qualquer instalação aeronáutica.

NOTA – A respeito do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84) se define elipsóide. de acordo com o ANEXO 15/OACI).1.1.1. geralmente. configurações.71 OPERADOR AIS .1. cuja aplicação uniforme é considerada necessária para a segurança operacional ou regularidade da navegação aérea internacional e com os quais os Estados Signatários estarão em conformidade. material/equipamento. pessoal ou procedimentos. a diferença entre a altitude elipsoidal WGS-84 e altitude ortométrica representada por ondulação geoidal WGS-84. desempenho.75 PLANÍCIE – São áreas relativamente planas com altitude inferior a 300 metros.1. 19. cuja aplicação uniforme é considerada desejável no interesse da segurança operacional. no caso de impossibilidade de conformidade.77 PRÁTICAS RECOMENDADAS: Quaisquer especificações de características físicas. regularidade ou eficiência da navegação aérea internacional e aos quais os Estados Signatários se empenharão para manter a conformidade. material/equipamento.74 19. de acordo com a Convenção.73 metros.Distância do geóide acima (positivo) ou abaixo (negativa) ao elipsóide de referência matemática (ANEXO 15/OACI). a notificação ao Conselho é obrigatória.69 ONDULAÇÃO DO GEÓIDE . PLANO DE VÔO . com altitude superior a 300 com parte de um vôo de uma aeronave.1. pessoal ou procedimentos.1.76 POSIÇÃO (GEOGRÁFICA) . 19. durante o seu serviço. 19. 19. 19. desempenho.Funcionário civil ou militar habilitado em AIS que.Conjunto de coordenadas (latitude e longitude) referente ao elipsóide de referência matemática que define a posição de um ponto na superfície da terra (ANEXO 15/OACI).Informações específicas relacionadas com o vôo planejado ou PLANALTO – São áreas irregulares e.70 OPERAÇÃO DE FEIÇÃO – Operação em que cada instância de um tipo de feição pode operar. executa somente atividades AIS (ICA 53-3). 19.1. 19. fornecidas a órgãos que prestam serviço de tráfego aéreo (ICA 100-12).MCA 53-1/2008 247 19. . segundo o Artigo 38 (ANEXO 15/OACI). configuração.1.72 PADRÕES: Qualquer especificação de características físicas.

1.79 PRENOTAM . certificação.Abstração de reais fenômenos mundiais .1.78 PRECISÃO – A menor diferença que pode ser distinguida confiavelmente por um processo de medição.1.1. 19.87 15/OACI). em termo de precisão. 19.1. 19. RECURSO .Informações aeronáuticas fornecidas na forma dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (exceto NOTAM e PIB).ISO 19131* (ANEXO 15/OACI). 19.1. 19. a precisão é um grau de refinamento no desempenho de uma operação ou um grau de perfeição nos instrumentos e métodos utilizados ao fazer a medição (ANEXO 15/OACI). originada em um órgão do Serviço de Proteção ao Vôo e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM. resolução e integridade (ANEXO 15/OACI). a aplicação ou a localização de uma entidade por meio de identificações registradas .248 MCA 53-1/2008 19.Publicação emitida por um ou com a autoridade de um Estado e contendo informação aeronáutica de caráter essencial duradouro para a navegação aérea (ANEXO 15/OACI).84 QUALIDADE – Grau para o qual um conjunto de características inerentes atende completamente seus requisitos . 19.81 PRODUTO DE DADOS .1.ISO 9000* (ANEXO .ISO 19101* (ANEXO RASTREABILIDADE .Conjunto de dados ou séries de conjunto de dados que seguem uma especificação de produto de dados .82 PRODUTOS AIS . 19.1.85 QUALIDADE DE DADOS . treinamento. NOTA: Com referência aos levantamentos geodésicos. incluindo cartas aeronáuticas.Habilidade de rastrear os antecedentes.83 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) .1.80 PRINCÍPIOS DE FATORES HUMANOS . operações e manutenção e que buscam interação segura entre o ser humano e outros componentes do sistema mediante a devida consideração apropriada do desempenho humano (ANEXO 15/OACI). 19.ISO 9000*. ou na forma apropriada de mídia eletrônica (ANEXO 15/OACI). Geral ou Regional (ICA 53-1).1.86 15/OACI). 19.Mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea.Grau ou nível de confiabilidade de que os dados fornecidos atinjam os requisitos do usuário de dados.Princípios que se aplicam a projeto aeronáutico.

98 SÉRIES DE CONJUNTO DE DADOS .Rota especificada. cores hipsométricas. sombreamento ou ponto de elevações (ANEXO 15/OACI).ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).Expressão das necessidades ou sua tradução num conjunto de requisitos.95 ROTA ATS .1.Órgão estabelecido com objetivo de receber os informes referentes aos serviços de tráfego aéreo e os planos de vôo que são apresentados antes da saída.Espaço Aéreo de dimensões definidas dentro do qual são proporcionados serviços de informação de vôo e de alerta (ICA mesmos exemplos ou um tipo diferente de feição . 19.1.1.1. explicitados em termos quantitativos ou qualitativos. de acordo com a necessidade para proporcionar serviço de tráfego aéreo (OACI/Léxico).Apresentação de informações a humanos .ISO 19115* (ANEXO 15/OACI).92 REPRESENTAÇÃO .96 SALA DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS DE AERÓDROMO (SALA AIS) .88 REDE DE TELECOMUNICAÇÕES FIXAS AERONÁUTICAS (AFTN) - Sistema completo e mundial de circuitos fixos aeronáuticos.93 REQUISITOS PARA A QUALIDADE .1.MCA 53-1/2008 249 19.1.1.Órgão estabelecido em um aeroporto com objetivo de prestar serviço de informação prévia ao vôo e receber os planos de vôo que se apresentam antes da saída das aeronaves. para as características de uma entidade a fim de permitir suas realizações e exames . designada para canalizar o fluxo de tráfego. . 19. dispostos como parte do serviço fixo aeronáutico para intercâmbio de mensagens entre as estações fixas aeronáuticas que se encontram dentro da rede (OACI/Léxico).1.Coleção de conjuntos de dados que partilha a mesma especificação de produto .Número de unidades ou dígitos para qual um valor medido ou calculado é expresso e usado (ANEXO 15/OACI). 19. 19.Relação que une exemplos de um tipo de feição com os REGIÃO DE INFORMAÇÃO DE VÔO (FIR) .97 SALA DE NOTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO (SALA ARO) .89 100-12).ISO 19101* (ANEXO 15/OACI). 19.1. 19.Desigualdade em elevação da superfície da Terra.94 RESOLUÇÃO . 19.ISO 19117* RELEVO . bem como os informes referentes ao serviço de tráfego aéreo. 19.1. 19.91 19.90 RELAÇÃO DE FEIÇÃO .1. representada em cartas aeronáuticas por curvas de nível. bem como suas mensagens de atualização.

responsável pelo fornecimento de informação/dados aeronáuticos. 19.Superfície da Terra que contém ocorrências naturais como montanhas.Serviço de radiocomunicação entre estações de aeronaves e estações aeronáuticas. dependendo do método usado na coleta de dados. NOTA . 19.Em termos práticos.1.1. gelo permanente e neva.1. colinas.1.104 15/OACI).Séries especiais de NOTAM que notifica a presença ou remoção de condições perigosas devido à neve. procedimentos. . cumes. 19. o topo da cobertura ou somente entre.Serviço estabelecido dentro de área de cobertura definida.Serviço de telecomunicações entre pontos fixos determinados. também conhecido como primeira superfície refletiva.1. neve semi-derretida ou água parada associada com neve na área de movimento. 19. regularidade e eficiência da navegação aérea (ANEXO 15/OACI). processos e recursos necessários para implementar a gestão da qualidade . por meio de um formato específico (ANEXO 15/OACI). 19.99 SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIS) .ISO 19110*.Estrutura organizacional.1.103 SNOWTAM .Algoritmo matemático aplicado a expressão digital de dados que fornece um nível de garantia contra perda ou alteração de dados (ANEXO 15/OACI). 19. necessários para a segurança.Modificação temporária da informação que consta na AIP e SUPERFÍCIE DE COLETA DE DADOS DE OBSTÁCULO /TERRENO - Superfície definida com a finalidade de reunir dados de obstáculo /terreno (ANEXO que é publicada em folhas soltas especiais (ANEXO 15/OACI).1.106 TERRENO . eficiente e econômica à operação dos serviços aéreos (ICA 100-12). que se aplica primordialmente para a segurança da navegação aérea e para que seja regular.1.107 TESTE DE REDUNDÂNCIA CÍCLICO (CRC) . 19.1.100 SERVIÇO FIXO AERONÁUTICO .1. 19. vales. ou entre estações de aeronaves (ICA 100-12). terreno representa a superfície contínua que existe no descampado.102 SISTEMA DA QUALIDADE . 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).108 TIPO DE FEIÇÃO . gelo.250 MCA 53-1/2008 19. cinturões de água.105 SUPLEMENTO AIP .Classe de abstrações de fenômenos do mundo real com propriedades comuns .101 SERVIÇO MÓVEL AERONÁUTICO . excluindo obstáculos” (ANEXO 15/OACI).

1.109 VALIDAÇÃO . 19. dentro dos quais as aeronaves são requisitadas à identificação e/ou notificação de procedimentos adicionais para esses. relativo às determinações de serviços de tráfego aéreo (ATS) (ANEXO 15/OACI).1.113 ZONA SERVIDA .110 VERIFICAÇÃO – Confirmação por exame e fornecimento de evidência objetiva de que os requisitos estipulados foram atendidos .Comprovação.1. NOTA: O texto entre parênteses. medição. 19. * Normas ISO 9000 – Sistemas de Gerenciamento da Qualidade – Vocabulário. NOTA: A evidência objetiva é a informação cuja veracidade pode ser comprovada com base em fatos obtidos através da observação.112 ZONA DE IDENTIFICAÇÃO DE DEFESA AÉREA (ADIZ) .Espaço aéreo controlado que se estende do solo até um limite vertical especificado (ICA 100-12). por exame e fornecimento de evidência objetiva.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). ensaios ou outros meios .111 ZONA DE CONTROLE (CTR) .Área geográfica a respeito da qual uma Sala AIS de Aeródromo deve dispor de informação aeronáutica.MCA 53-1/2008 251 NOTA: Em um catálogo de feição.1. 19. 19.ISO 9000*. de que requisitos particulares para um uso específicos pretendidos foram atendidos . o nível básico de classificação é o tipo de feição (ANEXO 15/OACI). 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). após cada definição. indica a fonte original da mesma. Segunda Edição 19101 – Informação Geográfica – Modelo de referência 19104 – Informação Geográfica – Terminologia 19108 – Informação Geográfica – Esquema temporal 19109 – Informação Geográfica – Regras para aplicação de esquema 19110 – Informação Geográfica – Metodologia para catalogo de característica 19115 – Informação Geográfica – Metadados 19117 – Informação Geográfica – Descrição 19131 – Informação Geográfica – Especificação de produtos de dados .Espaço aéreo especialmente designado e de dimensões definidas.1.

Aeronotificação .Carta de Navegação Aérea para Uso Militar .Comunicações .Centro Geral de NOTAM .Aeródromos.Centro Meteorológico de Aeródromo .Rede de Telecomunicações Fixas Aeronáuticas .Mensagem de Chegada .Carta Imagem de Navegação Aérea Visual CINDACTA .Carta Aeronáutica de Pilotagem .Centro de Notificação das Mensagens de Tráfego Aéreo .Circular Normativa de Informações Aeronáuticas CIRTRAF CMA CNAM CNAV CNL COM .Publicação de Informações Aeronáuticas .Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem AIRAC .Centro de Comutação Automática de Mensagens .Carta Imagem de Navegação Aérea para Uso Militar CINAV .Zona de Tráfego de Aeródromo .Categoria .Zona de Identificação de Defesa Aérea .Serviços de Informação Aeronáutica . Rotas Aéreas e Auxílios Terrestres .Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica .Circular de Informação Aeronáutica .Mensagem de Modificação .Mensagem de Cancelamento .Carta de Navegação Aérea Visual .Circular Normativa de Tráfego Aéreo .Centro de Controle de Área .Controle de Tráfego Aéreo em Geral .252 MCA 53-1/2008 19.Carta de Área .2 ABREVIATURAS E SIGLAS ACC ADIZ AFTN AGA AIC AIP AIREP AIS ANAC ARC ARO ARR ATC ATZ AVCA CAP CAT CCAM CGN CHG CIAP .Agência Nacional de Aviação Civil .Regulamentação e Controle de Informação Aeronáutica CINAM .Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo CIRAIS .

Centro Regional de NOTAM .Mensagem de Isenção de Tarifa .Mensagem de Atraso .Carta de Rotas .Carta de Aproximação e Pouso por Instrumentos .Folheto do Comando da Aeronáutica .Despachante Operacional de Vôo .Hora Estimada de Chegada/Estação de Telecomunicações Aeronáuticas .Estação de Comunicações .Informe Meteorológico Aeronáutico Regular .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea .Empresa de Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária METAR .Plano de Vôo Apresentado .Meteorologia .Radiofarol Não-direcional INFRAERO .Livro de Registro de Ocorrências .Divisão de Coordenação e Controle .Facilitação do Transporte Aéreo Internacional .Carta de Planejamento de Vôo .Grupamento de Navegação Aérea .Equipamento Radiotelemétrico .Mensagem de Movimento de Aeronave .Controle e Fiscalização da Aviação Civil .Documentação Integrada de Informações Aeronáuticas .Mensagem .Sistema de Pouso por Instrumentos .Estação Permissionária de Telecomunicações e Tráfego Aéreo .Instrução do Comando da Aeronáutica .Comando Aéreo Regional CONFAC CRN CTR DCCO DGNA DLA DME DOV ECM EPTA ERC ETA ETD FAL FCA FPC FPL GNA IAC IAIP IEPV IFR ILS ICA ISE LRO MET MCA MOV MSG NDB .MCA 53-1/2008 253 COMAR .Zona de Controle .Manual do Comando da Aeronáutica .Regras de Vôo por Instrumentos .Hora Estimada de Partida .Impresso Especial de Proteção ao Vôo .

Informação Meteorológica Significativa SISCEAB SPECI SRE SRPV TAF TMA TCA UTC VFR VOR WAC .Tabela do Comando da Aeronáutica .Serviço Regional de Proteção ao Vôo .Centro Internacional de NOTAM .Informação Meteorológica Relativa às Operações ROTAER.Manual Auxiliar de Rotas Aéreas SICONFAC .Alcance Visual da Pista .Previsão de Aeródromo .Regras de Vôo Visual .Tempo Universal Coordenado .Radar de Vigilância que faz parte do Sistema de Radar para Aproximação de Precisão .Seção de Aviação Civil .Área de Controle Terminal .254 MCA 53-1/2008 NOF OACI OBM OEA PIB PLN QNE RAC RESA RMK RVR SAC SAR SID .Pressão Padrão ao Nível do Mar (1013.Busca e Salvamento .Saída Padrão por Instrumento .Sistema Integrado de Controle e Fiscalização da Aviação Civil SIGMET .Carta Aeronáutica Mundial OACI 1:1.Radiofarol Omnidirecional em VHF .Organização de Aviação Civil Internacional .000 VOLMET .Operador de Estação Aeronáutica .2hPa) .Informação Meteorológica para Aeronave em Vôo .Aviso para o Aeronavegante OPMET .Observador Meteorológico .Boletim de Informação Prévia ao Vôo .Plano de Vôo .Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo .Observação .Área de Segurança de Final de Pista .000.Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro NOTAM .Informação Meteorológica Aeronáutica Especial Selecionada .

Sr. . 160 20021-130 .RJ 20.2 Os casos não previstos serão submetidos ao Exmo.MCA 53-1/2008 255 20 DISPOSIÇÕES FINAIS 20.RIO DE JANEIRO .1 As sugestões para aperfeiçoar esse manual deverão ser enviadas ao seguinte endereço: DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA AVENIDA GENERAL JUSTO. Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA.

________. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. 2008. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. 2008. Nível de Proteção Contra-Incêndios em Aeródromos: ICA 92-1. 2008. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP-MAP. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. . [Rio de Janeiro-RJ]. PRENOTAM: ICA 53-4. Plano de Vôo: ICA 100-11. 2007. ________. ________. Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas: MCA 53-3. Comandos de Interrogação ao Banco de NOTAM (SISNOTAM) através da AFTN: AIC 18/07. Mensagens de Transporte Especial Relacionadas com Autoridades e Serviços Solicitados em um Plano de Vôo: FCA 63-50. NOTAM: ICA 53-1. ________. Comando da Aeronáutica. ________. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. 2005.256 MCA 53-1/2008 REFERÊNCIAS BRASIL. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. Regras e Procedimentos Especiais de Tráfego Aéreo para Helicópteros: ICA 100-4. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. ________. Planejamento de Pessoal em Atividades AIS: ICA 53-3. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo: MCA 100-11. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP BRASIL. 2005. 2008. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. 2008. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. Coleta de Dados Estatísticos AIS: ICA 53-5. 2005. Mensagens ATS: ICA 100-15. 2005. [Rio de Janeiro-RJ]. Divulgação de Informações Meteorológicas: ICA 105-1. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. Procedimentos Especiais para Aeronave Presidencial: ICA 100-9. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo: ICA 100-12. 2002. ________. Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo (Sala AIS): ICA 53-2. ________. ________. 2006. 2006. Manual de Telecomunicações do Comando da Aeronáutica: MCA 102-7. Mensagem CONFAC: ICA 102-8. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007.

________. Força Aeronaval Americana. 15 jul. [Rio de Janeiro-RJ]. Comissão de Navegação Aérea. [Rio de JaneiroRJ]. Manutenção e Exploração de Aeródromos Civis e Aeroportos Brasileiros: IAC 2328-0790. [Montreal]. BRASIL. Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica. [Brasília-DF]. Departamento de Aviação Civil. Portaria no 1. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. o Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos e o Plano de Zona de Proteção de Auxílios à Navegação [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de JaneiroRJ]. Lei no 7. 2003. 2004. 1990. 2001. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. o Plano Básico de Zoneamento de Ruído. Ministério da Aeronáutica. .141/GM5. [Rio de Janeiro-RJ]. Instruções para Concessão e Autorização de Construção. 1987. 2003. Agência Nacional de Aviação Civil. Organização da Aviação Civil Internacional. Resistência de Pavimentos dos Aeródromos: IAC 157-1001. ESTADOS UNIDOS. Dispõe sobre o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos. Cartas Aeronáuticas: Anexo 4. ________. BRASIL. de 08 de dezembro de 1987. Requisitos Operacionais: Operações Complementares e por Demanda: RBHA 135. ________. 1986. de Nacionalidade e de Matrícula: RBHA 45. 1999. ________. [Montreal]. Registro. 2008. Estado-Maior da Aeronáutica. Requisitos Operacionais: Operações Domésticas. ________. de 13 Dez 1986. Serviços de Informação Aeronáutica: Anexo 15.MCA 53-1/2008 257 BRASIL. Regras do Ar e Serviço de Tráfego Aéreo: Doc 4444. [Montreal]. 2008. Air Navigation (Flying Training): AFM 51-40. 2001. Operações Aeroagrícolas: RBHA 137. [Montreal]. ________. 2003. Comando da Aeronáutica. ________. [Brasília-DF].565. Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica: Doc 8126. Classificação das Cartas Aeronáuticas de Pilotagem (CAP): Ofício no 38/3SC3/C-1176. 2003. BRASIL. de Bandeira e Suplementares: RBHA 121. Regras Gerais de Operação para Aeronaves Civis: RBHA 91. ________. Operação. CANADÁ. Marca de Identificação. Homologação. 2006.

AERÓDROMOS HORÁRIOS FUNCIONAMENTO AUXÍLIOS RÁDIOS À NAVEGAÇÃO E ÓRGÃOS ATS SERVIÇOS DE METEOROLOGIA COMBUSTÍVEL E TELEFONE ACC (FIR/UTA/CTA/TMA) CMA E CMM AIP-BRASIL: AD 2.SID* .18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC STAR ARC ERC* (*) Inclusive frontispício AIP BRASIL: AD 2. SAÚDE.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ARC .18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2.3 ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2 ENR 4 AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III TWR INSTALAÇÕES E SERVIÇOS E SUAS FREQÜÊNCIAS AFIS GNDC CLRD VDF RECALADA . ALFÂNDEGA) AIP-BRASIL AD 2.18 AD 2.5 ROTAER: CAPÍTULO III COORDENADAS PONTO DE NOTIFICAÇÃO (COMPULSÓRIO / A PEDIDO) ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO FUNCIONAMENTO AD INTL (MIGRAÇÃO.3 CARTAS: ERC – ARC AIP-BRASIL: ENR 5 CARTAS: ARC -ERC .1 AD 2.3 FUNC.3 ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2.258 MCA 53-1/2008 Anexo A – Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2.19 AUXÍLIOS RÁDIOS ROTAER: CAPÍTULO III NDB-VOR-ILS-VDF CARTAS: ARC ERC FPC ADC LC SID IAC STAR AERÓDROMOS (Comerciais) AIP BRASIL: AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III AIP-BRASIL: GEN 3.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2.IAC* (*) só a pedido da D-ATM PÚBLICOS (Comerciais) PRIVADOS MILITARES AIP-BRASIL: AD 2.ERC (Se RWY ≥ 1500m) AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: SID STAR ARC ERC* (*) inclusive o frontispício APP (TMA/CTR) AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2.

17 CARTAS: ARC ERC LC VAC AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2 ENR 3 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 2 .18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC STAR ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.5 VOLMET ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: AD 2.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .1 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: ENR 2.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* ADC SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC (*) Descida CHARLIE AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS:: IAC* SID LC STAR ADC ARC ERC (*) Descida DELTA AIP BRASIL: AD 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: GEN 3.AD 2 17 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC 259 ATIS VOR FREQÜÊNCIAS ILS NDB GPS SELCAL ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES LATERAIS FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES/VERTICAIS (INFERIOR/SUPERIOR) FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ROTAS ATS .19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* LC ADC SID VAC STAR ARC ERC (*) Descida ECHO CARTAS: IAC AIP BRASIL: ENR 4.2 – AD 2.

19 ROTAER: CAPÍTULO III (AD e RDONAV .4(*) – ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.ILS). (***) AD PRIV E MIL: Somente ROTAER e CARTAS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC AIP BRASIL: AD 1.19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC STAR (*) descidas ECHO AIP BRASIL: GEN 2.5 – ENR 3 – AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC (*) descida DELTA AIP BRASIL: GEN 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: ENR 3 NÍVEIS DE VÔO CARTAS: ARC ERC ROTAS ATS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: GEN 3.13 AD 2.3 – AD 2. CARTAS: SID** IAC* LC* VAC* (*) se houver.260 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .5 – ENR 3 – AD 2.12 AD 2.14 AD 2.1 AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC ERC (*) descida CHARLIE AIP BRASIL: GEN 2.9 AD 2.5 ENR 2.CAPÍTULO III ROTAER: .CAPÍTULO III AIP-BRASIL: AD 2 ROTAER: .1 ROTAER: . (**) em RMK.4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2.17 CARTAS: ARC ERC (CTR) VAC VOR/DME NDB ILS e seus componentes (LLZ/GP/OM/MM/LLZDME) ROTAS ATS FIR /UTA TMA CTR / ATZ .10 AD 2.CAPÍTULO III RUMOS PISTAS (orientação das cabeceiras) DISTÂNCIAS ROTAS ATS INTERNACIONAL PÚBLICO (Comercial) AERÓDROMOS PRIVADOS / MILITARES OBS: Qualquer AD com RWY ≥ 1500m e piso CARTAS: ARC ERC pavimentado (ASPH/CONC) AIP BRASIL: GEN 2.5 – AD 2.

2 AD 2.5 ENR 3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** ATS/MET (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) CLASSIFICAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO ATS ALTITUDE DE TRANSIÇÃO AIP BRASIL: ENR 1.1(**) AD 2.8 ENR 2.4 ENR 2.16 CARTAS: IAC SID AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC AIP BRASIL: GEN 2.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: ENR 2.14 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC* LC (*) Inclusive verso informação ângulo se diferente de 3º (**) Pontos de toque ILS e VASIS 261 LUZES / AUXÍLIOS LUMINOSOS VASIS / PAPI (AVASIS / APAPI) SERVIÇO DE COMBATE A AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** SID** ATS (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) AIP BRASIL: GEN 3.14 – AD 2.16 CARTAS: ARC* ERC* (*) Trapézio AIP BRASIL: AD 2.4 – AD 2.4 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV CARTAS: ERC* (*) Indicador de localidade das FIR INDICADOR DE LOCALIDADE AIP BRASIL: ENR 3 ENR 4.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .1 2.1 ENR 2.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC CARTAS: ARC* ERC* (*)INCLUINDO A LETRA “L” AIP-BRASIL: ENR 2.6 INCÊNCIO (RFFS) ROTAER: CAPÍTULO III PONTO DE REFERÊNCIA DE AERÓDROMO (ARP) AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.1* ROTAER: Capítulo III** CARTAS: ADC PDC (*) Somente resistência e tipo de piso (**) Na observação (restrições) PÁTIO DE ESTACIONAMENTO .1 AD 2.15 BIRUTA ROTAER: CAPÍTULO III ILUMINADA (L26) CARTAS: ADC LC FAROL DE AERÓDROMO (L21) APROXIMAÇÃO (APCH) CABECEIRA (THR) TAXIWAY (TWY) AERÓDROMOS com RWY ≥ 1500m AIP-BRASIL: ENR 4.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: AD 2.

12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC (*) Cartas de Obstáculo de Aeródromo (AD 2) AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) ENR 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: RESISTÊNCIA AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (AA) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.12 AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.3 AD 2.262 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .8 (LARGURA) AD 2.3 AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC DIMENSÕES PISTA (RWY / TWY) TIPO DE PISO ELEVAÇÃO OBSTÁCULO ÁREA APCH / DEP TIPO DE OPERAÇÃO DO AERÓDROMO DISTÂNCIAS DECLARADAS ZONAS DE PARADA ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS .1 ENR 2.12 AD 2.10 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 1.8 AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC ARC* ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.

in. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 S|B|B|R NÍVEL Level 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  1|3|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 0 |0 F|1|0 |0 G449 URB DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome   S | B| B | T 0|1 3|0 S|B|R|P S| B | S | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/ETA6 DAT/SV RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ACAS RMK/RDO E NDB AD CFM RMK/INDICATIVO CHAMADA ALBATROZ01 RMK/3HRP DIRETOR GERAL DECEA ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 4 |0 →P/ 1|1 | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings CAMUFLADA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.MCA 53-1/2008 Anexo B .Modelos de plano de vôo completo 263 PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSZQZX SBBTYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 2|2 1| 2| 0| 0 S|B|B|R|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  F|A|B|2|3|7| 8 / HORA Time  L I 10 EQUIPAMENTO Equipment M <<  SDGJ /C D << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Maj Av Marcus Vinícius PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Cap Av André Luís André Luís Cap Av .

in.Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBAZQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|5 1| 2| 2| 5 S|B|A|T|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|M| |  / L Y 10 EQUIPAMENTO Equipment N  SDGZ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 HORA Time /C << ≡ 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S|B|A|T NÍVEL Level 1|3|1|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 9 |0 F|0| 9 |0 G678 XINGU DCT BAG/N0190F080 DCT BAG186100/N0190F045 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome  S| W| J | W 0|2 5|0 S| B| B | W S| W | L | C << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBBS0050 OPR/SEGURANÇA TÁXI AÉREO LTDA FROM/SBGO COM/HF SSB  STS/TREN RALT/F110 DCT SBBW RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ALTN DEP SBSN ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0| 5 5 |0 →P/ 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings VERMELHA COM LISTRAS BRANCAS OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name André Luís 077715 André Luís .264 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B .

command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Gibson Júnior 470355 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Guilherme Firme 220388 Guilherme Firme (NR) . .MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B .Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 265 << ≡ FF → SBBSZFZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 | | | | | | | | | | IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 1 1 4 5 S B P JY O Y M << 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L V 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDG /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|1| 0 |5 G449 BRS W10 GOI/N0180F065 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | W| L | C 0|3 1|0 S|B|G|O << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/LEONILDO LTDA FROM/SBPN RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|5 2 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ AZUL COM LISTRAS BRANCAS/ OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.in.

266 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B .Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S| B| P| J|Y| O| Y| X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L Z 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SD /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.in. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|2|1 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| W | G| I NÍVEL Level 2|0|2|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 1 |0 F|0| 5 |5 DCT C/PMS200096/N0200F055F070 IFR DCT BRR292030/N0190F055 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | N| B | R 0|1 2|0 S|B|L|P << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBRE0025 OPR/PROTEÇÃO LTDA FROM/SBAT STS/TROV RALT/F070 DCT SBLP RMK/AUXILIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 0 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name MARCUS vINÍCIUS .

DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|0| 7 |0 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | B| A | X 0|0 3|0 S| B | U | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/EFICIÊNCIA LTDA FROM/SBJF STS/TREN NAV/DOPPLER RMK/ALTN DEP SBUL RMK/RDO AD CFM RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|3 3 |0 → P / 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ A / BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks N / C / PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.Portaria DECEA No 63/SDOP.MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B .command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Rafael 290394 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Rafael (NR) .Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 267 << ≡ FF → SBBSZQZX SBAXYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S | B | P | J | Y | O | Y| M << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|S| |  / L I 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDGZ /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.in. de 21 de outubro de 2009. .

Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBCFZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ 0| 2 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 3 | 1 | 5 → S | B | B | H | Y | O | Y | X <<≡ << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEA | T | M TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome P|A|3|2 S | B | B|H NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 3|2| 5 ROTA Route |  N |0 |1 |7 |0 A| 0 4 | 5 | → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|C|F 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 1|5 B| H <<≡ )<<≡ OPR/DELTA FROM/SNUN RMK/TGL SBBH RMK/ACAS 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 0 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.command FELICIANO 556677 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name RICARDO Ricardo 998877 .in.268 MCA 53-1/2008 Anexo C .

command RICARDO 213243 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name Ricardo | | | | | .MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo C .Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN 269 PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBJPZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ <<≡ 2 |5 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 5 | 1 | 0 → S| B | R | F | Y| O | Y | X << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEH | E | L TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome A|S|3|2 S | B | R|F NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 5|3| 0 ROTA Route | |  N |0 |1 |4 |0 V| F| R → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|J|P 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 3|0 R| F <<≡ )<<≡ OPR/DECEA TÁXI AÉREO LTDA 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN FROM/SBNT RMK/500FT AGL INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 4 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ BRANCA E AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.in.

270 MCA 53-1/2008 Anexo D .AD DE PARTIDA HORA 16 .Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151840 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CHG 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) -10/SDGIR/S-13/SBGO2025-15/N0470F350 UW4 C/POMON/N0470F350F390) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel.AD DE PARTIDA HORA 16 . 84 91554433 Marcus Vinícius 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151920 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 . 84 91554433 Marcus Vinícius .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (DLA 22 – EMENDA PTAIS SBGO1930 SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel.

AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CNL 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 Marcus Vinícius .Modelos de mensagens de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 152005 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .MCA 53-1/2008 271 Continuação do Anexo D .AD DE PARTIDA HORA 16 .

. PAF019108 (Ponto: 072529S/0382140W) Ponto situado na radial 019º à uma distância de 108NM do VOR PAF. PAF045152 (Ponto: AD SNTS) Ponto situado na radial 045º à uma distância de 152NM do VOR PAF.272 Anexo E – Coordenadas geográficas MCA 53-1/2008 ♦ ♦ ♦ PAF360142 (Ponto: NDB JZR) Ponto situado na radial 360º à uma distância de 142NM do VOR PAF.

Coordenadas geográficas 273 .MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo E .

RWY 09 27 TORA 2000 NU TODA 2580 NU ASDA 2300 NU LDA NU 2000 . RWY 09 27 TORA 2000 1850 TODA 2580 1850 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 4: Obstáculo dentro da CWY. RWY 09 27 TORA 1850 1850 TODA 2430 1850 ASDA 2150 1850 LDA 1850 1850 Exemplo 2: Obstáculo fora da CWY na aproximação da RWY 09.274 MCA 53-1/2008 Anexo F – Configurações de Distâncias Declaradas Exemplo 1: Impraticabilidade (obras. buraco. na aproximação da RWY 09. RWY 09 27 TORA 2000 2000 TODA 2580 2350 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 3: Obstáculo dentro da CWY. etc. afastado da THR. na aproximação da RWY 09. óleo.). próximo da THR.

Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .MCA 53-1/2008 275 Anexo G .

Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .276 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo G .

2 Internacionais CAPÍTULO 4 Zona Servida ITEM 4.1 Nacionais ITEM 3. ITEM 3. ITEM 4.1 Organograma Descrever a posição da Sala AIS em função da administração e operação em relação aos demais órgãos. pelo menos.4 Categorização Informar a categoria conforme divulgação do DECEA.2 Organização das equipes Distribuição do efetivo conforme escala operacional.2 Composição Especificação detalhada do critério adotado na distribuição da Zona Servida. ITEM 3. ITEM 3. os tópicos finalidade e âmbito do documento. CAPÍTULO 6 Estrutura Operacional e Organização das Equipes ITEM 6.5 Publicações AIS: Informar a disponibilidade de publicações ITEM 3.5. .3 Localização Descrever exatamente a localização da Sala AIS em relação ao aeródromo. CAPÍTULO 2 Abreviaturas e Siglas Serão mencionadas aquelas que constem no próprio modelo. as funções e horário a qual são desempenhadas dentro da Sala AIS.1 Estrutura Operacional Descrição operacional do efetivo. CAPÍTULO 3 Estrutura Organizacional e Funcional ITEM 3.5.2 Efetivo Descrever o efetivo de especialistas AIS (civis e militares). em itens.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPA DO MODELO OPERACIONAL Confeccionar a capa de acordo documentos oficiais do COMAER. CAPÍTULO 5 Posições Operacionais Escrever. ITEM 6. ITEM 3.MCA 53-1/2008 277 Anexo H . ATO DE APROVAÇÃO SUMÁRIO ANALÍTICO CAPÍTULO 1 Disposições Preliminares Nesse capítulo constarão.1 Divisão Descrever o critério adotado na definição da Zona Servida.

ITEM 8.8 Recepção de Mensagens ATS Nesse item. ITEM 8.10. ITEM 8.5 Atualização de Publicações Descrever os procedimentos adotados.278 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H . informar o telefone de recebimento de plano caso a Sala tenha. ITEM 8. na Sala AIS.7 Formulário de Registro de Informação Descrever o local onde se encontra o formulário e o procedimento que o Especialista deve adotar após a recepção do mesmo. ITEM 8.3 Confecção do Briefing Operacional Descrever as regras de confecção do briefing e os meios utilizados para disponibilizar aos órgãos de controle. Descrever procedimento conforme a ICA 63-13. . inclusive informando “senha” e “usuário”. ITEM 8. ITEM 8.9 Transporte de Autoridades Explicar esse procedimento como é feito. de acordo com a ICA 53-2.1 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo não Regular Internacional. CAPÍTULO 8 Procedimentos Específicos ITEM 8.8. ITEM 8. conferência com a INFRAERO.2 Acesso ao SISNOTAM via Micro Descrever o processo de como acessar ao servidor.2 Transmissão de Mensagem ATS em caso de CCAM fora do ar.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 7 Atribuições do Pessoal Descrever em itens as atribuições do pessoal conforme as posições operacionais em consonância com a ICA 53-3. no local.8. tais como: endereçamento.10 Aeronaves Militares e Civis Públicas Estrangeiras Descrever procedimento conforme a ICA 63-13. em consonância com o FCA 63-50. procedimentos relacionados com as mensagens AVO etc.6 Controle de Registro de NOTAM Descrever os procedimentos adotados na Sala AIS em questão. ITEM 8. Explicar o procedimento ITEM 8.1 Mínimos IFR Abaixo dos Mínimos Regulares para Pouso e Decolagem ITEM 8. ITEM 8.1 Tratamento Descrever passo a passo o método aplicado por uma Sala AIS na recepção e tratamento das mensagens ATS.4 Pousos e Decolagens em TWY Informar se o aeródromo possui pista de táxi homologada como pista de pouso e decolagem.

12 Mensagem CONFAC ITEM 8.11 Vôos Internacionais Caso a Sala AIS seja internacional.4 Freqüências operacionais Citar freqüências operacionais. ITEM 8.2 Auxílios Rádios Citar auxílios rádio. CAPÍTULO 9 Recursos Técnicos Disponíveis no Aeródromo ITEM 9. ITEM 9.2 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo Internacional: Descrever procedimento conforme a ICA 63-13.12.12.3 Conferência pela INFRAERO Descrever como é feito dentro da Sala AIS observando os parâmetros da ICA 102-8.14 Procedimentos para Aeronave Presidencial Descrever procedimentos locais de cada Sala confrontando com a ICA 100-9.12.5 Murais Operacionais Citar murais que contenham informações PERM e avisos diversos. ITEM 9. ITEM 9.1 Conceitos ITEM 8.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) ITEM 8. ITEM 8.13 Aquisições de Publicações Descrever conforme ROTAER Capítulo I Seção I. .4 Envio à ECM Descrever o processo de como se realiza na referida Sala. ITEM 8. ITEM 9.15 Outros Procedimentos Descrever procedimentos locais os quais não foram citados em itens anteriores.2 Confecção Descrever esse item conforme ICA 102-8 ITEM 8.1 Equipamentos Citar equipamentos existentes na Sala AIS. observar a legislação dos países envolvidos nas publicações quanto ao procedimento de entrada dos mesmos e descrevê-los em subitens conforme os países envolvidos. ITEM 8.MCA 53-1/2008 279 Continuação do Anexo H .10. ITEM 8.3 Auxílios Luminosos Citar auxílios luminosos. ITEM 8.12.

2 Preenchimento do Livro Registro de Ocorrência.2 TF-3 fora do ar Descrever a alternativa do SVC que é feito através desse equipamento. ITEM 11. CAPÍTULO 12 Atualização Profissional dos Especialistas AIS Descrever os procedimentos locais que são feitos na Sala.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 10 Apresentação Esquemática do Órgão ITEM 10. ÍNDICE: Descrever o índice remissivo. ITEM 11.280 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H . equipamentos e murais existentes na Sala AIS. também citar o tipo de ocorrências que o órgão julgar necessário lançar no LRO.1 Conceito Descrever o conceito de acordo com a DMA 63-1 e ICA 102-2. CAPÍTULO 11 Degradação do Sistema ITEM 11. ITEM 13.1 Passagem de Serviço. CAPÍTULO 13 Normas Gerenciais ITEM 13. REFERÊNCIAS . Descrever a formatação local do preenchimento do LRO. ANEXOS: Citar os anexos necessários. e acrescentado o que preconiza a ICA 53-3. Descrever os procedimentos locais relativos à passagem de SVC.1 LAY-OUT Descrever através de desenhos a disposição dos móveis.3 SISNOTAM fora do ar Descrever alternativas para obtenção da informação.

Seção de Planejamento Estratégico.Subdepartamento Técnico. CCO 3 – Seção de Meteorologia (MET). PLN 1 . D-CCO . Navegação e Vigilância (CNS). CCO 2 – Seção de Comunicações.Divisão de Busca e Salvamento.Divisão de Operações Militares. NOR 2 – Seção de Comunicações. e PLN 2 . Navegação e Vigilância (CNS). NOR 1 .MCA 53-1/2008 281 Anexo I – Organograma Simplificado do Órgão Gerencial Legenda: SDOP . SDAD . CCO 1 – Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM). D-SAR . NOR 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS). D-GNA .Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM). . SDTI . D-OPM .Subdepartamento de Administração.Seção de Planejamento Tático. PLN – Subdivisão de Planejamento da D-GNA. SDTE . CCO 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS). NOR 3 – Seção de Meteorologia (MET).Subdepartamento de Tecnologia da Informação.Subdepartamento de Operações. NOR – Subdivisão de Normas da D-GNA.Divisão de Coordenação e Controle.Divisão de Gerenciamento da Navegação Aérea.

42 AIRAC NIL. 27 Arquivo de mensagens. 82 Cartas avulsas. 75 Conversão de unidade de medida. 175 Boletim de informação prévia ao vôo. 237 Autonomia. 42 . 192 Definições. 73 Categoria requerida de aeródromos. 181 Auxílios visuais. 198 Aeródromos. 232 Circulares de informação aeronáutica. 52 Classificação dos espaços aéreos ATS. 72 Código ANAC. 111 Auxílios à navegação. 57 Calendário de datas AIRAC. 55 Distâncias declaradas. 81 Cartas aeronáuticas. 69 Documentação de vôo. 8126. 230 Condições para realização de vôo IFR. 224 Documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP). 54 Boletins automatizados. 107 Condições para realização de vôo VFR. 154 Código TAF. 227 Códigos METAR e SPECI. 110 Código Aeroportuário IATA. 212 Disposição da informação. 148 Autorização para vôos VFR ESP. 52 AIM. 62 Aplicativos automatizados AIS. 105 Convencionais. 239 AIP. 240 Deslocamento da cabeceira. 192 Declinação magnética. 33 Anexo 15. 213 CCAM. 84 Catálogo. 195 AIC. 205 Doc. 67 Anexos. 79 AISWEB. 175 Auxílios visuais e à navegação.282 MCA 53-1/2008 ÍNDICE ACN-PCN.

MCA 53-1/2008 283 Documentação relacionada ao AIS. 113 Meteorologia aplicada ao AIS. 22 Informações meteorológicas. 88 Meios e canais de comunicação. 41 Navegação aérea. 245 Informação AIRAC. 166 Glossário. 156 Mensagem de transporte especial (MTE). 23 Informação/dados aeronáuticos. 22 Mensagem administrativa ao SICONFAC. 155 Mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL). 22 Informação aeronáutica. 71 Informação aeronáutica. 111 Não-convencionais. 62 Emendas. 12 Organograma funcional. 82 Gerenciamento de navegação aérea. 160 Mensagem de modificação (CHG). 229 Mensagem de atraso (DLA). 74 Endereçamento de PLN e mensagens ATS (FPL/DLA/CHG/CNL). 77 Informação original. 50 Objetivo do AIS. 189 Níveis de cruzeiro. 14 . 219 Instrução verbal. 114 Fases do vôo. 228 Mensagens aeronáuticas. 214 IAIP. 111 NOTAM. 106 Níveis mínimos IFR fora de aerovia. 57 Intercâmbio. 61 Mudanças de regra de vôo. 26 Legislação vigente. 245 Gestão de qualidade AIS. 22 Inter-relacionamentos de informação. 235 Mensagens veiculadas nas Salas AIS. 42 Indicadores de destinatários e de remetentes. 12 Manual AIP-BRASIL. 240 Heliponto. 75 Nascer e pôr-do-sol. 163 Mensagem SIGMET. 115 Indicadores e designadores. 14 Órgão gerencial. 219 Modelo operacional. 238 Gestão da qualidade. 164 Mensagem AIRMET.

19 Outras cartas. 120 Plano de vôo simplificado (PVS). 234 Regras aplicáveis aos vôo por instrumento (IFR). 238 Suplementos AIP. 109 Tipo de informação. 54 Plano de navegação aérea. 103 Regras e procedimentos de tráfego aéreo. 16 Órgãos técnico-opercaionais. 103 SAIS. 161 PRENOTAM. 24 Tipos de cartas. 12 Órgãos operacionais. 194 RACAM. 51 Procedimento de radiogoniometria. 73 Plano de vôo completo (PVC). 27 Sistema de coordenadas geográficas. 190 Sistema de referência para navegação por satélite. 83 Tipos de pavimento. 203 . 93 PIB. 48 Tabela de níveis de cruzeiro. 37 SISNOTAM. 106 Regras de vôo visual.284 MCA 53-1/2008 Orgãos AIS.

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