MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA
MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

PORTARIA DECEA No 39/SDOP, DE 24 DE AGOSTO DE 2010.

Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB.

O

CHEFE

DO

SUBDEPARTAMENTO

DE

OPERAÇÕES

DO

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1o, inciso III, da Portaria no 67-T/DGCEA, de 20 de abril de 2010, resolve:

Art. 1o - Aprovar a modificação ao MCA 53-1, “Manual do Especialista em Informação Aeronáutica”, que com esta baixa. Art. 2o - Esta modificação entra em vigor em 07 de setembro de 2010.

(a)

Brig Ar LUIZ CLÁUDIO RIBEIRO DA SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA

(Publicado no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010)

BRASIL
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA Av. GENERAL JUSTO, 160 - 2o ANDAR 20021-130 RIO DE JANEIRO - RJ
ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL.: (21) 3184-8362

MCA 53-1
MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 07 SET 2010

TEL.: (21) 2101-6542

MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICAS, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 117 118 139 140 141 142 195 196 2 CORREÇÃO: PÁGINA 118 140 141 195 SUBITEM Modificada a NOTA 2 e incluída a NOTA 3 do item 11.4.12. Excluído o exemplo 3 e a NOTA do item 11.5.8.1.10. Excluído o exemplo 3 do item 11.5.8.1.11 Excluído o exemplo 4 do item 11.5.8.1.12. Item 15.2.1.1 modificado DATA 2008 2010 2008 2010 2010 2008 2010 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 117 2008 118 2008 139 2008 140 2008 141 2008 142 2008 195 2008 196 2008

3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições, inserir esta folha após a página de rosto da publicação original. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 39/SDOP, de 24 de agosto de 2010, publicada no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010.

resolve: Art. 1o. no uso das atribuições que lhe confere o art. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". Art. (a) LUIZ CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA Cel Av Chefe Interino do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 210. DE 21 DE OUTUBRO DE 2009. de 12 de novembro de 2009) . Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. que com esta baixa. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. inciso III. 2o Esta modificação entra em vigor em 17 de dezembro de 2009.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 63/SDOP. de 02 de janeiro de 2009.

160 .2º ANDAR 20021-130-RIO DE JANEIRO .: (21) 2101-6542 MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”.: (21) 3184-8362 MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 17 DEZ 2009 TEL.RJ ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL. GENERAL JUSTO. DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 33 34 47 48 49 50 77 78 79 80 81 82 105 106 107 108 109 110 147 148 175 176 177 178 179 180 181 182 DATA 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 33 2008 34 2008 47 2008 48 2008 49 2008 50 2008 77 2008 78 2008 79 2008 80 2008 81 2008 82 2008 105 2008 106 2008 107 2008 108 2008 109 2008 109 2008 147 2008 148 2008 175 2008 176 2008 177 2008 178 2008 179 2008 180 2008 181 2008 182 2008 .BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av.

4.4.1. 8.5. alíneas b) (texto modificado).3 (texto modificado) 49 50 78 79 80 81 105 107 108 109 147 175 176 177 5.1. alínea b) (texto inserido) 10. 8.3 (texto modificado) 13.1.5 (textos modificados) 8. 8.2.3.5. 8.2.4.2.5.2.2.187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2 CORREÇÃO: PÁGINA 34 47 48 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 SUBITEM 4.3 (texto inserido) 8.4.5 e 5.8 (renumerado para 8. 5.2.1. alínea e) (texto inserido) 10.1 e 13.8.1.2 (texto inserido e NOTAS modificadas) 13.4 (textos modificados) 5.7 (incorporado ao 8.2.1.1.1.2.11 (exemplo modificado) 13.2.5.5.3.1.4.1. alínea b) (texto modificado e retiradas NOTAS 1 e 2) .1.2. texto excluído e tabela modificada) 10.5 (texto modificado) 8.6) 8.2.2. alínea a) (texto modificado) 5. c) e d) (textos retirados) 5.3.3.3 (texto modificado) 11.3.7.1.1.2. alínea f) (texto modificado) e NOTA acrescentada 5. alínea a).2.3.3. e 8. alíneas 1a).1. 5.4.2.3.3.2.2 (texto modificado) 5.1.1. 2a ) e 3a ).2.1.4.2.6 (texto modificado).2. 5. alínea c) (texto modificado) 10.3 (textos modificados) 8.2.3.

1. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 63/SDOP.4.3. alínea a) (texto modificado) 13. de 21 de outubro de 2009.2.2.1.2 (texto modificado) 13.1.3.4.4 (texto modificado) 15.17.continuação (texto modificado) Anexo B .3 (texto renumerado e exemplo modificado) 14.4) 15.3 (texto inserido) 13.3.7.2 (texto inserido) 15. inserir esta folha após a página de rosto da publicação original.3.2. . de 12 de novembro de 2009.1.2.5 (texto inserido) 15.1.continuação (texto modificado) 212 213 215 265 267 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições.2.4.17.2. alíneas d) e e) modificadas e f) excluída) 15.1.3.2.6 (texto modificado) 15.178 179 180 181 187 188 189 209 13.3.2 (texto modificado.5.2.3.17.1.1 (texto modificado) 15.3.4.4.2.17.2.2 (texto excluído) 13. alínea g) (texto modificado e NOTA inserida) Anexo B .3.3.2.2.3 (NOTA 2 modificada para 15.4. alínea b) (exemplo modificado) 13. NOTA 3 (modificada) e 13.3.5.2 (texto modificado) 13. publicada no BCA no 210.2.2.

inciso III. R E S O L V E: Art. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. que com esta baixa. de 01 de janeiro de 2008. Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. Art. (a) Maj Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 084. 2o Esta modificação entra em vigor em 30 de abril de 2009.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 19/SDOP. 1o. no uso das atribuições que lhe confere o art. DE 27 DE ABRIL DE 2009. de 11 de maio de 2009) .

5.362 TELEX: 2137113 COMAERBR MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”. 160 . DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 107 108 113 114 115 116 125 126 131 132 2 CORREÇÃO: PÁGINA 107 114 115 125 131 SUBITEM 10. alínea g) (modificado) 11. de 27 de abril de 2009 e publicado no BCA no 084. . NOTA 2 (modificado) 11.5.3 (modificado) 11.2.6. GENERAL JUSTO.BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av.3.1.4.2.observação (1) (modificado) Observação (7) (inserida). de 11 de maio de 2009.11.2º ANDAR 20021-340-RIO DE JANEIRO .4.2.363 AFTN:SBRJYGYI ADM: PAME FAX: (21)25853202 R. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 19/SDOP. inserir esta folha após a página de rosto da publicação original. alínea c (modificado) DATA 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 107 2008 108 2008 113 2008 114 2008 115 2008 116 2008 125 2008 126 2008 131 2008 132 2008 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições.RJ MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 30 ABR 2009 TEL: (21)2585-3202 R.2.

.

DE 01 DE AGOSTO DE 2008. publicada no Boletim Interno no 118.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 38/SDOP. Aprova a reedição do manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. de 25 de junho de 2002. da DEPV. do DECEA. de 25 de junho de 2002. 3 Revogam-se a Portaria DEPV no 58/DIRPV. 2o o Este Manual entra em vigor em 25 de setembro de 2008. no uso das atribuições que lhe confere o art. (a) Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 150. inciso III. de 01 de janeiro de 2008. de 11 de agosto de 2008) . de 20 de outubro de 2000. de 19 de outubro de 2000. que com essa baixa. Art. R E S O L V E: Art. 1o Aprovar a reedição do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". publicada no Boletim Interno no 202. e a Portaria DECEA no 36/DGCEA. 1o. Art. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA.

......................................................................................................77 .....................................................................1 4........................................................37 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL ......................................61 CONSIDERAÇÕES ............................................................................................................................................................................................................22 OBTENÇÃO...............................42 SUPLEMENTOS AIP............................1 6...........................77 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO.......................6 3..........2 5.....................................23 TIPOS............1 2...........................................................................................12 OBJETIVO DO AIS ...........................................77 FINALIDADE ............................................................................................................................................................................................................................62 DA OACI.................41 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP)........................27 PÁGINA ELETRÔNICA ......................................................................................62 DO DECEA....................................................................................................................1 3.2 3..................................................................3 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES...........................................................2 2 2..................................................................................................1 8.................74 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC.......................................................33 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS ...........................................................48 NOTAM ................................................................27 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM .............................................AISWEB...........................................................................................................................11 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL...................................................................................................7 4 4.....3 3 3..................................................3 5.25 INTER-RELACIONAMENTO.............................................................................................................................................................................................................22 INTERCÂMBIO................................SAIS ..............5 3................................4 5 5..............................12 LEGISLAÇÃO VIGENTE.........50 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC)..............................11 FINALIDADE ...............................2 4............................54 MODELO OPERACIONAL.................................1 7............................................................................2 2..............12 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS.........................................................................1 5......................11 ÂMBITO ..........................................52 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB)..........2 7 7..................1 1...........................................................................3 4....................................(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) .3 3.................................4 3.....................2 8...MCA 53-1/2009 SUMÁRIO 1 1..................................................22 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO ................................................................................................................................SISNOTAM...................................42 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP)....................................................................................61 ELABORAÇÃO ............................24 DIVULGAÇÃO ....................................................................5 6 6..............77 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC .........2 8 8..................................................................................................................................................................................................12 ORGÃOS AIS......................................................26 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS ..................................................................22 PROCESSAMENTO...........................61 DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS ....................................................4 5.........................................

....................................................................................114 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES .............................155 11..................5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC)..............................................................................82 FASES DO VÔO.................................................................................166 12......6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO .................................................................................................................................................4 9............1 9.....79 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC ...................................................................5 11 11....................................................................................................................................................84 ATUALIZAÇÃO.......................78 AIRAC NIL....................................4 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO .....................................81 CARTAS AERONÁUTICAS .........................................................................173 .........................................111 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS.................................................................................9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS)....................4 8....113 CONSIDERAÇÕES ................................................................................6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA)...............................................7 9 9.......116 11.........2 PLANEJAMENTO DO PROJETO ..................................................................103 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR)..................7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO........4 10............................................................................................................................................................................2 9......2 10...........................................4 RECURSOS PARA O PROJETO...................................1 11......................................................172 12......................................................................................................................164 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS ..................................................................3 10.................................5 9..................................................6 8...................................171 12.........5 8..................................................................................................................................8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) ..............................3 9..........................156 11.................................................................................................................................................................................................................................................................MCA 53-1/2009 8...........................171 12............................103 REGRAS DE VÔO VISUAL................................................................................................................................3 11..7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG).....................................................................................................................101 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO............................171 12.............106 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO.......................................................................83 TIPOS...............................................109 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS.....................................................................115 GENERALIDADES......................................................10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE)..............................................................................82 FINALIDADE ......161 11..............110 REGRAS GERAIS ........1 10....................82 APRESENTAÇÃO........................................................160 11...........................172 12.83 DESCRIÇÃO............120 11.2 11..................113 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) .........................................163 11.....................80 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC .................................11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC ............................................................5 DOCUMENTOS DO PROJETO ....................6 10 10.................................3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO .........1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO.......166 12....................................

.............................................9 CARTAS DE PREVISÃO...............................................224 16............................................5 15......................................................................................................................................................................16 CÓDIGOS METAR E SPECI.......................................................................................................................................................................189 DEFINIÇÃO ..................................................................13 MENSAGEM AIRMET .......................................................................9 15 15............................2 14...................................................................212 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA.........................................................................................1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA ..........6 14..........7 14....................181 NAVEGAÇÃO AÉREA..........................................5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO......6 15..................................................................................................................................................................................................................................5 14..195 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ..............................................191 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA....................219 16...................189 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS...........................................226 16..................................................................................2 14 14.........................3 14.........1 13..........................................................................4 14.227 16......................190 DISTÂNCIA ...189 DIREÇÃO .....230 .....12 MENSAGEM SIGMET.............................................................................................................7 16 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO...............2 15....1 14...............................................................225 16..189 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO................15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO...........................................................................228 16......................................................................................8 14.........................................................................................195 CLASSIFICAÇÃO .....................................................................................................1 15..........225 16........8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS..........................................6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS...............................................213 HELIPONTO...................................................................................................................................................................230 16........................................................................3 15.................219 16..................................2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS...3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO ................................4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO................4 15.175 AUXÍLIOS VISUAIS..................................................................212 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS .............................................195 UTILIZAÇÃO ........................................................MCA 53-1/2009 13 13...................................................194 AERÓDROMOS..175 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO.........229 16..................................................14 AVISO DE AERÓDROMO................................................................................................................................................................... RUMO E PROA.........................................................................196 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS............7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO.......................192 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA ............................224 16.................................................................................................192 ROTA...................................................................224 16......................................................................193 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA.........................10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET ......................................................................................224 16................................................................................................................................................................................227 16......................................................11 CÓDIGO TAF ...............214 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS..229 16.......................222 16....................................

.............................................................................240 DEFINIÇÕES ..............................275 Anexo H ..................................240 19...........................................................................................1 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS .......................................234 MENSAGENS AERONÁUTICAS..............1 FINALIDADE ....................................Carta de aeródromo: características físicas e operacionais ........................252 20 DISPOSIÇÕES FINAIS ............233 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS..........................................................................................................................2 COMPETÊNCIA .........................AIM ........................................................................................................................................................................................................................................................................256 Anexo A – Inter-relacionamento da informação ...232 17........................................274 Anexo G ..................................................................................................................................................................................................................................239 GLOSSÁRIO.................................................277 Anexo I – Organograma simplificado do órgão gerencial..................282 ......................................................258 Anexo B .....................238 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA .....................5 17.....................................................................................................232 17..........................................1 18............3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM)............................238 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE ..........MCA 53-1/2009 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA..................................................2 19 19.........................232 17...................263 Anexo C ......2 ABREVIATURAS E SIGLAS ..............Modelos de plano de vôo completo ......272 Anexo F – Configurações de distâncias declaradas...........270 Anexo E – Coordenadas geográficas ...................................................6 18 18............................235 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA.............................................232 17...........................268 Anexo D ...........................................................................Modelo operacional (estrutura e assuntos)...........................................Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo....................................255 REFERÊNCIAS.....281 ÍNDICE..................................................................................................................4 17.........................Modelos de plano de vôo simplificado................

podendo.MCA 53-1/2008 PREFÁCIO O objetivo do Serviço de Informação Aeronáutica é assegurar o fluxo de informação e dados necessários para a segurança. em certos casos. A reedição desse Manual tem por objetivo seu aprimoramento e atualização. siglas e símbolos. evitar normas e procedimentos diferentes dos estabelecidos nesse manual. as relações de abreviaturas. O papel e a importância da informação e dos dados aeronáuticos mudaram significativamente com a implementação de rota de navegação de área (RNAV). o emprego de unidades e de equipamentos. em face do desenvolvimento dinâmico da navegação aérea. que são requeridos para o uso operacional. tais como: os glossários. a técnica. tendo em vista as ocorrências e questionamentos cotidianos mais comumente verificados. os Órgãos AIS devem. destinada a regular e divulgar assuntos relacionados com a doutrina. . regularidade e eficiência da navegação aérea internacional. não esgotam) as publicações relacionadas no capítulo “Referências” e abordam os temas de maior complexidade. Para satisfazer a uniformidade e a consistência no fornecimento da informação e dados aeronáuticos. É importante saber que o Manual é uma publicação de caráter diretivo. Os Padrões e as Práticas Recomendadas serão usados em conjunto com os outros procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea editados pelos DECEA. Informação e dados corrompidos ou errôneos podem afetar potencialmente a segurança da navegação aérea. a instrução. Os assuntos aqui mencionados complementam (logo. até onde praticável. informativo ou didático. ainda. performance de navegação exigida (RNP) e sistemas de navegação baseados em computador de bordo. beneficiando. os dicionários. Os manuais podem ser usados para compilação de matérias. por meio de sistemas de navegação baseados em computador. para satisfazer os requisitos particulares da localidade. toda a estrutura que envolve o Serviço de Informação Aeronáutica. É reconhecido que procedimentos adicionais podem ser solicitados. o ensino. com isso. completar matéria já tratada em outras publicações oficiais.

e c) ajudar os Órgãos AIS a instruírem de forma adequada o pessoal AIS. aos especialistas e aos usuários dos Serviços de Informação Aeronáutica do SISCEAB. b) promover a máxima eficiência na organização e funcionamento dos serviços de informação aeronáutica.2 ÂMBITO Esse Manual.MCA 53-1/2008 1 1. . aplica-se aos administradores. 1.1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES FINALIDADE O presente Manual tem por finalidade reunir as informações aeronáuticas necessárias às atividades AIS com o objetivo de: a) ajudar os Órgãos AIS a aplicar uniformemente os Padrões e as Práticas Recomendadas do ANEXO 15/OACI. de observância obrigatória.

Por isso.1. suas funções.1. cotejar.2 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país signatário da Convenção proporcionará serviços de informação aeronáutica à aviação em geral. editar. eficiência e regularidade da navegação aérea. reunir. operacional e técnico-operacional.15 e 7.2 2. conforme previsto nos ANEXO 2 e ANEXO 6/OACI.3 ORGÃOS AIS A atividade de informação aeronáutica está organizada basicamente em gerencial. 2.2.1 OBJETIVO DO AIS O Serviço de Informação Aeronáutica (AIS) foi estabelecido com a finalidade de receber. 2.2. assim como das áreas pelas quais o Estado seja responsável pelos Serviços de Tráfego Aéreo fora do seu território.1.1 2. área de atuação e a interação entre os órgãos que desenvolvem atividades AIS. 2.1. 2.1. controlar e distribuir informação/dados relativos a todo o território do Estado. fornecer. bem como dos procedimentos relacionados com os mesmos que possam afetar o seu vôo. publicar. tais informações devem estar sempre à sua disposição. denominado “Serviços de Informação Aeronáutica”. originar.2 É da responsabilidade do piloto no comando de uma aeronave. as quais estão contidas no ANEXO 15 à Convenção de Aviação Civil Internacional.1 LEGISLAÇÃO VIGENTE A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) preparou Normas e Recomendações para o funcionamento do AIS. armazenar. com vista à segurança.12 MCA 53-1/2008 2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Esse capítulo tem por finalidade identificar os órgãos componentes do AIS. Para isso são os seguintes os órgãos que exercem atividades AIS: .2. 2. a obtenção das necessárias informações sobre instalações e serviços de navegação aérea. formatar.1). O Doc 8126-AN/872 (Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica) explica as funções básicas de um AIS e descreve um tipo de organização-modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS (ver 7.

Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME .Centros de NOTAM (Internacional.formação.Divisão de Ensino do ICEA . NOTA 3: As empresas aéreas também possuem setores encarregados de prestar o serviço de informação aeronáutica no seu âmbito operacional. . . .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA). NOTA 1: O Serviço de Informação Aeronáutica poderá ser desenvolvido também nas Seções de Navegação das Unidades Aéreas.Salas AIS de órgãos ATC. NOTA 2: A INFRAERO possui uma estrutura gerencial para a prestação do serviço de informação aeronáutica.MCA 53-1/2008 13 a) Órgão Gerencial (DECEA/SDOP). .Divisão de Ensino da EEAR . Geral e Regional). encontra-se nos regimentos apropriados de cada instituição. e .Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica . .publicações e cartografia. c) Órgãos Técnico-Operacionais. NOTA 4 : O detalhamento das atribuições e funções da organização principal na qual os órgãos AIS estão localizados.formação e capacitação. .Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO). b) Órgãos Operacionais. .impressão e distribuição.dados aeronáuticos. e . .Subdivisão de Informação Aeronáutica dos CINDACTA/SRPV. .Salas AIS de Aeródromos.Divisão Operacional do CGNA . e .

ver o organograma simplificado no Anexo I.2.3.3. Desenvolvem as seguintes funções: a) o estudo. por intermédio da D-GNA e da D-CCO tem por atribuições as atividades referentes ao gerenciamento dos assuntos relativos à cartografia e à informação aeronáutica.1.3. Para visualização do exposto.2 ÓRGÃO GERENCIAL 2.1 Subordinação A Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA) e a Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO) estão subordinadas ao Subdepartamento de Operações do DECEA (SDOP).14 MCA 53-1/2008 2.3. 2. a elaboração e a atualização de normas e procedimentos relativos à cartografia e à informação aeronáutica.2 Atribuições e Funções O Órgão Gerencial.1. compatibilizando-as com os padrões estabelecidos por entidades nacionais e organizações internacionais às quais o Brasil seja signatário. .2.2.1 ORGANOGRAMA FUNCIONAL 2.1 Divisões do SDOP 2.3.

d) o estudo e a elaboração de procedimentos. l) a supervisão do Sistema de Qualidade da informação aeronáutica publicada e de seus meios de divulgação aos usuários. . p) a fiscalização do funcionamento dos Sistemas AIS. o) a especificação das publicações de informação aeronáutica a serem editadas pelo Brasil. k) a supervisão do processo de fiscalização do cumprimento de normas e procedimentos operacionais. visando aperfeiçoar a execução das atividades de cartografia e informação aeronáutica. ações e recomendações.MCA 53-1/2008 15 b) a notificação à OACI das diferenças entre a legislação brasileira e a editada por aquela Organização. identificando as necessidades de reformulação. atualização e elaboração das mesmas. q) a proposição de normas e documentação relativa aos sistemas automatizados AIS. f) o estudo. m) a confecção do calendário das edições de Emendas de Publicações de Informação Aeronáutica e de Suplemento AIP. a elaboração e a atualização de normas para a criação. e r) a análise e o acompanhamento de desenvolvimento de sistemas AIS a serem implantados no SISCEAB. c) a coordenação da participação do DECEA em eventos nacionais/ internacionais relacionados com a atividade. g) o estudo. n) o assessoramento às necessidades de formação e distribuição de recursos humanos AIS. a elaboração e a utilização de normas que definam a dotação e a carga de trabalho dos operadores de órgãos AIS. bem como os seus conteúdos. j) a supervisão do processo de coleta e análise de dados estatísticos referentes à Informação Aeronáutica. ativação e desativação de posições operacionais em Órgãos AIS.

. d) o gerenciamento e a inspeção das Salas AIS sob sua jurisdição (AD e ATC). g) o estudo. Essas relações devem ser adquiridas junto à respectiva Gerencia Regional de Aviação Civil (GER).3. b) a supervisão do CRN de sua jurisdição. 2.3.16 MCA 53-1/2008 2.2 Atribuições Para o desempenho das atividades essa Subdivisão possui as seguintes atribuições: a) a expedição de PRENOTAM de competência dos Comandantes ou Chefes de CINDACTA ou SRPV.3.1. sob a sua área de jurisdição. palestras e simpósios de interesse para o pessoal em atividade AIS. h) a divulgação às Salas AIS de jurisdição. a elaboração e o encaminhamento ao DECEA de relatórios e resultados estatísticos. controle de pessoal. j) a remessa ao DECEA do movimento anual de mensagens processadas pelas Salas AIS (IEPV 53-7).3.1 Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA/SRPV 2.3. i) a atualização das publicações de informação aeronáutica da seção. das relações dos sítios de vôo e das áreas de pouso eventual para operação aeroagrícola. e) o controle do efetivo e a situação operacional do pessoal AIS em sua área. e m) o estudo e a criação de programas de aperfeiçoamentos. f) o estudo e a análise das normas e padrões estabelecidos pelo DECEA.1 Subordinação Está subordinada à Divisão de Operações (DO) dos CINDACTA e SRPV. o controle e a indicação para participação nos cursos.3 ÓRGÃOS OPERACIONAIS 2. c) a proposição ao DECEA da adoção de providências que julgar necessárias para a melhor execução do AIS. l) a coordenação. planos e programas relativos aos assuntos que estão sob sua responsabilidade.1.3.3.

bem como a sua utilização pelos exploradores de aeronaves.2 Organização As instruções para estabelecer os critérios e os procedimentos básicos para a estruturação e a operação de uma Sala AIS de Aeródromo. também.3. informações meteorológicas. o bom uso das palavras do vernáculo e uma boa apresentação pessoal.3.3. informações relativas: à organização.3. . pelo contato direto que estabelece. selecionar.3. procedimentos de comunicação.2. prestação do serviço.3. 2. que contém. ao material necessário aos centros. mensagens ATS. o comedimento da linguagem. são órgãos estabelecidos com a finalidade de coletar. 2. controlar. por intermédio de NOTAM.3. necessárias à segurança e eficiência do vôo. a polidez no tratamento. às publicações necessárias ao funcionamento dos centros de NOTAM. o operador da Sala AIS é um importante elo do SISCEAB com os usuários.3.2 Atribuições As atribuições dos Centros de NOTAM estão estabelecidas no MCA 53-2 (Manual de Operações dos Centros de NOTAM). não só é importante a qualificação do operador para o desempenho dessa função. familiarização com a área de atuação e procedimentos suplementares.3. à subordinação e ao horário de funcionamento.3. Nesse contexto. Esse planejamento é realizado pelo usuário através da obtenção de informações atualizadas. mas.1 Finalidade Os Centros de NOTAM.3. despachantes operacionais de vôo e demais usuários deverão ser observadas na ICA 53-2 (Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS). 2.1 Prestação do Serviço A Sala AIS é o local adequado para o planejamento de um vôo. pilotos. obtenção da informação.MCA 53-1/2008 17 2. que contém textos relativos à: organização.3. ainda.3.3. Assim. disposição da informação. à jurisdição dos centros de NOTAM. fornecer e divulgar informação aeronáutica de interesse imediato para a navegação aérea. bem como prestar esclarecimentos e coordenação necessária para a divulgação correta da informação aeronáutica.2 Centros de NOTAM 2.2.3 Sala AIS de Aeródromo 2.

ROTAER. 2.3.3 Atribuições Essa Sala AIS tem como atribuições: a) colocar à disposição dos órgãos ATC o boletim de informação prévia ao vôo. WAC. segura e regular do tráfego aéreo. selecionar e divulgar aos órgãos ATC as informações aeronáuticas que assegurem a condução eficiente. ARC. CNAV/CINAV) da Sala. nas paredes. preferencialmente.3. c) disponibilizar e atualizar as publicações convencionais e não-convencionais da Sala inerentes ao funcionamento dos órgãos ATC.4. quando aplicável.3.1 Subordinação É subordinada administrativamente e operacionalmente à Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA e SRPV. 2. das ERC (inferior e superior).2 Finalidade Tem por finalidade coletar.3.4. contendo todos os NOTAM da área de jurisdição do órgão e os NOTAM de suas imediações. b) disponibilizar e atualizar as publicações básicas (AIP-BRASIL. FPC.3. e d) divulgar as modificações e efetivações de publicações que afetem o serviço dos órgãos.4 Sala AIS de Órgãos ATC 2. ERC.4. WAC. em molduras.3.4.3.3. 2.4 Organização A extensão da zona servida e a disponibilidade de espaço na Sala AIS serão fatores determinantes para a exposição. AIP-MAP.3.3. . FPC.18 MCA 53-1/2008 2. A seleção desses NOTAM poderá ocorrer quando o órgão interessado especificar à Sala quais os NOTAM que devam fazer parte do referido boletim. CNAV/CINAV e CAP/CIAP.

visando à obtenção dos dados que compõem as cartas e a informação aeronáutica. a partir de uma informação gráfica.4.1 Finalidade Essa Divisão tem como missão planejar e executar as atividades relativas à cartografia e informação aeronáutica no Brasil.3. cartas aeronáuticas.1.1. em ambiente WEB.3. distância. e) efetuar os cálculos de rumo.4 ÓRGÃOS TÉCNICO-OPERCAIONAIS 2. g) gerenciar base de dados. aos auxílios-rádio.3. h) gerenciar informação aeronáutica/dado. para acesso à base de dados tanto para consulta como para a gestão da informação. d) efetuar o controle histórico das modificações das informações inseridas nas publicações. c) efetuar o acompanhamento dos processos de produção das publicações AIS e cartas aeronáuticas. interage permanentemente com os setores do DECEA responsáveis pela geração das informações referentes ao gerenciamento de tráfego aéreo. 2. j) informar as publicações AIS e cartas aeronáuticas que irão necessitar de alterações. b) efetuar cálculo e análise da informação aeronáutica/dado.3.3 Atribuições A Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica tem como atribuições: a) disponibilizar dados. f) gerar. à meteorologia.1.MCA 53-1/2008 19 2.3. às comunicações. após a modificação de um campo da base de dados.2 Subordinação Subordinada diretamente ao ICA.4. ROTAER e AIP-Brasil. permitindo a atualização da informação no banco de dados.4. 2. i) identificar as informações que necessitam de versão para o idioma inglês que devam ser divulgadas por intermédio de AIP-BRASIL e AIP-MAP (cartas dos aeroportos internacionais). entre outras.4. azimute etc. .1 Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica do ICA 2. a partir da base de dados.

e f) prazos para recebimento das publicações.4. com funcionalidades para controle de processos. além de outros impressos que se fizerem necessários.2 Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME 2. manuais e normas de serviço que dizem respeito ao controle do espaço aéreo e de telecomunicações do Comando da Aeronáutica. plantas. n) providenciar adequação das telas de entrada de dados. com exceção do SB. l) preparar o inserir/destruir e o checklist da emenda. 2. b) formas de pagamento no Brasil e no exterior. e) telefones/fax para contatos.4.3. o) providenciar software com capacidade de gerenciamento da informação aeronáutica por emendas e datas. d) endereço eletrônico e postal. dos softwares aplicativos e do Help. controle de versão e notificações.20 MCA 53-1/2008 k) integrar ferramentas para gerência de documentos. cartas aeronáuticas e meteorológicas.2. q) revisar as publicações de informação aeronáutica. públicos e privados. e v) manter o cadastro de aeródromo (portaria. . c) horário de atendimento ao usuário. t) manter e gerir o Sistema de Gestão da Qualidade das publicações AIS.1 É responsável pela impressão e distribuição de publicações de informações aeronáuticas.2 Nessa Divisão poderão ser obtidas informações complementares sobre: a) modalidade de assinatura (inicial ou renovação). m) produzir publicações aeronáuticas constantes da IAIP. s) efetuar cálculo e análise de obstáculos. u) estabelecer os indicadores de localidade para os aeródromos. dados do aeródromo) atualizado para eventuais consultas.3.3.4. 2.2. r) viabilizar o acesso dos colaboradores e usuários do sistema da WEB a partir do controle dos perfis desses usuários. p) realizar consultas utilizando emendas ou datas.

4. e h) emissão. os de informação aeronáutica. do espaço aéreo e das demais atividades relacionadas com a navegação aérea. g) solicitações de vôo.MCA 53-1/2008 21 2. entre elas. que dão suporte às especializações nas diversas áreas das ciências aeronáuticas. e) solicitações de vôo .5 Divisão de Ensino da EEAR É responsável pelas atividades de ensino que dão apoio à formação de recursos humanos do SISCEAB. c) intenção de vôo. entre eles: a) medidas de gerenciamento de fluxo de dados.3 Divisão Operacional do CGNA O CGNA tem por missão a harmonização do gerenciamento do fluxo de tráfego aéreo. 2. com a antecedência devida. a de informação aeronáutica. Utiliza laboratórios e simuladores. proporcionando a gestão operacional das ações correntes do SISCEAB e a efetiva supervisão de todos os serviços prestados.HOTRAN doméstico/internacional.4 Divisão de Ensino do ICEA É responsável pelas atividades de ensino e pesquisa que dão apoio à formação e capacitação de recursos humanos do SISCEAB. f) solicitações de vôo charter doméstico/internacional.3. de PRENOTAM ao CGN relativo à declaração de aeródromos monitorados ou coordenados.4. . entre eles.3. d) infra-estrutura aeroportuária. 2.4.3. b) alocação de Slot ATC e de oportunidade.

1. Deve-se utilizar o telefone nos casos de emergência e. podendo ser feitas correções.2.3 A informação/dados deve ser fornecida pelos órgãos responsáveis pelas instalações e demais serviços. 3. bem como os meios usuais para receber a informação a ser divulgada.1 INTERCÂMBIO Para evitar problemas ocasionados pelas flutuações nos valores das moedas.1 3.3 Na adoção dos meios ou canais de comunicação. redes de computadores. 3.2 3.1 OBTENÇÃO O AIS obterá informação/dados que lhe permita proporcionar o serviço de informação anterior ao vôo e satisfazer as necessidades de informação durante o vôo de fontes nacionais.1.4 A eficiência de um AIS depende.4 É sempre conveniente que todos os dados sejam apresentados na forma de PRENOTAM. rede de telecomunicações fixas aeronáuticas (AFTN).22 MCA 53-1/2008 3 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS Esse capítulo tem por finalidade identificar as informações necessárias aos usuários. posteriormente. do esforço cooperativo entre os órgãos dos Sistemas de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro e da Aviação Civil. 3. confirmar a informação na forma de PRENOTAM. se necessário.3.2.3 3. e dos serviços de informação aeronáutica de outros países. 3.2. deve-se observar o fator tempo.1.1 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO Os meios ou canais de comunicação utilizados para entregar ao AIS a informação original são: serviços postais. 3. .1. correio eletrônico e telefone. 3. fac-símile. contabilidade e controle de divisas.2 3. 3. convém promover-se o intercâmbio entre os AIS interessados nas publicações de informação aeronáutica dos respectivos países. principalmente. 3. pois isso proporciona um registro mais claro.2 O AIS deve estudar o limite de sua Zona Servida para que possa certificar-se do nível de detalhe e da extensão da informação a ser utilizada nas operações de vôo nela realizada. correspondência oficial.2.

diretamente responsáveis em prover e manter as instalações. o AIS não poderá desincumbir-se devidamente de sua tarefa. AIC e demais publicações.2 O intercâmbio de informação aeronáutica entre os AIS dos Estados assinantes da Convenção de Chicago será gratuito em. reservando-se o direito de previamente solicitar a confirmação ou pronunciamentos que julgar necessários às autoridades responsáveis pelos serviços afetados. 3. um exemplar de cada elemento da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP). em papel e/ou forma eletrônica. para satisfazer os requisitos operacionais de emissão e recebimento de NOTAM distribuídos por telecomunicação.3. de maneira uniforme. 3.4. Suplemento AIP.MCA 53-1/2008 23 3. inclusive que contenha legislação e regulamentos de navegação aérea. civis e militares. 3. sempre que viável. 3. Os órgãos mencionados têm o dever de estabelecer. métodos e procedimentos a fim de que os dados sejam fornecidos ao AIS. relativa a textos a serem publicados na AIP.4 O AIS tem a obrigação de verificar.1 PROCESSAMENTO O AIS deverá difundir a informação diretamente recebida da autoridade técnica responsável pelos serviços operacionais em geral. 3.5 A troca de mais de uma cópia dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica e outros documentos de navegação aérea.4 3. 3. registrar e preparar. a informação final para a sua divulgação. exceto o Boletim de Informação Prévia ao Vôo (PIB).3 A obrigação de fornecer a informação original.4. está afeta em nível de Direção e aos órgãos e serviços.4. conforme o seu tipo. estabelecer contato direto entre os serviços de informação aeronáutica para facilitar o intercâmbio internacional de informação/dado aeronáutico. conforme seus meios e possibilidades. 3. as comunicações. deveria ser objeto de acordos bilaterais entre os Estados Signatários da OACI.2 Cabe ao AIS decidir sobre a conveniência de publicar a informação que lhe é fornecida. NOTAM.3 O AIS deve tomar providência.3. serviços ou procedimentos disponíveis para uso da aviação civil. quando necessária.4.3. pelo menos. ou pelo serviço afetado em particular.3. Se isso não for feito de modo eficiente.4 O AIS deve. .

naturalmente. e e) advertências à navegação de caráter local. b) tipo e localização dos auxílios à navegação ao longo das rotas aéreas.1. c) instalações que não funcionam.5. b) auxílios-rádio.5.5.24 MCA 53-1/2008 3. de curta duração. pode ser melhor apresentado em forma de manual.5 TIPOS A responsabilidade do AIS é verificar que tipo de informação deve ser divulgada pelas publicações. d) instalações retiradas provisoriamente do serviço ou restabelecidas. e 3) advertências à navegação aérea.2 CARÁTER DURADOURO (PERMANENTE OU BÁSICA) 3.5. . 3.1. 3.2.5. 2) procedimentos especiais introduzidos por um prazo curto. NOTA: Tais informações deverão ser comunicadas diretamente ao órgão AIS local.1 Esse tipo de informação. divulgada pelo órgão AIS. tais como: a) trabalhos que estejam sendo realizados nos aeroportos. também ser iniciado ao nível de Direção ou por intermédio dos órgãos operacionais e técnicos. 3. São exemplos desses tipos de informação: a) as características físicas de um aeródromo e suas instalações. Exemplos: 1) alterações provisórias na informação básica. a serem efetuadas num futuro próximo e que devem prevalecer por pouco tempo.1 CARÁTER TEMPORÁRIO (TRANSITÓRIA) 3. Pode.2 Delega-se às autoridades locais a responsabilidade de iniciar a maioria das informações de caráter temporário. por isso. não está sujeita a alterações freqüentes e.1 Esse tipo de informação pode se referir a alterações em uma instalação ou serviço.

esses dados devem ter sua divulgação autorizada pelos responsáveis em nível de Direção. procedimentos ou instalações. b) pessoal dedicado ao controle operacional de linhas aéreas. 3. visando possibilitar o planejamento das operações em função do fato notificado. d) órgãos de tráfego aéreo responsáveis pelo serviço de informação de vôo.5. a fim de que haja tempo suficiente para a preparação. com relação a alterações importantes na legislação. legislativos ou puramente administrativos. Elas abrangem questões.3 A informação permanente ou básica deve ser fornecida ao AIS com bastante antecedência. serviços de comunicação.5. 3.2 A informação permanente ou básica é aquela que compreende geralmente os dados mais duradouros ou permanentes que se tenha de incluir nas publicações. inclui-se nesse manual disposições relativas às AIC. tais como: a) previsão. da navegação aérea está sendo proporcionada de forma adequada às necessidades do (s): .MCA 53-1/2008 25 c) serviços de tráfego aéreo. e d) procedimentos relacionados com tais instalações e serviços. c) órgãos que produzem cartas e documentos.2.5. a longo prazo.1 Prevendo a possível necessidade de se divulgar informação cujo teor seja inadequado para inclusão em AIP. regularidade e eficiência a) pilotos.1 DIVULGAÇÃO O AIS se assegurará de que a informação necessária à segurança.2. regulamentação.5. serviços de meteorologia que são fornecidos. 3. a fim de garantir que o seu conteúdo esteja de acordo com a política presente e futura. publicação e distribuição. e c) informação de natureza explicativa ou de assessoramento relativa a assuntos técnicos. como tal. e e) serviços de informação aeronáutica de outros países.6. Suplemento AIP ou NOTAM.3. 3.3 CARÁTER EXPLICATIVO. b) informação de caráter meramente explicativo ou de assessoramento que possa afetar a segurança dos vôos.6 3. ADMINISTRATIVO OU DE ASSESSORAMENTO 3. e.

encontram-se diversos tópicos (coordenadas.3 O AIS é o único responsável pela divulgação de informação que constitua matéria para publicações e respectivas emendas. das aeronaves que se dedicam à navegação aérea internacional. 3.6. freqüências. NOTA: Essa relação não esgota todos os exemplos de inter-relacionamentos de informação que poderão aparecer no dia-a-dia.7 INTER-RELACIONAMENTO Para auxiliar o especialista AIS. 3. deve-se observar que a aviação nacional tem a mesma necessidade de dispor de um serviço de informação aeronáutica. dentro do seu território e em áreas onde lhe caiba a responsabilidade pelos serviços de tráfego aéreo. limites. Embora a Convenção e seus ANEXOS refiram-se principalmente às operações aéreas internacionais. com segurança.6. rumos etc) e a correlação deles com as publicações de informações aeronáuticas correspondentes. Qualquer outro setor que necessite utilizar-se da divulgação de informação aeronáutica deverá encaminhar ao AIS o documento com os dados a serem divulgados. no Anexo A. .2 Cada país tem a responsabilidade de colocar à disposição dos usuários da aviação em geral toda e qualquer informação pertinente e necessária à operação.26 MCA 53-1/2008 3.

1. também.2 O SISNOTAM está estruturado em seis Módulos: a) Módulo Gerencial . Destinado para Centros de NOTAM.MCA 53-1/2008 27 4 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS Esse capítulo tem por finalidade apresentar aos Operadores AIS os aplicativos automatizados de uso obrigatório nos Órgãos AIS a serem utilizados nos processos referentes à emissão de NOTAM. Destinado para Centros de NOTAM. d) Módulo Acerto .1 O SISNOTAM foi concebido e desenvolvido com a finalidade de fornecer aos Centros Expedidores de NOTAM meios de controlar todos os processos referentes aos NOTAM.1. possibilitar às Salas AIS o controle de todos os procedimentos referentes aos PRENOTAM por elas emitidas e obter boletins que contenham informações necessárias ao planejamento dos vôos por parte das tripulações.recebe e envia mensagens AFTN de interesse do Serviço de NOTAM. 4. b) Módulo AFTN . aos demais órgãos emissores de PRENOTAM o controle de todos os processos referentes aos PRENOTAM por eles emitidos.1. e responde às consultas de NOTAM Específico (RQN). fornecimento de informações pré-vôo.1 APRESENTAÇÃO 4. Após a correção. além de consultas diversas. consulta a publicações aeronáuticas e preenchimento de formulários (ATS/CONFAC) por parte dos pilotos e despachantes operacionais de vôo (DOV). na base de dados. segundo o padrão estabelecido pela OACI. Permite. c) Módulo Análise . Destinado para Centros de NOTAM.1. .1 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM .SISNOTAM 4. Destinado para Centros de NOTAM. os NOTAM recebidos via AFTN considerados corretos.possui boletins e relatórios que possibilitam consultas de NOTAM emitidos e cadastrados na base de dados.insere automaticamente. o operador submete novamente o NOTAM ao Módulo Análise. controle de mensagens (ATS/CONFAC) expedidas pela Sala AIS. Boletim por Localidade (RQA) e Lista de Verificação (RQL).permite o ajuste manual dos NOTAM considerados errados pelo Módulo Análise.1. Salas AIS e demais órgãos do SISCEAB. 4.

b) internacionais de todas séries. funcionamento em rede.1. 4.1.5 Todos os servidores são interligados com a AFTN/Intraer e estão preparados para receber e enviar mensagens. Destinado para Centros de NOTAM. 4.1. no servidor do NOF e CGN.6 A política de acesso aos servidores é a seguinte: a) as Salas AIS Internacionais acessam o Centro Internacional de NOTAM.2 INFORMAÇÕES ARMAZENADAS 4. .2 Estão armazenados nos servidores dos CRN os NOTAM nacionais de todas as séries.1. num período de tempo especificado.1. expedidos pelo CGN e pelos CRN. controle de acesso com senha criptografada e permissão de acesso aos dados por usuário e grupo de usuários.1. as seguintes categorias de NOTAM: a) nacionais de todas as séries. com a utilização dos mesmos botões e desenhos de formulários.1. 4.gera relatórios sobre as atividades do SISNOTAM.1.2.1.4 A principal característica do sistema é permitir ao usuário um acesso on-line à base de dados de NOTAM. expedidos pelo NOF Brasil.1.1. quando necessário. Os servidores estão localizados nos Órgãos Regionais do DECEA (CINDACTA ou SRPV) e na INFRAERO.28 MCA 53-1/2008 e) Módulo Segurança – permite a gerência e controle de acesso dos usuários aos itens de menu do Módulo Gerencial e registra os comandos executados pelos usuários conectados ao sistema. e c) estrangeiros recebidos de todos os países com os quais o Brasil mantém intercâmbio de NOTAM. 4. e b) as Salas AIS Nacionais e os outros Órgãos do SISCEAB acessam os Servidores Regionais dos CINDACTA ou SRPV de sua jurisdição e. e f) Módulo Estatístico . 4. As telas e funções foram padronizadas o máximo possível. assim como inserir e distribuir NOTAM. via AFTN. Destinado para Centros de NOTAM e Salas AIS (para gerência da base de dados local da sala).1 Estão armazenadas. número ilimitado de usuários.3 O sistema apresenta as seguintes vantagens: facilidade de utilização. 4. o Centro Internacional de NOTAM.2.

e validação do usuário e senha.5 A Tela Principal do Módulo Gerencial contém os seguintes menus e acessos: a) BOLETINS . g) Usuário .1. o módulo será encerrado automaticamente.1.2 Ao iniciar o Módulo. caso o usuário erre a senha em três tentativas consecutivas. É previamente criado pelo Administrador do Módulo e pode ser definido com até 15 caracteres alfanuméricos. o sistema apresenta a Tela Principal do Módulo Gerencial.exe. f) Tipo de Conexão .1. .Nome da Organização que está utilizando o módulo.3.Identificação do usuário no Módulo. é apresentada a Tela de Registro Geral. 4.3. b) Órgão . 4.3 As informações da Tela de Registro Geral permitem ao usuário acesso ao Módulo e especificam os dados do servidor onde ele irá acessar as informações de NOTAM. Não é exibida ao ser digitada. Para efeito de segurança.1 O acesso ao SISNOTAM é feito através do ícone Gerencial. 4. d) Servidor . aparecendo somente asteriscos.MCA 53-1/2008 29 4.1. São elas: a) País .Endereçamento do local onde está sendo utilizado o módulo.3.3. e h) Password .Conexão utilizada para o envio e recebimento dos NOTAM. e) Endereço Telegráfico .1.acesso às consultas de Boletim por Localidade.Senha do usuário.Nome da Organização responsável pela utilização do módulo.4 Após a entrada dos dados na Tela de Registro Geral. c) Responsável .1.3.Nome do servidor de banco de dados com o qual se deseja estabelecer a conexão (Nessa opção aparecerão os servidores disponíveis na rede do DECEA). Boletim por FIR e Boletim por Rota Pré-Definida.3 MÓDULO GERENCIAL 4.Nome do país onde está sendo executado o módulo. Pode ser composta por até 12 caracteres alfanuméricos. 4.

1.acesso às Tabelas Auxiliares do Módulo.acesso às opções de inclusão manual de NOTAM e PRENOTAM. c) MOVIMENTAÇÃO .4. CRN Curitiba. . CRN Manaus. de envio de NOTAM específico. CRN São Paulo. Resumo por Centro Expedidor de NOTAM. RQL e RQA).acesso à Tela de Confirmação de encerramento do Módulo. de Boletim por Localidade. que deverá ser alimentada pelo usuário para a obtenção dos Boletins por Rota Pré-Definida. de Lista de Verificação.4 ESPECIFICAÇÃO DE CENTRO EXPEDIDOR NO SISNOTAM 4. Próximo NOTAM. Por esse motivo.1. pode ser que alguma opção de Menu não esteja visível para todos os usuários.30 MCA 53-1/2008 b) RELATÓRIOS . 4.1 Os centros nacionais de NOTAM são especificados da seguinte forma: a) SBRF B b) SBSP D c) SBCT E d) SBBR F e) SBEG G f) SBRJ Z CRN Recife. de mensagem de serviço e de solicitações via AFTN (RQN.3. 4.6 A exibição das opções de menu do Módulo Gerencial está condicionada às permissões de acesso estabelecidas pelo Administrador do Módulo para o usuário. NOTA: Na parte inferior da tela. são exibidos o usuário que estiver conectado e o servidor ao qual ele se conectou. de incorporação de NOTAM. CRN Brasília. e e) SAÍDA . d) TABELAS . mas somente para aqueles que possuírem permissão de acesso às respectivas opções. inclusive a Tabela de Rotas Pré-Definidas. NOTAM Estimado. NOTAM Específico. Lista de Verificação e Lista de NOTAM Faltantes.1. Documento de Origem. e CGN.acesso às consultas de PRENOTAM Específico.

2 As séries internacionais de NOTAM serão especificadas da seguinte forma: a) SBRJ I b) SBRJ J c) SBRJ K d) SBRJ N e) SBRJ O FIR Recife.MCA 53-1/2008 31 4.1 O mau funcionamento ou a inoperância do SISNOTAM deverá ser comunicada.1. utilizando-se o indicador de localidade do NOF estrangeiro seguido da letra indicadora da série de NOTAM que ele divulga. o mais rápido possível. 4. no máximo em 24 horas.1.5. 4. 4.5.4. SRPV e INFRAERO. NOF Bolívia. FIR Atlântico. e NOF Inglaterra Série I.3 As séries estrangeiras de NOTAM deverão ser especificadas. NOF Canadá. e FIR Amazônica. Esse deverá tomar as providências para o restabelecimento do Sistema.1. deverão ser tomadas providências pelos órgãos envolvidos. .1. utilizará o mesmo indicador seguido da letra indicadora da série desejada. FIR Curitiba. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou fac-símile) ao mantenedor regional existente no CINDACTA.4. Exemplos: a) SUMU B b) SLLP B c) LPPP A d) CYHQ A e) EGGN H f) EGGN J 4.2 Em situações de inoperância do SISNOTAM. Se o NOF divulgar mais de uma série de NOTAM. FIR Brasília. do equipamento ou do canal AFTN.5 CONTIGÊNCIAS NOF Uruguai. NOF Inglaterra Série H.1. NOF Portugal.

2. e encaminhá-lo à ECM para transmissão.1.5.1 Centros Regionais de NOTAM: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM.5. o operador deverá executar o descrito em “b”. o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN.2 Salas AIS: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. quando necessário. 4.2. .solicitar. com os endereços constantes de sua tabela de distribuição. ao CRN jurisdicionado informações nacionais e ao NOF informações internacionais. Após o restabelecimento.32 MCA 53-1/2008 4. 4.1. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM. e . para o CRN ao qual está subordinado.2. via ECM. b) para colocar um NOTAM na rede.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS. e c) após o restabelecimento. c) nos problemas relacionados com o canal AFTN. o operador deverá utilizar outro meio para encaminhá-lo ao Centro de NOTAM responsável pela divulgação da informação. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM. .5. o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN e encaminhá-lo para transmissão. via telefone ou fac-símile.1.acessar a página eletrônica da AISWEB. os NOTAM emitidos de sua série e os faltantes das demais. e d) para emissão de Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB). por intermédio da Intraer ou da Internet. o operador deverá inserir todos os PRENOTAM recebidos. inserir todos os PRENOTAM emitidos.3 Subdivisão de Informações Aeronáuticas do CINDACTA/SRPV: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. o operador terá as seguintes alternativas: .

e b) por intermédio de mensagem em formato AFTN.2.3 A descrição dos procedimentos para as interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM.1. 4.AISWEB APRESENTAÇÃO 4. 4. nas salas AIS dos aeroportos. especificado pela OACI.1.1.2. .6. via AFS. através de mensagens AFTN.2 No SISNOTAM são realizadas as seguintes consultas: a) NOTAM específico. inserir todos os PRENOTAM emitidos. 4. e d) Resumo por Centro Expedidor.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS. permitindo o acesso rápido e estruturado a toda informação aeronáutica disponível em formato eletrônico.2 As informações obtidas nessa página terão de ser checadas antes do vôo.1 As interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM são feitas das seguintes maneiras: a) utilizando o SISNOTAM.MCA 53-1/2008 33 c) após o restabelecimento. consta de AIC específica. 4. b) Boletim por localidade. A consulta é realizada a servidores que possuem a mesma base de dados. d) para consultas.2. o operador terá as seguintes alternativas: .acessar a página eletrônica da AISWEB.1 PÁGINA ELETRÔNICA .solicitar via telefone ou fac-símile ao CRN da jurisdição.6 INTERROGAÇÕES AO BANCO DE DADOS DE NOTAM 4. . 4.2 4.1. c) Lista de Verificação.1.6.6.1. e .1 A AISWEB é uma página eletrônica que possibilita aos usuários a consulta à informação aeronáutica através da Intraer e da Internet.

(NR) .1. e o sistema permite uma redundância. e f) Publicações ostensivas contidas na TCA 0-12. 4. sem perda de informações ou qualquer outro prejuízo operacional. 4.1.1. do Banco ROTAER e do Banco de Publicações da TCA 0-12.34 MCA 53-1/2009 4. com acesso via Intraer ou Internet aos servidores da aplicação.Portaria DECEA No 63/SDOP.1.1.5 Através de um computador que possua um navegador instalado. e d) a independência de localidades específicas para acesso às informações.4 A AISWEB possui dois servidores para o aplicativo. c) AIP-MAP – Cartas Aeronáuticas. do Banco AIP-MAP. Dessa forma. a formatação dos documentos disponibilizados na AISWEB não permite modificação.2. d) Suplemento AIP. 4. a AISWEB disponibiliza ao usuário uma aplicação cliente que permite o acesso a mais variada informação aeronáutica. b) que cada acesso à base de dados seja realizado de forma que se mantenha a integridade e consistência das informações armazenadas. b) AIP. (NR) .3 O conjunto de informações disponibilizadas inclui: a) NOTAM.2. de 21 de outubro de 2009. de 21 de outubro de 2009. de igual capacidade e operando de modo simultâneo.8 Os potenciais usuários da AISWEB (usuários AIS) podem ser classificados em duas categorias: .2.7 A AISWEB foi concebida e desenvolvida para garantir: a) o acesso organizado das diversas informações de interesse dos aeronavegantes e usuários de áreas afins.1. de um número elevado de usuários à base de informações. e) ROTAER.2. do Banco AIP. 4.6 Por ser um sistema exclusivamente de consulta aos dados do Banco de Dados de NOTAM. simultâneo e compartilhado. no caso de falha de um dos servidores. 4.2.2. c) o acesso. toda carga de acesso dos usuários fica balanceada. NOTA: As publicações sigilosas deverão ser adquiridas em coordenação com o órgão elaborador.Portaria DECEA No 63/SDOP.

e c) acessar a página http://www.3 News. para que ele escolha as cartas que deseja visualizar. Contatos.2. o usuário poderá solicitar cartas de até 10 localidades de uma única vez. 4. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação das cartas disponíveis para as localidades solicitadas.intraer.2. o sistema disponibiliza. Após a solicitação. ordenadas pela seqüência digitada pelo usuário. 4.3.3.br. b) abrir o navegador instalado no computador. Suplemento AIP e .aer.2. dos Governos Estaduais.aisweb. o usuário deverá utilizar a opção UF. se o computador estiver conectado à Intraer e http://www.1 No menu Abreviaturas. para o usuário. NOTA 1: Para visualizar uma ARC o usuário deverá utilizar o indicador de localidade da TMA.2 MENU . A página eletrônica disponibiliza as seguintes informações aeronáuticas: Abreviaturas. NOTA 2: Para se conhecer todas as cartas de uma unidade da federação. hyperlinks para o índice do AIP-BRASIL.1 Para acessar a página eletrônica da AISWEB o usuário deverá: a) verificar a que rede o computador está conectado (Intraer/Internet). ROTAER. 4. da INFRAERO. do Comando da Marinha.2. que dará aceso inclusive aos indicadores de localidade dos AD e das TMA. AIP Brasil MAP.2. A partir dos hyperlinks.3 No menu Cartas. Poderão ser consultadas as cartas AOC e PATC na parte AD e as ERC e FPC na ENR 6. AIP Brasil.aisweb. 4. se conectado à Internet.2. das organizações internacionais de gerenciamento do espaço aéreo.OPERAÇÃO 4. NOTAM. Publicações.mil. das companhias aéreas e dos pilotos.MCA 53-1/2008 35 a) usuários internos – provenientes de qualquer Unidade ou Órgão do Comando da Aeronáutica.2 No menu AIP Brasil.2. 4. o usuário pode solicitar a descrição de até 10 abreviaturas de uma única vez.3. o usuário acessa outras partes do AIP-BRASIL. e b) usuários externos – provenientes do Comando do Exército.

para o usuário. 4.9 No menu NEWS.2.3.3.2. e tenha como resposta “LOCALIDADE NÃO ENCONTRADA”. Também poderão ser consultadas nesse menu cartas WAC e IEPV. A partir deles. é permitida a navegação a outras partes do ROTAER. para que o usuário escolha aquele que deseja visualizar.2. ordenados pela seqüência digitada. para o índice do ROTAER.2. que contém informações gerais e recentes de interesse do AIS.3.6 No menu Publicações. ainda. dúvidas ou questionamentos. hyperlinks que contêm o índice de publicações. 4.7 No menu ROTAER. são disponibilizados. o usuário tem acesso a uma tela. c) NOTAM Específico (consulta permitida somente pela Intraer). por intermédio do SISNOTAM e/ou da AISWEB.2.36 MCA 53-1/2008 4.5 No menu NOTAM.2. deverá entrar em contato com o NOF. por outros meios. e g) Lista de NOTAM faltantes. Após a solicitação.3. são disponibilizadas ao usuário as seguintes opções de consulta ao Banco de NOTAM: a) Boletim por Localidade. o usuário pode solicitar até 10 localidades de uma única vez. f) Lista de Verificação. o usuário terá acesso aos números telefônicos dos órgãos envolvidos na prestação do serviço AIS para consultas.4 No menu Contatos. 4. e) Resumo do Centro Expedidor. mostrado até o seu terceiro nível. . uma relação de publicações recém editadas e/ou canceladas.3. 4. para o usuário hyperlinks. para que ele. d) Último NOTAM. 4. são permitidas consultas aos documentos e legislações constantes da TCA 0-12. A partir deles. 4. são disponibilizados.3.3.10 Quando o operador da Sala AIS fizer consulta de NOTAM de localidades estrangeiras. b) Boletim por FIR. obtenha a informação aeronáutica solicitada.2. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação dos Suplementos AIP em vigor para as localidades. e.8 No menu SUPLEMENTO AIP.

.1.SAIS APRESENTAÇÃO 4.MCA 53-1/2008 37 4. e) estatísticas diversas.3. 4.3 O sistema.1. por meio de rede.3 4.1 O SAIS é um aplicativo de uso dos operadores das Salas AIS. 4. além do emprego acima descrito. d) permite os aeronavegantes o preenchimento das mensagens ATS/CONFAC através do Módulo Piloto. b) consulta e emissão de relatórios operacionais com o máximo de informações sobre qualquer aeronave ou piloto que esteja na base de dados. às exigências da administração aeronáutica.1. facilita aos aeronavegantes acesso às demais informações aeronáuticas e meteorológicas necessárias ao planejamento de seu vôo. sem a intervenção dos operadores AIS e do CMA (ANEXO 15/OACI.5 Facilidades oferecidas pelo SAIS: a) preenchimento dos formulários específicos. c) edição de informações na base de dados local. 4. sendo empregado no gerenciamento das mensagens (ATS/CONFAC) que são veiculadas nesse órgão. e f) menu ajuda. se instalado.3.1.2 Se instalado o Módulo Piloto do sistema em outro computador. executados por meios lógicos de comunicação.3. d) manuseio de mensagens CONFAC.4 Dentre as facilidades apresentadas pelo sistema. b) emissão de relatórios.1 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS . 4.3.3. é permitida aos aeronavegantes a inserção de mensagens ATS/CONFAC relacionadas aos seus vôos.3. c) confecção de relatórios em prazos extremamente curtos. o usuário tem ao seu dispor: a) ajuste das funções básicas. Capítulo 8). assim. e esse colocado em rede com o computador do SAIS. atendendo.1.

3. .38 MCA 53-1/2008 e) recebimento de plano de vôo e suas mensagens de atualização por telefone.3.2 Configuração para operação plena: a) sistema operacional: Windows XP Profissional. e f) MCA 100-11 (Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo). f) impressora e Monitor: compatíveis com as atividades. d) ICA 100-15 (Mensagens ATS).2. com acesso à Intraer/Internet. 4.1. em tempo inferior a 1 (um) minuto.2. tem como banco de dados o MySql.1 O programa foi concebido em BORLAND DELPHI. Ele também utiliza as facilidades do ambiente Microsoft Windows® e interface MySqlFront.3. e) ICA 102-8 (Mensagem CONFAC).2 REQUISITOS 4. f) diminuição do tempo de processamento das mensagens ATS recebidas. h) acesso a informações aeronáuticas e informações meteorológicas. 4. 4. c) memória RAM: 512Mb. c) ICA 100-11 (Plano de Vôo).6 O sistema procura atender aos requisitos previstos nas seguintes publicações: a) ICA 53-2 (Sala Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS) b) ICA 53-5 (Coleta de Dados Estatísticos AIS). b) processador: 2.3.4 GHz ou mais. d) capacidade do HD: 40Gb. e i) eliminação de rasuras e palavras ilegíveis. e g) microcomputadores: 2 (dois) ligados em rede. g) número ilimitado de usuários. para acesso ao banco. e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels.

3 Acesso a um canal AFTN com a finalidade de receber e enviar mensagens ATS/CONFAC. d) capacidade do HD: 10Gb. e f) impressora e monitor: compatíveis com as atividades.4 Configuração para operação mínima: a) sistema operacional: Windows XP Profissional.3. com a finalidade de interligar as máquinas do Módulo Operador do sistema com o Módulo Piloto.3.4.4 AÇÕES DO OPERADOR DE SALA AIS 4.MCA 53-1/2008 39 4. 4. 4. utilizando apenas 1 (um) microcomputador com acesso à Intraer / Internet. 4.3. c) memória RAM: 256Mb.3.3 Configuração para operação parcial: A mesma acima. o grupo 999999. e c) viabilizar consultas a informações aeronáuticas e meteorológicas. conforme legislação em vigor.2.1 Acesso a Intraer/Internet com a finalidade de: a) atualizar o programa. 4. b) processador: 900MHz.2.2 Ligação.3. com a finalidade de atender a composição do texto da mensagem CONFAC MOV.3 INFRA-ESTRUTURA 4. .3.3. 4. b) atualizar o Sistema com o CGNA. quando o piloto for possuidor de licença estrangeira.3.1 No processamento de formulários de plano de vôo e suas mensagens de atualização.3. ANAC e INFRAERO. via rede.3. no CAMPO “CÓDIGO ANAC”. o operador deverá inserir.3. e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels.

4. SRPV ou INFRAERO. no máximo em 24 horas.5. o operador da Sala AIS deverá solicitar cópia da mensagem à ECM para inseri-la manualmente.4 Na situação descrita na alínea “c” do item 4. todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários.3 Conferir a numeração das mensagens CONFAC geradas pelo sistema. 4.3. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou Fac-Símile) ao mantenedor regional existente nos CINDACTA. o operador deverá inserir manualmente. no Módulo Operador do SAIS. o operador deverá inserir manualmente no SAIS todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários.3.40 MCA 53-1/2008 4. 4. que deverá providenciar o restabelecimento do Sistema no menor tempo possível.3. 4. listagem de inadimplência (INFRAERO) e Boletim Informatizado de Aeronaves (ANAC). para posterior tratamento e encaminhamento para transmissão.3. 4.5.4. fica interrompido por problemas de rede. de preferência em um servidor ou outro computador.3 Nas situações descritas nas alíneas “a” e “b” do item acima. 4.5. 4. tão logo os receba. bem como o de solicitação de Isenção Tarifária quando: a) o computador do Módulo Piloto do SAIS ficar inoperante.2. e c) o computador do Módulo Operador ficar inoperante.5 Quando o recebimento das mensagens ATS que chegam ao SAIS.6 ARMAZENAMENTO DE DADOS Deverá ser providenciado ‘backup” dos dados inseridos no SAIS.5. via AFTN. tão logo o sistema seja restabelecido.5.1 O mau funcionamento ou a inoperância do SAIS deverá ser comunicado.5. .3.3. no final de cada turno.3.2 Garantir a atualização constante dos arquivos que contém as listagens de plano de vôo repetitivo (CGNA).3.4.3. b) ocorrer problemas de rede entre o Módulo Piloto e o Módulo Operador.5 CONTINGÊNCIA 4.2 O operador da Sala AIS deverá disponibilizar aos usuários todos os formulários necessários para a apresentação de planos de vôo e suas mensagens de atualização.3.

no link da TCA 63-1.2 UTILIZAÇÃO As macros dessa planilha. 4. 4.4. salvar e abrir o arquivo novamente. por segurança.MCA 53-1/2008 41 4.1.1.4 4. d) ir em ferramentas/macro/segurança e reduzir o nível de segurança para “baixo”. . 4. b) abrir o arquivo e clicar em “Desativar Macro”.1 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL APRESENTAÇÃO 4.1 A planilha eletrônica possibilita aos usuários a consulta dos horários de nascer e pôrdo-sol de forma rápida. e e) fechar. sem a necessidade de realização de cálculos. siga os procedimentos abaixo: a) salvar a planilha no local desejado.2 A planilha pode ser obtida através de download na AISWEB.4.4. encontram-se ativas. clicar em “NÃO” (não abrir como somente leitura).3 São disponibilizadas consultas ou através do indicador de localidade. ou a partir das coordenadas geográficas.4.1. Para desativálas.4. Ela pode ser acessada em qualquer computador que possua editor de planilha eletrônica compatível com arquivos de extensão XLS. c) em seguida.

com suas emendas.1 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) FINALIDADE Tem como objetivo principal satisfazer as necessidades internacionais de intercâmbio de informação aeronáutica de caráter permanente e de modificações temporárias de longa duração. Tais métodos são: .1.1. 5.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5. Suplementos AIP. A IAIP é o conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP.1 5. 5. com informação de caráter administrativo e explicativo.3. separada em seções e subseções.1 Há alguns métodos estabelecidos que devem ser utilizados para a preparação de uma AIP. e c) Aeródromos (AD) . AIC. NOTAM. a informação aeronáutica é divulgada de forma impressa. NOTA: Os resumos não são publicados no Brasil.consta de sete seções com informação relativa ao espaço aéreo e a sua utilização.consta de quatro seções com informação relativa aos aeródromos/heliportos e a sua utilização. segundo a matéria tratada e configurada na seguinte ordem: a) Generalidades (GEN) .1. listas de verificação e resumos. PIB.1.2 CONTEÚDO Com o objetivo de facilitar o seu uso pela comunidade aeronáutica internacional. como é o caso do Brasil.consta de cinco seções.42 MCA 53-1/2008 5 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP) Esse capítulo tem por finalidade identificar as publicações utilizadas na documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP). que não seja de tal importância ou cujo significado necessite a expedição de um NOTAM. especialmente quando se usa o sistema de folhas soltas. b) Rotas (ENR) . em três partes. 5.

b) não usar uma página somente para o título de uma seção. e) como a rapidez da reprodução é mais importante que a sua qualidade. presas à pasta através de anéis metálicos. somente quando a AIP estiver composta de um número razoável de páginas. d) não usar papel de boa qualidade. sendo que o mês deverá ser transcrito na forma abreviada. conforme a OACI. a AIP deve ostentar: ADVERTÊNCIA A capa contém material ferroso. No caso da utilização de somente um lado da folha. Nesse caso. devido a emendas. como é o caso da AIP-BRASIL. se dobradas nesse tamanho. .3. deverá constar no verso: INTENCIONALMENTE EM BRANCO. O material ferroso de que são confeccionados os anéis produzirá leituras falsas na bússola magnética. existentes na lombada.2 A maioria das AIP são publicadas utilizando-se o tipo de encadernação de folhas soltas. f) a escolha da encadernação deverá ser feita tomando-se como elementos básicos a sua durabilidade. e i) usar folhas de 21x29.8x 21cm (A5). pode-se publicar em dois ou mais volumes. a facilidade de uso no escritório e de substituição das páginas emendadas. as folhas serão freqüentemente substituídas. Não utilize nem guarde perto da bússola magnética. pois. caso convenha. c) usar moderadamente as folhas separadoras. h) cada página deverá indicar o dia. No caso da AIP MAP usar folhas soltas de 14. mês e ano em que foi incorporada a informação contida.1.MCA 53-1/2008 43 a) imprimir em ambos os lados da folha. isto é.7cm (A4). O texto e o título da introdução devem ser incluídos na mesma página. entretanto as de maiores dimensões poderão ser usadas. se a AIP for colocada nas proximidades desse instrumento. 5. g) devido ao tamanho. não devem ser usados métodos que reduzam a rapidez.

1. Em razão disso. compreendam e interpretem a informação. edita duas versões do AIP: uma em Português e outra em Inglês. para ser digna de confiabilidade. que sirvam de guia para a localização da informação.4 Nunca será demasiado insistir na necessidade de que se tenha especial cuidado na reunião da informação para a AIP.1.9 Dos vários métodos que devem ser observados para a apresentação da informação na AIP.1. ao modelo. diagramação e impressão das mesmas. na maioria dos casos. a fim de que a informação esteja permanentemente atualizada.1.3. a informação terá de ser verificada de todas as maneiras possíveis.3. 5. 5. deve-se usar as abreviaturas da OACI. para servir como exemplo a todos os AIS e uniformizar a apresentação da informação. seria . 5. 5. Entretanto.44 MCA 53-1/2008 5. b) os formulários padronizados somente devem ser usados quando houver suficiente informação que justifique o seu uso.3. do tempo que se dispõe para a redação. tanto para limitar a quantidade de informação útil a ser disseminada para atingir sua finalidade. NOTA: O Doc. ainda não familiarizados com a terminologia usada.1.1.3.3.8 A AIP deve conter separadores.7 O ANEXO 15/OACI prescreve que a AIP seja emendada ou reproduzida com a freqüência necessária para que se mantenha em dia. quando o território abrangido pela AIP possui somente um centro meteorológico.6 A informação aeronáutica contida na AIP é freqüentemente submetida a alterações e modificações. 5. na medida do possível.3. 8126 contém um modelo de AIP. 5. ocasionadas pelo desenvolvimento constante da aviação.3 Devem ser publicadas em dois idiomas: o do país e o inglês. Por exemplo. O Brasil. a AIP deve ser periodicamente emendada. convém destacar: a) sempre que possível. a publicação das emendas depende. a forma e disposição de uma AIP deverão corresponder. Então. como para que os usuários.5 Antes de tudo.1. a fim de se ganhar espaço e evitar traduções.3. A AIP deve ser publicada da maneira mais simples.

em primeiro lugar. . em seguida. minutos e segundos. .do pôr ao nascer-do-sol. distâncias. Por exemplo: 0507. . 7 minutos e 32 centésimos de minuto Sul. c) em uma relação de localidades. e . d) a ortografia dos nomes das localidades será a de uso oficial. .serviço disponível para atender às necessidades das operações.H24 . seguidas. f) as horas de funcionamento das várias instalações e serviços deverão ser expressas em UTC (Tempo Universal Coordenado) ou mediante uma das abreviaturas: . com três dígitos para grau e dois para minutos e segundos. deverão ser sempre as mesmas e deverão ser aquelas escolhidas pelo país.serviço ininterrupto.. com dois dígitos para graus. de acordo com o ANEXO 5 à Convenção. altitudes. etc.os símbolos de grau. minuto e segundo são omitidos. o nome da cidade. de uma linha oblíqua e o nome do aeródromo em letras maiúsculas de menor tamanho ou letras minúsculas. . como em dimensões dos aeródromos. e . Sempre que possível. dia e noite.horas de serviço indeterminadas.a longitude. e) a indicação das coordenadas geográficas de uma localidade será apresentada: . .serviço disponível durante as horas de vôo regulares.HJ . elevações. quando se tratar de aeródromo ou de instalação localizada em um aeródromo.HN .a latitude.HX .HO .MCA 53-1/2008 45 supérfluo registrar a informação em um formulário. deve aparecer com todas as letras maiúsculas. g) as unidades de medida escolhidas para serem utilizadas na AIP. NOTA: Em algumas cartas e na descrição das Rotas ATS as coordenadas geográficas são expressas em graus.HS . minutos e centésimos de minutos. a relação deve ser feita em ordem alfabética.do nascer ao pôr-do-sol.32S significa 5 graus. pois bastaria dar uma simples descrição textual do serviço prestado.

traçada à margem da folha. . por isso. o NOTAM complementa a AIP. c) as alterações contidas na emenda devem ser destacadas de alguma forma. considerando-se ainda. 5. a fim de chamar a atenção do leitor. em muitas ocasiões. será confirmada por emenda ou revisão de AIP. contendo a data de cada página solta. na ocasião em que se tenha de fazer advertência sobre qualquer alteração ou acontecimento com urgência. que deve coincidir com uma data do calendário AIRAC. correções manuscritas devem ser reduzidas ao mínimo.4. transmitida por NOTAM.4. Essa forma de destaque pode ser dada através de uma linha vertical ou por uma seta horizontal (se a informação for apenas em uma linha ou parte dela). Uma emenda à AIP.2 Há alguns métodos estabelecidos que se deve ter em mente. nesse caso. b) as emendas devem ser publicadas em folhas substituíveis. também pode ser publicada de acordo com o Sistema AIRAC.4. e d) cada emenda deverá incluir uma lista de verificação de páginas. de modo a evitarse o custo adicional que envolve o fato de cada usuário fazer sua própria emenda manuscrita. para a preparação das emendas à AIP: a) assinalar para cada emenda um número de série consecutivo. o NOTAM perde sua finalidade.1. a necessidade de se publicar NOTAM.1 Um sistema freqüente de emendas à AIP reduziria. na direção em que o texto estiver alterado. se levarmos em conta a multiplicação do número de correções de usuários. Nessa lista deve constar o número das páginas e as respectivas datas. Conseguindo-se que a informação chegue ao usuário com suficiente rapidez. por ser o meio mais rápido de se difundir a informação. Tal informação. através da emenda à AIP. 5.1.1. Tais emendas precisarão ser recebidas pelos usuários com pelo menos 28 dias de antecedência à data de efetivação. com um mínimo de demora. os erros a que estão sujeitos.1.46 MCA 53-1/2008 5. Nesse caso ela será identificada como uma AMDT AIRAC.3 É necessário adotar o Sistema Regulamentado AIRAC para difundir certos tipos de informação aeronáutica. É bom lembrar que um NOTAM deve ser iniciado quando a notícia a ser divulgada não tenha condições de chegar ao usuário com suficiente rapidez mediante emenda da AIP e.4 ATUALIZAÇÃO 5.

(NR) .1.2 O objetivo da notificação de diferenças é promover a segurança e eficiência da navegação aérea.1.1. especialmente os que se referem às operações das aeronaves.1. conheçam perfeitamente as partes dos regulamentos e métodos nacionais que diferem dos prescritos pelos ANEXOS. 5.1 Em toda edição de emendas às publicações de informações aeronáuticas são divulgadas.6 NOTIFICAÇÃO DE DIFERENÇAS 5.1.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5.1. 5.4.1 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país contratante registre na sua AIP quaisquer diferenças importantes entre seus regulamentos e métodos nacionais e as normas e os métodos recomendados pela OACI.Portaria DECEA No 63/SDOP. 5. . 5. incluindo os exploradores de aeronaves interessados na aviação civil internacional.MCA 53-1/2009 47 5. as modificações significativas ocorridas para aquela edição.6. 5. Suplementos AIP e Publicações Convencionais e Não convencionais.5.6.5. recomendações e procedimentos da OACI.4 A lista de diferença deve ser apresentada na Parte GEN da AIP de uma forma que permita um usuário diferenciar prontamente entre as exigências do Estado e as providências relacionadas a ICAO.6. Isso tem por objetivo garantir que as AIP forneçam informação atualizada sobre o grau de execução das normas.1.3 A notificação de diferenças se limitará aos casos em que os regulamentos e os métodos nacionais de um país sejam diferentes das normas e métodos recomendados e dos Procedimentos da OACI. a emenda deverá indicar claramente que as páginas substitutivas estão sendo distribuídas antecipadamente e que entrarão em vigor na data de efetivação.1. 5.2 Até o fim do mês de outubro de cada ano. pelos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS) e pelos Procedimentos Regionais Suplementares (SUPPS) da OACI. serão divulgados os Calendários de Emendas aos Manuais. certificando-se de que os governos e demais órgãos.6.1. através de AIC. de 21 de outubro de 2009.4 Se decidir em alguma ocasião utilizar esse método.

2.2.2.2.2. instalações.Contém informações selecionadas sobre todos aeroportos.Portaria DECEA No 63/SDOP. e (NR) . aos quais se dá unicamente divulgação nacional. (NR) .2. e 2) CHINA (HONG KONG SAR) .Contém informações de interesse para as operações domésticas. 5. de 21 de outubro de 2009. 5.ANEXO 2 Apêndice 4: Espaços aéreos classe F e classe G requer comunicação.6 As diferenças serão publicadas na parte GEN 1-7.5 Quando os regulamentos ou métodos nacionais forem essencialmente semelhantes aos da OACI.1 Serão divulgados em duas séries: a) série “A” . . Constam a seguir dois exemplos de Diferenças: 1) ALEMANHA .6. não será necessário notificar a diferença.2 Os de série “A” serão redigidos no idioma inglês e os de série “N” serão redigidos em português. ainda que não sejam os mesmos. b) série “N” . 5.Portaria DECEA No 63/SDOP.48 MCA 53-1/2009 5.1. (NR) . 5.2 APRESENTAÇÃO 5. 5. serviços e procedimentos disponíveis para uso da aviação civil internacional. de 21 de outubro de 2009.2.3 As páginas dos Suplementos ficarão inseridas na AIP enquanto permanecerem em vigor todo o seu conteúdo ou parte dele.2. de 21 de outubro de 2009.1.Portaria DECEA No 63/SDOP. e b) temporária de duração inferior a três meses que implique em textos longos ou que contenha gráficos.1 SUPLEMENTOS AIP FINALIDADE Divulgar modificação que seja: a) temporária de duração igual ou superior a três meses.ANEXO 2 Apêndice 4: Classe G – Vôo IFR não é permitido.6.2 5.

(NR) . 5.2. .2.3. (NR) . o nome da localidade em linguagem clara e. No caso do Suplemento AIP AIRAC. um título curto para facilitar uma referência posterior.Portaria DECEA No 63/SDOP.6 Quando um Suplemento AIP contiver uma informação que modifique o texto de uma Publicação de Informação Aeronáutica.Portaria DECEA No 63/SDOP.4 ATUALIZAÇÃO Será publicada.3.2. ENR e AD.3. da seguinte forma: GEN. 5. (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP.1 Cada Suplemento AIP deverá ter. as datas de publicação e de entrada em vigor.2.MCA 53-1/2009 49 5. 5. de 21 de outubro de 2009. 5. de 21 de outubro de 2009. serão indicadas.2. sendo iniciada em cada ano civil. sempre que possível. em cada página.4 O Suplemento AIP que publicar uma informação já divulgada através de NOTAM deverá conter uma referência ao número desse último. 5.2.7 Os Suplementos AIP são ordenados segundo o assunto da informação.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5. 5. mensalmente.3. além do texto. divulgada no check list dos NOTAM Z e nas séries internacionais.3.3. de 21 de outubro de 2009. 5.5 Quando um Suplemento AIP for publicado em substituição a um NOTAM. . (NR) .2. (NR) .3 Cada página do Suplemento AIP deve indicar a data de publicação.2. o número de série facilmente identificável.2 Sua numeração será crescente e independente dentro de cada série (N e A). o número de série deste deverá ser incluído como referência.2. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009.3. uma lista de verificação de Suplementos AIP válidos. deve-se incluir uma referência a respeito da página da publicação modificada.

3 Os Suplementos AIP faltantes.2.2 As datas de publicação correspondem às datas previstas para o recebimento pelos usuários e.6.2. (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP. através de uma AIC. nacionais e estrangeiros. como data de entrada em vigor das informações. 5. . de onde deverão ser destacados ou recortados os textos para atualização das publicações e cartas ou para complementar a exposição dos NOTAM.2.3.3 5. também. Eles serão destinados à pasta: a) da própria AIP. 5.1 Os Suplementos AIP serão utilizados na atualização das publicações aeronáuticas (AIP.2 Cada Sala AIS deverá receber duas cópias.1 No final de cada ano será editado o Calendário de Publicação de Suplemento AIP. por ser o meio mais rápido para divulgar a informação. quando essas não vierem claramente especificadas. AIP-MAP e ROTAER) e somente serão expostos se o seu conteúdo for necessário para esclarecer ou complementar o texto de algum NOTAM.5.6.3 O usuário deverá receber a informação pelo menos 7 (sete) dias antes da entrada em vigor.(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) FINALIDADE Os NOTAM têm por finalidade advertir sobre qualquer modificação ou evento e.50 MCA 53-1/2009 5. arquivados em ordem crescente. 5. as de publicação e as de entrada em vigor dos Suplementos AIP do ano seguinte. e/ou b) ao fichário complementar. de Suplemento AIP nacional.2.2.2.6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5. 5.5. 5. de 21 de outubro de 2009. devem ser imediatamente solicitados ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço.2.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5.1 NOTAM .6. indicando as datas limites de recepção da informação no ICA.2. através de mensagem escrita. pelo menos. Esse tempo é elevado para pelo menos 28 (vinte e oito) dias para informações distribuídas de acordo com o Sistema AIRAC. A distribuição deverá ocorrer pelo meio mais rápido de que se dispõe. 5.5. complementam a AIP.

Geral ou Regional. ou temporárias de grande duração.3. e) ao processamento.2.3. f) aos formulários. ainda.MCA 53-1/2008 51 5. d) à classificação.2 As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços de NOTAM estão definidas na ICA 53-1 (NOTAM).3. originada em um órgão do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM. d) ao encaminhamento. f) às competências para solicitações de expedição. salvo quando o texto seja extenso ou contenha gráficos. e) às atribuições. g) ao fluxograma da informação.1 Se iniciará um NOTAM e se expedirá imediatamente.3. e h) aos formulários.3. c) à origem.3 PRENOTAM 5. e g) aos modelos.2 APRESENTAÇÃO 5.3. . b) à divulgação da informação. informações relativas: a) a prazo para divulgação. ainda. 5. que contém. 5.2 As instruções que disciplinam os procedimentos para confecção de PRENOTAM estão definidas na ICA 53-4 (PRENOTAM).1 É uma mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea. c) às regras gerais. informações relativas: a) à expedição. b) às formas de expedição.3. quando a informação que se tenha que distribuir seja de caráter temporário e de curta duração ou quando se modificar com pouco tempo de previsão modificações permanentes. 5. que sejam de importância para as operações.2. que contém.3.

4. e b) A . um plano de implantação de uma rede de radar. No Brasil são divulgadas duas séries de AIC: a) N . No entanto. uma lista de verificação de AIC em vigor.4. mas que são muito importantes para os aeronavegantes.1 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) FINALIDADE Divulgar informações de natureza explicativa.1 As AIC são numeradas consecutivamente. Devem ser enviadas a todos os possuidores de AIP.2 Às vezes. como no caso dos NOTAM. .2.2 APRESENTAÇÃO 5.4. com base no ano civil.de distribuição internacional. uma vez por ano. etc. é necessário divulgar algumas informações aeronáuticas que não satisfazem aos requisitos para publicação em AIP ou em NOTAM. recomenda-se que elas sejam revisadas e republicadas anualmente. sem qualquer inconveniente. deve ser publicada pelo menos.4. 5.4.1 As AIC também poderão ser divulgadas em série. serviços e instalações destinados à navegação aérea (por exemplo: uma nova disposição dos setores de controle.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5.4.4.).52 MCA 53-1/2008 5.4 ATUALIZAÇÃO 5. por vários anos. 5. 5.3. de assessoramento e até mesmo administrativa ou técnica. Como esse tipo de informação tem geralmente caráter permanente. em alguns casos. 5.2.5 TIPOS DE INFORMAÇÃO Lista detalhada de alguns tipos de informação apropriada para ser publicada em uma circular de informação aeronáutica: a) previsão de alterações importantes nos procedimentos. as circulares se mantêm vigentes. 5.4.1 Na forma de AIC.4.4.4 5.de distribuição nacional.

MCA 53-1/2008 53 b) previsão relativa à implantação de novos sistemas de navegação (por exemplo: VOR. g) efeitos de certos fenômenos meteorológicos sobre as operações das aeronaves. s) modificações nas séries de NOTAM ou de sua divulgação. l) formação profissional do pessoal aeronáutico. que tenha relação com a segurança de vôo. h) informação sobre novos perigos que afetam as técnicas de manejo das aeronaves.). DME. o) disponibilidade atual ou previsão de edição de cartas aeronáuticas novas ou revisadas. p) transporte de equipamento de rádio. m)aplicação de requisitos relativos à legislação nacional ou à isenção dos mesmos. c) informação importante. r) instruções de aeronavegabilidade. etc. e t) outra informação de natureza similar. j) referência aos requisitos impostos pela legislação nacional e a publicação de modificações dos mesmos. i) regulamentos relacionados com o transporte aéreo de artigos sobre os quais pesa alguma restrição. . obtida através da investigação de acidentes ou incidentes aeronáuticos. n) assessoramento com respeito ao uso e manutenção de determinados tipos específicos de equipamento. f) orientação aos pilotos com a finalidade de evitar perigos materiais. novas edições de AIP ou modificações importantes no seu conteúdo e formato. q) informação relativa à redução de ruído. k) disposições para a expedição de licenças aos membros da tripulação. d) informação sobre regulamentos relativos à proteção da aviação civil internacional contra atos de interferência ilícita. e) conselhos médicos de interesse especial para os pilotos.

4.54 MCA 53-1/2008 5. 5. e d) fácil acesso à informação básica.1. o piloto economiza tempo na obtenção da informação necessária. nacionais e estrangeiras.1 A Sala AIS manterá as AIC devidamente catalogadas e expostas em pastas. através de mensagem escrita. c) a apresentação adequada de avisos para a navegação em uma parede.1 O objetivo da Sala AIS de Aeródromo consiste em por à disposição dos interessados a informação aeronáutica necessária para o vôo.5. preferencialmente uma para cada país. conseqüentemente. Para se proporcionar esse serviço é preciso levar em consideração os principais aspectos: a) a parte física da Sala AIS. 5. Freqüentemente o piloto não tem tempo suficiente para dirigir-se a uma Sala AIS e. .1. devem ser imediatamente solicitadas ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço. b) o formato dos PIB.4.6.1 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) FACILIDADES DA AUTO-INFORMAÇÃO 5. se deve ter pessoal qualificado para eventual consulta verbal. torna-se importante que essa informação seja apresentada de forma que se possa obtê-la por si mesmo.5. 5.5.5. e b) mapas e cartas pertinentes.5 5. durante o tempo em que o aeródromo estiver em operação. Assim. 5.2 As AIC faltantes. também.4.2 DETALHAMENTO DA INFORMAÇÃO Os documentos de informação aeronáutica de que devem dispor as Salas AIS de Aeródromos a fim de planejamento prévio do vôo devem ser estabelecidos tomando-se por base a zona servida da respectiva Sala AIS.2 Além desse serviço de auto-informação. corresponde a: a) elementos que compõem a Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP).6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5.6.

2 A seguinte lista. l) lista de recapitulação de NOTAM vigentes e outros tipos de informações de caráter imediato que não constem dos NOTAM. e b) prestação do serviço de informação durante o vôo (pelo órgão de tráfego aéreo que tenha jurisdição sobre a área sobrevoada pela aeronave). considerando que qualquer mudança na informação que implique alteração do plano de vôo ou possa influir na segurança da aeronave.2. d) auxílios-rádio para a navegação e instalações de comunicações do serviço móvel. tem como objetivo servir de orientação com relação aos tipos de dados que devem ser dispostos em função de cada zona servida: a) rotas aéreas.2.1 Disposição da Informação É importante que o pessoal da Sala AIS mantenha o material informativo numa disposição lógica para efeito de: a) preparação de planos operacionais de vôo por parte do pessoal aeronavegante. f) espaço aéreo controlado e restrito. e) instalações e serviços meteorológicos. 5. h) perigos para a navegação aérea.MCA 53-1/2008 55 5. c) aeródromos disponíveis para a aviação internacional. sobre as condições do aeródromo. b) regulamentos de entrada e tráfego de aeronaves civis em vôos internacionais. mais detalhada. deve ser comunicada ao piloto o mais rápido possível. por exemplo: .5. g) regulamentos do ar e procedimentos para os serviços de tráfego aéreo. j) informações relativas à sobrevivência. antes do inicio do vôo. inclusive o estado de utilização e funcionamento dos auxílios visuais e da área de manobras.5. i) instalações e serviços de busca e salvamento. k) mapas e cartas adequadas.

de cabeceira. Se isso não for possível. 5. .000 e escala 1:250.avarias ou funcionamento irregular de parte ou todo o sistema de iluminação do aeródromo.4 Os NOTAM deverão ser classificados e arquivados sistematicamente. VOR.000 ou cartas aeronáuticas com escala semelhante. . . pode-se tentar obtê-la por intermédio das empresas de transporte aéreo comercial. sendo luzes de aproximação. de obstáculos e de área de manobras.000. para fins de referência.aeronaves estacionadas ou outros objetos nas pistas de táxi ou junto delas. os regulamentos nacionais e os dados sobre instalações e serviços de cada país deverão estar disponíveis.5.5. NOTA: Deve-se oferecer a lista de recapitulação dos NOTAM em forma de PIB em linguagem clara. e m) em geral.5. tem como da fonte de energia do aeródromo. .trabalhos de construção ou manutenção na área de manobras ou em suas imediações.5.3 O AIS deve tomar as medidas necessárias para obter a informação adequada. DME.000. a fim de atender aos requisitos locais: a) carta aeronáutica mundial OACI 1:1. SSR. empregandose um método que esteja de acordo com o selecionado para a publicação do PIB. para as áreas que não se dispõe de cartas da OACI.2. 5. das organizações que sirvam a essas ou dos serviços militares.5 Devem ser selecionados os textos da OACI como textos de referência que atendam às necessidades locais. 5.000. de preferência por escrito.2. ou em forma impressa e acompanhada de gráfico se necessário. canais de observação do RVR e da fonte secundária de energia. 5.2. e .2.6 Devem manter-se. preferivelmente por meio das autoridades aeronáuticas do Estado respectivo. SRE.avarias ou funcionamento irregular e modificações da situação de funcionamento do ILS.56 MCA 53-1/2008 . de pista.000. NDB. b) série de cartas disponíveis em escala maior que 1:1. de pista de táxi. por exemplo 1:500.existência de outros perigos temporários dentro da área de movimento. as cartas selecionadas abaixo. PAR.

1 Para o fornecimento dos boletins de informação prévia ao vôo será utilizado o sistema automatizado (SISNOTAM). com um mínimo de intervenções manuais. proporciona. flexível e eficiente quanto ao armazenamento e recuperação da informação. 5. e e) cartas de navegação em rota.3 INSTRUÇÃO VERBAL A instrução verbal deverá ajustar-se às necessidades dos pilotos segundo o grau de familiaridade que tenham com a rota.1.4 BOLETINS AUTOMATIZADOS 5. utilizando os campos que compõem a linha de qualificadores dos NOTAM.4. O Especialista AIS encarregado desta instrução poderá utilizar uma lista de verificação para assegurar-se de que a informação será tão completa quanto necessária. preferivelmente que cubram toda a zona servida em uma ou duas folhas. de forma a eliminar a duplicação de tarefas.5. a integridade da informação não deve depender apenas da memória do operador.5. O operador pode criar uma lista de assuntos nos quais pode basear uma instrução verbal. é necessário buscar um grau de familiarização compatível com o volume de informação que vai ser processada.5.5. e . Os elementos que devem ser incluídos na dita lista de verificação variarão em função das circunstâncias locais. 5. Além disso. Por isso.2 O sistema automatizado é capaz de proporcionar um serviço mais flexível de boletins de informação prévia ao vôo.5. NOTA: As cartas mencionadas em d) e e) estão citadas nas Publicações de Informações Aeronáuticas.MCA 53-1/2008 57 c) cartas de planejamento com escala pequena. Em conseqüência o sistema: a) é simples.1.1 Características 5. d) cartas de aproximação e de aeródromo. 5.4.4. de todos os aeródromos que normalmente se utilizam para vôos internacionais.

3 Nesse tipo de boletim o usuário recebe informações completas (AGA. RAC e ADVERTÊNCIAS) sobre os aeródromos de partida.1.4.5.4 Os boletins deverão ser padronizados e conter somente as informações operacionalmente importantes. linha iniciada pelo símbolo Q).4.4.5.5 Não pode ser esquecido que o uso dos qualificadores do NOTAM.5. empresas aéreas e órgãos ATS. atendendo às necessidades dos usuários.5.1.1 Esse é o tipo de boletim mais eficiente. 5.5.2.1.2. 5. incluindo os aeródromos de partida.5. excluindo aquelas que já estão publicadas na AIP. pois ele permite uma seleção adequada das informações necessárias a um vôo.1.3 O sistema é capaz de proporcionar aos usuários finais (pilotos. Boletins por área (FIR).2. além de incluir dados sobre a rota a ser voada.1. baseando-se em determinadas características dos usuários.2 Classes Em função das necessidades dos usuários. COM. Isso é especialmente válido para os boletins por rota e por área.5.4.) PIB estruturados para atender as suas necessidades específicas. permite uma gama variada de combinações.4.5.1. 5. etc. 5.2 Esse boletim pode ser obtido através de sistemas que utilizam o sistema de referência geográfica ou sistemas mais simples. que utilizam a estrutura das Rotas ATS estabelecidas como forma de selecionar a informação. 5. destino e alternativas e .4.1 Boletim por Rota 5.4. ordenados de acordo com a seqüência do vôo. de destino e de alternativa.58 MCA 53-1/2008 b) fornece métodos que permitam selecionar a informação.6 Os NOTAM constituem a principal parte da informação a influir no conteúdo dos boletins e que os dados podem ser estruturados para satisfazer às necessidades específicas.4.4.1. a fim de atender às necessidades específicas de um determinado tipo de operações ou de um usuário específico (ICA 53-1). 5.5. 5. Notificação imediata e automática de assuntos importantes para as operações ou Boletins administrativos. 5. Boletins por localidades (aeródromo).2. os PIB deverão ser oferecidos sob a forma de Boletins por rotas.

3 Boletins por Área 5.).2. podem ser incluídos os aeródromos ao longo da rota. esse. 5.5.2. etc. b) de todas as localidades de uma FIR.2.4 Notificação de Assuntos Importantes para as Operações. Se necessário.2.2. que geralmente realiza vôos de média e curta distancias.5.1 Esse tipo de boletim é de grande utilidade para a aviação geral. tais como informações: a) de todas as localidades de um país.2 Normalmente.4. e) somente para a fase em rota (IFR. até atingir o limite do numero de localidades que podem ser solicitadas em um único boletim.2. também.3.2.4. RAC e ADVERTÊNCIAS) que possam ter influência durante o vôo em rota e.2 Boletim por Localidades 5.4. 5.4. 5. muitas vezes poderá perder a sua eficiência operacional como instrumento para a informação prévia ao vôo.2.4.5.4.3. 5. 5. destino e alternativas. 5.5.5. na linha de qualificadores esteja preenchido por “N” (ICA 53-1).4. esse tipo de boletim.4.5.4. e f) usando outras combinações quaisquer. c) operacionais significativas. d) que requeiram notificação imediata.MCA 53-1/2008 59 informações selecionadas (COM.5. 5.1 Esse tipo de boletim inclui apenas os NOTAM cujo propósito.2 Nos boletins desse tipo podem ser solicitadas informações sobre os aeródromos de partida. poderá permitir a seleção especifica de uma rota entre as diversas possíveis ou estabelecidas entre um aeródromo e outro.5.2 Embora apresente todas essas opções. são úteis para exploradores e órgãos ATS interessados em assuntos de importância urgente para as operações aéreas.2.4.2.1 Sob esse título genérico podem ser solicitados boletins enfocando aspectos específicos. fora de rota ATS e sob condições VFR. .2.5. VFR.4.

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5.5.4.2.5 Boletins Administrativos Esses boletins podem ter conteúdo bastante variado, pois se prestam mais a atender as necessidades da administração: São exemplos desses boletins: a) listas de verificação de NOTAM; b) resumos de NOTAM por FIR ou país; c) resumo dos NOTAM expedidos dentro de um determinado período; e d) resumos de NOTAM por assunto (AGA, COM, RAC, etc.). 5.5.5 ATUALIZAÇÃO DOS BOLETINS

5.5.5.1 As atualizações dos boletins podem ser solicitadas como um complemento ao boletim anteriormente expedido ou mediante a solicitação de um novo boletim. Essa segunda forma é mais usual, uma vez que um sistema automatizado apresenta uma grande possibilidade de especificações que, bem utilizadas, poderão tornar os boletins muito mais funcionais. 5.5.5.2 As Salas AIS devem providenciar uma atualização contínua e oportuna da base de dados do sistema e a supervisão da validade e qualidade da informação aeronáutica armazenada. 5.5.6 FORMATO DOS BOLETINS

5.5.6.1 Os dados contidos nos boletins devem ter as seguintes características: a) texto dos NOTAM utilizando linguagem clara padronizada abreviada preconizada pelo Doc. 8400 (Abreviaturas e códigos da OACI - PANS-ABC); e b) número do NOTAM à margem direita do texto. 5.5.6.2 É usual que, para cada localidade, as informações sejam indicadas na seguinte ordem: AGA; COM; RAC; e ADVERTÊNCIAS.

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MODELO OPERACIONAL Esse capítulo tem por finalidade estabelecer orientações para a confecção de

um Modelo Operacional com objetivo de padronizar e auxiliar os operadores AIS na instrução e na execução de procedimentos detalhados da rotina das atividades AIS (Anexo H). 6.1 6.1.1 CONSIDERAÇÕES Os tópicos citados no modelo operacional complementam as publicações de uso

obrigatório pelo Especialista AIS. 6.1.2 É importante saber que o modelo operacional é uma publicação de caráter explicativo

e um guia de procedimentos básicos para o cotidiano de uma Sala AIS. Vale ressaltar que cada Sala AIS terá seus procedimentos específicos. 6.2 6.2.1 ELABORAÇÃO O Modelo Operacional deverá nortear a aplicação dos procedimentos do serviço de

informações aeronáuticas em uma localidade específica, a fim de definir as ações a serem adotadas para a adequação da capacidade de prestação das atividades AIS. 6.2.2 O Modelo Operacional deverá especificar as ações regulares do serviço de

informações aeronáuticas, sobretudo os procedimentos a serem cumpridos nas situações previsíveis e naquelas vinculadas à degradação dos recursos operacionais e técnicos, visando promover a manutenção da eficiência e da segurança dos serviços de informações aeronáuticas. 6.2.3 Os trabalhos para a elaboração e atualização do Modelo Operacional devem ser

realizados levando-se em conta a participação dos chefes de órgãos, supervisores e operadores AIS com experiência operacional no órgão em questão. 6.2.4 O Chefe do órgão AIS deve orientar e coordenar a elaboração e atualização do Modelo

Operacional do Órgão AIS de competência e providenciar o encaminhamento de um exemplar do mesmo ao Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV. 6.2.5 O documento conterá a assinatura do Chefe do órgão e a aprovação do

Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV da sua área de jurisdição.

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DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS Nesse capítulo, estão descritas, de forma sucinta, as informações mínimas

necessárias sobre as principais publicações editadas tanto pela OACI quanto pelo DECEA relacionadas ao AIS. Como as regras, regulamentos e procedimentos nacionais, bem como as características das instalações e serviços, baseiam-se nos textos normativos e de orientação da OACI, é conveniente ter conhecimento de alguns documentos dessa Organização, para fins de referência, tanto no órgão central quanto nos órgãos regionais, locais e técnicos. 7.1 7.1.1 DA OACI ANEXOS

7.1.1.1 ANEXO 1 - “Licença de Pessoal” Estabelece: a) as regras gerais para a concessão de licenças ou certificados de habilitação e saúde para os aeronautas e pessoal de terra; b) requerimentos para proficiência nas línguas utilizadas nas comunicações radiotelefônicas; c) grau de proficiência das línguas da OACI; d) especificações médicas para licenças; e) programa de treinamento organizacional; e f) os dados pessoais e de qualificação que as licenças ou certificados de habilitação deverão indicar. 7.1.1.2 ANEXO 2 - “Regras do Ar” Estabelece: a) aplicabilidade das regras gerais de vôo; b) as regras de vôo visual e por instrumentos; c) os sinais de perigo, urgência e segurança; sinais visuais para outros fins, inclusive os utilizados para o controle de tráfego aéreo; d) os tipos de luzes das aeronaves; e e) as tabelas de níveis de cruzeiro.

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7.1.1.3 ANEXO 3 - “Serviço de Meteorologia para a Navegação Aérea Internacional” Estabelece: a) os sistemas de previsão de área mundial e os escritórios de meteorologia; b) as previsões meteorológicas; c) as informações de SIGMET e AIRMET, avisos de aeródromos e de correntes de vento; d) as informações climatológicas de aeronáutica; e) os serviços para os operadores e os membros da tripulação de vôo; e f) os limites e visibilidade da pista na conversão da leitura dos instrumentos. 7.1.1.4 ANEXO 4 - “Cartas Aeronáuticas” Estabelece: a) as cartas, os tipos de projeção e de impressão, inclusive cores, a localização do nome e do número das cartas e das anotações marginais; b) os símbolos utilizados nas cartas; c) a demonstração de carta eletrônica de aeronáutica; d) a utilização das cartas segundo, as suas escalas e as informações que devem conter; e e) os requisitos para a qualidade dos dados aeronáuticos. 7.1.1.5 ANEXO 5 - “Unidades de Medidas usadas nas Operações Aéreas e Terrestres” Estabelece: a) as unidades de medidas a serem empregadas nas operações aeroterrestres; b) orientação e utilização do Sistema Internacional; c) as unidades de medidas que podem ser utilizadas como alternativa; e d) todos os números na forma de data e tempo.

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7.1.1.6 ANEXO 6 - “Operação de Aeronaves” Refere-se: a) a definições, aplicação e generalidades; b) a operação de vôo, facilidades, supervisão operacional, preparação e procedimentos de vôo, deveres do piloto comandante e do oficial de operação de vôo; c) a limitações operacionais do desempenho das aeronaves; d) a documentação de vôo, os equipamentos e os instrumentos das aeronaves; e) a equipamento rádio das aeronaves; f) a manutenção das aeronaves; g) a tripulação de vôo das aeronaves; h) aos manuais, livros e registros; i) aos registros de emergências e equipamentos de sobrevivência existente à bordo; j) ao desempenho das aeronaves; k) a limitações do período de exercício ininterrupto dos deveres em vôo e do tempo de vôo; a) os procedimentos de segurança; l) as luzes exibidas pela aeronave; e m) a limitações da utilização da performance do avião.

7.1.1.7 ANEXO 7 - “Marcas de Nacionalidade e de Matrícula das Aeronaves” Refere-se: a) ao emprego das marcas de nacionalidade e de registro; b) à localização das marcas de nacionalidades e de registro; c) às dimensões das marcas de nacionalidades e de registro; d) ao registro aeronáutico;

b) às características das aeronaves. manifesto de passageiros e cargas e certificado de membro da tripulação.9 ANEXO 9 . f) ao certificado de registro. PAR. e f) aos modelos de: declaração geral. 7.MCA 53-1/2008 65 e) as placas de identificação. e g) à classificação das aeronaves.“Telecomunicações Aeronáuticas” Refere-se: a) às especificações para os equipamentos ILS.1. DME e outros. c) a procedimentos gerais de telecomunicações.1. c) aos aeroportos internacionais e zonas francas. b) ao tráfego em trânsito. e) à quarentena. 7.“Facilitação” Refere-se: a) à entrada e saída de aeronaves. d) às especificações técnicas detalhadas para o sistema de satélite para a navegação global (GNSS). NDB. . b) à utilização das radiofreqüência. 7.1.1. GCA. d) ao pouso em aeródromos não aduaneiros.8 ANEXO 8 .10 ANEXO 10 .“Aeronavegabilidade” Refere-se: a) ao certificado de aeronavegabilidade.1. e c) à tolerância e aplicação das normas contidas no ANEXO/OACI quanto a performance e a utilização de aeronaves. de pessoas e de cargas e outras mercadorias.1. VOR.

12 ANEXO 12 . 7. b) à divisão dos Serviços de Tráfego Aéreo.“Busca e Salvamento” Refere-se: a) à organização dos Órgãos de Busca e Salvamento. e g) ao serviço fixo e móvel aeronáutico.11 ANEXO 11 . 7. f) ao sistema de comunicações de dados digitais.1. e j) as informações de tráfego radiotransmitida pelas aeronaves (TIBA) e procedimentos operacionais.1. e d) aos sinais de Busca e Salvamento.1. c) à determinação dos Serviços de Tráfego Aéreo.1. . d) ao estabelecimento dos órgãos responsáveis pelo ATS. f) aos Serviços de Controle de Tráfego Aéreo.“Serviços de Tráfego Aéreo” Refere-se: a) aos objetivos dos Serviços de Tráfego Aéreo. g) ao Serviço de Informação de Vôo. c) aos procedimentos de operação.66 MCA 53-1/2008 e) à orientação a respeito da eficiência e disponibilidade do material para os auxílios a navegação e o das radiocomunicações. i) às necessidades dos Serviços de Tráfego Aéreo quanto a comunicações e a meteorologia. e) às especificações para as FIR. h) ao Serviço de Alerta. b) aos procedimentos preparatórios dos Centros de Coordenação de Busca e Salvamento e das unidades aéreas de Busca e Salvamento.

f) aos dispositivos de sinalização. c) à remoção e balizamento de obstáculos.1.“Serviços de Informação Aeronáutica” Refere-se: a) ao funcionamento de um Serviço de Informações Aeronáuticas. b) às luzes aeronáuticas. 7. d) aos auxílios visuais terrestres. g) à iluminação de emergência.“Aeródromos” Refere-se: a) às características físicas dos aeródromos. h) aos auxílios visuais para localização de aeródromos.1.13 ANEXO 13 . e b) ao que um Estado deve fazer no sentido de que satisfaça as necessidades de informações para o aeronavegante planejar o seu vôo e realizá-lo de modo seguro.1. e) aos indicadores de vento e de pouso.MCA 53-1/2008 67 7. rápido. econômico e eficiente.1. j) aos equipamentos de aeródromos.15 ANEXO 15 .1. e d) à divulgação dos inquéritos. .14 ANEXO 14 .1. 7. guarda e remoção da aeronave acidentada. b) à notificação de acidentes. i) aos sistemas de balizamento diurno e luminoso.procedimentos. c) ao inquérito .“Investigação de Acidentes e Incidentes da Aviação” Refere-se: a) à proteção dos destroços. e k) aos heliportos.

no interesse da segurança. e modelo de NOTAM). AIRAC. de conformidade com as disposições do Artigo 37 do Convênio sobre Aviação Civil Internacional (Chicago. preparação de informação aeronáutica relativa a seus territórios. sistema de Distribuição pré-determinada pelos NOTAM.68 MCA 53-1/2008 7.1. AIP. requer-se que todos os Estados contratantes proporcionem.4 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo – (Introdução. regularidade e eficácia da navegação aérea.1.1. NOTAM.“Segurança” Refere-se: a) aos princípios gerais.1. é fornecer a uniformidade dos métodos de compilação e divulgação da informação aeronáutica. um serviço de informação aeronáutica que seja responsável pela compilação.1 Como o objetivo dos Padrões e das Práticas Recomendadas.16 ANEXO 16 . AIC.2 Requer-se ainda que os Estados tomem as medidas necessárias para que a informação que proporcionem sobre seus territórios seja adequada.1.1.17 ANEXO 17 . b) a organização. Definições. Informação anterior e posterior ao vôo.1. Dados eletrônicos de obstáculos e de superfície terrestre).1. Requisitos de Telecomunicações. 7.15. formato de SNOWTAM e ASHTAM. Generalidades. 7.15. pesquisa. individualmente ou coletivamente. e b) Apêndice – (conteúdo da AIP. 1944) e se designou como ANEXO 15 ao Convênio.3 Os Padrões e as Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica. em 15 de Maio de 1953.1. e b) Volume II – Emissões de motores de aeronaves. informações que devem ser divulgadas por NOTAM AIRAC.15. 7.1. exata e oportuna. . 7.15. 7. foram adotados pela primeira vez pelo Conselho.1.1.“Proteção Ambiental” Refere-se: a) Volume I – Ruído de aeronaves.

1. a OACI preparou o Manual 8126-AN/872.2 MANUAIS 7.1.1 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo (Introdução. Organização de um serviço de informação aeronáutica (AIS). e c) melhorar a organização e o funcionamento de um AIS.2. e d) ao gerenciamento da responsabilidade para os atos de interferência ilícita. e) as informações relativas às mercadorias.MCA 53-1/2008 69 c) as medidas preventivas de segurança.18 ANEXO 18 . . 7. 7.2. Publicação de Informação Aeronáutica (AIP). 8126 – “Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica” Com o objetivo de explicar as funções básicas de um AIS e descrever um tipo de organização modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS. Circular de Informação Aeronáutica. b) ajudar os Estados na instrução de seu pessoal AIS. f) a comunicação de acidentes ou incidentes com mercadorias. NOTAM.1.1 Doc. Provisão de dados novos. d) a responsabilidade. 7.1. Informação Anterior e Posterior ao vôo. e g) as provisões de segurança para as mercadorias perigosas.“Transporte sem Riscos de Cargas Perigosas por Via Aérea” Estabelece: a) a classificação das mercadorias consideradas perigosas para o transporte aéreo.1. Sua finalidade principal consiste em: a) ajudar os Estados contratantes a aplicar as normas e os métodos recomendados contidos no ANEXO 15/OACI. Pacote de informação aeronáutica integrada. c) as embalagens e rótulos. b) os materiais permitidos e materiais proibidos.1.

como Normas ou Recomendações. ou formam parte de um dos documentos intitulados “Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS)”.2 Doc. SNOWTAM e ASHTAM. Orientação no uso do Serviço Fixo Aeronáutico (AFS).3 PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA (PANS) São publicações que compreendem procedimentos operacionais cujo grau de desenvolvimento não se tornou ainda suficiente para adoção como norma ou método recomendado. 8697 – “Manual de Cartas Aeronáuticas” O propósito geral desse Manual é apresentar textos de orientação detalhados sobre todos os aspectos da cartografia aeronáutica que possam ajudar os Estados a por em prática as normas e recomendações do ANEXO 4/OACI e. dar o máximo de eficácia e economia às cartas aeronáuticas requeridas em todos os segmentos da comunidade de aviação na forma e variedade em que melhor cumpram seus fins. Às vezes deixam de ser incluídos nos ANEXOS/OACI os textos de um PANS.1.2. NOTAM. 7. Critérios de seleção de NOTAM. Procedimentos comuns de consulta para o autoatendimento do usuário. 7. 7030 .“Procedimentos Suplementares Regionais” (SUPPS) Constituem a parte regulamentar do Plano de Navegação Aérea para as conferências regionais de navegação aérea.1. em conseqüência. para satisfazer necessidades de determinar áreas que não estão incluídas nas disposições de caráter mundial. reprodução e distribuição). Em outros casos. Preparação das cópias dos originais. . contém matéria já bastante experimentada para ser adotada como norma ou método recomendado.1 Doc. processamento e distribuição de NOTAM. Consulta comum de mensagens para a interrogação de outras bases de dados AIS). Uso da automação na compilação. 7. mas demasiadamente detalhada para fazer parte de um ANEXO/OACI.70 MCA 53-1/2008 Organização de um sistema automatizado dos serviços de informação aeronáutica.1. Os procedimentos de aplicação mundial se incluem nos ANEXOS/OACI. Os SUPPS complementam a exposição de requisitos quanto a instalações e serviços contidos nas publicações do Plano de Navegação Aérea. em razão de estarem sujeitos a freqüentes emendas.3. e b) Apêndice (Modelo de AIP em notas explicativas.

e g) Código Q.4.4.4 INDICADORES E DESIGNADORES 7. 7910 . para a América do Sul foi atribuída a letra “S”.3).2. Estão atribuídas.1.1. os indicadores não deverão ser utilizados durante um período de um (1) ano. b) Abreviaturas para identificação de mensagens do Serviço Fixo Aeronáutico.1 Doc.3.1.1 Contém as abreviaturas e os códigos aprovados pelo Conselho da OACI para uso mundial no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas e nos documentos de informação aeronáutica.4. estão relacionadas apenas as localidades cujos indicadores são “SB”. No caso do Brasil. “SD”.4. “SS” e “SW” (ver alínea “u” do item 2.2 Doc.3. d) Designação de emissões típicas de radiocomunicações.1. foram atribuídas as letras “SB”.1. incluindo-se os indicadores dos Centros ATS (FIC/ACC) encarregados das regiões de informação de vôo (FIR/UIR).2. “SN”. 7.2 Está dividido nos seguintes tópicos: a) Abreviaturas (partes decodificada e codificada). “SI”. NOTA: Para evitar dúvidas. ainda. depois de cancelados. .2 Apresenta também um índice de letras de identificação atribuídas às áreas de encaminhamento do Serviço Fixo Aeronáutico. 7. “SJ”.1. f) Código NOTAM. Para o Brasil.1. Por exemplo.1.1 Apresenta os indicadores de todas as localidades (de cada país membro) que possuem estação aeronáutica que preste o serviço fixo aeronáutico.3. 7.1.“Indicadores de Localidades” 7. 8400 .MCA 53-1/2008 71 7. É esse índice que prevê qual a letra do indicador atribuída a cada região do mundo.1. e) Códigos para notificar a qualidade dos sinais.“Abreviaturas e Códigos da OACI” 7. as duas primeiras letras que cada país pode utilizar nos seus indicadores de localidades. c) Sinais e procedimentos empregados no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas.3.

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7.1.4.2 Doc. 8585 - Designadores de Empresas Exploradoras de Aeronaves, de Entidades Oficiais e de Serviços Aeronáuticos 7.1.4.2.1 Contém designadores de empresas exploradoras de aeronaves, assim como entidades oficiais e de aviação internacional. 7.1.4.2.2 Os designadores compreendem: a) os telegráficos de três letras destinados para o uso no serviço internacional de telecomunicações aeronáuticas; e b) os telefônicos de empresas exploradoras de aeronaves, assim como de entidades oficiais e de serviços que explorem aeronaves, que podem utilizarse conforme apropriado. 7.1.4.3 Código Aeroportuário IATA 7.1.4.3.1 É um código composto por três letras que designa os aeroportos em todo o mundo. É definido pela Associação Internacional de Transportes Aéreos (em inglês, International Air Transport Association – IATA). Exemplo: Boa Vista - BVB; Brasília - BSB e Campina Grande – CGR. 7.1.4.3.2 A criação ou alteração do código deverá ser tratada pelo interessado, através do administrador do aeródromo diretamente com a IATA. Tal ação não implicará nos procedimentos e publicações adotados pelo DECEA, tendo em vista que os indicadores de aeródromos utilizados são os preconizados pela OACI. 7.1.5 INSTALAÇÕES E SERVIÇOS

7.1.5.1 Doc. 7383-AIS/803 – Serviços de Informação Aeronáutica Providos pelos Estados Tem a finalidade de se proporcionar, ao possível usuário da informação aeronáutica, os dados essenciais com respeito ao tipo de informação disponível nos diversos Estados e como poderão ser obtidos. Detalha os Serviços de Informação Aeronáutica prestados pelos Estados, a relação de todos os Estados que prestam o AIS, o tipo de informação de que dispõem, o preço das assinaturas, bem como a forma como podem ser obtidas pelos aeronavegantes. Mostra com quais Organizações cada Estado contratante mantém o intercâmbio internacional de NOTAM.

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7.1.6

PLANO DE NAVEGAÇÃO AÉREA

7.1.6.1 Determina detalhadamente as instalações, serviços e procedimentos necessários para navegação aérea internacional dentro de uma área específica. 7.1.6.2 Contém recomendações que os governos podem seguir em seus programas de instalações e, serviços de navegação aérea, com a segurança de que umas e outras, que se proporcionam de acordo com o plano, formarão, com os demais Estados, uma rede geral que será adequada durante bastante tempo. 7.1.6.3 Em seu aspecto técnico, os planos compreendem uma exposição das instalações e serviços necessários em matéria de AGA, AIS, COM, MET, ATS e SAR, com detalhes suficientes para conseguir o funcionamento adequado do plano em conjunto e sua idoneidade para satisfazer os requisitos presentes e previstos. Os planos compreendem também todo o procedimento especial que se considerem necessários para completar os procedimentos de caráter mundial, contidos nos ANEXOS/OACI e nos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS). 7.1.6.4 Doc. 8733 - Plano de Navegação Aérea para as Regiões CAR/SAM 7.1.6.4.1 Apresenta, em forma concisa, o plano OACI para proporcionar instalações e serviços de navegação aérea internacional nas Regiões do Caribe e da América do Sul. 7.1.6.4.2 A exposição de requisitos operacionais básicos e critérios para a planificação regional e a rede de rotas aéreas se põe em dia nas instalações e serviços necessários geralmente por uma conferência regional de navegação aérea. 7.1.7 CATÁLOGO As publicações comentadas nos parágrafos anteriores são de uso mais comum nos órgãos AIS. No entanto, a OACI possui um número muito maior. Anualmente é publicado um Catálogo de Publicações da OACI, em que aparecem todas as publicações em vigor e seu preço para o usuário.

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7.1.8

DISTRIBUIÇÃO

7.1.8.1 Cada Estado participante da Convenção de Aviação Civil Internacional recebe gratuitamente um número determinado de exemplares das publicações da OACI. No mínimo 10 cópias de cada nova publicação são remetidas a cada Estado contratante, fornecendo-se, apenas, uma aos não contratantes. A distribuição de exemplares, além do que determina o Documento 7231 - Regulamento de Publicações da OACI, poderá ser feita mediante indenização. 7.1.8.2 A fim de tornar mais econômica a distribuição de publicações aos Estados participantes, a OACI aconselha a escolha de um órgão central para o seu recebimento e sua distribuição aos órgãos subordinados. No Brasil, esse órgão é a CERNAI (Comissão de Estudos Relativos à Navegação Aérea Internacional). 7.1.8.3 A OACI tem condições de atender a pedidos individuais de fornecimento de publicações, conforme orientação contida no Catálogo de Publicações. No entanto, solicita aos funcionários de órgãos AIS, bem como de empresas de tráfego aéreo, que desejam possuir suas próprias publicações, que façam seus pedidos através de um órgão central. 7.1.8.4 O DECEA possui atualizadas as publicações mais importantes da OACI. 7.1.9 EMENDAS

7.1.9.1 Mensalmente, a OACI distribui um suplemento ao Catálogo de Publicações. Isso permite ao usuário manter-se atualizado quando às publicações editadas pela OACI e que estão em vigor e, conseqüentemente, solicitar aquelas que ainda não tenha recebido. 7.1.9.2 O fornecimento de emendas é gratuito, mesmo para as publicações adquiridas mediante indenização, tanto por órgão oficial, como por usuários particulares. 7.2 DO DECEA A elaboração de uma publicação (convencional, não-convencional ou regulamentar) é tarefa das Divisões e Setores do DECEA, a quem cabe preparar o seu original, que será submetido à apreciação da autoridade competente.

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7.2.1

CONVENCIONAIS São as publicações enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, quanto à confecção,

controle e numeração e complementadas com a legislação em vigor do DECEA. São exemplos de convencionais: a) Diretriz do Comando da Aeronáutica (DCA); b) Folheto do Comando da Aeronáutica (FCA); c) Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA); d) Manual do Comando da Aeronáutica (MCA); e) Norma de Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA); f) Ordem do Comando da Aeronáutica (OCA); g) Plano de Comando da Aeronáutica (PCA); e h) Tabela do Comando da Aeronáutica (TCA). 7.2.2 NÃO-CONVENCIONAIS São as publicações usadas na divulgação de assuntos altamente especializados, que obedecem a padrões internacionais ou cujas características impedem a utilização das publicações convencionais. Possuem estruturas de aspecto específico e não estão enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, porém são complementadas com a legislação em vigor do DECEA. a) Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica (AVCA); b) Almanaque do Comando da Aeronáutica (ACA); c) Boletim do Comando da Aeronáutica (BCA); d) Ordem Técnica do Comando da Aeronáutica (OTCA); e) Manual Auxiliar de Rotas Aéreas (ROTAER); f) Publicação de Informações Aeronáuticas (AIP-MAP); g) Circular Normativa de Proteção ao Vôo (CIR); h) Impressos Especiais (IEPV); i) Acordo e Concepção Operacional*; e k) Configuração Técnica*. (*) ver ICA 19-78.

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7.2.3

REGULAMENTAR Dada a especificidade dos assuntos tratados nas publicações desta espécie, a

sua disposição gráfica e a composição do texto deverão observar a formalística prevista na Instrução que dispõe sobre Regulamentação das Organizações (ICA 19-1). O controle e a numeração destas publicações deverão observar o disposto na ICA 5-1 do CENDOC. São exemplos de publicações regulamentares: a) Regulamento do Comando da Aeronáutica (RCA); Exemplo: RDAER, RISAER, RSAS, RCPGAER, RADA, RUMAER. b) Regimento Interno do Comando da Aeronáutica (RICA); e c) Regulamento de Organização do Comando da Aeronáutica (ROCA).

mas serão identificadas pela sigla AIRAC.1 FINALIDADE Denomina-se Sistema Regulamentado (AIRAC) a um sistema especial para divulgação de informação. 8. a menos que. d) serão confeccionados da mesma forma que os Suplementos e as emendas comuns. 8. isto não seja possível. Quando divulgados de acordo com o sistema AIRAC. c) não sofrerão modificações durante os 28 dias após a data de publicação. baseado em um calendário internacional de datas de publicação e de datas de efetivação. exceto no caso de correções. 8.2. e e) as informações divulgadas terão caráter operacional. A publicação e a entrada em vigor da informação serão feitas nas datas previamente estabelecidas. a informação será divulgada como Suplemento AIP ou emenda ao AIP nas datas internacionais previamente estabelecidas pelo calendário AIRAC.3. por razões operacionais. tanto as emendas como os suplementos terão as seguintes características: a) serão publicadas em uma data do calendário AIRAC. por considerações operacionais. a menos que seja impossível.1 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC Nesse sistema. que: . b) entrarão em vigor em uma data do calendário AIRAC. seguindo a mesma numeração.2 8. O objetivo do sistema é divulgar com antecedência a informação e ainda promover a efetivação de informações e a atualização de publicações em datas previstas.1 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO O Sistema AIRAC é estruturado de tal modo que possa assegurar.3 8.MCA 53-1/2008 77 8 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC Esse capítulo destina-se a dar conhecimento do sistema regulamentado e das datas previstas no calendário AIRAC. com intervalos de 28 dias. colocadas em lugar de destaque.

deve ter conhecimento. pelo menos nos próximos 28 dias seguintes a data indicada de entrada em vigor. 28 dias após a data de publicação. a informação deverá ser publicada se possível. de 21 de outubro de 2009. (NR) .4. é essencial que a autoridade competente por fornecer os dados básicos para o AIS esteja plenamente familiarizada com o Sistema. de 21 de outubro de 2009. de 21 de outubro de 2009. (NR) . b) a informação relativa a qualquer das circunstâncias relacionadas sejam distribuídas. de 21 de outubro de 2009. . pelo menos 28 dias antes do início de ciclo AIRAC dentro do qual cai a data prevista de entrada em vigor.Portaria DECEA No 63/SDOP.3 Para que o Sistema AIRAC funcione satisfatoriamente. 28 dias de antecedência da data de entrada em vigor (ver 8. pelo menos. baseadas em um intervalo de 28 dias.Portaria DECEA No 63/SDOP.4.4 8. e d) se por uma razão justificada.2 As informações serão planejadas para entrarem em vigor em uma data AIRAC.Portaria DECEA No 63/SDOP. pelo menos.78 MCA 53-1/2009 a) as datas de entrada em vigor se ajustem ao calendário internacional adotado de datas predeterminadas. pelo menos.Portaria DECEA No 63/SDOP. de forma que os destinatários possam recebê-la. (NR) . 28 dias antes da referida data de entrada em vigor. c) a informação notificada dessa forma não se modifique. a não ser que as circunstâncias notificadas sejam de caráter temporário e não perdurem durante a totalidade do período. Em particular.1 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO Cada ciclo AIRAC é composto por 28 dias. 8. 8. 8.6). não somente das datas de entrada em vigor. observando-se o prazo de. mas também das datas nas quais os citados dados devem chegar no ICA. (NR) . a fim de que sejam publicados e cheguem aos usuários com.4. a data prevista de entrada em vigor não coincidir com uma das datas de entrada em vigor predeterminada do sistema AIRAC. As datas AIRAC são sempre às quintas- feiras.

5. de 21 de outubro de 2009. Exemplo: Calendário de 2009 / 2010 Data limite de entrada no ICA 02 FEV 2009 23 FEV 2009 28 DEZ 2009 Data de publicação 09 ABR 2009 07 MAIO 2009 11 MAR 2010 Data de entrada em vigor 07 MAIO 2009 04 JUN 2009 06 MAIO 2010 (NR) . de 21 de outubro de 2009. (NR) .5 AIRAC NIL Quando não houver informação a publicar nas datas predeterminadas. (NR) .2).5 A informação fornecida conforme o Sistema AIRAC será publicada em forma impressa e distribuída pelo PAME-RJ com. 2a) data de publicação da informação. Data estipulada pelo DECEA para receber a informação que será divulgada de acordo com o sistema AIRAC (ver 5. publicarse-á um NOTAM AIRAC NIL.Portaria DECEA No 63/SDOP. de forma que os destinatários possam recebê-la com. Esse aviso será publicado por meio de séries nacionais e internacionais de NOTAM. .MCA 53-1/2009 79 8.4. e 3a) data de entrada em vigor da informação. pelo menos.1. 8. 42 dias antes da data de entrada em vigor.Portaria DECEA No 63/SDOP.4 O sistema AIRAC está associado a três datas importantes que são: 1a) data limite em que os dados têm que chegar ao ICA. de 21 de outubro de 2009. pelo menos.4.Portaria DECEA No 63/SDOP. 28 dias de antecedência. 8.

exercícios militares e movimento em massa de aeronaves. onde exista a possibilidade de interceptação.zonas ou rotas.Portaria DECEA No 63/SDOP. irregularidades conhecidas e períodos de manutenção de auxílio rádio à navegação e instalações de comunicações. de chegada e partida. c) procedimentos de espera e aproximação. Estabelecimento.6 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC (NR) . . códigos de chamada. migração e saúde. g) horários de funcionamento de aeródromos. e .zonas de controle. h) serviços de alfândega. instalações e serviços. .áreas perigosas.rotas ATS. e j) zonas ou rotas. de táxi.regiões de informação de voo.áreas de serviço de assessoramento. . de atenuação de ruídos e qualquer outro procedimento ATS pertinente. de 21 de outubro de 2009.80 MCA 53-1/2009 8. . i) perigos para a navegação. b) posições. altura e iluminação de obstáculos para a navegação. eliminação e modificação significativa prevista (inclusive testes operacionais) de: a) limites (horizontais e verticais). d) instalações de meteorologia (incluindo radiodifusão) e procedimentos. frequências. f) posição. de caráter permanente onde exista possibilidade de interceptação. ou parte delas. zonas de parada e pátios. regulamentos e procedimentos aplicáveis a: . ou partes delas. proibidas ou restritas (incluindo tipos de atividades e períodos de ativação quando conhecidos) e ADIZ. . .áreas de controle. e) pistas de pouso.

7 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC (NR) . 2010 2011 2012 2013 2014 14 JAN 11 FEV 11 MAR 8 ABR 6 MAIO 3 JUN 1 JUL 29 JUL 26 AGO 23 SET 21 OUT 18 NOV 16 DEZ 13 JAN 10 FEV 10 MAR 7 ABR 5 MAIO 2 JUN 30 JUN 28 JUL 25 AGO 22 SET 20 OUT 17 NOV 15 DEZ 12 JAN 9 FEV 8 MAR 5 ABR 3 MAIO 31 MAIO 28 JUN 26 JUL 23 AGO 20 SET 18 OUT 15 NOV 13 DEZ 10 JAN 07 FEV 07 MAR 04 ABR 02 MAIO 30 MAIO 27 JUN 25 JUL 22 AGO 19 SET 17 OUT 14 NOV 12 DEZ 09 JAN 06 FEV 06 MAR 03 ABR 01 MAIO 29 MAIO 26 JUN 24 JUL 21 AGO 18 SET 16 OUT 13 NOV 11 DEZ .Portaria DECEA No 63/SDOP.MCA 53-1/2009 81 8. de 21 de outubro de 2009.

estão descritas de forma sucinta.1 FINALIDADE As Cartas Aeronáuticas têm por finalidade facilitar as tarefas das tripulações aéreas durante as diferentes fases do vôo (rolagem. define que o vôo é dividido em 6 (seis) fases. porém contribuem para a segurança do vôo. e) Fase 5: Aproximação para o pouso ou perdida. aproximação e pouso) e há. 9.Cartas Aeronáuticas. a saber: a) Fase 1: Táxi desde o ponto de estacionamento da aeronave até o ponto de decolagem. ainda. . e f) Fase 6: Pouso e táxi até o ponto de estacionamento. b) Fase 2: Decolagem e subida até a estrutura de rota ATS. as que não têm caráter operacional imediato. saída.2 FASES DO VÔO A OACI. d) Fase 4: Descida até aproximação. c) Fase 3: Estruturas de Rotas ATS. em seu ANEXO 4 . em rota.82 MCA 53-1/2008 9 CARTAS AERONÁUTICAS Nesse capítulo. a fim de que os Especialistas AIS possam desempenhar suas funções. todas as cartas aeronáuticas publicadas pelo DECEA. 9.

MCA 53-1/2008 83 9.3.Operações de Aeronaves .4 TIPOS O DECEA publica os seguintes tipos de cartas: a) Carta de Planejamento de Vôo (FPC). l) Cartas de Chegada Padrão por Instrumento (STAR). e) Carta de Área (ARC).responsável pela impressão e distribuição. desenho e padronização. 9. j) Carta de Aproximação Visual (VAC). 9. c) Carta de Obstáculos de Aeródromo .1 APRESENTAÇÃO Na confecção das cartas são aplicadas as normas e recomendações indicadas no ANEXO 4/OACI . cálculo.3 9. procedimentos e rotas. d) Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC).3. i) Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC).Tipo A (AOC). k) Carta de Saída por Instrumentos (SID). bem como os procedimentos indicados no Documento 8168 . f) Carta de Altitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR).responsável pelas informações aeronáuticas. sobre topografia. b) Carta de Rotas (ERC). g) Carta de Pouso (LC). h) Carta de Aeródromo (ADC).Manual de Cartas Aeronáuticas.Cartas Aeronáuticas.2 Na produção de uma carta aeronáutica estão quase sempre presentes os trabalhos de três segmentos do DECEA: a) CINDACTA/SRPV (DO-ATM) . e c) PAME .responsável pelas informações ATS. . b) ICA .Construção de Procedimentos de Vôo Visual e por Instrumentos e no Documento 8697 .

exceto a L1.000.5 9. cartas da AIP-Brasil e AIP-Brasil MAP podem ser visualizadas no Portal do DECEA (AISWEB).1. As Cartas de Rotas estão estreitamente relacionadas com as Cartas de Área e com as Cartas de Saída por Instrumentos. distâncias e auxílios-rádio principal.2.5.1 Carta de Planejamento de Vôo (FPC) Destina-se a facilitar a seleção de rotas na fase de planejamento das operações de vôo. . desse Manual. ERC. 9. NOTA: As FPC.5.1. que está na escala 1:2. São produzidas 8 cartas. s) Carta de Rotas Especiais de Aeronaves (REA). São confeccionadas na escala 1:3. n) Carta Aeronáutica Mundial (WAC). p) Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV). fornecer uma visão geral de todas as rotas ATS existentes no território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil. 9. conforme o item 4. r) Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP). e t) Carta de Rotas Especiais de Helicópteros (REH). A FPC é produzida em duas versões.500. 4 para as rotas ATS no espaço aéreo inferior (L1/L2 e L3/L4) e 4 para as rotas no espaço aéreo superior (H1/H2 e H3/H4).2 Carta de Rota (ERC) 9.1. com suas respectivas identificações.2.1 Tem por finalidade principal facilitar a tarefa das tripulações de vôo durante a navegação apoiada em auxílios-rádio e desenvolvida de acordo com os procedimentos estabelecidos pelo serviço de tráfego aéreo para os vôos nas rotas ATS de todo o território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil. impressas uma no verso da outra.1 DESCRIÇÃO CARTAS AVULSAS 9.000.84 MCA 53-1/2008 m) Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC).000.5. São confeccionadas na escala 1:10.000. q) Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP).5. uma para as aerovias inferiores e a outra para as aerovias superiores. o) Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV). WAC.000.

2.5. e c) K (KOPTER): indicando rota específica para vôo de helicóptero.2 Identificação de Rotas ATS 9. com os seguintes significados: a) U (UPPER): indicando rota pertencente ao espaço aéreo superior.2. e d) Q. V e W são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e que não são RNAV.5. T. NOTA: A ausência de tais letras significa que a rota ATS pertence ao espaço aéreo inferior.MCA 53-1/2008 85 9. S e K. c) H. G.2 Um designador de rota poderá ser acompanhado das letras U. N e P são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV.1.2. e R são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e não são RNAV. B. 9.2.2.2.1 Composição da Rota ATS 9. J. M. .2. Y e Z são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV.2.2 Utilização Prática 9. b) L.2.2.5. b) S (SUPERSONIC): indicando rota específica para vôos supersônicos.1.1.1 Cada rota ATS é identificada por um designador que consiste numa das letras designadas abaixo: a) A.1.5.2.1.5.

5.86 MCA 53-1/2008 9.1.2.3 Simbologia .

. NOTA 7: As rotas ATS são balizadas através dos auxílios à navegação (VOR/NDB). deve ser registrada a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: UA317 PAI DCT. fixos etc. NOTA 2: Todas as altitudes são em pés (FT). NOTA 4: Todos os limites verticais de aerovias são em níveis de vôo. e não: UA317. Para rota ATS ser utilizada como rota entre dois pontos. ou qualquer aeródromo da TMARJ. não é considerado vôo em aerovia.1. deverá ser observado a AIP-BRASIL Parte ENR. 2) Num vôo de SBBR(BRS)/SBGL(CAX). distância. esses devem estar abrangidos pelos limites laterais. e c) soma-se 1000 pés (300m) gabarito. e não: W45. NOTA 1: Sobre regiões montanhosas o gabarito é de 2000 pés (600m). arredonda-se para o nível de vôo IFR imediatamente acima.5. 9. .2. Se o valor encontrado não corresponder a um nível de vôo. NOTA 3: Todas as distâncias são em milhas náuticas (NM). b) soma-se a maior correção QNE da rota. NOTA 6: Qualquer esclarecimento sobre rumo. deve ser registrado a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: W45 BGC DCT.4 O cálculo do nível mínimo para vôo IFR fora de aerovia obedece aos seguintes critérios: a) procurar a altitude do ponto mais elevado dentro de uma faixa de 16NM (30 Km) para cada lado do eixo da rota. Exemplos: 1) Num vôo de SBCF(CNF)/SBKP(CPN). nível mínimo. NOTA 5: Fora dos limites laterais e/ou abaixo do nível de vôo mínimo de aerovias.MCA 53-1/2008 87 NOTA 1: Todas as marcações são magnéticas. NOTA 2: A correção referida em (b) anterior é obtida na publicação intitulada “Correção QNE”.

São obrigatórias para todos os aeródromos dotados de equipamentos para aproximação por instrumentos de Categoria II e III. Descreve.000 até 1:2.5.5.3 MANUAL AIP BRASIL .2.MAP 9. São confeccionadas em duas escalas: horizontal . os procedimentos em caso de falha de comunicação com o órgão de controle radar.2.5. 9.1 Carta de Área (ARC) É uma carta avulsa que se destina a proporcionar ao piloto informações que facilite sua tarefa nas transições entre o vôo em rota e a aproximação para um aeródromo através de áreas terminais com estruturas complexas de rotas ATS. nas quais as informações não possam ser adequadamente representadas na escala das ERC. 9. para que os exploradores de transporte aéreo possam avaliar o efeito do terreno ao determinar a altura de decisão empregando radioaltímetro. por intermédio de cartas avulsas.3.2 Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC) Tem por finalidade proporcionar informação detalhada sobre o perfil do terreno de determinada parte da área de aproximação final.1:500.000 e vertical.3.5. onde existirem obstáculos.1:2. podendo variar de 1:10. São confeccionadas em duas escalas: horizontal. podendo variar de 1.5.1 Carta de Obstáculos de Aeródromo . textualmente. NOTA: As Cartas ARC do Rio de Janeiro/São Paulo e ARC Curitiba/Florianópolis/ Navegantes são distribuídas separadamente do AIP-MAP.88 MCA 53-1/2008 9.Tipo A (AOC) Tem por finalidade representar todos os obstáculos existentes nas áreas da decolagem. .400.000 até 1:24.2 MANUAL AIP-BRASIL 9. que possam ter interferência na limitação operacional das aeronaves durante a decolagem.2 Carta de Atitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR) Tem por finalidade fornecer informação que permita às tripulações monitorar e conferir as altitudes ou níveis atribuídos quando sob controle radar. É obrigatória para todos os aeródromos abertos ao tráfego aéreo comercial internacional.5. 9.500 e vertical .

informações sobre as coordenadas dos pontos de estacionamento. A carta de estacionamento de aeronaves possui.5.7 Carta de Saída por Instrumentos (SID) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo as informações que permitem chegar à rota prevista.5 Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC) Destina-se a proporcionar os detalhes necessários para os movimentos das aeronaves entre as pistas de táxi e as posições de estacionamento nos pátios e vice-versa. 9. 9.3.6 Carta de Aproximação Visual (VAC) A função desta carta é proporcionar ao piloto uma visão gráfica dos procedimentos de circulação visual no tráfego para pouso ou decolagem. provendo as informações necessárias para pouso. . no verso. É publicada somente para os aeródromos onde o tráfego visual para o aeródromo for diferente do circuito padrão. temperatura de referência. no momento da transição para o vôo visual e para a rápida saída da pista depois do pouso. NOTA: Essa carta está sendo substituída pela carta de aeródromo (ADC). 9. perfil longitudinal e observações (RMK) sobre utilização das pistas e pátios representados.4 Carta de Aeródromo (ADC) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo a informação necessária para facilitar o movimento das aeronaves no solo. onde as saídas se bifurcarem. dos pontos INS e observações (RMK) sobre a utilização dos pátios representados. desde o pátio de estacionamento até a pista de pouso e vice-versa.3 Carta de Pouso (LC) Tem por finalidade fornecer uma ilustração do aeródromo. distâncias declaradas. de modo a facilitar a aproximação para a pista em uso.3. sinalização horizontal.5.MCA 53-1/2008 89 9. A carta de aeródromo possui no seu verso informações sobre as características físicas do aeródromo. É identificada pelo nome do fixo ATS a que se destina a aeronave. coordenadas das cabeceiras.5.5. auxílios visuais. 9. em saídas por instrumentos. Contém uma representação gráfica das principais instalações e serviços existentes no aeródromo.3. auxílios luminosos. Quando a saída se destina a dois ou mais fixos.5. a designação será a do fixo comum.3.3.

PAR). 9.1.4 Nos procedimentos de navegação de área. a informação “CAT II”. após a identificação da pista. ILS.5. Exemplos: RNAV(VOR / DME) RWY 24 . 9. seguida da abreviatura RWY e designador da THR ou das THR.9.3.9.1.3. aproximação perdida (arremetida) e a órbita de espera. RADAR. É obrigatória para todo aeródromo aberto para operações por instrumentos (IFR). GPS.3. a identificação será precedida da sigla “RNAV” e com os auxílios utilizados para a execução do procedimento logo a seguir da sigla e entre parênteses.5.1 A identificação do tipo de procedimento de aproximação por instrumentos será colocada na margem superior direita da carta e feita pelo tipo de procedimento (NDB.5.5.3 Nos procedimentos ILS com categoria II ou superior à categorização do ILS. VOR. 9. 9.1.3.9.90 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Quanto ao número de letras deverão ter a grafia e a fonética com cinco letras.9.3.5.5. caso tenha um outro procedimento com mesmo tipo e RWY. ora existentes com pontos de notificação e fonética de quatro letras serão gradativamente substituídas para adequar-se ao preconizado pela OACI. NOTA 2: As SID.5.9. os tipos de auxílio-rádio serão separados por uma barra diagonal inclinada à direita.3.2 Nos procedimentos conjugados.1. desde a fase em rota até a fase de aproximação.9 Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC) Tem por finalidade proporcionar a representação gráfica vista em planta e em perfil de uma aproximação por instrumentos.1 Identificação 9.3. nos procedimentos somente para circular e. Exemplo: ILS/DME VOR/DME LLZ/DME 9. Exemplo: ILS RWY 10 CAT II 9. será colocada.8 Carta de Chegada Padrão por Instrumento (STAR) Tem por finalidade proporcionar à tripulação de vôo a informação que lhe permita seguir a rota de chegada padrão por instrumento designada. será acrescida uma letra após o tipo de procedimento. sem espaço.

. iniciando por A e em seqüência ascendente.. que utilizem os mesmos auxílios à navegação..6 Para procedimentos somente para circular.3.9.MCA 53-1/2008 91 9.3.1. NOTA 1: A ausência de auxílio-rádio após a sigla RNAV. 9. .9. 9.5 Quando houver mais de um procedimento que utilize os mesmos auxílios à navegação. Descida DELTA 1. DELTA 2.7..9. a identificação será seguida de uma letra do alfabeto. NOTA 2: Nos procedimentos exclusivamente para helicópteros será colocada após a identificação da pista.9.. Descida ECHO 1.5.7 A identificação abaixo está sendo gradativamente substituída pela identificação supra citada.1.. Exemplo: VOR RWY 10 (HEL ONLY). indica-se que o procedimento poderá ser executado utilizando-se qualquer dos sistemas para a navegação de área..1.. BRAVO 2. CHARLIE 2. a informação “ HEL ONLY “.3. ALFA 2.3. seguido do tipo de auxílio-rádio principal (DELTA 1 RWY 15-VOR). e assim sucessivamente.1.. Exemplos: VOR A RWY 02 e VOR B RWY 02. 9.5. e assim sucessivamente.5. Exemplos: VOR Z RWY 14. iniciando por Z e em seqüência descendente... Descida BRAVO 1. ECHO 2.1 O nome do procedimento é identificado por um grupo alfanumérico e pela designação da pista para a qual se aplica o procedimento.. VOR Y RWY 14. Exemplos: PAR RADAR (Não precisão) ILS VOR NDB Descida ALFA 1... a identificação será seguida de uma letra do alfabeto.5.. Descida CHARLIE 1.

localizados dentro de uma mesma TMA/CTR. os procedimentos receberão designadores na seguinte ordem de importância dos aeródromos: AUXÍLIO PAR RADAR ILS VOR NDB 9. sob jurisdição de um mesmo APP. ou seja.5.9.3.3.1. operando por instrumentos.9.5.92 MCA 53-1/2008 NOTA: Quando houver mais de um aeródromo.8 Procedimento 1o AERÓDROMO 2oAERÓDROMO ALFA BRAVO CHARLIE DELTA ECHO FOXTROT GOLF HOTEL INDIA JULIETT 3o AERÓDROMO KILO LIMA MIKE NOVEMBER OSCAR 9.1.9 Altitude Mínima de Setor (MSA) .

4.1 Carta Aeronáutica Mundial (WAC) Tem por finalidade atender aos requisitos da navegação visual. b) teto. 9.3..3. e c) visibilidade: a categorização da aeronave é de responsabilidade exclusiva do piloto em comando.9.altitude máxima . cartas de rota.1.5. aeródromos. etc.1. e b) utilização no planejamento de vôo.4 OUTRAS CARTAS KT menor que 91 KT de 91 KT a 120 KT de 121 KT a 140 KT de 141 KT a 160 KT de 161 KT a 210 KT .altitude recomendada . CATEGORIA A B C D E 9. A carta é também empregada para: a) servir como carta aeronáutica básica na confecção das cartas de área.5. tais como: auxílios-rádio.5.10 Altitudes Representação Gráfica: 3000 pés 4000 pés 5000 pés 6000 pés 9. tomando-se como base a velocidade na configuração de pouso.1.9.11 Especificações a) tipo de operação do aeródromo: IFR diurna ou noturna.1 Características: a) composta essencialmente de uma base geográfica (de escala maior a fim de que seja obtida a precisão requerida) sobre a qual são adicionadas as informações aeronáuticas.5.MCA 53-1/2008 93 9.4.altitude mínima .altitude obrigatória 9. principalmente ao realizado à alta altitude.5. espaços .

9.5.000.2. bem como as altitudes máximas de quadrícula.1. cabendo a cada país a responsabilidade pela edição das folhas compreendidas pelo seu território.1.1.4. NOTA: As correções sobre tais cartas podem ser obtidas na AIP-BRASIL.3. subseção 2.2.4. 9.1.1 Escala é a relação entre uma dada distância na carta e a que ela representa na superfície da terra. arredondada para o múltiplo de dez metros imediatamente superior. alerta-se aos usuários que as elevações constantes dentro de cada quadrícula podem estar com incorreção de altimetria.5. a ICA 100-12 deve ser consultada. juntamente com um resumo das características dos aeródromos e dos auxílios-rádio. b) compilada a partir de uma base cartográfica. e) são necessárias 46 folhas (4x6 graus) para cobrir todo o território brasileiro. 9.4. Exemplo: 1:1.5. seção 3.1. que o uso da carta se limite à navegação VFR. tanto para mais como para menos.2 Restrição ao uso 9.94 MCA 53-1/2008 aéreos condicionados.5.1 Tendo em vista a base geográfica utilizada na compilação da série WAC.5.000.2 Recomenda-se também. que nada mais são que a maior elevação dentro de uma área compreendida entre um grau de diferença de latitude e um grau de diferença de longitude.000 (um por um milhão) .3 Escala 9. e f) produzida na escala de 1:1. parte GEN. Para vôos IFR fora de aerovia. conforme sua finalidade.000.4. d) obrigatória para todo o mundo.4. c) deve indicar claramente os principais acidentes planimétricos.

4. incluindo terrenos e obstáculos.4 Elevações máximas 9.5.000 1cm = 10 Km etc 9.1.1.4. em centenas e dezenas de metros. através dos algarismos grandes e pequenos.1.5.3. 9.000 cm = 1 Km Assim: Escala 1:250. referidos ao nível médio do mar (MSL). Exemplo: 38 3800FT ALT NOTA: Tendo em vista algumas cartas ainda possuírem elevações em metros. são representados em milhares (algarismos grandes) e centenas (algarismos pequenos) de pés acima do nível médio do mar.5. principalmente. cores hipsométricas. . indicará que esse valor é baseado em uma elevação estimada.4.5.MCA 53-1/2008 95 9.5.000 1:500.5 Km 1cm = 5 Km 1:1. na medida de rumos verdadeiros e eventualmente para achar distâncias. 100. os valores indicados serão expressos.000 1cm = 2.5.4.4.2 Isto quer dizer que.1.5 Determinação de Rumos e Distância 9.1. uma unidade na carta representa um milhão de unidades na superfície.1 Os valores das elevações máximas indicadas nas quadrículas limitadas pelas linhas graduadas de paralelos e meridianos. um grande número de plotadores que nada mais são que uma combinação de régua e transferidor.5.1 Existe.4. pontos cotados e curvas de nível a intervalos de 100 pés. Caso esses algarismos estejam acompanhados de um sinal de subtração (-). respectivamente. 9.000.2 As formas de terreno são indicadas pelo sombreado do relevo. A unidade mais usada é o centímetro. com intermediárias de 330 pés quando necessário.4. referente ao elemento de maior elevação (cota) conhecida em cada quadrícula.4. São utilizados. O valor é baseado na informação disponível.1.

8 observar se a rota cruza um ou mais meridianos. O resultado dessa operação será igual ao Rumo Magnético.96 MCA 53-1/2008 9.5.5. 8. 8. 3. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada. deve-se ajustar o plotador circular. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas.1 se cruzar.1 se cruzar. Medindo o Rumo Magnético . 3. 3.RV: 1 2 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota.1. de forma que o rumo 0º coincida com um meridiano. de forma que o rumo 00º coincida com um meridiano. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas. conforme a variação indicada na carta. Assim. Assim. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro.3 caso não cruze um ou mais meridianos. alinhar a régua de plotar entre os pontos.2 logo após. medir o Rumo Verdadeiro.3 caso não cruze um ou mais meridianos. . 3. ajustar o plotador circular. ajustar o plotador circular. e 3 observar se a rota cruza um ou mais meridianos. de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro. deve-se ajustar o plotador circular. de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo.4.2 logo após. 8. identificar a linhas isogônica mais próxima aos pontos plotados e atualizá-la.2 Instruções de Uso do Plotador Medindo o Rumo Verdadeiro .4 logo após. observando as setas de indicação de rumo e contra-rumo.Rmg: 4 5 6 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota. 7 somar o valor angular da linha isogônica identificada e atualizada com o Rumo Verdadeiro.

e conferir. no rumo 0º. deve-se posicionar o Rumo verdadeiro medido e constante do plotador circular.4. no plotador circular. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada.1. NOTA 2: No Brasil. constante da marcação citada.5. Para se achar o Rumo Magnético. 9.MCA 53-1/2008 97 8. constante da marcação de declinação magnética.1 As figuras seguintes servem de ilustração para esclarecer as instruções de uso do plotador. constatando.2. Medindo as Distâncias: 1 2 verificar as marcações constantes na régua. Esse valor é o Rumo magnético. sempre somarão as linhas isogônicas ao Rumo Verdadeiro. o valor coincidente com essa declinação. e alinhar essas marcações com a rota designada. face a sua posição geográfica no globo terrestre. . deve-se observar o valor atualizado da declinação magnética. observando a escala apropriada. Em seguida. deve-se multiplicar a variação anual pelos anos que se passaram até o momento atual.5. a distância. assim. NOTA 1: Para atualizar a linha isogônica.4 logo após.

1.4.98 MCA 53-1/2008 9.1 Para medir Rumo Verdadeiro: .1.5.5.2.

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99

9.5.4.1.5.2.1.2 Para medir Rumo Magnético:

100

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9.5.4.1.5.2.1.3 Para o cálculo do rumo magnético (Rmg), adicionar ao rumo verdadeiro (Rv) a declinação magnética (Dmg) média, realizando a correção das linhas isogônicas através da variação anual.

Variação anual: 10’W para 1996 Dados: Rv = 080º Dmg =11ºW Correção: (para 2008) 12 anos x 10’= 120’ou 2º Rmg = 080º + 11º + 2º Rmg = 093º 9.5.4.2 Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV) Destina-se, como as WAC, a atender as necessidades do vôo visual, principalmente ao realizado à média altitude. É editada na escala de 1:500.000 e é recomendada pela OACI. São necessárias 158 folhas (2x3 graus) para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.3 Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV) Produzida na mesma escala das CNAV com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CNAV em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica.

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9.5.4.4 Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP) Produzida de forma semelhante à WAC, na escala de 1:250.000 e, como ela, destina-se ao vôo visual, principalmente ao realizado à baixa altitude. Não está prevista pela OACI. Há necessidade de 557 folhas (1x1,5 graus)para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.5 Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP) Produzida na mesma escala das CAP com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CAP em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica. 9.5.4.6 Carta de Rotas Especiais para Aeronaves (REA) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde a aeronave obedecerá a condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de facilitar o fluxo de tráfego visual, em locais de grande movimento. Esse tipo de carta também é confeccionado para o tráfego de aeronaves sem transponder, identificada com a abreviatura REAST. 9.5.4.7 Cartas de Rotas Especiais para Helicópteros (REH) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde o helicóptero obedecerá condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de disciplinar o tráfego VFR, evitando conflito com o tráfego IFR e proporcionar o máximo de áreas livres no solo para pouso de emergência. 9.6 9.6.1 ATUALIZAÇÃO As Cartas sofrem substituição sempre que haja alterações importantes a serem

introduzidas. 9.6.2 No final de cada ano será editado o calendário de publicação das emendas às Cartas de

Planejamento (FPC), de Rotas (ERC), as contidas na AIP-Brasil e na AIP-Brasil - MAP, indicando as datas limites de recepção da informação no ICA, as de expedição, as previstas para o recebimento pelos usuários e, ainda, as de entrada em vigor.

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9.6.3

Poderá ser necessário editar novas cartas que fazem parte da AIP-MAP, essas serão

editadas conforme calendário de Suplemento AIP, não sendo incluídas na edição normal, saindo sempre sob a forma de Suplemento AIP. No entanto, a efetivação delas será publicada através de um NOTAM. Essas cartas devem ser inseridas no manual AIP-MAP e a sua Lista de Verificação deve ser atualizada de forma manuscrita, até que passe a constar em uma nova lista. 9.6.4 A quantidade de ciclos AIRAC de distribuição das cartas acima será estabelecida pelo

DECEA. 9.6.5 As outras cartas (ver 9.5.4) vem sendo impressas e reimpressas sem prazos pré-

determinados. 9.6.5.1 Em caso de pequenas alterações, que não exijam substituição, a correção das cartas poderá ser feita através das páginas de "correções manuscritas" existentes no AIP-BRASIL, GEN 3.2.8 (Correções das cartas que não são publicadas na AIP).

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10 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO Nesse capítulo serão abordados Regras e Procedimentos de Tráfego Aéreo necessários para o cumprimento e bom desempenho das atividades rotineiras do Serviço de Informação Aeronáutica. As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços ATS podem se adquiridas na ICA 100-12, que contém as seguintes informações relacionadas: a) regras do ar, gerais, de vôo visual e de vôo por instrumentos; b) espaço aéreo sob jurisdição do Brasil; c) estrutura do espaço aéreo; d) classificação do espaço aéreo ATS; e) aerovias; e f) serviços de controle de área, aproximação, aeródromo, informação de vôo e de alerta. 10.1 REGRAS DE VÔO VISUAL 10.1.1 Exceto quando operando como vôo VFR especial, os vôos VFR deverão ser conduzidos de forma que as aeronaves voem em condições de visibilidade e distância das nuvens iguais ou superiores àquelas especificadas na Tab.1 (ver 10.1.2). 10.1.2 Não obstante o estabelecido anteriormente, os vôos VFR somente serão realizados quando simultânea e continuamente puderem cumprir as seguintes condições: a) manter referência com o solo ou água de modo que as formações meteorológicas abaixo do nível de vôo não obstruam mais da metade da área de visão do piloto; b) voar abaixo do nível de vôo 150 (FL150); e c) voar com velocidade estabelecida conforme a Tab.1.

caso descumpra essa norma. 10. em altura inferior a 300m (1000 pés) acima do mais alto obstáculo existente num raio de 600m em torno da aeronave. ou b) a visibilidade no solo for inferior a 5 Km. NOTA: A aeronave estará sujeita à ação policial. tendo como referência a estrutura mais elevada da parte edificada.1.1.4 Exceto em operação de pouso e decolagem. decolar.3 Exceto quando autorizado pelo ATC para atender vôo VFR especial. b) em lugares não citados no item anterior. . 1 10. povoados.104 MCA 53-1/2008 F CLASSE DE ESPAÇO AÉREO Distância nuvens B CDE Acima de 900m (3000 FT) AMSL ou acima de 300m (1000 FT) sobre o terreno o que for maior G A 900m (3000 FT) AMSL abaixo ou 300m (1000 FT) acima do terreno. o que for maior Livre de nuvens e avistando o solo das Livre de nuvens 1500m horizontalmente 1500m horizontalmente 300m (1000FT) verticalmente 300m verticalmente Visibilidade 8Km se voando 8 Km se voando no ou 8 Km se voando no ou no ou acima do acima do FL100 acima do FL100 FL100 5 Km se voando 5 Km se voando abaixo do abaixo do FL100 FL100 5 Km se voando abaixo do FL100 5 Km Limite de 380 Kt Velocidade 250 Kt IAS se voando abaixo do FL100 380 Kt IAS se voando acima do FL100 Tab. 10. lugares habitados ou sobre grupos de pessoas ao ar livre. e c) sobre estabelecimentos penais em altura inferior a 300 metros (1000ft). bem como não deverão bloquear os auxílios-rádio sem autorização do respectivo órgão ATC. o vôo VFR não será efetuado: a) sobre cidades. exceto quando autorizada pela autoridade governamental competente. em altura inferior a 150m (500 pés) acima do solo ou da água. aeronaves em vôos VFR não poderão pousar.1.4. entrar na ATZ ou no circuito de tráfego de um aeródromo se: a) o teto for inferior a 450m (1500 pés).1 As aeronaves em vôo VFR dentro de TMA ou CTR não deverão cruzar as trajetórias dos procedimentos de saída e descida por instrumentos em altitudes conflitantes.

b) a aeronave deverá estar homologada para voo IFR. idêntico critério se aplicará à alternativa. e .2.farol de aeródromo em funcionamento.2. sua exigência poderá ser dispensada a critério do órgão regional do SISCEAB quando se tratar de heliponto público. f) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação VFR noturna. d) a aeronave deverá dispor de transceptor de VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com Órgãos ATS apropriados.5). . 10. g) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação VFR noturna. Esse auxílio visual será instalado a critério de seu proprietário. visto que a operação é de sua inteira responsabilidade.2.2. quando se tratar de heliponto privado.17. 15.17.1.1: a) o piloto deverá possuir habilitação para voo IFR.1.1. atendidas as exigências para o voo VFR diurno. de destino e de alternativa deverão estar registrados ou homologados para operação VFR.indicador de direção de vento iluminado ou Órgão ATS em operação.17.5. e) referente ao farol de aeródromo.3. se a hora estimada sobre esse (via . (NR) . de 21 de outubro de 2009.1. e b) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos de partida.1. o voo deverá ser iniciado no período diurno.3.2 Período Noturno Além das condições prescritas em 10.1.5.5 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VÔO VFR 10.4 e 15.2. de destino e de alternativa deverão dispor de: .1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida. caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período noturno.sistema de luzes das pistas de pouso em funcionamento (ver itens 15. de destino e de alternativa deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR.3.5.MCA 53-1/2009 105 10. caso contrário. c) os aeródromos de partida.Portaria DECEA No 63/SDOP.

quando o aeródromo de destino for o mesmo aeródromo de partida. também será dispensada das exigências contidas em a) e b). nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis e nas aerovias de mão única. e h) quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ.5.2.6 NÍVEIS DE CRUZEIRO Exceto quando autorizado pelo Órgão ATC.2 NÍVEIS DE CRUZEIRO Os níveis de cruzeiro de vôos IFR efetuados dentro e fora dos espaços aéreos controlados. serão selecionados conforme a Tab. em função do rumo magnético da rota a ser voada.2. nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis em algumas aerovias e nas aerovias ou trechos de aerovias de mão única.3. exceto quando autorizado em contrário pelo respectivo ACC.1 NÍVEIS MÍNIMOS Exceto quando necessário para pouso ou decolagem. mesmo que não exista um aeródromo de alternativa habilitado para operação noturna no espaço aéreo em questão ou o vôo for evoluir em CTR ou TMA contíguas.2. CTR ou TMA. o vôo VFR em nível de cruzeiro.1).2. incluindo as projeções dos limites laterais. . o vôo IFR deverá ser realizado em nível não inferior ao nível mínimo de vôo estabelecido para a rota a ser voada. de acordo com a Tab. quando realizado dentro de um raio de 50Km (27NM) do aeródromo de partida. será efetuado em um nível/altitude apropriado à rota. e na inexistência desses espaços aéreos.2 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR) 10. No caso específico de vôo VFR no período noturno nos espaços aéreos citados anteriormente.4). 2 (ver 10.106 MCA 53-1/2008 aeródromo ou heliponto de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período noturno. não se aplicarão ao vôo VFR noturno as exigências contidas em a) e b). quando realizado acima de 900m (3000 pés) em relação ao solo ou água.3.1. 10. 10. 10.1.1) e com o item 10.2 (ver 10. NOTA: Para o cálculo de nível mínimo IFR fora de rota ATS (ver 9.3.

2. de destino.5. em funcionamento. d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida. de destino e de alternativa deverão estar homologados ou registrados para operação IFR diurno. g) para operação de pouso IFR. deverá possuir uma carta de saída por instrumentos (SID). de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados.Portaria DECEA No 63/SDOP. aprovada pelo DECEA.8.3 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VOO IFR 10. f) órgão ATC ou AFIS em funcionamento. NDB ou ILS). e) auxílio-rádio à navegação homologado pelo DECEA.MCA 53-1/2009 107 10. . h) para operação de decolagem IFR.4). o aeródromo de alternativa selecionado IFR deverá estar operando baseado em IAC convencional (VOR. Nesse caso. de 21 de outubro de 2009.3. Nessa situação o voo somente poderá partir VFR. c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem (ver 11. de 27 de abril de 2009. as condições meteorológicas predominantes nesse aeródromo ou heliponto deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR .2. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. e i) para operação de pouso IFR.2. para a realização dos procedimentos IFR convencionais. poderá ser utilizada para execução do procedimento IFR. uma carta de aproximação por instrumentos (IAC RNAV – GNSS) aprovada pelo DECEA.1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida. deverá possuir uma carta de aproximação por instrumentos (IAC). b) caso o aeródromo ou heliponto de partida não esteja homologado para operação IFR. aprovada pelo DECEA. (NR) .

de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados. b) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação IFR noturna.Portaria DECEA No 63/SDOP. 15. idêntico critério se aplicará à alternativa.5 ). caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período diurno.2. o voo deverá ser iniciado no período diurno.108 MCA 53-1/2009 10. se a hora estimada sobre esse (via aeródromo de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período diurno.3. e e) os aeródromos ou helipontos envolvidos deverão obrigatoriamente possuir sistema de luzes das pistas em funcionamento (ver itens 15.17.2.2.3. de 21 de outubro de 2009. d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os Órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida. atendidas as exigências para o voo IFR diurno.17.2 Período Noturno a) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação IFR noturna.17.2.2. (NR) . c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem.2.3. caso contrário.1. bastará que esse aeródromo ou heliponto esteja homologado para operação IFR diurna.3.1. de destino. .4 e 15.

FL320. excetuando-se os casos previstos nas REA ou REH e acordos operacionais reconhecidos pelo DECEA. FL360.5. sobre todo espaço aéreo de jurisdição do Brasil e o corredor EUR/SAM (corredor entre a Europa e a América do Sul).3 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO 10.Portaria DECEA No 63/SDOP. etc).3. etc. FL340. etc. Tab.) e ALTITUDE EM PÉS (exemplo: A030. FL350. FL310. FL370. deverão obrigatoriamente selecionar seus níveis IFR da seguinte forma: rumo magnético entre 000º/179º (FL290.6.3.1 Os níveis de cruzeiro (nível. FL380 e FL400).2) são os constantes nas colunas FL (nível de vôo .2 Os dados previstos para serem inseridos no plano de voo CAMPO 15 “NÍVEIS DE CRUZEIRO” (ver 11. em obediência às regras de tráfego aéreo.MCA 53-1/2009 109 10. FL390 e FL410). FL 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240 260 280 310 350 390 430 470 510 etc. 10. 2 FL 30 50 70 90 110 130 150 170 190 210 230 250 270 290 330 370 410 450 490 etc. etc.3. de 21 de outubro de 2009. FL330. (NR) . 10. DE 180º a 359º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 2000 600 1200 4000 1350 4500 45 1850 6000 65 2000 6500 8000 2450 85 2600 8500 3050 10000 105 3200 10500 3650 12000 125 3800 12500 4250 14000 145 4400 14500 4900 16000 5500 18000 6100 20000 6700 22000 7300 24000 7900 26000 8550 28000 9450 31000 10650 35000 11900 39000 13100 43000 14350 47000 15550 51000 etc.3 A RVSM será aplicada no volume de espaço aéreo entre os níveis FL290 (inclusive)/FL410 (inclusive). altitude e altura) a serem observados. . A055. são os constantes da tabela seguinte: RUMO MAGNÉTICO DE 000º a 179º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 3000 35 1050 3500 900 5000 55 1700 5500 1500 75 2300 7500 2150 7000 95 2900 9500 2750 9000 11000 115 3500 11500 3350 13000 135 4100 13500 3950 15000 4550 5200 17000 19000 5800 21000 6400 23000 7000 7600 25000 27000 8250 29000 8850 33000 10050 11300 37000 41000 12500 45000 13700 49000 14950 etc. F055.exemplo: F030. as aeronaves que evoluírem nessa porção (limites verticais e laterais) do espaço aéreo. rumo magnético entre 180º/359º (FL300. Dessa forma.

4.4 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS 10.3 Deve-se observar que todas as: a) FIR. e) aerovias superiores.4.110 MCA 53-1/2008 10. f) TMA e CTR estão classificadas como classes C ou D. d) UTA estão classificadas como Classe A. estão classificadas como Classe A. c) CTA entre o nível mínimo e o FL145 estão classificadas como Classe D. e .2 No Brasil as classes aplicadas são as seguintes: SUJEITO AUTORIZAÇÃO ATC SIM SIM CLASSES TIPO DE VÔO IFR IFR VFR LIMITE DE VELOCIDADE NÃO APLICÁVEL NÃO APLICÁVEL 380KT IAS NÃO APLICÁVEL RÁDIO COMUNICAÇÃO BILATERAL CONTÍNUA BILATERAL CONTÍNUA A B C IFR VFR ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM D IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM IFR E VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO SIM NÃO F/G IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO NÃO 10. b) CTA entre o FL145/FL245 estão classificadas como Classe A.1 Os espaços aéreos ATS são classificados e designados alfabeticamente de A a G. GND/UNL ou GND-MSL/UNL estão classificadas como Classe G. e as inferiores acima do FL145.4. 10.

2. NOTA: Durante a aplicação do Plano de Contingência.4).2 NÍVEL MÍNIMO DE AEROVIA É o nível estabelecido pelo DECEA e indicados nos trechos de aerovias constantes das ERC ou na AIP-BRASIL. todas as rotas ATS serão reclassificadas como classe G.4 AUTORIZAÇÃO PARA VÔOS VFR ESPECIAIS Quando as condições de tráfego permitirem. b) adicionalmente.5 REGRAS GERAIS 10. 10. com decolagem e pouso no mesmo aeródromo. abaixo do FL145. 10. . para que aeronaves entrem ou saiam de uma CTR ou TMA.3 NÍVEIS MÍNIMOS IFR FORA DE AEROVIA É responsabilidade do piloto em comando calcular o nível mínimo para vôo IFR toda vez que o vôo for realizado fora de aerovia (ver 9. inclusive. Durante a aplicação do Plano de Contingência.5. Nesses casos os vôos serão conduzidos como VFR especiais somente nos trechos compreendidos dentro desses espaços aéreos. referente à interrupção parcial.5. o APP poderá autorizar vôos VFR especiais para operação local dentro de uma CTR. referente à interrupção parcial. com pouso ou decolagens em aeródromos localizados dentro dos limites laterais desses espaços aéreos. 10. todas as rotas ATS do espaço aéreo inferior terão seus níveis de vôo mínimo alterados para o FL160. estão classificadas como Classe D. vôos VFR especiais poderão ser autorizados pelo APP.5.5. 10. sujeitos às seguintes disposições: a) poderão ser autorizados vôos VFR especiais. se as notificações vierem acompanhadas das mudanças que tenham de ser feitas no plano de vôo em vigor.1.MCA 53-1/2008 111 g) aerovias inferiores.5.1 MUDANÇAS DE REGRA DE VÔO Os órgãos ATC somente aceitarão cancelamentos de planos de vôo IFR para VFR e VFR para IFR.

d) as aeronaves deverão estar equipadas com transceptor VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATC apropriados.VISIBILIDADE .3000m ou o valor constante da SID (o que for maior).300m (1000 pés). e e) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos envolvidos deverão ser iguais ou superiores aos seguintes valores: .112 MCA 53-1/2008 c) somente poderão ser realizados vôos VFR especiais no período diurno. .TETO . e .

no desempenho de suas funções numa Sala AIS. ROTAER. possa atuar de maneira a aplicar os diversos conceitos a respeito do assunto supracitado. ICA 100-4.1.1.2 Considerando que o objetivo principal desse capítulo é reunir matérias relacionadas às mensagens veiculadas nas Salas AIS de aeródromo (Planos de Vôo Completo ou Simplificado. ICA 100-11. 11. AIP-MAP.1. CHG e CNL) poderão ser observados nos Anexos B. nunca divorciando a teoria da prática. ICA 100-15. ICA 100-3. Mensagem de Transporte Especial e Mensagem Administrativa ao SICONFAC) explicando e exemplificando procedimentos que visam divulgar e completar assuntos já tratados em outras publicações oficiais relacionadas a doutrina básica do Especialista AIS. mensagens de atualização de Plano de Vôo.3 Dessa forma. AIP-BRASIL. 11. AIC N05/2007 e AIC N19/2008. ICA 100-9.4 Modelos de Planos de Vôo (Completo e Simplificado) e das respectivas mensagens de atualização (DLA. .1. 11. C e D. FCA 63-50. AIC N06/2006. MCA 102-7. ICA 100-12. ICA 63-13.1 CONSIDERAÇÕES 11. ICA 100-1. uniformizando as ações tomadas no referido órgão. MCA 100-11.1 As informações abordadas nesse capítulo estão ligadas direta ou indiretamente às seguintes publicações: ICA 53-2. temos a certeza que o nosso profissional.MCA 53-1/2008 113 11 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS 11.

VFR. na inexistência de Sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que essa não esteja em funcionamento. VFR. de 27 de abril de 2009. Y ou Z (1) VOO INTERNACIONAL IFR. Y ou Z VOO DOMÉSTICO IFR.114 MCA 53-1/2009 11. OBSERVAÇÕES: (1) A Sala AIS do aeródromo de partida do voo. sempre antes de encaminhar o PVS e suas mensagens de atualização para transmissão. Y ou Z (MENOS 20 MIN. Y ou Z (1) (PARA TRECHOS INICIADOS NO EXTERIOR APRESENTADOS EM SALA AIS NO BRASIL) PLN VOCOM EMPRESAS AÉREAS CONCESSIONÁRIAS (*) ACC DE ORIGEM DO VOO ACC ADJACENTE ÓRGÃO ATS AD DEST SALA AIS AD PART CGNA CODA COpM (2) X X X X X X X X (1) X X X X X(2) X X X X X X(2) X (3) X (3) X X(4) X X X X X X(2) X (5) X X (6) X (7) (*) X X(2) (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. . Excepcionalmente. VFR. e CNL) como se fosse a Sala AIS do aeródromo de partida do voo. Y ou Z APRESENTADO EM SALA AIS QUE NÃO AD PART VOO DOMÉSTICO IFR. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO IFR. VFR.2 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) ÓRGÃOS PLN/DLA/CHG/CNL VOO DOMÉSTICO IFR. (3) Informar ao órgão ATS local pelos meios disponíveis. a Sala AIS que recebeu o plano de voo (PLN) deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL. Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC VOO DOMÉSTICO IFR. como se tivesse sido apresentado nessa Sala AIS. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. CHG. (2) Os COpM das FIR a serem sobrevoadas. de 27 de abril de 2009. VFR. VFR. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL(*) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL COM AVOEM ou AVODAC(*) VOO INTERNACIONAL IFR. ao receber o FPL e/ou suas mensagens de atualização. deverá retransmiti-lo conforme a tabela acima. VFR. Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC (MENOS 20 MIN. DLA.

para mensagens NÃO relacionadas aos voos IFR/VFR (Exemplo: PRENOTAM. CHG. AVODAC. NOTA: Os procedimentos previstos nesse item referentes ao endereçamento de mensagens. exceto quando outros procedimentos forem estabelecidos em acordos operacionais homologados pelo DECEA. deverá ser transmitida também à Sala ARO do aeródromo de partida do voo. (6) Os ACC das FIR a serem sobrevoadas. deverá ser acrescido aos indicadores de destinatários previstos o designador do ACC “ZRZX”. além do procedimento cabível a cada tipo de VOO DOMÉSTICO. devendo ser cumprido fielmente por todos os órgãos que as veiculam. 11. No caso das mensagens relacionadas à aeronave presidencial. e CNL) a Sala AIS mais próxima do aeródromo de partida do voo que esteja em funcionamento e que esteja contida na mesma FIR. de 27 de abril de 2009. (5) Quando se tratar de mensagem encaminhada somente à Sala AIS.3 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES ACC RECIFE BRASÍLIA CURITIBA AMAZÔNICA ATLÂNTICO IFR(I/Y/Z)(*) SBREZQZX SBBSZQZX SBCWZQZX SBAZZQZX SBAOZQZX VFR SBREZFZX SBBSZFZX SBCWZFZX SBAZZFZX SBAOZFZX NOTA: O designador telegráfico do ACC “ZRZX”. somente deverá ser utilizado com o indicador de localidade do referido ACC. DLA.AVIAÇÃO GERAL AFIS ARO CGNA CODA COpM (*) INDICADOR DE LOCALIDADE + DESIGNADOR TELEGRÁFICO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO SBRJ SBBR ACC + ZAZX + ZTZX + YOYX + YOYM + YOYG + YSYX + ZPZX + ZXIP(*) + ZXCD + YWYX EXEMPLOS SBBRZAZX SBBRZTZX SBBRYOYX SBBRYOYM SBBRYOYG SBMKYSYX SPIMZPZX SBRJZXIP(*) SBBRZXCD SBCWYWYX (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. NOTAM. de 27 de abril de 2009. ÓRGÃOS APP TWR AIS AIS MILITAR AIS SATÉLITE . a empresa exploradora da aeronave ou seu representante credenciado. deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL.MCA 53-1/2009 115 (4) Mensagens relacionadas ao Voo Internacional. etc. acrescentar os indicadores de destinatários de todos ACC estrangeiros envolvidos. (7) Quando não existir uma sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que não estejam funcionamento. .). AVOEM. mensagem de serviço.

4. cuja decolagem tenha sido de um aeródromo desprovido de órgão ATS. DLA. e c) Plano de Vôo Repetitivo (RPL). a saber: a) Plano de Vôo Completo (PVC). FPC). ERC. CHG ou CNL. b) Plano de Vôo Simplificado Vôo (PVS). pelo órgão ATS receptor de um plano AFIL.2 O local adequado para apresentação do Plano de Vôo (completo e simplificado). ROTAER. assim como os informes e previsões meteorológicas atualizadas. quando aplicável. existem três tipos de planos de vôo. Poderá ser designado outro setor credenciado.5 As mensagens de plano de vôo apresentadas e as mensagens de atualização correspondentes originadas pelo explorador. conforme legislação em vigor.1 Plano de Vôo é o documento específico que contém informações relacionadas ao o vôo planejado de uma aeronave ou parte do mesmo que são fornecidas aos órgãos que prestam serviços de tráfego aéreo. 11.4. . dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada.4 GENERALIDADES 11.116 MCA 53-1/2008 11. ARC.6 É compulsória a apresentação do Plano de Vôo: a) antes da partida de aeródromo provido de órgão ATS. 11. c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo controlado. ou d) sempre que se pretender voar através de fronteiras internacionais. para os casos das mensagens FPL. 11.4 Denomina-se plano AFIL é aquele Plano de Vôo apresentado por radiotelefonia a um órgão ATS. Em função das especificações contidas nesse Manual. 11. é a Sala AIS de aeródromo. 11. operador ou representante credenciado (Empresas Aéreas).4. tendo em vista a disponibilidade das informações aeronáuticas (AIP-BRASIL. AIPMAP.4.4. b) antes da partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo controlado (ATZ ou CTR).3 Os Planos de Vôo IFR e VFR e as mensagens de atualização correspondentes deverão ser originadas e endereçadas pela Sala AIS de aeródromo ou. deverão apenas ser endereçadas à Sala AIS do aeródromo de partida do vôo. NOTAM.4. Suplemento AIP.

12) e assinados somente por pilotos ou Despachante Operacional de Vôo (DOV). 11. nos casos de suspensão de operação para decolagem no aeródromo de partida do vôo. no ROTAER. o RCC deve ter condições de fornecer dados necessários do Plano de Vôo aos órgãos ATS envolvidos. antes do preenchimento e assinatura do plano de vôo. a partir da hora do restabelecimento das operações. c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo não controlado. . de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30). das condições pertinentes ao vôo previsto na AIP-BRASIL. que deve ser preenchido e assinado por pessoa credenciada pelo explorador. Esse prazo será considerado.8 O plano de vôo deve ser apresentado pelo menos a 45 (quarenta e cinco) minutos antes da hora estimada de calços fora (EOBT). as Salas AIS podem receber e encaminhar os planos de vôo e suas respectivas mensagens de atualização. ou NOTA: Nesse caso. e terá sua validade até 45 (quarenta e cinco) a partir da EOBT.10 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20). no aeródromo de partida do vôo.7 É dispensada a apresentação do Plano de Vôo para: a) vôo de aeronave em missão SAR. NOTA: Os pilotos e despachantes operacionais de vôo deverão ter ciência. 11. das condições meteorológicas (informes e previsões meteorológicas atualizadas) dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada. exceto o RPL.9 Os Planos de Vôo Completo e suas respectivas mensagens de atualização poderão ser apresentados pessoalmente em qualquer Sala AIS de aeródromo. não necessariamente naquela do aeródromo de partida. Durante o período de suspensão das operações. ou d) vôo que não cruzar fronteiras internacionais.4. do cálculo de combustível previsto para o vôo.4. dos horários de nascer e pôr-do-sol dos aeródromos envolvidos. 11.4. deverão ser apresentados.MCA 53-1/2008 117 11.4. nos NOTAM. com os seus respectivos CAMPOS. b) partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo não controlado.4. corretamente preenchidos (ver 11. bem como as regras e procedimentos previstos nas legislações pertinentes do DECEA.

quando em seus campos forem inseridos dados que atendam às instruções e/ou manuais vigentes publicados pelo DECEA. houve falha em relação ao cumprimento acima. com a tripulação envolvida e ou com órgão ATS pertinente. de 24 de agosto de 2010. de 24 de agosto de 2010. NOTA 2: Não deverão ser recebidos os planos de voo que constarem na lista de inadimplência fornecida pelo Setor de Tarifas da INFRAERO. deverá: a) envidar todos os esforços possíveis para resolver as falhas detectadas em coordenação.12 Ao receber um plano de vôo (PLN) ou uma mensagem de plano de vôo apresentado (FPL). 11.13 Independentemente do local de partida do vôo.4.4. 11. (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. O piloto deverá ser orientado a comparecer a esse Setor para regularização.118 MCA 53-1/2010 11. adotar os procedimentos previstos pela ICA 63-27 “Procedimentos dos Operadores AIS Relacionados ao DCERTA”.4. penalizar o vôo em questão devido aos erros que deveriam ter sido corrigidos quando da apresentação do correspondente PLN. considerando que. o operador deve solicitar ao apresentador que o corrija e somente receberá o plano de vôo após essa providência.11 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20). provavelmente.14 Quando uma Sala AIS receber um FPL referente a um vôo partindo do correspondente aeródromo. e . sempre que possível. de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30) deverão ser preenchidos com caneta azul ou preta.4. NOTA 3: Ao ser constatada alguma discrepância. com a Sala AIS que recebeu o PLN. a Sala AIS que receber o plano de vôo (PLN) é responsável por realizar a crítica inicial em relação ao preenchimento desse plano. Caso algum CAMPO esteja indevidamente preenchido. após consulta ao Sistema de Decolagem Certa.(NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. e sem rasura(s). 11. ou mensagem ATS. b) evitar. tal Sala AIS. o operador AIS deverá observar os prazos estabelecidos e verificar se os campos estão preenchidos corretamente. corretamente preenchida. NOTA 1: Entende-se como plano de vôo. perceber que há falha nessa mensagem ou se o ACC identificar essa falha e questioná-la. no máximo.

11. DLA. aguardando orientações quanto ao procedimento a ser seguido. a existência.20 O formulário de Plano de Vôo deve ser apresentado em duas vias: a primeira ficará na Sala AIS ou órgão ATS.4. dedicadas aos serviços aéreos privados e de táxi aéreo (CAMPO 8 . 11. compete ao operador AIS.21 A hora utilizada será UTC.15 Todo veículo ultraleve motorizado que evoluir fora do espaço aéreo condicionado previsto para esse vôo. deverá ser observado o procedimento previsto para SLOT ATC de oportunidade.18 No tocante às mensagens FPL.4. e a outra com o piloto em comando ou explorador da aeronave (segunda via . que deverá ser inserido no CAMPO 18 o número da respectiva autorização de vôo. no CAMPO 18. a discrepância observada ou dados que não atendam às exigências das legislações em vigor. o Plano de Vôo não deve ser recebido. pelos meios adequados. verificar. ou ao COpM da área ou diretamente ao CODA. devendo ser comunicando imediatamente o fato ao ACC da área. quando da apresentação do Plano de Vôo (Completo ou Simplificado). exceto quando a AVODAC for emitida pela SAC. 11.letras G ou N). a fim de possibilitar que tal fato seja analisado.MCA 53-1/2008 119 c) expedir.19 Os dados deverão ser inseridos no primeiro espaço e. deverá apresentar um Plano de Vôo (Completo ou Simplificado). Essas aeronaves devem possuir as marcas de nacionalidade e de matrícula “PU”. esses devem ser mantidos em branco. quando no recebimento do Plano de Vôo. quando houver espaços em excesso.4. 11. 11. 11.16 Ao receber um NOTAM relativo à declaração de aeroporto coordenado.opcional). Caso não exista o código. 11. CHG e CNL vindas do exterior.4.4. a Sala AIS deverá comunicar imediatamente à SAC local para providencias aduaneira. bem como as medidas pertinentes para a correção e prevenção implementadas. do código referente ao SLOT ATC alocado.22 As durações previstas de vôo devem ser preenchidas com 4 algarismos (horas e minutos). 11.4. seguindo sua formatação.4. .17 Orientar a tripulação de aeronave sujeita a AVOEM ou AVODAC.4. Na inexistência da autorização. o relato dessa ocorrência aos órgãos apropriados.

declarado no PLN inicial.1 CAMPO 7 . relativo à aeronave presidencial. onde foi modificado o ponto de destino (tornando-se novo aeródromo de destino). outro plano de vôo deverá ser confeccionado para o novo trecho. Esses indicativos foram atribuídos. 11. de acordo com as instruções abaixo. no máximo.IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Inserir a identificação da aeronave. as mensagens FPL.4.120 MCA 53-1/2010 11.24 Os Planos de Vôo. PP + 3 letras. notificado pelo piloto pessoalmente.4. através de uma informação de chegada contendo: identificação da aeronave e hora de pouso. Isto ocorrerá. PR + 3 letras ou PU + 3 letras).5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC) 11.4. com. com todos os CAMPOS do plano de vôo (CAMPOS 7 ao 19). modificar ou cancelar os referidos designadores: a) a marca de nacionalidade e de matrícula da aeronave (PT + 3 letras. O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo provido de órgão ATS dar-se-á com o pouso no aeródromo de destino. 11. 7 (sete) caracteres. por telefone ou radiotelefonia. ao se completar o tempo total previsto para o vôo. DLA. CHG e CNL deverão permanecer arquivados por um prazo de 3 (três) anos. deverá ser transmitido aos indicadores de destinatários previstos. a qual será utilizada para compor o indicativo de chamada nos procedimentos de radiotelefonia durante o vôo. sendo necessária a apresentação de um novo PLN. Quando. automaticamente. . 11.25 O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo desprovido de órgão ATS ocorrerá. e necessite prosseguir esse vôo.23 O espaço sombreado que precede o CAMPO 3 é para o uso exclusivo da Sala AIS ou do órgão ATS receptor de um plano AFIL. baseados em legislação específica sobre o assunto.26 O FPL. excetuando-se dessa obrigatoriedade o caso de pouso em aeródromo provido de TWR. o pouso for realizado em aeródromo que não o de destino. por qualquer razão. As marcas PPZAA até PPZZZ e PTZAA até PTZZZ são reservadas para as aeronaves em desenvolvimento. houve uma mudança intencional no plano de vôo em vigor (CPL). tendo em vista que ao efetuar esse pouso. 11.5. sendo a D-CCO do DECEA órgão competente para atribuir.4.

8. b) e c) anteriores no CAMPO 7. MAR01. e f) quando o indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia for diferente de uma das formas apresentadas anteriormente. e no CAMPO 18. Excetuam-se dessa regra. Exemplo: -PTAIS N485JL b) as empresas de transporte aéreo regular realizando vôo de HOTRAN colocarão o designador telefônico previsto de três letras da empresa seguido do número do vôo com 4 algarismos (ver 11. ALBATROZ.6).2.5. BRS01. o piloto deverá inserir a marca de matrícula da aeronave de acordo com as letras a). ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO MARINHA DO MAR + 4 algarismos ou MBR + 4algarismos BRASIL EXÉRCITO BRASILEIRO FORÇA AÉREA BRASILEIRA EBR + 4algarismos ou EXB + 4algarismos FAB + 4algarismos ou BRS + 4algarismos ESPAÇO AÉREO ESTRANGEIRO MBR + 4algarismos EXB + 4algarismos BRS + 4algarismos d) no caso de aeronave presidencial.1. construídas por amador e aeronaves experimentais. as codificações de aeronaves militares (GORDO. o registro será da identificação da aeronave líder da esquadrilha. etc. . PT01).3). Esse procedimento somente poderá ser usado. a expressão RMK/ seguido do indicativo de chamada a ser utilizado (ver 11.MCA 53-1/2008 121 em processo de homologação. e a marca PU aos veículos ultraleves motorizados. desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA.8. em conformidade com a Circular de Informação Aeronáutica especifica sobre o assunto.) e as aeronaves envolvidas em operações aéreas de segurança pública e/ou de defesa civil.5. Exemplos: -TAM8770 VRG2252 ONE6223 c) o designador oficial de matrícula das aeronaves das forças armadas brasileiras. e) no caso do vôo em formação. substituir os 4 algarismos pela expressão “01” (exemplo: FAB01.

para aeronaves militares. CAMPO 8 .5.5.5. b) V .3 No caso de utilização de Y ou Z.2. b) N .2. ou e) X .1 Regras de vôo (1 caractere) 11.5.se VFR c) Y . no CAMPO 15.se IFR primeiro d) Z .para aeronaves da aviação geral (ver ICA 102-8 GRUPO II).5.para aeronaves de transporte aéreo não regular (ver ICA 102-8 GRUPO II).1 Inserir uma das seguintes letras para indicar a regra de vôo que o piloto se propõe a observar: a) I .Z N0190F130 N0190F085 W47 LON/N0190F095 VFR W26 CTB/N0190F080 IFR W48 DCT PAF170080/N190F080 IFR DCT PAF/N0190F65 VFR W1 11. o(s) ponto(s) de mudança(s) de regra(s) de vôo. d) M . o piloto deve inserir.se VFR primeiro Exemplo: -Y 11.2.se IFR.para aeronaves de categoria distinta das indicadas. Exemplo: -IM .2.1. 11.2.para aeronaves de transporte aéreo regular (ver ICA 102-8 GRUPO I).122 MCA 53-1/2010 11.REGRAS E TIPO DE VÔO Deve-se observar o seguinte: 11.Y CAMPO 8 . observando o disposto no CAMPO 15. deverá ser inserida a letra referente ao primeiro trecho.1.1. c) G .2 Para os casos que o piloto desejar registrar sua rota com mais de uma regra de vôo.5.2 CAMPO 8 .2 Tipo de vôo (1 caractere) Inserir uma das seguintes letras para indicar o tipo de vôo nacional ou estrangeiro: a) S .

8. e c) L . incluindo a aeronave líder da esquadrilha.1. Exemplo: Aeronaves FAB2231 FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 realizarão um vôo em formação e a primeira é a aeronave líder (ver 11.3 Categoria da esteira de turbulência (1 caractere) 11.5.5.000kg e superior a 7.MCA 53-1/2008 123 11. precedido de TYP/ (ver 11. 136. Esse designador consta no MCA 100-11.5. indicar o tipo da aeronave no CAMPO 18.5.5 CAMPO 18 .3e 11.000kg ou menos.8.3. CAMPO 7 .1.3.3.1.PESADA. inferior a 136. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado. 7.5.2 Tipo de aeronave (2 a 4 caracteres) Inserir o designador apropriado da aeronave.7). quando não houver designador estabelecido.5.3.1 Número de aeronaves (1 ou 2 caracteres) Inserir a quantidade de aeronaves quando se tratar de vôo em formação. Quando for registrado ZZZZ. ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo. Exemplo: E120 11.NÚMERO E TIPO DE AERONAVES E CATEGORIA DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA 11.LEVE. O vôo em formação de aeronaves civis somente será realizado quando autorizado por órgão competente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).FAB2231 CAMPO 9 .000kg.8.3 CAMPO 9 . para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.3. Exemplo: /M .7).5.REG/FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 11.5. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.1 Inserir a esteira de turbulência usando a codificação abaixo: a) H .MÉDIA. b) M . ou ZZZZ.000kg ou mais.

11.124 MCA 53-1/2008 11.4.se a aeronave dispuser de equipamentos normais de radiocomunicações. VOR (O) e ILS (L). NOTA: São considerados equipamentos normais à combinação dos equipamentos/letras: VHF-RTF (V).VOR R .2 Inserir. ADF (F).4 CAMPO 10 – EQUIPAMENTO 11.TACAN U .4. de auxílio à navegação e à aproximação disponíveis e que funcionam: C – LORAN C D – DME F – ADF G – GNSS (GPS) H – HF RTF (ver NOTA 6) I – INERCIAL J – DATA LINK (ver NOTA 7) L – ILS Exemplo: .OUTROS (ver NOTA 1) . por radiotelefonia. ou b) S .5.1 Inserir. até o momento da decolagem. em complemento ou substituição ao previsto em a) “S”.UHF RTF V . 11.5. de auxílio à navegação e à aproximação. uma ou mais das seguintes letras. de auxílios à navegação e à aproximação.2 No caso de vôo em formação que compreenda aeronaves com categoria de esteira de turbulência diferentes. Assim. o Piloto deverá registrar a da aeronave líder e. uma das seguintes letras. quando necessário. para indicar os equipamentos de radiocomunicações. exigidos para a rota considerada ou se esses não funcionarem.RNAV/RNP (ver NOTA 2) T . de auxílios à navegação e à aproximação: a) N .SDGI O . no lado esquerdo do CAMPO. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha.VHF RTF (ver NOTA 4) Y .RVSM (ver NOTA 5) Z .se a aeronave não dispuser de equipamento de radiocomunicações.33 Khz (ver NOTA 3) W . informar ao órgão ATS local. inserindo a letra “S” entendese que existe na aeronave a combinação dos equipamentos listados anteriormente.3.5. e esses funcionarem. exigidos para a rota considerada. para indicar os equipamentos de radiocomunicações.5.VHF 8.3.

conforme o caso (ver 11. indicando assim que está disponível e em serviço o GPS (ver 11.33kHz. no CAMPO 18.9. respectivamente). deverá ser incluído a letra R. NOTA 2: Toda vez que constar no CAMPO 15 ROTA um dos designadores de aerovias: UZ. UN. O espaço aéreo RVSM compreende todos os níveis de voo entre o FL290/FL410 inclusive.1.(NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP.5.5.6). UL. UQ.8.5.1.5. juntamente com a letra “G”. NOTA 4: Voos realizados nas classes de espaço aéreo ATS de ALFA/GOLF. em todas as FIR nacionais e o corredor EUR/SAM (ver 11.8. quando o voo for realizado no espaço aéreo abrangido pelas FIR Recife.8. toda vez que for realizado voo em espaço aéreo fora de cobertura VHF.1.8.5. UM. Atlântico. NOTA 6: A inclusão da letra H será compulsória.8. A letra R também deverá ser inserida: para indicar que a aeronave é certificada RNP10. essencial para o voo no continente Europeu acima do FL245. Dacar Oceânica e Sal Oceânica entre o FL290/FL410. .1. Canárias.4. para voos VFR.6).4 e 11. e pelo espaço aéreo da AORRA.3. UP. é requerido equipamento radiocomunicação em funcionamento. NOTA 5: Aeronaves aprovadas para realizarem voos sobre área com Separação Vertical Mínima Reduzida (RVSM). NOTA 7: Para indicar a disponibilidade de uma aeronave com função ADS em serviço.8 e 11.5. indicando que a aeronave deve possuir os equipamentos previstos para os seguimentos de rota RNAV envolvidos (DOPPLER ou INERCIAL ou GPS).1.15). o tipo de equipamento precedido de COM/ e/ou NAV/. (ver 11.5. (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico) excetuando-se os casos especiais previstos na AIP-BRASIL -ENR 3. UT ou UY. NOTA 3: A inclusão da letra Y indica que a aeronave está equipada com rádios VHF-COM capazes de sintonizar canais com espaçamento de 8. para voos IFR. deve ser especificado.MCA 53-1/2009 125 NOTA 1: Se for utilizada a letra Z. e BRAVO/DELTA. de 27 de abril de 2009.

“E” e no “G” acima do FL100.4.5.transponder Modo S. com altitude de pressão (letras P ou S) em funcionamento. sem a identificação da ACFT e altitude de pressão.4096 códigos). d) X . 11.3. registrando o fato no Livro de Registro de Ocorrência.8.5.15). “C”.5.5. poderá ser concedida. f) I .4 Introduzir. para indicar que a aeronave possui o equipamento de Vigilância Dependente Automática (ADS) em serviço (ver 11. deverão possuir a bordo o equipamento transponder com 4096 códigos Modos A e C (letra C) em funcionamento ou o equipamento transponder Modo S.2 NOTA 7 e 11.transponder Modo S.1 Inserir.3.4.5. Estando dentro de uma CTR classificada como “C” ou “D”.transponder Modo S.transponder Modo A (4 dígitos . desde que o órgão ATC local autorize em conformidade à CIRTRAF 100-23.4. ou g) S .transponder Modo S.126 MCA 53-1/2008 11.3 A utilização dos espaços aéreos citados acima. desde que não pretenda evoluir nos espaços aéreos controlados e chegue na FIR através das Rotas Especiais para Aeronave Sem Transponder (REAST) existentes. com a altitude de pressão e a identificação da ACFT.4096 códigos) e Modo C.2 Sempre que as aeronaves pretenderem evoluir nos espaços aéreos ATS classes “A”. Exemplos: -SDGI/C -SDGIRWZ/S 11. após coordenação e aprovação do órgão ATC local. . quando aplicável.3.4.5.3. O operador AIS somente receberá o Plano de Vôo dos casos citados nesse item.3 Equipamentos SSR e de vigilância – Função ADS (1 ou 2 caracteres) 11. c) C . com a altitude de pressão.4. 11. por aeronaves com o equipamento inoperante ou ausente. e) P . uma aeronave poderá ser autorizada a decolar com o equipamento inoperante ou ausente. usando uma das letras seguintes para indicar o tipo de equipamento (SSR) instalado na aeronave em funcionamento: a) N – nenhum.4. porém sem a altitude de pressão. no lado direito do CAMPO junto ao equipamento SSR. no lado direito do CAMPO.transponder Modo A (4 dígitos . b) A . “B”. a letra “D”. com a identificação da ACFT.5. “D”.1. porém sem a identificação da ACFT.

5. Exemplos: -1215 -0000 11. deverá ser inserido os algarismos “0000”. Exemplo: -K0650 b) Nós: a letra N.5.3 O aeródromo de partida poderá também ser designado como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA ou como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO de um vôo.5.5.MCA 53-1/2008 127 Exemplos: -SDGJ/CD -SDGIJRWZ/SD 11. ou a hora real de decolagem. ou inserir ZZZZ. para o caso do AFIL.1. precedido de DEP/.1. NÍVEL DE CRUZEIRO E ROTA) 11. 11. ( ver 11. Exemplos: -SBSJ -ZZZZ NOTA: O aeródromo de partida deverá ser registrado ou homologado para operação pretendida (VFR diurna. em função de: a) quilômetros por hora: a letra K seguida de 4 algarismos. que é a velocidade equivalente corrigida para os erros de densidade (pressão e temperatura).1 Velocidade de Cruzeiro (Máximo 5 Caracteres) 11.10). se não houver indicador de localidade.5 CAMPO 13 .5. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18. seguida de 4 algarismos. como por exemplo: do sítio de vôo.2 Hora (4 caracteres) Inserir a hora estimada de calços fora (EOBT). VFR noturna. IFR diurna e IFR noturna).AERÓDROMO DE PARTIDA E HORA 11. .6 CAMPO 15 . para o Plano de Vôo apresentado antes da partida.5.1 Inserir a velocidade verdadeira (velocidade aerodinâmica) de cruzeiro.5. Tendo que registrar uma EOBT à meia-noite.5.6.ROTA (VELOCIDADE DE CRUZEIRO.6.8. para a primeira parte ou a totalidade do vôo. 11.5.5.5.1 Aeródromo de partida (4 caracteres) Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de partida.

arredondado aos centésimos mais próximos.6. (ver 11.CAMPO 15 VFR e CAMPO 18 RMK/500FT AGL 11.8. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo. incluindo as projeções dos seus limites laterais ou.5. na inexistência desses espaços aéreos.5. Exemplo: -M082 (para o Mach 0.2 Nível de Cruzeiro (Máximo 4 Caracteres) 11. somente deverá ocorrer quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ. b) ALTITUDE: a letra A + 3 algarismos. altitude ou nível de vôo) que devem ser observados em obediência às instruções previstas são os constantes na tabela de níveis de cruzeiro prevista.1.2.2 Sempre que a velocidade verdadeira.5. 11. Quando um vôo não for conduzido conforme a tabela de níveis de cruzeiro (nível ou altitude).3 O preenchimento desse CAMPO com uma altitude de cruzeiro.2 O Campo Nível de Cruzeiro somente deve ser preenchido com níveis ou altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro.6.6. TMA. no momento em que estiver igual ou abaixo da Altitude . e c) VFR: quando o vôo NÃO tiver sido planejado para ser conduzido em um nível/altitude de cruzeiro VFR.82) 11.1 Os Níveis de Cruzeiro (altura.2. CTR. Exemplos: Nível de vôo .5.6.5. variar ou se espere que varie em 5% a mais ou a menos em relação à declarada no plano de vôo. podendo ser especificado no CAMPO 18 como RMK a intenção do Cmt. 11. seguida de 3 algarismos. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo.128 MCA 53-1/2008 Exemplo: -N0350 c) Número Mach: a letra M.5.2.6. a expressão VFR deverá ser inserida.2. em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida.13). Deve-se observar o seguinte: a) NÍVEL DE VÔO: a letra F + 3 algarismos. em nível de cruzeiro.F065 F110 F370 Altitude . tal modificação deverá ser notificada nesse formulário.A050 A035 VFR .

deverá ser registrada VFR e no CAMPO 18. assim. Vale ressaltar que o piloto. o rumo magnético é 172º e a regra de vôo é VFR.1 Introduzir: a) o designador da rota ATS (aerovia) se os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia).MCA 53-1/2008 129 de Transição (TA) definida.5.fora de rota ATS) quando os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo NÃO estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia). .5. as seguintes ALTITUDES estarão disponíveis para esse vôo: A035 e A055. 11. deve ter ciência das alturas mínimas regulamentares para cada tipo de vôo (avião. ALTITUDE DE CRUZEIRO RUMO MAGNÉTICO RUMO MAGNÉTICO 000º/179º 180º/359º VFR IFR VFR IFR 035 030 020 055 050 045 040 075 070 065 060 095 090 085 080 115 110 105 100 135 130 125 120 145 140 Exemplo: Sabendo-se que a TA de SBBH é 6000FT.13).6.3 Rota (Incluindo Mudanças de Velocidade. como RMK. prosseguir DCT para um aeródromo não situado em aerovia.3. Registra-se. helicóptero. Nível e/ ou Regras de Vôo) 11. veículo ultraleve motorizado. a intenção do piloto (ver 11.2. as altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro (ver tabela abaixo).6.5.5. Qualquer solicitação do piloto diferente.3. 11. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo.8. ao planejar seu vôo. e vice-versa. seguido de um espaço. ou b) DCT (direto . abaixo de 6000FT.6.2 Poderá ser registrada uma rota que se inicie em aeródromo situado em aerovia. e a partir de um ponto significativo. etc).

etc) em relação a uma rota ATS (aerovia). Excetua-se desse procedimento.5. prolongamento.5 Os vôos.6.5. 11.3.3. será desnecessário registrar a mesma rota ATS após o ponto especificado. quando ocorrer mudança de rota ATS ou mudança de aerovia inferior para superior ou vice-versa. mesmo que efetuado sob o eixo dessa rota ATS. na medida do possível.3 Um vôo realizado abaixo do nível mínimo de uma rota ATS especificada.3. seguirão ao longo do eixo definido dessa rota. rota ou regra de vôo. ao nível ou de ambos num ponto significativo. 11. deverá ser considerado DCT.5.8 Convenções Usadas na Composição de uma Rota Exemplos: -N0470F350 -N0230F230 -N0200F080 -M083F410 -N0160F075 -N0210F260 UW4 W10 LAP W42 G677 MSS DCT DCT DCT 1845S05240W DCT DCT LJS313030 UA318 . 11.3. ou em FIR. fixos compulsório.6. incluindo cada ponto onde haverá mudança de velocidade.5.6. nível. quando aplicável. seguirão diretamente entre os auxílios à navegação e/ou os pontos que definam essa rota.6.6 Existindo alguma dúvida (nível mínimo.4 Para vôos fora de rota ATS devem ser inseridos os pontos que não estejam separados por mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou por 200MN (370 km).3. numa ERC ou ARC.130 MCA 53-1/2008 11.5.6. deve-se consultar a AIP-BRASIL parte ENR para esclarecimentos. Exemplos: -N0470F350 UW4 POMON/N0470F310 -N0300F230 W10 C/LAP/N0300F230F250 UW10 11. 11.5. e não existir modificação na rota ATS selecionada. quando se efetuarem em uma rota ATS estabelecida.3.7 Ocorrendo uma alteração referente à velocidade.6.

3 Para mudança de regras de voo (IFR para VFR ou vice-versa). c) APAFE. 11. Exemplos (respectivos): a) FLZ (VOR Fortaleza).5. b) NDB. c) ponto de notificação compulsório ou a pedido.5. Exemplos: a) DTC FLZ270100 DCT. é compulsório. e d) G677 FLZ162111 W46.6.6. e e) marcação e distância relativa a um auxílio-rádio à navegação.MCA 53-1/2009 131 11. e e) FLZ161110 (Ponto situado na radial 161 e à distância de 110NM do VOR FLZ). os pontos significativos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS.4. de 27 de abril de 2009.4.6. antes de um ponto significativo.2 Portanto.6.5. b) G677 MSS DCT MSS200080F045 VFR DCT. assim definido: a) VOR. existir o registro de um designador de rota ATS ou DCT. b) FLZ (NDB Fortaleza). d) coordenadas geográficas.4.5. c) W10 C/REC/N0200F060F080 G677 (NR) – Portaria DECEA Nº 19 /SDOP.4 Ponto Significativo (2 a 11 Caracteres) 11.1 É o designador codificado atribuído a um ponto. . d) 0556S04305W ou 03S032W. 11.

d) XINGU/N0270F090.5.6 Mudança de Regra de Vôo (Máximo 3 Caracteres) 11. expressado exatamente conforme os itens anteriores. seguidos de um espaço. Exemplos: a) BHZ/N0270F080. c) DCT PAF/N0180F080 IFR W8.5. mesmo quando só se mude um desses dados.6. da velocidade de cruzeiro e do nível/altitude de cruzeiro. NOTA: Para mudança de regras de vôo (IFR para VFR ou vice-versa).6.6.5. sem espaços entre eles.1 Introduzir o ponto significativo no qual está previsto mudar de velocidade e/ou mudar de nível/altitude. b) DCT LON171040/N0210F075 VFR DCT.2 A velocidade de cruzeiro deverá ser registrada. em 5% da velocidade aerodinâmica (velocidade verdadeira) ou 0. c) 1128S05402W/N0230F130. e uma das indicações: VFR (quando de IFR para VFR) e IFR (quando de VFR para IFR). e d) DCT MCO360070/N0180F060 IFR DCT PAF W8. 11.6.5.5.6.5. os pontos significativos escolhidos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS.132 MCA 53-1/2008 11. Exemplos: a) W26 JAVAN/N0210F075 VFR DCT. quando variar ou se espere que varie.6. Essa indicação é compulsória na confecção do CAMPO 15 ROTA.5.5 Mudança de Velocidade ou de Nível (Máximo 21 Caracteres) 11. em relação à declarada no CAMPO 15 Velocidade de Cruzeiro. b) ATF143090/N0230F110.61kt) ou mais.1 Introduzir o ponto significativo (ponto de notificação compulsória) escolhido no qual está previsto mudar de regra de vôo. . 11.01 Mach (6. e e) LST/N0160A045. seguido de uma barra oblíqua.

se atender as seguintes condições: a) o tempo de vôo do ponto de mudança de regra de vôo até o aeródromo de destino for igual ou inferior ao desse ponto de mudança até o aeródromo de alternativa em rota.6.MCA 53-1/2008 133 11. NOTA 2: O nível de cruzeiro citado na NOTA 1 será determinado em função do rumo magnético da rota. poderá prosseguir para o aeródromo de destino. o órgão ATS considerará que o piloto prosseguirá para o aeródromo de alternativa em rota (IFR). Exemplos: RALT/ F090 W26 SBCT RALT/ F090 DCT SBCT NOTA 1: O nível de cruzeiro e a rota que serão acrescentados no RALT deverão ser determinados a partir do ponto significativo até o aeródromo de alternativa em rota homologado IFR. caso o vôo esteja sob VMC e o piloto cuidando de sua própria separação. e c) CAMPO 18: Registrar como RALT (indicador de localidade de aeródromo de alternativa em rota) o nível de cruzeiro.5.2 Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. podendo haver discrepância entre esse e o declarado para a primeira parte do vôo. escolhido para tal situação.5.6. 11.3 Ocorrendo falha de comunicação até o ponto de notificação previsto para a mudança de regra de vôo.6. b) CAMPO 16: Registrar pelo menos um aeródromo de alternativa homologado IFR. a rota e o indicador de localidade do aeródromo previsto no CAMPO 16. os seguintes procedimentos deverão ser observados: a) CAMPO 15: Registrar a rota normal do vôo. . e b) a hora de pouso seja informada a um órgão ATS por qualquer meio de comunicação.6. até 30 (trinta) minutos além da EET. contudo. NOTA: Esse procedimento visa evitar que o RCC seja acionado. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral até o ponto significativo previsto para mudança de regra de vôo.

com regra de vôo IFR (FL090). tendo em vista a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST ser menor que entre PAF092100 e SBMO. poderá prosseguir para o aeródromo de destino (AD DEST). direto até SBMO (RALT). a aeronave. estando sob condições meteorológicas de vôo visual (VMC) e o piloto cuidando de sua própria separação. Caso o piloto desejasse ou a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST fosse maior que entre PAF092100 e SBMO.134 MCA 53-1/2008 Exemplo: Ponto PAF092100 VÔO “Y” TRECHO PAULO AFONSO/GARANHUS. a aeronave deveria prosseguir a partir do ponto significativo (PAF092100). Existindo falha de comunicação bilateral até o ponto significativo escolhido (ponto situado na radial 092º à distância de 100NM do VOR Paulo Afonso). Deve-se observar que. COM RALT EM MACEIÓ: CAMPO 15: N0200F090 W10 PAF092100/N0180F055 VFR DCT CAMPO 16: SNGN0050 SNRU SBMO CAMPO 18: RALT/F090 DCT SBMO Descrição: O vôo será realizado conforme o CAMPO 15. devendo o piloto informar o seu pouso a um órgão ATS. caso o nível de cruzeiro IFR . conforme estabelecido no CAMPO 18.

5. e -N0440F300 DCT C/0548S05506W/N0485F300F340 DCT. Exemplos: -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060F080 W10. ou inserir ZZZZ.1. por exemplo: do sítio de vôo. dos dois níveis que definem a camada a ser ocupada durante a subida em cruzeiro. -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060PLUS W10. seguido da duração prevista de vôo.7.1 Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de destino.7 CAMPO 16 . VFR noturna. se não houver indicador de localidade como. da velocidade a ser mantida durante a subida em cruzeiro. sem espaços entre eles. 11.6. ou.6.1. IFR diurna e IFR noturna).1 Aeródromo de destino e duração total prevista de vôo (8 caracteres) 11.1.MCA 53-1/2008 135 (FL090) escolhido para esse trecho (entre PAF092100 e SBMO) fosse inferior ao nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR (FIR-Recife FL080). No caso do vôo VFR. do ponto no qual está previsto iniciar a subida em cruzeiro. para chegar ao aeródromo de destino.5. também seria necessário inserir a expressão RMK/JÁ VOADO VMC.11). de outra barra oblíqua.5.5. . tempo estimado. Exemplos: -SBCT0100 -ZZZZ0030 NOTA: Os aeródromos de destino e alternativa deverão ser registrados ou homologados para operação pretendida (VFR diurna. seguido da duração total prevista de vôo.AERÓDROMO DE DESTINO E DURAÇÃO TOTAL PREVISTA DE VÔO E AERÓDROMO(S) DE ALTERNATIVA 11. para chegar à vertical de tal aeródromo. ou do nível a partir do qual está planejada a subida em cruzeiro. 11.5. seguido das letras PLUS.5.8. a partir da decolagem.7.7.2 O tempo estimado para o vôo IFR é a partir da decolagem para chegar sobre o auxílio à navegação no qual se iniciará uma IAC. se não existir um auxílio no aeródromo de destino. 11.4 Subida em Cruzeiro (Máximo 27 Caracteres) Introduzir a letra C seguida de uma barra oblíqua. precedido de DEST/ (ver 11. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18.

um aeródromo de alternativa em rota (RALT) homologado IFR.2. fica dispensada a exigência do preenchimento desse CAMPO. ou 2o) AD ALTN – SNRU SBMO (o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota).136 MCA 53-1/2008 11.2 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO (CAMPO 16) . da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18. NOTA 4: Vôo IFR de helicóptero realizado entre um aeródromo/heliponto situado no continente continente. pelo menos.aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir. indicando por exemplo: o nome do sítio de vôo. NOTA 2: Tratando-se de vôo VFR de helicóptero.1 Inserir o(s) indicador (es) de localidade(s) do(s) aeródromo(s) /heliponto(s) de ALTERNATIVA DE DESTINO e/ou de ALTERNATIVA EM ROTA. o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota). precedido de ALTN/ (ver 11.1.5.5. 11. um aeródromo de alternativa deve ser indicado.5.2 Aeródromo (s) de alternativa (4 ou 8 caracteres) 11.12). o aeródromo/heliponto de alternativa escolhido deverá ser obrigatoriamente no .7. NOTA 3: É obrigatório o preenchimento desse CAMPO com. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. e um heliponto localizado em plataforma marítima.5. quando for impossível ou desaconselhável pousar no aeródromo de destino previsto.7. NOTA 1: Pelo menos. Exemplos: 1o) AD ALTN – SBMO (servirá como aeródromo de alternativa em rota e também como aeródromo de alternativa de destino).7.8. ou 3o) AD ALTN – SBAR SBMO (caso o piloto tenha escolhido SBMO como RALT. ou inserir ZZZZ. se não houver indicador de localidade.2.

8. SBQV SNXX.1. logo após a decolagem. caso não seja possível utilizar o aeródromo de saída. 11.3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA (CAMPOS 16 e 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar.7. for previsto que. normalmente situado mais distante do que o constante no CAMPO 16 (AD DEST) do plano de vôo. incluindo o(s) indicador(es) de localidade(s) da(s) FIR adjacente(s) que será(ão) sobrevoada(s).5. dependendo da autonomia e sujeito à renovação da autorização em vôo.1 EET/ Duração total prevista do vôo desde o aeródromo de partida até o limite de uma FIR.5. SNXX.5.5. se for necessário. Exemplos: SBLO. A forma de registro será a rota que conduzirá a aeronave desde o AD DEST do plano de vôo até o novo destino.4 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA PÓS DECOLAGEM (CAMPO 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar. caso ocorram condições anormais ou de emergência em rota. seguido do indicador de localidade de 4 letras do tal aeródromo.8. Poderá ser utilizada também.OUTROS DADOS 11. 11.MCA 53-1/2008 137 11.7. O propósito dessa disposição é possibilitar a renovação da autorização para um novo aeródromo de destino. SBLO SBCT.2. poderá ser tomada a decisão de seguir para outro aeródromo de destino. RIF/G677 SBNT .2 RIF/ Renovação da autorização em vôo poderá ser utilizado quando. EET/SBBS0100 EET/SBRE0155 SVD0245 REC0330 EET/SBBS0125 SBCW0230 11.5. consistindo cada elemento de um indicador (3 ou 4 letras e uma barra oblíqua) seguido de texto codificado ou em linguagem clara para completar a informação. SWXX SWYY.5.8 CAMPO 18 .2. antes da partida. Esses dados auxiliam o Especialista AIS no endereçamento do PLN. 11. para estimar a duração total prevista do vôo sobre pontos significativos. devendo ser notificado ao órgão ATC apropriado.8.1 Um ou vários elementos separados por espaço. mediante a inclusão no plano de vôo da informação relativa à rota modificada e ao novo aeródromo de destino. no tocante aos vôos com menos de vinte minutos dos limites entre duas FIR e o vôo envolver essas FIR.1.

5 OPR/ Nome do explorador ou proprietário (pare aeronaves civis) ou sigla da Unidade Aérea (para aeronaves militares) a qual pertence à aeronave se não estiver evidente na identificação registrada no CAMPO 7.ONE.6 STS/ Solicitação antes da partida de tratamento especial por parte dos órgãos ATS.1.5.4 SEL/ Código do sistema de chamada seletiva (SELCAL).3 REG/ Marcas de nacionalidade e de matrícula da aeronave. O SELCAL deve ser utilizado nas estações que estiverem devidamente equipadas para fazer chamadas seletivas de terra para ar nos canais de rota HF e VHF. VRG. 11.1. REG/PPVML REG/FAB2116 REG/FAB2330 FAB2331 FAB2332 FAB2333 (1) REG/PTKRC PTLDQ (1) NOTA: Registro das demais aeronaves no caso de vôo em formação. aquelas constantes no HOTRAN (TAM.1. dando sinais repetidos de luzes. o piloto deve incluir o referido código no plano de vôo e pode manter a escuta convencional. com transmissão em aproximadamente dois segundos.138 MCA 53-1/2008 11. Os tons são gerados no codificador da estação aeronáutica e recebidos em um decodificador conectado na saída de áudio do receptor de bordo. (ver CAMPO 7 e CAMPO 9) 11. Nas aeronaves equipadas com SELCAL.). STS/MMI STS/TREN Missão de Misericórdia Transporte de Enfermo .8. sonoros ou de ambos. O sistema de chamada do posto de pilotagem dispara ao receber o tom codificado SELCAL. é a chamada radiotelefônica às aeronaves pela transmissão de tons codificados pelos canais radiotelefônicos. GLO.1. por exemplo.5.8.8. se diferente da identificação registrada no CAMPO 7.etc.5. SEL/FKLM NOTA: O sistema SELCAL satisfaz os requisitos de manutenção de escuta. A chamada seletiva consiste na combinação de quatro tons de áudio previamente selecionado. se for necessário.8.5. OPR/DAIS TÁXI AÉREO LTDA OPR/LEBLON S/A OPR/ETA6 11.

Aeronave em operação especial de Segurança Pública.3 Para que seja configurada uma MMI. manutenção ou de primeira STS/NONRVSM entrega (concessões especiais) que não seja aprovada RVSM. 11. humanitário ou misericórdia. com intenção de ingressar no espaço aéreo RNP10 ou vôo de aeronave de estado.8. STS/NONRNP10 Operadores de aeronaves não certificados RNP10 (concessões especiais). Caso seja implementado o Plano de Contingência nas FIR-brasileiras.6. com intenção de ingressar no espaço aéreo RVSM. em princípio.8.8.MCA 53-1/2008 139 STS/OSAR STS/INSV STS/TROV Operação de Busca e Salvamento (SAR) Inspeção em Vôo Transporte de Órgãos Vitais Vôo de aeronave de estado.1. manutenção ou de primeira entrega que não aprovada RNP10 para operação dentro do espaço aéreo AORRA (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico). sempre será utilizada por aeronaves militares.1 Registra-se STS. somente serão autorizadas a voar.6. mas que tenha recebido concessão de dispensa do requisito de uso . no espaço aéreo RVSM.6. Aeronave sem o VHF COM com capacidade de sintonizar canais de espaçamento de 8. humanitário.1.5. aquelas aeronaves aprovadas RVSM.5. STS/DEFEC Aeronave em operação especial de Defesa Civil.5. As TROV (Transporte de Órgãos Vitais ou Destinados a Transportar) poderão ser utilizadas por qualquer aeronave. 11. inserindo o nível de vôo pretendido no CAMPO 15. 11. quando os pilotos desejarem obter dos órgãos ATS prioridade para pouso e decolagem na realização de seu vôo.33kHz. essa deverá ser coordenada pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento (RCC) sob jurisdição da área. As aeronaves civis utilizarão a codificação TREN (Transporte de Enfermo ou Destinado a Transportar Enfermo ou Ferido Grave).2 As MMI (Missão de Misericórdia) e INSV (Inspeção em Vôo) sempre serão realizadas por aeronaves militares. A codificação OSAR (Operação de Busca e Salvamento).1. STS/SEGP STS/EXM833 mandatário.

se registrado ZZZZ no CAMPO 9.9 NAV/Equipamento de navegação adicional.1. se introduzido a letra Z no CAMPO 10. do heliponto.1.5. ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 13.7 TYP/ Tipo(s) de aeronave(s) precedido(s).8. ou. Exemplo: COM/HF SSB 11. Exemplo: TYP/4F5 6F103 TYP/EMB123 11. do sítio de vôo. Exemplo: NAV/DOPPLER 11.5. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional.1.8.10 DEP/Nome por extenso do aeródromo.8.8 COM/Equipamento de radiocomunicações adicionais quando introduzido a letra Z no CAMPO 10. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16. Exemplo 2: DEST/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ . da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional. do sítio de vôo.1.8.5.140 MCA 53-1/2010 11. caso necessário.8.1. do heliponto. do número de aeronaves.5. quando não houver designador estabelecido. Outra forma também é a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (para heliponto com autorização especial de operação). em virtude de sua utilização possuir condições especiais.5. Exemplo 1: DEST/Fazenda Marabá HELIPONTO1552S04748W NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto onde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso. Exemplo 1: DEP/Fazenda Marabá Exemplo 2: DEP/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ 11.11 DEST/Nome por extenso do aeródromo.

Exemplo 2: RALT/F090 DCT SBQV (2). em virtude de sua utilização possuir condições especiais.MCA 53-1/2010 141 11. .5.8. NOTA: É facultativa a inserção desse exemplo para qualquer tipo de vôo.8. Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto aonde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso.MUDANÇA DE REGRA DE VÔO) 11. Exemplo 1: RALT/SBSN (1). (ver CAMPO 15 . do heliponto. Exemplo 3: ALTN/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ. Exemplo 1: ALTN/Fazenda Marabá. Exemplo 2: HELIPONTO1552S04748W.13 RALT/Nome do aeródromo(s) de alternativa em rota (1). indicar o nível de vôo e a rota para o aeródromo de alternativa IFR (2). da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional por extenso da última decolagem.1.1. do heliponto. do sítio de vôo. 11.1. do sítio de vôo.8.14 FROM/Indicador de localidade de 4 letras ou nome por extenso do aeródromo.12 ALTN/Nome por extenso do aeródromo. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional ou a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (heliponto com autorização especial de operação).5.5.

enlace de dados VHF. 11. NOTA 1: Esse procedimento não deverá ser aplicado para as aeronaves militares brasileiras. RMK/ÓRGÃO ATS e/ou NDB/VOR e/ou AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM IFR DIURNO RMK/RDO e NDB AD CFM. NOTA 2: Excepcionalmente. seguido de uma ou mais letras (S – enlace de dados via satélite. M .1 Confirmação do acerto prévio. poderá ser inserido o aeródromo/heliponto de partida. necessariamente. quanto à disponibilidade dos órgãos ATS. dos auxílios à navegação aérea ou dos auxílios luminosos que implica. caso o piloto desconheça o aeródromo da última decolagem. brasileiras ou estrangeiras.8.2 RMK (Observações) .8.5. ou RMK/RDO SBLP CFM. H enlace de dados HF.8. V . ou RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM. em função do tempo que a aeronave permaneceu estacionada. ou RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM.2.142 MCA 53-1/2008 Exemplo: FROM/SBJP FROM/ Fazenda Marabá. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. designadas para operarem no Brasil.enlace de dados SSR em modo S). ou IFR DIURNO RMK/RDO AD CFM.Outras informações codificadas ou em linguagem clara 11. aeronaves das empresas de transporte aéreo domésticas regulares. conforme necessário. ou RMK/RDO e NDB SBLP CFM. a adequação dos horários previstos de funcionamento dos mesmos para o referido vôo. para indicar o tipo de enlace de dados quando a letra “J” for inserida no CAMPO 10. internacionais regulares e não regulares (excluem-se as empresas de táxi aéreo).5.5.15 DAT/ Dados importantes relacionados com a capacidade de enlace de dados. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. ou .1. DAT/S DAT/V DAT/H DAT/M DAT/SV (ver CAMPO 10) 11.

ou VFR NOTURNO RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. Contudo.1. ficar com os auxílios luminosos desligados. se existir a necessidade de informar que o piloto fez o pedido e obteve a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas do aeródromo de destino.2.8. registrando nesse elemento. Cabe ressaltar.1.2. deverão ser registrados os indicadores de localidades desses aeródromos. ou RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM. Consta também nas instruções do ROTAER (LEGENDA). mas também ao responsável pelo aeródromo de alternativa de destino/em rota.1 noturno).5.8.5. não sendo necessário o registro dos itens acima. estará condicionada a confirmação das condições operacionais dos auxílios visuais previstos para esse tipo de vôo.5. 11. que o recebimento do plano de vôo para aeródromos que operam VFR noturno e não possuam Órgão ATS.5. quando as condições prescritas estiverem fora do horário de funcionamento.1. antes de sua realização. o plano de vôo só deve ser recebido quando no seu CAMPO 18 possuir uma das expressões citadas no item anterior. ou RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM.diurno ou O procedimento somente deverá ser efetuado.1. pois dentro desse horário deverão ser proporcionados os serviços de tráfego aéreo determinados. no período noturno.3 Caberá ao piloto fazer o pedido a localidade e obter a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas aplicáveis ao vôo.5 É facultada a inserção da expressão “AD” ou “indicador de localidade”. como também ao do aeródromo de alternativa de destino/em rota.MCA 53-1/2010 143 VFR NOTURNO RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. 11.8. 11. 11. sempre de acordo com as condições prescritas para a realização de cada tipo de vôo (IFR ou VFR . que poderão existir situações que o piloto deverá fazer o pedido não só ao Órgão responsável pelo aeródromo de destino.8. .2 As expressões deverão ser registradas no elemento RMK. para que os órgãos ATC considerem existente o apoio ao vôo proposto. 11.5. em virtude das instalações previstas nesses aeródromos puderem.2.2.8.2.1. já que não existe probabilidade de operações regulares e de emergência.4 Para o caso cuja operação no aeródromo de destino e/ou alternativa de destino seja somente VFR noturna.

8. mantendo referência visual com o solo. Também será abrangido por essa regra. em missão de aquisição de dados ou não.2 Emitida pela ANAC (AVODAC) para as aeronaves civis privadas estrangeiras autorizadas a sobrevoar e/ou pousar no território nacional. fora de rota ATS.8.8. o caso de um vôo IFR entre aeródromos situados dentro dos limites de uma TMA/CTR. RMK/ JÁ VOADO VMC 11. abaixo do nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR.5. com finalidade militar.2.5.5.5.8.2. no nível e rota propostos.4 Os mínimos regulares para decolagem IFR em termo de teto e visibilidade.1 Emitida pelo EMAER (AVOEM) para as aeronaves: a) militares e civis públicas estrangeiras.8. e/ou material bélica e o número de autorização de vôo.3 RMK/AVODAC 645/08 Declaração de já ter voado VMC.2. mas fora dos limites de uma rota ATS. Exceto para as autorizações emitidas pelas SAC. e c) civis nacionais e estrangeiras transportando carga perigosa. constante na IAC.2 Número de autorização de vôo 11. . caso pretenda realizar vôo IFR.último trecho IFR para VFR). são os mesmos previstos para pouso de aeronave categoria ALFA. b) civis nacionais e estrangeiras que estiverem equipadas com sensores e/ou equipamentos para aerolevantamento ou pesquisa científica.144 MCA 53-1/2008 Exemplos: RMK/RDO e NDB SBLP SBQV CFM RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP SBQV CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SWLC SWKN CFM 11. inclusive quando for inserida a rota com destino ao aeródromo de alternativa em rota (RALT/ . 11. RMK/AVOEM 808/08 11.2.2.5.2.2.

Em SBJP a RWY 16 está em uso com operação normal. se for necessário. sempre que as condições .5. Exemplo: SITUAÇÃO A .8.2. caso não seja possível utilizar o aeródromo de partida do vôo.2. 11.5. logo após a decolagem. deverão constar no CAMPO 18 do Plano de Vôo Completo a inserção de.5.3 É imprescindível que exista uma coordenação estreita entre a Sala AIS e o APP ou a TWR. para as aeronaves a jato ou turboélice de dois ou mais motores. os maiores valores encontrados na IAC para cabeceira oposta (aeronave categoria ALFA).1 Quando as condições meteorológicas estiverem abaixo dos mínimos previstos na SITUAÇÃO B para operação de decolagem IFR.4. 11. para que esse procedimento possa ser aplicado.8. Logo.2 O aeródromo de alternativa pós-decolagem deverá estar situado dentro das seguintes distâncias em relação ao aeródromo de decolagem: a) AERONAVES DE DOIS MOTORES: não mais do que uma hora de vôo em velocidade normal de cruzeiro.4. respectivamente. 11. b) AERONAVES DE TRÊS OU MAIS MOTORES: não mais do que duas horas de vôo em velocidade normal de cruzeiro.2. um aeródromo de alternativa pós-decolagem.3 Esse procedimento visa permitir que uma aeronave possa pousar.4.1. 11.4. em ar calmo. com um motor inoperante. 11. os mínimos em termo de teto e visibilidade são.2 Nos casos em que os mínimos meteorológicos estiverem abaixo dos valores previstos na SITUAÇÃO A. 800FT e 1600M (IAC NDB RWY 34).Considerando que SBJP possui mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares para decolagem (teto não requerido e visibilidade 600M).MCA 53-1/2010 145 considerando o setor de decolagem da pista em uso. com um motor inoperante.8.8. em ar calmo.2. e c) AERONAVES MONOMOTORAS: não estão autorizadas a realizarem o procedimento desse elemento.2.5.4.5.8. essas operações serão suspensas por iniciativa do APP ou da TWR. ou seja. porém igual ou superior aos mínimos previstos na SITUAÇÃO B. exceto das aeronaves em Operação Militar. pelo menos.1.1. SITUAÇÃO B .

8. 11. onde se poderão obter as informações suplementares.4.5.8. transportando altas autoridades.5.2. porém igual ou superior aos mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares previstos na AIP-MAP (SITUAÇÃO B do item 11.5.8. sendo de inteira responsabilidade do piloto em comando e do explorador da aeronave. devem introduzir os códigos de "autoridade a bordo" e de "serviços solicitados".1.2.8. de acordo com os dados transmitidos pelo piloto. 11.5.8. RMK/ALTN DEP SBGO 11.5. de acordo com os quadros previstos no MCA 100-11 CAMPO 18.5.6 Indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia.4 Em função das características das aeronaves envolvidas. com exceção do nome e código ANAC do piloto em comando.2. 11. RMK/INDICATIVO DE CHAMADA LOBO NEGRO RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CORSÁRIO02 RMK/INDICATIVO DE CHAMADA ALBATROZ RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CARCARÁ08 11.8. os cumprimentos dessas exigências estão previstas no AIP-MAP páginas INS4/INS8.8.2. pessoas a bordo e autonomia.1 Essa informação será inserida pelo órgão ATS que recebeu o AFIL.4.2.2.2).146 MCA 53-1/2008 meteorológicas em termo de teto e visibilidade estiverem abaixo dos mínimos regulares (SITUAÇÃO A do item 11. RMK/3HRP COMANDANTE 3ª REGIÃO .5.4.5 Registro da expressão AFIL seguido do local (preferencialmente com telefone) ou do órgão ATS. quando for diferente da forma de registro no CAMPO 7.2). o CAMPO 19 poderá ser omitido.8.5.2.1.5.5. Esse procedimento somente poderá ser usado desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA. RMK/AFIL NATHÁLIA LTDA 619998877 RMK/AFIL SBPH 11.2 No caso do AFIL.7 Aeronaves militares. se o plano for apresentado em vôo.2.

12 O SLOT ATC de oportunidade para pouso é concedido no caso de cancelamento de SLOT ATC previamente alocado para outra aeronave e/ou o fluxo de tráfego aéreo no momento permitir a operação pretendida. 11. RMK/LDG (NOME ou INDICATIVO da Plataforma) CASO VFR NOTA: Esse dado somente poderá ser utilizado para atender essa situação.8.10.10 Registro de equipamento de Sistema de Anticolisão de Bordo (ACAS) a bordo em funcionamento.5. que está condicionado á obtenção de SLOT ATC para operação de pouso e decolagem.Portaria DECEA No 63/SDOP. após o TGL.2. em outro trecho. Ocorrendo Plano de Contingência nas FIR-brasileiras. apresentando um plano de voo para um aeroporto nas proximidades do aeroporto coordenado.8.8.8.2.5.8. destinado à plataforma marítima que não esteja “autorizada” para operações IFR.2. 11. RMK/OPT (aeroporto coordenado) SBGL RMK/OPT SBSP .MCA 53-1/2009 147 NOTA: Quando registrado no formulário do plano de voo.2. acrescida de duas letras do indicador de localidade da OACI do aeroporto coordenado.2. RMK/ACAS 11.2.9 Intenção de pouso de helicóptero em voo IFR. o ACAS será obrigatório para voos no espaço aéreo superior. RMK/CLR RJ 86145 RMK/CLR GR 85133 (NR) .5. de 21 de outubro de 2009. no CAMPO 15 ROTA.5.1 Caso exista modificação no rumo magnético da rota.8.8.5.5.11 Código numérico precedido da sigla CLR. RMK/TGL SBUR 11.8 Voo realizando toque e arremetida (TGL) em um determinado aeródromo. deverá ser encaminhada uma Mensagem de Transporte Especial de acordo com as instruções previstas no item 11. 11. deverá ser registrada. a referidas alteração. Exemplo: N0200 F090 G677 JPS/N0200F080 11.

9.5.2.9 CAMPO 19 .1.5.11 e 11. RMK/500FT AGL RMK/1000FT AGL RMK/1500FT ALT 11.8.12) 11.5.5.2.2 Nenhum vôo poderá ser iniciado a menos que sejam atendidas as exigências previstas para cada tipo de vôo.5.1.8. RMK/OPS AUTH RBHA 137 (ver 11.148 MCA 53-1/2008 11.5.9.5.15 Realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno.8.2.1 Inserir um grupo de quatro algarismos para indicar a autonomia em horas e minutos. 11.2.1.5.1 Autonomia 11.2).8.1 Aviões com motores a reação em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: .5.9.5.1.5.9. cadastrada na Gerência Regional de Aviação Civil.2.9.1.8. nas etapas onde o instrutor não está presente.5. RMK/AUTH CMTE BAAN RMK/AUTH DIRETOR DEPED E CPBV 11.5.8.2. RMK/CÓDIGO ANAC DO INSTRUTOR (nome) AUTH FLT (ver 11.5.9.1.1 Requisitos de autonomia para vôo IFR que requer indicação de aeródromo de alternativa 11.8.INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES 11.5. 11.13 Para o vôo que não foi planejado para ser conduzido em um nível de cruzeiro (diferente da tabela de níveis de cruzeiro) e a expressão VFR tenha sido inserida no CAMPO 15.1. 11.16 Confirmação de acerto prévio quanto a utilização de um aeródromo militar por uma aeronave civil após comprovação de autorização da autoridade aeronáutica competente.1.14 Área de pouso eventual para operação exclusiva de aeronave aeroagrícola. onde o piloto aluno utilizará o código ANAC do instrutor/checador do vôo/navegação solo.10. 11.

b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo. e c) mais 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro.5. b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo.MCA 53-1/2008 149 a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo e lá executar uma aproximação com arremetida. b) após isso.2.4 Aviões em vôos não comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.1. .1. voar para o aeródromo de alternativa mais distante especificado em plano de vôo e nele pousar.1. 11. e d) mais 30 minutos em velocidade de espera (máxima autonomia) a 1500FT da elevação do aeródromo de alternativa em condições de temperatura padrão.1. voar por um período de tempo igual a 10% do tempo necessário para voar do aeródromo de partida até o aeródromo de destino e nele pousar.2 Aviões propelidos a hélice em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo após isso para o aeródromo de alternativa mais distante especificada em plano de vôo. 30 minutos mais 15% do tempo requerido para voar com consumo normal de cruzeiro aos aeródromos referidos nos dois últimos parágrafos.9.1. o que for menor.5. ou c) em todos os vôos internacionais.2. por um período de 45 minutos com consumo normal de cruzeiro. 11. e mais: b)em todos os vôos domésticos e em vôos com aviões com capacidade para 30 ou menos passageiros.9.1. c) em seguida. ou voar 90 minutos com consumo normal de cruzeiro. e c) mais 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro.2.3 Helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.9.5. 11.

9. informar ao órgão ATS local. até o momento da decolagem. o Piloto deverá. por radiotelefonia.1. 11. por radiotelefonia.5. apresentado um Plano de Vôo no IEPV 100-20.2. e . Exemplo: .150 MCA 53-1/2008 11. informar ao órgão ATS local.5.2 Requisitos de autonomia para vôo VFR 11.2.4 Aeronaves militares brasileiras Quando uma aeronave militar estiver realizando um vôo em Circulação Aérea Geral (CAG). o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha. e 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante o dia. será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e. 11.até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.1.3 Requisitos de autonomia para vôo IFR que não requer indicação de aeródromo de alternativa (ver AIP-BRASIL Parte ENR) 11.9.5. de acordo com a performance e o tipo de vôo. caso isso não seja verdade.5. b) para helicópteros: .9.2.1.20 minutos com velocidade normal de cruzeiro.1. ou seja. essa deverá cumprir as orientações citadas acima.2. ou seja.1. ou 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante a noite. Para o caso de uma aeronave militar efetuar um vôo de acordo com a Circulação Operacional Militar (COM). a apresentação de um Plano de Vôo VOCOM (IEPV 100-22). 11.E/0430 .9.2. a autonomia mínima será estabelecida pela Unidade a que pertence a aeronave.1 Aviões e helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deve ser suficiente para voar: a) para aviões: até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.5 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo.5. o valor exato da referida informação.5.2.9. o Piloto deverá registrar a autonomia da aeronave líder e.6 No caso do preenchimento do ELEMENTO AUTONOMIA para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9). até o momento da decolagem.1.9.2.

os cadáveres serão equiparados como carga aérea (carga comum).9.MCA 53-1/2008 151 11.9.9. por radiotelefonia.3 Equipamentos de Emergência e Sobrevivência Deixar registrado fielmente conforme a seguir: . o Piloto deverá.5. até o momento da decolagem.5.9. para fins de legislação de plano de vôo. quando o número de pessoas a bordo for desconhecido no momento da apresentação do PLN. Centro de Operações de Emergência .2.5.).2 Inserir o número total de pessoas a bordo (passageiros e tripulantes) ou TBN (para ser notificado).2.5. informar ao órgão ATS local. até o momento da decolagem.COE.5. caso isso não seja verdade. 11.2 Pessoas a Bordo (POB) 11. por radiotelefonia.2.5 No caso do preenchimento do ELEMENTO POB para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9).5.1 O objetivo desse elemento é dar conhecimento aos órgãos ATS para os casos eventuais de acionamento de emergência.3 Crianças com idade até 2 (dois) anos são consideradas colo.5. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha. 11. será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e. o Piloto deverá registrar a POB da aeronave líder e. etc.4 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo.9. No caso do “cadáver a bordo”. Contra-Incêndio. não sendo considerados para cálculo de POB. 11.9. disponibilizando esse número para planejamento e medidas a serem tomadas pelos órgãos envolvidos (RCC.2.5.2.2.9. devendo ser adicionada ao número de POB (tripulantes. passageiros e de colo). informar ao órgão ATS local. 11.6 Exemplo: P/2 P/15 P/120 P/TBN 11.9. o valor exato da referida informação. 11.

mas algum equipamento de sobrevivência adicional ele possui.0MHz não estiver disponível. se não dispuser de Transmissor Localizador de Emergência para localização de aeronave (ELT). significa que a aeronave não tem nenhum equipamento POLAR.Riscar uma ou mais letras indicadoras dos equipamentos que não possuir a bordo.152 MCA 53-1/2008 . devendo esse ser registrado no elemento N (OBSERVAÇÕES) desse CAMPO.Riscar V. e . . ou . Exemplos: S/ (EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA) Nesse último exemplo. J/ (COLETES) . se a freqüência VHF 121.Riscar F.Riscar E.Riscar L. se não possuir equipamento de sobrevivência a bordo. .Riscar U.5MHz não estiver disponível. se os coletes não estiverem equipados com fluorescência.Riscar todas as letras. DESERTO. . MARÍTIMO e SELVA. R/ (RÁDIO) . se a freqüência UHF 243. se os coletes não estiverem equipados com luzes. se não possuir coletes salva-vidas a bordo. ou .Riscar todas as letras.

como se segue: C/ C/PILOTO EM COMANDO Piloto Militar – posto e nome de guerra seguidos das iniciais dos outros nomes. ou .Inserir a cor ou cores da aeronave e marcas importantes.Riscar as letras D e C.Riscar a letra C. . Segundo assinalado em R/. Piloto Civil – nome e código ANAC.Inserir a capacidade TOTAL DE PESSOAS de todos os BOTES. se os coletes não estiverem equipados com rádio.Riscar U e V. .Inserir o NÚMERO DE BOTES que possuir a bordo.Inserir o nome do piloto em comando. ou ou . L. se não houver equipamento(s) de sobrevivência complementares aos previstos (POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA) a bordo.MCA 53-1/2008 153 . devendo ser indicado após a barra oblíqua. Exemplo: André Luis 087715 . para indicar o equipamento rádio dos coletes. se não possuir BOTES a bordo.Riscar U ou V.Inserir a cor dos BOTES. D/ BOTES (NÚMERO) (CAPACIDADE) . . o(s) nome(s) do(s) equipamento(s) de N/ (OBSERVAÇÕES) sobrevivência que possua a bordo. Riscar a letra N. .Esse item destina-se a registrar algum equipamento de sobrevivência adicional aos previstos POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA. C/ ABRIGO DO BOTE (COR) A/ (COR E MARCAS DA AERONAVE) . . se os BOTES não dispuserem de ABRIGO. Exemplo: Maj Av Marcus Vinícius L.

quando os dados forem transmitidos via telefone a uma Sala AIS credenciada.9. 11.9. 11. Código ANAC e Assinatura Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar um Plano de Vôo Completo ou Simplificado.1 Para aeronaves civis.154 MCA 53-1/2008 11.5.9.9. quando não for o piloto em comando. .4.5.4 Exemplo: -E/0400 P/15 R/VE S/MJ J/L D/2 20 C LARANJA A/AZUL COM FAIXAS BRANCAS N/PRIMEIROS SOCORROS C/MARCUS VINÍCIUS 087715) 11. os vôos realizados sobre a área oceânica.5.5.5.4. quando não for o piloto em comando.4 Responsável.5 Particularidades 11.9. outro profissional poderá preencher e/ou assinar os IEPV 100-7 e 100-20.9. bote inflável e um conjunto de sobrevivência no mar.5.4.5.5.2 Código ANAC Inserir o código ANAC do responsável pelo preenchimento do Plano de Vôo. 11.4. oriundos de aeródromos situados no continente. Em hipótese nenhuma.1 Preenchido por Inserir o nome do responsável pelo preenchimento do plano de vôo. os seguintes itens deverão existir na aeronave: colete salva-vidas com luz apropriada.9.3 Assinatura Assinatura do responsável pelo preenchimento ou a inserção da expressão “VIA TEL”. 11. com mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou mais de 100NM de distância da costa mais próxima.

A DLA somente poderá ser recebida desde o momento da transmissão do FPL até às 1535Z.5. com vista ao gerenciamento do fluxo de tráfego local.MCA 53-1/2008 155 NOTA: No CAMPO 19 dos PLN de aeronaves civis. os seguintes procedimentos devem ser observados quando no preenchimento de um Plano de Vôo completo ou simplificado (ver 11. 11.6. não necessariamente a do aeródromo de partida.5.1 PVS com pouso no aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor. devendo ser transmitida sempre que houver previsão de atraso.5.2 Na realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno. e b) ASSINATURA: do piloto aluno. deverão constar os seguintes equipamentos: SOBREVIVÊNCIA “MARÍTIMA”.2.6.2.1 A mensagem de atraso (DLA) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de Aeródromo.2 PVC ou PVS com pouso em aeródromo diferente do aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor.5. .5. será válido até às 1545Z.2 Essa mensagem deve ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora.6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA) 11.2. COLETES “LUZ” e BOTES “NÚMERO/CAPACIDADE/COR”.5.5.15): 11. 11.9. 11.3 PVC das demais etapas do vôo: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor.9.5. a critério do DECEA. 11.9.9. 11.8. NOTA: Exceções poderão ser aplicadas a determinados aeródromos.5. Exemplo: Um PLN sendo entregue com EOBT às 1500Z. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor.2.

serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver. Esse procedimento evitará que você receba uma DLA de um PLN vencido ou dentro de seus últimos dez minutos de validade.2).6. 11. Em hipótese nenhuma.6 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma DLA por telefone ou FAX.2 A mensagem CHG deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo. as eventuais DLA relativas ao FPL.1 A mensagem de modificação (CHG) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo.6.6.3 Ao receber uma DLA apresentada por telefone ou FAX no qual o Plano de Vôo (PLN) não tenha sido apresentado em sua Sala AIS. não necessariamente a do aeródromo de partida.4 A mensagem DLA deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo. 11. quando necessárias. 11.6.6.6. devendo ser acrescentado os dados transmitidos (ver 11.7 A DLA deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. 11.7. 11. e sem rasura.5 A aeronave presidencial (nacional e estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito.8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de atraso (DLA).6.6. Os campos que podem ser modificados são aqueles previstos na mensagem FPL e RPL. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3. devendo ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora (ver 11.156 MCA 53-1/2008 11. 11. é importante questionar o piloto qual a EOBT que consta no PLN.9) o nome e o código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.7.7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG) 11.Tipo de mensagem ( DLA 7 – Identificação da aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida e hora SBBR1545 16 – Aeródromo de destino SBRF ) 11. sempre que houver necessidade de se modificar os dados do plano de vôo.9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto. 11.6. . Essas mensagens.

11.7. e simplificado 10 min. 11.6. No Plano de Vôo inicial o vôo seria realizado em aerovia. uma CHG foi preenchida e entregue às 1410.1 O Cmt.2 No caso específico de modificação do aeródromo de destino. o Plano de Vôo deverá ser endereçado e retransmitido ao órgão ATS do aeródromo de destino emendado (ver 11. quando necessárias.2). Exemplo: Um PLN foi apresentado às 1400Z com EOBT 2000Z.7. as eventuais CHG relativas ao FPL. a antecedência mínima para a aceitação da CHG correspondente será. ele será efetuado na FIR (DCT) abaixo do NÍVEL DE VÔO IFR MÍNIMO permitido. acrescidos daqueles inerentes à alteração.). 11. Essas mensagens.3 A aeronave presidencial (nacional ou estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito.MCA 53-1/2008 157 11. IFR.7.7. é importante observar se essa alteração terá algum impacto em outro CAMPO do FPL.7. Necessitando antecipar essa EOBT. Logo. 11. serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver.9) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.6. nesse exemplo.7. trecho SBBR/SBUR.7.2.Uma CHG foi apresentada modificando o AD DEST. seguido da transmissão da CHG com os endereçamentos constantes no Plano de Vôo. a mesma exigida para apresentação do plano de vôo (completo 45 min.6 Na modificação de um CAMPO. A nova EOBT emendada.7. conforme a seguir: . deverá constar nesta CHG também a expressão: -18/RMK/JÁ VOADO VMC). 11.6. Arnaldo preencheu um PLN ACFT PTAIS. 11.7. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11.4 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CHG por telefone ou FAX. deverá ser limitada às 1455Z.1 .5 No caso de antecipação da Hora Estimada de Calços Fora (EOBT).6.2. considerando-se a nova EOBT proposta. com a modificação.

outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30. ele solicitou que fosse alterado o aeródromo de destino de SBUR para SBUL alternando SBRP.7. e sem rasura. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3 – Tipo de mensagem (CHG 22 – Emenda 7 – Identificação de aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida SBGL 16 – Aeródromo de destino SBCF -15/N0410F370 DCT UALA UB691 ) etc.6.7. Logo.2 Após sua transmissão. o FPL a ser retransmitido e a CHG a ser transmitida obedecerão ao descrito abaixo: FF SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (CHG-PTAIS-SBBR-SBUR-16/SBUL0105 SBRP) 11. 11.2. Em hipótese nenhuma.7 A CHG deverá ser preenchida com caneta azul ou preta.8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de modificação (CHG).7. se necessário) .158 MCA 53-1/2008 FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) 11.(utilizar mais de uma linha.7. 11.9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto.

9.9.4 Dados emendados .1. poderá ser observado um dos seguintes procedimentos: a) preencher uma CHG de acordo com os dados acima e anexá-la ao formulário IEPV 100-7 ou IEPV 100-20.7.Emenda 11.1. não esquecer de encaminhar a mensagem LOC. adicionar ao seu texto.1 Descrição do Campo 22 . 11.1.3 Barra Oblíqua 11.9. Exemplo: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-13/SBGL1415-15/N0410F370 DCT UALA UB691) 11.9. desde que exista pelo menos uma proposta de modificação.10 É permitido ao Piloto ou DOV quando confeccionar uma CHG. na forma própria desse CAMPO.MCA 53-1/2008 159 11.7. o dado referente a um atraso.7.11 Caso o Piloto ou DOV tenha necessidade de alterar algum dado do CAMPO 19 de um Plano de Vôo.7.ou b) solicitar que seja preenchido outro formulário IEPV 100-7 ou 100-20 com o dado corrigido.1 ou 2 algarismos para indicar o número do CAMPO a emendar. 11. Exemplos: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-15/N0410F370 DCT UALA UB691) (CHG-PTJMG-SBBE-SBBR-7/PTATM-9/B737/H-10/SDGIR/C-15/N0470F330 UW4 C/POMON/N0470F330F370) (CHG-PTJMG-SBSV-SBQV-15/N0210F060 DCT-18/RMK/JÁ VOADO VMC STS/TREN) (CHG-PTJMG-SBBR-SWLC-16/ZZZZ0100 SBGO-18/DEST/FAZENDA AIS) Observação: Nesse último exemplo.7.os dados completos e emendados do indicador especificado em (a).9. .7. anexando-o ao formulário anterior.7.2 Indicador do CAMPO .1.1 Hífen 11. não sendo necessário a sua transmissão. não sendo necessário a sua transmissão.

8. 11. quando for necessário que se cancele um vôo.8. até o momento da decolagem por radiotelefonia. 11. cujo plano de vôo tenha sido enviado anteriormente. uma mensagem CNL.7) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato. um determinado vôo da série de planos de vôo repetitivos (RPL) for cancelado e substituído por um plano de vôo individual.1 A mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo. informar ao órgão ATS local. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.8. mesmo após proceder conforme item 11.2 A mensagem CNL deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: . o Piloto deverá.7 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto. Em hipótese nenhuma.7.8. Recomenda-se que esse procedimento seja estendido aos demais tipos de Plano de Vôo. Esse procedimento tem a finalidade de assegurar que a mensagem CNL seja recebida.8.6 Quando. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11. e sem rasura.5 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de cancelamento de Plano de Vôo (CNL). devendo ser notificada até 35 (trinta e cinco) minutos da hora estimada de calços fora.160 MCA 53-1/2008 11. seguida da transmissão desse plano de vôo individual. 11.3 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CNL por telefone ou FAX. visando evitar o mesmo problema inerente a um Plano de Vôo Repetitivo. pelo menos. com indicador de prioridade DD.8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) 11.2. deverá ser endereçado conforme o item 11. simultaneamente com o FPL individual.7.11. não necessariamente a do aeródromo de partida.8.4 A CNL deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. o valor exato da referida informação.8. por qualquer motivo. 11. 11. 11.8.12 Quando os dados emendados forem relacionados com AUTONOMIA e/ou PESSOAS A BORDO. 11.

será necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO (IEPV 100-20).9. será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuírem credencial para vôo IFR. TMA. sendo.9.1 O Plano de Vôo Simplificado (PVS) aplica-se ao vôo VFR realizado inteiramente dentro de uma ATZ. No caso específico de vôo VFR no período noturno.2 Quando o aeródromo/heliponto de destino for o mesmo aeródromo/heliponto de partida e não exista um aeródromo/heliponto de alternativa habilitado para operação pretendida. 11. entretanto.4 Deve ser utilizado o IEPV 100-7 e apresentado da seguinte forma: a) pessoalmente à Sala AIS do local de partida ou.9. além do previsto nesse item. CTR. excetuandose o caso de vôo VFR de helicóptero que é dispensado.9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS) 11. no espaço aéreo em questão. em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida. necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO. com um aeródromo de alternativa de destino. . CTR ou TMA adjacentes. também será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuir credencial para vôo IFR.9.MCA 53-1/2008 161 3 – Tipo de mensagem (CNL - 7 – Identificação da aeronave PTAIS - 13 – Aeródromo de partida SBBR - 16 – Aeródromo de destino SBRF) 11.3 No caso do vôo ser realizado inteiramente entre ATZ. Exemplos: AD PART SBPS SBFL AD DEST SBSV SBNV PVC SIM SIM PVS NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ERC L2 ERC L1 11. incluindo as projeções dos seus limites laterais ou. na inexistência desses espaços aéreos. Exemplos: AD PART SBRF SBBR SBSL SBRP SBCJ SBLP AD DEST SBJP SBBR SBSL SBRP SBCJ SNGI AD ALTN SBRF SWUZ SBTE SBUR SBMA SBLP PVC NÃO NÃO SIM SIM SIM SIM PVS SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ARC-RF ARC-BR ERC L2 ERC L1 ERC L3 ERC L2 11.

RMK/BTN RDL 020 e 040.12 (NOTAS 1 e 2) e 11. poderão ser incluídos outros detalhes sobre o vôo. não será exigido tempo de antecedência. 11.4. c) inserção de dados: procedimentos idênticos ao do PVC (ver 11. RMK/REH FERROVIA UNO RMK/REH MARTE RMK/REH PAQUETÁ. 11.10. RMK/BTN SECT 1 e 2. de acordo com os procedimentos estabelecidos em Circular de Informação Aeronáutica específica.9. 11. 11. b) encaminhamento: primeiro passo é informar ao órgão ATS local através dos meios disponíveis imediatamente.4.7 As seguintes regras devem ser observadas: a) validade: 45 (quarenta e cinco) minutos além da EOBT. Exemplos: RMK/RTE SECT W. visando o fiel cumprimento das normas previstas. Assim.11. torna-se essencial que o órgão ATS mantenha uma estreita coordenação com a Sala AIS local. caso exista.9. se não houver proibição para o aeródromo em causa (ver ROTAER e AIP-BRASIL Parte ENR). no caso de indisponibilidade do IEPV 100-7. e e) CAMPO 18: além dos procedimentos previstos.4.9. tendo em vista a manutenção da segurança de vôo no que diz respeito ao recebimento desse PVS. caso esse seja apresentada à Sala AIS. certamente existirá veiculação de um PVS diretamente entre o piloto e órgão ATS local. RMK/SECT SW AD. poderá ser utilizado o IEPV 100-20 (Plano de Vôo) para apresentação de um PVS. conforme o item 11. d) formulário IEPV 100-7: excepcionalmente. complementares aos do CAMPO 15. RMK/SECT S e SW AD. diretamente ao órgão ATS.5 Quando não existir proibição para apresentação de um PVS via radiotelefonia.9. e após.4 alínea c). . ou c) por radiotelefonia ao órgão ATS do local de partida. 11.162 MCA 53-1/2008 b) por telefone ou fax à Sala AIS credenciada.6 O tempo exigido para apresentação de um PVS será de no mínimo 10 (dez) minutos antes da EOBT. caso o PVS seja apresentado por radiotelefonia. preenchendo apenas os campos correspondentes. porém. principalmente as citadas nos itens 11.5).4.17 desse Manual. encaminhar a mensagem FPL (PVS) ao órgão ATS do aeródromo de destino.

o operador da Sala AIS deverá: a) decodificar a mensagem observando o significado dos códigos inseridos. à Sala AIS Civil do DTCEA ou de Órgão de Navegação Aérea (ONA).10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE) 11.2 Quando forem introduzidos no CAMPO 18 do plano de vôo de aeronaves militares os códigos de “autoridade a bordo” e de “serviços solicitados”. e b) informar. ao Oficial de Operações.10. com o indicador de prioridade GG. d) hora estimada de chegada (ETA = hora real de decolagem + EET). ou. f) hora (UTC). Essa mensagem deverá ser endereçada.10.10. o operador da Sala AIS deverá confeccionar uma Mensagem de Transporte Especial. obedecendo à formatação AFTN.1 Conteúdo do Texto: a) indicativo de referência. Exemplo: GG SBGLYOYM 151812 SBBRYOYM 15/AISMIL/151008 – INFORMO FAB2004 E120 ETA SBGL 2010 RMK/3HRP COMANDANTE DA AERONÁUTICA. 11. e) aeródromo de destino. à Sala AIS Militar do aeródromo de destino ou. informar ao seu Chefe ou seu substituto legal. 11.2. logo após a decolagem da referida aeronave.1 É uma mensagem administrativa que contém informações relativas à aeronave militar quando transportando altas autoridades. . Oficial-de-Dia ou ao Oficial de Permanência Operacional no caso de organização Militar. nos demais casos. 11.MCA 53-1/2008 163 11.3 Ao receber essa mensagem. b) identificação da aeronave. prioritariamente. imediatamente. caso não exista Sala AIS Militar ou essa não esteja em funcionamento.10. e g) códigos especificados. c) tipo da ACFT.

2 Sempre que um Plano de Vôo (PVC ou PVS) que gerar uma MOV. informando o nome do município e o nome por extenso do aeródromo. do heliponto. Exemplo: Uma aeronave apresenta um PVS trecho SBFL/SBFL com regra de vôo VFR à sala AIS SBFL. do sítio de vôo.7). uma mensagem administrativa de modificação (MOD) para transmissão.1 O operador AIS que receber um Plano de Vôo (PVC ou PVS). Essa Mensagem (MOD) é usada para modificar dados encaminhados corretamente.4 O operador da Sala AIS do aeródromo de partida do vôo quando receber o FPL com a expressão prevista no CAMPO 18 (ver 11. ou uma mensagem de atualização de Plano de Vôo.3 Assim. poderá repassar os dados alterados a Sala AIS de SBFL para a confecção e emissão da MOD.164 MCA 53-1/2008 11. for introduzido a forma ZZZZ nos CAMPOS 13 (AD PART) e CAMPO 16 (AD DEST). do sítio de vôo.ver CAMPO 18 item 14). Após a decolagem. alteração do aeródromo de destino e a regra de vôo para SBCT e IFR.2. porém atualizado posteriormente pelo piloto a um órgão ATS. o operador AIS deverá expedir uma mensagem LOC.5. .11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC 11. após a decolagem da aeronave. assim como o nome por extenso do aeródromo. respectivamente. KK SBRJYAYD 201515 SBFLYOYX SVC 15. A MOD deve ser preparada e encaminhada pelo detentor do formulário do Plano de Vôo (IEPV 100-20 . 11.PVC ou IEPV 100-7 .10. RETEL 248/MOV ANV PTAIS MOD CMP 9/I E CMP 12/SBCT. obviamente recebido de outra Sala AIS que não a Sala AIS do aeródromo de partida do vôo. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional sobre o qual foi expedida uma mensagem MOV. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional da última decolagem (FROM/Fazenda Marabá .11.8. o piloto solicita ao APP-Florianópolis. será o responsável pela confecção e transmissão da Mensagem de Transporte Especial. O APP após as providências relativas ao gerenciamento do tráfego aéreo. tal forma também deverá constar na mensagem CONFAC MOV nos respectivos campos.PVS).11. 11. estando prevista a forma ZZZZ nos CAMPOS citados no item anterior.11. do heliponto. 11. deverá confeccionar e encaminhar à Estação de Comunicações transmissora da Mensagem de Movimento (MOV).

RETEL 188/MOV ANV PTAIM LOC CMP 10/CRICIÚMA/BRAGAMEN. . RETEL 152/MOV ANV PTAIM LOC CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN. 162(MOV-PTAIM-I-SBFL-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081810) KK 201140 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 53. CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN.MCA 53-1/2008 165 Exemplos: 152(MOV-PTAIM-V-SBFL-SBPA-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 52. 188(MOV-PTAIM-V-ZZZZ-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAZAZX SVC 54. RETEL 162/MOV ANV PTAIM LOC CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN.

1. é um método de trabalho fundamental para a melhoria da qualidade e a satisfação do usuário.3 ALCANCE 12. A ISO 9001:2000 foi adotada como modelo a ser seguido para a obtenção da certificação do sistema.1.1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO 12. 12. 12.1.166 MCA 53-1/2008 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS Nesse capítulo serão apresentados os procedimentos genéricos para a implantação de um sistema de gestão da qualidade dentro do AIS nos Órgãos que desempenham atividades AIS. NOTAM e Serviço de informação prévia ao vôo.1.1 INTRODUÇÃO Mediante a inclusão dos requisitos sobre Sistemas de Garantia de Qualidade no ANEXO 15/OACI. Esse processo de melhora redunda num benefício de qualidade final dos produtos e serviços e de satisfação do usuário.3.2 OBJETIVO A aplicação da norma ISO 9001. obedecendo a estrutura organizacional ao qual é subordinado definirá o alcance da implantação do Sistema de Qualidade. 12.2 Poderão ser identificadas três atividades ou áreas fundamentais: Publicação AIS.1 Cada Órgão. se identificou o requisito relacionado com a implantação da atividade de Garantia de Qualidade ISO 9000 nos Serviços Nacionais de Informações Aeronáuticas. para facilitar a obtenção da certificação base da ISO 9001:2000 – “Sistema de Gestão da Qualidade – Requisitos” Essa norma foi identificada como mais apropriada para a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade nos AIS na região CAR/SAM. identificando claramente as atividades e/ou produtos e serviços AIS para os quais se aplicará o sistema de gestão dentro da administração. . A ISO 9001 tem por objetivo melhorar vários aspectos. o que deve ser buscado por toda organização que queira permanecer e sobreviver num exigente mundo globalizado.1. 12.3. buscando atingir produtos e serviços de qualidade superior e melhoria dos aspectos organizacionais.

1. Esse tipo de dependência se denomina ARO/AIS/MET de aeródromo.2 A certificação da Norma ISO 9001.3. a segurança operacional e os níveis do serviço. esse Serviço pode se referir às atividades da Sala AIS relacionadas à tramitação dos planos de vôo e. em favor da melhora da satisfação do usuário. é um documento com validade legal. que certifica. 12. 12. 12. 12.3 A atividade de Publicação AIS compreenderá tudo que estiver relacionado com a produção e distribuição da AIP e os elementos da documentação integrada AIS. fundamentalmente.5 O Serviço de Informação Prévia ao Vôo estará baseado. b) reduzir e/ou eliminar reprocessos e desperdícios.4 Os NOTAM se associarão às atividades de emissão e tratamento de NOTAM. .1. 12. assim como pela satisfação que gerada no usuário final. 12. excluindo-se os NOTAM e o PIB.1.3.4 Os principais benefícios internos obtidos na implantação do sistema de gestão da qualidade em uma organização são: a) analisar os processos para evitar erros na documentação.1.1. 12.4.4. melhorar a produtividade. a eficácia e a confiabilidade.3 As certificações ISO 9001:2000 são um reconhecimento de que a organização realmente se interessa pelo resultado de seu trabalho.1 A implantação e aplicação dos processos identificados dentro de um sistema de gestão de qualidade permitirão melhorar a eficiência.1. na elaboração e emissão dos Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB).3. também. Também pode-se incluir a atividade de cartografia.4.1. que são cumpridas estritamente as normas de qualidade.4. além de posteriormente. Em alguns casos.MCA 53-1/2008 167 12. complexidade e recursos.1.3.3.1.4 BENEFÍCIOS 12.1.7 O alcance do sistema poderá estar baseado em uma atividade ou em todas as atividades do AIS. 12. expedido por uma entidade credenciada.6 Cada Órgão definirá o alcance da implantação de um sistema de gestão da qualidade nas dependências de sua estrutura. pode ser associado a um serviço meteorológico de aeródromo.

bem as atividades. d) cumprir o programado no tempo. os requisitos das normas internacionais ISO para um sistema de gestão de qualidade podem ser resumidos em três tarefas: a) decidir o que fazer .5. e c) mostrar o que já foi realizado . e devem estar homologados por uma terceira pessoa independente. 12. Esses podem ser simultâneos ou seqüenciais. pelo menos. procedimentos e projetos. evitando o retrabalho. b) fazer o que disse que ia fazer .exigir que o AIS realize as atividades tal como aparecem registradas nos procedimentos documentados.1.5 DESCRIÇÃO DO PROGRAMA 12.5. .1. 12. h) realizar. na quantidade e na forma. f) definir padrões sobre a base e a melhoria contínua. na primeira vez. conforme o planejamento da implantação. g) otimizar os recursos disponíveis de maneira eficiente e reduzir as despesas da não-qualidade.exigir que o AIS mantenha registros que demonstrem que ele realiza suas atividades de maneira como estão documentadas.1. e) manter e melhorar as especificações.168 MCA 53-1/2008 c) assegurar a padronização das atividades.exigir que o AIS documente a maneira de como realiza suas atividades.2 É fundamental a ajuda de uma pessoa com experiência durante a elaboração da documentação e implantação do sistema.3 Em termos muito simples. que foram realizados por um período de tempo.1 Para a implantação de um sistema de gestão da qualidade é necessário estabelecer passos.5.1. e i) reduzir e/ou eliminar queixas ou perda de usuários. Para isso. 12. no início do processo de documentação e implantação. habitualmente faz-se necessário a contratação de serviços de um especialista e/ou de alguma consultoria.

12. . 12. c) obter confirmação da decisão da chefia em implantar a norma ISO 9000. d) estabelecer um cronograma para o desenvolvimento e a implantação de cada um dos elementos do sistema de gestão da qualidade. f) definir os objetivos e alcance do projeto. b) definir os processos e procedimentos a documentar.1.1.MCA 53-1/2008 169 12.6 FASES PARA IMPLANTAÇÃO 12.1. e e) definir e assegurar os recursos para o projeto. d) a chefia designar um representante da direção.1 Preparação O Objetivo é garantir o apoio da gerência para implantação de um Sistema de Qualidade no AIS. Normas ISO e auditor interno. e g) instrução inicial para a equipe de trabalho referente ao sistema de gestão da qualidade. e) criar uma equipe de trabalho. c) definir a política de qualidade e os objetivos.6. b) coordenar ciclos de conferências e seminários introdutórios sobre o sistema de gestão da qualidade para a chefia.1.2 Planejamento É a fase que está vinculada a definição dos documentos que serão desenvolvidos durante a implantação.3 Comunicação e Informação Deverão ser informados e comunicados os planos a todas as partes envolvidas na organização.6.6. mediante ciclos de conferências e seminários. com base nos processos identificados. Compreende as seguintes etapas: a) definir a matriz documental do projeto. Essa fase compreende as seguintes etapas: a) gerar uma proposta de alto nível para obter o apoio da chefia. além do desenvolvimento de estratégias para conscientizar todo o pessoal.

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12.1.6.4 Aplicação ou Implantação São duas fases em uma. É a fase mais complexa e trabalhosa do projeto. É o momento oportuno para: a) a elaboração de um manual da qualidade, procedimentos e instruções técnicas; b) a formação e informação dos implicados nos processos e procedimentos; c) realizar modificações e ajustes nos processos e procedimentos; d) sessões de implantação de processos e procedimentos; e) atuar segundo os procedimentos implantados; f) gerar registros, ações corretivas e preventivas; g) realizar auditorias internas e outras medições para verificar a eficiência dos processos; e h) correção das não conformidades e aplicação de processos de melhoramento contínuo. 12.1.6.5 Certificação a) escolher um órgão de certificação; b) considerar a realização de uma pré-auditoria; c) correção das não conformidades; d) auditoria de certificação; e e) obtenção do certificado. 12.1.6.6 Manutenção a) seguimento das não conformidades; b) seguimento do processo de melhoramento contínuo; e c) realização de auditorias internas periódicas e revisões pela direção.

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12.2 PLANEJAMENTO DO PROJETO 12.2.1 A implantação de um sistema de gestão da qualidade em uma organização como o AIS requer planejamento. 12.2.2 Uma questão fundamental no momento de elaborar o planejamento do projeto, é ter como referência o tempo que vamos precisar para implantar a Norma. Seguindo as tabelas de consenso utilizadas no mundo da gestão da qualidade, podemos dizer que para realizar as três primeiras fases (preparação, planificação e comunicação/informação) uma organização como o AIS pode dedicar de 2 a 4 meses. 12.2.3 Para a fase de aplicação ou implantação, com duração média de 8 a 12 meses, se as atividades de auditorias não forem simultâneas, o prazo pode ser estendido em 6 meses ou mais. 12.3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 12.3.1 Deverá ser criada uma equipe de trabalho ISO 9000 pela chefia que assumirá a responsabilidade de elaborar toda a documentação do sistema, e poderá ter a preparação necessária para a realização dos exercícios de auditorias. 12.3.2 A equipe se manterá durante todo o processo de implantação, e seus membros deverão reunir os conhecimentos, habilidades e experiência necessários para documentar e dar andamento a todo o sistema de gestão da qualidade a implantar. Deverá ser levado em conta cada representação das áreas do AIS. 12.3.3 É recomendado que, ao selecionar os membros da equipe, seja levado em conta a evolução do esforço e habilidades requeridas. 12.4 RECURSOS PARA O PROJETO 12.4.1 Implantar um sistema de gestão da qualidade é uma atividade cara. As organizações devem levar em conta a atribuição mínima para determinadas atividades que devem ser desenvolvidas com entidades externas. Devem começar pela formação de elementos básicos do sistema de gestão e terminar pela certificação. Recomenda-se que desde o início da primeira fase do projeto, se estabeleça alguma coordenação com uma entidade encarregada com esse tipo de atividade (assessoria, consultoria, cursos, etc.) para obter uma visão global do custo total do projeto.

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12.4.2 Faz necessário comparar o custo do apoio externo com o esforço interno, interpretando de forma correta os requisitos nas fases iniciais do programa, assistindo a evolução do sistema de gestão da qualidade analisando o funcionamento antes que se efetue a auditoria de registro. 12.5 DOCUMENTOS DO PROJETO 12.5.1 O objetivo do projeto é implantar um sistema de gestão da qualidade no AIS que cumpra os requisitos da Norma ISO 9001:2000. Os elementos do parágrafo abaixo relacionados são considerados essenciais para esse processo: a) política da qualidade; b) manual da qualidade; c) procedimentos documentados; d) cronograma global do projeto; e) plano de instrução; f) plano de auditoria; g) plano de revisão pela direção; h) plano de melhoria; e i) certificado ISO 9001:2000. 12.6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO 12.6.1 As ferramentas apresentadas nesta parte do plano são exemplos que pretendem mostrar quantos controles e registros poderão ser mantidos durante o processo de implantação. Eles ajudarão a organizar o tempo de planejamento para as seguintes tarefas: a) a elaboração dos diferentes documentos; b) a relação dos processos com os tipos de documentos do sistema, a estrutura dos procedimentos e sua relação com a norma ISO; c) os requisitos para os documentos do sistema; d) a estrutura dos procedimentos; e e) a agenda para uma revisão do sistema pela direção.

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12.6.2 Geralmente esses documentos são operacionais, ou seja, servem como um guia para determinadas atividades dentro do processo de implantação. Inclusive, alguns não chegam a constituir registros do sistema, são apenas evidências significativas de um bom processo de implantação. 12.6.3 São exemplos de ferramentas: a) matriz de planejamento da documentação; b) controle e planejamento da documentação por processos; c) ficha do processo; d) correspondência dos procedimentos com os requisitos da Norma ISO 9001:2000; e) acordos sobre o nível de serviço; f) requisitos do sistema de gestão de documentos do sistema; g) estrutura dos procedimentos; e h) agenda específica para a revisão do sistema pela chefia. 12.7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO 12.7.1 Em muitas atividades é muito freqüente o uso das listas de verificação, chamadas de “checklist”, pelas facilidades que oferecem para o seguimento e controle dos processos. Nessa parte do planejamento, pretende-se apresentar uma lista de verificação, baseada em determinados requisitos da Norma ISO, que pode ser checada durante o desenvolvimento do processo de implantação ou na fase final antes da pré-auditoria. 12.7.2 A lista de verificação é uma ferramenta muito eficaz para a implantação de um sistema de gestão da qualidade. Recomenda-se que cada organização mantenha o fácil acesso a sua lista de verificação, em relação à organização do projeto, à preparação e motivação do pessoal.

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12.7.3 Exemplos de listas de verificação: a) lista de verificação inicial: - desenvolvimento de uma proposta para o apoio gerencial de alto nível; - necessidade de apoio externo ou não; - compromisso da chefia em implantar a Norma; - proposta para o registro; - o líder e a equipe do projeto; - os objetivos e o alcance; - estabelecimento do cronograma do projeto; - contato com a organização de registro; - recursos internos e orçamento; e - lançamento do programa e a comunicação. b) lista de verificação na base dos requisitos da Norma ISO 9001:2000. - requisitos da documentação; - controle dos documentos; - requisitos dos registros; - comunicação interna; - competência, tomar conhecimento e formação; - processos relacionados com o cliente; - produção e prestação do serviço; - auditoria interna; e - ações corretivas e preventivas.

Portaria DECEA No 63/SDOP. . duas ou três caixas de luzes no lado esquerdo ou em ambos os lados da pista. o equipamento poderá ser instalado somente do lado direito. Cada caixa de luzes contém três lâmpadas de alta intensidade instaladas por trás de um filtro dividido horizontalmente. as aeronaves empregam.2. A altura de cruzamento de cabeceira de pista (TCH) será baseada na aeronave mais crítica que opere no referido aeródromo.1.1.1.1. porém.1 Este sistema é constituído de duas ou três barras de luzes instaladas perpendicularmente à pista.1. o especialista AIS. de 21 de outubro de 2009. 13.1.1.1. Para satisfazer as necessidades de orientação.1.2 Na eventualidade de não ser possível instalar as caixas do lado esquerdo devido à irregularidade do terreno. os mais variados e sofisticados equipamentos de auxílio à navegação. não os substitui.1.1.1.1. de forma sucinta. necessita conhecê-los e compreendê-los. As barras de luzes são constituídas de uma. 13. como decorrência natural do desenvolvimento tecnológico mundial. Embora a utilização desses equipamentos diga respeito mais diretamente aos pilotos. (NR) . pela natureza do serviço que executa. estão descritas.2 Descrição 13.SISTEMA INDICADOR DA TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO VISUAL 13. e daí prosseguir mantendo e orientando continuamente a aeronave na aproximação para pouso. O VASIS pode ser instalado para funcionar em conjunto o ALS.1 Sistema que proporciona orientação segura e efetiva ao piloto para interceptação direta da trajetória de planeio estabelecida.1. 13. atualmente. as informações mínimas necessárias sobre os principais auxílios-rádio e visuais. (NR) . existência de acesso à pista ou pista de táxi. 13. ILS e GCA. de 21 de outubro de 2009.2 A rampa visual efetiva do VASIS não deverá cruzar a cabeceira da pista abaixo de 25 pés nem acima de 60 pés.1 Finalidade 13.MCA 53-1/2009 175 13 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO Nesse capítulo.1 AUXÍLIOS VISUAIS 13. O ângulo de planeio é obtido visualmente por meio de caixas de alumínio colocadas simetricamente ao lado da pista de pouso. a fim de que o Especialista AIS possa desempenhar suas funções com eficiência e segurança.1. projetando um feixe de luz nas cores branca (parte superior) e vermelha (parte inferior).1 VASIS .2.Portaria DECEA No 63/SDOP.

1. o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) . 13. b) em cor branca a primeira barra e em vermelho as luzes da segunda barra. NOTA 2: Quando a pista na qual um VASIS for instalado for equipada com um ILS. de 21 de outubro de 2009. (NR) . O VASIS em forma de T (não existe no Brasil).176 MCA 53-1/2009 NOTA 1: O chamado T-VASIS é o modelo padrão da OACI.Portaria DECEA No 63/SDOP. quando estiver voando abaixo da trajetória de aproximação. (a) Acima da rampa (b) Na rampa Rosa (setor de transição rosa = branco + vermelho) (c) Abaixo da rampa 13.1. e (NR) . quando estiver voando acima da trajetória de aproximação. e permite segui-la até 15 metros de altura e 300 metros do ponto de toque estabelecido.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009. em condições visuais.4 Vantagens do Sistema a) proporciona orientação segura e constante para a interceptação de planeio.3 Funcionamento Durante a aproximação. . de 21 de outubro de 2009. c) em cor rosa a primeira barra e em cor vermelha a segunda barra. a) em cor branca a primeira barra e em cor rosa a segunda barra.1. (NR) . a localização e ângulo vertical de suas caixas devem ser tais que a rampa de aproximação visual (primeira rampa para o VASIS três barras) deverá ser o mais próximo possível da rampa do ILS. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP.Portaria DECEA No 63/SDOP. quando estiver voando dentro da trajetória de aproximação.1. b) pode ser avistado e identificado com muita facilidade a uma distância de 6 km durante o dia e 20 km à noite.

Q)QLVAS E) VASIS RWY 18 U/S. b) inoperância de todas as caixas de luzes do lado esquerdo ou direito: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. os sistemas PAPI instalados possuem barra e quatro caixas em ambos os lados da pista. Q)QLVXX E) VASIS RWY 18 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos. 13.MCA 53-1/2009 177 c) dispensa interpretação. a menos que isso seja fisicamente impraticável.1 Finalidade Interceptar diretamente a trajetória de planeio estabelecida. f) útil com visibilidade de 800 metros.5 Conseqüências para Elaboração de NOTAM a) a variação na intensidade do brilho pode ofuscar o piloto.1. de 21 de outubro de 2009.Exemplos: Q)QLVXX E)VASIS RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. e g) instalação e manutenção simples.2. quando do procedimento na rampa de aproximação: .2 Descrição O sistema PAPI é constituído de uma barra lateral. . e) perfeita indicação de planeio sem zigue-zague. 13. Sistema indicador de trajetória de aproximação de precisão.2 PAPI .2.SISTEMA INDICADOR DE TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO 13.Exemplo: Q)QLVXX E)VASIS CAIXAS LADO DIREITO U/S. 13.1. similar a finalidade do T-VASIS e ao VASIS convencional. de 21 de outubro de 2009. normalmente do lado esquerdo da pista. . As três combinações possíveis de cores das duas barras são lógicas e isentas de confusão. No Brasil. exceto ao 5.1. (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP.1. d) orientação ininterrupta e uso fácil. com quatro caixas.1.

se o equipamento não reduzir o brilho de 5 para 4 ou 3. quando voando ligeiramente acima da rampa de aproximação. nevoeiro etc. porem com melhor precisão.Portaria DECEA N 63/SDOP. e assim permanecer.2. – é aumentado para brilho 4 (quatro) ou 5 (cinco). branca quando voando ligeiramente abaixo da rampa de aproximação.3 Funcionamento Durante a aproximação. quando as condições do tempo mudam . exceto ao 5. de boa visibilidade. o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) . d) as três caixas mais próximas da pista.1. c) as duas caixas mais próximas da pista. irá ofuscar o piloto: Exemplos: Q)QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. o 13. vermelha e a caixa mais afastada. 13. vermelha. de 21 de outubro de 2009.5 Conseqüência para Elaboração de NOTAM a) brilho usado em condições de tempo bom. diurno ou noturno. quando voando na rampa de aproximação. brancas. e e) todas as caixas vermelhas quando muito abaixo da rampa de aproximação.2. a) todas as caixas brancas quando voando muito acima da rampa de aproximação. normalmente.2.devido a chuva.178 MCA 53-1/2009 13. b) a caixa mais próxima da pista. brancas. . Q) QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos. é 3 (três).1. vermelha e as duas afastadas.4 Vantagens do Sistema Basicamente as mesmas do VASIS. ou seja.1. e as três mais afastadas.

O ALS equipado com “Flasher” tem a denominação de ALSF. normalmente.2 Descrição Esse equipamento possui uma configuração de luzes dispostas simetricamente em torno da linha central da pista estendida.3. b) código para equipamento A-PAPI será LP: Exemplo: Q) QLPAS E)PAPI (APAPI) RWY 10 U/S.000 pés (900 m) de comprimento.3 Utilização 13. as configurações dos sistemas devem ser compatíveis e adequadas aos requisitos operacionais.3. é chamado ALSF-1.3. enquanto que os utilizados em pistas para operações visuais.1 O ALS será ligado para a cabeceira utilizada: a) DURANTE O DIA – Do nascer ao pôr-do-sol. destinadas para utilização noturna e de aproximação de “não-precisão” (SIMPLIFICADO) têm. começando na cabeceira da pista e estendendo-se no sentido de seu prolongamento. geralmente. (NR) .3 ALS .1 Finalidade Esse sistema fornece informação visual de alinhamento de pista.1. que parecem aos pilotos como se fosse uma bola de luz se deslocando em alta velocidade em direção à cabeceira da pista (dois lampejos por segundo). percepção de altura.1.400 pés (420 m) de comprimento. 13.Portaria DECEA No 63/SDOP. 1.1. 13.3. 3. apóiam mínimos de visibilidade reduzida. se CAT II ou CAT III.3. particularmente durante os períodos noturnos e/ou de visibilidade reduzida. orientação para nivelamento de asas e referências horizontais. Destinam-se a melhorar a capacidade operacional e a segurança das aeronaves durante a operação de aproximação e pouso. números de código 3 e 4.SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO 13.MCA 53-1/2009 179 Q)QLPAS E)PAPI RWY 10 U/S. de 21 de outubro de 2009. Embora sejam considerados auxílios visuais. Objetivando atender melhor à segurança. Os sistemas que são utilizados em pistas de aproximação de precisão (CAT I e CAT II/III) têm. normalmente. são também utilizados em conjunção com auxílios eletrônicos para aproximação e pouso e. ALSF-2/3. Se a operação for CAT I. 13. caso as seguintes condições forem satisfeitas: . facilitando sua orientação.1. Esses sistemas também poderão ser constituídos com luzes de lampejo sequenciado (Flasher).1.

controle. caso exista tráfego e esse efetue procedimento para a pista do ALS.4 Consequências para Elaboração de NOTAM: a) será emitido NOTAM (Especificando RWY e Tipo) de ALS dando inoperância. (NR) .o aeródromo aeroporto esteja com operação IFR ou VFR especial.2 O princípio de funcionamento do ALS é igual ao do VASIS.sempre que forem suspensas as operações VFR. NOTA 2: O VASIS também acompanhará o ALS no brilho usado.1. NOTA 3: O controle (aumento ou redução) do brilho das luzes dos equipamentos de auxílios visuais. e Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos. o que nesta condição pode causar ofuscamento do piloto.180 MCA 53-1/2009 . de 21 de outubro de 2009. ou . do PAPI e da ILUMINAÇÃO DE PISTA (BALIZAMENTO DE PISTA).Portaria DECEA No 63/SDOP. . 13.1.3. locação e função. (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. ou com alta intensidade. operação e informação é a mesma.3. b) DURANTE A NOITE . exceto ao 5. fica a cargo do órgão ATS local. no que se refere a controle de brilho e proteção dos circuitos. Há diferenças entre as características de cada equipamento em instalação. de 21 de outubro de 2009. ou operação do sistema com brilho reduzido. 13.3. A filosofia de comando. NOTA 1: As luzes de balizamento de pista devem acompanhar o ALS no brilho usado. Exemplos: Q)QLAAS E)ALS (MALS) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (MALS FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALS SEM FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-2 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLACG E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 REDUZIDO A BRILHO 2.Do pôr ao nascer-do-sol.

2.2. determinando sua marcação magnética (QDM). Esses auxílios operam na faixa de freqüência: de 190 a 1. emitindo ondas eletromagnéticas não direcionais que.2. ou fazendo parte de sistemas de aproximação tecnicamente sofisticados.1.1 Finalidade Importante auxílio-rádio nos tempos pioneiros da aviação mundial.1 NDB (RÁDIO FAROL NÃO-DIRECIONAL) 13.1.1. deslocamento ou linguagem clara. 13.2 Descrição 13. para prover identificação.2. propiciam a informação de direção do sinal recebido. isto é.2 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO 13. 13. proporcionando a execução de aproximações por instrumento em aeroportos. b) será emitido NOTAM de FLASH dando inoperância.750 KHz e transmitem uma portadora contínua manipulada com modulação de 1. a marcação relativa (MR) da aeronave ou. ainda hoje. determinando pontos de referência em áreas terminais. além de proporcionar orientação à navegação marítima costeira. o NDB é. equipamento que capta os sinais do NDB e os transforma em direção.1. Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. através dos quais o piloto de uma aeronave adequadamente equipada com uma antena direcional e receptor. ao serem captadas por receptores de bordo dotados de antenas direcionais.2.2 Um rádio farol não direcional (NDB) de baixa e média freqüência transmite sinais não direcionais.020 Hz.1 Consiste basicamente de um transmissor no solo.2.MCA 53-1/2009 181 Q)QLAXX E)ALS (MALS) RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 2. lembrar que não existe tabela de intensidade de luz. 13. Exemplo: Q)QLFAS E)LGT FLG SEQUENCIAL RWY 18/US (NR) .2. quando essa dispuser de ADF (Automatic Direction Finder).Portaria DECEA No 63/SDOP. balizando aerovias. cancelamento. de 21 de outubro de 2009. . utilizado em muitos países. pode determinar seu rumo para esse auxílio e navegar em sua direção.

o que permite determinar a interseção de duas linhas de posição. terá indicação de bloqueio.182 MCA 53-1/2008 13. com freqüência.5 Voando uma aeronave em direção à estação transmissora.6 Exceto no que tange ao bloqueio da estação que não pode ser determinado. de montanha e perturbações meteorológicas.1. como uma forma de suprir suas necessidades de orientação. ocasionado pela entrada num cone de silêncio.2. de linha de costa.2. 13. ao sobrevoá-la. o piloto. 13.1.4 Fixos de posição podem ser determinados com relativa precisão se o piloto dispuser de duas estações transmissoras suficientemente afastadas. A tendência natural da onda de rádio seria percorrer uma linha reta. alguns NDB podem ser identificados pela manipulação de sua portadora. mas com esse tipo de equipamento poderemos ter uma mudança de direção causada por diversos fatores: efeitos noturno.2.2.2.1.1. Quando um NDB é utilizado simultaneamente com marcadores do ILS.7 As marcações proporcionadas através das ondas de rádio transmitidas por uma estação de NDB. terão alcance em função da potência do transmissor.2. por aeronaves voando em áreas desprovidas de auxíliosrádio. caracterizado pela inexistência de sinal. 13.2. . as emissoras de rádio comerciais (broadcasts) funcionam também como um rádio-farol. alto ruído atmosférico e condições locais.2.3 Com a finalidade de atender a certas condições.2. ele é denominado NDB Marcador. podendo sofrer influência de estações de rádio. 13.2. sendo por isso usadas.1.

00 a 112.00 Mhz à 117.41W . O alcance dos sinais. .2.2.2. c) elimina cálculos difíceis e demorados.1 O transmissor de um VOR opera nas freqüências de 108. e) não sofre o efeito noturno. dependerá da localização e instalação da antena.2.10 a 117.00 Mhz opera somente com os decimais pares. superior ao de um NDB. e de 112.00S/03820. sendo que de 108. d) não dá bloqueio falso. que de preferência. veio suprir essas deficiências.2 Descrição 13. apresentando as seguintes vantagens sobre o NDB: a) curso firme.o código NOTAM será: Q)QNBXX E)NDB SVD 275KHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1255. 13.2 VOR (RÁDIO FAROL DIRECIONAL) 13. f) é preciso.90 Mhz.1. deverá estar livre de qualquer obstáculo num raio de 300 metros.2.41W. Os sistemas que utilizavam baixa freqüência pecavam por razões já explicitadas anteriormente. Observar a diferença entre: a) NDB DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.2.2.00S/03820. com três letras.2. e b) NDB MUDADO COORDENADAS PARA .90 Mhz nos decimais pares e ímpares.MCA 53-1/2008 183 13. 13. A identificação da estação é fornecida por um sinal auditivo modulado em código morse.2. por ser um equipamento de freqüência muito alta. e g) elimina a curva do cão.3 Conseqüências para elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do NDB.00S/03820. b) não sofre influências por parte das condições atmosféricas.41W. O VOR.1 Finalidade O VOR (Very High Frequency Omnidirecional Range) é utilizado em radiogoniometria com muitas vantagens sobre o NDB.o código NOTAM será: Q)QNBCM E)NDB SVD 275KHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.

em virtude da alta freqüência não acompanhar a curvatura da superfície terrestre.2. . portanto. 360 radiais.30MHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1254.38S/03819. sendo. ou seja.2.o código NOTAM será: Q)QNVCM E)VOR SVD 109. 13.38S/03819.2 Enquanto que na utilização do NDB tinha-se conceitos de QDM e QDR. no VOR utiliza-se o termo Radial que corresponde à direção magnética partindo de uma estação VOR.4 O equipamento VOR é utilizado como balizamento de aerovias. É importante saber que radial é um local físico.2.30MHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1254.2.3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do VOR. Normalmente. 13. Pode-se fazer uma analogia das radiais de um VOR com os raios de uma bicicleta.2. A radial 360° é orientada para o Norte magnético.28W.3 O número de radiais irradiados por um VOR é infinito.2. Observar a diferença entre: a) VOR DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.41W .QDR.2.184 MCA 53-1/2008 13. o número utilizável é limitado pelo receptor de bordo da aeronave.00S/03820.o código NOTAM será: Q)QNVXX E)VOR SVD 109.28W.2. o alcance para a recepção do sinal de um VOR será o que se segue: ALTITUDE 1000 pés 2000 pés 3000 pés 4000 pés 10000 pés DISTÂNCIA 39 NM 54 NM 69 NM 92 NM 270 NM 13. medidas no sentido dos ponteiros do relógio. Um grau elétrico é igual a um grau geométrico.2. e também nas aproximações. na navegação em rota.2.2. cujo conceito confunde-se com o de linha de posição magnética . todavia. como auxilio básico de procedimentos. e b) VOR MUDADO COORDENADAS PARA .

13. Essa estação.MCA 53-1/2008 185 13.3. 13. ou ainda.1 Finalidade O equipamento medidor de distância (DME) veio como complemento para se descobrir a posição da aeronave em relação a um auxílio. eliminando cálculos demorados. . c) pode ser usado para delimitar esperas em qualquer lugar do espaço aéreo coberto pelo equipamento.3. Com a utilização do DME. causando pequenos erros quanto à posição geográfica.2 Descrição 13.2 O uso do DME como auxílio à navegação traz muitas vantagens para pilotos e controladores. A faixa de operação é de 960 a 1215 Mhz (UHF). b) rotas em arcos podem ser estabelecidas para prover separação.2. constantemente.2. Para se descobrir a posição da aeronave sem o auxílio do DME. só que a intervalos e freqüências diferentes. Dentre elas podemos citar: a) diminuir a separação entre aeronaves equipadas adequadamente. O intervalo de tempo gasto pela ida/volta dos pulsos é então transformado em unidade de distância (milha náutica) pelo computador acoplado ao equipamento e mostrado visualmente ao piloto no painel. responde à emissão do interrogador também em pares de pulsos.1 Esse auxílio consiste de um transmissor de bordo chamado de INTERROGADOR. é da linha de visada que une a aeronave e a estação.2.2.3. e d) permite ao piloto a plotagem constante de sua posição. que emite pares de pulsos de energia a intervalos regulares e que são captados pela estação terrestre. em virtude da curvatura da superfície terrestre e também da altitude da aeronave. a aeronave tem fornecida em mostradores. já que de uma estação só se obtém a LPM mas não em qual local desta linha a aeronave se encontra.3.2.2. denominada TRANSPONDER.3 DME (EQUIPAMENTO MEDIDOR DE DISTÂNCIA) 13. É bom lembrar que essa distância eletronicamente medida. para que determinado tráfego contorne uma área ou setor.2. a sua distância em relação à estação. era necessário uma série de cálculos e algumas vezes utilizar mais de uma estação terrestre.

2. as estações DME operam acopladas às estações VOR.3 No Brasil. . com seleção automática de freqüência através de canais.186 MCA 53-1/2008 13.o código NOTAM será: Q)QNDAS E)DME CH112X U/S.3.3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de inoperância do DME.2. e em algumas situações também podem ser associadas ao localizador do ILS. observando o seguinte: DME SVD INOPERANTE . d = distância em NM D = distância em NM da aeronave até a antena h = altitude do topo da antena H = altitude da aeronave 13.2.3.

(NR) .2 Inoperância de Componentes As restrições operacionais dos componentes eletrônicos. referente à situação.2.Portaria DECEA No 63/SDOP. 13.MCA 53-1/2009 187 13. em ângulo de descida. categoria e o impacto na operacionalidade do equipamento.3.2.ILS).4. Exemplos: Q)QICAS E)ILS RWY 18 U/S Q)QISAS E)ILS CAT I RWY 18 U/S Q)QITAS E)ILS CAT II RWY 18 U/S Q)QIUAS E)ILS CAT III RWY 18 U/S .2.4.2.1 Finalidade Sistema de aproximação de precisão muito utilizado nos aeroportos de todo mundo. estão previstas nos anexos da ICA 100-16 (Sistema de Pouso por Instrumentos . quando na aproximação final para pouso.2.1 O sistema inteiro poderá estar inoperante.4. o ILS proporciona à aeronave equipada com o correspondente instrumento de bordo orientação segura de alinhamento.3 Consequências para elaboração de NOTAM 13. de 21 de outubro de 2009.4 ILS (SISTEMA DE POUSO POR INSTRUMENTO) 13. 13. nos casos de degradação de seus componentes.4. visuais e adicionais.

3.188 MCA 53-1/2009 13. (NR) .2 Código de inoperância para cada componente.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009.2. Exemplos: Q)QILAS E)ILS LLZ RWY 18 U/S Q)QIGAS E)ILS GP RWY 18 U/S Q)QIOAS E)ILS OM RWY 18 U/S Q)QIMAS E)ILS MM RWY 18 U/S Q)QIIAS E)ILS IM RWY 18 U/S Q)QIDAS E)DME ASSOCIADO AO ILS RWY 18 U/S Q)QIXAS E)ILS LO RWY 18 U/S Q)QIYAS E)ILS LM RWY 18 U/S .4.

velocímetro e relógio. ferrovias.6 Navegação por Satélite .3 Navegação Radiogoniométrica .4 Navegação Eletrônica .Determinar o local onde se encontra.Determinar. através de instrumentos eletrônicos munidos de computadores. lagos. 14.2. 14. facilmente determinaremos os pontos COLATERAIS e SUB-COLATERAIS. por meio de observações dos corpos celestes. Instrumentos de bordo: bússola. por meios de ondas de rádio emitidas por estações terrestres: Estações: NDB. 14. às suas costas o OESTE (W). tem à sua frente o ESTE (E). de 21 de outubro de 2009. Determinando os pontos CARDEAIS. 14.2 Navegação Estimada . Isto é o que chamamos de pontos CARDEAIS. Ponto significativo: referência como: rodovias.2.Portaria DECEA No 63/SDOP. 14.Determinar o local onde se encontra. o local atual. rios.2. Qualquer pessoa. ômega e inercial.2.1 DEFINIÇÃO É a arte de conduzir uma aeronave.1 Navegação Visual ou Contato . de um ponto a outro.2.5 Navegação Celestial ou Astronômica . 14. 14. à sua esquerda o NORTE (N) e à sua direita o SUL (S).2. VOR.MCA 53-1/2009 189 14 NAVEGAÇÃO AÉREA Nesse capítulo serão abordadas noções básicas de navegação aérea para aplicação nas atividades de Informação Aeronáutica. a qualquer momento. com segurança e eficiência. sobre a superfície da terra.Sistema baseado em satélites colocados em órbita GNSS: “Sistema Global de Navegação por Satélite”. etc. Sistemas: doppler.3 DIREÇÃO É a posição de um ponto em relação a outro. cidades. Instrumento: sextante. montanhas. 14. pontes. sem considerar a distância que os separa. de frente para o nascer-do-sol.Observando os pontos significativos sobre a superfície da Terra. (NR) .Determinar o local onde se encontra. .2 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO 14. a partir do último ponto conhecido. determinando sua posição em qualquer momento.

4. Latitude do Ponto A 45º N Ponto A Plano do Equador Arco de Meridiano . a partir do Equador. 14. no sentido NESO (Norte / Este / Sul / Oeste). Assim.4 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS 14.1 A LATITUDE é o arco de meridiano compreendido entre o Equador e o paralelo de um lugar. A latitude é medida de 00º a 90º para NORTE e para o SUL. que é sempre a linha NORTE/SUL. medida em graus. Esse é o sistema universalmente adotado para fins de navegação. de 000º a 360º. podemos dizer que a DIREÇÃO é uma medida angular a partir de um ponto de referência.190 MCA 53-1/2008 Norte (N) Noroeste (NW) Nornoroeste (NNW) Nornordeste (NNE) (NE) Nordeste oestenoroeste (WNW) (ENE) estenordeste PONTO Oeste (W) oestesudoeste (WSW) (E) Leste (ESE) estesudeste Sudoeste (SW) (SSW) susudoeste (SSE) susudeste (SE) Sudeste (S) Sul Modernamente as direções são expressas em graus.

Também pode ser definida e perfeitamente aceitável. temos que. são duas: quilômetros (Km) e milhas náuticas (NM). 14.1. Seu valor é de 1.3 Sendo a circunferência da terra medida no equador igual a 40. Meridiano 80º W 14. é a sua escala de distância.1. para ESTE e para OESTE (ver Anexo E). a escala de latitude de uma carta.5. As unidades de comprimento utilizadas para medir distâncias nesse Manual.4.1.000Km (21. 14.MCA 53-1/2008 191 14. A longitude é medida de 000º a 180º a partir do meridiano de GREENWICH.2 A LONGITUDE é o arco da LINHA do EQUADOR ou do PARALELO.1 MILHAS NÁUTICAS 14. faremos a seguinte observação.5. compreendido entre o meridiano de GREENWICH e o meridiano de um lugar. visando comprovar a afirmação que 1’ de latitude equivale a 1NM: 21.2 Considerando a explicação acima.852Km.600 NM ÷ 360 = 60NM Logo: 1º (60’) corresponde a 60NM . ao longo de um meridiano qualquer.5.5 DISTÂNCIA É a separação entre dois pontos. 14.600NM) e a LINHA do EQUADOR um CÍRCULO MÁXIMO (círculo que divide a terra em duas partes iguais).5. onde 1’ de latitude é equivalente a 1NM.1 Unidade de distância internacional adotada e conhecida como NM. como sendo: o comprimento de 1’ de arco do meridiano terrestre (equivalente a 1’ de latitude).

69NM 14. NM e Km e vice-versa.7 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA 14. 14. para Este. No caso inverso. 14.7. isto é.192 MCA 53-1/2008 14. NOTA: Para a determinação de rumo/proa magnética.7. isto proporciona o cruzamento dos meridianos geográficos. Exemplo: Converter 130NM em quilômetros: 130NM × 1. tem-se uma declinação magnética Este (E).3 Quando a agulha da bússola estiver para a direita da direção do Norte Verdadeiro.852Km = 56. e subtraída quando essa for Este. deverá ser adicionada ao rumo/proa verdadeira a declinação magnética.1 Sabendo-se que os pólos magnéticos e verdadeiros não são coincidentes. como sendo o ângulo formado por uma linha NORTE/SUL verdadeira ou geográfica e uma linha NORTE/SUL magnética.76Km Converter 105Km em milhas náuticas: 105Km ÷ 1. basta conhecermos os seus valores e efetuarmos simples operações de multiplicação e divisão. formando um ângulo denominado DECLINAÇÃO MAGNÉTICA. quando essa for Oeste.7. . tem-se uma declinação magnética Oeste (W).852Km = 240.6 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA Para conversão dessas unidades de distâncias. apontando para esquerda (Oeste). isto é.2 Definimos declinação magnética (Dmg).

d) Rumo magnético (Rmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e uma linha de rota.8 ROTA.1 DEFINIÇÕES: a) ROTA: Projeção ortogonal à superfície da terra.8. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º . b) RUMO: Ângulo formado entre um meridiano qualquer e a linha de rota. f) Proa verdadeira (Pv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e o eixo longitudinal da aeronave. RUMO E PROA 14. c) Rumo verdadeiro (Rv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e uma linha de rota. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º e) PROA: É o ângulo formado entre um meridiano qualquer e o eixo longitudinal da aeronave.MCA 53-1/2008 193 14. e g) Proa magnética (Pmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e o eixo longitudinal da aeronave. sendo a trajetória desejada ou percorrida pela aeronave. O rumo pode ser verdadeiro ou magnético.

c) MARCAÇÃO MAGNÉTICA (QDM): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. variando de 000º a 360º. b) MARCAÇÃO RELATIVA (MR): É o ângulo formado pelo prolongamento do eixo longitudinal da aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. É a diferença de 180º da marcação magnética. contados no sentido horário.9 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA 14. e d) LINHA DE POSIÇÃO MAGNÉTICA (QDR): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela estação e a linha que liga a estação à aeronave. . variando de 000º a 360º.1 DEFINIÇÕES: a) RADIOGONIOMETRIA: É a técnica de medir direções e determinar posições utilizando ondas de rádios emitidas por um transmissor ou transmissores de posições conhecidas.9. variando de 000º a 360º.194 MCA 53-1/2008 14. contados no sentido horário. contados no sentido horário.

1.1.2 Os aeródromos civis são classificados em: a) PÚBLICOS – Destinam-se ao tráfego de aeronaves em geral.2. físicas e operacionais dos aeródromos brasileiros para que os Especialistas possam identificar a melhor forma de lidar com as informações/dados aeronáuticos a eles inerentes. ao uso de aeronaves militares.2. 15. e b) PRIVADOS – Só poderão ser utilizados com permissão de seus proprietários. .2 Os aeródromos públicos podem ser utilizados por aeronaves em geral. ainda.1 PROCEDIMENTOS 15. 15.Aeródromo destinado. ressalvados os casos de aeronaves que apresentarem defeitos em vôo ou encontrarem condições meteorológicas adversas na rota. ao uso de aeronaves civis. em princípio. 15. em princípio. (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. divulgado em pelo menos um dos componentes da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP). NOTA: Exceto aeródromos privados abertos ao tráfego público.2. desde que observadas as características físicas e operacionais do aeródromo.1. em caráter comercial ou não. que é o Aeródromo Público Restrito.3 Considera-se um terceiro tipo de aeródromo civil. e b) MILITAR .3 Os aeródromos privados e os aeródromos públicos restritos só podem ser utilizados com permissão de seu proprietário.1 Nenhum aeródromo civil poderá ser utilizado por aeronaves civis se não estiver devidamente registrado ou homologado e.2 UTILIZAÇÃO 15.1 Os aeródromos são classificados em: a) CIVIL . de 24 de agosto de 2010.1.Aeródromo destinado.MCA 53-1/2010 195 15 AERÓDROMOS Esse capítulo trata das características administrativas.1. 15. 15.1. 15. sendo vedada sua exploração comercial.2.1 CLASSIFICAÇÃO 15.

3.3.3.3.3 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS 15.5 Os aeródromos privados. 15.1.2. minutos e segundos.2.4 O ARP deve situar-se tão próximo quanto possível do centro geométrico inicial ou planejado do aeródromo. 15.3 A posição do ARP é estabelecida em caráter permanente e informada em latitude e longitude.6 O piloto em comando é o responsável quanto à verificação das características físicas e operacionais dos aeródromos ou helipontos envolvidos com o vôo.2 Elevações e Alturas Geoidais da Pista 15.2. 15. em graus.2. a elevação dos extremos de pista e a dos pontos intermediários ao longo da pista. arredondando-se ao segundo mais próximo.3. poderão ser utilizados por aeronaves militares.2.1 Para cada aeródromo será estabelecido um ponto de referência.2.1.1 Elevação do Aeródromo É a altitude do ponto mais elevado da área de pouso de um aeródromo (Anexo G . alta ou . 15.3.P1).3. independente de permissão de seu proprietário.3.1.2. serão informadas a elevação e a ondulação geoidal de cada cabeceira.P2).1. quando o interesse for de segurança nacional ou necessidade de fiscalização assim o exigir.196 MCA 53-1/2008 15. 15.1 PONTO DE REFERÊNCIA DO AERÓDROMO (ARP) 15.1.1.3.2 A sua finalidade é servir como origem para determinação das coordenadas de qualquer outro ponto na área do aeródromo. 15.1. 15.4 Os aeródromos privados abertos ao tráfego poderão ser explorados comercialmente desde que exista autorização formal do proprietário para uso da propriedade como aeródromo público. considerando a possibilidade de que esse seja posteriormente ampliado (Anexo G . 15. se sua elevação.1 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de não precisão (NPA).2 ELEVAÇÃO E ALTURA GEOIDAL 15.

Essa temperatura deverá ser medida por observações efetuadas durante vários anos 15.3. e se medirá com uma precisão arredondada ao meio metro ou pé mais próximo.3. 15.4 PISTAS Área retangular definida em um aeródromo destinada a pouso e decolagem de aeronaves (Anexo G .2.3.4. em função do rumo magnético.P3).3. 15.3.3.P5). serão informadas a elevação e ondulação geoidal de cada cabeceira.3 TEMPERATURA DE REFERÊNCIA 15. Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo.2.1 Localização da Cabeceira Normalmente a cabeceira situa-se no extremo da pista. aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho.3. Esse número será o inteiro mais próximo da décima parte do azimute magnético de uma pista (Anexo G .2 A temperatura de referência deverá ser a média mensal das máximas temperaturas diárias correspondentes ao mês mais quentes do ano.2 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de precisão (PA-1.P6).P4). for de importância.1 Para cada aeródromo será determinada uma temperatura de referência em graus Celsius (Anexo G . PA-2 ou PA-3). a elevação dos extremos de pista e a maior elevação da zona de contato (TDZE).3.3. será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista (Anexo G .P7). 15. Quando a cabeceira da pista estiver deslocada.MCA 53-1/2010 197 baixa. tendo em vista o rumo de aproximação.5 NÚMEROS E ORIENTAÇÃO DAS PISTAS Um sinal designador de pista consistirá em um número de dois dígitos. 15. serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada. a partir do Norte Magnético. 15. e se medirá com uma precisão arredondada ao quarto de metro ou pé mais próximo (Anexo G . . a menos que condições operacionais justifiquem a escolha de outra localização.

Esse número é o Número de Classificação de Pavimento (PCN).3.7.1. Exemplo: 4000 Kg / 0. 15. 15.1 Esse método torna possível expressar o efeito individual de uma aeronave sobre diferentes pavimentos através de um único número.700 Kg (12. entre outros).3.1 Método ACN-PCN 15.6 DECLIVIDADE LONGITUDINAL DA PISTA É o resultado das várias elevações ao longo do terreno (Anexo G .198 MCA 53-1/2008 Para duas pistas paralelas: “L” “R”.7 RESISTÊNCIA DO PAVIMENTO A resistência do piso dos aeródromos destinados a aeronaves com peso inferior a 5. 15.2 A capacidade de carga de um pavimento também pode ser expressa por um único número sem especificar uma aeronave em particular ou informações detalhadas do pavimento.3. o tipo de pavimento e a resistência do subleito. Para três pistas paralelas: “L” “C” “R”. Portanto.1.P8). será notificada através do peso máximo admissível (peso máximo de decolagem) da aeronave e da pressão máxima admissível dos pneus pelo pavimento. pressão de pneu. 15. Para quatro pistas paralelas: “L” “R” “L” “R”.3. Esse número é chamado Número de Classificação da Aeronave (ACN). define-se: .50 Mpa. Para cinco pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “R” ou “L” “R” “L” “C” “R”. e Para seis pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “C” “R”.7.7. que varia de acordo com o peso e a configuração da aeronave (tipo de trem-de-pouso.3.500 lb).

preparada pela autoridade competente.1.1. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus.2 Uma vez que o usuário conheça o PCN. . NOTA 2: A resistência do piso dos helipontos é apresentada simplesmente com o peso em toneladas.500 lb).7. sem restrições. então a aeronave poderá operar no aeródromo em questão.3. ele determinará através de uma tabela. qual o ACN de sua aeronave.1 O método ACN-PCN se aplica somente aos pavimentos destinados a aeronaves com peso igual ou superior a 5.7. de 10 abril de 2008.4.700 Kg (12.1. uma aeronave que tenha um valor de ACN inferior ou igual ao valor do PCN do pavimento. para uma categoria padrão de subleito especificada. 15. Exemplo: PCN 78 / R / A / W / T NOTA 1: A IAC 157-1001. nas quatro categorias de resistência de subleito.4 Aplicação 15.3 O sistema ACN-PCN é estruturado de maneira que um pavimento com um determinado valor de PCN seja capaz de suportar. NOTA 3: Poderão ser autorizadas operações de aeronaves com ACN superior ao PCN notificado para pavimento desde que obedecidos os critérios estabelecidos na IAC 157-1001. Isto é possível. a) PCN – É um número que expressa a capacidade de resistência de um pavimento para operações sem restrição.3.4.7.MCA 53-1/2010 199 a) ACN – É o número que expressa o efeito relativo de uma aeronave com uma determinada carga sobre um pavimento. 15.1.7. Se o ACN encontrado for igual ou inferior ao PCN publicado. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis. 15.3. pois os valores de ACN e de PCN são calculados usando-se a mesma base técnica. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus. Cabe ressaltar que os valores oficiais de ACN são fornecidos pelos fabricantes das aeronaves.3.

Rígido: . desde que não ultrapassem a.7.4.3 Maiores detalhes sobre o método ACN-PCN podem ser encontrados no ANEXO 14/OACI e na IAC 157-1001. 5% do número de movimentos anuais de aeronaves.200 MCA 53-1/2008 15. 15.Flexível: c) resistência do subleito.7.letra R .3. cujo ACN não exceda 10% do PCN notificado. e c) se a estrutura do pavimento é desconhecida a limitação a ser aplicada é a correspondente aos pavimentos rígidos. aproximadamente.1.letra F .5 Operação com Sobrecarga Para as operações cujo valor de sobrecarga e/ou freqüência de utilização não justifique(m) uma análise detalhada.letra B .7. b) tipo de pavimento. 5% do número de movimentos anuais de aeronaves. os movimentos ocasionais de aeronave. são os seguintes os critérios recomendados pelo ANEXO 14/OACI: a) para pavimentos flexíveis (asfalto).baixa: .letra A . não são prejudiciais ao pavimento. os movimentos ocasionais de aeronave cujo ACN não excede de 5% o PCN notificado. não são prejudiciais ao pavimento.letra C .média: .3. 15. desde que não ultrapassem a. . b) para pavimentos rígidos (concreto cimento) ou compostos nos quais o pavimento rígido constitui o elemento primordial da estrutura do pavimento.6 Procedimentos para notificação do PCN O PCN de um pavimento é notificado através de um código que utiliza cinco elementos: a) valor numérico do PCN. .1.alta: .1. aproximadamente.3.

.prática: Consiste na utilização do conhecimento do tipo e peso de aeronaves que. rígido. através das publicações de informações aeronáuticas. utilizando-se a tabela de ACN anexa à IAC 157-1001.média (até 1.P9).50MPa): .técnica: Consiste no estudo específico das características do pavimento e na aplicação da tecnologia do comportamento dos pavimentos: .letra U 15.alta (sem limite de pressão): .7 Uma vez que o usuário conheça. o pavimento resiste satisfatoriamente: Exemplo: Notificação publicada: Interpretação: . ou seja.7.letra W . e .letra T .MCA 53-1/2010 201 .8 Cálculo do ACN das Aeronaves: a) o ACN das aeronaves deverá ser determinado segundo o método ACN PCN.método de avaliação: 80. ele determina o ACN.letra Y .00MPa): . o PCN.1.muito baixa (até 0. alta.letra D .resistência do subleito: .3.pressão máxima dos pneus: . a resistência do piso. .letra Z . PCN 80/R/B/W/T . e técnica.50MPa): e) método de avaliação.letra X . através de uma tabela existente na IAC em vigor (Anexo G .tipo de pavimento: . 15.1. em condições normais de emprego. média.7.valor numérico do PCN: .baixa (até 1.3.ultra-baixa: d) pressão máxima de pneus.

71 e 53. entre o peso de operação vazio e o peso máximo de decolagem. 42. nas quatro categorias de resistência do terreno de fundação.23 MPa 1. NOTA 3: Para calcular o ACN correspondente a um valor de carga intermediário.105 Kg PRESSÃO 1.202 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Essa tabela. de acordo com a coluna 6 da Tabela de ACN. NOTA 2: As duas cargas totais que figuram na coluna 2 da tabela de ACN.17 MPa . são respectivamente.066 Kg 253. 50. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis. pode suportar todas essas aeronaves. 45. respectivamente.Exemplo 1 Uma AIP contém as seguintes informações relativas ao pavimento de uma pista PCN 80/R/B/W/T. para cada tipo de aeronave. sendo a informação acrescida na tabela.749 Kg 185.B2 B 747–100B Concorde DC 10–40 Solução: Os ACN dessas aeronaves.56 MPa 1. considerase o ACN como variando linearmente. o peso máximo de decolagem e o peso operacional vazio. Determinar se o pavimento pode aceitar as seguintes aeronaves. são. visando facilitar o usuário. fazendo-se uma interpolação. NOTA 4: A Pressão dos pneus informada na Tabela do documento da OACI. com as cargas operacionais e pressões de pneus indicados a seguir: PESO Airbus A300 Mod.000 Kg 334. não contempla a unidade de medida em psi.26 MPa 1. b) Exemplos de cálculo de ACN: . Como o pavimento em questão tem um PCN 80 e não tem limitação de pressão de pneus.

O ACN da aeronave é obtido por interpolação dos valores da coluna 10 da Tabela de ACN CARGA TOTAL MÁXIMA DE DECOLAGEM OPERAÇÃO VAZIO KG 1 DC 10-10 2 196406 108940 ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS RÍGIDOS PRESSÃO DOS PNEUS MPa/psi K em MN/m3 Alta Médi a Baixa Ultra Baixa 20 8 73 33 Alta ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS CBR Médi a Baixa Ultra Baixa 3 12 93 38 TIPO DE AERONAVE CARGA SOBRE UMA DAS RODAS DO TREM DE ATERRISSAGEM PRINCIPAL (%) 150 3 47.400 Kg sobre um pavimento flexível apoiado em fundação do terreno de resistência média (CBR=10).8.8.2 4 1.3.446 ACN = 57 – 13 ACN = 44 15.P10). .400) x (57 – 27) (196. A pressão dos pneus do trem de pouso principal é de 185 psi.406 – 108.9.28/185 5 45 23 80 6 52 25 40 7 63 28 15 9 52 26 10 10 57 27 6 11 68 30 ACN = ACN MÁXIMO – (CARGA TOTAL – CARGA PRETENDIDA) x (ACN MÁXIMO – ACN MÍNIMO) (CARGA TOTAL – OPERAÇÃO VAZIA) ACN = 57 – (196. 15.28 Mpa.3. quando houver.406 – 157.9 FAIXA DE PISTA (STRIP) 15.940) ACN = 57 – 39.3.3. 15. a altitude do ponto mais próximo situado no eixo da pista ou no seu prolongamento (Anexo G .8 TIPOS DE PAVIMENTO 15.006 x 30 87. e tem.Exemplo 2: Achar o ACN do DC 10–10 com 157. em cada ponto.1 Os tipos de pisos dizem respeito à natureza do piso das diversas pistas e áreas onde trafegam as aeronaves no aeródromo. Solução: 185 psi = 1.1 Área retangular que envolve a pista de pouso e a SWY.MCA 53-1/2010 203 .2 Os respectivos códigos constam das abreviaturas existentes na Parte GEN da AIPBRASIL e no ROTAER e são os seguintes.3.

4 Não estão compreendidos na proibição: a) os auxílios à navegação aérea que.9.3 Na Faixa de Pista não são permitidos quaisquer aproveitamentos que ultrapassem seu gabarito.204 MCA 53-1/2008 15. cujo objetivo principal consiste em reduzir o risco de danos a uma aeronave que faça uma aterrissagem antes ou ultrapasse o extremo da pista.P13). adjacente a faixa de pista. 15. A largura da zona de parada deve ser a mesma da pista à qual está vinculada.3. até uma altura especificada (Anexo G . ainda. tais como: construções. destinada àquelas aeronaves que requeiram distância maior que a da pista. sob controle de autoridade competente e selecionada ou preparada como área disponível sobre a qual uma aeronave possa efetuar parte de sua subida inicial.9.2 O comprimento e a largura dependerão do tipo de operação da pista. 15. e b) os equipamentos necessários à manutenção e. . 15.11 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS .3. Suas dimensões variam em função do tipo e da quantidade de operações (Anexo G .3.CWY Área retangular sobre o solo ou água. variando o comprimento (Anexo G . definida no terreno. obrigatoriamente.3.10 ÁREA DE SEGURANÇA DE EXTREMO DE PISTA (RESA) Área simétrica ao prolongamento do eixo da pista e adjacente ao extremo da faixa de pista.P11).SWY Área retangular.3. tenham de ser instalados nesta área. instalações e colocação de objetos de natureza temporária ou permanente. no caso de necessidade da interrupção da decolagem. fixos ou móveis. aeronaves e veículos em serviço.12 ZONA DE PARADA . todos sujeitos aos limites de altura e afastamento do eixo da pista. 15.P12). situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem.3. estabelecidos pelas normas em vigor. 15. situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem.9.

se existir.comprimento declarado da pista disponível para corrida no solo de uma aeronave que decola.13 ÁREA DE APROXIMAÇÃO (A1) Plano inclinado ou combinação de planos anteriores à cabeceira cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista.MCA 53-1/2010 205 15. ou seja.14 ÁREA DE DECOLAGEM (A2) Plano inclinado ou outra superfície especificada situada além do extremo de uma pista ou zona livre de obstáculos cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista.CWY.comprimento declarado da pista disponível para decolagem. comprimento da TORA somado à zona livre de obstáculos . b) TODA (TAKE-OFF DISTANCE AVAILABLE) .P14): a) TORA (TAKE-OFF RUN AVAILABLE) . 15.3.3.16 DISTÂNCIAS DECLARADAS São distâncias utilizadas para efeito de cálculo para pouso. 15. 15.15 ÁREA DE TRANSIÇÃO (A3) Plano inclinado que parte das laterais da faixa de pista e da área de aproximação até 45m de altura. decolagem e interrupção de decolagem.3.3. . que são definidas a seguir (Anexo G .

1. e d) LDA (LANDING DISTANCE AVAILABLE) . se existir.comprimento declarado da pista disponível para aceleração e parada da decolagem. a THR está situada no extremo da pista. . Assim.16.3. comprimento da TORA somado ao comprimento da zona de parada .1 15.comprimento declarado da pista disponível para a corrida no solo de uma aeronave que pousa.206 MCA 53-1/2008 c) ASDA (ACCELERATE STOP DISTANCE AVAILABLE) . Assim sendo. Exemplo 2: A RWY é provida de SWY. na ASDA será incluído o seu comprimento. Assim. ou seja. ainda. na TODA será incluído o seu comprimento.SWY.3.3.1.16. 15.2 Pousos e Decolagens da Esquerda para a Direita Exemplo 1: A RWY é provida de CWY.16. Condições A RWY é desprovida de SWY e de CWY e. as quatro distâncias declaradas terão um comprimento igual 15.1 ao da RWY.

se a THR for deslocada. Daí.MCA 53-1/2010 207 15.1. Na maioria dos casos. Exemplo 2: Nos casos de RWY providas de CWY.3.3 Obstáculos na Aproximação Exemplo 1: A LDA começa na THR.16. corresponde ao comprimento físico da RWY. a LDA terá seu comprimento modificado em função deste deslocamento. SWY e THR deslocada. suas distâncias declaradas serão configuradas conforme a seguir: .

208 MCA 53-1/2008 15.3. luzes de eixo de pista e luzes de zona de contato (Anexo G . Óleo.16. Aplicam-se também a todas as luzes aeronáuticas de superfície. Buracos.) 15.3. São as seguintes luzes previstas para pista de pouso: luzes de cabeceira.17 LUZES AERONÁUTICAS DE SUPERFÍCIE Os procedimentos aqui tratados têm aplicação em todos os aeródromos. 15. sistema visual indicador de rampa de aproximação (VASIS).5 Outros exemplos das possibilidades de configurações de distâncias declaradas estão contidos no Anexo F.16.P16).3.1.2 Iluminação da Pista Todas as pistas destinadas ao uso noturno devem possuir iluminação adequada.17. 15.3. indicador visual de trajetória de aproximação de precisão (PAPI) e faróis luminosos de aproximação e luzes indicadoras de alinhamento de pista (Anexo G .3. tais como sistema de luzes de aproximação (ALS). .1. estejam ou não no aeródromo ou em suas proximidades. etc.17. luzes laterais.1 Iluminação de Aproximação A iluminação de aproximação inclui luzes. independente da existência de serviço de controle de aeródromo.4 Exemplo: Cabeceira Deslocada por Impraticabilidade (Obras. 15.P15).

2. . de 21 de outubro de 2009.17.17.4 O sistema de luzes de pista será considerado operacional quando a quantidade de luzes inoperantes não ultrapassar os percentuais especificados no capítulo 3 da ICA 100-1 (Operação IFR em Aeródromos).2. NOTA: No Brasil.3.2.3. para determinar o começo da extremidade remota de 600 metros ou 1/3 final e as luzes restantes de cor branca variável.1.2 Essas luzes são fixas (contínuas).2. em uma distância de 600 metros ou de 1/3 final da pista. as luzes situadas entre o começo da pista e a cabeceira deslocada são de cor vermelha.3.2.2.3.5 Para pistas com operações de pouso e decolagem VFR noturno deverão estar disponíveis pelo menos 85% das luzes (de cabeceira e de final de pista) em funcionamento e que não existam luzes queimadas adjacentes. 15.2. de cor branca variável.Portaria DECEA No 63/SDOP.17. vistas na direção da aproximação.17. as de cor verde indicando o início e as de cor vermelha o final. são instaladas na cabeceira e no final da pista.3.2. 15.1. 15.1 Luzes de Pista 15. indicando sua direção e limites (ver 15. coincidindo com a cabeceira deslocada.2 Essas luzes em número de seis pelo menos.3.2. de 21 de outubro de 2009.2 Luzes de Cabeceira e Final de Pista 15.2. NOTA: A localização das luzes de cabeceira (início e final de pista) são colocadas até 5 metros distantes das laterais.17. 15.2.2.Portaria DECEA No 63/SDOP.17.3.5). as pistas providas de luzes de intensidade média.1 Luzes dispostas lateralmente ao longo da pista de pouso e equidistante de seu eixo. de 21 de outubro de 2009. 15.17. (NR) .2.2.17.3 Quando a cabeceira for deslocada do extremo da pista. se essa distância for menor.MCA 53-1/2009 209 15.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) . podendo o extremo da pista oposta ser de cor amarela.2. em sentido transversal ao seu eixo. (NR) . (NR) . de 21 de outubro de 2009. 15.17. uma luz amarela é usada em cada lado visível em qualquer direção.2. Se a cabeceira estiver deslocada.3.1 Luzes distribuídas de modo a indicar os limites longitudinais da pista ou da trajetória de pouso utilizável. as luzes de cabeceira serão dispostas sobre uma linha perpendicular ao eixo da pista.3.2.4 e 15.17.3.Portaria DECEA No 63/SDOP.3.17. instaladas a intervalo não maiores que 60 metros (IFR) ou 100 metros (VFR).2.

NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III.3. 15. 15. Essas luzes devem ser obscurecidas para o lado oposto ao da pista em uso. dispostas simetricamente em duas fileiras. instaladas ao longo das laterais da zona de parada. de cor branca variável. como também no extremo dessa zona de parada. pistas de saída e .1 Iluminação de Pista de Táxi Luzes de Eixo de Pista de Táxi São luzes fixas. em linha eqüidistantes do seu eixo.17. perpendicularmente ao seu eixo.3. uma em cada lado do eixo da pista.4. desde a cabeceira até o final.3.3. dispostas ao longo do eixo de todo o percurso do táxi da aeronave. para que não sejam visíveis pelos pilotos ao passarem sobre a zona de parada durante a aproximação para pouso. Essas luzes são fixas (contínuas).3 15.2. encravadas em barretas transversais. com intervalos longitudinais não superiores a 30 metros.3 Luzes de eixo de pista São luzes distribuídas ao longo do eixo da pista.4 Luzes de zona de contato São luzes de cor branca variável. de cor vermelha.17. 15.17.2 Devem ser instaladas luzes em todas as zonas de parada prevista para uso noturno.4 15. quando passa a ser vermelha até o final da pista.17.3. desde a cabeceira até o ponto situado a 900 metros do extremo da pista. coincidindo com o prolongamento das fileiras das luzes laterais de pista.17. unidirecionais. de cor verde.2. estendendo-se desde a cabeceira até uma distância longitudinal de 900 metros.3. embutidas no solo. alternando a cor branca variável com a vermelha desde 900 metros até 300 metros do outro extremo da pista. nas pistas de táxi. nas quais o sistema é encurtado de modo a não ultrapassar o ponto médio da pista.3.1 Iluminação de Zona de Parada São luzes fixas (contínuas).3. 15.3.17.210 MCA 53-1/2008 15. exceto nas pistas de comprimento menor que 1800 metros. NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III.17.

2 Nos aeródromos cuja operação não seja contínua. 15.3.3. distribuídas ao longo das laterais da pista de táxi.17.17. com intervalos de 3 metros entre as luzes. quando o obstáculo não ultrapasse a superfície horizontal interna do aeródromo (Anexo G . Esse tipo de luz deve ser usada em pistas de táxi onde seja comum a ocorrência de RVR menor que 400 metros.3.3.6 Iluminação de Obstáculos A iluminação de obstáculos localizados nas áreas de aproximação e de decolagem de uma pista poderá ser ligada ou desligada. . quando as condições meteorológicas do aeródromo somente possibilitem operações IFR ou VFR especial (Anexo G .17. com diferentes tipos de informação.17.7.4. semi-embutida no solo.P18). unidirecionais.P17).7. 15. 15. 15.5 Barras de Parada Luzes de cor vermelha.7. colocadas transversalmente em pista de táxi e distribuídas de modo simétrico em relação ao seu eixo.17. destino ou de instruções obrigatórias.MCA 53-1/2008 211 pátios.3.3.2 Luzes de Pista de Táxi Luzes fixas. ao mesmo tempo que as luzes de pista. 15.3.17.17.3 Sistema de Guia para o Táxi Esse sistema deve oferecer ao piloto.3. que podem ser de situação.3 O farol de aeródromo deverá ser ligado entre o nascer e o pôr-do-sol. de cor azul.4.17. no ponto que se deseja deter o tráfego e serão desligadas para indicar que o tráfego pode continuar. no sentido da aproximação da interseção de pista.1 Farol de Aeródromo O farol de aeródromo deverá permanecer ligado entre o pôr e o nascer-do-sol nos aeródromos com operação contínua (H24). 15. 15.7 15. através de dispositivos luminosos. o farol de aeródromo deverá permanecer ligado desde o pôr-do-sol até o encerramento do serviço.

4.5 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA 15. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno. 15. É equipado com auxílio-rádio á navegação que proporciona orientação para a aproximação e decolagem e. auxílios visuais terrestres luminosos adequados.1 São aquelas relativas às condições de operacionalidade da pista tais como: a) Regra de voo visual (diurna) b) Regra de voo visual (noturna) c) Regra de voo por instrumentos (diurno) d) Regra de voo por instrumentos (noturno) 15.IFR NOTURNO.212 MCA 53-1/2009 15. Aeródromo para Operação VFR é aquele em que as aeronaves só poderão operar de acordo com as regras de voo visual.5 Aeródromo para Operação IFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui.4 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS 15. . aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho. .2 . serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada. de 21 de outubro de 2009.4.4 Aeródromo para Operação IFR Diurna é um aeródromo onde podem operar aeronaves segundo regras de voo visual (se as condições de teto e visibilidade permitirem) e também segundo regras de voo por instrumentos para operação diurna. (NR) .4. Quando a cabeceira da pista estiver deslocada. será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista.3 Aeródromo para Operação VFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui.5.VFR NOTURNA. e . 15. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno. .IFR DIURNO. 15. normalmente no extremo da pista. 15.1 A cabeceira deve situar-se.4. auxílios visuais terrestres luminosos adequados. Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo. além disto possui cartas de aproximação e saída por instrumentos publicadas (em vigor) e órgão ATS em funcionamento. a menos que considerações de caráter operacional justifiquem a escolha de outra locação.4.Portaria DECEA No 63/SDOP.VFR DIURNA. Isto se dá pelo fato de não estar devidamente equipado para atender as operações de aeronaves em condições IFR.

2. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP.1 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS A categoria requerida de aeródromos ou simplesmente CATEGORIA DE UM AERÓDROMO é uma classificação numérica ou alfanumérica que se baseia no grau de risco peculiar ao aeródromo e que corresponde a um determinado nível de proteção contra-incêndio requerido.Portaria DECEA No 63/SDOP.3 15. em um período de tempo preestabelecido.2. de 21 de outubro de 2009. todas as rampas e indicações não devem ser utilizadas para aproximação. acrescentando a esses valores a porção deslocada.6.3. c) ALS. b) PAPI.1 Tal procedimento deve ser efetuado. obtida a partir da avaliação da categoria das aeronaves e do número de movimentos destas (Anexo G .5. bem como com a freqüência de operação dessas aeronaves. 15.MCA 53-1/2009 213 15.Portaria DECEA No 63/SDOP. 15. e (NR) . (NR) .6 15. 15.P19).2 Deverá ser expedido NOTAM modificando as visibilidades mínimas previstas nos quadros POUSO DIRETO e PARA CIRCULAR nas IAC. em virtude desses equipamentos estarem transmitindo rampas e indicações calculadas para a cabeceira no início da pista.6. e se essa cabeceira for deslocada.2 Na existência de um deslocamento de cabeceira.1 DETERMINAÇÃO E DIVULGAÇÃO A determinação e divulgação do nível de proteção contra-incêndio requerido para os aeródromos brasileiros é de responsabilidade da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica .6. e será expresso por uma classificação numérica. de 21 de outubro de 2009. deve ser expedido NOTAM indisponibilizando os seguintes equipamentos e procedimentos. de 21 de outubro de 2009 15. 15. quando existentes: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. a) VASIS. d) ILS GP (trajetória de planeio – sua precisão). (NR) . e) IAC Radar.6.5.2 O nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo está relacionado com as dimensões das aeronaves regulares que o utilizam.5.

durante esse período. utilizada para pousos. pela Portaria no 745/GM5. de 14 FEV 1974.4 REDUÇÃO DO NÍVEL DE PROTEÇÃO REQUERIDO A redução do nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo deverá ser requerida à DIRENG. 15.7 15. entidade ou empresa responsável pela administração do aeródromo.Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de operações de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas e cargas.298. anualmente ou sempre que se fizer necessário.1 HELIPONTO DEFINIÇÕES As “Instruções para Operação de Helicópteros e para Construção e Utilização de Helipontos e Heliportos”.2 A DIRENG manterá um sistema de controle atualizado sobre o nível de proteção contra-incêndio de todos os aeródromos categorizados. atualizada e publicada em Boletim Ostensivo da DIRENG e no Diário Oficial da União. pela administração do aeroporto.214 MCA 53-1/2008 (OCSISCON). com antecedência mínima de 60 dias e acompanhada das características referentes à previsão de movimento de aeronaves. e com as modificações determinadas pela Lei no 6.2 TIPOS São os seguintes os tipos de helipontos: . 15.3 A responsabilidade pela operação dos SESCINC nos aeródromos homologados é do órgão. e b) HELIPORTO .Toda área homologada ou registrada ao nível do solo ou elevada. adotam as seguintes definições: a) HELIPONTO .6. 15. Através do Programa Anual de Trabalho. 15. de 15 DEZ 1975. de 06 OUT 1976.6. procederá à fiscalização dos diversos aeródromos no que tange ao fiel cumprimento das Instruções do Comando da Aeronáutica.6. 15. decolagens de helicópteros. o período de redução e dos recursos materiais e humanos que serão mantidos no aeródromo. aprovadas pela Portaria no 18/GM5. e será.3.7.7.3.

Portaria DECEA No 63/SDOP. f) Área de Pouso Eventual .construída sobre edificações. Essas plataformas geralmente mudam de localização e a natureza das atividades exige operações de helicópteros em condições especiais. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. de 21 de outubro de 2009. que pode ser usada.Heliponto destinado. etc. cadastrada no Comando Aéreo Regional respectivo.1 e dedicados aos serviços e apoio às empresas que pesquisam ou exploram reservas petrolíferas na costa brasileira. em princípio.7. . que só podem ser elevadas). exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade.Helipontos e Heliportos localizados sobre edificações. em condições VMC. e NOTA: Quanto ao nível de construção.É uma área selecionada e demarcada para pouso e decolagem de helicóptero. NOTA: Esses helipontos não serão considerados para efeito de divulgação através de publicações de informações aeronáuticas. ao uso de helicópteros civis.Heliponto destinado ao uso de helicópteros militares. heliportos. esporadicamente. de 21 de outubro de 2009. b) Heliponto Civil . de inspeções de linhas de transmissão elétrica ou de dutos transportando líquidos ou gases. possuindo características físicas compatíveis com aquelas estabelecidas pela ANAC para helipontos normais.MCA 53-1/2009 215 a) Heliponto Militar . para operação em vôo VFR. Estes tipos de helipontos são registrados por ato da ANAC. (NR) . excetuam-se as áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros. os helipontos. por helicóptero em operações aéreas policiais ou de defesa civil. c) Heliponto Privado . via COMAR.Portaria DECEA No 63/SDOP.Heliponto civil destinado ao uso de helicópteros de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. de socorro médico. (NR) . g) Helipontos sobre Plataformas Marítimas – São regulados por normas específicas citadas em 15. e) Área de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros .. áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros e áreas de Pouso Ocasional são elevados (sobre edificações) ou construídos ao nível do solo (neste caso. d) Helipontos e Heliportos Elevados . que poderá ser utilizada para pousos e decolagens de helicópteros.

1 É a área do heliponto ou heliporto. ou fração além da cota de 300m.2 Área de Toque 15. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. teremos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1.5B (no mínimo). a área de toque será também circular. 15. com dimensões definidas.3 15. e b) área circular: diâmetro igual a 1B (no mínimo).2.3 Conforme o formato da área de toque. com dimensões definidas. 15. b) área retangular: lado menor .2B (no mínimo).1.2.7.3.2.1 Parte da área de pouso e decolagem. A área de toque deve ficar situada no centro da área de pouso.3 Conforme o formato da área de pouso.7. . Se a área de pouso for circular.3. relativas à área de pouso e decolagem.3.7.5B (no mínimo).7.1. Para altitudes maiores.7. são para helipontos situados até 300m acima do nível do mar. a área de toque também será quadrada. 15. devendo ser aumentadas de 15% do seu valor básico.3.7.1. 15.3.3. e c) área circular: diâmetro igual a 2B (no mínimo).2 As dimensões da área de toque são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto.3. aquelas dimensões sofrem correções.2 As dimensões da área de pouso e decolagem são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto.7. NOTA: As dimensões indicadas neste item. se a área de pouso for quadrada ou retangular. lado maior . onde o helicóptero pousa ou decola.7. para cada 300.7. temos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1B (no mínimo).1.1 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS Área de Pouso e Decolagem 15. 15.3.216 MCA 53-1/2008 15. NOTA: A dimensão mínima admitida para B é de 12m.

e d) Helipontos em Hospital: Letra “H”. c) Helipontos Militares: Letra “M”.1 Sinais de Identificação de Helipontos O sinal de identificação de um heliponto é uma letra colocada no centro da área de toque. H 15. porém.4. dentro de um triângulo eqüilátero com o VÉRTICE PINTADO apontado para o Norte Magnético. medindo as letras 3m de altura e 2m de largura. b) Helipontos Privados: Letra “P”. NOTA: A letra “H” é sempre utilizada helipontos em hospital. a qual substitui.7.2 Auxílios Noturnos É recomendável a instalação de outros tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OPCIONAIS.4 15. As cores empregadas na pintura da área de toque.7. para que os helipontos sejam utilizados em operações noturnas ou em condições de má visibilidade. colocada no centro de uma cruz pintada em vermelho fosforescente.4. Os sinais de identificação dos helipontos são os seguintes: a) Helipontos Públicos: Letra “H”. triângulo e letras são o branco ou amarelo fosforescentes.7.1. os indicados a seguir: . neste caso.MCA 53-1/2008 217 15. é necessária a existência de alguns tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OBRIGATÓRIOS.1 AUXÍLIOS VISUAIS TERRESTRES Auxílios Diurnos 15.7. o triângulo.4. quer sejam públicos. privados ou militares. bem como.

d) luzes de obstáculos . .218 MCA 53-1/2008 a) luzes de limite de área de pouso . e e) auxílios visuais terrestres de localização e indicação . c) áreas de pouso circulares .Os obstáculos existentes nas proximidades dos helipontos autorizados a operar à noite devem ser sinalizados com luzes-deobstáculo ou faróis-de-perigo. No caso de heliponto privado. b) áreas de pouso quadradas ou retangulares .920. a instalação do L32 fica a critério de seu proprietário. de 15 JUL 71). configurando os seus limites.Cada lado é sinalizado por um número ímpar de lâmpadas. com espaçamento máximo de 5m entre si. é responsabilidade do SRPV ou CINDACTA da área a emissão de parecer operacional sobre a sua exigência nos helipontos públicos. no máximo.São luzes amarelas. nunca inferior a 5. NOTA: Quanto ao L32. colocadas o mais próximo possível do solo e distribuídas em torno da área de pouso.As lâmpadas são instaladas ao longo da circunferência.farol rotativo de aeródromo(L21) ou farol de heliponto (L32) em funcionamento e indicador de direção do vento iluminado ou Órgão ATS em operação. na forma do Capítulo IV do Regulamento da Zona de Proteção dos Aeródromos (Decreto nº 68. distanciadas 5m entre si.

e d) Centros Meteorológicos Militares (CMM).1.1 O Serviço de Meteorologia Aeronáutica é prestado por órgãos operacionais classificados segundo suas atribuições específicas e que compõem as redes descritas a seguir: a) Rede de Centros Meteorológicos. que sejam relevantes às atividades operacionais do Operador AIS. repassar aos Centros Meteorológicos as previsões recebidas dos Centros Mundiais de Previsão de Área (WAFC) e outras informações meteorológicas de interesse aeronáutico. . além de preparar cartas meteorológicas de tempo significativo para a sua área de responsabilidade.1. previsões.1.1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA 16.2 Centro Meteorológico de Vigilância (CMV) O CMV tem a finalidade de monitorar as condições do tempo e elaborar previsões meteorológicas para a sua área de vigilância.1 Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA) O CNMA é o órgão que tem por finalidade. em Brasília-DF. 16. será apresentada a estrutura do Serviço de Meteorologia Aeronáutica do SISCEAB e serão abordadas as informações meteorológicas fornecidas às tripulações de vôo e demais usuários.1.MCA 53-1/2008 219 16 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS Nesse capítulo.1 Rede de Centros Meteorológicos A Rede de Centros Meteorológicos é composta dos seguintes órgãos: a) Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA). 16. b) Centros Meteorológicos de Vigilância (CMV). os meios de fornecimento dessas informações.1.1. 16. Para informações complementares. e b) Rede de Estações Meteorológicas. c) Centros Meteorológicos de Aeródromo (CMA).1. que corresponde a uma ou mais FIR.1. 16. O CNMA está localizado no CINDACTA I.1. sugere-se consultar as publicações pertinentes. bem como as cartas. códigos e mensagens meteorológicas pertinentes às operações aéreas.

2 Rede de Estações Meteorológicas A Rede de Estações Meteorológicas é composta dos seguintes órgãos: a) Estações Meteorológicas de Superfície (EMS).1. 16.2 Em função das atribuições. e que tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que se localiza.1.1.3. nos aeródromos em que estiver instalado. 16. Os CMV estão localizados juntos aos ACC. b) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe II (CMA-2): tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que estiver localizado. 16.1.1. Os CMM estão localizados nas Bases Aéreas e em Unidades de Instrução Aérea. b) Estações Meteorológicas de Altitude (EMA). e c) Estações de Radares Meteorológicos (ERM).1.1.1.1.4 Centro Meteorológico Militar (CMM) O CMM tem por finalidade prestar apoio meteorológico específico à aviação militar.1. de acordo com critérios do DECEA.3. . os CMA são classificados em: a) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe I (CMA-1): localizado nos principais aeródromos do país.1. 16.3 Centro Meteorológico de Aeródromo (CMA) 16.1. elaborar previsões e manter vigilância meteorológica dos aeródromos sob sua responsabilidade.1 O CMA tem por finalidade prestar serviço e apoio meteorológico à navegação aérea. e c) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe III (CMA-3): tem por finalidade fornecer informações meteorológicas para a navegação aérea no aeródromo em que estiver localizado.1.1.220 MCA 53-1/2008 visando apoiar os órgãos de Tráfego Aéreo e as aeronaves que voam no espaço aéreo sob sua responsabilidade.

em áreas livres de obstáculos que possam interceptar o feixe de emissão e que possibilitem a máxima cobertura através da superposição das áreas rastreadas. dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão. não dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão.2. quando necessário.1.3 Estação de Radar Meteorológico (ERM) A ERM tem a finalidade de detectar e processar imagens de nuvens e de fenômenos meteorológicos obtidos por radar.000 km em áreas oceânicas. 16. . utilizando equipamentos convencionais ou automáticos e processos estimativos.2 Estação Meteorológica de Altitude (EMA) A EMA tem por finalidade coletar. Sua operação é exercida de forma remota por intermédio do CMV.1.1. dados de pressão. utilizando equipamentos e processos estimativos. umidade e direção e velocidade do vento. A EMS-1 é instalada em aeródromos que operem IFR. A ERM é instalada.1 Estação Meteorológica de Superfície (EMS) A EMS tem por finalidade efetuar observações à superfície para fins aeronáuticos e. A EMS-2 é instalada em aeródromos que operem IFR. para fins sinóticos.2. e c) Estação Meteorológica de Superfície Classe III (EMS-3): tem por finalidade efetuar observações à superfície.2. temperatura. A EMS-3 é instalada em aeródromos que operem VFR e/ou sejam dotados de equipamentos com procedimentos de pouso baseados em NDB. utilizando equipamentos e processos estimativos.1. através de Radiossondagem. b) Estação Meteorológica de Superfície Classe II (EMS-2): tem por finalidade efetuar observações à superfície.MCA 53-1/2008 221 16. nos diversos níveis da atmosfera. ou de até 1. 16. entre si. prioritariamente. As EMS são classificadas em: a) Estação Meteorológica de Superfície Classe I (EMS-1): localizada nos principais aeródromos do país e que tem por finalidade efetuar observações à superfície.1. As EMA são instaladas a uma distância não superior a 300 km.1.

serão válidas para uma hora fixa ou um período de tempo e estender-se-ão até o aeródromo de destino previsto. a não ser que haja acordo entre o órgão de Meteorologia Aeronáutica e o usuário interessado. 16. e aeródromos de alternativa em rota e de destino.2. 16. f) mensagem SIGMET e outras informações meteorológicas apropriadas que sejam importantes para as rotas afetadas.222 MCA 53-1/2008 NOTA: Maiores detalhes quanto à estrutura dos órgãos de Meteorologia Aeronáutica na ICA 105-2 “Classificação dos Órgãos Operacionais de Meteorologia Aeronáutica”. 16. basicamente. também. e) METAR ou SPECI para os aeródromos de partida e de destino. a altitude e a extensão geográfica do vôo. cujas informações sejam importantes para as rotas afetadas. d) previsão de aeródromo (TAF) (com respectivas emendas) para os aeródromos de partida e de destino. abrangendo.2. Portanto.1 As informações meteorológicas fornecidas pelos CMA às tripulações de vôo e outros usuários são destinadas basicamente ao planejamento do vôo. b) previsão de fenômenos SIGWX. . o seguinte: a) previsão de ventos e temperaturas em altitude. NOTA: Essas informações serão restritas a vôos que partam do território nacional.2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS 16. c) revisão de Área GAMET. as condições meteorológicas previstas entre esse aeródromo e aeródromos de alternativa indicados pelo usuário. e g) mensagem AIRMET para vôos em níveis baixos.3 As informações meteorológicas fornecidas incluirão.2 As informações meteorológicas devem abranger a hora. e aeródromos de alternativa em rota e de destino.2.

bem como a exposição verbal e/ou consulta. em consulta aos usuários.3 e. o Operador da Sala AIS deverá auxiliar os aeronavegantes quanto à descodificação e interpretação das informações meteorológicas.1 As informações meteorológicas serão fornecidas por um ou mais dos seguintes meios: a) material escrito ou impresso. ou f) por meio de um sistema automatizado que proporcione o auto-atendimento e forneça documentação de vôo. .2 O Chefe do CMA.4. e d) informações e imagens provenientes de radares meteorológicos.2. também. incluindo cartas e formulários específicos.3 Exposição visual de informações meteorológicas Para auxiliar à tripulação e outros interessados no planejamento do vôo. 16.2. o CMA fará uma exposição visual com dados atualizados das informações constantes do item 16.2. NOTA 1: As referidas informações devem ser expostas em um CMA-1 ou CMA-2. c) exposição verbal (apronto ou briefing). NOTA 2: As informações em exposição devem estar em lugar de fácil acesso a todos os usuários. e b) os métodos e meios de fornecimento das referidas informações. e) exposição visual. c) imagens de satélites meteorológicos. das seguintes informações: a) aviso de aeródromo relativo ao aeródromo local. b) aviso de cortante do vento relativo ao aeródromo local. 16.MCA 53-1/2008 223 16.2. d) consulta.2. determinará: a) o tipo e o formato das informações meteorológicas a serem fornecidas. Em um CMA-3 não há a obrigatoriedade de tal atribuição.4 MEIOS DE FORNECIMENTO E FORMATO DAS INFORMAÇÕES 16.4. b) dados em formato digital.4. NOTA 3: Conforme a necessidade.

16. para transmiti-la à aeronave. Uma cópia das referidas informações será. 16.5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO 16.3 e 16.5.2 Antes da decolagem da aeronave. o CMA deverá expedir a emenda necessária ou a informação atualizada aos usuários ou ao órgão local de tráfego aéreo.3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO 16.3.2.4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO O fornecimento das informações meteorológicas às aeronaves em vôo é feito pelo CMV.3. enviada ao ACC associado. divulgando as informações conforme a ICA 105-12 “Fraseologia VOLMET”. 16.4.3 O CMA arquivará cópias das informações meteorológicas fornecidas.2. as informações meteorológicas atuais e previsões serão fornecidas ao Órgão de Telecomunicações Aeronáuticas.224 MCA 53-1/2008 16.3. . caso surja a necessidade de emenda das informações.3. 16.1 A responsabilidade pelo apoio meteorológico à Torre de Controle (TWR)/Centro de Controle de Aproximação (APP) é do CMA localizado próximo aos referidos órgãos de Tráfego Aéreo. 16. 16. a pedido.2 A responsabilidade pelo apoio meteorológico ao Centro de Controle de Área (ACC) é do CMV localizado próximo ao referido órgão de Tráfego Aéreo. através do serviço VOLMET.5.6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS Quando necessário.1 A documentação de vôo fornecida às tripulações de vôo e outros usuários deve conter as informações relacionadas nos itens 16.

caso necessário.2 Os Centros Meteorológicos. através de acordo prévio com os órgãos de Informações Aeronáuticas. e indicações da altura das bases e topos.1 Os Centros Meteorológicos.estabelecimento. deverão proporcionar aos mesmos. 16. as seguintes informações: a) informações sobre os serviços meteorológicos prestados à Navegação Aérea Internacional que precisem ser incluídas em publicações de Informações Aeronáuticas. especialmente em relação a: .MCA 53-1/2008 225 16. c) visibilidade e fenômenos que reduzam a mesma. quando coberto por neve ou inundado. em particular. e) estado do solo. . informações meteorológicas que sejam necessárias ao desempenho de suas funções. particularmente nuvens CB.8. estado do mar. e .1 As informações fornecidas ao Órgão de Busca e Salvamento incluirão as condições meteorológicas existentes na última posição conhecida da aeronave da qual não se tenham notícias e no trecho da rota prevista desta aeronave.7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO 16. b) informações necessárias à elaboração de NOTAM ou ASHTAM.ocorrência de atividade vulcânica. f) temperatura da superfície do mar. 16.8. e g) dados de pressão ao nível do mar. d) vento à superfície e em altitude. com referências especiais a: a) fenômenos SIGWX em rota. camadas de gelo e correntes oceânicas pertinentes à área de busca. b) quantidade e tipo de nuvens. fornecerão aos órgãos de Informações Aeronáuticas.8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS 16.7. suspensão ou modificações importantes na operação dos serviços de Meteorologia Aeronáutica.

conteúdo e simbologia utilizados nas cartas de previsão.efeitos de determinados fenômenos meteorológicos nas operações aéreas. consultar o MCA 105-12 “Manual de Centros Meteorológicos”. de dois tipos: a) carta de previsão de fenômenos SIGWX.1 CARTA DE PREVISÃO DE FENÔMENOS SIGWX 16.1.informações recebidas sobre a emissão acidental de materiais radioativos na atmosfera.9.226 MCA 53-1/2008 .9. e . e b) carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude. 16. e c) informações necessárias à preparação de circulares de informações aeronáuticas. As referidas cartas são. b) teto baixo e formação de nevoeiro.1 A Carta de previsão de fenômenos SIGWX contém informações sobre a formação e os deslocamentos dos seguintes elementos: a) sistemas frontais.9 CARTAS DE PREVISÃO As cartas de previsão são preparadas e elaboradas pelo CNMA e disponibilizadas aos CMA. 16. basicamente. . e) áreas de trovoadas.modificações importantes previstas nos procedimentos. e h) gelo em aeronaves. d) áreas de alta e baixa pressão. serviços e instalações de Meteorologia Aeronáutica. especialmente em relação a: . f) turbulência. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao formato. g) rajadas de vento à superfície. conforme acordo entre as autoridades interessadas. c) áreas de precipitação. via REDEMET e CCAM.

11.1 A Carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude é preparada para os horários das 0000 e 1200 UTC. com dados recebidos do WAFC.1 TAF é o código meteorológico utilizado para divulgar a descrição completa das condições meteorológicas previstas ocorrerem em um aeródromo durante todo o período de validez da previsão.11.2 O TAF é confeccionado e divulgado pelo CMA-1.10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET 16.2 A previsão de área GAMET é confeccionada e divulgada pelo CMA-1. 16.2 CARTA DE PREVISÃO DE VENTOS E TEMPERATURAS EM ALTITUDE 16. 0600. com previsões que compreendam diferentes camadas. em regiões montanhosas. incluindo informações relativas a fenômenos meteorológicos perigosos para vôos em níveis baixos. ou subáreas (ou setores) dela. em que estiver localizado. 16.4 O TAF contém. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. 16.10.11. 16. em rota. em linguagem clara abreviada. É definido como uma previsão de aeródromo. 1200 e 1800 UTC.9.10.11 CÓDIGO TAF 16. 1200 e 1800 UTC. portanto sendo renovados a cada 6 horas. 0600.MCA 53-1/2008 227 16. que vão desde a superfície até o FL630. em referência a FIR.3 O TAF tem período de validez com início às 0000. ou mais. 16. 16.1.9.3 A previsão de área GAMET tem período de validez de 6 horas. 16.10.11.2 A referida carta é preparada para os horários das 0000. consultar o MCA 105-12.2. descodificação e critérios de confecção.9. as seguintes informações específicas: . incluindo qualquer mudança considerada significativa para as operações aéreas. com início às 0000.1 Previsão de área GAMET é uma previsão de área que cobre a camada entre a superfície e o FL100 (ou FL150. para os níveis de vôo padrões. 0600. na seqüência. para a área de responsabilidade do Centro (N12º S40º e W010º W080º). se necessário). 16. 1200 e 1800 UTC.

12 MENSAGEM SIGMET 16.228 MCA 53-1/2008 a) grupos de identificação. e) nuvens (ou visibilidade vertical. consultar o FCA 105-2. com exceção para aquela relativa a nuvens de cinzas vulcânicas e ciclones tropicais. consultar o MCA 105-12.11. em linguagem clara abreviada. d) tempo significativo previsto.12. 16. quando poderá se estender até 6 horas.4 O período de validade da mensagem SIGMET não será superior a 4 horas.12. b) vento à superfície.1 A mensagem SIGMET consistirá de uma descrição concisa. .5 EXEMPLO DE CÓDIGO TAF TAF SBCT 101030Z 101212 24003KT 9999 SCT015 TEMPO 1824 4000 +SHRA BKN012 TX28/18Z TN20/09Z NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação. 16. 16. 16.12. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção. c) visibilidade. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota que possam afetar a segurança das operações aéreas.2 A mensagem SIGMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área. em referência a FIR em que estiver localizado. 16.12. e g) temperaturas previstas. f) mudanças significativas esperadas.3 A mensagem SIGMET é confeccionada e divulgada pelo CMV. se for o caso). e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço.

13. consultar o MCA 105-12.14. descodificação e critérios de confecção. em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade.MCA 53-1/2008 229 NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço. que não tenham sido incluídos na previsão de área GAMET e que possam afetar a segurança das operações aéreas até o FL100.4 O período de validez do Aviso de Aeródromo não será superior a 4 horas.2 A mensagem AIRMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área. ou subáreas dela. . consultar o MCA 105-12. 16.14. 16.14. 16. em referência a FIR.3 O Aviso de Aeródromo será confeccionado e divulgado pelo CMA-1.1 A mensagem AIRMET consistirá de uma descrição concisa. 16.2 O Aviso de Aeródromo será cancelado quando as condições deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer no aeródromo.13 MENSAGEM AIRMET 16.13. 16. 16. consultar o MCA 105-12. descodificação e critérios de confecção. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato.14.1 O Aviso de Aeródromo é uma informação concisa sobre as condições meteorológicas que possam afetar a segurança das aeronaves no solo (inclusive as estacionadas).13. em que estiver localizado. as instalações e os serviços do aeródromo.3 A mensagem AIRMET é confeccionada e divulgada pelo CMV. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato.14 AVISO DE AERÓDROMO 16. descodificação e critérios de confecção.13. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota. 16. em linguagem clara abreviada. 16.4 O período de validez da mensagem AIRMET não será superior a 4 horas.

ou seja. descodificação e critérios de confecção.15. .15. que possa afetar adversamente as aeronaves na trajetória de aproximação ou de decolagem. consultar o MCA 105-12. para fins aeronáuticos.600 ft) acima desta.15. 16. 16. realizada quando da ocorrência.3 O Aviso de Cortante do Vento será confeccionado e divulgado pelo CMA-1.2 SPECI é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície. uma observação meteorológica especial.16 CÓDIGOS METAR E SPECI 16.230 MCA 53-1/2008 16. 16. uma observação meteorológica regular.1 METAR é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície. realizada a cada hora cheia. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato.3 O METAR e o SPECI são confeccionados e divulgados pela EMS. em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade. 16.15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO 16.16. 16.4 O período de validez do Aviso de Cortante do Vento não será superior a 4 horas. 16. ou seja.2 O Aviso de Cortante do Vento será cancelado quando já não for prevista a ocorrência de cortante do vento ou após informações de aeronave não constatando mais a existência. Geralmente.15. para fins aeronáuticos. É definido como um informe meteorológico aeronáutico regular.1 O Aviso de Cortante do Vento é uma informação concisa sobre a observação ou previsão de cortante do vento.16. dissipação ou mudança significativa na intensidade de um fenômeno que seja considerado significativo para as operações aéreas. É definido como um informe meteorológico aeronáutico especial. e aeronaves na pista por ocasião do pouso ou durante a corrida de decolagem.16. ou durante o procedimento de aproximação entre o nível da pista e uma altura de 500 m (1. é realizada nos intervalos das horas cheias.

g) temperaturas do ar e do ponto de orvalho. se for o caso. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção das observações meteorológicas regulares e especiais. e) tempo presente.16.MCA 53-1/2008 231 16. temperatura da superfície do mar e estado do mar. f) nuvens (ou visibilidade vertical. na seqüência.1 EXEMPLO DE CÓDIGO METAR METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 10/03 Q0995 REDZ WS RWY10 NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação. se for o caso).4. cortante do vento.16. d) alcance visual na pista (quando houver). as seguintes informações: a) grupos de identificação.4 O METAR e o SPECI contêm. b) vento à superfície. c) visibilidade. tempo recente. h) pressão (QNH). 16. . consultar o MCA 105-2. que geram os códigos METAR e SPECI. consultar o FCA 105-3. e i) informações suplementares inclusão condicional.

É constituído de: a) Serviço Fixo Aeronáutico (AFS).1 UTILIZAÇÃO DO CCAM Poderão estar conectados ao CCAM os seguintes Sistemas de Informações Automatizados: a) Sistema de Tratamento do Plano de Vôo (STPV).232 MCA 53-1/2008 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA 17. Administrativas e Militares. e d) Sistema de Controle e Fiscalização da Aviação Civil (SICONFAC).3.3. b) Serviço Móvel Aeronáutico (AMS).2 FALHAS DO CCAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento. bem como com outros centros de comutação AFTN e sistemas similares ou homologados pelo DECEA. c) Serviço de Radionavegação Aeronáutica. devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores dos terminais assinantes: . normativa e operacional sobre as Telecomunicações Aeronáuticas.3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM) O CCAM é o Centro de Telecomunicações AFTN no Brasil. 17. 17. 17. 17.1 FINALIDADE O Serviço de Telecomunicações prestado para qualquer fim aeronáutico. Realiza a interconexão entre assinantes diretamente conectados ao Centro. configurando-se uma situação emergencial.1 Compete ao DECEA a ação técnica. b) Banco de Informações Operacionais de Meteorologia (OPMET). c) Banco de Dados de NOTAM (SISNOTAM).2.2 COMPETÊNCIA 17. e d) Serviço de Radiodifusão Aeronáutica.

receberá a seguinte mensagem de confirmação de recebimento: Exemplo: ZCZC SBB234 12153041 SVC QSL BSB143 NNNN NOTA: A mensagem de serviço QSL acima informa ao assinante originador que o CCAM recebeu e considerou correta a mensagem BSB143.1 MENSAGEM QSL Toda mensagem transmitida por um terminal de assinante ao CCAM. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. Centros Regionais de NOTAM (CRN) e Salas AIS.4 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Ao enviar uma mensagem ao CCAM.4. 17. o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para a Sala de Plano de Vôo do respectivo Centro de Controle de Área (ACC). 17. e b) providenciar a veiculação de mensagens AIS por meio da RACAM.2 MENSAGEM QTA A mensagem transmitida ao CCAM em desacordo com o previsto receberá a seguinte mensagem de cancelamento: . Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM. 17.MCA 53-1/2008 233 a) providenciar a veiculação de mensagens ATS por meio da RACAM. Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM.4. mensagens de serviço informando anormalidades na mensagem enviada ou mensagem de serviço de rejeição (QTA). observando as instruções previstas nas publicações pertinentes. o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para o Centro Geral de NOTAM (CGN). o assinante poderá receber mensagem de serviço de confirmação de recebimento (QSL).

de acordo com o estabelecido no MCA 102-7.3 Os servidores regionais da RACAM estão localizados em Manaus.2 INOPERÂNCIAS NA RACAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento. São Paulo e Curitiba.1 A RACAM é composta por servidores regionais e por um Servidor de Aplicação (SAP) interligados pela Intraer. 17. utilizando a técnica de “cliente-servidor”. configurando-se uma situação emergencial.1. e b) as mensagens com prioridade “GG” ou “KK” poderão ser veiculadas por fac-símile ou por outro meio de comunicação.1. com nova numeração. Recife. 17.5. . 17.1.2 O Sistema permite a troca de mensagens administrativas entre terminais de usuário.1 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA 17.5.5 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS 17. 17. devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores terminais assinantes: a) as mensagens com prioridade “SS” ou “DD” poderão ser transmitidas por meio do CCAM.5.5. Rio de Janeiro. devendo ser corrigida e enviada novamente. Brasília. por meio da qual é realizada a interconexão entre os terminais de usuários conectados aos servidores regionais.234 MCA 53-1/2008 Exemplo: ZCZC SBB043 12153204 KK SBBRYFYX 121530 SBBRZXAM SVC QTA RPT BSB026 NNNN NOTA: A mensagem de serviço acima notifica ao assinante ECMA26 que a sua mensagem BSB 026 enviada ao CCAM foi considerada incorreta.5.

6. sinal de menos ou hífen. g) ( ' ) apóstrofe. .6. Nas mensagens administrativas. poderão ser usadas letras maiúsculas e minúsculas.) traço de separação. e) ( ) ) fechar parêntese. b) Mensagem Meteorológica .Está especificada na MCA 102-7.6. f) ( .Está especificada na ICA 105-1. c) ( : ) dois pontos.6. 17. 17.Está especificada na ICA 53-1. ) vírgula. d) ( ( ) abrir parêntese.2.1 Mensagens Aeronáuticas são aquelas veiculadas por meio da Rede Fixa de Telecomunicações Aeronáuticas (AFTN) e cujas categorias são descritas a seguir: a) Mensagem ATS .2 ALGARISMOS 0123456789 17.2. Os caracteres empregados na confecção de uma mensagem são serão descritos a seguir.2. b) ( ? ) interrogação. c) Mensagem de Regularidade de Vôo . 17. h) ( .MCA 53-1/2008 235 17.1 LETRAS ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ NOTA: Nas mensagens aeronáuticas serão usadas somente letras maiúsculas.2 TEXTO (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) O comprimento máximo do texto das mensagens depositadas por uma estação AFTN é de 1800 caracteres. e d) Mensagem AIS .Está especificada na ICA 100-15.6 MENSAGENS AERONÁUTICAS 17.3 SINAIS ESPECIAIS (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) a) ( . ) ponto.6.

j) ( { ) abrir chave..2. CZC ou ZC®. ( :+: ). s) ( > ) maior que t) ( < ) menor que. g) ( # ) diese (sustenido). l) ( [ ) abrir colchete. nem os sinais ( +:+: ). o) ( $ ) cifrão. ou ( +:® ). ( . r) ( * ) asterisco. e) ( ç ) cedilha. NNN. q) ( & ) “e” comercial.. n) ( ` ) crase. .6. 17.. f) ( @ ) arroba. d) ( ! ) exclamação. j) ( / ) barra ou traço de fração. ( +:+ ). i) ( _ ) “underscore” (sublinhado). ZCZ.. ( .2. k) ( } ) fechar chave. b) ( ” ) fecha aspas. p) ( % ) percentual.6.4 OUTROS SINAIS (ADMINISTRATIVAS) a) ( “ ) abre aspas. e u) os acentos agudo. h) ( \ ) barra invertida.. NNNN. 17. c) ( ¹ ) diferente.5 Não poderão constar no texto das mensagens as seqüências ZCZC. ). circunflexo e til. e k) ( + ) sinal mais. ).236 MCA 53-1/2008 i) ( = ) duplo traço de separação ou sinal de igualdade. m) ( ] ) fechar colchete.

para a RACAM. escreverá os algarismos em arábico precedido da palavra ROMANOS. devem ser escritos por extenso. ZC/Z. as mensagens serão gravadas em mídia eletrônica. colocando-se traços ou barras entre as letras. para o CCAM e sistemas similares. ou após decorrido o prazo prescricional constante do Código Brasileiro de Aeronáutica. após o devido encaminhamento. constarem de documentos assinado pelo encarregado da sindicância ou do inquérito e dirigidos ao chefe da estação. a critério da administração local. podendo permanecer em um local remoto por um período de 3 (três) anos. poderão retornar.6. e b) as mensagens veiculadas deverão ser arquivadas no próprio sistema por um período de 30 (trinta) dias. Após esse período. As mensagens impressas e os livros também serão arquivados pelo mesmo período. 17. a menos que seja absolutamente indispensável para a compreensão do texto. Exemplo: ZC-Z.5 ARQUIVO DE MENSAGENS a) as mensagens ATS e MET. 17.6. . às seções de origem. Caso haja necessidade de inserir essas seqüências.MCA 53-1/2008 237 correspondentes em posição algarismo. NOTA 1: Todas as mensagens e livros relacionados com acidentes ou incidentes aeronáuticos e outras irregularidades deverão ser mantidos em arquivo por tempo indeterminado e só poderão ser destruídos por ordem expressa do encarregado da sindicância ou do inquérito. Quando necessário. devem ser relacionados.6.4 Não serão empregados algarismos romanos. Se o remetente da mensagem desejar informar ao destinatário que se trata de algarismos romanos. e 6 (seis) meses.3 Não se empregarão nas mensagens aeronáuticas caracteres distintos dos indicados. solicitando a permanência em arquivo por tempo indeterminado. NOTA 2: As mensagens e livros a que se refere a NOTA 1 desse item. Z-CZ e Z/CZ. elas deverão sofrer interrupções. 17.

1 CARACTERÍSTICAS 18.6 Para garantir aos usuários alto nível de precisão e maior produtividade nos trabalhos geodésicos e topográficos. que sejam realizados . o uso do GNSS pressupõe que todos os dados cartográficos publicados pelos Estados estejam relacionados a um mesmo sistema de referência.1.1 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE 18. o DECEA. assim como as propostas apresentadas pelo AIS mundial para o novo gerenciamento da informação aeronáutica. integra o GNSS. todas as coordenadas geográficas publicadas que indicam latitude e longitude são expressas em termos de referência geodésica do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84). da Rússia e futuramente o sistema europeu (GALILEU). 18. o qual garantirá não somente o exato posicionamento de uma aeronave em qualquer parte do mundo.1 O sistema de Comunicação.1.1. apenas.1. através dele.1. vôos em rota e aproximações. incluindo as de precisão (CAT I.3 Atualmente. também. juntamente com o ICA.1.238 MCA 53-1/2008 18 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Esse capítulo descreve. Essas estações são a base para os levantamentos de campo nos rastreios com receptores geodésicos GPS para determinação de coordenadas de pontos de precisão.1.5 No Brasil.1. dos Estados Unidos.4 Tratando-se de um sistema global.1. Navegação.1.1. Vigilância e Gerenciamento de Tráfego Aéreo (CNS/ATM) prevê a utilização de um Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS). a constelação do GPS. o GNSS reunirá as duas constelações de satélites para posicionamento: o Global Navigation Sattelite System (GPS). como ARP. Esse datum foi adotado pela OACI como o sistema de referência geodésica para a navegação aérea do futuro. 18. cujo datum é o World Geodetie System – 1984 (WGS-84). 18. RWY e auxílios à navegação. portanto.1. 18. mas permitirá. II e III). de forma sucinta. 18. .1. e o Global Navigation Sattelite System (GLONASS). 18.2 Segundo sua concepção. utiliza à Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo (RBMC-IBGE). o sistema de referência usado pela navegação aérea.

que será o primeiro e principal passo na evolução de um ambiente de informação centrado em uma rede para o ATM. no contexto das operações de vôo.2.3 A informação aeronáutica coberta pelo AIM é maior que a do atual AIS.2. atualmente.4 A migração do AIS para o AIM irá exigir o redirecionamento de um conjunto de aspectos inter-relacionados: Arquitetura da Informação. caracterizado pelo aumento da aplicação dos princípios de um Gerenciamento de Informações Amplamente Abrangentes. porta a porta.2 Essa nova função do ATM/CNS ampliará o atual âmbito da Informação Aeronáutica. 18.1 Os tradicionais Serviços de Informação Aeronáutica (AIS) deverão fazer a transição para o AIM. Segurança.1. enquanto o AIS. a partir da fase estratégica de planejamento de vôo até a fase de pós-vôo. Recursos Humanos.1. intercâmbio e distribuição da Informação digital. terá como base os processos de dados totalmente digitalizados e interoperáveis. Programas de Implementação e Regulamentação.2. e permitindo o contexto dinâmico com base na recuperação e distribuição da Informação. assegurando. recuperação. tendo como base principal os produtos em papel.1 CARACTERÍSTICAS 18.1.1. 18. pois reflete a necessidade de mudança de um simples produtor de emendas de produtos inflexíveis e lentos para o gerenciamento e o fornecimento da informação extensiva para todas as fases do vôo.2. armazenamento. sua qualidade.MCA 53-1/2008 239 18.2. . 18. integridade e pontualidade. assim.2 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA . Abrange também o controle da origem. através do uso de sistemas inteiramente digitais. é semi automatizado.AIM 18.

saúde pública. mediante o qual a interrupção breve do tráfego em sua passagem por um terceiro Estado Signatário pode não resultar na descontinuidade do controle direto por parte dos primeiros (ANEXO 15/OACI). . 19.5 AEROPORTO INTERNACIONAL .3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA . quando for impossível ou desaconselhável dirigir-se para efetuar o pouso no aeródromo de destino previsto (ICA 100-12).7 ALTITUDE ELIPSOIDAL (ALTITUDE GEODÉSICA) . 19.Todo aeródromo designado pelo Comando da Aeronáutica para ser utilizado como aeroporto de entrada ou saída para o tráfego aéreo internacional.1.1. imigração. fiscalização veterinária e fitossanitária e procedimentos similares (OACI/Léxico). 19. 19. 19.1.Uma área definida sobre a terra ou água (incluindo quaisquer edifício.1 ACORDO OPERACIONAL DE TRÂNSITO DIRETO – Acordo operacional aprovado pelas autoridades públicas competentes.Altitude de um ponto relativa ao geóide.Aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir.1.2 AERÓDROMO . 19. medida ao longo da normal externa ao elipsóide através do ponto em questão (ANEXO 15/OACI). geralmente expresso como uma elevação MSL (ANEXO 15/OACI). 1141 / GM5). onde se consideram os trâmites de alfândega.240 MCA 53-1/2008 19 GLOSSÁRIO Esse capítulo tem por objetivo reunir os termos usados nos Padrões e Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica.1. partida e movimento de aeronaves na superfície (OACI/Léxico).6 AIRAC .4 AEROPORTO .(Regulamentação e Controle de Informação aeronáutica) – Sigla que significa um sistema que tem por objetivo a notificação antecipada.Aeródromo público.8 ALTITUDE ORTOMÉTRICA . dotado de instalações e facilidades para o apoio às operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas (MAer / Port. 19. baseada em datas comuns de entrada em vigor.1 DEFINIÇÕES 19. instalações e equipamento) destinada a ser usada total ou parcialmente para a chegada. 19.1.Altitude relativa ao elipsóide de referência.1.1. das circunstâncias que requeiram mudanças nos métodos operacionais ou nos procedimentos (OACI/Léxico).

12 ÁREA DE CONTROLE TERMINAL (TMA) .Série especial de NOTAM que notifica por meio de um formato específico.1.1. . modificação de uma atividade vulcânica.Parte do aeródromo utilizada para decolagem.Manipulação e processamento de dados em suporte aos requisitos do usuário . 19. medido de um datum específico (ANEXO 15/OACI).MCA 53-1/2008 241 19.1.1. 19.Parte da área de movimento destinada ao pouso ou decolagem de aeronaves (OACI/Léxico). ponto ou objeto considerado como ponto. decolagem de ÁREA DE ESTACIONAMENTO .Distância vertical de um nível. 19.1.1.20 ASHTAM . de acordo com certas determinações especificadas (OACI/Léxico).Área de controle situada geralmente na confluência de rotas ATS e nas imediações de um ou mais aeródromos (ICA 100-12). Exclui o(s) pátio(s) (OACI/Léxico). 19.9 ALTURA .Espaço aéreo de dimensões definidas. 19. dentro do qual podem ser executadas. sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país. atividades perigosas para o vôo de aeronaves (OACI/Léxico). 19. 19.18 ÁREA PROIBIDA .21 ATRIBUTO DE FEIÇÃO .Área destinada ao pernoite de aeronaves aeronaves e aos movimentos destas.17 ÁREA PERIGOSA .1.Característica de uma feição .Parte do aeródromo destinada ao pouso.1. sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país. NOTA . dentro do qual se restringe o vôo das aeronaves.15 ÁREA DE MOVIMENTO . em determinados momentos.1.10 APLICAÇÃO . 19. pouso e táxi de aeronaves. 19. um tipo de dado e um domínio de valor associados com isto (ANEXO 15/OACI). 19.ISO 19101*. vulcão em erupção e/ou nuvens vulcânicas que sejam importantes às operações de aeronaves (ANEXO 15/OACI).1. incluído a área de manobras e os pátios (ANEXO 15/OACI).1.Espaço aéreo controlado que se estende para cima.ISO 19104* (ANEXO 15/OACI).13 (DECEA).16 ÁREA DE POUSO . dentro do qual o vôo de aeronaves é proibido (OACI/Léxico).14 ÁREA DE MANOBRAS .1.Espaço aéreo de dimensões definidas.Um atributo de feição tem um nome.11 ÁREA DE CONTROLE (CTR) .1. 19.Espaço aéreo de dimensões definidas. 19.19 ÁREA RESTRITA . a partir de um limite especificado sobre o terreno (ICA 100-12).

26 CENTRO GERAL DE NOTAM (CGN) . quando no contexto de uma .22 BASE DE DADOS .28 CENTRO REGIONAL DE NOTAM (CRN) . em tempo de paz.25 CALENDÁRIO .Calendário de uso geral. manter o intercâmbio internacional de NOTAM e processar e expedir NOTAM sobre ocorrências relativas a sua área de jurisdição (ICA 53-1).Apresentação de informação de NOTAM atualizada de importância operacional. NOTA: Isso se refere principalmente a dados armazenados eletronicamente e acessados por computador. 19. anos comuns têm 365 dias. preparado antes do vôo (ANEXO 15/OACI).Órgão estabelecido por um país para o intercâmbio internacional de NOTAM (OACI/Léxico). 19.ISO 19108* (ANEXO 15/OACI). 19.23 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) . por razões técnicas. 19. introduzido primeiro em 1582.1. beneficiando-se dos serviços prestados pelos OCOAM ou que. 19. e não a arquivos de registros físicos (ANEXO 15/OACI).29 CIRCULAÇÃO AÉREA GERAL (CAG) .1.1.Conjunto de movimentos aéreos militares que. e que se beneficiam dos serviços de tráfego aéreo prestados pelos órgãos ATS. está sujeito a procedimentos especiais ou mesmo dispensado de cumprir certas regras de tráfego aéreo.27 CENTRO INTERNACIONAL DE NOTAM (NOF) . para definir um ano que se aproxima ao ano tropical mais que o calendário Juliano ISO 19108*.1.24 CALENDÁRIO GREGORIANO .1. efetuados segundo as regras de tráfego aéreo estabelecidas para as aeronaves em geral.Conjunto de movimentos aéreos civis e/ou militares.Um ou mais arquivos de dados tão estruturados aplicações apropriadas podem extrair e atualizar suas informações.Órgão que tem por finalidade processar e expedir NOTAM nacional sobre ocorrências relativas a sua respectiva área de jurisdição (ICA 53-1).1. 19.1. e anos bissextos 366 dias. NOTA: No calendário gregoriano. divididos em doze meses seqüentes (ANEXO 15/OACI). 19.242 MCA 53-1/2008 19.1. operacionais e/ou de segurança nacional. 19.Órgão que tem por finalidade coordenar e fiscalizar tecnicamente os Centros Regionais de NOTAM.Sistema de referência temporal discreto que provê a base para definir posição temporal a uma resolução de um dia .30 CIRCULAÇÃO OPERACIONAL MILITAR (COM) .1.

ISO 19101* (ANEXO completo atendimento dos requisitos de qualidade . 19.1. 19. 19. 19.Toda característica de construção artificial na superfície da Terra.36 CONGREGAR .Publicação que contém informação que não requeira a expedição de um NOTAM.38 15/OACI).40 CULTIVO . NOTA: A fase de reunir compreende verificar os dados e assegurando a detecção de erros e omissões que são retificados.33 COBERTURA (CANOPY) – Referência altimétrica do terreno somada à altura da vegetação local (ANEXO 15/OACI).É uma formação rochosa acima de 600 metros que possui uma porção plana na parte superior.1. perigo ou condição de funcionamento (ANEXO 15/OACI).1.1.1. iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para o vôo visual (ICA 100-12). o seu estado. mas que se relaciona com a segurança do vôo.37 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO VISUAL Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade. 19. como cidades. cuja primeira é sempre Q. 19. 19.1. também dos serviços prestados pelos órgãos ATS em sua área de jurisdição que forem envolvidos. distância de nuvens e teto. estradas de ferro e canais (ANEXO 15/OACI).MCA 53-1/2008 243 operação militar. administrativos ou legislativos (OACI/Léxico).34 CÓDIGO NOTAM .Grupo de cinco letras. distância de nuvens e teto.Processo de fundir dados de fontes múltiplas em um banco de dados e estabelece uma linha básica para o processo subseqüente (ANEXO 15/OACI).Coleção identificável de dados .1. inferiores aos mínimos especificados para o vôo visual (ICA 100-12). a segunda e terceira indicam o assunto a ser divulgado e a quarta e quinta letras.1.31 CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) .35 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO POR INSTRUMENTOS - Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade. 19. ou com assuntos de caráter técnicos.32 CHAPADA . 19. nem a inclusão na AIP. com a navegação aérea.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).1.1. 19.39 CONTROLE DE QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade focada no CONJUNTO DE DADOS . .

46 DISTÂNCIA GEODÉSICA .Mudanças permanentes para a informação contida na AIP (ANEXO 15/OACI).1. 19. excluindo vegetação e objetos artificiais (ANEXO 15/OACI). uso final ou outro propósito. gelo permanente e neve. . 19. Suplemento AIP.Descrição detalhada de um conjunto de dados ou séries de conjunto de dados junto com informação adicional que habilita isto a ser criado. 19.1. alimentado e usado por outra parte . determinada no momento em que a estação VOR for calibrada (ANEXO 15/OACI). interpretação ou processo (ANEXO 15/OACI). 19.45 DESCAMPADO . com suas emendas. 19.Distância mais curta entre dois pontos quaisquer numa superfície elipsoidal definida matematicamente (ANEXO 15/OACI). 19.1.49 ESPAÇAMENTO DE OBSTÁCULOS .1.43 DATUM GEODÉSICO .244 MCA 53-1/2008 19. AIC.1. Pode ser usado para produção.1. PIB. 19.Representação de fatos aeronáuticos.50 ESPECIFICAÇÃO DO PRODUTO DE DADOS .42 DATUM – Qualquer quantidade ou conjunto de quantidades que podem servir como referência ou base para o cálculo de outras quantidades (ISO 19104*).Distância angular ou linear entre dois pontos de elevação adjacentes (ANEXO 15/OACI).1. NOTAM. NOTA: Uma especificação de produto de dados provê uma descrição do universo de discurso e uma especificação para traçar o universo de discurso a um conjunto de dados.Um conjunto mínimo de parâmetros requerido para definir a localização e a orientação do sistema de referência local com respeito ao sistema/marco de referência global (ANEXO 15/OACI).ISO 19131* (ANEXO 15/OACI).1. Listas de Verificação e Resumos de NOTAM em vigor (ANEXO 15/OACI).47 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA - Conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP.48 EMENDA AIP .44 DECLINAÇÃO DE ESTAÇÃO .1. conceitos ou instrução de uma maneira apropriadamente formatada para comunicação.Variação de alinhamento entre a radial zero grau de um VOR e o norte verdadeiro. 19. 19.1.41 DADOS AERONÁUTICOS .Superfície da Terra inclusive cinturões de água. vendas.

etc. e os implementam por meios tais como.Todas as atividades da função gerencial total que determinam a política da qualidade.MCA 53-1/2008 245 19.1. 19.Informação que é resultado da coleta. a garantia da qualidade e melhoria da qualidade dentro do sistema da qualidade . linha e polígono. partida e movimento de helicópteros na superfície (ANEXO 15/OACI). correntes.1.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). NOTA: Um objeto.Rota ou parte de uma rota voada sem um pouso intermediário (ANEXO 15/OACI).1.Informação aeronáutica que o AIS recebe dos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações.55 GESTÃO DA QUALIDADE . 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).Informação aeronáutica à disposição dos aeronavegantes em uma Sala AIS de Aeródromo (ANEXO 15/OACI). 19. 19.57 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA . para ser considerado uma feição geográfica.1. destinada a ser utilizada completamente ou em parte para a chegada. análise e formatação de dados aeronáuticos (ANEXO 15/OACI). Uma feição pode ser representada por um elemento gráfico como ponto.59 INFORMAÇÃO ESTRANGEIRA . os objetivos e as responsabilidades.53 GARANTIA DA QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade que foca na confiabilidade de que os requisitos de qualidade serão completamente atendidos . 19. o controle da qualidade.1. salinidade.) e a direção da gravidade é perpendicular ao geóide em todos os pontos.1. o planejamento da qualidade.52 FEIÇÃO – Abstração de um fenômeno do mundo real (ISSO 19101*). 19.1. 19. NOTA – O geóide é irregular em sua forma por causa das perturbações gravitacionais locais (mares de vento.1.56 HELIPORTO .54 GEÓIDE .58 INFORMAÇÃO ANTERIOR AO VÔO .1.Uma superfície eqüipotencial do campo da gravidade da terra. 19. . coincidindo com o nível médio do mar em repouso (MSL) e que se estende continuamente através dos continentes.Aeródromo ou uma área definida em uma estrutura. deve estar associado a uma posição relativa sobre a superfície da Terra.51 FASE DE ROTA .

quando agrupadas. 19.1.Grau de certeza de que os dados aeronáuticos e seu valor não foram perdidos ou alterados desde a origem desses dados ou da emenda autorizada (ANEXO 15/OACI).1. serviço. 19.60 INFORMAÇÃO INTERNACIONAL .1. NOTA – São dados que descrevem e documentam outros dados (ANEXO 15/OACI). 19.61 INFORMAÇÃO POSTERIOR AO VÔO .ISO 19115*. referentes a um datum comum (ANEXO 15/OACI). constituem os montes. .66 MONTANHAS – São elevações que quando isoladas.Aviso distribuído por meio de telecomunicações que contém informação relativa ao estabelecimento. 19. fiscalização e cobrança. NOTA: (É uma sigla derivada da expressão inglesa Notice To Air Man cujo significado é: informação para o aeronavegante (OACI/Léxico).Mensagem contendo dados selecionados.Modelo de Terreno Digital (DTM) às vezes é chamado de DEM.64 METADADOS – Dados sobre outros dados . referentes ao controle.1. 19.68 OBSTÁCULO .246 MCA 53-1/2008 19.62 INTEGRIDADE (DADOS AERONÁUTICOS) . procedimento ou perigo. gerados pela operação de aeronaves e destinados ao SICONFAC (ICA 102-8). avaliadas todas as interseções de um polígono definido. NOTA .1.1.Todo objeto fixo (temporário ou permanente) ou móvel. ou parte disso. diretamente ou através de terceiros.63 MENSAGEM CONFAC .Informe apresentado por um piloto. condição ou modificação de qualquer instalação aeronáutica.1. situado em uma área pretendida para o movimento de aeronave na superfície ou naquela que se estende sobre uma superfície definida destinada a proteger aeronaves em vôo (ANEXO 15/OACI). 19. cujo conhecimento oportuno seja essencial para o pessoal encarregado das operações de vôo. 19.Representação da superfície do terreno através de valores de elevação contínua. 19.67 NOTAM .Informação aeronáutica que o AIS emite aos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações.1. constituem as serras e as cordilheiras. à Sala AIS de Aeródromo acerca de inoperâncias ou deficiências no funcionamento dos auxílios à navegação e das comunicações terra-avião (ANEXO 15/OACI).(Aviso para o aeronavegante) .1.65 MODELO DE ELEVAÇÃO DIGITAL (DEM) .

19. executa somente atividades AIS (ICA 53-3).Distância do geóide acima (positivo) ou abaixo (negativa) ao elipsóide de referência matemática (ANEXO 15/OACI).69 ONDULAÇÃO DO GEÓIDE . durante o seu serviço. pessoal ou procedimentos.1. a notificação ao Conselho é obrigatória. 19. configurações. de acordo com o ANEXO 15/OACI).76 POSIÇÃO (GEOGRÁFICA) .73 metros. com altitude superior a 300 com parte de um vôo de uma aeronave. a diferença entre a altitude elipsoidal WGS-84 e altitude ortométrica representada por ondulação geoidal WGS-84. geralmente. fornecidas a órgãos que prestam serviço de tráfego aéreo (ICA 100-12). PLANO DE VÔO .72 PADRÕES: Qualquer especificação de características físicas. desempenho.1.MCA 53-1/2008 247 19.1.1.1. segundo o Artigo 38 (ANEXO 15/OACI).Informações específicas relacionadas com o vôo planejado ou PLANALTO – São áreas irregulares e. .75 PLANÍCIE – São áreas relativamente planas com altitude inferior a 300 metros. cuja aplicação uniforme é considerada necessária para a segurança operacional ou regularidade da navegação aérea internacional e com os quais os Estados Signatários estarão em conformidade. configuração. regularidade ou eficiência da navegação aérea internacional e aos quais os Estados Signatários se empenharão para manter a conformidade. desempenho. no caso de impossibilidade de conformidade.1.Funcionário civil ou militar habilitado em AIS que. pessoal ou procedimentos. material/equipamento.77 PRÁTICAS RECOMENDADAS: Quaisquer especificações de características físicas. 19.74 19. 19.1.71 OPERADOR AIS .1. 19. material/equipamento. 19. NOTA – A respeito do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84) se define elipsóide. de acordo com a Convenção.Conjunto de coordenadas (latitude e longitude) referente ao elipsóide de referência matemática que define a posição de um ponto na superfície da terra (ANEXO 15/OACI). cuja aplicação uniforme é considerada desejável no interesse da segurança operacional.1.70 OPERAÇÃO DE FEIÇÃO – Operação em que cada instância de um tipo de feição pode operar. 19.

Abstração de reais fenômenos mundiais . ou na forma apropriada de mídia eletrônica (ANEXO 15/OACI). 19.ISO 19131* (ANEXO 15/OACI).86 15/OACI).Publicação emitida por um ou com a autoridade de um Estado e contendo informação aeronáutica de caráter essencial duradouro para a navegação aérea (ANEXO 15/OACI).1. NOTA: Com referência aos levantamentos geodésicos.Princípios que se aplicam a projeto aeronáutico. operações e manutenção e que buscam interação segura entre o ser humano e outros componentes do sistema mediante a devida consideração apropriada do desempenho humano (ANEXO 15/OACI).87 15/OACI).83 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) .82 PRODUTOS AIS . resolução e integridade (ANEXO 15/OACI).ISO 9000*.Informações aeronáuticas fornecidas na forma dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (exceto NOTAM e PIB). 19.Grau ou nível de confiabilidade de que os dados fornecidos atinjam os requisitos do usuário de dados. a aplicação ou a localização de uma entidade por meio de identificações registradas . treinamento.1. 19.1.1. certificação.81 PRODUTO DE DADOS .1.1.79 PRENOTAM . 19.1.Habilidade de rastrear os antecedentes.78 PRECISÃO – A menor diferença que pode ser distinguida confiavelmente por um processo de medição. 19.1.1. originada em um órgão do Serviço de Proteção ao Vôo e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM.Conjunto de dados ou séries de conjunto de dados que seguem uma especificação de produto de dados . incluindo cartas aeronáuticas. Geral ou Regional (ICA 53-1).85 QUALIDADE DE DADOS .ISO 9000* (ANEXO . a precisão é um grau de refinamento no desempenho de uma operação ou um grau de perfeição nos instrumentos e métodos utilizados ao fazer a medição (ANEXO 15/OACI). em termo de precisão. 19.84 QUALIDADE – Grau para o qual um conjunto de características inerentes atende completamente seus requisitos . 19.80 PRINCÍPIOS DE FATORES HUMANOS .1. RECURSO . 19.248 MCA 53-1/2008 19. 19.ISO 19101* (ANEXO RASTREABILIDADE .Mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea.

1.90 RELAÇÃO DE FEIÇÃO .ISO 19117* RELEVO . dispostos como parte do serviço fixo aeronáutico para intercâmbio de mensagens entre as estações fixas aeronáuticas que se encontram dentro da rede (OACI/Léxico). 19.ISO 19115* (ANEXO 15/OACI). sombreamento ou ponto de elevações (ANEXO 15/OACI).Desigualdade em elevação da superfície da Terra. bem como suas mensagens de atualização. 19.92 REPRESENTAÇÃO .1.1.Espaço Aéreo de dimensões definidas dentro do qual são proporcionados serviços de informação de vôo e de alerta (ICA mesmos exemplos ou um tipo diferente de feição .Número de unidades ou dígitos para qual um valor medido ou calculado é expresso e usado (ANEXO 15/OACI). 19.91 19.1.88 REDE DE TELECOMUNICAÇÕES FIXAS AERONÁUTICAS (AFTN) - Sistema completo e mundial de circuitos fixos aeronáuticos.Órgão estabelecido em um aeroporto com objetivo de prestar serviço de informação prévia ao vôo e receber os planos de vôo que se apresentam antes da saída das aeronaves. 19. 19. 19. para as características de uma entidade a fim de permitir suas realizações e exames .ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).1. bem como os informes referentes ao serviço de tráfego aéreo.Expressão das necessidades ou sua tradução num conjunto de requisitos.1.MCA 53-1/2008 249 19.Coleção de conjuntos de dados que partilha a mesma especificação de produto .95 ROTA ATS .Órgão estabelecido com objetivo de receber os informes referentes aos serviços de tráfego aéreo e os planos de vôo que são apresentados antes da saída.Apresentação de informações a humanos . . 19. representada em cartas aeronáuticas por curvas de nível.1.97 SALA DE NOTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO (SALA ARO) .1. 19.93 REQUISITOS PARA A QUALIDADE .1.96 SALA DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS DE AERÓDROMO (SALA AIS) . cores hipsométricas.94 RESOLUÇÃO . de acordo com a necessidade para proporcionar serviço de tráfego aéreo (OACI/Léxico).1. explicitados em termos quantitativos ou qualitativos.Rota especificada. designada para canalizar o fluxo de tráfego.98 SÉRIES DE CONJUNTO DE DADOS .89 100-12).Relação que une exemplos de um tipo de feição com os REGIÃO DE INFORMAÇÃO DE VÔO (FIR) . 19.1.ISO 19101* (ANEXO 15/OACI).

19.Classe de abstrações de fenômenos do mundo real com propriedades comuns . também conhecido como primeira superfície refletiva. por meio de um formato específico (ANEXO 15/OACI).Em termos práticos. processos e recursos necessários para implementar a gestão da qualidade .107 TESTE DE REDUNDÂNCIA CÍCLICO (CRC) . 19.102 SISTEMA DA QUALIDADE . 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). eficiente e econômica à operação dos serviços aéreos (ICA 100-12). 19. gelo permanente e neva. o topo da cobertura ou somente entre.104 15/OACI).108 TIPO DE FEIÇÃO . . colinas.1.250 MCA 53-1/2008 19.Estrutura organizacional.Algoritmo matemático aplicado a expressão digital de dados que fornece um nível de garantia contra perda ou alteração de dados (ANEXO 15/OACI).Serviço de telecomunicações entre pontos fixos determinados. necessários para a segurança.Superfície da Terra que contém ocorrências naturais como montanhas. vales. 19.1. que se aplica primordialmente para a segurança da navegação aérea e para que seja regular. procedimentos.1.99 SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIS) . excluindo obstáculos” (ANEXO 15/OACI).101 SERVIÇO MÓVEL AERONÁUTICO . cinturões de água. 19.1.ISO 19110*. cumes.105 SUPLEMENTO AIP .1. ou entre estações de aeronaves (ICA 100-12).Serviço estabelecido dentro de área de cobertura definida.1. terreno representa a superfície contínua que existe no descampado. gelo.100 SERVIÇO FIXO AERONÁUTICO .1. dependendo do método usado na coleta de dados. regularidade e eficiência da navegação aérea (ANEXO 15/OACI). 19. responsável pelo fornecimento de informação/dados aeronáuticos. NOTA .Modificação temporária da informação que consta na AIP e SUPERFÍCIE DE COLETA DE DADOS DE OBSTÁCULO /TERRENO - Superfície definida com a finalidade de reunir dados de obstáculo /terreno (ANEXO que é publicada em folhas soltas especiais (ANEXO 15/OACI).Séries especiais de NOTAM que notifica a presença ou remoção de condições perigosas devido à neve. neve semi-derretida ou água parada associada com neve na área de movimento.1.106 TERRENO .Serviço de radiocomunicação entre estações de aeronaves e estações aeronáuticas. 19.1.1.103 SNOWTAM . 19.

* Normas ISO 9000 – Sistemas de Gerenciamento da Qualidade – Vocabulário. 19.ISO 9000*. 19. de que requisitos particulares para um uso específicos pretendidos foram atendidos .113 ZONA SERVIDA .112 ZONA DE IDENTIFICAÇÃO DE DEFESA AÉREA (ADIZ) . por exame e fornecimento de evidência objetiva. 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).111 ZONA DE CONTROLE (CTR) . 19.MCA 53-1/2008 251 NOTA: Em um catálogo de feição.1.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). medição. 19. indica a fonte original da mesma. após cada definição.Comprovação. dentro dos quais as aeronaves são requisitadas à identificação e/ou notificação de procedimentos adicionais para esses.1. relativo às determinações de serviços de tráfego aéreo (ATS) (ANEXO 15/OACI).Espaço aéreo controlado que se estende do solo até um limite vertical especificado (ICA 100-12).Área geográfica a respeito da qual uma Sala AIS de Aeródromo deve dispor de informação aeronáutica.1. NOTA: A evidência objetiva é a informação cuja veracidade pode ser comprovada com base em fatos obtidos através da observação. Segunda Edição 19101 – Informação Geográfica – Modelo de referência 19104 – Informação Geográfica – Terminologia 19108 – Informação Geográfica – Esquema temporal 19109 – Informação Geográfica – Regras para aplicação de esquema 19110 – Informação Geográfica – Metodologia para catalogo de característica 19115 – Informação Geográfica – Metadados 19117 – Informação Geográfica – Descrição 19131 – Informação Geográfica – Especificação de produtos de dados . o nível básico de classificação é o tipo de feição (ANEXO 15/OACI).Espaço aéreo especialmente designado e de dimensões definidas.1. NOTA: O texto entre parênteses.109 VALIDAÇÃO .1. ensaios ou outros meios .110 VERIFICAÇÃO – Confirmação por exame e fornecimento de evidência objetiva de que os requisitos estipulados foram atendidos .

Aeródromos.Carta de Navegação Aérea para Uso Militar . Rotas Aéreas e Auxílios Terrestres .Carta de Área .Zona de Tráfego de Aeródromo .Mensagem de Modificação .Serviços de Informação Aeronáutica .Aeronotificação .Centro de Controle de Área .Carta Imagem de Navegação Aérea para Uso Militar CINAV .Carta Imagem de Navegação Aérea Visual CINDACTA .Regulamentação e Controle de Informação Aeronáutica CINAM .Centro Geral de NOTAM .Circular Normativa de Tráfego Aéreo .Agência Nacional de Aviação Civil .Controle de Tráfego Aéreo em Geral .Centro Meteorológico de Aeródromo .Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem AIRAC .Mensagem de Cancelamento .Rede de Telecomunicações Fixas Aeronáuticas .Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo CIRAIS .Mensagem de Chegada .Comunicações .Circular Normativa de Informações Aeronáuticas CIRTRAF CMA CNAM CNAV CNL COM .Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica .Centro de Comutação Automática de Mensagens .Publicação de Informações Aeronáuticas .2 ABREVIATURAS E SIGLAS ACC ADIZ AFTN AGA AIC AIP AIREP AIS ANAC ARC ARO ARR ATC ATZ AVCA CAP CAT CCAM CGN CHG CIAP .252 MCA 53-1/2008 19.Carta Aeronáutica de Pilotagem .Zona de Identificação de Defesa Aérea .Carta de Navegação Aérea Visual .Categoria .Circular de Informação Aeronáutica .Centro de Notificação das Mensagens de Tráfego Aéreo .

Carta de Aproximação e Pouso por Instrumentos .Impresso Especial de Proteção ao Vôo .Meteorologia .Carta de Rotas .Empresa de Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária METAR .Hora Estimada de Chegada/Estação de Telecomunicações Aeronáuticas .Estação de Comunicações .Comando Aéreo Regional CONFAC CRN CTR DCCO DGNA DLA DME DOV ECM EPTA ERC ETA ETD FAL FCA FPC FPL GNA IAC IAIP IEPV IFR ILS ICA ISE LRO MET MCA MOV MSG NDB .Mensagem .Mensagem de Movimento de Aeronave .Zona de Controle .Centro Regional de NOTAM .Manual do Comando da Aeronáutica .Grupamento de Navegação Aérea .Livro de Registro de Ocorrências .Folheto do Comando da Aeronáutica .Divisão de Coordenação e Controle .Hora Estimada de Partida .Sistema de Pouso por Instrumentos .Equipamento Radiotelemétrico .Despachante Operacional de Vôo .Radiofarol Não-direcional INFRAERO .Informe Meteorológico Aeronáutico Regular .Controle e Fiscalização da Aviação Civil .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea .Mensagem de Isenção de Tarifa .Plano de Vôo Apresentado .Estação Permissionária de Telecomunicações e Tráfego Aéreo .Regras de Vôo por Instrumentos .Facilitação do Transporte Aéreo Internacional .Carta de Planejamento de Vôo .Documentação Integrada de Informações Aeronáuticas .Instrução do Comando da Aeronáutica .MCA 53-1/2008 253 COMAR .Mensagem de Atraso .

Observação .Carta Aeronáutica Mundial OACI 1:1.Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro NOTAM .Área de Controle Terminal .Sistema Integrado de Controle e Fiscalização da Aviação Civil SIGMET .Plano de Vôo .Seção de Aviação Civil .Área de Segurança de Final de Pista .Alcance Visual da Pista .000 VOLMET .Informação Meteorológica Aeronáutica Especial Selecionada .Busca e Salvamento .000.Saída Padrão por Instrumento .Manual Auxiliar de Rotas Aéreas SICONFAC .Tabela do Comando da Aeronáutica .Previsão de Aeródromo .Radar de Vigilância que faz parte do Sistema de Radar para Aproximação de Precisão .Informação Meteorológica Relativa às Operações ROTAER.Serviço Regional de Proteção ao Vôo .Informação Meteorológica Significativa SISCEAB SPECI SRE SRPV TAF TMA TCA UTC VFR VOR WAC .Tempo Universal Coordenado .Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo .Pressão Padrão ao Nível do Mar (1013.2hPa) .Radiofarol Omnidirecional em VHF .Boletim de Informação Prévia ao Vôo .Centro Internacional de NOTAM .Operador de Estação Aeronáutica .Informação Meteorológica para Aeronave em Vôo .254 MCA 53-1/2008 NOF OACI OBM OEA PIB PLN QNE RAC RESA RMK RVR SAC SAR SID .Regras de Vôo Visual .Organização de Aviação Civil Internacional .Observador Meteorológico .Aviso para o Aeronavegante OPMET .

MCA 53-1/2008 255 20 DISPOSIÇÕES FINAIS 20. . Sr. Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA.1 As sugestões para aperfeiçoar esse manual deverão ser enviadas ao seguinte endereço: DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA AVENIDA GENERAL JUSTO.RIO DE JANEIRO .RJ 20. 160 20021-130 .2 Os casos não previstos serão submetidos ao Exmo.

[Rio de Janeiro-RJ]. Comandos de Interrogação ao Banco de NOTAM (SISNOTAM) através da AFTN: AIC 18/07. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. 2008. 2008. 2007. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP-MAP. Nível de Proteção Contra-Incêndios em Aeródromos: ICA 92-1. Comando da Aeronáutica. Planejamento de Pessoal em Atividades AIS: ICA 53-3. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. ________. Divulgação de Informações Meteorológicas: ICA 105-1. [Rio de Janeiro-RJ]. 2006. Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo: ICA 100-12. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. Plano de Vôo: ICA 100-11. [Rio de Janeiro-RJ]. Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo: MCA 100-11. ________. 2005. 2006. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. . [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. ________. ________. PRENOTAM: ICA 53-4. 2005. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ________. ________. 2002. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. Mensagens de Transporte Especial Relacionadas com Autoridades e Serviços Solicitados em um Plano de Vôo: FCA 63-50. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP BRASIL. Coleta de Dados Estatísticos AIS: ICA 53-5. 2007. ________. 2008. ________.256 MCA 53-1/2008 REFERÊNCIAS BRASIL. Mensagem CONFAC: ICA 102-8. Regras e Procedimentos Especiais de Tráfego Aéreo para Helicópteros: ICA 100-4. ________. ________. Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo (Sala AIS): ICA 53-2. ________. ________. Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas: MCA 53-3. 2005. 2007. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. 2005. ________. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. 2008. Procedimentos Especiais para Aeronave Presidencial: ICA 100-9. 2007. Manual de Telecomunicações do Comando da Aeronáutica: MCA 102-7. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. NOTAM: ICA 53-1. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. 2008. Mensagens ATS: ICA 100-15.

Dispõe sobre o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos. 2001. Serviços de Informação Aeronáutica: Anexo 15. Agência Nacional de Aviação Civil. Requisitos Operacionais: Operações Domésticas. ________. ________. [Montreal]. Resistência de Pavimentos dos Aeródromos: IAC 157-1001. 2004. Ministério da Aeronáutica. ________. de Nacionalidade e de Matrícula: RBHA 45.141/GM5. Comissão de Navegação Aérea. Requisitos Operacionais: Operações Complementares e por Demanda: RBHA 135. BRASIL. ________. 2001. 2003. BRASIL. Regras Gerais de Operação para Aeronaves Civis: RBHA 91. [Brasília-DF]. Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica. Força Aeronaval Americana. Estado-Maior da Aeronáutica. ________. BRASIL. 2003. 1990. Manutenção e Exploração de Aeródromos Civis e Aeroportos Brasileiros: IAC 2328-0790. Marca de Identificação. [Montreal]. ________. de 08 de dezembro de 1987. 2008. Portaria no 1. [Rio de Janeiro-RJ]. Departamento de Aviação Civil. Operações Aeroagrícolas: RBHA 137. 15 jul.MCA 53-1/2008 257 BRASIL. Homologação. . Classificação das Cartas Aeronáuticas de Pilotagem (CAP): Ofício no 38/3SC3/C-1176. de Bandeira e Suplementares: RBHA 121. ________. ________. Comando da Aeronáutica. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. [Montreal]. o Plano Básico de Zoneamento de Ruído. Operação. 2008.565. [Rio de JaneiroRJ]. Instruções para Concessão e Autorização de Construção. 2003. Lei no 7. Cartas Aeronáuticas: Anexo 4. Registro. 2003. Air Navigation (Flying Training): AFM 51-40. [Rio de Janeiro-RJ]. [Brasília-DF]. CANADÁ. 2006. 1986. o Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos e o Plano de Zona de Proteção de Auxílios à Navegação [Rio de Janeiro-RJ]. de 13 Dez 1986. 1999. Organização da Aviação Civil Internacional. [Rio de JaneiroRJ]. 1987. [Montreal]. [Rio de Janeiro-RJ]. Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica: Doc 8126. Regras do Ar e Serviço de Tráfego Aéreo: Doc 4444. ESTADOS UNIDOS. ________.

18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2.ERC (Se RWY ≥ 1500m) AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4.3 ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2.1 AD 2.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: SID STAR ARC ERC* (*) inclusive o frontispício APP (TMA/CTR) AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III AIP-BRASIL: GEN 3.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC STAR ARC ERC* (*) Inclusive frontispício AIP BRASIL: AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2.18 AD 2. ALFÂNDEGA) AIP-BRASIL AD 2.SID* . AERÓDROMOS HORÁRIOS FUNCIONAMENTO AUXÍLIOS RÁDIOS À NAVEGAÇÃO E ÓRGÃOS ATS SERVIÇOS DE METEOROLOGIA COMBUSTÍVEL E TELEFONE ACC (FIR/UTA/CTA/TMA) CMA E CMM AIP-BRASIL: AD 2.3 ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2 ENR 4 AD 2.258 MCA 53-1/2008 Anexo A – Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4.IAC* (*) só a pedido da D-ATM PÚBLICOS (Comerciais) PRIVADOS MILITARES AIP-BRASIL: AD 2.19 AUXÍLIOS RÁDIOS ROTAER: CAPÍTULO III NDB-VOR-ILS-VDF CARTAS: ARC ERC FPC ADC LC SID IAC STAR AERÓDROMOS (Comerciais) AIP BRASIL: AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III TWR INSTALAÇÕES E SERVIÇOS E SUAS FREQÜÊNCIAS AFIS GNDC CLRD VDF RECALADA .3 FUNC.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ARC .5 ROTAER: CAPÍTULO III COORDENADAS PONTO DE NOTIFICAÇÃO (COMPULSÓRIO / A PEDIDO) ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO FUNCIONAMENTO AD INTL (MIGRAÇÃO. SAÚDE.3 CARTAS: ERC – ARC AIP-BRASIL: ENR 5 CARTAS: ARC -ERC .

19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC (*) Descida CHARLIE AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.1 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: ENR 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* LC ADC SID VAC STAR ARC ERC (*) Descida ECHO CARTAS: IAC AIP BRASIL: ENR 4.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .2 – AD 2.AD 2 17 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC 259 ATIS VOR FREQÜÊNCIAS ILS NDB GPS SELCAL ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES LATERAIS FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES/VERTICAIS (INFERIOR/SUPERIOR) FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ROTAS ATS .18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC STAR ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: GEN 3.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* ADC SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS:: IAC* SID LC STAR ADC ARC ERC (*) Descida DELTA AIP BRASIL: AD 2.5 VOLMET ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: AD 2.17 CARTAS: ARC ERC LC VAC AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2 ENR 3 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 2 .

260 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .10 AD 2.14 AD 2.17 CARTAS: ARC ERC (CTR) VAC VOR/DME NDB ILS e seus componentes (LLZ/GP/OM/MM/LLZDME) ROTAS ATS FIR /UTA TMA CTR / ATZ .1 ROTAER: . (**) em RMK.CAPÍTULO III ROTAER: .9 AD 2.5 – ENR 3 – AD 2. CARTAS: SID** IAC* LC* VAC* (*) se houver.5 – AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC ERC (*) descida CHARLIE AIP BRASIL: GEN 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC (*) descida DELTA AIP BRASIL: GEN 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III (AD e RDONAV .CAPÍTULO III AIP-BRASIL: AD 2 ROTAER: .4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.4(*) – ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC STAR (*) descidas ECHO AIP BRASIL: GEN 2.4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2. (***) AD PRIV E MIL: Somente ROTAER e CARTAS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC AIP BRASIL: AD 1.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: ENR 3 NÍVEIS DE VÔO CARTAS: ARC ERC ROTAS ATS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: GEN 3.5 ENR 2.12 AD 2.5 – ENR 3 – AD 2.13 AD 2.1 AD 2.CAPÍTULO III RUMOS PISTAS (orientação das cabeceiras) DISTÂNCIAS ROTAS ATS INTERNACIONAL PÚBLICO (Comercial) AERÓDROMOS PRIVADOS / MILITARES OBS: Qualquer AD com RWY ≥ 1500m e piso CARTAS: ARC ERC pavimentado (ASPH/CONC) AIP BRASIL: GEN 2.3 – AD 2.ILS).

14 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC* LC (*) Inclusive verso informação ângulo se diferente de 3º (**) Pontos de toque ILS e VASIS 261 LUZES / AUXÍLIOS LUMINOSOS VASIS / PAPI (AVASIS / APAPI) SERVIÇO DE COMBATE A AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.1* ROTAER: Capítulo III** CARTAS: ADC PDC (*) Somente resistência e tipo de piso (**) Na observação (restrições) PÁTIO DE ESTACIONAMENTO .8 ENR 2.16 CARTAS: ARC* ERC* (*) Trapézio AIP BRASIL: AD 2.14 – AD 2.1 ENR 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC AIP BRASIL: GEN 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: AD 2.4 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV CARTAS: ERC* (*) Indicador de localidade das FIR INDICADOR DE LOCALIDADE AIP BRASIL: ENR 3 ENR 4.16 CARTAS: IAC SID AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.1 AD 2.3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** SID** ATS (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) AIP BRASIL: GEN 3.4 ENR 2.1(**) AD 2.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .6 INCÊNCIO (RFFS) ROTAER: CAPÍTULO III PONTO DE REFERÊNCIA DE AERÓDROMO (ARP) AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.15 BIRUTA ROTAER: CAPÍTULO III ILUMINADA (L26) CARTAS: ADC LC FAROL DE AERÓDROMO (L21) APROXIMAÇÃO (APCH) CABECEIRA (THR) TAXIWAY (TWY) AERÓDROMOS com RWY ≥ 1500m AIP-BRASIL: ENR 4.4 – AD 2.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC CARTAS: ARC* ERC* (*)INCLUINDO A LETRA “L” AIP-BRASIL: ENR 2.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: ENR 2.2 AD 2.1 2.5 ENR 3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** ATS/MET (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) CLASSIFICAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO ATS ALTITUDE DE TRANSIÇÃO AIP BRASIL: ENR 1.

3 AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC ARC* ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.262 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (AA) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.8 (LARGURA) AD 2.12 AD 2.12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) ENR 2.8 AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.3 AD 2.12 AD 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: RESISTÊNCIA AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.10 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 1.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC (*) Cartas de Obstáculo de Aeródromo (AD 2) AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC DIMENSÕES PISTA (RWY / TWY) TIPO DE PISO ELEVAÇÃO OBSTÁCULO ÁREA APCH / DEP TIPO DE OPERAÇÃO DO AERÓDROMO DISTÂNCIAS DECLARADAS ZONAS DE PARADA ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS .1 ENR 2.

in.MCA 53-1/2008 Anexo B .Modelos de plano de vôo completo 263 PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSZQZX SBBTYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 2|2 1| 2| 0| 0 S|B|B|R|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  F|A|B|2|3|7| 8 / HORA Time  L I 10 EQUIPAMENTO Equipment M <<  SDGJ /C D << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 S|B|B|R NÍVEL Level 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  1|3|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 0 |0 F|1|0 |0 G449 URB DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome   S | B| B | T 0|1 3|0 S|B|R|P S| B | S | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/ETA6 DAT/SV RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ACAS RMK/RDO E NDB AD CFM RMK/INDICATIVO CHAMADA ALBATROZ01 RMK/3HRP DIRETOR GERAL DECEA ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 4 |0 →P/ 1|1 | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings CAMUFLADA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Maj Av Marcus Vinícius PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Cap Av André Luís André Luís Cap Av .

Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBAZQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|5 1| 2| 2| 5 S|B|A|T|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|M| |  / L Y 10 EQUIPAMENTO Equipment N  SDGZ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.in.264 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B .command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name André Luís 077715 André Luís . DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 HORA Time /C << ≡ 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S|B|A|T NÍVEL Level 1|3|1|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 9 |0 F|0| 9 |0 G678 XINGU DCT BAG/N0190F080 DCT BAG186100/N0190F045 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome  S| W| J | W 0|2 5|0 S| B| B | W S| W | L | C << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBBS0050 OPR/SEGURANÇA TÁXI AÉREO LTDA FROM/SBGO COM/HF SSB  STS/TREN RALT/F110 DCT SBBW RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ALTN DEP SBSN ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0| 5 5 |0 →P/ 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings VERMELHA COM LISTRAS BRANCAS OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.

.Portaria DECEA No 63/SDOP. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|1| 0 |5 G449 BRS W10 GOI/N0180F065 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | W| L | C 0|3 1|0 S|B|G|O << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/LEONILDO LTDA FROM/SBPN RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|5 2 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ AZUL COM LISTRAS BRANCAS/ OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.in.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Gibson Júnior 470355 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Guilherme Firme 220388 Guilherme Firme (NR) . de 21 de outubro de 2009.MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B .Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 265 << ≡ FF → SBBSZFZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 | | | | | | | | | | IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 1 1 4 5 S B P JY O Y M << 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L V 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDG /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.

Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S| B| P| J|Y| O| Y| X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L Z 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SD /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.266 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B .in.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name MARCUS vINÍCIUS . DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|2|1 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| W | G| I NÍVEL Level 2|0|2|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 1 |0 F|0| 5 |5 DCT C/PMS200096/N0200F055F070 IFR DCT BRR292030/N0190F055 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | N| B | R 0|1 2|0 S|B|L|P << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBRE0025 OPR/PROTEÇÃO LTDA FROM/SBAT STS/TROV RALT/F070 DCT SBLP RMK/AUXILIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 0 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.

de 21 de outubro de 2009. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|0| 7 |0 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | B| A | X 0|0 3|0 S| B | U | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/EFICIÊNCIA LTDA FROM/SBJF STS/TREN NAV/DOPPLER RMK/ALTN DEP SBUL RMK/RDO AD CFM RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|3 3 |0 → P / 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ A / BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks N / C / PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B .Portaria DECEA No 63/SDOP.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Rafael 290394 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Rafael (NR) . .Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 267 << ≡ FF → SBBSZQZX SBAXYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S | B | P | J | Y | O | Y| M << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|S| |  / L I 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDGZ /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.in.

268 MCA 53-1/2008 Anexo C .in.command FELICIANO 556677 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name RICARDO Ricardo 998877 .Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBCFZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ 0| 2 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 3 | 1 | 5 → S | B | B | H | Y | O | Y | X <<≡ << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEA | T | M TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome P|A|3|2 S | B | B|H NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 3|2| 5 ROTA Route |  N |0 |1 |7 |0 A| 0 4 | 5 | → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|C|F 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 1|5 B| H <<≡ )<<≡ OPR/DELTA FROM/SNUN RMK/TGL SBBH RMK/ACAS 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 0 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.

command RICARDO 213243 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name Ricardo | | | | | .MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo C .in.Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN 269 PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBJPZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ <<≡ 2 |5 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 5 | 1 | 0 → S| B | R | F | Y| O | Y | X << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEH | E | L TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome A|S|3|2 S | B | R|F NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 5|3| 0 ROTA Route | |  N |0 |1 |4 |0 V| F| R → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|J|P 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 3|0 R| F <<≡ )<<≡ OPR/DECEA TÁXI AÉREO LTDA 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN FROM/SBNT RMK/500FT AGL INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 4 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ BRANCA E AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.

84 91554433 Marcus Vinícius 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151920 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .AD DE PARTIDA HORA 16 .Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151840 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 . 84 91554433 Marcus Vinícius .AD DE PARTIDA HORA 16 .270 MCA 53-1/2008 Anexo D .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CHG 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) -10/SDGIR/S-13/SBGO2025-15/N0470F350 UW4 C/POMON/N0470F350F390) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel.AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (DLA 22 – EMENDA PTAIS SBGO1930 SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel.

AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CNL 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 Marcus Vinícius .Modelos de mensagens de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 152005 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .MCA 53-1/2008 271 Continuação do Anexo D .AD DE PARTIDA HORA 16 .

PAF019108 (Ponto: 072529S/0382140W) Ponto situado na radial 019º à uma distância de 108NM do VOR PAF. . PAF045152 (Ponto: AD SNTS) Ponto situado na radial 045º à uma distância de 152NM do VOR PAF.272 Anexo E – Coordenadas geográficas MCA 53-1/2008 ♦ ♦ ♦ PAF360142 (Ponto: NDB JZR) Ponto situado na radial 360º à uma distância de 142NM do VOR PAF.

Coordenadas geográficas 273 .MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo E .

óleo. buraco. na aproximação da RWY 09.).274 MCA 53-1/2008 Anexo F – Configurações de Distâncias Declaradas Exemplo 1: Impraticabilidade (obras. próximo da THR. etc. RWY 09 27 TORA 2000 2000 TODA 2580 2350 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 3: Obstáculo dentro da CWY. afastado da THR. na aproximação da RWY 09. RWY 09 27 TORA 1850 1850 TODA 2430 1850 ASDA 2150 1850 LDA 1850 1850 Exemplo 2: Obstáculo fora da CWY na aproximação da RWY 09. RWY 09 27 TORA 2000 NU TODA 2580 NU ASDA 2300 NU LDA NU 2000 . RWY 09 27 TORA 2000 1850 TODA 2580 1850 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 4: Obstáculo dentro da CWY.

Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .MCA 53-1/2008 275 Anexo G .

276 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo G .Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .

CAPÍTULO 5 Posições Operacionais Escrever.5.2 Composição Especificação detalhada do critério adotado na distribuição da Zona Servida. CAPÍTULO 3 Estrutura Organizacional e Funcional ITEM 3. em itens. .1 Divisão Descrever o critério adotado na definição da Zona Servida.2 Internacionais CAPÍTULO 4 Zona Servida ITEM 4. ITEM 3. CAPÍTULO 6 Estrutura Operacional e Organização das Equipes ITEM 6.2 Organização das equipes Distribuição do efetivo conforme escala operacional. pelo menos.4 Categorização Informar a categoria conforme divulgação do DECEA.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPA DO MODELO OPERACIONAL Confeccionar a capa de acordo documentos oficiais do COMAER.1 Nacionais ITEM 3. ITEM 4.3 Localização Descrever exatamente a localização da Sala AIS em relação ao aeródromo.1 Estrutura Operacional Descrição operacional do efetivo.MCA 53-1/2008 277 Anexo H . ITEM 6. ITEM 3.5 Publicações AIS: Informar a disponibilidade de publicações ITEM 3.5. ATO DE APROVAÇÃO SUMÁRIO ANALÍTICO CAPÍTULO 1 Disposições Preliminares Nesse capítulo constarão.1 Organograma Descrever a posição da Sala AIS em função da administração e operação em relação aos demais órgãos. ITEM 3. CAPÍTULO 2 Abreviaturas e Siglas Serão mencionadas aquelas que constem no próprio modelo. ITEM 3. as funções e horário a qual são desempenhadas dentro da Sala AIS. os tópicos finalidade e âmbito do documento.2 Efetivo Descrever o efetivo de especialistas AIS (civis e militares).

ITEM 8.1 Tratamento Descrever passo a passo o método aplicado por uma Sala AIS na recepção e tratamento das mensagens ATS. CAPÍTULO 8 Procedimentos Específicos ITEM 8.1 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo não Regular Internacional. tais como: endereçamento. inclusive informando “senha” e “usuário”. ITEM 8.5 Atualização de Publicações Descrever os procedimentos adotados.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 7 Atribuições do Pessoal Descrever em itens as atribuições do pessoal conforme as posições operacionais em consonância com a ICA 53-3. procedimentos relacionados com as mensagens AVO etc.10 Aeronaves Militares e Civis Públicas Estrangeiras Descrever procedimento conforme a ICA 63-13. .2 Acesso ao SISNOTAM via Micro Descrever o processo de como acessar ao servidor. na Sala AIS. ITEM 8.3 Confecção do Briefing Operacional Descrever as regras de confecção do briefing e os meios utilizados para disponibilizar aos órgãos de controle. Descrever procedimento conforme a ICA 63-13.8.6 Controle de Registro de NOTAM Descrever os procedimentos adotados na Sala AIS em questão.1 Mínimos IFR Abaixo dos Mínimos Regulares para Pouso e Decolagem ITEM 8.2 Transmissão de Mensagem ATS em caso de CCAM fora do ar. ITEM 8.7 Formulário de Registro de Informação Descrever o local onde se encontra o formulário e o procedimento que o Especialista deve adotar após a recepção do mesmo. ITEM 8. ITEM 8. ITEM 8.9 Transporte de Autoridades Explicar esse procedimento como é feito. ITEM 8. conferência com a INFRAERO. ITEM 8.8 Recepção de Mensagens ATS Nesse item. em consonância com o FCA 63-50. de acordo com a ICA 53-2. informar o telefone de recebimento de plano caso a Sala tenha.278 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H .8. ITEM 8.4 Pousos e Decolagens em TWY Informar se o aeródromo possui pista de táxi homologada como pista de pouso e decolagem. Explicar o procedimento ITEM 8. no local.10.

ITEM 8.MCA 53-1/2008 279 Continuação do Anexo H .12.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) ITEM 8.4 Freqüências operacionais Citar freqüências operacionais. .11 Vôos Internacionais Caso a Sala AIS seja internacional. observar a legislação dos países envolvidos nas publicações quanto ao procedimento de entrada dos mesmos e descrevê-los em subitens conforme os países envolvidos.12 Mensagem CONFAC ITEM 8.2 Auxílios Rádios Citar auxílios rádio.3 Conferência pela INFRAERO Descrever como é feito dentro da Sala AIS observando os parâmetros da ICA 102-8.2 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo Internacional: Descrever procedimento conforme a ICA 63-13.10.5 Murais Operacionais Citar murais que contenham informações PERM e avisos diversos.15 Outros Procedimentos Descrever procedimentos locais os quais não foram citados em itens anteriores.13 Aquisições de Publicações Descrever conforme ROTAER Capítulo I Seção I.2 Confecção Descrever esse item conforme ICA 102-8 ITEM 8.12. ITEM 9. ITEM 8. ITEM 9. CAPÍTULO 9 Recursos Técnicos Disponíveis no Aeródromo ITEM 9. ITEM 8.14 Procedimentos para Aeronave Presidencial Descrever procedimentos locais de cada Sala confrontando com a ICA 100-9.3 Auxílios Luminosos Citar auxílios luminosos. ITEM 9.1 Equipamentos Citar equipamentos existentes na Sala AIS.12. ITEM 9. ITEM 8. ITEM 8. ITEM 8.1 Conceitos ITEM 8.12.4 Envio à ECM Descrever o processo de como se realiza na referida Sala.

CAPÍTULO 13 Normas Gerenciais ITEM 13. ITEM 11. ÍNDICE: Descrever o índice remissivo. também citar o tipo de ocorrências que o órgão julgar necessário lançar no LRO. equipamentos e murais existentes na Sala AIS.1 LAY-OUT Descrever através de desenhos a disposição dos móveis. ITEM 13. ITEM 11.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 10 Apresentação Esquemática do Órgão ITEM 10.280 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H . Descrever a formatação local do preenchimento do LRO. e acrescentado o que preconiza a ICA 53-3.1 Conceito Descrever o conceito de acordo com a DMA 63-1 e ICA 102-2. CAPÍTULO 11 Degradação do Sistema ITEM 11. REFERÊNCIAS .3 SISNOTAM fora do ar Descrever alternativas para obtenção da informação. CAPÍTULO 12 Atualização Profissional dos Especialistas AIS Descrever os procedimentos locais que são feitos na Sala.2 TF-3 fora do ar Descrever a alternativa do SVC que é feito através desse equipamento. Descrever os procedimentos locais relativos à passagem de SVC. ANEXOS: Citar os anexos necessários.2 Preenchimento do Livro Registro de Ocorrência.1 Passagem de Serviço.

CCO 3 – Seção de Meteorologia (MET). D-GNA . D-CCO . CCO 2 – Seção de Comunicações.Subdepartamento de Operações.Divisão de Operações Militares. NOR 2 – Seção de Comunicações. .Subdepartamento de Tecnologia da Informação.Divisão de Coordenação e Controle.Divisão de Busca e Salvamento.Subdepartamento de Administração. SDAD . NOR – Subdivisão de Normas da D-GNA. CCO 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS). SDTE . NOR 3 – Seção de Meteorologia (MET). D-OPM .Seção de Planejamento Estratégico. Navegação e Vigilância (CNS).Subdepartamento Técnico.Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM). e PLN 2 . NOR 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS).Seção de Planejamento Tático. SDTI . PLN – Subdivisão de Planejamento da D-GNA. PLN 1 . CCO 1 – Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM). NOR 1 .MCA 53-1/2008 281 Anexo I – Organograma Simplificado do Órgão Gerencial Legenda: SDOP . D-SAR .Divisão de Gerenciamento da Navegação Aérea. Navegação e Vigilância (CNS).

57 Calendário de datas AIRAC. 75 Conversão de unidade de medida. 67 Anexos. 213 CCAM. 42 . 154 Código TAF. 212 Disposição da informação. 181 Auxílios visuais. 175 Auxílios visuais e à navegação. 73 Categoria requerida de aeródromos. 81 Cartas aeronáuticas. 72 Código ANAC. 33 Anexo 15. 55 Distâncias declaradas. 105 Convencionais. 62 Aplicativos automatizados AIS. 205 Doc. 54 Boletins automatizados. 107 Condições para realização de vôo VFR. 195 AIC. 192 Definições. 148 Autorização para vôos VFR ESP. 232 Circulares de informação aeronáutica. 111 Auxílios à navegação. 110 Código Aeroportuário IATA. 227 Códigos METAR e SPECI. 237 Autonomia. 240 Deslocamento da cabeceira. 79 AISWEB. 175 Boletim de informação prévia ao vôo. 192 Declinação magnética. 198 Aeródromos. 230 Condições para realização de vôo IFR. 239 AIP. 69 Documentação de vôo. 27 Arquivo de mensagens.282 MCA 53-1/2008 ÍNDICE ACN-PCN. 52 AIM. 8126. 52 Classificação dos espaços aéreos ATS. 82 Cartas avulsas. 224 Documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP). 42 AIRAC NIL. 84 Catálogo.

26 Legislação vigente. 113 Meteorologia aplicada ao AIS. 62 Emendas. 111 Não-convencionais. 23 Informação/dados aeronáuticos. 240 Heliponto. 22 Inter-relacionamentos de informação. 155 Mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL). 156 Mensagem de transporte especial (MTE). 22 Informações meteorológicas. 245 Gestão de qualidade AIS. 77 Informação original. 166 Glossário. 61 Mudanças de regra de vôo. 164 Mensagem AIRMET. 88 Meios e canais de comunicação. 74 Endereçamento de PLN e mensagens ATS (FPL/DLA/CHG/CNL). 14 . 57 Intercâmbio. 163 Mensagem SIGMET. 189 Níveis de cruzeiro. 114 Fases do vôo. 82 Gerenciamento de navegação aérea. 219 Modelo operacional. 50 Objetivo do AIS.MCA 53-1/2008 283 Documentação relacionada ao AIS. 42 Indicadores de destinatários e de remetentes. 160 Mensagem de modificação (CHG). 229 Mensagem de atraso (DLA). 235 Mensagens veiculadas nas Salas AIS. 12 Organograma funcional. 115 Indicadores e designadores. 238 Gestão da qualidade. 111 NOTAM. 22 Informação aeronáutica. 219 Instrução verbal. 71 Informação aeronáutica. 245 Informação AIRAC. 106 Níveis mínimos IFR fora de aerovia. 22 Mensagem administrativa ao SICONFAC. 214 IAIP. 75 Nascer e pôr-do-sol. 41 Navegação aérea. 14 Órgão gerencial. 12 Manual AIP-BRASIL. 228 Mensagens aeronáuticas.

73 Plano de vôo completo (PVC). 103 SAIS. 48 Tabela de níveis de cruzeiro. 37 SISNOTAM. 234 Regras aplicáveis aos vôo por instrumento (IFR). 27 Sistema de coordenadas geográficas. 161 PRENOTAM. 16 Órgãos técnico-opercaionais. 12 Órgãos operacionais. 109 Tipo de informação. 106 Regras de vôo visual. 54 Plano de navegação aérea. 120 Plano de vôo simplificado (PVS). 103 Regras e procedimentos de tráfego aéreo. 51 Procedimento de radiogoniometria. 190 Sistema de referência para navegação por satélite. 93 PIB. 194 RACAM. 83 Tipos de pavimento. 238 Suplementos AIP. 203 . 24 Tipos de cartas. 19 Outras cartas.284 MCA 53-1/2008 Orgãos AIS.

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