MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA
MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

PORTARIA DECEA No 39/SDOP, DE 24 DE AGOSTO DE 2010.

Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB.

O

CHEFE

DO

SUBDEPARTAMENTO

DE

OPERAÇÕES

DO

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1o, inciso III, da Portaria no 67-T/DGCEA, de 20 de abril de 2010, resolve:

Art. 1o - Aprovar a modificação ao MCA 53-1, “Manual do Especialista em Informação Aeronáutica”, que com esta baixa. Art. 2o - Esta modificação entra em vigor em 07 de setembro de 2010.

(a)

Brig Ar LUIZ CLÁUDIO RIBEIRO DA SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA

(Publicado no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010)

BRASIL
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA Av. GENERAL JUSTO, 160 - 2o ANDAR 20021-130 RIO DE JANEIRO - RJ
ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL.: (21) 3184-8362

MCA 53-1
MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 07 SET 2010

TEL.: (21) 2101-6542

MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICAS, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 117 118 139 140 141 142 195 196 2 CORREÇÃO: PÁGINA 118 140 141 195 SUBITEM Modificada a NOTA 2 e incluída a NOTA 3 do item 11.4.12. Excluído o exemplo 3 e a NOTA do item 11.5.8.1.10. Excluído o exemplo 3 do item 11.5.8.1.11 Excluído o exemplo 4 do item 11.5.8.1.12. Item 15.2.1.1 modificado DATA 2008 2010 2008 2010 2010 2008 2010 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 117 2008 118 2008 139 2008 140 2008 141 2008 142 2008 195 2008 196 2008

3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições, inserir esta folha após a página de rosto da publicação original. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 39/SDOP, de 24 de agosto de 2010, publicada no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010.

no uso das atribuições que lhe confere o art. Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. que com esta baixa. 1o. (a) LUIZ CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA Cel Av Chefe Interino do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 210. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. DE 21 DE OUTUBRO DE 2009.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 63/SDOP. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". de 02 de janeiro de 2009. Art. 2o Esta modificação entra em vigor em 17 de dezembro de 2009. inciso III. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. resolve: Art. de 12 de novembro de 2009) .

2º ANDAR 20021-130-RIO DE JANEIRO .: (21) 3184-8362 MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 17 DEZ 2009 TEL. 160 .RJ ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL. GENERAL JUSTO.BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av.: (21) 2101-6542 MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”. DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 33 34 47 48 49 50 77 78 79 80 81 82 105 106 107 108 109 110 147 148 175 176 177 178 179 180 181 182 DATA 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 33 2008 34 2008 47 2008 48 2008 49 2008 50 2008 77 2008 78 2008 79 2008 80 2008 81 2008 82 2008 105 2008 106 2008 107 2008 108 2008 109 2008 109 2008 147 2008 148 2008 175 2008 176 2008 177 2008 178 2008 179 2008 180 2008 181 2008 182 2008 .

1. alínea e) (texto inserido) 10.1.5. 5.3 (texto modificado) 49 50 78 79 80 81 105 107 108 109 147 175 176 177 5.3 (texto inserido) 8. c) e d) (textos retirados) 5.2.2.2.6) 8.6 (texto modificado).2.2.11 (exemplo modificado) 13.2.1.3. 5.2.1.7 (incorporado ao 8.5 (texto modificado) 8.3. texto excluído e tabela modificada) 10.4.1. alínea f) (texto modificado) e NOTA acrescentada 5.2.3.3.1.3. 8.2.3 (textos modificados) 8. alínea b) (texto inserido) 10. e 8. alínea a). alínea a) (texto modificado) 5.2.2.7.1. 8.2.3. alínea b) (texto modificado e retiradas NOTAS 1 e 2) .1 e 13. alíneas 1a).1. alíneas b) (texto modificado).4.3 (texto modificado) 11.1.2.2. alínea c) (texto modificado) 10.4.2.5 (textos modificados) 8.2.1.2.4 (textos modificados) 5.1.3.4.5 e 5. 2a ) e 3a ).2 (texto inserido e NOTAS modificadas) 13.3 (texto modificado) 13. 8.1.8 (renumerado para 8.1.5.1.8.3.5.2.3.4.4.2 (texto modificado) 5. 8.1.5.187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2 CORREÇÃO: PÁGINA 34 47 48 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 SUBITEM 4.1.2. 5.1.4.5.2.3.

2.2.5 (texto inserido) 15.2.3. alínea a) (texto modificado) 13. de 12 de novembro de 2009. alíneas d) e e) modificadas e f) excluída) 15.3 (NOTA 2 modificada para 15.1.3.2 (texto modificado) 13.6 (texto modificado) 15.178 179 180 181 187 188 189 209 13. publicada no BCA no 210.4.5.3.17.1.1 (texto modificado) 15.4 (texto modificado) 15.continuação (texto modificado) Anexo B .3.17.5.1.3 (texto inserido) 13.2.1.2.3.3.4.2.17.3 (texto renumerado e exemplo modificado) 14.2.4.4) 15.4.3.2. alínea g) (texto modificado e NOTA inserida) Anexo B . NOTA 3 (modificada) e 13.2 (texto modificado) 13.2.3.7.1.2 (texto excluído) 13.2.2 (texto modificado.4. . de 21 de outubro de 2009.4. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 63/SDOP.2.3. alínea b) (exemplo modificado) 13.1.17.2 (texto inserido) 15.2.2.3. inserir esta folha após a página de rosto da publicação original.1.2.3.continuação (texto modificado) 212 213 215 265 267 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições.

R E S O L V E: Art. (a) Maj Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 084. de 01 de janeiro de 2008. no uso das atribuições que lhe confere o art. Art. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. 1o. de 11 de maio de 2009) . Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 19/SDOP. DE 27 DE ABRIL DE 2009. inciso III. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". 2o Esta modificação entra em vigor em 30 de abril de 2009. que com esta baixa.

3.BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 19/SDOP.363 AFTN:SBRJYGYI ADM: PAME FAX: (21)25853202 R.362 TELEX: 2137113 COMAERBR MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”.2º ANDAR 20021-340-RIO DE JANEIRO . alínea c (modificado) DATA 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 107 2008 108 2008 113 2008 114 2008 115 2008 116 2008 125 2008 126 2008 131 2008 132 2008 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições.5. . GENERAL JUSTO. 160 . NOTA 2 (modificado) 11. DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 107 108 113 114 115 116 125 126 131 132 2 CORREÇÃO: PÁGINA 107 114 115 125 131 SUBITEM 10.6. alínea g) (modificado) 11.4.11.3 (modificado) 11.4. de 11 de maio de 2009.2.1.RJ MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 30 ABR 2009 TEL: (21)2585-3202 R.2.2.observação (1) (modificado) Observação (7) (inserida). inserir esta folha após a página de rosto da publicação original.2.5. de 27 de abril de 2009 e publicado no BCA no 084.

.

1o. publicada no Boletim Interno no 202. de 19 de outubro de 2000. DE 01 DE AGOSTO DE 2008. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. publicada no Boletim Interno no 118. (a) Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 150. de 01 de janeiro de 2008. de 25 de junho de 2002. de 11 de agosto de 2008) . 1o Aprovar a reedição do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". 3 Revogam-se a Portaria DEPV no 58/DIRPV.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 38/SDOP. de 25 de junho de 2002. 2o o Este Manual entra em vigor em 25 de setembro de 2008. no uso das atribuições que lhe confere o art. de 20 de outubro de 2000. Aprova a reedição do manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. Art. R E S O L V E: Art. Art. inciso III. do DECEA. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. e a Portaria DECEA no 36/DGCEA. da DEPV. que com essa baixa.

.....................................................................................................52 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB).............................................................................................................2 7 7.........................................................................................................48 NOTAM ............................33 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS ..........................1 3...................................................61 DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS ..........................................................................................................................23 TIPOS.................................................11 ÂMBITO ................42 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP)......1 6.................................1 2...................................................................................................................2 2........................................4 5 5.......22 OBTENÇÃO...................................................................................77 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC ...................................................................5 3.............................24 DIVULGAÇÃO .............................................................................................................................................................................77 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO...........................................................................................................................................................37 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL ............................22 INTERCÂMBIO......12 LEGISLAÇÃO VIGENTE........................................................................12 OBJETIVO DO AIS ..........................2 8 8........12 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS..........26 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS ..................................(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) ..........61 ELABORAÇÃO ........................11 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL............................................................................................41 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP)..................................2 8.1 1.................................................62 DA OACI.........................................................25 INTER-RELACIONAMENTO......................................................................MCA 53-1/2009 SUMÁRIO 1 1.............54 MODELO OPERACIONAL........................................27 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM ..............................74 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC.........................................3 4...............................................................................................................................................................50 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC)..................................................62 DO DECEA................................................22 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO .......................................................................................................................................................................................................2 3.......11 FINALIDADE ....4 5........................42 SUPLEMENTOS AIP.............................................27 PÁGINA ELETRÔNICA ...........................................................................................................................6 3.......................................................................3 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES................3 3..............77 .............77 FINALIDADE ...........................................................AISWEB.....................................................................................................1 8.........SAIS ................................................................4 3.................................1 5......................7 4 4...................1 4.......................SISNOTAM...........................................2 5............................................2 2 2....................................................................5 6 6.................................................................................12 ORGÃOS AIS.......................................................2 4................................................61 CONSIDERAÇÕES ......................................................................3 5....................................................................................................................................3 3 3..........22 PROCESSAMENTO...........................1 7.....................................................

8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) ..............................................103 REGRAS DE VÔO VISUAL......5 11 11.............................4 10......................115 GENERALIDADES...................173 ..........................................................83 DESCRIÇÃO...................................................4 RECURSOS PARA O PROJETO...............................1 9............................................................................................82 FASES DO VÔO...3 9....................................................................2 11...............4 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO .................................................................110 REGRAS GERAIS ....................5 9......................................................................................................171 12....................................113 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) ...2 9............................................................................................................................................................1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO.....................................................113 CONSIDERAÇÕES .........................................................................7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG)................................116 11.....................................................................................................................................................7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO.....................................................10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE).......161 11..............................................80 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC ..............MCA 53-1/2009 8........6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO .......................166 12....................................................................................................................................6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA)...............................................................7 9 9.............................................171 12.....106 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO........................................................................................................2 10....109 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS...............................................155 11.171 12..............................................................2 PLANEJAMENTO DO PROJETO .............156 11........................................................................................................................................3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ...................111 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS........................................................83 TIPOS...........................................1 11............................................84 ATUALIZAÇÃO.........6 10 10.....................................................1 10..........................................................................................................................78 AIRAC NIL..........................................................166 12..........................3 11...4 8................................................................................................................................................................................................................11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC .........................................82 APRESENTAÇÃO.......164 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS .......................................................103 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR).....................3 10.....................120 11.160 11......6 8.........................5 8..............................................172 12.................82 FINALIDADE ....5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC)..................................................................................................................................................................................163 11............................................79 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC ...............................................9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS).......................................................................................172 12......................101 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO............................4 9......................................................5 DOCUMENTOS DO PROJETO ..........................................................................................................114 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES ..............81 CARTAS AERONÁUTICAS ...............

.........194 AERÓDROMOS...........7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO...................................................1 13...224 16..............................................................................................................................................................224 16.....193 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA...............................181 NAVEGAÇÃO AÉREA..........4 14................3 14...........................225 16.................4 15............ RUMO E PROA...................................................................12 MENSAGEM SIGMET.....190 DISTÂNCIA .............................................196 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS...........9 15 15.........................8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS..................................192 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA .......................................................................................................................................................................229 16....................................................192 ROTA...........................226 16..................224 16................................................................222 16......................................................................227 16.............................................................................................................................................................................................................................................227 16..................................................................................................1 14...213 HELIPONTO...................................................................................................................15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO...............................................................................................................1 15....224 16.............................189 DEFINIÇÃO ...................................................2 15.............................................................................................................................6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS..7 14.............................................................................................189 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS..........175 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO..............................189 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO..................................189 DIREÇÃO .................................229 16.........................................2 14...........................................................................................................13 MENSAGEM AIRMET ..............................5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO.............................................................................212 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS ..........................................................................................................175 AUXÍLIOS VISUAIS......................8 14................10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET ...................................6 15........................228 16....14 AVISO DE AERÓDROMO..............................................................................................................................................219 16.............................................................................................................................................................MCA 53-1/2009 13 13.......................2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS..........................................195 UTILIZAÇÃO .................................................................................................................................................................230 16...................................219 16..3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO .......................................................214 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS....................3 15..............................................................1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA ................6 14.........................212 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA...........................................................16 CÓDIGOS METAR E SPECI............................225 16................................195 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ...........................................................................................................................................................................4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO................................230 ...................................9 CARTAS DE PREVISÃO...................5 14.7 16 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO......195 CLASSIFICAÇÃO .........................................................191 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA...........................................................5 15..11 CÓDIGO TAF ......................................................2 14 14...........................

...................268 Anexo D ...............238 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE ...............................................1 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS ......................................................................................3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM)................................MCA 53-1/2009 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA.....233 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS........235 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA.................277 Anexo I – Organograma simplificado do órgão gerencial............2 19 19................2 ABREVIATURAS E SIGLAS .............................255 REFERÊNCIAS..........................................................................6 18 18....................240 DEFINIÇÕES ..........................................................................263 Anexo C ...........232 17......252 20 DISPOSIÇÕES FINAIS .....................................................................................232 17....................................................232 17...................................................................281 ÍNDICE..............................................239 GLOSSÁRIO.............1 18........................................................................................................................................................................................................275 Anexo H ..........................................................................................................................232 17.....................................................................................282 ...............................................1 FINALIDADE ....................................................258 Anexo B .........................Modelos de plano de vôo simplificado................................256 Anexo A – Inter-relacionamento da informação ..........................................................................240 19...............................................Carta de aeródromo: características físicas e operacionais ................................Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo...................................270 Anexo E – Coordenadas geográficas ...............................Modelos de plano de vôo completo ....................................238 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA ...............................................................................234 MENSAGENS AERONÁUTICAS...........................................................................AIM ......................................................274 Anexo G ..........................................................................................................272 Anexo F – Configurações de distâncias declaradas.....4 17....Modelo operacional (estrutura e assuntos)........................5 17................................................................................2 COMPETÊNCIA ..........

tendo em vista as ocorrências e questionamentos cotidianos mais comumente verificados. . com isso. a instrução. É importante saber que o Manual é uma publicação de caráter diretivo. Os assuntos aqui mencionados complementam (logo. Para satisfazer a uniformidade e a consistência no fornecimento da informação e dados aeronáuticos. o ensino. evitar normas e procedimentos diferentes dos estabelecidos nesse manual. regularidade e eficiência da navegação aérea internacional. Os manuais podem ser usados para compilação de matérias. as relações de abreviaturas. os dicionários. tais como: os glossários. que são requeridos para o uso operacional. podendo. A reedição desse Manual tem por objetivo seu aprimoramento e atualização. performance de navegação exigida (RNP) e sistemas de navegação baseados em computador de bordo. por meio de sistemas de navegação baseados em computador. informativo ou didático. os Órgãos AIS devem. beneficiando. o emprego de unidades e de equipamentos. completar matéria já tratada em outras publicações oficiais.MCA 53-1/2008 PREFÁCIO O objetivo do Serviço de Informação Aeronáutica é assegurar o fluxo de informação e dados necessários para a segurança. Os Padrões e as Práticas Recomendadas serão usados em conjunto com os outros procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea editados pelos DECEA. em face do desenvolvimento dinâmico da navegação aérea. O papel e a importância da informação e dos dados aeronáuticos mudaram significativamente com a implementação de rota de navegação de área (RNAV). Informação e dados corrompidos ou errôneos podem afetar potencialmente a segurança da navegação aérea. não esgotam) as publicações relacionadas no capítulo “Referências” e abordam os temas de maior complexidade. em certos casos. siglas e símbolos. ainda. destinada a regular e divulgar assuntos relacionados com a doutrina. a técnica. para satisfazer os requisitos particulares da localidade. É reconhecido que procedimentos adicionais podem ser solicitados. até onde praticável. toda a estrutura que envolve o Serviço de Informação Aeronáutica.

aplica-se aos administradores. aos especialistas e aos usuários dos Serviços de Informação Aeronáutica do SISCEAB.MCA 53-1/2008 1 1. . de observância obrigatória.1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES FINALIDADE O presente Manual tem por finalidade reunir as informações aeronáuticas necessárias às atividades AIS com o objetivo de: a) ajudar os Órgãos AIS a aplicar uniformemente os Padrões e as Práticas Recomendadas do ANEXO 15/OACI. e c) ajudar os Órgãos AIS a instruírem de forma adequada o pessoal AIS. 1.2 ÂMBITO Esse Manual. b) promover a máxima eficiência na organização e funcionamento dos serviços de informação aeronáutica.

1.15 e 7. controlar e distribuir informação/dados relativos a todo o território do Estado. 2.2. 2. bem como dos procedimentos relacionados com os mesmos que possam afetar o seu vôo. fornecer. Por isso. 2.1 2. área de atuação e a interação entre os órgãos que desenvolvem atividades AIS.2 É da responsabilidade do piloto no comando de uma aeronave.1.2.1). O Doc 8126-AN/872 (Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica) explica as funções básicas de um AIS e descreve um tipo de organização-modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS (ver 7. Para isso são os seguintes os órgãos que exercem atividades AIS: .2. conforme previsto nos ANEXO 2 e ANEXO 6/OACI. armazenar. suas funções.3 ORGÃOS AIS A atividade de informação aeronáutica está organizada basicamente em gerencial. formatar. a obtenção das necessárias informações sobre instalações e serviços de navegação aérea.1 OBJETIVO DO AIS O Serviço de Informação Aeronáutica (AIS) foi estabelecido com a finalidade de receber.1 LEGISLAÇÃO VIGENTE A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) preparou Normas e Recomendações para o funcionamento do AIS. reunir. tais informações devem estar sempre à sua disposição. eficiência e regularidade da navegação aérea.12 MCA 53-1/2008 2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Esse capítulo tem por finalidade identificar os órgãos componentes do AIS.1. publicar.1. denominado “Serviços de Informação Aeronáutica”. com vista à segurança. as quais estão contidas no ANEXO 15 à Convenção de Aviação Civil Internacional.2 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país signatário da Convenção proporcionará serviços de informação aeronáutica à aviação em geral. cotejar. assim como das áreas pelas quais o Estado seja responsável pelos Serviços de Tráfego Aéreo fora do seu território. 2.1. operacional e técnico-operacional.2 2. originar. editar. 2.

NOTA 4 : O detalhamento das atribuições e funções da organização principal na qual os órgãos AIS estão localizados.dados aeronáuticos.Divisão Operacional do CGNA . Geral e Regional).Divisão de Ensino do ICEA .MCA 53-1/2008 13 a) Órgão Gerencial (DECEA/SDOP).formação. encontra-se nos regimentos apropriados de cada instituição. b) Órgãos Operacionais. . .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA). NOTA 2: A INFRAERO possui uma estrutura gerencial para a prestação do serviço de informação aeronáutica. e .Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME .Divisão de Ensino da EEAR .Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO).formação e capacitação. .impressão e distribuição. .Salas AIS de órgãos ATC.Salas AIS de Aeródromos. NOTA 1: O Serviço de Informação Aeronáutica poderá ser desenvolvido também nas Seções de Navegação das Unidades Aéreas. c) Órgãos Técnico-Operacionais. . . NOTA 3: As empresas aéreas também possuem setores encarregados de prestar o serviço de informação aeronáutica no seu âmbito operacional.Subdivisão de Informação Aeronáutica dos CINDACTA/SRPV. . e . .Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica . e . .Centros de NOTAM (Internacional.publicações e cartografia.

2.3. a elaboração e a atualização de normas e procedimentos relativos à cartografia e à informação aeronáutica.1. ver o organograma simplificado no Anexo I.2 ÓRGÃO GERENCIAL 2. Para visualização do exposto.1 ORGANOGRAMA FUNCIONAL 2.3.1 Divisões do SDOP 2. Desenvolvem as seguintes funções: a) o estudo.2.1.1 Subordinação A Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA) e a Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO) estão subordinadas ao Subdepartamento de Operações do DECEA (SDOP). compatibilizando-as com os padrões estabelecidos por entidades nacionais e organizações internacionais às quais o Brasil seja signatário.2.14 MCA 53-1/2008 2.3.3.2.3. por intermédio da D-GNA e da D-CCO tem por atribuições as atividades referentes ao gerenciamento dos assuntos relativos à cartografia e à informação aeronáutica. .2 Atribuições e Funções O Órgão Gerencial.

a elaboração e a utilização de normas que definam a dotação e a carga de trabalho dos operadores de órgãos AIS. visando aperfeiçoar a execução das atividades de cartografia e informação aeronáutica. n) o assessoramento às necessidades de formação e distribuição de recursos humanos AIS. f) o estudo. e r) a análise e o acompanhamento de desenvolvimento de sistemas AIS a serem implantados no SISCEAB. k) a supervisão do processo de fiscalização do cumprimento de normas e procedimentos operacionais. o) a especificação das publicações de informação aeronáutica a serem editadas pelo Brasil. atualização e elaboração das mesmas. . m) a confecção do calendário das edições de Emendas de Publicações de Informação Aeronáutica e de Suplemento AIP. g) o estudo. l) a supervisão do Sistema de Qualidade da informação aeronáutica publicada e de seus meios de divulgação aos usuários. c) a coordenação da participação do DECEA em eventos nacionais/ internacionais relacionados com a atividade. d) o estudo e a elaboração de procedimentos. identificando as necessidades de reformulação.MCA 53-1/2008 15 b) a notificação à OACI das diferenças entre a legislação brasileira e a editada por aquela Organização. bem como os seus conteúdos. ativação e desativação de posições operacionais em Órgãos AIS. p) a fiscalização do funcionamento dos Sistemas AIS. q) a proposição de normas e documentação relativa aos sistemas automatizados AIS. a elaboração e a atualização de normas para a criação. j) a supervisão do processo de coleta e análise de dados estatísticos referentes à Informação Aeronáutica. ações e recomendações.

3.3.1.16 MCA 53-1/2008 2.3. . g) o estudo. controle de pessoal. planos e programas relativos aos assuntos que estão sob sua responsabilidade. Essas relações devem ser adquiridas junto à respectiva Gerencia Regional de Aviação Civil (GER). sob a sua área de jurisdição. l) a coordenação. palestras e simpósios de interesse para o pessoal em atividade AIS. h) a divulgação às Salas AIS de jurisdição.3 ÓRGÃOS OPERACIONAIS 2.1 Subordinação Está subordinada à Divisão de Operações (DO) dos CINDACTA e SRPV. f) o estudo e a análise das normas e padrões estabelecidos pelo DECEA.1 Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA/SRPV 2. das relações dos sítios de vôo e das áreas de pouso eventual para operação aeroagrícola.3. d) o gerenciamento e a inspeção das Salas AIS sob sua jurisdição (AD e ATC). i) a atualização das publicações de informação aeronáutica da seção. 2. o controle e a indicação para participação nos cursos. c) a proposição ao DECEA da adoção de providências que julgar necessárias para a melhor execução do AIS. a elaboração e o encaminhamento ao DECEA de relatórios e resultados estatísticos.2 Atribuições Para o desempenho das atividades essa Subdivisão possui as seguintes atribuições: a) a expedição de PRENOTAM de competência dos Comandantes ou Chefes de CINDACTA ou SRPV. e m) o estudo e a criação de programas de aperfeiçoamentos.3.1. j) a remessa ao DECEA do movimento anual de mensagens processadas pelas Salas AIS (IEPV 53-7). b) a supervisão do CRN de sua jurisdição.3.3. e) o controle do efetivo e a situação operacional do pessoal AIS em sua área.

ainda.2 Centros de NOTAM 2.1 Prestação do Serviço A Sala AIS é o local adequado para o planejamento de um vôo.2 Atribuições As atribuições dos Centros de NOTAM estão estabelecidas no MCA 53-2 (Manual de Operações dos Centros de NOTAM). procedimentos de comunicação. não só é importante a qualificação do operador para o desempenho dessa função. que contém textos relativos à: organização.3.3 Sala AIS de Aeródromo 2. 2.1 Finalidade Os Centros de NOTAM.3. 2.3. informações meteorológicas. a polidez no tratamento.MCA 53-1/2008 17 2. são órgãos estabelecidos com a finalidade de coletar. Assim. obtenção da informação. o operador da Sala AIS é um importante elo do SISCEAB com os usuários.3. controlar.2.3.2 Organização As instruções para estabelecer os critérios e os procedimentos básicos para a estruturação e a operação de uma Sala AIS de Aeródromo. despachantes operacionais de vôo e demais usuários deverão ser observadas na ICA 53-2 (Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS). selecionar.3. informações relativas: à organização. que contém. bem como a sua utilização pelos exploradores de aeronaves. mas. necessárias à segurança e eficiência do vôo. à subordinação e ao horário de funcionamento. o comedimento da linguagem.3. mensagens ATS. disposição da informação. às publicações necessárias ao funcionamento dos centros de NOTAM.3. à jurisdição dos centros de NOTAM. Nesse contexto. pilotos. prestação do serviço. o bom uso das palavras do vernáculo e uma boa apresentação pessoal.3. .3. bem como prestar esclarecimentos e coordenação necessária para a divulgação correta da informação aeronáutica. ao material necessário aos centros. por intermédio de NOTAM.3.3. também. fornecer e divulgar informação aeronáutica de interesse imediato para a navegação aérea. familiarização com a área de atuação e procedimentos suplementares.3. 2.3. pelo contato direto que estabelece.2. Esse planejamento é realizado pelo usuário através da obtenção de informações atualizadas.

1 Subordinação É subordinada administrativamente e operacionalmente à Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA e SRPV.4. preferencialmente. WAC. 2.3 Atribuições Essa Sala AIS tem como atribuições: a) colocar à disposição dos órgãos ATC o boletim de informação prévia ao vôo. quando aplicável.3. FPC.3. em molduras. ARC. . CNAV/CINAV) da Sala.3.3. 2.3. b) disponibilizar e atualizar as publicações básicas (AIP-BRASIL.3.4. contendo todos os NOTAM da área de jurisdição do órgão e os NOTAM de suas imediações.4 Organização A extensão da zona servida e a disponibilidade de espaço na Sala AIS serão fatores determinantes para a exposição.3.3. segura e regular do tráfego aéreo.18 MCA 53-1/2008 2. CNAV/CINAV e CAP/CIAP. WAC.4. 2. ROTAER. nas paredes.3. AIP-MAP.3.4. das ERC (inferior e superior). ERC. selecionar e divulgar aos órgãos ATC as informações aeronáuticas que assegurem a condução eficiente. FPC.2 Finalidade Tem por finalidade coletar. e d) divulgar as modificações e efetivações de publicações que afetem o serviço dos órgãos.4 Sala AIS de Órgãos ATC 2. c) disponibilizar e atualizar as publicações convencionais e não-convencionais da Sala inerentes ao funcionamento dos órgãos ATC. A seleção desses NOTAM poderá ocorrer quando o órgão interessado especificar à Sala quais os NOTAM que devam fazer parte do referido boletim.

2. azimute etc.1 Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica do ICA 2.1. . permitindo a atualização da informação no banco de dados. distância.3. g) gerenciar base de dados. para acesso à base de dados tanto para consulta como para a gestão da informação. d) efetuar o controle histórico das modificações das informações inseridas nas publicações.3. entre outras. a partir da base de dados.4. j) informar as publicações AIS e cartas aeronáuticas que irão necessitar de alterações. à meteorologia.4.3.1.3 Atribuições A Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica tem como atribuições: a) disponibilizar dados.4. h) gerenciar informação aeronáutica/dado.3. f) gerar. e) efetuar os cálculos de rumo. c) efetuar o acompanhamento dos processos de produção das publicações AIS e cartas aeronáuticas. após a modificação de um campo da base de dados. i) identificar as informações que necessitam de versão para o idioma inglês que devam ser divulgadas por intermédio de AIP-BRASIL e AIP-MAP (cartas dos aeroportos internacionais).1. cartas aeronáuticas.4 ÓRGÃOS TÉCNICO-OPERCAIONAIS 2. interage permanentemente com os setores do DECEA responsáveis pela geração das informações referentes ao gerenciamento de tráfego aéreo. ROTAER e AIP-Brasil. 2. visando à obtenção dos dados que compõem as cartas e a informação aeronáutica.MCA 53-1/2008 19 2.1 Finalidade Essa Divisão tem como missão planejar e executar as atividades relativas à cartografia e informação aeronáutica no Brasil. às comunicações.4.2 Subordinação Subordinada diretamente ao ICA. em ambiente WEB. a partir de uma informação gráfica. aos auxílios-rádio. b) efetuar cálculo e análise da informação aeronáutica/dado.3.

.1 É responsável pela impressão e distribuição de publicações de informações aeronáuticas.4.3. com exceção do SB. dos softwares aplicativos e do Help. b) formas de pagamento no Brasil e no exterior. t) manter e gerir o Sistema de Gestão da Qualidade das publicações AIS.4.4. n) providenciar adequação das telas de entrada de dados.3. l) preparar o inserir/destruir e o checklist da emenda. m) produzir publicações aeronáuticas constantes da IAIP.2 Nessa Divisão poderão ser obtidas informações complementares sobre: a) modalidade de assinatura (inicial ou renovação). com funcionalidades para controle de processos.2 Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME 2. r) viabilizar o acesso dos colaboradores e usuários do sistema da WEB a partir do controle dos perfis desses usuários. 2.3.2. controle de versão e notificações. cartas aeronáuticas e meteorológicas. plantas.20 MCA 53-1/2008 k) integrar ferramentas para gerência de documentos. dados do aeródromo) atualizado para eventuais consultas. p) realizar consultas utilizando emendas ou datas. além de outros impressos que se fizerem necessários.2. u) estabelecer os indicadores de localidade para os aeródromos. e f) prazos para recebimento das publicações. c) horário de atendimento ao usuário. e v) manter o cadastro de aeródromo (portaria. q) revisar as publicações de informação aeronáutica. o) providenciar software com capacidade de gerenciamento da informação aeronáutica por emendas e datas. e) telefones/fax para contatos. manuais e normas de serviço que dizem respeito ao controle do espaço aéreo e de telecomunicações do Comando da Aeronáutica. d) endereço eletrônico e postal. públicos e privados. s) efetuar cálculo e análise de obstáculos. 2.

e h) emissão. entre eles. d) infra-estrutura aeroportuária. que dão suporte às especializações nas diversas áreas das ciências aeronáuticas.4 Divisão de Ensino do ICEA É responsável pelas atividades de ensino e pesquisa que dão apoio à formação e capacitação de recursos humanos do SISCEAB. e) solicitações de vôo . g) solicitações de vôo.HOTRAN doméstico/internacional. f) solicitações de vôo charter doméstico/internacional. entre elas.4. de PRENOTAM ao CGN relativo à declaração de aeródromos monitorados ou coordenados. com a antecedência devida.3. do espaço aéreo e das demais atividades relacionadas com a navegação aérea. Utiliza laboratórios e simuladores. 2.3. os de informação aeronáutica. . 2.3. a de informação aeronáutica. proporcionando a gestão operacional das ações correntes do SISCEAB e a efetiva supervisão de todos os serviços prestados.4.MCA 53-1/2008 21 2.4. c) intenção de vôo. b) alocação de Slot ATC e de oportunidade.5 Divisão de Ensino da EEAR É responsável pelas atividades de ensino que dão apoio à formação de recursos humanos do SISCEAB.3 Divisão Operacional do CGNA O CGNA tem por missão a harmonização do gerenciamento do fluxo de tráfego aéreo. entre eles: a) medidas de gerenciamento de fluxo de dados.

3 3.1.4 É sempre conveniente que todos os dados sejam apresentados na forma de PRENOTAM.2 O AIS deve estudar o limite de sua Zona Servida para que possa certificar-se do nível de detalhe e da extensão da informação a ser utilizada nas operações de vôo nela realizada. principalmente.2. 3. fac-símile.1. confirmar a informação na forma de PRENOTAM.2 3. 3. 3. bem como os meios usuais para receber a informação a ser divulgada.22 MCA 53-1/2008 3 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS Esse capítulo tem por finalidade identificar as informações necessárias aos usuários.3 A informação/dados deve ser fornecida pelos órgãos responsáveis pelas instalações e demais serviços. redes de computadores.1 OBTENÇÃO O AIS obterá informação/dados que lhe permita proporcionar o serviço de informação anterior ao vôo e satisfazer as necessidades de informação durante o vôo de fontes nacionais.3 Na adoção dos meios ou canais de comunicação. correspondência oficial. e dos serviços de informação aeronáutica de outros países.2. 3. pois isso proporciona um registro mais claro.1 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO Os meios ou canais de comunicação utilizados para entregar ao AIS a informação original são: serviços postais. posteriormente. rede de telecomunicações fixas aeronáuticas (AFTN). podendo ser feitas correções.1 INTERCÂMBIO Para evitar problemas ocasionados pelas flutuações nos valores das moedas.2. correio eletrônico e telefone. Deve-se utilizar o telefone nos casos de emergência e. deve-se observar o fator tempo.1 3.2 3. convém promover-se o intercâmbio entre os AIS interessados nas publicações de informação aeronáutica dos respectivos países.1. 3. 3. 3.3. 3. contabilidade e controle de divisas. se necessário. .1. do esforço cooperativo entre os órgãos dos Sistemas de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro e da Aviação Civil.2.4 A eficiência de um AIS depende.

1 PROCESSAMENTO O AIS deverá difundir a informação diretamente recebida da autoridade técnica responsável pelos serviços operacionais em geral.4 O AIS tem a obrigação de verificar. 3.MCA 53-1/2008 23 3. 3. Suplemento AIP. civis e militares. sempre que viável.3 O AIS deve tomar providência. em papel e/ou forma eletrônica.3. estabelecer contato direto entre os serviços de informação aeronáutica para facilitar o intercâmbio internacional de informação/dado aeronáutico. ou pelo serviço afetado em particular. Os órgãos mencionados têm o dever de estabelecer. quando necessária.2 Cabe ao AIS decidir sobre a conveniência de publicar a informação que lhe é fornecida. métodos e procedimentos a fim de que os dados sejam fornecidos ao AIS. inclusive que contenha legislação e regulamentos de navegação aérea.3. a informação final para a sua divulgação. as comunicações. conforme seus meios e possibilidades.2 O intercâmbio de informação aeronáutica entre os AIS dos Estados assinantes da Convenção de Chicago será gratuito em. Se isso não for feito de modo eficiente.4.3. conforme o seu tipo. 3.4 3. um exemplar de cada elemento da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP).4.4 O AIS deve. para satisfazer os requisitos operacionais de emissão e recebimento de NOTAM distribuídos por telecomunicação. pelo menos.5 A troca de mais de uma cópia dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica e outros documentos de navegação aérea. deveria ser objeto de acordos bilaterais entre os Estados Signatários da OACI. diretamente responsáveis em prover e manter as instalações. NOTAM.3. relativa a textos a serem publicados na AIP. 3. 3.4. exceto o Boletim de Informação Prévia ao Vôo (PIB). o AIS não poderá desincumbir-se devidamente de sua tarefa. registrar e preparar. serviços ou procedimentos disponíveis para uso da aviação civil. . de maneira uniforme. AIC e demais publicações. reservando-se o direito de previamente solicitar a confirmação ou pronunciamentos que julgar necessários às autoridades responsáveis pelos serviços afetados.4. 3. está afeta em nível de Direção e aos órgãos e serviços. 3.3 A obrigação de fornecer a informação original.

de curta duração. São exemplos desses tipos de informação: a) as características físicas de um aeródromo e suas instalações. divulgada pelo órgão AIS. Pode. c) instalações que não funcionam.1 CARÁTER TEMPORÁRIO (TRANSITÓRIA) 3.5.2. não está sujeita a alterações freqüentes e. d) instalações retiradas provisoriamente do serviço ou restabelecidas.1. . e 3) advertências à navegação aérea. 3.2 CARÁTER DURADOURO (PERMANENTE OU BÁSICA) 3.2 Delega-se às autoridades locais a responsabilidade de iniciar a maioria das informações de caráter temporário. Exemplos: 1) alterações provisórias na informação básica. naturalmente. pode ser melhor apresentado em forma de manual.5 TIPOS A responsabilidade do AIS é verificar que tipo de informação deve ser divulgada pelas publicações. 3. também ser iniciado ao nível de Direção ou por intermédio dos órgãos operacionais e técnicos.5. NOTA: Tais informações deverão ser comunicadas diretamente ao órgão AIS local.24 MCA 53-1/2008 3. por isso.5.1 Esse tipo de informação. b) tipo e localização dos auxílios à navegação ao longo das rotas aéreas.1.5.5. tais como: a) trabalhos que estejam sendo realizados nos aeroportos. b) auxílios-rádio. a serem efetuadas num futuro próximo e que devem prevalecer por pouco tempo.1 Esse tipo de informação pode se referir a alterações em uma instalação ou serviço. 2) procedimentos especiais introduzidos por um prazo curto. e e) advertências à navegação de caráter local. 3.

e e) serviços de informação aeronáutica de outros países. serviços de meteorologia que são fornecidos. d) órgãos de tráfego aéreo responsáveis pelo serviço de informação de vôo. com relação a alterações importantes na legislação. como tal. e c) informação de natureza explicativa ou de assessoramento relativa a assuntos técnicos. 3. b) informação de caráter meramente explicativo ou de assessoramento que possa afetar a segurança dos vôos. Suplemento AIP ou NOTAM. b) pessoal dedicado ao controle operacional de linhas aéreas. ADMINISTRATIVO OU DE ASSESSORAMENTO 3. a longo prazo.2 A informação permanente ou básica é aquela que compreende geralmente os dados mais duradouros ou permanentes que se tenha de incluir nas publicações. tais como: a) previsão.6. 3.5. da navegação aérea está sendo proporcionada de forma adequada às necessidades do (s): . serviços de comunicação.5. inclui-se nesse manual disposições relativas às AIC.3. Elas abrangem questões.MCA 53-1/2008 25 c) serviços de tráfego aéreo.5. e d) procedimentos relacionados com tais instalações e serviços. 3. 3. a fim de que haja tempo suficiente para a preparação.5.3 CARÁTER EXPLICATIVO. c) órgãos que produzem cartas e documentos. procedimentos ou instalações.1 Prevendo a possível necessidade de se divulgar informação cujo teor seja inadequado para inclusão em AIP. regularidade e eficiência a) pilotos. publicação e distribuição. e.2.6 3.2. a fim de garantir que o seu conteúdo esteja de acordo com a política presente e futura. regulamentação.3 A informação permanente ou básica deve ser fornecida ao AIS com bastante antecedência. esses dados devem ter sua divulgação autorizada pelos responsáveis em nível de Direção. legislativos ou puramente administrativos. visando possibilitar o planejamento das operações em função do fato notificado.1 DIVULGAÇÃO O AIS se assegurará de que a informação necessária à segurança.

das aeronaves que se dedicam à navegação aérea internacional. deve-se observar que a aviação nacional tem a mesma necessidade de dispor de um serviço de informação aeronáutica. NOTA: Essa relação não esgota todos os exemplos de inter-relacionamentos de informação que poderão aparecer no dia-a-dia. 3. com segurança. . rumos etc) e a correlação deles com as publicações de informações aeronáuticas correspondentes.6.26 MCA 53-1/2008 3. 3.6. limites. freqüências. no Anexo A.3 O AIS é o único responsável pela divulgação de informação que constitua matéria para publicações e respectivas emendas.2 Cada país tem a responsabilidade de colocar à disposição dos usuários da aviação em geral toda e qualquer informação pertinente e necessária à operação. encontram-se diversos tópicos (coordenadas. dentro do seu território e em áreas onde lhe caiba a responsabilidade pelos serviços de tráfego aéreo. Qualquer outro setor que necessite utilizar-se da divulgação de informação aeronáutica deverá encaminhar ao AIS o documento com os dados a serem divulgados. Embora a Convenção e seus ANEXOS refiram-se principalmente às operações aéreas internacionais.7 INTER-RELACIONAMENTO Para auxiliar o especialista AIS.

1.SISNOTAM 4.1.possui boletins e relatórios que possibilitam consultas de NOTAM emitidos e cadastrados na base de dados. Boletim por Localidade (RQA) e Lista de Verificação (RQL). Após a correção. os NOTAM recebidos via AFTN considerados corretos. Destinado para Centros de NOTAM. 4. Salas AIS e demais órgãos do SISCEAB. controle de mensagens (ATS/CONFAC) expedidas pela Sala AIS.1. Permite. 4.recebe e envia mensagens AFTN de interesse do Serviço de NOTAM. na base de dados.1. segundo o padrão estabelecido pela OACI. também. Destinado para Centros de NOTAM.1 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM . Destinado para Centros de NOTAM. e responde às consultas de NOTAM Específico (RQN).permite o ajuste manual dos NOTAM considerados errados pelo Módulo Análise. possibilitar às Salas AIS o controle de todos os procedimentos referentes aos PRENOTAM por elas emitidas e obter boletins que contenham informações necessárias ao planejamento dos vôos por parte das tripulações. fornecimento de informações pré-vôo. consulta a publicações aeronáuticas e preenchimento de formulários (ATS/CONFAC) por parte dos pilotos e despachantes operacionais de vôo (DOV). d) Módulo Acerto .2 O SISNOTAM está estruturado em seis Módulos: a) Módulo Gerencial . c) Módulo Análise . .1 APRESENTAÇÃO 4.1 O SISNOTAM foi concebido e desenvolvido com a finalidade de fornecer aos Centros Expedidores de NOTAM meios de controlar todos os processos referentes aos NOTAM. Destinado para Centros de NOTAM.insere automaticamente. b) Módulo AFTN . o operador submete novamente o NOTAM ao Módulo Análise.MCA 53-1/2008 27 4 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS Esse capítulo tem por finalidade apresentar aos Operadores AIS os aplicativos automatizados de uso obrigatório nos Órgãos AIS a serem utilizados nos processos referentes à emissão de NOTAM. aos demais órgãos emissores de PRENOTAM o controle de todos os processos referentes aos PRENOTAM por eles emitidos. além de consultas diversas.1.

3 O sistema apresenta as seguintes vantagens: facilidade de utilização.1.2 Estão armazenados nos servidores dos CRN os NOTAM nacionais de todas as séries. . 4.1. controle de acesso com senha criptografada e permissão de acesso aos dados por usuário e grupo de usuários.1.1. expedidos pelo CGN e pelos CRN.2.1. no servidor do NOF e CGN. assim como inserir e distribuir NOTAM. as seguintes categorias de NOTAM: a) nacionais de todas as séries. b) internacionais de todas séries.5 Todos os servidores são interligados com a AFTN/Intraer e estão preparados para receber e enviar mensagens.1. 4. o Centro Internacional de NOTAM. e c) estrangeiros recebidos de todos os países com os quais o Brasil mantém intercâmbio de NOTAM. quando necessário. funcionamento em rede. 4. e b) as Salas AIS Nacionais e os outros Órgãos do SISCEAB acessam os Servidores Regionais dos CINDACTA ou SRPV de sua jurisdição e.2.1.1.6 A política de acesso aos servidores é a seguinte: a) as Salas AIS Internacionais acessam o Centro Internacional de NOTAM.gera relatórios sobre as atividades do SISNOTAM.1.28 MCA 53-1/2008 e) Módulo Segurança – permite a gerência e controle de acesso dos usuários aos itens de menu do Módulo Gerencial e registra os comandos executados pelos usuários conectados ao sistema. número ilimitado de usuários. com a utilização dos mesmos botões e desenhos de formulários.1. Os servidores estão localizados nos Órgãos Regionais do DECEA (CINDACTA ou SRPV) e na INFRAERO. e f) Módulo Estatístico . As telas e funções foram padronizadas o máximo possível. Destinado para Centros de NOTAM. num período de tempo especificado.4 A principal característica do sistema é permitir ao usuário um acesso on-line à base de dados de NOTAM.1. via AFTN.1 Estão armazenadas.2 INFORMAÇÕES ARMAZENADAS 4. 4. 4. Destinado para Centros de NOTAM e Salas AIS (para gerência da base de dados local da sala). 4. expedidos pelo NOF Brasil.

Para efeito de segurança.Nome do país onde está sendo executado o módulo.1. e validação do usuário e senha.1. d) Servidor .4 Após a entrada dos dados na Tela de Registro Geral.Nome da Organização que está utilizando o módulo.Senha do usuário. aparecendo somente asteriscos. Não é exibida ao ser digitada.1.3. .1.Nome do servidor de banco de dados com o qual se deseja estabelecer a conexão (Nessa opção aparecerão os servidores disponíveis na rede do DECEA). é apresentada a Tela de Registro Geral.1 O acesso ao SISNOTAM é feito através do ícone Gerencial.3. São elas: a) País .Conexão utilizada para o envio e recebimento dos NOTAM. 4. g) Usuário . É previamente criado pelo Administrador do Módulo e pode ser definido com até 15 caracteres alfanuméricos. e) Endereço Telegráfico . 4.3. o sistema apresenta a Tela Principal do Módulo Gerencial. Pode ser composta por até 12 caracteres alfanuméricos.Endereçamento do local onde está sendo utilizado o módulo. b) Órgão .3. caso o usuário erre a senha em três tentativas consecutivas.3 MÓDULO GERENCIAL 4.exe.MCA 53-1/2008 29 4. o módulo será encerrado automaticamente.1.1. Boletim por FIR e Boletim por Rota Pré-Definida. c) Responsável .acesso às consultas de Boletim por Localidade.Identificação do usuário no Módulo.5 A Tela Principal do Módulo Gerencial contém os seguintes menus e acessos: a) BOLETINS .2 Ao iniciar o Módulo.Nome da Organização responsável pela utilização do módulo.3 As informações da Tela de Registro Geral permitem ao usuário acesso ao Módulo e especificam os dados do servidor onde ele irá acessar as informações de NOTAM. e h) Password . 4. 4. f) Tipo de Conexão .3.

de Boletim por Localidade. Por esse motivo. Lista de Verificação e Lista de NOTAM Faltantes. Documento de Origem. RQL e RQA). CRN São Paulo. de envio de NOTAM específico. de mensagem de serviço e de solicitações via AFTN (RQN. e CGN. d) TABELAS .1. que deverá ser alimentada pelo usuário para a obtenção dos Boletins por Rota Pré-Definida. NOTA: Na parte inferior da tela.4. Próximo NOTAM. NOTAM Específico. CRN Curitiba. CRN Brasília.acesso à Tela de Confirmação de encerramento do Módulo.1. pode ser que alguma opção de Menu não esteja visível para todos os usuários.1.30 MCA 53-1/2008 b) RELATÓRIOS . 4. de Lista de Verificação. Resumo por Centro Expedidor de NOTAM.acesso às Tabelas Auxiliares do Módulo.acesso às consultas de PRENOTAM Específico.1 Os centros nacionais de NOTAM são especificados da seguinte forma: a) SBRF B b) SBSP D c) SBCT E d) SBBR F e) SBEG G f) SBRJ Z CRN Recife. de incorporação de NOTAM. c) MOVIMENTAÇÃO .3. CRN Manaus. NOTAM Estimado. mas somente para aqueles que possuírem permissão de acesso às respectivas opções. 4.acesso às opções de inclusão manual de NOTAM e PRENOTAM.4 ESPECIFICAÇÃO DE CENTRO EXPEDIDOR NO SISNOTAM 4. .6 A exibição das opções de menu do Módulo Gerencial está condicionada às permissões de acesso estabelecidas pelo Administrador do Módulo para o usuário. inclusive a Tabela de Rotas Pré-Definidas. e e) SAÍDA . são exibidos o usuário que estiver conectado e o servidor ao qual ele se conectou.

NOF Inglaterra Série H. . no máximo em 24 horas.5. utilizando-se o indicador de localidade do NOF estrangeiro seguido da letra indicadora da série de NOTAM que ele divulga.1.4.1. 4.1.1. FIR Brasília. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou fac-símile) ao mantenedor regional existente no CINDACTA. 4.4. FIR Curitiba. o mais rápido possível.2 As séries internacionais de NOTAM serão especificadas da seguinte forma: a) SBRJ I b) SBRJ J c) SBRJ K d) SBRJ N e) SBRJ O FIR Recife.2 Em situações de inoperância do SISNOTAM. NOF Portugal. e NOF Inglaterra Série I. e FIR Amazônica.1 O mau funcionamento ou a inoperância do SISNOTAM deverá ser comunicada. NOF Bolívia. deverão ser tomadas providências pelos órgãos envolvidos. SRPV e INFRAERO.MCA 53-1/2008 31 4.5. Exemplos: a) SUMU B b) SLLP B c) LPPP A d) CYHQ A e) EGGN H f) EGGN J 4.5 CONTIGÊNCIAS NOF Uruguai.3 As séries estrangeiras de NOTAM deverão ser especificadas. 4. utilizará o mesmo indicador seguido da letra indicadora da série desejada. FIR Atlântico. NOF Canadá. do equipamento ou do canal AFTN. Se o NOF divulgar mais de uma série de NOTAM.1. Esse deverá tomar as providências para o restabelecimento do Sistema.

acessar a página eletrônica da AISWEB.2 Salas AIS: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN e encaminhá-lo para transmissão. o operador deverá inserir todos os PRENOTAM recebidos.2. o operador deverá executar o descrito em “b”. o operador terá as seguintes alternativas: . Após o restabelecimento. quando necessário.solicitar. e . inserir todos os PRENOTAM emitidos. c) nos problemas relacionados com o canal AFTN. 4. com os endereços constantes de sua tabela de distribuição. e c) após o restabelecimento.5.1. o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN. por intermédio da Intraer ou da Internet.32 MCA 53-1/2008 4. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM. via telefone ou fac-símile. b) para colocar um NOTAM na rede. via ECM.1 Centros Regionais de NOTAM: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM.2. e d) para emissão de Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB). para o CRN ao qual está subordinado.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS. .3 Subdivisão de Informações Aeronáuticas do CINDACTA/SRPV: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM.1.2. e encaminhá-lo à ECM para transmissão. o operador deverá utilizar outro meio para encaminhá-lo ao Centro de NOTAM responsável pela divulgação da informação. . ao CRN jurisdicionado informações nacionais e ao NOF informações internacionais.5. os NOTAM emitidos de sua série e os faltantes das demais. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM.1. 4.5.

2 As informações obtidas nessa página terão de ser checadas antes do vôo.6.6.2 4.1 As interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM são feitas das seguintes maneiras: a) utilizando o SISNOTAM.1.acessar a página eletrônica da AISWEB. o operador terá as seguintes alternativas: .2.3 A descrição dos procedimentos para as interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM. . 4.1. 4. c) Lista de Verificação.1 PÁGINA ELETRÔNICA .solicitar via telefone ou fac-símile ao CRN da jurisdição.AISWEB APRESENTAÇÃO 4. inserir todos os PRENOTAM emitidos.MCA 53-1/2008 33 c) após o restabelecimento. e . .6 INTERROGAÇÕES AO BANCO DE DADOS DE NOTAM 4.1 A AISWEB é uma página eletrônica que possibilita aos usuários a consulta à informação aeronáutica através da Intraer e da Internet. e b) por intermédio de mensagem em formato AFTN.6. 4.1. nas salas AIS dos aeroportos. 4.2. e d) Resumo por Centro Expedidor. consta de AIC específica.1. permitindo o acesso rápido e estruturado a toda informação aeronáutica disponível em formato eletrônico.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS.2. d) para consultas. especificado pela OACI. via AFS.2 No SISNOTAM são realizadas as seguintes consultas: a) NOTAM específico. 4. b) Boletim por localidade.1. através de mensagens AFTN.1. A consulta é realizada a servidores que possuem a mesma base de dados.

4. a AISWEB disponibiliza ao usuário uma aplicação cliente que permite o acesso a mais variada informação aeronáutica. e d) a independência de localidades específicas para acesso às informações.3 O conjunto de informações disponibilizadas inclui: a) NOTAM. toda carga de acesso dos usuários fica balanceada.1.4 A AISWEB possui dois servidores para o aplicativo. a formatação dos documentos disponibilizados na AISWEB não permite modificação.Portaria DECEA No 63/SDOP. 4.2.1.1. c) o acesso.2.1. 4. sem perda de informações ou qualquer outro prejuízo operacional. do Banco ROTAER e do Banco de Publicações da TCA 0-12.1. 4. NOTA: As publicações sigilosas deverão ser adquiridas em coordenação com o órgão elaborador. b) que cada acesso à base de dados seja realizado de forma que se mantenha a integridade e consistência das informações armazenadas. (NR) .5 Através de um computador que possua um navegador instalado.Portaria DECEA No 63/SDOP.6 Por ser um sistema exclusivamente de consulta aos dados do Banco de Dados de NOTAM. do Banco AIP. b) AIP.2. c) AIP-MAP – Cartas Aeronáuticas. no caso de falha de um dos servidores.2. e) ROTAER.34 MCA 53-1/2009 4. de 21 de outubro de 2009.2. com acesso via Intraer ou Internet aos servidores da aplicação. (NR) . de igual capacidade e operando de modo simultâneo. do Banco AIP-MAP. Dessa forma. e o sistema permite uma redundância. e f) Publicações ostensivas contidas na TCA 0-12.2. d) Suplemento AIP. de um número elevado de usuários à base de informações.7 A AISWEB foi concebida e desenvolvida para garantir: a) o acesso organizado das diversas informações de interesse dos aeronavegantes e usuários de áreas afins.1. de 21 de outubro de 2009. simultâneo e compartilhado. 4.8 Os potenciais usuários da AISWEB (usuários AIS) podem ser classificados em duas categorias: .

1 Para acessar a página eletrônica da AISWEB o usuário deverá: a) verificar a que rede o computador está conectado (Intraer/Internet). o usuário poderá solicitar cartas de até 10 localidades de uma única vez.2.br.2 No menu AIP Brasil. b) abrir o navegador instalado no computador. e b) usuários externos – provenientes do Comando do Exército. o usuário acessa outras partes do AIP-BRASIL. A página eletrônica disponibiliza as seguintes informações aeronáuticas: Abreviaturas. A partir dos hyperlinks.2.2. se o computador estiver conectado à Intraer e http://www.mil.intraer. AIP Brasil. 4.3. das organizações internacionais de gerenciamento do espaço aéreo. ROTAER.aisweb. NOTAM.3 No menu Cartas.aer. Suplemento AIP e .2. Poderão ser consultadas as cartas AOC e PATC na parte AD e as ERC e FPC na ENR 6.3.3 News. 4.2.3. do Comando da Marinha. dos Governos Estaduais. ordenadas pela seqüência digitada pelo usuário. e c) acessar a página http://www.OPERAÇÃO 4.2 MENU . 4. 4.2. Publicações. AIP Brasil MAP.MCA 53-1/2008 35 a) usuários internos – provenientes de qualquer Unidade ou Órgão do Comando da Aeronáutica. Após a solicitação. Contatos. o sistema disponibiliza. para que ele escolha as cartas que deseja visualizar. NOTA 2: Para se conhecer todas as cartas de uma unidade da federação. NOTA 1: Para visualizar uma ARC o usuário deverá utilizar o indicador de localidade da TMA. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação das cartas disponíveis para as localidades solicitadas.aisweb. 4. se conectado à Internet.1 No menu Abreviaturas. hyperlinks para o índice do AIP-BRASIL. o usuário deverá utilizar a opção UF. que dará aceso inclusive aos indicadores de localidade dos AD e das TMA. da INFRAERO.2. o usuário pode solicitar a descrição de até 10 abreviaturas de uma única vez. das companhias aéreas e dos pilotos. para o usuário.

mostrado até o seu terceiro nível. o usuário pode solicitar até 10 localidades de uma única vez. é permitida a navegação a outras partes do ROTAER. por intermédio do SISNOTAM e/ou da AISWEB. 4. ordenados pela seqüência digitada. deverá entrar em contato com o NOF. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação dos Suplementos AIP em vigor para as localidades. e tenha como resposta “LOCALIDADE NÃO ENCONTRADA”. por outros meios.8 No menu SUPLEMENTO AIP.2.7 No menu ROTAER.3. A partir deles. são disponibilizados. obtenha a informação aeronáutica solicitada.4 No menu Contatos. A partir deles. uma relação de publicações recém editadas e/ou canceladas.2. para o usuário hyperlinks. 4. 4. para que ele.3.3. o usuário tem acesso a uma tela. d) Último NOTAM. para o índice do ROTAER. são disponibilizadas ao usuário as seguintes opções de consulta ao Banco de NOTAM: a) Boletim por Localidade. são disponibilizados. Também poderão ser consultadas nesse menu cartas WAC e IEPV.9 No menu NEWS. 4.3. c) NOTAM Específico (consulta permitida somente pela Intraer).3. dúvidas ou questionamentos. que contém informações gerais e recentes de interesse do AIS. são permitidas consultas aos documentos e legislações constantes da TCA 0-12. e) Resumo do Centro Expedidor.2.10 Quando o operador da Sala AIS fizer consulta de NOTAM de localidades estrangeiras. o usuário terá acesso aos números telefônicos dos órgãos envolvidos na prestação do serviço AIS para consultas.3.3. para que o usuário escolha aquele que deseja visualizar. Após a solicitação.2. b) Boletim por FIR.2. 4. ainda. .6 No menu Publicações.5 No menu NOTAM. para o usuário. hyperlinks que contêm o índice de publicações. e.2. e g) Lista de NOTAM faltantes.36 MCA 53-1/2008 4. f) Lista de Verificação.2. 4.

se instalado.1. b) consulta e emissão de relatórios operacionais com o máximo de informações sobre qualquer aeronave ou piloto que esteja na base de dados.3. c) edição de informações na base de dados local.3 4.1.1. d) manuseio de mensagens CONFAC. sem a intervenção dos operadores AIS e do CMA (ANEXO 15/OACI. 4.MCA 53-1/2008 37 4. facilita aos aeronavegantes acesso às demais informações aeronáuticas e meteorológicas necessárias ao planejamento de seu vôo. executados por meios lógicos de comunicação.1 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS . o usuário tem ao seu dispor: a) ajuste das funções básicas. Capítulo 8). c) confecção de relatórios em prazos extremamente curtos.1.5 Facilidades oferecidas pelo SAIS: a) preenchimento dos formulários específicos.SAIS APRESENTAÇÃO 4. sendo empregado no gerenciamento das mensagens (ATS/CONFAC) que são veiculadas nesse órgão. b) emissão de relatórios. d) permite os aeronavegantes o preenchimento das mensagens ATS/CONFAC através do Módulo Piloto.3.3. atendendo.2 Se instalado o Módulo Piloto do sistema em outro computador. às exigências da administração aeronáutica. e esse colocado em rede com o computador do SAIS. . 4.3.1.3. além do emprego acima descrito.4 Dentre as facilidades apresentadas pelo sistema. por meio de rede. é permitida aos aeronavegantes a inserção de mensagens ATS/CONFAC relacionadas aos seus vôos. 4. e f) menu ajuda.3 O sistema. 4.3. e) estatísticas diversas. assim.1 O SAIS é um aplicativo de uso dos operadores das Salas AIS.

com acesso à Intraer/Internet.6 O sistema procura atender aos requisitos previstos nas seguintes publicações: a) ICA 53-2 (Sala Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS) b) ICA 53-5 (Coleta de Dados Estatísticos AIS).2. 4. e g) microcomputadores: 2 (dois) ligados em rede.1 O programa foi concebido em BORLAND DELPHI.3. em tempo inferior a 1 (um) minuto. e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels. e) ICA 102-8 (Mensagem CONFAC).3. 4. Ele também utiliza as facilidades do ambiente Microsoft Windows® e interface MySqlFront.1. d) ICA 100-15 (Mensagens ATS). e i) eliminação de rasuras e palavras ilegíveis. c) ICA 100-11 (Plano de Vôo). 4.3. f) impressora e Monitor: compatíveis com as atividades.2 Configuração para operação plena: a) sistema operacional: Windows XP Profissional. para acesso ao banco.3. e f) MCA 100-11 (Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo). c) memória RAM: 512Mb. d) capacidade do HD: 40Gb. . b) processador: 2.2.4 GHz ou mais.2 REQUISITOS 4. g) número ilimitado de usuários. f) diminuição do tempo de processamento das mensagens ATS recebidas. h) acesso a informações aeronáuticas e informações meteorológicas.38 MCA 53-1/2008 e) recebimento de plano de vôo e suas mensagens de atualização por telefone. tem como banco de dados o MySql.

conforme legislação em vigor.3 Acesso a um canal AFTN com a finalidade de receber e enviar mensagens ATS/CONFAC.3. 4. com a finalidade de atender a composição do texto da mensagem CONFAC MOV.3. 4.3.3 Configuração para operação parcial: A mesma acima. no CAMPO “CÓDIGO ANAC”. via rede. quando o piloto for possuidor de licença estrangeira. utilizando apenas 1 (um) microcomputador com acesso à Intraer / Internet.3.2 Ligação.3. b) atualizar o Sistema com o CGNA.3 INFRA-ESTRUTURA 4. d) capacidade do HD: 10Gb. 4. ANAC e INFRAERO. o operador deverá inserir.2. 4.2.1 No processamento de formulários de plano de vôo e suas mensagens de atualização. 4. e c) viabilizar consultas a informações aeronáuticas e meteorológicas.4 Configuração para operação mínima: a) sistema operacional: Windows XP Profissional.MCA 53-1/2008 39 4. e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels.3. c) memória RAM: 256Mb. .4.3.4 AÇÕES DO OPERADOR DE SALA AIS 4.1 Acesso a Intraer/Internet com a finalidade de: a) atualizar o programa. e f) impressora e monitor: compatíveis com as atividades.3.3. com a finalidade de interligar as máquinas do Módulo Operador do sistema com o Módulo Piloto. b) processador: 900MHz. o grupo 999999.3.3.

o operador da Sala AIS deverá solicitar cópia da mensagem à ECM para inseri-la manualmente. b) ocorrer problemas de rede entre o Módulo Piloto e o Módulo Operador. todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários.3.5.3.3. 4. 4.6 ARMAZENAMENTO DE DADOS Deverá ser providenciado ‘backup” dos dados inseridos no SAIS.3.4 Na situação descrita na alínea “c” do item 4.2 O operador da Sala AIS deverá disponibilizar aos usuários todos os formulários necessários para a apresentação de planos de vôo e suas mensagens de atualização.40 MCA 53-1/2008 4.3. tão logo o sistema seja restabelecido.3.5. 4. bem como o de solicitação de Isenção Tarifária quando: a) o computador do Módulo Piloto do SAIS ficar inoperante. e c) o computador do Módulo Operador ficar inoperante. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou Fac-Símile) ao mantenedor regional existente nos CINDACTA. via AFTN. no final de cada turno.2 Garantir a atualização constante dos arquivos que contém as listagens de plano de vôo repetitivo (CGNA). listagem de inadimplência (INFRAERO) e Boletim Informatizado de Aeronaves (ANAC). o operador deverá inserir manualmente no SAIS todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários. 4.5.1 O mau funcionamento ou a inoperância do SAIS deverá ser comunicado.5 CONTINGÊNCIA 4. para posterior tratamento e encaminhamento para transmissão.5 Quando o recebimento das mensagens ATS que chegam ao SAIS. fica interrompido por problemas de rede.2. 4.5. tão logo os receba. no Módulo Operador do SAIS.3 Conferir a numeração das mensagens CONFAC geradas pelo sistema.3 Nas situações descritas nas alíneas “a” e “b” do item acima. de preferência em um servidor ou outro computador. que deverá providenciar o restabelecimento do Sistema no menor tempo possível. SRPV ou INFRAERO.4.3. . no máximo em 24 horas.4. 4.3. o operador deverá inserir manualmente.3.5.3. 4.5.

4. c) em seguida. salvar e abrir o arquivo novamente.1 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL APRESENTAÇÃO 4.4.1.4 4. siga os procedimentos abaixo: a) salvar a planilha no local desejado. .1.1 A planilha eletrônica possibilita aos usuários a consulta dos horários de nascer e pôrdo-sol de forma rápida. no link da TCA 63-1.2 UTILIZAÇÃO As macros dessa planilha.2 A planilha pode ser obtida através de download na AISWEB. d) ir em ferramentas/macro/segurança e reduzir o nível de segurança para “baixo”.MCA 53-1/2008 41 4. Ela pode ser acessada em qualquer computador que possua editor de planilha eletrônica compatível com arquivos de extensão XLS. e e) fechar. por segurança.1. 4.4.4. Para desativálas. 4. clicar em “NÃO” (não abrir como somente leitura). b) abrir o arquivo e clicar em “Desativar Macro”. encontram-se ativas.4.3 São disponibilizadas consultas ou através do indicador de localidade.4. ou a partir das coordenadas geográficas. sem a necessidade de realização de cálculos.

que não seja de tal importância ou cujo significado necessite a expedição de um NOTAM. com suas emendas.1. Tais métodos são: . Suplementos AIP. PIB. separada em seções e subseções. com informação de caráter administrativo e explicativo. em três partes. A IAIP é o conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP.1.1 Há alguns métodos estabelecidos que devem ser utilizados para a preparação de uma AIP.1. b) Rotas (ENR) . 5. e c) Aeródromos (AD) .1 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) FINALIDADE Tem como objetivo principal satisfazer as necessidades internacionais de intercâmbio de informação aeronáutica de caráter permanente e de modificações temporárias de longa duração. listas de verificação e resumos.3. a informação aeronáutica é divulgada de forma impressa. NOTA: Os resumos não são publicados no Brasil.1. 5.consta de quatro seções com informação relativa aos aeródromos/heliportos e a sua utilização. 5. especialmente quando se usa o sistema de folhas soltas.1 5.consta de sete seções com informação relativa ao espaço aéreo e a sua utilização.consta de cinco seções. AIC.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5. segundo a matéria tratada e configurada na seguinte ordem: a) Generalidades (GEN) . como é o caso do Brasil.42 MCA 53-1/2008 5 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP) Esse capítulo tem por finalidade identificar as publicações utilizadas na documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP). NOTAM.2 CONTEÚDO Com o objetivo de facilitar o seu uso pela comunidade aeronáutica internacional.

7cm (A4). a AIP deve ostentar: ADVERTÊNCIA A capa contém material ferroso. mês e ano em que foi incorporada a informação contida. Não utilize nem guarde perto da bússola magnética. pode-se publicar em dois ou mais volumes. Nesse caso.8x 21cm (A5). f) a escolha da encadernação deverá ser feita tomando-se como elementos básicos a sua durabilidade. h) cada página deverá indicar o dia. se dobradas nesse tamanho. as folhas serão freqüentemente substituídas. e) como a rapidez da reprodução é mais importante que a sua qualidade. se a AIP for colocada nas proximidades desse instrumento. g) devido ao tamanho.1. isto é. sendo que o mês deverá ser transcrito na forma abreviada. b) não usar uma página somente para o título de uma seção. deverá constar no verso: INTENCIONALMENTE EM BRANCO. e i) usar folhas de 21x29. O texto e o título da introdução devem ser incluídos na mesma página. somente quando a AIP estiver composta de um número razoável de páginas.MCA 53-1/2008 43 a) imprimir em ambos os lados da folha.3. existentes na lombada. não devem ser usados métodos que reduzam a rapidez. c) usar moderadamente as folhas separadoras. devido a emendas. caso convenha. pois. a facilidade de uso no escritório e de substituição das páginas emendadas.2 A maioria das AIP são publicadas utilizando-se o tipo de encadernação de folhas soltas. O material ferroso de que são confeccionados os anéis produzirá leituras falsas na bússola magnética. como é o caso da AIP-BRASIL. conforme a OACI. No caso da AIP MAP usar folhas soltas de 14. No caso da utilização de somente um lado da folha. entretanto as de maiores dimensões poderão ser usadas. 5. presas à pasta através de anéis metálicos. . d) não usar papel de boa qualidade.

5. b) os formulários padronizados somente devem ser usados quando houver suficiente informação que justifique o seu uso.6 A informação aeronáutica contida na AIP é freqüentemente submetida a alterações e modificações.3.3. que sirvam de guia para a localização da informação. Por exemplo.9 Dos vários métodos que devem ser observados para a apresentação da informação na AIP. Em razão disso. Então. a publicação das emendas depende. NOTA: O Doc.3. na medida do possível. para ser digna de confiabilidade. a fim de que a informação esteja permanentemente atualizada. ao modelo.7 O ANEXO 15/OACI prescreve que a AIP seja emendada ou reproduzida com a freqüência necessária para que se mantenha em dia.1. deve-se usar as abreviaturas da OACI. 5.4 Nunca será demasiado insistir na necessidade de que se tenha especial cuidado na reunião da informação para a AIP. na maioria dos casos. do tempo que se dispõe para a redação. ocasionadas pelo desenvolvimento constante da aviação. 5.1. quando o território abrangido pela AIP possui somente um centro meteorológico.3.5 Antes de tudo. Entretanto.1.3. a AIP deve ser periodicamente emendada. tanto para limitar a quantidade de informação útil a ser disseminada para atingir sua finalidade. como para que os usuários. 5. edita duas versões do AIP: uma em Português e outra em Inglês.3 Devem ser publicadas em dois idiomas: o do país e o inglês.3. convém destacar: a) sempre que possível. 8126 contém um modelo de AIP. para servir como exemplo a todos os AIS e uniformizar a apresentação da informação.44 MCA 53-1/2008 5. a forma e disposição de uma AIP deverão corresponder. a informação terá de ser verificada de todas as maneiras possíveis. 5.1.1.3.1.8 A AIP deve conter separadores. A AIP deve ser publicada da maneira mais simples. compreendam e interpretem a informação. a fim de se ganhar espaço e evitar traduções. ainda não familiarizados com a terminologia usada. 5.1. O Brasil. diagramação e impressão das mesmas. seria .

MCA 53-1/2008 45 supérfluo registrar a informação em um formulário.do pôr ao nascer-do-sol. com três dígitos para grau e dois para minutos e segundos. dia e noite.os símbolos de grau. f) as horas de funcionamento das várias instalações e serviços deverão ser expressas em UTC (Tempo Universal Coordenado) ou mediante uma das abreviaturas: . e) a indicação das coordenadas geográficas de uma localidade será apresentada: . seguidas. pois bastaria dar uma simples descrição textual do serviço prestado. . deverão ser sempre as mesmas e deverão ser aquelas escolhidas pelo país. .a latitude. altitudes.a longitude.serviço disponível para atender às necessidades das operações. g) as unidades de medida escolhidas para serem utilizadas na AIP.serviço disponível durante as horas de vôo regulares.HJ . 7 minutos e 32 centésimos de minuto Sul.horas de serviço indeterminadas. . a relação deve ser feita em ordem alfabética. de acordo com o ANEXO 5 à Convenção.HS .serviço ininterrupto.do nascer ao pôr-do-sol. deve aparecer com todas as letras maiúsculas. como em dimensões dos aeródromos. . . elevações. o nome da cidade. minuto e segundo são omitidos. d) a ortografia dos nomes das localidades será a de uso oficial.HN . quando se tratar de aeródromo ou de instalação localizada em um aeródromo. Sempre que possível.HO . minutos e segundos. minutos e centésimos de minutos. de uma linha oblíqua e o nome do aeródromo em letras maiúsculas de menor tamanho ou letras minúsculas. com dois dígitos para graus. distâncias. e . etc.H24 . c) em uma relação de localidades. . NOTA: Em algumas cartas e na descrição das Rotas ATS as coordenadas geográficas são expressas em graus.. em seguida.HX .32S significa 5 graus. em primeiro lugar. Por exemplo: 0507. e .

. em muitas ocasiões. de modo a evitarse o custo adicional que envolve o fato de cada usuário fazer sua própria emenda manuscrita.4. Nessa lista deve constar o número das páginas e as respectivas datas. Essa forma de destaque pode ser dada através de uma linha vertical ou por uma seta horizontal (se a informação for apenas em uma linha ou parte dela). se levarmos em conta a multiplicação do número de correções de usuários.46 MCA 53-1/2008 5. Uma emenda à AIP.1. com um mínimo de demora.4. transmitida por NOTAM.2 Há alguns métodos estabelecidos que se deve ter em mente.1 Um sistema freqüente de emendas à AIP reduziria. na direção em que o texto estiver alterado. b) as emendas devem ser publicadas em folhas substituíveis. contendo a data de cada página solta. será confirmada por emenda ou revisão de AIP. por ser o meio mais rápido de se difundir a informação. 5. o NOTAM perde sua finalidade. considerando-se ainda. Tais emendas precisarão ser recebidas pelos usuários com pelo menos 28 dias de antecedência à data de efetivação. e d) cada emenda deverá incluir uma lista de verificação de páginas.4. o NOTAM complementa a AIP.1.3 É necessário adotar o Sistema Regulamentado AIRAC para difundir certos tipos de informação aeronáutica. os erros a que estão sujeitos. Conseguindo-se que a informação chegue ao usuário com suficiente rapidez. por isso. 5. a necessidade de se publicar NOTAM. nesse caso. correções manuscritas devem ser reduzidas ao mínimo. c) as alterações contidas na emenda devem ser destacadas de alguma forma. para a preparação das emendas à AIP: a) assinalar para cada emenda um número de série consecutivo.1. Nesse caso ela será identificada como uma AMDT AIRAC. a fim de chamar a atenção do leitor. É bom lembrar que um NOTAM deve ser iniciado quando a notícia a ser divulgada não tenha condições de chegar ao usuário com suficiente rapidez mediante emenda da AIP e. que deve coincidir com uma data do calendário AIRAC. traçada à margem da folha.4 ATUALIZAÇÃO 5. na ocasião em que se tenha de fazer advertência sobre qualquer alteração ou acontecimento com urgência. Tal informação.1. através da emenda à AIP. também pode ser publicada de acordo com o Sistema AIRAC.

2 Até o fim do mês de outubro de cada ano.6. recomendações e procedimentos da OACI.1 Em toda edição de emendas às publicações de informações aeronáuticas são divulgadas.6 NOTIFICAÇÃO DE DIFERENÇAS 5.6.1. 5. 5.6. as modificações significativas ocorridas para aquela edição. 5.3 A notificação de diferenças se limitará aos casos em que os regulamentos e os métodos nacionais de um país sejam diferentes das normas e métodos recomendados e dos Procedimentos da OACI.4 A lista de diferença deve ser apresentada na Parte GEN da AIP de uma forma que permita um usuário diferenciar prontamente entre as exigências do Estado e as providências relacionadas a ICAO. . especialmente os que se referem às operações das aeronaves.4. 5. (NR) .1. conheçam perfeitamente as partes dos regulamentos e métodos nacionais que diferem dos prescritos pelos ANEXOS. serão divulgados os Calendários de Emendas aos Manuais.2 O objetivo da notificação de diferenças é promover a segurança e eficiência da navegação aérea.6.1. incluindo os exploradores de aeronaves interessados na aviação civil internacional. através de AIC. 5.MCA 53-1/2009 47 5.5.1.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5.1. de 21 de outubro de 2009. certificando-se de que os governos e demais órgãos.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. Suplementos AIP e Publicações Convencionais e Não convencionais.1 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país contratante registre na sua AIP quaisquer diferenças importantes entre seus regulamentos e métodos nacionais e as normas e os métodos recomendados pela OACI.1. pelos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS) e pelos Procedimentos Regionais Suplementares (SUPPS) da OACI. Isso tem por objetivo garantir que as AIP forneçam informação atualizada sobre o grau de execução das normas.5. 5.1.1. a emenda deverá indicar claramente que as páginas substitutivas estão sendo distribuídas antecipadamente e que entrarão em vigor na data de efetivação.4 Se decidir em alguma ocasião utilizar esse método.

. 5. b) série “N” .Portaria DECEA No 63/SDOP.2 APRESENTAÇÃO 5.Contém informações selecionadas sobre todos aeroportos.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009.3 As páginas dos Suplementos ficarão inseridas na AIP enquanto permanecerem em vigor todo o seu conteúdo ou parte dele. e 2) CHINA (HONG KONG SAR) . (NR) .1.1 Serão divulgados em duas séries: a) série “A” . não será necessário notificar a diferença.48 MCA 53-1/2009 5. serviços e procedimentos disponíveis para uso da aviação civil internacional.5 Quando os regulamentos ou métodos nacionais forem essencialmente semelhantes aos da OACI.ANEXO 2 Apêndice 4: Classe G – Vôo IFR não é permitido.2.1 SUPLEMENTOS AIP FINALIDADE Divulgar modificação que seja: a) temporária de duração igual ou superior a três meses.2. de 21 de outubro de 2009. aos quais se dá unicamente divulgação nacional.6 As diferenças serão publicadas na parte GEN 1-7. Constam a seguir dois exemplos de Diferenças: 1) ALEMANHA .2. 5.2 5.2.2. de 21 de outubro de 2009. instalações. 5.6.1.Portaria DECEA No 63/SDOP.Contém informações de interesse para as operações domésticas. 5.2 Os de série “A” serão redigidos no idioma inglês e os de série “N” serão redigidos em português. e b) temporária de duração inferior a três meses que implique em textos longos ou que contenha gráficos.6. e (NR) .2.2. 5. (NR) .2.ANEXO 2 Apêndice 4: Espaços aéreos classe F e classe G requer comunicação. ainda que não sejam os mesmos.

3.3. de 21 de outubro de 2009. divulgada no check list dos NOTAM Z e nas séries internacionais.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) . sendo iniciada em cada ano civil.Portaria DECEA No 63/SDOP.2.2.3 Cada página do Suplemento AIP deve indicar a data de publicação. (NR) .4 O Suplemento AIP que publicar uma informação já divulgada através de NOTAM deverá conter uma referência ao número desse último.2. 5. o número de série deste deverá ser incluído como referência. em cada página.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) .MCA 53-1/2009 49 5. (NR) .5 Quando um Suplemento AIP for publicado em substituição a um NOTAM.2. um título curto para facilitar uma referência posterior.2 Sua numeração será crescente e independente dentro de cada série (N e A).1 Cada Suplemento AIP deverá ter.3. da seguinte forma: GEN. 5.2.3. deve-se incluir uma referência a respeito da página da publicação modificada.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5.3.7 Os Suplementos AIP são ordenados segundo o assunto da informação. .2. o nome da localidade em linguagem clara e. ENR e AD. de 21 de outubro de 2009.6 Quando um Suplemento AIP contiver uma informação que modifique o texto de uma Publicação de Informação Aeronáutica.2. além do texto. No caso do Suplemento AIP AIRAC. de 21 de outubro de 2009. serão indicadas.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) .3. de 21 de outubro de 2009. 5.4 ATUALIZAÇÃO Será publicada. mensalmente.2. 5. o número de série facilmente identificável. 5.2. de 21 de outubro de 2009. sempre que possível.3. uma lista de verificação de Suplementos AIP válidos. as datas de publicação e de entrada em vigor. 5. .Portaria DECEA No 63/SDOP. 5.

6. devem ser imediatamente solicitados ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço.5. arquivados em ordem crescente.6. indicando as datas limites de recepção da informação no ICA.1 Os Suplementos AIP serão utilizados na atualização das publicações aeronáuticas (AIP.2. Eles serão destinados à pasta: a) da própria AIP. pelo menos. nacionais e estrangeiros.6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5. também.1 NOTAM .3 Os Suplementos AIP faltantes. A distribuição deverá ocorrer pelo meio mais rápido de que se dispõe. 5.Portaria DECEA No 63/SDOP. 5. Esse tempo é elevado para pelo menos 28 (vinte e oito) dias para informações distribuídas de acordo com o Sistema AIRAC. 5.3.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5.2.2.5. 5. através de uma AIC. (NR) . complementam a AIP. de onde deverão ser destacados ou recortados os textos para atualização das publicações e cartas ou para complementar a exposição dos NOTAM.2. quando essas não vierem claramente especificadas. . de 21 de outubro de 2009.2 Cada Sala AIS deverá receber duas cópias.2. através de mensagem escrita.5.2. por ser o meio mais rápido para divulgar a informação.6.1 No final de cada ano será editado o Calendário de Publicação de Suplemento AIP. AIP-MAP e ROTAER) e somente serão expostos se o seu conteúdo for necessário para esclarecer ou complementar o texto de algum NOTAM. e/ou b) ao fichário complementar. como data de entrada em vigor das informações. as de publicação e as de entrada em vigor dos Suplementos AIP do ano seguinte. 5.3 5. 5.2.(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) FINALIDADE Os NOTAM têm por finalidade advertir sobre qualquer modificação ou evento e.2 As datas de publicação correspondem às datas previstas para o recebimento pelos usuários e.3 O usuário deverá receber a informação pelo menos 7 (sete) dias antes da entrada em vigor.50 MCA 53-1/2009 5. de Suplemento AIP nacional.2.

3. salvo quando o texto seja extenso ou contenha gráficos.3.1 É uma mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea. que sejam de importância para as operações. d) à classificação. 5. que contém. e h) aos formulários.3.3 PRENOTAM 5.2 As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços de NOTAM estão definidas na ICA 53-1 (NOTAM). informações relativas: a) à expedição. quando a informação que se tenha que distribuir seja de caráter temporário e de curta duração ou quando se modificar com pouco tempo de previsão modificações permanentes.3.2 As instruções que disciplinam os procedimentos para confecção de PRENOTAM estão definidas na ICA 53-4 (PRENOTAM). originada em um órgão do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM. f) aos formulários. c) à origem. ou temporárias de grande duração. ainda. b) à divulgação da informação. informações relativas: a) a prazo para divulgação. .3. ainda. f) às competências para solicitações de expedição.3.3. Geral ou Regional. que contém.1 Se iniciará um NOTAM e se expedirá imediatamente.2.2 APRESENTAÇÃO 5. c) às regras gerais.3. d) ao encaminhamento. e) ao processamento. 5. 5.MCA 53-1/2008 51 5.2. e) às atribuições. e g) aos modelos. g) ao fluxograma da informação. b) às formas de expedição.

.). 5. No entanto.4. 5. etc.5 TIPOS DE INFORMAÇÃO Lista detalhada de alguns tipos de informação apropriada para ser publicada em uma circular de informação aeronáutica: a) previsão de alterações importantes nos procedimentos. e b) A .de distribuição internacional. um plano de implantação de uma rede de radar. No Brasil são divulgadas duas séries de AIC: a) N . 5.1 Na forma de AIC. Como esse tipo de informação tem geralmente caráter permanente.3. deve ser publicada pelo menos.1 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) FINALIDADE Divulgar informações de natureza explicativa. em alguns casos. como no caso dos NOTAM. uma vez por ano.4.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5.52 MCA 53-1/2008 5. serviços e instalações destinados à navegação aérea (por exemplo: uma nova disposição dos setores de controle. Devem ser enviadas a todos os possuidores de AIP.2.4.de distribuição nacional.1 As AIC também poderão ser divulgadas em série. de assessoramento e até mesmo administrativa ou técnica.4.4 ATUALIZAÇÃO 5. com base no ano civil. 5.4.2 Às vezes.4.1 As AIC são numeradas consecutivamente.4. recomenda-se que elas sejam revisadas e republicadas anualmente. 5.4.2 APRESENTAÇÃO 5.4. por vários anos. mas que são muito importantes para os aeronavegantes. as circulares se mantêm vigentes. uma lista de verificação de AIC em vigor.2.4. é necessário divulgar algumas informações aeronáuticas que não satisfazem aos requisitos para publicação em AIP ou em NOTAM.4 5. sem qualquer inconveniente.

e) conselhos médicos de interesse especial para os pilotos. DME. que tenha relação com a segurança de vôo. m)aplicação de requisitos relativos à legislação nacional ou à isenção dos mesmos. p) transporte de equipamento de rádio. c) informação importante. d) informação sobre regulamentos relativos à proteção da aviação civil internacional contra atos de interferência ilícita. e t) outra informação de natureza similar. q) informação relativa à redução de ruído.). g) efeitos de certos fenômenos meteorológicos sobre as operações das aeronaves. l) formação profissional do pessoal aeronáutico. i) regulamentos relacionados com o transporte aéreo de artigos sobre os quais pesa alguma restrição. r) instruções de aeronavegabilidade. j) referência aos requisitos impostos pela legislação nacional e a publicação de modificações dos mesmos. s) modificações nas séries de NOTAM ou de sua divulgação. obtida através da investigação de acidentes ou incidentes aeronáuticos. n) assessoramento com respeito ao uso e manutenção de determinados tipos específicos de equipamento. etc. novas edições de AIP ou modificações importantes no seu conteúdo e formato. .MCA 53-1/2008 53 b) previsão relativa à implantação de novos sistemas de navegação (por exemplo: VOR. o) disponibilidade atual ou previsão de edição de cartas aeronáuticas novas ou revisadas. h) informação sobre novos perigos que afetam as técnicas de manejo das aeronaves. k) disposições para a expedição de licenças aos membros da tripulação. f) orientação aos pilotos com a finalidade de evitar perigos materiais.

e d) fácil acesso à informação básica. c) a apresentação adequada de avisos para a navegação em uma parede. b) o formato dos PIB. 5.6.2 Além desse serviço de auto-informação. e b) mapas e cartas pertinentes.5.1. preferencialmente uma para cada país. conseqüentemente. 5.1 A Sala AIS manterá as AIC devidamente catalogadas e expostas em pastas. Para se proporcionar esse serviço é preciso levar em consideração os principais aspectos: a) a parte física da Sala AIS.5. corresponde a: a) elementos que compõem a Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP).5.5. através de mensagem escrita. torna-se importante que essa informação seja apresentada de forma que se possa obtê-la por si mesmo. Assim.6.1 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) FACILIDADES DA AUTO-INFORMAÇÃO 5. nacionais e estrangeiras.4.5 5. . Freqüentemente o piloto não tem tempo suficiente para dirigir-se a uma Sala AIS e.54 MCA 53-1/2008 5. se deve ter pessoal qualificado para eventual consulta verbal. devem ser imediatamente solicitadas ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço.4.2 As AIC faltantes.4. 5. 5.6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5. durante o tempo em que o aeródromo estiver em operação.1. o piloto economiza tempo na obtenção da informação necessária.1 O objetivo da Sala AIS de Aeródromo consiste em por à disposição dos interessados a informação aeronáutica necessária para o vôo.2 DETALHAMENTO DA INFORMAÇÃO Os documentos de informação aeronáutica de que devem dispor as Salas AIS de Aeródromos a fim de planejamento prévio do vôo devem ser estabelecidos tomando-se por base a zona servida da respectiva Sala AIS. também.

c) aeródromos disponíveis para a aviação internacional. b) regulamentos de entrada e tráfego de aeronaves civis em vôos internacionais. k) mapas e cartas adequadas. d) auxílios-rádio para a navegação e instalações de comunicações do serviço móvel. g) regulamentos do ar e procedimentos para os serviços de tráfego aéreo.2. deve ser comunicada ao piloto o mais rápido possível.5. j) informações relativas à sobrevivência.2 A seguinte lista. por exemplo: . i) instalações e serviços de busca e salvamento. h) perigos para a navegação aérea. e) instalações e serviços meteorológicos.2. l) lista de recapitulação de NOTAM vigentes e outros tipos de informações de caráter imediato que não constem dos NOTAM.MCA 53-1/2008 55 5. tem como objetivo servir de orientação com relação aos tipos de dados que devem ser dispostos em função de cada zona servida: a) rotas aéreas. 5.1 Disposição da Informação É importante que o pessoal da Sala AIS mantenha o material informativo numa disposição lógica para efeito de: a) preparação de planos operacionais de vôo por parte do pessoal aeronavegante. considerando que qualquer mudança na informação que implique alteração do plano de vôo ou possa influir na segurança da aeronave. e b) prestação do serviço de informação durante o vôo (pelo órgão de tráfego aéreo que tenha jurisdição sobre a área sobrevoada pela aeronave).5. inclusive o estado de utilização e funcionamento dos auxílios visuais e da área de manobras. mais detalhada. antes do inicio do vôo. sobre as condições do aeródromo. f) espaço aéreo controlado e restrito.

56 MCA 53-1/2008 . .avarias ou funcionamento irregular e modificações da situação de funcionamento do ILS. sendo luzes de aproximação.000 ou cartas aeronáuticas com escala semelhante. NDB. a fim de atender aos requisitos locais: a) carta aeronáutica mundial OACI 1:1.6 Devem manter-se.2. Se isso não for possível. DME.5.aeronaves estacionadas ou outros objetos nas pistas de táxi ou junto delas.000.000.trabalhos de construção ou manutenção na área de manobras ou em suas imediações.4 Os NOTAM deverão ser classificados e arquivados sistematicamente. canais de observação do RVR e da fonte secundária de energia. preferivelmente por meio das autoridades aeronáuticas do Estado respectivo.avarias ou funcionamento irregular de parte ou todo o sistema de iluminação do aeródromo. b) série de cartas disponíveis em escala maior que 1:1.2. de pista de táxi. de obstáculos e de área de manobras. 5. das organizações que sirvam a essas ou dos serviços militares. 5. PAR. empregandose um método que esteja de acordo com o selecionado para a publicação do PIB. . e m) em geral. SSR.3 O AIS deve tomar as medidas necessárias para obter a informação adequada.existência de outros perigos temporários dentro da área de movimento.5.5. para as áreas que não se dispõe de cartas da OACI. NOTA: Deve-se oferecer a lista de recapitulação dos NOTAM em forma de PIB em linguagem clara. SRE.5. . 5. os regulamentos nacionais e os dados sobre instalações e serviços de cada país deverão estar disponíveis. de preferência por escrito.000.000.2. de pista. as cartas selecionadas abaixo. para fins de referência. tem como da fonte de energia do aeródromo.000 e escala 1:250. . por exemplo 1:500. 5. VOR. pode-se tentar obtê-la por intermédio das empresas de transporte aéreo comercial. ou em forma impressa e acompanhada de gráfico se necessário. e .2. de cabeceira.5 Devem ser selecionados os textos da OACI como textos de referência que atendam às necessidades locais.

flexível e eficiente quanto ao armazenamento e recuperação da informação. e .4. é necessário buscar um grau de familiarização compatível com o volume de informação que vai ser processada. O Especialista AIS encarregado desta instrução poderá utilizar uma lista de verificação para assegurar-se de que a informação será tão completa quanto necessária.2 O sistema automatizado é capaz de proporcionar um serviço mais flexível de boletins de informação prévia ao vôo.4. NOTA: As cartas mencionadas em d) e e) estão citadas nas Publicações de Informações Aeronáuticas. de forma a eliminar a duplicação de tarefas.5.1 Características 5. e e) cartas de navegação em rota. Em conseqüência o sistema: a) é simples. 5. com um mínimo de intervenções manuais.1 Para o fornecimento dos boletins de informação prévia ao vôo será utilizado o sistema automatizado (SISNOTAM). proporciona.MCA 53-1/2008 57 c) cartas de planejamento com escala pequena.3 INSTRUÇÃO VERBAL A instrução verbal deverá ajustar-se às necessidades dos pilotos segundo o grau de familiaridade que tenham com a rota.1. O operador pode criar uma lista de assuntos nos quais pode basear uma instrução verbal. utilizando os campos que compõem a linha de qualificadores dos NOTAM.5. Por isso. a integridade da informação não deve depender apenas da memória do operador.1.5.5. 5. de todos os aeródromos que normalmente se utilizam para vôos internacionais. preferivelmente que cubram toda a zona servida em uma ou duas folhas. 5. Além disso. d) cartas de aproximação e de aeródromo.4 BOLETINS AUTOMATIZADOS 5.5.4. Os elementos que devem ser incluídos na dita lista de verificação variarão em função das circunstâncias locais.

) PIB estruturados para atender as suas necessidades específicas.4.2. Isso é especialmente válido para os boletins por rota e por área.3 Nesse tipo de boletim o usuário recebe informações completas (AGA. de destino e de alternativa.1. 5.1. destino e alternativas e .4.1. permite uma gama variada de combinações. excluindo aquelas que já estão publicadas na AIP.5. Notificação imediata e automática de assuntos importantes para as operações ou Boletins administrativos.2. ordenados de acordo com a seqüência do vôo.5.58 MCA 53-1/2008 b) fornece métodos que permitam selecionar a informação. que utilizam a estrutura das Rotas ATS estabelecidas como forma de selecionar a informação.4.2. 5. etc. linha iniciada pelo símbolo Q).5.1. 5. os PIB deverão ser oferecidos sob a forma de Boletins por rotas. pois ele permite uma seleção adequada das informações necessárias a um vôo. 5.4. baseando-se em determinadas características dos usuários.5.5. Boletins por área (FIR). COM.1 Boletim por Rota 5. além de incluir dados sobre a rota a ser voada. 5. 5.4 Os boletins deverão ser padronizados e conter somente as informações operacionalmente importantes.2 Esse boletim pode ser obtido através de sistemas que utilizam o sistema de referência geográfica ou sistemas mais simples.1 Esse é o tipo de boletim mais eficiente.5.6 Os NOTAM constituem a principal parte da informação a influir no conteúdo dos boletins e que os dados podem ser estruturados para satisfazer às necessidades específicas. atendendo às necessidades dos usuários.5. empresas aéreas e órgãos ATS.2 Classes Em função das necessidades dos usuários.1. Boletins por localidades (aeródromo). 5.5.3 O sistema é capaz de proporcionar aos usuários finais (pilotos. 5.1. incluindo os aeródromos de partida.5.4.5 Não pode ser esquecido que o uso dos qualificadores do NOTAM.1. RAC e ADVERTÊNCIAS) sobre os aeródromos de partida. a fim de atender às necessidades específicas de um determinado tipo de operações ou de um usuário específico (ICA 53-1).4.4.2.4.4.

1 Sob esse título genérico podem ser solicitados boletins enfocando aspectos específicos.5.5.4.MCA 53-1/2008 59 informações selecionadas (COM.2.2 Nos boletins desse tipo podem ser solicitadas informações sobre os aeródromos de partida.4.1 Esse tipo de boletim é de grande utilidade para a aviação geral.4. c) operacionais significativas.2.2.2 Normalmente.4 Notificação de Assuntos Importantes para as Operações.5.4. que geralmente realiza vôos de média e curta distancias. e f) usando outras combinações quaisquer.2 Embora apresente todas essas opções. b) de todas as localidades de uma FIR. 5.4. Se necessário.2. VFR. esse. 5. 5. são úteis para exploradores e órgãos ATS interessados em assuntos de importância urgente para as operações aéreas. 5.2.2.5.4.4. poderá permitir a seleção especifica de uma rota entre as diversas possíveis ou estabelecidas entre um aeródromo e outro. tais como informações: a) de todas as localidades de um país.2. d) que requeiram notificação imediata. fora de rota ATS e sob condições VFR.2. destino e alternativas. na linha de qualificadores esteja preenchido por “N” (ICA 53-1).3.4.3.4.4.4. podem ser incluídos os aeródromos ao longo da rota.5. esse tipo de boletim.5.5.2.).1 Esse tipo de boletim inclui apenas os NOTAM cujo propósito. 5.2. e) somente para a fase em rota (IFR.2 Boletim por Localidades 5. .2.3 Boletins por Área 5. também. RAC e ADVERTÊNCIAS) que possam ter influência durante o vôo em rota e.5. etc. muitas vezes poderá perder a sua eficiência operacional como instrumento para a informação prévia ao vôo.5. 5. até atingir o limite do numero de localidades que podem ser solicitadas em um único boletim. 5.

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5.5.4.2.5 Boletins Administrativos Esses boletins podem ter conteúdo bastante variado, pois se prestam mais a atender as necessidades da administração: São exemplos desses boletins: a) listas de verificação de NOTAM; b) resumos de NOTAM por FIR ou país; c) resumo dos NOTAM expedidos dentro de um determinado período; e d) resumos de NOTAM por assunto (AGA, COM, RAC, etc.). 5.5.5 ATUALIZAÇÃO DOS BOLETINS

5.5.5.1 As atualizações dos boletins podem ser solicitadas como um complemento ao boletim anteriormente expedido ou mediante a solicitação de um novo boletim. Essa segunda forma é mais usual, uma vez que um sistema automatizado apresenta uma grande possibilidade de especificações que, bem utilizadas, poderão tornar os boletins muito mais funcionais. 5.5.5.2 As Salas AIS devem providenciar uma atualização contínua e oportuna da base de dados do sistema e a supervisão da validade e qualidade da informação aeronáutica armazenada. 5.5.6 FORMATO DOS BOLETINS

5.5.6.1 Os dados contidos nos boletins devem ter as seguintes características: a) texto dos NOTAM utilizando linguagem clara padronizada abreviada preconizada pelo Doc. 8400 (Abreviaturas e códigos da OACI - PANS-ABC); e b) número do NOTAM à margem direita do texto. 5.5.6.2 É usual que, para cada localidade, as informações sejam indicadas na seguinte ordem: AGA; COM; RAC; e ADVERTÊNCIAS.

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MODELO OPERACIONAL Esse capítulo tem por finalidade estabelecer orientações para a confecção de

um Modelo Operacional com objetivo de padronizar e auxiliar os operadores AIS na instrução e na execução de procedimentos detalhados da rotina das atividades AIS (Anexo H). 6.1 6.1.1 CONSIDERAÇÕES Os tópicos citados no modelo operacional complementam as publicações de uso

obrigatório pelo Especialista AIS. 6.1.2 É importante saber que o modelo operacional é uma publicação de caráter explicativo

e um guia de procedimentos básicos para o cotidiano de uma Sala AIS. Vale ressaltar que cada Sala AIS terá seus procedimentos específicos. 6.2 6.2.1 ELABORAÇÃO O Modelo Operacional deverá nortear a aplicação dos procedimentos do serviço de

informações aeronáuticas em uma localidade específica, a fim de definir as ações a serem adotadas para a adequação da capacidade de prestação das atividades AIS. 6.2.2 O Modelo Operacional deverá especificar as ações regulares do serviço de

informações aeronáuticas, sobretudo os procedimentos a serem cumpridos nas situações previsíveis e naquelas vinculadas à degradação dos recursos operacionais e técnicos, visando promover a manutenção da eficiência e da segurança dos serviços de informações aeronáuticas. 6.2.3 Os trabalhos para a elaboração e atualização do Modelo Operacional devem ser

realizados levando-se em conta a participação dos chefes de órgãos, supervisores e operadores AIS com experiência operacional no órgão em questão. 6.2.4 O Chefe do órgão AIS deve orientar e coordenar a elaboração e atualização do Modelo

Operacional do Órgão AIS de competência e providenciar o encaminhamento de um exemplar do mesmo ao Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV. 6.2.5 O documento conterá a assinatura do Chefe do órgão e a aprovação do

Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV da sua área de jurisdição.

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DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS Nesse capítulo, estão descritas, de forma sucinta, as informações mínimas

necessárias sobre as principais publicações editadas tanto pela OACI quanto pelo DECEA relacionadas ao AIS. Como as regras, regulamentos e procedimentos nacionais, bem como as características das instalações e serviços, baseiam-se nos textos normativos e de orientação da OACI, é conveniente ter conhecimento de alguns documentos dessa Organização, para fins de referência, tanto no órgão central quanto nos órgãos regionais, locais e técnicos. 7.1 7.1.1 DA OACI ANEXOS

7.1.1.1 ANEXO 1 - “Licença de Pessoal” Estabelece: a) as regras gerais para a concessão de licenças ou certificados de habilitação e saúde para os aeronautas e pessoal de terra; b) requerimentos para proficiência nas línguas utilizadas nas comunicações radiotelefônicas; c) grau de proficiência das línguas da OACI; d) especificações médicas para licenças; e) programa de treinamento organizacional; e f) os dados pessoais e de qualificação que as licenças ou certificados de habilitação deverão indicar. 7.1.1.2 ANEXO 2 - “Regras do Ar” Estabelece: a) aplicabilidade das regras gerais de vôo; b) as regras de vôo visual e por instrumentos; c) os sinais de perigo, urgência e segurança; sinais visuais para outros fins, inclusive os utilizados para o controle de tráfego aéreo; d) os tipos de luzes das aeronaves; e e) as tabelas de níveis de cruzeiro.

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7.1.1.3 ANEXO 3 - “Serviço de Meteorologia para a Navegação Aérea Internacional” Estabelece: a) os sistemas de previsão de área mundial e os escritórios de meteorologia; b) as previsões meteorológicas; c) as informações de SIGMET e AIRMET, avisos de aeródromos e de correntes de vento; d) as informações climatológicas de aeronáutica; e) os serviços para os operadores e os membros da tripulação de vôo; e f) os limites e visibilidade da pista na conversão da leitura dos instrumentos. 7.1.1.4 ANEXO 4 - “Cartas Aeronáuticas” Estabelece: a) as cartas, os tipos de projeção e de impressão, inclusive cores, a localização do nome e do número das cartas e das anotações marginais; b) os símbolos utilizados nas cartas; c) a demonstração de carta eletrônica de aeronáutica; d) a utilização das cartas segundo, as suas escalas e as informações que devem conter; e e) os requisitos para a qualidade dos dados aeronáuticos. 7.1.1.5 ANEXO 5 - “Unidades de Medidas usadas nas Operações Aéreas e Terrestres” Estabelece: a) as unidades de medidas a serem empregadas nas operações aeroterrestres; b) orientação e utilização do Sistema Internacional; c) as unidades de medidas que podem ser utilizadas como alternativa; e d) todos os números na forma de data e tempo.

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7.1.1.6 ANEXO 6 - “Operação de Aeronaves” Refere-se: a) a definições, aplicação e generalidades; b) a operação de vôo, facilidades, supervisão operacional, preparação e procedimentos de vôo, deveres do piloto comandante e do oficial de operação de vôo; c) a limitações operacionais do desempenho das aeronaves; d) a documentação de vôo, os equipamentos e os instrumentos das aeronaves; e) a equipamento rádio das aeronaves; f) a manutenção das aeronaves; g) a tripulação de vôo das aeronaves; h) aos manuais, livros e registros; i) aos registros de emergências e equipamentos de sobrevivência existente à bordo; j) ao desempenho das aeronaves; k) a limitações do período de exercício ininterrupto dos deveres em vôo e do tempo de vôo; a) os procedimentos de segurança; l) as luzes exibidas pela aeronave; e m) a limitações da utilização da performance do avião.

7.1.1.7 ANEXO 7 - “Marcas de Nacionalidade e de Matrícula das Aeronaves” Refere-se: a) ao emprego das marcas de nacionalidade e de registro; b) à localização das marcas de nacionalidades e de registro; c) às dimensões das marcas de nacionalidades e de registro; d) ao registro aeronáutico;

.“Facilitação” Refere-se: a) à entrada e saída de aeronaves. b) à utilização das radiofreqüência.9 ANEXO 9 . b) às características das aeronaves.1. PAR. 7.1. e f) aos modelos de: declaração geral. VOR. c) a procedimentos gerais de telecomunicações. DME e outros. manifesto de passageiros e cargas e certificado de membro da tripulação.“Aeronavegabilidade” Refere-se: a) ao certificado de aeronavegabilidade.1. d) às especificações técnicas detalhadas para o sistema de satélite para a navegação global (GNSS). de pessoas e de cargas e outras mercadorias. NDB. GCA. f) ao certificado de registro. e c) à tolerância e aplicação das normas contidas no ANEXO/OACI quanto a performance e a utilização de aeronaves. 7.10 ANEXO 10 .MCA 53-1/2008 65 e) as placas de identificação. c) aos aeroportos internacionais e zonas francas.“Telecomunicações Aeronáuticas” Refere-se: a) às especificações para os equipamentos ILS.1.8 ANEXO 8 . 7.1. d) ao pouso em aeródromos não aduaneiros. b) ao tráfego em trânsito. e) à quarentena.1. e g) à classificação das aeronaves.

c) à determinação dos Serviços de Tráfego Aéreo.“Busca e Salvamento” Refere-se: a) à organização dos Órgãos de Busca e Salvamento. f) aos Serviços de Controle de Tráfego Aéreo. b) à divisão dos Serviços de Tráfego Aéreo.11 ANEXO 11 . g) ao Serviço de Informação de Vôo. d) ao estabelecimento dos órgãos responsáveis pelo ATS.1.“Serviços de Tráfego Aéreo” Refere-se: a) aos objetivos dos Serviços de Tráfego Aéreo. e d) aos sinais de Busca e Salvamento. h) ao Serviço de Alerta. 7.1. e g) ao serviço fixo e móvel aeronáutico. . c) aos procedimentos de operação.1. e j) as informações de tráfego radiotransmitida pelas aeronaves (TIBA) e procedimentos operacionais. f) ao sistema de comunicações de dados digitais. e) às especificações para as FIR. i) às necessidades dos Serviços de Tráfego Aéreo quanto a comunicações e a meteorologia.1. b) aos procedimentos preparatórios dos Centros de Coordenação de Busca e Salvamento e das unidades aéreas de Busca e Salvamento. 7.12 ANEXO 12 .66 MCA 53-1/2008 e) à orientação a respeito da eficiência e disponibilidade do material para os auxílios a navegação e o das radiocomunicações.

c) ao inquérito . e b) ao que um Estado deve fazer no sentido de que satisfaça as necessidades de informações para o aeronavegante planejar o seu vôo e realizá-lo de modo seguro. c) à remoção e balizamento de obstáculos.1.“Investigação de Acidentes e Incidentes da Aviação” Refere-se: a) à proteção dos destroços. e d) à divulgação dos inquéritos. h) aos auxílios visuais para localização de aeródromos.1.“Aeródromos” Refere-se: a) às características físicas dos aeródromos. g) à iluminação de emergência. b) às luzes aeronáuticas. i) aos sistemas de balizamento diurno e luminoso. guarda e remoção da aeronave acidentada.“Serviços de Informação Aeronáutica” Refere-se: a) ao funcionamento de um Serviço de Informações Aeronáuticas. j) aos equipamentos de aeródromos.1.procedimentos. d) aos auxílios visuais terrestres. e) aos indicadores de vento e de pouso. e k) aos heliportos.1. f) aos dispositivos de sinalização. econômico e eficiente. rápido. 7. .13 ANEXO 13 .15 ANEXO 15 .MCA 53-1/2008 67 7.1.1.14 ANEXO 14 . 7. b) à notificação de acidentes.

7. um serviço de informação aeronáutica que seja responsável pela compilação.16 ANEXO 16 . AIC. individualmente ou coletivamente. foram adotados pela primeira vez pelo Conselho.1.1. Definições. sistema de Distribuição pré-determinada pelos NOTAM.1. requer-se que todos os Estados contratantes proporcionem. e b) Apêndice – (conteúdo da AIP.1.1.15.“Proteção Ambiental” Refere-se: a) Volume I – Ruído de aeronaves. AIP. NOTAM.15.1. é fornecer a uniformidade dos métodos de compilação e divulgação da informação aeronáutica. Generalidades. 7.1.17 ANEXO 17 . pesquisa.1. preparação de informação aeronáutica relativa a seus territórios. e modelo de NOTAM). regularidade e eficácia da navegação aérea.“Segurança” Refere-se: a) aos princípios gerais.2 Requer-se ainda que os Estados tomem as medidas necessárias para que a informação que proporcionem sobre seus territórios seja adequada. Dados eletrônicos de obstáculos e de superfície terrestre). informações que devem ser divulgadas por NOTAM AIRAC. Informação anterior e posterior ao vôo.1. AIRAC. em 15 de Maio de 1953.15.3 Os Padrões e as Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica. formato de SNOWTAM e ASHTAM. b) a organização.1.1.15. 7. 7. Requisitos de Telecomunicações. 1944) e se designou como ANEXO 15 ao Convênio.68 MCA 53-1/2008 7.1. e b) Volume II – Emissões de motores de aeronaves. exata e oportuna.4 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo – (Introdução. . 7. no interesse da segurança. de conformidade com as disposições do Artigo 37 do Convênio sobre Aviação Civil Internacional (Chicago.1 Como o objetivo dos Padrões e das Práticas Recomendadas.

8126 – “Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica” Com o objetivo de explicar as funções básicas de um AIS e descrever um tipo de organização modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS.2.1.2 MANUAIS 7.“Transporte sem Riscos de Cargas Perigosas por Via Aérea” Estabelece: a) a classificação das mercadorias consideradas perigosas para o transporte aéreo. b) ajudar os Estados na instrução de seu pessoal AIS.1 Doc. e g) as provisões de segurança para as mercadorias perigosas. .2. b) os materiais permitidos e materiais proibidos.1 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo (Introdução. a OACI preparou o Manual 8126-AN/872. e c) melhorar a organização e o funcionamento de um AIS. Circular de Informação Aeronáutica.1. d) a responsabilidade. Sua finalidade principal consiste em: a) ajudar os Estados contratantes a aplicar as normas e os métodos recomendados contidos no ANEXO 15/OACI.1. c) as embalagens e rótulos.18 ANEXO 18 . e) as informações relativas às mercadorias.1. 7. NOTAM.MCA 53-1/2008 69 c) as medidas preventivas de segurança. e d) ao gerenciamento da responsabilidade para os atos de interferência ilícita. Informação Anterior e Posterior ao vôo. Pacote de informação aeronáutica integrada.1. Publicação de Informação Aeronáutica (AIP). f) a comunicação de acidentes ou incidentes com mercadorias. 7. 7. Provisão de dados novos. Organização de um serviço de informação aeronáutica (AIS).1.

mas demasiadamente detalhada para fazer parte de um ANEXO/OACI. como Normas ou Recomendações. Critérios de seleção de NOTAM.“Procedimentos Suplementares Regionais” (SUPPS) Constituem a parte regulamentar do Plano de Navegação Aérea para as conferências regionais de navegação aérea. Preparação das cópias dos originais.1 Doc. Uso da automação na compilação. . contém matéria já bastante experimentada para ser adotada como norma ou método recomendado. 7. 7030 .70 MCA 53-1/2008 Organização de um sistema automatizado dos serviços de informação aeronáutica. dar o máximo de eficácia e economia às cartas aeronáuticas requeridas em todos os segmentos da comunidade de aviação na forma e variedade em que melhor cumpram seus fins. Procedimentos comuns de consulta para o autoatendimento do usuário.3 PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA (PANS) São publicações que compreendem procedimentos operacionais cujo grau de desenvolvimento não se tornou ainda suficiente para adoção como norma ou método recomendado. reprodução e distribuição).2 Doc.1. processamento e distribuição de NOTAM. Consulta comum de mensagens para a interrogação de outras bases de dados AIS). ou formam parte de um dos documentos intitulados “Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS)”. NOTAM. 7. 7. 8697 – “Manual de Cartas Aeronáuticas” O propósito geral desse Manual é apresentar textos de orientação detalhados sobre todos os aspectos da cartografia aeronáutica que possam ajudar os Estados a por em prática as normas e recomendações do ANEXO 4/OACI e. para satisfazer necessidades de determinar áreas que não estão incluídas nas disposições de caráter mundial. e b) Apêndice (Modelo de AIP em notas explicativas. SNOWTAM e ASHTAM. Os SUPPS complementam a exposição de requisitos quanto a instalações e serviços contidos nas publicações do Plano de Navegação Aérea. Às vezes deixam de ser incluídos nos ANEXOS/OACI os textos de um PANS. Os procedimentos de aplicação mundial se incluem nos ANEXOS/OACI. Orientação no uso do Serviço Fixo Aeronáutico (AFS). em razão de estarem sujeitos a freqüentes emendas. em conseqüência.1.1.2.3. Em outros casos.

b) Abreviaturas para identificação de mensagens do Serviço Fixo Aeronáutico.1 Apresenta os indicadores de todas as localidades (de cada país membro) que possuem estação aeronáutica que preste o serviço fixo aeronáutico. 7. “SD”.1.1.1. Estão atribuídas.2.1. foram atribuídas as letras “SB”.MCA 53-1/2008 71 7. e) Códigos para notificar a qualidade dos sinais.1. ainda.“Abreviaturas e Códigos da OACI” 7.3.1 Doc.3). d) Designação de emissões típicas de radiocomunicações. os indicadores não deverão ser utilizados durante um período de um (1) ano. “SS” e “SW” (ver alínea “u” do item 2. as duas primeiras letras que cada país pode utilizar nos seus indicadores de localidades.2 Doc.2. Para o Brasil. f) Código NOTAM.1. e g) Código Q.1. c) Sinais e procedimentos empregados no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas. É esse índice que prevê qual a letra do indicador atribuída a cada região do mundo.1 Contém as abreviaturas e os códigos aprovados pelo Conselho da OACI para uso mundial no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas e nos documentos de informação aeronáutica. depois de cancelados.1.4.4 INDICADORES E DESIGNADORES 7.2 Apresenta também um índice de letras de identificação atribuídas às áreas de encaminhamento do Serviço Fixo Aeronáutico. para a América do Sul foi atribuída a letra “S”. Por exemplo.4. 7. No caso do Brasil.4.3. 8400 .1. NOTA: Para evitar dúvidas. incluindo-se os indicadores dos Centros ATS (FIC/ACC) encarregados das regiões de informação de vôo (FIR/UIR).3.2 Está dividido nos seguintes tópicos: a) Abreviaturas (partes decodificada e codificada).3. estão relacionadas apenas as localidades cujos indicadores são “SB”.“Indicadores de Localidades” 7.4. 7. “SN”. 7910 . “SJ”. “SI”.1. .

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7.1.4.2 Doc. 8585 - Designadores de Empresas Exploradoras de Aeronaves, de Entidades Oficiais e de Serviços Aeronáuticos 7.1.4.2.1 Contém designadores de empresas exploradoras de aeronaves, assim como entidades oficiais e de aviação internacional. 7.1.4.2.2 Os designadores compreendem: a) os telegráficos de três letras destinados para o uso no serviço internacional de telecomunicações aeronáuticas; e b) os telefônicos de empresas exploradoras de aeronaves, assim como de entidades oficiais e de serviços que explorem aeronaves, que podem utilizarse conforme apropriado. 7.1.4.3 Código Aeroportuário IATA 7.1.4.3.1 É um código composto por três letras que designa os aeroportos em todo o mundo. É definido pela Associação Internacional de Transportes Aéreos (em inglês, International Air Transport Association – IATA). Exemplo: Boa Vista - BVB; Brasília - BSB e Campina Grande – CGR. 7.1.4.3.2 A criação ou alteração do código deverá ser tratada pelo interessado, através do administrador do aeródromo diretamente com a IATA. Tal ação não implicará nos procedimentos e publicações adotados pelo DECEA, tendo em vista que os indicadores de aeródromos utilizados são os preconizados pela OACI. 7.1.5 INSTALAÇÕES E SERVIÇOS

7.1.5.1 Doc. 7383-AIS/803 – Serviços de Informação Aeronáutica Providos pelos Estados Tem a finalidade de se proporcionar, ao possível usuário da informação aeronáutica, os dados essenciais com respeito ao tipo de informação disponível nos diversos Estados e como poderão ser obtidos. Detalha os Serviços de Informação Aeronáutica prestados pelos Estados, a relação de todos os Estados que prestam o AIS, o tipo de informação de que dispõem, o preço das assinaturas, bem como a forma como podem ser obtidas pelos aeronavegantes. Mostra com quais Organizações cada Estado contratante mantém o intercâmbio internacional de NOTAM.

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7.1.6

PLANO DE NAVEGAÇÃO AÉREA

7.1.6.1 Determina detalhadamente as instalações, serviços e procedimentos necessários para navegação aérea internacional dentro de uma área específica. 7.1.6.2 Contém recomendações que os governos podem seguir em seus programas de instalações e, serviços de navegação aérea, com a segurança de que umas e outras, que se proporcionam de acordo com o plano, formarão, com os demais Estados, uma rede geral que será adequada durante bastante tempo. 7.1.6.3 Em seu aspecto técnico, os planos compreendem uma exposição das instalações e serviços necessários em matéria de AGA, AIS, COM, MET, ATS e SAR, com detalhes suficientes para conseguir o funcionamento adequado do plano em conjunto e sua idoneidade para satisfazer os requisitos presentes e previstos. Os planos compreendem também todo o procedimento especial que se considerem necessários para completar os procedimentos de caráter mundial, contidos nos ANEXOS/OACI e nos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS). 7.1.6.4 Doc. 8733 - Plano de Navegação Aérea para as Regiões CAR/SAM 7.1.6.4.1 Apresenta, em forma concisa, o plano OACI para proporcionar instalações e serviços de navegação aérea internacional nas Regiões do Caribe e da América do Sul. 7.1.6.4.2 A exposição de requisitos operacionais básicos e critérios para a planificação regional e a rede de rotas aéreas se põe em dia nas instalações e serviços necessários geralmente por uma conferência regional de navegação aérea. 7.1.7 CATÁLOGO As publicações comentadas nos parágrafos anteriores são de uso mais comum nos órgãos AIS. No entanto, a OACI possui um número muito maior. Anualmente é publicado um Catálogo de Publicações da OACI, em que aparecem todas as publicações em vigor e seu preço para o usuário.

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7.1.8

DISTRIBUIÇÃO

7.1.8.1 Cada Estado participante da Convenção de Aviação Civil Internacional recebe gratuitamente um número determinado de exemplares das publicações da OACI. No mínimo 10 cópias de cada nova publicação são remetidas a cada Estado contratante, fornecendo-se, apenas, uma aos não contratantes. A distribuição de exemplares, além do que determina o Documento 7231 - Regulamento de Publicações da OACI, poderá ser feita mediante indenização. 7.1.8.2 A fim de tornar mais econômica a distribuição de publicações aos Estados participantes, a OACI aconselha a escolha de um órgão central para o seu recebimento e sua distribuição aos órgãos subordinados. No Brasil, esse órgão é a CERNAI (Comissão de Estudos Relativos à Navegação Aérea Internacional). 7.1.8.3 A OACI tem condições de atender a pedidos individuais de fornecimento de publicações, conforme orientação contida no Catálogo de Publicações. No entanto, solicita aos funcionários de órgãos AIS, bem como de empresas de tráfego aéreo, que desejam possuir suas próprias publicações, que façam seus pedidos através de um órgão central. 7.1.8.4 O DECEA possui atualizadas as publicações mais importantes da OACI. 7.1.9 EMENDAS

7.1.9.1 Mensalmente, a OACI distribui um suplemento ao Catálogo de Publicações. Isso permite ao usuário manter-se atualizado quando às publicações editadas pela OACI e que estão em vigor e, conseqüentemente, solicitar aquelas que ainda não tenha recebido. 7.1.9.2 O fornecimento de emendas é gratuito, mesmo para as publicações adquiridas mediante indenização, tanto por órgão oficial, como por usuários particulares. 7.2 DO DECEA A elaboração de uma publicação (convencional, não-convencional ou regulamentar) é tarefa das Divisões e Setores do DECEA, a quem cabe preparar o seu original, que será submetido à apreciação da autoridade competente.

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7.2.1

CONVENCIONAIS São as publicações enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, quanto à confecção,

controle e numeração e complementadas com a legislação em vigor do DECEA. São exemplos de convencionais: a) Diretriz do Comando da Aeronáutica (DCA); b) Folheto do Comando da Aeronáutica (FCA); c) Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA); d) Manual do Comando da Aeronáutica (MCA); e) Norma de Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA); f) Ordem do Comando da Aeronáutica (OCA); g) Plano de Comando da Aeronáutica (PCA); e h) Tabela do Comando da Aeronáutica (TCA). 7.2.2 NÃO-CONVENCIONAIS São as publicações usadas na divulgação de assuntos altamente especializados, que obedecem a padrões internacionais ou cujas características impedem a utilização das publicações convencionais. Possuem estruturas de aspecto específico e não estão enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, porém são complementadas com a legislação em vigor do DECEA. a) Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica (AVCA); b) Almanaque do Comando da Aeronáutica (ACA); c) Boletim do Comando da Aeronáutica (BCA); d) Ordem Técnica do Comando da Aeronáutica (OTCA); e) Manual Auxiliar de Rotas Aéreas (ROTAER); f) Publicação de Informações Aeronáuticas (AIP-MAP); g) Circular Normativa de Proteção ao Vôo (CIR); h) Impressos Especiais (IEPV); i) Acordo e Concepção Operacional*; e k) Configuração Técnica*. (*) ver ICA 19-78.

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7.2.3

REGULAMENTAR Dada a especificidade dos assuntos tratados nas publicações desta espécie, a

sua disposição gráfica e a composição do texto deverão observar a formalística prevista na Instrução que dispõe sobre Regulamentação das Organizações (ICA 19-1). O controle e a numeração destas publicações deverão observar o disposto na ICA 5-1 do CENDOC. São exemplos de publicações regulamentares: a) Regulamento do Comando da Aeronáutica (RCA); Exemplo: RDAER, RISAER, RSAS, RCPGAER, RADA, RUMAER. b) Regimento Interno do Comando da Aeronáutica (RICA); e c) Regulamento de Organização do Comando da Aeronáutica (ROCA).

isto não seja possível. que: . A publicação e a entrada em vigor da informação serão feitas nas datas previamente estabelecidas. por razões operacionais. com intervalos de 28 dias. O objetivo do sistema é divulgar com antecedência a informação e ainda promover a efetivação de informações e a atualização de publicações em datas previstas. por considerações operacionais.3.1 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC Nesse sistema.2. 8. Quando divulgados de acordo com o sistema AIRAC. mas serão identificadas pela sigla AIRAC. baseado em um calendário internacional de datas de publicação e de datas de efetivação. exceto no caso de correções. d) serão confeccionados da mesma forma que os Suplementos e as emendas comuns. a menos que seja impossível. a menos que. c) não sofrerão modificações durante os 28 dias após a data de publicação.2 8. colocadas em lugar de destaque. b) entrarão em vigor em uma data do calendário AIRAC. 8.1 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO O Sistema AIRAC é estruturado de tal modo que possa assegurar. e e) as informações divulgadas terão caráter operacional.1 FINALIDADE Denomina-se Sistema Regulamentado (AIRAC) a um sistema especial para divulgação de informação. a informação será divulgada como Suplemento AIP ou emenda ao AIP nas datas internacionais previamente estabelecidas pelo calendário AIRAC. tanto as emendas como os suplementos terão as seguintes características: a) serão publicadas em uma data do calendário AIRAC. seguindo a mesma numeração.MCA 53-1/2008 77 8 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC Esse capítulo destina-se a dar conhecimento do sistema regulamentado e das datas previstas no calendário AIRAC. 8.3 8.

.4 8. (NR) . observando-se o prazo de. (NR) . e d) se por uma razão justificada.6). pelo menos nos próximos 28 dias seguintes a data indicada de entrada em vigor.78 MCA 53-1/2009 a) as datas de entrada em vigor se ajustem ao calendário internacional adotado de datas predeterminadas.1 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO Cada ciclo AIRAC é composto por 28 dias. (NR) . pelo menos. (NR) . pelo menos. de 21 de outubro de 2009. deve ter conhecimento. de forma que os destinatários possam recebê-la. a não ser que as circunstâncias notificadas sejam de caráter temporário e não perdurem durante a totalidade do período.4.Portaria DECEA No 63/SDOP. não somente das datas de entrada em vigor. a data prevista de entrada em vigor não coincidir com uma das datas de entrada em vigor predeterminada do sistema AIRAC. As datas AIRAC são sempre às quintas- feiras. pelo menos. 8. a fim de que sejam publicados e cheguem aos usuários com. 28 dias após a data de publicação. a informação deverá ser publicada se possível. é essencial que a autoridade competente por fornecer os dados básicos para o AIS esteja plenamente familiarizada com o Sistema.2 As informações serão planejadas para entrarem em vigor em uma data AIRAC. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP. b) a informação relativa a qualquer das circunstâncias relacionadas sejam distribuídas.Portaria DECEA No 63/SDOP. 8. 8. de 21 de outubro de 2009. mas também das datas nas quais os citados dados devem chegar no ICA. de 21 de outubro de 2009. baseadas em um intervalo de 28 dias.4. Em particular. c) a informação notificada dessa forma não se modifique. pelo menos 28 dias antes do início de ciclo AIRAC dentro do qual cai a data prevista de entrada em vigor.3 Para que o Sistema AIRAC funcione satisfatoriamente. 28 dias de antecedência da data de entrada em vigor (ver 8.Portaria DECEA No 63/SDOP.4. 28 dias antes da referida data de entrada em vigor.

. 42 dias antes da data de entrada em vigor. de 21 de outubro de 2009. 2a) data de publicação da informação. e 3a) data de entrada em vigor da informação.5 A informação fornecida conforme o Sistema AIRAC será publicada em forma impressa e distribuída pelo PAME-RJ com.Portaria DECEA No 63/SDOP.5. de 21 de outubro de 2009. publicarse-á um NOTAM AIRAC NIL. 8. de forma que os destinatários possam recebê-la com. Esse aviso será publicado por meio de séries nacionais e internacionais de NOTAM. pelo menos. 28 dias de antecedência.4. pelo menos.4. (NR) . 8. (NR) .4 O sistema AIRAC está associado a três datas importantes que são: 1a) data limite em que os dados têm que chegar ao ICA. Exemplo: Calendário de 2009 / 2010 Data limite de entrada no ICA 02 FEV 2009 23 FEV 2009 28 DEZ 2009 Data de publicação 09 ABR 2009 07 MAIO 2009 11 MAR 2010 Data de entrada em vigor 07 MAIO 2009 04 JUN 2009 06 MAIO 2010 (NR) .MCA 53-1/2009 79 8.Portaria DECEA No 63/SDOP.5 AIRAC NIL Quando não houver informação a publicar nas datas predeterminadas.2).Portaria DECEA No 63/SDOP.1. de 21 de outubro de 2009. Data estipulada pelo DECEA para receber a informação que será divulgada de acordo com o sistema AIRAC (ver 5.

rotas ATS. Estabelecimento. .zonas de controle. eliminação e modificação significativa prevista (inclusive testes operacionais) de: a) limites (horizontais e verticais). . exercícios militares e movimento em massa de aeronaves. de atenuação de ruídos e qualquer outro procedimento ATS pertinente. de caráter permanente onde exista possibilidade de interceptação. altura e iluminação de obstáculos para a navegação. e) pistas de pouso. frequências. instalações e serviços.regiões de informação de voo. onde exista a possibilidade de interceptação. códigos de chamada. . zonas de parada e pátios. migração e saúde.6 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC (NR) . de chegada e partida. h) serviços de alfândega. e .áreas de serviço de assessoramento. c) procedimentos de espera e aproximação. ou partes delas. irregularidades conhecidas e períodos de manutenção de auxílio rádio à navegação e instalações de comunicações. proibidas ou restritas (incluindo tipos de atividades e períodos de ativação quando conhecidos) e ADIZ. de 21 de outubro de 2009. f) posição. e j) zonas ou rotas.áreas de controle. regulamentos e procedimentos aplicáveis a: .áreas perigosas.Portaria DECEA No 63/SDOP. d) instalações de meteorologia (incluindo radiodifusão) e procedimentos. g) horários de funcionamento de aeródromos. . b) posições. ou parte delas. de táxi. .80 MCA 53-1/2009 8. i) perigos para a navegação.zonas ou rotas. .

7 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC (NR) . 2010 2011 2012 2013 2014 14 JAN 11 FEV 11 MAR 8 ABR 6 MAIO 3 JUN 1 JUL 29 JUL 26 AGO 23 SET 21 OUT 18 NOV 16 DEZ 13 JAN 10 FEV 10 MAR 7 ABR 5 MAIO 2 JUN 30 JUN 28 JUL 25 AGO 22 SET 20 OUT 17 NOV 15 DEZ 12 JAN 9 FEV 8 MAR 5 ABR 3 MAIO 31 MAIO 28 JUN 26 JUL 23 AGO 20 SET 18 OUT 15 NOV 13 DEZ 10 JAN 07 FEV 07 MAR 04 ABR 02 MAIO 30 MAIO 27 JUN 25 JUL 22 AGO 19 SET 17 OUT 14 NOV 12 DEZ 09 JAN 06 FEV 06 MAR 03 ABR 01 MAIO 29 MAIO 26 JUN 24 JUL 21 AGO 18 SET 16 OUT 13 NOV 11 DEZ . de 21 de outubro de 2009.MCA 53-1/2009 81 8.Portaria DECEA No 63/SDOP.

a fim de que os Especialistas AIS possam desempenhar suas funções. e) Fase 5: Aproximação para o pouso ou perdida. porém contribuem para a segurança do vôo. c) Fase 3: Estruturas de Rotas ATS. todas as cartas aeronáuticas publicadas pelo DECEA. ainda. d) Fase 4: Descida até aproximação. saída.2 FASES DO VÔO A OACI. as que não têm caráter operacional imediato. a saber: a) Fase 1: Táxi desde o ponto de estacionamento da aeronave até o ponto de decolagem. define que o vôo é dividido em 6 (seis) fases.Cartas Aeronáuticas. aproximação e pouso) e há. estão descritas de forma sucinta. em rota.82 MCA 53-1/2008 9 CARTAS AERONÁUTICAS Nesse capítulo. 9. em seu ANEXO 4 . b) Fase 2: Decolagem e subida até a estrutura de rota ATS. .1 FINALIDADE As Cartas Aeronáuticas têm por finalidade facilitar as tarefas das tripulações aéreas durante as diferentes fases do vôo (rolagem. 9. e f) Fase 6: Pouso e táxi até o ponto de estacionamento.

cálculo. b) Carta de Rotas (ERC).responsável pelas informações aeronáuticas.Tipo A (AOC). l) Cartas de Chegada Padrão por Instrumento (STAR).responsável pela impressão e distribuição.3 9. j) Carta de Aproximação Visual (VAC). k) Carta de Saída por Instrumentos (SID). f) Carta de Altitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR). 9.Manual de Cartas Aeronáuticas.Cartas Aeronáuticas. c) Carta de Obstáculos de Aeródromo . e) Carta de Área (ARC).4 TIPOS O DECEA publica os seguintes tipos de cartas: a) Carta de Planejamento de Vôo (FPC). bem como os procedimentos indicados no Documento 8168 .MCA 53-1/2008 83 9.3. d) Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC). i) Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC). . e c) PAME . 9. g) Carta de Pouso (LC). procedimentos e rotas.responsável pelas informações ATS. h) Carta de Aeródromo (ADC). desenho e padronização.Operações de Aeronaves .3.1 APRESENTAÇÃO Na confecção das cartas são aplicadas as normas e recomendações indicadas no ANEXO 4/OACI . sobre topografia.2 Na produção de uma carta aeronáutica estão quase sempre presentes os trabalhos de três segmentos do DECEA: a) CINDACTA/SRPV (DO-ATM) . b) ICA .Construção de Procedimentos de Vôo Visual e por Instrumentos e no Documento 8697 .

n) Carta Aeronáutica Mundial (WAC).000.1. A FPC é produzida em duas versões. s) Carta de Rotas Especiais de Aeronaves (REA). cartas da AIP-Brasil e AIP-Brasil MAP podem ser visualizadas no Portal do DECEA (AISWEB). impressas uma no verso da outra.000.5.000.1.5.1 Tem por finalidade principal facilitar a tarefa das tripulações de vôo durante a navegação apoiada em auxílios-rádio e desenvolvida de acordo com os procedimentos estabelecidos pelo serviço de tráfego aéreo para os vôos nas rotas ATS de todo o território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil. 9. conforme o item 4.2. desse Manual. p) Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV).2 Carta de Rota (ERC) 9. 4 para as rotas ATS no espaço aéreo inferior (L1/L2 e L3/L4) e 4 para as rotas no espaço aéreo superior (H1/H2 e H3/H4).500. São confeccionadas na escala 1:10. r) Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP).1 Carta de Planejamento de Vôo (FPC) Destina-se a facilitar a seleção de rotas na fase de planejamento das operações de vôo.84 MCA 53-1/2008 m) Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC). ERC.5. 9.000. uma para as aerovias inferiores e a outra para as aerovias superiores. distâncias e auxílios-rádio principal. NOTA: As FPC. São confeccionadas na escala 1:3. o) Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV). As Cartas de Rotas estão estreitamente relacionadas com as Cartas de Área e com as Cartas de Saída por Instrumentos.1.5 9.000. q) Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP). que está na escala 1:2.2. exceto a L1. São produzidas 8 cartas. WAC. fornecer uma visão geral de todas as rotas ATS existentes no território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil.5. .1 DESCRIÇÃO CARTAS AVULSAS 9. com suas respectivas identificações. e t) Carta de Rotas Especiais de Helicópteros (REH).

2 Identificação de Rotas ATS 9.5.2 Um designador de rota poderá ser acompanhado das letras U. J.5.2.2. N e P são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV.5. e c) K (KOPTER): indicando rota específica para vôo de helicóptero.2. T.1. Y e Z são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV. 9. e d) Q.2.1 Cada rota ATS é identificada por um designador que consiste numa das letras designadas abaixo: a) A.2. c) H.1.1.2. B. b) S (SUPERSONIC): indicando rota específica para vôos supersônicos.2. V e W são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e que não são RNAV.2 Utilização Prática 9. M. G. e R são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e não são RNAV.5.5. com os seguintes significados: a) U (UPPER): indicando rota pertencente ao espaço aéreo superior.2. b) L.2. S e K.2.MCA 53-1/2008 85 9.1.2. .1 Composição da Rota ATS 9. NOTA: A ausência de tais letras significa que a rota ATS pertence ao espaço aéreo inferior.1.

2.86 MCA 53-1/2008 9.5.1.3 Simbologia .

. esses devem estar abrangidos pelos limites laterais. deverá ser observado a AIP-BRASIL Parte ENR. Exemplos: 1) Num vôo de SBCF(CNF)/SBKP(CPN). arredonda-se para o nível de vôo IFR imediatamente acima. deve ser registrado a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: W45 BGC DCT. fixos etc. NOTA 5: Fora dos limites laterais e/ou abaixo do nível de vôo mínimo de aerovias.5. NOTA 7: As rotas ATS são balizadas através dos auxílios à navegação (VOR/NDB). Para rota ATS ser utilizada como rota entre dois pontos. NOTA 2: Todas as altitudes são em pés (FT). NOTA 2: A correção referida em (b) anterior é obtida na publicação intitulada “Correção QNE”. distância. não é considerado vôo em aerovia.MCA 53-1/2008 87 NOTA 1: Todas as marcações são magnéticas.. NOTA 3: Todas as distâncias são em milhas náuticas (NM). NOTA 6: Qualquer esclarecimento sobre rumo. b) soma-se a maior correção QNE da rota. e c) soma-se 1000 pés (300m) gabarito.1. deve ser registrada a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: UA317 PAI DCT.2. e não: W45. NOTA 4: Todos os limites verticais de aerovias são em níveis de vôo. ou qualquer aeródromo da TMARJ. Se o valor encontrado não corresponder a um nível de vôo.4 O cálculo do nível mínimo para vôo IFR fora de aerovia obedece aos seguintes critérios: a) procurar a altitude do ponto mais elevado dentro de uma faixa de 16NM (30 Km) para cada lado do eixo da rota. 2) Num vôo de SBBR(BRS)/SBGL(CAX). 9. e não: UA317. nível mínimo. NOTA 1: Sobre regiões montanhosas o gabarito é de 2000 pés (600m).

os procedimentos em caso de falha de comunicação com o órgão de controle radar.2.2.2 Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC) Tem por finalidade proporcionar informação detalhada sobre o perfil do terreno de determinada parte da área de aproximação final.2 Carta de Atitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR) Tem por finalidade fornecer informação que permita às tripulações monitorar e conferir as altitudes ou níveis atribuídos quando sob controle radar.3. onde existirem obstáculos.88 MCA 53-1/2008 9.Tipo A (AOC) Tem por finalidade representar todos os obstáculos existentes nas áreas da decolagem.1:500. podendo variar de 1. 9.3 MANUAL AIP BRASIL .500 e vertical .5. NOTA: As Cartas ARC do Rio de Janeiro/São Paulo e ARC Curitiba/Florianópolis/ Navegantes são distribuídas separadamente do AIP-MAP.400. . São confeccionadas em duas escalas: horizontal. para que os exploradores de transporte aéreo possam avaliar o efeito do terreno ao determinar a altura de decisão empregando radioaltímetro. 9.1 Carta de Obstáculos de Aeródromo . textualmente. São obrigatórias para todos os aeródromos dotados de equipamentos para aproximação por instrumentos de Categoria II e III.1:2.5.5.5.2 MANUAL AIP-BRASIL 9. por intermédio de cartas avulsas. Descreve.000 até 1:2. podendo variar de 1:10.5.MAP 9. 9.000 até 1:24.1 Carta de Área (ARC) É uma carta avulsa que se destina a proporcionar ao piloto informações que facilite sua tarefa nas transições entre o vôo em rota e a aproximação para um aeródromo através de áreas terminais com estruturas complexas de rotas ATS. que possam ter interferência na limitação operacional das aeronaves durante a decolagem.000 e vertical. São confeccionadas em duas escalas: horizontal . nas quais as informações não possam ser adequadamente representadas na escala das ERC.5. É obrigatória para todos os aeródromos abertos ao tráfego aéreo comercial internacional.3.

desde o pátio de estacionamento até a pista de pouso e vice-versa. É identificada pelo nome do fixo ATS a que se destina a aeronave. no momento da transição para o vôo visual e para a rápida saída da pista depois do pouso. perfil longitudinal e observações (RMK) sobre utilização das pistas e pátios representados. onde as saídas se bifurcarem. de modo a facilitar a aproximação para a pista em uso.3 Carta de Pouso (LC) Tem por finalidade fornecer uma ilustração do aeródromo. sinalização horizontal.3.6 Carta de Aproximação Visual (VAC) A função desta carta é proporcionar ao piloto uma visão gráfica dos procedimentos de circulação visual no tráfego para pouso ou decolagem.5.3.4 Carta de Aeródromo (ADC) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo a informação necessária para facilitar o movimento das aeronaves no solo. .5.3.5. A carta de aeródromo possui no seu verso informações sobre as características físicas do aeródromo. Contém uma representação gráfica das principais instalações e serviços existentes no aeródromo.5 Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC) Destina-se a proporcionar os detalhes necessários para os movimentos das aeronaves entre as pistas de táxi e as posições de estacionamento nos pátios e vice-versa. coordenadas das cabeceiras. NOTA: Essa carta está sendo substituída pela carta de aeródromo (ADC). no verso. temperatura de referência. a designação será a do fixo comum.7 Carta de Saída por Instrumentos (SID) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo as informações que permitem chegar à rota prevista. 9. A carta de estacionamento de aeronaves possui.MCA 53-1/2008 89 9. Quando a saída se destina a dois ou mais fixos. distâncias declaradas. auxílios visuais.5.3. auxílios luminosos. dos pontos INS e observações (RMK) sobre a utilização dos pátios representados. provendo as informações necessárias para pouso. 9. É publicada somente para os aeródromos onde o tráfego visual para o aeródromo for diferente do circuito padrão.5. em saídas por instrumentos.3. informações sobre as coordenadas dos pontos de estacionamento. 9. 9.

9. ILS.3.3.3. GPS. sem espaço.3. desde a fase em rota até a fase de aproximação. 9.5.5.5. VOR.5.2 Nos procedimentos conjugados. a informação “CAT II”. RADAR. ora existentes com pontos de notificação e fonética de quatro letras serão gradativamente substituídas para adequar-se ao preconizado pela OACI.90 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Quanto ao número de letras deverão ter a grafia e a fonética com cinco letras.5.1. Exemplo: ILS RWY 10 CAT II 9.3. os tipos de auxílio-rádio serão separados por uma barra diagonal inclinada à direita.5. será acrescida uma letra após o tipo de procedimento. 9. NOTA 2: As SID. PAR).1. seguida da abreviatura RWY e designador da THR ou das THR.3. nos procedimentos somente para circular e.3 Nos procedimentos ILS com categoria II ou superior à categorização do ILS.9. caso tenha um outro procedimento com mesmo tipo e RWY. 9. a identificação será precedida da sigla “RNAV” e com os auxílios utilizados para a execução do procedimento logo a seguir da sigla e entre parênteses.9 Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC) Tem por finalidade proporcionar a representação gráfica vista em planta e em perfil de uma aproximação por instrumentos. Exemplo: ILS/DME VOR/DME LLZ/DME 9.9. após a identificação da pista.4 Nos procedimentos de navegação de área.1.9.9. será colocada.5.3. É obrigatória para todo aeródromo aberto para operações por instrumentos (IFR).9. aproximação perdida (arremetida) e a órbita de espera.8 Carta de Chegada Padrão por Instrumento (STAR) Tem por finalidade proporcionar à tripulação de vôo a informação que lhe permita seguir a rota de chegada padrão por instrumento designada.1.1 Identificação 9.1 A identificação do tipo de procedimento de aproximação por instrumentos será colocada na margem superior direita da carta e feita pelo tipo de procedimento (NDB. Exemplos: RNAV(VOR / DME) RWY 24 .

9.3....3. que utilizem os mesmos auxílios à navegação.. Descida CHARLIE 1.. e assim sucessivamente.1.5. Exemplos: VOR A RWY 02 e VOR B RWY 02..5.1. Exemplos: VOR Z RWY 14. Descida ECHO 1. indica-se que o procedimento poderá ser executado utilizando-se qualquer dos sistemas para a navegação de área.6 Para procedimentos somente para circular.7.3. a identificação será seguida de uma letra do alfabeto. . a identificação será seguida de uma letra do alfabeto.. ALFA 2.9.. BRAVO 2.9. seguido do tipo de auxílio-rádio principal (DELTA 1 RWY 15-VOR). 9. iniciando por Z e em seqüência descendente.9. e assim sucessivamente. ECHO 2. NOTA 2: Nos procedimentos exclusivamente para helicópteros será colocada após a identificação da pista. 9. NOTA 1: A ausência de auxílio-rádio após a sigla RNAV. Exemplos: PAR RADAR (Não precisão) ILS VOR NDB Descida ALFA 1. CHARLIE 2.. iniciando por A e em seqüência ascendente..MCA 53-1/2008 91 9.7 A identificação abaixo está sendo gradativamente substituída pela identificação supra citada. Descida BRAVO 1.. DELTA 2. 9.5 Quando houver mais de um procedimento que utilize os mesmos auxílios à navegação..1 O nome do procedimento é identificado por um grupo alfanumérico e pela designação da pista para a qual se aplica o procedimento. Descida DELTA 1..1. VOR Y RWY 14.5. Exemplo: VOR RWY 10 (HEL ONLY).3..1.5.. a informação “ HEL ONLY “.

9.5.1.3.5. ou seja.1.9 Altitude Mínima de Setor (MSA) .8 Procedimento 1o AERÓDROMO 2oAERÓDROMO ALFA BRAVO CHARLIE DELTA ECHO FOXTROT GOLF HOTEL INDIA JULIETT 3o AERÓDROMO KILO LIMA MIKE NOVEMBER OSCAR 9.92 MCA 53-1/2008 NOTA: Quando houver mais de um aeródromo. operando por instrumentos. localizados dentro de uma mesma TMA/CTR. os procedimentos receberão designadores na seguinte ordem de importância dos aeródromos: AUXÍLIO PAR RADAR ILS VOR NDB 9.9.3. sob jurisdição de um mesmo APP.

.1.9. 9.5.altitude obrigatória 9.11 Especificações a) tipo de operação do aeródromo: IFR diurna ou noturna.4. etc. CATEGORIA A B C D E 9.3.5.1. cartas de rota.4. tais como: auxílios-rádio.altitude mínima .5.10 Altitudes Representação Gráfica: 3000 pés 4000 pés 5000 pés 6000 pés 9.1 Carta Aeronáutica Mundial (WAC) Tem por finalidade atender aos requisitos da navegação visual. tomando-se como base a velocidade na configuração de pouso.5. espaços .MCA 53-1/2008 93 9.altitude recomendada .9. A carta é também empregada para: a) servir como carta aeronáutica básica na confecção das cartas de área.4 OUTRAS CARTAS KT menor que 91 KT de 91 KT a 120 KT de 121 KT a 140 KT de 141 KT a 160 KT de 161 KT a 210 KT .altitude máxima . aeródromos.5.1 Características: a) composta essencialmente de uma base geográfica (de escala maior a fim de que seja obtida a precisão requerida) sobre a qual são adicionadas as informações aeronáuticas. principalmente ao realizado à alta altitude. e b) utilização no planejamento de vôo.1.3. b) teto. e c) visibilidade: a categorização da aeronave é de responsabilidade exclusiva do piloto em comando.

1. seção 3.3. conforme sua finalidade.3 Escala 9. Exemplo: 1:1.2. 9.2. subseção 2.1 Escala é a relação entre uma dada distância na carta e a que ela representa na superfície da terra. arredondada para o múltiplo de dez metros imediatamente superior.1. Para vôos IFR fora de aerovia.2 Recomenda-se também.4. cabendo a cada país a responsabilidade pela edição das folhas compreendidas pelo seu território.4.5. b) compilada a partir de uma base cartográfica. bem como as altitudes máximas de quadrícula.1 Tendo em vista a base geográfica utilizada na compilação da série WAC. parte GEN. c) deve indicar claramente os principais acidentes planimétricos.000.4.000 (um por um milhão) .5. que o uso da carta se limite à navegação VFR.2 Restrição ao uso 9. alerta-se aos usuários que as elevações constantes dentro de cada quadrícula podem estar com incorreção de altimetria.1. 9.5.4.000. d) obrigatória para todo o mundo. NOTA: As correções sobre tais cartas podem ser obtidas na AIP-BRASIL.1.4. a ICA 100-12 deve ser consultada. e f) produzida na escala de 1:1. e) são necessárias 46 folhas (4x6 graus) para cobrir todo o território brasileiro.000. 9.94 MCA 53-1/2008 aéreos condicionados.5. juntamente com um resumo das características dos aeródromos e dos auxílios-rádio. que nada mais são que a maior elevação dentro de uma área compreendida entre um grau de diferença de latitude e um grau de diferença de longitude. tanto para mais como para menos.5.1.

5. principalmente. os valores indicados serão expressos.MCA 53-1/2008 95 9. São utilizados. 100. referidos ao nível médio do mar (MSL).5. referente ao elemento de maior elevação (cota) conhecida em cada quadrícula. cores hipsométricas. um grande número de plotadores que nada mais são que uma combinação de régua e transferidor. uma unidade na carta representa um milhão de unidades na superfície. indicará que esse valor é baseado em uma elevação estimada.1. respectivamente. Exemplo: 38 3800FT ALT NOTA: Tendo em vista algumas cartas ainda possuírem elevações em metros.4.1.1. A unidade mais usada é o centímetro.5.000 cm = 1 Km Assim: Escala 1:250. incluindo terrenos e obstáculos.1. na medida de rumos verdadeiros e eventualmente para achar distâncias. 9.000 1cm = 10 Km etc 9.5.000 1:500.4.1.4.4 Elevações máximas 9.4.5.5.2 Isto quer dizer que. através dos algarismos grandes e pequenos. 9.3.4. com intermediárias de 330 pés quando necessário.1 Existe. O valor é baseado na informação disponível.4.2 As formas de terreno são indicadas pelo sombreado do relevo. em centenas e dezenas de metros. Caso esses algarismos estejam acompanhados de um sinal de subtração (-).1 Os valores das elevações máximas indicadas nas quadrículas limitadas pelas linhas graduadas de paralelos e meridianos.4.5 Km 1cm = 5 Km 1:1. .000 1cm = 2.000. pontos cotados e curvas de nível a intervalos de 100 pés.5 Determinação de Rumos e Distância 9.5.4.1. são representados em milhares (algarismos grandes) e centenas (algarismos pequenos) de pés acima do nível médio do mar.

identificar a linhas isogônica mais próxima aos pontos plotados e atualizá-la. Medindo o Rumo Magnético . de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo. deve-se ajustar o plotador circular. conforme a variação indicada na carta.2 logo após.5.3 caso não cruze um ou mais meridianos.4 logo após.4. de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo. Assim. Assim.5.RV: 1 2 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota.1 se cruzar. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada. medir o Rumo Verdadeiro. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro. 3.1 se cruzar. 7 somar o valor angular da linha isogônica identificada e atualizada com o Rumo Verdadeiro. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas. ajustar o plotador circular. de forma que o rumo 0º coincida com um meridiano. 3.2 logo após. de forma que o rumo 00º coincida com um meridiano.2 Instruções de Uso do Plotador Medindo o Rumo Verdadeiro . observando as setas de indicação de rumo e contra-rumo. 8.3 caso não cruze um ou mais meridianos. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas. deve-se ajustar o plotador circular. ajustar o plotador circular. 3.96 MCA 53-1/2008 9. alinhar a régua de plotar entre os pontos. e 3 observar se a rota cruza um ou mais meridianos.1. . O resultado dessa operação será igual ao Rumo Magnético. 8 observar se a rota cruza um ou mais meridianos.Rmg: 4 5 6 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota. 8. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro. 3. 8.

constatando. assim.5. a distância.1. Para se achar o Rumo Magnético. deve-se posicionar o Rumo verdadeiro medido e constante do plotador circular.4 logo após. observando a escala apropriada. deve-se observar o valor atualizado da declinação magnética. no plotador circular. face a sua posição geográfica no globo terrestre. . Esse valor é o Rumo magnético.4. NOTA 1: Para atualizar a linha isogônica. constante da marcação citada.1 As figuras seguintes servem de ilustração para esclarecer as instruções de uso do plotador. deve-se multiplicar a variação anual pelos anos que se passaram até o momento atual. 9.2. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada. no rumo 0º. constante da marcação de declinação magnética. NOTA 2: No Brasil. Medindo as Distâncias: 1 2 verificar as marcações constantes na régua. e alinhar essas marcações com a rota designada. sempre somarão as linhas isogônicas ao Rumo Verdadeiro.MCA 53-1/2008 97 8. Em seguida. e conferir.5. o valor coincidente com essa declinação.

1.4.1.1 Para medir Rumo Verdadeiro: .5.5.98 MCA 53-1/2008 9.2.

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99

9.5.4.1.5.2.1.2 Para medir Rumo Magnético:

100

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9.5.4.1.5.2.1.3 Para o cálculo do rumo magnético (Rmg), adicionar ao rumo verdadeiro (Rv) a declinação magnética (Dmg) média, realizando a correção das linhas isogônicas através da variação anual.

Variação anual: 10’W para 1996 Dados: Rv = 080º Dmg =11ºW Correção: (para 2008) 12 anos x 10’= 120’ou 2º Rmg = 080º + 11º + 2º Rmg = 093º 9.5.4.2 Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV) Destina-se, como as WAC, a atender as necessidades do vôo visual, principalmente ao realizado à média altitude. É editada na escala de 1:500.000 e é recomendada pela OACI. São necessárias 158 folhas (2x3 graus) para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.3 Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV) Produzida na mesma escala das CNAV com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CNAV em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica.

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9.5.4.4 Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP) Produzida de forma semelhante à WAC, na escala de 1:250.000 e, como ela, destina-se ao vôo visual, principalmente ao realizado à baixa altitude. Não está prevista pela OACI. Há necessidade de 557 folhas (1x1,5 graus)para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.5 Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP) Produzida na mesma escala das CAP com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CAP em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica. 9.5.4.6 Carta de Rotas Especiais para Aeronaves (REA) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde a aeronave obedecerá a condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de facilitar o fluxo de tráfego visual, em locais de grande movimento. Esse tipo de carta também é confeccionado para o tráfego de aeronaves sem transponder, identificada com a abreviatura REAST. 9.5.4.7 Cartas de Rotas Especiais para Helicópteros (REH) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde o helicóptero obedecerá condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de disciplinar o tráfego VFR, evitando conflito com o tráfego IFR e proporcionar o máximo de áreas livres no solo para pouso de emergência. 9.6 9.6.1 ATUALIZAÇÃO As Cartas sofrem substituição sempre que haja alterações importantes a serem

introduzidas. 9.6.2 No final de cada ano será editado o calendário de publicação das emendas às Cartas de

Planejamento (FPC), de Rotas (ERC), as contidas na AIP-Brasil e na AIP-Brasil - MAP, indicando as datas limites de recepção da informação no ICA, as de expedição, as previstas para o recebimento pelos usuários e, ainda, as de entrada em vigor.

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9.6.3

Poderá ser necessário editar novas cartas que fazem parte da AIP-MAP, essas serão

editadas conforme calendário de Suplemento AIP, não sendo incluídas na edição normal, saindo sempre sob a forma de Suplemento AIP. No entanto, a efetivação delas será publicada através de um NOTAM. Essas cartas devem ser inseridas no manual AIP-MAP e a sua Lista de Verificação deve ser atualizada de forma manuscrita, até que passe a constar em uma nova lista. 9.6.4 A quantidade de ciclos AIRAC de distribuição das cartas acima será estabelecida pelo

DECEA. 9.6.5 As outras cartas (ver 9.5.4) vem sendo impressas e reimpressas sem prazos pré-

determinados. 9.6.5.1 Em caso de pequenas alterações, que não exijam substituição, a correção das cartas poderá ser feita através das páginas de "correções manuscritas" existentes no AIP-BRASIL, GEN 3.2.8 (Correções das cartas que não são publicadas na AIP).

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10 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO Nesse capítulo serão abordados Regras e Procedimentos de Tráfego Aéreo necessários para o cumprimento e bom desempenho das atividades rotineiras do Serviço de Informação Aeronáutica. As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços ATS podem se adquiridas na ICA 100-12, que contém as seguintes informações relacionadas: a) regras do ar, gerais, de vôo visual e de vôo por instrumentos; b) espaço aéreo sob jurisdição do Brasil; c) estrutura do espaço aéreo; d) classificação do espaço aéreo ATS; e) aerovias; e f) serviços de controle de área, aproximação, aeródromo, informação de vôo e de alerta. 10.1 REGRAS DE VÔO VISUAL 10.1.1 Exceto quando operando como vôo VFR especial, os vôos VFR deverão ser conduzidos de forma que as aeronaves voem em condições de visibilidade e distância das nuvens iguais ou superiores àquelas especificadas na Tab.1 (ver 10.1.2). 10.1.2 Não obstante o estabelecido anteriormente, os vôos VFR somente serão realizados quando simultânea e continuamente puderem cumprir as seguintes condições: a) manter referência com o solo ou água de modo que as formações meteorológicas abaixo do nível de vôo não obstruam mais da metade da área de visão do piloto; b) voar abaixo do nível de vôo 150 (FL150); e c) voar com velocidade estabelecida conforme a Tab.1.

tendo como referência a estrutura mais elevada da parte edificada.4. e c) sobre estabelecimentos penais em altura inferior a 300 metros (1000ft). o que for maior Livre de nuvens e avistando o solo das Livre de nuvens 1500m horizontalmente 1500m horizontalmente 300m (1000FT) verticalmente 300m verticalmente Visibilidade 8Km se voando 8 Km se voando no ou 8 Km se voando no ou no ou acima do acima do FL100 acima do FL100 FL100 5 Km se voando 5 Km se voando abaixo do abaixo do FL100 FL100 5 Km se voando abaixo do FL100 5 Km Limite de 380 Kt Velocidade 250 Kt IAS se voando abaixo do FL100 380 Kt IAS se voando acima do FL100 Tab. 1 10. 10.1. em altura inferior a 300m (1000 pés) acima do mais alto obstáculo existente num raio de 600m em torno da aeronave. povoados. em altura inferior a 150m (500 pés) acima do solo ou da água.1. entrar na ATZ ou no circuito de tráfego de um aeródromo se: a) o teto for inferior a 450m (1500 pés). exceto quando autorizada pela autoridade governamental competente.1 As aeronaves em vôo VFR dentro de TMA ou CTR não deverão cruzar as trajetórias dos procedimentos de saída e descida por instrumentos em altitudes conflitantes. caso descumpra essa norma. NOTA: A aeronave estará sujeita à ação policial. . 10. o vôo VFR não será efetuado: a) sobre cidades. b) em lugares não citados no item anterior. bem como não deverão bloquear os auxílios-rádio sem autorização do respectivo órgão ATC.104 MCA 53-1/2008 F CLASSE DE ESPAÇO AÉREO Distância nuvens B CDE Acima de 900m (3000 FT) AMSL ou acima de 300m (1000 FT) sobre o terreno o que for maior G A 900m (3000 FT) AMSL abaixo ou 300m (1000 FT) acima do terreno. aeronaves em vôos VFR não poderão pousar.3 Exceto quando autorizado pelo ATC para atender vôo VFR especial.4 Exceto em operação de pouso e decolagem. decolar. ou b) a visibilidade no solo for inferior a 5 Km. lugares habitados ou sobre grupos de pessoas ao ar livre.1.

1. 10. Esse auxílio visual será instalado a critério de seu proprietário.1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida. quando se tratar de heliponto privado.17.1.2. e b) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos de partida. c) os aeródromos de partida. de destino e de alternativa deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR.5 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VÔO VFR 10.17. (NR) . idêntico critério se aplicará à alternativa.2. .5. caso contrário.1: a) o piloto deverá possuir habilitação para voo IFR. b) a aeronave deverá estar homologada para voo IFR.2.17. e) referente ao farol de aeródromo.Portaria DECEA No 63/SDOP. se a hora estimada sobre esse (via .3.3.1.4 e 15. g) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação VFR noturna.1.1.sistema de luzes das pistas de pouso em funcionamento (ver itens 15.2 Período Noturno Além das condições prescritas em 10.MCA 53-1/2009 105 10. de destino e de alternativa deverão dispor de: .2.5). f) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação VFR noturna. de 21 de outubro de 2009. e .2.indicador de direção de vento iluminado ou Órgão ATS em operação.3. caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período noturno. de destino e de alternativa deverão estar registrados ou homologados para operação VFR. 15. o voo deverá ser iniciado no período diurno. atendidas as exigências para o voo VFR diurno. visto que a operação é de sua inteira responsabilidade.5.farol de aeródromo em funcionamento.5.1. sua exigência poderá ser dispensada a critério do órgão regional do SISCEAB quando se tratar de heliponto público. d) a aeronave deverá dispor de transceptor de VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com Órgãos ATS apropriados.

2. exceto quando autorizado em contrário pelo respectivo ACC. quando o aeródromo de destino for o mesmo aeródromo de partida. não se aplicarão ao vôo VFR noturno as exigências contidas em a) e b). mesmo que não exista um aeródromo de alternativa habilitado para operação noturna no espaço aéreo em questão ou o vôo for evoluir em CTR ou TMA contíguas. serão selecionados conforme a Tab. o vôo VFR em nível de cruzeiro.6 NÍVEIS DE CRUZEIRO Exceto quando autorizado pelo Órgão ATC. 10. quando realizado acima de 900m (3000 pés) em relação ao solo ou água.2.3. quando realizado dentro de um raio de 50Km (27NM) do aeródromo de partida. incluindo as projeções dos limites laterais.2 (ver 10. em função do rumo magnético da rota a ser voada.1) e com o item 10.106 MCA 53-1/2008 aeródromo ou heliponto de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período noturno.2 NÍVEIS DE CRUZEIRO Os níveis de cruzeiro de vôos IFR efetuados dentro e fora dos espaços aéreos controlados.2 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR) 10. No caso específico de vôo VFR no período noturno nos espaços aéreos citados anteriormente.5.4).1).3. .1. 10. 10. e na inexistência desses espaços aéreos. nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis em algumas aerovias e nas aerovias ou trechos de aerovias de mão única. também será dispensada das exigências contidas em a) e b). nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis e nas aerovias de mão única. será efetuado em um nível/altitude apropriado à rota.3.2.1. 2 (ver 10.2.1 NÍVEIS MÍNIMOS Exceto quando necessário para pouso ou decolagem. de acordo com a Tab. NOTA: Para o cálculo de nível mínimo IFR fora de rota ATS (ver 9. CTR ou TMA. o vôo IFR deverá ser realizado em nível não inferior ao nível mínimo de vôo estabelecido para a rota a ser voada. e h) quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ.

5.2. deverá possuir uma carta de aproximação por instrumentos (IAC). as condições meteorológicas predominantes nesse aeródromo ou heliponto deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR . Nesse caso. para a realização dos procedimentos IFR convencionais.3. e) auxílio-rádio à navegação homologado pelo DECEA. Nessa situação o voo somente poderá partir VFR. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) .1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida. d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida. h) para operação de decolagem IFR. poderá ser utilizada para execução do procedimento IFR. aprovada pelo DECEA. de destino e de alternativa deverão estar homologados ou registrados para operação IFR diurno.2. de destino. de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados. de 27 de abril de 2009.3 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VOO IFR 10. deverá possuir uma carta de saída por instrumentos (SID). aprovada pelo DECEA. b) caso o aeródromo ou heliponto de partida não esteja homologado para operação IFR. NDB ou ILS). g) para operação de pouso IFR. o aeródromo de alternativa selecionado IFR deverá estar operando baseado em IAC convencional (VOR. .8. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. e i) para operação de pouso IFR. c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem (ver 11. f) órgão ATC ou AFIS em funcionamento.4). uma carta de aproximação por instrumentos (IAC RNAV – GNSS) aprovada pelo DECEA.2. em funcionamento.MCA 53-1/2009 107 10.

15.17.1.2. de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados. de 21 de outubro de 2009. d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os Órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida. caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período diurno. b) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação IFR noturna. atendidas as exigências para o voo IFR diurno. se a hora estimada sobre esse (via aeródromo de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período diurno.4 e 15. bastará que esse aeródromo ou heliponto esteja homologado para operação IFR diurna. o voo deverá ser iniciado no período diurno.17.3.17.108 MCA 53-1/2009 10.3. (NR) . e e) os aeródromos ou helipontos envolvidos deverão obrigatoriamente possuir sistema de luzes das pistas em funcionamento (ver itens 15.1.Portaria DECEA No 63/SDOP. idêntico critério se aplicará à alternativa.2 Período Noturno a) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação IFR noturna. de destino.2.2.5 ). c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem.3.2.3.2. caso contrário. .2.

. etc. FL360. FL340. excetuando-se os casos previstos nas REA ou REH e acordos operacionais reconhecidos pelo DECEA. deverão obrigatoriamente selecionar seus níveis IFR da seguinte forma: rumo magnético entre 000º/179º (FL290. (NR) . 10. 2 FL 30 50 70 90 110 130 150 170 190 210 230 250 270 290 330 370 410 450 490 etc. as aeronaves que evoluírem nessa porção (limites verticais e laterais) do espaço aéreo. FL310. FL320. Tab.3. etc). FL380 e FL400). altitude e altura) a serem observados.MCA 53-1/2009 109 10.1 Os níveis de cruzeiro (nível. etc.6. FL370. DE 180º a 359º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 2000 600 1200 4000 1350 4500 45 1850 6000 65 2000 6500 8000 2450 85 2600 8500 3050 10000 105 3200 10500 3650 12000 125 3800 12500 4250 14000 145 4400 14500 4900 16000 5500 18000 6100 20000 6700 22000 7300 24000 7900 26000 8550 28000 9450 31000 10650 35000 11900 39000 13100 43000 14350 47000 15550 51000 etc. F055. de 21 de outubro de 2009. sobre todo espaço aéreo de jurisdição do Brasil e o corredor EUR/SAM (corredor entre a Europa e a América do Sul). FL330. FL350.3 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO 10.) e ALTITUDE EM PÉS (exemplo: A030.3 A RVSM será aplicada no volume de espaço aéreo entre os níveis FL290 (inclusive)/FL410 (inclusive).3. são os constantes da tabela seguinte: RUMO MAGNÉTICO DE 000º a 179º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 3000 35 1050 3500 900 5000 55 1700 5500 1500 75 2300 7500 2150 7000 95 2900 9500 2750 9000 11000 115 3500 11500 3350 13000 135 4100 13500 3950 15000 4550 5200 17000 19000 5800 21000 6400 23000 7000 7600 25000 27000 8250 29000 8850 33000 10050 11300 37000 41000 12500 45000 13700 49000 14950 etc.2 Os dados previstos para serem inseridos no plano de voo CAMPO 15 “NÍVEIS DE CRUZEIRO” (ver 11.3.2) são os constantes nas colunas FL (nível de vôo . rumo magnético entre 180º/359º (FL300. etc.Portaria DECEA No 63/SDOP.5. Dessa forma.exemplo: F030. FL390 e FL410). A055. 10. em obediência às regras de tráfego aéreo. FL 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240 260 280 310 350 390 430 470 510 etc.

f) TMA e CTR estão classificadas como classes C ou D.4. e as inferiores acima do FL145. b) CTA entre o FL145/FL245 estão classificadas como Classe A.2 No Brasil as classes aplicadas são as seguintes: SUJEITO AUTORIZAÇÃO ATC SIM SIM CLASSES TIPO DE VÔO IFR IFR VFR LIMITE DE VELOCIDADE NÃO APLICÁVEL NÃO APLICÁVEL 380KT IAS NÃO APLICÁVEL RÁDIO COMUNICAÇÃO BILATERAL CONTÍNUA BILATERAL CONTÍNUA A B C IFR VFR ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM D IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM IFR E VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO SIM NÃO F/G IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO NÃO 10. estão classificadas como Classe A. GND/UNL ou GND-MSL/UNL estão classificadas como Classe G.4 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS 10. e) aerovias superiores. d) UTA estão classificadas como Classe A. e .110 MCA 53-1/2008 10.3 Deve-se observar que todas as: a) FIR. c) CTA entre o nível mínimo e o FL145 estão classificadas como Classe D.4. 10.4.1 Os espaços aéreos ATS são classificados e designados alfabeticamente de A a G.

1 MUDANÇAS DE REGRA DE VÔO Os órgãos ATC somente aceitarão cancelamentos de planos de vôo IFR para VFR e VFR para IFR. . Durante a aplicação do Plano de Contingência.5 REGRAS GERAIS 10.5. com pouso ou decolagens em aeródromos localizados dentro dos limites laterais desses espaços aéreos. Nesses casos os vôos serão conduzidos como VFR especiais somente nos trechos compreendidos dentro desses espaços aéreos.5. referente à interrupção parcial. para que aeronaves entrem ou saiam de uma CTR ou TMA.1.4 AUTORIZAÇÃO PARA VÔOS VFR ESPECIAIS Quando as condições de tráfego permitirem. b) adicionalmente. referente à interrupção parcial. vôos VFR especiais poderão ser autorizados pelo APP.2 NÍVEL MÍNIMO DE AEROVIA É o nível estabelecido pelo DECEA e indicados nos trechos de aerovias constantes das ERC ou na AIP-BRASIL. 10. todas as rotas ATS do espaço aéreo inferior terão seus níveis de vôo mínimo alterados para o FL160. o APP poderá autorizar vôos VFR especiais para operação local dentro de uma CTR. abaixo do FL145.4). sujeitos às seguintes disposições: a) poderão ser autorizados vôos VFR especiais. com decolagem e pouso no mesmo aeródromo.5.2.3 NÍVEIS MÍNIMOS IFR FORA DE AEROVIA É responsabilidade do piloto em comando calcular o nível mínimo para vôo IFR toda vez que o vôo for realizado fora de aerovia (ver 9. estão classificadas como Classe D. todas as rotas ATS serão reclassificadas como classe G.5. 10. inclusive. 10. 10. se as notificações vierem acompanhadas das mudanças que tenham de ser feitas no plano de vôo em vigor.5. NOTA: Durante a aplicação do Plano de Contingência.MCA 53-1/2008 111 g) aerovias inferiores.

TETO . e e) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos envolvidos deverão ser iguais ou superiores aos seguintes valores: .3000m ou o valor constante da SID (o que for maior).300m (1000 pés). e . d) as aeronaves deverão estar equipadas com transceptor VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATC apropriados. .112 MCA 53-1/2008 c) somente poderão ser realizados vôos VFR especiais no período diurno.VISIBILIDADE .

C e D. CHG e CNL) poderão ser observados nos Anexos B.1 CONSIDERAÇÕES 11.1. ICA 100-15.2 Considerando que o objetivo principal desse capítulo é reunir matérias relacionadas às mensagens veiculadas nas Salas AIS de aeródromo (Planos de Vôo Completo ou Simplificado.3 Dessa forma. ICA 100-4. ICA 100-1.MCA 53-1/2008 113 11 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS 11. FCA 63-50. ICA 100-9. Mensagem de Transporte Especial e Mensagem Administrativa ao SICONFAC) explicando e exemplificando procedimentos que visam divulgar e completar assuntos já tratados em outras publicações oficiais relacionadas a doutrina básica do Especialista AIS. AIC N05/2007 e AIC N19/2008.1. 11. AIP-BRASIL. temos a certeza que o nosso profissional. 11. nunca divorciando a teoria da prática. MCA 102-7. 11.1 As informações abordadas nesse capítulo estão ligadas direta ou indiretamente às seguintes publicações: ICA 53-2. ICA 100-11. ICA 100-12. possa atuar de maneira a aplicar os diversos conceitos a respeito do assunto supracitado. mensagens de atualização de Plano de Vôo. ICA 63-13.1. ICA 100-3.1. AIP-MAP. no desempenho de suas funções numa Sala AIS. uniformizando as ações tomadas no referido órgão. ROTAER. .4 Modelos de Planos de Vôo (Completo e Simplificado) e das respectivas mensagens de atualização (DLA. MCA 100-11. AIC N06/2006.

(NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. CHG. OBSERVAÇÕES: (1) A Sala AIS do aeródromo de partida do voo. VFR. de 27 de abril de 2009. na inexistência de Sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que essa não esteja em funcionamento. Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC (MENOS 20 MIN.2 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) ÓRGÃOS PLN/DLA/CHG/CNL VOO DOMÉSTICO IFR. . VFR. (2) Os COpM das FIR a serem sobrevoadas. VFR. de 27 de abril de 2009. Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC VOO DOMÉSTICO IFR. Y ou Z (1) (PARA TRECHOS INICIADOS NO EXTERIOR APRESENTADOS EM SALA AIS NO BRASIL) PLN VOCOM EMPRESAS AÉREAS CONCESSIONÁRIAS (*) ACC DE ORIGEM DO VOO ACC ADJACENTE ÓRGÃO ATS AD DEST SALA AIS AD PART CGNA CODA COpM (2) X X X X X X X X (1) X X X X X(2) X X X X X X(2) X (3) X (3) X X(4) X X X X X X(2) X (5) X X (6) X (7) (*) X X(2) (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. deverá retransmiti-lo conforme a tabela acima. VFR. a Sala AIS que recebeu o plano de voo (PLN) deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL. VFR. DLA. como se tivesse sido apresentado nessa Sala AIS. (3) Informar ao órgão ATS local pelos meios disponíveis. Excepcionalmente. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL(*) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL COM AVOEM ou AVODAC(*) VOO INTERNACIONAL IFR. sempre antes de encaminhar o PVS e suas mensagens de atualização para transmissão. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO IFR. Y ou Z APRESENTADO EM SALA AIS QUE NÃO AD PART VOO DOMÉSTICO IFR. e CNL) como se fosse a Sala AIS do aeródromo de partida do voo. ao receber o FPL e/ou suas mensagens de atualização. Y ou Z (1) VOO INTERNACIONAL IFR. Y ou Z VOO DOMÉSTICO IFR. VFR. Y ou Z (MENOS 20 MIN.114 MCA 53-1/2009 11. VFR.

deverá ser transmitida também à Sala ARO do aeródromo de partida do voo. (5) Quando se tratar de mensagem encaminhada somente à Sala AIS.AVIAÇÃO GERAL AFIS ARO CGNA CODA COpM (*) INDICADOR DE LOCALIDADE + DESIGNADOR TELEGRÁFICO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO SBRJ SBBR ACC + ZAZX + ZTZX + YOYX + YOYM + YOYG + YSYX + ZPZX + ZXIP(*) + ZXCD + YWYX EXEMPLOS SBBRZAZX SBBRZTZX SBBRYOYX SBBRYOYM SBBRYOYG SBMKYSYX SPIMZPZX SBRJZXIP(*) SBBRZXCD SBCWYWYX (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP.MCA 53-1/2009 115 (4) Mensagens relacionadas ao Voo Internacional. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. mensagem de serviço. . (6) Os ACC das FIR a serem sobrevoadas. devendo ser cumprido fielmente por todos os órgãos que as veiculam. ÓRGÃOS APP TWR AIS AIS MILITAR AIS SATÉLITE . para mensagens NÃO relacionadas aos voos IFR/VFR (Exemplo: PRENOTAM. 11. exceto quando outros procedimentos forem estabelecidos em acordos operacionais homologados pelo DECEA. a empresa exploradora da aeronave ou seu representante credenciado.). além do procedimento cabível a cada tipo de VOO DOMÉSTICO. No caso das mensagens relacionadas à aeronave presidencial. NOTAM. AVODAC. deverá ser acrescido aos indicadores de destinatários previstos o designador do ACC “ZRZX”. CHG. AVOEM. DLA. de 27 de abril de 2009. somente deverá ser utilizado com o indicador de localidade do referido ACC. e CNL) a Sala AIS mais próxima do aeródromo de partida do voo que esteja em funcionamento e que esteja contida na mesma FIR. deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL. etc. NOTA: Os procedimentos previstos nesse item referentes ao endereçamento de mensagens.3 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES ACC RECIFE BRASÍLIA CURITIBA AMAZÔNICA ATLÂNTICO IFR(I/Y/Z)(*) SBREZQZX SBBSZQZX SBCWZQZX SBAZZQZX SBAOZQZX VFR SBREZFZX SBBSZFZX SBCWZFZX SBAZZFZX SBAOZFZX NOTA: O designador telegráfico do ACC “ZRZX”. de 27 de abril de 2009. (7) Quando não existir uma sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que não estejam funcionamento. acrescentar os indicadores de destinatários de todos ACC estrangeiros envolvidos.

ARC. e c) Plano de Vôo Repetitivo (RPL).4. é a Sala AIS de aeródromo.4 GENERALIDADES 11. pelo órgão ATS receptor de um plano AFIL. Suplemento AIP. CHG ou CNL.5 As mensagens de plano de vôo apresentadas e as mensagens de atualização correspondentes originadas pelo explorador.4. ROTAER. 11. FPC).2 O local adequado para apresentação do Plano de Vôo (completo e simplificado).116 MCA 53-1/2008 11.4. cuja decolagem tenha sido de um aeródromo desprovido de órgão ATS. b) antes da partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo controlado (ATZ ou CTR).4. NOTAM.4 Denomina-se plano AFIL é aquele Plano de Vôo apresentado por radiotelefonia a um órgão ATS.1 Plano de Vôo é o documento específico que contém informações relacionadas ao o vôo planejado de uma aeronave ou parte do mesmo que são fornecidas aos órgãos que prestam serviços de tráfego aéreo. quando aplicável. DLA. a saber: a) Plano de Vôo Completo (PVC). 11. b) Plano de Vôo Simplificado Vôo (PVS).6 É compulsória a apresentação do Plano de Vôo: a) antes da partida de aeródromo provido de órgão ATS. para os casos das mensagens FPL. ou d) sempre que se pretender voar através de fronteiras internacionais. 11. c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo controlado. existem três tipos de planos de vôo. dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada.4.3 Os Planos de Vôo IFR e VFR e as mensagens de atualização correspondentes deverão ser originadas e endereçadas pela Sala AIS de aeródromo ou. 11. deverão apenas ser endereçadas à Sala AIS do aeródromo de partida do vôo. ERC. assim como os informes e previsões meteorológicas atualizadas. Poderá ser designado outro setor credenciado.4. 11. conforme legislação em vigor. AIPMAP. . Em função das especificações contidas nesse Manual. tendo em vista a disponibilidade das informações aeronáuticas (AIP-BRASIL. operador ou representante credenciado (Empresas Aéreas).

4. as Salas AIS podem receber e encaminhar os planos de vôo e suas respectivas mensagens de atualização. ou NOTA: Nesse caso.MCA 53-1/2008 117 11. que deve ser preenchido e assinado por pessoa credenciada pelo explorador. de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30). das condições pertinentes ao vôo previsto na AIP-BRASIL. dos horários de nascer e pôr-do-sol dos aeródromos envolvidos. Esse prazo será considerado. nos casos de suspensão de operação para decolagem no aeródromo de partida do vôo. a partir da hora do restabelecimento das operações. antes do preenchimento e assinatura do plano de vôo. Durante o período de suspensão das operações. 11.10 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20).4. 11.4.8 O plano de vôo deve ser apresentado pelo menos a 45 (quarenta e cinco) minutos antes da hora estimada de calços fora (EOBT). no ROTAER. não necessariamente naquela do aeródromo de partida.12) e assinados somente por pilotos ou Despachante Operacional de Vôo (DOV). no aeródromo de partida do vôo. bem como as regras e procedimentos previstos nas legislações pertinentes do DECEA. nos NOTAM.4. exceto o RPL. e terá sua validade até 45 (quarenta e cinco) a partir da EOBT. b) partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo não controlado. deverão ser apresentados. . do cálculo de combustível previsto para o vôo. ou d) vôo que não cruzar fronteiras internacionais.7 É dispensada a apresentação do Plano de Vôo para: a) vôo de aeronave em missão SAR. c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo não controlado. o RCC deve ter condições de fornecer dados necessários do Plano de Vôo aos órgãos ATS envolvidos.4. das condições meteorológicas (informes e previsões meteorológicas atualizadas) dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada. 11. corretamente preenchidos (ver 11.9 Os Planos de Vôo Completo e suas respectivas mensagens de atualização poderão ser apresentados pessoalmente em qualquer Sala AIS de aeródromo. NOTA: Os pilotos e despachantes operacionais de vôo deverão ter ciência. com os seus respectivos CAMPOS.

de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30) deverão ser preenchidos com caneta azul ou preta. de 24 de agosto de 2010. 11. Caso algum CAMPO esteja indevidamente preenchido. houve falha em relação ao cumprimento acima. e sem rasura(s). penalizar o vôo em questão devido aos erros que deveriam ter sido corrigidos quando da apresentação do correspondente PLN.118 MCA 53-1/2010 11. sempre que possível.4. NOTA 1: Entende-se como plano de vôo. no máximo. 11.4. com a Sala AIS que recebeu o PLN. o operador deve solicitar ao apresentador que o corrija e somente receberá o plano de vôo após essa providência. quando em seus campos forem inseridos dados que atendam às instruções e/ou manuais vigentes publicados pelo DECEA.4. b) evitar. O piloto deverá ser orientado a comparecer a esse Setor para regularização. NOTA 3: Ao ser constatada alguma discrepância. corretamente preenchida.11 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20). considerando que.12 Ao receber um plano de vôo (PLN) ou uma mensagem de plano de vôo apresentado (FPL). e . 11. (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. ou mensagem ATS. perceber que há falha nessa mensagem ou se o ACC identificar essa falha e questioná-la. tal Sala AIS.(NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. com a tripulação envolvida e ou com órgão ATS pertinente.14 Quando uma Sala AIS receber um FPL referente a um vôo partindo do correspondente aeródromo. NOTA 2: Não deverão ser recebidos os planos de voo que constarem na lista de inadimplência fornecida pelo Setor de Tarifas da INFRAERO.13 Independentemente do local de partida do vôo. provavelmente. após consulta ao Sistema de Decolagem Certa. deverá: a) envidar todos os esforços possíveis para resolver as falhas detectadas em coordenação. adotar os procedimentos previstos pela ICA 63-27 “Procedimentos dos Operadores AIS Relacionados ao DCERTA”. a Sala AIS que receber o plano de vôo (PLN) é responsável por realizar a crítica inicial em relação ao preenchimento desse plano.4. o operador AIS deverá observar os prazos estabelecidos e verificar se os campos estão preenchidos corretamente. de 24 de agosto de 2010.

bem como as medidas pertinentes para a correção e prevenção implementadas.opcional).4. DLA. o Plano de Vôo não deve ser recebido. 11. . CHG e CNL vindas do exterior. dedicadas aos serviços aéreos privados e de táxi aéreo (CAMPO 8 . do código referente ao SLOT ATC alocado. a fim de possibilitar que tal fato seja analisado.4. 11.15 Todo veículo ultraleve motorizado que evoluir fora do espaço aéreo condicionado previsto para esse vôo. e a outra com o piloto em comando ou explorador da aeronave (segunda via .19 Os dados deverão ser inseridos no primeiro espaço e. 11.4. pelos meios adequados. quando da apresentação do Plano de Vôo (Completo ou Simplificado). o relato dessa ocorrência aos órgãos apropriados. deverá ser observado o procedimento previsto para SLOT ATC de oportunidade.letras G ou N). a discrepância observada ou dados que não atendam às exigências das legislações em vigor. Essas aeronaves devem possuir as marcas de nacionalidade e de matrícula “PU”. ou ao COpM da área ou diretamente ao CODA.17 Orientar a tripulação de aeronave sujeita a AVOEM ou AVODAC. Na inexistência da autorização.21 A hora utilizada será UTC. que deverá ser inserido no CAMPO 18 o número da respectiva autorização de vôo. a existência. no CAMPO 18.18 No tocante às mensagens FPL. 11. devendo ser comunicando imediatamente o fato ao ACC da área. exceto quando a AVODAC for emitida pela SAC. quando no recebimento do Plano de Vôo. 11. aguardando orientações quanto ao procedimento a ser seguido.22 As durações previstas de vôo devem ser preenchidas com 4 algarismos (horas e minutos).4. 11. quando houver espaços em excesso.4. esses devem ser mantidos em branco. 11.4.4. deverá apresentar um Plano de Vôo (Completo ou Simplificado).4.16 Ao receber um NOTAM relativo à declaração de aeroporto coordenado. seguindo sua formatação. compete ao operador AIS. a Sala AIS deverá comunicar imediatamente à SAC local para providencias aduaneira. 11. Caso não exista o código.MCA 53-1/2008 119 c) expedir. verificar.20 O formulário de Plano de Vôo deve ser apresentado em duas vias: a primeira ficará na Sala AIS ou órgão ATS.

baseados em legislação específica sobre o assunto. no máximo. Isto ocorrerá. notificado pelo piloto pessoalmente.5. excetuando-se dessa obrigatoriedade o caso de pouso em aeródromo provido de TWR. a qual será utilizada para compor o indicativo de chamada nos procedimentos de radiotelefonia durante o vôo. sendo necessária a apresentação de um novo PLN. por qualquer razão. as mensagens FPL. PR + 3 letras ou PU + 3 letras). de acordo com as instruções abaixo. automaticamente. houve uma mudança intencional no plano de vôo em vigor (CPL).IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Inserir a identificação da aeronave.26 O FPL. e necessite prosseguir esse vôo. CHG e CNL deverão permanecer arquivados por um prazo de 3 (três) anos. O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo provido de órgão ATS dar-se-á com o pouso no aeródromo de destino. o pouso for realizado em aeródromo que não o de destino. 11. ao se completar o tempo total previsto para o vôo. Esses indicativos foram atribuídos.4.25 O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo desprovido de órgão ATS ocorrerá.23 O espaço sombreado que precede o CAMPO 3 é para o uso exclusivo da Sala AIS ou do órgão ATS receptor de um plano AFIL. relativo à aeronave presidencial. declarado no PLN inicial. tendo em vista que ao efetuar esse pouso. As marcas PPZAA até PPZZZ e PTZAA até PTZZZ são reservadas para as aeronaves em desenvolvimento. deverá ser transmitido aos indicadores de destinatários previstos. através de uma informação de chegada contendo: identificação da aeronave e hora de pouso. modificar ou cancelar os referidos designadores: a) a marca de nacionalidade e de matrícula da aeronave (PT + 3 letras. por telefone ou radiotelefonia. Quando. 11.4.4.24 Os Planos de Vôo. outro plano de vôo deverá ser confeccionado para o novo trecho. 7 (sete) caracteres. com.1 CAMPO 7 . .5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC) 11. com todos os CAMPOS do plano de vôo (CAMPOS 7 ao 19). PP + 3 letras. 11. sendo a D-CCO do DECEA órgão competente para atribuir. 11.4.120 MCA 53-1/2010 11. DLA. onde foi modificado o ponto de destino (tornando-se novo aeródromo de destino).

Esse procedimento somente poderá ser usado. etc. b) e c) anteriores no CAMPO 7.3).2. Exemplos: -TAM8770 VRG2252 ONE6223 c) o designador oficial de matrícula das aeronaves das forças armadas brasileiras.1. ALBATROZ. a expressão RMK/ seguido do indicativo de chamada a ser utilizado (ver 11. desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA. Exemplo: -PTAIS N485JL b) as empresas de transporte aéreo regular realizando vôo de HOTRAN colocarão o designador telefônico previsto de três letras da empresa seguido do número do vôo com 4 algarismos (ver 11.6). substituir os 4 algarismos pela expressão “01” (exemplo: FAB01. e no CAMPO 18. BRS01. construídas por amador e aeronaves experimentais. ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO MARINHA DO MAR + 4 algarismos ou MBR + 4algarismos BRASIL EXÉRCITO BRASILEIRO FORÇA AÉREA BRASILEIRA EBR + 4algarismos ou EXB + 4algarismos FAB + 4algarismos ou BRS + 4algarismos ESPAÇO AÉREO ESTRANGEIRO MBR + 4algarismos EXB + 4algarismos BRS + 4algarismos d) no caso de aeronave presidencial. PT01). MAR01.5. Excetuam-se dessa regra. e) no caso do vôo em formação.MCA 53-1/2008 121 em processo de homologação. em conformidade com a Circular de Informação Aeronáutica especifica sobre o assunto.5. e a marca PU aos veículos ultraleves motorizados. as codificações de aeronaves militares (GORDO. o registro será da identificação da aeronave líder da esquadrilha.) e as aeronaves envolvidas em operações aéreas de segurança pública e/ou de defesa civil.8. o piloto deverá inserir a marca de matrícula da aeronave de acordo com as letras a). . e f) quando o indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia for diferente de uma das formas apresentadas anteriormente.8.

1. deverá ser inserida a letra referente ao primeiro trecho.Y CAMPO 8 .se IFR primeiro d) Z .1.1 Inserir uma das seguintes letras para indicar a regra de vôo que o piloto se propõe a observar: a) I . o piloto deve inserir.Z N0190F130 N0190F085 W47 LON/N0190F095 VFR W26 CTB/N0190F080 IFR W48 DCT PAF170080/N190F080 IFR DCT PAF/N0190F65 VFR W1 11.2 CAMPO 8 . d) M .2.para aeronaves militares.1 Regras de vôo (1 caractere) 11.5.2.se VFR c) Y . Exemplo: -IM .122 MCA 53-1/2010 11.2.5.5.2 Para os casos que o piloto desejar registrar sua rota com mais de uma regra de vôo.se IFR. CAMPO 8 .5. observando o disposto no CAMPO 15.5.2.para aeronaves da aviação geral (ver ICA 102-8 GRUPO II). no CAMPO 15.se VFR primeiro Exemplo: -Y 11.para aeronaves de transporte aéreo não regular (ver ICA 102-8 GRUPO II).1.2. o(s) ponto(s) de mudança(s) de regra(s) de vôo.5. b) N . 11.para aeronaves de transporte aéreo regular (ver ICA 102-8 GRUPO I).3 No caso de utilização de Y ou Z.2 Tipo de vôo (1 caractere) Inserir uma das seguintes letras para indicar o tipo de vôo nacional ou estrangeiro: a) S . ou e) X . c) G .para aeronaves de categoria distinta das indicadas.REGRAS E TIPO DE VÔO Deve-se observar o seguinte: 11. b) V .

8. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.5. b) M . para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.MCA 53-1/2008 123 11.000kg e superior a 7. O vôo em formação de aeronaves civis somente será realizado quando autorizado por órgão competente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Esse designador consta no MCA 100-11.FAB2231 CAMPO 9 .1.3.1 Inserir a esteira de turbulência usando a codificação abaixo: a) H .5.LEVE.1.3 CAMPO 9 .5.1.3.8.7).5 CAMPO 18 .5.5.7).REG/FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 11. ou ZZZZ.NÚMERO E TIPO DE AERONAVES E CATEGORIA DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA 11. Exemplo: /M . Quando for registrado ZZZZ. quando não houver designador estabelecido. precedido de TYP/ (ver 11. e c) L . 136.000kg ou mais.1 Número de aeronaves (1 ou 2 caracteres) Inserir a quantidade de aeronaves quando se tratar de vôo em formação. inferior a 136. 7.000kg ou menos.5.8.000kg.MÉDIA.3e 11.PESADA. Exemplo: E120 11.2 Tipo de aeronave (2 a 4 caracteres) Inserir o designador apropriado da aeronave.3.5. CAMPO 7 .5.3. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.3. Exemplo: Aeronaves FAB2231 FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 realizarão um vôo em formação e a primeira é a aeronave líder (ver 11. indicar o tipo da aeronave no CAMPO 18. incluindo a aeronave líder da esquadrilha. ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo.3 Categoria da esteira de turbulência (1 caractere) 11.

33 Khz (ver NOTA 3) W . 11.4. 11. inserindo a letra “S” entendese que existe na aeronave a combinação dos equipamentos listados anteriormente. em complemento ou substituição ao previsto em a) “S”. de auxílios à navegação e à aproximação.5. ou b) S .RVSM (ver NOTA 5) Z .1 Inserir.5. uma ou mais das seguintes letras.2 No caso de vôo em formação que compreenda aeronaves com categoria de esteira de turbulência diferentes. e esses funcionarem.RNAV/RNP (ver NOTA 2) T .SDGI O .4.UHF RTF V .5. quando necessário.3. informar ao órgão ATS local. de auxílio à navegação e à aproximação.4 CAMPO 10 – EQUIPAMENTO 11. exigidos para a rota considerada ou se esses não funcionarem. exigidos para a rota considerada. uma das seguintes letras.se a aeronave dispuser de equipamentos normais de radiocomunicações. para indicar os equipamentos de radiocomunicações. por radiotelefonia.VHF RTF (ver NOTA 4) Y .124 MCA 53-1/2008 11. o Piloto deverá registrar a da aeronave líder e. no lado esquerdo do CAMPO. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha. Assim.TACAN U . até o momento da decolagem.se a aeronave não dispuser de equipamento de radiocomunicações. para indicar os equipamentos de radiocomunicações.3.2 Inserir. NOTA: São considerados equipamentos normais à combinação dos equipamentos/letras: VHF-RTF (V). VOR (O) e ILS (L). de auxílio à navegação e à aproximação disponíveis e que funcionam: C – LORAN C D – DME F – ADF G – GNSS (GPS) H – HF RTF (ver NOTA 6) I – INERCIAL J – DATA LINK (ver NOTA 7) L – ILS Exemplo: . de auxílios à navegação e à aproximação: a) N . ADF (F).OUTROS (ver NOTA 1) .5.VHF 8.VOR R .

é requerido equipamento radiocomunicação em funcionamento.5.5. NOTA 2: Toda vez que constar no CAMPO 15 ROTA um dos designadores de aerovias: UZ. indicando que a aeronave deve possuir os equipamentos previstos para os seguimentos de rota RNAV envolvidos (DOPPLER ou INERCIAL ou GPS). NOTA 4: Voos realizados nas classes de espaço aéreo ATS de ALFA/GOLF. UQ. e BRAVO/DELTA. para voos VFR.MCA 53-1/2009 125 NOTA 1: Se for utilizada a letra Z.6). para voos IFR. respectivamente). Atlântico. juntamente com a letra “G”. . deverá ser incluído a letra R. (ver 11.8. (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico) excetuando-se os casos especiais previstos na AIP-BRASIL -ENR 3. e pelo espaço aéreo da AORRA. NOTA 7: Para indicar a disponibilidade de uma aeronave com função ADS em serviço.5. o tipo de equipamento precedido de COM/ e/ou NAV/.5. essencial para o voo no continente Europeu acima do FL245.4 e 11. indicando assim que está disponível e em serviço o GPS (ver 11.4.8. UN. deve ser especificado.5. de 27 de abril de 2009. UM. quando o voo for realizado no espaço aéreo abrangido pelas FIR Recife.(NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. em todas as FIR nacionais e o corredor EUR/SAM (ver 11. Canárias.8 e 11.1. UL.1. no CAMPO 18. toda vez que for realizado voo em espaço aéreo fora de cobertura VHF. O espaço aéreo RVSM compreende todos os níveis de voo entre o FL290/FL410 inclusive.5.33kHz. UP. A letra R também deverá ser inserida: para indicar que a aeronave é certificada RNP10.8.1.15). NOTA 6: A inclusão da letra H será compulsória.8. Dacar Oceânica e Sal Oceânica entre o FL290/FL410.9.8.3. conforme o caso (ver 11.5.1. NOTA 3: A inclusão da letra Y indica que a aeronave está equipada com rádios VHF-COM capazes de sintonizar canais com espaçamento de 8.6).1. NOTA 5: Aeronaves aprovadas para realizarem voos sobre área com Separação Vertical Mínima Reduzida (RVSM). UT ou UY.

uma aeronave poderá ser autorizada a decolar com o equipamento inoperante ou ausente.transponder Modo A (4 dígitos .126 MCA 53-1/2008 11.transponder Modo S.15).4 Introduzir. após coordenação e aprovação do órgão ATC local. com a altitude de pressão e a identificação da ACFT.4096 códigos) e Modo C. Estando dentro de uma CTR classificada como “C” ou “D”. O operador AIS somente receberá o Plano de Vôo dos casos citados nesse item. d) X . com a identificação da ACFT.3. b) A .5. quando aplicável. desde que não pretenda evoluir nos espaços aéreos controlados e chegue na FIR através das Rotas Especiais para Aeronave Sem Transponder (REAST) existentes.transponder Modo S. a letra “D”. para indicar que a aeronave possui o equipamento de Vigilância Dependente Automática (ADS) em serviço (ver 11. por aeronaves com o equipamento inoperante ou ausente. porém sem a identificação da ACFT.3 Equipamentos SSR e de vigilância – Função ADS (1 ou 2 caracteres) 11.3.2 NOTA 7 e 11. “B”.5.1.5.transponder Modo S. . ou g) S .3. deverão possuir a bordo o equipamento transponder com 4096 códigos Modos A e C (letra C) em funcionamento ou o equipamento transponder Modo S.8.transponder Modo S. sem a identificação da ACFT e altitude de pressão.4. no lado direito do CAMPO junto ao equipamento SSR. porém sem a altitude de pressão.2 Sempre que as aeronaves pretenderem evoluir nos espaços aéreos ATS classes “A”. “E” e no “G” acima do FL100. no lado direito do CAMPO.3.4.4.transponder Modo A (4 dígitos . “C”.4. registrando o fato no Livro de Registro de Ocorrência.1 Inserir.4096 códigos). c) C .4.4.5. “D”. desde que o órgão ATC local autorize em conformidade à CIRTRAF 100-23. usando uma das letras seguintes para indicar o tipo de equipamento (SSR) instalado na aeronave em funcionamento: a) N – nenhum. 11.5. e) P . 11. f) I .3 A utilização dos espaços aéreos citados acima.5.5. Exemplos: -SDGI/C -SDGIRWZ/S 11. com a altitude de pressão. com altitude de pressão (letras P ou S) em funcionamento. poderá ser concedida.

5.1. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18. Exemplos: -1215 -0000 11. Tendo que registrar uma EOBT à meia-noite. Exemplo: -K0650 b) Nós: a letra N.5.10). seguida de 4 algarismos.6.5.2 Hora (4 caracteres) Inserir a hora estimada de calços fora (EOBT).MCA 53-1/2008 127 Exemplos: -SDGJ/CD -SDGIJRWZ/SD 11. que é a velocidade equivalente corrigida para os erros de densidade (pressão e temperatura).AERÓDROMO DE PARTIDA E HORA 11.5.1.3 O aeródromo de partida poderá também ser designado como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA ou como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO de um vôo. .6.5. IFR diurna e IFR noturna). para o caso do AFIL. ou inserir ZZZZ.5. ou a hora real de decolagem. ( ver 11. 11.5.5. deverá ser inserido os algarismos “0000”. se não houver indicador de localidade.1 Aeródromo de partida (4 caracteres) Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de partida. para o Plano de Vôo apresentado antes da partida. em função de: a) quilômetros por hora: a letra K seguida de 4 algarismos.5.ROTA (VELOCIDADE DE CRUZEIRO.8. VFR noturna. para a primeira parte ou a totalidade do vôo. 11. Exemplos: -SBSJ -ZZZZ NOTA: O aeródromo de partida deverá ser registrado ou homologado para operação pretendida (VFR diurna.1 Inserir a velocidade verdadeira (velocidade aerodinâmica) de cruzeiro. como por exemplo: do sítio de vôo. precedido de DEP/.6 CAMPO 15 .5.5.5 CAMPO 13 . NÍVEL DE CRUZEIRO E ROTA) 11.1 Velocidade de Cruzeiro (Máximo 5 Caracteres) 11.

TMA.5.8.2 Sempre que a velocidade verdadeira.2 O Campo Nível de Cruzeiro somente deve ser preenchido com níveis ou altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro.2. e c) VFR: quando o vôo NÃO tiver sido planejado para ser conduzido em um nível/altitude de cruzeiro VFR.5. (ver 11.2.6. variar ou se espere que varie em 5% a mais ou a menos em relação à declarada no plano de vôo. arredondado aos centésimos mais próximos. somente deverá ocorrer quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ.82) 11.6. no momento em que estiver igual ou abaixo da Altitude . respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo.6. 11. podendo ser especificado no CAMPO 18 como RMK a intenção do Cmt.1 Os Níveis de Cruzeiro (altura. na inexistência desses espaços aéreos.128 MCA 53-1/2008 Exemplo: -N0350 c) Número Mach: a letra M. Exemplo: -M082 (para o Mach 0. altitude ou nível de vôo) que devem ser observados em obediência às instruções previstas são os constantes na tabela de níveis de cruzeiro prevista. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo. Exemplos: Nível de vôo .F065 F110 F370 Altitude .3 O preenchimento desse CAMPO com uma altitude de cruzeiro.6.A050 A035 VFR . em nível de cruzeiro. b) ALTITUDE: a letra A + 3 algarismos. em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida. 11. seguida de 3 algarismos.5. Quando um vôo não for conduzido conforme a tabela de níveis de cruzeiro (nível ou altitude). a expressão VFR deverá ser inserida.5.5.1.5.2.2 Nível de Cruzeiro (Máximo 4 Caracteres) 11.13).6. CTR.CAMPO 15 VFR e CAMPO 18 RMK/500FT AGL 11. Deve-se observar o seguinte: a) NÍVEL DE VÔO: a letra F + 3 algarismos. tal modificação deverá ser notificada nesse formulário. incluindo as projeções dos seus limites laterais ou.2.

assim. 11. a intenção do piloto (ver 11. 11.13). ALTITUDE DE CRUZEIRO RUMO MAGNÉTICO RUMO MAGNÉTICO 000º/179º 180º/359º VFR IFR VFR IFR 035 030 020 055 050 045 040 075 070 065 060 095 090 085 080 115 110 105 100 135 130 125 120 145 140 Exemplo: Sabendo-se que a TA de SBBH é 6000FT.2 Poderá ser registrada uma rota que se inicie em aeródromo situado em aerovia.5. . helicóptero.6. e vice-versa. as altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro (ver tabela abaixo). ou b) DCT (direto . abaixo de 6000FT. Qualquer solicitação do piloto diferente.8. Registra-se. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo.5.6. ao planejar seu vôo. deve ter ciência das alturas mínimas regulamentares para cada tipo de vôo (avião.MCA 53-1/2008 129 de Transição (TA) definida. e a partir de um ponto significativo. etc). seguido de um espaço.6.5. as seguintes ALTITUDES estarão disponíveis para esse vôo: A035 e A055.3. veículo ultraleve motorizado. deverá ser registrada VFR e no CAMPO 18.2. prosseguir DCT para um aeródromo não situado em aerovia. o rumo magnético é 172º e a regra de vôo é VFR. Vale ressaltar que o piloto. como RMK.5.1 Introduzir: a) o designador da rota ATS (aerovia) se os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia).3 Rota (Incluindo Mudanças de Velocidade. Nível e/ ou Regras de Vôo) 11.3.fora de rota ATS) quando os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo NÃO estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia).

5. 11. nível.6 Existindo alguma dúvida (nível mínimo. rota ou regra de vôo.5. fixos compulsório.5.7 Ocorrendo uma alteração referente à velocidade.4 Para vôos fora de rota ATS devem ser inseridos os pontos que não estejam separados por mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou por 200MN (370 km). ou em FIR. quando ocorrer mudança de rota ATS ou mudança de aerovia inferior para superior ou vice-versa.3. etc) em relação a uma rota ATS (aerovia). seguirão diretamente entre os auxílios à navegação e/ou os pontos que definam essa rota. 11. Exemplos: -N0470F350 UW4 POMON/N0470F310 -N0300F230 W10 C/LAP/N0300F230F250 UW10 11. deve-se consultar a AIP-BRASIL parte ENR para esclarecimentos.6.3. 11.6. quando aplicável. será desnecessário registrar a mesma rota ATS após o ponto especificado.8 Convenções Usadas na Composição de uma Rota Exemplos: -N0470F350 -N0230F230 -N0200F080 -M083F410 -N0160F075 -N0210F260 UW4 W10 LAP W42 G677 MSS DCT DCT DCT 1845S05240W DCT DCT LJS313030 UA318 . quando se efetuarem em uma rota ATS estabelecida. incluindo cada ponto onde haverá mudança de velocidade. deverá ser considerado DCT.5 Os vôos.6.3.3. numa ERC ou ARC. mesmo que efetuado sob o eixo dessa rota ATS.3 Um vôo realizado abaixo do nível mínimo de uma rota ATS especificada. prolongamento.6.130 MCA 53-1/2008 11. e não existir modificação na rota ATS selecionada.3. 11.5.6.6. ao nível ou de ambos num ponto significativo.5.3. Excetua-se desse procedimento.5. na medida do possível. seguirão ao longo do eixo definido dessa rota.

b) G677 MSS DCT MSS200080F045 VFR DCT.4 Ponto Significativo (2 a 11 Caracteres) 11.4. c) ponto de notificação compulsório ou a pedido.4. .4.6. Exemplos: a) DTC FLZ270100 DCT. de 27 de abril de 2009. os pontos significativos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS. b) NDB.5.6. e d) G677 FLZ162111 W46. é compulsório. d) coordenadas geográficas.5. existir o registro de um designador de rota ATS ou DCT.6. b) FLZ (NDB Fortaleza). Exemplos (respectivos): a) FLZ (VOR Fortaleza). d) 0556S04305W ou 03S032W.3 Para mudança de regras de voo (IFR para VFR ou vice-versa).MCA 53-1/2009 131 11. c) APAFE. antes de um ponto significativo. assim definido: a) VOR.2 Portanto. e e) FLZ161110 (Ponto situado na radial 161 e à distância de 110NM do VOR FLZ).1 É o designador codificado atribuído a um ponto.6.5.5. c) W10 C/REC/N0200F060F080 G677 (NR) – Portaria DECEA Nº 19 /SDOP. 11. e e) marcação e distância relativa a um auxílio-rádio à navegação. 11.

em 5% da velocidade aerodinâmica (velocidade verdadeira) ou 0.5. Exemplos: a) BHZ/N0270F080. Exemplos: a) W26 JAVAN/N0210F075 VFR DCT. 11.01 Mach (6.5. em relação à declarada no CAMPO 15 Velocidade de Cruzeiro.6. Essa indicação é compulsória na confecção do CAMPO 15 ROTA. os pontos significativos escolhidos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS.6. quando variar ou se espere que varie.1 Introduzir o ponto significativo (ponto de notificação compulsória) escolhido no qual está previsto mudar de regra de vôo. da velocidade de cruzeiro e do nível/altitude de cruzeiro. NOTA: Para mudança de regras de vôo (IFR para VFR ou vice-versa). 11. sem espaços entre eles.2 A velocidade de cruzeiro deverá ser registrada.5.132 MCA 53-1/2008 11. e e) LST/N0160A045. c) 1128S05402W/N0230F130.5.6. seguidos de um espaço. b) ATF143090/N0230F110. expressado exatamente conforme os itens anteriores. e d) DCT MCO360070/N0180F060 IFR DCT PAF W8.1 Introduzir o ponto significativo no qual está previsto mudar de velocidade e/ou mudar de nível/altitude.6. c) DCT PAF/N0180F080 IFR W8. e uma das indicações: VFR (quando de IFR para VFR) e IFR (quando de VFR para IFR).5.5.5 Mudança de Velocidade ou de Nível (Máximo 21 Caracteres) 11. d) XINGU/N0270F090. mesmo quando só se mude um desses dados. .6.61kt) ou mais. seguido de uma barra oblíqua. b) DCT LON171040/N0210F075 VFR DCT.6 Mudança de Regra de Vôo (Máximo 3 Caracteres) 11.6.5.

e b) a hora de pouso seja informada a um órgão ATS por qualquer meio de comunicação.6.MCA 53-1/2008 133 11. até 30 (trinta) minutos além da EET. Exemplos: RALT/ F090 W26 SBCT RALT/ F090 DCT SBCT NOTA 1: O nível de cruzeiro e a rota que serão acrescentados no RALT deverão ser determinados a partir do ponto significativo até o aeródromo de alternativa em rota homologado IFR.5. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral até o ponto significativo previsto para mudança de regra de vôo. . podendo haver discrepância entre esse e o declarado para a primeira parte do vôo. os seguintes procedimentos deverão ser observados: a) CAMPO 15: Registrar a rota normal do vôo. 11. b) CAMPO 16: Registrar pelo menos um aeródromo de alternativa homologado IFR.6. NOTA: Esse procedimento visa evitar que o RCC seja acionado. contudo. se atender as seguintes condições: a) o tempo de vôo do ponto de mudança de regra de vôo até o aeródromo de destino for igual ou inferior ao desse ponto de mudança até o aeródromo de alternativa em rota. caso o vôo esteja sob VMC e o piloto cuidando de sua própria separação. e c) CAMPO 18: Registrar como RALT (indicador de localidade de aeródromo de alternativa em rota) o nível de cruzeiro.6.2 Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR.6. poderá prosseguir para o aeródromo de destino. o órgão ATS considerará que o piloto prosseguirá para o aeródromo de alternativa em rota (IFR).3 Ocorrendo falha de comunicação até o ponto de notificação previsto para a mudança de regra de vôo. NOTA 2: O nível de cruzeiro citado na NOTA 1 será determinado em função do rumo magnético da rota. a rota e o indicador de localidade do aeródromo previsto no CAMPO 16.5. escolhido para tal situação.

caso o nível de cruzeiro IFR .134 MCA 53-1/2008 Exemplo: Ponto PAF092100 VÔO “Y” TRECHO PAULO AFONSO/GARANHUS. estando sob condições meteorológicas de vôo visual (VMC) e o piloto cuidando de sua própria separação. Existindo falha de comunicação bilateral até o ponto significativo escolhido (ponto situado na radial 092º à distância de 100NM do VOR Paulo Afonso). devendo o piloto informar o seu pouso a um órgão ATS. a aeronave. conforme estabelecido no CAMPO 18. tendo em vista a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST ser menor que entre PAF092100 e SBMO. a aeronave deveria prosseguir a partir do ponto significativo (PAF092100). Deve-se observar que. direto até SBMO (RALT). COM RALT EM MACEIÓ: CAMPO 15: N0200F090 W10 PAF092100/N0180F055 VFR DCT CAMPO 16: SNGN0050 SNRU SBMO CAMPO 18: RALT/F090 DCT SBMO Descrição: O vôo será realizado conforme o CAMPO 15. com regra de vôo IFR (FL090). poderá prosseguir para o aeródromo de destino (AD DEST). Caso o piloto desejasse ou a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST fosse maior que entre PAF092100 e SBMO.

por exemplo: do sítio de vôo. precedido de DEST/ (ver 11. seguido da duração total prevista de vôo.5.7 CAMPO 16 .5. também seria necessário inserir a expressão RMK/JÁ VOADO VMC.6. ou do nível a partir do qual está planejada a subida em cruzeiro.6.1. 11. ou inserir ZZZZ. para chegar à vertical de tal aeródromo. sem espaços entre eles.1 Aeródromo de destino e duração total prevista de vôo (8 caracteres) 11. e -N0440F300 DCT C/0548S05506W/N0485F300F340 DCT.2 O tempo estimado para o vôo IFR é a partir da decolagem para chegar sobre o auxílio à navegação no qual se iniciará uma IAC. seguido da duração prevista de vôo.7.11). -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060PLUS W10. No caso do vôo VFR. de outra barra oblíqua. para chegar ao aeródromo de destino. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18.1 Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de destino.7. tempo estimado. da velocidade a ser mantida durante a subida em cruzeiro.8.5. do ponto no qual está previsto iniciar a subida em cruzeiro.4 Subida em Cruzeiro (Máximo 27 Caracteres) Introduzir a letra C seguida de uma barra oblíqua. se não existir um auxílio no aeródromo de destino.5. 11.5. se não houver indicador de localidade como.5. a partir da decolagem.MCA 53-1/2008 135 (FL090) escolhido para esse trecho (entre PAF092100 e SBMO) fosse inferior ao nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR (FIR-Recife FL080).7. IFR diurna e IFR noturna). Exemplos: -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060F080 W10. seguido das letras PLUS. Exemplos: -SBCT0100 -ZZZZ0030 NOTA: Os aeródromos de destino e alternativa deverão ser registrados ou homologados para operação pretendida (VFR diurna. VFR noturna. dos dois níveis que definem a camada a ser ocupada durante a subida em cruzeiro.AERÓDROMO DE DESTINO E DURAÇÃO TOTAL PREVISTA DE VÔO E AERÓDROMO(S) DE ALTERNATIVA 11.1.1. . 11. ou.

136 MCA 53-1/2008 11. 11.1. e um heliponto localizado em plataforma marítima.5. o aeródromo/heliponto de alternativa escolhido deverá ser obrigatoriamente no . um aeródromo de alternativa deve ser indicado. NOTA 2: Tratando-se de vôo VFR de helicóptero.aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir.2 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO (CAMPO 16) . NOTA 3: É obrigatório o preenchimento desse CAMPO com.5. ou inserir ZZZZ. um aeródromo de alternativa em rota (RALT) homologado IFR.7.7. indicando por exemplo: o nome do sítio de vôo. ou 3o) AD ALTN – SBAR SBMO (caso o piloto tenha escolhido SBMO como RALT. precedido de ALTN/ (ver 11. se não houver indicador de localidade. NOTA 4: Vôo IFR de helicóptero realizado entre um aeródromo/heliponto situado no continente continente. pelo menos. NOTA 1: Pelo menos. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. ou 2o) AD ALTN – SNRU SBMO (o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota).5.12).2.7.2. fica dispensada a exigência do preenchimento desse CAMPO. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18.5. o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota). quando for impossível ou desaconselhável pousar no aeródromo de destino previsto.2 Aeródromo (s) de alternativa (4 ou 8 caracteres) 11.1 Inserir o(s) indicador (es) de localidade(s) do(s) aeródromo(s) /heliponto(s) de ALTERNATIVA DE DESTINO e/ou de ALTERNATIVA EM ROTA. Exemplos: 1o) AD ALTN – SBMO (servirá como aeródromo de alternativa em rota e também como aeródromo de alternativa de destino).8.

caso não seja possível utilizar o aeródromo de saída.7.1.5. devendo ser notificado ao órgão ATC apropriado. logo após a decolagem. se for necessário.4 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA PÓS DECOLAGEM (CAMPO 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar. dependendo da autonomia e sujeito à renovação da autorização em vôo. no tocante aos vôos com menos de vinte minutos dos limites entre duas FIR e o vôo envolver essas FIR.3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA (CAMPOS 16 e 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar.8. A forma de registro será a rota que conduzirá a aeronave desde o AD DEST do plano de vôo até o novo destino.8. SBLO SBCT. EET/SBBS0100 EET/SBRE0155 SVD0245 REC0330 EET/SBBS0125 SBCW0230 11. O propósito dessa disposição é possibilitar a renovação da autorização para um novo aeródromo de destino. 11.8.5. caso ocorram condições anormais ou de emergência em rota. SBQV SNXX. mediante a inclusão no plano de vôo da informação relativa à rota modificada e ao novo aeródromo de destino. RIF/G677 SBNT .8 CAMPO 18 .1 EET/ Duração total prevista do vôo desde o aeródromo de partida até o limite de uma FIR.5. for previsto que.7. normalmente situado mais distante do que o constante no CAMPO 16 (AD DEST) do plano de vôo.5. 11. antes da partida. seguido do indicador de localidade de 4 letras do tal aeródromo. Esses dados auxiliam o Especialista AIS no endereçamento do PLN. Poderá ser utilizada também.2.1 Um ou vários elementos separados por espaço. SWXX SWYY. poderá ser tomada a decisão de seguir para outro aeródromo de destino.OUTROS DADOS 11. Exemplos: SBLO.1.MCA 53-1/2008 137 11.5. incluindo o(s) indicador(es) de localidade(s) da(s) FIR adjacente(s) que será(ão) sobrevoada(s). para estimar a duração total prevista do vôo sobre pontos significativos.2 RIF/ Renovação da autorização em vôo poderá ser utilizado quando.2. SNXX. 11.5. consistindo cada elemento de um indicador (3 ou 4 letras e uma barra oblíqua) seguido de texto codificado ou em linguagem clara para completar a informação.

aquelas constantes no HOTRAN (TAM.5 OPR/ Nome do explorador ou proprietário (pare aeronaves civis) ou sigla da Unidade Aérea (para aeronaves militares) a qual pertence à aeronave se não estiver evidente na identificação registrada no CAMPO 7. OPR/DAIS TÁXI AÉREO LTDA OPR/LEBLON S/A OPR/ETA6 11.6 STS/ Solicitação antes da partida de tratamento especial por parte dos órgãos ATS. REG/PPVML REG/FAB2116 REG/FAB2330 FAB2331 FAB2332 FAB2333 (1) REG/PTKRC PTLDQ (1) NOTA: Registro das demais aeronaves no caso de vôo em formação.4 SEL/ Código do sistema de chamada seletiva (SELCAL). (ver CAMPO 7 e CAMPO 9) 11.3 REG/ Marcas de nacionalidade e de matrícula da aeronave. se diferente da identificação registrada no CAMPO 7.5.1.). se for necessário.ONE. O sistema de chamada do posto de pilotagem dispara ao receber o tom codificado SELCAL. SEL/FKLM NOTA: O sistema SELCAL satisfaz os requisitos de manutenção de escuta. o piloto deve incluir o referido código no plano de vôo e pode manter a escuta convencional. 11.8.5.8. O SELCAL deve ser utilizado nas estações que estiverem devidamente equipadas para fazer chamadas seletivas de terra para ar nos canais de rota HF e VHF. GLO. com transmissão em aproximadamente dois segundos. Os tons são gerados no codificador da estação aeronáutica e recebidos em um decodificador conectado na saída de áudio do receptor de bordo. por exemplo.5. VRG.138 MCA 53-1/2008 11.1. sonoros ou de ambos.etc.1.5. dando sinais repetidos de luzes. é a chamada radiotelefônica às aeronaves pela transmissão de tons codificados pelos canais radiotelefônicos. A chamada seletiva consiste na combinação de quatro tons de áudio previamente selecionado. STS/MMI STS/TREN Missão de Misericórdia Transporte de Enfermo . Nas aeronaves equipadas com SELCAL.8.8.1.

A codificação OSAR (Operação de Busca e Salvamento).3 Para que seja configurada uma MMI. STS/NONRNP10 Operadores de aeronaves não certificados RNP10 (concessões especiais). mas que tenha recebido concessão de dispensa do requisito de uso . As aeronaves civis utilizarão a codificação TREN (Transporte de Enfermo ou Destinado a Transportar Enfermo ou Ferido Grave). manutenção ou de primeira STS/NONRVSM entrega (concessões especiais) que não seja aprovada RVSM.MCA 53-1/2008 139 STS/OSAR STS/INSV STS/TROV Operação de Busca e Salvamento (SAR) Inspeção em Vôo Transporte de Órgãos Vitais Vôo de aeronave de estado.6.5.5.1.6. com intenção de ingressar no espaço aéreo RVSM. STS/DEFEC Aeronave em operação especial de Defesa Civil. humanitário. Aeronave sem o VHF COM com capacidade de sintonizar canais de espaçamento de 8. quando os pilotos desejarem obter dos órgãos ATS prioridade para pouso e decolagem na realização de seu vôo. com intenção de ingressar no espaço aéreo RNP10 ou vôo de aeronave de estado.1. 11. STS/SEGP STS/EXM833 mandatário. Aeronave em operação especial de Segurança Pública. em princípio.8. 11.2 As MMI (Missão de Misericórdia) e INSV (Inspeção em Vôo) sempre serão realizadas por aeronaves militares. aquelas aeronaves aprovadas RVSM.5.6. Caso seja implementado o Plano de Contingência nas FIR-brasileiras.33kHz. humanitário ou misericórdia.8.1. somente serão autorizadas a voar. essa deverá ser coordenada pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento (RCC) sob jurisdição da área. sempre será utilizada por aeronaves militares. no espaço aéreo RVSM.1 Registra-se STS. 11. As TROV (Transporte de Órgãos Vitais ou Destinados a Transportar) poderão ser utilizadas por qualquer aeronave.8. inserindo o nível de vôo pretendido no CAMPO 15. manutenção ou de primeira entrega que não aprovada RNP10 para operação dentro do espaço aéreo AORRA (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico).

Exemplo 1: DEP/Fazenda Marabá Exemplo 2: DEP/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ 11.8 COM/Equipamento de radiocomunicações adicionais quando introduzido a letra Z no CAMPO 10.1.1. do sítio de vôo. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16.7 TYP/ Tipo(s) de aeronave(s) precedido(s). da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional. Exemplo: COM/HF SSB 11. do heliponto.9 NAV/Equipamento de navegação adicional.1. do heliponto. em virtude de sua utilização possuir condições especiais.5.8.5. Exemplo: NAV/DOPPLER 11. ou. caso necessário.1.10 DEP/Nome por extenso do aeródromo. Exemplo: TYP/4F5 6F103 TYP/EMB123 11. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional.5.8.8.8. Outra forma também é a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (para heliponto com autorização especial de operação).5.11 DEST/Nome por extenso do aeródromo. quando não houver designador estabelecido. se introduzido a letra Z no CAMPO 10. Exemplo 1: DEST/Fazenda Marabá HELIPONTO1552S04748W NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto onde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso. do número de aeronaves. do sítio de vôo. se registrado ZZZZ no CAMPO 9.8. Exemplo 2: DEST/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ .140 MCA 53-1/2010 11. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 13.1. ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo.5.

Exemplo 1: ALTN/Fazenda Marabá.5.12 ALTN/Nome por extenso do aeródromo. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional ou a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (heliponto com autorização especial de operação). Exemplo 1: RALT/SBSN (1). Exemplo 3: ALTN/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ. do heliponto.8.8. NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto aonde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso. 11. NOTA: É facultativa a inserção desse exemplo para qualquer tipo de vôo. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional por extenso da última decolagem.5.MCA 53-1/2010 141 11. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16.8.1. Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. .13 RALT/Nome do aeródromo(s) de alternativa em rota (1). Exemplo 2: RALT/F090 DCT SBQV (2). indicar o nível de vôo e a rota para o aeródromo de alternativa IFR (2).1.5. do sítio de vôo. (ver CAMPO 15 . do sítio de vôo.14 FROM/Indicador de localidade de 4 letras ou nome por extenso do aeródromo. em virtude de sua utilização possuir condições especiais. Exemplo 2: HELIPONTO1552S04748W.1.MUDANÇA DE REGRA DE VÔO) 11. do heliponto.

M . ou RMK/RDO e NDB SBLP CFM. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. NOTA 1: Esse procedimento não deverá ser aplicado para as aeronaves militares brasileiras. internacionais regulares e não regulares (excluem-se as empresas de táxi aéreo). NOTA 2: Excepcionalmente. brasileiras ou estrangeiras. conforme necessário. poderá ser inserido o aeródromo/heliponto de partida. necessariamente. 11. caso o piloto desconheça o aeródromo da última decolagem. ou . DAT/S DAT/V DAT/H DAT/M DAT/SV (ver CAMPO 10) 11. V . ou IFR DIURNO RMK/RDO AD CFM. designadas para operarem no Brasil.142 MCA 53-1/2008 Exemplo: FROM/SBJP FROM/ Fazenda Marabá. a adequação dos horários previstos de funcionamento dos mesmos para o referido vôo. aeronaves das empresas de transporte aéreo domésticas regulares.8. dos auxílios à navegação aérea ou dos auxílios luminosos que implica.1.enlace de dados SSR em modo S). em função do tempo que a aeronave permaneceu estacionada. para indicar o tipo de enlace de dados quando a letra “J” for inserida no CAMPO 10.1 Confirmação do acerto prévio.5.8. quanto à disponibilidade dos órgãos ATS.Outras informações codificadas ou em linguagem clara 11. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. ou RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM. seguido de uma ou mais letras (S – enlace de dados via satélite. ou RMK/RDO SBLP CFM. RMK/ÓRGÃO ATS e/ou NDB/VOR e/ou AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM IFR DIURNO RMK/RDO e NDB AD CFM.2.2 RMK (Observações) . H enlace de dados HF.15 DAT/ Dados importantes relacionados com a capacidade de enlace de dados.enlace de dados VHF.5.8. ou RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM.5.

5. Contudo. pois dentro desse horário deverão ser proporcionados os serviços de tráfego aéreo determinados.5 É facultada a inserção da expressão “AD” ou “indicador de localidade”. para que os órgãos ATC considerem existente o apoio ao vôo proposto. se existir a necessidade de informar que o piloto fez o pedido e obteve a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas do aeródromo de destino.1. 11. Cabe ressaltar. o plano de vôo só deve ser recebido quando no seu CAMPO 18 possuir uma das expressões citadas no item anterior. quando as condições prescritas estiverem fora do horário de funcionamento.diurno ou O procedimento somente deverá ser efetuado. estará condicionada a confirmação das condições operacionais dos auxílios visuais previstos para esse tipo de vôo.2. já que não existe probabilidade de operações regulares e de emergência.5. que poderão existir situações que o piloto deverá fazer o pedido não só ao Órgão responsável pelo aeródromo de destino. mas também ao responsável pelo aeródromo de alternativa de destino/em rota.2 As expressões deverão ser registradas no elemento RMK. 11.1. ou RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM. ficar com os auxílios luminosos desligados. no período noturno. ou RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM. em virtude das instalações previstas nesses aeródromos puderem. registrando nesse elemento. ou VFR NOTURNO RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM.2.1. 11.2. 11. antes de sua realização.8. que o recebimento do plano de vôo para aeródromos que operam VFR noturno e não possuam Órgão ATS.4 Para o caso cuja operação no aeródromo de destino e/ou alternativa de destino seja somente VFR noturna. sempre de acordo com as condições prescritas para a realização de cada tipo de vôo (IFR ou VFR .2.1. Consta também nas instruções do ROTAER (LEGENDA).8. não sendo necessário o registro dos itens acima.8. deverão ser registrados os indicadores de localidades desses aeródromos.2.1 noturno). .5.8.5.MCA 53-1/2010 143 VFR NOTURNO RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. 11. como também ao do aeródromo de alternativa de destino/em rota.3 Caberá ao piloto fazer o pedido a localidade e obter a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas aplicáveis ao vôo.1.8.5.

8.5.2.2 Emitida pela ANAC (AVODAC) para as aeronaves civis privadas estrangeiras autorizadas a sobrevoar e/ou pousar no território nacional.4 Os mínimos regulares para decolagem IFR em termo de teto e visibilidade.2. mantendo referência visual com o solo. e/ou material bélica e o número de autorização de vôo. mas fora dos limites de uma rota ATS.8. b) civis nacionais e estrangeiras que estiverem equipadas com sensores e/ou equipamentos para aerolevantamento ou pesquisa científica. com finalidade militar.último trecho IFR para VFR). inclusive quando for inserida a rota com destino ao aeródromo de alternativa em rota (RALT/ . .5.8. e c) civis nacionais e estrangeiras transportando carga perigosa.2.3 RMK/AVODAC 645/08 Declaração de já ter voado VMC. no nível e rota propostos.2. RMK/AVOEM 808/08 11. constante na IAC. fora de rota ATS.8. o caso de um vôo IFR entre aeródromos situados dentro dos limites de uma TMA/CTR.2 Número de autorização de vôo 11. Também será abrangido por essa regra. RMK/ JÁ VOADO VMC 11.8. em missão de aquisição de dados ou não.5.5.5. Exceto para as autorizações emitidas pelas SAC.144 MCA 53-1/2008 Exemplos: RMK/RDO e NDB SBLP SBQV CFM RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP SBQV CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SWLC SWKN CFM 11. 11. caso pretenda realizar vôo IFR.1 Emitida pelo EMAER (AVOEM) para as aeronaves: a) militares e civis públicas estrangeiras. são os mesmos previstos para pouso de aeronave categoria ALFA.2.2.2. abaixo do nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR.

b) AERONAVES DE TRÊS OU MAIS MOTORES: não mais do que duas horas de vôo em velocidade normal de cruzeiro.2. pelo menos. Logo. deverão constar no CAMPO 18 do Plano de Vôo Completo a inserção de.Considerando que SBJP possui mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares para decolagem (teto não requerido e visibilidade 600M).3 É imprescindível que exista uma coordenação estreita entre a Sala AIS e o APP ou a TWR. essas operações serão suspensas por iniciativa do APP ou da TWR. em ar calmo. em ar calmo. logo após a decolagem.3 Esse procedimento visa permitir que uma aeronave possa pousar.5.2. com um motor inoperante.1.1. um aeródromo de alternativa pós-decolagem.4.2 Nos casos em que os mínimos meteorológicos estiverem abaixo dos valores previstos na SITUAÇÃO A. sempre que as condições .2.Em SBJP a RWY 16 está em uso com operação normal. SITUAÇÃO B . porém igual ou superior aos mínimos previstos na SITUAÇÃO B.5. caso não seja possível utilizar o aeródromo de partida do vôo.1 Quando as condições meteorológicas estiverem abaixo dos mínimos previstos na SITUAÇÃO B para operação de decolagem IFR.2.8. ou seja. os maiores valores encontrados na IAC para cabeceira oposta (aeronave categoria ALFA). para as aeronaves a jato ou turboélice de dois ou mais motores.5. exceto das aeronaves em Operação Militar.8.4.2. respectivamente.MCA 53-1/2010 145 considerando o setor de decolagem da pista em uso. 11.8.5. 11. com um motor inoperante. 11.5. os mínimos em termo de teto e visibilidade são.2 O aeródromo de alternativa pós-decolagem deverá estar situado dentro das seguintes distâncias em relação ao aeródromo de decolagem: a) AERONAVES DE DOIS MOTORES: não mais do que uma hora de vôo em velocidade normal de cruzeiro. para que esse procedimento possa ser aplicado.8. se for necessário. e c) AERONAVES MONOMOTORAS: não estão autorizadas a realizarem o procedimento desse elemento.4.4. 11. 800FT e 1600M (IAC NDB RWY 34). 11.4.1. Exemplo: SITUAÇÃO A .8.

RMK/AFIL NATHÁLIA LTDA 619998877 RMK/AFIL SBPH 11. sendo de inteira responsabilidade do piloto em comando e do explorador da aeronave.4.2.4.146 MCA 53-1/2008 meteorológicas em termo de teto e visibilidade estiverem abaixo dos mínimos regulares (SITUAÇÃO A do item 11.5. transportando altas autoridades.2 No caso do AFIL.8.2.4 Em função das características das aeronaves envolvidas.5.2).4.8. 11.5. devem introduzir os códigos de "autoridade a bordo" e de "serviços solicitados".8.5 Registro da expressão AFIL seguido do local (preferencialmente com telefone) ou do órgão ATS. com exceção do nome e código ANAC do piloto em comando. de acordo com os dados transmitidos pelo piloto.2).7 Aeronaves militares.2.1 Essa informação será inserida pelo órgão ATS que recebeu o AFIL.2.1. onde se poderão obter as informações suplementares. o CAMPO 19 poderá ser omitido. 11.1.5. porém igual ou superior aos mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares previstos na AIP-MAP (SITUAÇÃO B do item 11. RMK/INDICATIVO DE CHAMADA LOBO NEGRO RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CORSÁRIO02 RMK/INDICATIVO DE CHAMADA ALBATROZ RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CARCARÁ08 11.5.2. RMK/ALTN DEP SBGO 11. os cumprimentos dessas exigências estão previstas no AIP-MAP páginas INS4/INS8.5.8. RMK/3HRP COMANDANTE 3ª REGIÃO . pessoas a bordo e autonomia. quando for diferente da forma de registro no CAMPO 7.5.8.8.8.5. se o plano for apresentado em vôo. 11. Esse procedimento somente poderá ser usado desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA.2. de acordo com os quadros previstos no MCA 100-11 CAMPO 18.5.2.6 Indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia.5.2.8.

8.8.5.2.2.10. deverá ser encaminhada uma Mensagem de Transporte Especial de acordo com as instruções previstas no item 11. acrescida de duas letras do indicador de localidade da OACI do aeroporto coordenado. de 21 de outubro de 2009.2.2. RMK/OPT (aeroporto coordenado) SBGL RMK/OPT SBSP .Portaria DECEA No 63/SDOP.8.12 O SLOT ATC de oportunidade para pouso é concedido no caso de cancelamento de SLOT ATC previamente alocado para outra aeronave e/ou o fluxo de tráfego aéreo no momento permitir a operação pretendida. em outro trecho. RMK/LDG (NOME ou INDICATIVO da Plataforma) CASO VFR NOTA: Esse dado somente poderá ser utilizado para atender essa situação. RMK/ACAS 11. a referidas alteração.8.5.11 Código numérico precedido da sigla CLR.8. apresentando um plano de voo para um aeroporto nas proximidades do aeroporto coordenado.9 Intenção de pouso de helicóptero em voo IFR.MCA 53-1/2009 147 NOTA: Quando registrado no formulário do plano de voo.8. que está condicionado á obtenção de SLOT ATC para operação de pouso e decolagem. RMK/CLR RJ 86145 RMK/CLR GR 85133 (NR) .5. o ACAS será obrigatório para voos no espaço aéreo superior. Ocorrendo Plano de Contingência nas FIR-brasileiras.5. após o TGL.10 Registro de equipamento de Sistema de Anticolisão de Bordo (ACAS) a bordo em funcionamento. destinado à plataforma marítima que não esteja “autorizada” para operações IFR.2. 11. RMK/TGL SBUR 11.5.8 Voo realizando toque e arremetida (TGL) em um determinado aeródromo.5. no CAMPO 15 ROTA.1 Caso exista modificação no rumo magnético da rota.2.8. 11. deverá ser registrada. 11. Exemplo: N0200 F090 G677 JPS/N0200F080 11.

5.8.2. 11.9.15 Realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno.5.9.1.5.148 MCA 53-1/2008 11.5.9.5.1. RMK/CÓDIGO ANAC DO INSTRUTOR (nome) AUTH FLT (ver 11. onde o piloto aluno utilizará o código ANAC do instrutor/checador do vôo/navegação solo. 11.5.5.9.1 Autonomia 11.1 Requisitos de autonomia para vôo IFR que requer indicação de aeródromo de alternativa 11.8.2. 11.2).5.14 Área de pouso eventual para operação exclusiva de aeronave aeroagrícola.1.16 Confirmação de acerto prévio quanto a utilização de um aeródromo militar por uma aeronave civil após comprovação de autorização da autoridade aeronáutica competente.9.1.8.8.2.1.11 e 11.5.2.1.5.2 Nenhum vôo poderá ser iniciado a menos que sejam atendidas as exigências previstas para cada tipo de vôo.5.1 Inserir um grupo de quatro algarismos para indicar a autonomia em horas e minutos.5. nas etapas onde o instrutor não está presente.13 Para o vôo que não foi planejado para ser conduzido em um nível de cruzeiro (diferente da tabela de níveis de cruzeiro) e a expressão VFR tenha sido inserida no CAMPO 15.10.5.1.1 Aviões com motores a reação em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: .5. RMK/500FT AGL RMK/1000FT AGL RMK/1500FT ALT 11. cadastrada na Gerência Regional de Aviação Civil.8. RMK/OPS AUTH RBHA 137 (ver 11.2.1.5. 11. RMK/AUTH CMTE BAAN RMK/AUTH DIRETOR DEPED E CPBV 11.8.8.INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES 11.9.9 CAMPO 19 .2.12) 11.

1. 11.1.2. b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo.5. por um período de 45 minutos com consumo normal de cruzeiro. e c) mais 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro.MCA 53-1/2008 149 a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo e lá executar uma aproximação com arremetida. 11.1. ou voar 90 minutos com consumo normal de cruzeiro. e c) mais 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro.1. voar por um período de tempo igual a 10% do tempo necessário para voar do aeródromo de partida até o aeródromo de destino e nele pousar. 11. e mais: b)em todos os vôos domésticos e em vôos com aviões com capacidade para 30 ou menos passageiros. o que for menor. c) em seguida.4 Aviões em vôos não comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.1.5. ou c) em todos os vôos internacionais.3 Helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo. e d) mais 30 minutos em velocidade de espera (máxima autonomia) a 1500FT da elevação do aeródromo de alternativa em condições de temperatura padrão.9.9. b) após isso. .2. b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo.2.1. voar para o aeródromo de alternativa mais distante especificado em plano de vôo e nele pousar.2 Aviões propelidos a hélice em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo após isso para o aeródromo de alternativa mais distante especificada em plano de vôo. 30 minutos mais 15% do tempo requerido para voar com consumo normal de cruzeiro aos aeródromos referidos nos dois últimos parágrafos.5.9.

informar ao órgão ATS local. ou seja. essa deverá cumprir as orientações citadas acima.2.6 No caso do preenchimento do ELEMENTO AUTONOMIA para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9). 11. 11.1.E/0430 . o Piloto deverá.1.9. e . Para o caso de uma aeronave militar efetuar um vôo de acordo com a Circulação Operacional Militar (COM).4 Aeronaves militares brasileiras Quando uma aeronave militar estiver realizando um vôo em Circulação Aérea Geral (CAG).9.5. o Piloto deverá registrar a autonomia da aeronave líder e.3 Requisitos de autonomia para vôo IFR que não requer indicação de aeródromo de alternativa (ver AIP-BRASIL Parte ENR) 11.2.5.2.9. e 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante o dia. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha. até o momento da decolagem.2.2. será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e.1 Aviões e helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deve ser suficiente para voar: a) para aviões: até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo. apresentado um Plano de Vôo no IEPV 100-20. 11. b) para helicópteros: .5.até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo. até o momento da decolagem. a apresentação de um Plano de Vôo VOCOM (IEPV 100-22).5.2.20 minutos com velocidade normal de cruzeiro. caso isso não seja verdade.9.5.1. a autonomia mínima será estabelecida pela Unidade a que pertence a aeronave.2 Requisitos de autonomia para vôo VFR 11.1.5.1. Exemplo: . ou 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante a noite.5 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo. informar ao órgão ATS local. por radiotelefonia.1.9. por radiotelefonia. o valor exato da referida informação.9.2. de acordo com a performance e o tipo de vôo. ou seja.150 MCA 53-1/2008 11.

disponibilizando esse número para planejamento e medidas a serem tomadas pelos órgãos envolvidos (RCC.2 Pessoas a Bordo (POB) 11. etc.3 Crianças com idade até 2 (dois) anos são consideradas colo.2. será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e. 11.5. 11.5 No caso do preenchimento do ELEMENTO POB para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9). Centro de Operações de Emergência .2. caso isso não seja verdade.5.3 Equipamentos de Emergência e Sobrevivência Deixar registrado fielmente conforme a seguir: .9. não sendo considerados para cálculo de POB. os cadáveres serão equiparados como carga aérea (carga comum). 11.5.MCA 53-1/2008 151 11.COE.2.9.5. o Piloto deverá registrar a POB da aeronave líder e.). até o momento da decolagem. o Piloto deverá.5. Contra-Incêndio. informar ao órgão ATS local.2.2.5.6 Exemplo: P/2 P/15 P/120 P/TBN 11.9.2 Inserir o número total de pessoas a bordo (passageiros e tripulantes) ou TBN (para ser notificado). 11.5.1 O objetivo desse elemento é dar conhecimento aos órgãos ATS para os casos eventuais de acionamento de emergência.4 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo. No caso do “cadáver a bordo”. por radiotelefonia.9. por radiotelefonia. passageiros e de colo). quando o número de pessoas a bordo for desconhecido no momento da apresentação do PLN.5. informar ao órgão ATS local.2.9.9.9. devendo ser adicionada ao número de POB (tripulantes. 11. até o momento da decolagem. o valor exato da referida informação.9. para fins de legislação de plano de vôo. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha.

Riscar F. ou . .Riscar U.Riscar V. Exemplos: S/ (EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA) Nesse último exemplo. devendo esse ser registrado no elemento N (OBSERVAÇÕES) desse CAMPO. DESERTO.Riscar uma ou mais letras indicadoras dos equipamentos que não possuir a bordo.0MHz não estiver disponível. ou . . se os coletes não estiverem equipados com fluorescência. significa que a aeronave não tem nenhum equipamento POLAR. .Riscar L. J/ (COLETES) . se não possuir coletes salva-vidas a bordo. se a freqüência UHF 243.Riscar E. e .5MHz não estiver disponível. MARÍTIMO e SELVA.Riscar todas as letras. se não possuir equipamento de sobrevivência a bordo. se os coletes não estiverem equipados com luzes. se a freqüência VHF 121. mas algum equipamento de sobrevivência adicional ele possui. R/ (RÁDIO) .152 MCA 53-1/2008 .Riscar todas as letras. se não dispuser de Transmissor Localizador de Emergência para localização de aeronave (ELT).

Inserir a cor ou cores da aeronave e marcas importantes. . . como se segue: C/ C/PILOTO EM COMANDO Piloto Militar – posto e nome de guerra seguidos das iniciais dos outros nomes. L. Exemplo: André Luis 087715 . Piloto Civil – nome e código ANAC.Riscar a letra C. .Inserir o nome do piloto em comando. C/ ABRIGO DO BOTE (COR) A/ (COR E MARCAS DA AERONAVE) . se não houver equipamento(s) de sobrevivência complementares aos previstos (POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA) a bordo. Segundo assinalado em R/. o(s) nome(s) do(s) equipamento(s) de N/ (OBSERVAÇÕES) sobrevivência que possua a bordo. se não possuir BOTES a bordo. Exemplo: Maj Av Marcus Vinícius L. Riscar a letra N.Inserir o NÚMERO DE BOTES que possuir a bordo.Riscar U ou V. devendo ser indicado após a barra oblíqua. D/ BOTES (NÚMERO) (CAPACIDADE) .Inserir a cor dos BOTES. para indicar o equipamento rádio dos coletes. ou ou .Riscar as letras D e C.Inserir a capacidade TOTAL DE PESSOAS de todos os BOTES. se os BOTES não dispuserem de ABRIGO.Riscar U e V. ou .MCA 53-1/2008 153 .Esse item destina-se a registrar algum equipamento de sobrevivência adicional aos previstos POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA. . . se os coletes não estiverem equipados com rádio.

4. oriundos de aeródromos situados no continente.1 Para aeronaves civis.9. quando não for o piloto em comando.9.5.9.4 Exemplo: -E/0400 P/15 R/VE S/MJ J/L D/2 20 C LARANJA A/AZUL COM FAIXAS BRANCAS N/PRIMEIROS SOCORROS C/MARCUS VINÍCIUS 087715) 11.5. .5. os seguintes itens deverão existir na aeronave: colete salva-vidas com luz apropriada. 11. Código ANAC e Assinatura Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar um Plano de Vôo Completo ou Simplificado. outro profissional poderá preencher e/ou assinar os IEPV 100-7 e 100-20.3 Assinatura Assinatura do responsável pelo preenchimento ou a inserção da expressão “VIA TEL”. quando os dados forem transmitidos via telefone a uma Sala AIS credenciada.4. quando não for o piloto em comando.2 Código ANAC Inserir o código ANAC do responsável pelo preenchimento do Plano de Vôo. com mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou mais de 100NM de distância da costa mais próxima.5 Particularidades 11.4.5.4.5.1 Preenchido por Inserir o nome do responsável pelo preenchimento do plano de vôo.4 Responsável. 11.5. os vôos realizados sobre a área oceânica. bote inflável e um conjunto de sobrevivência no mar.5.9.9.154 MCA 53-1/2008 11. Em hipótese nenhuma.9.9. 11.5. 11.

2 Essa mensagem deve ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora.5. não necessariamente a do aeródromo de partida.5. 11.1 A mensagem de atraso (DLA) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de Aeródromo. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor. 11. com vista ao gerenciamento do fluxo de tráfego local.5.1 PVS com pouso no aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor.2 PVC ou PVS com pouso em aeródromo diferente do aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor. . a critério do DECEA.2.5.3 PVC das demais etapas do vôo: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor. Exemplo: Um PLN sendo entregue com EOBT às 1500Z.6.5. será válido até às 1545Z.2 Na realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno.6.2.9.6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA) 11. 11.8. e b) ASSINATURA: do piloto aluno. os seguintes procedimentos devem ser observados quando no preenchimento de um Plano de Vôo completo ou simplificado (ver 11.9. A DLA somente poderá ser recebida desde o momento da transmissão do FPL até às 1535Z.5.5.5.9. NOTA: Exceções poderão ser aplicadas a determinados aeródromos. COLETES “LUZ” e BOTES “NÚMERO/CAPACIDADE/COR”.2.MCA 53-1/2008 155 NOTA: No CAMPO 19 dos PLN de aeronaves civis. devendo ser transmitida sempre que houver previsão de atraso. deverão constar os seguintes equipamentos: SOBREVIVÊNCIA “MARÍTIMA”. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor.9. 11. 11.2.15): 11.5.

156 MCA 53-1/2008 11.9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto. 11.8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de atraso (DLA). 11. 11. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3. devendo ser acrescentado os dados transmitidos (ver 11.6. Em hipótese nenhuma.6. Os campos que podem ser modificados são aqueles previstos na mensagem FPL e RPL.7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG) 11.7 A DLA deverá ser preenchida com caneta azul ou preta.2). Esse procedimento evitará que você receba uma DLA de um PLN vencido ou dentro de seus últimos dez minutos de validade. Essas mensagens.5 A aeronave presidencial (nacional e estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito. não necessariamente a do aeródromo de partida. quando necessárias. 11.6.6. 11.6 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma DLA por telefone ou FAX.7.6.3 Ao receber uma DLA apresentada por telefone ou FAX no qual o Plano de Vôo (PLN) não tenha sido apresentado em sua Sala AIS. .6.7.9) o nome e o código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato. é importante questionar o piloto qual a EOBT que consta no PLN.6.Tipo de mensagem ( DLA 7 – Identificação da aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida e hora SBBR1545 16 – Aeródromo de destino SBRF ) 11.2 A mensagem CHG deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo.4 A mensagem DLA deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo.6. sempre que houver necessidade de se modificar os dados do plano de vôo. devendo ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora (ver 11. 11. e sem rasura.6. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.1 A mensagem de modificação (CHG) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo. 11. serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver. as eventuais DLA relativas ao FPL.

com a modificação. 11. 11.7. quando necessárias.6. serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver. considerando-se a nova EOBT proposta.7.2.7.6 Na modificação de um CAMPO. nesse exemplo. deverá ser limitada às 1455Z. ele será efetuado na FIR (DCT) abaixo do NÍVEL DE VÔO IFR MÍNIMO permitido. e simplificado 10 min.7. as eventuais CHG relativas ao FPL. conforme a seguir: .4 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CHG por telefone ou FAX. 11.6. Arnaldo preencheu um PLN ACFT PTAIS. A nova EOBT emendada. 11. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11.). a antecedência mínima para a aceitação da CHG correspondente será. 11.MCA 53-1/2008 157 11. a mesma exigida para apresentação do plano de vôo (completo 45 min. Exemplo: Um PLN foi apresentado às 1400Z com EOBT 2000Z. Necessitando antecipar essa EOBT.3 A aeronave presidencial (nacional ou estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito.1 . Logo. IFR. deverá constar nesta CHG também a expressão: -18/RMK/JÁ VOADO VMC).2).6.Uma CHG foi apresentada modificando o AD DEST.7. acrescidos daqueles inerentes à alteração. o Plano de Vôo deverá ser endereçado e retransmitido ao órgão ATS do aeródromo de destino emendado (ver 11.2. No Plano de Vôo inicial o vôo seria realizado em aerovia.1 O Cmt. seguido da transmissão da CHG com os endereçamentos constantes no Plano de Vôo.7. uma CHG foi preenchida e entregue às 1410.7. 11.5 No caso de antecipação da Hora Estimada de Calços Fora (EOBT).7.9) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.2 No caso específico de modificação do aeródromo de destino.7. trecho SBBR/SBUR. é importante observar se essa alteração terá algum impacto em outro CAMPO do FPL.6. Essas mensagens.

9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto. Logo. ele solicitou que fosse alterado o aeródromo de destino de SBUR para SBUL alternando SBRP.7. Em hipótese nenhuma. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.2.(utilizar mais de uma linha. o FPL a ser retransmitido e a CHG a ser transmitida obedecerão ao descrito abaixo: FF SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (CHG-PTAIS-SBBR-SBUR-16/SBUL0105 SBRP) 11. 11.7.7 A CHG deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. 11. se necessário) .8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de modificação (CHG).7.2 Após sua transmissão.6.7.158 MCA 53-1/2008 FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) 11. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3 – Tipo de mensagem (CHG 22 – Emenda 7 – Identificação de aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida SBGL 16 – Aeródromo de destino SBCF -15/N0410F370 DCT UALA UB691 ) etc. e sem rasura.

7.1 ou 2 algarismos para indicar o número do CAMPO a emendar.7.1.Emenda 11.1.9.1 Hífen 11. não sendo necessário a sua transmissão. desde que exista pelo menos uma proposta de modificação.11 Caso o Piloto ou DOV tenha necessidade de alterar algum dado do CAMPO 19 de um Plano de Vôo. 11. Exemplo: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-13/SBGL1415-15/N0410F370 DCT UALA UB691) 11.2 Indicador do CAMPO .3 Barra Oblíqua 11.MCA 53-1/2008 159 11.7.9.1 Descrição do Campo 22 . poderá ser observado um dos seguintes procedimentos: a) preencher uma CHG de acordo com os dados acima e anexá-la ao formulário IEPV 100-7 ou IEPV 100-20.7. adicionar ao seu texto. 11. não esquecer de encaminhar a mensagem LOC.1.ou b) solicitar que seja preenchido outro formulário IEPV 100-7 ou 100-20 com o dado corrigido.os dados completos e emendados do indicador especificado em (a).9.1.10 É permitido ao Piloto ou DOV quando confeccionar uma CHG.7.9.7. o dado referente a um atraso.7. . Exemplos: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-15/N0410F370 DCT UALA UB691) (CHG-PTJMG-SBBE-SBBR-7/PTATM-9/B737/H-10/SDGIR/C-15/N0470F330 UW4 C/POMON/N0470F330F370) (CHG-PTJMG-SBSV-SBQV-15/N0210F060 DCT-18/RMK/JÁ VOADO VMC STS/TREN) (CHG-PTJMG-SBBR-SWLC-16/ZZZZ0100 SBGO-18/DEST/FAZENDA AIS) Observação: Nesse último exemplo. não sendo necessário a sua transmissão. na forma própria desse CAMPO. anexando-o ao formulário anterior.4 Dados emendados .9.

11.8. cujo plano de vôo tenha sido enviado anteriormente.8.7. quando for necessário que se cancele um vôo. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.11.3 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CNL por telefone ou FAX. não necessariamente a do aeródromo de partida. deverá ser endereçado conforme o item 11.4 A CNL deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. pelo menos.8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) 11.1 A mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo. 11. devendo ser notificada até 35 (trinta e cinco) minutos da hora estimada de calços fora. 11. o Piloto deverá. 11.8. 11. seguida da transmissão desse plano de vôo individual.8. Recomenda-se que esse procedimento seja estendido aos demais tipos de Plano de Vôo. uma mensagem CNL. mesmo após proceder conforme item 11.6 Quando. até o momento da decolagem por radiotelefonia. 11. Em hipótese nenhuma. informar ao órgão ATS local. Esse procedimento tem a finalidade de assegurar que a mensagem CNL seja recebida.8. um determinado vôo da série de planos de vôo repetitivos (RPL) for cancelado e substituído por um plano de vôo individual. e sem rasura. com indicador de prioridade DD.7. por qualquer motivo.7) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.8. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: .8. visando evitar o mesmo problema inerente a um Plano de Vôo Repetitivo.7 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto.2 A mensagem CNL deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo.12 Quando os dados emendados forem relacionados com AUTONOMIA e/ou PESSOAS A BORDO.160 MCA 53-1/2008 11. o valor exato da referida informação.5 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de cancelamento de Plano de Vôo (CNL). simultaneamente com o FPL individual. 11. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11.2.8.

3 No caso do vôo ser realizado inteiramente entre ATZ. No caso específico de vôo VFR no período noturno. na inexistência desses espaços aéreos.9.1 O Plano de Vôo Simplificado (PVS) aplica-se ao vôo VFR realizado inteiramente dentro de uma ATZ.9. incluindo as projeções dos seus limites laterais ou. com um aeródromo de alternativa de destino. 11. no espaço aéreo em questão. excetuandose o caso de vôo VFR de helicóptero que é dispensado. Exemplos: AD PART SBPS SBFL AD DEST SBSV SBNV PVC SIM SIM PVS NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ERC L2 ERC L1 11. . será necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO (IEPV 100-20).2 Quando o aeródromo/heliponto de destino for o mesmo aeródromo/heliponto de partida e não exista um aeródromo/heliponto de alternativa habilitado para operação pretendida. necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO. CTR. também será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuir credencial para vôo IFR.9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS) 11.9. Exemplos: AD PART SBRF SBBR SBSL SBRP SBCJ SBLP AD DEST SBJP SBBR SBSL SBRP SBCJ SNGI AD ALTN SBRF SWUZ SBTE SBUR SBMA SBLP PVC NÃO NÃO SIM SIM SIM SIM PVS SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ARC-RF ARC-BR ERC L2 ERC L1 ERC L3 ERC L2 11. além do previsto nesse item. sendo.9. em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida. CTR ou TMA adjacentes.MCA 53-1/2008 161 3 – Tipo de mensagem (CNL - 7 – Identificação da aeronave PTAIS - 13 – Aeródromo de partida SBBR - 16 – Aeródromo de destino SBRF) 11. TMA. será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuírem credencial para vôo IFR. entretanto.4 Deve ser utilizado o IEPV 100-7 e apresentado da seguinte forma: a) pessoalmente à Sala AIS do local de partida ou.

9. caso exista. poderá ser utilizado o IEPV 100-20 (Plano de Vôo) para apresentação de um PVS. RMK/SECT S e SW AD.4. RMK/BTN SECT 1 e 2. tendo em vista a manutenção da segurança de vôo no que diz respeito ao recebimento desse PVS.4. . complementares aos do CAMPO 15. principalmente as citadas nos itens 11. RMK/BTN RDL 020 e 040.17 desse Manual. visando o fiel cumprimento das normas previstas. ou c) por radiotelefonia ao órgão ATS do local de partida.6 O tempo exigido para apresentação de um PVS será de no mínimo 10 (dez) minutos antes da EOBT. 11. Exemplos: RMK/RTE SECT W.162 MCA 53-1/2008 b) por telefone ou fax à Sala AIS credenciada. se não houver proibição para o aeródromo em causa (ver ROTAER e AIP-BRASIL Parte ENR). c) inserção de dados: procedimentos idênticos ao do PVC (ver 11. 11. RMK/SECT SW AD. caso o PVS seja apresentado por radiotelefonia. e após. torna-se essencial que o órgão ATS mantenha uma estreita coordenação com a Sala AIS local. encaminhar a mensagem FPL (PVS) ao órgão ATS do aeródromo de destino. diretamente ao órgão ATS. 11. d) formulário IEPV 100-7: excepcionalmente. Assim.9. porém.11. e e) CAMPO 18: além dos procedimentos previstos. no caso de indisponibilidade do IEPV 100-7.9.7 As seguintes regras devem ser observadas: a) validade: 45 (quarenta e cinco) minutos além da EOBT.5). conforme o item 11.4. de acordo com os procedimentos estabelecidos em Circular de Informação Aeronáutica específica.4 alínea c). preenchendo apenas os campos correspondentes.5 Quando não existir proibição para apresentação de um PVS via radiotelefonia. b) encaminhamento: primeiro passo é informar ao órgão ATS local através dos meios disponíveis imediatamente.10.9. 11. 11. poderão ser incluídos outros detalhes sobre o vôo. caso esse seja apresentada à Sala AIS.4. RMK/REH FERROVIA UNO RMK/REH MARTE RMK/REH PAQUETÁ. não será exigido tempo de antecedência. certamente existirá veiculação de um PVS diretamente entre o piloto e órgão ATS local.12 (NOTAS 1 e 2) e 11.

à Sala AIS Civil do DTCEA ou de Órgão de Navegação Aérea (ONA).MCA 53-1/2008 163 11. f) hora (UTC). imediatamente. informar ao seu Chefe ou seu substituto legal.10. e g) códigos especificados. 11. 11. ou. à Sala AIS Militar do aeródromo de destino ou. Essa mensagem deverá ser endereçada.10. o operador da Sala AIS deverá: a) decodificar a mensagem observando o significado dos códigos inseridos. o operador da Sala AIS deverá confeccionar uma Mensagem de Transporte Especial. 11.10. com o indicador de prioridade GG. nos demais casos.1 É uma mensagem administrativa que contém informações relativas à aeronave militar quando transportando altas autoridades. caso não exista Sala AIS Militar ou essa não esteja em funcionamento.3 Ao receber essa mensagem. ao Oficial de Operações. e b) informar.2. d) hora estimada de chegada (ETA = hora real de decolagem + EET). prioritariamente. logo após a decolagem da referida aeronave.10. Oficial-de-Dia ou ao Oficial de Permanência Operacional no caso de organização Militar. obedecendo à formatação AFTN. b) identificação da aeronave.10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE) 11. . Exemplo: GG SBGLYOYM 151812 SBBRYOYM 15/AISMIL/151008 – INFORMO FAB2004 E120 ETA SBGL 2010 RMK/3HRP COMANDANTE DA AERONÁUTICA.1 Conteúdo do Texto: a) indicativo de referência.2 Quando forem introduzidos no CAMPO 18 do plano de vôo de aeronaves militares os códigos de “autoridade a bordo” e de “serviços solicitados”. c) tipo da ACFT. e) aeródromo de destino.

ver CAMPO 18 item 14). for introduzido a forma ZZZZ nos CAMPOS 13 (AD PART) e CAMPO 16 (AD DEST). após a decolagem da aeronave. porém atualizado posteriormente pelo piloto a um órgão ATS. 11. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional da última decolagem (FROM/Fazenda Marabá . estando prevista a forma ZZZZ nos CAMPOS citados no item anterior.164 MCA 53-1/2008 11. do sítio de vôo. poderá repassar os dados alterados a Sala AIS de SBFL para a confecção e emissão da MOD.10.11. ou uma mensagem de atualização de Plano de Vôo.8. do sítio de vôo. KK SBRJYAYD 201515 SBFLYOYX SVC 15.2. alteração do aeródromo de destino e a regra de vôo para SBCT e IFR.5. respectivamente. do heliponto. informando o nome do município e o nome por extenso do aeródromo. o piloto solicita ao APP-Florianópolis.7). assim como o nome por extenso do aeródromo.2 Sempre que um Plano de Vôo (PVC ou PVS) que gerar uma MOV.11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC 11. tal forma também deverá constar na mensagem CONFAC MOV nos respectivos campos. obviamente recebido de outra Sala AIS que não a Sala AIS do aeródromo de partida do vôo.3 Assim.1 O operador AIS que receber um Plano de Vôo (PVC ou PVS). Essa Mensagem (MOD) é usada para modificar dados encaminhados corretamente. 11. do heliponto. RETEL 248/MOV ANV PTAIS MOD CMP 9/I E CMP 12/SBCT. O APP após as providências relativas ao gerenciamento do tráfego aéreo.4 O operador da Sala AIS do aeródromo de partida do vôo quando receber o FPL com a expressão prevista no CAMPO 18 (ver 11. o operador AIS deverá expedir uma mensagem LOC. uma mensagem administrativa de modificação (MOD) para transmissão.11.11. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional sobre o qual foi expedida uma mensagem MOV.PVC ou IEPV 100-7 . Exemplo: Uma aeronave apresenta um PVS trecho SBFL/SBFL com regra de vôo VFR à sala AIS SBFL.PVS). . A MOD deve ser preparada e encaminhada pelo detentor do formulário do Plano de Vôo (IEPV 100-20 . será o responsável pela confecção e transmissão da Mensagem de Transporte Especial. 11. Após a decolagem. deverá confeccionar e encaminhar à Estação de Comunicações transmissora da Mensagem de Movimento (MOV).

162(MOV-PTAIM-I-SBFL-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081810) KK 201140 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 53. RETEL 162/MOV ANV PTAIM LOC CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN.MCA 53-1/2008 165 Exemplos: 152(MOV-PTAIM-V-SBFL-SBPA-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 52. . RETEL 152/MOV ANV PTAIM LOC CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN. RETEL 188/MOV ANV PTAIM LOC CMP 10/CRICIÚMA/BRAGAMEN. 188(MOV-PTAIM-V-ZZZZ-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAZAZX SVC 54. CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN.

2 OBJETIVO A aplicação da norma ISO 9001. NOTAM e Serviço de informação prévia ao vôo. identificando claramente as atividades e/ou produtos e serviços AIS para os quais se aplicará o sistema de gestão dentro da administração.1. para facilitar a obtenção da certificação base da ISO 9001:2000 – “Sistema de Gestão da Qualidade – Requisitos” Essa norma foi identificada como mais apropriada para a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade nos AIS na região CAR/SAM. 12. .3 ALCANCE 12.1 Cada Órgão. A ISO 9001:2000 foi adotada como modelo a ser seguido para a obtenção da certificação do sistema.166 MCA 53-1/2008 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS Nesse capítulo serão apresentados os procedimentos genéricos para a implantação de um sistema de gestão da qualidade dentro do AIS nos Órgãos que desempenham atividades AIS. A ISO 9001 tem por objetivo melhorar vários aspectos.3. Esse processo de melhora redunda num benefício de qualidade final dos produtos e serviços e de satisfação do usuário.1. é um método de trabalho fundamental para a melhoria da qualidade e a satisfação do usuário.1 INTRODUÇÃO Mediante a inclusão dos requisitos sobre Sistemas de Garantia de Qualidade no ANEXO 15/OACI.1. buscando atingir produtos e serviços de qualidade superior e melhoria dos aspectos organizacionais.1. se identificou o requisito relacionado com a implantação da atividade de Garantia de Qualidade ISO 9000 nos Serviços Nacionais de Informações Aeronáuticas.3. 12.1. o que deve ser buscado por toda organização que queira permanecer e sobreviver num exigente mundo globalizado. obedecendo a estrutura organizacional ao qual é subordinado definirá o alcance da implantação do Sistema de Qualidade. 12. 12.1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO 12.2 Poderão ser identificadas três atividades ou áreas fundamentais: Publicação AIS.

3.1.1.1. 12.4. Em alguns casos. além de posteriormente.5 O Serviço de Informação Prévia ao Vôo estará baseado.6 Cada Órgão definirá o alcance da implantação de um sistema de gestão da qualidade nas dependências de sua estrutura. fundamentalmente.1.3. pode ser associado a um serviço meteorológico de aeródromo. em favor da melhora da satisfação do usuário. 12. b) reduzir e/ou eliminar reprocessos e desperdícios.1 A implantação e aplicação dos processos identificados dentro de um sistema de gestão de qualidade permitirão melhorar a eficiência. 12. 12.1.1.3 As certificações ISO 9001:2000 são um reconhecimento de que a organização realmente se interessa pelo resultado de seu trabalho. 12.1. que são cumpridas estritamente as normas de qualidade.1. também.4. Esse tipo de dependência se denomina ARO/AIS/MET de aeródromo.3.3 A atividade de Publicação AIS compreenderá tudo que estiver relacionado com a produção e distribuição da AIP e os elementos da documentação integrada AIS.4.1. 12. 12.3. excluindo-se os NOTAM e o PIB.4 Os principais benefícios internos obtidos na implantação do sistema de gestão da qualidade em uma organização são: a) analisar os processos para evitar erros na documentação. na elaboração e emissão dos Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB).7 O alcance do sistema poderá estar baseado em uma atividade ou em todas as atividades do AIS.3. 12. é um documento com validade legal. melhorar a produtividade.4 BENEFÍCIOS 12. Também pode-se incluir a atividade de cartografia.2 A certificação da Norma ISO 9001. complexidade e recursos.MCA 53-1/2008 167 12.4. expedido por uma entidade credenciada. . esse Serviço pode se referir às atividades da Sala AIS relacionadas à tramitação dos planos de vôo e.1. que certifica. a segurança operacional e os níveis do serviço. assim como pela satisfação que gerada no usuário final.4 Os NOTAM se associarão às atividades de emissão e tratamento de NOTAM. a eficácia e a confiabilidade.

d) cumprir o programado no tempo. Para isso. no início do processo de documentação e implantação. 12.168 MCA 53-1/2008 c) assegurar a padronização das atividades.1. f) definir padrões sobre a base e a melhoria contínua. na quantidade e na forma.5.exigir que o AIS documente a maneira de como realiza suas atividades.exigir que o AIS realize as atividades tal como aparecem registradas nos procedimentos documentados.1.5 DESCRIÇÃO DO PROGRAMA 12. . 12.exigir que o AIS mantenha registros que demonstrem que ele realiza suas atividades de maneira como estão documentadas.5. g) otimizar os recursos disponíveis de maneira eficiente e reduzir as despesas da não-qualidade. e devem estar homologados por uma terceira pessoa independente. evitando o retrabalho.1. conforme o planejamento da implantação.2 É fundamental a ajuda de uma pessoa com experiência durante a elaboração da documentação e implantação do sistema. 12. e c) mostrar o que já foi realizado .5. os requisitos das normas internacionais ISO para um sistema de gestão de qualidade podem ser resumidos em três tarefas: a) decidir o que fazer .1 Para a implantação de um sistema de gestão da qualidade é necessário estabelecer passos. habitualmente faz-se necessário a contratação de serviços de um especialista e/ou de alguma consultoria.3 Em termos muito simples. pelo menos. e) manter e melhorar as especificações.1. Esses podem ser simultâneos ou seqüenciais. na primeira vez. b) fazer o que disse que ia fazer . h) realizar. que foram realizados por um período de tempo. e i) reduzir e/ou eliminar queixas ou perda de usuários. bem as atividades. procedimentos e projetos.

f) definir os objetivos e alcance do projeto. Compreende as seguintes etapas: a) definir a matriz documental do projeto. b) definir os processos e procedimentos a documentar.1.6.6 FASES PARA IMPLANTAÇÃO 12.2 Planejamento É a fase que está vinculada a definição dos documentos que serão desenvolvidos durante a implantação. Normas ISO e auditor interno. 12.1 Preparação O Objetivo é garantir o apoio da gerência para implantação de um Sistema de Qualidade no AIS. e) criar uma equipe de trabalho. d) a chefia designar um representante da direção.6. . c) definir a política de qualidade e os objetivos.3 Comunicação e Informação Deverão ser informados e comunicados os planos a todas as partes envolvidas na organização. 12. além do desenvolvimento de estratégias para conscientizar todo o pessoal. mediante ciclos de conferências e seminários. b) coordenar ciclos de conferências e seminários introdutórios sobre o sistema de gestão da qualidade para a chefia.1.MCA 53-1/2008 169 12. c) obter confirmação da decisão da chefia em implantar a norma ISO 9000. e e) definir e assegurar os recursos para o projeto. com base nos processos identificados.1. Essa fase compreende as seguintes etapas: a) gerar uma proposta de alto nível para obter o apoio da chefia.1. e g) instrução inicial para a equipe de trabalho referente ao sistema de gestão da qualidade. d) estabelecer um cronograma para o desenvolvimento e a implantação de cada um dos elementos do sistema de gestão da qualidade.6.

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12.1.6.4 Aplicação ou Implantação São duas fases em uma. É a fase mais complexa e trabalhosa do projeto. É o momento oportuno para: a) a elaboração de um manual da qualidade, procedimentos e instruções técnicas; b) a formação e informação dos implicados nos processos e procedimentos; c) realizar modificações e ajustes nos processos e procedimentos; d) sessões de implantação de processos e procedimentos; e) atuar segundo os procedimentos implantados; f) gerar registros, ações corretivas e preventivas; g) realizar auditorias internas e outras medições para verificar a eficiência dos processos; e h) correção das não conformidades e aplicação de processos de melhoramento contínuo. 12.1.6.5 Certificação a) escolher um órgão de certificação; b) considerar a realização de uma pré-auditoria; c) correção das não conformidades; d) auditoria de certificação; e e) obtenção do certificado. 12.1.6.6 Manutenção a) seguimento das não conformidades; b) seguimento do processo de melhoramento contínuo; e c) realização de auditorias internas periódicas e revisões pela direção.

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12.2 PLANEJAMENTO DO PROJETO 12.2.1 A implantação de um sistema de gestão da qualidade em uma organização como o AIS requer planejamento. 12.2.2 Uma questão fundamental no momento de elaborar o planejamento do projeto, é ter como referência o tempo que vamos precisar para implantar a Norma. Seguindo as tabelas de consenso utilizadas no mundo da gestão da qualidade, podemos dizer que para realizar as três primeiras fases (preparação, planificação e comunicação/informação) uma organização como o AIS pode dedicar de 2 a 4 meses. 12.2.3 Para a fase de aplicação ou implantação, com duração média de 8 a 12 meses, se as atividades de auditorias não forem simultâneas, o prazo pode ser estendido em 6 meses ou mais. 12.3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 12.3.1 Deverá ser criada uma equipe de trabalho ISO 9000 pela chefia que assumirá a responsabilidade de elaborar toda a documentação do sistema, e poderá ter a preparação necessária para a realização dos exercícios de auditorias. 12.3.2 A equipe se manterá durante todo o processo de implantação, e seus membros deverão reunir os conhecimentos, habilidades e experiência necessários para documentar e dar andamento a todo o sistema de gestão da qualidade a implantar. Deverá ser levado em conta cada representação das áreas do AIS. 12.3.3 É recomendado que, ao selecionar os membros da equipe, seja levado em conta a evolução do esforço e habilidades requeridas. 12.4 RECURSOS PARA O PROJETO 12.4.1 Implantar um sistema de gestão da qualidade é uma atividade cara. As organizações devem levar em conta a atribuição mínima para determinadas atividades que devem ser desenvolvidas com entidades externas. Devem começar pela formação de elementos básicos do sistema de gestão e terminar pela certificação. Recomenda-se que desde o início da primeira fase do projeto, se estabeleça alguma coordenação com uma entidade encarregada com esse tipo de atividade (assessoria, consultoria, cursos, etc.) para obter uma visão global do custo total do projeto.

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12.4.2 Faz necessário comparar o custo do apoio externo com o esforço interno, interpretando de forma correta os requisitos nas fases iniciais do programa, assistindo a evolução do sistema de gestão da qualidade analisando o funcionamento antes que se efetue a auditoria de registro. 12.5 DOCUMENTOS DO PROJETO 12.5.1 O objetivo do projeto é implantar um sistema de gestão da qualidade no AIS que cumpra os requisitos da Norma ISO 9001:2000. Os elementos do parágrafo abaixo relacionados são considerados essenciais para esse processo: a) política da qualidade; b) manual da qualidade; c) procedimentos documentados; d) cronograma global do projeto; e) plano de instrução; f) plano de auditoria; g) plano de revisão pela direção; h) plano de melhoria; e i) certificado ISO 9001:2000. 12.6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO 12.6.1 As ferramentas apresentadas nesta parte do plano são exemplos que pretendem mostrar quantos controles e registros poderão ser mantidos durante o processo de implantação. Eles ajudarão a organizar o tempo de planejamento para as seguintes tarefas: a) a elaboração dos diferentes documentos; b) a relação dos processos com os tipos de documentos do sistema, a estrutura dos procedimentos e sua relação com a norma ISO; c) os requisitos para os documentos do sistema; d) a estrutura dos procedimentos; e e) a agenda para uma revisão do sistema pela direção.

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12.6.2 Geralmente esses documentos são operacionais, ou seja, servem como um guia para determinadas atividades dentro do processo de implantação. Inclusive, alguns não chegam a constituir registros do sistema, são apenas evidências significativas de um bom processo de implantação. 12.6.3 São exemplos de ferramentas: a) matriz de planejamento da documentação; b) controle e planejamento da documentação por processos; c) ficha do processo; d) correspondência dos procedimentos com os requisitos da Norma ISO 9001:2000; e) acordos sobre o nível de serviço; f) requisitos do sistema de gestão de documentos do sistema; g) estrutura dos procedimentos; e h) agenda específica para a revisão do sistema pela chefia. 12.7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO 12.7.1 Em muitas atividades é muito freqüente o uso das listas de verificação, chamadas de “checklist”, pelas facilidades que oferecem para o seguimento e controle dos processos. Nessa parte do planejamento, pretende-se apresentar uma lista de verificação, baseada em determinados requisitos da Norma ISO, que pode ser checada durante o desenvolvimento do processo de implantação ou na fase final antes da pré-auditoria. 12.7.2 A lista de verificação é uma ferramenta muito eficaz para a implantação de um sistema de gestão da qualidade. Recomenda-se que cada organização mantenha o fácil acesso a sua lista de verificação, em relação à organização do projeto, à preparação e motivação do pessoal.

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12.7.3 Exemplos de listas de verificação: a) lista de verificação inicial: - desenvolvimento de uma proposta para o apoio gerencial de alto nível; - necessidade de apoio externo ou não; - compromisso da chefia em implantar a Norma; - proposta para o registro; - o líder e a equipe do projeto; - os objetivos e o alcance; - estabelecimento do cronograma do projeto; - contato com a organização de registro; - recursos internos e orçamento; e - lançamento do programa e a comunicação. b) lista de verificação na base dos requisitos da Norma ISO 9001:2000. - requisitos da documentação; - controle dos documentos; - requisitos dos registros; - comunicação interna; - competência, tomar conhecimento e formação; - processos relacionados com o cliente; - produção e prestação do serviço; - auditoria interna; e - ações corretivas e preventivas.

de 21 de outubro de 2009. as aeronaves empregam. estão descritas. projetando um feixe de luz nas cores branca (parte superior) e vermelha (parte inferior).Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009. como decorrência natural do desenvolvimento tecnológico mundial.1 Finalidade 13. 13.1. 13.2. O ângulo de planeio é obtido visualmente por meio de caixas de alumínio colocadas simetricamente ao lado da pista de pouso. existência de acesso à pista ou pista de táxi.2 Descrição 13. Embora a utilização desses equipamentos diga respeito mais diretamente aos pilotos. .1.SISTEMA INDICADOR DA TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO VISUAL 13. de forma sucinta.1 Este sistema é constituído de duas ou três barras de luzes instaladas perpendicularmente à pista. atualmente. não os substitui.1. Para satisfazer as necessidades de orientação. As barras de luzes são constituídas de uma.2 Na eventualidade de não ser possível instalar as caixas do lado esquerdo devido à irregularidade do terreno. A altura de cruzamento de cabeceira de pista (TCH) será baseada na aeronave mais crítica que opere no referido aeródromo. porém.MCA 53-1/2009 175 13 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO Nesse capítulo. Cada caixa de luzes contém três lâmpadas de alta intensidade instaladas por trás de um filtro dividido horizontalmente. necessita conhecê-los e compreendê-los. O VASIS pode ser instalado para funcionar em conjunto o ALS. a fim de que o Especialista AIS possa desempenhar suas funções com eficiência e segurança.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) .1.1.1.1.1. as informações mínimas necessárias sobre os principais auxílios-rádio e visuais. (NR) .1. duas ou três caixas de luzes no lado esquerdo ou em ambos os lados da pista.1 VASIS . o equipamento poderá ser instalado somente do lado direito.1. o especialista AIS.1.1. 13.1 AUXÍLIOS VISUAIS 13.1. e daí prosseguir mantendo e orientando continuamente a aeronave na aproximação para pouso.2.1. 13.2 A rampa visual efetiva do VASIS não deverá cruzar a cabeceira da pista abaixo de 25 pés nem acima de 60 pés. ILS e GCA. pela natureza do serviço que executa.1. os mais variados e sofisticados equipamentos de auxílio à navegação.1 Sistema que proporciona orientação segura e efetiva ao piloto para interceptação direta da trajetória de planeio estabelecida.

de 21 de outubro de 2009. a localização e ângulo vertical de suas caixas devem ser tais que a rampa de aproximação visual (primeira rampa para o VASIS três barras) deverá ser o mais próximo possível da rampa do ILS.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009. b) pode ser avistado e identificado com muita facilidade a uma distância de 6 km durante o dia e 20 km à noite.Portaria DECEA No 63/SDOP. (a) Acima da rampa (b) Na rampa Rosa (setor de transição rosa = branco + vermelho) (c) Abaixo da rampa 13. c) em cor rosa a primeira barra e em cor vermelha a segunda barra. b) em cor branca a primeira barra e em vermelho as luzes da segunda barra.1. em condições visuais. O VASIS em forma de T (não existe no Brasil). de 21 de outubro de 2009. quando estiver voando abaixo da trajetória de aproximação.176 MCA 53-1/2009 NOTA 1: O chamado T-VASIS é o modelo padrão da OACI.1.1. e (NR) .4 Vantagens do Sistema a) proporciona orientação segura e constante para a interceptação de planeio. e permite segui-la até 15 metros de altura e 300 metros do ponto de toque estabelecido.Portaria DECEA No 63/SDOP. 13. quando estiver voando dentro da trajetória de aproximação. o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) . (NR) . a) em cor branca a primeira barra e em cor rosa a segunda barra. . de 21 de outubro de 2009. NOTA 2: Quando a pista na qual um VASIS for instalado for equipada com um ILS.Portaria DECEA No 63/SDOP. quando estiver voando acima da trajetória de aproximação.1.3 Funcionamento Durante a aproximação. (NR) .

No Brasil.1.1. similar a finalidade do T-VASIS e ao VASIS convencional. b) inoperância de todas as caixas de luzes do lado esquerdo ou direito: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. quando do procedimento na rampa de aproximação: . e g) instalação e manutenção simples. Q)QLVXX E) VASIS RWY 18 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos. de 21 de outubro de 2009. 13.SISTEMA INDICADOR DE TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO 13.1. e) perfeita indicação de planeio sem zigue-zague. exceto ao 5.1 Finalidade Interceptar diretamente a trajetória de planeio estabelecida. Sistema indicador de trajetória de aproximação de precisão. normalmente do lado esquerdo da pista.2.2 Descrição O sistema PAPI é constituído de uma barra lateral.5 Conseqüências para Elaboração de NOTAM a) a variação na intensidade do brilho pode ofuscar o piloto. (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. os sistemas PAPI instalados possuem barra e quatro caixas em ambos os lados da pista. .1.1. . 13. f) útil com visibilidade de 800 metros. 13.Exemplo: Q)QLVXX E)VASIS CAIXAS LADO DIREITO U/S.Exemplos: Q)QLVXX E)VASIS RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. d) orientação ininterrupta e uso fácil. com quatro caixas. As três combinações possíveis de cores das duas barras são lógicas e isentas de confusão.2.2 PAPI . Q)QLVAS E) VASIS RWY 18 U/S. de 21 de outubro de 2009.MCA 53-1/2009 177 c) dispensa interpretação. a menos que isso seja fisicamente impraticável.

13. brancas.1.devido a chuva. se o equipamento não reduzir o brilho de 5 para 4 ou 3.1. o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) . a) todas as caixas brancas quando voando muito acima da rampa de aproximação.4 Vantagens do Sistema Basicamente as mesmas do VASIS.1.2. vermelha e as duas afastadas. d) as três caixas mais próximas da pista. brancas. de 21 de outubro de 2009. c) as duas caixas mais próximas da pista.2. é 3 (três). e assim permanecer. Q) QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos.Portaria DECEA N 63/SDOP. vermelha. e as três mais afastadas. quando voando ligeiramente acima da rampa de aproximação. vermelha e a caixa mais afastada. diurno ou noturno. exceto ao 5. irá ofuscar o piloto: Exemplos: Q)QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. nevoeiro etc.3 Funcionamento Durante a aproximação. de boa visibilidade.5 Conseqüência para Elaboração de NOTAM a) brilho usado em condições de tempo bom. quando as condições do tempo mudam . b) a caixa mais próxima da pista. quando voando na rampa de aproximação. branca quando voando ligeiramente abaixo da rampa de aproximação. . porem com melhor precisão. – é aumentado para brilho 4 (quatro) ou 5 (cinco). e e) todas as caixas vermelhas quando muito abaixo da rampa de aproximação. ou seja.178 MCA 53-1/2009 13.2. o 13. normalmente.

percepção de altura. enquanto que os utilizados em pistas para operações visuais.3 Utilização 13. 13.3. 1. apóiam mínimos de visibilidade reduzida. se CAT II ou CAT III. as configurações dos sistemas devem ser compatíveis e adequadas aos requisitos operacionais.SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO 13. ALSF-2/3. Os sistemas que são utilizados em pistas de aproximação de precisão (CAT I e CAT II/III) têm. são também utilizados em conjunção com auxílios eletrônicos para aproximação e pouso e. Embora sejam considerados auxílios visuais. que parecem aos pilotos como se fosse uma bola de luz se deslocando em alta velocidade em direção à cabeceira da pista (dois lampejos por segundo). Esses sistemas também poderão ser constituídos com luzes de lampejo sequenciado (Flasher). particularmente durante os períodos noturnos e/ou de visibilidade reduzida. Objetivando atender melhor à segurança. de 21 de outubro de 2009. Se a operação for CAT I.2 Descrição Esse equipamento possui uma configuração de luzes dispostas simetricamente em torno da linha central da pista estendida.400 pés (420 m) de comprimento. b) código para equipamento A-PAPI será LP: Exemplo: Q) QLPAS E)PAPI (APAPI) RWY 10 U/S. 3.000 pés (900 m) de comprimento.3 ALS .3.3. normalmente. caso as seguintes condições forem satisfeitas: .1. O ALS equipado com “Flasher” tem a denominação de ALSF.3. orientação para nivelamento de asas e referências horizontais. começando na cabeceira da pista e estendendo-se no sentido de seu prolongamento. destinadas para utilização noturna e de aproximação de “não-precisão” (SIMPLIFICADO) têm. 13.Portaria DECEA No 63/SDOP. 13.3. números de código 3 e 4.1. (NR) .MCA 53-1/2009 179 Q)QLPAS E)PAPI RWY 10 U/S. normalmente. facilitando sua orientação.1. é chamado ALSF-1.1 Finalidade Esse sistema fornece informação visual de alinhamento de pista.1. Destinam-se a melhorar a capacidade operacional e a segurança das aeronaves durante a operação de aproximação e pouso. geralmente.1 O ALS será ligado para a cabeceira utilizada: a) DURANTE O DIA – Do nascer ao pôr-do-sol.1.

fica a cargo do órgão ATS local. Exemplos: Q)QLAAS E)ALS (MALS) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (MALS FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALS SEM FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-2 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLACG E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 REDUZIDO A BRILHO 2. no que se refere a controle de brilho e proteção dos circuitos.1. NOTA 2: O VASIS também acompanhará o ALS no brilho usado.3.sempre que forem suspensas as operações VFR. NOTA 1: As luzes de balizamento de pista devem acompanhar o ALS no brilho usado. A filosofia de comando. b) DURANTE A NOITE . NOTA 3: O controle (aumento ou redução) do brilho das luzes dos equipamentos de auxílios visuais. controle.Portaria DECEA No 63/SDOP. locação e função.180 MCA 53-1/2009 .3. de 21 de outubro de 2009. (NR) . ou com alta intensidade. operação e informação é a mesma. 13. 13.2 O princípio de funcionamento do ALS é igual ao do VASIS. de 21 de outubro de 2009. caso exista tráfego e esse efetue procedimento para a pista do ALS. e Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos.Do pôr ao nascer-do-sol. . (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP.4 Consequências para Elaboração de NOTAM: a) será emitido NOTAM (Especificando RWY e Tipo) de ALS dando inoperância. do PAPI e da ILUMINAÇÃO DE PISTA (BALIZAMENTO DE PISTA). o que nesta condição pode causar ofuscamento do piloto. exceto ao 5. ou operação do sistema com brilho reduzido.1. Há diferenças entre as características de cada equipamento em instalação. ou .o aeródromo aeroporto esteja com operação IFR ou VFR especial.3.

020 Hz. 13.2 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO 13. para prover identificação. Esses auxílios operam na faixa de freqüência: de 190 a 1. 13. de 21 de outubro de 2009. determinando sua marcação magnética (QDM). utilizado em muitos países.1. emitindo ondas eletromagnéticas não direcionais que. . 13.1. a marcação relativa (MR) da aeronave ou. deslocamento ou linguagem clara. pode determinar seu rumo para esse auxílio e navegar em sua direção.1. isto é. quando essa dispuser de ADF (Automatic Direction Finder). b) será emitido NOTAM de FLASH dando inoperância.MCA 53-1/2009 181 Q)QLAXX E)ALS (MALS) RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 2.1 NDB (RÁDIO FAROL NÃO-DIRECIONAL) 13. através dos quais o piloto de uma aeronave adequadamente equipada com uma antena direcional e receptor.2. balizando aerovias.2.2. equipamento que capta os sinais do NDB e os transforma em direção.Portaria DECEA No 63/SDOP. lembrar que não existe tabela de intensidade de luz. Exemplo: Q)QLFAS E)LGT FLG SEQUENCIAL RWY 18/US (NR) .1.1 Finalidade Importante auxílio-rádio nos tempos pioneiros da aviação mundial. cancelamento. determinando pontos de referência em áreas terminais. ainda hoje. propiciam a informação de direção do sinal recebido.2 Descrição 13.2 Um rádio farol não direcional (NDB) de baixa e média freqüência transmite sinais não direcionais. o NDB é.2. proporcionando a execução de aproximações por instrumento em aeroportos.1 Consiste basicamente de um transmissor no solo.750 KHz e transmitem uma portadora contínua manipulada com modulação de 1.2. além de proporcionar orientação à navegação marítima costeira.2. Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos.2. ou fazendo parte de sistemas de aproximação tecnicamente sofisticados. ao serem captadas por receptores de bordo dotados de antenas direcionais.

2.1. alto ruído atmosférico e condições locais. o piloto. 13.2.1.2.2.1. terá indicação de bloqueio. o que permite determinar a interseção de duas linhas de posição.1.182 MCA 53-1/2008 13. mas com esse tipo de equipamento poderemos ter uma mudança de direção causada por diversos fatores: efeitos noturno. como uma forma de suprir suas necessidades de orientação.2. ao sobrevoá-la.1. Quando um NDB é utilizado simultaneamente com marcadores do ILS. 13. 13. alguns NDB podem ser identificados pela manipulação de sua portadora. 13. ele é denominado NDB Marcador. com freqüência.4 Fixos de posição podem ser determinados com relativa precisão se o piloto dispuser de duas estações transmissoras suficientemente afastadas. caracterizado pela inexistência de sinal.2. .2. ocasionado pela entrada num cone de silêncio. por aeronaves voando em áreas desprovidas de auxíliosrádio. sendo por isso usadas.5 Voando uma aeronave em direção à estação transmissora.7 As marcações proporcionadas através das ondas de rádio transmitidas por uma estação de NDB. de montanha e perturbações meteorológicas. de linha de costa.2.6 Exceto no que tange ao bloqueio da estação que não pode ser determinado. terão alcance em função da potência do transmissor. podendo sofrer influência de estações de rádio.2. as emissoras de rádio comerciais (broadcasts) funcionam também como um rádio-farol. A tendência natural da onda de rádio seria percorrer uma linha reta.3 Com a finalidade de atender a certas condições.2.

Observar a diferença entre: a) NDB DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255. b) não sofre influências por parte das condições atmosféricas.2 VOR (RÁDIO FAROL DIRECIONAL) 13.2 Descrição 13. e) não sofre o efeito noturno.10 a 117.00S/03820. d) não dá bloqueio falso.2. O alcance dos sinais.41W. O VOR.1 Finalidade O VOR (Very High Frequency Omnidirecional Range) é utilizado em radiogoniometria com muitas vantagens sobre o NDB.2.00 a 112. deverá estar livre de qualquer obstáculo num raio de 300 metros.00 Mhz opera somente com os decimais pares.2. f) é preciso. superior ao de um NDB.2. 13.MCA 53-1/2008 183 13. 13.41W . por ser um equipamento de freqüência muito alta.90 Mhz. com três letras.2.1 O transmissor de um VOR opera nas freqüências de 108. que de preferência.2. apresentando as seguintes vantagens sobre o NDB: a) curso firme.41W. sendo que de 108. Os sistemas que utilizavam baixa freqüência pecavam por razões já explicitadas anteriormente. e b) NDB MUDADO COORDENADAS PARA .o código NOTAM será: Q)QNBCM E)NDB SVD 275KHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.1.2. A identificação da estação é fornecida por um sinal auditivo modulado em código morse. e g) elimina a curva do cão. .00S/03820.2.3 Conseqüências para elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do NDB.2. e de 112.o código NOTAM será: Q)QNBXX E)NDB SVD 275KHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1255. veio suprir essas deficiências. dependerá da localização e instalação da antena.90 Mhz nos decimais pares e ímpares.00 Mhz à 117. c) elimina cálculos difíceis e demorados.00S/03820.

2.38S/03819. sendo. e b) VOR MUDADO COORDENADAS PARA . o número utilizável é limitado pelo receptor de bordo da aeronave. É importante saber que radial é um local físico. todavia. Um grau elétrico é igual a um grau geométrico. .28W. no VOR utiliza-se o termo Radial que corresponde à direção magnética partindo de uma estação VOR. e também nas aproximações.o código NOTAM será: Q)QNVCM E)VOR SVD 109.184 MCA 53-1/2008 13.41W .2. ou seja.3 O número de radiais irradiados por um VOR é infinito. portanto. como auxilio básico de procedimentos.QDR.2.00S/03820.2. A radial 360° é orientada para o Norte magnético.2.o código NOTAM será: Q)QNVXX E)VOR SVD 109. Normalmente. cujo conceito confunde-se com o de linha de posição magnética .3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do VOR.2.38S/03819.2. Observar a diferença entre: a) VOR DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.2.2 Enquanto que na utilização do NDB tinha-se conceitos de QDM e QDR. 13. medidas no sentido dos ponteiros do relógio. 13. na navegação em rota.4 O equipamento VOR é utilizado como balizamento de aerovias.2.2.2. 360 radiais.30MHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1254.28W. o alcance para a recepção do sinal de um VOR será o que se segue: ALTITUDE 1000 pés 2000 pés 3000 pés 4000 pés 10000 pés DISTÂNCIA 39 NM 54 NM 69 NM 92 NM 270 NM 13. em virtude da alta freqüência não acompanhar a curvatura da superfície terrestre.30MHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1254. Pode-se fazer uma analogia das radiais de um VOR com os raios de uma bicicleta.

já que de uma estação só se obtém a LPM mas não em qual local desta linha a aeronave se encontra. 13. constantemente. causando pequenos erros quanto à posição geográfica. só que a intervalos e freqüências diferentes. responde à emissão do interrogador também em pares de pulsos. A faixa de operação é de 960 a 1215 Mhz (UHF). b) rotas em arcos podem ser estabelecidas para prover separação. denominada TRANSPONDER. .3.2 Descrição 13. O intervalo de tempo gasto pela ida/volta dos pulsos é então transformado em unidade de distância (milha náutica) pelo computador acoplado ao equipamento e mostrado visualmente ao piloto no painel. é da linha de visada que une a aeronave e a estação. que emite pares de pulsos de energia a intervalos regulares e que são captados pela estação terrestre. Essa estação. em virtude da curvatura da superfície terrestre e também da altitude da aeronave. c) pode ser usado para delimitar esperas em qualquer lugar do espaço aéreo coberto pelo equipamento.2.3. É bom lembrar que essa distância eletronicamente medida. para que determinado tráfego contorne uma área ou setor. a sua distância em relação à estação. era necessário uma série de cálculos e algumas vezes utilizar mais de uma estação terrestre.2.2 O uso do DME como auxílio à navegação traz muitas vantagens para pilotos e controladores. ou ainda. eliminando cálculos demorados. e d) permite ao piloto a plotagem constante de sua posição.2.3.1 Finalidade O equipamento medidor de distância (DME) veio como complemento para se descobrir a posição da aeronave em relação a um auxílio. Para se descobrir a posição da aeronave sem o auxílio do DME. a aeronave tem fornecida em mostradores.3. Com a utilização do DME.2.2.3 DME (EQUIPAMENTO MEDIDOR DE DISTÂNCIA) 13.MCA 53-1/2008 185 13. Dentre elas podemos citar: a) diminuir a separação entre aeronaves equipadas adequadamente.2. 13.2.1 Esse auxílio consiste de um transmissor de bordo chamado de INTERROGADOR.

3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de inoperância do DME.2. d = distância em NM D = distância em NM da aeronave até a antena h = altitude do topo da antena H = altitude da aeronave 13.186 MCA 53-1/2008 13. observando o seguinte: DME SVD INOPERANTE .2.o código NOTAM será: Q)QNDAS E)DME CH112X U/S.3. e em algumas situações também podem ser associadas ao localizador do ILS.3. .2. as estações DME operam acopladas às estações VOR.3 No Brasil. com seleção automática de freqüência através de canais.

em ângulo de descida. 13. estão previstas nos anexos da ICA 100-16 (Sistema de Pouso por Instrumentos .MCA 53-1/2009 187 13.2.2 Inoperância de Componentes As restrições operacionais dos componentes eletrônicos.3 Consequências para elaboração de NOTAM 13.4. nos casos de degradação de seus componentes.3. o ILS proporciona à aeronave equipada com o correspondente instrumento de bordo orientação segura de alinhamento.1 Finalidade Sistema de aproximação de precisão muito utilizado nos aeroportos de todo mundo.4.2. visuais e adicionais.2.ILS).1 O sistema inteiro poderá estar inoperante.4 ILS (SISTEMA DE POUSO POR INSTRUMENTO) 13.4. quando na aproximação final para pouso. Exemplos: Q)QICAS E)ILS RWY 18 U/S Q)QISAS E)ILS CAT I RWY 18 U/S Q)QITAS E)ILS CAT II RWY 18 U/S Q)QIUAS E)ILS CAT III RWY 18 U/S . (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP.2. de 21 de outubro de 2009. categoria e o impacto na operacionalidade do equipamento. referente à situação.2. 13.4.

3. (NR) .4. Exemplos: Q)QILAS E)ILS LLZ RWY 18 U/S Q)QIGAS E)ILS GP RWY 18 U/S Q)QIOAS E)ILS OM RWY 18 U/S Q)QIMAS E)ILS MM RWY 18 U/S Q)QIIAS E)ILS IM RWY 18 U/S Q)QIDAS E)DME ASSOCIADO AO ILS RWY 18 U/S Q)QIXAS E)ILS LO RWY 18 U/S Q)QIYAS E)ILS LM RWY 18 U/S .Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009.2.188 MCA 53-1/2009 13.2 Código de inoperância para cada componente.

lagos. Qualquer pessoa. 14. tem à sua frente o ESTE (E).1 DEFINIÇÃO É a arte de conduzir uma aeronave. cidades.1 Navegação Visual ou Contato . de um ponto a outro.Determinar. às suas costas o OESTE (W).Determinar o local onde se encontra.2. o local atual.Portaria DECEA No 63/SDOP. 14. . rios. VOR. Ponto significativo: referência como: rodovias.Sistema baseado em satélites colocados em órbita GNSS: “Sistema Global de Navegação por Satélite”. Instrumentos de bordo: bússola. montanhas. de frente para o nascer-do-sol. ômega e inercial. velocímetro e relógio. sem considerar a distância que os separa. de 21 de outubro de 2009.MCA 53-1/2009 189 14 NAVEGAÇÃO AÉREA Nesse capítulo serão abordadas noções básicas de navegação aérea para aplicação nas atividades de Informação Aeronáutica.2. facilmente determinaremos os pontos COLATERAIS e SUB-COLATERAIS. através de instrumentos eletrônicos munidos de computadores.2. Instrumento: sextante. a partir do último ponto conhecido. Sistemas: doppler. (NR) .3 DIREÇÃO É a posição de um ponto em relação a outro.6 Navegação por Satélite .4 Navegação Eletrônica . por meios de ondas de rádio emitidas por estações terrestres: Estações: NDB. etc. sobre a superfície da terra.2.2.2 Navegação Estimada .Determinar o local onde se encontra.3 Navegação Radiogoniométrica .5 Navegação Celestial ou Astronômica . 14. 14. Determinando os pontos CARDEAIS. por meio de observações dos corpos celestes. 14. 14. pontes.2 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO 14. ferrovias. com segurança e eficiência. 14.2.Observando os pontos significativos sobre a superfície da Terra. a qualquer momento. determinando sua posição em qualquer momento. 14.Determinar o local onde se encontra. Isto é o que chamamos de pontos CARDEAIS. à sua esquerda o NORTE (N) e à sua direita o SUL (S).

medida em graus. podemos dizer que a DIREÇÃO é uma medida angular a partir de um ponto de referência. Assim. a partir do Equador. Latitude do Ponto A 45º N Ponto A Plano do Equador Arco de Meridiano . A latitude é medida de 00º a 90º para NORTE e para o SUL.190 MCA 53-1/2008 Norte (N) Noroeste (NW) Nornoroeste (NNW) Nornordeste (NNE) (NE) Nordeste oestenoroeste (WNW) (ENE) estenordeste PONTO Oeste (W) oestesudoeste (WSW) (E) Leste (ESE) estesudeste Sudoeste (SW) (SSW) susudoeste (SSE) susudeste (SE) Sudeste (S) Sul Modernamente as direções são expressas em graus. 14. de 000º a 360º.4.4 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS 14. Esse é o sistema universalmente adotado para fins de navegação. que é sempre a linha NORTE/SUL. no sentido NESO (Norte / Este / Sul / Oeste).1 A LATITUDE é o arco de meridiano compreendido entre o Equador e o paralelo de um lugar.

MCA 53-1/2008 191 14.2 Considerando a explicação acima. faremos a seguinte observação.1 MILHAS NÁUTICAS 14.600NM) e a LINHA do EQUADOR um CÍRCULO MÁXIMO (círculo que divide a terra em duas partes iguais). 14.4.5.5. como sendo: o comprimento de 1’ de arco do meridiano terrestre (equivalente a 1’ de latitude). 14. As unidades de comprimento utilizadas para medir distâncias nesse Manual.1. Seu valor é de 1. para ESTE e para OESTE (ver Anexo E).852Km. A longitude é medida de 000º a 180º a partir do meridiano de GREENWICH. Também pode ser definida e perfeitamente aceitável. são duas: quilômetros (Km) e milhas náuticas (NM). 14.600 NM ÷ 360 = 60NM Logo: 1º (60’) corresponde a 60NM . é a sua escala de distância.1.5. Meridiano 80º W 14.1. ao longo de um meridiano qualquer. visando comprovar a afirmação que 1’ de latitude equivale a 1NM: 21. temos que.1 Unidade de distância internacional adotada e conhecida como NM.3 Sendo a circunferência da terra medida no equador igual a 40.000Km (21.5. a escala de latitude de uma carta. compreendido entre o meridiano de GREENWICH e o meridiano de um lugar.5 DISTÂNCIA É a separação entre dois pontos. onde 1’ de latitude é equivalente a 1NM.2 A LONGITUDE é o arco da LINHA do EQUADOR ou do PARALELO.

.852Km = 240. 14.2 Definimos declinação magnética (Dmg).7. isto é. NM e Km e vice-versa. basta conhecermos os seus valores e efetuarmos simples operações de multiplicação e divisão. apontando para esquerda (Oeste).7. 14. deverá ser adicionada ao rumo/proa verdadeira a declinação magnética. tem-se uma declinação magnética Oeste (W).192 MCA 53-1/2008 14.6 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA Para conversão dessas unidades de distâncias. No caso inverso. Exemplo: Converter 130NM em quilômetros: 130NM × 1. tem-se uma declinação magnética Este (E).7 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA 14. como sendo o ângulo formado por uma linha NORTE/SUL verdadeira ou geográfica e uma linha NORTE/SUL magnética. para Este. e subtraída quando essa for Este. formando um ângulo denominado DECLINAÇÃO MAGNÉTICA.76Km Converter 105Km em milhas náuticas: 105Km ÷ 1. quando essa for Oeste. isto é.1 Sabendo-se que os pólos magnéticos e verdadeiros não são coincidentes. NOTA: Para a determinação de rumo/proa magnética. isto proporciona o cruzamento dos meridianos geográficos.69NM 14.3 Quando a agulha da bússola estiver para a direita da direção do Norte Verdadeiro.852Km = 56.7.

RUMO E PROA 14. O rumo pode ser verdadeiro ou magnético. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º . d) Rumo magnético (Rmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e uma linha de rota.8. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º e) PROA: É o ângulo formado entre um meridiano qualquer e o eixo longitudinal da aeronave. f) Proa verdadeira (Pv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e o eixo longitudinal da aeronave.8 ROTA. b) RUMO: Ângulo formado entre um meridiano qualquer e a linha de rota. c) Rumo verdadeiro (Rv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e uma linha de rota.MCA 53-1/2008 193 14. sendo a trajetória desejada ou percorrida pela aeronave.1 DEFINIÇÕES: a) ROTA: Projeção ortogonal à superfície da terra. e g) Proa magnética (Pmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e o eixo longitudinal da aeronave.

contados no sentido horário. É a diferença de 180º da marcação magnética. contados no sentido horário. b) MARCAÇÃO RELATIVA (MR): É o ângulo formado pelo prolongamento do eixo longitudinal da aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. variando de 000º a 360º.9 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA 14. variando de 000º a 360º. c) MARCAÇÃO MAGNÉTICA (QDM): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. contados no sentido horário. . e d) LINHA DE POSIÇÃO MAGNÉTICA (QDR): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela estação e a linha que liga a estação à aeronave.1 DEFINIÇÕES: a) RADIOGONIOMETRIA: É a técnica de medir direções e determinar posições utilizando ondas de rádios emitidas por um transmissor ou transmissores de posições conhecidas.9.194 MCA 53-1/2008 14. variando de 000º a 360º.

2. 15.1 CLASSIFICAÇÃO 15. em princípio.2 UTILIZAÇÃO 15. 15. 15.2. e b) PRIVADOS – Só poderão ser utilizados com permissão de seus proprietários.MCA 53-1/2010 195 15 AERÓDROMOS Esse capítulo trata das características administrativas. 15.2. 15.Aeródromo destinado. em princípio. ressalvados os casos de aeronaves que apresentarem defeitos em vôo ou encontrarem condições meteorológicas adversas na rota.2 Os aeródromos públicos podem ser utilizados por aeronaves em geral. ao uso de aeronaves militares. físicas e operacionais dos aeródromos brasileiros para que os Especialistas possam identificar a melhor forma de lidar com as informações/dados aeronáuticos a eles inerentes.1. de 24 de agosto de 2010. e b) MILITAR . que é o Aeródromo Público Restrito. sendo vedada sua exploração comercial.1.3 Os aeródromos privados e os aeródromos públicos restritos só podem ser utilizados com permissão de seu proprietário.1. NOTA: Exceto aeródromos privados abertos ao tráfego público.1 Os aeródromos são classificados em: a) CIVIL .1.2.1 Nenhum aeródromo civil poderá ser utilizado por aeronaves civis se não estiver devidamente registrado ou homologado e. divulgado em pelo menos um dos componentes da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP).3 Considera-se um terceiro tipo de aeródromo civil. ao uso de aeronaves civis. ainda.Aeródromo destinado.1. desde que observadas as características físicas e operacionais do aeródromo. (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. em caráter comercial ou não.1 PROCEDIMENTOS 15.2 Os aeródromos civis são classificados em: a) PÚBLICOS – Destinam-se ao tráfego de aeronaves em geral. 15. .1.

1 PONTO DE REFERÊNCIA DO AERÓDROMO (ARP) 15.1 Para cada aeródromo será estabelecido um ponto de referência. quando o interesse for de segurança nacional ou necessidade de fiscalização assim o exigir.5 Os aeródromos privados. em graus.3.1. poderão ser utilizados por aeronaves militares.1.2.3.1.2.3. considerando a possibilidade de que esse seja posteriormente ampliado (Anexo G .2 Elevações e Alturas Geoidais da Pista 15. 15. 15.1 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de não precisão (NPA).P2). se sua elevação.2.3 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS 15.P1).3.2 ELEVAÇÃO E ALTURA GEOIDAL 15.6 O piloto em comando é o responsável quanto à verificação das características físicas e operacionais dos aeródromos ou helipontos envolvidos com o vôo.2. alta ou . 15.1.4 Os aeródromos privados abertos ao tráfego poderão ser explorados comercialmente desde que exista autorização formal do proprietário para uso da propriedade como aeródromo público.3.196 MCA 53-1/2008 15.1. 15.3.3 A posição do ARP é estabelecida em caráter permanente e informada em latitude e longitude. 15. minutos e segundos. a elevação dos extremos de pista e a dos pontos intermediários ao longo da pista.2.1.2.4 O ARP deve situar-se tão próximo quanto possível do centro geométrico inicial ou planejado do aeródromo.1.2.2 A sua finalidade é servir como origem para determinação das coordenadas de qualquer outro ponto na área do aeródromo.3.1 Elevação do Aeródromo É a altitude do ponto mais elevado da área de pouso de um aeródromo (Anexo G .3. 15. arredondando-se ao segundo mais próximo. 15. independente de permissão de seu proprietário. serão informadas a elevação e a ondulação geoidal de cada cabeceira.3. 15.

serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada. Esse número será o inteiro mais próximo da décima parte do azimute magnético de uma pista (Anexo G .3 TEMPERATURA DE REFERÊNCIA 15.2.1 Para cada aeródromo será determinada uma temperatura de referência em graus Celsius (Anexo G .3. for de importância.3. serão informadas a elevação e ondulação geoidal de cada cabeceira. 15. .P4). 15.P5).5 NÚMEROS E ORIENTAÇÃO DAS PISTAS Um sinal designador de pista consistirá em um número de dois dígitos.1 Localização da Cabeceira Normalmente a cabeceira situa-se no extremo da pista. a partir do Norte Magnético. Quando a cabeceira da pista estiver deslocada.2 A temperatura de referência deverá ser a média mensal das máximas temperaturas diárias correspondentes ao mês mais quentes do ano. e se medirá com uma precisão arredondada ao meio metro ou pé mais próximo. 15. 15. PA-2 ou PA-3). em função do rumo magnético.2 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de precisão (PA-1.3. e se medirá com uma precisão arredondada ao quarto de metro ou pé mais próximo (Anexo G . a elevação dos extremos de pista e a maior elevação da zona de contato (TDZE).4.3.P6).3. aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho.3.3. será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista (Anexo G . a menos que condições operacionais justifiquem a escolha de outra localização.MCA 53-1/2010 197 baixa. 15.P3). Essa temperatura deverá ser medida por observações efetuadas durante vários anos 15.P7).2.3.3.4 PISTAS Área retangular definida em um aeródromo destinada a pouso e decolagem de aeronaves (Anexo G . Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo. tendo em vista o rumo de aproximação.

Esse número é o Número de Classificação de Pavimento (PCN).P8). 15.1 Esse método torna possível expressar o efeito individual de uma aeronave sobre diferentes pavimentos através de um único número.7.1.1 Método ACN-PCN 15. Para três pistas paralelas: “L” “C” “R”. será notificada através do peso máximo admissível (peso máximo de decolagem) da aeronave e da pressão máxima admissível dos pneus pelo pavimento.3. Para quatro pistas paralelas: “L” “R” “L” “R”.7 RESISTÊNCIA DO PAVIMENTO A resistência do piso dos aeródromos destinados a aeronaves com peso inferior a 5.50 Mpa. Exemplo: 4000 Kg / 0.7. 15.700 Kg (12. define-se: . Para cinco pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “R” ou “L” “R” “L” “C” “R”. Esse número é chamado Número de Classificação da Aeronave (ACN). que varia de acordo com o peso e a configuração da aeronave (tipo de trem-de-pouso.198 MCA 53-1/2008 Para duas pistas paralelas: “L” “R”. Portanto. 15.2 A capacidade de carga de um pavimento também pode ser expressa por um único número sem especificar uma aeronave em particular ou informações detalhadas do pavimento.1. o tipo de pavimento e a resistência do subleito.3.3. pressão de pneu.3.500 lb).3. e Para seis pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “C” “R”.6 DECLIVIDADE LONGITUDINAL DA PISTA É o resultado das várias elevações ao longo do terreno (Anexo G . entre outros).7. 15.

4 Aplicação 15.1. a) PCN – É um número que expressa a capacidade de resistência de um pavimento para operações sem restrição.7. uma aeronave que tenha um valor de ACN inferior ou igual ao valor do PCN do pavimento.MCA 53-1/2010 199 a) ACN – É o número que expressa o efeito relativo de uma aeronave com uma determinada carga sobre um pavimento. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis. Se o ACN encontrado for igual ou inferior ao PCN publicado. 15. NOTA 3: Poderão ser autorizadas operações de aeronaves com ACN superior ao PCN notificado para pavimento desde que obedecidos os critérios estabelecidos na IAC 157-1001.1 O método ACN-PCN se aplica somente aos pavimentos destinados a aeronaves com peso igual ou superior a 5.7. de 10 abril de 2008. Isto é possível.3 O sistema ACN-PCN é estruturado de maneira que um pavimento com um determinado valor de PCN seja capaz de suportar.1.4.7.3. qual o ACN de sua aeronave. para uma categoria padrão de subleito especificada. NOTA 2: A resistência do piso dos helipontos é apresentada simplesmente com o peso em toneladas. nas quatro categorias de resistência de subleito. sem restrições. preparada pela autoridade competente. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus.7. pois os valores de ACN e de PCN são calculados usando-se a mesma base técnica. ele determinará através de uma tabela. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus.4.1.3.2 Uma vez que o usuário conheça o PCN.1.500 lb). . 15.3.700 Kg (12. Cabe ressaltar que os valores oficiais de ACN são fornecidos pelos fabricantes das aeronaves. Exemplo: PCN 78 / R / A / W / T NOTA 1: A IAC 157-1001.3. então a aeronave poderá operar no aeródromo em questão. 15.

letra C . são os seguintes os critérios recomendados pelo ANEXO 14/OACI: a) para pavimentos flexíveis (asfalto).baixa: . os movimentos ocasionais de aeronave cujo ACN não excede de 5% o PCN notificado. 15.6 Procedimentos para notificação do PCN O PCN de um pavimento é notificado através de um código que utiliza cinco elementos: a) valor numérico do PCN. desde que não ultrapassem a.200 MCA 53-1/2008 15.Flexível: c) resistência do subleito.3.letra F . b) para pavimentos rígidos (concreto cimento) ou compostos nos quais o pavimento rígido constitui o elemento primordial da estrutura do pavimento.alta: . 15.média: .3 Maiores detalhes sobre o método ACN-PCN podem ser encontrados no ANEXO 14/OACI e na IAC 157-1001. .1. cujo ACN não exceda 10% do PCN notificado. não são prejudiciais ao pavimento. b) tipo de pavimento.1.1. desde que não ultrapassem a. não são prejudiciais ao pavimento.7. aproximadamente.letra R .3. aproximadamente.5 Operação com Sobrecarga Para as operações cujo valor de sobrecarga e/ou freqüência de utilização não justifique(m) uma análise detalhada. .7. 5% do número de movimentos anuais de aeronaves. e c) se a estrutura do pavimento é desconhecida a limitação a ser aplicada é a correspondente aos pavimentos rígidos.letra B .letra A . os movimentos ocasionais de aeronave. 5% do número de movimentos anuais de aeronaves.Rígido: .3.4.7.

50MPa): .7 Uma vez que o usuário conheça.7. o pavimento resiste satisfatoriamente: Exemplo: Notificação publicada: Interpretação: .ultra-baixa: d) pressão máxima de pneus. o PCN. e . ele determina o ACN.50MPa): e) método de avaliação.valor numérico do PCN: .letra Y . PCN 80/R/B/W/T . em condições normais de emprego.baixa (até 1. através de uma tabela existente na IAC em vigor (Anexo G .pressão máxima dos pneus: .média (até 1.muito baixa (até 0. rígido. ou seja.7.prática: Consiste na utilização do conhecimento do tipo e peso de aeronaves que.letra Z .letra W .método de avaliação: 80.00MPa): .MCA 53-1/2010 201 .alta (sem limite de pressão): .3.letra X . .1.letra D . a resistência do piso. alta.P9).tipo de pavimento: .8 Cálculo do ACN das Aeronaves: a) o ACN das aeronaves deverá ser determinado segundo o método ACN PCN. .1.letra U 15.resistência do subleito: .técnica: Consiste no estudo específico das características do pavimento e na aplicação da tecnologia do comportamento dos pavimentos: . e técnica.3. utilizando-se a tabela de ACN anexa à IAC 157-1001. 15. média. através das publicações de informações aeronáuticas.letra T .

23 MPa 1. b) Exemplos de cálculo de ACN: .202 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Essa tabela.Exemplo 1 Uma AIP contém as seguintes informações relativas ao pavimento de uma pista PCN 80/R/B/W/T.000 Kg 334. NOTA 2: As duas cargas totais que figuram na coluna 2 da tabela de ACN.749 Kg 185. respectivamente. pode suportar todas essas aeronaves. NOTA 3: Para calcular o ACN correspondente a um valor de carga intermediário.066 Kg 253. considerase o ACN como variando linearmente.26 MPa 1. são. com as cargas operacionais e pressões de pneus indicados a seguir: PESO Airbus A300 Mod. 50. o peso máximo de decolagem e o peso operacional vazio. fazendo-se uma interpolação. são respectivamente. não contempla a unidade de medida em psi. 71 e 53. entre o peso de operação vazio e o peso máximo de decolagem. visando facilitar o usuário. Determinar se o pavimento pode aceitar as seguintes aeronaves.56 MPa 1. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis. para cada tipo de aeronave. NOTA 4: A Pressão dos pneus informada na Tabela do documento da OACI. de acordo com a coluna 6 da Tabela de ACN. nas quatro categorias de resistência do terreno de fundação.105 Kg PRESSÃO 1.17 MPa . 42.B2 B 747–100B Concorde DC 10–40 Solução: Os ACN dessas aeronaves. Como o pavimento em questão tem um PCN 80 e não tem limitação de pressão de pneus. 45. sendo a informação acrescida na tabela.

em cada ponto.400 Kg sobre um pavimento flexível apoiado em fundação do terreno de resistência média (CBR=10).28 Mpa. 15.8 TIPOS DE PAVIMENTO 15.28/185 5 45 23 80 6 52 25 40 7 63 28 15 9 52 26 10 10 57 27 6 11 68 30 ACN = ACN MÁXIMO – (CARGA TOTAL – CARGA PRETENDIDA) x (ACN MÁXIMO – ACN MÍNIMO) (CARGA TOTAL – OPERAÇÃO VAZIA) ACN = 57 – (196. quando houver.1 Os tipos de pisos dizem respeito à natureza do piso das diversas pistas e áreas onde trafegam as aeronaves no aeródromo.406 – 108.1 Área retangular que envolve a pista de pouso e a SWY.406 – 157.P10).MCA 53-1/2010 203 .9 FAIXA DE PISTA (STRIP) 15.3.006 x 30 87.2 Os respectivos códigos constam das abreviaturas existentes na Parte GEN da AIPBRASIL e no ROTAER e são os seguintes.2 4 1.446 ACN = 57 – 13 ACN = 44 15. 15.8. A pressão dos pneus do trem de pouso principal é de 185 psi. .3.3.940) ACN = 57 – 39.3. O ACN da aeronave é obtido por interpolação dos valores da coluna 10 da Tabela de ACN CARGA TOTAL MÁXIMA DE DECOLAGEM OPERAÇÃO VAZIO KG 1 DC 10-10 2 196406 108940 ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS RÍGIDOS PRESSÃO DOS PNEUS MPa/psi K em MN/m3 Alta Médi a Baixa Ultra Baixa 20 8 73 33 Alta ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS CBR Médi a Baixa Ultra Baixa 3 12 93 38 TIPO DE AERONAVE CARGA SOBRE UMA DAS RODAS DO TREM DE ATERRISSAGEM PRINCIPAL (%) 150 3 47. a altitude do ponto mais próximo situado no eixo da pista ou no seu prolongamento (Anexo G .9.400) x (57 – 27) (196.8. Solução: 185 psi = 1.3.Exemplo 2: Achar o ACN do DC 10–10 com 157. e tem.

2 O comprimento e a largura dependerão do tipo de operação da pista.10 ÁREA DE SEGURANÇA DE EXTREMO DE PISTA (RESA) Área simétrica ao prolongamento do eixo da pista e adjacente ao extremo da faixa de pista.3.9. variando o comprimento (Anexo G .P11). definida no terreno.CWY Área retangular sobre o solo ou água.204 MCA 53-1/2008 15.3. estabelecidos pelas normas em vigor. fixos ou móveis. sob controle de autoridade competente e selecionada ou preparada como área disponível sobre a qual uma aeronave possa efetuar parte de sua subida inicial. . situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem.P13). no caso de necessidade da interrupção da decolagem. 15. destinada àquelas aeronaves que requeiram distância maior que a da pista. tenham de ser instalados nesta área.12 ZONA DE PARADA . instalações e colocação de objetos de natureza temporária ou permanente. aeronaves e veículos em serviço.3. situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem. 15. obrigatoriamente. 15.P12). A largura da zona de parada deve ser a mesma da pista à qual está vinculada. tais como: construções. Suas dimensões variam em função do tipo e da quantidade de operações (Anexo G .3 Na Faixa de Pista não são permitidos quaisquer aproveitamentos que ultrapassem seu gabarito.3.3.4 Não estão compreendidos na proibição: a) os auxílios à navegação aérea que. e b) os equipamentos necessários à manutenção e. ainda. 15. todos sujeitos aos limites de altura e afastamento do eixo da pista.9. 15. cujo objetivo principal consiste em reduzir o risco de danos a uma aeronave que faça uma aterrissagem antes ou ultrapasse o extremo da pista. adjacente a faixa de pista.11 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS . até uma altura especificada (Anexo G .3.9.SWY Área retangular.

3. .3.16 DISTÂNCIAS DECLARADAS São distâncias utilizadas para efeito de cálculo para pouso.3.13 ÁREA DE APROXIMAÇÃO (A1) Plano inclinado ou combinação de planos anteriores à cabeceira cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista. 15. 15.P14): a) TORA (TAKE-OFF RUN AVAILABLE) . decolagem e interrupção de decolagem.15 ÁREA DE TRANSIÇÃO (A3) Plano inclinado que parte das laterais da faixa de pista e da área de aproximação até 45m de altura.comprimento declarado da pista disponível para decolagem. ou seja. 15.CWY. se existir.14 ÁREA DE DECOLAGEM (A2) Plano inclinado ou outra superfície especificada situada além do extremo de uma pista ou zona livre de obstáculos cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista.3.comprimento declarado da pista disponível para corrida no solo de uma aeronave que decola. que são definidas a seguir (Anexo G .MCA 53-1/2010 205 15. comprimento da TORA somado à zona livre de obstáculos . b) TODA (TAKE-OFF DISTANCE AVAILABLE) .

a THR está situada no extremo da pista. as quatro distâncias declaradas terão um comprimento igual 15. se existir. .16. comprimento da TORA somado ao comprimento da zona de parada .1 ao da RWY. Exemplo 2: A RWY é provida de SWY.1. ou seja. Assim sendo.16. na ASDA será incluído o seu comprimento. e d) LDA (LANDING DISTANCE AVAILABLE) . Assim.3.16. Condições A RWY é desprovida de SWY e de CWY e.1.206 MCA 53-1/2008 c) ASDA (ACCELERATE STOP DISTANCE AVAILABLE) . 15.2 Pousos e Decolagens da Esquerda para a Direita Exemplo 1: A RWY é provida de CWY.SWY. ainda. na TODA será incluído o seu comprimento.comprimento declarado da pista disponível para a corrida no solo de uma aeronave que pousa.3.3.1 15. Assim.comprimento declarado da pista disponível para aceleração e parada da decolagem.

corresponde ao comprimento físico da RWY. suas distâncias declaradas serão configuradas conforme a seguir: . se a THR for deslocada.MCA 53-1/2010 207 15.1. Na maioria dos casos. a LDA terá seu comprimento modificado em função deste deslocamento. SWY e THR deslocada.3.3 Obstáculos na Aproximação Exemplo 1: A LDA começa na THR.16. Daí. Exemplo 2: Nos casos de RWY providas de CWY.

3. indicador visual de trajetória de aproximação de precisão (PAPI) e faróis luminosos de aproximação e luzes indicadoras de alinhamento de pista (Anexo G .1.3.3. Buracos.) 15.P16).3. Aplicam-se também a todas as luzes aeronáuticas de superfície.2 Iluminação da Pista Todas as pistas destinadas ao uso noturno devem possuir iluminação adequada.208 MCA 53-1/2008 15. tais como sistema de luzes de aproximação (ALS).P15). 15.17.1 Iluminação de Aproximação A iluminação de aproximação inclui luzes.17. sistema visual indicador de rampa de aproximação (VASIS). .3. etc. estejam ou não no aeródromo ou em suas proximidades. 15. luzes de eixo de pista e luzes de zona de contato (Anexo G . independente da existência de serviço de controle de aeródromo. São as seguintes luzes previstas para pista de pouso: luzes de cabeceira.17 LUZES AERONÁUTICAS DE SUPERFÍCIE Os procedimentos aqui tratados têm aplicação em todos os aeródromos.16.5 Outros exemplos das possibilidades de configurações de distâncias declaradas estão contidos no Anexo F.16. Óleo. 15.4 Exemplo: Cabeceira Deslocada por Impraticabilidade (Obras.1. luzes laterais.

Portaria DECEA No 63/SDOP.17.3.17.3. para determinar o começo da extremidade remota de 600 metros ou 1/3 final e as luzes restantes de cor branca variável.1. as de cor verde indicando o início e as de cor vermelha o final.3.2. uma luz amarela é usada em cada lado visível em qualquer direção.5).Portaria DECEA No 63/SDOP.2 Essas luzes em número de seis pelo menos. em sentido transversal ao seu eixo.1. de 21 de outubro de 2009.2. NOTA: No Brasil. as pistas providas de luzes de intensidade média.Portaria DECEA No 63/SDOP.2 Essas luzes são fixas (contínuas). de 21 de outubro de 2009. 15.Portaria DECEA No 63/SDOP.1 Luzes distribuídas de modo a indicar os limites longitudinais da pista ou da trajetória de pouso utilizável.2.3.2. (NR) .2 Luzes de Cabeceira e Final de Pista 15.4 O sistema de luzes de pista será considerado operacional quando a quantidade de luzes inoperantes não ultrapassar os percentuais especificados no capítulo 3 da ICA 100-1 (Operação IFR em Aeródromos). instaladas a intervalo não maiores que 60 metros (IFR) ou 100 metros (VFR). 15. NOTA: A localização das luzes de cabeceira (início e final de pista) são colocadas até 5 metros distantes das laterais. (NR) .3. 15.2.2.2.1 Luzes de Pista 15.4 e 15.5 Para pistas com operações de pouso e decolagem VFR noturno deverão estar disponíveis pelo menos 85% das luzes (de cabeceira e de final de pista) em funcionamento e que não existam luzes queimadas adjacentes.3.2.17.2. (NR) .2.1 Luzes dispostas lateralmente ao longo da pista de pouso e equidistante de seu eixo. coincidindo com a cabeceira deslocada. as luzes de cabeceira serão dispostas sobre uma linha perpendicular ao eixo da pista.2. 15.17.17. se essa distância for menor.17. de cor branca variável.3. as luzes situadas entre o começo da pista e a cabeceira deslocada são de cor vermelha. são instaladas na cabeceira e no final da pista.3. Se a cabeceira estiver deslocada.17.17.3 Quando a cabeceira for deslocada do extremo da pista.17.2.2. indicando sua direção e limites (ver 15. de 21 de outubro de 2009. 15.MCA 53-1/2009 209 15. em uma distância de 600 metros ou de 1/3 final da pista.3. de 21 de outubro de 2009.2.3. . (NR) .2.2.17. vistas na direção da aproximação. podendo o extremo da pista oposta ser de cor amarela.2. 15.2.17.3.

unidirecionais.3.17.2.17. Essas luzes são fixas (contínuas). dispostas ao longo do eixo de todo o percurso do táxi da aeronave.3. estendendo-se desde a cabeceira até uma distância longitudinal de 900 metros.3 Luzes de eixo de pista São luzes distribuídas ao longo do eixo da pista.2 Devem ser instaladas luzes em todas as zonas de parada prevista para uso noturno. NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III. coincidindo com o prolongamento das fileiras das luzes laterais de pista. NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III.17. embutidas no solo. de cor verde. 15. uma em cada lado do eixo da pista. exceto nas pistas de comprimento menor que 1800 metros.17. para que não sejam visíveis pelos pilotos ao passarem sobre a zona de parada durante a aproximação para pouso.3 15.17.2.3. nas quais o sistema é encurtado de modo a não ultrapassar o ponto médio da pista. de cor branca variável. 15.17. como também no extremo dessa zona de parada.3. 15.4 Luzes de zona de contato São luzes de cor branca variável. quando passa a ser vermelha até o final da pista. desde a cabeceira até o final.1 Iluminação de Pista de Táxi Luzes de Eixo de Pista de Táxi São luzes fixas.4. nas pistas de táxi. pistas de saída e . encravadas em barretas transversais. Essas luzes devem ser obscurecidas para o lado oposto ao da pista em uso. alternando a cor branca variável com a vermelha desde 900 metros até 300 metros do outro extremo da pista. 15.3. desde a cabeceira até o ponto situado a 900 metros do extremo da pista.3.17.3. de cor vermelha. com intervalos longitudinais não superiores a 30 metros. instaladas ao longo das laterais da zona de parada. perpendicularmente ao seu eixo. em linha eqüidistantes do seu eixo.1 Iluminação de Zona de Parada São luzes fixas (contínuas).3. dispostas simetricamente em duas fileiras.4 15.210 MCA 53-1/2008 15.3.

3. através de dispositivos luminosos.2 Nos aeródromos cuja operação não seja contínua.MCA 53-1/2008 211 pátios. destino ou de instruções obrigatórias.3.P18). ao mesmo tempo que as luzes de pista. com intervalos de 3 metros entre as luzes.3 O farol de aeródromo deverá ser ligado entre o nascer e o pôr-do-sol.3.17.7.3. 15. 15. quando o obstáculo não ultrapasse a superfície horizontal interna do aeródromo (Anexo G . semi-embutida no solo.17.6 Iluminação de Obstáculos A iluminação de obstáculos localizados nas áreas de aproximação e de decolagem de uma pista poderá ser ligada ou desligada. 15. 15.3. colocadas transversalmente em pista de táxi e distribuídas de modo simétrico em relação ao seu eixo.17. com diferentes tipos de informação. no sentido da aproximação da interseção de pista.3.17. o farol de aeródromo deverá permanecer ligado desde o pôr-do-sol até o encerramento do serviço. .2 Luzes de Pista de Táxi Luzes fixas. 15. unidirecionais.3.7. que podem ser de situação.17.3 Sistema de Guia para o Táxi Esse sistema deve oferecer ao piloto.4.1 Farol de Aeródromo O farol de aeródromo deverá permanecer ligado entre o pôr e o nascer-do-sol nos aeródromos com operação contínua (H24).17.P17). quando as condições meteorológicas do aeródromo somente possibilitem operações IFR ou VFR especial (Anexo G .3.5 Barras de Parada Luzes de cor vermelha. no ponto que se deseja deter o tráfego e serão desligadas para indicar que o tráfego pode continuar. 15.7 15. Esse tipo de luz deve ser usada em pistas de táxi onde seja comum a ocorrência de RVR menor que 400 metros. de cor azul.17.17. 15.4.7. distribuídas ao longo das laterais da pista de táxi.

IFR NOTURNO. (NR) . É equipado com auxílio-rádio á navegação que proporciona orientação para a aproximação e decolagem e. além disto possui cartas de aproximação e saída por instrumentos publicadas (em vigor) e órgão ATS em funcionamento.4.5.4 Aeródromo para Operação IFR Diurna é um aeródromo onde podem operar aeronaves segundo regras de voo visual (se as condições de teto e visibilidade permitirem) e também segundo regras de voo por instrumentos para operação diurna. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno. 15. 15. Quando a cabeceira da pista estiver deslocada.1 São aquelas relativas às condições de operacionalidade da pista tais como: a) Regra de voo visual (diurna) b) Regra de voo visual (noturna) c) Regra de voo por instrumentos (diurno) d) Regra de voo por instrumentos (noturno) 15. será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista. auxílios visuais terrestres luminosos adequados. Aeródromo para Operação VFR é aquele em que as aeronaves só poderão operar de acordo com as regras de voo visual. .4.2 .VFR NOTURNA. aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho. a menos que considerações de caráter operacional justifiquem a escolha de outra locação.5 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA 15.1 A cabeceira deve situar-se.3 Aeródromo para Operação VFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui. normalmente no extremo da pista.4.VFR DIURNA. .4 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS 15. Isto se dá pelo fato de não estar devidamente equipado para atender as operações de aeronaves em condições IFR.4. Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo. 15. 15. auxílios visuais terrestres luminosos adequados.4. serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada. . de 21 de outubro de 2009. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno.5 Aeródromo para Operação IFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui.212 MCA 53-1/2009 15. e .Portaria DECEA No 63/SDOP.IFR DIURNO.

de 21 de outubro de 2009.6. de 21 de outubro de 2009 15.1 DETERMINAÇÃO E DIVULGAÇÃO A determinação e divulgação do nível de proteção contra-incêndio requerido para os aeródromos brasileiros é de responsabilidade da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica . em um período de tempo preestabelecido. (NR) . b) PAPI. 15.5. bem como com a freqüência de operação dessas aeronaves. todas as rampas e indicações não devem ser utilizadas para aproximação. 15.6 15.2 Na existência de um deslocamento de cabeceira. d) ILS GP (trajetória de planeio – sua precisão). (NR) .1 Tal procedimento deve ser efetuado.5.3. de 21 de outubro de 2009.2 Deverá ser expedido NOTAM modificando as visibilidades mínimas previstas nos quadros POUSO DIRETO e PARA CIRCULAR nas IAC.3 15.2 O nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo está relacionado com as dimensões das aeronaves regulares que o utilizam.5. e (NR) . e se essa cabeceira for deslocada.6.Portaria DECEA No 63/SDOP.Portaria DECEA No 63/SDOP. 15.2.1 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS A categoria requerida de aeródromos ou simplesmente CATEGORIA DE UM AERÓDROMO é uma classificação numérica ou alfanumérica que se baseia no grau de risco peculiar ao aeródromo e que corresponde a um determinado nível de proteção contra-incêndio requerido.MCA 53-1/2009 213 15. acrescentando a esses valores a porção deslocada.Portaria DECEA No 63/SDOP. em virtude desses equipamentos estarem transmitindo rampas e indicações calculadas para a cabeceira no início da pista. c) ALS. 15.2. a) VASIS. obtida a partir da avaliação da categoria das aeronaves e do número de movimentos destas (Anexo G . e será expresso por uma classificação numérica. de 21 de outubro de 2009. e) IAC Radar.P19).6. quando existentes: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP.6. deve ser expedido NOTAM indisponibilizando os seguintes equipamentos e procedimentos.

com antecedência mínima de 60 dias e acompanhada das características referentes à previsão de movimento de aeronaves.6.3. de 14 FEV 1974.Toda área homologada ou registrada ao nível do solo ou elevada.7.6. 15. 15. adotam as seguintes definições: a) HELIPONTO . aprovadas pela Portaria no 18/GM5. de 15 DEZ 1975. utilizada para pousos. 15.7. 15.2 A DIRENG manterá um sistema de controle atualizado sobre o nível de proteção contra-incêndio de todos os aeródromos categorizados. pela Portaria no 745/GM5. atualizada e publicada em Boletim Ostensivo da DIRENG e no Diário Oficial da União.3. e com as modificações determinadas pela Lei no 6. entidade ou empresa responsável pela administração do aeródromo. anualmente ou sempre que se fizer necessário.4 REDUÇÃO DO NÍVEL DE PROTEÇÃO REQUERIDO A redução do nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo deverá ser requerida à DIRENG. o período de redução e dos recursos materiais e humanos que serão mantidos no aeródromo.Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de operações de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas e cargas. pela administração do aeroporto.214 MCA 53-1/2008 (OCSISCON).3 A responsabilidade pela operação dos SESCINC nos aeródromos homologados é do órgão. durante esse período. e b) HELIPORTO . e será. Através do Programa Anual de Trabalho.7 15. de 06 OUT 1976. decolagens de helicópteros.298. 15. procederá à fiscalização dos diversos aeródromos no que tange ao fiel cumprimento das Instruções do Comando da Aeronáutica.2 TIPOS São os seguintes os tipos de helipontos: .6.1 HELIPONTO DEFINIÇÕES As “Instruções para Operação de Helicópteros e para Construção e Utilização de Helipontos e Heliportos”.

de socorro médico. c) Heliponto Privado . g) Helipontos sobre Plataformas Marítimas – São regulados por normas específicas citadas em 15. NOTA: Esses helipontos não serão considerados para efeito de divulgação através de publicações de informações aeronáuticas. possuindo características físicas compatíveis com aquelas estabelecidas pela ANAC para helipontos normais. via COMAR.Heliponto destinado ao uso de helicópteros militares.7. cadastrada no Comando Aéreo Regional respectivo.Heliponto civil destinado ao uso de helicópteros de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. ao uso de helicópteros civis. etc..MCA 53-1/2009 215 a) Heliponto Militar . excetuam-se as áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros. d) Helipontos e Heliportos Elevados .construída sobre edificações.1 e dedicados aos serviços e apoio às empresas que pesquisam ou exploram reservas petrolíferas na costa brasileira. para operação em vôo VFR. em condições VMC. os helipontos. e NOTA: Quanto ao nível de construção. e) Área de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros .É uma área selecionada e demarcada para pouso e decolagem de helicóptero. . por helicóptero em operações aéreas policiais ou de defesa civil. heliportos. esporadicamente. de 21 de outubro de 2009. em princípio.Portaria DECEA No 63/SDOP. que poderá ser utilizada para pousos e decolagens de helicópteros.Helipontos e Heliportos localizados sobre edificações. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. que só podem ser elevadas). Estes tipos de helipontos são registrados por ato da ANAC.Portaria DECEA No 63/SDOP. f) Área de Pouso Eventual .Heliponto destinado. (NR) . b) Heliponto Civil . áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros e áreas de Pouso Ocasional são elevados (sobre edificações) ou construídos ao nível do solo (neste caso. que pode ser usada. de inspeções de linhas de transmissão elétrica ou de dutos transportando líquidos ou gases. Essas plataformas geralmente mudam de localização e a natureza das atividades exige operações de helicópteros em condições especiais. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. de 21 de outubro de 2009. (NR) .

aquelas dimensões sofrem correções. teremos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1.3.1 Parte da área de pouso e decolagem.3.5B (no mínimo). A área de toque deve ficar situada no centro da área de pouso. se a área de pouso for quadrada ou retangular.3.3.1 É a área do heliponto ou heliporto.216 MCA 53-1/2008 15. b) área retangular: lado menor . na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar.7. NOTA: A dimensão mínima admitida para B é de 12m. onde o helicóptero pousa ou decola. ou fração além da cota de 300m. Para altitudes maiores.2 As dimensões da área de pouso e decolagem são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto. relativas à área de pouso e decolagem. 15.2B (no mínimo).2.3.1. NOTA: As dimensões indicadas neste item.3 Conforme o formato da área de toque.1. e b) área circular: diâmetro igual a 1B (no mínimo).1.2 As dimensões da área de toque são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto.7.2. 15.7.3. são para helipontos situados até 300m acima do nível do mar. com dimensões definidas.3. a área de toque será também circular. 15. 15. . a área de toque também será quadrada.5B (no mínimo). 15.3 15.1.7.7.7.3 Conforme o formato da área de pouso. devendo ser aumentadas de 15% do seu valor básico.2 Área de Toque 15.2.7. para cada 300.7. lado maior .3.1 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS Área de Pouso e Decolagem 15. temos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1B (no mínimo). e c) área circular: diâmetro igual a 2B (no mínimo). Se a área de pouso for circular. com dimensões definidas.7.

1. medindo as letras 3m de altura e 2m de largura. bem como.4 15.1 Sinais de Identificação de Helipontos O sinal de identificação de um heliponto é uma letra colocada no centro da área de toque.7. dentro de um triângulo eqüilátero com o VÉRTICE PINTADO apontado para o Norte Magnético. privados ou militares. b) Helipontos Privados: Letra “P”. para que os helipontos sejam utilizados em operações noturnas ou em condições de má visibilidade.7.MCA 53-1/2008 217 15.7. porém. H 15. a qual substitui. quer sejam públicos. colocada no centro de uma cruz pintada em vermelho fosforescente. o triângulo.4.2 Auxílios Noturnos É recomendável a instalação de outros tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OPCIONAIS. é necessária a existência de alguns tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OBRIGATÓRIOS. triângulo e letras são o branco ou amarelo fosforescentes. Os sinais de identificação dos helipontos são os seguintes: a) Helipontos Públicos: Letra “H”.4.7. os indicados a seguir: .4. c) Helipontos Militares: Letra “M”.1 AUXÍLIOS VISUAIS TERRESTRES Auxílios Diurnos 15. As cores empregadas na pintura da área de toque. neste caso. e d) Helipontos em Hospital: Letra “H”. NOTA: A letra “H” é sempre utilizada helipontos em hospital.

na forma do Capítulo IV do Regulamento da Zona de Proteção dos Aeródromos (Decreto nº 68. No caso de heliponto privado. no máximo.Os obstáculos existentes nas proximidades dos helipontos autorizados a operar à noite devem ser sinalizados com luzes-deobstáculo ou faróis-de-perigo. com espaçamento máximo de 5m entre si.920. nunca inferior a 5.218 MCA 53-1/2008 a) luzes de limite de área de pouso . colocadas o mais próximo possível do solo e distribuídas em torno da área de pouso.farol rotativo de aeródromo(L21) ou farol de heliponto (L32) em funcionamento e indicador de direção do vento iluminado ou Órgão ATS em operação. d) luzes de obstáculos . c) áreas de pouso circulares . a instalação do L32 fica a critério de seu proprietário. NOTA: Quanto ao L32.São luzes amarelas. configurando os seus limites. é responsabilidade do SRPV ou CINDACTA da área a emissão de parecer operacional sobre a sua exigência nos helipontos públicos.Cada lado é sinalizado por um número ímpar de lâmpadas.As lâmpadas são instaladas ao longo da circunferência. de 15 JUL 71). . b) áreas de pouso quadradas ou retangulares . distanciadas 5m entre si. e e) auxílios visuais terrestres de localização e indicação .

1. códigos e mensagens meteorológicas pertinentes às operações aéreas.1. e b) Rede de Estações Meteorológicas. c) Centros Meteorológicos de Aeródromo (CMA).1 Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA) O CNMA é o órgão que tem por finalidade.1 Rede de Centros Meteorológicos A Rede de Centros Meteorológicos é composta dos seguintes órgãos: a) Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA).1. repassar aos Centros Meteorológicos as previsões recebidas dos Centros Mundiais de Previsão de Área (WAFC) e outras informações meteorológicas de interesse aeronáutico.1 O Serviço de Meteorologia Aeronáutica é prestado por órgãos operacionais classificados segundo suas atribuições específicas e que compõem as redes descritas a seguir: a) Rede de Centros Meteorológicos. que corresponde a uma ou mais FIR.1.1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA 16. O CNMA está localizado no CINDACTA I. b) Centros Meteorológicos de Vigilância (CMV).1. sugere-se consultar as publicações pertinentes. bem como as cartas. será apresentada a estrutura do Serviço de Meteorologia Aeronáutica do SISCEAB e serão abordadas as informações meteorológicas fornecidas às tripulações de vôo e demais usuários. 16.1. Para informações complementares. e d) Centros Meteorológicos Militares (CMM).2 Centro Meteorológico de Vigilância (CMV) O CMV tem a finalidade de monitorar as condições do tempo e elaborar previsões meteorológicas para a sua área de vigilância.MCA 53-1/2008 219 16 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS Nesse capítulo. 16. 16.1. além de preparar cartas meteorológicas de tempo significativo para a sua área de responsabilidade. em Brasília-DF. que sejam relevantes às atividades operacionais do Operador AIS. os meios de fornecimento dessas informações. 16. .1. previsões.1.

1.1. de acordo com critérios do DECEA.2 Rede de Estações Meteorológicas A Rede de Estações Meteorológicas é composta dos seguintes órgãos: a) Estações Meteorológicas de Superfície (EMS).3. e c) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe III (CMA-3): tem por finalidade fornecer informações meteorológicas para a navegação aérea no aeródromo em que estiver localizado.1.1.4 Centro Meteorológico Militar (CMM) O CMM tem por finalidade prestar apoio meteorológico específico à aviação militar.1.3 Centro Meteorológico de Aeródromo (CMA) 16.220 MCA 53-1/2008 visando apoiar os órgãos de Tráfego Aéreo e as aeronaves que voam no espaço aéreo sob sua responsabilidade.3. e que tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que se localiza. os CMA são classificados em: a) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe I (CMA-1): localizado nos principais aeródromos do país. e c) Estações de Radares Meteorológicos (ERM). 16. nos aeródromos em que estiver instalado.1.1.1. b) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe II (CMA-2): tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que estiver localizado. elaborar previsões e manter vigilância meteorológica dos aeródromos sob sua responsabilidade. 16.1 O CMA tem por finalidade prestar serviço e apoio meteorológico à navegação aérea. Os CMV estão localizados juntos aos ACC.1.1. .1.1.2 Em função das atribuições. Os CMM estão localizados nas Bases Aéreas e em Unidades de Instrução Aérea. 16.1.1. b) Estações Meteorológicas de Altitude (EMA). 16.

16. não dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão. 16.1. nos diversos níveis da atmosfera. Sua operação é exercida de forma remota por intermédio do CMV. utilizando equipamentos convencionais ou automáticos e processos estimativos.MCA 53-1/2008 221 16.1. quando necessário. umidade e direção e velocidade do vento. As EMA são instaladas a uma distância não superior a 300 km. b) Estação Meteorológica de Superfície Classe II (EMS-2): tem por finalidade efetuar observações à superfície.2. A EMS-2 é instalada em aeródromos que operem IFR. em áreas livres de obstáculos que possam interceptar o feixe de emissão e que possibilitem a máxima cobertura através da superposição das áreas rastreadas. dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão. através de Radiossondagem.1 Estação Meteorológica de Superfície (EMS) A EMS tem por finalidade efetuar observações à superfície para fins aeronáuticos e. As EMS são classificadas em: a) Estação Meteorológica de Superfície Classe I (EMS-1): localizada nos principais aeródromos do país e que tem por finalidade efetuar observações à superfície.1.1. e c) Estação Meteorológica de Superfície Classe III (EMS-3): tem por finalidade efetuar observações à superfície.2.3 Estação de Radar Meteorológico (ERM) A ERM tem a finalidade de detectar e processar imagens de nuvens e de fenômenos meteorológicos obtidos por radar. A EMS-1 é instalada em aeródromos que operem IFR. temperatura. . utilizando equipamentos e processos estimativos. para fins sinóticos.000 km em áreas oceânicas. dados de pressão. utilizando equipamentos e processos estimativos.2 Estação Meteorológica de Altitude (EMA) A EMA tem por finalidade coletar.2. A ERM é instalada. ou de até 1.1. entre si. prioritariamente.1. A EMS-3 é instalada em aeródromos que operem VFR e/ou sejam dotados de equipamentos com procedimentos de pouso baseados em NDB.

a altitude e a extensão geográfica do vôo. c) revisão de Área GAMET. cujas informações sejam importantes para as rotas afetadas. abrangendo.2 As informações meteorológicas devem abranger a hora. f) mensagem SIGMET e outras informações meteorológicas apropriadas que sejam importantes para as rotas afetadas.3 As informações meteorológicas fornecidas incluirão. o seguinte: a) previsão de ventos e temperaturas em altitude. serão válidas para uma hora fixa ou um período de tempo e estender-se-ão até o aeródromo de destino previsto. 16. basicamente. também. 16.2. e aeródromos de alternativa em rota e de destino. d) previsão de aeródromo (TAF) (com respectivas emendas) para os aeródromos de partida e de destino.1 As informações meteorológicas fornecidas pelos CMA às tripulações de vôo e outros usuários são destinadas basicamente ao planejamento do vôo. a não ser que haja acordo entre o órgão de Meteorologia Aeronáutica e o usuário interessado. e g) mensagem AIRMET para vôos em níveis baixos.2. e) METAR ou SPECI para os aeródromos de partida e de destino. Portanto. e aeródromos de alternativa em rota e de destino.2. 16.222 MCA 53-1/2008 NOTA: Maiores detalhes quanto à estrutura dos órgãos de Meteorologia Aeronáutica na ICA 105-2 “Classificação dos Órgãos Operacionais de Meteorologia Aeronáutica”. . NOTA: Essas informações serão restritas a vôos que partam do território nacional.2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS 16. as condições meteorológicas previstas entre esse aeródromo e aeródromos de alternativa indicados pelo usuário. b) previsão de fenômenos SIGWX.

3 Exposição visual de informações meteorológicas Para auxiliar à tripulação e outros interessados no planejamento do vôo. c) exposição verbal (apronto ou briefing).2. Em um CMA-3 não há a obrigatoriedade de tal atribuição. b) aviso de cortante do vento relativo ao aeródromo local. d) consulta. b) dados em formato digital.3 e. também. c) imagens de satélites meteorológicos. 16.2. bem como a exposição verbal e/ou consulta.2.2 O Chefe do CMA. NOTA 2: As informações em exposição devem estar em lugar de fácil acesso a todos os usuários.2. incluindo cartas e formulários específicos. das seguintes informações: a) aviso de aeródromo relativo ao aeródromo local. 16. e b) os métodos e meios de fornecimento das referidas informações.4.4 MEIOS DE FORNECIMENTO E FORMATO DAS INFORMAÇÕES 16. o CMA fará uma exposição visual com dados atualizados das informações constantes do item 16. NOTA 3: Conforme a necessidade. ou f) por meio de um sistema automatizado que proporcione o auto-atendimento e forneça documentação de vôo.2. o Operador da Sala AIS deverá auxiliar os aeronavegantes quanto à descodificação e interpretação das informações meteorológicas. em consulta aos usuários. e) exposição visual.MCA 53-1/2008 223 16. determinará: a) o tipo e o formato das informações meteorológicas a serem fornecidas.4. .1 As informações meteorológicas serão fornecidas por um ou mais dos seguintes meios: a) material escrito ou impresso. e d) informações e imagens provenientes de radares meteorológicos. NOTA 1: As referidas informações devem ser expostas em um CMA-1 ou CMA-2.4.

2. . 16.5.5. 16.3. caso surja a necessidade de emenda das informações. o CMA deverá expedir a emenda necessária ou a informação atualizada aos usuários ou ao órgão local de tráfego aéreo.2.4.1 A documentação de vôo fornecida às tripulações de vôo e outros usuários deve conter as informações relacionadas nos itens 16. 16. Uma cópia das referidas informações será.2 Antes da decolagem da aeronave.224 MCA 53-1/2008 16. 16.3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO 16. divulgando as informações conforme a ICA 105-12 “Fraseologia VOLMET”. a pedido. para transmiti-la à aeronave.3.3.5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO 16.3.4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO O fornecimento das informações meteorológicas às aeronaves em vôo é feito pelo CMV.3 O CMA arquivará cópias das informações meteorológicas fornecidas. as informações meteorológicas atuais e previsões serão fornecidas ao Órgão de Telecomunicações Aeronáuticas.1 A responsabilidade pelo apoio meteorológico à Torre de Controle (TWR)/Centro de Controle de Aproximação (APP) é do CMA localizado próximo aos referidos órgãos de Tráfego Aéreo.3 e 16. 16. enviada ao ACC associado. 16.6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS Quando necessário.2 A responsabilidade pelo apoio meteorológico ao Centro de Controle de Área (ACC) é do CMV localizado próximo ao referido órgão de Tráfego Aéreo. através do serviço VOLMET.

b) informações necessárias à elaboração de NOTAM ou ASHTAM.MCA 53-1/2008 225 16. especialmente em relação a: . 16. fornecerão aos órgãos de Informações Aeronáuticas. c) visibilidade e fenômenos que reduzam a mesma. com referências especiais a: a) fenômenos SIGWX em rota. 16. em particular. . f) temperatura da superfície do mar. informações meteorológicas que sejam necessárias ao desempenho de suas funções.1 Os Centros Meteorológicos.8.ocorrência de atividade vulcânica. b) quantidade e tipo de nuvens. e indicações da altura das bases e topos. as seguintes informações: a) informações sobre os serviços meteorológicos prestados à Navegação Aérea Internacional que precisem ser incluídas em publicações de Informações Aeronáuticas.2 Os Centros Meteorológicos.7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO 16. camadas de gelo e correntes oceânicas pertinentes à área de busca. e g) dados de pressão ao nível do mar. particularmente nuvens CB.8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS 16. estado do mar. deverão proporcionar aos mesmos.8. caso necessário. através de acordo prévio com os órgãos de Informações Aeronáuticas.1 As informações fornecidas ao Órgão de Busca e Salvamento incluirão as condições meteorológicas existentes na última posição conhecida da aeronave da qual não se tenham notícias e no trecho da rota prevista desta aeronave.7. suspensão ou modificações importantes na operação dos serviços de Meteorologia Aeronáutica.estabelecimento. e . d) vento à superfície e em altitude. quando coberto por neve ou inundado. e) estado do solo.

e h) gelo em aeronaves. e c) informações necessárias à preparação de circulares de informações aeronáuticas. b) teto baixo e formação de nevoeiro. As referidas cartas são.modificações importantes previstas nos procedimentos. e) áreas de trovoadas. via REDEMET e CCAM. . 16. 16.9.informações recebidas sobre a emissão acidental de materiais radioativos na atmosfera. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao formato. conteúdo e simbologia utilizados nas cartas de previsão.1 CARTA DE PREVISÃO DE FENÔMENOS SIGWX 16. basicamente.9 CARTAS DE PREVISÃO As cartas de previsão são preparadas e elaboradas pelo CNMA e disponibilizadas aos CMA. serviços e instalações de Meteorologia Aeronáutica. d) áreas de alta e baixa pressão.226 MCA 53-1/2008 .1 A Carta de previsão de fenômenos SIGWX contém informações sobre a formação e os deslocamentos dos seguintes elementos: a) sistemas frontais. consultar o MCA 105-12 “Manual de Centros Meteorológicos”. conforme acordo entre as autoridades interessadas. de dois tipos: a) carta de previsão de fenômenos SIGWX.9. e b) carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude. g) rajadas de vento à superfície. f) turbulência.1.efeitos de determinados fenômenos meteorológicos nas operações aéreas. c) áreas de precipitação. e . especialmente em relação a: .

1 TAF é o código meteorológico utilizado para divulgar a descrição completa das condições meteorológicas previstas ocorrerem em um aeródromo durante todo o período de validez da previsão.1 A Carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude é preparada para os horários das 0000 e 1200 UTC. se necessário). em rota.10. em regiões montanhosas.1 Previsão de área GAMET é uma previsão de área que cobre a camada entre a superfície e o FL100 (ou FL150. com início às 0000.2 O TAF é confeccionado e divulgado pelo CMA-1. 16. em linguagem clara abreviada. 1200 e 1800 UTC. 16. para a área de responsabilidade do Centro (N12º S40º e W010º W080º).MCA 53-1/2008 227 16.2 A referida carta é preparada para os horários das 0000. com previsões que compreendam diferentes camadas. 0600. É definido como uma previsão de aeródromo.2 A previsão de área GAMET é confeccionada e divulgada pelo CMA-1. que vão desde a superfície até o FL630.11. 1200 e 1800 UTC. 16. 1200 e 1800 UTC. em referência a FIR.11 CÓDIGO TAF 16. 16.2.2 CARTA DE PREVISÃO DE VENTOS E TEMPERATURAS EM ALTITUDE 16. ou mais. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato.9.11.1.4 O TAF contém.10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET 16. 16. 16.11.11.3 A previsão de área GAMET tem período de validez de 6 horas.9. incluindo qualquer mudança considerada significativa para as operações aéreas. com dados recebidos do WAFC. 0600. em que estiver localizado. incluindo informações relativas a fenômenos meteorológicos perigosos para vôos em níveis baixos. 16.10. consultar o MCA 105-12.3 O TAF tem período de validez com início às 0000. as seguintes informações específicas: . para os níveis de vôo padrões. na seqüência. 0600.10. 16. ou subáreas (ou setores) dela. descodificação e critérios de confecção. portanto sendo renovados a cada 6 horas.9.

.12. f) mudanças significativas esperadas. e g) temperaturas previstas. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção. quando poderá se estender até 6 horas. d) tempo significativo previsto. e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço. 16. 16. 16.1 A mensagem SIGMET consistirá de uma descrição concisa. consultar o FCA 105-2. e) nuvens (ou visibilidade vertical.5 EXEMPLO DE CÓDIGO TAF TAF SBCT 101030Z 101212 24003KT 9999 SCT015 TEMPO 1824 4000 +SHRA BKN012 TX28/18Z TN20/09Z NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação.228 MCA 53-1/2008 a) grupos de identificação.3 A mensagem SIGMET é confeccionada e divulgada pelo CMV.4 O período de validade da mensagem SIGMET não será superior a 4 horas.12 MENSAGEM SIGMET 16. b) vento à superfície.12.12. em linguagem clara abreviada. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota que possam afetar a segurança das operações aéreas. com exceção para aquela relativa a nuvens de cinzas vulcânicas e ciclones tropicais.12. c) visibilidade. se for o caso).2 A mensagem SIGMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área. 16. 16. em referência a FIR em que estiver localizado. consultar o MCA 105-12.11.

13 MENSAGEM AIRMET 16. 16. ou subáreas dela. descodificação e critérios de confecção. descodificação e critérios de confecção.13.4 O período de validez do Aviso de Aeródromo não será superior a 4 horas.4 O período de validez da mensagem AIRMET não será superior a 4 horas.13. consultar o MCA 105-12. 16. 16.13.1 A mensagem AIRMET consistirá de uma descrição concisa. em linguagem clara abreviada. . em que estiver localizado. 16.14. 16. em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade. 16.13. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota.3 O Aviso de Aeródromo será confeccionado e divulgado pelo CMA-1.14.14. que não tenham sido incluídos na previsão de área GAMET e que possam afetar a segurança das operações aéreas até o FL100.1 O Aviso de Aeródromo é uma informação concisa sobre as condições meteorológicas que possam afetar a segurança das aeronaves no solo (inclusive as estacionadas).2 A mensagem AIRMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área.3 A mensagem AIRMET é confeccionada e divulgada pelo CMV.2 O Aviso de Aeródromo será cancelado quando as condições deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer no aeródromo. descodificação e critérios de confecção.14 AVISO DE AERÓDROMO 16. consultar o MCA 105-12. consultar o MCA 105-12. e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço.MCA 53-1/2008 229 NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. 16. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. em referência a FIR. 16.14. as instalações e os serviços do aeródromo.

ou durante o procedimento de aproximação entre o nível da pista e uma altura de 500 m (1. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato.15. ou seja. Geralmente. uma observação meteorológica especial. 16. ou seja. 16.230 MCA 53-1/2008 16. e aeronaves na pista por ocasião do pouso ou durante a corrida de decolagem.16 CÓDIGOS METAR E SPECI 16. que possa afetar adversamente as aeronaves na trajetória de aproximação ou de decolagem. para fins aeronáuticos. para fins aeronáuticos. consultar o MCA 105-12.2 O Aviso de Cortante do Vento será cancelado quando já não for prevista a ocorrência de cortante do vento ou após informações de aeronave não constatando mais a existência. dissipação ou mudança significativa na intensidade de um fenômeno que seja considerado significativo para as operações aéreas.600 ft) acima desta.3 O Aviso de Cortante do Vento será confeccionado e divulgado pelo CMA-1.4 O período de validez do Aviso de Cortante do Vento não será superior a 4 horas.16. 16. realizada a cada hora cheia. descodificação e critérios de confecção. realizada quando da ocorrência. É definido como um informe meteorológico aeronáutico especial.16. é realizada nos intervalos das horas cheias. 16. uma observação meteorológica regular. . 16. em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade.3 O METAR e o SPECI são confeccionados e divulgados pela EMS.15.15.2 SPECI é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície.15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO 16.1 METAR é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície.15.16.1 O Aviso de Cortante do Vento é uma informação concisa sobre a observação ou previsão de cortante do vento. 16. É definido como um informe meteorológico aeronáutico regular.

e) tempo presente. tempo recente. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção das observações meteorológicas regulares e especiais. 16. se for o caso.MCA 53-1/2008 231 16. consultar o MCA 105-2. b) vento à superfície. as seguintes informações: a) grupos de identificação. e i) informações suplementares inclusão condicional.1 EXEMPLO DE CÓDIGO METAR METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 10/03 Q0995 REDZ WS RWY10 NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação. que geram os códigos METAR e SPECI. se for o caso). cortante do vento.16. na seqüência. d) alcance visual na pista (quando houver).4 O METAR e o SPECI contêm. consultar o FCA 105-3.4. g) temperaturas do ar e do ponto de orvalho. f) nuvens (ou visibilidade vertical.16. h) pressão (QNH). . c) visibilidade. temperatura da superfície do mar e estado do mar.

bem como com outros centros de comutação AFTN e sistemas similares ou homologados pelo DECEA. c) Serviço de Radionavegação Aeronáutica.2 FALHAS DO CCAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento. 17.232 MCA 53-1/2008 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA 17. e d) Sistema de Controle e Fiscalização da Aviação Civil (SICONFAC).2 COMPETÊNCIA 17. 17. c) Banco de Dados de NOTAM (SISNOTAM). configurando-se uma situação emergencial. É constituído de: a) Serviço Fixo Aeronáutico (AFS). b) Banco de Informações Operacionais de Meteorologia (OPMET).3.1 UTILIZAÇÃO DO CCAM Poderão estar conectados ao CCAM os seguintes Sistemas de Informações Automatizados: a) Sistema de Tratamento do Plano de Vôo (STPV). Realiza a interconexão entre assinantes diretamente conectados ao Centro. normativa e operacional sobre as Telecomunicações Aeronáuticas.3.1 Compete ao DECEA a ação técnica. Administrativas e Militares.2. 17. devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores dos terminais assinantes: . b) Serviço Móvel Aeronáutico (AMS).1 FINALIDADE O Serviço de Telecomunicações prestado para qualquer fim aeronáutico.3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM) O CCAM é o Centro de Telecomunicações AFTN no Brasil. 17. e d) Serviço de Radiodifusão Aeronáutica.

4. Centros Regionais de NOTAM (CRN) e Salas AIS.1 MENSAGEM QSL Toda mensagem transmitida por um terminal de assinante ao CCAM. 17. o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para o Centro Geral de NOTAM (CGN).MCA 53-1/2008 233 a) providenciar a veiculação de mensagens ATS por meio da RACAM. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. o assinante poderá receber mensagem de serviço de confirmação de recebimento (QSL).4 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Ao enviar uma mensagem ao CCAM. observando as instruções previstas nas publicações pertinentes. 17.4. mensagens de serviço informando anormalidades na mensagem enviada ou mensagem de serviço de rejeição (QTA). Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM. 17.2 MENSAGEM QTA A mensagem transmitida ao CCAM em desacordo com o previsto receberá a seguinte mensagem de cancelamento: . o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para a Sala de Plano de Vôo do respectivo Centro de Controle de Área (ACC). e b) providenciar a veiculação de mensagens AIS por meio da RACAM. Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. receberá a seguinte mensagem de confirmação de recebimento: Exemplo: ZCZC SBB234 12153041 SVC QSL BSB143 NNNN NOTA: A mensagem de serviço QSL acima informa ao assinante originador que o CCAM recebeu e considerou correta a mensagem BSB143.

São Paulo e Curitiba. Recife. Rio de Janeiro. 17. configurando-se uma situação emergencial. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores terminais assinantes: a) as mensagens com prioridade “SS” ou “DD” poderão ser transmitidas por meio do CCAM. 17.1 A RACAM é composta por servidores regionais e por um Servidor de Aplicação (SAP) interligados pela Intraer.1 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA 17. 17.5 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS 17.1.5.5.234 MCA 53-1/2008 Exemplo: ZCZC SBB043 12153204 KK SBBRYFYX 121530 SBBRZXAM SVC QTA RPT BSB026 NNNN NOTA: A mensagem de serviço acima notifica ao assinante ECMA26 que a sua mensagem BSB 026 enviada ao CCAM foi considerada incorreta.5.1.5. com nova numeração.2 O Sistema permite a troca de mensagens administrativas entre terminais de usuário. devendo ser corrigida e enviada novamente. utilizando a técnica de “cliente-servidor”.5. por meio da qual é realizada a interconexão entre os terminais de usuários conectados aos servidores regionais. Brasília. e b) as mensagens com prioridade “GG” ou “KK” poderão ser veiculadas por fac-símile ou por outro meio de comunicação.2 INOPERÂNCIAS NA RACAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento.1. . 17.3 Os servidores regionais da RACAM estão localizados em Manaus.

Está especificada na ICA 100-15.6 MENSAGENS AERONÁUTICAS 17. . 17.2 TEXTO (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) O comprimento máximo do texto das mensagens depositadas por uma estação AFTN é de 1800 caracteres.2. ) vírgula.2. c) ( : ) dois pontos. b) ( ? ) interrogação.Está especificada na MCA 102-7.6.) traço de separação.MCA 53-1/2008 235 17. e d) Mensagem AIS . c) Mensagem de Regularidade de Vôo . ) ponto. h) ( . Nas mensagens administrativas. f) ( . 17.Está especificada na ICA 105-1. g) ( ' ) apóstrofe.3 SINAIS ESPECIAIS (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) a) ( .2. poderão ser usadas letras maiúsculas e minúsculas. d) ( ( ) abrir parêntese. sinal de menos ou hífen. e) ( ) ) fechar parêntese.1 LETRAS ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ NOTA: Nas mensagens aeronáuticas serão usadas somente letras maiúsculas.1 Mensagens Aeronáuticas são aquelas veiculadas por meio da Rede Fixa de Telecomunicações Aeronáuticas (AFTN) e cujas categorias são descritas a seguir: a) Mensagem ATS .2 ALGARISMOS 0123456789 17. Os caracteres empregados na confecção de uma mensagem são serão descritos a seguir. b) Mensagem Meteorológica .6.Está especificada na ICA 53-1. 17.6.6.6.

6. ( . g) ( # ) diese (sustenido). NNN. o) ( $ ) cifrão. m) ( ] ) fechar colchete. .4 OUTROS SINAIS (ADMINISTRATIVAS) a) ( “ ) abre aspas. i) ( _ ) “underscore” (sublinhado). ( :+: ). j) ( { ) abrir chave. ou ( +:® ). ( +:+ ). e k) ( + ) sinal mais. c) ( ¹ ) diferente. f) ( @ ) arroba.2. circunflexo e til. ). q) ( & ) “e” comercial. 17. e u) os acentos agudo.. CZC ou ZC®. e) ( ç ) cedilha. h) ( \ ) barra invertida. j) ( / ) barra ou traço de fração. ZCZ... nem os sinais ( +:+: ). NNNN.2... k) ( } ) fechar chave.5 Não poderão constar no texto das mensagens as seqüências ZCZC. b) ( ” ) fecha aspas.236 MCA 53-1/2008 i) ( = ) duplo traço de separação ou sinal de igualdade. p) ( % ) percentual.6. ( . ). r) ( * ) asterisco. s) ( > ) maior que t) ( < ) menor que. d) ( ! ) exclamação. 17. l) ( [ ) abrir colchete. n) ( ` ) crase.

6. Exemplo: ZC-Z. escreverá os algarismos em arábico precedido da palavra ROMANOS. a menos que seja absolutamente indispensável para a compreensão do texto. Se o remetente da mensagem desejar informar ao destinatário que se trata de algarismos romanos.MCA 53-1/2008 237 correspondentes em posição algarismo. Quando necessário. 17. às seções de origem. após o devido encaminhamento. e 6 (seis) meses. devem ser relacionados. constarem de documentos assinado pelo encarregado da sindicância ou do inquérito e dirigidos ao chefe da estação. ZC/Z. as mensagens serão gravadas em mídia eletrônica. a critério da administração local. Z-CZ e Z/CZ.3 Não se empregarão nas mensagens aeronáuticas caracteres distintos dos indicados. colocando-se traços ou barras entre as letras.4 Não serão empregados algarismos romanos. NOTA 1: Todas as mensagens e livros relacionados com acidentes ou incidentes aeronáuticos e outras irregularidades deverão ser mantidos em arquivo por tempo indeterminado e só poderão ser destruídos por ordem expressa do encarregado da sindicância ou do inquérito. 17. . podendo permanecer em um local remoto por um período de 3 (três) anos. para a RACAM. e b) as mensagens veiculadas deverão ser arquivadas no próprio sistema por um período de 30 (trinta) dias. poderão retornar. Caso haja necessidade de inserir essas seqüências. devem ser escritos por extenso.6.5 ARQUIVO DE MENSAGENS a) as mensagens ATS e MET. elas deverão sofrer interrupções. As mensagens impressas e os livros também serão arquivados pelo mesmo período. Após esse período. solicitando a permanência em arquivo por tempo indeterminado. NOTA 2: As mensagens e livros a que se refere a NOTA 1 desse item. para o CCAM e sistemas similares.6. ou após decorrido o prazo prescricional constante do Código Brasileiro de Aeronáutica. 17.

o sistema de referência usado pela navegação aérea.1. 18. integra o GNSS. todas as coordenadas geográficas publicadas que indicam latitude e longitude são expressas em termos de referência geodésica do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84). Esse datum foi adotado pela OACI como o sistema de referência geodésica para a navegação aérea do futuro. o DECEA.1. através dele. 18.1 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE 18. 18. e o Global Navigation Sattelite System (GLONASS). assim como as propostas apresentadas pelo AIS mundial para o novo gerenciamento da informação aeronáutica.238 MCA 53-1/2008 18 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Esse capítulo descreve.1. o uso do GNSS pressupõe que todos os dados cartográficos publicados pelos Estados estejam relacionados a um mesmo sistema de referência.1.1. vôos em rota e aproximações.1. incluindo as de precisão (CAT I. apenas.6 Para garantir aos usuários alto nível de precisão e maior produtividade nos trabalhos geodésicos e topográficos.5 No Brasil. cujo datum é o World Geodetie System – 1984 (WGS-84). o GNSS reunirá as duas constelações de satélites para posicionamento: o Global Navigation Sattelite System (GPS). . mas permitirá.1.3 Atualmente.2 Segundo sua concepção.1. também. o qual garantirá não somente o exato posicionamento de uma aeronave em qualquer parte do mundo. utiliza à Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo (RBMC-IBGE).1. 18. Navegação. dos Estados Unidos. a constelação do GPS. juntamente com o ICA.1 CARACTERÍSTICAS 18.1. II e III).1 O sistema de Comunicação. 18. que sejam realizados . Essas estações são a base para os levantamentos de campo nos rastreios com receptores geodésicos GPS para determinação de coordenadas de pontos de precisão. Vigilância e Gerenciamento de Tráfego Aéreo (CNS/ATM) prevê a utilização de um Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS). 18.1. RWY e auxílios à navegação. da Rússia e futuramente o sistema europeu (GALILEU).1. como ARP. portanto. de forma sucinta.1.4 Tratando-se de um sistema global.

2 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA .2. a partir da fase estratégica de planejamento de vôo até a fase de pós-vôo. Segurança.2 Essa nova função do ATM/CNS ampliará o atual âmbito da Informação Aeronáutica. Programas de Implementação e Regulamentação. porta a porta. 18.1. intercâmbio e distribuição da Informação digital. é semi automatizado. Recursos Humanos. armazenamento. recuperação.1 Os tradicionais Serviços de Informação Aeronáutica (AIS) deverão fazer a transição para o AIM. através do uso de sistemas inteiramente digitais.2. no contexto das operações de vôo. enquanto o AIS. que será o primeiro e principal passo na evolução de um ambiente de informação centrado em uma rede para o ATM. integridade e pontualidade. assim. caracterizado pelo aumento da aplicação dos princípios de um Gerenciamento de Informações Amplamente Abrangentes. assegurando.1 CARACTERÍSTICAS 18.1. atualmente.1. . terá como base os processos de dados totalmente digitalizados e interoperáveis. Abrange também o controle da origem. tendo como base principal os produtos em papel.3 A informação aeronáutica coberta pelo AIM é maior que a do atual AIS.2.2. 18. pois reflete a necessidade de mudança de um simples produtor de emendas de produtos inflexíveis e lentos para o gerenciamento e o fornecimento da informação extensiva para todas as fases do vôo. e permitindo o contexto dinâmico com base na recuperação e distribuição da Informação.4 A migração do AIS para o AIM irá exigir o redirecionamento de um conjunto de aspectos inter-relacionados: Arquitetura da Informação.2.1. 18.MCA 53-1/2008 239 18.AIM 18. sua qualidade.

2 AERÓDROMO .Altitude relativa ao elipsóide de referência.1 ACORDO OPERACIONAL DE TRÂNSITO DIRETO – Acordo operacional aprovado pelas autoridades públicas competentes. 19.Altitude de um ponto relativa ao geóide.Todo aeródromo designado pelo Comando da Aeronáutica para ser utilizado como aeroporto de entrada ou saída para o tráfego aéreo internacional. medida ao longo da normal externa ao elipsóide através do ponto em questão (ANEXO 15/OACI).Uma área definida sobre a terra ou água (incluindo quaisquer edifício.1. 19.1.7 ALTITUDE ELIPSOIDAL (ALTITUDE GEODÉSICA) . geralmente expresso como uma elevação MSL (ANEXO 15/OACI).1 DEFINIÇÕES 19.8 ALTITUDE ORTOMÉTRICA . 19. onde se consideram os trâmites de alfândega. 19. baseada em datas comuns de entrada em vigor.(Regulamentação e Controle de Informação aeronáutica) – Sigla que significa um sistema que tem por objetivo a notificação antecipada. 19.3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA . imigração. fiscalização veterinária e fitossanitária e procedimentos similares (OACI/Léxico).1. 1141 / GM5). quando for impossível ou desaconselhável dirigir-se para efetuar o pouso no aeródromo de destino previsto (ICA 100-12). dotado de instalações e facilidades para o apoio às operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas (MAer / Port. partida e movimento de aeronaves na superfície (OACI/Léxico).1.6 AIRAC .Aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir. das circunstâncias que requeiram mudanças nos métodos operacionais ou nos procedimentos (OACI/Léxico).5 AEROPORTO INTERNACIONAL . 19. .1. 19.4 AEROPORTO .1. instalações e equipamento) destinada a ser usada total ou parcialmente para a chegada.1. 19. saúde pública.Aeródromo público.1. mediante o qual a interrupção breve do tráfego em sua passagem por um terceiro Estado Signatário pode não resultar na descontinuidade do controle direto por parte dos primeiros (ANEXO 15/OACI).240 MCA 53-1/2008 19 GLOSSÁRIO Esse capítulo tem por objetivo reunir os termos usados nos Padrões e Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica.

1. ponto ou objeto considerado como ponto.Manipulação e processamento de dados em suporte aos requisitos do usuário .1.13 (DECEA).15 ÁREA DE MOVIMENTO .1. 19.Parte do aeródromo destinada ao pouso. 19.9 ALTURA . atividades perigosas para o vôo de aeronaves (OACI/Léxico).14 ÁREA DE MANOBRAS . modificação de uma atividade vulcânica.Espaço aéreo de dimensões definidas. incluído a área de manobras e os pátios (ANEXO 15/OACI).MCA 53-1/2008 241 19.Parte do aeródromo utilizada para decolagem.19 ÁREA RESTRITA .11 ÁREA DE CONTROLE (CTR) .1.Espaço aéreo de dimensões definidas. em determinados momentos. dentro do qual se restringe o vôo das aeronaves.Distância vertical de um nível.ISO 19101*. 19. decolagem de ÁREA DE ESTACIONAMENTO . 19. dentro do qual podem ser executadas.Um atributo de feição tem um nome.Série especial de NOTAM que notifica por meio de um formato específico.1. dentro do qual o vôo de aeronaves é proibido (OACI/Léxico).Parte da área de movimento destinada ao pouso ou decolagem de aeronaves (OACI/Léxico).21 ATRIBUTO DE FEIÇÃO .Área destinada ao pernoite de aeronaves aeronaves e aos movimentos destas.10 APLICAÇÃO . medido de um datum específico (ANEXO 15/OACI). 19.Característica de uma feição .1. 19.1. 19. pouso e táxi de aeronaves.18 ÁREA PROIBIDA . 19.20 ASHTAM . vulcão em erupção e/ou nuvens vulcânicas que sejam importantes às operações de aeronaves (ANEXO 15/OACI).Espaço aéreo controlado que se estende para cima. sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país. 19. 19.1.1.Espaço aéreo de dimensões definidas. . um tipo de dado e um domínio de valor associados com isto (ANEXO 15/OACI).1.1.16 ÁREA DE POUSO .17 ÁREA PERIGOSA .1. sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país.12 ÁREA DE CONTROLE TERMINAL (TMA) .Área de controle situada geralmente na confluência de rotas ATS e nas imediações de um ou mais aeródromos (ICA 100-12). Exclui o(s) pátio(s) (OACI/Léxico).1. NOTA . 19. de acordo com certas determinações especificadas (OACI/Léxico). a partir de um limite especificado sobre o terreno (ICA 100-12). 19.ISO 19104* (ANEXO 15/OACI).

Conjunto de movimentos aéreos civis e/ou militares. operacionais e/ou de segurança nacional. 19.27 CENTRO INTERNACIONAL DE NOTAM (NOF) . beneficiando-se dos serviços prestados pelos OCOAM ou que. 19. 19.242 MCA 53-1/2008 19.ISO 19108* (ANEXO 15/OACI). em tempo de paz. quando no contexto de uma .28 CENTRO REGIONAL DE NOTAM (CRN) . preparado antes do vôo (ANEXO 15/OACI).1. por razões técnicas.1.Órgão que tem por finalidade coordenar e fiscalizar tecnicamente os Centros Regionais de NOTAM. introduzido primeiro em 1582.Um ou mais arquivos de dados tão estruturados aplicações apropriadas podem extrair e atualizar suas informações.30 CIRCULAÇÃO OPERACIONAL MILITAR (COM) .Órgão que tem por finalidade processar e expedir NOTAM nacional sobre ocorrências relativas a sua respectiva área de jurisdição (ICA 53-1). e que se beneficiam dos serviços de tráfego aéreo prestados pelos órgãos ATS.Calendário de uso geral. anos comuns têm 365 dias.29 CIRCULAÇÃO AÉREA GERAL (CAG) . 19. NOTA: No calendário gregoriano.1.25 CALENDÁRIO .1. efetuados segundo as regras de tráfego aéreo estabelecidas para as aeronaves em geral. para definir um ano que se aproxima ao ano tropical mais que o calendário Juliano ISO 19108*.24 CALENDÁRIO GREGORIANO .Apresentação de informação de NOTAM atualizada de importância operacional.1.26 CENTRO GERAL DE NOTAM (CGN) .Órgão estabelecido por um país para o intercâmbio internacional de NOTAM (OACI/Léxico).1. e não a arquivos de registros físicos (ANEXO 15/OACI). 19. manter o intercâmbio internacional de NOTAM e processar e expedir NOTAM sobre ocorrências relativas a sua área de jurisdição (ICA 53-1). 19.Sistema de referência temporal discreto que provê a base para definir posição temporal a uma resolução de um dia . divididos em doze meses seqüentes (ANEXO 15/OACI). 19.22 BASE DE DADOS . e anos bissextos 366 dias.1. NOTA: Isso se refere principalmente a dados armazenados eletronicamente e acessados por computador.1.1. 19.Conjunto de movimentos aéreos militares que. está sujeito a procedimentos especiais ou mesmo dispensado de cumprir certas regras de tráfego aéreo.23 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) .

1.38 15/OACI). . distância de nuvens e teto.40 CULTIVO .1.1. estradas de ferro e canais (ANEXO 15/OACI).37 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO VISUAL Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade. 19. nem a inclusão na AIP. NOTA: A fase de reunir compreende verificar os dados e assegurando a detecção de erros e omissões que são retificados. como cidades. também dos serviços prestados pelos órgãos ATS em sua área de jurisdição que forem envolvidos.32 CHAPADA .1. ou com assuntos de caráter técnicos.31 CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) . distância de nuvens e teto.Publicação que contém informação que não requeira a expedição de um NOTAM. inferiores aos mínimos especificados para o vôo visual (ICA 100-12).1.35 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO POR INSTRUMENTOS - Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade.É uma formação rochosa acima de 600 metros que possui uma porção plana na parte superior.Processo de fundir dados de fontes múltiplas em um banco de dados e estabelece uma linha básica para o processo subseqüente (ANEXO 15/OACI). com a navegação aérea.1.1.MCA 53-1/2008 243 operação militar. 19. cuja primeira é sempre Q. a segunda e terceira indicam o assunto a ser divulgado e a quarta e quinta letras. 19. 19.34 CÓDIGO NOTAM .1.1.36 CONGREGAR . 19.Grupo de cinco letras. 19. 19. o seu estado.1.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). 19. 19.Toda característica de construção artificial na superfície da Terra.Coleção identificável de dados . iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para o vôo visual (ICA 100-12).33 COBERTURA (CANOPY) – Referência altimétrica do terreno somada à altura da vegetação local (ANEXO 15/OACI).39 CONTROLE DE QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade focada no CONJUNTO DE DADOS . administrativos ou legislativos (OACI/Léxico).ISO 19101* (ANEXO completo atendimento dos requisitos de qualidade . 19. perigo ou condição de funcionamento (ANEXO 15/OACI). mas que se relaciona com a segurança do vôo.

1.46 DISTÂNCIA GEODÉSICA .1.1. AIC.Variação de alinhamento entre a radial zero grau de um VOR e o norte verdadeiro. determinada no momento em que a estação VOR for calibrada (ANEXO 15/OACI). 19.1.48 EMENDA AIP .244 MCA 53-1/2008 19.47 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA - Conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP.Um conjunto mínimo de parâmetros requerido para definir a localização e a orientação do sistema de referência local com respeito ao sistema/marco de referência global (ANEXO 15/OACI).Distância mais curta entre dois pontos quaisquer numa superfície elipsoidal definida matematicamente (ANEXO 15/OACI). interpretação ou processo (ANEXO 15/OACI). conceitos ou instrução de uma maneira apropriadamente formatada para comunicação. 19.1. NOTA: Uma especificação de produto de dados provê uma descrição do universo de discurso e uma especificação para traçar o universo de discurso a um conjunto de dados.50 ESPECIFICAÇÃO DO PRODUTO DE DADOS .Mudanças permanentes para a informação contida na AIP (ANEXO 15/OACI).ISO 19131* (ANEXO 15/OACI).44 DECLINAÇÃO DE ESTAÇÃO .49 ESPAÇAMENTO DE OBSTÁCULOS .43 DATUM GEODÉSICO . 19. 19.1.41 DADOS AERONÁUTICOS .1. 19. PIB.Superfície da Terra inclusive cinturões de água. 19.Representação de fatos aeronáuticos. Listas de Verificação e Resumos de NOTAM em vigor (ANEXO 15/OACI). 19. .42 DATUM – Qualquer quantidade ou conjunto de quantidades que podem servir como referência ou base para o cálculo de outras quantidades (ISO 19104*).1. 19.1. com suas emendas. 19. vendas. Pode ser usado para produção. gelo permanente e neve. excluindo vegetação e objetos artificiais (ANEXO 15/OACI).45 DESCAMPADO . Suplemento AIP. NOTAM. alimentado e usado por outra parte .1.Distância angular ou linear entre dois pontos de elevação adjacentes (ANEXO 15/OACI). uso final ou outro propósito.Descrição detalhada de um conjunto de dados ou séries de conjunto de dados junto com informação adicional que habilita isto a ser criado.

59 INFORMAÇÃO ESTRANGEIRA . linha e polígono. 19. deve estar associado a uma posição relativa sobre a superfície da Terra. a garantia da qualidade e melhoria da qualidade dentro do sistema da qualidade .1.53 GARANTIA DA QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade que foca na confiabilidade de que os requisitos de qualidade serão completamente atendidos .51 FASE DE ROTA .54 GEÓIDE . 19.1.1. etc.1. .Informação que é resultado da coleta.MCA 53-1/2008 245 19.Rota ou parte de uma rota voada sem um pouso intermediário (ANEXO 15/OACI). o controle da qualidade.58 INFORMAÇÃO ANTERIOR AO VÔO . 19. análise e formatação de dados aeronáuticos (ANEXO 15/OACI). salinidade. correntes.56 HELIPORTO .Aeródromo ou uma área definida em uma estrutura.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). destinada a ser utilizada completamente ou em parte para a chegada. para ser considerado uma feição geográfica. partida e movimento de helicópteros na superfície (ANEXO 15/OACI).Informação aeronáutica à disposição dos aeronavegantes em uma Sala AIS de Aeródromo (ANEXO 15/OACI).1.1.Todas as atividades da função gerencial total que determinam a política da qualidade. 19.1. 19.Uma superfície eqüipotencial do campo da gravidade da terra. NOTA – O geóide é irregular em sua forma por causa das perturbações gravitacionais locais (mares de vento.52 FEIÇÃO – Abstração de um fenômeno do mundo real (ISSO 19101*).1. coincidindo com o nível médio do mar em repouso (MSL) e que se estende continuamente através dos continentes. NOTA: Um objeto. os objetivos e as responsabilidades.Informação aeronáutica que o AIS recebe dos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações. 19. o planejamento da qualidade. e os implementam por meios tais como. Uma feição pode ser representada por um elemento gráfico como ponto.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).) e a direção da gravidade é perpendicular ao geóide em todos os pontos.57 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA . 19.55 GESTÃO DA QUALIDADE .1. 19.

situado em uma área pretendida para o movimento de aeronave na superfície ou naquela que se estende sobre uma superfície definida destinada a proteger aeronaves em vôo (ANEXO 15/OACI).1.Representação da superfície do terreno através de valores de elevação contínua. 19.Modelo de Terreno Digital (DTM) às vezes é chamado de DEM. constituem os montes. referentes a um datum comum (ANEXO 15/OACI). 19.1.(Aviso para o aeronavegante) .65 MODELO DE ELEVAÇÃO DIGITAL (DEM) .1. referentes ao controle. cujo conhecimento oportuno seja essencial para o pessoal encarregado das operações de vôo. 19.60 INFORMAÇÃO INTERNACIONAL . constituem as serras e as cordilheiras.Mensagem contendo dados selecionados. 19. 19.1.Informe apresentado por um piloto. 19. fiscalização e cobrança.Aviso distribuído por meio de telecomunicações que contém informação relativa ao estabelecimento. condição ou modificação de qualquer instalação aeronáutica. avaliadas todas as interseções de um polígono definido.1.61 INFORMAÇÃO POSTERIOR AO VÔO . gerados pela operação de aeronaves e destinados ao SICONFAC (ICA 102-8). ou parte disso.1.1.64 METADADOS – Dados sobre outros dados . .1.Todo objeto fixo (temporário ou permanente) ou móvel. NOTA: (É uma sigla derivada da expressão inglesa Notice To Air Man cujo significado é: informação para o aeronavegante (OACI/Léxico).Informação aeronáutica que o AIS emite aos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações. quando agrupadas. procedimento ou perigo.66 MONTANHAS – São elevações que quando isoladas.67 NOTAM .62 INTEGRIDADE (DADOS AERONÁUTICOS) .1.ISO 19115*.63 MENSAGEM CONFAC . NOTA .Grau de certeza de que os dados aeronáuticos e seu valor não foram perdidos ou alterados desde a origem desses dados ou da emenda autorizada (ANEXO 15/OACI).68 OBSTÁCULO . 19. NOTA – São dados que descrevem e documentam outros dados (ANEXO 15/OACI). diretamente ou através de terceiros. à Sala AIS de Aeródromo acerca de inoperâncias ou deficiências no funcionamento dos auxílios à navegação e das comunicações terra-avião (ANEXO 15/OACI).246 MCA 53-1/2008 19. serviço. 19.

a notificação ao Conselho é obrigatória. regularidade ou eficiência da navegação aérea internacional e aos quais os Estados Signatários se empenharão para manter a conformidade. .77 PRÁTICAS RECOMENDADAS: Quaisquer especificações de características físicas. 19.71 OPERADOR AIS . cuja aplicação uniforme é considerada desejável no interesse da segurança operacional. PLANO DE VÔO .76 POSIÇÃO (GEOGRÁFICA) . segundo o Artigo 38 (ANEXO 15/OACI).72 PADRÕES: Qualquer especificação de características físicas.73 metros. 19. 19.1.Conjunto de coordenadas (latitude e longitude) referente ao elipsóide de referência matemática que define a posição de um ponto na superfície da terra (ANEXO 15/OACI).Informações específicas relacionadas com o vôo planejado ou PLANALTO – São áreas irregulares e. a diferença entre a altitude elipsoidal WGS-84 e altitude ortométrica representada por ondulação geoidal WGS-84.70 OPERAÇÃO DE FEIÇÃO – Operação em que cada instância de um tipo de feição pode operar. geralmente. desempenho. de acordo com a Convenção.1.69 ONDULAÇÃO DO GEÓIDE . desempenho.1. no caso de impossibilidade de conformidade. NOTA – A respeito do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84) se define elipsóide.1.MCA 53-1/2008 247 19. material/equipamento.1. com altitude superior a 300 com parte de um vôo de uma aeronave.Distância do geóide acima (positivo) ou abaixo (negativa) ao elipsóide de referência matemática (ANEXO 15/OACI). 19. 19. configurações. cuja aplicação uniforme é considerada necessária para a segurança operacional ou regularidade da navegação aérea internacional e com os quais os Estados Signatários estarão em conformidade.1.74 19.75 PLANÍCIE – São áreas relativamente planas com altitude inferior a 300 metros.Funcionário civil ou militar habilitado em AIS que. pessoal ou procedimentos. material/equipamento. executa somente atividades AIS (ICA 53-3).1. 19. configuração. durante o seu serviço. de acordo com o ANEXO 15/OACI). pessoal ou procedimentos. fornecidas a órgãos que prestam serviço de tráfego aéreo (ICA 100-12).1. 19.1.

Geral ou Regional (ICA 53-1). 19.1.Publicação emitida por um ou com a autoridade de um Estado e contendo informação aeronáutica de caráter essencial duradouro para a navegação aérea (ANEXO 15/OACI). 19.1. a precisão é um grau de refinamento no desempenho de uma operação ou um grau de perfeição nos instrumentos e métodos utilizados ao fazer a medição (ANEXO 15/OACI).Mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea.83 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) .1.Grau ou nível de confiabilidade de que os dados fornecidos atinjam os requisitos do usuário de dados. 19.1.1. treinamento.84 QUALIDADE – Grau para o qual um conjunto de características inerentes atende completamente seus requisitos .Conjunto de dados ou séries de conjunto de dados que seguem uma especificação de produto de dados .82 PRODUTOS AIS .ISO 9000* (ANEXO .86 15/OACI). resolução e integridade (ANEXO 15/OACI).1. 19. RECURSO . NOTA: Com referência aos levantamentos geodésicos.1. 19.248 MCA 53-1/2008 19. ou na forma apropriada de mídia eletrônica (ANEXO 15/OACI). operações e manutenção e que buscam interação segura entre o ser humano e outros componentes do sistema mediante a devida consideração apropriada do desempenho humano (ANEXO 15/OACI).ISO 9000*.87 15/OACI).Abstração de reais fenômenos mundiais . incluindo cartas aeronáuticas.1.1.80 PRINCÍPIOS DE FATORES HUMANOS .Habilidade de rastrear os antecedentes.81 PRODUTO DE DADOS .Princípios que se aplicam a projeto aeronáutico. em termo de precisão. 19.79 PRENOTAM .ISO 19101* (ANEXO RASTREABILIDADE .78 PRECISÃO – A menor diferença que pode ser distinguida confiavelmente por um processo de medição. 19. originada em um órgão do Serviço de Proteção ao Vôo e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM.ISO 19131* (ANEXO 15/OACI).1.Informações aeronáuticas fornecidas na forma dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (exceto NOTAM e PIB). certificação. a aplicação ou a localização de uma entidade por meio de identificações registradas . 19.85 QUALIDADE DE DADOS . 19.

cores hipsométricas.Número de unidades ou dígitos para qual um valor medido ou calculado é expresso e usado (ANEXO 15/OACI). de acordo com a necessidade para proporcionar serviço de tráfego aéreo (OACI/Léxico). 19.Desigualdade em elevação da superfície da Terra.Relação que une exemplos de um tipo de feição com os REGIÃO DE INFORMAÇÃO DE VÔO (FIR) .Espaço Aéreo de dimensões definidas dentro do qual são proporcionados serviços de informação de vôo e de alerta (ICA mesmos exemplos ou um tipo diferente de feição . representada em cartas aeronáuticas por curvas de nível.ISO 19101* (ANEXO 15/OACI). 19.1.1. bem como suas mensagens de atualização.88 REDE DE TELECOMUNICAÇÕES FIXAS AERONÁUTICAS (AFTN) - Sistema completo e mundial de circuitos fixos aeronáuticos. 19. explicitados em termos quantitativos ou qualitativos.1.94 RESOLUÇÃO .1.96 SALA DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS DE AERÓDROMO (SALA AIS) .1. 19. .1. para as características de uma entidade a fim de permitir suas realizações e exames .1.89 100-12).98 SÉRIES DE CONJUNTO DE DADOS . 19.91 19.97 SALA DE NOTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO (SALA ARO) .ISO 19117* RELEVO .Coleção de conjuntos de dados que partilha a mesma especificação de produto .ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).ISO 19115* (ANEXO 15/OACI). 19.Expressão das necessidades ou sua tradução num conjunto de requisitos.95 ROTA ATS .Órgão estabelecido com objetivo de receber os informes referentes aos serviços de tráfego aéreo e os planos de vôo que são apresentados antes da saída.92 REPRESENTAÇÃO . 19.Rota especificada.1.93 REQUISITOS PARA A QUALIDADE .Órgão estabelecido em um aeroporto com objetivo de prestar serviço de informação prévia ao vôo e receber os planos de vôo que se apresentam antes da saída das aeronaves. dispostos como parte do serviço fixo aeronáutico para intercâmbio de mensagens entre as estações fixas aeronáuticas que se encontram dentro da rede (OACI/Léxico).MCA 53-1/2008 249 19. 19.Apresentação de informações a humanos .90 RELAÇÃO DE FEIÇÃO . designada para canalizar o fluxo de tráfego.1. sombreamento ou ponto de elevações (ANEXO 15/OACI).1. bem como os informes referentes ao serviço de tráfego aéreo. 19.1.

também conhecido como primeira superfície refletiva. neve semi-derretida ou água parada associada com neve na área de movimento.1. 19. 19. excluindo obstáculos” (ANEXO 15/OACI). processos e recursos necessários para implementar a gestão da qualidade .ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).1. 19. que se aplica primordialmente para a segurança da navegação aérea e para que seja regular. 19.101 SERVIÇO MÓVEL AERONÁUTICO .1. cumes. vales. por meio de um formato específico (ANEXO 15/OACI). terreno representa a superfície contínua que existe no descampado.Em termos práticos. NOTA .1.104 15/OACI).Serviço de telecomunicações entre pontos fixos determinados.1.105 SUPLEMENTO AIP .Superfície da Terra que contém ocorrências naturais como montanhas.1. o topo da cobertura ou somente entre.1.107 TESTE DE REDUNDÂNCIA CÍCLICO (CRC) . responsável pelo fornecimento de informação/dados aeronáuticos. 19. gelo permanente e neva. procedimentos.Serviço de radiocomunicação entre estações de aeronaves e estações aeronáuticas.1.100 SERVIÇO FIXO AERONÁUTICO . gelo. . ou entre estações de aeronaves (ICA 100-12). necessários para a segurança.Serviço estabelecido dentro de área de cobertura definida. colinas.103 SNOWTAM .Classe de abstrações de fenômenos do mundo real com propriedades comuns .108 TIPO DE FEIÇÃO .1. 19.Modificação temporária da informação que consta na AIP e SUPERFÍCIE DE COLETA DE DADOS DE OBSTÁCULO /TERRENO - Superfície definida com a finalidade de reunir dados de obstáculo /terreno (ANEXO que é publicada em folhas soltas especiais (ANEXO 15/OACI).1. 19.Séries especiais de NOTAM que notifica a presença ou remoção de condições perigosas devido à neve. 19. eficiente e econômica à operação dos serviços aéreos (ICA 100-12).250 MCA 53-1/2008 19.Algoritmo matemático aplicado a expressão digital de dados que fornece um nível de garantia contra perda ou alteração de dados (ANEXO 15/OACI).106 TERRENO . regularidade e eficiência da navegação aérea (ANEXO 15/OACI).99 SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIS) . 19.Estrutura organizacional.102 SISTEMA DA QUALIDADE . cinturões de água.ISO 19110*. dependendo do método usado na coleta de dados.

após cada definição.Comprovação.111 ZONA DE CONTROLE (CTR) . 19. 19. medição. * Normas ISO 9000 – Sistemas de Gerenciamento da Qualidade – Vocabulário. 19.109 VALIDAÇÃO .ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). de que requisitos particulares para um uso específicos pretendidos foram atendidos .112 ZONA DE IDENTIFICAÇÃO DE DEFESA AÉREA (ADIZ) .113 ZONA SERVIDA .Espaço aéreo especialmente designado e de dimensões definidas. 19. 19.110 VERIFICAÇÃO – Confirmação por exame e fornecimento de evidência objetiva de que os requisitos estipulados foram atendidos .MCA 53-1/2008 251 NOTA: Em um catálogo de feição. indica a fonte original da mesma. dentro dos quais as aeronaves são requisitadas à identificação e/ou notificação de procedimentos adicionais para esses. NOTA: O texto entre parênteses.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).Área geográfica a respeito da qual uma Sala AIS de Aeródromo deve dispor de informação aeronáutica.1. Segunda Edição 19101 – Informação Geográfica – Modelo de referência 19104 – Informação Geográfica – Terminologia 19108 – Informação Geográfica – Esquema temporal 19109 – Informação Geográfica – Regras para aplicação de esquema 19110 – Informação Geográfica – Metodologia para catalogo de característica 19115 – Informação Geográfica – Metadados 19117 – Informação Geográfica – Descrição 19131 – Informação Geográfica – Especificação de produtos de dados . o nível básico de classificação é o tipo de feição (ANEXO 15/OACI).1. por exame e fornecimento de evidência objetiva.Espaço aéreo controlado que se estende do solo até um limite vertical especificado (ICA 100-12). ensaios ou outros meios .1. relativo às determinações de serviços de tráfego aéreo (ATS) (ANEXO 15/OACI).ISO 9000*.1. NOTA: A evidência objetiva é a informação cuja veracidade pode ser comprovada com base em fatos obtidos através da observação.1.

Mensagem de Chegada .Publicação de Informações Aeronáuticas .Categoria .Regulamentação e Controle de Informação Aeronáutica CINAM .Circular Normativa de Informações Aeronáuticas CIRTRAF CMA CNAM CNAV CNL COM .Rede de Telecomunicações Fixas Aeronáuticas .Carta Imagem de Navegação Aérea Visual CINDACTA .Carta Aeronáutica de Pilotagem .Centro Geral de NOTAM .252 MCA 53-1/2008 19. Rotas Aéreas e Auxílios Terrestres .Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica .Centro Meteorológico de Aeródromo .Controle de Tráfego Aéreo em Geral .Carta de Área .Carta Imagem de Navegação Aérea para Uso Militar CINAV .Aeronotificação .Carta de Navegação Aérea para Uso Militar .Aeródromos.2 ABREVIATURAS E SIGLAS ACC ADIZ AFTN AGA AIC AIP AIREP AIS ANAC ARC ARO ARR ATC ATZ AVCA CAP CAT CCAM CGN CHG CIAP .Zona de Tráfego de Aeródromo .Agência Nacional de Aviação Civil .Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo CIRAIS .Mensagem de Cancelamento .Circular de Informação Aeronáutica .Comunicações .Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem AIRAC .Serviços de Informação Aeronáutica .Centro de Controle de Área .Centro de Notificação das Mensagens de Tráfego Aéreo .Centro de Comutação Automática de Mensagens .Zona de Identificação de Defesa Aérea .Carta de Navegação Aérea Visual .Mensagem de Modificação .Circular Normativa de Tráfego Aéreo .

Centro Regional de NOTAM .Mensagem .MCA 53-1/2008 253 COMAR .Manual do Comando da Aeronáutica .Carta de Rotas .Informe Meteorológico Aeronáutico Regular .Mensagem de Movimento de Aeronave .Carta de Aproximação e Pouso por Instrumentos .Estação Permissionária de Telecomunicações e Tráfego Aéreo .Grupamento de Navegação Aérea .Livro de Registro de Ocorrências .Impresso Especial de Proteção ao Vôo .Empresa de Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária METAR .Zona de Controle .Regras de Vôo por Instrumentos .Divisão de Coordenação e Controle .Equipamento Radiotelemétrico .Meteorologia .Instrução do Comando da Aeronáutica .Hora Estimada de Partida .Radiofarol Não-direcional INFRAERO .Hora Estimada de Chegada/Estação de Telecomunicações Aeronáuticas .Plano de Vôo Apresentado .Carta de Planejamento de Vôo .Comando Aéreo Regional CONFAC CRN CTR DCCO DGNA DLA DME DOV ECM EPTA ERC ETA ETD FAL FCA FPC FPL GNA IAC IAIP IEPV IFR ILS ICA ISE LRO MET MCA MOV MSG NDB .Controle e Fiscalização da Aviação Civil .Mensagem de Atraso .Folheto do Comando da Aeronáutica .Sistema de Pouso por Instrumentos .Mensagem de Isenção de Tarifa .Despachante Operacional de Vôo .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea .Estação de Comunicações .Documentação Integrada de Informações Aeronáuticas .Facilitação do Transporte Aéreo Internacional .

Manual Auxiliar de Rotas Aéreas SICONFAC .Informação Meteorológica Aeronáutica Especial Selecionada .Observação .Carta Aeronáutica Mundial OACI 1:1.Alcance Visual da Pista .Seção de Aviação Civil .Sistema Integrado de Controle e Fiscalização da Aviação Civil SIGMET .Pressão Padrão ao Nível do Mar (1013.Aviso para o Aeronavegante OPMET .Organização de Aviação Civil Internacional .Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo .Informação Meteorológica para Aeronave em Vôo .Informação Meteorológica Significativa SISCEAB SPECI SRE SRPV TAF TMA TCA UTC VFR VOR WAC .Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro NOTAM .Serviço Regional de Proteção ao Vôo .Operador de Estação Aeronáutica .Saída Padrão por Instrumento .Plano de Vôo .Radar de Vigilância que faz parte do Sistema de Radar para Aproximação de Precisão .Previsão de Aeródromo .Área de Segurança de Final de Pista .Informação Meteorológica Relativa às Operações ROTAER.Busca e Salvamento .Regras de Vôo Visual .254 MCA 53-1/2008 NOF OACI OBM OEA PIB PLN QNE RAC RESA RMK RVR SAC SAR SID .Tempo Universal Coordenado .Boletim de Informação Prévia ao Vôo .Área de Controle Terminal .Centro Internacional de NOTAM .Tabela do Comando da Aeronáutica .Observador Meteorológico .Radiofarol Omnidirecional em VHF .000 VOLMET .2hPa) .000.

2 Os casos não previstos serão submetidos ao Exmo. 160 20021-130 . Sr. .RIO DE JANEIRO .1 As sugestões para aperfeiçoar esse manual deverão ser enviadas ao seguinte endereço: DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA AVENIDA GENERAL JUSTO.MCA 53-1/2008 255 20 DISPOSIÇÕES FINAIS 20.RJ 20. Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA.

2005. 2005. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. 2006. 2002. Divulgação de Informações Meteorológicas: ICA 105-1. Manual de Telecomunicações do Comando da Aeronáutica: MCA 102-7. ________. Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo: MCA 100-11. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. Coleta de Dados Estatísticos AIS: ICA 53-5. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. Procedimentos Especiais para Aeronave Presidencial: ICA 100-9. ________. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. 2007. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. 2007. ________. Comandos de Interrogação ao Banco de NOTAM (SISNOTAM) através da AFTN: AIC 18/07. ________. 2008. 2008. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. Mensagens de Transporte Especial Relacionadas com Autoridades e Serviços Solicitados em um Plano de Vôo: FCA 63-50. 2005. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. Mensagem CONFAC: ICA 102-8. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. ________. Regras e Procedimentos Especiais de Tráfego Aéreo para Helicópteros: ICA 100-4. ________. 2007. ________. Mensagens ATS: ICA 100-15. [Rio de Janeiro-RJ]. Nível de Proteção Contra-Incêndios em Aeródromos: ICA 92-1. ________. . 2006. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas: MCA 53-3. 2008. Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo: ICA 100-12. 2008.256 MCA 53-1/2008 REFERÊNCIAS BRASIL. 2008. NOTAM: ICA 53-1. ________. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP-MAP. Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo (Sala AIS): ICA 53-2. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. PRENOTAM: ICA 53-4. ________. Plano de Vôo: ICA 100-11. [Rio de Janeiro-RJ]. 2005. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP BRASIL. ________. ________. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. Planejamento de Pessoal em Atividades AIS: ICA 53-3. Comando da Aeronáutica.

________. ________. 2001. Portaria no 1. Departamento de Aviação Civil. Lei no 7. 2003. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica: Doc 8126.565. Regras Gerais de Operação para Aeronaves Civis: RBHA 91. Força Aeronaval Americana. ________. [Montreal]. ESTADOS UNIDOS. Estado-Maior da Aeronáutica. de Bandeira e Suplementares: RBHA 121. [Rio de Janeiro-RJ]. Requisitos Operacionais: Operações Domésticas. Ministério da Aeronáutica. Regras do Ar e Serviço de Tráfego Aéreo: Doc 4444. ________. . Organização da Aviação Civil Internacional. Dispõe sobre o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos. Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica. Homologação. Air Navigation (Flying Training): AFM 51-40.141/GM5. [Rio de Janeiro-RJ]. Registro. [Montreal]. Classificação das Cartas Aeronáuticas de Pilotagem (CAP): Ofício no 38/3SC3/C-1176. 2003. Cartas Aeronáuticas: Anexo 4. ________. [Montreal]. [Rio de Janeiro-RJ]. Operação. 1999. Comissão de Navegação Aérea. 1990. 2008. 2001. Instruções para Concessão e Autorização de Construção. ________. 2008.MCA 53-1/2008 257 BRASIL. CANADÁ. 2003. BRASIL. 2003. [Montreal]. [Rio de JaneiroRJ]. Comando da Aeronáutica. BRASIL. [Brasília-DF]. de 08 de dezembro de 1987. Operações Aeroagrícolas: RBHA 137. Marca de Identificação. Resistência de Pavimentos dos Aeródromos: IAC 157-1001. Agência Nacional de Aviação Civil. ________. Manutenção e Exploração de Aeródromos Civis e Aeroportos Brasileiros: IAC 2328-0790. BRASIL. Requisitos Operacionais: Operações Complementares e por Demanda: RBHA 135. ________. Serviços de Informação Aeronáutica: Anexo 15. 1986. de 13 Dez 1986. 1987. de Nacionalidade e de Matrícula: RBHA 45. [Rio de JaneiroRJ]. o Plano Básico de Zoneamento de Ruído. 2006. o Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos e o Plano de Zona de Proteção de Auxílios à Navegação [Rio de Janeiro-RJ]. 2004. 15 jul. [Rio de Janeiro-RJ]. [Brasília-DF].

3 ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2 ENR 4 AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III AIP-BRASIL: GEN 3.5 ROTAER: CAPÍTULO III COORDENADAS PONTO DE NOTIFICAÇÃO (COMPULSÓRIO / A PEDIDO) ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO FUNCIONAMENTO AD INTL (MIGRAÇÃO.19 AUXÍLIOS RÁDIOS ROTAER: CAPÍTULO III NDB-VOR-ILS-VDF CARTAS: ARC ERC FPC ADC LC SID IAC STAR AERÓDROMOS (Comerciais) AIP BRASIL: AD 2.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: SID STAR ARC ERC* (*) inclusive o frontispício APP (TMA/CTR) AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2. SAÚDE. ALFÂNDEGA) AIP-BRASIL AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2.3 FUNC. AERÓDROMOS HORÁRIOS FUNCIONAMENTO AUXÍLIOS RÁDIOS À NAVEGAÇÃO E ÓRGÃOS ATS SERVIÇOS DE METEOROLOGIA COMBUSTÍVEL E TELEFONE ACC (FIR/UTA/CTA/TMA) CMA E CMM AIP-BRASIL: AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC STAR ARC ERC* (*) Inclusive frontispício AIP BRASIL: AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III TWR INSTALAÇÕES E SERVIÇOS E SUAS FREQÜÊNCIAS AFIS GNDC CLRD VDF RECALADA .SID* .3 CARTAS: ERC – ARC AIP-BRASIL: ENR 5 CARTAS: ARC -ERC .258 MCA 53-1/2008 Anexo A – Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4.18 AD 2.3 ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ARC .ERC (Se RWY ≥ 1500m) AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4.IAC* (*) só a pedido da D-ATM PÚBLICOS (Comerciais) PRIVADOS MILITARES AIP-BRASIL: AD 2.1 AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2.

19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS:: IAC* SID LC STAR ADC ARC ERC (*) Descida DELTA AIP BRASIL: AD 2.AD 2 17 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC 259 ATIS VOR FREQÜÊNCIAS ILS NDB GPS SELCAL ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES LATERAIS FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES/VERTICAIS (INFERIOR/SUPERIOR) FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ROTAS ATS .18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC STAR ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC (*) Descida CHARLIE AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.1 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: ENR 2.2 – AD 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: GEN 3.17 CARTAS: ARC ERC LC VAC AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2 ENR 3 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 2 .19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* LC ADC SID VAC STAR ARC ERC (*) Descida ECHO CARTAS: IAC AIP BRASIL: ENR 4.5 VOLMET ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: AD 2.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* ADC SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .

5 ENR 2.5 – ENR 3 – AD 2.5 – AD 2.12 AD 2.3 – AD 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: ENR 3 NÍVEIS DE VÔO CARTAS: ARC ERC ROTAS ATS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: GEN 3.19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC (*) descida DELTA AIP BRASIL: GEN 2.260 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .CAPÍTULO III AIP-BRASIL: AD 2 ROTAER: .1 AD 2.9 AD 2. (***) AD PRIV E MIL: Somente ROTAER e CARTAS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC AIP BRASIL: AD 1. CARTAS: SID** IAC* LC* VAC* (*) se houver.1 ROTAER: .19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC STAR (*) descidas ECHO AIP BRASIL: GEN 2.4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2.13 AD 2.CAPÍTULO III ROTAER: .19 ROTAER: CAPÍTULO III (AD e RDONAV .CAPÍTULO III RUMOS PISTAS (orientação das cabeceiras) DISTÂNCIAS ROTAS ATS INTERNACIONAL PÚBLICO (Comercial) AERÓDROMOS PRIVADOS / MILITARES OBS: Qualquer AD com RWY ≥ 1500m e piso CARTAS: ARC ERC pavimentado (ASPH/CONC) AIP BRASIL: GEN 2. (**) em RMK.ILS).5 – ENR 3 – AD 2.4(*) – ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.14 AD 2.10 AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC ERC (*) descida CHARLIE AIP BRASIL: GEN 2.17 CARTAS: ARC ERC (CTR) VAC VOR/DME NDB ILS e seus componentes (LLZ/GP/OM/MM/LLZDME) ROTAS ATS FIR /UTA TMA CTR / ATZ .

16 CARTAS: IAC SID AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.14 – AD 2.6 INCÊNCIO (RFFS) ROTAER: CAPÍTULO III PONTO DE REFERÊNCIA DE AERÓDROMO (ARP) AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC AIP BRASIL: GEN 2.4 – AD 2.1 ENR 2.2 AD 2.14 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC* LC (*) Inclusive verso informação ângulo se diferente de 3º (**) Pontos de toque ILS e VASIS 261 LUZES / AUXÍLIOS LUMINOSOS VASIS / PAPI (AVASIS / APAPI) SERVIÇO DE COMBATE A AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: AD 2.4 ENR 2.8 ENR 2.1 2.3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** SID** ATS (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) AIP BRASIL: GEN 3.1* ROTAER: Capítulo III** CARTAS: ADC PDC (*) Somente resistência e tipo de piso (**) Na observação (restrições) PÁTIO DE ESTACIONAMENTO .15 BIRUTA ROTAER: CAPÍTULO III ILUMINADA (L26) CARTAS: ADC LC FAROL DE AERÓDROMO (L21) APROXIMAÇÃO (APCH) CABECEIRA (THR) TAXIWAY (TWY) AERÓDROMOS com RWY ≥ 1500m AIP-BRASIL: ENR 4.1 AD 2.4 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV CARTAS: ERC* (*) Indicador de localidade das FIR INDICADOR DE LOCALIDADE AIP BRASIL: ENR 3 ENR 4.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC CARTAS: ARC* ERC* (*)INCLUINDO A LETRA “L” AIP-BRASIL: ENR 2.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .5 ENR 3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** ATS/MET (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) CLASSIFICAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO ATS ALTITUDE DE TRANSIÇÃO AIP BRASIL: ENR 1.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: ENR 2.16 CARTAS: ARC* ERC* (*) Trapézio AIP BRASIL: AD 2.1(**) AD 2.

12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) ENR 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: RESISTÊNCIA AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC DIMENSÕES PISTA (RWY / TWY) TIPO DE PISO ELEVAÇÃO OBSTÁCULO ÁREA APCH / DEP TIPO DE OPERAÇÃO DO AERÓDROMO DISTÂNCIAS DECLARADAS ZONAS DE PARADA ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS .8 (LARGURA) AD 2.3 AD 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (AA) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.8 AD 2.262 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .3 AD 2.12 AD 2.10 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 1.12 AD 2.1 ENR 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC (*) Cartas de Obstáculo de Aeródromo (AD 2) AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC ARC* ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.

command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Maj Av Marcus Vinícius PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Cap Av André Luís André Luís Cap Av .MCA 53-1/2008 Anexo B .in.Modelos de plano de vôo completo 263 PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSZQZX SBBTYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 2|2 1| 2| 0| 0 S|B|B|R|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  F|A|B|2|3|7| 8 / HORA Time  L I 10 EQUIPAMENTO Equipment M <<  SDGJ /C D << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 S|B|B|R NÍVEL Level 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  1|3|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 0 |0 F|1|0 |0 G449 URB DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome   S | B| B | T 0|1 3|0 S|B|R|P S| B | S | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/ETA6 DAT/SV RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ACAS RMK/RDO E NDB AD CFM RMK/INDICATIVO CHAMADA ALBATROZ01 RMK/3HRP DIRETOR GERAL DECEA ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 4 |0 →P/ 1|1 | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings CAMUFLADA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.

DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 HORA Time /C << ≡ 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S|B|A|T NÍVEL Level 1|3|1|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 9 |0 F|0| 9 |0 G678 XINGU DCT BAG/N0190F080 DCT BAG186100/N0190F045 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome  S| W| J | W 0|2 5|0 S| B| B | W S| W | L | C << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBBS0050 OPR/SEGURANÇA TÁXI AÉREO LTDA FROM/SBGO COM/HF SSB  STS/TREN RALT/F110 DCT SBBW RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ALTN DEP SBSN ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0| 5 5 |0 →P/ 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings VERMELHA COM LISTRAS BRANCAS OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.264 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B .in.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name André Luís 077715 André Luís .Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBAZQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|5 1| 2| 2| 5 S|B|A|T|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|M| |  / L Y 10 EQUIPAMENTO Equipment N  SDGZ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.

Portaria DECEA No 63/SDOP.MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B .command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Gibson Júnior 470355 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Guilherme Firme 220388 Guilherme Firme (NR) . .in. de 21 de outubro de 2009.Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 265 << ≡ FF → SBBSZFZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 | | | | | | | | | | IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 1 1 4 5 S B P JY O Y M << 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L V 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDG /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|1| 0 |5 G449 BRS W10 GOI/N0180F065 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | W| L | C 0|3 1|0 S|B|G|O << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/LEONILDO LTDA FROM/SBPN RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|5 2 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ AZUL COM LISTRAS BRANCAS/ OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.

in.Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S| B| P| J|Y| O| Y| X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L Z 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SD /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|2|1 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| W | G| I NÍVEL Level 2|0|2|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 1 |0 F|0| 5 |5 DCT C/PMS200096/N0200F055F070 IFR DCT BRR292030/N0190F055 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | N| B | R 0|1 2|0 S|B|L|P << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBRE0025 OPR/PROTEÇÃO LTDA FROM/SBAT STS/TROV RALT/F070 DCT SBLP RMK/AUXILIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 0 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.266 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B .command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name MARCUS vINÍCIUS .

in.MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B .Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|0| 7 |0 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | B| A | X 0|0 3|0 S| B | U | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/EFICIÊNCIA LTDA FROM/SBJF STS/TREN NAV/DOPPLER RMK/ALTN DEP SBUL RMK/RDO AD CFM RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|3 3 |0 → P / 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ A / BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks N / C / PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Rafael 290394 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Rafael (NR) . .Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 267 << ≡ FF → SBBSZQZX SBAXYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S | B | P | J | Y | O | Y| M << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|S| |  / L I 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDGZ /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.

command FELICIANO 556677 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name RICARDO Ricardo 998877 .Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBCFZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ 0| 2 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 3 | 1 | 5 → S | B | B | H | Y | O | Y | X <<≡ << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEA | T | M TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome P|A|3|2 S | B | B|H NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 3|2| 5 ROTA Route |  N |0 |1 |7 |0 A| 0 4 | 5 | → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|C|F 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 1|5 B| H <<≡ )<<≡ OPR/DELTA FROM/SNUN RMK/TGL SBBH RMK/ACAS 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 0 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.268 MCA 53-1/2008 Anexo C .in.

MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo C .in.Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN 269 PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBJPZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ <<≡ 2 |5 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 5 | 1 | 0 → S| B | R | F | Y| O | Y | X << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEH | E | L TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome A|S|3|2 S | B | R|F NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 5|3| 0 ROTA Route | |  N |0 |1 |4 |0 V| F| R → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|J|P 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 3|0 R| F <<≡ )<<≡ OPR/DECEA TÁXI AÉREO LTDA 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN FROM/SBNT RMK/500FT AGL INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 4 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ BRANCA E AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.command RICARDO 213243 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name Ricardo | | | | | .

84 91554433 Marcus Vinícius 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151920 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CHG 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) -10/SDGIR/S-13/SBGO2025-15/N0470F350 UW4 C/POMON/N0470F350F390) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel.270 MCA 53-1/2008 Anexo D .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (DLA 22 – EMENDA PTAIS SBGO1930 SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel. 84 91554433 Marcus Vinícius .AD DE PARTIDA HORA 16 .Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151840 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .AD DE PARTIDA HORA 16 .

MCA 53-1/2008 271 Continuação do Anexo D .Modelos de mensagens de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 152005 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .AD DE PARTIDA HORA 16 .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CNL 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 Marcus Vinícius .

. PAF019108 (Ponto: 072529S/0382140W) Ponto situado na radial 019º à uma distância de 108NM do VOR PAF. PAF045152 (Ponto: AD SNTS) Ponto situado na radial 045º à uma distância de 152NM do VOR PAF.272 Anexo E – Coordenadas geográficas MCA 53-1/2008 ♦ ♦ ♦ PAF360142 (Ponto: NDB JZR) Ponto situado na radial 360º à uma distância de 142NM do VOR PAF.

MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo E .Coordenadas geográficas 273 .

RWY 09 27 TORA 1850 1850 TODA 2430 1850 ASDA 2150 1850 LDA 1850 1850 Exemplo 2: Obstáculo fora da CWY na aproximação da RWY 09. na aproximação da RWY 09.274 MCA 53-1/2008 Anexo F – Configurações de Distâncias Declaradas Exemplo 1: Impraticabilidade (obras. buraco. RWY 09 27 TORA 2000 1850 TODA 2580 1850 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 4: Obstáculo dentro da CWY. RWY 09 27 TORA 2000 2000 TODA 2580 2350 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 3: Obstáculo dentro da CWY. próximo da THR. etc. RWY 09 27 TORA 2000 NU TODA 2580 NU ASDA 2300 NU LDA NU 2000 . óleo.). na aproximação da RWY 09. afastado da THR.

Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .MCA 53-1/2008 275 Anexo G .

Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .276 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo G .

1 Nacionais ITEM 3. ITEM 4. ITEM 3.1 Divisão Descrever o critério adotado na definição da Zona Servida. CAPÍTULO 5 Posições Operacionais Escrever.MCA 53-1/2008 277 Anexo H . CAPÍTULO 3 Estrutura Organizacional e Funcional ITEM 3.3 Localização Descrever exatamente a localização da Sala AIS em relação ao aeródromo.4 Categorização Informar a categoria conforme divulgação do DECEA. ITEM 6.2 Internacionais CAPÍTULO 4 Zona Servida ITEM 4. ITEM 3.2 Organização das equipes Distribuição do efetivo conforme escala operacional.5. . os tópicos finalidade e âmbito do documento. pelo menos.1 Estrutura Operacional Descrição operacional do efetivo.5. em itens. CAPÍTULO 6 Estrutura Operacional e Organização das Equipes ITEM 6. CAPÍTULO 2 Abreviaturas e Siglas Serão mencionadas aquelas que constem no próprio modelo.2 Composição Especificação detalhada do critério adotado na distribuição da Zona Servida.5 Publicações AIS: Informar a disponibilidade de publicações ITEM 3. ITEM 3. ITEM 3. as funções e horário a qual são desempenhadas dentro da Sala AIS.2 Efetivo Descrever o efetivo de especialistas AIS (civis e militares). ATO DE APROVAÇÃO SUMÁRIO ANALÍTICO CAPÍTULO 1 Disposições Preliminares Nesse capítulo constarão.1 Organograma Descrever a posição da Sala AIS em função da administração e operação em relação aos demais órgãos.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPA DO MODELO OPERACIONAL Confeccionar a capa de acordo documentos oficiais do COMAER.

ITEM 8.1 Tratamento Descrever passo a passo o método aplicado por uma Sala AIS na recepção e tratamento das mensagens ATS. ITEM 8.7 Formulário de Registro de Informação Descrever o local onde se encontra o formulário e o procedimento que o Especialista deve adotar após a recepção do mesmo. ITEM 8.2 Acesso ao SISNOTAM via Micro Descrever o processo de como acessar ao servidor. no local.3 Confecção do Briefing Operacional Descrever as regras de confecção do briefing e os meios utilizados para disponibilizar aos órgãos de controle. . ITEM 8.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 7 Atribuições do Pessoal Descrever em itens as atribuições do pessoal conforme as posições operacionais em consonância com a ICA 53-3. Explicar o procedimento ITEM 8.8. de acordo com a ICA 53-2. ITEM 8. conferência com a INFRAERO. ITEM 8.9 Transporte de Autoridades Explicar esse procedimento como é feito. ITEM 8.278 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H .6 Controle de Registro de NOTAM Descrever os procedimentos adotados na Sala AIS em questão.2 Transmissão de Mensagem ATS em caso de CCAM fora do ar. ITEM 8. tais como: endereçamento.10.10 Aeronaves Militares e Civis Públicas Estrangeiras Descrever procedimento conforme a ICA 63-13. inclusive informando “senha” e “usuário”. na Sala AIS. CAPÍTULO 8 Procedimentos Específicos ITEM 8. ITEM 8. procedimentos relacionados com as mensagens AVO etc.8.1 Mínimos IFR Abaixo dos Mínimos Regulares para Pouso e Decolagem ITEM 8.8 Recepção de Mensagens ATS Nesse item. informar o telefone de recebimento de plano caso a Sala tenha.1 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo não Regular Internacional.5 Atualização de Publicações Descrever os procedimentos adotados. Descrever procedimento conforme a ICA 63-13. em consonância com o FCA 63-50.4 Pousos e Decolagens em TWY Informar se o aeródromo possui pista de táxi homologada como pista de pouso e decolagem. ITEM 8.

2 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo Internacional: Descrever procedimento conforme a ICA 63-13. ITEM 9. ITEM 8. ITEM 9.14 Procedimentos para Aeronave Presidencial Descrever procedimentos locais de cada Sala confrontando com a ICA 100-9.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) ITEM 8.1 Conceitos ITEM 8. ITEM 8. ITEM 8. ITEM 8.13 Aquisições de Publicações Descrever conforme ROTAER Capítulo I Seção I.12 Mensagem CONFAC ITEM 8. ITEM 9.4 Freqüências operacionais Citar freqüências operacionais. ITEM 8.2 Auxílios Rádios Citar auxílios rádio.MCA 53-1/2008 279 Continuação do Anexo H .12. CAPÍTULO 9 Recursos Técnicos Disponíveis no Aeródromo ITEM 9.12. ITEM 9.11 Vôos Internacionais Caso a Sala AIS seja internacional. ITEM 8.1 Equipamentos Citar equipamentos existentes na Sala AIS.3 Conferência pela INFRAERO Descrever como é feito dentro da Sala AIS observando os parâmetros da ICA 102-8.12. . observar a legislação dos países envolvidos nas publicações quanto ao procedimento de entrada dos mesmos e descrevê-los em subitens conforme os países envolvidos.3 Auxílios Luminosos Citar auxílios luminosos.2 Confecção Descrever esse item conforme ICA 102-8 ITEM 8.10.5 Murais Operacionais Citar murais que contenham informações PERM e avisos diversos.4 Envio à ECM Descrever o processo de como se realiza na referida Sala.12.15 Outros Procedimentos Descrever procedimentos locais os quais não foram citados em itens anteriores.

1 Passagem de Serviço.1 LAY-OUT Descrever através de desenhos a disposição dos móveis. REFERÊNCIAS .2 TF-3 fora do ar Descrever a alternativa do SVC que é feito através desse equipamento. ITEM 11.280 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H . Descrever os procedimentos locais relativos à passagem de SVC. ÍNDICE: Descrever o índice remissivo. ITEM 11. ITEM 13.1 Conceito Descrever o conceito de acordo com a DMA 63-1 e ICA 102-2. e acrescentado o que preconiza a ICA 53-3.3 SISNOTAM fora do ar Descrever alternativas para obtenção da informação. CAPÍTULO 12 Atualização Profissional dos Especialistas AIS Descrever os procedimentos locais que são feitos na Sala. também citar o tipo de ocorrências que o órgão julgar necessário lançar no LRO. CAPÍTULO 13 Normas Gerenciais ITEM 13.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 10 Apresentação Esquemática do Órgão ITEM 10. CAPÍTULO 11 Degradação do Sistema ITEM 11. Descrever a formatação local do preenchimento do LRO. ANEXOS: Citar os anexos necessários. equipamentos e murais existentes na Sala AIS.2 Preenchimento do Livro Registro de Ocorrência.

Divisão de Coordenação e Controle. NOR 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS). CCO 2 – Seção de Comunicações.Divisão de Gerenciamento da Navegação Aérea. Navegação e Vigilância (CNS). SDAD .Divisão de Operações Militares.Seção de Planejamento Tático. . D-SAR . NOR 1 . CCO 3 – Seção de Meteorologia (MET). SDTI . e PLN 2 . CCO 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS). D-OPM . PLN 1 .MCA 53-1/2008 281 Anexo I – Organograma Simplificado do Órgão Gerencial Legenda: SDOP . CCO 1 – Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM). D-CCO .Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM). NOR 2 – Seção de Comunicações. SDTE .Subdepartamento de Administração. NOR 3 – Seção de Meteorologia (MET). D-GNA .Divisão de Busca e Salvamento.Subdepartamento de Tecnologia da Informação. NOR – Subdivisão de Normas da D-GNA.Seção de Planejamento Estratégico.Subdepartamento de Operações. Navegação e Vigilância (CNS). PLN – Subdivisão de Planejamento da D-GNA.Subdepartamento Técnico.

212 Disposição da informação. 52 AIM. 181 Auxílios visuais. 239 AIP. 154 Código TAF. 175 Auxílios visuais e à navegação. 240 Deslocamento da cabeceira. 62 Aplicativos automatizados AIS. 110 Código Aeroportuário IATA. 72 Código ANAC. 69 Documentação de vôo.282 MCA 53-1/2008 ÍNDICE ACN-PCN. 227 Códigos METAR e SPECI. 33 Anexo 15. 75 Conversão de unidade de medida. 213 CCAM. 224 Documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP). 8126. 105 Convencionais. 232 Circulares de informação aeronáutica. 107 Condições para realização de vôo VFR. 55 Distâncias declaradas. 111 Auxílios à navegação. 52 Classificação dos espaços aéreos ATS. 192 Definições. 82 Cartas avulsas. 230 Condições para realização de vôo IFR. 205 Doc. 81 Cartas aeronáuticas. 73 Categoria requerida de aeródromos. 84 Catálogo. 79 AISWEB. 195 AIC. 148 Autorização para vôos VFR ESP. 42 . 27 Arquivo de mensagens. 192 Declinação magnética. 54 Boletins automatizados. 198 Aeródromos. 67 Anexos. 42 AIRAC NIL. 57 Calendário de datas AIRAC. 237 Autonomia. 175 Boletim de informação prévia ao vôo.

74 Endereçamento de PLN e mensagens ATS (FPL/DLA/CHG/CNL).MCA 53-1/2008 283 Documentação relacionada ao AIS. 245 Informação AIRAC. 50 Objetivo do AIS. 42 Indicadores de destinatários e de remetentes. 61 Mudanças de regra de vôo. 77 Informação original. 113 Meteorologia aplicada ao AIS. 245 Gestão de qualidade AIS. 229 Mensagem de atraso (DLA). 166 Glossário. 23 Informação/dados aeronáuticos. 22 Informação aeronáutica. 156 Mensagem de transporte especial (MTE). 228 Mensagens aeronáuticas. 22 Inter-relacionamentos de informação. 111 Não-convencionais. 57 Intercâmbio. 164 Mensagem AIRMET. 155 Mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL). 88 Meios e canais de comunicação. 106 Níveis mínimos IFR fora de aerovia. 163 Mensagem SIGMET. 189 Níveis de cruzeiro. 111 NOTAM. 240 Heliponto. 41 Navegação aérea. 12 Manual AIP-BRASIL. 82 Gerenciamento de navegação aérea. 114 Fases do vôo. 62 Emendas. 214 IAIP. 115 Indicadores e designadores. 14 . 75 Nascer e pôr-do-sol. 26 Legislação vigente. 238 Gestão da qualidade. 22 Informações meteorológicas. 160 Mensagem de modificação (CHG). 12 Organograma funcional. 22 Mensagem administrativa ao SICONFAC. 14 Órgão gerencial. 219 Modelo operacional. 71 Informação aeronáutica. 219 Instrução verbal. 235 Mensagens veiculadas nas Salas AIS.

103 Regras e procedimentos de tráfego aéreo. 190 Sistema de referência para navegação por satélite. 54 Plano de navegação aérea. 37 SISNOTAM. 106 Regras de vôo visual. 109 Tipo de informação. 234 Regras aplicáveis aos vôo por instrumento (IFR). 27 Sistema de coordenadas geográficas.284 MCA 53-1/2008 Orgãos AIS. 238 Suplementos AIP. 120 Plano de vôo simplificado (PVS). 161 PRENOTAM. 19 Outras cartas. 73 Plano de vôo completo (PVC). 194 RACAM. 103 SAIS. 203 . 51 Procedimento de radiogoniometria. 83 Tipos de pavimento. 48 Tabela de níveis de cruzeiro. 24 Tipos de cartas. 93 PIB. 16 Órgãos técnico-opercaionais. 12 Órgãos operacionais.

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