MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA
MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

PORTARIA DECEA No 39/SDOP, DE 24 DE AGOSTO DE 2010.

Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB.

O

CHEFE

DO

SUBDEPARTAMENTO

DE

OPERAÇÕES

DO

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1o, inciso III, da Portaria no 67-T/DGCEA, de 20 de abril de 2010, resolve:

Art. 1o - Aprovar a modificação ao MCA 53-1, “Manual do Especialista em Informação Aeronáutica”, que com esta baixa. Art. 2o - Esta modificação entra em vigor em 07 de setembro de 2010.

(a)

Brig Ar LUIZ CLÁUDIO RIBEIRO DA SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA

(Publicado no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010)

BRASIL
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA Av. GENERAL JUSTO, 160 - 2o ANDAR 20021-130 RIO DE JANEIRO - RJ
ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL.: (21) 3184-8362

MCA 53-1
MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 07 SET 2010

TEL.: (21) 2101-6542

MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICAS, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 117 118 139 140 141 142 195 196 2 CORREÇÃO: PÁGINA 118 140 141 195 SUBITEM Modificada a NOTA 2 e incluída a NOTA 3 do item 11.4.12. Excluído o exemplo 3 e a NOTA do item 11.5.8.1.10. Excluído o exemplo 3 do item 11.5.8.1.11 Excluído o exemplo 4 do item 11.5.8.1.12. Item 15.2.1.1 modificado DATA 2008 2010 2008 2010 2010 2008 2010 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 117 2008 118 2008 139 2008 140 2008 141 2008 142 2008 195 2008 196 2008

3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições, inserir esta folha após a página de rosto da publicação original. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 39/SDOP, de 24 de agosto de 2010, publicada no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010.

Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. resolve: Art. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica".MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 63/SDOP. no uso das atribuições que lhe confere o art. 1o. DE 21 DE OUTUBRO DE 2009. que com esta baixa. (a) LUIZ CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA Cel Av Chefe Interino do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 210. 2o Esta modificação entra em vigor em 17 de dezembro de 2009. de 12 de novembro de 2009) . O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. inciso III. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. Art. de 02 de janeiro de 2009.

DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 33 34 47 48 49 50 77 78 79 80 81 82 105 106 107 108 109 110 147 148 175 176 177 178 179 180 181 182 DATA 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 33 2008 34 2008 47 2008 48 2008 49 2008 50 2008 77 2008 78 2008 79 2008 80 2008 81 2008 82 2008 105 2008 106 2008 107 2008 108 2008 109 2008 109 2008 147 2008 148 2008 175 2008 176 2008 177 2008 178 2008 179 2008 180 2008 181 2008 182 2008 .: (21) 3184-8362 MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 17 DEZ 2009 TEL. 160 .: (21) 2101-6542 MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”. GENERAL JUSTO.RJ ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL.2º ANDAR 20021-130-RIO DE JANEIRO .BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av.

c) e d) (textos retirados) 5.1.1.2. texto excluído e tabela modificada) 10.2. alíneas b) (texto modificado).1.2 (texto modificado) 5.1.7 (incorporado ao 8.3.8.5 e 5.2.4. e 8.2.1.2.6) 8.2. 8.1. 5.5.2.1 e 13.1. 8.5.1.1. 2a ) e 3a ).8 (renumerado para 8. alínea b) (texto modificado e retiradas NOTAS 1 e 2) .3 (texto inserido) 8.5 (texto modificado) 8.2.2.3. alínea e) (texto inserido) 10.5 (textos modificados) 8.3.3 (textos modificados) 8. alíneas 1a).4. alínea f) (texto modificado) e NOTA acrescentada 5.2. alínea c) (texto modificado) 10. 5.6 (texto modificado).2 (texto inserido e NOTAS modificadas) 13.3.4.3.11 (exemplo modificado) 13.4.1.1.3.3.3.1.2. 8.4.2. alínea a).1.187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2 CORREÇÃO: PÁGINA 34 47 48 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 SUBITEM 4.1.3.2.3 (texto modificado) 49 50 78 79 80 81 105 107 108 109 147 175 176 177 5.5.1.2.3 (texto modificado) 11. 5.3.2.2.4.2.2. alínea b) (texto inserido) 10.7.2.1. alínea a) (texto modificado) 5.5.1.4 (textos modificados) 5.2.5.3 (texto modificado) 13.4. 8.

3.2.4.continuação (texto modificado) 212 213 215 265 267 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições.5.1.4.2.4.17.1.2.2.3. alínea b) (exemplo modificado) 13.5 (texto inserido) 15.3.3.3 (texto renumerado e exemplo modificado) 14.3.2.2 (texto modificado) 13.3.3. .2. de 12 de novembro de 2009.1.7.4) 15.1 (texto modificado) 15.3. alínea a) (texto modificado) 13.2.2. publicada no BCA no 210.4 (texto modificado) 15.1.6 (texto modificado) 15. alínea g) (texto modificado e NOTA inserida) Anexo B .17.17.1.2.2 (texto inserido) 15.2. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 63/SDOP.178 179 180 181 187 188 189 209 13.4.3. inserir esta folha após a página de rosto da publicação original.4. alíneas d) e e) modificadas e f) excluída) 15.3 (NOTA 2 modificada para 15.2 (texto modificado.4.17.3 (texto inserido) 13.2. de 21 de outubro de 2009.3.2 (texto excluído) 13.3.2.2.2 (texto modificado) 13.1. NOTA 3 (modificada) e 13.1.5.continuação (texto modificado) Anexo B .2.

R E S O L V E: Art. inciso III. de 11 de maio de 2009) . que com esta baixa. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. DE 27 DE ABRIL DE 2009. 1o. de 01 de janeiro de 2008. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. no uso das atribuições que lhe confere o art.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 19/SDOP. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". Art. 2o Esta modificação entra em vigor em 30 de abril de 2009. (a) Maj Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 084.

160 .3. de 27 de abril de 2009 e publicado no BCA no 084.2. inserir esta folha após a página de rosto da publicação original.observação (1) (modificado) Observação (7) (inserida).363 AFTN:SBRJYGYI ADM: PAME FAX: (21)25853202 R.2. alínea c (modificado) DATA 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 107 2008 108 2008 113 2008 114 2008 115 2008 116 2008 125 2008 126 2008 131 2008 132 2008 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições.4.1.RJ MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 30 ABR 2009 TEL: (21)2585-3202 R.5.362 TELEX: 2137113 COMAERBR MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”.5. NOTA 2 (modificado) 11. de 11 de maio de 2009.2. . DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 107 108 113 114 115 116 125 126 131 132 2 CORREÇÃO: PÁGINA 107 114 115 125 131 SUBITEM 10.BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av.4.11.3 (modificado) 11. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 19/SDOP.2º ANDAR 20021-340-RIO DE JANEIRO . alínea g) (modificado) 11. GENERAL JUSTO.2.6.

.

da DEPV. de 19 de outubro de 2000. de 20 de outubro de 2000. 3 Revogam-se a Portaria DEPV no 58/DIRPV. R E S O L V E: Art. que com essa baixa. 1o. Aprova a reedição do manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. inciso III. no uso das atribuições que lhe confere o art. de 11 de agosto de 2008) .MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 38/SDOP. de 01 de janeiro de 2008. 2o o Este Manual entra em vigor em 25 de setembro de 2008. Art. (a) Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 150. publicada no Boletim Interno no 202. DE 01 DE AGOSTO DE 2008. publicada no Boletim Interno no 118. e a Portaria DECEA no 36/DGCEA. do DECEA. Art. de 25 de junho de 2002. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. de 25 de junho de 2002. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. 1o Aprovar a reedição do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica".

......3 5..................4 5........................11 FINALIDADE ................22 INTERCÂMBIO............................................................62 DO DECEA......................27 PÁGINA ELETRÔNICA .......................................................................................................61 CONSIDERAÇÕES ........................................................................................23 TIPOS...........48 NOTAM .....................................................................................................................41 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP)........................2 5...........................................................7 4 4........1 1..............................................................77 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC ................................77 FINALIDADE ...........22 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO .........2 3................................33 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS ............................2 2 2...1 6.................61 DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS .............................................................................................................3 3 3...........................................................................................................................................................................................4 5 5............................................................12 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS......................54 MODELO OPERACIONAL.................................................77 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO.....................................2 2............42 SUPLEMENTOS AIP........................................2 7 7..................................................................................................................................................................................12 OBJETIVO DO AIS ....................................................................................................................................................................................................3 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES.................................52 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB)............................................................6 3..........................................................................22 OBTENÇÃO.....................................1 2................................................42 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP)........SISNOTAM..........................................................1 3..................................................24 DIVULGAÇÃO .........................................................................5 6 6......25 INTER-RELACIONAMENTO.............................................................................................1 5................................12 LEGISLAÇÃO VIGENTE................................................................................................................................2 8.......................................2 8 8.......................................................................................................................61 ELABORAÇÃO ..........5 3.................................................................................................37 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL ...................................................MCA 53-1/2009 SUMÁRIO 1 1.........11 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL.......................................................................................................62 DA OACI...........................................77 .....4 3...........................SAIS .............................................................................................................................AISWEB..........................................11 ÂMBITO .............................................................50 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC).......................1 8...............................3 4........................................(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) ....................1 7........................74 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC...................................................................1 4......................26 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS .................................................................................................................................................................................22 PROCESSAMENTO..............................12 ORGÃOS AIS.............27 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM .....................................................................................................................................3 3...........2 4................................

..............................................................................................7 9 9..................................166 12.........6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO ...................................................106 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO....................................................6 10 10..................................................172 12.....155 11...............................................78 AIRAC NIL...............113 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) .................................................6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA)............................................120 11....................................................................................5 8.................................................................................6 8......1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO............81 CARTAS AERONÁUTICAS ......7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG)..................................................163 11...............................................................114 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES .......5 9..........80 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC ................................................3 9........................................................................................9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS)..............................................11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC ....4 10.160 11..........4 8....................................1 9............5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC).....................101 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO..............79 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC ..................................................................10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE).........................................................................161 11....................................................................................1 11.....................................................................................................166 12.........................................................115 GENERALIDADES..........................................................................................................................82 FINALIDADE ........173 .......................171 12....82 FASES DO VÔO...3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ...........................................8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) ................................................3 10..............................................................110 REGRAS GERAIS ..........................................................109 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS..............................................................................116 11........7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO...............103 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR)..............................................................................................................................................4 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO .........................................111 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS...................82 APRESENTAÇÃO....................................................................84 ATUALIZAÇÃO.......3 11....................4 9....................................103 REGRAS DE VÔO VISUAL........................156 11....................................2 10....................................................................................5 11 11....5 DOCUMENTOS DO PROJETO ............................................................MCA 53-1/2009 8..............2 9.................1 10........................113 CONSIDERAÇÕES .....................171 12............................................................4 RECURSOS PARA O PROJETO............................................................................................................................................2 11...............................2 PLANEJAMENTO DO PROJETO ...........................................................................................................................................................................................171 12........172 12..........................................................................................................................................................................................................................................164 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS ......................................................................................83 DESCRIÇÃO............................................................................83 TIPOS...............................

....................227 16.........................................................................181 NAVEGAÇÃO AÉREA....................................................................................................................................................................................................................................................................................7 16 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO............4 15.........2 14 14.15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO............................6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS.............222 16........................................224 16.....................175 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO........................189 DIREÇÃO ................................................................................................................................................224 16.........................................................195 UTILIZAÇÃO ............226 16..........................................................................................................................4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO...212 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS ................................................................................175 AUXÍLIOS VISUAIS.....................................3 15.................................................................................................1 13..........212 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA.............................14 AVISO DE AERÓDROMO.................................................................................................12 MENSAGEM SIGMET.1 14.........230 ....................................................7 14......................227 16............................................................................................................................................................9 CARTAS DE PREVISÃO......................................3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO .............................................................11 CÓDIGO TAF ....190 DISTÂNCIA ...............................................6 15...................................................195 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ..........................................................................2 15............................... RUMO E PROA....................................2 14..........................16 CÓDIGOS METAR E SPECI...........................8 14.............193 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA........................................194 AERÓDROMOS..............229 16................................2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS.....................................................................................................................................................................................................................214 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS..........................219 16........................................219 16................................224 16...............................229 16........................8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS............................................................................213 HELIPONTO................................................................................................................228 16................................................................................................................................................4 14...................................................................189 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO...........................................225 16...............................6 14........................................................................................................191 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA....................................1 15..189 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS...........................................................................................................195 CLASSIFICAÇÃO .......................................5 14..........................................................................................189 DEFINIÇÃO ......1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA ............5 15..................MCA 53-1/2009 13 13.......196 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS.................................................................................13 MENSAGEM AIRMET ........................................230 16...............................................................................3 14..192 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA .......................................................7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO..........9 15 15.............................................................................192 ROTA................................................................224 16..............10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET .......................225 16.........................................5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO.........

..............................................282 .......................................................2 19 19....................................................................................................................................Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo...........................................1 FINALIDADE ....232 17......281 ÍNDICE......................................................................235 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA......................274 Anexo G ....................................................................Modelos de plano de vôo simplificado...............................................................................................2 COMPETÊNCIA .AIM .............................................................................................................Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .....232 17.......................Modelos de plano de vôo completo .................................................................................277 Anexo I – Organograma simplificado do órgão gerencial......................4 17......................240 DEFINIÇÕES .....................................................................238 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA ...............................................................240 19..252 20 DISPOSIÇÕES FINAIS ..........................................................................232 17.............232 17...............................................5 17.........Modelo operacional (estrutura e assuntos)......................................................................1 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS ...............6 18 18.........................................238 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE ....................................................2 ABREVIATURAS E SIGLAS ....................................................................................239 GLOSSÁRIO....1 18.......................................256 Anexo A – Inter-relacionamento da informação ......255 REFERÊNCIAS.....................................................................268 Anexo D ..................................................................258 Anexo B ...................275 Anexo H ...........................................................................MCA 53-1/2009 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA......................................270 Anexo E – Coordenadas geográficas ............233 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS.......263 Anexo C .....................272 Anexo F – Configurações de distâncias declaradas.................................................................................................................................................................3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM)......................................................234 MENSAGENS AERONÁUTICAS...........................................................................

. Os manuais podem ser usados para compilação de matérias. É importante saber que o Manual é uma publicação de caráter diretivo. Informação e dados corrompidos ou errôneos podem afetar potencialmente a segurança da navegação aérea. É reconhecido que procedimentos adicionais podem ser solicitados. destinada a regular e divulgar assuntos relacionados com a doutrina. toda a estrutura que envolve o Serviço de Informação Aeronáutica. até onde praticável. performance de navegação exigida (RNP) e sistemas de navegação baseados em computador de bordo. o emprego de unidades e de equipamentos. regularidade e eficiência da navegação aérea internacional. O papel e a importância da informação e dos dados aeronáuticos mudaram significativamente com a implementação de rota de navegação de área (RNAV). os Órgãos AIS devem. A reedição desse Manual tem por objetivo seu aprimoramento e atualização. a técnica. em face do desenvolvimento dinâmico da navegação aérea. Os Padrões e as Práticas Recomendadas serão usados em conjunto com os outros procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea editados pelos DECEA. informativo ou didático. tendo em vista as ocorrências e questionamentos cotidianos mais comumente verificados. tais como: os glossários.MCA 53-1/2008 PREFÁCIO O objetivo do Serviço de Informação Aeronáutica é assegurar o fluxo de informação e dados necessários para a segurança. com isso. que são requeridos para o uso operacional. as relações de abreviaturas. a instrução. não esgotam) as publicações relacionadas no capítulo “Referências” e abordam os temas de maior complexidade. beneficiando. completar matéria já tratada em outras publicações oficiais. Os assuntos aqui mencionados complementam (logo. para satisfazer os requisitos particulares da localidade. os dicionários. Para satisfazer a uniformidade e a consistência no fornecimento da informação e dados aeronáuticos. evitar normas e procedimentos diferentes dos estabelecidos nesse manual. podendo. em certos casos. por meio de sistemas de navegação baseados em computador. ainda. siglas e símbolos. o ensino.

aplica-se aos administradores. aos especialistas e aos usuários dos Serviços de Informação Aeronáutica do SISCEAB.2 ÂMBITO Esse Manual.1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES FINALIDADE O presente Manual tem por finalidade reunir as informações aeronáuticas necessárias às atividades AIS com o objetivo de: a) ajudar os Órgãos AIS a aplicar uniformemente os Padrões e as Práticas Recomendadas do ANEXO 15/OACI. de observância obrigatória. b) promover a máxima eficiência na organização e funcionamento dos serviços de informação aeronáutica.MCA 53-1/2008 1 1. e c) ajudar os Órgãos AIS a instruírem de forma adequada o pessoal AIS. . 1.

15 e 7. fornecer. 2. bem como dos procedimentos relacionados com os mesmos que possam afetar o seu vôo.2 2. editar. controlar e distribuir informação/dados relativos a todo o território do Estado. as quais estão contidas no ANEXO 15 à Convenção de Aviação Civil Internacional.1. reunir.2 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país signatário da Convenção proporcionará serviços de informação aeronáutica à aviação em geral.1.1 2.2. cotejar. denominado “Serviços de Informação Aeronáutica”.1.12 MCA 53-1/2008 2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Esse capítulo tem por finalidade identificar os órgãos componentes do AIS. 2. armazenar. com vista à segurança.1. operacional e técnico-operacional.1 LEGISLAÇÃO VIGENTE A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) preparou Normas e Recomendações para o funcionamento do AIS. publicar. área de atuação e a interação entre os órgãos que desenvolvem atividades AIS. formatar. tais informações devem estar sempre à sua disposição.3 ORGÃOS AIS A atividade de informação aeronáutica está organizada basicamente em gerencial.1. Para isso são os seguintes os órgãos que exercem atividades AIS: . 2. conforme previsto nos ANEXO 2 e ANEXO 6/OACI. suas funções.1). 2. 2. assim como das áreas pelas quais o Estado seja responsável pelos Serviços de Tráfego Aéreo fora do seu território. originar.2.2 É da responsabilidade do piloto no comando de uma aeronave. Por isso.1 OBJETIVO DO AIS O Serviço de Informação Aeronáutica (AIS) foi estabelecido com a finalidade de receber. a obtenção das necessárias informações sobre instalações e serviços de navegação aérea.2. eficiência e regularidade da navegação aérea. O Doc 8126-AN/872 (Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica) explica as funções básicas de um AIS e descreve um tipo de organização-modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS (ver 7.

e .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA).Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO).Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica .formação. Geral e Regional). .Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME . .Divisão Operacional do CGNA . . e . . NOTA 2: A INFRAERO possui uma estrutura gerencial para a prestação do serviço de informação aeronáutica. e .publicações e cartografia. . NOTA 3: As empresas aéreas também possuem setores encarregados de prestar o serviço de informação aeronáutica no seu âmbito operacional. encontra-se nos regimentos apropriados de cada instituição. . .Divisão de Ensino do ICEA .dados aeronáuticos. c) Órgãos Técnico-Operacionais.Centros de NOTAM (Internacional.impressão e distribuição.Subdivisão de Informação Aeronáutica dos CINDACTA/SRPV. . NOTA 1: O Serviço de Informação Aeronáutica poderá ser desenvolvido também nas Seções de Navegação das Unidades Aéreas.Divisão de Ensino da EEAR . b) Órgãos Operacionais.Salas AIS de órgãos ATC. NOTA 4 : O detalhamento das atribuições e funções da organização principal na qual os órgãos AIS estão localizados.formação e capacitação.MCA 53-1/2008 13 a) Órgão Gerencial (DECEA/SDOP).Salas AIS de Aeródromos. .

1 Divisões do SDOP 2.1.1. a elaboração e a atualização de normas e procedimentos relativos à cartografia e à informação aeronáutica.1 Subordinação A Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA) e a Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO) estão subordinadas ao Subdepartamento de Operações do DECEA (SDOP).3.3. 2.3. por intermédio da D-GNA e da D-CCO tem por atribuições as atividades referentes ao gerenciamento dos assuntos relativos à cartografia e à informação aeronáutica. ver o organograma simplificado no Anexo I.3.1 ORGANOGRAMA FUNCIONAL 2. . Desenvolvem as seguintes funções: a) o estudo.2 ÓRGÃO GERENCIAL 2.3. Para visualização do exposto.2.14 MCA 53-1/2008 2.2.2 Atribuições e Funções O Órgão Gerencial. compatibilizando-as com os padrões estabelecidos por entidades nacionais e organizações internacionais às quais o Brasil seja signatário.2.

d) o estudo e a elaboração de procedimentos. ações e recomendações. visando aperfeiçoar a execução das atividades de cartografia e informação aeronáutica. ativação e desativação de posições operacionais em Órgãos AIS.MCA 53-1/2008 15 b) a notificação à OACI das diferenças entre a legislação brasileira e a editada por aquela Organização. atualização e elaboração das mesmas. bem como os seus conteúdos. g) o estudo. e r) a análise e o acompanhamento de desenvolvimento de sistemas AIS a serem implantados no SISCEAB. l) a supervisão do Sistema de Qualidade da informação aeronáutica publicada e de seus meios de divulgação aos usuários. n) o assessoramento às necessidades de formação e distribuição de recursos humanos AIS. o) a especificação das publicações de informação aeronáutica a serem editadas pelo Brasil. a elaboração e a atualização de normas para a criação. p) a fiscalização do funcionamento dos Sistemas AIS. f) o estudo. a elaboração e a utilização de normas que definam a dotação e a carga de trabalho dos operadores de órgãos AIS. k) a supervisão do processo de fiscalização do cumprimento de normas e procedimentos operacionais. q) a proposição de normas e documentação relativa aos sistemas automatizados AIS. j) a supervisão do processo de coleta e análise de dados estatísticos referentes à Informação Aeronáutica. identificando as necessidades de reformulação. . m) a confecção do calendário das edições de Emendas de Publicações de Informação Aeronáutica e de Suplemento AIP. c) a coordenação da participação do DECEA em eventos nacionais/ internacionais relacionados com a atividade.

sob a sua área de jurisdição. g) o estudo.3. d) o gerenciamento e a inspeção das Salas AIS sob sua jurisdição (AD e ATC). .2 Atribuições Para o desempenho das atividades essa Subdivisão possui as seguintes atribuições: a) a expedição de PRENOTAM de competência dos Comandantes ou Chefes de CINDACTA ou SRPV.3 ÓRGÃOS OPERACIONAIS 2. das relações dos sítios de vôo e das áreas de pouso eventual para operação aeroagrícola. h) a divulgação às Salas AIS de jurisdição. a elaboração e o encaminhamento ao DECEA de relatórios e resultados estatísticos.3. planos e programas relativos aos assuntos que estão sob sua responsabilidade. l) a coordenação. e m) o estudo e a criação de programas de aperfeiçoamentos.3. f) o estudo e a análise das normas e padrões estabelecidos pelo DECEA. i) a atualização das publicações de informação aeronáutica da seção. c) a proposição ao DECEA da adoção de providências que julgar necessárias para a melhor execução do AIS. b) a supervisão do CRN de sua jurisdição. 2.16 MCA 53-1/2008 2.3. e) o controle do efetivo e a situação operacional do pessoal AIS em sua área.3.1. palestras e simpósios de interesse para o pessoal em atividade AIS.3. j) a remessa ao DECEA do movimento anual de mensagens processadas pelas Salas AIS (IEPV 53-7).1 Subordinação Está subordinada à Divisão de Operações (DO) dos CINDACTA e SRPV.1 Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA/SRPV 2.3. o controle e a indicação para participação nos cursos. Essas relações devem ser adquiridas junto à respectiva Gerencia Regional de Aviação Civil (GER).1. controle de pessoal.

ao material necessário aos centros. ainda. o operador da Sala AIS é um importante elo do SISCEAB com os usuários.3.3. pelo contato direto que estabelece. por intermédio de NOTAM.3. também. mensagens ATS. não só é importante a qualificação do operador para o desempenho dessa função. prestação do serviço.3.3.3. necessárias à segurança e eficiência do vôo. que contém. Nesse contexto.2.3 Sala AIS de Aeródromo 2. bem como a sua utilização pelos exploradores de aeronaves. às publicações necessárias ao funcionamento dos centros de NOTAM.3.1 Finalidade Os Centros de NOTAM. o bom uso das palavras do vernáculo e uma boa apresentação pessoal. Assim. mas.2 Atribuições As atribuições dos Centros de NOTAM estão estabelecidas no MCA 53-2 (Manual de Operações dos Centros de NOTAM).MCA 53-1/2008 17 2. familiarização com a área de atuação e procedimentos suplementares. procedimentos de comunicação. pilotos.2 Centros de NOTAM 2.3. informações meteorológicas. 2.3.2 Organização As instruções para estabelecer os critérios e os procedimentos básicos para a estruturação e a operação de uma Sala AIS de Aeródromo. que contém textos relativos à: organização. selecionar.2.3.3. disposição da informação. 2. à jurisdição dos centros de NOTAM. a polidez no tratamento. informações relativas: à organização. fornecer e divulgar informação aeronáutica de interesse imediato para a navegação aérea.1 Prestação do Serviço A Sala AIS é o local adequado para o planejamento de um vôo. são órgãos estabelecidos com a finalidade de coletar. Esse planejamento é realizado pelo usuário através da obtenção de informações atualizadas. controlar. bem como prestar esclarecimentos e coordenação necessária para a divulgação correta da informação aeronáutica.3. despachantes operacionais de vôo e demais usuários deverão ser observadas na ICA 53-2 (Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS). à subordinação e ao horário de funcionamento. 2. . obtenção da informação. o comedimento da linguagem.3.3.

c) disponibilizar e atualizar as publicações convencionais e não-convencionais da Sala inerentes ao funcionamento dos órgãos ATC. FPC.3.4.3. contendo todos os NOTAM da área de jurisdição do órgão e os NOTAM de suas imediações.3. WAC. WAC. 2.4. das ERC (inferior e superior).3.1 Subordinação É subordinada administrativamente e operacionalmente à Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA e SRPV. 2. ARC. A seleção desses NOTAM poderá ocorrer quando o órgão interessado especificar à Sala quais os NOTAM que devam fazer parte do referido boletim. em molduras.2 Finalidade Tem por finalidade coletar. nas paredes. selecionar e divulgar aos órgãos ATC as informações aeronáuticas que assegurem a condução eficiente.3. b) disponibilizar e atualizar as publicações básicas (AIP-BRASIL. CNAV/CINAV) da Sala.3.3. AIP-MAP. ROTAER. preferencialmente. e d) divulgar as modificações e efetivações de publicações que afetem o serviço dos órgãos.4 Sala AIS de Órgãos ATC 2.3 Atribuições Essa Sala AIS tem como atribuições: a) colocar à disposição dos órgãos ATC o boletim de informação prévia ao vôo. ERC.3.18 MCA 53-1/2008 2. CNAV/CINAV e CAP/CIAP.4 Organização A extensão da zona servida e a disponibilidade de espaço na Sala AIS serão fatores determinantes para a exposição. .3.4. segura e regular do tráfego aéreo.4. quando aplicável. 2. FPC.3.

c) efetuar o acompanhamento dos processos de produção das publicações AIS e cartas aeronáuticas.3.4. .1. distância. e) efetuar os cálculos de rumo. entre outras. f) gerar. após a modificação de um campo da base de dados.4 ÓRGÃOS TÉCNICO-OPERCAIONAIS 2. 2.MCA 53-1/2008 19 2.2 Subordinação Subordinada diretamente ao ICA.3. j) informar as publicações AIS e cartas aeronáuticas que irão necessitar de alterações. permitindo a atualização da informação no banco de dados. a partir de uma informação gráfica. 2. ROTAER e AIP-Brasil. b) efetuar cálculo e análise da informação aeronáutica/dado. azimute etc.1. às comunicações. visando à obtenção dos dados que compõem as cartas e a informação aeronáutica. para acesso à base de dados tanto para consulta como para a gestão da informação. aos auxílios-rádio.3.1 Finalidade Essa Divisão tem como missão planejar e executar as atividades relativas à cartografia e informação aeronáutica no Brasil.3.4.3. à meteorologia.1. cartas aeronáuticas.1 Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica do ICA 2. d) efetuar o controle histórico das modificações das informações inseridas nas publicações. g) gerenciar base de dados. em ambiente WEB.4.3 Atribuições A Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica tem como atribuições: a) disponibilizar dados. interage permanentemente com os setores do DECEA responsáveis pela geração das informações referentes ao gerenciamento de tráfego aéreo.4. h) gerenciar informação aeronáutica/dado. i) identificar as informações que necessitam de versão para o idioma inglês que devam ser divulgadas por intermédio de AIP-BRASIL e AIP-MAP (cartas dos aeroportos internacionais). a partir da base de dados.

r) viabilizar o acesso dos colaboradores e usuários do sistema da WEB a partir do controle dos perfis desses usuários.2 Nessa Divisão poderão ser obtidas informações complementares sobre: a) modalidade de assinatura (inicial ou renovação).4. além de outros impressos que se fizerem necessários. m) produzir publicações aeronáuticas constantes da IAIP.20 MCA 53-1/2008 k) integrar ferramentas para gerência de documentos. 2. u) estabelecer os indicadores de localidade para os aeródromos. p) realizar consultas utilizando emendas ou datas. manuais e normas de serviço que dizem respeito ao controle do espaço aéreo e de telecomunicações do Comando da Aeronáutica.4. t) manter e gerir o Sistema de Gestão da Qualidade das publicações AIS. d) endereço eletrônico e postal. 2. e v) manter o cadastro de aeródromo (portaria. q) revisar as publicações de informação aeronáutica.2. plantas.3. n) providenciar adequação das telas de entrada de dados. b) formas de pagamento no Brasil e no exterior. e) telefones/fax para contatos. dados do aeródromo) atualizado para eventuais consultas.2 Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME 2.3. . dos softwares aplicativos e do Help. públicos e privados. com exceção do SB.2. c) horário de atendimento ao usuário.1 É responsável pela impressão e distribuição de publicações de informações aeronáuticas. l) preparar o inserir/destruir e o checklist da emenda. cartas aeronáuticas e meteorológicas. com funcionalidades para controle de processos. controle de versão e notificações. o) providenciar software com capacidade de gerenciamento da informação aeronáutica por emendas e datas. s) efetuar cálculo e análise de obstáculos.3.4. e f) prazos para recebimento das publicações.

que dão suporte às especializações nas diversas áreas das ciências aeronáuticas. de PRENOTAM ao CGN relativo à declaração de aeródromos monitorados ou coordenados.3. entre eles: a) medidas de gerenciamento de fluxo de dados. f) solicitações de vôo charter doméstico/internacional. com a antecedência devida. d) infra-estrutura aeroportuária. entre eles. do espaço aéreo e das demais atividades relacionadas com a navegação aérea. os de informação aeronáutica. entre elas.MCA 53-1/2008 21 2. b) alocação de Slot ATC e de oportunidade.3 Divisão Operacional do CGNA O CGNA tem por missão a harmonização do gerenciamento do fluxo de tráfego aéreo. . 2.4 Divisão de Ensino do ICEA É responsável pelas atividades de ensino e pesquisa que dão apoio à formação e capacitação de recursos humanos do SISCEAB. g) solicitações de vôo.5 Divisão de Ensino da EEAR É responsável pelas atividades de ensino que dão apoio à formação de recursos humanos do SISCEAB. a de informação aeronáutica.3.HOTRAN doméstico/internacional. Utiliza laboratórios e simuladores. e) solicitações de vôo . c) intenção de vôo. e h) emissão.3. proporcionando a gestão operacional das ações correntes do SISCEAB e a efetiva supervisão de todos os serviços prestados. 2.4.4.4.

3 3.2.1 OBTENÇÃO O AIS obterá informação/dados que lhe permita proporcionar o serviço de informação anterior ao vôo e satisfazer as necessidades de informação durante o vôo de fontes nacionais. podendo ser feitas correções.1. 3.2. . 3.1. fac-símile.22 MCA 53-1/2008 3 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS Esse capítulo tem por finalidade identificar as informações necessárias aos usuários. 3. posteriormente. rede de telecomunicações fixas aeronáuticas (AFTN).1 INTERCÂMBIO Para evitar problemas ocasionados pelas flutuações nos valores das moedas.1.4 A eficiência de um AIS depende.1.2 3. 3. 3.1 3. 3. do esforço cooperativo entre os órgãos dos Sistemas de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro e da Aviação Civil. bem como os meios usuais para receber a informação a ser divulgada.4 É sempre conveniente que todos os dados sejam apresentados na forma de PRENOTAM. redes de computadores. correspondência oficial. convém promover-se o intercâmbio entre os AIS interessados nas publicações de informação aeronáutica dos respectivos países. deve-se observar o fator tempo. 3.3 Na adoção dos meios ou canais de comunicação.3.2 O AIS deve estudar o limite de sua Zona Servida para que possa certificar-se do nível de detalhe e da extensão da informação a ser utilizada nas operações de vôo nela realizada.2. confirmar a informação na forma de PRENOTAM. contabilidade e controle de divisas. se necessário. 3. correio eletrônico e telefone. Deve-se utilizar o telefone nos casos de emergência e. e dos serviços de informação aeronáutica de outros países.1 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO Os meios ou canais de comunicação utilizados para entregar ao AIS a informação original são: serviços postais.2 3. principalmente.3 A informação/dados deve ser fornecida pelos órgãos responsáveis pelas instalações e demais serviços.2. pois isso proporciona um registro mais claro.

inclusive que contenha legislação e regulamentos de navegação aérea.4 3. sempre que viável. registrar e preparar. o AIS não poderá desincumbir-se devidamente de sua tarefa. conforme o seu tipo. estabelecer contato direto entre os serviços de informação aeronáutica para facilitar o intercâmbio internacional de informação/dado aeronáutico.3. 3.3 A obrigação de fornecer a informação original. . reservando-se o direito de previamente solicitar a confirmação ou pronunciamentos que julgar necessários às autoridades responsáveis pelos serviços afetados.4. deveria ser objeto de acordos bilaterais entre os Estados Signatários da OACI. NOTAM.2 O intercâmbio de informação aeronáutica entre os AIS dos Estados assinantes da Convenção de Chicago será gratuito em.3. conforme seus meios e possibilidades.4. para satisfazer os requisitos operacionais de emissão e recebimento de NOTAM distribuídos por telecomunicação. pelo menos.MCA 53-1/2008 23 3. está afeta em nível de Direção e aos órgãos e serviços. Suplemento AIP. métodos e procedimentos a fim de que os dados sejam fornecidos ao AIS. Se isso não for feito de modo eficiente.4.3 O AIS deve tomar providência.2 Cabe ao AIS decidir sobre a conveniência de publicar a informação que lhe é fornecida. 3. 3. quando necessária. serviços ou procedimentos disponíveis para uso da aviação civil. ou pelo serviço afetado em particular. de maneira uniforme. 3.4. AIC e demais publicações.3. 3.5 A troca de mais de uma cópia dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica e outros documentos de navegação aérea. um exemplar de cada elemento da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP). a informação final para a sua divulgação. 3. 3. as comunicações. em papel e/ou forma eletrônica.1 PROCESSAMENTO O AIS deverá difundir a informação diretamente recebida da autoridade técnica responsável pelos serviços operacionais em geral.4 O AIS deve. civis e militares. exceto o Boletim de Informação Prévia ao Vôo (PIB). diretamente responsáveis em prover e manter as instalações. relativa a textos a serem publicados na AIP.4 O AIS tem a obrigação de verificar.3. Os órgãos mencionados têm o dever de estabelecer.

por isso.5.24 MCA 53-1/2008 3. 3. e e) advertências à navegação de caráter local. divulgada pelo órgão AIS.5 TIPOS A responsabilidade do AIS é verificar que tipo de informação deve ser divulgada pelas publicações.1.1. tais como: a) trabalhos que estejam sendo realizados nos aeroportos. NOTA: Tais informações deverão ser comunicadas diretamente ao órgão AIS local. a serem efetuadas num futuro próximo e que devem prevalecer por pouco tempo.5. e 3) advertências à navegação aérea. de curta duração.2. b) auxílios-rádio. não está sujeita a alterações freqüentes e.5.1 Esse tipo de informação. Pode. 3. São exemplos desses tipos de informação: a) as características físicas de um aeródromo e suas instalações. c) instalações que não funcionam.5.2 CARÁTER DURADOURO (PERMANENTE OU BÁSICA) 3. 3.2 Delega-se às autoridades locais a responsabilidade de iniciar a maioria das informações de caráter temporário. pode ser melhor apresentado em forma de manual. b) tipo e localização dos auxílios à navegação ao longo das rotas aéreas.5.1 Esse tipo de informação pode se referir a alterações em uma instalação ou serviço. também ser iniciado ao nível de Direção ou por intermédio dos órgãos operacionais e técnicos. .1 CARÁTER TEMPORÁRIO (TRANSITÓRIA) 3. Exemplos: 1) alterações provisórias na informação básica. 2) procedimentos especiais introduzidos por um prazo curto. naturalmente. d) instalações retiradas provisoriamente do serviço ou restabelecidas.

serviços de meteorologia que são fornecidos. legislativos ou puramente administrativos. da navegação aérea está sendo proporcionada de forma adequada às necessidades do (s): .5.5. d) órgãos de tráfego aéreo responsáveis pelo serviço de informação de vôo. a longo prazo. Suplemento AIP ou NOTAM. serviços de comunicação.3. publicação e distribuição.2 A informação permanente ou básica é aquela que compreende geralmente os dados mais duradouros ou permanentes que se tenha de incluir nas publicações. 3. com relação a alterações importantes na legislação.1 Prevendo a possível necessidade de se divulgar informação cujo teor seja inadequado para inclusão em AIP. Elas abrangem questões. tais como: a) previsão.5.3 A informação permanente ou básica deve ser fornecida ao AIS com bastante antecedência. regularidade e eficiência a) pilotos. como tal. b) informação de caráter meramente explicativo ou de assessoramento que possa afetar a segurança dos vôos.5. regulamentação. esses dados devem ter sua divulgação autorizada pelos responsáveis em nível de Direção. inclui-se nesse manual disposições relativas às AIC. visando possibilitar o planejamento das operações em função do fato notificado.3 CARÁTER EXPLICATIVO. a fim de garantir que o seu conteúdo esteja de acordo com a política presente e futura.6. e. 3. ADMINISTRATIVO OU DE ASSESSORAMENTO 3. e d) procedimentos relacionados com tais instalações e serviços. e e) serviços de informação aeronáutica de outros países. b) pessoal dedicado ao controle operacional de linhas aéreas. a fim de que haja tempo suficiente para a preparação.2. procedimentos ou instalações.6 3. 3. e c) informação de natureza explicativa ou de assessoramento relativa a assuntos técnicos.MCA 53-1/2008 25 c) serviços de tráfego aéreo.1 DIVULGAÇÃO O AIS se assegurará de que a informação necessária à segurança. 3.2. c) órgãos que produzem cartas e documentos.

6.3 O AIS é o único responsável pela divulgação de informação que constitua matéria para publicações e respectivas emendas.26 MCA 53-1/2008 3. . 3. encontram-se diversos tópicos (coordenadas. rumos etc) e a correlação deles com as publicações de informações aeronáuticas correspondentes. das aeronaves que se dedicam à navegação aérea internacional. 3. deve-se observar que a aviação nacional tem a mesma necessidade de dispor de um serviço de informação aeronáutica.2 Cada país tem a responsabilidade de colocar à disposição dos usuários da aviação em geral toda e qualquer informação pertinente e necessária à operação. dentro do seu território e em áreas onde lhe caiba a responsabilidade pelos serviços de tráfego aéreo.6. Embora a Convenção e seus ANEXOS refiram-se principalmente às operações aéreas internacionais. limites. freqüências. no Anexo A. com segurança.7 INTER-RELACIONAMENTO Para auxiliar o especialista AIS. NOTA: Essa relação não esgota todos os exemplos de inter-relacionamentos de informação que poderão aparecer no dia-a-dia. Qualquer outro setor que necessite utilizar-se da divulgação de informação aeronáutica deverá encaminhar ao AIS o documento com os dados a serem divulgados.

na base de dados. também. controle de mensagens (ATS/CONFAC) expedidas pela Sala AIS.1 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM . consulta a publicações aeronáuticas e preenchimento de formulários (ATS/CONFAC) por parte dos pilotos e despachantes operacionais de vôo (DOV). aos demais órgãos emissores de PRENOTAM o controle de todos os processos referentes aos PRENOTAM por eles emitidos. d) Módulo Acerto .1. Destinado para Centros de NOTAM. 4. segundo o padrão estabelecido pela OACI. o operador submete novamente o NOTAM ao Módulo Análise. Após a correção.1. além de consultas diversas. Permite. Destinado para Centros de NOTAM.MCA 53-1/2008 27 4 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS Esse capítulo tem por finalidade apresentar aos Operadores AIS os aplicativos automatizados de uso obrigatório nos Órgãos AIS a serem utilizados nos processos referentes à emissão de NOTAM. 4.recebe e envia mensagens AFTN de interesse do Serviço de NOTAM.1 APRESENTAÇÃO 4. possibilitar às Salas AIS o controle de todos os procedimentos referentes aos PRENOTAM por elas emitidas e obter boletins que contenham informações necessárias ao planejamento dos vôos por parte das tripulações.2 O SISNOTAM está estruturado em seis Módulos: a) Módulo Gerencial .insere automaticamente. b) Módulo AFTN . . e responde às consultas de NOTAM Específico (RQN).1.1. Boletim por Localidade (RQA) e Lista de Verificação (RQL).possui boletins e relatórios que possibilitam consultas de NOTAM emitidos e cadastrados na base de dados. Salas AIS e demais órgãos do SISCEAB.SISNOTAM 4. os NOTAM recebidos via AFTN considerados corretos. Destinado para Centros de NOTAM. Destinado para Centros de NOTAM.1 O SISNOTAM foi concebido e desenvolvido com a finalidade de fornecer aos Centros Expedidores de NOTAM meios de controlar todos os processos referentes aos NOTAM.permite o ajuste manual dos NOTAM considerados errados pelo Módulo Análise. fornecimento de informações pré-vôo.1. c) Módulo Análise .

número ilimitado de usuários.gera relatórios sobre as atividades do SISNOTAM.1. b) internacionais de todas séries.1. As telas e funções foram padronizadas o máximo possível.6 A política de acesso aos servidores é a seguinte: a) as Salas AIS Internacionais acessam o Centro Internacional de NOTAM.1.2.1. com a utilização dos mesmos botões e desenhos de formulários.1. expedidos pelo CGN e pelos CRN. 4. 4. quando necessário.4 A principal característica do sistema é permitir ao usuário um acesso on-line à base de dados de NOTAM.2 INFORMAÇÕES ARMAZENADAS 4.1. e c) estrangeiros recebidos de todos os países com os quais o Brasil mantém intercâmbio de NOTAM.1 Estão armazenadas. Destinado para Centros de NOTAM e Salas AIS (para gerência da base de dados local da sala). e f) Módulo Estatístico . . o Centro Internacional de NOTAM. funcionamento em rede.5 Todos os servidores são interligados com a AFTN/Intraer e estão preparados para receber e enviar mensagens. no servidor do NOF e CGN.3 O sistema apresenta as seguintes vantagens: facilidade de utilização.1.28 MCA 53-1/2008 e) Módulo Segurança – permite a gerência e controle de acesso dos usuários aos itens de menu do Módulo Gerencial e registra os comandos executados pelos usuários conectados ao sistema.2. assim como inserir e distribuir NOTAM. 4. num período de tempo especificado. 4. 4. e b) as Salas AIS Nacionais e os outros Órgãos do SISCEAB acessam os Servidores Regionais dos CINDACTA ou SRPV de sua jurisdição e. 4.1. Os servidores estão localizados nos Órgãos Regionais do DECEA (CINDACTA ou SRPV) e na INFRAERO. via AFTN.1.1.2 Estão armazenados nos servidores dos CRN os NOTAM nacionais de todas as séries. controle de acesso com senha criptografada e permissão de acesso aos dados por usuário e grupo de usuários. expedidos pelo NOF Brasil.1. Destinado para Centros de NOTAM. as seguintes categorias de NOTAM: a) nacionais de todas as séries.

3 MÓDULO GERENCIAL 4.3.3.1 O acesso ao SISNOTAM é feito através do ícone Gerencial.Conexão utilizada para o envio e recebimento dos NOTAM.1.1.3.5 A Tela Principal do Módulo Gerencial contém os seguintes menus e acessos: a) BOLETINS . é apresentada a Tela de Registro Geral.4 Após a entrada dos dados na Tela de Registro Geral.Senha do usuário. 4.exe. e) Endereço Telegráfico . Pode ser composta por até 12 caracteres alfanuméricos. e h) Password . 4.1. c) Responsável .Nome do servidor de banco de dados com o qual se deseja estabelecer a conexão (Nessa opção aparecerão os servidores disponíveis na rede do DECEA). g) Usuário . e validação do usuário e senha.1.1.3. aparecendo somente asteriscos. .Identificação do usuário no Módulo. d) Servidor . Para efeito de segurança. Não é exibida ao ser digitada.acesso às consultas de Boletim por Localidade. Boletim por FIR e Boletim por Rota Pré-Definida. o módulo será encerrado automaticamente. b) Órgão .Endereçamento do local onde está sendo utilizado o módulo. o sistema apresenta a Tela Principal do Módulo Gerencial. 4. caso o usuário erre a senha em três tentativas consecutivas.3. 4.3 As informações da Tela de Registro Geral permitem ao usuário acesso ao Módulo e especificam os dados do servidor onde ele irá acessar as informações de NOTAM.Nome do país onde está sendo executado o módulo. São elas: a) País . f) Tipo de Conexão .1.MCA 53-1/2008 29 4.Nome da Organização responsável pela utilização do módulo.2 Ao iniciar o Módulo. É previamente criado pelo Administrador do Módulo e pode ser definido com até 15 caracteres alfanuméricos.Nome da Organização que está utilizando o módulo.

mas somente para aqueles que possuírem permissão de acesso às respectivas opções.4 ESPECIFICAÇÃO DE CENTRO EXPEDIDOR NO SISNOTAM 4.acesso às opções de inclusão manual de NOTAM e PRENOTAM.4. Próximo NOTAM.30 MCA 53-1/2008 b) RELATÓRIOS . . 4. CRN Manaus.6 A exibição das opções de menu do Módulo Gerencial está condicionada às permissões de acesso estabelecidas pelo Administrador do Módulo para o usuário. NOTAM Específico.acesso às consultas de PRENOTAM Específico. e CGN.acesso à Tela de Confirmação de encerramento do Módulo. NOTAM Estimado. de mensagem de serviço e de solicitações via AFTN (RQN. de incorporação de NOTAM.1. CRN São Paulo. NOTA: Na parte inferior da tela. Por esse motivo. são exibidos o usuário que estiver conectado e o servidor ao qual ele se conectou.1 Os centros nacionais de NOTAM são especificados da seguinte forma: a) SBRF B b) SBSP D c) SBCT E d) SBBR F e) SBEG G f) SBRJ Z CRN Recife. de envio de NOTAM específico. c) MOVIMENTAÇÃO . Documento de Origem. RQL e RQA). de Boletim por Localidade.1. 4.1. d) TABELAS .acesso às Tabelas Auxiliares do Módulo. CRN Brasília. inclusive a Tabela de Rotas Pré-Definidas. Lista de Verificação e Lista de NOTAM Faltantes. e e) SAÍDA . pode ser que alguma opção de Menu não esteja visível para todos os usuários. de Lista de Verificação. CRN Curitiba. que deverá ser alimentada pelo usuário para a obtenção dos Boletins por Rota Pré-Definida.3. Resumo por Centro Expedidor de NOTAM.

Esse deverá tomar as providências para o restabelecimento do Sistema. do equipamento ou do canal AFTN.1. NOF Portugal.4.3 As séries estrangeiras de NOTAM deverão ser especificadas. e NOF Inglaterra Série I. . deverão ser tomadas providências pelos órgãos envolvidos.1 O mau funcionamento ou a inoperância do SISNOTAM deverá ser comunicada. FIR Curitiba.5.1.4. 4. NOF Inglaterra Série H. 4. e FIR Amazônica.2 As séries internacionais de NOTAM serão especificadas da seguinte forma: a) SBRJ I b) SBRJ J c) SBRJ K d) SBRJ N e) SBRJ O FIR Recife. NOF Canadá. no máximo em 24 horas. FIR Atlântico. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou fac-símile) ao mantenedor regional existente no CINDACTA. utilizará o mesmo indicador seguido da letra indicadora da série desejada. o mais rápido possível. Se o NOF divulgar mais de uma série de NOTAM.2 Em situações de inoperância do SISNOTAM.1.5 CONTIGÊNCIAS NOF Uruguai.5.1. NOF Bolívia.1. utilizando-se o indicador de localidade do NOF estrangeiro seguido da letra indicadora da série de NOTAM que ele divulga. FIR Brasília.MCA 53-1/2008 31 4. 4. Exemplos: a) SUMU B b) SLLP B c) LPPP A d) CYHQ A e) EGGN H f) EGGN J 4. SRPV e INFRAERO.

c) nos problemas relacionados com o canal AFTN. . 4.5. ao CRN jurisdicionado informações nacionais e ao NOF informações internacionais. via telefone ou fac-símile.solicitar. e d) para emissão de Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB).32 MCA 53-1/2008 4.2 Salas AIS: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. b) para colocar um NOTAM na rede.acessar a página eletrônica da AISWEB.1. com os endereços constantes de sua tabela de distribuição. . Após o restabelecimento.1.5.5. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM. 4. o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN.2. o operador deverá inserir todos os PRENOTAM recebidos.3 Subdivisão de Informações Aeronáuticas do CINDACTA/SRPV: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. o operador deverá executar o descrito em “b”.2. inserir todos os PRENOTAM emitidos.2. quando necessário.1 Centros Regionais de NOTAM: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. o operador deverá utilizar outro meio para encaminhá-lo ao Centro de NOTAM responsável pela divulgação da informação.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS. para o CRN ao qual está subordinado. os NOTAM emitidos de sua série e os faltantes das demais. e c) após o restabelecimento. e encaminhá-lo à ECM para transmissão. e .1. o operador terá as seguintes alternativas: . por intermédio da Intraer ou da Internet. via ECM. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM. o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN e encaminhá-lo para transmissão.

via AFS.6. e b) por intermédio de mensagem em formato AFTN. . .3 A descrição dos procedimentos para as interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM. b) Boletim por localidade.1.1 A AISWEB é uma página eletrônica que possibilita aos usuários a consulta à informação aeronáutica através da Intraer e da Internet. permitindo o acesso rápido e estruturado a toda informação aeronáutica disponível em formato eletrônico. 4. especificado pela OACI.2 No SISNOTAM são realizadas as seguintes consultas: a) NOTAM específico.1 PÁGINA ELETRÔNICA .2.1.2 4.1.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS.MCA 53-1/2008 33 c) após o restabelecimento.AISWEB APRESENTAÇÃO 4.1. d) para consultas.2. 4.2 As informações obtidas nessa página terão de ser checadas antes do vôo.6 INTERROGAÇÕES AO BANCO DE DADOS DE NOTAM 4. e d) Resumo por Centro Expedidor.acessar a página eletrônica da AISWEB.1. o operador terá as seguintes alternativas: . 4. através de mensagens AFTN.1.1 As interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM são feitas das seguintes maneiras: a) utilizando o SISNOTAM. A consulta é realizada a servidores que possuem a mesma base de dados. c) Lista de Verificação. 4.6. consta de AIC específica. nas salas AIS dos aeroportos. 4.6. e .solicitar via telefone ou fac-símile ao CRN da jurisdição.2. inserir todos os PRENOTAM emitidos.

de 21 de outubro de 2009.1. do Banco AIP.1. c) o acesso.2. b) AIP. e d) a independência de localidades específicas para acesso às informações. do Banco ROTAER e do Banco de Publicações da TCA 0-12. a formatação dos documentos disponibilizados na AISWEB não permite modificação.5 Através de um computador que possua um navegador instalado. toda carga de acesso dos usuários fica balanceada. c) AIP-MAP – Cartas Aeronáuticas.Portaria DECEA No 63/SDOP. simultâneo e compartilhado. e) ROTAER.2. e f) Publicações ostensivas contidas na TCA 0-12.2.2. sem perda de informações ou qualquer outro prejuízo operacional. b) que cada acesso à base de dados seja realizado de forma que se mantenha a integridade e consistência das informações armazenadas. do Banco AIP-MAP. no caso de falha de um dos servidores. (NR) .1.3 O conjunto de informações disponibilizadas inclui: a) NOTAM.Portaria DECEA No 63/SDOP. 4.34 MCA 53-1/2009 4.2. 4.1. 4. de 21 de outubro de 2009.7 A AISWEB foi concebida e desenvolvida para garantir: a) o acesso organizado das diversas informações de interesse dos aeronavegantes e usuários de áreas afins. e o sistema permite uma redundância.1. de igual capacidade e operando de modo simultâneo. Dessa forma. (NR) . de um número elevado de usuários à base de informações.2.1. NOTA: As publicações sigilosas deverão ser adquiridas em coordenação com o órgão elaborador. d) Suplemento AIP. 4. 4.8 Os potenciais usuários da AISWEB (usuários AIS) podem ser classificados em duas categorias: .4 A AISWEB possui dois servidores para o aplicativo.6 Por ser um sistema exclusivamente de consulta aos dados do Banco de Dados de NOTAM. com acesso via Intraer ou Internet aos servidores da aplicação. a AISWEB disponibiliza ao usuário uma aplicação cliente que permite o acesso a mais variada informação aeronáutica.

o usuário pode solicitar a descrição de até 10 abreviaturas de uma única vez. dos Governos Estaduais. e b) usuários externos – provenientes do Comando do Exército. 4. Publicações. o sistema disponibiliza.2.2 No menu AIP Brasil.2 MENU .2. das companhias aéreas e dos pilotos. se o computador estiver conectado à Intraer e http://www. da INFRAERO. o usuário acessa outras partes do AIP-BRASIL. b) abrir o navegador instalado no computador. que dará aceso inclusive aos indicadores de localidade dos AD e das TMA. 4.3. AIP Brasil MAP. Suplemento AIP e .3. se conectado à Internet.OPERAÇÃO 4. o usuário deverá utilizar a opção UF.2.1 No menu Abreviaturas. ROTAER.MCA 53-1/2008 35 a) usuários internos – provenientes de qualquer Unidade ou Órgão do Comando da Aeronáutica. AIP Brasil. das organizações internacionais de gerenciamento do espaço aéreo. e c) acessar a página http://www. A página eletrônica disponibiliza as seguintes informações aeronáuticas: Abreviaturas.aer.3 News. ordenadas pela seqüência digitada pelo usuário. o usuário poderá solicitar cartas de até 10 localidades de uma única vez. para que ele escolha as cartas que deseja visualizar. hyperlinks para o índice do AIP-BRASIL.2. Poderão ser consultadas as cartas AOC e PATC na parte AD e as ERC e FPC na ENR 6. Após a solicitação.aisweb. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação das cartas disponíveis para as localidades solicitadas. 4. do Comando da Marinha.1 Para acessar a página eletrônica da AISWEB o usuário deverá: a) verificar a que rede o computador está conectado (Intraer/Internet).2.intraer.3 No menu Cartas.mil. NOTA 2: Para se conhecer todas as cartas de uma unidade da federação. 4.2.aisweb.3.br. 4. A partir dos hyperlinks. Contatos.2. NOTAM. NOTA 1: Para visualizar uma ARC o usuário deverá utilizar o indicador de localidade da TMA. para o usuário.

5 No menu NOTAM.2. por intermédio do SISNOTAM e/ou da AISWEB.4 No menu Contatos. e. 4. para o usuário hyperlinks. para que ele. são disponibilizados.3.2. uma relação de publicações recém editadas e/ou canceladas. e) Resumo do Centro Expedidor.2. c) NOTAM Específico (consulta permitida somente pela Intraer). o usuário tem acesso a uma tela. . 4. b) Boletim por FIR. A partir deles. o usuário pode solicitar até 10 localidades de uma única vez. ainda.9 No menu NEWS. são permitidas consultas aos documentos e legislações constantes da TCA 0-12.3.2. para o usuário. é permitida a navegação a outras partes do ROTAER.6 No menu Publicações. e g) Lista de NOTAM faltantes. o usuário terá acesso aos números telefônicos dos órgãos envolvidos na prestação do serviço AIS para consultas.36 MCA 53-1/2008 4. Após a solicitação.3. que contém informações gerais e recentes de interesse do AIS. 4. por outros meios. são disponibilizadas ao usuário as seguintes opções de consulta ao Banco de NOTAM: a) Boletim por Localidade. Também poderão ser consultadas nesse menu cartas WAC e IEPV.10 Quando o operador da Sala AIS fizer consulta de NOTAM de localidades estrangeiras.7 No menu ROTAER. 4. são disponibilizados. obtenha a informação aeronáutica solicitada. 4.2.3. e tenha como resposta “LOCALIDADE NÃO ENCONTRADA”. dúvidas ou questionamentos.2. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação dos Suplementos AIP em vigor para as localidades.8 No menu SUPLEMENTO AIP. d) Último NOTAM. para o índice do ROTAER. hyperlinks que contêm o índice de publicações. ordenados pela seqüência digitada.3.3. deverá entrar em contato com o NOF. mostrado até o seu terceiro nível.3. para que o usuário escolha aquele que deseja visualizar. 4.2. A partir deles. f) Lista de Verificação.

3. sem a intervenção dos operadores AIS e do CMA (ANEXO 15/OACI. 4. b) consulta e emissão de relatórios operacionais com o máximo de informações sobre qualquer aeronave ou piloto que esteja na base de dados.1.3 4. por meio de rede.3.1. c) confecção de relatórios em prazos extremamente curtos. e f) menu ajuda. além do emprego acima descrito.1.4 Dentre as facilidades apresentadas pelo sistema.5 Facilidades oferecidas pelo SAIS: a) preenchimento dos formulários específicos.1 O SAIS é um aplicativo de uso dos operadores das Salas AIS. Capítulo 8). . e) estatísticas diversas.3. atendendo.3. 4. executados por meios lógicos de comunicação. 4.1. d) manuseio de mensagens CONFAC.SAIS APRESENTAÇÃO 4. assim.3.3. c) edição de informações na base de dados local. é permitida aos aeronavegantes a inserção de mensagens ATS/CONFAC relacionadas aos seus vôos. b) emissão de relatórios.3 O sistema. e esse colocado em rede com o computador do SAIS.MCA 53-1/2008 37 4. d) permite os aeronavegantes o preenchimento das mensagens ATS/CONFAC através do Módulo Piloto. sendo empregado no gerenciamento das mensagens (ATS/CONFAC) que são veiculadas nesse órgão. o usuário tem ao seu dispor: a) ajuste das funções básicas. se instalado.2 Se instalado o Módulo Piloto do sistema em outro computador. 4. facilita aos aeronavegantes acesso às demais informações aeronáuticas e meteorológicas necessárias ao planejamento de seu vôo.1 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS .1. às exigências da administração aeronáutica.

.38 MCA 53-1/2008 e) recebimento de plano de vôo e suas mensagens de atualização por telefone.2 Configuração para operação plena: a) sistema operacional: Windows XP Profissional. f) diminuição do tempo de processamento das mensagens ATS recebidas. c) memória RAM: 512Mb. Ele também utiliza as facilidades do ambiente Microsoft Windows® e interface MySqlFront. d) ICA 100-15 (Mensagens ATS). 4.6 O sistema procura atender aos requisitos previstos nas seguintes publicações: a) ICA 53-2 (Sala Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS) b) ICA 53-5 (Coleta de Dados Estatísticos AIS). d) capacidade do HD: 40Gb. e) ICA 102-8 (Mensagem CONFAC).1. 4. tem como banco de dados o MySql. e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels. c) ICA 100-11 (Plano de Vôo).2. em tempo inferior a 1 (um) minuto. 4. com acesso à Intraer/Internet. g) número ilimitado de usuários.4 GHz ou mais. b) processador: 2.3.2 REQUISITOS 4.3. e g) microcomputadores: 2 (dois) ligados em rede.3.3.1 O programa foi concebido em BORLAND DELPHI. para acesso ao banco. h) acesso a informações aeronáuticas e informações meteorológicas. e i) eliminação de rasuras e palavras ilegíveis. e f) MCA 100-11 (Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo).2. f) impressora e Monitor: compatíveis com as atividades.

o operador deverá inserir.3. 4. com a finalidade de interligar as máquinas do Módulo Operador do sistema com o Módulo Piloto.4 AÇÕES DO OPERADOR DE SALA AIS 4. 4.2. b) processador: 900MHz.4 Configuração para operação mínima: a) sistema operacional: Windows XP Profissional.MCA 53-1/2008 39 4. no CAMPO “CÓDIGO ANAC”. e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels. 4. com a finalidade de atender a composição do texto da mensagem CONFAC MOV.1 Acesso a Intraer/Internet com a finalidade de: a) atualizar o programa.2 Ligação. d) capacidade do HD: 10Gb.3 INFRA-ESTRUTURA 4.3. quando o piloto for possuidor de licença estrangeira.1 No processamento de formulários de plano de vôo e suas mensagens de atualização. 4. conforme legislação em vigor. . ANAC e INFRAERO.3.3 Configuração para operação parcial: A mesma acima. 4.3 Acesso a um canal AFTN com a finalidade de receber e enviar mensagens ATS/CONFAC. e f) impressora e monitor: compatíveis com as atividades. c) memória RAM: 256Mb.4.3.3. b) atualizar o Sistema com o CGNA.3.3. e c) viabilizar consultas a informações aeronáuticas e meteorológicas.2.3.3. utilizando apenas 1 (um) microcomputador com acesso à Intraer / Internet.3.3. via rede. o grupo 999999.

no Módulo Operador do SAIS.5 Quando o recebimento das mensagens ATS que chegam ao SAIS. no máximo em 24 horas.4. tão logo os receba. todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários. 4.2. e c) o computador do Módulo Operador ficar inoperante. que deverá providenciar o restabelecimento do Sistema no menor tempo possível. bem como o de solicitação de Isenção Tarifária quando: a) o computador do Módulo Piloto do SAIS ficar inoperante. de preferência em um servidor ou outro computador.2 O operador da Sala AIS deverá disponibilizar aos usuários todos os formulários necessários para a apresentação de planos de vôo e suas mensagens de atualização.5.5.5. 4.4.3 Conferir a numeração das mensagens CONFAC geradas pelo sistema.3.3. b) ocorrer problemas de rede entre o Módulo Piloto e o Módulo Operador. para posterior tratamento e encaminhamento para transmissão.4 Na situação descrita na alínea “c” do item 4.3.3 Nas situações descritas nas alíneas “a” e “b” do item acima. . no final de cada turno. fica interrompido por problemas de rede. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou Fac-Símile) ao mantenedor regional existente nos CINDACTA.40 MCA 53-1/2008 4.5. via AFTN. o operador deverá inserir manualmente no SAIS todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários. SRPV ou INFRAERO. 4.5.6 ARMAZENAMENTO DE DADOS Deverá ser providenciado ‘backup” dos dados inseridos no SAIS.3.3.1 O mau funcionamento ou a inoperância do SAIS deverá ser comunicado.3.3.3. 4.3.2 Garantir a atualização constante dos arquivos que contém as listagens de plano de vôo repetitivo (CGNA).5. listagem de inadimplência (INFRAERO) e Boletim Informatizado de Aeronaves (ANAC). 4. 4. 4.5 CONTINGÊNCIA 4. o operador da Sala AIS deverá solicitar cópia da mensagem à ECM para inseri-la manualmente.3. tão logo o sistema seja restabelecido. o operador deverá inserir manualmente.

d) ir em ferramentas/macro/segurança e reduzir o nível de segurança para “baixo”.4.1. salvar e abrir o arquivo novamente.1 A planilha eletrônica possibilita aos usuários a consulta dos horários de nascer e pôrdo-sol de forma rápida. b) abrir o arquivo e clicar em “Desativar Macro”. Ela pode ser acessada em qualquer computador que possua editor de planilha eletrônica compatível com arquivos de extensão XLS.4 4. c) em seguida. 4. clicar em “NÃO” (não abrir como somente leitura). encontram-se ativas. e e) fechar.1. ou a partir das coordenadas geográficas.4.4. sem a necessidade de realização de cálculos.1 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL APRESENTAÇÃO 4.4. no link da TCA 63-1.1.MCA 53-1/2008 41 4.3 São disponibilizadas consultas ou através do indicador de localidade. 4.2 UTILIZAÇÃO As macros dessa planilha.2 A planilha pode ser obtida através de download na AISWEB. siga os procedimentos abaixo: a) salvar a planilha no local desejado. . por segurança. Para desativálas. 4.4.

separada em seções e subseções. AIC.2 CONTEÚDO Com o objetivo de facilitar o seu uso pela comunidade aeronáutica internacional. segundo a matéria tratada e configurada na seguinte ordem: a) Generalidades (GEN) .3.consta de quatro seções com informação relativa aos aeródromos/heliportos e a sua utilização. com suas emendas.1 5. NOTAM. listas de verificação e resumos. que não seja de tal importância ou cujo significado necessite a expedição de um NOTAM.1. como é o caso do Brasil.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5. Tais métodos são: . com informação de caráter administrativo e explicativo.1.1 Há alguns métodos estabelecidos que devem ser utilizados para a preparação de uma AIP.consta de cinco seções.consta de sete seções com informação relativa ao espaço aéreo e a sua utilização. A IAIP é o conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP.1. 5. 5. NOTA: Os resumos não são publicados no Brasil. b) Rotas (ENR) . especialmente quando se usa o sistema de folhas soltas. e c) Aeródromos (AD) . PIB.1. Suplementos AIP.42 MCA 53-1/2008 5 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP) Esse capítulo tem por finalidade identificar as publicações utilizadas na documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP).1 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) FINALIDADE Tem como objetivo principal satisfazer as necessidades internacionais de intercâmbio de informação aeronáutica de caráter permanente e de modificações temporárias de longa duração. 5. em três partes. a informação aeronáutica é divulgada de forma impressa.

g) devido ao tamanho. não devem ser usados métodos que reduzam a rapidez. Não utilize nem guarde perto da bússola magnética.2 A maioria das AIP são publicadas utilizando-se o tipo de encadernação de folhas soltas. conforme a OACI. como é o caso da AIP-BRASIL. . se dobradas nesse tamanho. b) não usar uma página somente para o título de uma seção. f) a escolha da encadernação deverá ser feita tomando-se como elementos básicos a sua durabilidade. somente quando a AIP estiver composta de um número razoável de páginas. devido a emendas. No caso da utilização de somente um lado da folha. e i) usar folhas de 21x29.1. mês e ano em que foi incorporada a informação contida. existentes na lombada.3. sendo que o mês deverá ser transcrito na forma abreviada. e) como a rapidez da reprodução é mais importante que a sua qualidade.7cm (A4). entretanto as de maiores dimensões poderão ser usadas. se a AIP for colocada nas proximidades desse instrumento. presas à pasta através de anéis metálicos. O material ferroso de que são confeccionados os anéis produzirá leituras falsas na bússola magnética. as folhas serão freqüentemente substituídas. O texto e o título da introdução devem ser incluídos na mesma página. caso convenha.8x 21cm (A5). pois. pode-se publicar em dois ou mais volumes. h) cada página deverá indicar o dia.MCA 53-1/2008 43 a) imprimir em ambos os lados da folha. a AIP deve ostentar: ADVERTÊNCIA A capa contém material ferroso. No caso da AIP MAP usar folhas soltas de 14. 5. isto é. c) usar moderadamente as folhas separadoras. deverá constar no verso: INTENCIONALMENTE EM BRANCO. d) não usar papel de boa qualidade. a facilidade de uso no escritório e de substituição das páginas emendadas. Nesse caso.

ocasionadas pelo desenvolvimento constante da aviação.1. quando o território abrangido pela AIP possui somente um centro meteorológico. diagramação e impressão das mesmas. Por exemplo. na maioria dos casos.6 A informação aeronáutica contida na AIP é freqüentemente submetida a alterações e modificações.7 O ANEXO 15/OACI prescreve que a AIP seja emendada ou reproduzida com a freqüência necessária para que se mantenha em dia. A AIP deve ser publicada da maneira mais simples. para ser digna de confiabilidade. a fim de se ganhar espaço e evitar traduções. ainda não familiarizados com a terminologia usada. convém destacar: a) sempre que possível.3.3 Devem ser publicadas em dois idiomas: o do país e o inglês. 5.3.3.1. 5.4 Nunca será demasiado insistir na necessidade de que se tenha especial cuidado na reunião da informação para a AIP. para servir como exemplo a todos os AIS e uniformizar a apresentação da informação. Entretanto. que sirvam de guia para a localização da informação.8 A AIP deve conter separadores.44 MCA 53-1/2008 5. 5. do tempo que se dispõe para a redação. a forma e disposição de uma AIP deverão corresponder. a AIP deve ser periodicamente emendada.1. deve-se usar as abreviaturas da OACI.3.3.3. b) os formulários padronizados somente devem ser usados quando houver suficiente informação que justifique o seu uso. NOTA: O Doc. compreendam e interpretem a informação. a fim de que a informação esteja permanentemente atualizada.1. a informação terá de ser verificada de todas as maneiras possíveis.1.3. 8126 contém um modelo de AIP. edita duas versões do AIP: uma em Português e outra em Inglês. na medida do possível.1. como para que os usuários. a publicação das emendas depende.9 Dos vários métodos que devem ser observados para a apresentação da informação na AIP. 5. O Brasil. tanto para limitar a quantidade de informação útil a ser disseminada para atingir sua finalidade.1. seria . 5. Em razão disso. 5.5 Antes de tudo. Então. ao modelo.

f) as horas de funcionamento das várias instalações e serviços deverão ser expressas em UTC (Tempo Universal Coordenado) ou mediante uma das abreviaturas: . minutos e segundos. elevações. minuto e segundo são omitidos. de uma linha oblíqua e o nome do aeródromo em letras maiúsculas de menor tamanho ou letras minúsculas.HO . de acordo com o ANEXO 5 à Convenção.serviço disponível durante as horas de vôo regulares. em seguida. a relação deve ser feita em ordem alfabética. seguidas. com três dígitos para grau e dois para minutos e segundos. . e . em primeiro lugar. .horas de serviço indeterminadas.do nascer ao pôr-do-sol. 7 minutos e 32 centésimos de minuto Sul.HJ . . o nome da cidade. minutos e centésimos de minutos. com dois dígitos para graus.serviço disponível para atender às necessidades das operações. NOTA: Em algumas cartas e na descrição das Rotas ATS as coordenadas geográficas são expressas em graus. pois bastaria dar uma simples descrição textual do serviço prestado. Por exemplo: 0507. altitudes. deve aparecer com todas as letras maiúsculas. c) em uma relação de localidades. e) a indicação das coordenadas geográficas de uma localidade será apresentada: .os símbolos de grau.a longitude. . distâncias. d) a ortografia dos nomes das localidades será a de uso oficial. Sempre que possível.a latitude.HX ..32S significa 5 graus.serviço ininterrupto. e .do pôr ao nascer-do-sol. . dia e noite. . g) as unidades de medida escolhidas para serem utilizadas na AIP.HS . quando se tratar de aeródromo ou de instalação localizada em um aeródromo.MCA 53-1/2008 45 supérfluo registrar a informação em um formulário. etc.HN . como em dimensões dos aeródromos. deverão ser sempre as mesmas e deverão ser aquelas escolhidas pelo país.H24 .

Tais emendas precisarão ser recebidas pelos usuários com pelo menos 28 dias de antecedência à data de efetivação.1. contendo a data de cada página solta. na direção em que o texto estiver alterado. os erros a que estão sujeitos. nesse caso. será confirmada por emenda ou revisão de AIP.2 Há alguns métodos estabelecidos que se deve ter em mente.4. com um mínimo de demora. transmitida por NOTAM. .1. para a preparação das emendas à AIP: a) assinalar para cada emenda um número de série consecutivo.4. e d) cada emenda deverá incluir uma lista de verificação de páginas. É bom lembrar que um NOTAM deve ser iniciado quando a notícia a ser divulgada não tenha condições de chegar ao usuário com suficiente rapidez mediante emenda da AIP e.46 MCA 53-1/2008 5. por ser o meio mais rápido de se difundir a informação.1.1 Um sistema freqüente de emendas à AIP reduziria. a fim de chamar a atenção do leitor. na ocasião em que se tenha de fazer advertência sobre qualquer alteração ou acontecimento com urgência. Essa forma de destaque pode ser dada através de uma linha vertical ou por uma seta horizontal (se a informação for apenas em uma linha ou parte dela). o NOTAM perde sua finalidade. b) as emendas devem ser publicadas em folhas substituíveis. traçada à margem da folha. também pode ser publicada de acordo com o Sistema AIRAC. por isso. Tal informação.4 ATUALIZAÇÃO 5. o NOTAM complementa a AIP. 5. Conseguindo-se que a informação chegue ao usuário com suficiente rapidez.1.4. Nesse caso ela será identificada como uma AMDT AIRAC. Uma emenda à AIP. 5. em muitas ocasiões. Nessa lista deve constar o número das páginas e as respectivas datas. através da emenda à AIP. se levarmos em conta a multiplicação do número de correções de usuários. de modo a evitarse o custo adicional que envolve o fato de cada usuário fazer sua própria emenda manuscrita. correções manuscritas devem ser reduzidas ao mínimo. considerando-se ainda. c) as alterações contidas na emenda devem ser destacadas de alguma forma. que deve coincidir com uma data do calendário AIRAC. a necessidade de se publicar NOTAM.3 É necessário adotar o Sistema Regulamentado AIRAC para difundir certos tipos de informação aeronáutica.

conheçam perfeitamente as partes dos regulamentos e métodos nacionais que diferem dos prescritos pelos ANEXOS. de 21 de outubro de 2009. certificando-se de que os governos e demais órgãos.1.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5.6 NOTIFICAÇÃO DE DIFERENÇAS 5.MCA 53-1/2009 47 5. recomendações e procedimentos da OACI.4 Se decidir em alguma ocasião utilizar esse método.1. 5.6.1. a emenda deverá indicar claramente que as páginas substitutivas estão sendo distribuídas antecipadamente e que entrarão em vigor na data de efetivação. através de AIC. 5.2 Até o fim do mês de outubro de cada ano. (NR) . Suplementos AIP e Publicações Convencionais e Não convencionais.1.6. 5.1 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país contratante registre na sua AIP quaisquer diferenças importantes entre seus regulamentos e métodos nacionais e as normas e os métodos recomendados pela OACI.1.3 A notificação de diferenças se limitará aos casos em que os regulamentos e os métodos nacionais de um país sejam diferentes das normas e métodos recomendados e dos Procedimentos da OACI. pelos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS) e pelos Procedimentos Regionais Suplementares (SUPPS) da OACI.1.2 O objetivo da notificação de diferenças é promover a segurança e eficiência da navegação aérea. incluindo os exploradores de aeronaves interessados na aviação civil internacional. Isso tem por objetivo garantir que as AIP forneçam informação atualizada sobre o grau de execução das normas. 5.1. 5. 5.5.5.1.6. .4 A lista de diferença deve ser apresentada na Parte GEN da AIP de uma forma que permita um usuário diferenciar prontamente entre as exigências do Estado e as providências relacionadas a ICAO.4. serão divulgados os Calendários de Emendas aos Manuais.6.Portaria DECEA No 63/SDOP. especialmente os que se referem às operações das aeronaves. as modificações significativas ocorridas para aquela edição.1 Em toda edição de emendas às publicações de informações aeronáuticas são divulgadas.1.

2. Constam a seguir dois exemplos de Diferenças: 1) ALEMANHA . 5. serviços e procedimentos disponíveis para uso da aviação civil internacional. ainda que não sejam os mesmos. de 21 de outubro de 2009. não será necessário notificar a diferença.2.Contém informações de interesse para as operações domésticas.1. 5. (NR) .6.Portaria DECEA No 63/SDOP. e 2) CHINA (HONG KONG SAR) . (NR) . e (NR) .6 As diferenças serão publicadas na parte GEN 1-7. b) série “N” .1 Serão divulgados em duas séries: a) série “A” .Portaria DECEA No 63/SDOP. 5. 5.2 Os de série “A” serão redigidos no idioma inglês e os de série “N” serão redigidos em português.Portaria DECEA No 63/SDOP.5 Quando os regulamentos ou métodos nacionais forem essencialmente semelhantes aos da OACI. . 5. aos quais se dá unicamente divulgação nacional.2.3 As páginas dos Suplementos ficarão inseridas na AIP enquanto permanecerem em vigor todo o seu conteúdo ou parte dele.ANEXO 2 Apêndice 4: Classe G – Vôo IFR não é permitido. instalações.1.2 5.2.2.2 APRESENTAÇÃO 5.6. de 21 de outubro de 2009. de 21 de outubro de 2009.2.48 MCA 53-1/2009 5.ANEXO 2 Apêndice 4: Espaços aéreos classe F e classe G requer comunicação.Contém informações selecionadas sobre todos aeroportos.2.1 SUPLEMENTOS AIP FINALIDADE Divulgar modificação que seja: a) temporária de duração igual ou superior a três meses. e b) temporária de duração inferior a três meses que implique em textos longos ou que contenha gráficos.2.

2. (NR) . sempre que possível. mensalmente. 5. as datas de publicação e de entrada em vigor.2.2.4 O Suplemento AIP que publicar uma informação já divulgada através de NOTAM deverá conter uma referência ao número desse último. .3 Cada página do Suplemento AIP deve indicar a data de publicação.2 Sua numeração será crescente e independente dentro de cada série (N e A). deve-se incluir uma referência a respeito da página da publicação modificada. serão indicadas.2. de 21 de outubro de 2009.2.7 Os Suplementos AIP são ordenados segundo o assunto da informação. de 21 de outubro de 2009.2. um título curto para facilitar uma referência posterior. o número de série deste deverá ser incluído como referência. 5.Portaria DECEA No 63/SDOP.3.5 Quando um Suplemento AIP for publicado em substituição a um NOTAM.MCA 53-1/2009 49 5. o nome da localidade em linguagem clara e. divulgada no check list dos NOTAM Z e nas séries internacionais.2.3. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP. além do texto.4 ATUALIZAÇÃO Será publicada. (NR) . em cada página. 5. ENR e AD.2.1 Cada Suplemento AIP deverá ter. 5. (NR) .2. de 21 de outubro de 2009. . 5.3.Portaria DECEA No 63/SDOP. No caso do Suplemento AIP AIRAC. uma lista de verificação de Suplementos AIP válidos. (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP.3. o número de série facilmente identificável.6 Quando um Suplemento AIP contiver uma informação que modifique o texto de uma Publicação de Informação Aeronáutica. sendo iniciada em cada ano civil. de 21 de outubro de 2009.3. 5. 5.3.3. (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP. da seguinte forma: GEN.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5.

5.6.2.3 5.2 Cada Sala AIS deverá receber duas cópias.1 NOTAM .2. arquivados em ordem crescente.2. 5. 5. também.1 No final de cada ano será editado o Calendário de Publicação de Suplemento AIP. como data de entrada em vigor das informações.2.6.2. quando essas não vierem claramente especificadas. Eles serão destinados à pasta: a) da própria AIP. 5. de onde deverão ser destacados ou recortados os textos para atualização das publicações e cartas ou para complementar a exposição dos NOTAM. as de publicação e as de entrada em vigor dos Suplementos AIP do ano seguinte. indicando as datas limites de recepção da informação no ICA. de 21 de outubro de 2009. através de uma AIC.2.6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5. através de mensagem escrita.1 Os Suplementos AIP serão utilizados na atualização das publicações aeronáuticas (AIP.2.2 As datas de publicação correspondem às datas previstas para o recebimento pelos usuários e.3 Os Suplementos AIP faltantes.(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) FINALIDADE Os NOTAM têm por finalidade advertir sobre qualquer modificação ou evento e.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5.2. Esse tempo é elevado para pelo menos 28 (vinte e oito) dias para informações distribuídas de acordo com o Sistema AIRAC.3 O usuário deverá receber a informação pelo menos 7 (sete) dias antes da entrada em vigor. A distribuição deverá ocorrer pelo meio mais rápido de que se dispõe.Portaria DECEA No 63/SDOP.3.6. de Suplemento AIP nacional. nacionais e estrangeiros.5. pelo menos. AIP-MAP e ROTAER) e somente serão expostos se o seu conteúdo for necessário para esclarecer ou complementar o texto de algum NOTAM. 5. devem ser imediatamente solicitados ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço.50 MCA 53-1/2009 5.5. (NR) . 5. por ser o meio mais rápido para divulgar a informação. complementam a AIP. e/ou b) ao fichário complementar. 5. .

2 As instruções que disciplinam os procedimentos para confecção de PRENOTAM estão definidas na ICA 53-4 (PRENOTAM). quando a informação que se tenha que distribuir seja de caráter temporário e de curta duração ou quando se modificar com pouco tempo de previsão modificações permanentes. e) ao processamento. e) às atribuições. ainda.3.3. c) à origem.3. 5. 5.2. que sejam de importância para as operações. Geral ou Regional.2. salvo quando o texto seja extenso ou contenha gráficos. g) ao fluxograma da informação. c) às regras gerais. que contém.2 As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços de NOTAM estão definidas na ICA 53-1 (NOTAM).MCA 53-1/2008 51 5.3.3 PRENOTAM 5. ou temporárias de grande duração. . f) às competências para solicitações de expedição. que contém. ainda. e g) aos modelos. 5.3. b) à divulgação da informação.2 APRESENTAÇÃO 5. b) às formas de expedição. informações relativas: a) à expedição. f) aos formulários. d) à classificação.3.1 Se iniciará um NOTAM e se expedirá imediatamente. informações relativas: a) a prazo para divulgação.3.3. originada em um órgão do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM. d) ao encaminhamento.1 É uma mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea. e h) aos formulários.

uma vez por ano. recomenda-se que elas sejam revisadas e republicadas anualmente.3. de assessoramento e até mesmo administrativa ou técnica.4. deve ser publicada pelo menos. com base no ano civil.de distribuição nacional. .1 As AIC são numeradas consecutivamente. No entanto.).4.4 ATUALIZAÇÃO 5. e b) A . Devem ser enviadas a todos os possuidores de AIP. sem qualquer inconveniente. 5. 5.1 Na forma de AIC. em alguns casos.4. mas que são muito importantes para os aeronavegantes.1 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) FINALIDADE Divulgar informações de natureza explicativa.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5.4. 5.2.4. 5.4.2 APRESENTAÇÃO 5. 5.4. por vários anos.2.4. é necessário divulgar algumas informações aeronáuticas que não satisfazem aos requisitos para publicação em AIP ou em NOTAM. serviços e instalações destinados à navegação aérea (por exemplo: uma nova disposição dos setores de controle.2 Às vezes. uma lista de verificação de AIC em vigor. No Brasil são divulgadas duas séries de AIC: a) N .4.4 5. Como esse tipo de informação tem geralmente caráter permanente. um plano de implantação de uma rede de radar.1 As AIC também poderão ser divulgadas em série. etc.de distribuição internacional.5 TIPOS DE INFORMAÇÃO Lista detalhada de alguns tipos de informação apropriada para ser publicada em uma circular de informação aeronáutica: a) previsão de alterações importantes nos procedimentos.4. as circulares se mantêm vigentes. como no caso dos NOTAM.52 MCA 53-1/2008 5.

obtida através da investigação de acidentes ou incidentes aeronáuticos. k) disposições para a expedição de licenças aos membros da tripulação. e t) outra informação de natureza similar. n) assessoramento com respeito ao uso e manutenção de determinados tipos específicos de equipamento. novas edições de AIP ou modificações importantes no seu conteúdo e formato. r) instruções de aeronavegabilidade. que tenha relação com a segurança de vôo. DME. d) informação sobre regulamentos relativos à proteção da aviação civil internacional contra atos de interferência ilícita. etc. l) formação profissional do pessoal aeronáutico. h) informação sobre novos perigos que afetam as técnicas de manejo das aeronaves. q) informação relativa à redução de ruído. p) transporte de equipamento de rádio. m)aplicação de requisitos relativos à legislação nacional ou à isenção dos mesmos. o) disponibilidade atual ou previsão de edição de cartas aeronáuticas novas ou revisadas. e) conselhos médicos de interesse especial para os pilotos. s) modificações nas séries de NOTAM ou de sua divulgação. c) informação importante.MCA 53-1/2008 53 b) previsão relativa à implantação de novos sistemas de navegação (por exemplo: VOR. g) efeitos de certos fenômenos meteorológicos sobre as operações das aeronaves. f) orientação aos pilotos com a finalidade de evitar perigos materiais. j) referência aos requisitos impostos pela legislação nacional e a publicação de modificações dos mesmos. i) regulamentos relacionados com o transporte aéreo de artigos sobre os quais pesa alguma restrição. .).

4.4. 5. 5. c) a apresentação adequada de avisos para a navegação em uma parede.5. durante o tempo em que o aeródromo estiver em operação.5. se deve ter pessoal qualificado para eventual consulta verbal.1.6. preferencialmente uma para cada país.5.6.2 As AIC faltantes. o piloto economiza tempo na obtenção da informação necessária. . conseqüentemente.1. torna-se importante que essa informação seja apresentada de forma que se possa obtê-la por si mesmo. também. Para se proporcionar esse serviço é preciso levar em consideração os principais aspectos: a) a parte física da Sala AIS.5 5. Assim. b) o formato dos PIB. nacionais e estrangeiras.2 Além desse serviço de auto-informação. através de mensagem escrita.1 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) FACILIDADES DA AUTO-INFORMAÇÃO 5.5. Freqüentemente o piloto não tem tempo suficiente para dirigir-se a uma Sala AIS e.2 DETALHAMENTO DA INFORMAÇÃO Os documentos de informação aeronáutica de que devem dispor as Salas AIS de Aeródromos a fim de planejamento prévio do vôo devem ser estabelecidos tomando-se por base a zona servida da respectiva Sala AIS. devem ser imediatamente solicitadas ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço. 5. e b) mapas e cartas pertinentes. 5.6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5. e d) fácil acesso à informação básica.54 MCA 53-1/2008 5. corresponde a: a) elementos que compõem a Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP).4.1 O objetivo da Sala AIS de Aeródromo consiste em por à disposição dos interessados a informação aeronáutica necessária para o vôo.1 A Sala AIS manterá as AIC devidamente catalogadas e expostas em pastas.

h) perigos para a navegação aérea.2. d) auxílios-rádio para a navegação e instalações de comunicações do serviço móvel. sobre as condições do aeródromo. l) lista de recapitulação de NOTAM vigentes e outros tipos de informações de caráter imediato que não constem dos NOTAM. i) instalações e serviços de busca e salvamento.MCA 53-1/2008 55 5. k) mapas e cartas adequadas. g) regulamentos do ar e procedimentos para os serviços de tráfego aéreo. e) instalações e serviços meteorológicos.2. por exemplo: . b) regulamentos de entrada e tráfego de aeronaves civis em vôos internacionais. antes do inicio do vôo. j) informações relativas à sobrevivência.2 A seguinte lista. c) aeródromos disponíveis para a aviação internacional. considerando que qualquer mudança na informação que implique alteração do plano de vôo ou possa influir na segurança da aeronave. mais detalhada.5. deve ser comunicada ao piloto o mais rápido possível. inclusive o estado de utilização e funcionamento dos auxílios visuais e da área de manobras. e b) prestação do serviço de informação durante o vôo (pelo órgão de tráfego aéreo que tenha jurisdição sobre a área sobrevoada pela aeronave). f) espaço aéreo controlado e restrito.5.1 Disposição da Informação É importante que o pessoal da Sala AIS mantenha o material informativo numa disposição lógica para efeito de: a) preparação de planos operacionais de vôo por parte do pessoal aeronavegante. tem como objetivo servir de orientação com relação aos tipos de dados que devem ser dispostos em função de cada zona servida: a) rotas aéreas. 5.

e m) em geral. os regulamentos nacionais e os dados sobre instalações e serviços de cada país deverão estar disponíveis. pode-se tentar obtê-la por intermédio das empresas de transporte aéreo comercial.2.5 Devem ser selecionados os textos da OACI como textos de referência que atendam às necessidades locais. NOTA: Deve-se oferecer a lista de recapitulação dos NOTAM em forma de PIB em linguagem clara. de obstáculos e de área de manobras.2.000 ou cartas aeronáuticas com escala semelhante.000. . PAR. 5. para as áreas que não se dispõe de cartas da OACI.aeronaves estacionadas ou outros objetos nas pistas de táxi ou junto delas. de pista. por exemplo 1:500.avarias ou funcionamento irregular e modificações da situação de funcionamento do ILS.56 MCA 53-1/2008 .2. DME. a fim de atender aos requisitos locais: a) carta aeronáutica mundial OACI 1:1.000 e escala 1:250.2.5. de cabeceira. sendo luzes de aproximação. VOR. SSR. e . as cartas selecionadas abaixo. 5.5. NDB. . tem como da fonte de energia do aeródromo.000.existência de outros perigos temporários dentro da área de movimento.6 Devem manter-se. b) série de cartas disponíveis em escala maior que 1:1. Se isso não for possível.5. 5.4 Os NOTAM deverão ser classificados e arquivados sistematicamente. das organizações que sirvam a essas ou dos serviços militares.trabalhos de construção ou manutenção na área de manobras ou em suas imediações. . canais de observação do RVR e da fonte secundária de energia. empregandose um método que esteja de acordo com o selecionado para a publicação do PIB. ou em forma impressa e acompanhada de gráfico se necessário.5. de pista de táxi.000. preferivelmente por meio das autoridades aeronáuticas do Estado respectivo.000. SRE. 5.avarias ou funcionamento irregular de parte ou todo o sistema de iluminação do aeródromo.3 O AIS deve tomar as medidas necessárias para obter a informação adequada. de preferência por escrito. . para fins de referência.

1 Para o fornecimento dos boletins de informação prévia ao vôo será utilizado o sistema automatizado (SISNOTAM). a integridade da informação não deve depender apenas da memória do operador. preferivelmente que cubram toda a zona servida em uma ou duas folhas.4. Os elementos que devem ser incluídos na dita lista de verificação variarão em função das circunstâncias locais. de forma a eliminar a duplicação de tarefas. flexível e eficiente quanto ao armazenamento e recuperação da informação.5.5.5. NOTA: As cartas mencionadas em d) e e) estão citadas nas Publicações de Informações Aeronáuticas.2 O sistema automatizado é capaz de proporcionar um serviço mais flexível de boletins de informação prévia ao vôo. d) cartas de aproximação e de aeródromo.MCA 53-1/2008 57 c) cartas de planejamento com escala pequena. e e) cartas de navegação em rota. proporciona. Por isso. O Especialista AIS encarregado desta instrução poderá utilizar uma lista de verificação para assegurar-se de que a informação será tão completa quanto necessária. 5.1 Características 5. O operador pode criar uma lista de assuntos nos quais pode basear uma instrução verbal.3 INSTRUÇÃO VERBAL A instrução verbal deverá ajustar-se às necessidades dos pilotos segundo o grau de familiaridade que tenham com a rota.1. 5.1.4.5. é necessário buscar um grau de familiarização compatível com o volume de informação que vai ser processada. Em conseqüência o sistema: a) é simples.4 BOLETINS AUTOMATIZADOS 5.5. utilizando os campos que compõem a linha de qualificadores dos NOTAM.4. e . de todos os aeródromos que normalmente se utilizam para vôos internacionais. 5. com um mínimo de intervenções manuais. Além disso.

5. 5. permite uma gama variada de combinações.5. 5. 5.4. Notificação imediata e automática de assuntos importantes para as operações ou Boletins administrativos. além de incluir dados sobre a rota a ser voada.1. os PIB deverão ser oferecidos sob a forma de Boletins por rotas. ordenados de acordo com a seqüência do vôo.1.4. a fim de atender às necessidades específicas de um determinado tipo de operações ou de um usuário específico (ICA 53-1). 5.5.5.4 Os boletins deverão ser padronizados e conter somente as informações operacionalmente importantes.58 MCA 53-1/2008 b) fornece métodos que permitam selecionar a informação. 5. empresas aéreas e órgãos ATS. 5.4.4.5. 5. destino e alternativas e .2. pois ele permite uma seleção adequada das informações necessárias a um vôo.2 Esse boletim pode ser obtido através de sistemas que utilizam o sistema de referência geográfica ou sistemas mais simples.1. Boletins por área (FIR).5. excluindo aquelas que já estão publicadas na AIP.4.3 Nesse tipo de boletim o usuário recebe informações completas (AGA.1 Esse é o tipo de boletim mais eficiente. Isso é especialmente válido para os boletins por rota e por área.5 Não pode ser esquecido que o uso dos qualificadores do NOTAM. linha iniciada pelo símbolo Q). baseando-se em determinadas características dos usuários.5.5. atendendo às necessidades dos usuários.4. de destino e de alternativa.) PIB estruturados para atender as suas necessidades específicas. incluindo os aeródromos de partida. Boletins por localidades (aeródromo).2.4.1.2.5. RAC e ADVERTÊNCIAS) sobre os aeródromos de partida.6 Os NOTAM constituem a principal parte da informação a influir no conteúdo dos boletins e que os dados podem ser estruturados para satisfazer às necessidades específicas.4. COM. etc.1.1.2. que utilizam a estrutura das Rotas ATS estabelecidas como forma de selecionar a informação.2 Classes Em função das necessidades dos usuários.5.1.4.3 O sistema é capaz de proporcionar aos usuários finais (pilotos.1 Boletim por Rota 5.

5. d) que requeiram notificação imediata.1 Esse tipo de boletim inclui apenas os NOTAM cujo propósito. também.2. 5.5.4. 5.4. etc. poderá permitir a seleção especifica de uma rota entre as diversas possíveis ou estabelecidas entre um aeródromo e outro. fora de rota ATS e sob condições VFR.4.2 Nos boletins desse tipo podem ser solicitadas informações sobre os aeródromos de partida.2 Boletim por Localidades 5.).4.5. e f) usando outras combinações quaisquer.4 Notificação de Assuntos Importantes para as Operações.4. esse tipo de boletim.5.5.2. 5.2. tais como informações: a) de todas as localidades de um país.2 Normalmente. RAC e ADVERTÊNCIAS) que possam ter influência durante o vôo em rota e.2.3 Boletins por Área 5. b) de todas as localidades de uma FIR. .2. na linha de qualificadores esteja preenchido por “N” (ICA 53-1).2. 5. e) somente para a fase em rota (IFR.4. são úteis para exploradores e órgãos ATS interessados em assuntos de importância urgente para as operações aéreas.2.3.5.4.5.4.5.4. c) operacionais significativas. esse.2.2.5.2.2 Embora apresente todas essas opções. Se necessário. 5. VFR. até atingir o limite do numero de localidades que podem ser solicitadas em um único boletim.4.3.2. podem ser incluídos os aeródromos ao longo da rota. muitas vezes poderá perder a sua eficiência operacional como instrumento para a informação prévia ao vôo. 5.4.MCA 53-1/2008 59 informações selecionadas (COM.1 Esse tipo de boletim é de grande utilidade para a aviação geral. que geralmente realiza vôos de média e curta distancias.1 Sob esse título genérico podem ser solicitados boletins enfocando aspectos específicos. destino e alternativas.5.

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5.5.4.2.5 Boletins Administrativos Esses boletins podem ter conteúdo bastante variado, pois se prestam mais a atender as necessidades da administração: São exemplos desses boletins: a) listas de verificação de NOTAM; b) resumos de NOTAM por FIR ou país; c) resumo dos NOTAM expedidos dentro de um determinado período; e d) resumos de NOTAM por assunto (AGA, COM, RAC, etc.). 5.5.5 ATUALIZAÇÃO DOS BOLETINS

5.5.5.1 As atualizações dos boletins podem ser solicitadas como um complemento ao boletim anteriormente expedido ou mediante a solicitação de um novo boletim. Essa segunda forma é mais usual, uma vez que um sistema automatizado apresenta uma grande possibilidade de especificações que, bem utilizadas, poderão tornar os boletins muito mais funcionais. 5.5.5.2 As Salas AIS devem providenciar uma atualização contínua e oportuna da base de dados do sistema e a supervisão da validade e qualidade da informação aeronáutica armazenada. 5.5.6 FORMATO DOS BOLETINS

5.5.6.1 Os dados contidos nos boletins devem ter as seguintes características: a) texto dos NOTAM utilizando linguagem clara padronizada abreviada preconizada pelo Doc. 8400 (Abreviaturas e códigos da OACI - PANS-ABC); e b) número do NOTAM à margem direita do texto. 5.5.6.2 É usual que, para cada localidade, as informações sejam indicadas na seguinte ordem: AGA; COM; RAC; e ADVERTÊNCIAS.

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MODELO OPERACIONAL Esse capítulo tem por finalidade estabelecer orientações para a confecção de

um Modelo Operacional com objetivo de padronizar e auxiliar os operadores AIS na instrução e na execução de procedimentos detalhados da rotina das atividades AIS (Anexo H). 6.1 6.1.1 CONSIDERAÇÕES Os tópicos citados no modelo operacional complementam as publicações de uso

obrigatório pelo Especialista AIS. 6.1.2 É importante saber que o modelo operacional é uma publicação de caráter explicativo

e um guia de procedimentos básicos para o cotidiano de uma Sala AIS. Vale ressaltar que cada Sala AIS terá seus procedimentos específicos. 6.2 6.2.1 ELABORAÇÃO O Modelo Operacional deverá nortear a aplicação dos procedimentos do serviço de

informações aeronáuticas em uma localidade específica, a fim de definir as ações a serem adotadas para a adequação da capacidade de prestação das atividades AIS. 6.2.2 O Modelo Operacional deverá especificar as ações regulares do serviço de

informações aeronáuticas, sobretudo os procedimentos a serem cumpridos nas situações previsíveis e naquelas vinculadas à degradação dos recursos operacionais e técnicos, visando promover a manutenção da eficiência e da segurança dos serviços de informações aeronáuticas. 6.2.3 Os trabalhos para a elaboração e atualização do Modelo Operacional devem ser

realizados levando-se em conta a participação dos chefes de órgãos, supervisores e operadores AIS com experiência operacional no órgão em questão. 6.2.4 O Chefe do órgão AIS deve orientar e coordenar a elaboração e atualização do Modelo

Operacional do Órgão AIS de competência e providenciar o encaminhamento de um exemplar do mesmo ao Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV. 6.2.5 O documento conterá a assinatura do Chefe do órgão e a aprovação do

Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV da sua área de jurisdição.

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DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS Nesse capítulo, estão descritas, de forma sucinta, as informações mínimas

necessárias sobre as principais publicações editadas tanto pela OACI quanto pelo DECEA relacionadas ao AIS. Como as regras, regulamentos e procedimentos nacionais, bem como as características das instalações e serviços, baseiam-se nos textos normativos e de orientação da OACI, é conveniente ter conhecimento de alguns documentos dessa Organização, para fins de referência, tanto no órgão central quanto nos órgãos regionais, locais e técnicos. 7.1 7.1.1 DA OACI ANEXOS

7.1.1.1 ANEXO 1 - “Licença de Pessoal” Estabelece: a) as regras gerais para a concessão de licenças ou certificados de habilitação e saúde para os aeronautas e pessoal de terra; b) requerimentos para proficiência nas línguas utilizadas nas comunicações radiotelefônicas; c) grau de proficiência das línguas da OACI; d) especificações médicas para licenças; e) programa de treinamento organizacional; e f) os dados pessoais e de qualificação que as licenças ou certificados de habilitação deverão indicar. 7.1.1.2 ANEXO 2 - “Regras do Ar” Estabelece: a) aplicabilidade das regras gerais de vôo; b) as regras de vôo visual e por instrumentos; c) os sinais de perigo, urgência e segurança; sinais visuais para outros fins, inclusive os utilizados para o controle de tráfego aéreo; d) os tipos de luzes das aeronaves; e e) as tabelas de níveis de cruzeiro.

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7.1.1.3 ANEXO 3 - “Serviço de Meteorologia para a Navegação Aérea Internacional” Estabelece: a) os sistemas de previsão de área mundial e os escritórios de meteorologia; b) as previsões meteorológicas; c) as informações de SIGMET e AIRMET, avisos de aeródromos e de correntes de vento; d) as informações climatológicas de aeronáutica; e) os serviços para os operadores e os membros da tripulação de vôo; e f) os limites e visibilidade da pista na conversão da leitura dos instrumentos. 7.1.1.4 ANEXO 4 - “Cartas Aeronáuticas” Estabelece: a) as cartas, os tipos de projeção e de impressão, inclusive cores, a localização do nome e do número das cartas e das anotações marginais; b) os símbolos utilizados nas cartas; c) a demonstração de carta eletrônica de aeronáutica; d) a utilização das cartas segundo, as suas escalas e as informações que devem conter; e e) os requisitos para a qualidade dos dados aeronáuticos. 7.1.1.5 ANEXO 5 - “Unidades de Medidas usadas nas Operações Aéreas e Terrestres” Estabelece: a) as unidades de medidas a serem empregadas nas operações aeroterrestres; b) orientação e utilização do Sistema Internacional; c) as unidades de medidas que podem ser utilizadas como alternativa; e d) todos os números na forma de data e tempo.

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7.1.1.6 ANEXO 6 - “Operação de Aeronaves” Refere-se: a) a definições, aplicação e generalidades; b) a operação de vôo, facilidades, supervisão operacional, preparação e procedimentos de vôo, deveres do piloto comandante e do oficial de operação de vôo; c) a limitações operacionais do desempenho das aeronaves; d) a documentação de vôo, os equipamentos e os instrumentos das aeronaves; e) a equipamento rádio das aeronaves; f) a manutenção das aeronaves; g) a tripulação de vôo das aeronaves; h) aos manuais, livros e registros; i) aos registros de emergências e equipamentos de sobrevivência existente à bordo; j) ao desempenho das aeronaves; k) a limitações do período de exercício ininterrupto dos deveres em vôo e do tempo de vôo; a) os procedimentos de segurança; l) as luzes exibidas pela aeronave; e m) a limitações da utilização da performance do avião.

7.1.1.7 ANEXO 7 - “Marcas de Nacionalidade e de Matrícula das Aeronaves” Refere-se: a) ao emprego das marcas de nacionalidade e de registro; b) à localização das marcas de nacionalidades e de registro; c) às dimensões das marcas de nacionalidades e de registro; d) ao registro aeronáutico;

e f) aos modelos de: declaração geral. b) às características das aeronaves. c) aos aeroportos internacionais e zonas francas. 7. b) ao tráfego em trânsito.10 ANEXO 10 . VOR. de pessoas e de cargas e outras mercadorias. manifesto de passageiros e cargas e certificado de membro da tripulação. NDB. PAR. d) às especificações técnicas detalhadas para o sistema de satélite para a navegação global (GNSS).“Facilitação” Refere-se: a) à entrada e saída de aeronaves.9 ANEXO 9 .1. d) ao pouso em aeródromos não aduaneiros.1. .“Telecomunicações Aeronáuticas” Refere-se: a) às especificações para os equipamentos ILS. DME e outros. GCA.1.1.1. e) à quarentena. c) a procedimentos gerais de telecomunicações.1. e c) à tolerância e aplicação das normas contidas no ANEXO/OACI quanto a performance e a utilização de aeronaves. 7. f) ao certificado de registro. 7. e g) à classificação das aeronaves. b) à utilização das radiofreqüência.8 ANEXO 8 .MCA 53-1/2008 65 e) as placas de identificação.“Aeronavegabilidade” Refere-se: a) ao certificado de aeronavegabilidade.

h) ao Serviço de Alerta. .1. f) ao sistema de comunicações de dados digitais. i) às necessidades dos Serviços de Tráfego Aéreo quanto a comunicações e a meteorologia. 7. b) à divisão dos Serviços de Tráfego Aéreo. e d) aos sinais de Busca e Salvamento. b) aos procedimentos preparatórios dos Centros de Coordenação de Busca e Salvamento e das unidades aéreas de Busca e Salvamento.1. c) aos procedimentos de operação. e) às especificações para as FIR. e g) ao serviço fixo e móvel aeronáutico.1. g) ao Serviço de Informação de Vôo.“Serviços de Tráfego Aéreo” Refere-se: a) aos objetivos dos Serviços de Tráfego Aéreo.1. e j) as informações de tráfego radiotransmitida pelas aeronaves (TIBA) e procedimentos operacionais.11 ANEXO 11 . c) à determinação dos Serviços de Tráfego Aéreo. 7. f) aos Serviços de Controle de Tráfego Aéreo. d) ao estabelecimento dos órgãos responsáveis pelo ATS.12 ANEXO 12 .66 MCA 53-1/2008 e) à orientação a respeito da eficiência e disponibilidade do material para os auxílios a navegação e o das radiocomunicações.“Busca e Salvamento” Refere-se: a) à organização dos Órgãos de Busca e Salvamento.

13 ANEXO 13 .15 ANEXO 15 .“Serviços de Informação Aeronáutica” Refere-se: a) ao funcionamento de um Serviço de Informações Aeronáuticas.1. . econômico e eficiente. e d) à divulgação dos inquéritos. d) aos auxílios visuais terrestres.procedimentos. i) aos sistemas de balizamento diurno e luminoso. e) aos indicadores de vento e de pouso. b) à notificação de acidentes. g) à iluminação de emergência. rápido. c) à remoção e balizamento de obstáculos.1. e b) ao que um Estado deve fazer no sentido de que satisfaça as necessidades de informações para o aeronavegante planejar o seu vôo e realizá-lo de modo seguro.“Aeródromos” Refere-se: a) às características físicas dos aeródromos.14 ANEXO 14 . h) aos auxílios visuais para localização de aeródromos. guarda e remoção da aeronave acidentada.1. b) às luzes aeronáuticas. c) ao inquérito . 7. f) aos dispositivos de sinalização.“Investigação de Acidentes e Incidentes da Aviação” Refere-se: a) à proteção dos destroços.1. j) aos equipamentos de aeródromos. e k) aos heliportos.MCA 53-1/2008 67 7.1.1. 7.

e b) Volume II – Emissões de motores de aeronaves.15. requer-se que todos os Estados contratantes proporcionem.1. Definições. de conformidade com as disposições do Artigo 37 do Convênio sobre Aviação Civil Internacional (Chicago.15.“Segurança” Refere-se: a) aos princípios gerais. NOTAM.1. b) a organização. um serviço de informação aeronáutica que seja responsável pela compilação.16 ANEXO 16 . 7.1.15.1 Como o objetivo dos Padrões e das Práticas Recomendadas.1. é fornecer a uniformidade dos métodos de compilação e divulgação da informação aeronáutica.68 MCA 53-1/2008 7. Informação anterior e posterior ao vôo. exata e oportuna.1.15. preparação de informação aeronáutica relativa a seus territórios.“Proteção Ambiental” Refere-se: a) Volume I – Ruído de aeronaves. 7. Generalidades. Dados eletrônicos de obstáculos e de superfície terrestre). foram adotados pela primeira vez pelo Conselho. 7.1. 7. AIP.4 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo – (Introdução. informações que devem ser divulgadas por NOTAM AIRAC. 7. formato de SNOWTAM e ASHTAM.1.2 Requer-se ainda que os Estados tomem as medidas necessárias para que a informação que proporcionem sobre seus territórios seja adequada. e modelo de NOTAM). 1944) e se designou como ANEXO 15 ao Convênio.1.1. pesquisa.3 Os Padrões e as Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica.1. Requisitos de Telecomunicações. AIRAC. e b) Apêndice – (conteúdo da AIP. em 15 de Maio de 1953.17 ANEXO 17 .1. . AIC. individualmente ou coletivamente.1. regularidade e eficácia da navegação aérea. sistema de Distribuição pré-determinada pelos NOTAM. no interesse da segurança.

Provisão de dados novos. d) a responsabilidade.1. e g) as provisões de segurança para as mercadorias perigosas.2.1. Circular de Informação Aeronáutica.1. b) os materiais permitidos e materiais proibidos. c) as embalagens e rótulos. 7. Informação Anterior e Posterior ao vôo. a OACI preparou o Manual 8126-AN/872. f) a comunicação de acidentes ou incidentes com mercadorias.MCA 53-1/2008 69 c) as medidas preventivas de segurança. 7. e) as informações relativas às mercadorias.1. Pacote de informação aeronáutica integrada. Organização de um serviço de informação aeronáutica (AIS). . NOTAM. e c) melhorar a organização e o funcionamento de um AIS. Sua finalidade principal consiste em: a) ajudar os Estados contratantes a aplicar as normas e os métodos recomendados contidos no ANEXO 15/OACI. b) ajudar os Estados na instrução de seu pessoal AIS.2.1 Doc.2 MANUAIS 7.1 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo (Introdução.1.“Transporte sem Riscos de Cargas Perigosas por Via Aérea” Estabelece: a) a classificação das mercadorias consideradas perigosas para o transporte aéreo. 8126 – “Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica” Com o objetivo de explicar as funções básicas de um AIS e descrever um tipo de organização modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS.1. Publicação de Informação Aeronáutica (AIP).18 ANEXO 18 . 7. e d) ao gerenciamento da responsabilidade para os atos de interferência ilícita.

mas demasiadamente detalhada para fazer parte de um ANEXO/OACI. Os SUPPS complementam a exposição de requisitos quanto a instalações e serviços contidos nas publicações do Plano de Navegação Aérea. 7. para satisfazer necessidades de determinar áreas que não estão incluídas nas disposições de caráter mundial. 7. ou formam parte de um dos documentos intitulados “Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS)”.2. Consulta comum de mensagens para a interrogação de outras bases de dados AIS).2 Doc.1 Doc.3 PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA (PANS) São publicações que compreendem procedimentos operacionais cujo grau de desenvolvimento não se tornou ainda suficiente para adoção como norma ou método recomendado. como Normas ou Recomendações.70 MCA 53-1/2008 Organização de um sistema automatizado dos serviços de informação aeronáutica. contém matéria já bastante experimentada para ser adotada como norma ou método recomendado. 7.1. processamento e distribuição de NOTAM. Procedimentos comuns de consulta para o autoatendimento do usuário. Critérios de seleção de NOTAM. dar o máximo de eficácia e economia às cartas aeronáuticas requeridas em todos os segmentos da comunidade de aviação na forma e variedade em que melhor cumpram seus fins.1. Uso da automação na compilação.“Procedimentos Suplementares Regionais” (SUPPS) Constituem a parte regulamentar do Plano de Navegação Aérea para as conferências regionais de navegação aérea.1. Preparação das cópias dos originais. e b) Apêndice (Modelo de AIP em notas explicativas. Orientação no uso do Serviço Fixo Aeronáutico (AFS). reprodução e distribuição). NOTAM. Em outros casos. 8697 – “Manual de Cartas Aeronáuticas” O propósito geral desse Manual é apresentar textos de orientação detalhados sobre todos os aspectos da cartografia aeronáutica que possam ajudar os Estados a por em prática as normas e recomendações do ANEXO 4/OACI e. .3. Os procedimentos de aplicação mundial se incluem nos ANEXOS/OACI. Às vezes deixam de ser incluídos nos ANEXOS/OACI os textos de um PANS. SNOWTAM e ASHTAM. em razão de estarem sujeitos a freqüentes emendas. em conseqüência. 7030 .

e) Códigos para notificar a qualidade dos sinais. d) Designação de emissões típicas de radiocomunicações.2. e g) Código Q. “SS” e “SW” (ver alínea “u” do item 2. 7. É esse índice que prevê qual a letra do indicador atribuída a cada região do mundo.4. Para o Brasil.“Abreviaturas e Códigos da OACI” 7. No caso do Brasil. f) Código NOTAM. depois de cancelados. incluindo-se os indicadores dos Centros ATS (FIC/ACC) encarregados das regiões de informação de vôo (FIR/UIR). para a América do Sul foi atribuída a letra “S”.3. “SD”.4. “SN”.1.3. Por exemplo.1.2 Doc.MCA 53-1/2008 71 7.4 INDICADORES E DESIGNADORES 7. .1 Contém as abreviaturas e os códigos aprovados pelo Conselho da OACI para uso mundial no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas e nos documentos de informação aeronáutica.3. foram atribuídas as letras “SB”. 7910 .1.4.3. estão relacionadas apenas as localidades cujos indicadores são “SB”. b) Abreviaturas para identificação de mensagens do Serviço Fixo Aeronáutico.1. “SI”. 7.1 Doc.1. os indicadores não deverão ser utilizados durante um período de um (1) ano. NOTA: Para evitar dúvidas. 7. Estão atribuídas.2 Apresenta também um índice de letras de identificação atribuídas às áreas de encaminhamento do Serviço Fixo Aeronáutico. 8400 .2.1.3).1 Apresenta os indicadores de todas as localidades (de cada país membro) que possuem estação aeronáutica que preste o serviço fixo aeronáutico.2 Está dividido nos seguintes tópicos: a) Abreviaturas (partes decodificada e codificada). c) Sinais e procedimentos empregados no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas.1.1. ainda.1.“Indicadores de Localidades” 7. “SJ”.4.1. as duas primeiras letras que cada país pode utilizar nos seus indicadores de localidades.

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7.1.4.2 Doc. 8585 - Designadores de Empresas Exploradoras de Aeronaves, de Entidades Oficiais e de Serviços Aeronáuticos 7.1.4.2.1 Contém designadores de empresas exploradoras de aeronaves, assim como entidades oficiais e de aviação internacional. 7.1.4.2.2 Os designadores compreendem: a) os telegráficos de três letras destinados para o uso no serviço internacional de telecomunicações aeronáuticas; e b) os telefônicos de empresas exploradoras de aeronaves, assim como de entidades oficiais e de serviços que explorem aeronaves, que podem utilizarse conforme apropriado. 7.1.4.3 Código Aeroportuário IATA 7.1.4.3.1 É um código composto por três letras que designa os aeroportos em todo o mundo. É definido pela Associação Internacional de Transportes Aéreos (em inglês, International Air Transport Association – IATA). Exemplo: Boa Vista - BVB; Brasília - BSB e Campina Grande – CGR. 7.1.4.3.2 A criação ou alteração do código deverá ser tratada pelo interessado, através do administrador do aeródromo diretamente com a IATA. Tal ação não implicará nos procedimentos e publicações adotados pelo DECEA, tendo em vista que os indicadores de aeródromos utilizados são os preconizados pela OACI. 7.1.5 INSTALAÇÕES E SERVIÇOS

7.1.5.1 Doc. 7383-AIS/803 – Serviços de Informação Aeronáutica Providos pelos Estados Tem a finalidade de se proporcionar, ao possível usuário da informação aeronáutica, os dados essenciais com respeito ao tipo de informação disponível nos diversos Estados e como poderão ser obtidos. Detalha os Serviços de Informação Aeronáutica prestados pelos Estados, a relação de todos os Estados que prestam o AIS, o tipo de informação de que dispõem, o preço das assinaturas, bem como a forma como podem ser obtidas pelos aeronavegantes. Mostra com quais Organizações cada Estado contratante mantém o intercâmbio internacional de NOTAM.

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7.1.6

PLANO DE NAVEGAÇÃO AÉREA

7.1.6.1 Determina detalhadamente as instalações, serviços e procedimentos necessários para navegação aérea internacional dentro de uma área específica. 7.1.6.2 Contém recomendações que os governos podem seguir em seus programas de instalações e, serviços de navegação aérea, com a segurança de que umas e outras, que se proporcionam de acordo com o plano, formarão, com os demais Estados, uma rede geral que será adequada durante bastante tempo. 7.1.6.3 Em seu aspecto técnico, os planos compreendem uma exposição das instalações e serviços necessários em matéria de AGA, AIS, COM, MET, ATS e SAR, com detalhes suficientes para conseguir o funcionamento adequado do plano em conjunto e sua idoneidade para satisfazer os requisitos presentes e previstos. Os planos compreendem também todo o procedimento especial que se considerem necessários para completar os procedimentos de caráter mundial, contidos nos ANEXOS/OACI e nos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS). 7.1.6.4 Doc. 8733 - Plano de Navegação Aérea para as Regiões CAR/SAM 7.1.6.4.1 Apresenta, em forma concisa, o plano OACI para proporcionar instalações e serviços de navegação aérea internacional nas Regiões do Caribe e da América do Sul. 7.1.6.4.2 A exposição de requisitos operacionais básicos e critérios para a planificação regional e a rede de rotas aéreas se põe em dia nas instalações e serviços necessários geralmente por uma conferência regional de navegação aérea. 7.1.7 CATÁLOGO As publicações comentadas nos parágrafos anteriores são de uso mais comum nos órgãos AIS. No entanto, a OACI possui um número muito maior. Anualmente é publicado um Catálogo de Publicações da OACI, em que aparecem todas as publicações em vigor e seu preço para o usuário.

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7.1.8

DISTRIBUIÇÃO

7.1.8.1 Cada Estado participante da Convenção de Aviação Civil Internacional recebe gratuitamente um número determinado de exemplares das publicações da OACI. No mínimo 10 cópias de cada nova publicação são remetidas a cada Estado contratante, fornecendo-se, apenas, uma aos não contratantes. A distribuição de exemplares, além do que determina o Documento 7231 - Regulamento de Publicações da OACI, poderá ser feita mediante indenização. 7.1.8.2 A fim de tornar mais econômica a distribuição de publicações aos Estados participantes, a OACI aconselha a escolha de um órgão central para o seu recebimento e sua distribuição aos órgãos subordinados. No Brasil, esse órgão é a CERNAI (Comissão de Estudos Relativos à Navegação Aérea Internacional). 7.1.8.3 A OACI tem condições de atender a pedidos individuais de fornecimento de publicações, conforme orientação contida no Catálogo de Publicações. No entanto, solicita aos funcionários de órgãos AIS, bem como de empresas de tráfego aéreo, que desejam possuir suas próprias publicações, que façam seus pedidos através de um órgão central. 7.1.8.4 O DECEA possui atualizadas as publicações mais importantes da OACI. 7.1.9 EMENDAS

7.1.9.1 Mensalmente, a OACI distribui um suplemento ao Catálogo de Publicações. Isso permite ao usuário manter-se atualizado quando às publicações editadas pela OACI e que estão em vigor e, conseqüentemente, solicitar aquelas que ainda não tenha recebido. 7.1.9.2 O fornecimento de emendas é gratuito, mesmo para as publicações adquiridas mediante indenização, tanto por órgão oficial, como por usuários particulares. 7.2 DO DECEA A elaboração de uma publicação (convencional, não-convencional ou regulamentar) é tarefa das Divisões e Setores do DECEA, a quem cabe preparar o seu original, que será submetido à apreciação da autoridade competente.

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7.2.1

CONVENCIONAIS São as publicações enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, quanto à confecção,

controle e numeração e complementadas com a legislação em vigor do DECEA. São exemplos de convencionais: a) Diretriz do Comando da Aeronáutica (DCA); b) Folheto do Comando da Aeronáutica (FCA); c) Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA); d) Manual do Comando da Aeronáutica (MCA); e) Norma de Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA); f) Ordem do Comando da Aeronáutica (OCA); g) Plano de Comando da Aeronáutica (PCA); e h) Tabela do Comando da Aeronáutica (TCA). 7.2.2 NÃO-CONVENCIONAIS São as publicações usadas na divulgação de assuntos altamente especializados, que obedecem a padrões internacionais ou cujas características impedem a utilização das publicações convencionais. Possuem estruturas de aspecto específico e não estão enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, porém são complementadas com a legislação em vigor do DECEA. a) Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica (AVCA); b) Almanaque do Comando da Aeronáutica (ACA); c) Boletim do Comando da Aeronáutica (BCA); d) Ordem Técnica do Comando da Aeronáutica (OTCA); e) Manual Auxiliar de Rotas Aéreas (ROTAER); f) Publicação de Informações Aeronáuticas (AIP-MAP); g) Circular Normativa de Proteção ao Vôo (CIR); h) Impressos Especiais (IEPV); i) Acordo e Concepção Operacional*; e k) Configuração Técnica*. (*) ver ICA 19-78.

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7.2.3

REGULAMENTAR Dada a especificidade dos assuntos tratados nas publicações desta espécie, a

sua disposição gráfica e a composição do texto deverão observar a formalística prevista na Instrução que dispõe sobre Regulamentação das Organizações (ICA 19-1). O controle e a numeração destas publicações deverão observar o disposto na ICA 5-1 do CENDOC. São exemplos de publicações regulamentares: a) Regulamento do Comando da Aeronáutica (RCA); Exemplo: RDAER, RISAER, RSAS, RCPGAER, RADA, RUMAER. b) Regimento Interno do Comando da Aeronáutica (RICA); e c) Regulamento de Organização do Comando da Aeronáutica (ROCA).

3 8. que: .MCA 53-1/2008 77 8 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC Esse capítulo destina-se a dar conhecimento do sistema regulamentado e das datas previstas no calendário AIRAC. exceto no caso de correções. a menos que.2. por razões operacionais.1 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC Nesse sistema.1 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO O Sistema AIRAC é estruturado de tal modo que possa assegurar. 8. baseado em um calendário internacional de datas de publicação e de datas de efetivação. A publicação e a entrada em vigor da informação serão feitas nas datas previamente estabelecidas. colocadas em lugar de destaque. b) entrarão em vigor em uma data do calendário AIRAC. seguindo a mesma numeração. isto não seja possível. c) não sofrerão modificações durante os 28 dias após a data de publicação. com intervalos de 28 dias.2 8. mas serão identificadas pela sigla AIRAC. tanto as emendas como os suplementos terão as seguintes características: a) serão publicadas em uma data do calendário AIRAC. e e) as informações divulgadas terão caráter operacional. 8. O objetivo do sistema é divulgar com antecedência a informação e ainda promover a efetivação de informações e a atualização de publicações em datas previstas. d) serão confeccionados da mesma forma que os Suplementos e as emendas comuns. a informação será divulgada como Suplemento AIP ou emenda ao AIP nas datas internacionais previamente estabelecidas pelo calendário AIRAC. Quando divulgados de acordo com o sistema AIRAC. a menos que seja impossível.1 FINALIDADE Denomina-se Sistema Regulamentado (AIRAC) a um sistema especial para divulgação de informação.3. 8. por considerações operacionais.

.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009. (NR) . de 21 de outubro de 2009. 28 dias de antecedência da data de entrada em vigor (ver 8. a informação deverá ser publicada se possível.1 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO Cada ciclo AIRAC é composto por 28 dias.3 Para que o Sistema AIRAC funcione satisfatoriamente. a não ser que as circunstâncias notificadas sejam de caráter temporário e não perdurem durante a totalidade do período.4 8.Portaria DECEA No 63/SDOP. pelo menos 28 dias antes do início de ciclo AIRAC dentro do qual cai a data prevista de entrada em vigor. c) a informação notificada dessa forma não se modifique. a fim de que sejam publicados e cheguem aos usuários com. observando-se o prazo de. 8. 28 dias após a data de publicação. de 21 de outubro de 2009. deve ter conhecimento. (NR) . e d) se por uma razão justificada. Em particular. 8. a data prevista de entrada em vigor não coincidir com uma das datas de entrada em vigor predeterminada do sistema AIRAC.4.2 As informações serão planejadas para entrarem em vigor em uma data AIRAC. não somente das datas de entrada em vigor. (NR) . 8.6). de forma que os destinatários possam recebê-la. (NR) .78 MCA 53-1/2009 a) as datas de entrada em vigor se ajustem ao calendário internacional adotado de datas predeterminadas. pelo menos. mas também das datas nas quais os citados dados devem chegar no ICA. b) a informação relativa a qualquer das circunstâncias relacionadas sejam distribuídas.Portaria DECEA No 63/SDOP.4. é essencial que a autoridade competente por fornecer os dados básicos para o AIS esteja plenamente familiarizada com o Sistema. pelo menos nos próximos 28 dias seguintes a data indicada de entrada em vigor. pelo menos. pelo menos. baseadas em um intervalo de 28 dias.4. 28 dias antes da referida data de entrada em vigor. As datas AIRAC são sempre às quintas- feiras.

5. (NR) . .5 A informação fornecida conforme o Sistema AIRAC será publicada em forma impressa e distribuída pelo PAME-RJ com.5 AIRAC NIL Quando não houver informação a publicar nas datas predeterminadas. 8.4. 42 dias antes da data de entrada em vigor. publicarse-á um NOTAM AIRAC NIL.Portaria DECEA No 63/SDOP. de forma que os destinatários possam recebê-la com. 28 dias de antecedência. e 3a) data de entrada em vigor da informação. de 21 de outubro de 2009. (NR) .2). Exemplo: Calendário de 2009 / 2010 Data limite de entrada no ICA 02 FEV 2009 23 FEV 2009 28 DEZ 2009 Data de publicação 09 ABR 2009 07 MAIO 2009 11 MAR 2010 Data de entrada em vigor 07 MAIO 2009 04 JUN 2009 06 MAIO 2010 (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP.1. Data estipulada pelo DECEA para receber a informação que será divulgada de acordo com o sistema AIRAC (ver 5. Esse aviso será publicado por meio de séries nacionais e internacionais de NOTAM.4 O sistema AIRAC está associado a três datas importantes que são: 1a) data limite em que os dados têm que chegar ao ICA. 8.MCA 53-1/2009 79 8. 2a) data de publicação da informação.4. de 21 de outubro de 2009. de 21 de outubro de 2009. pelo menos.Portaria DECEA No 63/SDOP. pelo menos.

e j) zonas ou rotas. g) horários de funcionamento de aeródromos. i) perigos para a navegação. irregularidades conhecidas e períodos de manutenção de auxílio rádio à navegação e instalações de comunicações. zonas de parada e pátios. f) posição. h) serviços de alfândega. migração e saúde. proibidas ou restritas (incluindo tipos de atividades e períodos de ativação quando conhecidos) e ADIZ. ou parte delas.6 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP. . de chegada e partida. instalações e serviços. . frequências. de táxi.80 MCA 53-1/2009 8.áreas de controle. exercícios militares e movimento em massa de aeronaves. e) pistas de pouso. b) posições.zonas ou rotas. d) instalações de meteorologia (incluindo radiodifusão) e procedimentos. de caráter permanente onde exista possibilidade de interceptação. de 21 de outubro de 2009. códigos de chamada. . eliminação e modificação significativa prevista (inclusive testes operacionais) de: a) limites (horizontais e verticais). Estabelecimento. .zonas de controle. de atenuação de ruídos e qualquer outro procedimento ATS pertinente. c) procedimentos de espera e aproximação.rotas ATS. regulamentos e procedimentos aplicáveis a: . . altura e iluminação de obstáculos para a navegação. onde exista a possibilidade de interceptação. . e . ou partes delas.regiões de informação de voo.áreas perigosas.áreas de serviço de assessoramento.

de 21 de outubro de 2009.MCA 53-1/2009 81 8.7 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC (NR) . 2010 2011 2012 2013 2014 14 JAN 11 FEV 11 MAR 8 ABR 6 MAIO 3 JUN 1 JUL 29 JUL 26 AGO 23 SET 21 OUT 18 NOV 16 DEZ 13 JAN 10 FEV 10 MAR 7 ABR 5 MAIO 2 JUN 30 JUN 28 JUL 25 AGO 22 SET 20 OUT 17 NOV 15 DEZ 12 JAN 9 FEV 8 MAR 5 ABR 3 MAIO 31 MAIO 28 JUN 26 JUL 23 AGO 20 SET 18 OUT 15 NOV 13 DEZ 10 JAN 07 FEV 07 MAR 04 ABR 02 MAIO 30 MAIO 27 JUN 25 JUL 22 AGO 19 SET 17 OUT 14 NOV 12 DEZ 09 JAN 06 FEV 06 MAR 03 ABR 01 MAIO 29 MAIO 26 JUN 24 JUL 21 AGO 18 SET 16 OUT 13 NOV 11 DEZ .Portaria DECEA No 63/SDOP.

9.82 MCA 53-1/2008 9 CARTAS AERONÁUTICAS Nesse capítulo. a saber: a) Fase 1: Táxi desde o ponto de estacionamento da aeronave até o ponto de decolagem. em rota. . 9. define que o vôo é dividido em 6 (seis) fases. d) Fase 4: Descida até aproximação.2 FASES DO VÔO A OACI. as que não têm caráter operacional imediato.Cartas Aeronáuticas. porém contribuem para a segurança do vôo. b) Fase 2: Decolagem e subida até a estrutura de rota ATS. todas as cartas aeronáuticas publicadas pelo DECEA. estão descritas de forma sucinta. saída. a fim de que os Especialistas AIS possam desempenhar suas funções. em seu ANEXO 4 . ainda. e f) Fase 6: Pouso e táxi até o ponto de estacionamento.1 FINALIDADE As Cartas Aeronáuticas têm por finalidade facilitar as tarefas das tripulações aéreas durante as diferentes fases do vôo (rolagem. c) Fase 3: Estruturas de Rotas ATS. e) Fase 5: Aproximação para o pouso ou perdida. aproximação e pouso) e há.

k) Carta de Saída por Instrumentos (SID). e) Carta de Área (ARC). procedimentos e rotas. c) Carta de Obstáculos de Aeródromo .3 9. desenho e padronização.Manual de Cartas Aeronáuticas.Construção de Procedimentos de Vôo Visual e por Instrumentos e no Documento 8697 .Operações de Aeronaves . g) Carta de Pouso (LC). j) Carta de Aproximação Visual (VAC). f) Carta de Altitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR).responsável pelas informações ATS.4 TIPOS O DECEA publica os seguintes tipos de cartas: a) Carta de Planejamento de Vôo (FPC). e c) PAME .3. h) Carta de Aeródromo (ADC). d) Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC). i) Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC). bem como os procedimentos indicados no Documento 8168 .1 APRESENTAÇÃO Na confecção das cartas são aplicadas as normas e recomendações indicadas no ANEXO 4/OACI .2 Na produção de uma carta aeronáutica estão quase sempre presentes os trabalhos de três segmentos do DECEA: a) CINDACTA/SRPV (DO-ATM) . b) Carta de Rotas (ERC). . b) ICA .Cartas Aeronáuticas. l) Cartas de Chegada Padrão por Instrumento (STAR).Tipo A (AOC). sobre topografia.responsável pela impressão e distribuição.responsável pelas informações aeronáuticas. cálculo.MCA 53-1/2008 83 9.3. 9. 9.

As Cartas de Rotas estão estreitamente relacionadas com as Cartas de Área e com as Cartas de Saída por Instrumentos. r) Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP). São produzidas 8 cartas. impressas uma no verso da outra. uma para as aerovias inferiores e a outra para as aerovias superiores. e t) Carta de Rotas Especiais de Helicópteros (REH).5.1. q) Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP). n) Carta Aeronáutica Mundial (WAC). cartas da AIP-Brasil e AIP-Brasil MAP podem ser visualizadas no Portal do DECEA (AISWEB).500.1. distâncias e auxílios-rádio principal.5.000.84 MCA 53-1/2008 m) Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC). . exceto a L1. p) Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV). conforme o item 4. 4 para as rotas ATS no espaço aéreo inferior (L1/L2 e L3/L4) e 4 para as rotas no espaço aéreo superior (H1/H2 e H3/H4). NOTA: As FPC.2.2.000. desse Manual.1 DESCRIÇÃO CARTAS AVULSAS 9. 9. São confeccionadas na escala 1:10. com suas respectivas identificações.5. São confeccionadas na escala 1:3.1.5 9.1 Tem por finalidade principal facilitar a tarefa das tripulações de vôo durante a navegação apoiada em auxílios-rádio e desenvolvida de acordo com os procedimentos estabelecidos pelo serviço de tráfego aéreo para os vôos nas rotas ATS de todo o território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil. WAC.000. s) Carta de Rotas Especiais de Aeronaves (REA).000. que está na escala 1:2. fornecer uma visão geral de todas as rotas ATS existentes no território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil. o) Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV). 9.5. ERC.1 Carta de Planejamento de Vôo (FPC) Destina-se a facilitar a seleção de rotas na fase de planejamento das operações de vôo. A FPC é produzida em duas versões.000.2 Carta de Rota (ERC) 9.

e R são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e não são RNAV. G. S e K. 9.5.5. N e P são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV.5. V e W são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e que não são RNAV.2. J. e d) Q. . Y e Z são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV.2 Um designador de rota poderá ser acompanhado das letras U.2.2.2.1.2.1 Composição da Rota ATS 9. b) S (SUPERSONIC): indicando rota específica para vôos supersônicos.1.2.5. com os seguintes significados: a) U (UPPER): indicando rota pertencente ao espaço aéreo superior. b) L. M.2. e c) K (KOPTER): indicando rota específica para vôo de helicóptero. NOTA: A ausência de tais letras significa que a rota ATS pertence ao espaço aéreo inferior.1 Cada rota ATS é identificada por um designador que consiste numa das letras designadas abaixo: a) A.2 Utilização Prática 9.2.2.2. T. c) H.1.MCA 53-1/2008 85 9.1.5. B.1.2 Identificação de Rotas ATS 9.2.

5.3 Simbologia .86 MCA 53-1/2008 9.1.2.

. NOTA 4: Todos os limites verticais de aerovias são em níveis de vôo.4 O cálculo do nível mínimo para vôo IFR fora de aerovia obedece aos seguintes critérios: a) procurar a altitude do ponto mais elevado dentro de uma faixa de 16NM (30 Km) para cada lado do eixo da rota. NOTA 2: A correção referida em (b) anterior é obtida na publicação intitulada “Correção QNE”. 2) Num vôo de SBBR(BRS)/SBGL(CAX). NOTA 5: Fora dos limites laterais e/ou abaixo do nível de vôo mínimo de aerovias. distância. fixos etc. deve ser registrado a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: W45 BGC DCT. Se o valor encontrado não corresponder a um nível de vôo. NOTA 3: Todas as distâncias são em milhas náuticas (NM). e c) soma-se 1000 pés (300m) gabarito. Exemplos: 1) Num vôo de SBCF(CNF)/SBKP(CPN). e não: W45. NOTA 1: Sobre regiões montanhosas o gabarito é de 2000 pés (600m). deve ser registrada a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: UA317 PAI DCT. NOTA 2: Todas as altitudes são em pés (FT). b) soma-se a maior correção QNE da rota.1. NOTA 6: Qualquer esclarecimento sobre rumo. deverá ser observado a AIP-BRASIL Parte ENR. e não: UA317.5. nível mínimo.2. ou qualquer aeródromo da TMARJ. não é considerado vôo em aerovia. arredonda-se para o nível de vôo IFR imediatamente acima. 9. . esses devem estar abrangidos pelos limites laterais.MCA 53-1/2008 87 NOTA 1: Todas as marcações são magnéticas. NOTA 7: As rotas ATS são balizadas através dos auxílios à navegação (VOR/NDB). Para rota ATS ser utilizada como rota entre dois pontos.

9.Tipo A (AOC) Tem por finalidade representar todos os obstáculos existentes nas áreas da decolagem.2 Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC) Tem por finalidade proporcionar informação detalhada sobre o perfil do terreno de determinada parte da área de aproximação final.3.5.5.5. podendo variar de 1. São confeccionadas em duas escalas: horizontal .1 Carta de Área (ARC) É uma carta avulsa que se destina a proporcionar ao piloto informações que facilite sua tarefa nas transições entre o vôo em rota e a aproximação para um aeródromo através de áreas terminais com estruturas complexas de rotas ATS.5.2 Carta de Atitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR) Tem por finalidade fornecer informação que permita às tripulações monitorar e conferir as altitudes ou níveis atribuídos quando sob controle radar. os procedimentos em caso de falha de comunicação com o órgão de controle radar. NOTA: As Cartas ARC do Rio de Janeiro/São Paulo e ARC Curitiba/Florianópolis/ Navegantes são distribuídas separadamente do AIP-MAP. .500 e vertical .000 até 1:24.3 MANUAL AIP BRASIL .2.5.3. Descreve. 9. É obrigatória para todos os aeródromos abertos ao tráfego aéreo comercial internacional.1:500. onde existirem obstáculos.000 até 1:2.2 MANUAL AIP-BRASIL 9. para que os exploradores de transporte aéreo possam avaliar o efeito do terreno ao determinar a altura de decisão empregando radioaltímetro. 9.2. que possam ter interferência na limitação operacional das aeronaves durante a decolagem. podendo variar de 1:10.88 MCA 53-1/2008 9. São confeccionadas em duas escalas: horizontal. textualmente.400. por intermédio de cartas avulsas.5. São obrigatórias para todos os aeródromos dotados de equipamentos para aproximação por instrumentos de Categoria II e III.1:2.MAP 9.000 e vertical.1 Carta de Obstáculos de Aeródromo . nas quais as informações não possam ser adequadamente representadas na escala das ERC.

4 Carta de Aeródromo (ADC) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo a informação necessária para facilitar o movimento das aeronaves no solo. 9.MCA 53-1/2008 89 9. A carta de aeródromo possui no seu verso informações sobre as características físicas do aeródromo. dos pontos INS e observações (RMK) sobre a utilização dos pátios representados.5. sinalização horizontal. auxílios visuais. auxílios luminosos. A carta de estacionamento de aeronaves possui. Quando a saída se destina a dois ou mais fixos.5. no momento da transição para o vôo visual e para a rápida saída da pista depois do pouso.3. em saídas por instrumentos. no verso. 9. distâncias declaradas.3.5. Contém uma representação gráfica das principais instalações e serviços existentes no aeródromo. É publicada somente para os aeródromos onde o tráfego visual para o aeródromo for diferente do circuito padrão.3.3 Carta de Pouso (LC) Tem por finalidade fornecer uma ilustração do aeródromo. NOTA: Essa carta está sendo substituída pela carta de aeródromo (ADC).5.6 Carta de Aproximação Visual (VAC) A função desta carta é proporcionar ao piloto uma visão gráfica dos procedimentos de circulação visual no tráfego para pouso ou decolagem.3. de modo a facilitar a aproximação para a pista em uso. desde o pátio de estacionamento até a pista de pouso e vice-versa.5 Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC) Destina-se a proporcionar os detalhes necessários para os movimentos das aeronaves entre as pistas de táxi e as posições de estacionamento nos pátios e vice-versa. informações sobre as coordenadas dos pontos de estacionamento. a designação será a do fixo comum. perfil longitudinal e observações (RMK) sobre utilização das pistas e pátios representados.7 Carta de Saída por Instrumentos (SID) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo as informações que permitem chegar à rota prevista.3. 9. provendo as informações necessárias para pouso. onde as saídas se bifurcarem. coordenadas das cabeceiras.5. temperatura de referência. . 9. É identificada pelo nome do fixo ATS a que se destina a aeronave.

9.3. É obrigatória para todo aeródromo aberto para operações por instrumentos (IFR). Exemplos: RNAV(VOR / DME) RWY 24 . 9.1.1.3.3. GPS. Exemplo: ILS RWY 10 CAT II 9.5. ILS. sem espaço. 9.3. seguida da abreviatura RWY e designador da THR ou das THR. a informação “CAT II”. Exemplo: ILS/DME VOR/DME LLZ/DME 9.2 Nos procedimentos conjugados. aproximação perdida (arremetida) e a órbita de espera.90 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Quanto ao número de letras deverão ter a grafia e a fonética com cinco letras. PAR).9. 9. após a identificação da pista. será colocada. caso tenha um outro procedimento com mesmo tipo e RWY.5. os tipos de auxílio-rádio serão separados por uma barra diagonal inclinada à direita.3. VOR.4 Nos procedimentos de navegação de área. ora existentes com pontos de notificação e fonética de quatro letras serão gradativamente substituídas para adequar-se ao preconizado pela OACI.3.1 Identificação 9.5.3. NOTA 2: As SID.1. nos procedimentos somente para circular e.1 A identificação do tipo de procedimento de aproximação por instrumentos será colocada na margem superior direita da carta e feita pelo tipo de procedimento (NDB.5.9.8 Carta de Chegada Padrão por Instrumento (STAR) Tem por finalidade proporcionar à tripulação de vôo a informação que lhe permita seguir a rota de chegada padrão por instrumento designada.5. desde a fase em rota até a fase de aproximação.5. será acrescida uma letra após o tipo de procedimento.9. RADAR.9 Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC) Tem por finalidade proporcionar a representação gráfica vista em planta e em perfil de uma aproximação por instrumentos.3 Nos procedimentos ILS com categoria II ou superior à categorização do ILS.5. a identificação será precedida da sigla “RNAV” e com os auxílios utilizados para a execução do procedimento logo a seguir da sigla e entre parênteses.1. 9.9.

.1 O nome do procedimento é identificado por um grupo alfanumérico e pela designação da pista para a qual se aplica o procedimento. Exemplos: VOR A RWY 02 e VOR B RWY 02.1. a identificação será seguida de uma letra do alfabeto.7 A identificação abaixo está sendo gradativamente substituída pela identificação supra citada. . DELTA 2. iniciando por A e em seqüência ascendente.5. 9. ALFA 2. a informação “ HEL ONLY “.9. Descida CHARLIE 1.6 Para procedimentos somente para circular. Descida ECHO 1. Descida DELTA 1.1.5..3.3. VOR Y RWY 14.1... iniciando por Z e em seqüência descendente. que utilizem os mesmos auxílios à navegação.5. 9. Exemplos: VOR Z RWY 14..MCA 53-1/2008 91 9.9.9..1. Exemplos: PAR RADAR (Não precisão) ILS VOR NDB Descida ALFA 1. seguido do tipo de auxílio-rádio principal (DELTA 1 RWY 15-VOR). e assim sucessivamente.. e assim sucessivamente. Exemplo: VOR RWY 10 (HEL ONLY).. ECHO 2.. 9.3.5 Quando houver mais de um procedimento que utilize os mesmos auxílios à navegação. NOTA 2: Nos procedimentos exclusivamente para helicópteros será colocada após a identificação da pista..5. BRAVO 2.... a identificação será seguida de uma letra do alfabeto..7. Descida BRAVO 1. NOTA 1: A ausência de auxílio-rádio após a sigla RNAV.9.3. indica-se que o procedimento poderá ser executado utilizando-se qualquer dos sistemas para a navegação de área.. CHARLIE 2.

sob jurisdição de um mesmo APP.9. localizados dentro de uma mesma TMA/CTR.5.9.1.3.8 Procedimento 1o AERÓDROMO 2oAERÓDROMO ALFA BRAVO CHARLIE DELTA ECHO FOXTROT GOLF HOTEL INDIA JULIETT 3o AERÓDROMO KILO LIMA MIKE NOVEMBER OSCAR 9.5.9 Altitude Mínima de Setor (MSA) . ou seja. os procedimentos receberão designadores na seguinte ordem de importância dos aeródromos: AUXÍLIO PAR RADAR ILS VOR NDB 9.1.3.92 MCA 53-1/2008 NOTA: Quando houver mais de um aeródromo. operando por instrumentos.

altitude mínima .9.4. 9. e c) visibilidade: a categorização da aeronave é de responsabilidade exclusiva do piloto em comando. b) teto. tomando-se como base a velocidade na configuração de pouso.1 Carta Aeronáutica Mundial (WAC) Tem por finalidade atender aos requisitos da navegação visual.5. CATEGORIA A B C D E 9.5. A carta é também empregada para: a) servir como carta aeronáutica básica na confecção das cartas de área.altitude máxima .5.1.altitude obrigatória 9. cartas de rota.11 Especificações a) tipo de operação do aeródromo: IFR diurna ou noturna.3. tais como: auxílios-rádio.1.3.9. etc.10 Altitudes Representação Gráfica: 3000 pés 4000 pés 5000 pés 6000 pés 9.MCA 53-1/2008 93 9. e b) utilização no planejamento de vôo. aeródromos.5.1 Características: a) composta essencialmente de uma base geográfica (de escala maior a fim de que seja obtida a precisão requerida) sobre a qual são adicionadas as informações aeronáuticas.5.4 OUTRAS CARTAS KT menor que 91 KT de 91 KT a 120 KT de 121 KT a 140 KT de 141 KT a 160 KT de 161 KT a 210 KT .4.1.altitude recomendada . principalmente ao realizado à alta altitude.. espaços .

conforme sua finalidade.94 MCA 53-1/2008 aéreos condicionados.1.4.1 Escala é a relação entre uma dada distância na carta e a que ela representa na superfície da terra.1.2 Recomenda-se também.000.3 Escala 9. 9. bem como as altitudes máximas de quadrícula. e f) produzida na escala de 1:1.4.3.5.4. 9. Para vôos IFR fora de aerovia. que nada mais são que a maior elevação dentro de uma área compreendida entre um grau de diferença de latitude e um grau de diferença de longitude. d) obrigatória para todo o mundo.1.1. juntamente com um resumo das características dos aeródromos e dos auxílios-rádio.4. Exemplo: 1:1. subseção 2.4.2.2.5.2 Restrição ao uso 9. parte GEN. e) são necessárias 46 folhas (4x6 graus) para cobrir todo o território brasileiro.1. c) deve indicar claramente os principais acidentes planimétricos. NOTA: As correções sobre tais cartas podem ser obtidas na AIP-BRASIL. tanto para mais como para menos. alerta-se aos usuários que as elevações constantes dentro de cada quadrícula podem estar com incorreção de altimetria. 9.1 Tendo em vista a base geográfica utilizada na compilação da série WAC.000.000 (um por um milhão) .000.5. que o uso da carta se limite à navegação VFR. b) compilada a partir de uma base cartográfica.5. a ICA 100-12 deve ser consultada. cabendo a cada país a responsabilidade pela edição das folhas compreendidas pelo seu território.5. arredondada para o múltiplo de dez metros imediatamente superior. seção 3.

são representados em milhares (algarismos grandes) e centenas (algarismos pequenos) de pés acima do nível médio do mar.4. referente ao elemento de maior elevação (cota) conhecida em cada quadrícula. uma unidade na carta representa um milhão de unidades na superfície.4.1. 9.1 Existe. O valor é baseado na informação disponível.MCA 53-1/2008 95 9. cores hipsométricas.5 Km 1cm = 5 Km 1:1. 9.4.2 As formas de terreno são indicadas pelo sombreado do relevo. Exemplo: 38 3800FT ALT NOTA: Tendo em vista algumas cartas ainda possuírem elevações em metros. indicará que esse valor é baseado em uma elevação estimada. incluindo terrenos e obstáculos. 100.1.5.000. referidos ao nível médio do mar (MSL).5 Determinação de Rumos e Distância 9. em centenas e dezenas de metros.5.000 cm = 1 Km Assim: Escala 1:250. São utilizados. Caso esses algarismos estejam acompanhados de um sinal de subtração (-).4.1.5.5.4.3. na medida de rumos verdadeiros e eventualmente para achar distâncias.000 1:500. um grande número de plotadores que nada mais são que uma combinação de régua e transferidor. os valores indicados serão expressos.2 Isto quer dizer que.1.5.000 1cm = 2. respectivamente.4.4. A unidade mais usada é o centímetro.1 Os valores das elevações máximas indicadas nas quadrículas limitadas pelas linhas graduadas de paralelos e meridianos.5.1. principalmente.5. pontos cotados e curvas de nível a intervalos de 100 pés. .1.4.4 Elevações máximas 9.000 1cm = 10 Km etc 9. com intermediárias de 330 pés quando necessário. através dos algarismos grandes e pequenos.

1. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro.5.2 logo após.3 caso não cruze um ou mais meridianos. de forma que o rumo 00º coincida com um meridiano. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas. 3. . 3.4 logo após. 3. de forma que o rumo 0º coincida com um meridiano.5.1 se cruzar. de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo.3 caso não cruze um ou mais meridianos. O resultado dessa operação será igual ao Rumo Magnético. 8.Rmg: 4 5 6 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota. ajustar o plotador circular. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro.1 se cruzar. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas. Assim. alinhar a régua de plotar entre os pontos. ajustar o plotador circular. conforme a variação indicada na carta.2 Instruções de Uso do Plotador Medindo o Rumo Verdadeiro . Assim.RV: 1 2 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota. 3. 7 somar o valor angular da linha isogônica identificada e atualizada com o Rumo Verdadeiro.96 MCA 53-1/2008 9. 8. de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo.2 logo após.4. Medindo o Rumo Magnético . 8 observar se a rota cruza um ou mais meridianos. deve-se ajustar o plotador circular. 8. deve-se ajustar o plotador circular. observando as setas de indicação de rumo e contra-rumo. identificar a linhas isogônica mais próxima aos pontos plotados e atualizá-la. medir o Rumo Verdadeiro. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada. e 3 observar se a rota cruza um ou mais meridianos.

5.4. 9. e conferir. Para se achar o Rumo Magnético. Medindo as Distâncias: 1 2 verificar as marcações constantes na régua. deve-se posicionar o Rumo verdadeiro medido e constante do plotador circular.4 logo após. NOTA 2: No Brasil. sempre somarão as linhas isogônicas ao Rumo Verdadeiro. Em seguida. face a sua posição geográfica no globo terrestre.1. NOTA 1: Para atualizar a linha isogônica. e alinhar essas marcações com a rota designada. a distância.1 As figuras seguintes servem de ilustração para esclarecer as instruções de uso do plotador. constatando. constante da marcação de declinação magnética. deve-se multiplicar a variação anual pelos anos que se passaram até o momento atual. observando a escala apropriada. . observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada.5. Esse valor é o Rumo magnético. constante da marcação citada. no plotador circular. o valor coincidente com essa declinação.2.MCA 53-1/2008 97 8. deve-se observar o valor atualizado da declinação magnética. assim. no rumo 0º.

1.5.4.1 Para medir Rumo Verdadeiro: .1.5.2.98 MCA 53-1/2008 9.

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99

9.5.4.1.5.2.1.2 Para medir Rumo Magnético:

100

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9.5.4.1.5.2.1.3 Para o cálculo do rumo magnético (Rmg), adicionar ao rumo verdadeiro (Rv) a declinação magnética (Dmg) média, realizando a correção das linhas isogônicas através da variação anual.

Variação anual: 10’W para 1996 Dados: Rv = 080º Dmg =11ºW Correção: (para 2008) 12 anos x 10’= 120’ou 2º Rmg = 080º + 11º + 2º Rmg = 093º 9.5.4.2 Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV) Destina-se, como as WAC, a atender as necessidades do vôo visual, principalmente ao realizado à média altitude. É editada na escala de 1:500.000 e é recomendada pela OACI. São necessárias 158 folhas (2x3 graus) para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.3 Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV) Produzida na mesma escala das CNAV com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CNAV em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica.

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101

9.5.4.4 Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP) Produzida de forma semelhante à WAC, na escala de 1:250.000 e, como ela, destina-se ao vôo visual, principalmente ao realizado à baixa altitude. Não está prevista pela OACI. Há necessidade de 557 folhas (1x1,5 graus)para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.5 Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP) Produzida na mesma escala das CAP com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CAP em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica. 9.5.4.6 Carta de Rotas Especiais para Aeronaves (REA) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde a aeronave obedecerá a condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de facilitar o fluxo de tráfego visual, em locais de grande movimento. Esse tipo de carta também é confeccionado para o tráfego de aeronaves sem transponder, identificada com a abreviatura REAST. 9.5.4.7 Cartas de Rotas Especiais para Helicópteros (REH) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde o helicóptero obedecerá condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de disciplinar o tráfego VFR, evitando conflito com o tráfego IFR e proporcionar o máximo de áreas livres no solo para pouso de emergência. 9.6 9.6.1 ATUALIZAÇÃO As Cartas sofrem substituição sempre que haja alterações importantes a serem

introduzidas. 9.6.2 No final de cada ano será editado o calendário de publicação das emendas às Cartas de

Planejamento (FPC), de Rotas (ERC), as contidas na AIP-Brasil e na AIP-Brasil - MAP, indicando as datas limites de recepção da informação no ICA, as de expedição, as previstas para o recebimento pelos usuários e, ainda, as de entrada em vigor.

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9.6.3

Poderá ser necessário editar novas cartas que fazem parte da AIP-MAP, essas serão

editadas conforme calendário de Suplemento AIP, não sendo incluídas na edição normal, saindo sempre sob a forma de Suplemento AIP. No entanto, a efetivação delas será publicada através de um NOTAM. Essas cartas devem ser inseridas no manual AIP-MAP e a sua Lista de Verificação deve ser atualizada de forma manuscrita, até que passe a constar em uma nova lista. 9.6.4 A quantidade de ciclos AIRAC de distribuição das cartas acima será estabelecida pelo

DECEA. 9.6.5 As outras cartas (ver 9.5.4) vem sendo impressas e reimpressas sem prazos pré-

determinados. 9.6.5.1 Em caso de pequenas alterações, que não exijam substituição, a correção das cartas poderá ser feita através das páginas de "correções manuscritas" existentes no AIP-BRASIL, GEN 3.2.8 (Correções das cartas que não são publicadas na AIP).

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10 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO Nesse capítulo serão abordados Regras e Procedimentos de Tráfego Aéreo necessários para o cumprimento e bom desempenho das atividades rotineiras do Serviço de Informação Aeronáutica. As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços ATS podem se adquiridas na ICA 100-12, que contém as seguintes informações relacionadas: a) regras do ar, gerais, de vôo visual e de vôo por instrumentos; b) espaço aéreo sob jurisdição do Brasil; c) estrutura do espaço aéreo; d) classificação do espaço aéreo ATS; e) aerovias; e f) serviços de controle de área, aproximação, aeródromo, informação de vôo e de alerta. 10.1 REGRAS DE VÔO VISUAL 10.1.1 Exceto quando operando como vôo VFR especial, os vôos VFR deverão ser conduzidos de forma que as aeronaves voem em condições de visibilidade e distância das nuvens iguais ou superiores àquelas especificadas na Tab.1 (ver 10.1.2). 10.1.2 Não obstante o estabelecido anteriormente, os vôos VFR somente serão realizados quando simultânea e continuamente puderem cumprir as seguintes condições: a) manter referência com o solo ou água de modo que as formações meteorológicas abaixo do nível de vôo não obstruam mais da metade da área de visão do piloto; b) voar abaixo do nível de vôo 150 (FL150); e c) voar com velocidade estabelecida conforme a Tab.1.

bem como não deverão bloquear os auxílios-rádio sem autorização do respectivo órgão ATC. decolar. em altura inferior a 150m (500 pés) acima do solo ou da água. povoados. 1 10.104 MCA 53-1/2008 F CLASSE DE ESPAÇO AÉREO Distância nuvens B CDE Acima de 900m (3000 FT) AMSL ou acima de 300m (1000 FT) sobre o terreno o que for maior G A 900m (3000 FT) AMSL abaixo ou 300m (1000 FT) acima do terreno. NOTA: A aeronave estará sujeita à ação policial. caso descumpra essa norma. o vôo VFR não será efetuado: a) sobre cidades. 10. entrar na ATZ ou no circuito de tráfego de um aeródromo se: a) o teto for inferior a 450m (1500 pés). tendo como referência a estrutura mais elevada da parte edificada.3 Exceto quando autorizado pelo ATC para atender vôo VFR especial. e c) sobre estabelecimentos penais em altura inferior a 300 metros (1000ft). b) em lugares não citados no item anterior.4. ou b) a visibilidade no solo for inferior a 5 Km. aeronaves em vôos VFR não poderão pousar.1. 10.1 As aeronaves em vôo VFR dentro de TMA ou CTR não deverão cruzar as trajetórias dos procedimentos de saída e descida por instrumentos em altitudes conflitantes.1.4 Exceto em operação de pouso e decolagem. o que for maior Livre de nuvens e avistando o solo das Livre de nuvens 1500m horizontalmente 1500m horizontalmente 300m (1000FT) verticalmente 300m verticalmente Visibilidade 8Km se voando 8 Km se voando no ou 8 Km se voando no ou no ou acima do acima do FL100 acima do FL100 FL100 5 Km se voando 5 Km se voando abaixo do abaixo do FL100 FL100 5 Km se voando abaixo do FL100 5 Km Limite de 380 Kt Velocidade 250 Kt IAS se voando abaixo do FL100 380 Kt IAS se voando acima do FL100 Tab. em altura inferior a 300m (1000 pés) acima do mais alto obstáculo existente num raio de 600m em torno da aeronave.1. lugares habitados ou sobre grupos de pessoas ao ar livre. . exceto quando autorizada pela autoridade governamental competente.

sistema de luzes das pistas de pouso em funcionamento (ver itens 15.1. d) a aeronave deverá dispor de transceptor de VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com Órgãos ATS apropriados. de destino e de alternativa deverão dispor de: . g) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação VFR noturna.5 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VÔO VFR 10. visto que a operação é de sua inteira responsabilidade.2.1.1. .17. caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período noturno.4 e 15.5).1. de destino e de alternativa deverão estar registrados ou homologados para operação VFR.1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida.5. idêntico critério se aplicará à alternativa.Portaria DECEA No 63/SDOP. atendidas as exigências para o voo VFR diurno.17. 15.5.2 Período Noturno Além das condições prescritas em 10.MCA 53-1/2009 105 10.17. (NR) . c) os aeródromos de partida.2. e) referente ao farol de aeródromo.2.3.indicador de direção de vento iluminado ou Órgão ATS em operação.5.2. de destino e de alternativa deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR.1: a) o piloto deverá possuir habilitação para voo IFR. 10. Esse auxílio visual será instalado a critério de seu proprietário. b) a aeronave deverá estar homologada para voo IFR.1.2. e .3. o voo deverá ser iniciado no período diurno. f) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação VFR noturna. sua exigência poderá ser dispensada a critério do órgão regional do SISCEAB quando se tratar de heliponto público. de 21 de outubro de 2009. se a hora estimada sobre esse (via . quando se tratar de heliponto privado. e b) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos de partida.3.1.farol de aeródromo em funcionamento. caso contrário.

1 NÍVEIS MÍNIMOS Exceto quando necessário para pouso ou decolagem. nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis e nas aerovias de mão única.2. será efetuado em um nível/altitude apropriado à rota. quando realizado acima de 900m (3000 pés) em relação ao solo ou água.1) e com o item 10.106 MCA 53-1/2008 aeródromo ou heliponto de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período noturno. de acordo com a Tab. quando o aeródromo de destino for o mesmo aeródromo de partida.2. mesmo que não exista um aeródromo de alternativa habilitado para operação noturna no espaço aéreo em questão ou o vôo for evoluir em CTR ou TMA contíguas.1. quando realizado dentro de um raio de 50Km (27NM) do aeródromo de partida.4). serão selecionados conforme a Tab.2 (ver 10.6 NÍVEIS DE CRUZEIRO Exceto quando autorizado pelo Órgão ATC.3.2.3.1. CTR ou TMA. também será dispensada das exigências contidas em a) e b).2 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR) 10. e na inexistência desses espaços aéreos. NOTA: Para o cálculo de nível mínimo IFR fora de rota ATS (ver 9. nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis em algumas aerovias e nas aerovias ou trechos de aerovias de mão única. 10. o vôo IFR deverá ser realizado em nível não inferior ao nível mínimo de vôo estabelecido para a rota a ser voada. o vôo VFR em nível de cruzeiro. não se aplicarão ao vôo VFR noturno as exigências contidas em a) e b). 10. No caso específico de vôo VFR no período noturno nos espaços aéreos citados anteriormente.3.5. e h) quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ. exceto quando autorizado em contrário pelo respectivo ACC.1). em função do rumo magnético da rota a ser voada.2 NÍVEIS DE CRUZEIRO Os níveis de cruzeiro de vôos IFR efetuados dentro e fora dos espaços aéreos controlados. incluindo as projeções dos limites laterais. 10. . 2 (ver 10.2.

8. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP.1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida. para a realização dos procedimentos IFR convencionais. h) para operação de decolagem IFR. d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida.2.2. de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados. uma carta de aproximação por instrumentos (IAC RNAV – GNSS) aprovada pelo DECEA. Nesse caso. de destino. poderá ser utilizada para execução do procedimento IFR.Portaria DECEA No 63/SDOP. c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem (ver 11. b) caso o aeródromo ou heliponto de partida não esteja homologado para operação IFR. as condições meteorológicas predominantes nesse aeródromo ou heliponto deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR . deverá possuir uma carta de saída por instrumentos (SID). aprovada pelo DECEA. em funcionamento. e) auxílio-rádio à navegação homologado pelo DECEA. NDB ou ILS). de 21 de outubro de 2009.2.4). (NR) .MCA 53-1/2009 107 10. deverá possuir uma carta de aproximação por instrumentos (IAC).3 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VOO IFR 10. de destino e de alternativa deverão estar homologados ou registrados para operação IFR diurno. o aeródromo de alternativa selecionado IFR deverá estar operando baseado em IAC convencional (VOR. Nessa situação o voo somente poderá partir VFR.5. e i) para operação de pouso IFR. de 27 de abril de 2009. f) órgão ATC ou AFIS em funcionamento. g) para operação de pouso IFR. . aprovada pelo DECEA.3.

atendidas as exigências para o voo IFR diurno. . o voo deverá ser iniciado no período diurno. de 21 de outubro de 2009.17. idêntico critério se aplicará à alternativa.1.3. caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período diurno. se a hora estimada sobre esse (via aeródromo de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período diurno. de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados.2. c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem.3.2.5 ).2. e e) os aeródromos ou helipontos envolvidos deverão obrigatoriamente possuir sistema de luzes das pistas em funcionamento (ver itens 15.2 Período Noturno a) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação IFR noturna.2. bastará que esse aeródromo ou heliponto esteja homologado para operação IFR diurna.108 MCA 53-1/2009 10. caso contrário.2.1.3.2. b) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação IFR noturna. (NR) . de destino. d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os Órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida. 15.17.Portaria DECEA No 63/SDOP.17.3.4 e 15.

FL390 e FL410).MCA 53-1/2009 109 10. excetuando-se os casos previstos nas REA ou REH e acordos operacionais reconhecidos pelo DECEA. F055. etc. de 21 de outubro de 2009. etc. 2 FL 30 50 70 90 110 130 150 170 190 210 230 250 270 290 330 370 410 450 490 etc. altitude e altura) a serem observados. Dessa forma. sobre todo espaço aéreo de jurisdição do Brasil e o corredor EUR/SAM (corredor entre a Europa e a América do Sul).3 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO 10.) e ALTITUDE EM PÉS (exemplo: A030.Portaria DECEA No 63/SDOP. DE 180º a 359º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 2000 600 1200 4000 1350 4500 45 1850 6000 65 2000 6500 8000 2450 85 2600 8500 3050 10000 105 3200 10500 3650 12000 125 3800 12500 4250 14000 145 4400 14500 4900 16000 5500 18000 6100 20000 6700 22000 7300 24000 7900 26000 8550 28000 9450 31000 10650 35000 11900 39000 13100 43000 14350 47000 15550 51000 etc. FL380 e FL400). . rumo magnético entre 180º/359º (FL300. FL340. as aeronaves que evoluírem nessa porção (limites verticais e laterais) do espaço aéreo.3. etc). (NR) . FL360. FL330.5.3.2) são os constantes nas colunas FL (nível de vôo . FL310.3.6. deverão obrigatoriamente selecionar seus níveis IFR da seguinte forma: rumo magnético entre 000º/179º (FL290. são os constantes da tabela seguinte: RUMO MAGNÉTICO DE 000º a 179º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 3000 35 1050 3500 900 5000 55 1700 5500 1500 75 2300 7500 2150 7000 95 2900 9500 2750 9000 11000 115 3500 11500 3350 13000 135 4100 13500 3950 15000 4550 5200 17000 19000 5800 21000 6400 23000 7000 7600 25000 27000 8250 29000 8850 33000 10050 11300 37000 41000 12500 45000 13700 49000 14950 etc. em obediência às regras de tráfego aéreo.1 Os níveis de cruzeiro (nível. FL320. 10.2 Os dados previstos para serem inseridos no plano de voo CAMPO 15 “NÍVEIS DE CRUZEIRO” (ver 11. A055. 10. Tab. FL350. etc. FL 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240 260 280 310 350 390 430 470 510 etc.3 A RVSM será aplicada no volume de espaço aéreo entre os níveis FL290 (inclusive)/FL410 (inclusive). FL370.exemplo: F030.

3 Deve-se observar que todas as: a) FIR. f) TMA e CTR estão classificadas como classes C ou D.110 MCA 53-1/2008 10.4.2 No Brasil as classes aplicadas são as seguintes: SUJEITO AUTORIZAÇÃO ATC SIM SIM CLASSES TIPO DE VÔO IFR IFR VFR LIMITE DE VELOCIDADE NÃO APLICÁVEL NÃO APLICÁVEL 380KT IAS NÃO APLICÁVEL RÁDIO COMUNICAÇÃO BILATERAL CONTÍNUA BILATERAL CONTÍNUA A B C IFR VFR ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM D IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM IFR E VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO SIM NÃO F/G IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO NÃO 10. e) aerovias superiores. estão classificadas como Classe A.4 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS 10. 10. GND/UNL ou GND-MSL/UNL estão classificadas como Classe G. e as inferiores acima do FL145.4.4. c) CTA entre o nível mínimo e o FL145 estão classificadas como Classe D.1 Os espaços aéreos ATS são classificados e designados alfabeticamente de A a G. b) CTA entre o FL145/FL245 estão classificadas como Classe A. d) UTA estão classificadas como Classe A. e .

sujeitos às seguintes disposições: a) poderão ser autorizados vôos VFR especiais.5. para que aeronaves entrem ou saiam de uma CTR ou TMA.1 MUDANÇAS DE REGRA DE VÔO Os órgãos ATC somente aceitarão cancelamentos de planos de vôo IFR para VFR e VFR para IFR. 10.3 NÍVEIS MÍNIMOS IFR FORA DE AEROVIA É responsabilidade do piloto em comando calcular o nível mínimo para vôo IFR toda vez que o vôo for realizado fora de aerovia (ver 9. todas as rotas ATS do espaço aéreo inferior terão seus níveis de vôo mínimo alterados para o FL160. com decolagem e pouso no mesmo aeródromo.MCA 53-1/2008 111 g) aerovias inferiores. NOTA: Durante a aplicação do Plano de Contingência. b) adicionalmente. o APP poderá autorizar vôos VFR especiais para operação local dentro de uma CTR. referente à interrupção parcial.2 NÍVEL MÍNIMO DE AEROVIA É o nível estabelecido pelo DECEA e indicados nos trechos de aerovias constantes das ERC ou na AIP-BRASIL. vôos VFR especiais poderão ser autorizados pelo APP. 10. referente à interrupção parcial.5.5. Nesses casos os vôos serão conduzidos como VFR especiais somente nos trechos compreendidos dentro desses espaços aéreos. abaixo do FL145. com pouso ou decolagens em aeródromos localizados dentro dos limites laterais desses espaços aéreos.4 AUTORIZAÇÃO PARA VÔOS VFR ESPECIAIS Quando as condições de tráfego permitirem.2. se as notificações vierem acompanhadas das mudanças que tenham de ser feitas no plano de vôo em vigor.5. todas as rotas ATS serão reclassificadas como classe G. 10. estão classificadas como Classe D.5 REGRAS GERAIS 10. 10. inclusive.4).1. . Durante a aplicação do Plano de Contingência.5.

d) as aeronaves deverão estar equipadas com transceptor VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATC apropriados.TETO . .112 MCA 53-1/2008 c) somente poderão ser realizados vôos VFR especiais no período diurno.VISIBILIDADE .300m (1000 pés). e . e e) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos envolvidos deverão ser iguais ou superiores aos seguintes valores: .3000m ou o valor constante da SID (o que for maior).

ICA 100-3.3 Dessa forma. ICA 100-4. mensagens de atualização de Plano de Vôo. no desempenho de suas funções numa Sala AIS. ROTAER.MCA 53-1/2008 113 11 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS 11. 11. ICA 63-13. ICA 100-15. AIP-MAP.1. temos a certeza que o nosso profissional.4 Modelos de Planos de Vôo (Completo e Simplificado) e das respectivas mensagens de atualização (DLA.1. . ICA 100-9. AIC N06/2006. ICA 100-11.1.1 CONSIDERAÇÕES 11. uniformizando as ações tomadas no referido órgão. ICA 100-1. AIP-BRASIL. possa atuar de maneira a aplicar os diversos conceitos a respeito do assunto supracitado. AIC N05/2007 e AIC N19/2008. 11. CHG e CNL) poderão ser observados nos Anexos B.2 Considerando que o objetivo principal desse capítulo é reunir matérias relacionadas às mensagens veiculadas nas Salas AIS de aeródromo (Planos de Vôo Completo ou Simplificado. nunca divorciando a teoria da prática. MCA 100-11. C e D. FCA 63-50.1.1 As informações abordadas nesse capítulo estão ligadas direta ou indiretamente às seguintes publicações: ICA 53-2. 11. ICA 100-12. MCA 102-7. Mensagem de Transporte Especial e Mensagem Administrativa ao SICONFAC) explicando e exemplificando procedimentos que visam divulgar e completar assuntos já tratados em outras publicações oficiais relacionadas a doutrina básica do Especialista AIS.

VFR. (3) Informar ao órgão ATS local pelos meios disponíveis. na inexistência de Sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que essa não esteja em funcionamento. Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC VOO DOMÉSTICO IFR. Y ou Z (1) (PARA TRECHOS INICIADOS NO EXTERIOR APRESENTADOS EM SALA AIS NO BRASIL) PLN VOCOM EMPRESAS AÉREAS CONCESSIONÁRIAS (*) ACC DE ORIGEM DO VOO ACC ADJACENTE ÓRGÃO ATS AD DEST SALA AIS AD PART CGNA CODA COpM (2) X X X X X X X X (1) X X X X X(2) X X X X X X(2) X (3) X (3) X X(4) X X X X X X(2) X (5) X X (6) X (7) (*) X X(2) (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. Excepcionalmente. Y ou Z (MENOS 20 MIN. VFR. VFR.114 MCA 53-1/2009 11. como se tivesse sido apresentado nessa Sala AIS. DLA. a Sala AIS que recebeu o plano de voo (PLN) deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL. de 27 de abril de 2009. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO IFR. VFR. de 27 de abril de 2009. . CHG.2 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) ÓRGÃOS PLN/DLA/CHG/CNL VOO DOMÉSTICO IFR. Y ou Z VOO DOMÉSTICO IFR. sempre antes de encaminhar o PVS e suas mensagens de atualização para transmissão. VFR. VFR. deverá retransmiti-lo conforme a tabela acima. ao receber o FPL e/ou suas mensagens de atualização. Y ou Z APRESENTADO EM SALA AIS QUE NÃO AD PART VOO DOMÉSTICO IFR. Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC (MENOS 20 MIN. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL(*) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL COM AVOEM ou AVODAC(*) VOO INTERNACIONAL IFR. e CNL) como se fosse a Sala AIS do aeródromo de partida do voo. VFR. OBSERVAÇÕES: (1) A Sala AIS do aeródromo de partida do voo. Y ou Z (1) VOO INTERNACIONAL IFR. (2) Os COpM das FIR a serem sobrevoadas. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP.

a empresa exploradora da aeronave ou seu representante credenciado. ÓRGÃOS APP TWR AIS AIS MILITAR AIS SATÉLITE .MCA 53-1/2009 115 (4) Mensagens relacionadas ao Voo Internacional. NOTA: Os procedimentos previstos nesse item referentes ao endereçamento de mensagens. deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL. além do procedimento cabível a cada tipo de VOO DOMÉSTICO.AVIAÇÃO GERAL AFIS ARO CGNA CODA COpM (*) INDICADOR DE LOCALIDADE + DESIGNADOR TELEGRÁFICO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO SBRJ SBBR ACC + ZAZX + ZTZX + YOYX + YOYM + YOYG + YSYX + ZPZX + ZXIP(*) + ZXCD + YWYX EXEMPLOS SBBRZAZX SBBRZTZX SBBRYOYX SBBRYOYM SBBRYOYG SBMKYSYX SPIMZPZX SBRJZXIP(*) SBBRZXCD SBCWYWYX (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. exceto quando outros procedimentos forem estabelecidos em acordos operacionais homologados pelo DECEA. e CNL) a Sala AIS mais próxima do aeródromo de partida do voo que esteja em funcionamento e que esteja contida na mesma FIR. de 27 de abril de 2009. NOTAM. deverá ser acrescido aos indicadores de destinatários previstos o designador do ACC “ZRZX”. devendo ser cumprido fielmente por todos os órgãos que as veiculam. No caso das mensagens relacionadas à aeronave presidencial. AVOEM. CHG. acrescentar os indicadores de destinatários de todos ACC estrangeiros envolvidos. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. (6) Os ACC das FIR a serem sobrevoadas. somente deverá ser utilizado com o indicador de localidade do referido ACC.). AVODAC. (7) Quando não existir uma sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que não estejam funcionamento. deverá ser transmitida também à Sala ARO do aeródromo de partida do voo. DLA. 11. mensagem de serviço. etc.3 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES ACC RECIFE BRASÍLIA CURITIBA AMAZÔNICA ATLÂNTICO IFR(I/Y/Z)(*) SBREZQZX SBBSZQZX SBCWZQZX SBAZZQZX SBAOZQZX VFR SBREZFZX SBBSZFZX SBCWZFZX SBAZZFZX SBAOZFZX NOTA: O designador telegráfico do ACC “ZRZX”. (5) Quando se tratar de mensagem encaminhada somente à Sala AIS. para mensagens NÃO relacionadas aos voos IFR/VFR (Exemplo: PRENOTAM. . de 27 de abril de 2009.

4.2 O local adequado para apresentação do Plano de Vôo (completo e simplificado). . 11. operador ou representante credenciado (Empresas Aéreas). 11. b) Plano de Vôo Simplificado Vôo (PVS).4 Denomina-se plano AFIL é aquele Plano de Vôo apresentado por radiotelefonia a um órgão ATS. 11. ROTAER. assim como os informes e previsões meteorológicas atualizadas. DLA.5 As mensagens de plano de vôo apresentadas e as mensagens de atualização correspondentes originadas pelo explorador. é a Sala AIS de aeródromo. Em função das especificações contidas nesse Manual.4.3 Os Planos de Vôo IFR e VFR e as mensagens de atualização correspondentes deverão ser originadas e endereçadas pela Sala AIS de aeródromo ou. tendo em vista a disponibilidade das informações aeronáuticas (AIP-BRASIL. NOTAM. FPC).4. a saber: a) Plano de Vôo Completo (PVC). CHG ou CNL. b) antes da partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo controlado (ATZ ou CTR). 11.4.4. quando aplicável. deverão apenas ser endereçadas à Sala AIS do aeródromo de partida do vôo.4 GENERALIDADES 11. ERC. ARC.6 É compulsória a apresentação do Plano de Vôo: a) antes da partida de aeródromo provido de órgão ATS. existem três tipos de planos de vôo. AIPMAP. dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada. para os casos das mensagens FPL. Poderá ser designado outro setor credenciado. cuja decolagem tenha sido de um aeródromo desprovido de órgão ATS. conforme legislação em vigor. e c) Plano de Vôo Repetitivo (RPL). c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo controlado. ou d) sempre que se pretender voar através de fronteiras internacionais. Suplemento AIP. pelo órgão ATS receptor de um plano AFIL. 11.4.1 Plano de Vôo é o documento específico que contém informações relacionadas ao o vôo planejado de uma aeronave ou parte do mesmo que são fornecidas aos órgãos que prestam serviços de tráfego aéreo.116 MCA 53-1/2008 11.

deverão ser apresentados. das condições meteorológicas (informes e previsões meteorológicas atualizadas) dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada. o RCC deve ter condições de fornecer dados necessários do Plano de Vôo aos órgãos ATS envolvidos. no aeródromo de partida do vôo.7 É dispensada a apresentação do Plano de Vôo para: a) vôo de aeronave em missão SAR. não necessariamente naquela do aeródromo de partida. Esse prazo será considerado.10 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20).MCA 53-1/2008 117 11.4.4. exceto o RPL. ou NOTA: Nesse caso. 11. 11. de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30). corretamente preenchidos (ver 11. c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo não controlado.9 Os Planos de Vôo Completo e suas respectivas mensagens de atualização poderão ser apresentados pessoalmente em qualquer Sala AIS de aeródromo. que deve ser preenchido e assinado por pessoa credenciada pelo explorador. b) partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo não controlado. NOTA: Os pilotos e despachantes operacionais de vôo deverão ter ciência.12) e assinados somente por pilotos ou Despachante Operacional de Vôo (DOV). com os seus respectivos CAMPOS. 11. e terá sua validade até 45 (quarenta e cinco) a partir da EOBT. ou d) vôo que não cruzar fronteiras internacionais. as Salas AIS podem receber e encaminhar os planos de vôo e suas respectivas mensagens de atualização. no ROTAER. . nos casos de suspensão de operação para decolagem no aeródromo de partida do vôo. antes do preenchimento e assinatura do plano de vôo. bem como as regras e procedimentos previstos nas legislações pertinentes do DECEA.4.8 O plano de vôo deve ser apresentado pelo menos a 45 (quarenta e cinco) minutos antes da hora estimada de calços fora (EOBT). das condições pertinentes ao vôo previsto na AIP-BRASIL.4. do cálculo de combustível previsto para o vôo. dos horários de nascer e pôr-do-sol dos aeródromos envolvidos.4. a partir da hora do restabelecimento das operações. Durante o período de suspensão das operações. nos NOTAM.

NOTA 3: Ao ser constatada alguma discrepância. adotar os procedimentos previstos pela ICA 63-27 “Procedimentos dos Operadores AIS Relacionados ao DCERTA”. e sem rasura(s).118 MCA 53-1/2010 11. 11. após consulta ao Sistema de Decolagem Certa. (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. O piloto deverá ser orientado a comparecer a esse Setor para regularização. o operador AIS deverá observar os prazos estabelecidos e verificar se os campos estão preenchidos corretamente.4. tal Sala AIS. o operador deve solicitar ao apresentador que o corrija e somente receberá o plano de vôo após essa providência. 11. NOTA 1: Entende-se como plano de vôo. sempre que possível. b) evitar. provavelmente. e . houve falha em relação ao cumprimento acima. 11. no máximo. Caso algum CAMPO esteja indevidamente preenchido. quando em seus campos forem inseridos dados que atendam às instruções e/ou manuais vigentes publicados pelo DECEA.(NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. NOTA 2: Não deverão ser recebidos os planos de voo que constarem na lista de inadimplência fornecida pelo Setor de Tarifas da INFRAERO. com a Sala AIS que recebeu o PLN. deverá: a) envidar todos os esforços possíveis para resolver as falhas detectadas em coordenação.12 Ao receber um plano de vôo (PLN) ou uma mensagem de plano de vôo apresentado (FPL). penalizar o vôo em questão devido aos erros que deveriam ter sido corrigidos quando da apresentação do correspondente PLN.4. ou mensagem ATS. perceber que há falha nessa mensagem ou se o ACC identificar essa falha e questioná-la.14 Quando uma Sala AIS receber um FPL referente a um vôo partindo do correspondente aeródromo. corretamente preenchida. de 24 de agosto de 2010.4. com a tripulação envolvida e ou com órgão ATS pertinente. de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30) deverão ser preenchidos com caneta azul ou preta.11 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20).13 Independentemente do local de partida do vôo. considerando que. a Sala AIS que receber o plano de vôo (PLN) é responsável por realizar a crítica inicial em relação ao preenchimento desse plano. de 24 de agosto de 2010.4.

4. quando da apresentação do Plano de Vôo (Completo ou Simplificado). aguardando orientações quanto ao procedimento a ser seguido.17 Orientar a tripulação de aeronave sujeita a AVOEM ou AVODAC. e a outra com o piloto em comando ou explorador da aeronave (segunda via . esses devem ser mantidos em branco.4. deverá ser observado o procedimento previsto para SLOT ATC de oportunidade. a fim de possibilitar que tal fato seja analisado.MCA 53-1/2008 119 c) expedir. do código referente ao SLOT ATC alocado. dedicadas aos serviços aéreos privados e de táxi aéreo (CAMPO 8 . bem como as medidas pertinentes para a correção e prevenção implementadas.4. ou ao COpM da área ou diretamente ao CODA. 11. 11.4.4. no CAMPO 18.20 O formulário de Plano de Vôo deve ser apresentado em duas vias: a primeira ficará na Sala AIS ou órgão ATS. Caso não exista o código. deverá apresentar um Plano de Vôo (Completo ou Simplificado). a discrepância observada ou dados que não atendam às exigências das legislações em vigor.4. o relato dessa ocorrência aos órgãos apropriados.4. 11.15 Todo veículo ultraleve motorizado que evoluir fora do espaço aéreo condicionado previsto para esse vôo. devendo ser comunicando imediatamente o fato ao ACC da área.22 As durações previstas de vôo devem ser preenchidas com 4 algarismos (horas e minutos). verificar.opcional). Na inexistência da autorização. a Sala AIS deverá comunicar imediatamente à SAC local para providencias aduaneira. 11. seguindo sua formatação. exceto quando a AVODAC for emitida pela SAC. 11. quando houver espaços em excesso. a existência. 11.16 Ao receber um NOTAM relativo à declaração de aeroporto coordenado. quando no recebimento do Plano de Vôo. compete ao operador AIS. 11.4. CHG e CNL vindas do exterior.18 No tocante às mensagens FPL. Essas aeronaves devem possuir as marcas de nacionalidade e de matrícula “PU”. o Plano de Vôo não deve ser recebido.21 A hora utilizada será UTC.19 Os dados deverão ser inseridos no primeiro espaço e. pelos meios adequados. DLA. que deverá ser inserido no CAMPO 18 o número da respectiva autorização de vôo.letras G ou N). . 11.

23 O espaço sombreado que precede o CAMPO 3 é para o uso exclusivo da Sala AIS ou do órgão ATS receptor de um plano AFIL. Esses indicativos foram atribuídos.4.5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC) 11. notificado pelo piloto pessoalmente. 7 (sete) caracteres. declarado no PLN inicial. as mensagens FPL. CHG e CNL deverão permanecer arquivados por um prazo de 3 (três) anos. O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo provido de órgão ATS dar-se-á com o pouso no aeródromo de destino. por telefone ou radiotelefonia. Isto ocorrerá. houve uma mudança intencional no plano de vôo em vigor (CPL). tendo em vista que ao efetuar esse pouso. no máximo. Quando. de acordo com as instruções abaixo. 11.IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Inserir a identificação da aeronave. a qual será utilizada para compor o indicativo de chamada nos procedimentos de radiotelefonia durante o vôo. onde foi modificado o ponto de destino (tornando-se novo aeródromo de destino). PP + 3 letras. PR + 3 letras ou PU + 3 letras). 11. outro plano de vôo deverá ser confeccionado para o novo trecho.4.1 CAMPO 7 .25 O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo desprovido de órgão ATS ocorrerá.120 MCA 53-1/2010 11. automaticamente. relativo à aeronave presidencial. 11.26 O FPL. ao se completar o tempo total previsto para o vôo.4. . por qualquer razão. As marcas PPZAA até PPZZZ e PTZAA até PTZZZ são reservadas para as aeronaves em desenvolvimento. através de uma informação de chegada contendo: identificação da aeronave e hora de pouso. sendo necessária a apresentação de um novo PLN. baseados em legislação específica sobre o assunto. excetuando-se dessa obrigatoriedade o caso de pouso em aeródromo provido de TWR. DLA. com. com todos os CAMPOS do plano de vôo (CAMPOS 7 ao 19). 11. e necessite prosseguir esse vôo. deverá ser transmitido aos indicadores de destinatários previstos. modificar ou cancelar os referidos designadores: a) a marca de nacionalidade e de matrícula da aeronave (PT + 3 letras. sendo a D-CCO do DECEA órgão competente para atribuir.24 Os Planos de Vôo. o pouso for realizado em aeródromo que não o de destino.5.4.

e a marca PU aos veículos ultraleves motorizados. . b) e c) anteriores no CAMPO 7.5. PT01). MAR01.8.8. em conformidade com a Circular de Informação Aeronáutica especifica sobre o assunto. e f) quando o indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia for diferente de uma das formas apresentadas anteriormente. ALBATROZ.MCA 53-1/2008 121 em processo de homologação. o piloto deverá inserir a marca de matrícula da aeronave de acordo com as letras a).3). etc. desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA. BRS01. a expressão RMK/ seguido do indicativo de chamada a ser utilizado (ver 11.) e as aeronaves envolvidas em operações aéreas de segurança pública e/ou de defesa civil. Esse procedimento somente poderá ser usado. construídas por amador e aeronaves experimentais.5.6). Exemplos: -TAM8770 VRG2252 ONE6223 c) o designador oficial de matrícula das aeronaves das forças armadas brasileiras. as codificações de aeronaves militares (GORDO. e) no caso do vôo em formação. e no CAMPO 18. substituir os 4 algarismos pela expressão “01” (exemplo: FAB01. o registro será da identificação da aeronave líder da esquadrilha. ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO MARINHA DO MAR + 4 algarismos ou MBR + 4algarismos BRASIL EXÉRCITO BRASILEIRO FORÇA AÉREA BRASILEIRA EBR + 4algarismos ou EXB + 4algarismos FAB + 4algarismos ou BRS + 4algarismos ESPAÇO AÉREO ESTRANGEIRO MBR + 4algarismos EXB + 4algarismos BRS + 4algarismos d) no caso de aeronave presidencial. Excetuam-se dessa regra. Exemplo: -PTAIS N485JL b) as empresas de transporte aéreo regular realizando vôo de HOTRAN colocarão o designador telefônico previsto de três letras da empresa seguido do número do vôo com 4 algarismos (ver 11.1.2.

se VFR primeiro Exemplo: -Y 11.1.REGRAS E TIPO DE VÔO Deve-se observar o seguinte: 11.se VFR c) Y . CAMPO 8 . observando o disposto no CAMPO 15. b) V .1 Regras de vôo (1 caractere) 11.para aeronaves de transporte aéreo regular (ver ICA 102-8 GRUPO I).2.se IFR.1 Inserir uma das seguintes letras para indicar a regra de vôo que o piloto se propõe a observar: a) I .2 Para os casos que o piloto desejar registrar sua rota com mais de uma regra de vôo. d) M .para aeronaves de transporte aéreo não regular (ver ICA 102-8 GRUPO II).2.para aeronaves militares.3 No caso de utilização de Y ou Z.se IFR primeiro d) Z . b) N . no CAMPO 15.2. ou e) X .2 Tipo de vôo (1 caractere) Inserir uma das seguintes letras para indicar o tipo de vôo nacional ou estrangeiro: a) S . 11.5.para aeronaves da aviação geral (ver ICA 102-8 GRUPO II).5.2.Y CAMPO 8 .122 MCA 53-1/2010 11.5.1. o(s) ponto(s) de mudança(s) de regra(s) de vôo. deverá ser inserida a letra referente ao primeiro trecho. Exemplo: -IM . o piloto deve inserir.2.5.Z N0190F130 N0190F085 W47 LON/N0190F095 VFR W26 CTB/N0190F080 IFR W48 DCT PAF170080/N190F080 IFR DCT PAF/N0190F65 VFR W1 11. c) G .5.2 CAMPO 8 .5.para aeronaves de categoria distinta das indicadas.1.

8.1 Número de aeronaves (1 ou 2 caracteres) Inserir a quantidade de aeronaves quando se tratar de vôo em formação.000kg ou mais.1.5. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado. O vôo em formação de aeronaves civis somente será realizado quando autorizado por órgão competente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).3. 136.000kg ou menos.FAB2231 CAMPO 9 .1. Esse designador consta no MCA 100-11. inferior a 136.2 Tipo de aeronave (2 a 4 caracteres) Inserir o designador apropriado da aeronave.NÚMERO E TIPO DE AERONAVES E CATEGORIA DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA 11.3. Quando for registrado ZZZZ. b) M . ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo.1. ou ZZZZ.REG/FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 11.7). Exemplo: Aeronaves FAB2231 FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 realizarão um vôo em formação e a primeira é a aeronave líder (ver 11.000kg e superior a 7. incluindo a aeronave líder da esquadrilha.5.8.MCA 53-1/2008 123 11. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado. indicar o tipo da aeronave no CAMPO 18.3e 11. Exemplo: E120 11. Exemplo: /M .5 CAMPO 18 . 7.7).3 Categoria da esteira de turbulência (1 caractere) 11.5.3. e c) L .5.5.3.5. precedido de TYP/ (ver 11. CAMPO 7 . para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.5.8.PESADA.5. quando não houver designador estabelecido.3.LEVE.000kg.1 Inserir a esteira de turbulência usando a codificação abaixo: a) H .3 CAMPO 9 .MÉDIA.

3. de auxílios à navegação e à aproximação: a) N . em complemento ou substituição ao previsto em a) “S”.se a aeronave não dispuser de equipamento de radiocomunicações. NOTA: São considerados equipamentos normais à combinação dos equipamentos/letras: VHF-RTF (V).5.VHF 8.124 MCA 53-1/2008 11.2 No caso de vôo em formação que compreenda aeronaves com categoria de esteira de turbulência diferentes. 11. VOR (O) e ILS (L).5.33 Khz (ver NOTA 3) W . quando necessário. ou b) S .VHF RTF (ver NOTA 4) Y . por radiotelefonia. para indicar os equipamentos de radiocomunicações.4.SDGI O . Assim.se a aeronave dispuser de equipamentos normais de radiocomunicações. para indicar os equipamentos de radiocomunicações. uma das seguintes letras. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha.VOR R . ADF (F). uma ou mais das seguintes letras.2 Inserir.3. de auxílio à navegação e à aproximação.OUTROS (ver NOTA 1) . 11.RVSM (ver NOTA 5) Z . o Piloto deverá registrar a da aeronave líder e. exigidos para a rota considerada. até o momento da decolagem.4.1 Inserir. inserindo a letra “S” entendese que existe na aeronave a combinação dos equipamentos listados anteriormente. informar ao órgão ATS local.RNAV/RNP (ver NOTA 2) T . de auxílios à navegação e à aproximação. e esses funcionarem.UHF RTF V .5.5. de auxílio à navegação e à aproximação disponíveis e que funcionam: C – LORAN C D – DME F – ADF G – GNSS (GPS) H – HF RTF (ver NOTA 6) I – INERCIAL J – DATA LINK (ver NOTA 7) L – ILS Exemplo: .TACAN U . exigidos para a rota considerada ou se esses não funcionarem. no lado esquerdo do CAMPO.4 CAMPO 10 – EQUIPAMENTO 11.

para voos VFR. quando o voo for realizado no espaço aéreo abrangido pelas FIR Recife. NOTA 3: A inclusão da letra Y indica que a aeronave está equipada com rádios VHF-COM capazes de sintonizar canais com espaçamento de 8. para voos IFR. NOTA 7: Para indicar a disponibilidade de uma aeronave com função ADS em serviço. UM.1.6). o tipo de equipamento precedido de COM/ e/ou NAV/. juntamente com a letra “G”.33kHz.5.5.5.8. Dacar Oceânica e Sal Oceânica entre o FL290/FL410. (ver 11. UL. é requerido equipamento radiocomunicação em funcionamento.8. UN. de 27 de abril de 2009. O espaço aéreo RVSM compreende todos os níveis de voo entre o FL290/FL410 inclusive. Atlântico. respectivamente). A letra R também deverá ser inserida: para indicar que a aeronave é certificada RNP10. NOTA 2: Toda vez que constar no CAMPO 15 ROTA um dos designadores de aerovias: UZ. deve ser especificado.5.4.(NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP.5. UP. em todas as FIR nacionais e o corredor EUR/SAM (ver 11.1.6).15).8 e 11.1.8.8. NOTA 5: Aeronaves aprovadas para realizarem voos sobre área com Separação Vertical Mínima Reduzida (RVSM).1.3.5. essencial para o voo no continente Europeu acima do FL245. no CAMPO 18. (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico) excetuando-se os casos especiais previstos na AIP-BRASIL -ENR 3. e pelo espaço aéreo da AORRA.MCA 53-1/2009 125 NOTA 1: Se for utilizada a letra Z. UQ. deverá ser incluído a letra R. Canárias.8.4 e 11.1. NOTA 6: A inclusão da letra H será compulsória.9. toda vez que for realizado voo em espaço aéreo fora de cobertura VHF.5. e BRAVO/DELTA. conforme o caso (ver 11. NOTA 4: Voos realizados nas classes de espaço aéreo ATS de ALFA/GOLF. UT ou UY. indicando que a aeronave deve possuir os equipamentos previstos para os seguimentos de rota RNAV envolvidos (DOPPLER ou INERCIAL ou GPS). . indicando assim que está disponível e em serviço o GPS (ver 11.

3 Equipamentos SSR e de vigilância – Função ADS (1 ou 2 caracteres) 11.3. “E” e no “G” acima do FL100. a letra “D”. Exemplos: -SDGI/C -SDGIRWZ/S 11. b) A . com a altitude de pressão e a identificação da ACFT.4.transponder Modo S. ou g) S . no lado direito do CAMPO. por aeronaves com o equipamento inoperante ou ausente. porém sem a identificação da ACFT.4.2 Sempre que as aeronaves pretenderem evoluir nos espaços aéreos ATS classes “A”. d) X .4096 códigos). para indicar que a aeronave possui o equipamento de Vigilância Dependente Automática (ADS) em serviço (ver 11. quando aplicável. poderá ser concedida. registrando o fato no Livro de Registro de Ocorrência.transponder Modo A (4 dígitos .3 A utilização dos espaços aéreos citados acima. “B”. “D”. com a altitude de pressão. deverão possuir a bordo o equipamento transponder com 4096 códigos Modos A e C (letra C) em funcionamento ou o equipamento transponder Modo S.4. . desde que o órgão ATC local autorize em conformidade à CIRTRAF 100-23.8.4. desde que não pretenda evoluir nos espaços aéreos controlados e chegue na FIR através das Rotas Especiais para Aeronave Sem Transponder (REAST) existentes. “C”.5.15).2 NOTA 7 e 11. após coordenação e aprovação do órgão ATC local. com a identificação da ACFT. f) I .5. porém sem a altitude de pressão. 11. Estando dentro de uma CTR classificada como “C” ou “D”.4096 códigos) e Modo C.5. O operador AIS somente receberá o Plano de Vôo dos casos citados nesse item.3.5. e) P . usando uma das letras seguintes para indicar o tipo de equipamento (SSR) instalado na aeronave em funcionamento: a) N – nenhum.transponder Modo S.4 Introduzir.4. com altitude de pressão (letras P ou S) em funcionamento.transponder Modo A (4 dígitos .1.5.transponder Modo S.5.transponder Modo S. no lado direito do CAMPO junto ao equipamento SSR. c) C .1 Inserir. sem a identificação da ACFT e altitude de pressão. 11.3.3.5.126 MCA 53-1/2008 11.4. uma aeronave poderá ser autorizada a decolar com o equipamento inoperante ou ausente.

5 CAMPO 13 .8. seguida de 4 algarismos. IFR diurna e IFR noturna). . como por exemplo: do sítio de vôo. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18.5. em função de: a) quilômetros por hora: a letra K seguida de 4 algarismos. ou a hora real de decolagem. para o caso do AFIL. deverá ser inserido os algarismos “0000”.5. NÍVEL DE CRUZEIRO E ROTA) 11. Tendo que registrar uma EOBT à meia-noite.5.5.5.AERÓDROMO DE PARTIDA E HORA 11. para a primeira parte ou a totalidade do vôo. para o Plano de Vôo apresentado antes da partida. Exemplo: -K0650 b) Nós: a letra N.5. Exemplos: -1215 -0000 11.5. ou inserir ZZZZ.5.6.1 Aeródromo de partida (4 caracteres) Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de partida. ( ver 11.2 Hora (4 caracteres) Inserir a hora estimada de calços fora (EOBT).10). 11.3 O aeródromo de partida poderá também ser designado como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA ou como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO de um vôo. precedido de DEP/.1.1.1 Velocidade de Cruzeiro (Máximo 5 Caracteres) 11.5.5. se não houver indicador de localidade.MCA 53-1/2008 127 Exemplos: -SDGJ/CD -SDGIJRWZ/SD 11. Exemplos: -SBSJ -ZZZZ NOTA: O aeródromo de partida deverá ser registrado ou homologado para operação pretendida (VFR diurna.6 CAMPO 15 . VFR noturna.ROTA (VELOCIDADE DE CRUZEIRO.6. 11.5.1 Inserir a velocidade verdadeira (velocidade aerodinâmica) de cruzeiro. que é a velocidade equivalente corrigida para os erros de densidade (pressão e temperatura).

2.13).6.6.3 O preenchimento desse CAMPO com uma altitude de cruzeiro.5. a expressão VFR deverá ser inserida. arredondado aos centésimos mais próximos.1.2.CAMPO 15 VFR e CAMPO 18 RMK/500FT AGL 11.A050 A035 VFR . b) ALTITUDE: a letra A + 3 algarismos. TMA. e c) VFR: quando o vôo NÃO tiver sido planejado para ser conduzido em um nível/altitude de cruzeiro VFR.128 MCA 53-1/2008 Exemplo: -N0350 c) Número Mach: a letra M. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo. na inexistência desses espaços aéreos. em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida. seguida de 3 algarismos. variar ou se espere que varie em 5% a mais ou a menos em relação à declarada no plano de vôo. CTR. em nível de cruzeiro. Deve-se observar o seguinte: a) NÍVEL DE VÔO: a letra F + 3 algarismos. Quando um vôo não for conduzido conforme a tabela de níveis de cruzeiro (nível ou altitude).2 Sempre que a velocidade verdadeira. Exemplos: Nível de vôo .5.5.6.8.5.2.82) 11.1 Os Níveis de Cruzeiro (altura.F065 F110 F370 Altitude . Exemplo: -M082 (para o Mach 0.2 O Campo Nível de Cruzeiro somente deve ser preenchido com níveis ou altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro.5. somente deverá ocorrer quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ. (ver 11.2.6. 11.6.2 Nível de Cruzeiro (Máximo 4 Caracteres) 11. altitude ou nível de vôo) que devem ser observados em obediência às instruções previstas são os constantes na tabela de níveis de cruzeiro prevista. tal modificação deverá ser notificada nesse formulário. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo. no momento em que estiver igual ou abaixo da Altitude . incluindo as projeções dos seus limites laterais ou. 11.5. podendo ser especificado no CAMPO 18 como RMK a intenção do Cmt.

o rumo magnético é 172º e a regra de vôo é VFR. deve ter ciência das alturas mínimas regulamentares para cada tipo de vôo (avião. etc).2 Poderá ser registrada uma rota que se inicie em aeródromo situado em aerovia. helicóptero. Qualquer solicitação do piloto diferente. ao planejar seu vôo.6. Registra-se.13). prosseguir DCT para um aeródromo não situado em aerovia.5. a intenção do piloto (ver 11.8. Vale ressaltar que o piloto. assim. como RMK.3. seguido de um espaço. e a partir de um ponto significativo.MCA 53-1/2008 129 de Transição (TA) definida. as altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro (ver tabela abaixo).3. 11. veículo ultraleve motorizado.6.5.3 Rota (Incluindo Mudanças de Velocidade. as seguintes ALTITUDES estarão disponíveis para esse vôo: A035 e A055. 11. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo.fora de rota ATS) quando os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo NÃO estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia). ALTITUDE DE CRUZEIRO RUMO MAGNÉTICO RUMO MAGNÉTICO 000º/179º 180º/359º VFR IFR VFR IFR 035 030 020 055 050 045 040 075 070 065 060 095 090 085 080 115 110 105 100 135 130 125 120 145 140 Exemplo: Sabendo-se que a TA de SBBH é 6000FT. ou b) DCT (direto .2.1 Introduzir: a) o designador da rota ATS (aerovia) se os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia). . deverá ser registrada VFR e no CAMPO 18. abaixo de 6000FT. e vice-versa.5.6.5. Nível e/ ou Regras de Vôo) 11.

será desnecessário registrar a mesma rota ATS após o ponto especificado.3 Um vôo realizado abaixo do nível mínimo de uma rota ATS especificada. rota ou regra de vôo. 11. seguirão diretamente entre os auxílios à navegação e/ou os pontos que definam essa rota. numa ERC ou ARC.5. quando se efetuarem em uma rota ATS estabelecida.3.5. etc) em relação a uma rota ATS (aerovia). deve-se consultar a AIP-BRASIL parte ENR para esclarecimentos. 11.130 MCA 53-1/2008 11. quando aplicável.6.8 Convenções Usadas na Composição de uma Rota Exemplos: -N0470F350 -N0230F230 -N0200F080 -M083F410 -N0160F075 -N0210F260 UW4 W10 LAP W42 G677 MSS DCT DCT DCT 1845S05240W DCT DCT LJS313030 UA318 . incluindo cada ponto onde haverá mudança de velocidade.3. mesmo que efetuado sob o eixo dessa rota ATS. ao nível ou de ambos num ponto significativo. 11. na medida do possível.5. e não existir modificação na rota ATS selecionada. seguirão ao longo do eixo definido dessa rota.5. quando ocorrer mudança de rota ATS ou mudança de aerovia inferior para superior ou vice-versa.3.3.5. prolongamento.6 Existindo alguma dúvida (nível mínimo. Excetua-se desse procedimento.5. Exemplos: -N0470F350 UW4 POMON/N0470F310 -N0300F230 W10 C/LAP/N0300F230F250 UW10 11. deverá ser considerado DCT. ou em FIR.6.6.6.6.3.7 Ocorrendo uma alteração referente à velocidade. fixos compulsório.5 Os vôos.3.4 Para vôos fora de rota ATS devem ser inseridos os pontos que não estejam separados por mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou por 200MN (370 km). nível.6. 11.

4.6.5. b) G677 MSS DCT MSS200080F045 VFR DCT. Exemplos (respectivos): a) FLZ (VOR Fortaleza). c) APAFE. c) ponto de notificação compulsório ou a pedido. b) NDB.5. existir o registro de um designador de rota ATS ou DCT. e e) marcação e distância relativa a um auxílio-rádio à navegação.5. e d) G677 FLZ162111 W46. antes de um ponto significativo. e e) FLZ161110 (Ponto situado na radial 161 e à distância de 110NM do VOR FLZ). assim definido: a) VOR.4 Ponto Significativo (2 a 11 Caracteres) 11. Exemplos: a) DTC FLZ270100 DCT.4. d) 0556S04305W ou 03S032W. . d) coordenadas geográficas.MCA 53-1/2009 131 11. de 27 de abril de 2009. é compulsório.5.1 É o designador codificado atribuído a um ponto.4.6.2 Portanto.3 Para mudança de regras de voo (IFR para VFR ou vice-versa).6. c) W10 C/REC/N0200F060F080 G677 (NR) – Portaria DECEA Nº 19 /SDOP. 11. os pontos significativos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS.6. 11. b) FLZ (NDB Fortaleza).

5. e d) DCT MCO360070/N0180F060 IFR DCT PAF W8.5 Mudança de Velocidade ou de Nível (Máximo 21 Caracteres) 11. em 5% da velocidade aerodinâmica (velocidade verdadeira) ou 0.6.6. 11.5. quando variar ou se espere que varie. 11.132 MCA 53-1/2008 11. b) ATF143090/N0230F110.6. sem espaços entre eles. da velocidade de cruzeiro e do nível/altitude de cruzeiro. d) XINGU/N0270F090.1 Introduzir o ponto significativo (ponto de notificação compulsória) escolhido no qual está previsto mudar de regra de vôo. c) DCT PAF/N0180F080 IFR W8. Exemplos: a) BHZ/N0270F080.6.1 Introduzir o ponto significativo no qual está previsto mudar de velocidade e/ou mudar de nível/altitude. em relação à declarada no CAMPO 15 Velocidade de Cruzeiro. . mesmo quando só se mude um desses dados. e uma das indicações: VFR (quando de IFR para VFR) e IFR (quando de VFR para IFR). expressado exatamente conforme os itens anteriores. c) 1128S05402W/N0230F130.5. Essa indicação é compulsória na confecção do CAMPO 15 ROTA.6 Mudança de Regra de Vôo (Máximo 3 Caracteres) 11. b) DCT LON171040/N0210F075 VFR DCT. seguido de uma barra oblíqua.5. seguidos de um espaço.5.01 Mach (6. Exemplos: a) W26 JAVAN/N0210F075 VFR DCT.5.6.5. os pontos significativos escolhidos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS.2 A velocidade de cruzeiro deverá ser registrada. e e) LST/N0160A045.6.61kt) ou mais. NOTA: Para mudança de regras de vôo (IFR para VFR ou vice-versa).

se atender as seguintes condições: a) o tempo de vôo do ponto de mudança de regra de vôo até o aeródromo de destino for igual ou inferior ao desse ponto de mudança até o aeródromo de alternativa em rota.MCA 53-1/2008 133 11.5.6. .3 Ocorrendo falha de comunicação até o ponto de notificação previsto para a mudança de regra de vôo. e b) a hora de pouso seja informada a um órgão ATS por qualquer meio de comunicação. o órgão ATS considerará que o piloto prosseguirá para o aeródromo de alternativa em rota (IFR). NOTA 2: O nível de cruzeiro citado na NOTA 1 será determinado em função do rumo magnético da rota. até 30 (trinta) minutos além da EET. contudo.6. poderá prosseguir para o aeródromo de destino.6. os seguintes procedimentos deverão ser observados: a) CAMPO 15: Registrar a rota normal do vôo. a rota e o indicador de localidade do aeródromo previsto no CAMPO 16. caso o vôo esteja sob VMC e o piloto cuidando de sua própria separação. NOTA: Esse procedimento visa evitar que o RCC seja acionado. podendo haver discrepância entre esse e o declarado para a primeira parte do vôo.5.6. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral até o ponto significativo previsto para mudança de regra de vôo.2 Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. e c) CAMPO 18: Registrar como RALT (indicador de localidade de aeródromo de alternativa em rota) o nível de cruzeiro. 11. b) CAMPO 16: Registrar pelo menos um aeródromo de alternativa homologado IFR. escolhido para tal situação. Exemplos: RALT/ F090 W26 SBCT RALT/ F090 DCT SBCT NOTA 1: O nível de cruzeiro e a rota que serão acrescentados no RALT deverão ser determinados a partir do ponto significativo até o aeródromo de alternativa em rota homologado IFR.

tendo em vista a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST ser menor que entre PAF092100 e SBMO. conforme estabelecido no CAMPO 18. Existindo falha de comunicação bilateral até o ponto significativo escolhido (ponto situado na radial 092º à distância de 100NM do VOR Paulo Afonso). a aeronave deveria prosseguir a partir do ponto significativo (PAF092100). COM RALT EM MACEIÓ: CAMPO 15: N0200F090 W10 PAF092100/N0180F055 VFR DCT CAMPO 16: SNGN0050 SNRU SBMO CAMPO 18: RALT/F090 DCT SBMO Descrição: O vôo será realizado conforme o CAMPO 15. caso o nível de cruzeiro IFR . poderá prosseguir para o aeródromo de destino (AD DEST).134 MCA 53-1/2008 Exemplo: Ponto PAF092100 VÔO “Y” TRECHO PAULO AFONSO/GARANHUS. a aeronave. estando sob condições meteorológicas de vôo visual (VMC) e o piloto cuidando de sua própria separação. direto até SBMO (RALT). Deve-se observar que. Caso o piloto desejasse ou a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST fosse maior que entre PAF092100 e SBMO. com regra de vôo IFR (FL090). devendo o piloto informar o seu pouso a um órgão ATS.

sem espaços entre eles.7.5. dos dois níveis que definem a camada a ser ocupada durante a subida em cruzeiro. Exemplos: -SBCT0100 -ZZZZ0030 NOTA: Os aeródromos de destino e alternativa deverão ser registrados ou homologados para operação pretendida (VFR diurna.MCA 53-1/2008 135 (FL090) escolhido para esse trecho (entre PAF092100 e SBMO) fosse inferior ao nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR (FIR-Recife FL080).5.6. seguido da duração prevista de vôo. e -N0440F300 DCT C/0548S05506W/N0485F300F340 DCT.1. ou.7 CAMPO 16 .11).1 Aeródromo de destino e duração total prevista de vôo (8 caracteres) 11. se não existir um auxílio no aeródromo de destino. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18. -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060PLUS W10. da velocidade a ser mantida durante a subida em cruzeiro. . para chegar à vertical de tal aeródromo. No caso do vôo VFR. 11. do ponto no qual está previsto iniciar a subida em cruzeiro. precedido de DEST/ (ver 11.4 Subida em Cruzeiro (Máximo 27 Caracteres) Introduzir a letra C seguida de uma barra oblíqua.5. 11.6.7. também seria necessário inserir a expressão RMK/JÁ VOADO VMC. seguido das letras PLUS. para chegar ao aeródromo de destino.1.7. VFR noturna.8.1 Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de destino. ou do nível a partir do qual está planejada a subida em cruzeiro. Exemplos: -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060F080 W10. IFR diurna e IFR noturna). seguido da duração total prevista de vôo.2 O tempo estimado para o vôo IFR é a partir da decolagem para chegar sobre o auxílio à navegação no qual se iniciará uma IAC.5.AERÓDROMO DE DESTINO E DURAÇÃO TOTAL PREVISTA DE VÔO E AERÓDROMO(S) DE ALTERNATIVA 11.5. por exemplo: do sítio de vôo. ou inserir ZZZZ.5. 11. se não houver indicador de localidade como. de outra barra oblíqua.1. a partir da decolagem. tempo estimado.

NOTA 1: Pelo menos.136 MCA 53-1/2008 11.5.2 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO (CAMPO 16) . o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota).7.aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir.5.2.1.2. ou 3o) AD ALTN – SBAR SBMO (caso o piloto tenha escolhido SBMO como RALT. indicando por exemplo: o nome do sítio de vôo. quando for impossível ou desaconselhável pousar no aeródromo de destino previsto.2 Aeródromo (s) de alternativa (4 ou 8 caracteres) 11. o aeródromo/heliponto de alternativa escolhido deverá ser obrigatoriamente no . da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18. um aeródromo de alternativa deve ser indicado.5. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. e um heliponto localizado em plataforma marítima. precedido de ALTN/ (ver 11. um aeródromo de alternativa em rota (RALT) homologado IFR. fica dispensada a exigência do preenchimento desse CAMPO. pelo menos. NOTA 3: É obrigatório o preenchimento desse CAMPO com. ou inserir ZZZZ. ou 2o) AD ALTN – SNRU SBMO (o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota). NOTA 2: Tratando-se de vôo VFR de helicóptero.5.7. 11. NOTA 4: Vôo IFR de helicóptero realizado entre um aeródromo/heliponto situado no continente continente.1 Inserir o(s) indicador (es) de localidade(s) do(s) aeródromo(s) /heliponto(s) de ALTERNATIVA DE DESTINO e/ou de ALTERNATIVA EM ROTA.7.12). Exemplos: 1o) AD ALTN – SBMO (servirá como aeródromo de alternativa em rota e também como aeródromo de alternativa de destino).8. se não houver indicador de localidade.

A forma de registro será a rota que conduzirá a aeronave desde o AD DEST do plano de vôo até o novo destino. SWXX SWYY. poderá ser tomada a decisão de seguir para outro aeródromo de destino. SBLO SBCT. SBQV SNXX.8.5.2 RIF/ Renovação da autorização em vôo poderá ser utilizado quando. devendo ser notificado ao órgão ATC apropriado.7. se for necessário.1.3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA (CAMPOS 16 e 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar. caso ocorram condições anormais ou de emergência em rota.1 Um ou vários elementos separados por espaço. normalmente situado mais distante do que o constante no CAMPO 16 (AD DEST) do plano de vôo. no tocante aos vôos com menos de vinte minutos dos limites entre duas FIR e o vôo envolver essas FIR.1. incluindo o(s) indicador(es) de localidade(s) da(s) FIR adjacente(s) que será(ão) sobrevoada(s). Poderá ser utilizada também.2. 11.OUTROS DADOS 11.1 EET/ Duração total prevista do vôo desde o aeródromo de partida até o limite de uma FIR.5. SNXX.8. EET/SBBS0100 EET/SBRE0155 SVD0245 REC0330 EET/SBBS0125 SBCW0230 11. consistindo cada elemento de um indicador (3 ou 4 letras e uma barra oblíqua) seguido de texto codificado ou em linguagem clara para completar a informação.5.8 CAMPO 18 . RIF/G677 SBNT . 11. seguido do indicador de localidade de 4 letras do tal aeródromo.MCA 53-1/2008 137 11.5. 11. for previsto que. logo após a decolagem.8.5. antes da partida.7. Esses dados auxiliam o Especialista AIS no endereçamento do PLN.5.4 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA PÓS DECOLAGEM (CAMPO 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar. dependendo da autonomia e sujeito à renovação da autorização em vôo. mediante a inclusão no plano de vôo da informação relativa à rota modificada e ao novo aeródromo de destino. Exemplos: SBLO. para estimar a duração total prevista do vôo sobre pontos significativos. O propósito dessa disposição é possibilitar a renovação da autorização para um novo aeródromo de destino. caso não seja possível utilizar o aeródromo de saída.2.

SEL/FKLM NOTA: O sistema SELCAL satisfaz os requisitos de manutenção de escuta. STS/MMI STS/TREN Missão de Misericórdia Transporte de Enfermo . OPR/DAIS TÁXI AÉREO LTDA OPR/LEBLON S/A OPR/ETA6 11.ONE. Nas aeronaves equipadas com SELCAL. O SELCAL deve ser utilizado nas estações que estiverem devidamente equipadas para fazer chamadas seletivas de terra para ar nos canais de rota HF e VHF.). se for necessário. Os tons são gerados no codificador da estação aeronáutica e recebidos em um decodificador conectado na saída de áudio do receptor de bordo.5 OPR/ Nome do explorador ou proprietário (pare aeronaves civis) ou sigla da Unidade Aérea (para aeronaves militares) a qual pertence à aeronave se não estiver evidente na identificação registrada no CAMPO 7.1.etc.8.5. com transmissão em aproximadamente dois segundos. aquelas constantes no HOTRAN (TAM.6 STS/ Solicitação antes da partida de tratamento especial por parte dos órgãos ATS. GLO. se diferente da identificação registrada no CAMPO 7.1. VRG. A chamada seletiva consiste na combinação de quatro tons de áudio previamente selecionado.1. REG/PPVML REG/FAB2116 REG/FAB2330 FAB2331 FAB2332 FAB2333 (1) REG/PTKRC PTLDQ (1) NOTA: Registro das demais aeronaves no caso de vôo em formação.8. dando sinais repetidos de luzes. por exemplo.5.138 MCA 53-1/2008 11. (ver CAMPO 7 e CAMPO 9) 11.1.4 SEL/ Código do sistema de chamada seletiva (SELCAL). o piloto deve incluir o referido código no plano de vôo e pode manter a escuta convencional. é a chamada radiotelefônica às aeronaves pela transmissão de tons codificados pelos canais radiotelefônicos.8.8. sonoros ou de ambos. 11.3 REG/ Marcas de nacionalidade e de matrícula da aeronave. O sistema de chamada do posto de pilotagem dispara ao receber o tom codificado SELCAL.5.5.

As aeronaves civis utilizarão a codificação TREN (Transporte de Enfermo ou Destinado a Transportar Enfermo ou Ferido Grave). sempre será utilizada por aeronaves militares. com intenção de ingressar no espaço aéreo RNP10 ou vôo de aeronave de estado.8. STS/DEFEC Aeronave em operação especial de Defesa Civil. quando os pilotos desejarem obter dos órgãos ATS prioridade para pouso e decolagem na realização de seu vôo. em princípio. humanitário ou misericórdia.1. 11. Aeronave em operação especial de Segurança Pública. essa deverá ser coordenada pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento (RCC) sob jurisdição da área.33kHz. inserindo o nível de vôo pretendido no CAMPO 15.1 Registra-se STS.5. mas que tenha recebido concessão de dispensa do requisito de uso .MCA 53-1/2008 139 STS/OSAR STS/INSV STS/TROV Operação de Busca e Salvamento (SAR) Inspeção em Vôo Transporte de Órgãos Vitais Vôo de aeronave de estado.3 Para que seja configurada uma MMI. STS/NONRNP10 Operadores de aeronaves não certificados RNP10 (concessões especiais).5. manutenção ou de primeira entrega que não aprovada RNP10 para operação dentro do espaço aéreo AORRA (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico). aquelas aeronaves aprovadas RVSM. Aeronave sem o VHF COM com capacidade de sintonizar canais de espaçamento de 8.1.8. As TROV (Transporte de Órgãos Vitais ou Destinados a Transportar) poderão ser utilizadas por qualquer aeronave. Caso seja implementado o Plano de Contingência nas FIR-brasileiras.8.1. no espaço aéreo RVSM. STS/SEGP STS/EXM833 mandatário. 11.6.5. somente serão autorizadas a voar.2 As MMI (Missão de Misericórdia) e INSV (Inspeção em Vôo) sempre serão realizadas por aeronaves militares. humanitário. A codificação OSAR (Operação de Busca e Salvamento).6.6. 11. manutenção ou de primeira STS/NONRVSM entrega (concessões especiais) que não seja aprovada RVSM. com intenção de ingressar no espaço aéreo RVSM.

ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo.9 NAV/Equipamento de navegação adicional.8.8.5. quando não houver designador estabelecido.1. do heliponto. Exemplo: COM/HF SSB 11. Outra forma também é a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (para heliponto com autorização especial de operação). da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional.140 MCA 53-1/2010 11.1. se introduzido a letra Z no CAMPO 10. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 13.11 DEST/Nome por extenso do aeródromo.5. do sítio de vôo.1.1.5. Exemplo 2: DEST/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ .8. do sítio de vôo.8 COM/Equipamento de radiocomunicações adicionais quando introduzido a letra Z no CAMPO 10. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional.8. em virtude de sua utilização possuir condições especiais.5. se registrado ZZZZ no CAMPO 9.8. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16. ou.1.5. do heliponto. Exemplo: NAV/DOPPLER 11.10 DEP/Nome por extenso do aeródromo.7 TYP/ Tipo(s) de aeronave(s) precedido(s). Exemplo 1: DEST/Fazenda Marabá HELIPONTO1552S04748W NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto onde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso. Exemplo: TYP/4F5 6F103 TYP/EMB123 11. do número de aeronaves. caso necessário. Exemplo 1: DEP/Fazenda Marabá Exemplo 2: DEP/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ 11.

Exemplo 3: ALTN/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ.8.1. do heliponto. do sítio de vôo.5. Exemplo 1: RALT/SBSN (1). do sítio de vôo. . da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional ou a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (heliponto com autorização especial de operação). caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16. (ver CAMPO 15 .1.8.MUDANÇA DE REGRA DE VÔO) 11.5. Exemplo 1: ALTN/Fazenda Marabá. 11. NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto aonde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso.14 FROM/Indicador de localidade de 4 letras ou nome por extenso do aeródromo.13 RALT/Nome do aeródromo(s) de alternativa em rota (1).5. em virtude de sua utilização possuir condições especiais. do heliponto. indicar o nível de vôo e a rota para o aeródromo de alternativa IFR (2).12 ALTN/Nome por extenso do aeródromo. Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR.MCA 53-1/2010 141 11.8. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional por extenso da última decolagem.1. NOTA: É facultativa a inserção desse exemplo para qualquer tipo de vôo. Exemplo 2: HELIPONTO1552S04748W. Exemplo 2: RALT/F090 DCT SBQV (2).

caso o piloto desconheça o aeródromo da última decolagem.142 MCA 53-1/2008 Exemplo: FROM/SBJP FROM/ Fazenda Marabá. H enlace de dados HF. 11. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. NOTA 1: Esse procedimento não deverá ser aplicado para as aeronaves militares brasileiras.8. NOTA 2: Excepcionalmente. ou RMK/RDO e NDB SBLP CFM. ou IFR DIURNO RMK/RDO AD CFM. internacionais regulares e não regulares (excluem-se as empresas de táxi aéreo). ou .5.8.Outras informações codificadas ou em linguagem clara 11. a adequação dos horários previstos de funcionamento dos mesmos para o referido vôo.8.2. designadas para operarem no Brasil. V . M .enlace de dados SSR em modo S). em função do tempo que a aeronave permaneceu estacionada. ou RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM. aeronaves das empresas de transporte aéreo domésticas regulares. ou RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM. necessariamente.5. poderá ser inserido o aeródromo/heliponto de partida.2 RMK (Observações) . para indicar o tipo de enlace de dados quando a letra “J” for inserida no CAMPO 10.enlace de dados VHF.5. dos auxílios à navegação aérea ou dos auxílios luminosos que implica. conforme necessário. seguido de uma ou mais letras (S – enlace de dados via satélite. DAT/S DAT/V DAT/H DAT/M DAT/SV (ver CAMPO 10) 11. RMK/ÓRGÃO ATS e/ou NDB/VOR e/ou AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM IFR DIURNO RMK/RDO e NDB AD CFM.1 Confirmação do acerto prévio. ou RMK/RDO SBLP CFM. brasileiras ou estrangeiras. quanto à disponibilidade dos órgãos ATS.1.15 DAT/ Dados importantes relacionados com a capacidade de enlace de dados.

1. antes de sua realização. para que os órgãos ATC considerem existente o apoio ao vôo proposto.2. não sendo necessário o registro dos itens acima.8. Cabe ressaltar. ou RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM. Contudo. que poderão existir situações que o piloto deverá fazer o pedido não só ao Órgão responsável pelo aeródromo de destino.2 As expressões deverão ser registradas no elemento RMK.diurno ou O procedimento somente deverá ser efetuado. ou RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM. Consta também nas instruções do ROTAER (LEGENDA).5.1. sempre de acordo com as condições prescritas para a realização de cada tipo de vôo (IFR ou VFR . o plano de vôo só deve ser recebido quando no seu CAMPO 18 possuir uma das expressões citadas no item anterior.4 Para o caso cuja operação no aeródromo de destino e/ou alternativa de destino seja somente VFR noturna. mas também ao responsável pelo aeródromo de alternativa de destino/em rota.2. em virtude das instalações previstas nesses aeródromos puderem.8. deverão ser registrados os indicadores de localidades desses aeródromos. .5 É facultada a inserção da expressão “AD” ou “indicador de localidade”.5.1.8. no período noturno. 11.1. registrando nesse elemento. 11. quando as condições prescritas estiverem fora do horário de funcionamento. 11.1. 11.8.5.3 Caberá ao piloto fazer o pedido a localidade e obter a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas aplicáveis ao vôo.8.2. ficar com os auxílios luminosos desligados.1 noturno). 11. já que não existe probabilidade de operações regulares e de emergência. como também ao do aeródromo de alternativa de destino/em rota. se existir a necessidade de informar que o piloto fez o pedido e obteve a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas do aeródromo de destino. que o recebimento do plano de vôo para aeródromos que operam VFR noturno e não possuam Órgão ATS. estará condicionada a confirmação das condições operacionais dos auxílios visuais previstos para esse tipo de vôo.MCA 53-1/2010 143 VFR NOTURNO RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. ou VFR NOTURNO RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM.5. pois dentro desse horário deverão ser proporcionados os serviços de tráfego aéreo determinados.2.5.2.

144 MCA 53-1/2008 Exemplos: RMK/RDO e NDB SBLP SBQV CFM RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP SBQV CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SWLC SWKN CFM 11.4 Os mínimos regulares para decolagem IFR em termo de teto e visibilidade.3 RMK/AVODAC 645/08 Declaração de já ter voado VMC. mantendo referência visual com o solo. RMK/ JÁ VOADO VMC 11.5.5.2. o caso de um vôo IFR entre aeródromos situados dentro dos limites de uma TMA/CTR.2 Emitida pela ANAC (AVODAC) para as aeronaves civis privadas estrangeiras autorizadas a sobrevoar e/ou pousar no território nacional. abaixo do nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR. em missão de aquisição de dados ou não. e/ou material bélica e o número de autorização de vôo. . Também será abrangido por essa regra.8. constante na IAC. RMK/AVOEM 808/08 11. b) civis nacionais e estrangeiras que estiverem equipadas com sensores e/ou equipamentos para aerolevantamento ou pesquisa científica. Exceto para as autorizações emitidas pelas SAC.8. mas fora dos limites de uma rota ATS.2 Número de autorização de vôo 11.5. fora de rota ATS.2.1 Emitida pelo EMAER (AVOEM) para as aeronaves: a) militares e civis públicas estrangeiras.2.2.2. caso pretenda realizar vôo IFR. inclusive quando for inserida a rota com destino ao aeródromo de alternativa em rota (RALT/ . no nível e rota propostos.2. e c) civis nacionais e estrangeiras transportando carga perigosa.8. 11.8. com finalidade militar.2.5.5.8.último trecho IFR para VFR). são os mesmos previstos para pouso de aeronave categoria ALFA.

SITUAÇÃO B . para que esse procedimento possa ser aplicado. respectivamente.Considerando que SBJP possui mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares para decolagem (teto não requerido e visibilidade 600M). Logo. os maiores valores encontrados na IAC para cabeceira oposta (aeronave categoria ALFA). b) AERONAVES DE TRÊS OU MAIS MOTORES: não mais do que duas horas de vôo em velocidade normal de cruzeiro.1. sempre que as condições .4. em ar calmo. 800FT e 1600M (IAC NDB RWY 34). para as aeronaves a jato ou turboélice de dois ou mais motores. com um motor inoperante.Em SBJP a RWY 16 está em uso com operação normal. ou seja. 11.2.5.3 É imprescindível que exista uma coordenação estreita entre a Sala AIS e o APP ou a TWR.3 Esse procedimento visa permitir que uma aeronave possa pousar.2.4. porém igual ou superior aos mínimos previstos na SITUAÇÃO B. 11. os mínimos em termo de teto e visibilidade são.4.2.MCA 53-1/2010 145 considerando o setor de decolagem da pista em uso.8. em ar calmo.1 Quando as condições meteorológicas estiverem abaixo dos mínimos previstos na SITUAÇÃO B para operação de decolagem IFR.2. 11.4. Exemplo: SITUAÇÃO A .2 Nos casos em que os mínimos meteorológicos estiverem abaixo dos valores previstos na SITUAÇÃO A. caso não seja possível utilizar o aeródromo de partida do vôo. 11. com um motor inoperante.2.4.5.5. logo após a decolagem. pelo menos.1.8. se for necessário. 11. deverão constar no CAMPO 18 do Plano de Vôo Completo a inserção de. um aeródromo de alternativa pós-decolagem.8.1. essas operações serão suspensas por iniciativa do APP ou da TWR. exceto das aeronaves em Operação Militar. e c) AERONAVES MONOMOTORAS: não estão autorizadas a realizarem o procedimento desse elemento.5.8.5.2 O aeródromo de alternativa pós-decolagem deverá estar situado dentro das seguintes distâncias em relação ao aeródromo de decolagem: a) AERONAVES DE DOIS MOTORES: não mais do que uma hora de vôo em velocidade normal de cruzeiro.8.

8.8.2. RMK/3HRP COMANDANTE 3ª REGIÃO .1 Essa informação será inserida pelo órgão ATS que recebeu o AFIL. de acordo com os quadros previstos no MCA 100-11 CAMPO 18. RMK/ALTN DEP SBGO 11.2. devem introduzir os códigos de "autoridade a bordo" e de "serviços solicitados". 11. quando for diferente da forma de registro no CAMPO 7. RMK/AFIL NATHÁLIA LTDA 619998877 RMK/AFIL SBPH 11.5.8.2.5. 11. se o plano for apresentado em vôo.2. RMK/INDICATIVO DE CHAMADA LOBO NEGRO RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CORSÁRIO02 RMK/INDICATIVO DE CHAMADA ALBATROZ RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CARCARÁ08 11.8.2).5. porém igual ou superior aos mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares previstos na AIP-MAP (SITUAÇÃO B do item 11.7 Aeronaves militares. com exceção do nome e código ANAC do piloto em comando.2.5.2). onde se poderão obter as informações suplementares.4.6 Indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia. o CAMPO 19 poderá ser omitido.8.5.5. pessoas a bordo e autonomia.146 MCA 53-1/2008 meteorológicas em termo de teto e visibilidade estiverem abaixo dos mínimos regulares (SITUAÇÃO A do item 11.8.4 Em função das características das aeronaves envolvidas. sendo de inteira responsabilidade do piloto em comando e do explorador da aeronave.2.2.4.5 Registro da expressão AFIL seguido do local (preferencialmente com telefone) ou do órgão ATS.5.1.2. 11. Esse procedimento somente poderá ser usado desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA. os cumprimentos dessas exigências estão previstas no AIP-MAP páginas INS4/INS8.2 No caso do AFIL.1.5.5.5. transportando altas autoridades. de acordo com os dados transmitidos pelo piloto.4.8.8.

8.2. de 21 de outubro de 2009. no CAMPO 15 ROTA.2.8. RMK/CLR RJ 86145 RMK/CLR GR 85133 (NR) .10 Registro de equipamento de Sistema de Anticolisão de Bordo (ACAS) a bordo em funcionamento. a referidas alteração. 11.8. apresentando um plano de voo para um aeroporto nas proximidades do aeroporto coordenado.5.2. 11.11 Código numérico precedido da sigla CLR. RMK/OPT (aeroporto coordenado) SBGL RMK/OPT SBSP . Exemplo: N0200 F090 G677 JPS/N0200F080 11.5.2. destinado à plataforma marítima que não esteja “autorizada” para operações IFR.8 Voo realizando toque e arremetida (TGL) em um determinado aeródromo.Portaria DECEA No 63/SDOP.8. em outro trecho. RMK/ACAS 11. deverá ser registrada.MCA 53-1/2009 147 NOTA: Quando registrado no formulário do plano de voo.12 O SLOT ATC de oportunidade para pouso é concedido no caso de cancelamento de SLOT ATC previamente alocado para outra aeronave e/ou o fluxo de tráfego aéreo no momento permitir a operação pretendida. o ACAS será obrigatório para voos no espaço aéreo superior.1 Caso exista modificação no rumo magnético da rota. Ocorrendo Plano de Contingência nas FIR-brasileiras.5.10. RMK/TGL SBUR 11. que está condicionado á obtenção de SLOT ATC para operação de pouso e decolagem.9 Intenção de pouso de helicóptero em voo IFR.8.2. RMK/LDG (NOME ou INDICATIVO da Plataforma) CASO VFR NOTA: Esse dado somente poderá ser utilizado para atender essa situação. deverá ser encaminhada uma Mensagem de Transporte Especial de acordo com as instruções previstas no item 11.2.5.5. 11. após o TGL.8.8. acrescida de duas letras do indicador de localidade da OACI do aeroporto coordenado.5.

1.5.8.1.9.1 Aviões com motores a reação em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: .148 MCA 53-1/2008 11. RMK/OPS AUTH RBHA 137 (ver 11.1.5.5.8.5.5.5.5.5.2.9.1 Inserir um grupo de quatro algarismos para indicar a autonomia em horas e minutos. RMK/AUTH CMTE BAAN RMK/AUTH DIRETOR DEPED E CPBV 11.2).9.1 Requisitos de autonomia para vôo IFR que requer indicação de aeródromo de alternativa 11. 11.5.5.13 Para o vôo que não foi planejado para ser conduzido em um nível de cruzeiro (diferente da tabela de níveis de cruzeiro) e a expressão VFR tenha sido inserida no CAMPO 15.11 e 11.2.1.2. 11.9 CAMPO 19 .9.1 Autonomia 11.15 Realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno.2 Nenhum vôo poderá ser iniciado a menos que sejam atendidas as exigências previstas para cada tipo de vôo.2.1.16 Confirmação de acerto prévio quanto a utilização de um aeródromo militar por uma aeronave civil após comprovação de autorização da autoridade aeronáutica competente.8.8.12) 11. onde o piloto aluno utilizará o código ANAC do instrutor/checador do vôo/navegação solo.8.9.8.9. 11. 11.1.INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES 11.2.2.14 Área de pouso eventual para operação exclusiva de aeronave aeroagrícola.8. cadastrada na Gerência Regional de Aviação Civil.5.5.5. RMK/500FT AGL RMK/1000FT AGL RMK/1500FT ALT 11.5.5. RMK/CÓDIGO ANAC DO INSTRUTOR (nome) AUTH FLT (ver 11.10.1.1. nas etapas onde o instrutor não está presente.

b) após isso.1.2 Aviões propelidos a hélice em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo após isso para o aeródromo de alternativa mais distante especificada em plano de vôo. o que for menor.MCA 53-1/2008 149 a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo e lá executar uma aproximação com arremetida. 11. .1.5. b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo.9. e c) mais 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro.1. b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo. voar para o aeródromo de alternativa mais distante especificado em plano de vôo e nele pousar. e mais: b)em todos os vôos domésticos e em vôos com aviões com capacidade para 30 ou menos passageiros. c) em seguida. e d) mais 30 minutos em velocidade de espera (máxima autonomia) a 1500FT da elevação do aeródromo de alternativa em condições de temperatura padrão. voar por um período de tempo igual a 10% do tempo necessário para voar do aeródromo de partida até o aeródromo de destino e nele pousar. 30 minutos mais 15% do tempo requerido para voar com consumo normal de cruzeiro aos aeródromos referidos nos dois últimos parágrafos.9. e c) mais 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro.2. ou c) em todos os vôos internacionais.3 Helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo. ou voar 90 minutos com consumo normal de cruzeiro. 11. por um período de 45 minutos com consumo normal de cruzeiro.1.9.2.2.1.1. 11.5.5.4 Aviões em vôos não comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.

Para o caso de uma aeronave militar efetuar um vôo de acordo com a Circulação Operacional Militar (COM). apresentado um Plano de Vôo no IEPV 100-20.E/0430 .5 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo.5.9.até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo. Exemplo: .4 Aeronaves militares brasileiras Quando uma aeronave militar estiver realizando um vôo em Circulação Aérea Geral (CAG). será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e.3 Requisitos de autonomia para vôo IFR que não requer indicação de aeródromo de alternativa (ver AIP-BRASIL Parte ENR) 11. 11. informar ao órgão ATS local. a apresentação de um Plano de Vôo VOCOM (IEPV 100-22).1.2.1.2. informar ao órgão ATS local.5.1. b) para helicópteros: .9.1 Aviões e helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deve ser suficiente para voar: a) para aviões: até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo. por radiotelefonia. ou 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante a noite. até o momento da decolagem.5.5.1. até o momento da decolagem. o valor exato da referida informação.2.9.5.20 minutos com velocidade normal de cruzeiro. de acordo com a performance e o tipo de vôo. por radiotelefonia.1.1.6 No caso do preenchimento do ELEMENTO AUTONOMIA para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9).9. e .2 Requisitos de autonomia para vôo VFR 11.2. caso isso não seja verdade. ou seja. 11. e 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante o dia. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha. o Piloto deverá.2.2.2. 11.5.150 MCA 53-1/2008 11. essa deverá cumprir as orientações citadas acima.9. ou seja. o Piloto deverá registrar a autonomia da aeronave líder e.9. a autonomia mínima será estabelecida pela Unidade a que pertence a aeronave.

5. 11.3 Crianças com idade até 2 (dois) anos são consideradas colo. 11.5 No caso do preenchimento do ELEMENTO POB para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9).6 Exemplo: P/2 P/15 P/120 P/TBN 11. os cadáveres serão equiparados como carga aérea (carga comum).2.MCA 53-1/2008 151 11. informar ao órgão ATS local.9. disponibilizando esse número para planejamento e medidas a serem tomadas pelos órgãos envolvidos (RCC.5.9.2 Inserir o número total de pessoas a bordo (passageiros e tripulantes) ou TBN (para ser notificado). por radiotelefonia.2. para fins de legislação de plano de vôo.9.2 Pessoas a Bordo (POB) 11.3 Equipamentos de Emergência e Sobrevivência Deixar registrado fielmente conforme a seguir: .9. devendo ser adicionada ao número de POB (tripulantes.9. não sendo considerados para cálculo de POB. por radiotelefonia. até o momento da decolagem.9. 11.2.9. será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e.5.2. até o momento da decolagem. caso isso não seja verdade.5.5. quando o número de pessoas a bordo for desconhecido no momento da apresentação do PLN. informar ao órgão ATS local.4 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo.5.9. passageiros e de colo).1 O objetivo desse elemento é dar conhecimento aos órgãos ATS para os casos eventuais de acionamento de emergência. 11. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha.2.). etc. o Piloto deverá registrar a POB da aeronave líder e.5. o valor exato da referida informação. Centro de Operações de Emergência .5. o Piloto deverá. Contra-Incêndio. No caso do “cadáver a bordo”.COE. 11.2.

ou . MARÍTIMO e SELVA.Riscar U.Riscar L. se os coletes não estiverem equipados com fluorescência. se não possuir coletes salva-vidas a bordo. mas algum equipamento de sobrevivência adicional ele possui.Riscar todas as letras. significa que a aeronave não tem nenhum equipamento POLAR.5MHz não estiver disponível. se não possuir equipamento de sobrevivência a bordo. ou . DESERTO. .Riscar F.Riscar todas as letras.152 MCA 53-1/2008 .0MHz não estiver disponível. devendo esse ser registrado no elemento N (OBSERVAÇÕES) desse CAMPO. J/ (COLETES) .Riscar V. se a freqüência UHF 243. R/ (RÁDIO) . e .Riscar uma ou mais letras indicadoras dos equipamentos que não possuir a bordo. Exemplos: S/ (EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA) Nesse último exemplo. se os coletes não estiverem equipados com luzes. se não dispuser de Transmissor Localizador de Emergência para localização de aeronave (ELT). .Riscar E. . se a freqüência VHF 121.

MCA 53-1/2008 153 .Inserir a cor ou cores da aeronave e marcas importantes.Riscar as letras D e C. .Esse item destina-se a registrar algum equipamento de sobrevivência adicional aos previstos POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA. ou . o(s) nome(s) do(s) equipamento(s) de N/ (OBSERVAÇÕES) sobrevivência que possua a bordo. se não possuir BOTES a bordo. . Exemplo: André Luis 087715 . Segundo assinalado em R/.Inserir a cor dos BOTES. se os coletes não estiverem equipados com rádio. L.Riscar U ou V.Inserir o NÚMERO DE BOTES que possuir a bordo. D/ BOTES (NÚMERO) (CAPACIDADE) . devendo ser indicado após a barra oblíqua. .Riscar a letra C.Inserir o nome do piloto em comando. Piloto Civil – nome e código ANAC. Exemplo: Maj Av Marcus Vinícius L. Riscar a letra N. se não houver equipamento(s) de sobrevivência complementares aos previstos (POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA) a bordo. . C/ ABRIGO DO BOTE (COR) A/ (COR E MARCAS DA AERONAVE) . . se os BOTES não dispuserem de ABRIGO.Riscar U e V. para indicar o equipamento rádio dos coletes. como se segue: C/ C/PILOTO EM COMANDO Piloto Militar – posto e nome de guerra seguidos das iniciais dos outros nomes. ou ou .Inserir a capacidade TOTAL DE PESSOAS de todos os BOTES.

11.3 Assinatura Assinatura do responsável pelo preenchimento ou a inserção da expressão “VIA TEL”. com mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou mais de 100NM de distância da costa mais próxima.5.5.5 Particularidades 11. oriundos de aeródromos situados no continente. Código ANAC e Assinatura Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar um Plano de Vôo Completo ou Simplificado. os vôos realizados sobre a área oceânica.1 Preenchido por Inserir o nome do responsável pelo preenchimento do plano de vôo.154 MCA 53-1/2008 11.4.5. quando não for o piloto em comando. 11. bote inflável e um conjunto de sobrevivência no mar. os seguintes itens deverão existir na aeronave: colete salva-vidas com luz apropriada.4 Responsável.5. outro profissional poderá preencher e/ou assinar os IEPV 100-7 e 100-20.5.5.4.4.9. .9.1 Para aeronaves civis.9.9. Em hipótese nenhuma.5.9.9. 11. quando os dados forem transmitidos via telefone a uma Sala AIS credenciada.9.4 Exemplo: -E/0400 P/15 R/VE S/MJ J/L D/2 20 C LARANJA A/AZUL COM FAIXAS BRANCAS N/PRIMEIROS SOCORROS C/MARCUS VINÍCIUS 087715) 11.4. 11. quando não for o piloto em comando.2 Código ANAC Inserir o código ANAC do responsável pelo preenchimento do Plano de Vôo.5.

A DLA somente poderá ser recebida desde o momento da transmissão do FPL até às 1535Z.3 PVC das demais etapas do vôo: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor.9.15): 11.6. com vista ao gerenciamento do fluxo de tráfego local.2. 11.9. e b) ASSINATURA: do piloto aluno. 11. não necessariamente a do aeródromo de partida.5.8. a critério do DECEA. será válido até às 1545Z.5.MCA 53-1/2008 155 NOTA: No CAMPO 19 dos PLN de aeronaves civis.2. 11. 11.2 Na realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno. .5. COLETES “LUZ” e BOTES “NÚMERO/CAPACIDADE/COR”.6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA) 11. NOTA: Exceções poderão ser aplicadas a determinados aeródromos.2.9.5.1 PVS com pouso no aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor. os seguintes procedimentos devem ser observados quando no preenchimento de um Plano de Vôo completo ou simplificado (ver 11.5. devendo ser transmitida sempre que houver previsão de atraso.2 PVC ou PVS com pouso em aeródromo diferente do aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor. Exemplo: Um PLN sendo entregue com EOBT às 1500Z.5. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor. 11.1 A mensagem de atraso (DLA) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de Aeródromo.2 Essa mensagem deve ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora.9.5. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor.5.5.6. deverão constar os seguintes equipamentos: SOBREVIVÊNCIA “MARÍTIMA”.2.

9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto.7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG) 11. 11.6. é importante questionar o piloto qual a EOBT que consta no PLN. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3.6. quando necessárias. devendo ser acrescentado os dados transmitidos (ver 11.4 A mensagem DLA deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo. não necessariamente a do aeródromo de partida.6. e sem rasura.7 A DLA deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. 11.Tipo de mensagem ( DLA 7 – Identificação da aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida e hora SBBR1545 16 – Aeródromo de destino SBRF ) 11. Essas mensagens.7.2).6.6.6. Os campos que podem ser modificados são aqueles previstos na mensagem FPL e RPL. 11.2 A mensagem CHG deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo. .156 MCA 53-1/2008 11. serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver. Em hipótese nenhuma. as eventuais DLA relativas ao FPL.6. 11. 11.6. 11. Esse procedimento evitará que você receba uma DLA de um PLN vencido ou dentro de seus últimos dez minutos de validade. devendo ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora (ver 11.9) o nome e o código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.5 A aeronave presidencial (nacional e estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito. sempre que houver necessidade de se modificar os dados do plano de vôo.1 A mensagem de modificação (CHG) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo.7.3 Ao receber uma DLA apresentada por telefone ou FAX no qual o Plano de Vôo (PLN) não tenha sido apresentado em sua Sala AIS. 11.6. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.6 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma DLA por telefone ou FAX.8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de atraso (DLA).

Necessitando antecipar essa EOBT.7. quando necessárias. 11.).2. nesse exemplo. 11.7.Uma CHG foi apresentada modificando o AD DEST. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11.7.7. é importante observar se essa alteração terá algum impacto em outro CAMPO do FPL. seguido da transmissão da CHG com os endereçamentos constantes no Plano de Vôo. No Plano de Vôo inicial o vôo seria realizado em aerovia. uma CHG foi preenchida e entregue às 1410.1 O Cmt. e simplificado 10 min. deverá ser limitada às 1455Z.1 . trecho SBBR/SBUR.7.MCA 53-1/2008 157 11.2. considerando-se a nova EOBT proposta. Exemplo: Um PLN foi apresentado às 1400Z com EOBT 2000Z.3 A aeronave presidencial (nacional ou estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito. 11. Arnaldo preencheu um PLN ACFT PTAIS. conforme a seguir: .7.9) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato. as eventuais CHG relativas ao FPL. ele será efetuado na FIR (DCT) abaixo do NÍVEL DE VÔO IFR MÍNIMO permitido.6 Na modificação de um CAMPO.5 No caso de antecipação da Hora Estimada de Calços Fora (EOBT). serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver. a mesma exigida para apresentação do plano de vôo (completo 45 min. deverá constar nesta CHG também a expressão: -18/RMK/JÁ VOADO VMC).6. acrescidos daqueles inerentes à alteração.7. IFR.7.2). A nova EOBT emendada.4 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CHG por telefone ou FAX. a antecedência mínima para a aceitação da CHG correspondente será.2 No caso específico de modificação do aeródromo de destino.6. com a modificação. 11.7. 11. Logo. o Plano de Vôo deverá ser endereçado e retransmitido ao órgão ATS do aeródromo de destino emendado (ver 11. 11.6. Essas mensagens.6.

11. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3 – Tipo de mensagem (CHG 22 – Emenda 7 – Identificação de aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida SBGL 16 – Aeródromo de destino SBCF -15/N0410F370 DCT UALA UB691 ) etc.6.9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto. Em hipótese nenhuma.158 MCA 53-1/2008 FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) 11.(utilizar mais de uma linha.7.7 A CHG deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.7. Logo. 11. o FPL a ser retransmitido e a CHG a ser transmitida obedecerão ao descrito abaixo: FF SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (CHG-PTAIS-SBBR-SBUR-16/SBUL0105 SBRP) 11. e sem rasura.2. se necessário) .7.2 Após sua transmissão. ele solicitou que fosse alterado o aeródromo de destino de SBUR para SBUL alternando SBRP.7.8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de modificação (CHG).

7.7.7.1.1 ou 2 algarismos para indicar o número do CAMPO a emendar.7.1.1 Hífen 11. o dado referente a um atraso.3 Barra Oblíqua 11. Exemplo: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-13/SBGL1415-15/N0410F370 DCT UALA UB691) 11. .1. não sendo necessário a sua transmissão. 11. poderá ser observado um dos seguintes procedimentos: a) preencher uma CHG de acordo com os dados acima e anexá-la ao formulário IEPV 100-7 ou IEPV 100-20.ou b) solicitar que seja preenchido outro formulário IEPV 100-7 ou 100-20 com o dado corrigido. adicionar ao seu texto.7.9.9. não sendo necessário a sua transmissão.1 Descrição do Campo 22 .10 É permitido ao Piloto ou DOV quando confeccionar uma CHG. não esquecer de encaminhar a mensagem LOC.MCA 53-1/2008 159 11. na forma própria desse CAMPO.9.9.11 Caso o Piloto ou DOV tenha necessidade de alterar algum dado do CAMPO 19 de um Plano de Vôo.7.2 Indicador do CAMPO . anexando-o ao formulário anterior. Exemplos: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-15/N0410F370 DCT UALA UB691) (CHG-PTJMG-SBBE-SBBR-7/PTATM-9/B737/H-10/SDGIR/C-15/N0470F330 UW4 C/POMON/N0470F330F370) (CHG-PTJMG-SBSV-SBQV-15/N0210F060 DCT-18/RMK/JÁ VOADO VMC STS/TREN) (CHG-PTJMG-SBBR-SWLC-16/ZZZZ0100 SBGO-18/DEST/FAZENDA AIS) Observação: Nesse último exemplo.7.4 Dados emendados .1.Emenda 11.9.os dados completos e emendados do indicador especificado em (a). desde que exista pelo menos uma proposta de modificação. 11.

quando for necessário que se cancele um vôo. o Piloto deverá. 11. deverá ser endereçado conforme o item 11.11. devendo ser notificada até 35 (trinta e cinco) minutos da hora estimada de calços fora. até o momento da decolagem por radiotelefonia.7. 11.8.12 Quando os dados emendados forem relacionados com AUTONOMIA e/ou PESSOAS A BORDO.1 A mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo.8. 11. uma mensagem CNL. e sem rasura.2 A mensagem CNL deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo. 11. Em hipótese nenhuma. pelo menos.2. cujo plano de vôo tenha sido enviado anteriormente.8.3 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CNL por telefone ou FAX.8. informar ao órgão ATS local. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11. 11. Recomenda-se que esse procedimento seja estendido aos demais tipos de Plano de Vôo.8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) 11. 11.8. simultaneamente com o FPL individual. por qualquer motivo.4 A CNL deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. visando evitar o mesmo problema inerente a um Plano de Vôo Repetitivo.7) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.8. seguida da transmissão desse plano de vôo individual.5 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de cancelamento de Plano de Vôo (CNL). não necessariamente a do aeródromo de partida. 11. mesmo após proceder conforme item 11. um determinado vôo da série de planos de vôo repetitivos (RPL) for cancelado e substituído por um plano de vôo individual. o valor exato da referida informação.7 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto.8.7.8. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.160 MCA 53-1/2008 11. com indicador de prioridade DD. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: .6 Quando. Esse procedimento tem a finalidade de assegurar que a mensagem CNL seja recebida.

incluindo as projeções dos seus limites laterais ou. No caso específico de vôo VFR no período noturno.9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS) 11.1 O Plano de Vôo Simplificado (PVS) aplica-se ao vôo VFR realizado inteiramente dentro de uma ATZ. além do previsto nesse item.9. excetuandose o caso de vôo VFR de helicóptero que é dispensado. 11. Exemplos: AD PART SBRF SBBR SBSL SBRP SBCJ SBLP AD DEST SBJP SBBR SBSL SBRP SBCJ SNGI AD ALTN SBRF SWUZ SBTE SBUR SBMA SBLP PVC NÃO NÃO SIM SIM SIM SIM PVS SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ARC-RF ARC-BR ERC L2 ERC L1 ERC L3 ERC L2 11.9. com um aeródromo de alternativa de destino. sendo. também será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuir credencial para vôo IFR. CTR.2 Quando o aeródromo/heliponto de destino for o mesmo aeródromo/heliponto de partida e não exista um aeródromo/heliponto de alternativa habilitado para operação pretendida. necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO.MCA 53-1/2008 161 3 – Tipo de mensagem (CNL - 7 – Identificação da aeronave PTAIS - 13 – Aeródromo de partida SBBR - 16 – Aeródromo de destino SBRF) 11.4 Deve ser utilizado o IEPV 100-7 e apresentado da seguinte forma: a) pessoalmente à Sala AIS do local de partida ou. TMA. Exemplos: AD PART SBPS SBFL AD DEST SBSV SBNV PVC SIM SIM PVS NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ERC L2 ERC L1 11.9.3 No caso do vôo ser realizado inteiramente entre ATZ. entretanto. no espaço aéreo em questão. CTR ou TMA adjacentes. será necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO (IEPV 100-20). na inexistência desses espaços aéreos. . em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida. será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuírem credencial para vôo IFR.9.

Assim.12 (NOTAS 1 e 2) e 11. caso exista. no caso de indisponibilidade do IEPV 100-7. RMK/SECT SW AD. RMK/BTN SECT 1 e 2. conforme o item 11.4.17 desse Manual.4 alínea c). Exemplos: RMK/RTE SECT W.9. poderão ser incluídos outros detalhes sobre o vôo. não será exigido tempo de antecedência.4. 11. RMK/REH FERROVIA UNO RMK/REH MARTE RMK/REH PAQUETÁ. RMK/BTN RDL 020 e 040. certamente existirá veiculação de um PVS diretamente entre o piloto e órgão ATS local. b) encaminhamento: primeiro passo é informar ao órgão ATS local através dos meios disponíveis imediatamente.9. porém.9.5 Quando não existir proibição para apresentação de um PVS via radiotelefonia.9. RMK/SECT S e SW AD. principalmente as citadas nos itens 11. se não houver proibição para o aeródromo em causa (ver ROTAER e AIP-BRASIL Parte ENR). complementares aos do CAMPO 15.10. preenchendo apenas os campos correspondentes.5).11. ou c) por radiotelefonia ao órgão ATS do local de partida. visando o fiel cumprimento das normas previstas.162 MCA 53-1/2008 b) por telefone ou fax à Sala AIS credenciada. d) formulário IEPV 100-7: excepcionalmente. tendo em vista a manutenção da segurança de vôo no que diz respeito ao recebimento desse PVS. . 11. 11.6 O tempo exigido para apresentação de um PVS será de no mínimo 10 (dez) minutos antes da EOBT. e e) CAMPO 18: além dos procedimentos previstos. poderá ser utilizado o IEPV 100-20 (Plano de Vôo) para apresentação de um PVS. de acordo com os procedimentos estabelecidos em Circular de Informação Aeronáutica específica.4. 11.4. diretamente ao órgão ATS. c) inserção de dados: procedimentos idênticos ao do PVC (ver 11. torna-se essencial que o órgão ATS mantenha uma estreita coordenação com a Sala AIS local. e após.7 As seguintes regras devem ser observadas: a) validade: 45 (quarenta e cinco) minutos além da EOBT. encaminhar a mensagem FPL (PVS) ao órgão ATS do aeródromo de destino. caso o PVS seja apresentado por radiotelefonia. caso esse seja apresentada à Sala AIS. 11.

e g) códigos especificados. b) identificação da aeronave.1 É uma mensagem administrativa que contém informações relativas à aeronave militar quando transportando altas autoridades. nos demais casos.2. com o indicador de prioridade GG.10. caso não exista Sala AIS Militar ou essa não esteja em funcionamento. ao Oficial de Operações. à Sala AIS Militar do aeródromo de destino ou. d) hora estimada de chegada (ETA = hora real de decolagem + EET). o operador da Sala AIS deverá confeccionar uma Mensagem de Transporte Especial.2 Quando forem introduzidos no CAMPO 18 do plano de vôo de aeronaves militares os códigos de “autoridade a bordo” e de “serviços solicitados”. logo após a decolagem da referida aeronave. e b) informar. prioritariamente. imediatamente.3 Ao receber essa mensagem. Exemplo: GG SBGLYOYM 151812 SBBRYOYM 15/AISMIL/151008 – INFORMO FAB2004 E120 ETA SBGL 2010 RMK/3HRP COMANDANTE DA AERONÁUTICA. à Sala AIS Civil do DTCEA ou de Órgão de Navegação Aérea (ONA).10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE) 11.10. 11. informar ao seu Chefe ou seu substituto legal. o operador da Sala AIS deverá: a) decodificar a mensagem observando o significado dos códigos inseridos. 11. Essa mensagem deverá ser endereçada.MCA 53-1/2008 163 11.10. f) hora (UTC). 11. .1 Conteúdo do Texto: a) indicativo de referência.10. ou. Oficial-de-Dia ou ao Oficial de Permanência Operacional no caso de organização Militar. e) aeródromo de destino. c) tipo da ACFT. obedecendo à formatação AFTN.

uma mensagem administrativa de modificação (MOD) para transmissão. O APP após as providências relativas ao gerenciamento do tráfego aéreo.2. será o responsável pela confecção e transmissão da Mensagem de Transporte Especial.10. porém atualizado posteriormente pelo piloto a um órgão ATS.11.164 MCA 53-1/2008 11. do heliponto.11.3 Assim. 11.11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC 11. A MOD deve ser preparada e encaminhada pelo detentor do formulário do Plano de Vôo (IEPV 100-20 .1 O operador AIS que receber um Plano de Vôo (PVC ou PVS). Exemplo: Uma aeronave apresenta um PVS trecho SBFL/SBFL com regra de vôo VFR à sala AIS SBFL. do heliponto. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional da última decolagem (FROM/Fazenda Marabá .5.ver CAMPO 18 item 14).11.8.7). tal forma também deverá constar na mensagem CONFAC MOV nos respectivos campos.2 Sempre que um Plano de Vôo (PVC ou PVS) que gerar uma MOV. 11. obviamente recebido de outra Sala AIS que não a Sala AIS do aeródromo de partida do vôo. Após a decolagem. informando o nome do município e o nome por extenso do aeródromo. alteração do aeródromo de destino e a regra de vôo para SBCT e IFR.PVC ou IEPV 100-7 . deverá confeccionar e encaminhar à Estação de Comunicações transmissora da Mensagem de Movimento (MOV). ou uma mensagem de atualização de Plano de Vôo. poderá repassar os dados alterados a Sala AIS de SBFL para a confecção e emissão da MOD. assim como o nome por extenso do aeródromo. estando prevista a forma ZZZZ nos CAMPOS citados no item anterior. RETEL 248/MOV ANV PTAIS MOD CMP 9/I E CMP 12/SBCT. do sítio de vôo.4 O operador da Sala AIS do aeródromo de partida do vôo quando receber o FPL com a expressão prevista no CAMPO 18 (ver 11. for introduzido a forma ZZZZ nos CAMPOS 13 (AD PART) e CAMPO 16 (AD DEST). da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional sobre o qual foi expedida uma mensagem MOV. o piloto solicita ao APP-Florianópolis. respectivamente. 11. Essa Mensagem (MOD) é usada para modificar dados encaminhados corretamente. após a decolagem da aeronave. do sítio de vôo. o operador AIS deverá expedir uma mensagem LOC.PVS). KK SBRJYAYD 201515 SBFLYOYX SVC 15. .

RETEL 188/MOV ANV PTAIM LOC CMP 10/CRICIÚMA/BRAGAMEN. RETEL 162/MOV ANV PTAIM LOC CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN. CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN.MCA 53-1/2008 165 Exemplos: 152(MOV-PTAIM-V-SBFL-SBPA-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 52. . 188(MOV-PTAIM-V-ZZZZ-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAZAZX SVC 54. RETEL 152/MOV ANV PTAIM LOC CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN. 162(MOV-PTAIM-I-SBFL-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081810) KK 201140 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 53.

para facilitar a obtenção da certificação base da ISO 9001:2000 – “Sistema de Gestão da Qualidade – Requisitos” Essa norma foi identificada como mais apropriada para a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade nos AIS na região CAR/SAM.1.3.1. A ISO 9001 tem por objetivo melhorar vários aspectos.2 OBJETIVO A aplicação da norma ISO 9001.3. 12. se identificou o requisito relacionado com a implantação da atividade de Garantia de Qualidade ISO 9000 nos Serviços Nacionais de Informações Aeronáuticas. identificando claramente as atividades e/ou produtos e serviços AIS para os quais se aplicará o sistema de gestão dentro da administração.1. buscando atingir produtos e serviços de qualidade superior e melhoria dos aspectos organizacionais.1.1 Cada Órgão. é um método de trabalho fundamental para a melhoria da qualidade e a satisfação do usuário. Esse processo de melhora redunda num benefício de qualidade final dos produtos e serviços e de satisfação do usuário.3 ALCANCE 12. obedecendo a estrutura organizacional ao qual é subordinado definirá o alcance da implantação do Sistema de Qualidade. . 12.1. NOTAM e Serviço de informação prévia ao vôo. o que deve ser buscado por toda organização que queira permanecer e sobreviver num exigente mundo globalizado.1 INTRODUÇÃO Mediante a inclusão dos requisitos sobre Sistemas de Garantia de Qualidade no ANEXO 15/OACI.2 Poderão ser identificadas três atividades ou áreas fundamentais: Publicação AIS.166 MCA 53-1/2008 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS Nesse capítulo serão apresentados os procedimentos genéricos para a implantação de um sistema de gestão da qualidade dentro do AIS nos Órgãos que desempenham atividades AIS.1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO 12. A ISO 9001:2000 foi adotada como modelo a ser seguido para a obtenção da certificação do sistema. 12. 12.

12.4 Os principais benefícios internos obtidos na implantação do sistema de gestão da qualidade em uma organização são: a) analisar os processos para evitar erros na documentação. Em alguns casos. b) reduzir e/ou eliminar reprocessos e desperdícios.1. na elaboração e emissão dos Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB). Esse tipo de dependência se denomina ARO/AIS/MET de aeródromo. excluindo-se os NOTAM e o PIB. melhorar a produtividade.4.1. pode ser associado a um serviço meteorológico de aeródromo.1. também.1.3. a eficácia e a confiabilidade. fundamentalmente. expedido por uma entidade credenciada.1. 12. 12.6 Cada Órgão definirá o alcance da implantação de um sistema de gestão da qualidade nas dependências de sua estrutura.3.1.3. esse Serviço pode se referir às atividades da Sala AIS relacionadas à tramitação dos planos de vôo e.1. é um documento com validade legal.4 Os NOTAM se associarão às atividades de emissão e tratamento de NOTAM. em favor da melhora da satisfação do usuário. 12.4. além de posteriormente. assim como pela satisfação que gerada no usuário final.2 A certificação da Norma ISO 9001.1 A implantação e aplicação dos processos identificados dentro de um sistema de gestão de qualidade permitirão melhorar a eficiência. .3 A atividade de Publicação AIS compreenderá tudo que estiver relacionado com a produção e distribuição da AIP e os elementos da documentação integrada AIS. Também pode-se incluir a atividade de cartografia.4 BENEFÍCIOS 12.3.3 As certificações ISO 9001:2000 são um reconhecimento de que a organização realmente se interessa pelo resultado de seu trabalho. a segurança operacional e os níveis do serviço.1. 12. 12.5 O Serviço de Informação Prévia ao Vôo estará baseado.1. que certifica. 12. que são cumpridas estritamente as normas de qualidade.4.1.7 O alcance do sistema poderá estar baseado em uma atividade ou em todas as atividades do AIS. 12.3.MCA 53-1/2008 167 12. complexidade e recursos.4.

e) manter e melhorar as especificações. evitando o retrabalho.2 É fundamental a ajuda de uma pessoa com experiência durante a elaboração da documentação e implantação do sistema. na primeira vez.1. e devem estar homologados por uma terceira pessoa independente. que foram realizados por um período de tempo. b) fazer o que disse que ia fazer . 12.5.5. d) cumprir o programado no tempo.1.1. Esses podem ser simultâneos ou seqüenciais. Para isso.5 DESCRIÇÃO DO PROGRAMA 12. na quantidade e na forma.3 Em termos muito simples. e c) mostrar o que já foi realizado . f) definir padrões sobre a base e a melhoria contínua.1 Para a implantação de um sistema de gestão da qualidade é necessário estabelecer passos. habitualmente faz-se necessário a contratação de serviços de um especialista e/ou de alguma consultoria. .exigir que o AIS mantenha registros que demonstrem que ele realiza suas atividades de maneira como estão documentadas. bem as atividades.5.exigir que o AIS documente a maneira de como realiza suas atividades.1. g) otimizar os recursos disponíveis de maneira eficiente e reduzir as despesas da não-qualidade.exigir que o AIS realize as atividades tal como aparecem registradas nos procedimentos documentados. os requisitos das normas internacionais ISO para um sistema de gestão de qualidade podem ser resumidos em três tarefas: a) decidir o que fazer . 12. conforme o planejamento da implantação.168 MCA 53-1/2008 c) assegurar a padronização das atividades. no início do processo de documentação e implantação. procedimentos e projetos. 12. e i) reduzir e/ou eliminar queixas ou perda de usuários. h) realizar. pelo menos.

e g) instrução inicial para a equipe de trabalho referente ao sistema de gestão da qualidade. b) coordenar ciclos de conferências e seminários introdutórios sobre o sistema de gestão da qualidade para a chefia.1. Normas ISO e auditor interno. f) definir os objetivos e alcance do projeto.MCA 53-1/2008 169 12.1. com base nos processos identificados. c) definir a política de qualidade e os objetivos. e) criar uma equipe de trabalho. b) definir os processos e procedimentos a documentar. Essa fase compreende as seguintes etapas: a) gerar uma proposta de alto nível para obter o apoio da chefia. e e) definir e assegurar os recursos para o projeto. d) a chefia designar um representante da direção. Compreende as seguintes etapas: a) definir a matriz documental do projeto. 12. c) obter confirmação da decisão da chefia em implantar a norma ISO 9000.2 Planejamento É a fase que está vinculada a definição dos documentos que serão desenvolvidos durante a implantação.1.6. d) estabelecer um cronograma para o desenvolvimento e a implantação de cada um dos elementos do sistema de gestão da qualidade.1. . mediante ciclos de conferências e seminários.1 Preparação O Objetivo é garantir o apoio da gerência para implantação de um Sistema de Qualidade no AIS.6.3 Comunicação e Informação Deverão ser informados e comunicados os planos a todas as partes envolvidas na organização. além do desenvolvimento de estratégias para conscientizar todo o pessoal.6 FASES PARA IMPLANTAÇÃO 12. 12.6.

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12.1.6.4 Aplicação ou Implantação São duas fases em uma. É a fase mais complexa e trabalhosa do projeto. É o momento oportuno para: a) a elaboração de um manual da qualidade, procedimentos e instruções técnicas; b) a formação e informação dos implicados nos processos e procedimentos; c) realizar modificações e ajustes nos processos e procedimentos; d) sessões de implantação de processos e procedimentos; e) atuar segundo os procedimentos implantados; f) gerar registros, ações corretivas e preventivas; g) realizar auditorias internas e outras medições para verificar a eficiência dos processos; e h) correção das não conformidades e aplicação de processos de melhoramento contínuo. 12.1.6.5 Certificação a) escolher um órgão de certificação; b) considerar a realização de uma pré-auditoria; c) correção das não conformidades; d) auditoria de certificação; e e) obtenção do certificado. 12.1.6.6 Manutenção a) seguimento das não conformidades; b) seguimento do processo de melhoramento contínuo; e c) realização de auditorias internas periódicas e revisões pela direção.

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12.2 PLANEJAMENTO DO PROJETO 12.2.1 A implantação de um sistema de gestão da qualidade em uma organização como o AIS requer planejamento. 12.2.2 Uma questão fundamental no momento de elaborar o planejamento do projeto, é ter como referência o tempo que vamos precisar para implantar a Norma. Seguindo as tabelas de consenso utilizadas no mundo da gestão da qualidade, podemos dizer que para realizar as três primeiras fases (preparação, planificação e comunicação/informação) uma organização como o AIS pode dedicar de 2 a 4 meses. 12.2.3 Para a fase de aplicação ou implantação, com duração média de 8 a 12 meses, se as atividades de auditorias não forem simultâneas, o prazo pode ser estendido em 6 meses ou mais. 12.3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 12.3.1 Deverá ser criada uma equipe de trabalho ISO 9000 pela chefia que assumirá a responsabilidade de elaborar toda a documentação do sistema, e poderá ter a preparação necessária para a realização dos exercícios de auditorias. 12.3.2 A equipe se manterá durante todo o processo de implantação, e seus membros deverão reunir os conhecimentos, habilidades e experiência necessários para documentar e dar andamento a todo o sistema de gestão da qualidade a implantar. Deverá ser levado em conta cada representação das áreas do AIS. 12.3.3 É recomendado que, ao selecionar os membros da equipe, seja levado em conta a evolução do esforço e habilidades requeridas. 12.4 RECURSOS PARA O PROJETO 12.4.1 Implantar um sistema de gestão da qualidade é uma atividade cara. As organizações devem levar em conta a atribuição mínima para determinadas atividades que devem ser desenvolvidas com entidades externas. Devem começar pela formação de elementos básicos do sistema de gestão e terminar pela certificação. Recomenda-se que desde o início da primeira fase do projeto, se estabeleça alguma coordenação com uma entidade encarregada com esse tipo de atividade (assessoria, consultoria, cursos, etc.) para obter uma visão global do custo total do projeto.

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12.4.2 Faz necessário comparar o custo do apoio externo com o esforço interno, interpretando de forma correta os requisitos nas fases iniciais do programa, assistindo a evolução do sistema de gestão da qualidade analisando o funcionamento antes que se efetue a auditoria de registro. 12.5 DOCUMENTOS DO PROJETO 12.5.1 O objetivo do projeto é implantar um sistema de gestão da qualidade no AIS que cumpra os requisitos da Norma ISO 9001:2000. Os elementos do parágrafo abaixo relacionados são considerados essenciais para esse processo: a) política da qualidade; b) manual da qualidade; c) procedimentos documentados; d) cronograma global do projeto; e) plano de instrução; f) plano de auditoria; g) plano de revisão pela direção; h) plano de melhoria; e i) certificado ISO 9001:2000. 12.6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO 12.6.1 As ferramentas apresentadas nesta parte do plano são exemplos que pretendem mostrar quantos controles e registros poderão ser mantidos durante o processo de implantação. Eles ajudarão a organizar o tempo de planejamento para as seguintes tarefas: a) a elaboração dos diferentes documentos; b) a relação dos processos com os tipos de documentos do sistema, a estrutura dos procedimentos e sua relação com a norma ISO; c) os requisitos para os documentos do sistema; d) a estrutura dos procedimentos; e e) a agenda para uma revisão do sistema pela direção.

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12.6.2 Geralmente esses documentos são operacionais, ou seja, servem como um guia para determinadas atividades dentro do processo de implantação. Inclusive, alguns não chegam a constituir registros do sistema, são apenas evidências significativas de um bom processo de implantação. 12.6.3 São exemplos de ferramentas: a) matriz de planejamento da documentação; b) controle e planejamento da documentação por processos; c) ficha do processo; d) correspondência dos procedimentos com os requisitos da Norma ISO 9001:2000; e) acordos sobre o nível de serviço; f) requisitos do sistema de gestão de documentos do sistema; g) estrutura dos procedimentos; e h) agenda específica para a revisão do sistema pela chefia. 12.7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO 12.7.1 Em muitas atividades é muito freqüente o uso das listas de verificação, chamadas de “checklist”, pelas facilidades que oferecem para o seguimento e controle dos processos. Nessa parte do planejamento, pretende-se apresentar uma lista de verificação, baseada em determinados requisitos da Norma ISO, que pode ser checada durante o desenvolvimento do processo de implantação ou na fase final antes da pré-auditoria. 12.7.2 A lista de verificação é uma ferramenta muito eficaz para a implantação de um sistema de gestão da qualidade. Recomenda-se que cada organização mantenha o fácil acesso a sua lista de verificação, em relação à organização do projeto, à preparação e motivação do pessoal.

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12.7.3 Exemplos de listas de verificação: a) lista de verificação inicial: - desenvolvimento de uma proposta para o apoio gerencial de alto nível; - necessidade de apoio externo ou não; - compromisso da chefia em implantar a Norma; - proposta para o registro; - o líder e a equipe do projeto; - os objetivos e o alcance; - estabelecimento do cronograma do projeto; - contato com a organização de registro; - recursos internos e orçamento; e - lançamento do programa e a comunicação. b) lista de verificação na base dos requisitos da Norma ISO 9001:2000. - requisitos da documentação; - controle dos documentos; - requisitos dos registros; - comunicação interna; - competência, tomar conhecimento e formação; - processos relacionados com o cliente; - produção e prestação do serviço; - auditoria interna; e - ações corretivas e preventivas.

não os substitui.1. de forma sucinta. 13. 13. os mais variados e sofisticados equipamentos de auxílio à navegação.1.1. (NR) . o especialista AIS. 13. Para satisfazer as necessidades de orientação. (NR) . ILS e GCA. O VASIS pode ser instalado para funcionar em conjunto o ALS. e daí prosseguir mantendo e orientando continuamente a aeronave na aproximação para pouso.1.Portaria DECEA No 63/SDOP.1 Este sistema é constituído de duas ou três barras de luzes instaladas perpendicularmente à pista. Embora a utilização desses equipamentos diga respeito mais diretamente aos pilotos. atualmente. estão descritas.1 VASIS .1.1.1.1 AUXÍLIOS VISUAIS 13. existência de acesso à pista ou pista de táxi.1. de 21 de outubro de 2009. porém.2. as informações mínimas necessárias sobre os principais auxílios-rádio e visuais.2 A rampa visual efetiva do VASIS não deverá cruzar a cabeceira da pista abaixo de 25 pés nem acima de 60 pés.1. As barras de luzes são constituídas de uma.1 Finalidade 13. Cada caixa de luzes contém três lâmpadas de alta intensidade instaladas por trás de um filtro dividido horizontalmente. necessita conhecê-los e compreendê-los. de 21 de outubro de 2009.2. a fim de que o Especialista AIS possa desempenhar suas funções com eficiência e segurança.1. O ângulo de planeio é obtido visualmente por meio de caixas de alumínio colocadas simetricamente ao lado da pista de pouso. projetando um feixe de luz nas cores branca (parte superior) e vermelha (parte inferior).Portaria DECEA No 63/SDOP. pela natureza do serviço que executa.1. o equipamento poderá ser instalado somente do lado direito.1.1. A altura de cruzamento de cabeceira de pista (TCH) será baseada na aeronave mais crítica que opere no referido aeródromo. duas ou três caixas de luzes no lado esquerdo ou em ambos os lados da pista. como decorrência natural do desenvolvimento tecnológico mundial.1 Sistema que proporciona orientação segura e efetiva ao piloto para interceptação direta da trajetória de planeio estabelecida.1. as aeronaves empregam.2 Descrição 13. 13.2 Na eventualidade de não ser possível instalar as caixas do lado esquerdo devido à irregularidade do terreno.1. .MCA 53-1/2009 175 13 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO Nesse capítulo.SISTEMA INDICADOR DA TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO VISUAL 13.

de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP. a localização e ângulo vertical de suas caixas devem ser tais que a rampa de aproximação visual (primeira rampa para o VASIS três barras) deverá ser o mais próximo possível da rampa do ILS. (a) Acima da rampa (b) Na rampa Rosa (setor de transição rosa = branco + vermelho) (c) Abaixo da rampa 13. b) pode ser avistado e identificado com muita facilidade a uma distância de 6 km durante o dia e 20 km à noite. em condições visuais. quando estiver voando dentro da trajetória de aproximação. de 21 de outubro de 2009. quando estiver voando acima da trajetória de aproximação. de 21 de outubro de 2009.3 Funcionamento Durante a aproximação. 13. a) em cor branca a primeira barra e em cor rosa a segunda barra.Portaria DECEA No 63/SDOP.Portaria DECEA No 63/SDOP. e (NR) .1. quando estiver voando abaixo da trajetória de aproximação. o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) .4 Vantagens do Sistema a) proporciona orientação segura e constante para a interceptação de planeio. b) em cor branca a primeira barra e em vermelho as luzes da segunda barra.1. c) em cor rosa a primeira barra e em cor vermelha a segunda barra.1. . (NR) . (NR) . NOTA 2: Quando a pista na qual um VASIS for instalado for equipada com um ILS.176 MCA 53-1/2009 NOTA 1: O chamado T-VASIS é o modelo padrão da OACI.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. e permite segui-la até 15 metros de altura e 300 metros do ponto de toque estabelecido. de 21 de outubro de 2009. O VASIS em forma de T (não existe no Brasil).

normalmente do lado esquerdo da pista.5 Conseqüências para Elaboração de NOTAM a) a variação na intensidade do brilho pode ofuscar o piloto. d) orientação ininterrupta e uso fácil. (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. e g) instalação e manutenção simples.1.1. Q)QLVXX E) VASIS RWY 18 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos.Exemplos: Q)QLVXX E)VASIS RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. a menos que isso seja fisicamente impraticável. 13.2. de 21 de outubro de 2009. .2 PAPI .1 Finalidade Interceptar diretamente a trajetória de planeio estabelecida. similar a finalidade do T-VASIS e ao VASIS convencional. .1. 13.1. Q)QLVAS E) VASIS RWY 18 U/S. de 21 de outubro de 2009.Exemplo: Q)QLVXX E)VASIS CAIXAS LADO DIREITO U/S. os sistemas PAPI instalados possuem barra e quatro caixas em ambos os lados da pista. exceto ao 5. 13. e) perfeita indicação de planeio sem zigue-zague. Sistema indicador de trajetória de aproximação de precisão. com quatro caixas.2. quando do procedimento na rampa de aproximação: .1. b) inoperância de todas as caixas de luzes do lado esquerdo ou direito: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. No Brasil.SISTEMA INDICADOR DE TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO 13.MCA 53-1/2009 177 c) dispensa interpretação. f) útil com visibilidade de 800 metros.2 Descrição O sistema PAPI é constituído de uma barra lateral. As três combinações possíveis de cores das duas barras são lógicas e isentas de confusão.

brancas.2. quando as condições do tempo mudam . branca quando voando ligeiramente abaixo da rampa de aproximação. .2. e assim permanecer. quando voando ligeiramente acima da rampa de aproximação. ou seja.Portaria DECEA N 63/SDOP.1. e as três mais afastadas.4 Vantagens do Sistema Basicamente as mesmas do VASIS. de boa visibilidade. c) as duas caixas mais próximas da pista. é 3 (três).5 Conseqüência para Elaboração de NOTAM a) brilho usado em condições de tempo bom. Q) QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos. – é aumentado para brilho 4 (quatro) ou 5 (cinco). nevoeiro etc. d) as três caixas mais próximas da pista. de 21 de outubro de 2009.1. 13. se o equipamento não reduzir o brilho de 5 para 4 ou 3.2. vermelha e as duas afastadas. irá ofuscar o piloto: Exemplos: Q)QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. a) todas as caixas brancas quando voando muito acima da rampa de aproximação. b) a caixa mais próxima da pista.1. vermelha e a caixa mais afastada. vermelha. o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) . quando voando na rampa de aproximação.devido a chuva. exceto ao 5. o 13. e e) todas as caixas vermelhas quando muito abaixo da rampa de aproximação.178 MCA 53-1/2009 13.3 Funcionamento Durante a aproximação. brancas. diurno ou noturno. porem com melhor precisão. normalmente.

particularmente durante os períodos noturnos e/ou de visibilidade reduzida. normalmente. Se a operação for CAT I.3 ALS . que parecem aos pilotos como se fosse uma bola de luz se deslocando em alta velocidade em direção à cabeceira da pista (dois lampejos por segundo). O ALS equipado com “Flasher” tem a denominação de ALSF. começando na cabeceira da pista e estendendo-se no sentido de seu prolongamento. 13. apóiam mínimos de visibilidade reduzida.000 pés (900 m) de comprimento.3. 13. Embora sejam considerados auxílios visuais. Destinam-se a melhorar a capacidade operacional e a segurança das aeronaves durante a operação de aproximação e pouso. números de código 3 e 4. é chamado ALSF-1. destinadas para utilização noturna e de aproximação de “não-precisão” (SIMPLIFICADO) têm.3 Utilização 13.3. orientação para nivelamento de asas e referências horizontais. enquanto que os utilizados em pistas para operações visuais. caso as seguintes condições forem satisfeitas: .400 pés (420 m) de comprimento. normalmente.3.1 O ALS será ligado para a cabeceira utilizada: a) DURANTE O DIA – Do nascer ao pôr-do-sol. percepção de altura. facilitando sua orientação.1.SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO 13.1 Finalidade Esse sistema fornece informação visual de alinhamento de pista.1.1. Esses sistemas também poderão ser constituídos com luzes de lampejo sequenciado (Flasher). 13. são também utilizados em conjunção com auxílios eletrônicos para aproximação e pouso e. geralmente. (NR) . Os sistemas que são utilizados em pistas de aproximação de precisão (CAT I e CAT II/III) têm.3.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. 1. ALSF-2/3.MCA 53-1/2009 179 Q)QLPAS E)PAPI RWY 10 U/S.1. 3. de 21 de outubro de 2009. b) código para equipamento A-PAPI será LP: Exemplo: Q) QLPAS E)PAPI (APAPI) RWY 10 U/S.3. se CAT II ou CAT III.2 Descrição Esse equipamento possui uma configuração de luzes dispostas simetricamente em torno da linha central da pista estendida. Objetivando atender melhor à segurança. as configurações dos sistemas devem ser compatíveis e adequadas aos requisitos operacionais.

de 21 de outubro de 2009. no que se refere a controle de brilho e proteção dos circuitos.3.4 Consequências para Elaboração de NOTAM: a) será emitido NOTAM (Especificando RWY e Tipo) de ALS dando inoperância.Do pôr ao nascer-do-sol.3. NOTA 2: O VASIS também acompanhará o ALS no brilho usado.Portaria DECEA No 63/SDOP. ou .o aeródromo aeroporto esteja com operação IFR ou VFR especial. Há diferenças entre as características de cada equipamento em instalação. locação e função. do PAPI e da ILUMINAÇÃO DE PISTA (BALIZAMENTO DE PISTA). de 21 de outubro de 2009.1. (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) . 13. controle. A filosofia de comando. o que nesta condição pode causar ofuscamento do piloto.1. operação e informação é a mesma. exceto ao 5.2 O princípio de funcionamento do ALS é igual ao do VASIS. NOTA 3: O controle (aumento ou redução) do brilho das luzes dos equipamentos de auxílios visuais. fica a cargo do órgão ATS local. Exemplos: Q)QLAAS E)ALS (MALS) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (MALS FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALS SEM FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-2 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLACG E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 REDUZIDO A BRILHO 2.sempre que forem suspensas as operações VFR. NOTA 1: As luzes de balizamento de pista devem acompanhar o ALS no brilho usado.3.180 MCA 53-1/2009 . b) DURANTE A NOITE . 13. caso exista tráfego e esse efetue procedimento para a pista do ALS. ou operação do sistema com brilho reduzido. ou com alta intensidade. . e Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos.

para prover identificação.1 Consiste basicamente de um transmissor no solo.MCA 53-1/2009 181 Q)QLAXX E)ALS (MALS) RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 2.2 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO 13. o NDB é. . equipamento que capta os sinais do NDB e os transforma em direção. utilizado em muitos países. emitindo ondas eletromagnéticas não direcionais que. 13.2.2 Descrição 13.2. ainda hoje.1. proporcionando a execução de aproximações por instrumento em aeroportos. b) será emitido NOTAM de FLASH dando inoperância.1.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009.1.1. ou fazendo parte de sistemas de aproximação tecnicamente sofisticados.750 KHz e transmitem uma portadora contínua manipulada com modulação de 1. 13. determinando pontos de referência em áreas terminais.2. ao serem captadas por receptores de bordo dotados de antenas direcionais. Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. cancelamento.1 NDB (RÁDIO FAROL NÃO-DIRECIONAL) 13. determinando sua marcação magnética (QDM).2. além de proporcionar orientação à navegação marítima costeira. propiciam a informação de direção do sinal recebido.2. lembrar que não existe tabela de intensidade de luz.020 Hz. quando essa dispuser de ADF (Automatic Direction Finder). balizando aerovias. isto é. 13.1 Finalidade Importante auxílio-rádio nos tempos pioneiros da aviação mundial.2. Exemplo: Q)QLFAS E)LGT FLG SEQUENCIAL RWY 18/US (NR) . deslocamento ou linguagem clara.2. pode determinar seu rumo para esse auxílio e navegar em sua direção. Esses auxílios operam na faixa de freqüência: de 190 a 1. a marcação relativa (MR) da aeronave ou. através dos quais o piloto de uma aeronave adequadamente equipada com uma antena direcional e receptor.2 Um rádio farol não direcional (NDB) de baixa e média freqüência transmite sinais não direcionais.

com freqüência.2. o que permite determinar a interseção de duas linhas de posição. A tendência natural da onda de rádio seria percorrer uma linha reta.2.2. como uma forma de suprir suas necessidades de orientação.1. caracterizado pela inexistência de sinal.1.1.6 Exceto no que tange ao bloqueio da estação que não pode ser determinado.5 Voando uma aeronave em direção à estação transmissora. 13. mas com esse tipo de equipamento poderemos ter uma mudança de direção causada por diversos fatores: efeitos noturno. por aeronaves voando em áreas desprovidas de auxíliosrádio. alguns NDB podem ser identificados pela manipulação de sua portadora. de linha de costa.2. ocasionado pela entrada num cone de silêncio.4 Fixos de posição podem ser determinados com relativa precisão se o piloto dispuser de duas estações transmissoras suficientemente afastadas.3 Com a finalidade de atender a certas condições. Quando um NDB é utilizado simultaneamente com marcadores do ILS. 13. as emissoras de rádio comerciais (broadcasts) funcionam também como um rádio-farol. 13.2. alto ruído atmosférico e condições locais. 13. terá indicação de bloqueio. de montanha e perturbações meteorológicas. sendo por isso usadas.2. terão alcance em função da potência do transmissor. o piloto. podendo sofrer influência de estações de rádio. .2.2.182 MCA 53-1/2008 13. ele é denominado NDB Marcador.2.1.2.7 As marcações proporcionadas através das ondas de rádio transmitidas por uma estação de NDB. ao sobrevoá-la.1.

00 a 112.00 Mhz opera somente com os decimais pares. . que de preferência.00S/03820.3 Conseqüências para elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do NDB.2.1 Finalidade O VOR (Very High Frequency Omnidirecional Range) é utilizado em radiogoniometria com muitas vantagens sobre o NDB. com três letras.10 a 117.o código NOTAM será: Q)QNBCM E)NDB SVD 275KHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.2 Descrição 13. c) elimina cálculos difíceis e demorados. 13.00S/03820.2 VOR (RÁDIO FAROL DIRECIONAL) 13.MCA 53-1/2008 183 13. apresentando as seguintes vantagens sobre o NDB: a) curso firme.2.41W.2.o código NOTAM será: Q)QNBXX E)NDB SVD 275KHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1255.41W .2.00 Mhz à 117.1 O transmissor de um VOR opera nas freqüências de 108. f) é preciso.2. O VOR. d) não dá bloqueio falso. e de 112.2. por ser um equipamento de freqüência muito alta.2. b) não sofre influências por parte das condições atmosféricas. veio suprir essas deficiências. 13.41W. sendo que de 108. superior ao de um NDB. Os sistemas que utilizavam baixa freqüência pecavam por razões já explicitadas anteriormente. deverá estar livre de qualquer obstáculo num raio de 300 metros.00S/03820. A identificação da estação é fornecida por um sinal auditivo modulado em código morse. dependerá da localização e instalação da antena. e b) NDB MUDADO COORDENADAS PARA .1. e g) elimina a curva do cão. Observar a diferença entre: a) NDB DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.90 Mhz nos decimais pares e ímpares. O alcance dos sinais.2. e) não sofre o efeito noturno.2.90 Mhz.

no VOR utiliza-se o termo Radial que corresponde à direção magnética partindo de uma estação VOR.2. A radial 360° é orientada para o Norte magnético.2.2.41W .3 O número de radiais irradiados por um VOR é infinito.30MHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1254.184 MCA 53-1/2008 13. sendo.o código NOTAM será: Q)QNVCM E)VOR SVD 109. Normalmente.2. e também nas aproximações. medidas no sentido dos ponteiros do relógio.2.2. 360 radiais. na navegação em rota. É importante saber que radial é um local físico. ou seja. o número utilizável é limitado pelo receptor de bordo da aeronave. .38S/03819.28W.o código NOTAM será: Q)QNVXX E)VOR SVD 109.28W. como auxilio básico de procedimentos.4 O equipamento VOR é utilizado como balizamento de aerovias.2.2. 13.2. o alcance para a recepção do sinal de um VOR será o que se segue: ALTITUDE 1000 pés 2000 pés 3000 pés 4000 pés 10000 pés DISTÂNCIA 39 NM 54 NM 69 NM 92 NM 270 NM 13. Observar a diferença entre: a) VOR DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255. todavia. cujo conceito confunde-se com o de linha de posição magnética .3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do VOR. Um grau elétrico é igual a um grau geométrico.2. 13.38S/03819. portanto.2. em virtude da alta freqüência não acompanhar a curvatura da superfície terrestre.QDR. e b) VOR MUDADO COORDENADAS PARA .2 Enquanto que na utilização do NDB tinha-se conceitos de QDM e QDR.00S/03820.30MHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1254. Pode-se fazer uma analogia das radiais de um VOR com os raios de uma bicicleta.

O intervalo de tempo gasto pela ida/volta dos pulsos é então transformado em unidade de distância (milha náutica) pelo computador acoplado ao equipamento e mostrado visualmente ao piloto no painel. causando pequenos erros quanto à posição geográfica. c) pode ser usado para delimitar esperas em qualquer lugar do espaço aéreo coberto pelo equipamento. ou ainda.2. responde à emissão do interrogador também em pares de pulsos. a aeronave tem fornecida em mostradores.1 Esse auxílio consiste de um transmissor de bordo chamado de INTERROGADOR.2 Descrição 13. era necessário uma série de cálculos e algumas vezes utilizar mais de uma estação terrestre. só que a intervalos e freqüências diferentes.2 O uso do DME como auxílio à navegação traz muitas vantagens para pilotos e controladores. para que determinado tráfego contorne uma área ou setor.3 DME (EQUIPAMENTO MEDIDOR DE DISTÂNCIA) 13.3.3. já que de uma estação só se obtém a LPM mas não em qual local desta linha a aeronave se encontra. . Com a utilização do DME. constantemente. 13. denominada TRANSPONDER.2. eliminando cálculos demorados. é da linha de visada que une a aeronave e a estação.1 Finalidade O equipamento medidor de distância (DME) veio como complemento para se descobrir a posição da aeronave em relação a um auxílio. Essa estação.3. Dentre elas podemos citar: a) diminuir a separação entre aeronaves equipadas adequadamente.2. e d) permite ao piloto a plotagem constante de sua posição.2.2. 13.MCA 53-1/2008 185 13. a sua distância em relação à estação. que emite pares de pulsos de energia a intervalos regulares e que são captados pela estação terrestre. b) rotas em arcos podem ser estabelecidas para prover separação. Para se descobrir a posição da aeronave sem o auxílio do DME.2. em virtude da curvatura da superfície terrestre e também da altitude da aeronave. A faixa de operação é de 960 a 1215 Mhz (UHF). É bom lembrar que essa distância eletronicamente medida.3.2.

as estações DME operam acopladas às estações VOR. e em algumas situações também podem ser associadas ao localizador do ILS.o código NOTAM será: Q)QNDAS E)DME CH112X U/S. observando o seguinte: DME SVD INOPERANTE .3.186 MCA 53-1/2008 13.3 No Brasil.2. d = distância em NM D = distância em NM da aeronave até a antena h = altitude do topo da antena H = altitude da aeronave 13.3.3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de inoperância do DME.2. com seleção automática de freqüência através de canais. .2.

visuais e adicionais.Portaria DECEA No 63/SDOP.1 O sistema inteiro poderá estar inoperante. categoria e o impacto na operacionalidade do equipamento.2. 13.4 ILS (SISTEMA DE POUSO POR INSTRUMENTO) 13.2. referente à situação. Exemplos: Q)QICAS E)ILS RWY 18 U/S Q)QISAS E)ILS CAT I RWY 18 U/S Q)QITAS E)ILS CAT II RWY 18 U/S Q)QIUAS E)ILS CAT III RWY 18 U/S .2.4. quando na aproximação final para pouso. em ângulo de descida.2 Inoperância de Componentes As restrições operacionais dos componentes eletrônicos. estão previstas nos anexos da ICA 100-16 (Sistema de Pouso por Instrumentos .MCA 53-1/2009 187 13. (NR) .4.2. de 21 de outubro de 2009. nos casos de degradação de seus componentes.3 Consequências para elaboração de NOTAM 13.4. o ILS proporciona à aeronave equipada com o correspondente instrumento de bordo orientação segura de alinhamento.3.2. 13.ILS).4.1 Finalidade Sistema de aproximação de precisão muito utilizado nos aeroportos de todo mundo.

2 Código de inoperância para cada componente.4. de 21 de outubro de 2009.2.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) .188 MCA 53-1/2009 13.3. Exemplos: Q)QILAS E)ILS LLZ RWY 18 U/S Q)QIGAS E)ILS GP RWY 18 U/S Q)QIOAS E)ILS OM RWY 18 U/S Q)QIMAS E)ILS MM RWY 18 U/S Q)QIIAS E)ILS IM RWY 18 U/S Q)QIDAS E)DME ASSOCIADO AO ILS RWY 18 U/S Q)QIXAS E)ILS LO RWY 18 U/S Q)QIYAS E)ILS LM RWY 18 U/S .

2 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO 14. VOR. sem considerar a distância que os separa. ômega e inercial.2. de 21 de outubro de 2009. . tem à sua frente o ESTE (E). 14.3 DIREÇÃO É a posição de um ponto em relação a outro.2.Sistema baseado em satélites colocados em órbita GNSS: “Sistema Global de Navegação por Satélite”.Portaria DECEA No 63/SDOP. às suas costas o OESTE (W). Qualquer pessoa.Determinar. através de instrumentos eletrônicos munidos de computadores. facilmente determinaremos os pontos COLATERAIS e SUB-COLATERAIS.Observando os pontos significativos sobre a superfície da Terra. 14. montanhas.Determinar o local onde se encontra.2. Determinando os pontos CARDEAIS.Determinar o local onde se encontra. determinando sua posição em qualquer momento.5 Navegação Celestial ou Astronômica . 14.Determinar o local onde se encontra.2 Navegação Estimada . à sua esquerda o NORTE (N) e à sua direita o SUL (S). Sistemas: doppler. com segurança e eficiência. Instrumento: sextante. 14. de frente para o nascer-do-sol. ferrovias. por meio de observações dos corpos celestes. pontes. o local atual. por meios de ondas de rádio emitidas por estações terrestres: Estações: NDB. 14. lagos.3 Navegação Radiogoniométrica .6 Navegação por Satélite . 14. 14. Instrumentos de bordo: bússola.1 Navegação Visual ou Contato .2. Ponto significativo: referência como: rodovias.2. a qualquer momento. cidades. (NR) .4 Navegação Eletrônica . a partir do último ponto conhecido. Isto é o que chamamos de pontos CARDEAIS. de um ponto a outro. rios. etc.MCA 53-1/2009 189 14 NAVEGAÇÃO AÉREA Nesse capítulo serão abordadas noções básicas de navegação aérea para aplicação nas atividades de Informação Aeronáutica. 14. velocímetro e relógio.2.1 DEFINIÇÃO É a arte de conduzir uma aeronave. sobre a superfície da terra.

4.4 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS 14. podemos dizer que a DIREÇÃO é uma medida angular a partir de um ponto de referência. de 000º a 360º. medida em graus. Latitude do Ponto A 45º N Ponto A Plano do Equador Arco de Meridiano . 14.190 MCA 53-1/2008 Norte (N) Noroeste (NW) Nornoroeste (NNW) Nornordeste (NNE) (NE) Nordeste oestenoroeste (WNW) (ENE) estenordeste PONTO Oeste (W) oestesudoeste (WSW) (E) Leste (ESE) estesudeste Sudoeste (SW) (SSW) susudoeste (SSE) susudeste (SE) Sudeste (S) Sul Modernamente as direções são expressas em graus. A latitude é medida de 00º a 90º para NORTE e para o SUL.1 A LATITUDE é o arco de meridiano compreendido entre o Equador e o paralelo de um lugar. a partir do Equador. Assim. Esse é o sistema universalmente adotado para fins de navegação. no sentido NESO (Norte / Este / Sul / Oeste). que é sempre a linha NORTE/SUL.

1 Unidade de distância internacional adotada e conhecida como NM.1.5. Também pode ser definida e perfeitamente aceitável. A longitude é medida de 000º a 180º a partir do meridiano de GREENWICH.852Km. para ESTE e para OESTE (ver Anexo E).1.3 Sendo a circunferência da terra medida no equador igual a 40.5.1 MILHAS NÁUTICAS 14. é a sua escala de distância. são duas: quilômetros (Km) e milhas náuticas (NM). 14. Seu valor é de 1.5 DISTÂNCIA É a separação entre dois pontos.5. ao longo de um meridiano qualquer. 14.2 Considerando a explicação acima. Meridiano 80º W 14.1. compreendido entre o meridiano de GREENWICH e o meridiano de um lugar.600 NM ÷ 360 = 60NM Logo: 1º (60’) corresponde a 60NM . faremos a seguinte observação. onde 1’ de latitude é equivalente a 1NM. a escala de latitude de uma carta.2 A LONGITUDE é o arco da LINHA do EQUADOR ou do PARALELO. As unidades de comprimento utilizadas para medir distâncias nesse Manual. 14.000Km (21.600NM) e a LINHA do EQUADOR um CÍRCULO MÁXIMO (círculo que divide a terra em duas partes iguais). temos que. como sendo: o comprimento de 1’ de arco do meridiano terrestre (equivalente a 1’ de latitude).MCA 53-1/2008 191 14.5.4. visando comprovar a afirmação que 1’ de latitude equivale a 1NM: 21.

como sendo o ângulo formado por uma linha NORTE/SUL verdadeira ou geográfica e uma linha NORTE/SUL magnética.7 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA 14.7. formando um ângulo denominado DECLINAÇÃO MAGNÉTICA. basta conhecermos os seus valores e efetuarmos simples operações de multiplicação e divisão.2 Definimos declinação magnética (Dmg).192 MCA 53-1/2008 14. quando essa for Oeste.7.852Km = 56. deverá ser adicionada ao rumo/proa verdadeira a declinação magnética.3 Quando a agulha da bússola estiver para a direita da direção do Norte Verdadeiro. isto é. . isto é.76Km Converter 105Km em milhas náuticas: 105Km ÷ 1.69NM 14. Exemplo: Converter 130NM em quilômetros: 130NM × 1.6 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA Para conversão dessas unidades de distâncias. tem-se uma declinação magnética Oeste (W). 14. e subtraída quando essa for Este. NOTA: Para a determinação de rumo/proa magnética. No caso inverso.7. para Este. apontando para esquerda (Oeste). 14.852Km = 240.1 Sabendo-se que os pólos magnéticos e verdadeiros não são coincidentes. NM e Km e vice-versa. tem-se uma declinação magnética Este (E). isto proporciona o cruzamento dos meridianos geográficos.

c) Rumo verdadeiro (Rv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e uma linha de rota.8.1 DEFINIÇÕES: a) ROTA: Projeção ortogonal à superfície da terra. O rumo pode ser verdadeiro ou magnético. d) Rumo magnético (Rmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e uma linha de rota.MCA 53-1/2008 193 14. b) RUMO: Ângulo formado entre um meridiano qualquer e a linha de rota. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º e) PROA: É o ângulo formado entre um meridiano qualquer e o eixo longitudinal da aeronave. e g) Proa magnética (Pmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e o eixo longitudinal da aeronave. sendo a trajetória desejada ou percorrida pela aeronave. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º .8 ROTA. RUMO E PROA 14. f) Proa verdadeira (Pv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e o eixo longitudinal da aeronave.

c) MARCAÇÃO MAGNÉTICA (QDM): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. variando de 000º a 360º.9. contados no sentido horário. variando de 000º a 360º. contados no sentido horário. e d) LINHA DE POSIÇÃO MAGNÉTICA (QDR): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela estação e a linha que liga a estação à aeronave.9 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA 14. . b) MARCAÇÃO RELATIVA (MR): É o ângulo formado pelo prolongamento do eixo longitudinal da aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. variando de 000º a 360º. contados no sentido horário.194 MCA 53-1/2008 14.1 DEFINIÇÕES: a) RADIOGONIOMETRIA: É a técnica de medir direções e determinar posições utilizando ondas de rádios emitidas por um transmissor ou transmissores de posições conhecidas. É a diferença de 180º da marcação magnética.

15. ressalvados os casos de aeronaves que apresentarem defeitos em vôo ou encontrarem condições meteorológicas adversas na rota. 15.3 Os aeródromos privados e os aeródromos públicos restritos só podem ser utilizados com permissão de seu proprietário.1.2. que é o Aeródromo Público Restrito. . ainda. em princípio. de 24 de agosto de 2010. 15.Aeródromo destinado. (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP.1 PROCEDIMENTOS 15.1.MCA 53-1/2010 195 15 AERÓDROMOS Esse capítulo trata das características administrativas. NOTA: Exceto aeródromos privados abertos ao tráfego público. e b) PRIVADOS – Só poderão ser utilizados com permissão de seus proprietários.1 CLASSIFICAÇÃO 15. ao uso de aeronaves militares.1 Nenhum aeródromo civil poderá ser utilizado por aeronaves civis se não estiver devidamente registrado ou homologado e.1. em caráter comercial ou não.2 Os aeródromos civis são classificados em: a) PÚBLICOS – Destinam-se ao tráfego de aeronaves em geral. 15. físicas e operacionais dos aeródromos brasileiros para que os Especialistas possam identificar a melhor forma de lidar com as informações/dados aeronáuticos a eles inerentes. 15. em princípio.1.2.2.2 Os aeródromos públicos podem ser utilizados por aeronaves em geral. sendo vedada sua exploração comercial.1. ao uso de aeronaves civis.1.3 Considera-se um terceiro tipo de aeródromo civil. desde que observadas as características físicas e operacionais do aeródromo.1 Os aeródromos são classificados em: a) CIVIL .Aeródromo destinado. e b) MILITAR . 15.2. divulgado em pelo menos um dos componentes da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP).2 UTILIZAÇÃO 15.

1.6 O piloto em comando é o responsável quanto à verificação das características físicas e operacionais dos aeródromos ou helipontos envolvidos com o vôo.2.3. a elevação dos extremos de pista e a dos pontos intermediários ao longo da pista.3.3.2. poderão ser utilizados por aeronaves militares.2. alta ou .3.3.4 O ARP deve situar-se tão próximo quanto possível do centro geométrico inicial ou planejado do aeródromo. 15.1.3. serão informadas a elevação e a ondulação geoidal de cada cabeceira. 15. 15.2 ELEVAÇÃO E ALTURA GEOIDAL 15. quando o interesse for de segurança nacional ou necessidade de fiscalização assim o exigir.3. se sua elevação.4 Os aeródromos privados abertos ao tráfego poderão ser explorados comercialmente desde que exista autorização formal do proprietário para uso da propriedade como aeródromo público.2 A sua finalidade é servir como origem para determinação das coordenadas de qualquer outro ponto na área do aeródromo. 15. 15.1 Para cada aeródromo será estabelecido um ponto de referência.1.3 A posição do ARP é estabelecida em caráter permanente e informada em latitude e longitude.2. em graus.1. arredondando-se ao segundo mais próximo.2.1. 15.1 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de não precisão (NPA). independente de permissão de seu proprietário. considerando a possibilidade de que esse seja posteriormente ampliado (Anexo G . 15. 15.3 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS 15.2.1 PONTO DE REFERÊNCIA DO AERÓDROMO (ARP) 15.1 Elevação do Aeródromo É a altitude do ponto mais elevado da área de pouso de um aeródromo (Anexo G .196 MCA 53-1/2008 15.5 Os aeródromos privados.3.1.P2). minutos e segundos.3.2 Elevações e Alturas Geoidais da Pista 15.P1).1.2.

P3).2 A temperatura de referência deverá ser a média mensal das máximas temperaturas diárias correspondentes ao mês mais quentes do ano. 15.P4).2. 15. 15.5 NÚMEROS E ORIENTAÇÃO DAS PISTAS Um sinal designador de pista consistirá em um número de dois dígitos. serão informadas a elevação e ondulação geoidal de cada cabeceira. será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista (Anexo G . PA-2 ou PA-3).3. Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo. Esse número será o inteiro mais próximo da décima parte do azimute magnético de uma pista (Anexo G .3.P7).3 TEMPERATURA DE REFERÊNCIA 15. tendo em vista o rumo de aproximação.3. e se medirá com uma precisão arredondada ao quarto de metro ou pé mais próximo (Anexo G . Quando a cabeceira da pista estiver deslocada.3. Essa temperatura deverá ser medida por observações efetuadas durante vários anos 15.MCA 53-1/2010 197 baixa.1 Localização da Cabeceira Normalmente a cabeceira situa-se no extremo da pista. a menos que condições operacionais justifiquem a escolha de outra localização. 15.3.3.P6). em função do rumo magnético. aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho.2.1 Para cada aeródromo será determinada uma temperatura de referência em graus Celsius (Anexo G .3.3.4 PISTAS Área retangular definida em um aeródromo destinada a pouso e decolagem de aeronaves (Anexo G .3. a partir do Norte Magnético. for de importância.4.2 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de precisão (PA-1. 15.P5). . e se medirá com uma precisão arredondada ao meio metro ou pé mais próximo. a elevação dos extremos de pista e a maior elevação da zona de contato (TDZE). serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada.

Para três pistas paralelas: “L” “C” “R”.2 A capacidade de carga de um pavimento também pode ser expressa por um único número sem especificar uma aeronave em particular ou informações detalhadas do pavimento. e Para seis pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “C” “R”.7 RESISTÊNCIA DO PAVIMENTO A resistência do piso dos aeródromos destinados a aeronaves com peso inferior a 5. pressão de pneu. entre outros). 15. 15.6 DECLIVIDADE LONGITUDINAL DA PISTA É o resultado das várias elevações ao longo do terreno (Anexo G .7. Portanto. será notificada através do peso máximo admissível (peso máximo de decolagem) da aeronave e da pressão máxima admissível dos pneus pelo pavimento. que varia de acordo com o peso e a configuração da aeronave (tipo de trem-de-pouso. Esse número é o Número de Classificação de Pavimento (PCN).3.198 MCA 53-1/2008 Para duas pistas paralelas: “L” “R”.3.3. Para quatro pistas paralelas: “L” “R” “L” “R”.7. 15.50 Mpa.1.1 Método ACN-PCN 15.P8). Para cinco pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “R” ou “L” “R” “L” “C” “R”. Esse número é chamado Número de Classificação da Aeronave (ACN).7.1.3.3. define-se: .500 lb). Exemplo: 4000 Kg / 0.1 Esse método torna possível expressar o efeito individual de uma aeronave sobre diferentes pavimentos através de um único número. o tipo de pavimento e a resistência do subleito.700 Kg (12. 15.

1.1. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus.3. nas quatro categorias de resistência de subleito. a) PCN – É um número que expressa a capacidade de resistência de um pavimento para operações sem restrição. .3. Exemplo: PCN 78 / R / A / W / T NOTA 1: A IAC 157-1001.1.3.MCA 53-1/2010 199 a) ACN – É o número que expressa o efeito relativo de uma aeronave com uma determinada carga sobre um pavimento. de 10 abril de 2008.7. uma aeronave que tenha um valor de ACN inferior ou igual ao valor do PCN do pavimento.4. 15. Se o ACN encontrado for igual ou inferior ao PCN publicado. preparada pela autoridade competente. Isto é possível.500 lb). NOTA 3: Poderão ser autorizadas operações de aeronaves com ACN superior ao PCN notificado para pavimento desde que obedecidos os critérios estabelecidos na IAC 157-1001.700 Kg (12.7.4. ele determinará através de uma tabela.4 Aplicação 15. NOTA 2: A resistência do piso dos helipontos é apresentada simplesmente com o peso em toneladas.7. sem restrições. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis. qual o ACN de sua aeronave. pois os valores de ACN e de PCN são calculados usando-se a mesma base técnica.3. para uma categoria padrão de subleito especificada.1. então a aeronave poderá operar no aeródromo em questão.2 Uma vez que o usuário conheça o PCN. 15.1 O método ACN-PCN se aplica somente aos pavimentos destinados a aeronaves com peso igual ou superior a 5.3 O sistema ACN-PCN é estruturado de maneira que um pavimento com um determinado valor de PCN seja capaz de suportar. 15. Cabe ressaltar que os valores oficiais de ACN são fornecidos pelos fabricantes das aeronaves.7.

1. os movimentos ocasionais de aeronave cujo ACN não excede de 5% o PCN notificado. 15.3.3.alta: .Flexível: c) resistência do subleito. e c) se a estrutura do pavimento é desconhecida a limitação a ser aplicada é a correspondente aos pavimentos rígidos.1. aproximadamente.7.6 Procedimentos para notificação do PCN O PCN de um pavimento é notificado através de um código que utiliza cinco elementos: a) valor numérico do PCN.média: . desde que não ultrapassem a.Rígido: .letra R . . 15.200 MCA 53-1/2008 15. 5% do número de movimentos anuais de aeronaves. b) para pavimentos rígidos (concreto cimento) ou compostos nos quais o pavimento rígido constitui o elemento primordial da estrutura do pavimento. cujo ACN não exceda 10% do PCN notificado. não são prejudiciais ao pavimento. são os seguintes os critérios recomendados pelo ANEXO 14/OACI: a) para pavimentos flexíveis (asfalto).letra A .letra B .baixa: .4.letra F .7. b) tipo de pavimento.5 Operação com Sobrecarga Para as operações cujo valor de sobrecarga e/ou freqüência de utilização não justifique(m) uma análise detalhada. não são prejudiciais ao pavimento. os movimentos ocasionais de aeronave.3. aproximadamente. desde que não ultrapassem a.3 Maiores detalhes sobre o método ACN-PCN podem ser encontrados no ANEXO 14/OACI e na IAC 157-1001.1.letra C . 5% do número de movimentos anuais de aeronaves. .7.

8 Cálculo do ACN das Aeronaves: a) o ACN das aeronaves deverá ser determinado segundo o método ACN PCN. alta.00MPa): . .7.P9). através de uma tabela existente na IAC em vigor (Anexo G . em condições normais de emprego. através das publicações de informações aeronáuticas. rígido. ou seja.letra U 15.letra D .alta (sem limite de pressão): . utilizando-se a tabela de ACN anexa à IAC 157-1001. PCN 80/R/B/W/T .letra X . e . o PCN.método de avaliação: 80.1.3.média (até 1. e técnica.MCA 53-1/2010 201 .muito baixa (até 0.valor numérico do PCN: .3.7. a resistência do piso.técnica: Consiste no estudo específico das características do pavimento e na aplicação da tecnologia do comportamento dos pavimentos: .resistência do subleito: . ele determina o ACN.letra Y . .ultra-baixa: d) pressão máxima de pneus.pressão máxima dos pneus: .50MPa): e) método de avaliação.tipo de pavimento: .letra Z .baixa (até 1.letra W .letra T .50MPa): .prática: Consiste na utilização do conhecimento do tipo e peso de aeronaves que. o pavimento resiste satisfatoriamente: Exemplo: Notificação publicada: Interpretação: . 15. média.7 Uma vez que o usuário conheça.1.

71 e 53. NOTA 2: As duas cargas totais que figuram na coluna 2 da tabela de ACN.066 Kg 253.Exemplo 1 Uma AIP contém as seguintes informações relativas ao pavimento de uma pista PCN 80/R/B/W/T. NOTA 4: A Pressão dos pneus informada na Tabela do documento da OACI. sendo a informação acrescida na tabela. para cada tipo de aeronave. visando facilitar o usuário.749 Kg 185. 50. 42. Como o pavimento em questão tem um PCN 80 e não tem limitação de pressão de pneus. NOTA 3: Para calcular o ACN correspondente a um valor de carga intermediário. nas quatro categorias de resistência do terreno de fundação. são. respectivamente.26 MPa 1. o peso máximo de decolagem e o peso operacional vazio. não contempla a unidade de medida em psi. fazendo-se uma interpolação. 45.105 Kg PRESSÃO 1. pode suportar todas essas aeronaves.000 Kg 334. b) Exemplos de cálculo de ACN: . de acordo com a coluna 6 da Tabela de ACN.56 MPa 1. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis.202 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Essa tabela. Determinar se o pavimento pode aceitar as seguintes aeronaves. considerase o ACN como variando linearmente. são respectivamente.B2 B 747–100B Concorde DC 10–40 Solução: Os ACN dessas aeronaves. entre o peso de operação vazio e o peso máximo de decolagem.17 MPa .23 MPa 1. com as cargas operacionais e pressões de pneus indicados a seguir: PESO Airbus A300 Mod.

400 Kg sobre um pavimento flexível apoiado em fundação do terreno de resistência média (CBR=10).Exemplo 2: Achar o ACN do DC 10–10 com 157. e tem.MCA 53-1/2010 203 . em cada ponto.8.3.406 – 108. O ACN da aeronave é obtido por interpolação dos valores da coluna 10 da Tabela de ACN CARGA TOTAL MÁXIMA DE DECOLAGEM OPERAÇÃO VAZIO KG 1 DC 10-10 2 196406 108940 ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS RÍGIDOS PRESSÃO DOS PNEUS MPa/psi K em MN/m3 Alta Médi a Baixa Ultra Baixa 20 8 73 33 Alta ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS CBR Médi a Baixa Ultra Baixa 3 12 93 38 TIPO DE AERONAVE CARGA SOBRE UMA DAS RODAS DO TREM DE ATERRISSAGEM PRINCIPAL (%) 150 3 47.1 Área retangular que envolve a pista de pouso e a SWY.9.3.400) x (57 – 27) (196.406 – 157.28 Mpa.1 Os tipos de pisos dizem respeito à natureza do piso das diversas pistas e áreas onde trafegam as aeronaves no aeródromo. 15.3.3.940) ACN = 57 – 39. .8.3. quando houver.006 x 30 87.28/185 5 45 23 80 6 52 25 40 7 63 28 15 9 52 26 10 10 57 27 6 11 68 30 ACN = ACN MÁXIMO – (CARGA TOTAL – CARGA PRETENDIDA) x (ACN MÁXIMO – ACN MÍNIMO) (CARGA TOTAL – OPERAÇÃO VAZIA) ACN = 57 – (196. 15. Solução: 185 psi = 1.2 4 1.446 ACN = 57 – 13 ACN = 44 15.P10). a altitude do ponto mais próximo situado no eixo da pista ou no seu prolongamento (Anexo G . A pressão dos pneus do trem de pouso principal é de 185 psi.2 Os respectivos códigos constam das abreviaturas existentes na Parte GEN da AIPBRASIL e no ROTAER e são os seguintes.8 TIPOS DE PAVIMENTO 15.9 FAIXA DE PISTA (STRIP) 15.

sob controle de autoridade competente e selecionada ou preparada como área disponível sobre a qual uma aeronave possa efetuar parte de sua subida inicial. A largura da zona de parada deve ser a mesma da pista à qual está vinculada.SWY Área retangular.3.10 ÁREA DE SEGURANÇA DE EXTREMO DE PISTA (RESA) Área simétrica ao prolongamento do eixo da pista e adjacente ao extremo da faixa de pista. Suas dimensões variam em função do tipo e da quantidade de operações (Anexo G . variando o comprimento (Anexo G .3. estabelecidos pelas normas em vigor. 15. e b) os equipamentos necessários à manutenção e.3 Na Faixa de Pista não são permitidos quaisquer aproveitamentos que ultrapassem seu gabarito.3. adjacente a faixa de pista.11 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS .3. destinada àquelas aeronaves que requeiram distância maior que a da pista.3.CWY Área retangular sobre o solo ou água. ainda. definida no terreno. 15.3. situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem.204 MCA 53-1/2008 15. instalações e colocação de objetos de natureza temporária ou permanente. fixos ou móveis. cujo objetivo principal consiste em reduzir o risco de danos a uma aeronave que faça uma aterrissagem antes ou ultrapasse o extremo da pista. situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem. aeronaves e veículos em serviço. tenham de ser instalados nesta área. 15. . tais como: construções. 15. todos sujeitos aos limites de altura e afastamento do eixo da pista.4 Não estão compreendidos na proibição: a) os auxílios à navegação aérea que.P12).P11).12 ZONA DE PARADA .2 O comprimento e a largura dependerão do tipo de operação da pista.P13). obrigatoriamente.9.9. até uma altura especificada (Anexo G .9. 15. no caso de necessidade da interrupção da decolagem.

decolagem e interrupção de decolagem.MCA 53-1/2010 205 15.13 ÁREA DE APROXIMAÇÃO (A1) Plano inclinado ou combinação de planos anteriores à cabeceira cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista. comprimento da TORA somado à zona livre de obstáculos .CWY. 15.15 ÁREA DE TRANSIÇÃO (A3) Plano inclinado que parte das laterais da faixa de pista e da área de aproximação até 45m de altura.3.P14): a) TORA (TAKE-OFF RUN AVAILABLE) .3.3. .3.16 DISTÂNCIAS DECLARADAS São distâncias utilizadas para efeito de cálculo para pouso.comprimento declarado da pista disponível para corrida no solo de uma aeronave que decola. b) TODA (TAKE-OFF DISTANCE AVAILABLE) .14 ÁREA DE DECOLAGEM (A2) Plano inclinado ou outra superfície especificada situada além do extremo de uma pista ou zona livre de obstáculos cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista. 15. que são definidas a seguir (Anexo G . se existir. ou seja. 15.comprimento declarado da pista disponível para decolagem.

comprimento declarado da pista disponível para aceleração e parada da decolagem. .3.1.1 15. Condições A RWY é desprovida de SWY e de CWY e. 15. Exemplo 2: A RWY é provida de SWY. se existir.1 ao da RWY.3. na TODA será incluído o seu comprimento.2 Pousos e Decolagens da Esquerda para a Direita Exemplo 1: A RWY é provida de CWY.16. ou seja. na ASDA será incluído o seu comprimento.16. ainda.1. as quatro distâncias declaradas terão um comprimento igual 15. comprimento da TORA somado ao comprimento da zona de parada .206 MCA 53-1/2008 c) ASDA (ACCELERATE STOP DISTANCE AVAILABLE) . Assim.16.3. a THR está situada no extremo da pista.comprimento declarado da pista disponível para a corrida no solo de uma aeronave que pousa.SWY. Assim. Assim sendo. e d) LDA (LANDING DISTANCE AVAILABLE) .

suas distâncias declaradas serão configuradas conforme a seguir: . corresponde ao comprimento físico da RWY.MCA 53-1/2010 207 15.3 Obstáculos na Aproximação Exemplo 1: A LDA começa na THR. Exemplo 2: Nos casos de RWY providas de CWY. a LDA terá seu comprimento modificado em função deste deslocamento. se a THR for deslocada. SWY e THR deslocada. Na maioria dos casos.1.16. Daí.3.

15. São as seguintes luzes previstas para pista de pouso: luzes de cabeceira.17 LUZES AERONÁUTICAS DE SUPERFÍCIE Os procedimentos aqui tratados têm aplicação em todos os aeródromos. tais como sistema de luzes de aproximação (ALS).1.1 Iluminação de Aproximação A iluminação de aproximação inclui luzes.3.16.1. .17.16. Óleo.3. sistema visual indicador de rampa de aproximação (VASIS). estejam ou não no aeródromo ou em suas proximidades. Buracos.P15).2 Iluminação da Pista Todas as pistas destinadas ao uso noturno devem possuir iluminação adequada.17. luzes de eixo de pista e luzes de zona de contato (Anexo G .4 Exemplo: Cabeceira Deslocada por Impraticabilidade (Obras.208 MCA 53-1/2008 15.) 15. luzes laterais. 15.3. 15.3.3. Aplicam-se também a todas as luzes aeronáuticas de superfície. indicador visual de trajetória de aproximação de precisão (PAPI) e faróis luminosos de aproximação e luzes indicadoras de alinhamento de pista (Anexo G .5 Outros exemplos das possibilidades de configurações de distâncias declaradas estão contidos no Anexo F. independente da existência de serviço de controle de aeródromo.P16). etc.

as de cor verde indicando o início e as de cor vermelha o final.2. 15. de 21 de outubro de 2009.2.1 Luzes distribuídas de modo a indicar os limites longitudinais da pista ou da trajetória de pouso utilizável. em uma distância de 600 metros ou de 1/3 final da pista.2.3.17. as pistas providas de luzes de intensidade média.2. as luzes situadas entre o começo da pista e a cabeceira deslocada são de cor vermelha.3.2 Essas luzes são fixas (contínuas).5). (NR) . em sentido transversal ao seu eixo. coincidindo com a cabeceira deslocada.3.17.2.3.17.2.2 Essas luzes em número de seis pelo menos.3.3. 15.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. .2.17.2. de 21 de outubro de 2009. são instaladas na cabeceira e no final da pista.3.2.17.MCA 53-1/2009 209 15.17.Portaria DECEA No 63/SDOP.17. (NR) .17. para determinar o começo da extremidade remota de 600 metros ou 1/3 final e as luzes restantes de cor branca variável. 15.2.3.2.1 Luzes dispostas lateralmente ao longo da pista de pouso e equidistante de seu eixo. (NR) . podendo o extremo da pista oposta ser de cor amarela.2.1.17.2 Luzes de Cabeceira e Final de Pista 15. 15.17. NOTA: A localização das luzes de cabeceira (início e final de pista) são colocadas até 5 metros distantes das laterais.2.2. uma luz amarela é usada em cada lado visível em qualquer direção.4 O sistema de luzes de pista será considerado operacional quando a quantidade de luzes inoperantes não ultrapassar os percentuais especificados no capítulo 3 da ICA 100-1 (Operação IFR em Aeródromos). 15.2.1 Luzes de Pista 15.3. vistas na direção da aproximação. instaladas a intervalo não maiores que 60 metros (IFR) ou 100 metros (VFR). de 21 de outubro de 2009.4 e 15. (NR) . as luzes de cabeceira serão dispostas sobre uma linha perpendicular ao eixo da pista. 15.Portaria DECEA No 63/SDOP. se essa distância for menor.Portaria DECEA No 63/SDOP.3 Quando a cabeceira for deslocada do extremo da pista. indicando sua direção e limites (ver 15. NOTA: No Brasil.2.5 Para pistas com operações de pouso e decolagem VFR noturno deverão estar disponíveis pelo menos 85% das luzes (de cabeceira e de final de pista) em funcionamento e que não existam luzes queimadas adjacentes.3.2. de 21 de outubro de 2009.2.17. Se a cabeceira estiver deslocada.3. de cor branca variável.

4.2. de cor vermelha.1 Iluminação de Pista de Táxi Luzes de Eixo de Pista de Táxi São luzes fixas. 15.210 MCA 53-1/2008 15. instaladas ao longo das laterais da zona de parada.17.2.3.17.17.3. desde a cabeceira até o ponto situado a 900 metros do extremo da pista. em linha eqüidistantes do seu eixo. encravadas em barretas transversais.3.3.2 Devem ser instaladas luzes em todas as zonas de parada prevista para uso noturno. uma em cada lado do eixo da pista. perpendicularmente ao seu eixo. desde a cabeceira até o final.3. pistas de saída e . unidirecionais. embutidas no solo.17. nas pistas de táxi.3 15.3.17. para que não sejam visíveis pelos pilotos ao passarem sobre a zona de parada durante a aproximação para pouso. como também no extremo dessa zona de parada. de cor verde.3. com intervalos longitudinais não superiores a 30 metros. dispostas simetricamente em duas fileiras. nas quais o sistema é encurtado de modo a não ultrapassar o ponto médio da pista. estendendo-se desde a cabeceira até uma distância longitudinal de 900 metros. 15.3.4 Luzes de zona de contato São luzes de cor branca variável. Essas luzes são fixas (contínuas). NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III.1 Iluminação de Zona de Parada São luzes fixas (contínuas).4 15. NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III.17. coincidindo com o prolongamento das fileiras das luzes laterais de pista.3 Luzes de eixo de pista São luzes distribuídas ao longo do eixo da pista. 15. dispostas ao longo do eixo de todo o percurso do táxi da aeronave. 15. quando passa a ser vermelha até o final da pista. alternando a cor branca variável com a vermelha desde 900 metros até 300 metros do outro extremo da pista. exceto nas pistas de comprimento menor que 1800 metros. Essas luzes devem ser obscurecidas para o lado oposto ao da pista em uso.3.17. de cor branca variável.

7.3.7 15.7.17. semi-embutida no solo.17.17.P17).17.3. distribuídas ao longo das laterais da pista de táxi.3 Sistema de Guia para o Táxi Esse sistema deve oferecer ao piloto. com intervalos de 3 metros entre as luzes.5 Barras de Parada Luzes de cor vermelha.3.3. quando o obstáculo não ultrapasse a superfície horizontal interna do aeródromo (Anexo G .3 O farol de aeródromo deverá ser ligado entre o nascer e o pôr-do-sol. com diferentes tipos de informação.3. no sentido da aproximação da interseção de pista. 15.MCA 53-1/2008 211 pátios.6 Iluminação de Obstáculos A iluminação de obstáculos localizados nas áreas de aproximação e de decolagem de uma pista poderá ser ligada ou desligada.2 Nos aeródromos cuja operação não seja contínua. destino ou de instruções obrigatórias.1 Farol de Aeródromo O farol de aeródromo deverá permanecer ligado entre o pôr e o nascer-do-sol nos aeródromos com operação contínua (H24). 15. 15.17.2 Luzes de Pista de Táxi Luzes fixas. 15.17.17. unidirecionais.P18). no ponto que se deseja deter o tráfego e serão desligadas para indicar que o tráfego pode continuar. que podem ser de situação. . 15. colocadas transversalmente em pista de táxi e distribuídas de modo simétrico em relação ao seu eixo. quando as condições meteorológicas do aeródromo somente possibilitem operações IFR ou VFR especial (Anexo G .3.7.3.3. ao mesmo tempo que as luzes de pista. 15.4. através de dispositivos luminosos. o farol de aeródromo deverá permanecer ligado desde o pôr-do-sol até o encerramento do serviço. Esse tipo de luz deve ser usada em pistas de táxi onde seja comum a ocorrência de RVR menor que 400 metros.4. 15. de cor azul.17.

4. auxílios visuais terrestres luminosos adequados.VFR DIURNA.4.5 Aeródromo para Operação IFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui.5 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA 15. (NR) .4. . . auxílios visuais terrestres luminosos adequados. aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho.4.5. Quando a cabeceira da pista estiver deslocada.3 Aeródromo para Operação VFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui. Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo.1 A cabeceira deve situar-se. Aeródromo para Operação VFR é aquele em que as aeronaves só poderão operar de acordo com as regras de voo visual. 15.1 São aquelas relativas às condições de operacionalidade da pista tais como: a) Regra de voo visual (diurna) b) Regra de voo visual (noturna) c) Regra de voo por instrumentos (diurno) d) Regra de voo por instrumentos (noturno) 15. Isto se dá pelo fato de não estar devidamente equipado para atender as operações de aeronaves em condições IFR. serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada. normalmente no extremo da pista.IFR NOTURNO. será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista.2 . a menos que considerações de caráter operacional justifiquem a escolha de outra locação.VFR NOTURNA. 15.IFR DIURNO.Portaria DECEA No 63/SDOP. É equipado com auxílio-rádio á navegação que proporciona orientação para a aproximação e decolagem e. .212 MCA 53-1/2009 15. e .4 Aeródromo para Operação IFR Diurna é um aeródromo onde podem operar aeronaves segundo regras de voo visual (se as condições de teto e visibilidade permitirem) e também segundo regras de voo por instrumentos para operação diurna.4 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS 15. 15.4. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno. além disto possui cartas de aproximação e saída por instrumentos publicadas (em vigor) e órgão ATS em funcionamento. 15. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno. de 21 de outubro de 2009.

1 Tal procedimento deve ser efetuado.3.2.2. quando existentes: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP.6. 15.5.2 Deverá ser expedido NOTAM modificando as visibilidades mínimas previstas nos quadros POUSO DIRETO e PARA CIRCULAR nas IAC. de 21 de outubro de 2009. e será expresso por uma classificação numérica.Portaria DECEA No 63/SDOP.2 Na existência de um deslocamento de cabeceira. e se essa cabeceira for deslocada.6.5. c) ALS. a) VASIS. todas as rampas e indicações não devem ser utilizadas para aproximação. e) IAC Radar. (NR) . de 21 de outubro de 2009.5. acrescentando a esses valores a porção deslocada. em um período de tempo preestabelecido.3 15.1 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS A categoria requerida de aeródromos ou simplesmente CATEGORIA DE UM AERÓDROMO é uma classificação numérica ou alfanumérica que se baseia no grau de risco peculiar ao aeródromo e que corresponde a um determinado nível de proteção contra-incêndio requerido.1 DETERMINAÇÃO E DIVULGAÇÃO A determinação e divulgação do nível de proteção contra-incêndio requerido para os aeródromos brasileiros é de responsabilidade da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica .Portaria DECEA No 63/SDOP.MCA 53-1/2009 213 15. de 21 de outubro de 2009 15.2 O nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo está relacionado com as dimensões das aeronaves regulares que o utilizam. de 21 de outubro de 2009. e (NR) .P19).Portaria DECEA No 63/SDOP. em virtude desses equipamentos estarem transmitindo rampas e indicações calculadas para a cabeceira no início da pista.6 15. d) ILS GP (trajetória de planeio – sua precisão). 15. (NR) . obtida a partir da avaliação da categoria das aeronaves e do número de movimentos destas (Anexo G . b) PAPI. 15. bem como com a freqüência de operação dessas aeronaves.6. deve ser expedido NOTAM indisponibilizando os seguintes equipamentos e procedimentos.6. 15.

de 06 OUT 1976.3.6. 15. procederá à fiscalização dos diversos aeródromos no que tange ao fiel cumprimento das Instruções do Comando da Aeronáutica.2 A DIRENG manterá um sistema de controle atualizado sobre o nível de proteção contra-incêndio de todos os aeródromos categorizados. utilizada para pousos. 15.7. 15. pela Portaria no 745/GM5. decolagens de helicópteros.214 MCA 53-1/2008 (OCSISCON). Através do Programa Anual de Trabalho.3 A responsabilidade pela operação dos SESCINC nos aeródromos homologados é do órgão. e b) HELIPORTO . aprovadas pela Portaria no 18/GM5. o período de redução e dos recursos materiais e humanos que serão mantidos no aeródromo.2 TIPOS São os seguintes os tipos de helipontos: . e com as modificações determinadas pela Lei no 6.6. 15. de 14 FEV 1974.6. e será. 15.Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de operações de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas e cargas.7.1 HELIPONTO DEFINIÇÕES As “Instruções para Operação de Helicópteros e para Construção e Utilização de Helipontos e Heliportos”. com antecedência mínima de 60 dias e acompanhada das características referentes à previsão de movimento de aeronaves.Toda área homologada ou registrada ao nível do solo ou elevada. atualizada e publicada em Boletim Ostensivo da DIRENG e no Diário Oficial da União. entidade ou empresa responsável pela administração do aeródromo. durante esse período.298.7 15. pela administração do aeroporto.3.4 REDUÇÃO DO NÍVEL DE PROTEÇÃO REQUERIDO A redução do nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo deverá ser requerida à DIRENG. anualmente ou sempre que se fizer necessário. adotam as seguintes definições: a) HELIPONTO . de 15 DEZ 1975.

Portaria DECEA No 63/SDOP. d) Helipontos e Heliportos Elevados . os helipontos. que só podem ser elevadas). de 21 de outubro de 2009. ao uso de helicópteros civis. em princípio. . c) Heliponto Privado . áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros e áreas de Pouso Ocasional são elevados (sobre edificações) ou construídos ao nível do solo (neste caso.Portaria DECEA No 63/SDOP. sendo vedada sua utilização em caráter comercial.Heliponto destinado..Heliponto destinado ao uso de helicópteros militares.construída sobre edificações. de inspeções de linhas de transmissão elétrica ou de dutos transportando líquidos ou gases. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. Estes tipos de helipontos são registrados por ato da ANAC.É uma área selecionada e demarcada para pouso e decolagem de helicóptero.Heliponto civil destinado ao uso de helicópteros de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas.7. e NOTA: Quanto ao nível de construção.1 e dedicados aos serviços e apoio às empresas que pesquisam ou exploram reservas petrolíferas na costa brasileira. excetuam-se as áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros. cadastrada no Comando Aéreo Regional respectivo. de 21 de outubro de 2009. heliportos. em condições VMC. f) Área de Pouso Eventual . para operação em vôo VFR. via COMAR. b) Heliponto Civil . que poderá ser utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. Essas plataformas geralmente mudam de localização e a natureza das atividades exige operações de helicópteros em condições especiais. e) Área de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros . que pode ser usada. esporadicamente. possuindo características físicas compatíveis com aquelas estabelecidas pela ANAC para helipontos normais. por helicóptero em operações aéreas policiais ou de defesa civil. (NR) . etc. NOTA: Esses helipontos não serão considerados para efeito de divulgação através de publicações de informações aeronáuticas.Helipontos e Heliportos localizados sobre edificações. (NR) .MCA 53-1/2009 215 a) Heliponto Militar . de socorro médico. g) Helipontos sobre Plataformas Marítimas – São regulados por normas específicas citadas em 15.

aquelas dimensões sofrem correções. NOTA: As dimensões indicadas neste item.1.2.7. . Se a área de pouso for circular. Para altitudes maiores. 15. devendo ser aumentadas de 15% do seu valor básico.1 É a área do heliponto ou heliporto.3 Conforme o formato da área de toque.7.7. temos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1B (no mínimo). A área de toque deve ficar situada no centro da área de pouso.2B (no mínimo).5B (no mínimo).216 MCA 53-1/2008 15. 15. 15. 15. 15.7. teremos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1.1.3.2. b) área retangular: lado menor .3.7.3.7. relativas à área de pouso e decolagem.5B (no mínimo).3.1. a área de toque será também circular. são para helipontos situados até 300m acima do nível do mar. se a área de pouso for quadrada ou retangular. lado maior .7. com dimensões definidas. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar.3.3 15.1 Parte da área de pouso e decolagem.3.2 As dimensões da área de pouso e decolagem são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto.1.7.2 Área de Toque 15.1 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS Área de Pouso e Decolagem 15. ou fração além da cota de 300m. e c) área circular: diâmetro igual a 2B (no mínimo).2 As dimensões da área de toque são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto.2. a área de toque também será quadrada.3. onde o helicóptero pousa ou decola. e b) área circular: diâmetro igual a 1B (no mínimo). para cada 300. com dimensões definidas.7. NOTA: A dimensão mínima admitida para B é de 12m.3 Conforme o formato da área de pouso.3.

o triângulo. NOTA: A letra “H” é sempre utilizada helipontos em hospital. a qual substitui. para que os helipontos sejam utilizados em operações noturnas ou em condições de má visibilidade.7. c) Helipontos Militares: Letra “M”. dentro de um triângulo eqüilátero com o VÉRTICE PINTADO apontado para o Norte Magnético. neste caso.4. porém. As cores empregadas na pintura da área de toque. colocada no centro de uma cruz pintada em vermelho fosforescente.4.MCA 53-1/2008 217 15. b) Helipontos Privados: Letra “P”.1 Sinais de Identificação de Helipontos O sinal de identificação de um heliponto é uma letra colocada no centro da área de toque. os indicados a seguir: . medindo as letras 3m de altura e 2m de largura.4 15. quer sejam públicos.7.4. é necessária a existência de alguns tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OBRIGATÓRIOS. bem como. triângulo e letras são o branco ou amarelo fosforescentes. privados ou militares. H 15. Os sinais de identificação dos helipontos são os seguintes: a) Helipontos Públicos: Letra “H”. e d) Helipontos em Hospital: Letra “H”.1.1 AUXÍLIOS VISUAIS TERRESTRES Auxílios Diurnos 15.7.7.2 Auxílios Noturnos É recomendável a instalação de outros tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OPCIONAIS.

Cada lado é sinalizado por um número ímpar de lâmpadas.farol rotativo de aeródromo(L21) ou farol de heliponto (L32) em funcionamento e indicador de direção do vento iluminado ou Órgão ATS em operação. No caso de heliponto privado. c) áreas de pouso circulares . no máximo. é responsabilidade do SRPV ou CINDACTA da área a emissão de parecer operacional sobre a sua exigência nos helipontos públicos. nunca inferior a 5. colocadas o mais próximo possível do solo e distribuídas em torno da área de pouso. com espaçamento máximo de 5m entre si. .Os obstáculos existentes nas proximidades dos helipontos autorizados a operar à noite devem ser sinalizados com luzes-deobstáculo ou faróis-de-perigo. d) luzes de obstáculos . b) áreas de pouso quadradas ou retangulares . de 15 JUL 71). a instalação do L32 fica a critério de seu proprietário. na forma do Capítulo IV do Regulamento da Zona de Proteção dos Aeródromos (Decreto nº 68.218 MCA 53-1/2008 a) luzes de limite de área de pouso .920. NOTA: Quanto ao L32.As lâmpadas são instaladas ao longo da circunferência. distanciadas 5m entre si. e e) auxílios visuais terrestres de localização e indicação . configurando os seus limites.São luzes amarelas.

1 Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA) O CNMA é o órgão que tem por finalidade. sugere-se consultar as publicações pertinentes. 16.1. Para informações complementares.2 Centro Meteorológico de Vigilância (CMV) O CMV tem a finalidade de monitorar as condições do tempo e elaborar previsões meteorológicas para a sua área de vigilância. c) Centros Meteorológicos de Aeródromo (CMA). previsões.1. em Brasília-DF. bem como as cartas.MCA 53-1/2008 219 16 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS Nesse capítulo.1.1. 16. que corresponde a uma ou mais FIR. . 16.1. além de preparar cartas meteorológicas de tempo significativo para a sua área de responsabilidade. os meios de fornecimento dessas informações. O CNMA está localizado no CINDACTA I.1.1. repassar aos Centros Meteorológicos as previsões recebidas dos Centros Mundiais de Previsão de Área (WAFC) e outras informações meteorológicas de interesse aeronáutico. e b) Rede de Estações Meteorológicas.1. 16. que sejam relevantes às atividades operacionais do Operador AIS.1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA 16. b) Centros Meteorológicos de Vigilância (CMV). códigos e mensagens meteorológicas pertinentes às operações aéreas. e d) Centros Meteorológicos Militares (CMM).1.1 O Serviço de Meteorologia Aeronáutica é prestado por órgãos operacionais classificados segundo suas atribuições específicas e que compõem as redes descritas a seguir: a) Rede de Centros Meteorológicos. será apresentada a estrutura do Serviço de Meteorologia Aeronáutica do SISCEAB e serão abordadas as informações meteorológicas fornecidas às tripulações de vôo e demais usuários.1 Rede de Centros Meteorológicos A Rede de Centros Meteorológicos é composta dos seguintes órgãos: a) Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA).

1.1.1.1 O CMA tem por finalidade prestar serviço e apoio meteorológico à navegação aérea.220 MCA 53-1/2008 visando apoiar os órgãos de Tráfego Aéreo e as aeronaves que voam no espaço aéreo sob sua responsabilidade.1. b) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe II (CMA-2): tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que estiver localizado. 16. b) Estações Meteorológicas de Altitude (EMA).1.4 Centro Meteorológico Militar (CMM) O CMM tem por finalidade prestar apoio meteorológico específico à aviação militar.3 Centro Meteorológico de Aeródromo (CMA) 16.3. e c) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe III (CMA-3): tem por finalidade fornecer informações meteorológicas para a navegação aérea no aeródromo em que estiver localizado.1.1.1.1.1. Os CMM estão localizados nas Bases Aéreas e em Unidades de Instrução Aérea.1. de acordo com critérios do DECEA.1.3.1. 16. os CMA são classificados em: a) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe I (CMA-1): localizado nos principais aeródromos do país. e que tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que se localiza.1. . e c) Estações de Radares Meteorológicos (ERM). 16.2 Rede de Estações Meteorológicas A Rede de Estações Meteorológicas é composta dos seguintes órgãos: a) Estações Meteorológicas de Superfície (EMS). elaborar previsões e manter vigilância meteorológica dos aeródromos sob sua responsabilidade. Os CMV estão localizados juntos aos ACC.2 Em função das atribuições. 16. nos aeródromos em que estiver instalado.

2. nos diversos níveis da atmosfera.MCA 53-1/2008 221 16. não dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão.1.000 km em áreas oceânicas. utilizando equipamentos e processos estimativos. através de Radiossondagem.1. em áreas livres de obstáculos que possam interceptar o feixe de emissão e que possibilitem a máxima cobertura através da superposição das áreas rastreadas. utilizando equipamentos convencionais ou automáticos e processos estimativos. dados de pressão. A EMS-1 é instalada em aeródromos que operem IFR.2. A ERM é instalada.1.2 Estação Meteorológica de Altitude (EMA) A EMA tem por finalidade coletar. . umidade e direção e velocidade do vento. As EMA são instaladas a uma distância não superior a 300 km. ou de até 1.1 Estação Meteorológica de Superfície (EMS) A EMS tem por finalidade efetuar observações à superfície para fins aeronáuticos e. 16.1. As EMS são classificadas em: a) Estação Meteorológica de Superfície Classe I (EMS-1): localizada nos principais aeródromos do país e que tem por finalidade efetuar observações à superfície.2.1. entre si. dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão. para fins sinóticos. utilizando equipamentos e processos estimativos. A EMS-2 é instalada em aeródromos que operem IFR. quando necessário. e c) Estação Meteorológica de Superfície Classe III (EMS-3): tem por finalidade efetuar observações à superfície. 16. prioritariamente.3 Estação de Radar Meteorológico (ERM) A ERM tem a finalidade de detectar e processar imagens de nuvens e de fenômenos meteorológicos obtidos por radar. b) Estação Meteorológica de Superfície Classe II (EMS-2): tem por finalidade efetuar observações à superfície. A EMS-3 é instalada em aeródromos que operem VFR e/ou sejam dotados de equipamentos com procedimentos de pouso baseados em NDB.1. temperatura. Sua operação é exercida de forma remota por intermédio do CMV.

o seguinte: a) previsão de ventos e temperaturas em altitude. 16.222 MCA 53-1/2008 NOTA: Maiores detalhes quanto à estrutura dos órgãos de Meteorologia Aeronáutica na ICA 105-2 “Classificação dos Órgãos Operacionais de Meteorologia Aeronáutica”. a não ser que haja acordo entre o órgão de Meteorologia Aeronáutica e o usuário interessado. e) METAR ou SPECI para os aeródromos de partida e de destino. as condições meteorológicas previstas entre esse aeródromo e aeródromos de alternativa indicados pelo usuário. abrangendo. d) previsão de aeródromo (TAF) (com respectivas emendas) para os aeródromos de partida e de destino. NOTA: Essas informações serão restritas a vôos que partam do território nacional.2.2. serão válidas para uma hora fixa ou um período de tempo e estender-se-ão até o aeródromo de destino previsto. e aeródromos de alternativa em rota e de destino. e aeródromos de alternativa em rota e de destino.1 As informações meteorológicas fornecidas pelos CMA às tripulações de vôo e outros usuários são destinadas basicamente ao planejamento do vôo. f) mensagem SIGMET e outras informações meteorológicas apropriadas que sejam importantes para as rotas afetadas. 16. c) revisão de Área GAMET. b) previsão de fenômenos SIGWX. 16.2 As informações meteorológicas devem abranger a hora. Portanto.2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS 16. a altitude e a extensão geográfica do vôo.3 As informações meteorológicas fornecidas incluirão.2. e g) mensagem AIRMET para vôos em níveis baixos. também. . cujas informações sejam importantes para as rotas afetadas. basicamente.

2. c) imagens de satélites meteorológicos. d) consulta. o Operador da Sala AIS deverá auxiliar os aeronavegantes quanto à descodificação e interpretação das informações meteorológicas.3 e. incluindo cartas e formulários específicos. e) exposição visual. NOTA 1: As referidas informações devem ser expostas em um CMA-1 ou CMA-2. b) aviso de cortante do vento relativo ao aeródromo local. o CMA fará uma exposição visual com dados atualizados das informações constantes do item 16.4. e b) os métodos e meios de fornecimento das referidas informações. bem como a exposição verbal e/ou consulta.2. e d) informações e imagens provenientes de radares meteorológicos. 16. ou f) por meio de um sistema automatizado que proporcione o auto-atendimento e forneça documentação de vôo. em consulta aos usuários. c) exposição verbal (apronto ou briefing). NOTA 3: Conforme a necessidade. determinará: a) o tipo e o formato das informações meteorológicas a serem fornecidas.2.MCA 53-1/2008 223 16.2.4.4. . b) dados em formato digital.2. 16. também.1 As informações meteorológicas serão fornecidas por um ou mais dos seguintes meios: a) material escrito ou impresso. das seguintes informações: a) aviso de aeródromo relativo ao aeródromo local.3 Exposição visual de informações meteorológicas Para auxiliar à tripulação e outros interessados no planejamento do vôo. Em um CMA-3 não há a obrigatoriedade de tal atribuição.4 MEIOS DE FORNECIMENTO E FORMATO DAS INFORMAÇÕES 16. NOTA 2: As informações em exposição devem estar em lugar de fácil acesso a todos os usuários.2 O Chefe do CMA.

3 O CMA arquivará cópias das informações meteorológicas fornecidas. divulgando as informações conforme a ICA 105-12 “Fraseologia VOLMET”.3. 16.1 A responsabilidade pelo apoio meteorológico à Torre de Controle (TWR)/Centro de Controle de Aproximação (APP) é do CMA localizado próximo aos referidos órgãos de Tráfego Aéreo. 16.5. a pedido.3.5. .2. 16.5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO 16.1 A documentação de vôo fornecida às tripulações de vôo e outros usuários deve conter as informações relacionadas nos itens 16.3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO 16. 16. através do serviço VOLMET.4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO O fornecimento das informações meteorológicas às aeronaves em vôo é feito pelo CMV.3 e 16. para transmiti-la à aeronave.224 MCA 53-1/2008 16.2 A responsabilidade pelo apoio meteorológico ao Centro de Controle de Área (ACC) é do CMV localizado próximo ao referido órgão de Tráfego Aéreo. as informações meteorológicas atuais e previsões serão fornecidas ao Órgão de Telecomunicações Aeronáuticas. Uma cópia das referidas informações será. o CMA deverá expedir a emenda necessária ou a informação atualizada aos usuários ou ao órgão local de tráfego aéreo.3.3.2 Antes da decolagem da aeronave.2.4. 16. caso surja a necessidade de emenda das informações.6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS Quando necessário. 16. enviada ao ACC associado.

7. em particular. 16. deverão proporcionar aos mesmos. e) estado do solo. . c) visibilidade e fenômenos que reduzam a mesma. d) vento à superfície e em altitude.8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS 16. suspensão ou modificações importantes na operação dos serviços de Meteorologia Aeronáutica.ocorrência de atividade vulcânica. camadas de gelo e correntes oceânicas pertinentes à área de busca.8. e indicações da altura das bases e topos. particularmente nuvens CB. e . as seguintes informações: a) informações sobre os serviços meteorológicos prestados à Navegação Aérea Internacional que precisem ser incluídas em publicações de Informações Aeronáuticas. b) informações necessárias à elaboração de NOTAM ou ASHTAM. 16. quando coberto por neve ou inundado. especialmente em relação a: .8.1 Os Centros Meteorológicos. caso necessário. informações meteorológicas que sejam necessárias ao desempenho de suas funções. através de acordo prévio com os órgãos de Informações Aeronáuticas.2 Os Centros Meteorológicos.7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO 16.estabelecimento. e g) dados de pressão ao nível do mar.1 As informações fornecidas ao Órgão de Busca e Salvamento incluirão as condições meteorológicas existentes na última posição conhecida da aeronave da qual não se tenham notícias e no trecho da rota prevista desta aeronave.MCA 53-1/2008 225 16. b) quantidade e tipo de nuvens. fornecerão aos órgãos de Informações Aeronáuticas. estado do mar. com referências especiais a: a) fenômenos SIGWX em rota. f) temperatura da superfície do mar.

especialmente em relação a: .1 A Carta de previsão de fenômenos SIGWX contém informações sobre a formação e os deslocamentos dos seguintes elementos: a) sistemas frontais. via REDEMET e CCAM.9. basicamente. e c) informações necessárias à preparação de circulares de informações aeronáuticas. d) áreas de alta e baixa pressão. conforme acordo entre as autoridades interessadas. 16.226 MCA 53-1/2008 . consultar o MCA 105-12 “Manual de Centros Meteorológicos”. g) rajadas de vento à superfície.9. de dois tipos: a) carta de previsão de fenômenos SIGWX. serviços e instalações de Meteorologia Aeronáutica. e h) gelo em aeronaves. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao formato.1. e . b) teto baixo e formação de nevoeiro.1 CARTA DE PREVISÃO DE FENÔMENOS SIGWX 16.informações recebidas sobre a emissão acidental de materiais radioativos na atmosfera.modificações importantes previstas nos procedimentos. e) áreas de trovoadas. f) turbulência. c) áreas de precipitação. 16. As referidas cartas são. e b) carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude. conteúdo e simbologia utilizados nas cartas de previsão.9 CARTAS DE PREVISÃO As cartas de previsão são preparadas e elaboradas pelo CNMA e disponibilizadas aos CMA. .efeitos de determinados fenômenos meteorológicos nas operações aéreas.

1 Previsão de área GAMET é uma previsão de área que cobre a camada entre a superfície e o FL100 (ou FL150. 16.11.10. se necessário). na seqüência. 0600. 16.2 A previsão de área GAMET é confeccionada e divulgada pelo CMA-1. 0600. portanto sendo renovados a cada 6 horas.1.9.2.3 O TAF tem período de validez com início às 0000.11. incluindo informações relativas a fenômenos meteorológicos perigosos para vôos em níveis baixos. descodificação e critérios de confecção.10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET 16. em rota. incluindo qualquer mudança considerada significativa para as operações aéreas. consultar o MCA 105-12.10.10. É definido como uma previsão de aeródromo.2 O TAF é confeccionado e divulgado pelo CMA-1. 0600. em referência a FIR. as seguintes informações específicas: .1 TAF é o código meteorológico utilizado para divulgar a descrição completa das condições meteorológicas previstas ocorrerem em um aeródromo durante todo o período de validez da previsão.9. com início às 0000.11.4 O TAF contém. 1200 e 1800 UTC.3 A previsão de área GAMET tem período de validez de 6 horas. 16. 16.11 CÓDIGO TAF 16. em linguagem clara abreviada. 16. em regiões montanhosas. 1200 e 1800 UTC.2 A referida carta é preparada para os horários das 0000.1 A Carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude é preparada para os horários das 0000 e 1200 UTC. 16. que vão desde a superfície até o FL630. ou subáreas (ou setores) dela. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. ou mais.2 CARTA DE PREVISÃO DE VENTOS E TEMPERATURAS EM ALTITUDE 16. para os níveis de vôo padrões. 16.MCA 53-1/2008 227 16. em que estiver localizado. para a área de responsabilidade do Centro (N12º S40º e W010º W080º). com dados recebidos do WAFC. 1200 e 1800 UTC.11.9. com previsões que compreendam diferentes camadas. 16.

16. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção. b) vento à superfície.5 EXEMPLO DE CÓDIGO TAF TAF SBCT 101030Z 101212 24003KT 9999 SCT015 TEMPO 1824 4000 +SHRA BKN012 TX28/18Z TN20/09Z NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação.12.2 A mensagem SIGMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota que possam afetar a segurança das operações aéreas.228 MCA 53-1/2008 a) grupos de identificação.12. consultar o FCA 105-2. 16. quando poderá se estender até 6 horas.4 O período de validade da mensagem SIGMET não será superior a 4 horas. c) visibilidade.12. 16. em linguagem clara abreviada.12 MENSAGEM SIGMET 16.3 A mensagem SIGMET é confeccionada e divulgada pelo CMV.11. d) tempo significativo previsto. e) nuvens (ou visibilidade vertical. com exceção para aquela relativa a nuvens de cinzas vulcânicas e ciclones tropicais. 16.1 A mensagem SIGMET consistirá de uma descrição concisa. se for o caso). consultar o MCA 105-12. 16.12. e g) temperaturas previstas. em referência a FIR em que estiver localizado. f) mudanças significativas esperadas. e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço. .

em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade.14. 16.1 A mensagem AIRMET consistirá de uma descrição concisa. consultar o MCA 105-12.2 A mensagem AIRMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área. descodificação e critérios de confecção. 16.13 MENSAGEM AIRMET 16.MCA 53-1/2008 229 NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. que não tenham sido incluídos na previsão de área GAMET e que possam afetar a segurança das operações aéreas até o FL100. e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço. em referência a FIR. consultar o MCA 105-12.3 A mensagem AIRMET é confeccionada e divulgada pelo CMV.4 O período de validez do Aviso de Aeródromo não será superior a 4 horas.13. 16. as instalações e os serviços do aeródromo. 16.4 O período de validez da mensagem AIRMET não será superior a 4 horas. 16. ou subáreas dela. descodificação e critérios de confecção. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota. 16. em linguagem clara abreviada.13. consultar o MCA 105-12. 16.3 O Aviso de Aeródromo será confeccionado e divulgado pelo CMA-1. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato.13.14 AVISO DE AERÓDROMO 16.2 O Aviso de Aeródromo será cancelado quando as condições deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer no aeródromo.14. descodificação e critérios de confecção.14. 16.13.14. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. . em que estiver localizado.1 O Aviso de Aeródromo é uma informação concisa sobre as condições meteorológicas que possam afetar a segurança das aeronaves no solo (inclusive as estacionadas).

16. para fins aeronáuticos.16 CÓDIGOS METAR E SPECI 16.4 O período de validez do Aviso de Cortante do Vento não será superior a 4 horas. que possa afetar adversamente as aeronaves na trajetória de aproximação ou de decolagem. uma observação meteorológica regular. dissipação ou mudança significativa na intensidade de um fenômeno que seja considerado significativo para as operações aéreas.16. consultar o MCA 105-12.2 SPECI é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície. 16.15.15.1 O Aviso de Cortante do Vento é uma informação concisa sobre a observação ou previsão de cortante do vento. descodificação e critérios de confecção. 16. Geralmente.16. é realizada nos intervalos das horas cheias.1 METAR é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície.2 O Aviso de Cortante do Vento será cancelado quando já não for prevista a ocorrência de cortante do vento ou após informações de aeronave não constatando mais a existência. uma observação meteorológica especial. realizada quando da ocorrência.230 MCA 53-1/2008 16.15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO 16. ou seja. 16. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade. 16.15.15. ou durante o procedimento de aproximação entre o nível da pista e uma altura de 500 m (1. . É definido como um informe meteorológico aeronáutico especial.3 O METAR e o SPECI são confeccionados e divulgados pela EMS.3 O Aviso de Cortante do Vento será confeccionado e divulgado pelo CMA-1. ou seja.16. para fins aeronáuticos. É definido como um informe meteorológico aeronáutico regular. 16.600 ft) acima desta. e aeronaves na pista por ocasião do pouso ou durante a corrida de decolagem. realizada a cada hora cheia.

4 O METAR e o SPECI contêm. d) alcance visual na pista (quando houver). se for o caso. . f) nuvens (ou visibilidade vertical. que geram os códigos METAR e SPECI.1 EXEMPLO DE CÓDIGO METAR METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 10/03 Q0995 REDZ WS RWY10 NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação. h) pressão (QNH). temperatura da superfície do mar e estado do mar. as seguintes informações: a) grupos de identificação.4. tempo recente. se for o caso). g) temperaturas do ar e do ponto de orvalho. 16. e) tempo presente. c) visibilidade. consultar o MCA 105-2. consultar o FCA 105-3.MCA 53-1/2008 231 16. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção das observações meteorológicas regulares e especiais. cortante do vento.16. e i) informações suplementares inclusão condicional. b) vento à superfície. na seqüência.16.

Realiza a interconexão entre assinantes diretamente conectados ao Centro. e d) Serviço de Radiodifusão Aeronáutica. configurando-se uma situação emergencial.1 FINALIDADE O Serviço de Telecomunicações prestado para qualquer fim aeronáutico.2. Administrativas e Militares. normativa e operacional sobre as Telecomunicações Aeronáuticas.3.3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM) O CCAM é o Centro de Telecomunicações AFTN no Brasil. b) Serviço Móvel Aeronáutico (AMS). 17. b) Banco de Informações Operacionais de Meteorologia (OPMET). c) Serviço de Radionavegação Aeronáutica.232 MCA 53-1/2008 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA 17. É constituído de: a) Serviço Fixo Aeronáutico (AFS). 17.1 UTILIZAÇÃO DO CCAM Poderão estar conectados ao CCAM os seguintes Sistemas de Informações Automatizados: a) Sistema de Tratamento do Plano de Vôo (STPV). bem como com outros centros de comutação AFTN e sistemas similares ou homologados pelo DECEA. c) Banco de Dados de NOTAM (SISNOTAM).2 FALHAS DO CCAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento.1 Compete ao DECEA a ação técnica. 17. e d) Sistema de Controle e Fiscalização da Aviação Civil (SICONFAC). devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores dos terminais assinantes: . 17.2 COMPETÊNCIA 17.3.

o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para o Centro Geral de NOTAM (CGN).4. 17. mensagens de serviço informando anormalidades na mensagem enviada ou mensagem de serviço de rejeição (QTA). receberá a seguinte mensagem de confirmação de recebimento: Exemplo: ZCZC SBB234 12153041 SVC QSL BSB143 NNNN NOTA: A mensagem de serviço QSL acima informa ao assinante originador que o CCAM recebeu e considerou correta a mensagem BSB143.1 MENSAGEM QSL Toda mensagem transmitida por um terminal de assinante ao CCAM. Centros Regionais de NOTAM (CRN) e Salas AIS. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7.MCA 53-1/2008 233 a) providenciar a veiculação de mensagens ATS por meio da RACAM.4 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Ao enviar uma mensagem ao CCAM. Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM. e b) providenciar a veiculação de mensagens AIS por meio da RACAM. 17.2 MENSAGEM QTA A mensagem transmitida ao CCAM em desacordo com o previsto receberá a seguinte mensagem de cancelamento: . observando as instruções previstas nas publicações pertinentes. o assinante poderá receber mensagem de serviço de confirmação de recebimento (QSL). Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM. 17.4. o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para a Sala de Plano de Vôo do respectivo Centro de Controle de Área (ACC).

1.5.234 MCA 53-1/2008 Exemplo: ZCZC SBB043 12153204 KK SBBRYFYX 121530 SBBRZXAM SVC QTA RPT BSB026 NNNN NOTA: A mensagem de serviço acima notifica ao assinante ECMA26 que a sua mensagem BSB 026 enviada ao CCAM foi considerada incorreta. devendo ser corrigida e enviada novamente. 17. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. e b) as mensagens com prioridade “GG” ou “KK” poderão ser veiculadas por fac-símile ou por outro meio de comunicação. com nova numeração.5.5.5.2 O Sistema permite a troca de mensagens administrativas entre terminais de usuário. 17.1 A RACAM é composta por servidores regionais e por um Servidor de Aplicação (SAP) interligados pela Intraer. Recife.5 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS 17. . São Paulo e Curitiba.3 Os servidores regionais da RACAM estão localizados em Manaus. 17. devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores terminais assinantes: a) as mensagens com prioridade “SS” ou “DD” poderão ser transmitidas por meio do CCAM. utilizando a técnica de “cliente-servidor”. Rio de Janeiro.1. por meio da qual é realizada a interconexão entre os terminais de usuários conectados aos servidores regionais. configurando-se uma situação emergencial.1 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA 17.1. 17.5.2 INOPERÂNCIAS NA RACAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento. Brasília.

6. f) ( . Os caracteres empregados na confecção de uma mensagem são serão descritos a seguir. .2 ALGARISMOS 0123456789 17. h) ( . b) Mensagem Meteorológica . ) vírgula.2. 17. e d) Mensagem AIS . 17.1 Mensagens Aeronáuticas são aquelas veiculadas por meio da Rede Fixa de Telecomunicações Aeronáuticas (AFTN) e cujas categorias são descritas a seguir: a) Mensagem ATS .2 TEXTO (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) O comprimento máximo do texto das mensagens depositadas por uma estação AFTN é de 1800 caracteres. Nas mensagens administrativas.3 SINAIS ESPECIAIS (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) a) ( . e) ( ) ) fechar parêntese. b) ( ? ) interrogação.2. poderão ser usadas letras maiúsculas e minúsculas. d) ( ( ) abrir parêntese. sinal de menos ou hífen. 17.2.MCA 53-1/2008 235 17.1 LETRAS ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ NOTA: Nas mensagens aeronáuticas serão usadas somente letras maiúsculas. c) ( : ) dois pontos. c) Mensagem de Regularidade de Vôo . ) ponto. g) ( ' ) apóstrofe.6.Está especificada na ICA 100-15.6.) traço de separação.Está especificada na ICA 53-1.6.Está especificada na MCA 102-7.Está especificada na ICA 105-1.6.6 MENSAGENS AERONÁUTICAS 17.

NNN.6. e) ( ç ) cedilha. ). e u) os acentos agudo.. p) ( % ) percentual. e k) ( + ) sinal mais.4 OUTROS SINAIS (ADMINISTRATIVAS) a) ( “ ) abre aspas. NNNN.. s) ( > ) maior que t) ( < ) menor que... m) ( ] ) fechar colchete. 17. ). ou ( +:® ).. n) ( ` ) crase. ( :+: ). o) ( $ ) cifrão. k) ( } ) fechar chave. q) ( & ) “e” comercial. r) ( * ) asterisco. j) ( / ) barra ou traço de fração.236 MCA 53-1/2008 i) ( = ) duplo traço de separação ou sinal de igualdade.2. h) ( \ ) barra invertida. ( . CZC ou ZC®.2. l) ( [ ) abrir colchete.5 Não poderão constar no texto das mensagens as seqüências ZCZC. f) ( @ ) arroba. c) ( ¹ ) diferente. ZCZ. ( . nem os sinais ( +:+: ). 17. g) ( # ) diese (sustenido).6. b) ( ” ) fecha aspas. circunflexo e til. d) ( ! ) exclamação. . i) ( _ ) “underscore” (sublinhado). ( +:+ ). j) ( { ) abrir chave.

às seções de origem. poderão retornar. devem ser escritos por extenso. ZC/Z. Caso haja necessidade de inserir essas seqüências. colocando-se traços ou barras entre as letras. As mensagens impressas e os livros também serão arquivados pelo mesmo período.5 ARQUIVO DE MENSAGENS a) as mensagens ATS e MET.MCA 53-1/2008 237 correspondentes em posição algarismo. a menos que seja absolutamente indispensável para a compreensão do texto. NOTA 2: As mensagens e livros a que se refere a NOTA 1 desse item.3 Não se empregarão nas mensagens aeronáuticas caracteres distintos dos indicados.6. 17. e 6 (seis) meses. Exemplo: ZC-Z. para o CCAM e sistemas similares. solicitando a permanência em arquivo por tempo indeterminado. Quando necessário. a critério da administração local. para a RACAM. 17. constarem de documentos assinado pelo encarregado da sindicância ou do inquérito e dirigidos ao chefe da estação. após o devido encaminhamento. escreverá os algarismos em arábico precedido da palavra ROMANOS. ou após decorrido o prazo prescricional constante do Código Brasileiro de Aeronáutica. elas deverão sofrer interrupções. e b) as mensagens veiculadas deverão ser arquivadas no próprio sistema por um período de 30 (trinta) dias. 17.6. Z-CZ e Z/CZ. . Se o remetente da mensagem desejar informar ao destinatário que se trata de algarismos romanos. as mensagens serão gravadas em mídia eletrônica.4 Não serão empregados algarismos romanos. NOTA 1: Todas as mensagens e livros relacionados com acidentes ou incidentes aeronáuticos e outras irregularidades deverão ser mantidos em arquivo por tempo indeterminado e só poderão ser destruídos por ordem expressa do encarregado da sindicância ou do inquérito. devem ser relacionados.6. podendo permanecer em um local remoto por um período de 3 (três) anos. Após esse período.

6 Para garantir aos usuários alto nível de precisão e maior produtividade nos trabalhos geodésicos e topográficos. através dele. II e III). o qual garantirá não somente o exato posicionamento de uma aeronave em qualquer parte do mundo. e o Global Navigation Sattelite System (GLONASS). integra o GNSS.3 Atualmente. RWY e auxílios à navegação. juntamente com o ICA. vôos em rota e aproximações. também. o uso do GNSS pressupõe que todos os dados cartográficos publicados pelos Estados estejam relacionados a um mesmo sistema de referência.1. 18.1. apenas. utiliza à Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo (RBMC-IBGE).1 O sistema de Comunicação. 18.4 Tratando-se de um sistema global. da Rússia e futuramente o sistema europeu (GALILEU). Vigilância e Gerenciamento de Tráfego Aéreo (CNS/ATM) prevê a utilização de um Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS).1. o GNSS reunirá as duas constelações de satélites para posicionamento: o Global Navigation Sattelite System (GPS). 18.1. incluindo as de precisão (CAT I.5 No Brasil. 18. 18. que sejam realizados . o DECEA.1.2 Segundo sua concepção. Esse datum foi adotado pela OACI como o sistema de referência geodésica para a navegação aérea do futuro.1.238 MCA 53-1/2008 18 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Esse capítulo descreve. mas permitirá. o sistema de referência usado pela navegação aérea.1 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE 18. como ARP.1.1. de forma sucinta.1. portanto.1. Essas estações são a base para os levantamentos de campo nos rastreios com receptores geodésicos GPS para determinação de coordenadas de pontos de precisão. 18. assim como as propostas apresentadas pelo AIS mundial para o novo gerenciamento da informação aeronáutica.1 CARACTERÍSTICAS 18.1. Navegação. todas as coordenadas geográficas publicadas que indicam latitude e longitude são expressas em termos de referência geodésica do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84). cujo datum é o World Geodetie System – 1984 (WGS-84). .1.1. dos Estados Unidos. a constelação do GPS.

1 CARACTERÍSTICAS 18.2. Programas de Implementação e Regulamentação. e permitindo o contexto dinâmico com base na recuperação e distribuição da Informação. no contexto das operações de vôo. 18.AIM 18. terá como base os processos de dados totalmente digitalizados e interoperáveis.2. Recursos Humanos. intercâmbio e distribuição da Informação digital.4 A migração do AIS para o AIM irá exigir o redirecionamento de um conjunto de aspectos inter-relacionados: Arquitetura da Informação. a partir da fase estratégica de planejamento de vôo até a fase de pós-vôo.1.2 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA .2. armazenamento.1. sua qualidade. através do uso de sistemas inteiramente digitais.2 Essa nova função do ATM/CNS ampliará o atual âmbito da Informação Aeronáutica. tendo como base principal os produtos em papel. porta a porta. atualmente. enquanto o AIS. integridade e pontualidade. Abrange também o controle da origem. 18. 18.2.3 A informação aeronáutica coberta pelo AIM é maior que a do atual AIS. que será o primeiro e principal passo na evolução de um ambiente de informação centrado em uma rede para o ATM. pois reflete a necessidade de mudança de um simples produtor de emendas de produtos inflexíveis e lentos para o gerenciamento e o fornecimento da informação extensiva para todas as fases do vôo.1. Segurança. é semi automatizado.1 Os tradicionais Serviços de Informação Aeronáutica (AIS) deverão fazer a transição para o AIM. assegurando.1. . assim.MCA 53-1/2008 239 18. caracterizado pelo aumento da aplicação dos princípios de um Gerenciamento de Informações Amplamente Abrangentes. recuperação.2.

1. onde se consideram os trâmites de alfândega.1.Aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir. 1141 / GM5). 19.1.Altitude relativa ao elipsóide de referência.1.1. geralmente expresso como uma elevação MSL (ANEXO 15/OACI).Aeródromo público.6 AIRAC . mediante o qual a interrupção breve do tráfego em sua passagem por um terceiro Estado Signatário pode não resultar na descontinuidade do controle direto por parte dos primeiros (ANEXO 15/OACI). fiscalização veterinária e fitossanitária e procedimentos similares (OACI/Léxico). instalações e equipamento) destinada a ser usada total ou parcialmente para a chegada. 19. partida e movimento de aeronaves na superfície (OACI/Léxico). quando for impossível ou desaconselhável dirigir-se para efetuar o pouso no aeródromo de destino previsto (ICA 100-12). . dotado de instalações e facilidades para o apoio às operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas (MAer / Port. 19. 19. saúde pública.5 AEROPORTO INTERNACIONAL .7 ALTITUDE ELIPSOIDAL (ALTITUDE GEODÉSICA) .(Regulamentação e Controle de Informação aeronáutica) – Sigla que significa um sistema que tem por objetivo a notificação antecipada.Uma área definida sobre a terra ou água (incluindo quaisquer edifício.2 AERÓDROMO . 19.1 ACORDO OPERACIONAL DE TRÂNSITO DIRETO – Acordo operacional aprovado pelas autoridades públicas competentes. 19.1. das circunstâncias que requeiram mudanças nos métodos operacionais ou nos procedimentos (OACI/Léxico). imigração.Altitude de um ponto relativa ao geóide.8 ALTITUDE ORTOMÉTRICA .1 DEFINIÇÕES 19. 19.240 MCA 53-1/2008 19 GLOSSÁRIO Esse capítulo tem por objetivo reunir os termos usados nos Padrões e Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica. 19. baseada em datas comuns de entrada em vigor.Todo aeródromo designado pelo Comando da Aeronáutica para ser utilizado como aeroporto de entrada ou saída para o tráfego aéreo internacional.1.1. medida ao longo da normal externa ao elipsóide através do ponto em questão (ANEXO 15/OACI).3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA .4 AEROPORTO .

1. dentro do qual se restringe o vôo das aeronaves.1.Espaço aéreo de dimensões definidas. 19.ISO 19101*. um tipo de dado e um domínio de valor associados com isto (ANEXO 15/OACI).Parte do aeródromo utilizada para decolagem.16 ÁREA DE POUSO .18 ÁREA PROIBIDA .Área destinada ao pernoite de aeronaves aeronaves e aos movimentos destas. 19. incluído a área de manobras e os pátios (ANEXO 15/OACI). 19.1.21 ATRIBUTO DE FEIÇÃO . a partir de um limite especificado sobre o terreno (ICA 100-12).1. de acordo com certas determinações especificadas (OACI/Léxico). vulcão em erupção e/ou nuvens vulcânicas que sejam importantes às operações de aeronaves (ANEXO 15/OACI). 19.Série especial de NOTAM que notifica por meio de um formato específico.14 ÁREA DE MANOBRAS . NOTA .Característica de uma feição . medido de um datum específico (ANEXO 15/OACI).17 ÁREA PERIGOSA .1. dentro do qual podem ser executadas.1. atividades perigosas para o vôo de aeronaves (OACI/Léxico).Manipulação e processamento de dados em suporte aos requisitos do usuário . dentro do qual o vôo de aeronaves é proibido (OACI/Léxico). 19. 19. modificação de uma atividade vulcânica.13 (DECEA).1.MCA 53-1/2008 241 19.9 ALTURA . 19. 19. sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país.Espaço aéreo de dimensões definidas. em determinados momentos. 19.Espaço aéreo de dimensões definidas.15 ÁREA DE MOVIMENTO .19 ÁREA RESTRITA . decolagem de ÁREA DE ESTACIONAMENTO .Espaço aéreo controlado que se estende para cima. 19. Exclui o(s) pátio(s) (OACI/Léxico). 19.1.Distância vertical de um nível.1. ponto ou objeto considerado como ponto. sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país.Um atributo de feição tem um nome.1.20 ASHTAM .10 APLICAÇÃO .1.Área de controle situada geralmente na confluência de rotas ATS e nas imediações de um ou mais aeródromos (ICA 100-12).11 ÁREA DE CONTROLE (CTR) .1.ISO 19104* (ANEXO 15/OACI). pouso e táxi de aeronaves.Parte da área de movimento destinada ao pouso ou decolagem de aeronaves (OACI/Léxico).1. 19.12 ÁREA DE CONTROLE TERMINAL (TMA) .Parte do aeródromo destinada ao pouso. .

Conjunto de movimentos aéreos civis e/ou militares. NOTA: No calendário gregoriano. anos comuns têm 365 dias.1.23 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) . 19. divididos em doze meses seqüentes (ANEXO 15/OACI).Calendário de uso geral. e que se beneficiam dos serviços de tráfego aéreo prestados pelos órgãos ATS. 19.1. para definir um ano que se aproxima ao ano tropical mais que o calendário Juliano ISO 19108*.24 CALENDÁRIO GREGORIANO .1.ISO 19108* (ANEXO 15/OACI).Sistema de referência temporal discreto que provê a base para definir posição temporal a uma resolução de um dia . beneficiando-se dos serviços prestados pelos OCOAM ou que. 19.28 CENTRO REGIONAL DE NOTAM (CRN) .29 CIRCULAÇÃO AÉREA GERAL (CAG) . e anos bissextos 366 dias. por razões técnicas.1.Conjunto de movimentos aéreos militares que.22 BASE DE DADOS .1.Órgão que tem por finalidade coordenar e fiscalizar tecnicamente os Centros Regionais de NOTAM.Órgão estabelecido por um país para o intercâmbio internacional de NOTAM (OACI/Léxico). 19. efetuados segundo as regras de tráfego aéreo estabelecidas para as aeronaves em geral. manter o intercâmbio internacional de NOTAM e processar e expedir NOTAM sobre ocorrências relativas a sua área de jurisdição (ICA 53-1). está sujeito a procedimentos especiais ou mesmo dispensado de cumprir certas regras de tráfego aéreo.1.Um ou mais arquivos de dados tão estruturados aplicações apropriadas podem extrair e atualizar suas informações. 19.1. em tempo de paz.Órgão que tem por finalidade processar e expedir NOTAM nacional sobre ocorrências relativas a sua respectiva área de jurisdição (ICA 53-1). operacionais e/ou de segurança nacional.Apresentação de informação de NOTAM atualizada de importância operacional. 19. introduzido primeiro em 1582.242 MCA 53-1/2008 19.1. preparado antes do vôo (ANEXO 15/OACI). NOTA: Isso se refere principalmente a dados armazenados eletronicamente e acessados por computador. quando no contexto de uma .25 CALENDÁRIO . 19.26 CENTRO GERAL DE NOTAM (CGN) .27 CENTRO INTERNACIONAL DE NOTAM (NOF) .30 CIRCULAÇÃO OPERACIONAL MILITAR (COM) . e não a arquivos de registros físicos (ANEXO 15/OACI).1. 19.

40 CULTIVO . 19.Toda característica de construção artificial na superfície da Terra. a segunda e terceira indicam o assunto a ser divulgado e a quarta e quinta letras. 19. nem a inclusão na AIP. estradas de ferro e canais (ANEXO 15/OACI).1. 19. perigo ou condição de funcionamento (ANEXO 15/OACI). cuja primeira é sempre Q. inferiores aos mínimos especificados para o vôo visual (ICA 100-12).35 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO POR INSTRUMENTOS - Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade.32 CHAPADA . 19. ou com assuntos de caráter técnicos. como cidades.ISO 19101* (ANEXO completo atendimento dos requisitos de qualidade . 19.39 CONTROLE DE QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade focada no CONJUNTO DE DADOS .1.É uma formação rochosa acima de 600 metros que possui uma porção plana na parte superior. mas que se relaciona com a segurança do vôo. distância de nuvens e teto.38 15/OACI).36 CONGREGAR .1. o seu estado.1.1.MCA 53-1/2008 243 operação militar. 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).Processo de fundir dados de fontes múltiplas em um banco de dados e estabelece uma linha básica para o processo subseqüente (ANEXO 15/OACI).1.33 COBERTURA (CANOPY) – Referência altimétrica do terreno somada à altura da vegetação local (ANEXO 15/OACI).Publicação que contém informação que não requeira a expedição de um NOTAM. 19.34 CÓDIGO NOTAM . com a navegação aérea. também dos serviços prestados pelos órgãos ATS em sua área de jurisdição que forem envolvidos. iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para o vôo visual (ICA 100-12). 19. distância de nuvens e teto.1. 19.37 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO VISUAL Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade.Coleção identificável de dados .Grupo de cinco letras.31 CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) . administrativos ou legislativos (OACI/Léxico).1.1. NOTA: A fase de reunir compreende verificar os dados e assegurando a detecção de erros e omissões que são retificados.1. . 19.

Suplemento AIP.Variação de alinhamento entre a radial zero grau de um VOR e o norte verdadeiro.Mudanças permanentes para a informação contida na AIP (ANEXO 15/OACI). gelo permanente e neve. 19. alimentado e usado por outra parte .1. 19.48 EMENDA AIP . 19.49 ESPAÇAMENTO DE OBSTÁCULOS .1. 19.50 ESPECIFICAÇÃO DO PRODUTO DE DADOS . NOTA: Uma especificação de produto de dados provê uma descrição do universo de discurso e uma especificação para traçar o universo de discurso a um conjunto de dados. 19.Representação de fatos aeronáuticos.1. uso final ou outro propósito. Listas de Verificação e Resumos de NOTAM em vigor (ANEXO 15/OACI).Descrição detalhada de um conjunto de dados ou séries de conjunto de dados junto com informação adicional que habilita isto a ser criado.42 DATUM – Qualquer quantidade ou conjunto de quantidades que podem servir como referência ou base para o cálculo de outras quantidades (ISO 19104*).41 DADOS AERONÁUTICOS .1.1.44 DECLINAÇÃO DE ESTAÇÃO .Distância mais curta entre dois pontos quaisquer numa superfície elipsoidal definida matematicamente (ANEXO 15/OACI). Pode ser usado para produção.43 DATUM GEODÉSICO . 19. conceitos ou instrução de uma maneira apropriadamente formatada para comunicação. vendas. excluindo vegetação e objetos artificiais (ANEXO 15/OACI).47 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA - Conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP.45 DESCAMPADO . determinada no momento em que a estação VOR for calibrada (ANEXO 15/OACI).1.1.Distância angular ou linear entre dois pontos de elevação adjacentes (ANEXO 15/OACI).Um conjunto mínimo de parâmetros requerido para definir a localização e a orientação do sistema de referência local com respeito ao sistema/marco de referência global (ANEXO 15/OACI). NOTAM. PIB.1. 19.46 DISTÂNCIA GEODÉSICA .1. interpretação ou processo (ANEXO 15/OACI).244 MCA 53-1/2008 19. 19.1. AIC.Superfície da Terra inclusive cinturões de água. com suas emendas. 19. .ISO 19131* (ANEXO 15/OACI).

59 INFORMAÇÃO ESTRANGEIRA . para ser considerado uma feição geográfica.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). etc.Aeródromo ou uma área definida em uma estrutura.52 FEIÇÃO – Abstração de um fenômeno do mundo real (ISSO 19101*). destinada a ser utilizada completamente ou em parte para a chegada.57 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA . deve estar associado a uma posição relativa sobre a superfície da Terra. coincidindo com o nível médio do mar em repouso (MSL) e que se estende continuamente através dos continentes.1. 19.51 FASE DE ROTA . 19.1. NOTA – O geóide é irregular em sua forma por causa das perturbações gravitacionais locais (mares de vento. análise e formatação de dados aeronáuticos (ANEXO 15/OACI). o planejamento da qualidade. e os implementam por meios tais como.56 HELIPORTO .MCA 53-1/2008 245 19. a garantia da qualidade e melhoria da qualidade dentro do sistema da qualidade . 19. 19.1.1. 19.53 GARANTIA DA QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade que foca na confiabilidade de que os requisitos de qualidade serão completamente atendidos . NOTA: Um objeto.1.58 INFORMAÇÃO ANTERIOR AO VÔO . 19.1.55 GESTÃO DA QUALIDADE . Uma feição pode ser representada por um elemento gráfico como ponto.) e a direção da gravidade é perpendicular ao geóide em todos os pontos. .Todas as atividades da função gerencial total que determinam a política da qualidade.1.1.Uma superfície eqüipotencial do campo da gravidade da terra. o controle da qualidade. partida e movimento de helicópteros na superfície (ANEXO 15/OACI).Informação aeronáutica que o AIS recebe dos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações. salinidade. os objetivos e as responsabilidades.54 GEÓIDE .ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). linha e polígono.1. 19.Informação aeronáutica à disposição dos aeronavegantes em uma Sala AIS de Aeródromo (ANEXO 15/OACI). correntes.Rota ou parte de uma rota voada sem um pouso intermediário (ANEXO 15/OACI).Informação que é resultado da coleta. 19.

1. constituem as serras e as cordilheiras.1.1.Aviso distribuído por meio de telecomunicações que contém informação relativa ao estabelecimento. constituem os montes.66 MONTANHAS – São elevações que quando isoladas.Grau de certeza de que os dados aeronáuticos e seu valor não foram perdidos ou alterados desde a origem desses dados ou da emenda autorizada (ANEXO 15/OACI). 19.246 MCA 53-1/2008 19.Representação da superfície do terreno através de valores de elevação contínua.Todo objeto fixo (temporário ou permanente) ou móvel.1.Informação aeronáutica que o AIS emite aos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações.1. 19.63 MENSAGEM CONFAC . avaliadas todas as interseções de um polígono definido.68 OBSTÁCULO . situado em uma área pretendida para o movimento de aeronave na superfície ou naquela que se estende sobre uma superfície definida destinada a proteger aeronaves em vôo (ANEXO 15/OACI).1. gerados pela operação de aeronaves e destinados ao SICONFAC (ICA 102-8). 19. fiscalização e cobrança. condição ou modificação de qualquer instalação aeronáutica.62 INTEGRIDADE (DADOS AERONÁUTICOS) .60 INFORMAÇÃO INTERNACIONAL . 19. NOTA: (É uma sigla derivada da expressão inglesa Notice To Air Man cujo significado é: informação para o aeronavegante (OACI/Léxico). referentes a um datum comum (ANEXO 15/OACI). ou parte disso.1. 19. 19. NOTA – São dados que descrevem e documentam outros dados (ANEXO 15/OACI). serviço. quando agrupadas.61 INFORMAÇÃO POSTERIOR AO VÔO . . diretamente ou através de terceiros.Mensagem contendo dados selecionados. cujo conhecimento oportuno seja essencial para o pessoal encarregado das operações de vôo. 19.67 NOTAM . à Sala AIS de Aeródromo acerca de inoperâncias ou deficiências no funcionamento dos auxílios à navegação e das comunicações terra-avião (ANEXO 15/OACI).64 METADADOS – Dados sobre outros dados . referentes ao controle. procedimento ou perigo.Informe apresentado por um piloto.1.Modelo de Terreno Digital (DTM) às vezes é chamado de DEM.1.ISO 19115*. 19.65 MODELO DE ELEVAÇÃO DIGITAL (DEM) .(Aviso para o aeronavegante) . NOTA .

fornecidas a órgãos que prestam serviço de tráfego aéreo (ICA 100-12).1.Distância do geóide acima (positivo) ou abaixo (negativa) ao elipsóide de referência matemática (ANEXO 15/OACI).1.MCA 53-1/2008 247 19.1. 19.74 19. pessoal ou procedimentos. no caso de impossibilidade de conformidade. 19. com altitude superior a 300 com parte de um vôo de uma aeronave. .71 OPERADOR AIS . configurações. material/equipamento. durante o seu serviço. 19.1. de acordo com a Convenção.77 PRÁTICAS RECOMENDADAS: Quaisquer especificações de características físicas. NOTA – A respeito do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84) se define elipsóide.73 metros.Conjunto de coordenadas (latitude e longitude) referente ao elipsóide de referência matemática que define a posição de um ponto na superfície da terra (ANEXO 15/OACI). PLANO DE VÔO . segundo o Artigo 38 (ANEXO 15/OACI). pessoal ou procedimentos.70 OPERAÇÃO DE FEIÇÃO – Operação em que cada instância de um tipo de feição pode operar.76 POSIÇÃO (GEOGRÁFICA) .69 ONDULAÇÃO DO GEÓIDE .Informações específicas relacionadas com o vôo planejado ou PLANALTO – São áreas irregulares e. 19.Funcionário civil ou militar habilitado em AIS que.1. de acordo com o ANEXO 15/OACI).1. cuja aplicação uniforme é considerada necessária para a segurança operacional ou regularidade da navegação aérea internacional e com os quais os Estados Signatários estarão em conformidade.1. cuja aplicação uniforme é considerada desejável no interesse da segurança operacional. desempenho.1. a notificação ao Conselho é obrigatória. desempenho.72 PADRÕES: Qualquer especificação de características físicas. 19. 19. 19. executa somente atividades AIS (ICA 53-3).1. geralmente. a diferença entre a altitude elipsoidal WGS-84 e altitude ortométrica representada por ondulação geoidal WGS-84. material/equipamento. regularidade ou eficiência da navegação aérea internacional e aos quais os Estados Signatários se empenharão para manter a conformidade.75 PLANÍCIE – São áreas relativamente planas com altitude inferior a 300 metros. configuração.

ISO 19101* (ANEXO RASTREABILIDADE . incluindo cartas aeronáuticas.ISO 9000*.ISO 9000* (ANEXO .1. 19. 19. 19. treinamento. 19.Mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea. a aplicação ou a localização de uma entidade por meio de identificações registradas .80 PRINCÍPIOS DE FATORES HUMANOS .85 QUALIDADE DE DADOS .79 PRENOTAM . a precisão é um grau de refinamento no desempenho de uma operação ou um grau de perfeição nos instrumentos e métodos utilizados ao fazer a medição (ANEXO 15/OACI).82 PRODUTOS AIS . RECURSO . resolução e integridade (ANEXO 15/OACI).1.Habilidade de rastrear os antecedentes.Grau ou nível de confiabilidade de que os dados fornecidos atinjam os requisitos do usuário de dados.87 15/OACI).84 QUALIDADE – Grau para o qual um conjunto de características inerentes atende completamente seus requisitos .1.Conjunto de dados ou séries de conjunto de dados que seguem uma especificação de produto de dados . 19.81 PRODUTO DE DADOS .1.ISO 19131* (ANEXO 15/OACI).78 PRECISÃO – A menor diferença que pode ser distinguida confiavelmente por um processo de medição. ou na forma apropriada de mídia eletrônica (ANEXO 15/OACI). em termo de precisão.1.1.1.Princípios que se aplicam a projeto aeronáutico. NOTA: Com referência aos levantamentos geodésicos. 19.1. originada em um órgão do Serviço de Proteção ao Vôo e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM. 19.1.83 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) .1.86 15/OACI). Geral ou Regional (ICA 53-1).Publicação emitida por um ou com a autoridade de um Estado e contendo informação aeronáutica de caráter essencial duradouro para a navegação aérea (ANEXO 15/OACI).248 MCA 53-1/2008 19.Abstração de reais fenômenos mundiais . operações e manutenção e que buscam interação segura entre o ser humano e outros componentes do sistema mediante a devida consideração apropriada do desempenho humano (ANEXO 15/OACI).Informações aeronáuticas fornecidas na forma dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (exceto NOTAM e PIB). 19. 19. certificação.

1. cores hipsométricas. bem como os informes referentes ao serviço de tráfego aéreo. bem como suas mensagens de atualização.91 19.98 SÉRIES DE CONJUNTO DE DADOS .1.Apresentação de informações a humanos .Desigualdade em elevação da superfície da Terra.97 SALA DE NOTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO (SALA ARO) .ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).Órgão estabelecido com objetivo de receber os informes referentes aos serviços de tráfego aéreo e os planos de vôo que são apresentados antes da saída.1. designada para canalizar o fluxo de tráfego.88 REDE DE TELECOMUNICAÇÕES FIXAS AERONÁUTICAS (AFTN) - Sistema completo e mundial de circuitos fixos aeronáuticos. 19. sombreamento ou ponto de elevações (ANEXO 15/OACI).1.Relação que une exemplos de um tipo de feição com os REGIÃO DE INFORMAÇÃO DE VÔO (FIR) . 19. 19. 19.1.1. explicitados em termos quantitativos ou qualitativos.Órgão estabelecido em um aeroporto com objetivo de prestar serviço de informação prévia ao vôo e receber os planos de vôo que se apresentam antes da saída das aeronaves.89 100-12).1.Número de unidades ou dígitos para qual um valor medido ou calculado é expresso e usado (ANEXO 15/OACI).Rota especificada.Expressão das necessidades ou sua tradução num conjunto de requisitos.MCA 53-1/2008 249 19. 19. representada em cartas aeronáuticas por curvas de nível. para as características de uma entidade a fim de permitir suas realizações e exames . 19.92 REPRESENTAÇÃO .94 RESOLUÇÃO .1.ISO 19101* (ANEXO 15/OACI).95 ROTA ATS .ISO 19115* (ANEXO 15/OACI).93 REQUISITOS PARA A QUALIDADE . dispostos como parte do serviço fixo aeronáutico para intercâmbio de mensagens entre as estações fixas aeronáuticas que se encontram dentro da rede (OACI/Léxico).1.90 RELAÇÃO DE FEIÇÃO . .Coleção de conjuntos de dados que partilha a mesma especificação de produto . de acordo com a necessidade para proporcionar serviço de tráfego aéreo (OACI/Léxico).ISO 19117* RELEVO .Espaço Aéreo de dimensões definidas dentro do qual são proporcionados serviços de informação de vôo e de alerta (ICA mesmos exemplos ou um tipo diferente de feição . 19.1.96 SALA DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS DE AERÓDROMO (SALA AIS) .1. 19. 19.

107 TESTE DE REDUNDÂNCIA CÍCLICO (CRC) . o topo da cobertura ou somente entre. dependendo do método usado na coleta de dados.Estrutura organizacional. processos e recursos necessários para implementar a gestão da qualidade . gelo. 19.Classe de abstrações de fenômenos do mundo real com propriedades comuns .1. por meio de um formato específico (ANEXO 15/OACI). procedimentos.Séries especiais de NOTAM que notifica a presença ou remoção de condições perigosas devido à neve.1.1. cinturões de água. cumes.99 SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIS) .103 SNOWTAM . terreno representa a superfície contínua que existe no descampado.1. . 19. 19. necessários para a segurança. excluindo obstáculos” (ANEXO 15/OACI).102 SISTEMA DA QUALIDADE .250 MCA 53-1/2008 19. também conhecido como primeira superfície refletiva.Modificação temporária da informação que consta na AIP e SUPERFÍCIE DE COLETA DE DADOS DE OBSTÁCULO /TERRENO - Superfície definida com a finalidade de reunir dados de obstáculo /terreno (ANEXO que é publicada em folhas soltas especiais (ANEXO 15/OACI). colinas. 19.Serviço de telecomunicações entre pontos fixos determinados.ISO 19110*. 19.1. regularidade e eficiência da navegação aérea (ANEXO 15/OACI).1.106 TERRENO .1.100 SERVIÇO FIXO AERONÁUTICO . gelo permanente e neva. 19. 19. neve semi-derretida ou água parada associada com neve na área de movimento. eficiente e econômica à operação dos serviços aéreos (ICA 100-12).1. NOTA . que se aplica primordialmente para a segurança da navegação aérea e para que seja regular. 19. responsável pelo fornecimento de informação/dados aeronáuticos.104 15/OACI).Em termos práticos.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). ou entre estações de aeronaves (ICA 100-12).105 SUPLEMENTO AIP .1.Algoritmo matemático aplicado a expressão digital de dados que fornece um nível de garantia contra perda ou alteração de dados (ANEXO 15/OACI).Superfície da Terra que contém ocorrências naturais como montanhas.101 SERVIÇO MÓVEL AERONÁUTICO . vales. 19.1.Serviço estabelecido dentro de área de cobertura definida.108 TIPO DE FEIÇÃO .Serviço de radiocomunicação entre estações de aeronaves e estações aeronáuticas.

ensaios ou outros meios . 19. indica a fonte original da mesma.1.MCA 53-1/2008 251 NOTA: Em um catálogo de feição. 19. por exame e fornecimento de evidência objetiva.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). Segunda Edição 19101 – Informação Geográfica – Modelo de referência 19104 – Informação Geográfica – Terminologia 19108 – Informação Geográfica – Esquema temporal 19109 – Informação Geográfica – Regras para aplicação de esquema 19110 – Informação Geográfica – Metodologia para catalogo de característica 19115 – Informação Geográfica – Metadados 19117 – Informação Geográfica – Descrição 19131 – Informação Geográfica – Especificação de produtos de dados .1. 19.1.1. * Normas ISO 9000 – Sistemas de Gerenciamento da Qualidade – Vocabulário. o nível básico de classificação é o tipo de feição (ANEXO 15/OACI). dentro dos quais as aeronaves são requisitadas à identificação e/ou notificação de procedimentos adicionais para esses.Comprovação.112 ZONA DE IDENTIFICAÇÃO DE DEFESA AÉREA (ADIZ) .111 ZONA DE CONTROLE (CTR) . após cada definição. 19. NOTA: A evidência objetiva é a informação cuja veracidade pode ser comprovada com base em fatos obtidos através da observação.ISO 9000*. 19.110 VERIFICAÇÃO – Confirmação por exame e fornecimento de evidência objetiva de que os requisitos estipulados foram atendidos . relativo às determinações de serviços de tráfego aéreo (ATS) (ANEXO 15/OACI).ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).1.109 VALIDAÇÃO .Espaço aéreo especialmente designado e de dimensões definidas.Espaço aéreo controlado que se estende do solo até um limite vertical especificado (ICA 100-12). de que requisitos particulares para um uso específicos pretendidos foram atendidos . medição. NOTA: O texto entre parênteses.113 ZONA SERVIDA .Área geográfica a respeito da qual uma Sala AIS de Aeródromo deve dispor de informação aeronáutica.

Carta Imagem de Navegação Aérea para Uso Militar CINAV .Carta de Navegação Aérea para Uso Militar .Carta de Área .Categoria .Circular de Informação Aeronáutica .Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo CIRAIS .Carta Aeronáutica de Pilotagem .Mensagem de Modificação .Circular Normativa de Informações Aeronáuticas CIRTRAF CMA CNAM CNAV CNL COM .Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem AIRAC .Centro de Comutação Automática de Mensagens .Centro Meteorológico de Aeródromo .252 MCA 53-1/2008 19.Mensagem de Cancelamento .Circular Normativa de Tráfego Aéreo .Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica .Agência Nacional de Aviação Civil .Zona de Tráfego de Aeródromo .2 ABREVIATURAS E SIGLAS ACC ADIZ AFTN AGA AIC AIP AIREP AIS ANAC ARC ARO ARR ATC ATZ AVCA CAP CAT CCAM CGN CHG CIAP .Mensagem de Chegada .Centro de Notificação das Mensagens de Tráfego Aéreo .Aeródromos.Publicação de Informações Aeronáuticas .Carta Imagem de Navegação Aérea Visual CINDACTA .Regulamentação e Controle de Informação Aeronáutica CINAM .Rede de Telecomunicações Fixas Aeronáuticas .Centro de Controle de Área .Centro Geral de NOTAM .Aeronotificação .Serviços de Informação Aeronáutica . Rotas Aéreas e Auxílios Terrestres .Carta de Navegação Aérea Visual .Zona de Identificação de Defesa Aérea .Controle de Tráfego Aéreo em Geral .Comunicações .

Estação Permissionária de Telecomunicações e Tráfego Aéreo .MCA 53-1/2008 253 COMAR .Mensagem .Livro de Registro de Ocorrências .Mensagem de Atraso .Divisão de Coordenação e Controle .Carta de Rotas .Despachante Operacional de Vôo .Zona de Controle .Carta de Aproximação e Pouso por Instrumentos .Empresa de Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária METAR .Informe Meteorológico Aeronáutico Regular .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea .Controle e Fiscalização da Aviação Civil .Hora Estimada de Chegada/Estação de Telecomunicações Aeronáuticas .Grupamento de Navegação Aérea .Mensagem de Movimento de Aeronave .Facilitação do Transporte Aéreo Internacional .Centro Regional de NOTAM .Hora Estimada de Partida .Regras de Vôo por Instrumentos .Meteorologia .Impresso Especial de Proteção ao Vôo .Comando Aéreo Regional CONFAC CRN CTR DCCO DGNA DLA DME DOV ECM EPTA ERC ETA ETD FAL FCA FPC FPL GNA IAC IAIP IEPV IFR ILS ICA ISE LRO MET MCA MOV MSG NDB .Instrução do Comando da Aeronáutica .Estação de Comunicações .Mensagem de Isenção de Tarifa .Radiofarol Não-direcional INFRAERO .Sistema de Pouso por Instrumentos .Manual do Comando da Aeronáutica .Folheto do Comando da Aeronáutica .Plano de Vôo Apresentado .Equipamento Radiotelemétrico .Carta de Planejamento de Vôo .Documentação Integrada de Informações Aeronáuticas .

Observação .Carta Aeronáutica Mundial OACI 1:1.Manual Auxiliar de Rotas Aéreas SICONFAC .Regras de Vôo Visual .Seção de Aviação Civil .Saída Padrão por Instrumento .Pressão Padrão ao Nível do Mar (1013.Radiofarol Omnidirecional em VHF .Tempo Universal Coordenado .000 VOLMET .Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo .Busca e Salvamento .Área de Segurança de Final de Pista .Aviso para o Aeronavegante OPMET .Organização de Aviação Civil Internacional .Centro Internacional de NOTAM .2hPa) .Operador de Estação Aeronáutica .Informação Meteorológica Significativa SISCEAB SPECI SRE SRPV TAF TMA TCA UTC VFR VOR WAC .Boletim de Informação Prévia ao Vôo .Sistema Integrado de Controle e Fiscalização da Aviação Civil SIGMET .000.Tabela do Comando da Aeronáutica .Previsão de Aeródromo .Alcance Visual da Pista .Radar de Vigilância que faz parte do Sistema de Radar para Aproximação de Precisão .Observador Meteorológico .Serviço Regional de Proteção ao Vôo .Área de Controle Terminal .254 MCA 53-1/2008 NOF OACI OBM OEA PIB PLN QNE RAC RESA RMK RVR SAC SAR SID .Plano de Vôo .Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro NOTAM .Informação Meteorológica Relativa às Operações ROTAER.Informação Meteorológica para Aeronave em Vôo .Informação Meteorológica Aeronáutica Especial Selecionada .

RIO DE JANEIRO .MCA 53-1/2008 255 20 DISPOSIÇÕES FINAIS 20.2 Os casos não previstos serão submetidos ao Exmo.RJ 20. 160 20021-130 . Sr. Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA.1 As sugestões para aperfeiçoar esse manual deverão ser enviadas ao seguinte endereço: DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA AVENIDA GENERAL JUSTO. .

________. Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo (Sala AIS): ICA 53-2. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. ________. ________. ________. Comando da Aeronáutica.256 MCA 53-1/2008 REFERÊNCIAS BRASIL. 2005. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. 2005. Planejamento de Pessoal em Atividades AIS: ICA 53-3. ________. 2005. 2008. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. 2007. Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo: ICA 100-12. [Rio de Janeiro-RJ]. 2006. [Rio de Janeiro-RJ]. Mensagem CONFAC: ICA 102-8. ________. ________. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. 2008. 2005. Nível de Proteção Contra-Incêndios em Aeródromos: ICA 92-1. 2007. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP BRASIL. ________. PRENOTAM: ICA 53-4. 2007. 2008. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP-MAP. ________. Comandos de Interrogação ao Banco de NOTAM (SISNOTAM) através da AFTN: AIC 18/07. [Rio de Janeiro-RJ]. Mensagens de Transporte Especial Relacionadas com Autoridades e Serviços Solicitados em um Plano de Vôo: FCA 63-50. 2002. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo: MCA 100-11. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. ________. Regras e Procedimentos Especiais de Tráfego Aéreo para Helicópteros: ICA 100-4. 2008. 2007. 2006. Mensagens ATS: ICA 100-15. . [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. Divulgação de Informações Meteorológicas: ICA 105-1. Procedimentos Especiais para Aeronave Presidencial: ICA 100-9. 2008. Manual de Telecomunicações do Comando da Aeronáutica: MCA 102-7. [Rio de Janeiro-RJ]. NOTAM: ICA 53-1. 2007. ________. Coleta de Dados Estatísticos AIS: ICA 53-5. Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas: MCA 53-3. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. Plano de Vôo: ICA 100-11.

[Rio de Janeiro-RJ]. ________. Agência Nacional de Aviação Civil. BRASIL. 2004. Regras Gerais de Operação para Aeronaves Civis: RBHA 91. Homologação.141/GM5. Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica: Doc 8126. 2003. 2003. Serviços de Informação Aeronáutica: Anexo 15. ________.MCA 53-1/2008 257 BRASIL. Operações Aeroagrícolas: RBHA 137. 2001. de 13 Dez 1986. [Rio de JaneiroRJ]. Força Aeronaval Americana. de 08 de dezembro de 1987. Estado-Maior da Aeronáutica. Ministério da Aeronáutica. 2003. BRASIL. 1999. Comando da Aeronáutica. Requisitos Operacionais: Operações Domésticas. 2003. Requisitos Operacionais: Operações Complementares e por Demanda: RBHA 135. Cartas Aeronáuticas: Anexo 4. ________. ________. BRASIL. ________. [Montreal]. 1987. 1990. 2008. Organização da Aviação Civil Internacional. ________. Registro. Comissão de Navegação Aérea. de Nacionalidade e de Matrícula: RBHA 45. Resistência de Pavimentos dos Aeródromos: IAC 157-1001. [Brasília-DF]. Manutenção e Exploração de Aeródromos Civis e Aeroportos Brasileiros: IAC 2328-0790. Marca de Identificação. 15 jul. Departamento de Aviação Civil. . [Rio de Janeiro-RJ]. [Montreal]. Portaria no 1. Dispõe sobre o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos. ESTADOS UNIDOS. o Plano Básico de Zoneamento de Ruído. 2008. Regras do Ar e Serviço de Tráfego Aéreo: Doc 4444.565. Instruções para Concessão e Autorização de Construção. 1986. CANADÁ. [Rio de JaneiroRJ]. ________. ________. [Montreal]. 2006. ________. 2001. o Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos e o Plano de Zona de Proteção de Auxílios à Navegação [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. Air Navigation (Flying Training): AFM 51-40. de Bandeira e Suplementares: RBHA 121. [Rio de Janeiro-RJ]. Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica. Classificação das Cartas Aeronáuticas de Pilotagem (CAP): Ofício no 38/3SC3/C-1176. Operação. [Brasília-DF]. [Rio de Janeiro-RJ]. Lei no 7. [Montreal].

1 AD 2.3 ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2 ENR 4 AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2.SID* .19 ROTAER: CAPÍTULO III AIP-BRASIL: GEN 3.3 ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ARC .18 ROTAER: CAPÍTULO III TWR INSTALAÇÕES E SERVIÇOS E SUAS FREQÜÊNCIAS AFIS GNDC CLRD VDF RECALADA .ERC (Se RWY ≥ 1500m) AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4.3 CARTAS: ERC – ARC AIP-BRASIL: ENR 5 CARTAS: ARC -ERC .18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2.3 FUNC.IAC* (*) só a pedido da D-ATM PÚBLICOS (Comerciais) PRIVADOS MILITARES AIP-BRASIL: AD 2.5 ROTAER: CAPÍTULO III COORDENADAS PONTO DE NOTIFICAÇÃO (COMPULSÓRIO / A PEDIDO) ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO FUNCIONAMENTO AD INTL (MIGRAÇÃO. SAÚDE.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC STAR ARC ERC* (*) Inclusive frontispício AIP BRASIL: AD 2.19 AUXÍLIOS RÁDIOS ROTAER: CAPÍTULO III NDB-VOR-ILS-VDF CARTAS: ARC ERC FPC ADC LC SID IAC STAR AERÓDROMOS (Comerciais) AIP BRASIL: AD 2.258 MCA 53-1/2008 Anexo A – Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4. AERÓDROMOS HORÁRIOS FUNCIONAMENTO AUXÍLIOS RÁDIOS À NAVEGAÇÃO E ÓRGÃOS ATS SERVIÇOS DE METEOROLOGIA COMBUSTÍVEL E TELEFONE ACC (FIR/UTA/CTA/TMA) CMA E CMM AIP-BRASIL: AD 2.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: SID STAR ARC ERC* (*) inclusive o frontispício APP (TMA/CTR) AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2.18 AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2. ALFÂNDEGA) AIP-BRASIL AD 2.

AD 2 17 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC 259 ATIS VOR FREQÜÊNCIAS ILS NDB GPS SELCAL ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES LATERAIS FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES/VERTICAIS (INFERIOR/SUPERIOR) FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ROTAS ATS .Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: GEN 3.1 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: ENR 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* LC ADC SID VAC STAR ARC ERC (*) Descida ECHO CARTAS: IAC AIP BRASIL: ENR 4.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* ADC SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2.5 VOLMET ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC (*) Descida CHARLIE AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC STAR ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS:: IAC* SID LC STAR ADC ARC ERC (*) Descida DELTA AIP BRASIL: AD 2.17 CARTAS: ARC ERC LC VAC AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2 ENR 3 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 2 .2 – AD 2.

19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC STAR (*) descidas ECHO AIP BRASIL: GEN 2. (***) AD PRIV E MIL: Somente ROTAER e CARTAS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC AIP BRASIL: AD 1.14 AD 2.CAPÍTULO III ROTAER: .19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC (*) descida DELTA AIP BRASIL: GEN 2.CAPÍTULO III AIP-BRASIL: AD 2 ROTAER: .4(*) – ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: ENR 3 NÍVEIS DE VÔO CARTAS: ARC ERC ROTAS ATS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: GEN 3.13 AD 2.5 ENR 2.4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.10 AD 2.1 ROTAER: .260 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .CAPÍTULO III RUMOS PISTAS (orientação das cabeceiras) DISTÂNCIAS ROTAS ATS INTERNACIONAL PÚBLICO (Comercial) AERÓDROMOS PRIVADOS / MILITARES OBS: Qualquer AD com RWY ≥ 1500m e piso CARTAS: ARC ERC pavimentado (ASPH/CONC) AIP BRASIL: GEN 2.5 – ENR 3 – AD 2. CARTAS: SID** IAC* LC* VAC* (*) se houver. (**) em RMK.19 ROTAER: CAPÍTULO III (AD e RDONAV .1 AD 2.5 – ENR 3 – AD 2.12 AD 2.4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2.3 – AD 2.9 AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC ERC (*) descida CHARLIE AIP BRASIL: GEN 2.17 CARTAS: ARC ERC (CTR) VAC VOR/DME NDB ILS e seus componentes (LLZ/GP/OM/MM/LLZDME) ROTAS ATS FIR /UTA TMA CTR / ATZ .ILS).5 – AD 2.

15 BIRUTA ROTAER: CAPÍTULO III ILUMINADA (L26) CARTAS: ADC LC FAROL DE AERÓDROMO (L21) APROXIMAÇÃO (APCH) CABECEIRA (THR) TAXIWAY (TWY) AERÓDROMOS com RWY ≥ 1500m AIP-BRASIL: ENR 4.4 – AD 2.1(**) AD 2.6 INCÊNCIO (RFFS) ROTAER: CAPÍTULO III PONTO DE REFERÊNCIA DE AERÓDROMO (ARP) AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.1 2.5 ENR 3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** ATS/MET (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) CLASSIFICAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO ATS ALTITUDE DE TRANSIÇÃO AIP BRASIL: ENR 1.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC AIP BRASIL: GEN 2.14 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC* LC (*) Inclusive verso informação ângulo se diferente de 3º (**) Pontos de toque ILS e VASIS 261 LUZES / AUXÍLIOS LUMINOSOS VASIS / PAPI (AVASIS / APAPI) SERVIÇO DE COMBATE A AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.1* ROTAER: Capítulo III** CARTAS: ADC PDC (*) Somente resistência e tipo de piso (**) Na observação (restrições) PÁTIO DE ESTACIONAMENTO .4 ENR 2.16 CARTAS: IAC SID AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: ENR 2.14 – AD 2.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC CARTAS: ARC* ERC* (*)INCLUINDO A LETRA “L” AIP-BRASIL: ENR 2.8 ENR 2.4 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV CARTAS: ERC* (*) Indicador de localidade das FIR INDICADOR DE LOCALIDADE AIP BRASIL: ENR 3 ENR 4.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: AD 2.1 ENR 2.16 CARTAS: ARC* ERC* (*) Trapézio AIP BRASIL: AD 2.2 AD 2.3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** SID** ATS (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) AIP BRASIL: GEN 3.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .1 AD 2.

13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC DIMENSÕES PISTA (RWY / TWY) TIPO DE PISO ELEVAÇÃO OBSTÁCULO ÁREA APCH / DEP TIPO DE OPERAÇÃO DO AERÓDROMO DISTÂNCIAS DECLARADAS ZONAS DE PARADA ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS .10 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 1.3 AD 2.12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.3 AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC ARC* ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.8 AD 2.12 AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC (*) Cartas de Obstáculo de Aeródromo (AD 2) AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.8 (LARGURA) AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.12 AD 2.262 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .1 ENR 2.12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) ENR 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (AA) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: RESISTÊNCIA AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.

DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 S|B|B|R NÍVEL Level 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  1|3|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 0 |0 F|1|0 |0 G449 URB DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome   S | B| B | T 0|1 3|0 S|B|R|P S| B | S | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/ETA6 DAT/SV RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ACAS RMK/RDO E NDB AD CFM RMK/INDICATIVO CHAMADA ALBATROZ01 RMK/3HRP DIRETOR GERAL DECEA ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 4 |0 →P/ 1|1 | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings CAMUFLADA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.in.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Maj Av Marcus Vinícius PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Cap Av André Luís André Luís Cap Av .Modelos de plano de vôo completo 263 PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSZQZX SBBTYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 2|2 1| 2| 0| 0 S|B|B|R|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  F|A|B|2|3|7| 8 / HORA Time  L I 10 EQUIPAMENTO Equipment M <<  SDGJ /C D << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.MCA 53-1/2008 Anexo B .

in. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 HORA Time /C << ≡ 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S|B|A|T NÍVEL Level 1|3|1|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 9 |0 F|0| 9 |0 G678 XINGU DCT BAG/N0190F080 DCT BAG186100/N0190F045 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome  S| W| J | W 0|2 5|0 S| B| B | W S| W | L | C << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBBS0050 OPR/SEGURANÇA TÁXI AÉREO LTDA FROM/SBGO COM/HF SSB  STS/TREN RALT/F110 DCT SBBW RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ALTN DEP SBSN ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0| 5 5 |0 →P/ 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings VERMELHA COM LISTRAS BRANCAS OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBAZQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|5 1| 2| 2| 5 S|B|A|T|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|M| |  / L Y 10 EQUIPAMENTO Equipment N  SDGZ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name André Luís 077715 André Luís .264 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B .

de 21 de outubro de 2009.MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B . .in.Portaria DECEA No 63/SDOP.Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 265 << ≡ FF → SBBSZFZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 | | | | | | | | | | IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 1 1 4 5 S B P JY O Y M << 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L V 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDG /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|1| 0 |5 G449 BRS W10 GOI/N0180F065 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | W| L | C 0|3 1|0 S|B|G|O << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/LEONILDO LTDA FROM/SBPN RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|5 2 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ AZUL COM LISTRAS BRANCAS/ OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Gibson Júnior 470355 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Guilherme Firme 220388 Guilherme Firme (NR) .

Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S| B| P| J|Y| O| Y| X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L Z 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SD /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.266 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B . DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|2|1 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| W | G| I NÍVEL Level 2|0|2|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 1 |0 F|0| 5 |5 DCT C/PMS200096/N0200F055F070 IFR DCT BRR292030/N0190F055 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | N| B | R 0|1 2|0 S|B|L|P << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBRE0025 OPR/PROTEÇÃO LTDA FROM/SBAT STS/TROV RALT/F070 DCT SBLP RMK/AUXILIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 0 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.in.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name MARCUS vINÍCIUS .

de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP.in. .MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B . DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|0| 7 |0 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | B| A | X 0|0 3|0 S| B | U | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/EFICIÊNCIA LTDA FROM/SBJF STS/TREN NAV/DOPPLER RMK/ALTN DEP SBUL RMK/RDO AD CFM RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|3 3 |0 → P / 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ A / BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks N / C / PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 267 << ≡ FF → SBBSZQZX SBAXYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S | B | P | J | Y | O | Y| M << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|S| |  / L I 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDGZ /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Rafael 290394 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Rafael (NR) .

Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBCFZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ 0| 2 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 3 | 1 | 5 → S | B | B | H | Y | O | Y | X <<≡ << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEA | T | M TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome P|A|3|2 S | B | B|H NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 3|2| 5 ROTA Route |  N |0 |1 |7 |0 A| 0 4 | 5 | → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|C|F 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 1|5 B| H <<≡ )<<≡ OPR/DELTA FROM/SNUN RMK/TGL SBBH RMK/ACAS 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 0 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.in.268 MCA 53-1/2008 Anexo C .command FELICIANO 556677 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name RICARDO Ricardo 998877 .

MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo C .command RICARDO 213243 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name Ricardo | | | | | .in.Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN 269 PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBJPZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ <<≡ 2 |5 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 5 | 1 | 0 → S| B | R | F | Y| O | Y | X << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEH | E | L TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome A|S|3|2 S | B | R|F NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 5|3| 0 ROTA Route | |  N |0 |1 |4 |0 V| F| R → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|J|P 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 3|0 R| F <<≡ )<<≡ OPR/DECEA TÁXI AÉREO LTDA 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN FROM/SBNT RMK/500FT AGL INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 4 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ BRANCA E AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.

AD DE PARTIDA HORA 16 .AD DE PARTIDA HORA 16 . 84 91554433 Marcus Vinícius . 84 91554433 Marcus Vinícius 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151920 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .270 MCA 53-1/2008 Anexo D .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (DLA 22 – EMENDA PTAIS SBGO1930 SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel.Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151840 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CHG 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) -10/SDGIR/S-13/SBGO2025-15/N0470F350 UW4 C/POMON/N0470F350F390) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel.

MCA 53-1/2008 271 Continuação do Anexo D .Modelos de mensagens de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 152005 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .AD DE PARTIDA HORA 16 .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CNL 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 Marcus Vinícius .

. PAF045152 (Ponto: AD SNTS) Ponto situado na radial 045º à uma distância de 152NM do VOR PAF.272 Anexo E – Coordenadas geográficas MCA 53-1/2008 ♦ ♦ ♦ PAF360142 (Ponto: NDB JZR) Ponto situado na radial 360º à uma distância de 142NM do VOR PAF. PAF019108 (Ponto: 072529S/0382140W) Ponto situado na radial 019º à uma distância de 108NM do VOR PAF.

Coordenadas geográficas 273 .MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo E .

RWY 09 27 TORA 2000 2000 TODA 2580 2350 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 3: Obstáculo dentro da CWY. na aproximação da RWY 09. óleo. buraco. na aproximação da RWY 09. RWY 09 27 TORA 1850 1850 TODA 2430 1850 ASDA 2150 1850 LDA 1850 1850 Exemplo 2: Obstáculo fora da CWY na aproximação da RWY 09. etc. RWY 09 27 TORA 2000 1850 TODA 2580 1850 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 4: Obstáculo dentro da CWY. RWY 09 27 TORA 2000 NU TODA 2580 NU ASDA 2300 NU LDA NU 2000 . afastado da THR. próximo da THR.).274 MCA 53-1/2008 Anexo F – Configurações de Distâncias Declaradas Exemplo 1: Impraticabilidade (obras.

MCA 53-1/2008 275 Anexo G .Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .

Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .276 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo G .

2 Composição Especificação detalhada do critério adotado na distribuição da Zona Servida.4 Categorização Informar a categoria conforme divulgação do DECEA.5 Publicações AIS: Informar a disponibilidade de publicações ITEM 3. ITEM 3. CAPÍTULO 2 Abreviaturas e Siglas Serão mencionadas aquelas que constem no próprio modelo. ITEM 6.5. ITEM 4.2 Efetivo Descrever o efetivo de especialistas AIS (civis e militares). em itens.1 Divisão Descrever o critério adotado na definição da Zona Servida. CAPÍTULO 6 Estrutura Operacional e Organização das Equipes ITEM 6. ITEM 3.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPA DO MODELO OPERACIONAL Confeccionar a capa de acordo documentos oficiais do COMAER. CAPÍTULO 5 Posições Operacionais Escrever.MCA 53-1/2008 277 Anexo H . ITEM 3.1 Estrutura Operacional Descrição operacional do efetivo.5.1 Organograma Descrever a posição da Sala AIS em função da administração e operação em relação aos demais órgãos. ATO DE APROVAÇÃO SUMÁRIO ANALÍTICO CAPÍTULO 1 Disposições Preliminares Nesse capítulo constarão.3 Localização Descrever exatamente a localização da Sala AIS em relação ao aeródromo.1 Nacionais ITEM 3. as funções e horário a qual são desempenhadas dentro da Sala AIS.2 Internacionais CAPÍTULO 4 Zona Servida ITEM 4. pelo menos.2 Organização das equipes Distribuição do efetivo conforme escala operacional. os tópicos finalidade e âmbito do documento. . ITEM 3. CAPÍTULO 3 Estrutura Organizacional e Funcional ITEM 3.

Explicar o procedimento ITEM 8. CAPÍTULO 8 Procedimentos Específicos ITEM 8.5 Atualização de Publicações Descrever os procedimentos adotados.2 Acesso ao SISNOTAM via Micro Descrever o processo de como acessar ao servidor.7 Formulário de Registro de Informação Descrever o local onde se encontra o formulário e o procedimento que o Especialista deve adotar após a recepção do mesmo. ITEM 8. tais como: endereçamento.9 Transporte de Autoridades Explicar esse procedimento como é feito.1 Mínimos IFR Abaixo dos Mínimos Regulares para Pouso e Decolagem ITEM 8. ITEM 8.2 Transmissão de Mensagem ATS em caso de CCAM fora do ar.6 Controle de Registro de NOTAM Descrever os procedimentos adotados na Sala AIS em questão.8.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 7 Atribuições do Pessoal Descrever em itens as atribuições do pessoal conforme as posições operacionais em consonância com a ICA 53-3. em consonância com o FCA 63-50. informar o telefone de recebimento de plano caso a Sala tenha. ITEM 8. inclusive informando “senha” e “usuário”. Descrever procedimento conforme a ICA 63-13.3 Confecção do Briefing Operacional Descrever as regras de confecção do briefing e os meios utilizados para disponibilizar aos órgãos de controle. conferência com a INFRAERO. ITEM 8.1 Tratamento Descrever passo a passo o método aplicado por uma Sala AIS na recepção e tratamento das mensagens ATS.1 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo não Regular Internacional. ITEM 8.8 Recepção de Mensagens ATS Nesse item. ITEM 8.10. na Sala AIS.8.10 Aeronaves Militares e Civis Públicas Estrangeiras Descrever procedimento conforme a ICA 63-13. de acordo com a ICA 53-2. ITEM 8. .4 Pousos e Decolagens em TWY Informar se o aeródromo possui pista de táxi homologada como pista de pouso e decolagem. no local.278 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H . ITEM 8. procedimentos relacionados com as mensagens AVO etc. ITEM 8. ITEM 8.

15 Outros Procedimentos Descrever procedimentos locais os quais não foram citados em itens anteriores.14 Procedimentos para Aeronave Presidencial Descrever procedimentos locais de cada Sala confrontando com a ICA 100-9. ITEM 9.4 Freqüências operacionais Citar freqüências operacionais. ITEM 8.2 Confecção Descrever esse item conforme ICA 102-8 ITEM 8. observar a legislação dos países envolvidos nas publicações quanto ao procedimento de entrada dos mesmos e descrevê-los em subitens conforme os países envolvidos.3 Auxílios Luminosos Citar auxílios luminosos. ITEM 8. .2 Auxílios Rádios Citar auxílios rádio. ITEM 9.10.12 Mensagem CONFAC ITEM 8.4 Envio à ECM Descrever o processo de como se realiza na referida Sala.13 Aquisições de Publicações Descrever conforme ROTAER Capítulo I Seção I.MCA 53-1/2008 279 Continuação do Anexo H . ITEM 8.1 Conceitos ITEM 8.12. ITEM 9. ITEM 8. ITEM 8.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) ITEM 8. ITEM 9.2 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo Internacional: Descrever procedimento conforme a ICA 63-13.1 Equipamentos Citar equipamentos existentes na Sala AIS.12. CAPÍTULO 9 Recursos Técnicos Disponíveis no Aeródromo ITEM 9.11 Vôos Internacionais Caso a Sala AIS seja internacional.3 Conferência pela INFRAERO Descrever como é feito dentro da Sala AIS observando os parâmetros da ICA 102-8.12. ITEM 8.12.5 Murais Operacionais Citar murais que contenham informações PERM e avisos diversos.

2 TF-3 fora do ar Descrever a alternativa do SVC que é feito através desse equipamento.2 Preenchimento do Livro Registro de Ocorrência. Descrever os procedimentos locais relativos à passagem de SVC. ITEM 11. ÍNDICE: Descrever o índice remissivo. REFERÊNCIAS . também citar o tipo de ocorrências que o órgão julgar necessário lançar no LRO.1 Conceito Descrever o conceito de acordo com a DMA 63-1 e ICA 102-2.1 Passagem de Serviço. ITEM 11. ITEM 13. CAPÍTULO 13 Normas Gerenciais ITEM 13. CAPÍTULO 11 Degradação do Sistema ITEM 11. e acrescentado o que preconiza a ICA 53-3. equipamentos e murais existentes na Sala AIS.3 SISNOTAM fora do ar Descrever alternativas para obtenção da informação.1 LAY-OUT Descrever através de desenhos a disposição dos móveis. Descrever a formatação local do preenchimento do LRO. ANEXOS: Citar os anexos necessários.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 10 Apresentação Esquemática do Órgão ITEM 10. CAPÍTULO 12 Atualização Profissional dos Especialistas AIS Descrever os procedimentos locais que são feitos na Sala.280 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H .

D-GNA . e PLN 2 . NOR 3 – Seção de Meteorologia (MET). D-CCO .Subdepartamento de Operações. Navegação e Vigilância (CNS). CCO 2 – Seção de Comunicações.Seção de Planejamento Estratégico. SDTI .MCA 53-1/2008 281 Anexo I – Organograma Simplificado do Órgão Gerencial Legenda: SDOP .Divisão de Busca e Salvamento. CCO 1 – Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM).Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM).Subdepartamento Técnico.Divisão de Gerenciamento da Navegação Aérea. NOR – Subdivisão de Normas da D-GNA.Divisão de Coordenação e Controle. CCO 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS). PLN – Subdivisão de Planejamento da D-GNA.Subdepartamento de Tecnologia da Informação.Seção de Planejamento Tático. D-OPM . NOR 1 . SDTE . D-SAR . PLN 1 . .Subdepartamento de Administração. SDAD . NOR 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS).Divisão de Operações Militares. NOR 2 – Seção de Comunicações. Navegação e Vigilância (CNS). CCO 3 – Seção de Meteorologia (MET).

79 AISWEB. 195 AIC. 8126. 82 Cartas avulsas. 62 Aplicativos automatizados AIS. 81 Cartas aeronáuticas. 42 AIRAC NIL. 27 Arquivo de mensagens. 52 AIM. 52 Classificação dos espaços aéreos ATS. 84 Catálogo. 227 Códigos METAR e SPECI. 148 Autorização para vôos VFR ESP. 213 CCAM. 33 Anexo 15. 73 Categoria requerida de aeródromos. 212 Disposição da informação. 205 Doc. 111 Auxílios à navegação. 181 Auxílios visuais. 110 Código Aeroportuário IATA. 72 Código ANAC. 175 Boletim de informação prévia ao vôo. 240 Deslocamento da cabeceira. 42 . 237 Autonomia. 175 Auxílios visuais e à navegação. 192 Declinação magnética. 239 AIP. 230 Condições para realização de vôo IFR.282 MCA 53-1/2008 ÍNDICE ACN-PCN. 105 Convencionais. 192 Definições. 67 Anexos. 54 Boletins automatizados. 224 Documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP). 55 Distâncias declaradas. 232 Circulares de informação aeronáutica. 107 Condições para realização de vôo VFR. 198 Aeródromos. 69 Documentação de vôo. 154 Código TAF. 75 Conversão de unidade de medida. 57 Calendário de datas AIRAC.

50 Objetivo do AIS. 245 Gestão de qualidade AIS. 14 . 77 Informação original. 219 Instrução verbal. 219 Modelo operacional. 42 Indicadores de destinatários e de remetentes. 245 Informação AIRAC. 160 Mensagem de modificação (CHG). 229 Mensagem de atraso (DLA). 22 Informação aeronáutica. 82 Gerenciamento de navegação aérea. 163 Mensagem SIGMET. 106 Níveis mínimos IFR fora de aerovia. 74 Endereçamento de PLN e mensagens ATS (FPL/DLA/CHG/CNL). 164 Mensagem AIRMET. 22 Inter-relacionamentos de informação. 57 Intercâmbio. 12 Organograma funcional. 88 Meios e canais de comunicação. 113 Meteorologia aplicada ao AIS. 62 Emendas. 235 Mensagens veiculadas nas Salas AIS. 228 Mensagens aeronáuticas. 111 Não-convencionais. 240 Heliponto. 12 Manual AIP-BRASIL. 166 Glossário. 14 Órgão gerencial. 238 Gestão da qualidade. 22 Informações meteorológicas. 214 IAIP. 26 Legislação vigente. 111 NOTAM. 22 Mensagem administrativa ao SICONFAC. 71 Informação aeronáutica. 155 Mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL). 41 Navegação aérea. 61 Mudanças de regra de vôo. 156 Mensagem de transporte especial (MTE).MCA 53-1/2008 283 Documentação relacionada ao AIS. 115 Indicadores e designadores. 23 Informação/dados aeronáuticos. 75 Nascer e pôr-do-sol. 189 Níveis de cruzeiro. 114 Fases do vôo.

109 Tipo de informação. 190 Sistema de referência para navegação por satélite. 24 Tipos de cartas. 103 SAIS. 12 Órgãos operacionais. 161 PRENOTAM. 51 Procedimento de radiogoniometria. 19 Outras cartas. 83 Tipos de pavimento. 27 Sistema de coordenadas geográficas. 16 Órgãos técnico-opercaionais. 203 .284 MCA 53-1/2008 Orgãos AIS. 54 Plano de navegação aérea. 120 Plano de vôo simplificado (PVS). 234 Regras aplicáveis aos vôo por instrumento (IFR). 194 RACAM. 37 SISNOTAM. 106 Regras de vôo visual. 103 Regras e procedimentos de tráfego aéreo. 48 Tabela de níveis de cruzeiro. 73 Plano de vôo completo (PVC). 238 Suplementos AIP. 93 PIB.

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