MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA
MCA 53-1

MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

2008

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

PORTARIA DECEA No 39/SDOP, DE 24 DE AGOSTO DE 2010.

Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB.

O

CHEFE

DO

SUBDEPARTAMENTO

DE

OPERAÇÕES

DO

DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1o, inciso III, da Portaria no 67-T/DGCEA, de 20 de abril de 2010, resolve:

Art. 1o - Aprovar a modificação ao MCA 53-1, “Manual do Especialista em Informação Aeronáutica”, que com esta baixa. Art. 2o - Esta modificação entra em vigor em 07 de setembro de 2010.

(a)

Brig Ar LUIZ CLÁUDIO RIBEIRO DA SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA

(Publicado no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010)

BRASIL
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA Av. GENERAL JUSTO, 160 - 2o ANDAR 20021-130 RIO DE JANEIRO - RJ
ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL.: (21) 3184-8362

MCA 53-1
MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 07 SET 2010

TEL.: (21) 2101-6542

MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICAS, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 117 118 139 140 141 142 195 196 2 CORREÇÃO: PÁGINA 118 140 141 195 SUBITEM Modificada a NOTA 2 e incluída a NOTA 3 do item 11.4.12. Excluído o exemplo 3 e a NOTA do item 11.5.8.1.10. Excluído o exemplo 3 do item 11.5.8.1.11 Excluído o exemplo 4 do item 11.5.8.1.12. Item 15.2.1.1 modificado DATA 2008 2010 2008 2010 2010 2008 2010 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 117 2008 118 2008 139 2008 140 2008 141 2008 142 2008 195 2008 196 2008

3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições, inserir esta folha após a página de rosto da publicação original. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 39/SDOP, de 24 de agosto de 2010, publicada no BCA no 162, de 31 de agosto de 2010.

no uso das atribuições que lhe confere o art. Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. de 12 de novembro de 2009) . O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. 1o. 2o Esta modificação entra em vigor em 17 de dezembro de 2009. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. que com esta baixa. inciso III. Art. resolve: Art. (a) LUIZ CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA Cel Av Chefe Interino do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 210.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 63/SDOP. DE 21 DE OUTUBRO DE 2009. de 02 de janeiro de 2009. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica".

: (21) 2101-6542 MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”.BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av. GENERAL JUSTO. 160 .: (21) 3184-8362 MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 17 DEZ 2009 TEL. DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 33 34 47 48 49 50 77 78 79 80 81 82 105 106 107 108 109 110 147 148 175 176 177 178 179 180 181 182 DATA 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 33 2008 34 2008 47 2008 48 2008 49 2008 50 2008 77 2008 78 2008 79 2008 80 2008 81 2008 82 2008 105 2008 106 2008 107 2008 108 2008 109 2008 109 2008 147 2008 148 2008 175 2008 176 2008 177 2008 178 2008 179 2008 180 2008 181 2008 182 2008 .RJ ADM: PAME AFTN: SBRJYGYI TEL.2º ANDAR 20021-130-RIO DE JANEIRO .

1.3.3 (texto modificado) 13.8.2.4.1.1.3 (texto modificado) 49 50 78 79 80 81 105 107 108 109 147 175 176 177 5.6 (texto modificado).5 e 5.4 (textos modificados) 5.1.1.3.2.2. alíneas b) (texto modificado).2.1.2. 8.1.8 (renumerado para 8.2.3.3.7.3 (texto modificado) 11.1.2.1.187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2 CORREÇÃO: PÁGINA 34 47 48 2009 2009 2009 2008 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 187 188 189 190 209 210 211 212 213 214 215 216 265 266 267 268 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 2008 SUBITEM 4.3 (textos modificados) 8. alínea f) (texto modificado) e NOTA acrescentada 5.3. 8.2. alínea b) (texto modificado e retiradas NOTAS 1 e 2) .4.5. e 8. alínea c) (texto modificado) 10.1.4. alínea a).1.3.2. alínea e) (texto inserido) 10.5. 2a ) e 3a ).2.2 (texto modificado) 5.1. 5. alíneas 1a).2 (texto inserido e NOTAS modificadas) 13.3.6) 8.5.5. texto excluído e tabela modificada) 10.7 (incorporado ao 8. 5.5 (textos modificados) 8.2.2.2.2.1.5.2.3 (texto inserido) 8. c) e d) (textos retirados) 5.1.4.3.1 e 13.2.4.2.3. alínea b) (texto inserido) 10. alínea a) (texto modificado) 5.2.4.2.4. 5.11 (exemplo modificado) 13.1.1. 8.1.2. 8.5 (texto modificado) 8.3.

publicada no BCA no 210.1. alínea b) (exemplo modificado) 13. NOTA 3 (modificada) e 13.2. inserir esta folha após a página de rosto da publicação original.3 (texto inserido) 13.2.3.2.3 (NOTA 2 modificada para 15.4) 15.1.3.3.2 (texto modificado.3 (texto renumerado e exemplo modificado) 14.2 (texto excluído) 13.2.2 (texto modificado) 13.3.3. de 21 de outubro de 2009.1.1.3.5 (texto inserido) 15.6 (texto modificado) 15.2.5.2 (texto modificado) 13. . alínea g) (texto modificado e NOTA inserida) Anexo B .1.17.3.17.2.4.4.178 179 180 181 187 188 189 209 13.4.2.4.2.2.2.continuação (texto modificado) 212 213 215 265 267 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições.3.2 (texto inserido) 15.17.2.2.continuação (texto modificado) Anexo B . 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 63/SDOP.2.3.3.1.4.7. alíneas d) e e) modificadas e f) excluída) 15. alínea a) (texto modificado) 13.2.1.17.4.4 (texto modificado) 15.5.3.1 (texto modificado) 15. de 12 de novembro de 2009.

Aprova a modificação ao Manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. 1o. R E S O L V E: Art. Art. no uso das atribuições que lhe confere o art.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 19/SDOP. inciso III. 2o Esta modificação entra em vigor em 30 de abril de 2009. de 01 de janeiro de 2008. DE 27 DE ABRIL DE 2009. de 11 de maio de 2009) . O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. 1o Aprovar a modificação do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". (a) Maj Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 084. que com esta baixa. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA.

DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: INSERIR PÁGINA 107 108 113 114 115 116 125 126 131 132 2 CORREÇÃO: PÁGINA 107 114 115 125 131 SUBITEM 10. 160 .observação (1) (modificado) Observação (7) (inserida).2.2.5.362 TELEX: 2137113 COMAERBR MCA 53-1 “MANUAL DO ESPECIALISTA EM INFORMAÇÃO AERONÁUTICA”. GENERAL JUSTO. de 11 de maio de 2009. .2.1.2º ANDAR 20021-340-RIO DE JANEIRO .RJ MCA 53-1 MODIFICAÇÃO SUBSTITUTIVA 30 ABR 2009 TEL: (21)2585-3202 R. NOTA 2 (modificado) 11. alínea g) (modificado) 11. de 27 de abril de 2009 e publicado no BCA no 084.2.4.363 AFTN:SBRJYGYI ADM: PAME FAX: (21)25853202 R.5.3. inserir esta folha após a página de rosto da publicação original.6. 4 APROVAÇÃO: Portaria DECEA no 19/SDOP. alínea c (modificado) DATA 2009 2008 2008 2009 2009 2008 2009 2008 2009 2008 DESTRUIR PÁGINA DATA 107 2008 108 2008 113 2008 114 2008 115 2008 116 2008 125 2008 126 2008 131 2008 132 2008 3 ARQUIVO: Depois de efetuar as substituições.4.BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Av.11.3 (modificado) 11.

.

de 19 de outubro de 2000. publicada no Boletim Interno no 118. do DECEA. de 25 de junho de 2002. de 01 de janeiro de 2008. Art. 1o. da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA. Aprova a reedição do manual que estabelece os procedimentos para o Serviço de Informação Aeronáutica do SISCEAB. e a Portaria DECEA no 36/DGCEA. R E S O L V E: Art. (a) Brig Ar JOSÉ ROBERTO MACHADO E SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no BCA no 150. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. de 25 de junho de 2002. Art. de 20 de outubro de 2000. de 11 de agosto de 2008) . 1o Aprovar a reedição do MCA 53-1 "Manual do Especialista em Informação Aeronáutica". 2o o Este Manual entra em vigor em 25 de setembro de 2008. DE 01 DE AGOSTO DE 2008. publicada no Boletim Interno no 202.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 38/SDOP. que com essa baixa. da DEPV. inciso III. 3 Revogam-se a Portaria DEPV no 58/DIRPV. no uso das atribuições que lhe confere o art.

..............................................................6 3........2 2....2 8...................37 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL .......23 TIPOS.............................1 7...............................24 DIVULGAÇÃO ............................................3 5.....................1 8.7 4 4....................................................................................................................41 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP)...........................................................................................................................................1 5..........................................2 7 7.......................................................22 OBTENÇÃO.............2 2 2.......................1 3........................................................................................12 ORGÃOS AIS............................................................................................................................................................................4 5.................................3 3.........................................................................................................4 3.................................................................................................................................................................2 5................................................4 5 5................................22 INTERCÂMBIO............................................................................................................................................27 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM .....42 SUPLEMENTOS AIP........................25 INTER-RELACIONAMENTO..................................AISWEB...54 MODELO OPERACIONAL....................1 1.................................................................11 ÂMBITO ..................................................................................................................(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) ...................................................................................................................................................................SISNOTAM...................................42 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP)...............................................................77 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO..............................................3 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES....................................................................................2 4............................................................................2 3...................................................................................................................26 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS ..............3 4.........61 ELABORAÇÃO ...........................................................................................................................77 FINALIDADE ........................................................................22 PROCESSAMENTO...............................................................................................................................................SAIS ......................................33 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS .......................................................77 ................................................22 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO ............................................................................................................................1 4....3 3 3..5 6 6.........................................12 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS...................74 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC.......................12 OBJETIVO DO AIS ...................................................................11 FINALIDADE ................................................12 LEGISLAÇÃO VIGENTE...............................MCA 53-1/2009 SUMÁRIO 1 1..............................................27 PÁGINA ELETRÔNICA ...................................1 6..2 8 8........5 3....11 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL.....................62 DO DECEA............50 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC)................................................................................................48 NOTAM .52 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB)...................................62 DA OACI..........................................................1 2..........................................................................................................................................................................61 DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS ................61 CONSIDERAÇÕES ............................................................................77 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC .............

..................103 REGRAS DE VÔO VISUAL...................................................4 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO ......................................................................78 AIRAC NIL..................82 APRESENTAÇÃO....................173 .......163 11.........................................3 9.....6 8.......3 10........109 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS...............113 CONSIDERAÇÕES ...........111 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS....................................................................................................5 9...................................................83 TIPOS...80 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC ...............................................................................................................................................6 10 10......172 12.............................................84 ATUALIZAÇÃO..................................................................................5 11 11....................106 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO.114 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES ........................................................................................................................................1 10.....................172 12.......5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC)...103 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR).......83 DESCRIÇÃO...............................................4 RECURSOS PARA O PROJETO.................................................................................................................................5 DOCUMENTOS DO PROJETO .............82 FINALIDADE ..........................................113 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) ...................79 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC ...................4 8.......................................................................................................8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) ......................................................................................................................110 REGRAS GERAIS ...................9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS).........................10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE)................................161 11.......................171 12.............................................................................166 12.......................116 11................................................................................................................11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC ....................................................................................................................5 8......81 CARTAS AERONÁUTICAS .........MCA 53-1/2009 8..............................155 11...........156 11......................................................................................................................4 9.................................................................................................1 11................................................................................................................7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG).......................................................1 9............................................................................171 12..................................................6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO ...................................................................................................................................................................................................................................................2 9................................2 10.........................................................................115 GENERALIDADES........................164 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS ...........................160 11.................................171 12............................7 9 9...................................................6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA)............................7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO...................3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ...........................1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO.............2 PLANEJAMENTO DO PROJETO ...............2 11...............................................................................................................166 12.................................101 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO.............................................................4 10..........................................................82 FASES DO VÔO...............3 11.........120 11...............................................................................................

.....................................................................................................................4 14..........................................................................................................................3 15.......................................................226 16.189 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO..................................................................................................................................................................7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO.........................................189 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS............................................227 16..........5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO.....................................................................................................................................................................................................................................................1 15............................................214 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS.........................................................................................................................................................................................................................................................189 DIREÇÃO .........228 16...10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET .................................................................................4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO...............................................................3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO .....212 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS ..........................................................................213 HELIPONTO......................................5 15................2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS.....................................................175 AUXÍLIOS VISUAIS.........MCA 53-1/2009 13 13..............................................................................................................................................................6 15...........................195 UTILIZAÇÃO .........................5 14......................................224 16...........................................................9 15 15...............2 15..........................................219 16........................230 16........................................................................12 MENSAGEM SIGMET........................6 14............6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS......................................................................8 14......4 15.....................................2 14..................................................... RUMO E PROA.........................................9 CARTAS DE PREVISÃO..............................224 16............219 16..........................1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA .......................212 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA...................191 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA.......................230 ..............................................................................................................................8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS...........................................................189 DEFINIÇÃO ...........225 16..................................................................11 CÓDIGO TAF ..................224 16....13 MENSAGEM AIRMET ....................181 NAVEGAÇÃO AÉREA..........194 AERÓDROMOS...................................................................................................229 16........................1 14.................7 14..................195 CLASSIFICAÇÃO ................................................................14 AVISO DE AERÓDROMO..................................................................................192 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA .............227 16........................................................222 16....................................193 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA...........190 DISTÂNCIA .......................................................................................................................................3 14...................................................................................225 16............16 CÓDIGOS METAR E SPECI...................196 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS....................................1 13.................................175 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO......................................7 16 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO............................229 16............................................................................15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO....2 14 14........224 16...........................................192 ROTA..................................................................................195 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ......................................................................................

........................................................................................................275 Anexo H ..................................................................................................................................................................263 Anexo C ...268 Anexo D ..................................4 17.............1 FINALIDADE ...................................................MCA 53-1/2009 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA................AIM ................240 DEFINIÇÕES .....233 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS.................232 17.....................240 19.....................................................232 17................................Modelo operacional (estrutura e assuntos)...............................................................................................................................2 19 19...3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM)..................................................................................................................................................................................255 REFERÊNCIAS...........................................................................................................................................252 20 DISPOSIÇÕES FINAIS ........................1 18..................................258 Anexo B ................................239 GLOSSÁRIO......................................................................................................235 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA....234 MENSAGENS AERONÁUTICAS...........281 ÍNDICE.......................................Modelos de plano de vôo simplificado...270 Anexo E – Coordenadas geográficas .2 ABREVIATURAS E SIGLAS ....................................................................232 17.................6 18 18.............5 17.............................................2 COMPETÊNCIA ..........................................................238 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE ............232 17....................Modelos de plano de vôo completo ..............................................272 Anexo F – Configurações de distâncias declaradas........282 .................................................................................................................................................274 Anexo G ........................................................................................238 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA .................................................................................................................1 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS ...................................................Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo..............277 Anexo I – Organograma simplificado do órgão gerencial................Carta de aeródromo: características físicas e operacionais ....................256 Anexo A – Inter-relacionamento da informação ...............................

em certos casos. por meio de sistemas de navegação baseados em computador. podendo. Os assuntos aqui mencionados complementam (logo. os dicionários. o emprego de unidades e de equipamentos. a instrução. não esgotam) as publicações relacionadas no capítulo “Referências” e abordam os temas de maior complexidade. em face do desenvolvimento dinâmico da navegação aérea.MCA 53-1/2008 PREFÁCIO O objetivo do Serviço de Informação Aeronáutica é assegurar o fluxo de informação e dados necessários para a segurança. evitar normas e procedimentos diferentes dos estabelecidos nesse manual. os Órgãos AIS devem. a técnica. que são requeridos para o uso operacional. informativo ou didático. beneficiando. completar matéria já tratada em outras publicações oficiais. tais como: os glossários. A reedição desse Manual tem por objetivo seu aprimoramento e atualização. toda a estrutura que envolve o Serviço de Informação Aeronáutica. Informação e dados corrompidos ou errôneos podem afetar potencialmente a segurança da navegação aérea. É reconhecido que procedimentos adicionais podem ser solicitados. ainda. Os manuais podem ser usados para compilação de matérias. performance de navegação exigida (RNP) e sistemas de navegação baseados em computador de bordo. Os Padrões e as Práticas Recomendadas serão usados em conjunto com os outros procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea editados pelos DECEA. o ensino. para satisfazer os requisitos particulares da localidade. as relações de abreviaturas. com isso. destinada a regular e divulgar assuntos relacionados com a doutrina. O papel e a importância da informação e dos dados aeronáuticos mudaram significativamente com a implementação de rota de navegação de área (RNAV). É importante saber que o Manual é uma publicação de caráter diretivo. regularidade e eficiência da navegação aérea internacional. . tendo em vista as ocorrências e questionamentos cotidianos mais comumente verificados. até onde praticável. Para satisfazer a uniformidade e a consistência no fornecimento da informação e dados aeronáuticos. siglas e símbolos.

1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES FINALIDADE O presente Manual tem por finalidade reunir as informações aeronáuticas necessárias às atividades AIS com o objetivo de: a) ajudar os Órgãos AIS a aplicar uniformemente os Padrões e as Práticas Recomendadas do ANEXO 15/OACI.2 ÂMBITO Esse Manual. de observância obrigatória. aos especialistas e aos usuários dos Serviços de Informação Aeronáutica do SISCEAB. aplica-se aos administradores. e c) ajudar os Órgãos AIS a instruírem de forma adequada o pessoal AIS. 1. b) promover a máxima eficiência na organização e funcionamento dos serviços de informação aeronáutica.MCA 53-1/2008 1 1. .

as quais estão contidas no ANEXO 15 à Convenção de Aviação Civil Internacional. 2. Por isso.1 OBJETIVO DO AIS O Serviço de Informação Aeronáutica (AIS) foi estabelecido com a finalidade de receber.1. tais informações devem estar sempre à sua disposição. controlar e distribuir informação/dados relativos a todo o território do Estado. suas funções.2. a obtenção das necessárias informações sobre instalações e serviços de navegação aérea. área de atuação e a interação entre os órgãos que desenvolvem atividades AIS.1 LEGISLAÇÃO VIGENTE A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) preparou Normas e Recomendações para o funcionamento do AIS.3 ORGÃOS AIS A atividade de informação aeronáutica está organizada basicamente em gerencial. conforme previsto nos ANEXO 2 e ANEXO 6/OACI.1 2.15 e 7. 2. 2. armazenar.2 2.1. editar. 2.2 É da responsabilidade do piloto no comando de uma aeronave.12 MCA 53-1/2008 2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Esse capítulo tem por finalidade identificar os órgãos componentes do AIS.2.1. formatar.1. Para isso são os seguintes os órgãos que exercem atividades AIS: . eficiência e regularidade da navegação aérea. 2. bem como dos procedimentos relacionados com os mesmos que possam afetar o seu vôo. denominado “Serviços de Informação Aeronáutica”.1).2. operacional e técnico-operacional. fornecer. originar. assim como das áreas pelas quais o Estado seja responsável pelos Serviços de Tráfego Aéreo fora do seu território.1. reunir. publicar. cotejar. O Doc 8126-AN/872 (Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica) explica as funções básicas de um AIS e descreve um tipo de organização-modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS (ver 7. com vista à segurança.2 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país signatário da Convenção proporcionará serviços de informação aeronáutica à aviação em geral.

NOTA 4 : O detalhamento das atribuições e funções da organização principal na qual os órgãos AIS estão localizados.Divisão de Ensino da EEAR . b) Órgãos Operacionais.impressão e distribuição. .publicações e cartografia. e .Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO).formação e capacitação.Salas AIS de Aeródromos. e .Centros de NOTAM (Internacional. .Divisão Operacional do CGNA . NOTA 2: A INFRAERO possui uma estrutura gerencial para a prestação do serviço de informação aeronáutica.Subdivisão de Informação Aeronáutica dos CINDACTA/SRPV. Geral e Regional). . NOTA 1: O Serviço de Informação Aeronáutica poderá ser desenvolvido também nas Seções de Navegação das Unidades Aéreas. encontra-se nos regimentos apropriados de cada instituição.formação.Divisão de Ensino do ICEA . e . c) Órgãos Técnico-Operacionais.Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME .Salas AIS de órgãos ATC. NOTA 3: As empresas aéreas também possuem setores encarregados de prestar o serviço de informação aeronáutica no seu âmbito operacional. .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA). . .dados aeronáuticos.MCA 53-1/2008 13 a) Órgão Gerencial (DECEA/SDOP). .Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica . . .

14 MCA 53-1/2008 2.2.1. a elaboração e a atualização de normas e procedimentos relativos à cartografia e à informação aeronáutica. por intermédio da D-GNA e da D-CCO tem por atribuições as atividades referentes ao gerenciamento dos assuntos relativos à cartografia e à informação aeronáutica. 2.3.2.1 Subordinação A Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea (D-GNA) e a Divisão de Coordenação e Controle (D-CCO) estão subordinadas ao Subdepartamento de Operações do DECEA (SDOP).2 Atribuições e Funções O Órgão Gerencial.3. Desenvolvem as seguintes funções: a) o estudo. ver o organograma simplificado no Anexo I. compatibilizando-as com os padrões estabelecidos por entidades nacionais e organizações internacionais às quais o Brasil seja signatário.3.1 ORGANOGRAMA FUNCIONAL 2.3. .2.3. Para visualização do exposto.1 Divisões do SDOP 2.1.2 ÓRGÃO GERENCIAL 2.

o) a especificação das publicações de informação aeronáutica a serem editadas pelo Brasil. n) o assessoramento às necessidades de formação e distribuição de recursos humanos AIS. bem como os seus conteúdos. visando aperfeiçoar a execução das atividades de cartografia e informação aeronáutica.MCA 53-1/2008 15 b) a notificação à OACI das diferenças entre a legislação brasileira e a editada por aquela Organização. atualização e elaboração das mesmas. ações e recomendações. l) a supervisão do Sistema de Qualidade da informação aeronáutica publicada e de seus meios de divulgação aos usuários. f) o estudo. e r) a análise e o acompanhamento de desenvolvimento de sistemas AIS a serem implantados no SISCEAB. . p) a fiscalização do funcionamento dos Sistemas AIS. g) o estudo. q) a proposição de normas e documentação relativa aos sistemas automatizados AIS. c) a coordenação da participação do DECEA em eventos nacionais/ internacionais relacionados com a atividade. a elaboração e a atualização de normas para a criação. k) a supervisão do processo de fiscalização do cumprimento de normas e procedimentos operacionais. ativação e desativação de posições operacionais em Órgãos AIS. m) a confecção do calendário das edições de Emendas de Publicações de Informação Aeronáutica e de Suplemento AIP. d) o estudo e a elaboração de procedimentos. j) a supervisão do processo de coleta e análise de dados estatísticos referentes à Informação Aeronáutica. a elaboração e a utilização de normas que definam a dotação e a carga de trabalho dos operadores de órgãos AIS. identificando as necessidades de reformulação.

g) o estudo.16 MCA 53-1/2008 2. e) o controle do efetivo e a situação operacional do pessoal AIS em sua área.3. e m) o estudo e a criação de programas de aperfeiçoamentos. j) a remessa ao DECEA do movimento anual de mensagens processadas pelas Salas AIS (IEPV 53-7).3 ÓRGÃOS OPERACIONAIS 2.2 Atribuições Para o desempenho das atividades essa Subdivisão possui as seguintes atribuições: a) a expedição de PRENOTAM de competência dos Comandantes ou Chefes de CINDACTA ou SRPV. sob a sua área de jurisdição. h) a divulgação às Salas AIS de jurisdição.1.1 Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA/SRPV 2.3. das relações dos sítios de vôo e das áreas de pouso eventual para operação aeroagrícola. planos e programas relativos aos assuntos que estão sob sua responsabilidade. Essas relações devem ser adquiridas junto à respectiva Gerencia Regional de Aviação Civil (GER).3.3.1. controle de pessoal. f) o estudo e a análise das normas e padrões estabelecidos pelo DECEA.1 Subordinação Está subordinada à Divisão de Operações (DO) dos CINDACTA e SRPV. b) a supervisão do CRN de sua jurisdição. d) o gerenciamento e a inspeção das Salas AIS sob sua jurisdição (AD e ATC). l) a coordenação. o controle e a indicação para participação nos cursos.3. c) a proposição ao DECEA da adoção de providências que julgar necessárias para a melhor execução do AIS. . a elaboração e o encaminhamento ao DECEA de relatórios e resultados estatísticos. 2. i) a atualização das publicações de informação aeronáutica da seção.3.3. palestras e simpósios de interesse para o pessoal em atividade AIS.

3.2 Organização As instruções para estabelecer os critérios e os procedimentos básicos para a estruturação e a operação de uma Sala AIS de Aeródromo.2 Atribuições As atribuições dos Centros de NOTAM estão estabelecidas no MCA 53-2 (Manual de Operações dos Centros de NOTAM). selecionar. familiarização com a área de atuação e procedimentos suplementares. controlar.3. disposição da informação. fornecer e divulgar informação aeronáutica de interesse imediato para a navegação aérea. são órgãos estabelecidos com a finalidade de coletar. 2.3.3.3.3. Esse planejamento é realizado pelo usuário através da obtenção de informações atualizadas. pelo contato direto que estabelece. necessárias à segurança e eficiência do vôo.2. pilotos. prestação do serviço. à jurisdição dos centros de NOTAM.2. que contém textos relativos à: organização. por intermédio de NOTAM. às publicações necessárias ao funcionamento dos centros de NOTAM. não só é importante a qualificação do operador para o desempenho dessa função. informações relativas: à organização.3. que contém.2 Centros de NOTAM 2. despachantes operacionais de vôo e demais usuários deverão ser observadas na ICA 53-2 (Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS).3.1 Prestação do Serviço A Sala AIS é o local adequado para o planejamento de um vôo. 2. ao material necessário aos centros. bem como prestar esclarecimentos e coordenação necessária para a divulgação correta da informação aeronáutica.3.3 Sala AIS de Aeródromo 2. procedimentos de comunicação. 2. o bom uso das palavras do vernáculo e uma boa apresentação pessoal.3.3. obtenção da informação. mensagens ATS.MCA 53-1/2008 17 2. . Nesse contexto. Assim. mas. bem como a sua utilização pelos exploradores de aeronaves. o comedimento da linguagem. à subordinação e ao horário de funcionamento.3.3. o operador da Sala AIS é um importante elo do SISCEAB com os usuários.1 Finalidade Os Centros de NOTAM. a polidez no tratamento. também. ainda.3. informações meteorológicas.

3.3.3.3.4 Organização A extensão da zona servida e a disponibilidade de espaço na Sala AIS serão fatores determinantes para a exposição. CNAV/CINAV) da Sala. . segura e regular do tráfego aéreo.2 Finalidade Tem por finalidade coletar. em molduras.3. c) disponibilizar e atualizar as publicações convencionais e não-convencionais da Sala inerentes ao funcionamento dos órgãos ATC.3. CNAV/CINAV e CAP/CIAP. FPC.3.4. ERC.3. ROTAER.4.1 Subordinação É subordinada administrativamente e operacionalmente à Subdivisão de Informações Aeronáuticas dos CINDACTA e SRPV. e d) divulgar as modificações e efetivações de publicações que afetem o serviço dos órgãos. 2. preferencialmente.4. nas paredes.4 Sala AIS de Órgãos ATC 2. WAC. ARC.3. das ERC (inferior e superior). contendo todos os NOTAM da área de jurisdição do órgão e os NOTAM de suas imediações.3 Atribuições Essa Sala AIS tem como atribuições: a) colocar à disposição dos órgãos ATC o boletim de informação prévia ao vôo. b) disponibilizar e atualizar as publicações básicas (AIP-BRASIL. 2. A seleção desses NOTAM poderá ocorrer quando o órgão interessado especificar à Sala quais os NOTAM que devam fazer parte do referido boletim.3. AIP-MAP. selecionar e divulgar aos órgãos ATC as informações aeronáuticas que assegurem a condução eficiente.4. quando aplicável. WAC.18 MCA 53-1/2008 2. FPC. 2.

3. cartas aeronáuticas. à meteorologia. j) informar as publicações AIS e cartas aeronáuticas que irão necessitar de alterações.3. em ambiente WEB. distância. f) gerar. às comunicações. i) identificar as informações que necessitam de versão para o idioma inglês que devam ser divulgadas por intermédio de AIP-BRASIL e AIP-MAP (cartas dos aeroportos internacionais).1 Finalidade Essa Divisão tem como missão planejar e executar as atividades relativas à cartografia e informação aeronáutica no Brasil. para acesso à base de dados tanto para consulta como para a gestão da informação. após a modificação de um campo da base de dados.4.3. entre outras. 2. b) efetuar cálculo e análise da informação aeronáutica/dado.3 Atribuições A Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica tem como atribuições: a) disponibilizar dados.1 Divisão dos Serviços de Informação Aeronáutica do ICA 2.2 Subordinação Subordinada diretamente ao ICA. permitindo a atualização da informação no banco de dados. g) gerenciar base de dados.1.4.3. aos auxílios-rádio. c) efetuar o acompanhamento dos processos de produção das publicações AIS e cartas aeronáuticas. a partir de uma informação gráfica. e) efetuar os cálculos de rumo. azimute etc. ROTAER e AIP-Brasil. h) gerenciar informação aeronáutica/dado. .MCA 53-1/2008 19 2. d) efetuar o controle histórico das modificações das informações inseridas nas publicações. a partir da base de dados. interage permanentemente com os setores do DECEA responsáveis pela geração das informações referentes ao gerenciamento de tráfego aéreo.1.4. visando à obtenção dos dados que compõem as cartas e a informação aeronáutica.3.4.4 ÓRGÃOS TÉCNICO-OPERCAIONAIS 2.1. 2.

s) efetuar cálculo e análise de obstáculos. t) manter e gerir o Sistema de Gestão da Qualidade das publicações AIS.3. p) realizar consultas utilizando emendas ou datas. com funcionalidades para controle de processos. m) produzir publicações aeronáuticas constantes da IAIP. l) preparar o inserir/destruir e o checklist da emenda.20 MCA 53-1/2008 k) integrar ferramentas para gerência de documentos. e v) manter o cadastro de aeródromo (portaria. c) horário de atendimento ao usuário.2 Divisão de Publicações Aeronáuticas do PAME 2. plantas. manuais e normas de serviço que dizem respeito ao controle do espaço aéreo e de telecomunicações do Comando da Aeronáutica.4.2. q) revisar as publicações de informação aeronáutica. com exceção do SB. 2. controle de versão e notificações.4.4. . além de outros impressos que se fizerem necessários. e f) prazos para recebimento das publicações. u) estabelecer os indicadores de localidade para os aeródromos. e) telefones/fax para contatos. b) formas de pagamento no Brasil e no exterior. dos softwares aplicativos e do Help. r) viabilizar o acesso dos colaboradores e usuários do sistema da WEB a partir do controle dos perfis desses usuários.2. dados do aeródromo) atualizado para eventuais consultas. cartas aeronáuticas e meteorológicas.1 É responsável pela impressão e distribuição de publicações de informações aeronáuticas. públicos e privados.2 Nessa Divisão poderão ser obtidas informações complementares sobre: a) modalidade de assinatura (inicial ou renovação). o) providenciar software com capacidade de gerenciamento da informação aeronáutica por emendas e datas.3. n) providenciar adequação das telas de entrada de dados.3. 2. d) endereço eletrônico e postal.

entre eles: a) medidas de gerenciamento de fluxo de dados. b) alocação de Slot ATC e de oportunidade. f) solicitações de vôo charter doméstico/internacional.HOTRAN doméstico/internacional. Utiliza laboratórios e simuladores. e h) emissão. entre eles.5 Divisão de Ensino da EEAR É responsável pelas atividades de ensino que dão apoio à formação de recursos humanos do SISCEAB. com a antecedência devida. c) intenção de vôo. os de informação aeronáutica. 2. proporcionando a gestão operacional das ações correntes do SISCEAB e a efetiva supervisão de todos os serviços prestados. a de informação aeronáutica. de PRENOTAM ao CGN relativo à declaração de aeródromos monitorados ou coordenados.3.3.4 Divisão de Ensino do ICEA É responsável pelas atividades de ensino e pesquisa que dão apoio à formação e capacitação de recursos humanos do SISCEAB. .3. 2.MCA 53-1/2008 21 2. d) infra-estrutura aeroportuária.3 Divisão Operacional do CGNA O CGNA tem por missão a harmonização do gerenciamento do fluxo de tráfego aéreo.4. entre elas. do espaço aéreo e das demais atividades relacionadas com a navegação aérea. e) solicitações de vôo .4. que dão suporte às especializações nas diversas áreas das ciências aeronáuticas.4. g) solicitações de vôo.

fac-símile.1. Deve-se utilizar o telefone nos casos de emergência e.2 O AIS deve estudar o limite de sua Zona Servida para que possa certificar-se do nível de detalhe e da extensão da informação a ser utilizada nas operações de vôo nela realizada.3 Na adoção dos meios ou canais de comunicação. 3. convém promover-se o intercâmbio entre os AIS interessados nas publicações de informação aeronáutica dos respectivos países. 3. se necessário.1.1 INTERCÂMBIO Para evitar problemas ocasionados pelas flutuações nos valores das moedas.4 A eficiência de um AIS depende. 3.1 3. 3.2 3. bem como os meios usuais para receber a informação a ser divulgada.22 MCA 53-1/2008 3 INFORMAÇÃO/DADOS AERONÁUTICOS Esse capítulo tem por finalidade identificar as informações necessárias aos usuários.3 A informação/dados deve ser fornecida pelos órgãos responsáveis pelas instalações e demais serviços.1. rede de telecomunicações fixas aeronáuticas (AFTN). posteriormente. principalmente. contabilidade e controle de divisas.1. correspondência oficial.3.2. deve-se observar o fator tempo.2.2.3 3. correio eletrônico e telefone.1 OBTENÇÃO O AIS obterá informação/dados que lhe permita proporcionar o serviço de informação anterior ao vôo e satisfazer as necessidades de informação durante o vôo de fontes nacionais.2 3. confirmar a informação na forma de PRENOTAM.2. 3. e dos serviços de informação aeronáutica de outros países. redes de computadores. podendo ser feitas correções. 3.1 MEIOS E CANAIS DE COMUNICAÇÃO Os meios ou canais de comunicação utilizados para entregar ao AIS a informação original são: serviços postais. 3. do esforço cooperativo entre os órgãos dos Sistemas de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro e da Aviação Civil. 3. pois isso proporciona um registro mais claro.4 É sempre conveniente que todos os dados sejam apresentados na forma de PRENOTAM. .

em papel e/ou forma eletrônica. 3. 3.3 O AIS deve tomar providência.2 O intercâmbio de informação aeronáutica entre os AIS dos Estados assinantes da Convenção de Chicago será gratuito em. Se isso não for feito de modo eficiente. pelo menos. serviços ou procedimentos disponíveis para uso da aviação civil. estabelecer contato direto entre os serviços de informação aeronáutica para facilitar o intercâmbio internacional de informação/dado aeronáutico.4 O AIS deve.3 A obrigação de fornecer a informação original. conforme o seu tipo. exceto o Boletim de Informação Prévia ao Vôo (PIB). inclusive que contenha legislação e regulamentos de navegação aérea.MCA 53-1/2008 23 3.2 Cabe ao AIS decidir sobre a conveniência de publicar a informação que lhe é fornecida. para satisfazer os requisitos operacionais de emissão e recebimento de NOTAM distribuídos por telecomunicação.4 3.4. NOTAM. está afeta em nível de Direção e aos órgãos e serviços.5 A troca de mais de uma cópia dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica e outros documentos de navegação aérea. 3. civis e militares. a informação final para a sua divulgação. registrar e preparar. Suplemento AIP. o AIS não poderá desincumbir-se devidamente de sua tarefa. sempre que viável. de maneira uniforme.3. relativa a textos a serem publicados na AIP. reservando-se o direito de previamente solicitar a confirmação ou pronunciamentos que julgar necessários às autoridades responsáveis pelos serviços afetados.4.3. um exemplar de cada elemento da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP). Os órgãos mencionados têm o dever de estabelecer. 3. 3. ou pelo serviço afetado em particular.4. 3. quando necessária. . deveria ser objeto de acordos bilaterais entre os Estados Signatários da OACI. diretamente responsáveis em prover e manter as instalações. métodos e procedimentos a fim de que os dados sejam fornecidos ao AIS. AIC e demais publicações.3. as comunicações. 3.4 O AIS tem a obrigação de verificar. conforme seus meios e possibilidades.3.4.1 PROCESSAMENTO O AIS deverá difundir a informação diretamente recebida da autoridade técnica responsável pelos serviços operacionais em geral.

5.1 CARÁTER TEMPORÁRIO (TRANSITÓRIA) 3.5.2 Delega-se às autoridades locais a responsabilidade de iniciar a maioria das informações de caráter temporário. . pode ser melhor apresentado em forma de manual.1. 2) procedimentos especiais introduzidos por um prazo curto.2 CARÁTER DURADOURO (PERMANENTE OU BÁSICA) 3. d) instalações retiradas provisoriamente do serviço ou restabelecidas.24 MCA 53-1/2008 3.1 Esse tipo de informação. e 3) advertências à navegação aérea.5. NOTA: Tais informações deverão ser comunicadas diretamente ao órgão AIS local.2. Exemplos: 1) alterações provisórias na informação básica. b) auxílios-rádio. de curta duração.5 TIPOS A responsabilidade do AIS é verificar que tipo de informação deve ser divulgada pelas publicações. naturalmente.1. Pode. 3.5. b) tipo e localização dos auxílios à navegação ao longo das rotas aéreas. e e) advertências à navegação de caráter local. também ser iniciado ao nível de Direção ou por intermédio dos órgãos operacionais e técnicos. a serem efetuadas num futuro próximo e que devem prevalecer por pouco tempo. tais como: a) trabalhos que estejam sendo realizados nos aeroportos. São exemplos desses tipos de informação: a) as características físicas de um aeródromo e suas instalações. 3. 3. c) instalações que não funcionam.5. por isso. divulgada pelo órgão AIS. não está sujeita a alterações freqüentes e.1 Esse tipo de informação pode se referir a alterações em uma instalação ou serviço.

3 CARÁTER EXPLICATIVO.5. Elas abrangem questões. da navegação aérea está sendo proporcionada de forma adequada às necessidades do (s): . com relação a alterações importantes na legislação. e d) procedimentos relacionados com tais instalações e serviços. 3. como tal. publicação e distribuição.6 3. e c) informação de natureza explicativa ou de assessoramento relativa a assuntos técnicos.2.5. esses dados devem ter sua divulgação autorizada pelos responsáveis em nível de Direção. Suplemento AIP ou NOTAM.6. d) órgãos de tráfego aéreo responsáveis pelo serviço de informação de vôo.5. 3.3.3 A informação permanente ou básica deve ser fornecida ao AIS com bastante antecedência. b) informação de caráter meramente explicativo ou de assessoramento que possa afetar a segurança dos vôos.1 Prevendo a possível necessidade de se divulgar informação cujo teor seja inadequado para inclusão em AIP. visando possibilitar o planejamento das operações em função do fato notificado.1 DIVULGAÇÃO O AIS se assegurará de que a informação necessária à segurança.5. e. 3. 3. serviços de comunicação. inclui-se nesse manual disposições relativas às AIC. a fim de que haja tempo suficiente para a preparação. e e) serviços de informação aeronáutica de outros países.2. regularidade e eficiência a) pilotos.MCA 53-1/2008 25 c) serviços de tráfego aéreo. legislativos ou puramente administrativos. tais como: a) previsão. serviços de meteorologia que são fornecidos. a longo prazo. procedimentos ou instalações. c) órgãos que produzem cartas e documentos. ADMINISTRATIVO OU DE ASSESSORAMENTO 3. a fim de garantir que o seu conteúdo esteja de acordo com a política presente e futura. regulamentação.2 A informação permanente ou básica é aquela que compreende geralmente os dados mais duradouros ou permanentes que se tenha de incluir nas publicações. b) pessoal dedicado ao controle operacional de linhas aéreas.

7 INTER-RELACIONAMENTO Para auxiliar o especialista AIS. limites. no Anexo A.2 Cada país tem a responsabilidade de colocar à disposição dos usuários da aviação em geral toda e qualquer informação pertinente e necessária à operação. deve-se observar que a aviação nacional tem a mesma necessidade de dispor de um serviço de informação aeronáutica. das aeronaves que se dedicam à navegação aérea internacional. 3. dentro do seu território e em áreas onde lhe caiba a responsabilidade pelos serviços de tráfego aéreo. encontram-se diversos tópicos (coordenadas. NOTA: Essa relação não esgota todos os exemplos de inter-relacionamentos de informação que poderão aparecer no dia-a-dia. freqüências. .26 MCA 53-1/2008 3. Qualquer outro setor que necessite utilizar-se da divulgação de informação aeronáutica deverá encaminhar ao AIS o documento com os dados a serem divulgados. Embora a Convenção e seus ANEXOS refiram-se principalmente às operações aéreas internacionais.6.6. rumos etc) e a correlação deles com as publicações de informações aeronáuticas correspondentes. com segurança.3 O AIS é o único responsável pela divulgação de informação que constitua matéria para publicações e respectivas emendas. 3.

1. 4.MCA 53-1/2008 27 4 APLICATIVOS AUTOMATIZADOS AIS Esse capítulo tem por finalidade apresentar aos Operadores AIS os aplicativos automatizados de uso obrigatório nos Órgãos AIS a serem utilizados nos processos referentes à emissão de NOTAM.recebe e envia mensagens AFTN de interesse do Serviço de NOTAM. aos demais órgãos emissores de PRENOTAM o controle de todos os processos referentes aos PRENOTAM por eles emitidos. Após a correção.1. Salas AIS e demais órgãos do SISCEAB. d) Módulo Acerto .2 O SISNOTAM está estruturado em seis Módulos: a) Módulo Gerencial .insere automaticamente. o operador submete novamente o NOTAM ao Módulo Análise.permite o ajuste manual dos NOTAM considerados errados pelo Módulo Análise. possibilitar às Salas AIS o controle de todos os procedimentos referentes aos PRENOTAM por elas emitidas e obter boletins que contenham informações necessárias ao planejamento dos vôos por parte das tripulações. c) Módulo Análise . na base de dados. além de consultas diversas. Destinado para Centros de NOTAM. segundo o padrão estabelecido pela OACI. 4. controle de mensagens (ATS/CONFAC) expedidas pela Sala AIS. fornecimento de informações pré-vôo. e responde às consultas de NOTAM Específico (RQN).1. Permite. os NOTAM recebidos via AFTN considerados corretos.possui boletins e relatórios que possibilitam consultas de NOTAM emitidos e cadastrados na base de dados.SISNOTAM 4. .1 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE NOTAM . Destinado para Centros de NOTAM.1. Destinado para Centros de NOTAM. Boletim por Localidade (RQA) e Lista de Verificação (RQL).1.1 APRESENTAÇÃO 4. b) Módulo AFTN . também. consulta a publicações aeronáuticas e preenchimento de formulários (ATS/CONFAC) por parte dos pilotos e despachantes operacionais de vôo (DOV).1 O SISNOTAM foi concebido e desenvolvido com a finalidade de fornecer aos Centros Expedidores de NOTAM meios de controlar todos os processos referentes aos NOTAM. Destinado para Centros de NOTAM.

via AFTN. 4. número ilimitado de usuários. e c) estrangeiros recebidos de todos os países com os quais o Brasil mantém intercâmbio de NOTAM. quando necessário.1. Os servidores estão localizados nos Órgãos Regionais do DECEA (CINDACTA ou SRPV) e na INFRAERO.1 Estão armazenadas. 4. 4. funcionamento em rede.4 A principal característica do sistema é permitir ao usuário um acesso on-line à base de dados de NOTAM. Destinado para Centros de NOTAM e Salas AIS (para gerência da base de dados local da sala). 4.2. . num período de tempo especificado.1.1.3 O sistema apresenta as seguintes vantagens: facilidade de utilização.1.5 Todos os servidores são interligados com a AFTN/Intraer e estão preparados para receber e enviar mensagens. 4. 4.2 Estão armazenados nos servidores dos CRN os NOTAM nacionais de todas as séries.2.2 INFORMAÇÕES ARMAZENADAS 4. b) internacionais de todas séries. assim como inserir e distribuir NOTAM.1.1. As telas e funções foram padronizadas o máximo possível.1. no servidor do NOF e CGN. as seguintes categorias de NOTAM: a) nacionais de todas as séries.1. e b) as Salas AIS Nacionais e os outros Órgãos do SISCEAB acessam os Servidores Regionais dos CINDACTA ou SRPV de sua jurisdição e. com a utilização dos mesmos botões e desenhos de formulários.1.1. expedidos pelo NOF Brasil. controle de acesso com senha criptografada e permissão de acesso aos dados por usuário e grupo de usuários. Destinado para Centros de NOTAM. expedidos pelo CGN e pelos CRN. e f) Módulo Estatístico .1. o Centro Internacional de NOTAM.6 A política de acesso aos servidores é a seguinte: a) as Salas AIS Internacionais acessam o Centro Internacional de NOTAM.gera relatórios sobre as atividades do SISNOTAM.28 MCA 53-1/2008 e) Módulo Segurança – permite a gerência e controle de acesso dos usuários aos itens de menu do Módulo Gerencial e registra os comandos executados pelos usuários conectados ao sistema.

é apresentada a Tela de Registro Geral.Nome do país onde está sendo executado o módulo.1 O acesso ao SISNOTAM é feito através do ícone Gerencial.4 Após a entrada dos dados na Tela de Registro Geral. caso o usuário erre a senha em três tentativas consecutivas.1.Nome da Organização que está utilizando o módulo.1. f) Tipo de Conexão .3. b) Órgão .Senha do usuário. o módulo será encerrado automaticamente. o sistema apresenta a Tela Principal do Módulo Gerencial.Nome do servidor de banco de dados com o qual se deseja estabelecer a conexão (Nessa opção aparecerão os servidores disponíveis na rede do DECEA).3 As informações da Tela de Registro Geral permitem ao usuário acesso ao Módulo e especificam os dados do servidor onde ele irá acessar as informações de NOTAM.MCA 53-1/2008 29 4.Conexão utilizada para o envio e recebimento dos NOTAM. Não é exibida ao ser digitada.3.5 A Tela Principal do Módulo Gerencial contém os seguintes menus e acessos: a) BOLETINS .1. aparecendo somente asteriscos. g) Usuário .3.3.3 MÓDULO GERENCIAL 4. São elas: a) País .1. 4. e h) Password .acesso às consultas de Boletim por Localidade. e) Endereço Telegráfico .2 Ao iniciar o Módulo.exe. e validação do usuário e senha. . Pode ser composta por até 12 caracteres alfanuméricos.Endereçamento do local onde está sendo utilizado o módulo. Boletim por FIR e Boletim por Rota Pré-Definida.1.Identificação do usuário no Módulo. d) Servidor . Para efeito de segurança. É previamente criado pelo Administrador do Módulo e pode ser definido com até 15 caracteres alfanuméricos.1. 4.3. 4. 4.Nome da Organização responsável pela utilização do módulo. c) Responsável .

de envio de NOTAM específico. que deverá ser alimentada pelo usuário para a obtenção dos Boletins por Rota Pré-Definida. RQL e RQA). 4. CRN Manaus. d) TABELAS .6 A exibição das opções de menu do Módulo Gerencial está condicionada às permissões de acesso estabelecidas pelo Administrador do Módulo para o usuário. mas somente para aqueles que possuírem permissão de acesso às respectivas opções. Por esse motivo. de incorporação de NOTAM.1. c) MOVIMENTAÇÃO .acesso às Tabelas Auxiliares do Módulo.30 MCA 53-1/2008 b) RELATÓRIOS . pode ser que alguma opção de Menu não esteja visível para todos os usuários. Resumo por Centro Expedidor de NOTAM. NOTAM Específico.acesso às consultas de PRENOTAM Específico. Documento de Origem. NOTA: Na parte inferior da tela. Próximo NOTAM.4 ESPECIFICAÇÃO DE CENTRO EXPEDIDOR NO SISNOTAM 4.acesso à Tela de Confirmação de encerramento do Módulo.4. . de mensagem de serviço e de solicitações via AFTN (RQN. de Lista de Verificação.1 Os centros nacionais de NOTAM são especificados da seguinte forma: a) SBRF B b) SBSP D c) SBCT E d) SBBR F e) SBEG G f) SBRJ Z CRN Recife. CRN Curitiba. e CGN.3.acesso às opções de inclusão manual de NOTAM e PRENOTAM. CRN Brasília. 4. e e) SAÍDA . NOTAM Estimado.1. CRN São Paulo. são exibidos o usuário que estiver conectado e o servidor ao qual ele se conectou. de Boletim por Localidade.1. Lista de Verificação e Lista de NOTAM Faltantes. inclusive a Tabela de Rotas Pré-Definidas.

NOF Canadá.1 O mau funcionamento ou a inoperância do SISNOTAM deverá ser comunicada. NOF Portugal. Se o NOF divulgar mais de uma série de NOTAM. e NOF Inglaterra Série I. 4.4. Esse deverá tomar as providências para o restabelecimento do Sistema. NOF Bolívia. SRPV e INFRAERO. Exemplos: a) SUMU B b) SLLP B c) LPPP A d) CYHQ A e) EGGN H f) EGGN J 4.1.1. .5. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou fac-símile) ao mantenedor regional existente no CINDACTA. 4. do equipamento ou do canal AFTN. e FIR Amazônica. no máximo em 24 horas.2 As séries internacionais de NOTAM serão especificadas da seguinte forma: a) SBRJ I b) SBRJ J c) SBRJ K d) SBRJ N e) SBRJ O FIR Recife. o mais rápido possível. utilizando-se o indicador de localidade do NOF estrangeiro seguido da letra indicadora da série de NOTAM que ele divulga.1. FIR Atlântico.5.3 As séries estrangeiras de NOTAM deverão ser especificadas. FIR Brasília.5 CONTIGÊNCIAS NOF Uruguai.MCA 53-1/2008 31 4. deverão ser tomadas providências pelos órgãos envolvidos. 4.1.2 Em situações de inoperância do SISNOTAM.1.4. FIR Curitiba. NOF Inglaterra Série H. utilizará o mesmo indicador seguido da letra indicadora da série desejada.

e encaminhá-lo à ECM para transmissão.acessar a página eletrônica da AISWEB. para o CRN ao qual está subordinado. 4. os NOTAM emitidos de sua série e os faltantes das demais.2. o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN e encaminhá-lo para transmissão. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM.1.5. 4.5.2 Salas AIS: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. o operador deverá executar o descrito em “b”.1 Centros Regionais de NOTAM: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. o operador terá as seguintes alternativas: . e c) após o restabelecimento.1.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS.solicitar.2. o operador deverá inserir todos os PRENOTAM recebidos. via telefone ou fac-símile. inserir todos os PRENOTAM emitidos.5. via ECM. com os endereços constantes de sua tabela de distribuição. .2. e d) para emissão de Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB). o operador deverá utilizar outro meio para encaminhá-lo ao Centro de NOTAM responsável pela divulgação da informação. e . ao CRN jurisdicionado informações nacionais e ao NOF informações internacionais.3 Subdivisão de Informações Aeronáuticas do CINDACTA/SRPV: a) providenciar outro equipamento e instalar o backup do SISNOTAM. . Após o restabelecimento. por intermédio da Intraer ou da Internet. quando necessário. c) nos problemas relacionados com o canal AFTN. b) para colocar um NOTAM na rede. o operador deverá confeccioná-lo em formato AFTN.32 MCA 53-1/2008 4.1. b) quando for necessária a emissão de PRENOTAM.

c) Lista de Verificação.1.2 4.realizar interrogações ao Banco de Dados de NOTAM através do AFS.1.solicitar via telefone ou fac-símile ao CRN da jurisdição.6. 4. d) para consultas.6. 4. consta de AIC específica.1.2. b) Boletim por localidade. .1.2. e .AISWEB APRESENTAÇÃO 4.2 No SISNOTAM são realizadas as seguintes consultas: a) NOTAM específico.2 As informações obtidas nessa página terão de ser checadas antes do vôo. e b) por intermédio de mensagem em formato AFTN. permitindo o acesso rápido e estruturado a toda informação aeronáutica disponível em formato eletrônico. .1 A AISWEB é uma página eletrônica que possibilita aos usuários a consulta à informação aeronáutica através da Intraer e da Internet. 4. especificado pela OACI.1. o operador terá as seguintes alternativas: . A consulta é realizada a servidores que possuem a mesma base de dados.acessar a página eletrônica da AISWEB.2.3 A descrição dos procedimentos para as interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM.MCA 53-1/2008 33 c) após o restabelecimento.6. através de mensagens AFTN.1. nas salas AIS dos aeroportos.1 As interrogações aos Bancos de Dados de NOTAM são feitas das seguintes maneiras: a) utilizando o SISNOTAM. inserir todos os PRENOTAM emitidos.6 INTERROGAÇÕES AO BANCO DE DADOS DE NOTAM 4. via AFS.1 PÁGINA ELETRÔNICA . 4. 4. e d) Resumo por Centro Expedidor.

de 21 de outubro de 2009.2.1.3 O conjunto de informações disponibilizadas inclui: a) NOTAM.Portaria DECEA No 63/SDOP.6 Por ser um sistema exclusivamente de consulta aos dados do Banco de Dados de NOTAM. d) Suplemento AIP.34 MCA 53-1/2009 4.2.8 Os potenciais usuários da AISWEB (usuários AIS) podem ser classificados em duas categorias: .2. c) o acesso. simultâneo e compartilhado. com acesso via Intraer ou Internet aos servidores da aplicação. e d) a independência de localidades específicas para acesso às informações. no caso de falha de um dos servidores. de um número elevado de usuários à base de informações. NOTA: As publicações sigilosas deverão ser adquiridas em coordenação com o órgão elaborador.1.1. (NR) . de igual capacidade e operando de modo simultâneo. 4.2. a formatação dos documentos disponibilizados na AISWEB não permite modificação.1. do Banco AIP. e f) Publicações ostensivas contidas na TCA 0-12. (NR) . sem perda de informações ou qualquer outro prejuízo operacional. 4. 4. c) AIP-MAP – Cartas Aeronáuticas.1. do Banco ROTAER e do Banco de Publicações da TCA 0-12.2. e) ROTAER.2. 4.7 A AISWEB foi concebida e desenvolvida para garantir: a) o acesso organizado das diversas informações de interesse dos aeronavegantes e usuários de áreas afins.5 Através de um computador que possua um navegador instalado. a AISWEB disponibiliza ao usuário uma aplicação cliente que permite o acesso a mais variada informação aeronáutica. de 21 de outubro de 2009.4 A AISWEB possui dois servidores para o aplicativo. Dessa forma.1. e o sistema permite uma redundância. b) AIP. b) que cada acesso à base de dados seja realizado de forma que se mantenha a integridade e consistência das informações armazenadas. toda carga de acesso dos usuários fica balanceada. do Banco AIP-MAP. 4.Portaria DECEA No 63/SDOP.

Após a solicitação. Publicações.2.mil.aisweb.2.2.3. ROTAER.3.1 No menu Abreviaturas.aisweb.1 Para acessar a página eletrônica da AISWEB o usuário deverá: a) verificar a que rede o computador está conectado (Intraer/Internet).3 No menu Cartas. 4. Poderão ser consultadas as cartas AOC e PATC na parte AD e as ERC e FPC na ENR 6.2. dos Governos Estaduais. se o computador estiver conectado à Intraer e http://www. 4. que dará aceso inclusive aos indicadores de localidade dos AD e das TMA. 4.intraer. o usuário pode solicitar a descrição de até 10 abreviaturas de uma única vez.2.2 MENU . das companhias aéreas e dos pilotos. 4. ordenadas pela seqüência digitada pelo usuário.3.aer. o usuário acessa outras partes do AIP-BRASIL.MCA 53-1/2008 35 a) usuários internos – provenientes de qualquer Unidade ou Órgão do Comando da Aeronáutica. e c) acessar a página http://www.2. A página eletrônica disponibiliza as seguintes informações aeronáuticas: Abreviaturas. 4. das organizações internacionais de gerenciamento do espaço aéreo. NOTA 2: Para se conhecer todas as cartas de uma unidade da federação. NOTAM. NOTA 1: Para visualizar uma ARC o usuário deverá utilizar o indicador de localidade da TMA. Suplemento AIP e . o usuário deverá utilizar a opção UF.2. o sistema disponibiliza. e b) usuários externos – provenientes do Comando do Exército. para que ele escolha as cartas que deseja visualizar.OPERAÇÃO 4. para o usuário. o usuário poderá solicitar cartas de até 10 localidades de uma única vez.3 News. do Comando da Marinha. hyperlinks para o índice do AIP-BRASIL. AIP Brasil MAP. A partir dos hyperlinks. b) abrir o navegador instalado no computador. AIP Brasil.2 No menu AIP Brasil. se conectado à Internet. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação das cartas disponíveis para as localidades solicitadas.br. da INFRAERO. Contatos.

3.3.2.2.36 MCA 53-1/2008 4. 4. que contém informações gerais e recentes de interesse do AIS.2. 4. d) Último NOTAM. são disponibilizados.7 No menu ROTAER.10 Quando o operador da Sala AIS fizer consulta de NOTAM de localidades estrangeiras. por outros meios. para que o usuário escolha aquele que deseja visualizar.3. o usuário tem acesso a uma tela. é permitida a navegação a outras partes do ROTAER.4 No menu Contatos. e tenha como resposta “LOCALIDADE NÃO ENCONTRADA”.2. será apresentada uma tela intermediária contendo a relação dos Suplementos AIP em vigor para as localidades. 4. obtenha a informação aeronáutica solicitada. e) Resumo do Centro Expedidor. mostrado até o seu terceiro nível. f) Lista de Verificação. para o usuário. 4.2. para que ele.6 No menu Publicações.3.9 No menu NEWS. são permitidas consultas aos documentos e legislações constantes da TCA 0-12. b) Boletim por FIR. 4. ainda.3. o usuário pode solicitar até 10 localidades de uma única vez. Também poderão ser consultadas nesse menu cartas WAC e IEPV.5 No menu NOTAM. e. hyperlinks que contêm o índice de publicações. são disponibilizados. . e g) Lista de NOTAM faltantes.8 No menu SUPLEMENTO AIP. Após a solicitação. deverá entrar em contato com o NOF. A partir deles. o usuário terá acesso aos números telefônicos dos órgãos envolvidos na prestação do serviço AIS para consultas. por intermédio do SISNOTAM e/ou da AISWEB. ordenados pela seqüência digitada.2. A partir deles. são disponibilizadas ao usuário as seguintes opções de consulta ao Banco de NOTAM: a) Boletim por Localidade. uma relação de publicações recém editadas e/ou canceladas. c) NOTAM Específico (consulta permitida somente pela Intraer).3.3. para o usuário hyperlinks. dúvidas ou questionamentos. 4.2. para o índice do ROTAER.

se instalado. às exigências da administração aeronáutica. além do emprego acima descrito. sem a intervenção dos operadores AIS e do CMA (ANEXO 15/OACI.4 Dentre as facilidades apresentadas pelo sistema.3.2 Se instalado o Módulo Piloto do sistema em outro computador. e) estatísticas diversas.1. e esse colocado em rede com o computador do SAIS. b) emissão de relatórios. Capítulo 8). é permitida aos aeronavegantes a inserção de mensagens ATS/CONFAC relacionadas aos seus vôos. b) consulta e emissão de relatórios operacionais com o máximo de informações sobre qualquer aeronave ou piloto que esteja na base de dados. sendo empregado no gerenciamento das mensagens (ATS/CONFAC) que são veiculadas nesse órgão.SAIS APRESENTAÇÃO 4.1.3. o usuário tem ao seu dispor: a) ajuste das funções básicas.3 O sistema. 4. 4.1.1.3. por meio de rede. atendendo. 4.1.3.5 Facilidades oferecidas pelo SAIS: a) preenchimento dos formulários específicos. . 4. c) confecção de relatórios em prazos extremamente curtos.MCA 53-1/2008 37 4.3.1 O SAIS é um aplicativo de uso dos operadores das Salas AIS. d) manuseio de mensagens CONFAC. e f) menu ajuda. executados por meios lógicos de comunicação.3.1 SISTEMA AUTOMATIZADO DE SALA AIS .3 4. c) edição de informações na base de dados local. facilita aos aeronavegantes acesso às demais informações aeronáuticas e meteorológicas necessárias ao planejamento de seu vôo. d) permite os aeronavegantes o preenchimento das mensagens ATS/CONFAC através do Módulo Piloto. assim.

e) ICA 102-8 (Mensagem CONFAC). e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels. d) ICA 100-15 (Mensagens ATS). 4. f) diminuição do tempo de processamento das mensagens ATS recebidas. 4. c) ICA 100-11 (Plano de Vôo).3.2 Configuração para operação plena: a) sistema operacional: Windows XP Profissional. h) acesso a informações aeronáuticas e informações meteorológicas. 4. g) número ilimitado de usuários. d) capacidade do HD: 40Gb. para acesso ao banco. f) impressora e Monitor: compatíveis com as atividades.2. e g) microcomputadores: 2 (dois) ligados em rede. e i) eliminação de rasuras e palavras ilegíveis. com acesso à Intraer/Internet. tem como banco de dados o MySql.1.3.1 O programa foi concebido em BORLAND DELPHI. em tempo inferior a 1 (um) minuto. e f) MCA 100-11 (Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo). c) memória RAM: 512Mb.38 MCA 53-1/2008 e) recebimento de plano de vôo e suas mensagens de atualização por telefone.2. .3. b) processador: 2.6 O sistema procura atender aos requisitos previstos nas seguintes publicações: a) ICA 53-2 (Sala Informações Aeronáuticas de Aeródromo – Sala AIS) b) ICA 53-5 (Coleta de Dados Estatísticos AIS).2 REQUISITOS 4.4 GHz ou mais. Ele também utiliza as facilidades do ambiente Microsoft Windows® e interface MySqlFront.3.

4.4 AÇÕES DO OPERADOR DE SALA AIS 4.4.3.3. 4.1 No processamento de formulários de plano de vôo e suas mensagens de atualização.3 Configuração para operação parcial: A mesma acima.3. o grupo 999999.3.3.3 INFRA-ESTRUTURA 4.3. no CAMPO “CÓDIGO ANAC”. d) capacidade do HD: 10Gb.2 Ligação. via rede.3. e) resolução de vídeo: 800×600 Pixels.MCA 53-1/2008 39 4. utilizando apenas 1 (um) microcomputador com acesso à Intraer / Internet. com a finalidade de atender a composição do texto da mensagem CONFAC MOV. c) memória RAM: 256Mb. quando o piloto for possuidor de licença estrangeira.3. 4.3 Acesso a um canal AFTN com a finalidade de receber e enviar mensagens ATS/CONFAC. 4. b) atualizar o Sistema com o CGNA. e f) impressora e monitor: compatíveis com as atividades.4 Configuração para operação mínima: a) sistema operacional: Windows XP Profissional.3. o operador deverá inserir. conforme legislação em vigor. e c) viabilizar consultas a informações aeronáuticas e meteorológicas.3. . ANAC e INFRAERO.2. b) processador: 900MHz. com a finalidade de interligar as máquinas do Módulo Operador do sistema com o Módulo Piloto.1 Acesso a Intraer/Internet com a finalidade de: a) atualizar o programa. 4.2.3.

o operador deverá inserir manualmente no SAIS todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários.3.3.2.2 Garantir a atualização constante dos arquivos que contém as listagens de plano de vôo repetitivo (CGNA).1 O mau funcionamento ou a inoperância do SAIS deverá ser comunicado. o operador deverá inserir manualmente.3. SRPV ou INFRAERO.5.2 O operador da Sala AIS deverá disponibilizar aos usuários todos os formulários necessários para a apresentação de planos de vôo e suas mensagens de atualização.5. 4. para posterior tratamento e encaminhamento para transmissão.5 Quando o recebimento das mensagens ATS que chegam ao SAIS. no Módulo Operador do SAIS.3. no final de cada turno. tão logo o sistema seja restabelecido. e c) o computador do Módulo Operador ficar inoperante.5 CONTINGÊNCIA 4.5. 4.3. no máximo em 24 horas.3. o operador da Sala AIS deverá solicitar cópia da mensagem à ECM para inseri-la manualmente.5. 4.5. tão logo os receba. via AFTN.5.4. que deverá providenciar o restabelecimento do Sistema no menor tempo possível. 4. .3.3 Nas situações descritas nas alíneas “a” e “b” do item acima.3.4 Na situação descrita na alínea “c” do item 4. 4. 4. de preferência em um servidor ou outro computador. todos os dados dos formulários apresentados pelos usuários. 4. bem como o de solicitação de Isenção Tarifária quando: a) o computador do Módulo Piloto do SAIS ficar inoperante. através de meio oficial (mensagem telegráfica e/ou Fac-Símile) ao mantenedor regional existente nos CINDACTA.3.3 Conferir a numeração das mensagens CONFAC geradas pelo sistema. listagem de inadimplência (INFRAERO) e Boletim Informatizado de Aeronaves (ANAC).4. fica interrompido por problemas de rede.6 ARMAZENAMENTO DE DADOS Deverá ser providenciado ‘backup” dos dados inseridos no SAIS. b) ocorrer problemas de rede entre o Módulo Piloto e o Módulo Operador.40 MCA 53-1/2008 4.3.

4.4. 4.1 PLANILHA ELETRÔNICA DE NASCER E PÔR-DO-SOL APRESENTAÇÃO 4.4.1.4. c) em seguida. Para desativálas.2 UTILIZAÇÃO As macros dessa planilha. siga os procedimentos abaixo: a) salvar a planilha no local desejado. ou a partir das coordenadas geográficas.MCA 53-1/2008 41 4.2 A planilha pode ser obtida através de download na AISWEB.4.1. d) ir em ferramentas/macro/segurança e reduzir o nível de segurança para “baixo”. b) abrir o arquivo e clicar em “Desativar Macro”. sem a necessidade de realização de cálculos.4. 4. e e) fechar.1. no link da TCA 63-1.1 A planilha eletrônica possibilita aos usuários a consulta dos horários de nascer e pôrdo-sol de forma rápida.4 4. Ela pode ser acessada em qualquer computador que possua editor de planilha eletrônica compatível com arquivos de extensão XLS. clicar em “NÃO” (não abrir como somente leitura). . encontram-se ativas. por segurança. salvar e abrir o arquivo novamente.3 São disponibilizadas consultas ou através do indicador de localidade.

1. NOTAM. especialmente quando se usa o sistema de folhas soltas. NOTA: Os resumos não são publicados no Brasil. e c) Aeródromos (AD) . Suplementos AIP. listas de verificação e resumos. segundo a matéria tratada e configurada na seguinte ordem: a) Generalidades (GEN) . que não seja de tal importância ou cujo significado necessite a expedição de um NOTAM. 5.consta de quatro seções com informação relativa aos aeródromos/heliportos e a sua utilização.2 CONTEÚDO Com o objetivo de facilitar o seu uso pela comunidade aeronáutica internacional.1 Há alguns métodos estabelecidos que devem ser utilizados para a preparação de uma AIP. com informação de caráter administrativo e explicativo.3. PIB. Tais métodos são: .consta de cinco seções.1 5. 5.1. como é o caso do Brasil. AIC. em três partes. separada em seções e subseções.1 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) FINALIDADE Tem como objetivo principal satisfazer as necessidades internacionais de intercâmbio de informação aeronáutica de caráter permanente e de modificações temporárias de longa duração. b) Rotas (ENR) .1. 5. a informação aeronáutica é divulgada de forma impressa. com suas emendas. A IAIP é o conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP.consta de sete seções com informação relativa ao espaço aéreo e a sua utilização.1.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5.42 MCA 53-1/2008 5 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP) Esse capítulo tem por finalidade identificar as publicações utilizadas na documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP).

e i) usar folhas de 21x29. não devem ser usados métodos que reduzam a rapidez. No caso da utilização de somente um lado da folha. h) cada página deverá indicar o dia. somente quando a AIP estiver composta de um número razoável de páginas. b) não usar uma página somente para o título de uma seção. O texto e o título da introdução devem ser incluídos na mesma página. se a AIP for colocada nas proximidades desse instrumento.3. pois. devido a emendas. existentes na lombada. a AIP deve ostentar: ADVERTÊNCIA A capa contém material ferroso. mês e ano em que foi incorporada a informação contida. caso convenha. deverá constar no verso: INTENCIONALMENTE EM BRANCO. d) não usar papel de boa qualidade.2 A maioria das AIP são publicadas utilizando-se o tipo de encadernação de folhas soltas. No caso da AIP MAP usar folhas soltas de 14. O material ferroso de que são confeccionados os anéis produzirá leituras falsas na bússola magnética. c) usar moderadamente as folhas separadoras. f) a escolha da encadernação deverá ser feita tomando-se como elementos básicos a sua durabilidade. isto é. entretanto as de maiores dimensões poderão ser usadas.7cm (A4). a facilidade de uso no escritório e de substituição das páginas emendadas. as folhas serão freqüentemente substituídas. presas à pasta através de anéis metálicos.8x 21cm (A5). se dobradas nesse tamanho. . g) devido ao tamanho. Não utilize nem guarde perto da bússola magnética. e) como a rapidez da reprodução é mais importante que a sua qualidade. pode-se publicar em dois ou mais volumes. como é o caso da AIP-BRASIL. sendo que o mês deverá ser transcrito na forma abreviada. conforme a OACI. 5.MCA 53-1/2008 43 a) imprimir em ambos os lados da folha. Nesse caso.1.

44 MCA 53-1/2008 5.3.1. diagramação e impressão das mesmas. a informação terá de ser verificada de todas as maneiras possíveis.9 Dos vários métodos que devem ser observados para a apresentação da informação na AIP. para servir como exemplo a todos os AIS e uniformizar a apresentação da informação. 5.3 Devem ser publicadas em dois idiomas: o do país e o inglês.7 O ANEXO 15/OACI prescreve que a AIP seja emendada ou reproduzida com a freqüência necessária para que se mantenha em dia. edita duas versões do AIP: uma em Português e outra em Inglês. NOTA: O Doc. a AIP deve ser periodicamente emendada. 5.1. deve-se usar as abreviaturas da OACI. b) os formulários padronizados somente devem ser usados quando houver suficiente informação que justifique o seu uso. na maioria dos casos. para ser digna de confiabilidade. do tempo que se dispõe para a redação.3. ao modelo.5 Antes de tudo. Então. Entretanto. A AIP deve ser publicada da maneira mais simples.1. tanto para limitar a quantidade de informação útil a ser disseminada para atingir sua finalidade.3. Em razão disso.1.6 A informação aeronáutica contida na AIP é freqüentemente submetida a alterações e modificações. que sirvam de guia para a localização da informação. a publicação das emendas depende. Por exemplo.3.8 A AIP deve conter separadores. O Brasil. quando o território abrangido pela AIP possui somente um centro meteorológico.1.1. na medida do possível. 5.3. ainda não familiarizados com a terminologia usada. 8126 contém um modelo de AIP. a forma e disposição de uma AIP deverão corresponder. seria .4 Nunca será demasiado insistir na necessidade de que se tenha especial cuidado na reunião da informação para a AIP.3. 5. 5. 5. compreendam e interpretem a informação. como para que os usuários. a fim de que a informação esteja permanentemente atualizada. a fim de se ganhar espaço e evitar traduções. convém destacar: a) sempre que possível.1. ocasionadas pelo desenvolvimento constante da aviação.3.

HO . e .. . como em dimensões dos aeródromos.serviço disponível para atender às necessidades das operações.do nascer ao pôr-do-sol. em seguida. elevações.32S significa 5 graus. com três dígitos para grau e dois para minutos e segundos. deve aparecer com todas as letras maiúsculas. seguidas. pois bastaria dar uma simples descrição textual do serviço prestado.H24 . .HX . etc.HS .serviço ininterrupto. d) a ortografia dos nomes das localidades será a de uso oficial. de acordo com o ANEXO 5 à Convenção. em primeiro lugar. com dois dígitos para graus. e) a indicação das coordenadas geográficas de uma localidade será apresentada: . g) as unidades de medida escolhidas para serem utilizadas na AIP. dia e noite. distâncias.os símbolos de grau. o nome da cidade. f) as horas de funcionamento das várias instalações e serviços deverão ser expressas em UTC (Tempo Universal Coordenado) ou mediante uma das abreviaturas: . minuto e segundo são omitidos. a relação deve ser feita em ordem alfabética. de uma linha oblíqua e o nome do aeródromo em letras maiúsculas de menor tamanho ou letras minúsculas. e . minutos e segundos. Por exemplo: 0507.HN . . Sempre que possível. deverão ser sempre as mesmas e deverão ser aquelas escolhidas pelo país. NOTA: Em algumas cartas e na descrição das Rotas ATS as coordenadas geográficas são expressas em graus. quando se tratar de aeródromo ou de instalação localizada em um aeródromo.MCA 53-1/2008 45 supérfluo registrar a informação em um formulário.serviço disponível durante as horas de vôo regulares.a longitude. c) em uma relação de localidades. .a latitude. .HJ .do pôr ao nascer-do-sol. 7 minutos e 32 centésimos de minuto Sul. . altitudes.horas de serviço indeterminadas. minutos e centésimos de minutos.

4. a necessidade de se publicar NOTAM.4 ATUALIZAÇÃO 5. também pode ser publicada de acordo com o Sistema AIRAC. considerando-se ainda. com um mínimo de demora.1.1. o NOTAM perde sua finalidade. 5. nesse caso. e d) cada emenda deverá incluir uma lista de verificação de páginas. traçada à margem da folha. b) as emendas devem ser publicadas em folhas substituíveis. na direção em que o texto estiver alterado. 5.4. É bom lembrar que um NOTAM deve ser iniciado quando a notícia a ser divulgada não tenha condições de chegar ao usuário com suficiente rapidez mediante emenda da AIP e. Essa forma de destaque pode ser dada através de uma linha vertical ou por uma seta horizontal (se a informação for apenas em uma linha ou parte dela). Nesse caso ela será identificada como uma AMDT AIRAC. Tal informação. será confirmada por emenda ou revisão de AIP. a fim de chamar a atenção do leitor. de modo a evitarse o custo adicional que envolve o fato de cada usuário fazer sua própria emenda manuscrita. correções manuscritas devem ser reduzidas ao mínimo.4. o NOTAM complementa a AIP.1. em muitas ocasiões. por ser o meio mais rápido de se difundir a informação. que deve coincidir com uma data do calendário AIRAC. Uma emenda à AIP. para a preparação das emendas à AIP: a) assinalar para cada emenda um número de série consecutivo. Nessa lista deve constar o número das páginas e as respectivas datas. por isso.3 É necessário adotar o Sistema Regulamentado AIRAC para difundir certos tipos de informação aeronáutica. .46 MCA 53-1/2008 5. transmitida por NOTAM.1 Um sistema freqüente de emendas à AIP reduziria. Conseguindo-se que a informação chegue ao usuário com suficiente rapidez. c) as alterações contidas na emenda devem ser destacadas de alguma forma.2 Há alguns métodos estabelecidos que se deve ter em mente. através da emenda à AIP. na ocasião em que se tenha de fazer advertência sobre qualquer alteração ou acontecimento com urgência.1. os erros a que estão sujeitos. se levarmos em conta a multiplicação do número de correções de usuários. Tais emendas precisarão ser recebidas pelos usuários com pelo menos 28 dias de antecedência à data de efetivação. contendo a data de cada página solta.

1. Suplementos AIP e Publicações Convencionais e Não convencionais. incluindo os exploradores de aeronaves interessados na aviação civil internacional.4 Se decidir em alguma ocasião utilizar esse método.4 A lista de diferença deve ser apresentada na Parte GEN da AIP de uma forma que permita um usuário diferenciar prontamente entre as exigências do Estado e as providências relacionadas a ICAO. a emenda deverá indicar claramente que as páginas substitutivas estão sendo distribuídas antecipadamente e que entrarão em vigor na data de efetivação.6. através de AIC.6.4. .1.3 A notificação de diferenças se limitará aos casos em que os regulamentos e os métodos nacionais de um país sejam diferentes das normas e métodos recomendados e dos Procedimentos da OACI. especialmente os que se referem às operações das aeronaves. 5. pelos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS) e pelos Procedimentos Regionais Suplementares (SUPPS) da OACI.1.1.1. 5.5. conheçam perfeitamente as partes dos regulamentos e métodos nacionais que diferem dos prescritos pelos ANEXOS. 5.2 Até o fim do mês de outubro de cada ano.6 NOTIFICAÇÃO DE DIFERENÇAS 5. recomendações e procedimentos da OACI. as modificações significativas ocorridas para aquela edição. 5.6. 5. (NR) .1.1 O ANEXO 15/OACI especifica que todo país contratante registre na sua AIP quaisquer diferenças importantes entre seus regulamentos e métodos nacionais e as normas e os métodos recomendados pela OACI.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5. certificando-se de que os governos e demais órgãos.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. serão divulgados os Calendários de Emendas aos Manuais.1. de 21 de outubro de 2009.6.1. Isso tem por objetivo garantir que as AIP forneçam informação atualizada sobre o grau de execução das normas.2 O objetivo da notificação de diferenças é promover a segurança e eficiência da navegação aérea.5.1 Em toda edição de emendas às publicações de informações aeronáuticas são divulgadas.MCA 53-1/2009 47 5. 5.

Constam a seguir dois exemplos de Diferenças: 1) ALEMANHA . 5.6.5 Quando os regulamentos ou métodos nacionais forem essencialmente semelhantes aos da OACI.48 MCA 53-1/2009 5. e b) temporária de duração inferior a três meses que implique em textos longos ou que contenha gráficos.Portaria DECEA No 63/SDOP. aos quais se dá unicamente divulgação nacional.1. 5.3 As páginas dos Suplementos ficarão inseridas na AIP enquanto permanecerem em vigor todo o seu conteúdo ou parte dele.2 5.6 As diferenças serão publicadas na parte GEN 1-7.2. 5.2.Portaria DECEA No 63/SDOP. .2 APRESENTAÇÃO 5.2 Os de série “A” serão redigidos no idioma inglês e os de série “N” serão redigidos em português. não será necessário notificar a diferença. (NR) . ainda que não sejam os mesmos.2. (NR) . de 21 de outubro de 2009.6.Contém informações selecionadas sobre todos aeroportos. e (NR) .ANEXO 2 Apêndice 4: Espaços aéreos classe F e classe G requer comunicação.2. 5.2.2.Portaria DECEA No 63/SDOP. instalações.1. e 2) CHINA (HONG KONG SAR) . serviços e procedimentos disponíveis para uso da aviação civil internacional.2. de 21 de outubro de 2009.ANEXO 2 Apêndice 4: Classe G – Vôo IFR não é permitido. 5.1 Serão divulgados em duas séries: a) série “A” . de 21 de outubro de 2009.Contém informações de interesse para as operações domésticas. b) série “N” .2.1 SUPLEMENTOS AIP FINALIDADE Divulgar modificação que seja: a) temporária de duração igual ou superior a três meses.

2.2.2.MCA 53-1/2009 49 5.1 Cada Suplemento AIP deverá ter.3.Portaria DECEA No 63/SDOP.5 Quando um Suplemento AIP for publicado em substituição a um NOTAM. . No caso do Suplemento AIP AIRAC. 5.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009.4 ATUALIZAÇÃO Será publicada.6 Quando um Suplemento AIP contiver uma informação que modifique o texto de uma Publicação de Informação Aeronáutica. 5. um título curto para facilitar uma referência posterior. de 21 de outubro de 2009.2.4 O Suplemento AIP que publicar uma informação já divulgada através de NOTAM deverá conter uma referência ao número desse último. uma lista de verificação de Suplementos AIP válidos.3. 5.3.Portaria DECEA No 63/SDOP.Portaria DECEA No 63/SDOP. deve-se incluir uma referência a respeito da página da publicação modificada.3. as datas de publicação e de entrada em vigor. (NR) . de 21 de outubro de 2009. o número de série deste deverá ser incluído como referência. (NR) . o número de série facilmente identificável. 5. (NR) . serão indicadas. mensalmente. 5.2. de 21 de outubro de 2009.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5.3 Cada página do Suplemento AIP deve indicar a data de publicação.3.2 Sua numeração será crescente e independente dentro de cada série (N e A). de 21 de outubro de 2009. (NR) . divulgada no check list dos NOTAM Z e nas séries internacionais. ENR e AD.2.3.7 Os Suplementos AIP são ordenados segundo o assunto da informação.Portaria DECEA No 63/SDOP. sendo iniciada em cada ano civil. (NR) .2.2. o nome da localidade em linguagem clara e. sempre que possível. da seguinte forma: GEN. 5. .2. além do texto. 5. em cada página.3.

2 Cada Sala AIS deverá receber duas cópias.3 O usuário deverá receber a informação pelo menos 7 (sete) dias antes da entrada em vigor.1 NOTAM .2. e/ou b) ao fichário complementar.6. como data de entrada em vigor das informações. Esse tempo é elevado para pelo menos 28 (vinte e oito) dias para informações distribuídas de acordo com o Sistema AIRAC. devem ser imediatamente solicitados ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço. . de Suplemento AIP nacional. de onde deverão ser destacados ou recortados os textos para atualização das publicações e cartas ou para complementar a exposição dos NOTAM. 5.6. 5. também.6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5.6. as de publicação e as de entrada em vigor dos Suplementos AIP do ano seguinte. de 21 de outubro de 2009.2. por ser o meio mais rápido para divulgar a informação. através de uma AIC.3 Os Suplementos AIP faltantes.2.2 As datas de publicação correspondem às datas previstas para o recebimento pelos usuários e.Portaria DECEA No 63/SDOP.5.5. AIP-MAP e ROTAER) e somente serão expostos se o seu conteúdo for necessário para esclarecer ou complementar o texto de algum NOTAM.2.2. quando essas não vierem claramente especificadas.50 MCA 53-1/2009 5.2. nacionais e estrangeiros.5 DATAS DE PUBLICAÇÃO 5. indicando as datas limites de recepção da informação no ICA. complementam a AIP. (NR) . 5. 5. pelo menos.2.5.3. através de mensagem escrita.1 No final de cada ano será editado o Calendário de Publicação de Suplemento AIP. 5.3 5.(AVISOS AOS AERONAVEGANTES) FINALIDADE Os NOTAM têm por finalidade advertir sobre qualquer modificação ou evento e. arquivados em ordem crescente. Eles serão destinados à pasta: a) da própria AIP.2. 5.1 Os Suplementos AIP serão utilizados na atualização das publicações aeronáuticas (AIP. A distribuição deverá ocorrer pelo meio mais rápido de que se dispõe.

1 É uma mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea. f) às competências para solicitações de expedição. que sejam de importância para as operações.3. ou temporárias de grande duração. Geral ou Regional. quando a informação que se tenha que distribuir seja de caráter temporário e de curta duração ou quando se modificar com pouco tempo de previsão modificações permanentes. informações relativas: a) a prazo para divulgação.3.3. e) às atribuições. d) à classificação.2 As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços de NOTAM estão definidas na ICA 53-1 (NOTAM). f) aos formulários. g) ao fluxograma da informação. e h) aos formulários. salvo quando o texto seja extenso ou contenha gráficos. ainda. informações relativas: a) à expedição. que contém. 5.2 APRESENTAÇÃO 5. b) às formas de expedição.3.2.3. c) à origem. 5. b) à divulgação da informação. e g) aos modelos.2. .3 PRENOTAM 5. originada em um órgão do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM.2 As instruções que disciplinam os procedimentos para confecção de PRENOTAM estão definidas na ICA 53-4 (PRENOTAM).1 Se iniciará um NOTAM e se expedirá imediatamente.3. 5. ainda.3.MCA 53-1/2008 51 5. que contém. e) ao processamento. d) ao encaminhamento.3. c) às regras gerais.

).4.4 5. como no caso dos NOTAM.de distribuição internacional. etc. as circulares se mantêm vigentes.3.52 MCA 53-1/2008 5.5 TIPOS DE INFORMAÇÃO Lista detalhada de alguns tipos de informação apropriada para ser publicada em uma circular de informação aeronáutica: a) previsão de alterações importantes nos procedimentos.4. sem qualquer inconveniente.4.de distribuição nacional. 5.2 Às vezes.4. 5. 5.2 APRESENTAÇÃO 5. e b) A . é necessário divulgar algumas informações aeronáuticas que não satisfazem aos requisitos para publicação em AIP ou em NOTAM. por vários anos.1 Na forma de AIC.1 As AIC também poderão ser divulgadas em série. com base no ano civil. 5.1 As AIC são numeradas consecutivamente. de assessoramento e até mesmo administrativa ou técnica. Devem ser enviadas a todos os possuidores de AIP. deve ser publicada pelo menos. uma lista de verificação de AIC em vigor. serviços e instalações destinados à navegação aérea (por exemplo: uma nova disposição dos setores de controle. .4.2. uma vez por ano. Como esse tipo de informação tem geralmente caráter permanente. recomenda-se que elas sejam revisadas e republicadas anualmente. mas que são muito importantes para os aeronavegantes. 5. No entanto.2.4. um plano de implantação de uma rede de radar. No Brasil são divulgadas duas séries de AIC: a) N .4.1 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) FINALIDADE Divulgar informações de natureza explicativa.4.4.3 REGRAS PARA CONFECÇÃO 5.4 ATUALIZAÇÃO 5.4. em alguns casos.

). . d) informação sobre regulamentos relativos à proteção da aviação civil internacional contra atos de interferência ilícita. DME. e) conselhos médicos de interesse especial para os pilotos. n) assessoramento com respeito ao uso e manutenção de determinados tipos específicos de equipamento. o) disponibilidade atual ou previsão de edição de cartas aeronáuticas novas ou revisadas. g) efeitos de certos fenômenos meteorológicos sobre as operações das aeronaves. k) disposições para a expedição de licenças aos membros da tripulação. p) transporte de equipamento de rádio. r) instruções de aeronavegabilidade. m)aplicação de requisitos relativos à legislação nacional ou à isenção dos mesmos. j) referência aos requisitos impostos pela legislação nacional e a publicação de modificações dos mesmos. c) informação importante. e t) outra informação de natureza similar. etc. h) informação sobre novos perigos que afetam as técnicas de manejo das aeronaves. novas edições de AIP ou modificações importantes no seu conteúdo e formato. que tenha relação com a segurança de vôo. f) orientação aos pilotos com a finalidade de evitar perigos materiais. s) modificações nas séries de NOTAM ou de sua divulgação.MCA 53-1/2008 53 b) previsão relativa à implantação de novos sistemas de navegação (por exemplo: VOR. l) formação profissional do pessoal aeronáutico. i) regulamentos relacionados com o transporte aéreo de artigos sobre os quais pesa alguma restrição. obtida através da investigação de acidentes ou incidentes aeronáuticos. q) informação relativa à redução de ruído.

b) o formato dos PIB.6. através de mensagem escrita.4. preferencialmente uma para cada país.5.6.1 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) FACILIDADES DA AUTO-INFORMAÇÃO 5.54 MCA 53-1/2008 5.1.5 5.5. nacionais e estrangeiras. conseqüentemente.4.1 A Sala AIS manterá as AIC devidamente catalogadas e expostas em pastas.5. e d) fácil acesso à informação básica. Freqüentemente o piloto não tem tempo suficiente para dirigir-se a uma Sala AIS e.5.1 O objetivo da Sala AIS de Aeródromo consiste em por à disposição dos interessados a informação aeronáutica necessária para o vôo.4. se deve ter pessoal qualificado para eventual consulta verbal. corresponde a: a) elementos que compõem a Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP).6 UTILIZAÇÃO NA SALA AIS 5. Para se proporcionar esse serviço é preciso levar em consideração os principais aspectos: a) a parte física da Sala AIS. 5. 5.2 As AIC faltantes. 5.1. devem ser imediatamente solicitadas ao órgão (setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço. c) a apresentação adequada de avisos para a navegação em uma parede. também. o piloto economiza tempo na obtenção da informação necessária. 5. Assim. e b) mapas e cartas pertinentes.2 DETALHAMENTO DA INFORMAÇÃO Os documentos de informação aeronáutica de que devem dispor as Salas AIS de Aeródromos a fim de planejamento prévio do vôo devem ser estabelecidos tomando-se por base a zona servida da respectiva Sala AIS. .2 Além desse serviço de auto-informação. torna-se importante que essa informação seja apresentada de forma que se possa obtê-la por si mesmo. durante o tempo em que o aeródromo estiver em operação.

b) regulamentos de entrada e tráfego de aeronaves civis em vôos internacionais. por exemplo: . i) instalações e serviços de busca e salvamento. mais detalhada. tem como objetivo servir de orientação com relação aos tipos de dados que devem ser dispostos em função de cada zona servida: a) rotas aéreas. e b) prestação do serviço de informação durante o vôo (pelo órgão de tráfego aéreo que tenha jurisdição sobre a área sobrevoada pela aeronave). deve ser comunicada ao piloto o mais rápido possível. considerando que qualquer mudança na informação que implique alteração do plano de vôo ou possa influir na segurança da aeronave.2. g) regulamentos do ar e procedimentos para os serviços de tráfego aéreo. f) espaço aéreo controlado e restrito. sobre as condições do aeródromo. 5. c) aeródromos disponíveis para a aviação internacional. k) mapas e cartas adequadas.5.5.MCA 53-1/2008 55 5.2 A seguinte lista. j) informações relativas à sobrevivência. inclusive o estado de utilização e funcionamento dos auxílios visuais e da área de manobras. antes do inicio do vôo.1 Disposição da Informação É importante que o pessoal da Sala AIS mantenha o material informativo numa disposição lógica para efeito de: a) preparação de planos operacionais de vôo por parte do pessoal aeronavegante. d) auxílios-rádio para a navegação e instalações de comunicações do serviço móvel. e) instalações e serviços meteorológicos. l) lista de recapitulação de NOTAM vigentes e outros tipos de informações de caráter imediato que não constem dos NOTAM. h) perigos para a navegação aérea.2.

2.000 ou cartas aeronáuticas com escala semelhante.avarias ou funcionamento irregular e modificações da situação de funcionamento do ILS. e m) em geral.5. tem como da fonte de energia do aeródromo. de cabeceira.56 MCA 53-1/2008 . .000. NDB. e . a fim de atender aos requisitos locais: a) carta aeronáutica mundial OACI 1:1.3 O AIS deve tomar as medidas necessárias para obter a informação adequada.000. .6 Devem manter-se. de preferência por escrito. os regulamentos nacionais e os dados sobre instalações e serviços de cada país deverão estar disponíveis. .000. de obstáculos e de área de manobras. 5. empregandose um método que esteja de acordo com o selecionado para a publicação do PIB. ou em forma impressa e acompanhada de gráfico se necessário.trabalhos de construção ou manutenção na área de manobras ou em suas imediações.2.5.000. de pista de táxi.5. preferivelmente por meio das autoridades aeronáuticas do Estado respectivo. SSR.000 e escala 1:250. canais de observação do RVR e da fonte secundária de energia.aeronaves estacionadas ou outros objetos nas pistas de táxi ou junto delas. pode-se tentar obtê-la por intermédio das empresas de transporte aéreo comercial. as cartas selecionadas abaixo.5.avarias ou funcionamento irregular de parte ou todo o sistema de iluminação do aeródromo.existência de outros perigos temporários dentro da área de movimento.2.4 Os NOTAM deverão ser classificados e arquivados sistematicamente. para as áreas que não se dispõe de cartas da OACI.2. b) série de cartas disponíveis em escala maior que 1:1.5 Devem ser selecionados os textos da OACI como textos de referência que atendam às necessidades locais. SRE. sendo luzes de aproximação. . 5. DME. NOTA: Deve-se oferecer a lista de recapitulação dos NOTAM em forma de PIB em linguagem clara. Se isso não for possível. PAR. 5. para fins de referência. VOR. 5. de pista. das organizações que sirvam a essas ou dos serviços militares. por exemplo 1:500.

5.3 INSTRUÇÃO VERBAL A instrução verbal deverá ajustar-se às necessidades dos pilotos segundo o grau de familiaridade que tenham com a rota.4 BOLETINS AUTOMATIZADOS 5.1. NOTA: As cartas mencionadas em d) e e) estão citadas nas Publicações de Informações Aeronáuticas. de todos os aeródromos que normalmente se utilizam para vôos internacionais. d) cartas de aproximação e de aeródromo. a integridade da informação não deve depender apenas da memória do operador.2 O sistema automatizado é capaz de proporcionar um serviço mais flexível de boletins de informação prévia ao vôo. com um mínimo de intervenções manuais. 5.4.1 Para o fornecimento dos boletins de informação prévia ao vôo será utilizado o sistema automatizado (SISNOTAM). utilizando os campos que compõem a linha de qualificadores dos NOTAM. Além disso. 5. é necessário buscar um grau de familiarização compatível com o volume de informação que vai ser processada. de forma a eliminar a duplicação de tarefas.4. Por isso. Em conseqüência o sistema: a) é simples. e . 5.5.4.MCA 53-1/2008 57 c) cartas de planejamento com escala pequena. O Especialista AIS encarregado desta instrução poderá utilizar uma lista de verificação para assegurar-se de que a informação será tão completa quanto necessária. Os elementos que devem ser incluídos na dita lista de verificação variarão em função das circunstâncias locais. preferivelmente que cubram toda a zona servida em uma ou duas folhas.1 Características 5. O operador pode criar uma lista de assuntos nos quais pode basear uma instrução verbal.1. flexível e eficiente quanto ao armazenamento e recuperação da informação. proporciona.5.5. e e) cartas de navegação em rota.5.

4.) PIB estruturados para atender as suas necessidades específicas. baseando-se em determinadas características dos usuários. além de incluir dados sobre a rota a ser voada.5 Não pode ser esquecido que o uso dos qualificadores do NOTAM. pois ele permite uma seleção adequada das informações necessárias a um vôo.4 Os boletins deverão ser padronizados e conter somente as informações operacionalmente importantes.1. etc. 5. 5.2 Esse boletim pode ser obtido através de sistemas que utilizam o sistema de referência geográfica ou sistemas mais simples. que utilizam a estrutura das Rotas ATS estabelecidas como forma de selecionar a informação.5.4.5. os PIB deverão ser oferecidos sob a forma de Boletins por rotas.5.1 Boletim por Rota 5. 5.3 O sistema é capaz de proporcionar aos usuários finais (pilotos. linha iniciada pelo símbolo Q).5. atendendo às necessidades dos usuários.2.5.1.1 Esse é o tipo de boletim mais eficiente. Boletins por área (FIR). de destino e de alternativa.1.2. empresas aéreas e órgãos ATS.2.6 Os NOTAM constituem a principal parte da informação a influir no conteúdo dos boletins e que os dados podem ser estruturados para satisfazer às necessidades específicas. permite uma gama variada de combinações. COM.4. Boletins por localidades (aeródromo).4.2. 5.4. 5.5.3 Nesse tipo de boletim o usuário recebe informações completas (AGA. RAC e ADVERTÊNCIAS) sobre os aeródromos de partida. Isso é especialmente válido para os boletins por rota e por área.2 Classes Em função das necessidades dos usuários.58 MCA 53-1/2008 b) fornece métodos que permitam selecionar a informação. a fim de atender às necessidades específicas de um determinado tipo de operações ou de um usuário específico (ICA 53-1).4. 5.5.1.4.1.5. ordenados de acordo com a seqüência do vôo. Notificação imediata e automática de assuntos importantes para as operações ou Boletins administrativos.1. 5. destino e alternativas e .5. incluindo os aeródromos de partida. 5.1.4.4. excluindo aquelas que já estão publicadas na AIP.

4.2.2.MCA 53-1/2008 59 informações selecionadas (COM.2. esse tipo de boletim. e) somente para a fase em rota (IFR.5. 5. que geralmente realiza vôos de média e curta distancias.2. são úteis para exploradores e órgãos ATS interessados em assuntos de importância urgente para as operações aéreas. também.2 Boletim por Localidades 5. 5.1 Esse tipo de boletim é de grande utilidade para a aviação geral. VFR. etc.4.4. e f) usando outras combinações quaisquer.4.4.4. RAC e ADVERTÊNCIAS) que possam ter influência durante o vôo em rota e.2.2. muitas vezes poderá perder a sua eficiência operacional como instrumento para a informação prévia ao vôo. poderá permitir a seleção especifica de uma rota entre as diversas possíveis ou estabelecidas entre um aeródromo e outro. na linha de qualificadores esteja preenchido por “N” (ICA 53-1).2 Embora apresente todas essas opções.5.3. 5.5.2.5.4.3.4. b) de todas as localidades de uma FIR.4. destino e alternativas.2. até atingir o limite do numero de localidades que podem ser solicitadas em um único boletim. esse. 5.1 Sob esse título genérico podem ser solicitados boletins enfocando aspectos específicos.). . tais como informações: a) de todas as localidades de um país.2 Nos boletins desse tipo podem ser solicitadas informações sobre os aeródromos de partida.3 Boletins por Área 5.2 Normalmente.5.4. 5. 5.2.4.5.1 Esse tipo de boletim inclui apenas os NOTAM cujo propósito.5.2.5. 5. podem ser incluídos os aeródromos ao longo da rota.4 Notificação de Assuntos Importantes para as Operações.2. c) operacionais significativas.5. d) que requeiram notificação imediata. fora de rota ATS e sob condições VFR. Se necessário.

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5.5.4.2.5 Boletins Administrativos Esses boletins podem ter conteúdo bastante variado, pois se prestam mais a atender as necessidades da administração: São exemplos desses boletins: a) listas de verificação de NOTAM; b) resumos de NOTAM por FIR ou país; c) resumo dos NOTAM expedidos dentro de um determinado período; e d) resumos de NOTAM por assunto (AGA, COM, RAC, etc.). 5.5.5 ATUALIZAÇÃO DOS BOLETINS

5.5.5.1 As atualizações dos boletins podem ser solicitadas como um complemento ao boletim anteriormente expedido ou mediante a solicitação de um novo boletim. Essa segunda forma é mais usual, uma vez que um sistema automatizado apresenta uma grande possibilidade de especificações que, bem utilizadas, poderão tornar os boletins muito mais funcionais. 5.5.5.2 As Salas AIS devem providenciar uma atualização contínua e oportuna da base de dados do sistema e a supervisão da validade e qualidade da informação aeronáutica armazenada. 5.5.6 FORMATO DOS BOLETINS

5.5.6.1 Os dados contidos nos boletins devem ter as seguintes características: a) texto dos NOTAM utilizando linguagem clara padronizada abreviada preconizada pelo Doc. 8400 (Abreviaturas e códigos da OACI - PANS-ABC); e b) número do NOTAM à margem direita do texto. 5.5.6.2 É usual que, para cada localidade, as informações sejam indicadas na seguinte ordem: AGA; COM; RAC; e ADVERTÊNCIAS.

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MODELO OPERACIONAL Esse capítulo tem por finalidade estabelecer orientações para a confecção de

um Modelo Operacional com objetivo de padronizar e auxiliar os operadores AIS na instrução e na execução de procedimentos detalhados da rotina das atividades AIS (Anexo H). 6.1 6.1.1 CONSIDERAÇÕES Os tópicos citados no modelo operacional complementam as publicações de uso

obrigatório pelo Especialista AIS. 6.1.2 É importante saber que o modelo operacional é uma publicação de caráter explicativo

e um guia de procedimentos básicos para o cotidiano de uma Sala AIS. Vale ressaltar que cada Sala AIS terá seus procedimentos específicos. 6.2 6.2.1 ELABORAÇÃO O Modelo Operacional deverá nortear a aplicação dos procedimentos do serviço de

informações aeronáuticas em uma localidade específica, a fim de definir as ações a serem adotadas para a adequação da capacidade de prestação das atividades AIS. 6.2.2 O Modelo Operacional deverá especificar as ações regulares do serviço de

informações aeronáuticas, sobretudo os procedimentos a serem cumpridos nas situações previsíveis e naquelas vinculadas à degradação dos recursos operacionais e técnicos, visando promover a manutenção da eficiência e da segurança dos serviços de informações aeronáuticas. 6.2.3 Os trabalhos para a elaboração e atualização do Modelo Operacional devem ser

realizados levando-se em conta a participação dos chefes de órgãos, supervisores e operadores AIS com experiência operacional no órgão em questão. 6.2.4 O Chefe do órgão AIS deve orientar e coordenar a elaboração e atualização do Modelo

Operacional do Órgão AIS de competência e providenciar o encaminhamento de um exemplar do mesmo ao Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV. 6.2.5 O documento conterá a assinatura do Chefe do órgão e a aprovação do

Comandante/Chefe do CINDACTA/SRPV da sua área de jurisdição.

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DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO AIS Nesse capítulo, estão descritas, de forma sucinta, as informações mínimas

necessárias sobre as principais publicações editadas tanto pela OACI quanto pelo DECEA relacionadas ao AIS. Como as regras, regulamentos e procedimentos nacionais, bem como as características das instalações e serviços, baseiam-se nos textos normativos e de orientação da OACI, é conveniente ter conhecimento de alguns documentos dessa Organização, para fins de referência, tanto no órgão central quanto nos órgãos regionais, locais e técnicos. 7.1 7.1.1 DA OACI ANEXOS

7.1.1.1 ANEXO 1 - “Licença de Pessoal” Estabelece: a) as regras gerais para a concessão de licenças ou certificados de habilitação e saúde para os aeronautas e pessoal de terra; b) requerimentos para proficiência nas línguas utilizadas nas comunicações radiotelefônicas; c) grau de proficiência das línguas da OACI; d) especificações médicas para licenças; e) programa de treinamento organizacional; e f) os dados pessoais e de qualificação que as licenças ou certificados de habilitação deverão indicar. 7.1.1.2 ANEXO 2 - “Regras do Ar” Estabelece: a) aplicabilidade das regras gerais de vôo; b) as regras de vôo visual e por instrumentos; c) os sinais de perigo, urgência e segurança; sinais visuais para outros fins, inclusive os utilizados para o controle de tráfego aéreo; d) os tipos de luzes das aeronaves; e e) as tabelas de níveis de cruzeiro.

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7.1.1.3 ANEXO 3 - “Serviço de Meteorologia para a Navegação Aérea Internacional” Estabelece: a) os sistemas de previsão de área mundial e os escritórios de meteorologia; b) as previsões meteorológicas; c) as informações de SIGMET e AIRMET, avisos de aeródromos e de correntes de vento; d) as informações climatológicas de aeronáutica; e) os serviços para os operadores e os membros da tripulação de vôo; e f) os limites e visibilidade da pista na conversão da leitura dos instrumentos. 7.1.1.4 ANEXO 4 - “Cartas Aeronáuticas” Estabelece: a) as cartas, os tipos de projeção e de impressão, inclusive cores, a localização do nome e do número das cartas e das anotações marginais; b) os símbolos utilizados nas cartas; c) a demonstração de carta eletrônica de aeronáutica; d) a utilização das cartas segundo, as suas escalas e as informações que devem conter; e e) os requisitos para a qualidade dos dados aeronáuticos. 7.1.1.5 ANEXO 5 - “Unidades de Medidas usadas nas Operações Aéreas e Terrestres” Estabelece: a) as unidades de medidas a serem empregadas nas operações aeroterrestres; b) orientação e utilização do Sistema Internacional; c) as unidades de medidas que podem ser utilizadas como alternativa; e d) todos os números na forma de data e tempo.

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7.1.1.6 ANEXO 6 - “Operação de Aeronaves” Refere-se: a) a definições, aplicação e generalidades; b) a operação de vôo, facilidades, supervisão operacional, preparação e procedimentos de vôo, deveres do piloto comandante e do oficial de operação de vôo; c) a limitações operacionais do desempenho das aeronaves; d) a documentação de vôo, os equipamentos e os instrumentos das aeronaves; e) a equipamento rádio das aeronaves; f) a manutenção das aeronaves; g) a tripulação de vôo das aeronaves; h) aos manuais, livros e registros; i) aos registros de emergências e equipamentos de sobrevivência existente à bordo; j) ao desempenho das aeronaves; k) a limitações do período de exercício ininterrupto dos deveres em vôo e do tempo de vôo; a) os procedimentos de segurança; l) as luzes exibidas pela aeronave; e m) a limitações da utilização da performance do avião.

7.1.1.7 ANEXO 7 - “Marcas de Nacionalidade e de Matrícula das Aeronaves” Refere-se: a) ao emprego das marcas de nacionalidade e de registro; b) à localização das marcas de nacionalidades e de registro; c) às dimensões das marcas de nacionalidades e de registro; d) ao registro aeronáutico;

. b) às características das aeronaves. f) ao certificado de registro. e) à quarentena. d) às especificações técnicas detalhadas para o sistema de satélite para a navegação global (GNSS).9 ANEXO 9 . manifesto de passageiros e cargas e certificado de membro da tripulação. c) aos aeroportos internacionais e zonas francas.MCA 53-1/2008 65 e) as placas de identificação. DME e outros. d) ao pouso em aeródromos não aduaneiros. e c) à tolerância e aplicação das normas contidas no ANEXO/OACI quanto a performance e a utilização de aeronaves.“Aeronavegabilidade” Refere-se: a) ao certificado de aeronavegabilidade. NDB. c) a procedimentos gerais de telecomunicações.10 ANEXO 10 . PAR. 7.8 ANEXO 8 . 7. b) à utilização das radiofreqüência.1. b) ao tráfego em trânsito.1. 7.1. e f) aos modelos de: declaração geral. GCA. e g) à classificação das aeronaves.“Telecomunicações Aeronáuticas” Refere-se: a) às especificações para os equipamentos ILS. VOR.1. de pessoas e de cargas e outras mercadorias.1.1.“Facilitação” Refere-se: a) à entrada e saída de aeronaves.

7. b) à divisão dos Serviços de Tráfego Aéreo. e) às especificações para as FIR. h) ao Serviço de Alerta. f) aos Serviços de Controle de Tráfego Aéreo.1. e g) ao serviço fixo e móvel aeronáutico. c) à determinação dos Serviços de Tráfego Aéreo.1.“Busca e Salvamento” Refere-se: a) à organização dos Órgãos de Busca e Salvamento. b) aos procedimentos preparatórios dos Centros de Coordenação de Busca e Salvamento e das unidades aéreas de Busca e Salvamento.66 MCA 53-1/2008 e) à orientação a respeito da eficiência e disponibilidade do material para os auxílios a navegação e o das radiocomunicações. e j) as informações de tráfego radiotransmitida pelas aeronaves (TIBA) e procedimentos operacionais. i) às necessidades dos Serviços de Tráfego Aéreo quanto a comunicações e a meteorologia. c) aos procedimentos de operação.12 ANEXO 12 . 7. e d) aos sinais de Busca e Salvamento. g) ao Serviço de Informação de Vôo.1.11 ANEXO 11 .1. d) ao estabelecimento dos órgãos responsáveis pelo ATS. . f) ao sistema de comunicações de dados digitais.“Serviços de Tráfego Aéreo” Refere-se: a) aos objetivos dos Serviços de Tráfego Aéreo.

i) aos sistemas de balizamento diurno e luminoso. . rápido. d) aos auxílios visuais terrestres.13 ANEXO 13 .MCA 53-1/2008 67 7. e b) ao que um Estado deve fazer no sentido de que satisfaça as necessidades de informações para o aeronavegante planejar o seu vôo e realizá-lo de modo seguro.“Investigação de Acidentes e Incidentes da Aviação” Refere-se: a) à proteção dos destroços.14 ANEXO 14 . econômico e eficiente.1.15 ANEXO 15 . g) à iluminação de emergência. e k) aos heliportos. e) aos indicadores de vento e de pouso. b) à notificação de acidentes. e d) à divulgação dos inquéritos. b) às luzes aeronáuticas.1. 7.1.1.“Aeródromos” Refere-se: a) às características físicas dos aeródromos. 7. c) ao inquérito . guarda e remoção da aeronave acidentada.procedimentos. f) aos dispositivos de sinalização.1. j) aos equipamentos de aeródromos.1. c) à remoção e balizamento de obstáculos. h) aos auxílios visuais para localização de aeródromos.“Serviços de Informação Aeronáutica” Refere-se: a) ao funcionamento de um Serviço de Informações Aeronáuticas.

é fornecer a uniformidade dos métodos de compilação e divulgação da informação aeronáutica. Requisitos de Telecomunicações. e b) Volume II – Emissões de motores de aeronaves.4 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo – (Introdução. 7.1. requer-se que todos os Estados contratantes proporcionem.68 MCA 53-1/2008 7. um serviço de informação aeronáutica que seja responsável pela compilação. . em 15 de Maio de 1953.3 Os Padrões e as Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica. 7. de conformidade com as disposições do Artigo 37 do Convênio sobre Aviação Civil Internacional (Chicago. 7. exata e oportuna. pesquisa. AIP. Generalidades.1. preparação de informação aeronáutica relativa a seus territórios. sistema de Distribuição pré-determinada pelos NOTAM.17 ANEXO 17 .1. AIRAC.1.16 ANEXO 16 . individualmente ou coletivamente.15. AIC. no interesse da segurança. 1944) e se designou como ANEXO 15 ao Convênio. e b) Apêndice – (conteúdo da AIP.“Segurança” Refere-se: a) aos princípios gerais.1. regularidade e eficácia da navegação aérea.2 Requer-se ainda que os Estados tomem as medidas necessárias para que a informação que proporcionem sobre seus territórios seja adequada.1.1. informações que devem ser divulgadas por NOTAM AIRAC.15. 7.1.1 Como o objetivo dos Padrões e das Práticas Recomendadas. NOTAM. Dados eletrônicos de obstáculos e de superfície terrestre). formato de SNOWTAM e ASHTAM.1. Informação anterior e posterior ao vôo.1. e modelo de NOTAM). foram adotados pela primeira vez pelo Conselho.15.1.“Proteção Ambiental” Refere-se: a) Volume I – Ruído de aeronaves.1.15. 7. b) a organização. Definições.

MCA 53-1/2008 69 c) as medidas preventivas de segurança. Provisão de dados novos. e c) melhorar a organização e o funcionamento de um AIS. 7. e g) as provisões de segurança para as mercadorias perigosas.1 Doc.1. e) as informações relativas às mercadorias. c) as embalagens e rótulos.2. Sua finalidade principal consiste em: a) ajudar os Estados contratantes a aplicar as normas e os métodos recomendados contidos no ANEXO 15/OACI. a OACI preparou o Manual 8126-AN/872. f) a comunicação de acidentes ou incidentes com mercadorias.1 É composto da seguinte Estrutura: a) Capítulo (Introdução.2.“Transporte sem Riscos de Cargas Perigosas por Via Aérea” Estabelece: a) a classificação das mercadorias consideradas perigosas para o transporte aéreo.1. b) os materiais permitidos e materiais proibidos. Organização de um serviço de informação aeronáutica (AIS). b) ajudar os Estados na instrução de seu pessoal AIS. d) a responsabilidade.1. . 8126 – “Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica” Com o objetivo de explicar as funções básicas de um AIS e descrever um tipo de organização modelo que poderia ser adotado por um Estado para o AIS. NOTAM.1. Publicação de Informação Aeronáutica (AIP). 7. Informação Anterior e Posterior ao vôo.1.18 ANEXO 18 .2 MANUAIS 7. Circular de Informação Aeronáutica. e d) ao gerenciamento da responsabilidade para os atos de interferência ilícita. Pacote de informação aeronáutica integrada.1. 7.

3 PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA (PANS) São publicações que compreendem procedimentos operacionais cujo grau de desenvolvimento não se tornou ainda suficiente para adoção como norma ou método recomendado. em razão de estarem sujeitos a freqüentes emendas. processamento e distribuição de NOTAM.1. 8697 – “Manual de Cartas Aeronáuticas” O propósito geral desse Manual é apresentar textos de orientação detalhados sobre todos os aspectos da cartografia aeronáutica que possam ajudar os Estados a por em prática as normas e recomendações do ANEXO 4/OACI e. em conseqüência. 7. Consulta comum de mensagens para a interrogação de outras bases de dados AIS). Critérios de seleção de NOTAM. contém matéria já bastante experimentada para ser adotada como norma ou método recomendado. como Normas ou Recomendações. para satisfazer necessidades de determinar áreas que não estão incluídas nas disposições de caráter mundial. SNOWTAM e ASHTAM.1.1. mas demasiadamente detalhada para fazer parte de um ANEXO/OACI.“Procedimentos Suplementares Regionais” (SUPPS) Constituem a parte regulamentar do Plano de Navegação Aérea para as conferências regionais de navegação aérea. .3. 7. Uso da automação na compilação. 7030 . ou formam parte de um dos documentos intitulados “Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS)”. Em outros casos. 7. Orientação no uso do Serviço Fixo Aeronáutico (AFS).2 Doc.1 Doc. reprodução e distribuição).2. NOTAM. Preparação das cópias dos originais. Os SUPPS complementam a exposição de requisitos quanto a instalações e serviços contidos nas publicações do Plano de Navegação Aérea. Procedimentos comuns de consulta para o autoatendimento do usuário. e b) Apêndice (Modelo de AIP em notas explicativas. dar o máximo de eficácia e economia às cartas aeronáuticas requeridas em todos os segmentos da comunidade de aviação na forma e variedade em que melhor cumpram seus fins.70 MCA 53-1/2008 Organização de um sistema automatizado dos serviços de informação aeronáutica. Os procedimentos de aplicação mundial se incluem nos ANEXOS/OACI. Às vezes deixam de ser incluídos nos ANEXOS/OACI os textos de um PANS.

2. foram atribuídas as letras “SB”. 7.4. 7.1 Contém as abreviaturas e os códigos aprovados pelo Conselho da OACI para uso mundial no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas e nos documentos de informação aeronáutica.4. 7910 .1.1.3. “SI”.3). 7. c) Sinais e procedimentos empregados no Serviço Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas. NOTA: Para evitar dúvidas. e g) Código Q. É esse índice que prevê qual a letra do indicador atribuída a cada região do mundo.1. “SJ”. as duas primeiras letras que cada país pode utilizar nos seus indicadores de localidades.2. No caso do Brasil. Estão atribuídas. 8400 . b) Abreviaturas para identificação de mensagens do Serviço Fixo Aeronáutico.1 Apresenta os indicadores de todas as localidades (de cada país membro) que possuem estação aeronáutica que preste o serviço fixo aeronáutico.3.3.“Indicadores de Localidades” 7. d) Designação de emissões típicas de radiocomunicações.MCA 53-1/2008 71 7.4. estão relacionadas apenas as localidades cujos indicadores são “SB”. . “SS” e “SW” (ver alínea “u” do item 2.1.3. Por exemplo.1. ainda. “SD”. e) Códigos para notificar a qualidade dos sinais.2 Doc.1.1. os indicadores não deverão ser utilizados durante um período de um (1) ano.1 Doc. para a América do Sul foi atribuída a letra “S”. Para o Brasil.4.2 Está dividido nos seguintes tópicos: a) Abreviaturas (partes decodificada e codificada). f) Código NOTAM.1.1. incluindo-se os indicadores dos Centros ATS (FIC/ACC) encarregados das regiões de informação de vôo (FIR/UIR).2 Apresenta também um índice de letras de identificação atribuídas às áreas de encaminhamento do Serviço Fixo Aeronáutico. depois de cancelados.“Abreviaturas e Códigos da OACI” 7.4 INDICADORES E DESIGNADORES 7.1. “SN”.

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7.1.4.2 Doc. 8585 - Designadores de Empresas Exploradoras de Aeronaves, de Entidades Oficiais e de Serviços Aeronáuticos 7.1.4.2.1 Contém designadores de empresas exploradoras de aeronaves, assim como entidades oficiais e de aviação internacional. 7.1.4.2.2 Os designadores compreendem: a) os telegráficos de três letras destinados para o uso no serviço internacional de telecomunicações aeronáuticas; e b) os telefônicos de empresas exploradoras de aeronaves, assim como de entidades oficiais e de serviços que explorem aeronaves, que podem utilizarse conforme apropriado. 7.1.4.3 Código Aeroportuário IATA 7.1.4.3.1 É um código composto por três letras que designa os aeroportos em todo o mundo. É definido pela Associação Internacional de Transportes Aéreos (em inglês, International Air Transport Association – IATA). Exemplo: Boa Vista - BVB; Brasília - BSB e Campina Grande – CGR. 7.1.4.3.2 A criação ou alteração do código deverá ser tratada pelo interessado, através do administrador do aeródromo diretamente com a IATA. Tal ação não implicará nos procedimentos e publicações adotados pelo DECEA, tendo em vista que os indicadores de aeródromos utilizados são os preconizados pela OACI. 7.1.5 INSTALAÇÕES E SERVIÇOS

7.1.5.1 Doc. 7383-AIS/803 – Serviços de Informação Aeronáutica Providos pelos Estados Tem a finalidade de se proporcionar, ao possível usuário da informação aeronáutica, os dados essenciais com respeito ao tipo de informação disponível nos diversos Estados e como poderão ser obtidos. Detalha os Serviços de Informação Aeronáutica prestados pelos Estados, a relação de todos os Estados que prestam o AIS, o tipo de informação de que dispõem, o preço das assinaturas, bem como a forma como podem ser obtidas pelos aeronavegantes. Mostra com quais Organizações cada Estado contratante mantém o intercâmbio internacional de NOTAM.

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7.1.6

PLANO DE NAVEGAÇÃO AÉREA

7.1.6.1 Determina detalhadamente as instalações, serviços e procedimentos necessários para navegação aérea internacional dentro de uma área específica. 7.1.6.2 Contém recomendações que os governos podem seguir em seus programas de instalações e, serviços de navegação aérea, com a segurança de que umas e outras, que se proporcionam de acordo com o plano, formarão, com os demais Estados, uma rede geral que será adequada durante bastante tempo. 7.1.6.3 Em seu aspecto técnico, os planos compreendem uma exposição das instalações e serviços necessários em matéria de AGA, AIS, COM, MET, ATS e SAR, com detalhes suficientes para conseguir o funcionamento adequado do plano em conjunto e sua idoneidade para satisfazer os requisitos presentes e previstos. Os planos compreendem também todo o procedimento especial que se considerem necessários para completar os procedimentos de caráter mundial, contidos nos ANEXOS/OACI e nos Procedimentos para os Serviços de Navegação Aérea (PANS). 7.1.6.4 Doc. 8733 - Plano de Navegação Aérea para as Regiões CAR/SAM 7.1.6.4.1 Apresenta, em forma concisa, o plano OACI para proporcionar instalações e serviços de navegação aérea internacional nas Regiões do Caribe e da América do Sul. 7.1.6.4.2 A exposição de requisitos operacionais básicos e critérios para a planificação regional e a rede de rotas aéreas se põe em dia nas instalações e serviços necessários geralmente por uma conferência regional de navegação aérea. 7.1.7 CATÁLOGO As publicações comentadas nos parágrafos anteriores são de uso mais comum nos órgãos AIS. No entanto, a OACI possui um número muito maior. Anualmente é publicado um Catálogo de Publicações da OACI, em que aparecem todas as publicações em vigor e seu preço para o usuário.

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7.1.8

DISTRIBUIÇÃO

7.1.8.1 Cada Estado participante da Convenção de Aviação Civil Internacional recebe gratuitamente um número determinado de exemplares das publicações da OACI. No mínimo 10 cópias de cada nova publicação são remetidas a cada Estado contratante, fornecendo-se, apenas, uma aos não contratantes. A distribuição de exemplares, além do que determina o Documento 7231 - Regulamento de Publicações da OACI, poderá ser feita mediante indenização. 7.1.8.2 A fim de tornar mais econômica a distribuição de publicações aos Estados participantes, a OACI aconselha a escolha de um órgão central para o seu recebimento e sua distribuição aos órgãos subordinados. No Brasil, esse órgão é a CERNAI (Comissão de Estudos Relativos à Navegação Aérea Internacional). 7.1.8.3 A OACI tem condições de atender a pedidos individuais de fornecimento de publicações, conforme orientação contida no Catálogo de Publicações. No entanto, solicita aos funcionários de órgãos AIS, bem como de empresas de tráfego aéreo, que desejam possuir suas próprias publicações, que façam seus pedidos através de um órgão central. 7.1.8.4 O DECEA possui atualizadas as publicações mais importantes da OACI. 7.1.9 EMENDAS

7.1.9.1 Mensalmente, a OACI distribui um suplemento ao Catálogo de Publicações. Isso permite ao usuário manter-se atualizado quando às publicações editadas pela OACI e que estão em vigor e, conseqüentemente, solicitar aquelas que ainda não tenha recebido. 7.1.9.2 O fornecimento de emendas é gratuito, mesmo para as publicações adquiridas mediante indenização, tanto por órgão oficial, como por usuários particulares. 7.2 DO DECEA A elaboração de uma publicação (convencional, não-convencional ou regulamentar) é tarefa das Divisões e Setores do DECEA, a quem cabe preparar o seu original, que será submetido à apreciação da autoridade competente.

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7.2.1

CONVENCIONAIS São as publicações enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, quanto à confecção,

controle e numeração e complementadas com a legislação em vigor do DECEA. São exemplos de convencionais: a) Diretriz do Comando da Aeronáutica (DCA); b) Folheto do Comando da Aeronáutica (FCA); c) Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA); d) Manual do Comando da Aeronáutica (MCA); e) Norma de Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA); f) Ordem do Comando da Aeronáutica (OCA); g) Plano de Comando da Aeronáutica (PCA); e h) Tabela do Comando da Aeronáutica (TCA). 7.2.2 NÃO-CONVENCIONAIS São as publicações usadas na divulgação de assuntos altamente especializados, que obedecem a padrões internacionais ou cujas características impedem a utilização das publicações convencionais. Possuem estruturas de aspecto específico e não estão enquadradas na ICA 5-1 do CENDOC, porém são complementadas com a legislação em vigor do DECEA. a) Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica (AVCA); b) Almanaque do Comando da Aeronáutica (ACA); c) Boletim do Comando da Aeronáutica (BCA); d) Ordem Técnica do Comando da Aeronáutica (OTCA); e) Manual Auxiliar de Rotas Aéreas (ROTAER); f) Publicação de Informações Aeronáuticas (AIP-MAP); g) Circular Normativa de Proteção ao Vôo (CIR); h) Impressos Especiais (IEPV); i) Acordo e Concepção Operacional*; e k) Configuração Técnica*. (*) ver ICA 19-78.

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7.2.3

REGULAMENTAR Dada a especificidade dos assuntos tratados nas publicações desta espécie, a

sua disposição gráfica e a composição do texto deverão observar a formalística prevista na Instrução que dispõe sobre Regulamentação das Organizações (ICA 19-1). O controle e a numeração destas publicações deverão observar o disposto na ICA 5-1 do CENDOC. São exemplos de publicações regulamentares: a) Regulamento do Comando da Aeronáutica (RCA); Exemplo: RDAER, RISAER, RSAS, RCPGAER, RADA, RUMAER. b) Regimento Interno do Comando da Aeronáutica (RICA); e c) Regulamento de Organização do Comando da Aeronáutica (ROCA).

3 8.2 8.3. O objetivo do sistema é divulgar com antecedência a informação e ainda promover a efetivação de informações e a atualização de publicações em datas previstas. isto não seja possível. a menos que seja impossível. 8. 8.1 FORMAS DE DIVULGAR A INFORMAÇÃO AIRAC Nesse sistema.2. 8. por razões operacionais. c) não sofrerão modificações durante os 28 dias após a data de publicação. mas serão identificadas pela sigla AIRAC. e e) as informações divulgadas terão caráter operacional. que: . baseado em um calendário internacional de datas de publicação e de datas de efetivação. com intervalos de 28 dias. exceto no caso de correções. a informação será divulgada como Suplemento AIP ou emenda ao AIP nas datas internacionais previamente estabelecidas pelo calendário AIRAC.1 MÉTODO DE DISTRIBUIÇÃO O Sistema AIRAC é estruturado de tal modo que possa assegurar. colocadas em lugar de destaque. Quando divulgados de acordo com o sistema AIRAC. tanto as emendas como os suplementos terão as seguintes características: a) serão publicadas em uma data do calendário AIRAC. seguindo a mesma numeração.1 FINALIDADE Denomina-se Sistema Regulamentado (AIRAC) a um sistema especial para divulgação de informação. A publicação e a entrada em vigor da informação serão feitas nas datas previamente estabelecidas. b) entrarão em vigor em uma data do calendário AIRAC. d) serão confeccionados da mesma forma que os Suplementos e as emendas comuns. por considerações operacionais. a menos que.MCA 53-1/2008 77 8 SISTEMA REGULAMENTADO AIRAC Esse capítulo destina-se a dar conhecimento do sistema regulamentado e das datas previstas no calendário AIRAC.

28 dias antes da referida data de entrada em vigor.4. (NR) . a fim de que sejam publicados e cheguem aos usuários com. b) a informação relativa a qualquer das circunstâncias relacionadas sejam distribuídas. mas também das datas nas quais os citados dados devem chegar no ICA. 8.4 8. a informação deverá ser publicada se possível. c) a informação notificada dessa forma não se modifique. baseadas em um intervalo de 28 dias. 28 dias após a data de publicação. de forma que os destinatários possam recebê-la. pelo menos.Portaria DECEA No 63/SDOP. pelo menos. não somente das datas de entrada em vigor.4. Em particular. 8.6). pelo menos nos próximos 28 dias seguintes a data indicada de entrada em vigor. deve ter conhecimento.2 As informações serão planejadas para entrarem em vigor em uma data AIRAC.Portaria DECEA No 63/SDOP. é essencial que a autoridade competente por fornecer os dados básicos para o AIS esteja plenamente familiarizada com o Sistema. . As datas AIRAC são sempre às quintas- feiras.1 PLANEJAMENTO PARA DIVULGAÇÃO Cada ciclo AIRAC é composto por 28 dias.78 MCA 53-1/2009 a) as datas de entrada em vigor se ajustem ao calendário internacional adotado de datas predeterminadas. e d) se por uma razão justificada. a não ser que as circunstâncias notificadas sejam de caráter temporário e não perdurem durante a totalidade do período.Portaria DECEA No 63/SDOP. pelo menos. de 21 de outubro de 2009. 8. de 21 de outubro de 2009.4.3 Para que o Sistema AIRAC funcione satisfatoriamente. observando-se o prazo de. de 21 de outubro de 2009. (NR) . pelo menos 28 dias antes do início de ciclo AIRAC dentro do qual cai a data prevista de entrada em vigor.Portaria DECEA No 63/SDOP. (NR) . 28 dias de antecedência da data de entrada em vigor (ver 8. a data prevista de entrada em vigor não coincidir com uma das datas de entrada em vigor predeterminada do sistema AIRAC. (NR) . de 21 de outubro de 2009.

4. de 21 de outubro de 2009.1.4.5 A informação fornecida conforme o Sistema AIRAC será publicada em forma impressa e distribuída pelo PAME-RJ com.2). e 3a) data de entrada em vigor da informação. (NR) .Portaria DECEA No 63/SDOP. 8.5 AIRAC NIL Quando não houver informação a publicar nas datas predeterminadas. de 21 de outubro de 2009. Data estipulada pelo DECEA para receber a informação que será divulgada de acordo com o sistema AIRAC (ver 5.4 O sistema AIRAC está associado a três datas importantes que são: 1a) data limite em que os dados têm que chegar ao ICA.5. Exemplo: Calendário de 2009 / 2010 Data limite de entrada no ICA 02 FEV 2009 23 FEV 2009 28 DEZ 2009 Data de publicação 09 ABR 2009 07 MAIO 2009 11 MAR 2010 Data de entrada em vigor 07 MAIO 2009 04 JUN 2009 06 MAIO 2010 (NR) . pelo menos.Portaria DECEA No 63/SDOP. pelo menos. (NR) . de forma que os destinatários possam recebê-la com. 2a) data de publicação da informação. 8. publicarse-á um NOTAM AIRAC NIL.MCA 53-1/2009 79 8. . Esse aviso será publicado por meio de séries nacionais e internacionais de NOTAM. 28 dias de antecedência.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009. 42 dias antes da data de entrada em vigor.

áreas de controle. de caráter permanente onde exista possibilidade de interceptação. zonas de parada e pátios. regulamentos e procedimentos aplicáveis a: . . Estabelecimento. de 21 de outubro de 2009. . altura e iluminação de obstáculos para a navegação.6 QUANDO EMPREGAR O SISTEMA AIRAC (NR) . irregularidades conhecidas e períodos de manutenção de auxílio rádio à navegação e instalações de comunicações.rotas ATS. i) perigos para a navegação. onde exista a possibilidade de interceptação. ou parte delas.80 MCA 53-1/2009 8. ou partes delas.regiões de informação de voo. . de chegada e partida.áreas perigosas. c) procedimentos de espera e aproximação. eliminação e modificação significativa prevista (inclusive testes operacionais) de: a) limites (horizontais e verticais). códigos de chamada. g) horários de funcionamento de aeródromos. de táxi.zonas ou rotas. e . de atenuação de ruídos e qualquer outro procedimento ATS pertinente. d) instalações de meteorologia (incluindo radiodifusão) e procedimentos. proibidas ou restritas (incluindo tipos de atividades e períodos de ativação quando conhecidos) e ADIZ. migração e saúde. . f) posição. h) serviços de alfândega. instalações e serviços.áreas de serviço de assessoramento. . e j) zonas ou rotas.Portaria DECEA No 63/SDOP. .zonas de controle. exercícios militares e movimento em massa de aeronaves. frequências. e) pistas de pouso. b) posições.

de 21 de outubro de 2009.MCA 53-1/2009 81 8.7 CALENDÁRIO DE DATAS AIRAC (NR) . 2010 2011 2012 2013 2014 14 JAN 11 FEV 11 MAR 8 ABR 6 MAIO 3 JUN 1 JUL 29 JUL 26 AGO 23 SET 21 OUT 18 NOV 16 DEZ 13 JAN 10 FEV 10 MAR 7 ABR 5 MAIO 2 JUN 30 JUN 28 JUL 25 AGO 22 SET 20 OUT 17 NOV 15 DEZ 12 JAN 9 FEV 8 MAR 5 ABR 3 MAIO 31 MAIO 28 JUN 26 JUL 23 AGO 20 SET 18 OUT 15 NOV 13 DEZ 10 JAN 07 FEV 07 MAR 04 ABR 02 MAIO 30 MAIO 27 JUN 25 JUL 22 AGO 19 SET 17 OUT 14 NOV 12 DEZ 09 JAN 06 FEV 06 MAR 03 ABR 01 MAIO 29 MAIO 26 JUN 24 JUL 21 AGO 18 SET 16 OUT 13 NOV 11 DEZ .Portaria DECEA No 63/SDOP.

em rota. e) Fase 5: Aproximação para o pouso ou perdida. aproximação e pouso) e há. saída. . e f) Fase 6: Pouso e táxi até o ponto de estacionamento. a saber: a) Fase 1: Táxi desde o ponto de estacionamento da aeronave até o ponto de decolagem. a fim de que os Especialistas AIS possam desempenhar suas funções. 9. b) Fase 2: Decolagem e subida até a estrutura de rota ATS. em seu ANEXO 4 . d) Fase 4: Descida até aproximação.1 FINALIDADE As Cartas Aeronáuticas têm por finalidade facilitar as tarefas das tripulações aéreas durante as diferentes fases do vôo (rolagem. 9. c) Fase 3: Estruturas de Rotas ATS. porém contribuem para a segurança do vôo.82 MCA 53-1/2008 9 CARTAS AERONÁUTICAS Nesse capítulo. define que o vôo é dividido em 6 (seis) fases. ainda. estão descritas de forma sucinta.Cartas Aeronáuticas.2 FASES DO VÔO A OACI. todas as cartas aeronáuticas publicadas pelo DECEA. as que não têm caráter operacional imediato.

bem como os procedimentos indicados no Documento 8168 . e c) PAME . 9.responsável pelas informações aeronáuticas. h) Carta de Aeródromo (ADC).3.Manual de Cartas Aeronáuticas.Tipo A (AOC).Cartas Aeronáuticas. procedimentos e rotas. b) Carta de Rotas (ERC).responsável pelas informações ATS. d) Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC).1 APRESENTAÇÃO Na confecção das cartas são aplicadas as normas e recomendações indicadas no ANEXO 4/OACI .4 TIPOS O DECEA publica os seguintes tipos de cartas: a) Carta de Planejamento de Vôo (FPC). i) Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC).responsável pela impressão e distribuição. . 9.3 9. b) ICA .Construção de Procedimentos de Vôo Visual e por Instrumentos e no Documento 8697 . k) Carta de Saída por Instrumentos (SID).3. f) Carta de Altitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR). cálculo. g) Carta de Pouso (LC). l) Cartas de Chegada Padrão por Instrumento (STAR).2 Na produção de uma carta aeronáutica estão quase sempre presentes os trabalhos de três segmentos do DECEA: a) CINDACTA/SRPV (DO-ATM) . j) Carta de Aproximação Visual (VAC). sobre topografia.MCA 53-1/2008 83 9. c) Carta de Obstáculos de Aeródromo . e) Carta de Área (ARC).Operações de Aeronaves . desenho e padronização.

q) Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP).5. impressas uma no verso da outra. 4 para as rotas ATS no espaço aéreo inferior (L1/L2 e L3/L4) e 4 para as rotas no espaço aéreo superior (H1/H2 e H3/H4). cartas da AIP-Brasil e AIP-Brasil MAP podem ser visualizadas no Portal do DECEA (AISWEB). São produzidas 8 cartas. As Cartas de Rotas estão estreitamente relacionadas com as Cartas de Área e com as Cartas de Saída por Instrumentos. A FPC é produzida em duas versões. p) Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV). São confeccionadas na escala 1:3. NOTA: As FPC. WAC.000. .500.000. s) Carta de Rotas Especiais de Aeronaves (REA).2 Carta de Rota (ERC) 9. exceto a L1. 9.1.84 MCA 53-1/2008 m) Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC).5. 9. conforme o item 4.1 DESCRIÇÃO CARTAS AVULSAS 9.000. desse Manual. n) Carta Aeronáutica Mundial (WAC).1.2.5. ERC. que está na escala 1:2.1 Carta de Planejamento de Vôo (FPC) Destina-se a facilitar a seleção de rotas na fase de planejamento das operações de vôo.1 Tem por finalidade principal facilitar a tarefa das tripulações de vôo durante a navegação apoiada em auxílios-rádio e desenvolvida de acordo com os procedimentos estabelecidos pelo serviço de tráfego aéreo para os vôos nas rotas ATS de todo o território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil.1.5.000.5 9. e t) Carta de Rotas Especiais de Helicópteros (REH). o) Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV). distâncias e auxílios-rádio principal.2. fornecer uma visão geral de todas as rotas ATS existentes no território brasileiro e as áreas oceânicas sob responsabilidade do Brasil. uma para as aerovias inferiores e a outra para as aerovias superiores. r) Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP). com suas respectivas identificações. São confeccionadas na escala 1:10.000.

MCA 53-1/2008 85 9.1.2. com os seguintes significados: a) U (UPPER): indicando rota pertencente ao espaço aéreo superior.2 Utilização Prática 9.5. T.2 Identificação de Rotas ATS 9. e d) Q.2. b) L.2. N e P são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV.5.1.1 Cada rota ATS é identificada por um designador que consiste numa das letras designadas abaixo: a) A.2. 9.2. e c) K (KOPTER): indicando rota específica para vôo de helicóptero.1 Composição da Rota ATS 9. c) H. Y e Z são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e são RNAV.5.2.1. e R são usadas na identificação de rotas que fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e não são RNAV. S e K.1.2.1.5.2.2. V e W são usadas na identificação de rotas que não fazem parte das Redes Regionais de Rotas ATS e que não são RNAV. M.5.2. b) S (SUPERSONIC): indicando rota específica para vôos supersônicos. G. B. NOTA: A ausência de tais letras significa que a rota ATS pertence ao espaço aéreo inferior. J.2 Um designador de rota poderá ser acompanhado das letras U.2. .

2.5.3 Simbologia .1.86 MCA 53-1/2008 9.

.. deve ser registrado a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: W45 BGC DCT. NOTA 4: Todos os limites verticais de aerovias são em níveis de vôo. 9.2. Exemplos: 1) Num vôo de SBCF(CNF)/SBKP(CPN). e não: UA317. NOTA 7: As rotas ATS são balizadas através dos auxílios à navegação (VOR/NDB). deverá ser observado a AIP-BRASIL Parte ENR. deve ser registrada a seguinte rota no CAMPO 15 do plano de vôo: UA317 PAI DCT. Se o valor encontrado não corresponder a um nível de vôo.1.MCA 53-1/2008 87 NOTA 1: Todas as marcações são magnéticas. não é considerado vôo em aerovia. b) soma-se a maior correção QNE da rota. ou qualquer aeródromo da TMARJ. fixos etc.5. e c) soma-se 1000 pés (300m) gabarito. Para rota ATS ser utilizada como rota entre dois pontos. NOTA 2: Todas as altitudes são em pés (FT). NOTA 5: Fora dos limites laterais e/ou abaixo do nível de vôo mínimo de aerovias. NOTA 2: A correção referida em (b) anterior é obtida na publicação intitulada “Correção QNE”. 2) Num vôo de SBBR(BRS)/SBGL(CAX). e não: W45. distância.4 O cálculo do nível mínimo para vôo IFR fora de aerovia obedece aos seguintes critérios: a) procurar a altitude do ponto mais elevado dentro de uma faixa de 16NM (30 Km) para cada lado do eixo da rota. nível mínimo. NOTA 3: Todas as distâncias são em milhas náuticas (NM). arredonda-se para o nível de vôo IFR imediatamente acima. NOTA 1: Sobre regiões montanhosas o gabarito é de 2000 pés (600m). esses devem estar abrangidos pelos limites laterais. NOTA 6: Qualquer esclarecimento sobre rumo.

400.000 até 1:24.5. É obrigatória para todos os aeródromos abertos ao tráfego aéreo comercial internacional. 9.3.5.1 Carta de Área (ARC) É uma carta avulsa que se destina a proporcionar ao piloto informações que facilite sua tarefa nas transições entre o vôo em rota e a aproximação para um aeródromo através de áreas terminais com estruturas complexas de rotas ATS.2.1 Carta de Obstáculos de Aeródromo . onde existirem obstáculos. os procedimentos em caso de falha de comunicação com o órgão de controle radar.2 Carta Topográfica de Aproximação de Precisão (PATC) Tem por finalidade proporcionar informação detalhada sobre o perfil do terreno de determinada parte da área de aproximação final.5.1:2. Descreve. textualmente.000 e vertical.5. 9. 9. para que os exploradores de transporte aéreo possam avaliar o efeito do terreno ao determinar a altura de decisão empregando radioaltímetro. NOTA: As Cartas ARC do Rio de Janeiro/São Paulo e ARC Curitiba/Florianópolis/ Navegantes são distribuídas separadamente do AIP-MAP. que possam ter interferência na limitação operacional das aeronaves durante a decolagem.88 MCA 53-1/2008 9. São confeccionadas em duas escalas: horizontal . nas quais as informações não possam ser adequadamente representadas na escala das ERC.2 MANUAL AIP-BRASIL 9. São obrigatórias para todos os aeródromos dotados de equipamentos para aproximação por instrumentos de Categoria II e III.MAP 9. .3 MANUAL AIP BRASIL .5.1:500.2.Tipo A (AOC) Tem por finalidade representar todos os obstáculos existentes nas áreas da decolagem.000 até 1:2. por intermédio de cartas avulsas.500 e vertical . podendo variar de 1.5. podendo variar de 1:10. São confeccionadas em duas escalas: horizontal.2 Carta de Atitude Mínima de Vetoração Radar (CAMR) Tem por finalidade fornecer informação que permita às tripulações monitorar e conferir as altitudes ou níveis atribuídos quando sob controle radar.3.

MCA 53-1/2008 89 9. 9. provendo as informações necessárias para pouso.6 Carta de Aproximação Visual (VAC) A função desta carta é proporcionar ao piloto uma visão gráfica dos procedimentos de circulação visual no tráfego para pouso ou decolagem. distâncias declaradas. É identificada pelo nome do fixo ATS a que se destina a aeronave. 9.5. NOTA: Essa carta está sendo substituída pela carta de aeródromo (ADC).7 Carta de Saída por Instrumentos (SID) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo as informações que permitem chegar à rota prevista.3. É publicada somente para os aeródromos onde o tráfego visual para o aeródromo for diferente do circuito padrão. A carta de estacionamento de aeronaves possui.5. onde as saídas se bifurcarem.3. em saídas por instrumentos. desde o pátio de estacionamento até a pista de pouso e vice-versa. no verso. informações sobre as coordenadas dos pontos de estacionamento. temperatura de referência. coordenadas das cabeceiras. A carta de aeródromo possui no seu verso informações sobre as características físicas do aeródromo.5. perfil longitudinal e observações (RMK) sobre utilização das pistas e pátios representados. Quando a saída se destina a dois ou mais fixos. Contém uma representação gráfica das principais instalações e serviços existentes no aeródromo. de modo a facilitar a aproximação para a pista em uso.3 Carta de Pouso (LC) Tem por finalidade fornecer uma ilustração do aeródromo.3.3.5 Carta de Estacionamento de Aeronaves (PDC) Destina-se a proporcionar os detalhes necessários para os movimentos das aeronaves entre as pistas de táxi e as posições de estacionamento nos pátios e vice-versa. 9.5. auxílios visuais. sinalização horizontal.3. . auxílios luminosos. dos pontos INS e observações (RMK) sobre a utilização dos pátios representados.4 Carta de Aeródromo (ADC) Tem por finalidade proporcionar às tripulações de vôo a informação necessária para facilitar o movimento das aeronaves no solo. 9.5. a designação será a do fixo comum. no momento da transição para o vôo visual e para a rápida saída da pista depois do pouso.

após a identificação da pista.3.9.9. caso tenha um outro procedimento com mesmo tipo e RWY. Exemplo: ILS RWY 10 CAT II 9.9.5. RADAR. 9.1. Exemplos: RNAV(VOR / DME) RWY 24 .3. GPS.5. sem espaço. Exemplo: ILS/DME VOR/DME LLZ/DME 9.4 Nos procedimentos de navegação de área. 9.5.9.9 Carta de Aproximação por Instrumentos (IAC) Tem por finalidade proporcionar a representação gráfica vista em planta e em perfil de uma aproximação por instrumentos. aproximação perdida (arremetida) e a órbita de espera. VOR. os tipos de auxílio-rádio serão separados por uma barra diagonal inclinada à direita. a identificação será precedida da sigla “RNAV” e com os auxílios utilizados para a execução do procedimento logo a seguir da sigla e entre parênteses.3 Nos procedimentos ILS com categoria II ou superior à categorização do ILS.1.8 Carta de Chegada Padrão por Instrumento (STAR) Tem por finalidade proporcionar à tripulação de vôo a informação que lhe permita seguir a rota de chegada padrão por instrumento designada.1 Identificação 9.1.90 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Quanto ao número de letras deverão ter a grafia e a fonética com cinco letras. ILS. será acrescida uma letra após o tipo de procedimento. seguida da abreviatura RWY e designador da THR ou das THR.5. será colocada.3.1 A identificação do tipo de procedimento de aproximação por instrumentos será colocada na margem superior direita da carta e feita pelo tipo de procedimento (NDB.2 Nos procedimentos conjugados. a informação “CAT II”. É obrigatória para todo aeródromo aberto para operações por instrumentos (IFR). 9. 9.5. ora existentes com pontos de notificação e fonética de quatro letras serão gradativamente substituídas para adequar-se ao preconizado pela OACI. PAR).3.5. NOTA 2: As SID. desde a fase em rota até a fase de aproximação.1.5. nos procedimentos somente para circular e.9.3.3.3.

. Exemplos: VOR A RWY 02 e VOR B RWY 02..3. ECHO 2. 9.5 Quando houver mais de um procedimento que utilize os mesmos auxílios à navegação. Exemplos: PAR RADAR (Não precisão) ILS VOR NDB Descida ALFA 1.1.5..9. Exemplo: VOR RWY 10 (HEL ONLY). VOR Y RWY 14. 9.. NOTA 2: Nos procedimentos exclusivamente para helicópteros será colocada após a identificação da pista. e assim sucessivamente. e assim sucessivamente. Descida DELTA 1. ALFA 2..3.1.9..6 Para procedimentos somente para circular.1. 9. Descida CHARLIE 1.1 O nome do procedimento é identificado por um grupo alfanumérico e pela designação da pista para a qual se aplica o procedimento.5.5.. NOTA 1: A ausência de auxílio-rádio após a sigla RNAV.3.1.9. que utilizem os mesmos auxílios à navegação..5. Exemplos: VOR Z RWY 14.. CHARLIE 2. BRAVO 2.9.. a informação “ HEL ONLY “... Descida BRAVO 1.MCA 53-1/2008 91 9. iniciando por Z e em seqüência descendente. indica-se que o procedimento poderá ser executado utilizando-se qualquer dos sistemas para a navegação de área.3.7. iniciando por A e em seqüência ascendente.. a identificação será seguida de uma letra do alfabeto. seguido do tipo de auxílio-rádio principal (DELTA 1 RWY 15-VOR)... a identificação será seguida de uma letra do alfabeto. Descida ECHO 1.7 A identificação abaixo está sendo gradativamente substituída pela identificação supra citada. DELTA 2. .

9 Altitude Mínima de Setor (MSA) .9.5. localizados dentro de uma mesma TMA/CTR.3.3.92 MCA 53-1/2008 NOTA: Quando houver mais de um aeródromo. sob jurisdição de um mesmo APP. os procedimentos receberão designadores na seguinte ordem de importância dos aeródromos: AUXÍLIO PAR RADAR ILS VOR NDB 9. operando por instrumentos.8 Procedimento 1o AERÓDROMO 2oAERÓDROMO ALFA BRAVO CHARLIE DELTA ECHO FOXTROT GOLF HOTEL INDIA JULIETT 3o AERÓDROMO KILO LIMA MIKE NOVEMBER OSCAR 9.5.9.1.1. ou seja.

cartas de rota.5. A carta é também empregada para: a) servir como carta aeronáutica básica na confecção das cartas de área. b) teto. 9.5.3.10 Altitudes Representação Gráfica: 3000 pés 4000 pés 5000 pés 6000 pés 9.5. tais como: auxílios-rádio.5.9.1 Características: a) composta essencialmente de uma base geográfica (de escala maior a fim de que seja obtida a precisão requerida) sobre a qual são adicionadas as informações aeronáuticas.3.altitude máxima ..11 Especificações a) tipo de operação do aeródromo: IFR diurna ou noturna.altitude obrigatória 9.altitude mínima .5.4.4.1. e b) utilização no planejamento de vôo.MCA 53-1/2008 93 9. aeródromos.1.4 OUTRAS CARTAS KT menor que 91 KT de 91 KT a 120 KT de 121 KT a 140 KT de 141 KT a 160 KT de 161 KT a 210 KT . espaços . principalmente ao realizado à alta altitude.9. e c) visibilidade: a categorização da aeronave é de responsabilidade exclusiva do piloto em comando.altitude recomendada . CATEGORIA A B C D E 9.1 Carta Aeronáutica Mundial (WAC) Tem por finalidade atender aos requisitos da navegação visual. tomando-se como base a velocidade na configuração de pouso. etc.1.

b) compilada a partir de uma base cartográfica. tanto para mais como para menos. bem como as altitudes máximas de quadrícula. NOTA: As correções sobre tais cartas podem ser obtidas na AIP-BRASIL. cabendo a cada país a responsabilidade pela edição das folhas compreendidas pelo seu território. que nada mais são que a maior elevação dentro de uma área compreendida entre um grau de diferença de latitude e um grau de diferença de longitude.000.5.1. c) deve indicar claramente os principais acidentes planimétricos.1 Escala é a relação entre uma dada distância na carta e a que ela representa na superfície da terra. Exemplo: 1:1. Para vôos IFR fora de aerovia.4. parte GEN. conforme sua finalidade.5.2.3 Escala 9. d) obrigatória para todo o mundo. 9.2 Restrição ao uso 9.000 (um por um milhão) .4. 9.94 MCA 53-1/2008 aéreos condicionados.4.000.2. a ICA 100-12 deve ser consultada.4. e f) produzida na escala de 1:1. que o uso da carta se limite à navegação VFR.1. juntamente com um resumo das características dos aeródromos e dos auxílios-rádio.4. seção 3.1.1. alerta-se aos usuários que as elevações constantes dentro de cada quadrícula podem estar com incorreção de altimetria.5.2 Recomenda-se também.1.1 Tendo em vista a base geográfica utilizada na compilação da série WAC. arredondada para o múltiplo de dez metros imediatamente superior.3.5.5. e) são necessárias 46 folhas (4x6 graus) para cobrir todo o território brasileiro. subseção 2.000. 9.

em centenas e dezenas de metros. incluindo terrenos e obstáculos. principalmente. indicará que esse valor é baseado em uma elevação estimada. na medida de rumos verdadeiros e eventualmente para achar distâncias.1 Existe.5.4 Elevações máximas 9.1. 9.4.5.4.3.1 Os valores das elevações máximas indicadas nas quadrículas limitadas pelas linhas graduadas de paralelos e meridianos. .5.000 1:500.000 1cm = 10 Km etc 9.4.5.2 Isto quer dizer que. Caso esses algarismos estejam acompanhados de um sinal de subtração (-). pontos cotados e curvas de nível a intervalos de 100 pés.4. um grande número de plotadores que nada mais são que uma combinação de régua e transferidor.1.5 Determinação de Rumos e Distância 9. uma unidade na carta representa um milhão de unidades na superfície. A unidade mais usada é o centímetro. cores hipsométricas.000. referidos ao nível médio do mar (MSL). respectivamente.000 1cm = 2.5.1.4.MCA 53-1/2008 95 9. são representados em milhares (algarismos grandes) e centenas (algarismos pequenos) de pés acima do nível médio do mar. os valores indicados serão expressos.5 Km 1cm = 5 Km 1:1.000 cm = 1 Km Assim: Escala 1:250.1.5. São utilizados. Exemplo: 38 3800FT ALT NOTA: Tendo em vista algumas cartas ainda possuírem elevações em metros.1. através dos algarismos grandes e pequenos. com intermediárias de 330 pés quando necessário. 9.4.2 As formas de terreno são indicadas pelo sombreado do relevo. referente ao elemento de maior elevação (cota) conhecida em cada quadrícula.1.4.5. O valor é baseado na informação disponível. 100.4.

1 se cruzar. e 3 observar se a rota cruza um ou mais meridianos. de forma que o rumo 0º coincida com um meridiano. 3. ajustar o plotador circular.5. ajustar o plotador circular.2 logo após.Rmg: 4 5 6 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota. de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo.4 logo após. alinhar a régua de plotar entre os pontos. . deve-se ajustar o plotador circular. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro. de forma que o rumo 00º coincida com um meridiano. Assim. 7 somar o valor angular da linha isogônica identificada e atualizada com o Rumo Verdadeiro. O resultado dessa operação será igual ao Rumo Magnético. medir o Rumo Verdadeiro. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas. Assim.2 logo após. 8 observar se a rota cruza um ou mais meridianos. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas.1 se cruzar. 8. Medindo o Rumo Magnético .5. 3.RV: 1 2 plotar os dois pontos A e B na carta e traçar a rota.1. 8.96 MCA 53-1/2008 9.3 caso não cruze um ou mais meridianos. o rumo 0º coincidirá com o norte verdadeiro.2 Instruções de Uso do Plotador Medindo o Rumo Verdadeiro . observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada. conforme a variação indicada na carta. deve-se ajustar o plotador circular. 3. 3.4. identificar a linhas isogônica mais próxima aos pontos plotados e atualizá-la. observando as setas de indicação de rumo e contra-rumo. 8.3 caso não cruze um ou mais meridianos. de forma que o rumo 90º coincida com um paralelo.

e alinhar essas marcações com a rota designada. 9. NOTA 1: Para atualizar a linha isogônica. .5. face a sua posição geográfica no globo terrestre. deve-se posicionar o Rumo verdadeiro medido e constante do plotador circular.1 As figuras seguintes servem de ilustração para esclarecer as instruções de uso do plotador. Medindo as Distâncias: 1 2 verificar as marcações constantes na régua. deve-se multiplicar a variação anual pelos anos que se passaram até o momento atual. o valor coincidente com essa declinação. Esse valor é o Rumo magnético. observando a escala apropriada. NOTA 2: No Brasil.4 logo após. no rumo 0º.4. Para se achar o Rumo Magnético. sempre somarão as linhas isogônicas ao Rumo Verdadeiro.MCA 53-1/2008 97 8.1. deve-se observar o valor atualizado da declinação magnética.5. observar o rumo e o contra-rumo indicado nas setas e somá-los com a linha isogônica identificada e atualizada. assim. constatando. constante da marcação de declinação magnética. no plotador circular. e conferir. constante da marcação citada. a distância. Em seguida.2.

98 MCA 53-1/2008 9.2.1.5.5.4.1.1 Para medir Rumo Verdadeiro: .

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99

9.5.4.1.5.2.1.2 Para medir Rumo Magnético:

100

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9.5.4.1.5.2.1.3 Para o cálculo do rumo magnético (Rmg), adicionar ao rumo verdadeiro (Rv) a declinação magnética (Dmg) média, realizando a correção das linhas isogônicas através da variação anual.

Variação anual: 10’W para 1996 Dados: Rv = 080º Dmg =11ºW Correção: (para 2008) 12 anos x 10’= 120’ou 2º Rmg = 080º + 11º + 2º Rmg = 093º 9.5.4.2 Carta de Navegação Aérea Visual (CNAV) Destina-se, como as WAC, a atender as necessidades do vôo visual, principalmente ao realizado à média altitude. É editada na escala de 1:500.000 e é recomendada pela OACI. São necessárias 158 folhas (2x3 graus) para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.3 Carta Imagem para Navegação Aérea Visual (CINAV) Produzida na mesma escala das CNAV com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CNAV em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica.

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9.5.4.4 Carta Aeronáutica de Pilotagem (CAP) Produzida de forma semelhante à WAC, na escala de 1:250.000 e, como ela, destina-se ao vôo visual, principalmente ao realizado à baixa altitude. Não está prevista pela OACI. Há necessidade de 557 folhas (1x1,5 graus)para cobrir todo o território brasileiro. 9.5.4.5 Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem (CIAP) Produzida na mesma escala das CAP com base nas imagens recebidas dos satélites do sistema “Landsat”. Foi criada para substituir as CAP em áreas carentes de base cartográfica, notadamente a Região Amazônica. 9.5.4.6 Carta de Rotas Especiais para Aeronaves (REA) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde a aeronave obedecerá a condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de facilitar o fluxo de tráfego visual, em locais de grande movimento. Esse tipo de carta também é confeccionado para o tráfego de aeronaves sem transponder, identificada com a abreviatura REAST. 9.5.4.7 Cartas de Rotas Especiais para Helicópteros (REH) Apresentam corredores com dimensões definidas, onde o helicóptero obedecerá condições de vôo pré-estabelecidas, com o objetivo de disciplinar o tráfego VFR, evitando conflito com o tráfego IFR e proporcionar o máximo de áreas livres no solo para pouso de emergência. 9.6 9.6.1 ATUALIZAÇÃO As Cartas sofrem substituição sempre que haja alterações importantes a serem

introduzidas. 9.6.2 No final de cada ano será editado o calendário de publicação das emendas às Cartas de

Planejamento (FPC), de Rotas (ERC), as contidas na AIP-Brasil e na AIP-Brasil - MAP, indicando as datas limites de recepção da informação no ICA, as de expedição, as previstas para o recebimento pelos usuários e, ainda, as de entrada em vigor.

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9.6.3

Poderá ser necessário editar novas cartas que fazem parte da AIP-MAP, essas serão

editadas conforme calendário de Suplemento AIP, não sendo incluídas na edição normal, saindo sempre sob a forma de Suplemento AIP. No entanto, a efetivação delas será publicada através de um NOTAM. Essas cartas devem ser inseridas no manual AIP-MAP e a sua Lista de Verificação deve ser atualizada de forma manuscrita, até que passe a constar em uma nova lista. 9.6.4 A quantidade de ciclos AIRAC de distribuição das cartas acima será estabelecida pelo

DECEA. 9.6.5 As outras cartas (ver 9.5.4) vem sendo impressas e reimpressas sem prazos pré-

determinados. 9.6.5.1 Em caso de pequenas alterações, que não exijam substituição, a correção das cartas poderá ser feita através das páginas de "correções manuscritas" existentes no AIP-BRASIL, GEN 3.2.8 (Correções das cartas que não são publicadas na AIP).

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10 REGRAS E PROCEDIMENTOS DE TRÁFEGO AÉREO Nesse capítulo serão abordados Regras e Procedimentos de Tráfego Aéreo necessários para o cumprimento e bom desempenho das atividades rotineiras do Serviço de Informação Aeronáutica. As instruções necessárias para estabelecer os procedimentos para os Serviços ATS podem se adquiridas na ICA 100-12, que contém as seguintes informações relacionadas: a) regras do ar, gerais, de vôo visual e de vôo por instrumentos; b) espaço aéreo sob jurisdição do Brasil; c) estrutura do espaço aéreo; d) classificação do espaço aéreo ATS; e) aerovias; e f) serviços de controle de área, aproximação, aeródromo, informação de vôo e de alerta. 10.1 REGRAS DE VÔO VISUAL 10.1.1 Exceto quando operando como vôo VFR especial, os vôos VFR deverão ser conduzidos de forma que as aeronaves voem em condições de visibilidade e distância das nuvens iguais ou superiores àquelas especificadas na Tab.1 (ver 10.1.2). 10.1.2 Não obstante o estabelecido anteriormente, os vôos VFR somente serão realizados quando simultânea e continuamente puderem cumprir as seguintes condições: a) manter referência com o solo ou água de modo que as formações meteorológicas abaixo do nível de vôo não obstruam mais da metade da área de visão do piloto; b) voar abaixo do nível de vôo 150 (FL150); e c) voar com velocidade estabelecida conforme a Tab.1.

bem como não deverão bloquear os auxílios-rádio sem autorização do respectivo órgão ATC. e c) sobre estabelecimentos penais em altura inferior a 300 metros (1000ft). caso descumpra essa norma.1. 10. povoados. b) em lugares não citados no item anterior.1 As aeronaves em vôo VFR dentro de TMA ou CTR não deverão cruzar as trajetórias dos procedimentos de saída e descida por instrumentos em altitudes conflitantes. decolar. NOTA: A aeronave estará sujeita à ação policial. exceto quando autorizada pela autoridade governamental competente. aeronaves em vôos VFR não poderão pousar.3 Exceto quando autorizado pelo ATC para atender vôo VFR especial. o que for maior Livre de nuvens e avistando o solo das Livre de nuvens 1500m horizontalmente 1500m horizontalmente 300m (1000FT) verticalmente 300m verticalmente Visibilidade 8Km se voando 8 Km se voando no ou 8 Km se voando no ou no ou acima do acima do FL100 acima do FL100 FL100 5 Km se voando 5 Km se voando abaixo do abaixo do FL100 FL100 5 Km se voando abaixo do FL100 5 Km Limite de 380 Kt Velocidade 250 Kt IAS se voando abaixo do FL100 380 Kt IAS se voando acima do FL100 Tab. 1 10. tendo como referência a estrutura mais elevada da parte edificada.104 MCA 53-1/2008 F CLASSE DE ESPAÇO AÉREO Distância nuvens B CDE Acima de 900m (3000 FT) AMSL ou acima de 300m (1000 FT) sobre o terreno o que for maior G A 900m (3000 FT) AMSL abaixo ou 300m (1000 FT) acima do terreno.4. . lugares habitados ou sobre grupos de pessoas ao ar livre. 10. entrar na ATZ ou no circuito de tráfego de um aeródromo se: a) o teto for inferior a 450m (1500 pés). em altura inferior a 150m (500 pés) acima do solo ou da água.1. ou b) a visibilidade no solo for inferior a 5 Km. o vôo VFR não será efetuado: a) sobre cidades. em altura inferior a 300m (1000 pés) acima do mais alto obstáculo existente num raio de 600m em torno da aeronave.4 Exceto em operação de pouso e decolagem.1.

2.3.5. Esse auxílio visual será instalado a critério de seu proprietário. de destino e de alternativa deverão dispor de: .1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida. f) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação VFR noturna. caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período noturno. (NR) . e b) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos de partida.5.2.1. de 21 de outubro de 2009.farol de aeródromo em funcionamento. de destino e de alternativa deverão estar registrados ou homologados para operação VFR.17.sistema de luzes das pistas de pouso em funcionamento (ver itens 15.2 Período Noturno Além das condições prescritas em 10. se a hora estimada sobre esse (via . g) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação VFR noturna. o voo deverá ser iniciado no período diurno. quando se tratar de heliponto privado.1.17.17. 10. d) a aeronave deverá dispor de transceptor de VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com Órgãos ATS apropriados.1: a) o piloto deverá possuir habilitação para voo IFR. caso contrário.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. 15.MCA 53-1/2009 105 10. .2. idêntico critério se aplicará à alternativa.5.5).5 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VÔO VFR 10. atendidas as exigências para o voo VFR diurno.4 e 15. c) os aeródromos de partida.3.3. e . visto que a operação é de sua inteira responsabilidade. e) referente ao farol de aeródromo.1.2.1.1.indicador de direção de vento iluminado ou Órgão ATS em operação. de destino e de alternativa deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR.2. sua exigência poderá ser dispensada a critério do órgão regional do SISCEAB quando se tratar de heliponto público. b) a aeronave deverá estar homologada para voo IFR.

No caso específico de vôo VFR no período noturno nos espaços aéreos citados anteriormente.1). incluindo as projeções dos limites laterais. nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis em algumas aerovias e nas aerovias ou trechos de aerovias de mão única. não se aplicarão ao vôo VFR noturno as exigências contidas em a) e b). CTR ou TMA. em função do rumo magnético da rota a ser voada.2. também será dispensada das exigências contidas em a) e b).5. serão selecionados conforme a Tab. NOTA: Para o cálculo de nível mínimo IFR fora de rota ATS (ver 9.4). 10. quando o aeródromo de destino for o mesmo aeródromo de partida.2 (ver 10. e na inexistência desses espaços aéreos.2 REGRAS APLICÁVEIS AOS VÔO POR INSTRUMENTO (IFR) 10.2.2. será efetuado em um nível/altitude apropriado à rota. exceto quando autorizado em contrário pelo respectivo ACC. 2 (ver 10.3.1. quando realizado dentro de um raio de 50Km (27NM) do aeródromo de partida. . 10. de acordo com a Tab.1) e com o item 10. mesmo que não exista um aeródromo de alternativa habilitado para operação noturna no espaço aéreo em questão ou o vôo for evoluir em CTR ou TMA contíguas.106 MCA 53-1/2008 aeródromo ou heliponto de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período noturno.1 NÍVEIS MÍNIMOS Exceto quando necessário para pouso ou decolagem.3.3.2. quando realizado acima de 900m (3000 pés) em relação ao solo ou água.1. e h) quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ.2 NÍVEIS DE CRUZEIRO Os níveis de cruzeiro de vôos IFR efetuados dentro e fora dos espaços aéreos controlados. o vôo VFR em nível de cruzeiro. o vôo IFR deverá ser realizado em nível não inferior ao nível mínimo de vôo estabelecido para a rota a ser voada. nos casos previstos nas cartas de rota para propiciar continuidade de níveis e nas aerovias de mão única.6 NÍVEIS DE CRUZEIRO Exceto quando autorizado pelo Órgão ATC. 10.

uma carta de aproximação por instrumentos (IAC RNAV – GNSS) aprovada pelo DECEA. de 27 de abril de 2009. as condições meteorológicas predominantes nesse aeródromo ou heliponto deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação VFR .5. (NR) . de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. h) para operação de decolagem IFR. deverá possuir uma carta de aproximação por instrumentos (IAC). d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida. o aeródromo de alternativa selecionado IFR deverá estar operando baseado em IAC convencional (VOR. e i) para operação de pouso IFR. de destino e de alternativa deverão estar homologados ou registrados para operação IFR diurno.MCA 53-1/2009 107 10. deverá possuir uma carta de saída por instrumentos (SID).2.2. poderá ser utilizada para execução do procedimento IFR. f) órgão ATC ou AFIS em funcionamento.Portaria DECEA No 63/SDOP. Nesse caso. de destino. c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem (ver 11. g) para operação de pouso IFR. aprovada pelo DECEA.4). e) auxílio-rádio à navegação homologado pelo DECEA.2. aprovada pelo DECEA.3.3 CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE VOO IFR 10. em funcionamento. b) caso o aeródromo ou heliponto de partida não esteja homologado para operação IFR. . Nessa situação o voo somente poderá partir VFR.1 Período Diurno a) os aeródromos ou helipontos de partida. de 21 de outubro de 2009. NDB ou ILS). para a realização dos procedimentos IFR convencionais.8.

5 ). c) as condições meteorológicas predominantes no aeródromo ou heliponto de partida deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR de decolagem. d) a aeronave deverá estar em condições de estabelecer comunicações bilaterais com os Órgãos ATS que existirem nos aeródromos ou helipontos de partida.1. e e) os aeródromos ou helipontos envolvidos deverão obrigatoriamente possuir sistema de luzes das pistas em funcionamento (ver itens 15. se a hora estimada sobre esse (via aeródromo de destino ou ponto de desvio) ocorrer no período diurno.17. caso a hora estimada de chegada ao aeródromo ou heliponto de destino ocorra no período diurno.1.3.Portaria DECEA No 63/SDOP.2.2.2. de 21 de outubro de 2009.2 Período Noturno a) o aeródromo ou heliponto de partida deverá estar homologado para operação IFR noturna. idêntico critério se aplicará à alternativa.17. (NR) . de alternativa e aqueles responsáveis pelos espaços aéreos que forem sobrevoados.2. 15. . bastará que esse aeródromo ou heliponto esteja homologado para operação IFR diurna.108 MCA 53-1/2009 10.2. atendidas as exigências para o voo IFR diurno.2.3.17. de destino. b) os aeródromos ou helipontos de destino e de alternativa deverão estar homologados para operação IFR noturna.3. caso contrário.3. o voo deverá ser iniciado no período diurno.4 e 15.

. FL390 e FL410).1 Os níveis de cruzeiro (nível. etc. sobre todo espaço aéreo de jurisdição do Brasil e o corredor EUR/SAM (corredor entre a Europa e a América do Sul). 2 FL 30 50 70 90 110 130 150 170 190 210 230 250 270 290 330 370 410 450 490 etc. em obediência às regras de tráfego aéreo.Portaria DECEA No 63/SDOP. Dessa forma.3 TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO 10. altitude e altura) a serem observados.3.) e ALTITUDE EM PÉS (exemplo: A030. etc.6.3. excetuando-se os casos previstos nas REA ou REH e acordos operacionais reconhecidos pelo DECEA. são os constantes da tabela seguinte: RUMO MAGNÉTICO DE 000º a 179º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 3000 35 1050 3500 900 5000 55 1700 5500 1500 75 2300 7500 2150 7000 95 2900 9500 2750 9000 11000 115 3500 11500 3350 13000 135 4100 13500 3950 15000 4550 5200 17000 19000 5800 21000 6400 23000 7000 7600 25000 27000 8250 29000 8850 33000 10050 11300 37000 41000 12500 45000 13700 49000 14950 etc. DE 180º a 359º VOOS IFR VOOS VFR ALTITUDE FL ALTITUDE metros pés metros pés 2000 600 1200 4000 1350 4500 45 1850 6000 65 2000 6500 8000 2450 85 2600 8500 3050 10000 105 3200 10500 3650 12000 125 3800 12500 4250 14000 145 4400 14500 4900 16000 5500 18000 6100 20000 6700 22000 7300 24000 7900 26000 8550 28000 9450 31000 10650 35000 11900 39000 13100 43000 14350 47000 15550 51000 etc. FL340. FL360. A055. FL330. 10. FL350. FL310.3. etc). rumo magnético entre 180º/359º (FL300. F055.MCA 53-1/2009 109 10. 10.3 A RVSM será aplicada no volume de espaço aéreo entre os níveis FL290 (inclusive)/FL410 (inclusive). (NR) .2 Os dados previstos para serem inseridos no plano de voo CAMPO 15 “NÍVEIS DE CRUZEIRO” (ver 11. FL380 e FL400). etc. FL 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240 260 280 310 350 390 430 470 510 etc. deverão obrigatoriamente selecionar seus níveis IFR da seguinte forma: rumo magnético entre 000º/179º (FL290. de 21 de outubro de 2009. FL370.2) são os constantes nas colunas FL (nível de vôo . Tab. as aeronaves que evoluírem nessa porção (limites verticais e laterais) do espaço aéreo. FL320.5.exemplo: F030.

b) CTA entre o FL145/FL245 estão classificadas como Classe A.2 No Brasil as classes aplicadas são as seguintes: SUJEITO AUTORIZAÇÃO ATC SIM SIM CLASSES TIPO DE VÔO IFR IFR VFR LIMITE DE VELOCIDADE NÃO APLICÁVEL NÃO APLICÁVEL 380KT IAS NÃO APLICÁVEL RÁDIO COMUNICAÇÃO BILATERAL CONTÍNUA BILATERAL CONTÍNUA A B C IFR VFR ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM D IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA SIM IFR E VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS ABAIXO FL100:250KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO SIM NÃO F/G IFR VFR IGUAL OU ACIMA FL100: NÃO APLICÁVEL ABAIXO FL100:250KT IAS ACIMA FL100: 380KT IAS BILATERAL CONTÍNUA NÃO NÃO 10.4 CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS 10. c) CTA entre o nível mínimo e o FL145 estão classificadas como Classe D.4.4.3 Deve-se observar que todas as: a) FIR. GND/UNL ou GND-MSL/UNL estão classificadas como Classe G. e) aerovias superiores. 10. e . d) UTA estão classificadas como Classe A. estão classificadas como Classe A.1 Os espaços aéreos ATS são classificados e designados alfabeticamente de A a G.110 MCA 53-1/2008 10. f) TMA e CTR estão classificadas como classes C ou D.4. e as inferiores acima do FL145.

3 NÍVEIS MÍNIMOS IFR FORA DE AEROVIA É responsabilidade do piloto em comando calcular o nível mínimo para vôo IFR toda vez que o vôo for realizado fora de aerovia (ver 9. referente à interrupção parcial. b) adicionalmente. 10.MCA 53-1/2008 111 g) aerovias inferiores. com pouso ou decolagens em aeródromos localizados dentro dos limites laterais desses espaços aéreos. se as notificações vierem acompanhadas das mudanças que tenham de ser feitas no plano de vôo em vigor. sujeitos às seguintes disposições: a) poderão ser autorizados vôos VFR especiais. o APP poderá autorizar vôos VFR especiais para operação local dentro de uma CTR. abaixo do FL145. NOTA: Durante a aplicação do Plano de Contingência. com decolagem e pouso no mesmo aeródromo. todas as rotas ATS serão reclassificadas como classe G.5.1.2 NÍVEL MÍNIMO DE AEROVIA É o nível estabelecido pelo DECEA e indicados nos trechos de aerovias constantes das ERC ou na AIP-BRASIL. referente à interrupção parcial.1 MUDANÇAS DE REGRA DE VÔO Os órgãos ATC somente aceitarão cancelamentos de planos de vôo IFR para VFR e VFR para IFR. vôos VFR especiais poderão ser autorizados pelo APP. todas as rotas ATS do espaço aéreo inferior terão seus níveis de vôo mínimo alterados para o FL160.5. . inclusive.5. 10. estão classificadas como Classe D.5. 10.4).4 AUTORIZAÇÃO PARA VÔOS VFR ESPECIAIS Quando as condições de tráfego permitirem.2. 10. para que aeronaves entrem ou saiam de uma CTR ou TMA.5.5 REGRAS GERAIS 10. Durante a aplicação do Plano de Contingência. Nesses casos os vôos serão conduzidos como VFR especiais somente nos trechos compreendidos dentro desses espaços aéreos.

TETO .300m (1000 pés).VISIBILIDADE .3000m ou o valor constante da SID (o que for maior). e e) as condições meteorológicas predominantes nos aeródromos envolvidos deverão ser iguais ou superiores aos seguintes valores: .112 MCA 53-1/2008 c) somente poderão ser realizados vôos VFR especiais no período diurno. d) as aeronaves deverão estar equipadas com transceptor VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATC apropriados. e . .

AIP-BRASIL. AIP-MAP.1 CONSIDERAÇÕES 11.2 Considerando que o objetivo principal desse capítulo é reunir matérias relacionadas às mensagens veiculadas nas Salas AIS de aeródromo (Planos de Vôo Completo ou Simplificado. AIC N05/2007 e AIC N19/2008. AIC N06/2006. ICA 100-4. ICA 100-15. Mensagem de Transporte Especial e Mensagem Administrativa ao SICONFAC) explicando e exemplificando procedimentos que visam divulgar e completar assuntos já tratados em outras publicações oficiais relacionadas a doutrina básica do Especialista AIS.MCA 53-1/2008 113 11 MENSAGENS VEICULADAS NAS SALAS AIS 11.1. CHG e CNL) poderão ser observados nos Anexos B. possa atuar de maneira a aplicar os diversos conceitos a respeito do assunto supracitado. 11. ICA 100-3. ICA 63-13. . MCA 100-11. MCA 102-7.3 Dessa forma.4 Modelos de Planos de Vôo (Completo e Simplificado) e das respectivas mensagens de atualização (DLA. mensagens de atualização de Plano de Vôo.1.1. 11. ICA 100-9.1 As informações abordadas nesse capítulo estão ligadas direta ou indiretamente às seguintes publicações: ICA 53-2. ROTAER. FCA 63-50.1. ICA 100-12. ICA 100-11. ICA 100-1. 11. C e D. uniformizando as ações tomadas no referido órgão. nunca divorciando a teoria da prática. no desempenho de suas funções numa Sala AIS. temos a certeza que o nosso profissional.

Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC (MENOS 20 MIN. Y ou Z APRESENTADO EM SALA AIS QUE NÃO AD PART VOO DOMÉSTICO IFR. VFR. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO IFR. Y ou Z (1) (PARA TRECHOS INICIADOS NO EXTERIOR APRESENTADOS EM SALA AIS NO BRASIL) PLN VOCOM EMPRESAS AÉREAS CONCESSIONÁRIAS (*) ACC DE ORIGEM DO VOO ACC ADJACENTE ÓRGÃO ATS AD DEST SALA AIS AD PART CGNA CODA COpM (2) X X X X X X X X (1) X X X X X(2) X X X X X X(2) X (3) X (3) X X(4) X X X X X X(2) X (5) X X (6) X (7) (*) X X(2) (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. de 27 de abril de 2009. DLA. Y ou Z (MENOS 20 MIN. Y ou Z (1) VOO INTERNACIONAL IFR. VFR. sempre antes de encaminhar o PVS e suas mensagens de atualização para transmissão. VFR. ENVOLVENDO DUAS FIR) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL(*) VOO DOMÉSTICO PVS/DLA/CHG/CNL COM AVOEM ou AVODAC(*) VOO INTERNACIONAL IFR. Y ou Z VOO DOMÉSTICO IFR. como se tivesse sido apresentado nessa Sala AIS. e CNL) como se fosse a Sala AIS do aeródromo de partida do voo.114 MCA 53-1/2009 11. VFR.2 ENDEREÇAMENTO DE PLN E MENSAGENS ATS (FPL/DLA/CHG/CNL) ÓRGÃOS PLN/DLA/CHG/CNL VOO DOMÉSTICO IFR. de 27 de abril de 2009. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. OBSERVAÇÕES: (1) A Sala AIS do aeródromo de partida do voo. VFR. . CHG. (3) Informar ao órgão ATS local pelos meios disponíveis. VFR. deverá retransmiti-lo conforme a tabela acima. ao receber o FPL e/ou suas mensagens de atualização. a Sala AIS que recebeu o plano de voo (PLN) deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL. na inexistência de Sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que essa não esteja em funcionamento. Y ou Z COM AVOEM ou AVODAC VOO DOMÉSTICO IFR. (2) Os COpM das FIR a serem sobrevoadas. VFR. Excepcionalmente.

(6) Os ACC das FIR a serem sobrevoadas. devendo ser cumprido fielmente por todos os órgãos que as veiculam. NOTA: Os procedimentos previstos nesse item referentes ao endereçamento de mensagens. deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes ( FPL. (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP. NOTAM. No caso das mensagens relacionadas à aeronave presidencial. mensagem de serviço. de 27 de abril de 2009. DLA. deverá ser transmitida também à Sala ARO do aeródromo de partida do voo.3 INDICADORES DE DESTINATÁRIOS E DE REMETENTES ACC RECIFE BRASÍLIA CURITIBA AMAZÔNICA ATLÂNTICO IFR(I/Y/Z)(*) SBREZQZX SBBSZQZX SBCWZQZX SBAZZQZX SBAOZQZX VFR SBREZFZX SBBSZFZX SBCWZFZX SBAZZFZX SBAOZFZX NOTA: O designador telegráfico do ACC “ZRZX”.). (7) Quando não existir uma sala AIS no aeródromo de partida do voo ou que não estejam funcionamento. e CNL) a Sala AIS mais próxima do aeródromo de partida do voo que esteja em funcionamento e que esteja contida na mesma FIR. somente deverá ser utilizado com o indicador de localidade do referido ACC. além do procedimento cabível a cada tipo de VOO DOMÉSTICO. de 27 de abril de 2009. CHG. exceto quando outros procedimentos forem estabelecidos em acordos operacionais homologados pelo DECEA. (5) Quando se tratar de mensagem encaminhada somente à Sala AIS. 11. etc. AVODAC. ÓRGÃOS APP TWR AIS AIS MILITAR AIS SATÉLITE .AVIAÇÃO GERAL AFIS ARO CGNA CODA COpM (*) INDICADOR DE LOCALIDADE + DESIGNADOR TELEGRÁFICO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO AERÓDROMO SBRJ SBBR ACC + ZAZX + ZTZX + YOYX + YOYM + YOYG + YSYX + ZPZX + ZXIP(*) + ZXCD + YWYX EXEMPLOS SBBRZAZX SBBRZTZX SBBRYOYX SBBRYOYM SBBRYOYG SBMKYSYX SPIMZPZX SBRJZXIP(*) SBBRZXCD SBCWYWYX (NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP.MCA 53-1/2009 115 (4) Mensagens relacionadas ao Voo Internacional. AVOEM. . deverá ser acrescido aos indicadores de destinatários previstos o designador do ACC “ZRZX”. acrescentar os indicadores de destinatários de todos ACC estrangeiros envolvidos. a empresa exploradora da aeronave ou seu representante credenciado. para mensagens NÃO relacionadas aos voos IFR/VFR (Exemplo: PRENOTAM.

existem três tipos de planos de vôo.1 Plano de Vôo é o documento específico que contém informações relacionadas ao o vôo planejado de uma aeronave ou parte do mesmo que são fornecidas aos órgãos que prestam serviços de tráfego aéreo. assim como os informes e previsões meteorológicas atualizadas.2 O local adequado para apresentação do Plano de Vôo (completo e simplificado). quando aplicável. Em função das especificações contidas nesse Manual. DLA. NOTAM. dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada. AIPMAP. ROTAER. 11.6 É compulsória a apresentação do Plano de Vôo: a) antes da partida de aeródromo provido de órgão ATS.4 GENERALIDADES 11. ARC. b) Plano de Vôo Simplificado Vôo (PVS). e c) Plano de Vôo Repetitivo (RPL). b) antes da partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo controlado (ATZ ou CTR).4. é a Sala AIS de aeródromo. tendo em vista a disponibilidade das informações aeronáuticas (AIP-BRASIL. Poderá ser designado outro setor credenciado. a saber: a) Plano de Vôo Completo (PVC). operador ou representante credenciado (Empresas Aéreas). 11. pelo órgão ATS receptor de um plano AFIL. 11. ERC.4.4.4 Denomina-se plano AFIL é aquele Plano de Vôo apresentado por radiotelefonia a um órgão ATS. c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo controlado. ou d) sempre que se pretender voar através de fronteiras internacionais.3 Os Planos de Vôo IFR e VFR e as mensagens de atualização correspondentes deverão ser originadas e endereçadas pela Sala AIS de aeródromo ou. deverão apenas ser endereçadas à Sala AIS do aeródromo de partida do vôo.5 As mensagens de plano de vôo apresentadas e as mensagens de atualização correspondentes originadas pelo explorador.116 MCA 53-1/2008 11. 11. . para os casos das mensagens FPL. CHG ou CNL. conforme legislação em vigor.4.4. cuja decolagem tenha sido de um aeródromo desprovido de órgão ATS. FPC).4. 11. Suplemento AIP.

4.4. com os seus respectivos CAMPOS.4. no ROTAER.4.9 Os Planos de Vôo Completo e suas respectivas mensagens de atualização poderão ser apresentados pessoalmente em qualquer Sala AIS de aeródromo.7 É dispensada a apresentação do Plano de Vôo para: a) vôo de aeronave em missão SAR. a partir da hora do restabelecimento das operações. . ou d) vôo que não cruzar fronteiras internacionais.12) e assinados somente por pilotos ou Despachante Operacional de Vôo (DOV).10 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20). Durante o período de suspensão das operações. e terá sua validade até 45 (quarenta e cinco) a partir da EOBT. as Salas AIS podem receber e encaminhar os planos de vôo e suas respectivas mensagens de atualização. das condições pertinentes ao vôo previsto na AIP-BRASIL.8 O plano de vôo deve ser apresentado pelo menos a 45 (quarenta e cinco) minutos antes da hora estimada de calços fora (EOBT). de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30). corretamente preenchidos (ver 11. antes do preenchimento e assinatura do plano de vôo. c) sempre que se pretender evoluir em espaço aéreo não controlado. no aeródromo de partida do vôo.4. o RCC deve ter condições de fornecer dados necessários do Plano de Vôo aos órgãos ATS envolvidos. dos horários de nascer e pôr-do-sol dos aeródromos envolvidos. que deve ser preenchido e assinado por pessoa credenciada pelo explorador. não necessariamente naquela do aeródromo de partida. 11. 11. Esse prazo será considerado. exceto o RPL. das condições meteorológicas (informes e previsões meteorológicas atualizadas) dos aeródromos envolvidos e da rota a ser voada. b) partida de aeródromos desprovidos de órgão ATS situados em espaço aéreo não controlado. NOTA: Os pilotos e despachantes operacionais de vôo deverão ter ciência. nos casos de suspensão de operação para decolagem no aeródromo de partida do vôo. nos NOTAM.MCA 53-1/2008 117 11. ou NOTA: Nesse caso. bem como as regras e procedimentos previstos nas legislações pertinentes do DECEA. 11. do cálculo de combustível previsto para o vôo. deverão ser apresentados.

penalizar o vôo em questão devido aos erros que deveriam ter sido corrigidos quando da apresentação do correspondente PLN.14 Quando uma Sala AIS receber um FPL referente a um vôo partindo do correspondente aeródromo.12 Ao receber um plano de vôo (PLN) ou uma mensagem de plano de vôo apresentado (FPL). de 24 de agosto de 2010.4. após consulta ao Sistema de Decolagem Certa. com a tripulação envolvida e ou com órgão ATS pertinente. NOTA 3: Ao ser constatada alguma discrepância. sempre que possível. quando em seus campos forem inseridos dados que atendam às instruções e/ou manuais vigentes publicados pelo DECEA. o operador deve solicitar ao apresentador que o corrija e somente receberá o plano de vôo após essa providência. a Sala AIS que receber o plano de vôo (PLN) é responsável por realizar a crítica inicial em relação ao preenchimento desse plano. ou mensagem ATS. NOTA 2: Não deverão ser recebidos os planos de voo que constarem na lista de inadimplência fornecida pelo Setor de Tarifas da INFRAERO.4. 11.4. adotar os procedimentos previstos pela ICA 63-27 “Procedimentos dos Operadores AIS Relacionados ao DCERTA”. provavelmente. (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP.118 MCA 53-1/2010 11.13 Independentemente do local de partida do vôo. 11. de 24 de agosto de 2010. corretamente preenchida. b) evitar. no máximo. NOTA 1: Entende-se como plano de vôo. o operador AIS deverá observar os prazos estabelecidos e verificar se os campos estão preenchidos corretamente. tal Sala AIS. e . perceber que há falha nessa mensagem ou se o ACC identificar essa falha e questioná-la.4. e sem rasura(s). 11. deverá: a) envidar todos os esforços possíveis para resolver as falhas detectadas em coordenação. de plano de vôo simplificado (IEPV 100-7) e de mensagem de atualização (IEPV 100-30) deverão ser preenchidos com caneta azul ou preta. O piloto deverá ser orientado a comparecer a esse Setor para regularização. Caso algum CAMPO esteja indevidamente preenchido.11 Os formulários de plano de vôo completo (IEPV 100-20). com a Sala AIS que recebeu o PLN.(NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. houve falha em relação ao cumprimento acima. considerando que.

e a outra com o piloto em comando ou explorador da aeronave (segunda via . a existência. DLA. Caso não exista o código. ou ao COpM da área ou diretamente ao CODA. 11. 11.4.4.15 Todo veículo ultraleve motorizado que evoluir fora do espaço aéreo condicionado previsto para esse vôo. 11.16 Ao receber um NOTAM relativo à declaração de aeroporto coordenado.4. deverá ser observado o procedimento previsto para SLOT ATC de oportunidade. deverá apresentar um Plano de Vôo (Completo ou Simplificado). no CAMPO 18.22 As durações previstas de vôo devem ser preenchidas com 4 algarismos (horas e minutos). Na inexistência da autorização.MCA 53-1/2008 119 c) expedir. o relato dessa ocorrência aos órgãos apropriados. quando no recebimento do Plano de Vôo.4.17 Orientar a tripulação de aeronave sujeita a AVOEM ou AVODAC. quando houver espaços em excesso. 11. 11. pelos meios adequados.20 O formulário de Plano de Vôo deve ser apresentado em duas vias: a primeira ficará na Sala AIS ou órgão ATS. a Sala AIS deverá comunicar imediatamente à SAC local para providencias aduaneira. 11. a fim de possibilitar que tal fato seja analisado. verificar. 11. a discrepância observada ou dados que não atendam às exigências das legislações em vigor. aguardando orientações quanto ao procedimento a ser seguido.4. do código referente ao SLOT ATC alocado.18 No tocante às mensagens FPL. devendo ser comunicando imediatamente o fato ao ACC da área. . Essas aeronaves devem possuir as marcas de nacionalidade e de matrícula “PU”. esses devem ser mantidos em branco.21 A hora utilizada será UTC.letras G ou N). exceto quando a AVODAC for emitida pela SAC. seguindo sua formatação. CHG e CNL vindas do exterior.opcional). compete ao operador AIS.4. 11. dedicadas aos serviços aéreos privados e de táxi aéreo (CAMPO 8 .19 Os dados deverão ser inseridos no primeiro espaço e.4. quando da apresentação do Plano de Vôo (Completo ou Simplificado).4. o Plano de Vôo não deve ser recebido. que deverá ser inserido no CAMPO 18 o número da respectiva autorização de vôo. bem como as medidas pertinentes para a correção e prevenção implementadas.

4.5 PLANO DE VÔO COMPLETO (PVC) 11. ao se completar o tempo total previsto para o vôo. com. onde foi modificado o ponto de destino (tornando-se novo aeródromo de destino).1 CAMPO 7 .23 O espaço sombreado que precede o CAMPO 3 é para o uso exclusivo da Sala AIS ou do órgão ATS receptor de um plano AFIL.120 MCA 53-1/2010 11. automaticamente. deverá ser transmitido aos indicadores de destinatários previstos. DLA.26 O FPL.4.5. declarado no PLN inicial. com todos os CAMPOS do plano de vôo (CAMPOS 7 ao 19). . As marcas PPZAA até PPZZZ e PTZAA até PTZZZ são reservadas para as aeronaves em desenvolvimento. por qualquer razão. Quando.25 O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo desprovido de órgão ATS ocorrerá. o pouso for realizado em aeródromo que não o de destino. excetuando-se dessa obrigatoriedade o caso de pouso em aeródromo provido de TWR. 11. CHG e CNL deverão permanecer arquivados por um prazo de 3 (três) anos. no máximo. Isto ocorrerá.IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Inserir a identificação da aeronave.24 Os Planos de Vôo. de acordo com as instruções abaixo.4. através de uma informação de chegada contendo: identificação da aeronave e hora de pouso. sendo a D-CCO do DECEA órgão competente para atribuir. as mensagens FPL. sendo necessária a apresentação de um novo PLN. notificado pelo piloto pessoalmente. por telefone ou radiotelefonia. 7 (sete) caracteres. e necessite prosseguir esse vôo. outro plano de vôo deverá ser confeccionado para o novo trecho. O encerramento de um plano de vôo para um aeródromo provido de órgão ATS dar-se-á com o pouso no aeródromo de destino. relativo à aeronave presidencial.4. PP + 3 letras. 11. baseados em legislação específica sobre o assunto. 11. modificar ou cancelar os referidos designadores: a) a marca de nacionalidade e de matrícula da aeronave (PT + 3 letras. a qual será utilizada para compor o indicativo de chamada nos procedimentos de radiotelefonia durante o vôo. tendo em vista que ao efetuar esse pouso. Esses indicativos foram atribuídos. 11. houve uma mudança intencional no plano de vôo em vigor (CPL). PR + 3 letras ou PU + 3 letras).

o piloto deverá inserir a marca de matrícula da aeronave de acordo com as letras a). BRS01.1.3). ALBATROZ. Exemplo: -PTAIS N485JL b) as empresas de transporte aéreo regular realizando vôo de HOTRAN colocarão o designador telefônico previsto de três letras da empresa seguido do número do vôo com 4 algarismos (ver 11. desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA. e f) quando o indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia for diferente de uma das formas apresentadas anteriormente.2. construídas por amador e aeronaves experimentais.MCA 53-1/2008 121 em processo de homologação.8. ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO MARINHA DO MAR + 4 algarismos ou MBR + 4algarismos BRASIL EXÉRCITO BRASILEIRO FORÇA AÉREA BRASILEIRA EBR + 4algarismos ou EXB + 4algarismos FAB + 4algarismos ou BRS + 4algarismos ESPAÇO AÉREO ESTRANGEIRO MBR + 4algarismos EXB + 4algarismos BRS + 4algarismos d) no caso de aeronave presidencial. as codificações de aeronaves militares (GORDO. e a marca PU aos veículos ultraleves motorizados. Excetuam-se dessa regra. PT01). e) no caso do vôo em formação. Esse procedimento somente poderá ser usado. . Exemplos: -TAM8770 VRG2252 ONE6223 c) o designador oficial de matrícula das aeronaves das forças armadas brasileiras.) e as aeronaves envolvidas em operações aéreas de segurança pública e/ou de defesa civil.6).5. a expressão RMK/ seguido do indicativo de chamada a ser utilizado (ver 11. o registro será da identificação da aeronave líder da esquadrilha. etc.8. substituir os 4 algarismos pela expressão “01” (exemplo: FAB01. b) e c) anteriores no CAMPO 7.5. em conformidade com a Circular de Informação Aeronáutica especifica sobre o assunto. MAR01. e no CAMPO 18.

1.2. 11.REGRAS E TIPO DE VÔO Deve-se observar o seguinte: 11.2.para aeronaves militares.Z N0190F130 N0190F085 W47 LON/N0190F095 VFR W26 CTB/N0190F080 IFR W48 DCT PAF170080/N190F080 IFR DCT PAF/N0190F65 VFR W1 11.2 CAMPO 8 .1 Regras de vôo (1 caractere) 11.5. no CAMPO 15.se VFR c) Y . d) M .se IFR. b) V . CAMPO 8 .5.para aeronaves de transporte aéreo regular (ver ICA 102-8 GRUPO I).2. ou e) X .para aeronaves de transporte aéreo não regular (ver ICA 102-8 GRUPO II).5. observando o disposto no CAMPO 15.se VFR primeiro Exemplo: -Y 11.se IFR primeiro d) Z .5.5.1.2 Tipo de vôo (1 caractere) Inserir uma das seguintes letras para indicar o tipo de vôo nacional ou estrangeiro: a) S . b) N .para aeronaves da aviação geral (ver ICA 102-8 GRUPO II).3 No caso de utilização de Y ou Z.2.1 Inserir uma das seguintes letras para indicar a regra de vôo que o piloto se propõe a observar: a) I .2. o(s) ponto(s) de mudança(s) de regra(s) de vôo.122 MCA 53-1/2010 11.5.2 Para os casos que o piloto desejar registrar sua rota com mais de uma regra de vôo. c) G .1. deverá ser inserida a letra referente ao primeiro trecho.para aeronaves de categoria distinta das indicadas. o piloto deve inserir.Y CAMPO 8 . Exemplo: -IM .

ou ZZZZ.000kg ou mais.FAB2231 CAMPO 9 .3e 11.1.5.5.5. e c) L . incluindo a aeronave líder da esquadrilha.000kg.MCA 53-1/2008 123 11. Exemplo: E120 11. Quando for registrado ZZZZ. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.1.3. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado.3.2 Tipo de aeronave (2 a 4 caracteres) Inserir o designador apropriado da aeronave.8.3. CAMPO 7 .1 Número de aeronaves (1 ou 2 caracteres) Inserir a quantidade de aeronaves quando se tratar de vôo em formação.8.MÉDIA.3 Categoria da esteira de turbulência (1 caractere) 11. indicar o tipo da aeronave no CAMPO 18.3 CAMPO 9 . inferior a 136. 7.8.1.5.5. Esse designador consta no MCA 100-11. para indicar um tipo de aeronave de peso máximo de decolagem certificado. quando não houver designador estabelecido.000kg e superior a 7.3. 136.LEVE.1 Inserir a esteira de turbulência usando a codificação abaixo: a) H .3.NÚMERO E TIPO DE AERONAVES E CATEGORIA DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA 11. Exemplo: Aeronaves FAB2231 FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 realizarão um vôo em formação e a primeira é a aeronave líder (ver 11.5. O vôo em formação de aeronaves civis somente será realizado quando autorizado por órgão competente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).5.5. ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo.REG/FAB2232 FAB2233 FAB2234 FAB2235 11.7). Exemplo: /M .5 CAMPO 18 .PESADA.000kg ou menos. precedido de TYP/ (ver 11. b) M .7).

por radiotelefonia.UHF RTF V .4 CAMPO 10 – EQUIPAMENTO 11. de auxílio à navegação e à aproximação disponíveis e que funcionam: C – LORAN C D – DME F – ADF G – GNSS (GPS) H – HF RTF (ver NOTA 6) I – INERCIAL J – DATA LINK (ver NOTA 7) L – ILS Exemplo: .VHF RTF (ver NOTA 4) Y .TACAN U .se a aeronave não dispuser de equipamento de radiocomunicações.4. ou b) S . até o momento da decolagem. ADF (F). uma das seguintes letras. de auxílios à navegação e à aproximação: a) N .124 MCA 53-1/2008 11.OUTROS (ver NOTA 1) . quando necessário.5.5.2 Inserir. 11.RNAV/RNP (ver NOTA 2) T . para indicar os equipamentos de radiocomunicações.RVSM (ver NOTA 5) Z . no lado esquerdo do CAMPO. exigidos para a rota considerada ou se esses não funcionarem. e esses funcionarem. inserindo a letra “S” entendese que existe na aeronave a combinação dos equipamentos listados anteriormente.se a aeronave dispuser de equipamentos normais de radiocomunicações. o Piloto deverá registrar a da aeronave líder e. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha.3. exigidos para a rota considerada.2 No caso de vôo em formação que compreenda aeronaves com categoria de esteira de turbulência diferentes. Assim. em complemento ou substituição ao previsto em a) “S”. uma ou mais das seguintes letras.5. de auxílios à navegação e à aproximação. 11.VOR R . VOR (O) e ILS (L).4. NOTA: São considerados equipamentos normais à combinação dos equipamentos/letras: VHF-RTF (V). para indicar os equipamentos de radiocomunicações. informar ao órgão ATS local. de auxílio à navegação e à aproximação.1 Inserir.SDGI O .5.3.VHF 8.33 Khz (ver NOTA 3) W .

1. NOTA 5: Aeronaves aprovadas para realizarem voos sobre área com Separação Vertical Mínima Reduzida (RVSM).1.5. e BRAVO/DELTA. indicando assim que está disponível e em serviço o GPS (ver 11.5. NOTA 7: Para indicar a disponibilidade de uma aeronave com função ADS em serviço. deve ser especificado. respectivamente).5.33kHz. no CAMPO 18.4 e 11.4. (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico) excetuando-se os casos especiais previstos na AIP-BRASIL -ENR 3. (ver 11. e pelo espaço aéreo da AORRA. em todas as FIR nacionais e o corredor EUR/SAM (ver 11.8.3.5. essencial para o voo no continente Europeu acima do FL245. de 27 de abril de 2009. A letra R também deverá ser inserida: para indicar que a aeronave é certificada RNP10. para voos IFR. O espaço aéreo RVSM compreende todos os níveis de voo entre o FL290/FL410 inclusive. o tipo de equipamento precedido de COM/ e/ou NAV/.5. UN. indicando que a aeronave deve possuir os equipamentos previstos para os seguimentos de rota RNAV envolvidos (DOPPLER ou INERCIAL ou GPS). NOTA 4: Voos realizados nas classes de espaço aéreo ATS de ALFA/GOLF.1. . deverá ser incluído a letra R. juntamente com a letra “G”.9. é requerido equipamento radiocomunicação em funcionamento. UT ou UY. NOTA 3: A inclusão da letra Y indica que a aeronave está equipada com rádios VHF-COM capazes de sintonizar canais com espaçamento de 8. UL. NOTA 2: Toda vez que constar no CAMPO 15 ROTA um dos designadores de aerovias: UZ.8.8.8. UQ.MCA 53-1/2009 125 NOTA 1: Se for utilizada a letra Z.15).8.1.(NR) – Portaria DECEA Nº 19/SDOP.5.1. Canárias. UP. Atlântico. UM. Dacar Oceânica e Sal Oceânica entre o FL290/FL410. toda vez que for realizado voo em espaço aéreo fora de cobertura VHF.5. para voos VFR.8 e 11.6).6). NOTA 6: A inclusão da letra H será compulsória. conforme o caso (ver 11. quando o voo for realizado no espaço aéreo abrangido pelas FIR Recife.

5. 11.4.4. após coordenação e aprovação do órgão ATC local. . quando aplicável.5. a letra “D”.3 Equipamentos SSR e de vigilância – Função ADS (1 ou 2 caracteres) 11. com a altitude de pressão e a identificação da ACFT. registrando o fato no Livro de Registro de Ocorrência.1 Inserir.4.5. sem a identificação da ACFT e altitude de pressão.4096 códigos). no lado direito do CAMPO.3.transponder Modo S. “D”.2 NOTA 7 e 11. no lado direito do CAMPO junto ao equipamento SSR. com altitude de pressão (letras P ou S) em funcionamento. Exemplos: -SDGI/C -SDGIRWZ/S 11. c) C .4. d) X .transponder Modo S.transponder Modo A (4 dígitos . 11.1.3. usando uma das letras seguintes para indicar o tipo de equipamento (SSR) instalado na aeronave em funcionamento: a) N – nenhum.4.126 MCA 53-1/2008 11. porém sem a altitude de pressão.3 A utilização dos espaços aéreos citados acima.5.transponder Modo S. f) I .15). e) P . por aeronaves com o equipamento inoperante ou ausente.5. “E” e no “G” acima do FL100. com a altitude de pressão.transponder Modo A (4 dígitos .3. poderá ser concedida.4.4 Introduzir. para indicar que a aeronave possui o equipamento de Vigilância Dependente Automática (ADS) em serviço (ver 11. porém sem a identificação da ACFT.4096 códigos) e Modo C. “C”.3. ou g) S .transponder Modo S. deverão possuir a bordo o equipamento transponder com 4096 códigos Modos A e C (letra C) em funcionamento ou o equipamento transponder Modo S.8.2 Sempre que as aeronaves pretenderem evoluir nos espaços aéreos ATS classes “A”. uma aeronave poderá ser autorizada a decolar com o equipamento inoperante ou ausente. Estando dentro de uma CTR classificada como “C” ou “D”. O operador AIS somente receberá o Plano de Vôo dos casos citados nesse item. b) A .5. “B”. desde que o órgão ATC local autorize em conformidade à CIRTRAF 100-23.5. com a identificação da ACFT. desde que não pretenda evoluir nos espaços aéreos controlados e chegue na FIR através das Rotas Especiais para Aeronave Sem Transponder (REAST) existentes.

11.5.5. deverá ser inserido os algarismos “0000”.6. precedido de DEP/. para o caso do AFIL.5.ROTA (VELOCIDADE DE CRUZEIRO.5.3 O aeródromo de partida poderá também ser designado como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA ou como o AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO de um vôo. se não houver indicador de localidade.2 Hora (4 caracteres) Inserir a hora estimada de calços fora (EOBT).1.5.6.5. IFR diurna e IFR noturna).8.5. NÍVEL DE CRUZEIRO E ROTA) 11. em função de: a) quilômetros por hora: a letra K seguida de 4 algarismos. VFR noturna.MCA 53-1/2008 127 Exemplos: -SDGJ/CD -SDGIJRWZ/SD 11.5.6 CAMPO 15 . da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18.5. Exemplos: -SBSJ -ZZZZ NOTA: O aeródromo de partida deverá ser registrado ou homologado para operação pretendida (VFR diurna.1.5 CAMPO 13 .1 Inserir a velocidade verdadeira (velocidade aerodinâmica) de cruzeiro. seguida de 4 algarismos.10). Exemplos: -1215 -0000 11. ( ver 11.1 Aeródromo de partida (4 caracteres) Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de partida. como por exemplo: do sítio de vôo. ou a hora real de decolagem. 11.1 Velocidade de Cruzeiro (Máximo 5 Caracteres) 11.5. Exemplo: -K0650 b) Nós: a letra N.AERÓDROMO DE PARTIDA E HORA 11. para a primeira parte ou a totalidade do vôo. que é a velocidade equivalente corrigida para os erros de densidade (pressão e temperatura). ou inserir ZZZZ. . Tendo que registrar uma EOBT à meia-noite.5. para o Plano de Vôo apresentado antes da partida.

CAMPO 15 VFR e CAMPO 18 RMK/500FT AGL 11. variar ou se espere que varie em 5% a mais ou a menos em relação à declarada no plano de vôo. em nível de cruzeiro.2.5. a expressão VFR deverá ser inserida. na inexistência desses espaços aéreos. arredondado aos centésimos mais próximos. em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida. incluindo as projeções dos seus limites laterais ou.128 MCA 53-1/2008 Exemplo: -N0350 c) Número Mach: a letra M.13).6. b) ALTITUDE: a letra A + 3 algarismos. altitude ou nível de vôo) que devem ser observados em obediência às instruções previstas são os constantes na tabela de níveis de cruzeiro prevista.82) 11.5.5.A050 A035 VFR . seguida de 3 algarismos.F065 F110 F370 Altitude . (ver 11. TMA.2 Sempre que a velocidade verdadeira.3 O preenchimento desse CAMPO com uma altitude de cruzeiro. CTR.2. somente deverá ocorrer quando realizado inteiramente dentro de uma ATZ. Quando um vôo não for conduzido conforme a tabela de níveis de cruzeiro (nível ou altitude).1.2. podendo ser especificado no CAMPO 18 como RMK a intenção do Cmt.5. Exemplo: -M082 (para o Mach 0. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo. e c) VFR: quando o vôo NÃO tiver sido planejado para ser conduzido em um nível/altitude de cruzeiro VFR. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo. tal modificação deverá ser notificada nesse formulário.6.6.8.2.6. 11. no momento em que estiver igual ou abaixo da Altitude .5.1 Os Níveis de Cruzeiro (altura. Exemplos: Nível de vôo .6.5. 11.2 Nível de Cruzeiro (Máximo 4 Caracteres) 11. Deve-se observar o seguinte: a) NÍVEL DE VÔO: a letra F + 3 algarismos.2 O Campo Nível de Cruzeiro somente deve ser preenchido com níveis ou altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro.

abaixo de 6000FT. deverá ser registrada VFR e no CAMPO 18.5. helicóptero. etc).2. seguido de um espaço. deve ter ciência das alturas mínimas regulamentares para cada tipo de vôo (avião. as seguintes ALTITUDES estarão disponíveis para esse vôo: A035 e A055. ou b) DCT (direto . 11.8. ao planejar seu vôo. assim. prosseguir DCT para um aeródromo não situado em aerovia. Qualquer solicitação do piloto diferente.6. e vice-versa. Vale ressaltar que o piloto.5.6. .2 Poderá ser registrada uma rota que se inicie em aeródromo situado em aerovia.6. e a partir de um ponto significativo. Registra-se.fora de rota ATS) quando os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo NÃO estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia).1 Introduzir: a) o designador da rota ATS (aerovia) se os aeródromos de partida e destino ou trechos de vôo estiverem situados dentro dos limites laterais (incluindo as projeções desses limites) e verticais (iguais ou superiores ao mínimo da aerovia).5.3 Rota (Incluindo Mudanças de Velocidade. respeitando-se o rumo magnético da rota a ser voada e a regra de vôo. veículo ultraleve motorizado. a intenção do piloto (ver 11.13). como RMK. o rumo magnético é 172º e a regra de vôo é VFR. ALTITUDE DE CRUZEIRO RUMO MAGNÉTICO RUMO MAGNÉTICO 000º/179º 180º/359º VFR IFR VFR IFR 035 030 020 055 050 045 040 075 070 065 060 095 090 085 080 115 110 105 100 135 130 125 120 145 140 Exemplo: Sabendo-se que a TA de SBBH é 6000FT.5. Nível e/ ou Regras de Vôo) 11. 11.MCA 53-1/2008 129 de Transição (TA) definida.3.3. as altitudes previstas na tabela de níveis de cruzeiro (ver tabela abaixo).

130 MCA 53-1/2008 11.4 Para vôos fora de rota ATS devem ser inseridos os pontos que não estejam separados por mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou por 200MN (370 km).5. deverá ser considerado DCT. ou em FIR.5.5. etc) em relação a uma rota ATS (aerovia). seguirão ao longo do eixo definido dessa rota. prolongamento. 11.3.3.5. será desnecessário registrar a mesma rota ATS após o ponto especificado.3. ao nível ou de ambos num ponto significativo. Excetua-se desse procedimento.8 Convenções Usadas na Composição de uma Rota Exemplos: -N0470F350 -N0230F230 -N0200F080 -M083F410 -N0160F075 -N0210F260 UW4 W10 LAP W42 G677 MSS DCT DCT DCT 1845S05240W DCT DCT LJS313030 UA318 . numa ERC ou ARC.3 Um vôo realizado abaixo do nível mínimo de uma rota ATS especificada.6. quando se efetuarem em uma rota ATS estabelecida.3. 11. incluindo cada ponto onde haverá mudança de velocidade. rota ou regra de vôo. nível. seguirão diretamente entre os auxílios à navegação e/ou os pontos que definam essa rota.5.5 Os vôos. deve-se consultar a AIP-BRASIL parte ENR para esclarecimentos.3.5.7 Ocorrendo uma alteração referente à velocidade. na medida do possível.3. fixos compulsório.6. quando ocorrer mudança de rota ATS ou mudança de aerovia inferior para superior ou vice-versa.6.6. 11.6. quando aplicável. mesmo que efetuado sob o eixo dessa rota ATS.6 Existindo alguma dúvida (nível mínimo.6. e não existir modificação na rota ATS selecionada. 11. Exemplos: -N0470F350 UW4 POMON/N0470F310 -N0300F230 W10 C/LAP/N0300F230F250 UW10 11.

6. assim definido: a) VOR. 11.6.5.4 Ponto Significativo (2 a 11 Caracteres) 11.1 É o designador codificado atribuído a um ponto. c) W10 C/REC/N0200F060F080 G677 (NR) – Portaria DECEA Nº 19 /SDOP.5. e e) FLZ161110 (Ponto situado na radial 161 e à distância de 110NM do VOR FLZ). de 27 de abril de 2009. b) FLZ (NDB Fortaleza).4.5. .6. Exemplos (respectivos): a) FLZ (VOR Fortaleza). b) G677 MSS DCT MSS200080F045 VFR DCT. Exemplos: a) DTC FLZ270100 DCT. d) coordenadas geográficas.5.4.6. c) APAFE.2 Portanto. os pontos significativos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS. 11. e e) marcação e distância relativa a um auxílio-rádio à navegação.MCA 53-1/2009 131 11. b) NDB. e d) G677 FLZ162111 W46. existir o registro de um designador de rota ATS ou DCT.4. d) 0556S04305W ou 03S032W. c) ponto de notificação compulsório ou a pedido. antes de um ponto significativo.3 Para mudança de regras de voo (IFR para VFR ou vice-versa). é compulsório.

6.6 Mudança de Regra de Vôo (Máximo 3 Caracteres) 11. os pontos significativos escolhidos serão considerados como PONTOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIOS.5 Mudança de Velocidade ou de Nível (Máximo 21 Caracteres) 11. NOTA: Para mudança de regras de vôo (IFR para VFR ou vice-versa). b) ATF143090/N0230F110.5. em relação à declarada no CAMPO 15 Velocidade de Cruzeiro.5.01 Mach (6.5. sem espaços entre eles.6.132 MCA 53-1/2008 11. . d) XINGU/N0270F090. 11.6.5. e d) DCT MCO360070/N0180F060 IFR DCT PAF W8. quando variar ou se espere que varie. e e) LST/N0160A045.61kt) ou mais. Essa indicação é compulsória na confecção do CAMPO 15 ROTA.5. e uma das indicações: VFR (quando de IFR para VFR) e IFR (quando de VFR para IFR).1 Introduzir o ponto significativo (ponto de notificação compulsória) escolhido no qual está previsto mudar de regra de vôo.2 A velocidade de cruzeiro deverá ser registrada.1 Introduzir o ponto significativo no qual está previsto mudar de velocidade e/ou mudar de nível/altitude.5. Exemplos: a) BHZ/N0270F080. c) DCT PAF/N0180F080 IFR W8. 11. Exemplos: a) W26 JAVAN/N0210F075 VFR DCT. em 5% da velocidade aerodinâmica (velocidade verdadeira) ou 0.6.6.5. c) 1128S05402W/N0230F130. seguido de uma barra oblíqua. b) DCT LON171040/N0210F075 VFR DCT. seguidos de um espaço.6. mesmo quando só se mude um desses dados. expressado exatamente conforme os itens anteriores. da velocidade de cruzeiro e do nível/altitude de cruzeiro.

poderá prosseguir para o aeródromo de destino. podendo haver discrepância entre esse e o declarado para a primeira parte do vôo. 11.5.6. se atender as seguintes condições: a) o tempo de vôo do ponto de mudança de regra de vôo até o aeródromo de destino for igual ou inferior ao desse ponto de mudança até o aeródromo de alternativa em rota. contudo. o órgão ATS considerará que o piloto prosseguirá para o aeródromo de alternativa em rota (IFR). os seguintes procedimentos deverão ser observados: a) CAMPO 15: Registrar a rota normal do vôo. e b) a hora de pouso seja informada a um órgão ATS por qualquer meio de comunicação. Exemplos: RALT/ F090 W26 SBCT RALT/ F090 DCT SBCT NOTA 1: O nível de cruzeiro e a rota que serão acrescentados no RALT deverão ser determinados a partir do ponto significativo até o aeródromo de alternativa em rota homologado IFR. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral até o ponto significativo previsto para mudança de regra de vôo. caso o vôo esteja sob VMC e o piloto cuidando de sua própria separação.3 Ocorrendo falha de comunicação até o ponto de notificação previsto para a mudança de regra de vôo. e c) CAMPO 18: Registrar como RALT (indicador de localidade de aeródromo de alternativa em rota) o nível de cruzeiro. até 30 (trinta) minutos além da EET.6. NOTA 2: O nível de cruzeiro citado na NOTA 1 será determinado em função do rumo magnético da rota. b) CAMPO 16: Registrar pelo menos um aeródromo de alternativa homologado IFR.MCA 53-1/2008 133 11.2 Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR.5. a rota e o indicador de localidade do aeródromo previsto no CAMPO 16. escolhido para tal situação.6. NOTA: Esse procedimento visa evitar que o RCC seja acionado.6. .

a aeronave deveria prosseguir a partir do ponto significativo (PAF092100). COM RALT EM MACEIÓ: CAMPO 15: N0200F090 W10 PAF092100/N0180F055 VFR DCT CAMPO 16: SNGN0050 SNRU SBMO CAMPO 18: RALT/F090 DCT SBMO Descrição: O vôo será realizado conforme o CAMPO 15. caso o nível de cruzeiro IFR . poderá prosseguir para o aeródromo de destino (AD DEST). estando sob condições meteorológicas de vôo visual (VMC) e o piloto cuidando de sua própria separação. Deve-se observar que. conforme estabelecido no CAMPO 18. Caso o piloto desejasse ou a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST fosse maior que entre PAF092100 e SBMO. tendo em vista a distância entre o ponto significativo (PAF092100) e AD DEST ser menor que entre PAF092100 e SBMO. devendo o piloto informar o seu pouso a um órgão ATS. com regra de vôo IFR (FL090).134 MCA 53-1/2008 Exemplo: Ponto PAF092100 VÔO “Y” TRECHO PAULO AFONSO/GARANHUS. Existindo falha de comunicação bilateral até o ponto significativo escolhido (ponto situado na radial 092º à distância de 100NM do VOR Paulo Afonso). direto até SBMO (RALT). a aeronave.

ou inserir ZZZZ. .11). ou.8. a partir da decolagem.AERÓDROMO DE DESTINO E DURAÇÃO TOTAL PREVISTA DE VÔO E AERÓDROMO(S) DE ALTERNATIVA 11.7. do ponto no qual está previsto iniciar a subida em cruzeiro. seguido das letras PLUS.1. se não houver indicador de localidade como. para chegar ao aeródromo de destino.MCA 53-1/2008 135 (FL090) escolhido para esse trecho (entre PAF092100 e SBMO) fosse inferior ao nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR (FIR-Recife FL080). da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18. tempo estimado.6.7.2 O tempo estimado para o vôo IFR é a partir da decolagem para chegar sobre o auxílio à navegação no qual se iniciará uma IAC. Exemplos: -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060F080 W10.5. 11. -N0210F060 W1 C/PAF/N0210F060PLUS W10. de outra barra oblíqua. ou do nível a partir do qual está planejada a subida em cruzeiro. se não existir um auxílio no aeródromo de destino.5. sem espaços entre eles.6. 11. e -N0440F300 DCT C/0548S05506W/N0485F300F340 DCT. da velocidade a ser mantida durante a subida em cruzeiro. precedido de DEST/ (ver 11. por exemplo: do sítio de vôo.5. Exemplos: -SBCT0100 -ZZZZ0030 NOTA: Os aeródromos de destino e alternativa deverão ser registrados ou homologados para operação pretendida (VFR diurna.7.1 Aeródromo de destino e duração total prevista de vôo (8 caracteres) 11. seguido da duração total prevista de vôo. para chegar à vertical de tal aeródromo.1. 11.5. VFR noturna. No caso do vôo VFR. dos dois níveis que definem a camada a ser ocupada durante a subida em cruzeiro.5.4 Subida em Cruzeiro (Máximo 27 Caracteres) Introduzir a letra C seguida de uma barra oblíqua. IFR diurna e IFR noturna).1 Inserir o indicador de localidade do aeródromo/heliponto de destino. seguido da duração prevista de vôo.7 CAMPO 16 .5.1. também seria necessário inserir a expressão RMK/JÁ VOADO VMC.

2 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA DE DESTINO (CAMPO 16) . ou 2o) AD ALTN – SNRU SBMO (o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota).136 MCA 53-1/2008 11.8.7. Exemplos: 1o) AD ALTN – SBMO (servirá como aeródromo de alternativa em rota e também como aeródromo de alternativa de destino). ou 3o) AD ALTN – SBAR SBMO (caso o piloto tenha escolhido SBMO como RALT. ou inserir ZZZZ.2. pelo menos. NOTA 2: Tratando-se de vôo VFR de helicóptero. quando for impossível ou desaconselhável pousar no aeródromo de destino previsto. NOTA 1: Pelo menos. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional no CAMPO 18.12).7. indicando por exemplo: o nome do sítio de vôo. precedido de ALTN/ (ver 11. um aeródromo de alternativa deve ser indicado. o aeródromo/heliponto de alternativa escolhido deverá ser obrigatoriamente no . se não houver indicador de localidade.5. NOTA 4: Vôo IFR de helicóptero realizado entre um aeródromo/heliponto situado no continente continente. NOTA 3: É obrigatório o preenchimento desse CAMPO com. fica dispensada a exigência do preenchimento desse CAMPO.1 Inserir o(s) indicador (es) de localidade(s) do(s) aeródromo(s) /heliponto(s) de ALTERNATIVA DE DESTINO e/ou de ALTERNATIVA EM ROTA.aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir.2 Aeródromo (s) de alternativa (4 ou 8 caracteres) 11.1. o primeiro servirá como aeródromo de alternativa de destino e o segundo como aeródromo de alternativa em rota). um aeródromo de alternativa em rota (RALT) homologado IFR.5.7. e um heliponto localizado em plataforma marítima.2. para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR. 11.5.5.

8.1. logo após a decolagem. Exemplos: SBLO.5. SNXX.5.5. SBQV SNXX. 11.3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA EM ROTA (CAMPOS 16 e 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar. antes da partida. normalmente situado mais distante do que o constante no CAMPO 16 (AD DEST) do plano de vôo. mediante a inclusão no plano de vôo da informação relativa à rota modificada e ao novo aeródromo de destino.8 CAMPO 18 .5. SBLO SBCT. seguido do indicador de localidade de 4 letras do tal aeródromo. para estimar a duração total prevista do vôo sobre pontos significativos.1 EET/ Duração total prevista do vôo desde o aeródromo de partida até o limite de uma FIR. O propósito dessa disposição é possibilitar a renovação da autorização para um novo aeródromo de destino. Esses dados auxiliam o Especialista AIS no endereçamento do PLN. EET/SBBS0100 EET/SBRE0155 SVD0245 REC0330 EET/SBBS0125 SBCW0230 11. A forma de registro será a rota que conduzirá a aeronave desde o AD DEST do plano de vôo até o novo destino. SWXX SWYY. Poderá ser utilizada também.7.7. caso não seja possível utilizar o aeródromo de saída. dependendo da autonomia e sujeito à renovação da autorização em vôo.5.MCA 53-1/2008 137 11. caso ocorram condições anormais ou de emergência em rota. se for necessário.8.5. 11.2.8.2 RIF/ Renovação da autorização em vôo poderá ser utilizado quando.2.1 Um ou vários elementos separados por espaço. consistindo cada elemento de um indicador (3 ou 4 letras e uma barra oblíqua) seguido de texto codificado ou em linguagem clara para completar a informação. no tocante aos vôos com menos de vinte minutos dos limites entre duas FIR e o vôo envolver essas FIR. incluindo o(s) indicador(es) de localidade(s) da(s) FIR adjacente(s) que será(ão) sobrevoada(s). poderá ser tomada a decisão de seguir para outro aeródromo de destino. devendo ser notificado ao órgão ATC apropriado.1. RIF/G677 SBNT . 11.4 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA PÓS DECOLAGEM (CAMPO 18) aeródromo no qual uma aeronave pode pousar. for previsto que.OUTROS DADOS 11.

5. se for necessário.). OPR/DAIS TÁXI AÉREO LTDA OPR/LEBLON S/A OPR/ETA6 11. REG/PPVML REG/FAB2116 REG/FAB2330 FAB2331 FAB2332 FAB2333 (1) REG/PTKRC PTLDQ (1) NOTA: Registro das demais aeronaves no caso de vôo em formação.3 REG/ Marcas de nacionalidade e de matrícula da aeronave. 11.4 SEL/ Código do sistema de chamada seletiva (SELCAL). GLO.8. se diferente da identificação registrada no CAMPO 7. sonoros ou de ambos. é a chamada radiotelefônica às aeronaves pela transmissão de tons codificados pelos canais radiotelefônicos.5. O SELCAL deve ser utilizado nas estações que estiverem devidamente equipadas para fazer chamadas seletivas de terra para ar nos canais de rota HF e VHF. A chamada seletiva consiste na combinação de quatro tons de áudio previamente selecionado. Os tons são gerados no codificador da estação aeronáutica e recebidos em um decodificador conectado na saída de áudio do receptor de bordo. com transmissão em aproximadamente dois segundos. (ver CAMPO 7 e CAMPO 9) 11.1.1.8. Nas aeronaves equipadas com SELCAL.1.6 STS/ Solicitação antes da partida de tratamento especial por parte dos órgãos ATS.1.138 MCA 53-1/2008 11. por exemplo.5 OPR/ Nome do explorador ou proprietário (pare aeronaves civis) ou sigla da Unidade Aérea (para aeronaves militares) a qual pertence à aeronave se não estiver evidente na identificação registrada no CAMPO 7. aquelas constantes no HOTRAN (TAM. VRG.etc. dando sinais repetidos de luzes.5.ONE.8. O sistema de chamada do posto de pilotagem dispara ao receber o tom codificado SELCAL. o piloto deve incluir o referido código no plano de vôo e pode manter a escuta convencional. STS/MMI STS/TREN Missão de Misericórdia Transporte de Enfermo .8. SEL/FKLM NOTA: O sistema SELCAL satisfaz os requisitos de manutenção de escuta.5.

somente serão autorizadas a voar.6. 11.8. inserindo o nível de vôo pretendido no CAMPO 15. quando os pilotos desejarem obter dos órgãos ATS prioridade para pouso e decolagem na realização de seu vôo. manutenção ou de primeira entrega que não aprovada RNP10 para operação dentro do espaço aéreo AORRA (Área de Rotas Aleatórias RNAV do Oceano Atlântico). humanitário ou misericórdia. Aeronave sem o VHF COM com capacidade de sintonizar canais de espaçamento de 8. essa deverá ser coordenada pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento (RCC) sob jurisdição da área.6.1.2 As MMI (Missão de Misericórdia) e INSV (Inspeção em Vôo) sempre serão realizadas por aeronaves militares. As TROV (Transporte de Órgãos Vitais ou Destinados a Transportar) poderão ser utilizadas por qualquer aeronave. STS/SEGP STS/EXM833 mandatário. 11. mas que tenha recebido concessão de dispensa do requisito de uso . STS/DEFEC Aeronave em operação especial de Defesa Civil. humanitário.6. em princípio. com intenção de ingressar no espaço aéreo RVSM.5.1 Registra-se STS.5. As aeronaves civis utilizarão a codificação TREN (Transporte de Enfermo ou Destinado a Transportar Enfermo ou Ferido Grave). manutenção ou de primeira STS/NONRVSM entrega (concessões especiais) que não seja aprovada RVSM. aquelas aeronaves aprovadas RVSM.5. STS/NONRNP10 Operadores de aeronaves não certificados RNP10 (concessões especiais). com intenção de ingressar no espaço aéreo RNP10 ou vôo de aeronave de estado. 11. no espaço aéreo RVSM. Caso seja implementado o Plano de Contingência nas FIR-brasileiras. A codificação OSAR (Operação de Busca e Salvamento).3 Para que seja configurada uma MMI.1.MCA 53-1/2008 139 STS/OSAR STS/INSV STS/TROV Operação de Busca e Salvamento (SAR) Inspeção em Vôo Transporte de Órgãos Vitais Vôo de aeronave de estado.33kHz. Aeronave em operação especial de Segurança Pública.8. sempre será utilizada por aeronaves militares.8.1.

Exemplo 1: DEST/Fazenda Marabá HELIPONTO1552S04748W NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto onde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso.5.9 NAV/Equipamento de navegação adicional. do heliponto.8.11 DEST/Nome por extenso do aeródromo.8 COM/Equipamento de radiocomunicações adicionais quando introduzido a letra Z no CAMPO 10. Exemplo: NAV/DOPPLER 11.5.1.7 TYP/ Tipo(s) de aeronave(s) precedido(s).1.10 DEP/Nome por extenso do aeródromo. Exemplo 1: DEP/Fazenda Marabá Exemplo 2: DEP/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ 11. do número de aeronaves. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 13. Exemplo: TYP/4F5 6F103 TYP/EMB123 11.5. se registrado ZZZZ no CAMPO 9.8.1.5. do sítio de vôo.8. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16. do heliponto.8. caso necessário.5.8. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional. se introduzido a letra Z no CAMPO 10. do sítio de vôo. quando não houver designador estabelecido.1. Exemplo 2: DEST/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ . ou.140 MCA 53-1/2010 11. ou no caso de vôo em formação que compreenda mais de um tipo. Outra forma também é a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (para heliponto com autorização especial de operação).1. Exemplo: COM/HF SSB 11. em virtude de sua utilização possuir condições especiais.

1. Exemplo 1: ALTN/Fazenda Marabá. indicar o nível de vôo e a rota para o aeródromo de alternativa IFR (2).1. caso esteja indicado ZZZZ no CAMPO 16. do sítio de vôo.8. Exemplo 2: HELIPONTO1552S04748W.13 RALT/Nome do aeródromo(s) de alternativa em rota (1). NOTA: É facultativa a inserção desse exemplo para qualquer tipo de vôo.12 ALTN/Nome por extenso do aeródromo. NOTA: Deverá ser utilizada para heliponto aonde o tipo de operação não se recomenda a divulgação do nome por extenso.8.5.8.14 FROM/Indicador de localidade de 4 letras ou nome por extenso do aeródromo. (ver CAMPO 15 . Exemplo 1: RALT/SBSN (1). da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional ou a palavra HELIPONTO seguida das coordenadas geográficas (heliponto com autorização especial de operação). do heliponto.5. Quando o último trecho da rota for efetuado uma mudança de regra de vôo de IFR para VFR.MUDANÇA DE REGRA DE VÔO) 11. Exemplo 3: ALTN/SÃO DESEDÉRIO/Sítio Vale Verde SNIJ. do sítio de vôo. 11. em virtude de sua utilização possuir condições especiais. Exemplo 2: RALT/F090 DCT SBQV (2).MCA 53-1/2010 141 11. .1. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional por extenso da última decolagem.5. do heliponto.

M . DAT/S DAT/V DAT/H DAT/M DAT/SV (ver CAMPO 10) 11. quanto à disponibilidade dos órgãos ATS.15 DAT/ Dados importantes relacionados com a capacidade de enlace de dados. RMK/ÓRGÃO ATS e/ou NDB/VOR e/ou AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM IFR DIURNO RMK/RDO e NDB AD CFM. em função do tempo que a aeronave permaneceu estacionada. ou .2.Outras informações codificadas ou em linguagem clara 11. caso o piloto desconheça o aeródromo da última decolagem. H enlace de dados HF. para indicar o tipo de enlace de dados quando a letra “J” for inserida no CAMPO 10. seguido de uma ou mais letras (S – enlace de dados via satélite. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. ou RMK/RDO SBLP CFM. conforme necessário. V . internacionais regulares e não regulares (excluem-se as empresas de táxi aéreo). NOTA 2: Excepcionalmente. ou IFR DIURNO RMK/RDO AD CFM. aeronaves das empresas de transporte aéreo domésticas regulares.8. brasileiras ou estrangeiras. ou IFR NOTURNO RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM.5. ou RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM. poderá ser inserido o aeródromo/heliponto de partida.1.enlace de dados SSR em modo S).8.1 Confirmação do acerto prévio.2 RMK (Observações) .enlace de dados VHF. necessariamente. ou RMK/RDO e NDB SBLP CFM. NOTA 1: Esse procedimento não deverá ser aplicado para as aeronaves militares brasileiras.142 MCA 53-1/2008 Exemplo: FROM/SBJP FROM/ Fazenda Marabá. designadas para operarem no Brasil. ou RMK/ RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP CFM.5. a adequação dos horários previstos de funcionamento dos mesmos para o referido vôo. dos auxílios à navegação aérea ou dos auxílios luminosos que implica. 11.8.5.

Contudo.8.2.5 É facultada a inserção da expressão “AD” ou “indicador de localidade”.5. que o recebimento do plano de vôo para aeródromos que operam VFR noturno e não possuam Órgão ATS.1. ficar com os auxílios luminosos desligados. pois dentro desse horário deverão ser proporcionados os serviços de tráfego aéreo determinados.1. Cabe ressaltar. Consta também nas instruções do ROTAER (LEGENDA).MCA 53-1/2010 143 VFR NOTURNO RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM.8. ou VFR NOTURNO RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM. como também ao do aeródromo de alternativa de destino/em rota.3 Caberá ao piloto fazer o pedido a localidade e obter a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas aplicáveis ao vôo. 11.1. no período noturno.1. não sendo necessário o registro dos itens acima. antes de sua realização. para que os órgãos ATC considerem existente o apoio ao vôo proposto.8.5. se existir a necessidade de informar que o piloto fez o pedido e obteve a confirmação das condições de funcionamento das instalações aeronáuticas do aeródromo de destino.2. que poderão existir situações que o piloto deverá fazer o pedido não só ao Órgão responsável pelo aeródromo de destino.diurno ou O procedimento somente deverá ser efetuado. .5. em virtude das instalações previstas nesses aeródromos puderem. o plano de vôo só deve ser recebido quando no seu CAMPO 18 possuir uma das expressões citadas no item anterior. deverão ser registrados os indicadores de localidades desses aeródromos. 11.5. mas também ao responsável pelo aeródromo de alternativa de destino/em rota. estará condicionada a confirmação das condições operacionais dos auxílios visuais previstos para esse tipo de vôo.2. 11.8.2. 11. registrando nesse elemento.1. 11. quando as condições prescritas estiverem fora do horário de funcionamento. ou RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM.2. sempre de acordo com as condições prescritas para a realização de cada tipo de vôo (IFR ou VFR .8.2 As expressões deverão ser registradas no elemento RMK. já que não existe probabilidade de operações regulares e de emergência.5. ou RMK/RDO e AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR CFM.1 noturno).4 Para o caso cuja operação no aeródromo de destino e/ou alternativa de destino seja somente VFR noturna.

8. 11. . constante na IAC. com finalidade militar.2.8.2 Número de autorização de vôo 11.último trecho IFR para VFR). mantendo referência visual com o solo.2 Emitida pela ANAC (AVODAC) para as aeronaves civis privadas estrangeiras autorizadas a sobrevoar e/ou pousar no território nacional.144 MCA 53-1/2008 Exemplos: RMK/RDO e NDB SBLP SBQV CFM RMK/ RDO NDB e AUXÍLIOS LUMINOSOS SBLP SBQV CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ AUXÍLIOS LUMINOSOS SWLC SWKN CFM 11. inclusive quando for inserida a rota com destino ao aeródromo de alternativa em rota (RALT/ . e/ou material bélica e o número de autorização de vôo.2.2. no nível e rota propostos.2.5.8.2.1 Emitida pelo EMAER (AVOEM) para as aeronaves: a) militares e civis públicas estrangeiras. Também será abrangido por essa regra. caso pretenda realizar vôo IFR.4 Os mínimos regulares para decolagem IFR em termo de teto e visibilidade.8.5. abaixo do nível de vôo mínimo previsto para a respectiva FIR.8.5. Exceto para as autorizações emitidas pelas SAC. são os mesmos previstos para pouso de aeronave categoria ALFA.2. em missão de aquisição de dados ou não. mas fora dos limites de uma rota ATS. b) civis nacionais e estrangeiras que estiverem equipadas com sensores e/ou equipamentos para aerolevantamento ou pesquisa científica. RMK/AVOEM 808/08 11. fora de rota ATS.2.3 RMK/AVODAC 645/08 Declaração de já ter voado VMC. e c) civis nacionais e estrangeiras transportando carga perigosa.5. RMK/ JÁ VOADO VMC 11. o caso de um vôo IFR entre aeródromos situados dentro dos limites de uma TMA/CTR.5.

porém igual ou superior aos mínimos previstos na SITUAÇÃO B.2.4.1 Quando as condições meteorológicas estiverem abaixo dos mínimos previstos na SITUAÇÃO B para operação de decolagem IFR. respectivamente. pelo menos.5.8. para as aeronaves a jato ou turboélice de dois ou mais motores.2. 11. b) AERONAVES DE TRÊS OU MAIS MOTORES: não mais do que duas horas de vôo em velocidade normal de cruzeiro.8. 800FT e 1600M (IAC NDB RWY 34). um aeródromo de alternativa pós-decolagem.1. Logo. com um motor inoperante. os mínimos em termo de teto e visibilidade são. em ar calmo.2. deverão constar no CAMPO 18 do Plano de Vôo Completo a inserção de. caso não seja possível utilizar o aeródromo de partida do vôo.3 Esse procedimento visa permitir que uma aeronave possa pousar.1.4. 11.1.MCA 53-1/2010 145 considerando o setor de decolagem da pista em uso.2. 11. logo após a decolagem.5. se for necessário. exceto das aeronaves em Operação Militar.2.4. 11. Exemplo: SITUAÇÃO A .4.2 Nos casos em que os mínimos meteorológicos estiverem abaixo dos valores previstos na SITUAÇÃO A. ou seja.5.Considerando que SBJP possui mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares para decolagem (teto não requerido e visibilidade 600M).8. para que esse procedimento possa ser aplicado. essas operações serão suspensas por iniciativa do APP ou da TWR.2 O aeródromo de alternativa pós-decolagem deverá estar situado dentro das seguintes distâncias em relação ao aeródromo de decolagem: a) AERONAVES DE DOIS MOTORES: não mais do que uma hora de vôo em velocidade normal de cruzeiro.5. sempre que as condições .3 É imprescindível que exista uma coordenação estreita entre a Sala AIS e o APP ou a TWR.4. em ar calmo. 11.8. e c) AERONAVES MONOMOTORAS: não estão autorizadas a realizarem o procedimento desse elemento.Em SBJP a RWY 16 está em uso com operação normal. os maiores valores encontrados na IAC para cabeceira oposta (aeronave categoria ALFA). SITUAÇÃO B . com um motor inoperante.5.8.

4. RMK/INDICATIVO DE CHAMADA LOBO NEGRO RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CORSÁRIO02 RMK/INDICATIVO DE CHAMADA ALBATROZ RMK/INDICATIVO DE CHAMADA CARCARÁ08 11. pessoas a bordo e autonomia. 11.2.5.8.2. se o plano for apresentado em vôo. transportando altas autoridades. de acordo com os quadros previstos no MCA 100-11 CAMPO 18.5 Registro da expressão AFIL seguido do local (preferencialmente com telefone) ou do órgão ATS.2).5.8.8.1 Essa informação será inserida pelo órgão ATS que recebeu o AFIL. 11.8.2.2.4.5. com exceção do nome e código ANAC do piloto em comando. Esse procedimento somente poderá ser usado desde que o indicativo de chamada proposto tenha sido autorizado pelo DECEA.2.2. sendo de inteira responsabilidade do piloto em comando e do explorador da aeronave. o CAMPO 19 poderá ser omitido.4.2 No caso do AFIL. de acordo com os dados transmitidos pelo piloto.5. porém igual ou superior aos mínimos IFR abaixo dos mínimos regulares previstos na AIP-MAP (SITUAÇÃO B do item 11. 11. RMK/AFIL NATHÁLIA LTDA 619998877 RMK/AFIL SBPH 11.1.5.4 Em função das características das aeronaves envolvidas.5.7 Aeronaves militares.146 MCA 53-1/2008 meteorológicas em termo de teto e visibilidade estiverem abaixo dos mínimos regulares (SITUAÇÃO A do item 11.1.2). RMK/ALTN DEP SBGO 11.8.2.5.8. quando for diferente da forma de registro no CAMPO 7. devem introduzir os códigos de "autoridade a bordo" e de "serviços solicitados".5. os cumprimentos dessas exigências estão previstas no AIP-MAP páginas INS4/INS8.5.6 Indicativo de chamada a ser utilizado em radiotelefonia.5.2. onde se poderão obter as informações suplementares. RMK/3HRP COMANDANTE 3ª REGIÃO .8.8.

2.5. 11. deverá ser registrada. 11.5.2. RMK/CLR RJ 86145 RMK/CLR GR 85133 (NR) . RMK/ACAS 11.12 O SLOT ATC de oportunidade para pouso é concedido no caso de cancelamento de SLOT ATC previamente alocado para outra aeronave e/ou o fluxo de tráfego aéreo no momento permitir a operação pretendida. RMK/TGL SBUR 11. de 21 de outubro de 2009.9 Intenção de pouso de helicóptero em voo IFR.8.11 Código numérico precedido da sigla CLR. 11. que está condicionado á obtenção de SLOT ATC para operação de pouso e decolagem.5.10 Registro de equipamento de Sistema de Anticolisão de Bordo (ACAS) a bordo em funcionamento. acrescida de duas letras do indicador de localidade da OACI do aeroporto coordenado. RMK/OPT (aeroporto coordenado) SBGL RMK/OPT SBSP . RMK/LDG (NOME ou INDICATIVO da Plataforma) CASO VFR NOTA: Esse dado somente poderá ser utilizado para atender essa situação. Exemplo: N0200 F090 G677 JPS/N0200F080 11.5.8. Ocorrendo Plano de Contingência nas FIR-brasileiras. no CAMPO 15 ROTA.2. destinado à plataforma marítima que não esteja “autorizada” para operações IFR.2. o ACAS será obrigatório para voos no espaço aéreo superior.8 Voo realizando toque e arremetida (TGL) em um determinado aeródromo.1 Caso exista modificação no rumo magnético da rota. em outro trecho. apresentando um plano de voo para um aeroporto nas proximidades do aeroporto coordenado.5.MCA 53-1/2009 147 NOTA: Quando registrado no formulário do plano de voo.10.8.5.2.8. após o TGL. deverá ser encaminhada uma Mensagem de Transporte Especial de acordo com as instruções previstas no item 11.2.8.8.Portaria DECEA No 63/SDOP. a referidas alteração.8.

2.12) 11.5.1.8.5.11 e 11.5.2 Nenhum vôo poderá ser iniciado a menos que sejam atendidas as exigências previstas para cada tipo de vôo.2).2.5.9.5.INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES 11. nas etapas onde o instrutor não está presente.16 Confirmação de acerto prévio quanto a utilização de um aeródromo militar por uma aeronave civil após comprovação de autorização da autoridade aeronáutica competente.2. 11.1.2.9.9.1.9 CAMPO 19 .2.8.15 Realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno. RMK/500FT AGL RMK/1000FT AGL RMK/1500FT ALT 11.5.1 Autonomia 11.5. cadastrada na Gerência Regional de Aviação Civil.9.13 Para o vôo que não foi planejado para ser conduzido em um nível de cruzeiro (diferente da tabela de níveis de cruzeiro) e a expressão VFR tenha sido inserida no CAMPO 15.5.1.1 Inserir um grupo de quatro algarismos para indicar a autonomia em horas e minutos.5.8.1 Requisitos de autonomia para vôo IFR que requer indicação de aeródromo de alternativa 11.5.1. RMK/OPS AUTH RBHA 137 (ver 11.5.8.5.1 Aviões com motores a reação em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: . 11. RMK/AUTH CMTE BAAN RMK/AUTH DIRETOR DEPED E CPBV 11. 11.8.10. onde o piloto aluno utilizará o código ANAC do instrutor/checador do vôo/navegação solo.9.9.5.1.5. 11.148 MCA 53-1/2008 11.1.8.8.2.5.1.14 Área de pouso eventual para operação exclusiva de aeronave aeroagrícola. RMK/CÓDIGO ANAC DO INSTRUTOR (nome) AUTH FLT (ver 11.

ou voar 90 minutos com consumo normal de cruzeiro.1.5.1.MCA 53-1/2008 149 a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo e lá executar uma aproximação com arremetida.1. 30 minutos mais 15% do tempo requerido para voar com consumo normal de cruzeiro aos aeródromos referidos nos dois últimos parágrafos. . c) em seguida.4 Aviões em vôos não comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.9. e c) mais 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro.1.1. ou c) em todos os vôos internacionais. b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo. e d) mais 30 minutos em velocidade de espera (máxima autonomia) a 1500FT da elevação do aeródromo de alternativa em condições de temperatura padrão. 11.5. b) após isso.9. e c) mais 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro.3 Helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo.2.2.1. por um período de 45 minutos com consumo normal de cruzeiro. voar para o aeródromo de alternativa mais distante especificado em plano de vôo e nele pousar. 11. b) até o aeródromo de alternativa mais distante indicado no plano de vôo.2 Aviões propelidos a hélice em vôos comerciais a autonomia deverá ser suficiente para voar: a) até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo após isso para o aeródromo de alternativa mais distante especificada em plano de vôo. voar por um período de tempo igual a 10% do tempo necessário para voar do aeródromo de partida até o aeródromo de destino e nele pousar. 11.9. e mais: b)em todos os vôos domésticos e em vôos com aviões com capacidade para 30 ou menos passageiros. o que for menor.2.5.

11.9.20 minutos com velocidade normal de cruzeiro.2. ou seja.150 MCA 53-1/2008 11.5.3 Requisitos de autonomia para vôo IFR que não requer indicação de aeródromo de alternativa (ver AIP-BRASIL Parte ENR) 11.1 Aviões e helicópteros em vôos comerciais ou não a autonomia deve ser suficiente para voar: a) para aviões: até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo. ou seja. essa deverá cumprir as orientações citadas acima. até o momento da decolagem.9. apresentado um Plano de Vôo no IEPV 100-20.1. informar ao órgão ATS local. por radiotelefonia.2.1.9.4 Aeronaves militares brasileiras Quando uma aeronave militar estiver realizando um vôo em Circulação Aérea Geral (CAG). caso isso não seja verdade. ou 45 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante a noite. por radiotelefonia.1. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha.2.2.9. o valor exato da referida informação. b) para helicópteros: . o Piloto deverá registrar a autonomia da aeronave líder e. 11. será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e. o Piloto deverá.1. até o momento da decolagem. a apresentação de um Plano de Vôo VOCOM (IEPV 100-22). a autonomia mínima será estabelecida pela Unidade a que pertence a aeronave.5 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo.9.5. e . Para o caso de uma aeronave militar efetuar um vôo de acordo com a Circulação Operacional Militar (COM).9.2.2 Requisitos de autonomia para vôo VFR 11. Exemplo: .1.2. 11.até o aeródromo de destino especificado no plano de vôo. e 30 minutos com velocidade normal de cruzeiro durante o dia.6 No caso do preenchimento do ELEMENTO AUTONOMIA para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9).5.1. informar ao órgão ATS local.2.5. de acordo com a performance e o tipo de vôo.E/0430 .5.5.

11. o valor exato da referida informação para as demais aeronaves que farão parte da esquadrilha. Centro de Operações de Emergência . informar ao órgão ATS local. por radiotelefonia.5.9.2. não sendo considerados para cálculo de POB. disponibilizando esse número para planejamento e medidas a serem tomadas pelos órgãos envolvidos (RCC.).6 Exemplo: P/2 P/15 P/120 P/TBN 11.MCA 53-1/2008 151 11.1 O objetivo desse elemento é dar conhecimento aos órgãos ATS para os casos eventuais de acionamento de emergência.9. caso isso não seja verdade. quando o número de pessoas a bordo for desconhecido no momento da apresentação do PLN. até o momento da decolagem. por radiotelefonia.2 Pessoas a Bordo (POB) 11.2.4 Caso ocorra algum problema na prestação da informação referente à autonomia no Plano de Vôo.9.3 Equipamentos de Emergência e Sobrevivência Deixar registrado fielmente conforme a seguir: .5.2. 11.3 Crianças com idade até 2 (dois) anos são consideradas colo.9. até o momento da decolagem.2.5.COE.5. o valor exato da referida informação.5. será entendido que o valor inserido é comum a todas as aeronaves e.2 Inserir o número total de pessoas a bordo (passageiros e tripulantes) ou TBN (para ser notificado).9. para fins de legislação de plano de vôo.9.2. passageiros e de colo). o Piloto deverá registrar a POB da aeronave líder e. informar ao órgão ATS local. devendo ser adicionada ao número de POB (tripulantes. Contra-Incêndio.5 No caso do preenchimento do ELEMENTO POB para aeronaves em vôo de formação (ver CAMPO 9).9. 11.2.9.5. os cadáveres serão equiparados como carga aérea (carga comum).5.5. o Piloto deverá. etc. 11. No caso do “cadáver a bordo”. 11.

significa que a aeronave não tem nenhum equipamento POLAR. se a freqüência UHF 243. se os coletes não estiverem equipados com fluorescência. ou . .Riscar todas as letras. DESERTO. ou . Exemplos: S/ (EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA) Nesse último exemplo.5MHz não estiver disponível. J/ (COLETES) . R/ (RÁDIO) . se não possuir equipamento de sobrevivência a bordo.152 MCA 53-1/2008 .Riscar todas as letras. MARÍTIMO e SELVA. se os coletes não estiverem equipados com luzes.Riscar E.Riscar uma ou mais letras indicadoras dos equipamentos que não possuir a bordo. .Riscar F. devendo esse ser registrado no elemento N (OBSERVAÇÕES) desse CAMPO. mas algum equipamento de sobrevivência adicional ele possui.Riscar V. se não dispuser de Transmissor Localizador de Emergência para localização de aeronave (ELT). .Riscar U. e . se não possuir coletes salva-vidas a bordo. se a freqüência VHF 121.0MHz não estiver disponível.Riscar L.

Exemplo: André Luis 087715 . .Riscar U e V. Exemplo: Maj Av Marcus Vinícius L. devendo ser indicado após a barra oblíqua. se não possuir BOTES a bordo. . Piloto Civil – nome e código ANAC. Segundo assinalado em R/.Esse item destina-se a registrar algum equipamento de sobrevivência adicional aos previstos POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA. ou ou .Inserir o NÚMERO DE BOTES que possuir a bordo.Riscar as letras D e C. para indicar o equipamento rádio dos coletes. se não houver equipamento(s) de sobrevivência complementares aos previstos (POLAR/DESERTO/MARÍTIMO/SELVA) a bordo. ou .Inserir o nome do piloto em comando. . o(s) nome(s) do(s) equipamento(s) de N/ (OBSERVAÇÕES) sobrevivência que possua a bordo. se os coletes não estiverem equipados com rádio. L.Inserir a cor dos BOTES.Riscar a letra C. D/ BOTES (NÚMERO) (CAPACIDADE) .Riscar U ou V.Inserir a cor ou cores da aeronave e marcas importantes. se os BOTES não dispuserem de ABRIGO.MCA 53-1/2008 153 . como se segue: C/ C/PILOTO EM COMANDO Piloto Militar – posto e nome de guerra seguidos das iniciais dos outros nomes. . Riscar a letra N. C/ ABRIGO DO BOTE (COR) A/ (COR E MARCAS DA AERONAVE) . .Inserir a capacidade TOTAL DE PESSOAS de todos os BOTES.

4. Em hipótese nenhuma. quando não for o piloto em comando.5 Particularidades 11. 11.5.5. .4 Responsável. oriundos de aeródromos situados no continente. os seguintes itens deverão existir na aeronave: colete salva-vidas com luz apropriada. Código ANAC e Assinatura Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar um Plano de Vôo Completo ou Simplificado.5.5.9.9.5.1 Preenchido por Inserir o nome do responsável pelo preenchimento do plano de vôo.5.5.9.1 Para aeronaves civis.9.4. bote inflável e um conjunto de sobrevivência no mar.4. 11.2 Código ANAC Inserir o código ANAC do responsável pelo preenchimento do Plano de Vôo. outro profissional poderá preencher e/ou assinar os IEPV 100-7 e 100-20.9.154 MCA 53-1/2008 11. os vôos realizados sobre a área oceânica. com mais de 30 (trinta) minutos de vôo ou mais de 100NM de distância da costa mais próxima.3 Assinatura Assinatura do responsável pelo preenchimento ou a inserção da expressão “VIA TEL”. 11. 11.9.4 Exemplo: -E/0400 P/15 R/VE S/MJ J/L D/2 20 C LARANJA A/AZUL COM FAIXAS BRANCAS N/PRIMEIROS SOCORROS C/MARCUS VINÍCIUS 087715) 11. quando não for o piloto em comando.9.4.5. quando os dados forem transmitidos via telefone a uma Sala AIS credenciada.

11. COLETES “LUZ” e BOTES “NÚMERO/CAPACIDADE/COR”.5. Exemplo: Um PLN sendo entregue com EOBT às 1500Z.2.2.5.5. 11.8.5.9.2.9.5.6.5.2.1 PVS com pouso no aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor. 11.1 A mensagem de atraso (DLA) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de Aeródromo. A DLA somente poderá ser recebida desde o momento da transmissão do FPL até às 1535Z.15): 11. não necessariamente a do aeródromo de partida.5.2 PVC ou PVS com pouso em aeródromo diferente do aeródromo de partida: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor.9.5. será válido até às 1545Z. 11.5. os seguintes procedimentos devem ser observados quando no preenchimento de um Plano de Vôo completo ou simplificado (ver 11. devendo ser transmitida sempre que houver previsão de atraso. . e b) ASSINATURA: do piloto aluno.6 MENSAGEM DE ATRASO (DLA) 11.6. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor. a critério do DECEA. e b) ASSINATURA: do piloto aluno e do instrutor.2 Essa mensagem deve ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora. 11.MCA 53-1/2008 155 NOTA: No CAMPO 19 dos PLN de aeronaves civis. NOTA: Exceções poderão ser aplicadas a determinados aeródromos. com vista ao gerenciamento do fluxo de tráfego local.9.2 Na realização de vôo/navegação solo de piloto (civil) aluno.3 PVC das demais etapas do vôo: a) PILOTO EM COMANDO: nome do piloto aluno e código ANAC do instrutor. deverão constar os seguintes equipamentos: SOBREVIVÊNCIA “MARÍTIMA”.

11.Tipo de mensagem ( DLA 7 – Identificação da aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida e hora SBBR1545 16 – Aeródromo de destino SBRF ) 11.7. 11. quando necessárias. Os campos que podem ser modificados são aqueles previstos na mensagem FPL e RPL.7. serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver. devendo ser entregue até 35 (trinta e cinco) minutos além da hora estimada de calços fora (ver 11.6 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma DLA por telefone ou FAX.3 Ao receber uma DLA apresentada por telefone ou FAX no qual o Plano de Vôo (PLN) não tenha sido apresentado em sua Sala AIS.6.2 A mensagem CHG deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de atraso (DLA).9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto.4 A mensagem DLA deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo.6. é importante questionar o piloto qual a EOBT que consta no PLN.6.6.6.7 MENSAGEM DE MODIFICAÇÃO (CHG) 11.2). não necessariamente a do aeródromo de partida.6.9) o nome e o código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3.6.1 A mensagem de modificação (CHG) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo. e sem rasura. sempre que houver necessidade de se modificar os dados do plano de vôo.6. devendo ser acrescentado os dados transmitidos (ver 11. as eventuais DLA relativas ao FPL.7 A DLA deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. Em hipótese nenhuma. 11.156 MCA 53-1/2008 11. 11. Esse procedimento evitará que você receba uma DLA de um PLN vencido ou dentro de seus últimos dez minutos de validade. . Essas mensagens.5 A aeronave presidencial (nacional e estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito.6. 11. 11. 11.

6.7.Uma CHG foi apresentada modificando o AD DEST.7.2.7. acrescidos daqueles inerentes à alteração. seguido da transmissão da CHG com os endereçamentos constantes no Plano de Vôo.2). deverá constar nesta CHG também a expressão: -18/RMK/JÁ VOADO VMC). conforme a seguir: . 11. trecho SBBR/SBUR. o Plano de Vôo deverá ser endereçado e retransmitido ao órgão ATS do aeródromo de destino emendado (ver 11.7. 11.4 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CHG por telefone ou FAX.1 . Exemplo: Um PLN foi apresentado às 1400Z com EOBT 2000Z. 11. considerando-se a nova EOBT proposta.7. Logo.3 A aeronave presidencial (nacional ou estrangeira) está dispensada de apresentar por escrito. deverá ser limitada às 1455Z. IFR. Arnaldo preencheu um PLN ACFT PTAIS. a mesma exigida para apresentação do plano de vôo (completo 45 min. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11.6. uma CHG foi preenchida e entregue às 1410. 11. a antecedência mínima para a aceitação da CHG correspondente será.7.7. Necessitando antecipar essa EOBT. ele será efetuado na FIR (DCT) abaixo do NÍVEL DE VÔO IFR MÍNIMO permitido. 11.).MCA 53-1/2008 157 11. No Plano de Vôo inicial o vôo seria realizado em aerovia.6 Na modificação de um CAMPO.5 No caso de antecipação da Hora Estimada de Calços Fora (EOBT). Essas mensagens. nesse exemplo.9) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.6.7. A nova EOBT emendada. com a modificação. 11.1 O Cmt. serão veiculadas por fonia ao órgão ATS de jurisdição onde a aeronave estiver.7. é importante observar se essa alteração terá algum impacto em outro CAMPO do FPL.2 No caso específico de modificação do aeródromo de destino. e simplificado 10 min.2. quando necessárias.6. as eventuais CHG relativas ao FPL.

6.(utilizar mais de uma linha.2 Após sua transmissão.7. Logo.2.8 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de modificação (CHG). se necessário) . ele solicitou que fosse alterado o aeródromo de destino de SBUR para SBUL alternando SBRP.7 A CHG deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. 11.7.158 MCA 53-1/2008 FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) 11. Em hipótese nenhuma. e sem rasura.7. o FPL a ser retransmitido e a CHG a ser transmitida obedecerão ao descrito abaixo: FF SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (FPL-PTAIS-IN -E121/L-SDG/C -SBBR1300 -N0210F180 G449 -SBUR0110 SBUL -0) FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP SBULZTZX 151000 SBBRYOYX (CHG-PTAIS-SBBR-SBUR-16/SBUL0105 SBRP) 11.7. 11. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: 3 – Tipo de mensagem (CHG 22 – Emenda 7 – Identificação de aeronave PTAIS 13 – Aeródromo de partida SBGL 16 – Aeródromo de destino SBCF -15/N0410F370 DCT UALA UB691 ) etc. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30.9 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto.

não sendo necessário a sua transmissão. Exemplo: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-13/SBGL1415-15/N0410F370 DCT UALA UB691) 11. não sendo necessário a sua transmissão.9. não esquecer de encaminhar a mensagem LOC.9.7.9. o dado referente a um atraso.9. 11.10 É permitido ao Piloto ou DOV quando confeccionar uma CHG.7.1.1.9.ou b) solicitar que seja preenchido outro formulário IEPV 100-7 ou 100-20 com o dado corrigido. desde que exista pelo menos uma proposta de modificação.7.4 Dados emendados .1. poderá ser observado um dos seguintes procedimentos: a) preencher uma CHG de acordo com os dados acima e anexá-la ao formulário IEPV 100-7 ou IEPV 100-20.Emenda 11.7.1.11 Caso o Piloto ou DOV tenha necessidade de alterar algum dado do CAMPO 19 de um Plano de Vôo. .3 Barra Oblíqua 11.7. adicionar ao seu texto.MCA 53-1/2008 159 11. Exemplos: (CHG-PTJMG-SBGL-SBCF-15/N0410F370 DCT UALA UB691) (CHG-PTJMG-SBBE-SBBR-7/PTATM-9/B737/H-10/SDGIR/C-15/N0470F330 UW4 C/POMON/N0470F330F370) (CHG-PTJMG-SBSV-SBQV-15/N0210F060 DCT-18/RMK/JÁ VOADO VMC STS/TREN) (CHG-PTJMG-SBBR-SWLC-16/ZZZZ0100 SBGO-18/DEST/FAZENDA AIS) Observação: Nesse último exemplo.1 Descrição do Campo 22 .1 Hífen 11.2 Indicador do CAMPO .1 ou 2 algarismos para indicar o número do CAMPO a emendar.7. 11.7. anexando-o ao formulário anterior. na forma própria desse CAMPO.os dados completos e emendados do indicador especificado em (a).

7 A composição desta mensagem corresponde à correta confecção de seu texto. 11.8.8 MENSAGEM DE CANCELAMENTO DE PLANO DE VÔO (CNL) 11. informar ao órgão ATS local.8. o Piloto deverá.8. até o momento da decolagem por radiotelefonia.8.8. quando for necessário que se cancele um vôo.5 Somente Pilotos ou Despachantes Operacionais de Vôo poderão preencher e assinar uma mensagem de cancelamento de Plano de Vôo (CNL).12 Quando os dados emendados forem relacionados com AUTONOMIA e/ou PESSOAS A BORDO. com indicador de prioridade DD.8.11. e sem rasura.2.2 A mensagem CNL deverá ser endereçada ao (s) indicador (es) de destinatário (s) listado (s) no espaço sombreado que precede ao CAMPO 3 do plano de vôo. mesmo após proceder conforme item 11. outro profissional poderá preencher e/ou assinar o IEPV 100-30. por qualquer motivo. deverá ser endereçado conforme o item 11. Recomenda-se que esse procedimento seja estendido aos demais tipos de Plano de Vôo. 11. visando evitar o mesmo problema inerente a um Plano de Vôo Repetitivo.8. cujo plano de vôo tenha sido enviado anteriormente. não necessariamente a do aeródromo de partida. uma mensagem CNL.7.1 A mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL) poderá ser apresentada em qualquer Sala AIS de aeródromo.7) o nome e código ANAC do piloto ou DOV responsável pela informação e o número do telefone de contato.4 A CNL deverá ser preenchida com caneta azul ou preta. Em hipótese nenhuma. devendo ser acrescentado as dados transmitidos (ver 11. o valor exato da referida informação. cujo formato deverá ser observado nas transmissões e/ou retransmissões: . Esse procedimento tem a finalidade de assegurar que a mensagem CNL seja recebida.3 Somente as Salas AIS credenciadas poderão receber uma CNL por telefone ou FAX. 11. 11. 11.8. devendo ser notificada até 35 (trinta e cinco) minutos da hora estimada de calços fora. 11.6 Quando. simultaneamente com o FPL individual. seguida da transmissão desse plano de vôo individual. pelo menos.160 MCA 53-1/2008 11. 11.7. um determinado vôo da série de planos de vôo repetitivos (RPL) for cancelado e substituído por um plano de vôo individual.

9. será necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO (IEPV 100-20). excetuandose o caso de vôo VFR de helicóptero que é dispensado. CTR ou TMA adjacentes. Exemplos: AD PART SBRF SBBR SBSL SBRP SBCJ SBLP AD DEST SBJP SBBR SBSL SBRP SBCJ SNGI AD ALTN SBRF SWUZ SBTE SBUR SBMA SBLP PVC NÃO NÃO SIM SIM SIM SIM PVS SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ARC-RF ARC-BR ERC L2 ERC L1 ERC L3 ERC L2 11. Exemplos: AD PART SBPS SBFL AD DEST SBSV SBNV PVC SIM SIM PVS NÃO NÃO ESPAÇO AÉREO ERC L2 ERC L1 11. além do previsto nesse item. necessário o preenchimento de um PLANO DE VÔO COMPLETO. sendo. também será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuir credencial para vôo IFR.9.4 Deve ser utilizado o IEPV 100-7 e apresentado da seguinte forma: a) pessoalmente à Sala AIS do local de partida ou. na inexistência desses espaços aéreos. 11.MCA 53-1/2008 161 3 – Tipo de mensagem (CNL - 7 – Identificação da aeronave PTAIS - 13 – Aeródromo de partida SBBR - 16 – Aeródromo de destino SBRF) 11. entretanto. CTR.9 PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO (PVS) 11. No caso específico de vôo VFR no período noturno.2 Quando o aeródromo/heliponto de destino for o mesmo aeródromo/heliponto de partida e não exista um aeródromo/heliponto de alternativa habilitado para operação pretendida. em um raio de 50 km (27NM) do aeródromo de partida.9. TMA.9. no espaço aéreo em questão.3 No caso do vôo ser realizado inteiramente entre ATZ.1 O Plano de Vôo Simplificado (PVS) aplica-se ao vôo VFR realizado inteiramente dentro de uma ATZ. . com um aeródromo de alternativa de destino. incluindo as projeções dos seus limites laterais ou. será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuírem credencial para vôo IFR.

4. RMK/REH FERROVIA UNO RMK/REH MARTE RMK/REH PAQUETÁ.12 (NOTAS 1 e 2) e 11. caso esse seja apresentada à Sala AIS. 11. certamente existirá veiculação de um PVS diretamente entre o piloto e órgão ATS local. principalmente as citadas nos itens 11.10. se não houver proibição para o aeródromo em causa (ver ROTAER e AIP-BRASIL Parte ENR).7 As seguintes regras devem ser observadas: a) validade: 45 (quarenta e cinco) minutos além da EOBT. 11. c) inserção de dados: procedimentos idênticos ao do PVC (ver 11.4. porém. d) formulário IEPV 100-7: excepcionalmente. complementares aos do CAMPO 15.9. Assim. caso exista.4. RMK/BTN SECT 1 e 2. Exemplos: RMK/RTE SECT W.4 alínea c). ou c) por radiotelefonia ao órgão ATS do local de partida. encaminhar a mensagem FPL (PVS) ao órgão ATS do aeródromo de destino. preenchendo apenas os campos correspondentes. 11. visando o fiel cumprimento das normas previstas.4.17 desse Manual.162 MCA 53-1/2008 b) por telefone ou fax à Sala AIS credenciada.9. não será exigido tempo de antecedência. poderá ser utilizado o IEPV 100-20 (Plano de Vôo) para apresentação de um PVS. caso o PVS seja apresentado por radiotelefonia. diretamente ao órgão ATS. e e) CAMPO 18: além dos procedimentos previstos.5 Quando não existir proibição para apresentação de um PVS via radiotelefonia. torna-se essencial que o órgão ATS mantenha uma estreita coordenação com a Sala AIS local. RMK/BTN RDL 020 e 040. b) encaminhamento: primeiro passo é informar ao órgão ATS local através dos meios disponíveis imediatamente. RMK/SECT S e SW AD. de acordo com os procedimentos estabelecidos em Circular de Informação Aeronáutica específica.11.6 O tempo exigido para apresentação de um PVS será de no mínimo 10 (dez) minutos antes da EOBT. 11. no caso de indisponibilidade do IEPV 100-7. 11. tendo em vista a manutenção da segurança de vôo no que diz respeito ao recebimento desse PVS. .9.5). e após. RMK/SECT SW AD. conforme o item 11.9. poderão ser incluídos outros detalhes sobre o vôo.

com o indicador de prioridade GG. ou.2. Exemplo: GG SBGLYOYM 151812 SBBRYOYM 15/AISMIL/151008 – INFORMO FAB2004 E120 ETA SBGL 2010 RMK/3HRP COMANDANTE DA AERONÁUTICA. b) identificação da aeronave.MCA 53-1/2008 163 11. 11. informar ao seu Chefe ou seu substituto legal. logo após a decolagem da referida aeronave. obedecendo à formatação AFTN. e) aeródromo de destino. ao Oficial de Operações.10.10. o operador da Sala AIS deverá confeccionar uma Mensagem de Transporte Especial.1 Conteúdo do Texto: a) indicativo de referência. e g) códigos especificados. nos demais casos. .2 Quando forem introduzidos no CAMPO 18 do plano de vôo de aeronaves militares os códigos de “autoridade a bordo” e de “serviços solicitados”. Essa mensagem deverá ser endereçada. Oficial-de-Dia ou ao Oficial de Permanência Operacional no caso de organização Militar.3 Ao receber essa mensagem. f) hora (UTC). o operador da Sala AIS deverá: a) decodificar a mensagem observando o significado dos códigos inseridos. 11. e b) informar. imediatamente. 11.10.10.1 É uma mensagem administrativa que contém informações relativas à aeronave militar quando transportando altas autoridades. à Sala AIS Militar do aeródromo de destino ou. d) hora estimada de chegada (ETA = hora real de decolagem + EET). prioritariamente. caso não exista Sala AIS Militar ou essa não esteja em funcionamento. c) tipo da ACFT. à Sala AIS Civil do DTCEA ou de Órgão de Navegação Aérea (ONA).10 MENSAGEM DE TRANSPORTE ESPECIAL (MTE) 11.

for introduzido a forma ZZZZ nos CAMPOS 13 (AD PART) e CAMPO 16 (AD DEST). respectivamente. do heliponto. o piloto solicita ao APP-Florianópolis. 11.11 MENSAGEM ADMINISTRATIVA AO SICONFAC 11.11.3 Assim.7).11. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional da última decolagem (FROM/Fazenda Marabá . Exemplo: Uma aeronave apresenta um PVS trecho SBFL/SBFL com regra de vôo VFR à sala AIS SBFL. do heliponto. informando o nome do município e o nome por extenso do aeródromo.164 MCA 53-1/2008 11.4 O operador da Sala AIS do aeródromo de partida do vôo quando receber o FPL com a expressão prevista no CAMPO 18 (ver 11. Essa Mensagem (MOD) é usada para modificar dados encaminhados corretamente.10. ou uma mensagem de atualização de Plano de Vôo. . deverá confeccionar e encaminhar à Estação de Comunicações transmissora da Mensagem de Movimento (MOV). KK SBRJYAYD 201515 SBFLYOYX SVC 15. tal forma também deverá constar na mensagem CONFAC MOV nos respectivos campos. RETEL 248/MOV ANV PTAIS MOD CMP 9/I E CMP 12/SBCT. 11.2. obviamente recebido de outra Sala AIS que não a Sala AIS do aeródromo de partida do vôo.11. poderá repassar os dados alterados a Sala AIS de SBFL para a confecção e emissão da MOD.2 Sempre que um Plano de Vôo (PVC ou PVS) que gerar uma MOV. assim como o nome por extenso do aeródromo. 11. será o responsável pela confecção e transmissão da Mensagem de Transporte Especial. da área de pouso eventual ou da área de pouso ocasional sobre o qual foi expedida uma mensagem MOV. o operador AIS deverá expedir uma mensagem LOC.8. após a decolagem da aeronave. alteração do aeródromo de destino e a regra de vôo para SBCT e IFR. Após a decolagem.1 O operador AIS que receber um Plano de Vôo (PVC ou PVS). estando prevista a forma ZZZZ nos CAMPOS citados no item anterior.5.PVS). A MOD deve ser preparada e encaminhada pelo detentor do formulário do Plano de Vôo (IEPV 100-20 . O APP após as providências relativas ao gerenciamento do tráfego aéreo. porém atualizado posteriormente pelo piloto a um órgão ATS. do sítio de vôo. uma mensagem administrativa de modificação (MOD) para transmissão.PVC ou IEPV 100-7 .ver CAMPO 18 item 14). do sítio de vôo.

162(MOV-PTAIM-I-SBFL-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081810) KK 201140 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 53. . CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN.MCA 53-1/2008 165 Exemplos: 152(MOV-PTAIM-V-SBFL-SBPA-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAYOYX SVC 52. RETEL 162/MOV ANV PTAIM LOC CMP 11/PASSO FUNDO/FAZENDA ANTA E CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN. RETEL 188/MOV ANV PTAIM LOC CMP 10/CRICIÚMA/BRAGAMEN. 188(MOV-PTAIM-V-ZZZZ-ZZZZ-ZZZZ-124874-2006081215) KK 202000 SBRJYAYD SBPAZAZX SVC 54. RETEL 152/MOV ANV PTAIM LOC CMP 12/CRICIÚMA/BRAGAMEN.

é um método de trabalho fundamental para a melhoria da qualidade e a satisfação do usuário. o que deve ser buscado por toda organização que queira permanecer e sobreviver num exigente mundo globalizado. obedecendo a estrutura organizacional ao qual é subordinado definirá o alcance da implantação do Sistema de Qualidade. buscando atingir produtos e serviços de qualidade superior e melhoria dos aspectos organizacionais.1 Cada Órgão.3 ALCANCE 12. .3. Esse processo de melhora redunda num benefício de qualidade final dos produtos e serviços e de satisfação do usuário. para facilitar a obtenção da certificação base da ISO 9001:2000 – “Sistema de Gestão da Qualidade – Requisitos” Essa norma foi identificada como mais apropriada para a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade nos AIS na região CAR/SAM.1 INTRODUÇÃO Mediante a inclusão dos requisitos sobre Sistemas de Garantia de Qualidade no ANEXO 15/OACI. 12.1.1.1.3. 12. 12.2 OBJETIVO A aplicação da norma ISO 9001. A ISO 9001 tem por objetivo melhorar vários aspectos.1. identificando claramente as atividades e/ou produtos e serviços AIS para os quais se aplicará o sistema de gestão dentro da administração.1 PLANO PARA IMPLANTAÇÃO 12.2 Poderão ser identificadas três atividades ou áreas fundamentais: Publicação AIS. NOTAM e Serviço de informação prévia ao vôo.166 MCA 53-1/2008 12 SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE AIS Nesse capítulo serão apresentados os procedimentos genéricos para a implantação de um sistema de gestão da qualidade dentro do AIS nos Órgãos que desempenham atividades AIS. se identificou o requisito relacionado com a implantação da atividade de Garantia de Qualidade ISO 9000 nos Serviços Nacionais de Informações Aeronáuticas. 12. A ISO 9001:2000 foi adotada como modelo a ser seguido para a obtenção da certificação do sistema.1.

3. que certifica.1. esse Serviço pode se referir às atividades da Sala AIS relacionadas à tramitação dos planos de vôo e. além de posteriormente. a eficácia e a confiabilidade.4.1. 12.3 As certificações ISO 9001:2000 são um reconhecimento de que a organização realmente se interessa pelo resultado de seu trabalho. é um documento com validade legal.1.4 Os NOTAM se associarão às atividades de emissão e tratamento de NOTAM. a segurança operacional e os níveis do serviço. expedido por uma entidade credenciada. b) reduzir e/ou eliminar reprocessos e desperdícios.4. 12. melhorar a produtividade.1.4.3. 12.4 BENEFÍCIOS 12. na elaboração e emissão dos Boletins de Informação Prévia ao Vôo (PIB). fundamentalmente. 12. 12. complexidade e recursos. Também pode-se incluir a atividade de cartografia.MCA 53-1/2008 167 12. 12. pode ser associado a um serviço meteorológico de aeródromo.1.3 A atividade de Publicação AIS compreenderá tudo que estiver relacionado com a produção e distribuição da AIP e os elementos da documentação integrada AIS. assim como pela satisfação que gerada no usuário final. . excluindo-se os NOTAM e o PIB.7 O alcance do sistema poderá estar baseado em uma atividade ou em todas as atividades do AIS. que são cumpridas estritamente as normas de qualidade.1.4.1 A implantação e aplicação dos processos identificados dentro de um sistema de gestão de qualidade permitirão melhorar a eficiência.2 A certificação da Norma ISO 9001. Em alguns casos. 12.3. Esse tipo de dependência se denomina ARO/AIS/MET de aeródromo.1. em favor da melhora da satisfação do usuário. também.1.6 Cada Órgão definirá o alcance da implantação de um sistema de gestão da qualidade nas dependências de sua estrutura.4 Os principais benefícios internos obtidos na implantação do sistema de gestão da qualidade em uma organização são: a) analisar os processos para evitar erros na documentação.3.3.1.5 O Serviço de Informação Prévia ao Vôo estará baseado. 12.1.

os requisitos das normas internacionais ISO para um sistema de gestão de qualidade podem ser resumidos em três tarefas: a) decidir o que fazer . Esses podem ser simultâneos ou seqüenciais.1 Para a implantação de um sistema de gestão da qualidade é necessário estabelecer passos.1.1. 12. b) fazer o que disse que ia fazer . procedimentos e projetos. que foram realizados por um período de tempo. e) manter e melhorar as especificações. f) definir padrões sobre a base e a melhoria contínua. e i) reduzir e/ou eliminar queixas ou perda de usuários.exigir que o AIS documente a maneira de como realiza suas atividades. Para isso.1. na quantidade e na forma. e devem estar homologados por uma terceira pessoa independente.168 MCA 53-1/2008 c) assegurar a padronização das atividades.1.3 Em termos muito simples. e c) mostrar o que já foi realizado . na primeira vez. evitando o retrabalho.5.2 É fundamental a ajuda de uma pessoa com experiência durante a elaboração da documentação e implantação do sistema.5. h) realizar.exigir que o AIS realize as atividades tal como aparecem registradas nos procedimentos documentados.5 DESCRIÇÃO DO PROGRAMA 12. bem as atividades.exigir que o AIS mantenha registros que demonstrem que ele realiza suas atividades de maneira como estão documentadas. habitualmente faz-se necessário a contratação de serviços de um especialista e/ou de alguma consultoria. d) cumprir o programado no tempo. 12. no início do processo de documentação e implantação. 12. . g) otimizar os recursos disponíveis de maneira eficiente e reduzir as despesas da não-qualidade. pelo menos.5. conforme o planejamento da implantação.

e) criar uma equipe de trabalho. 12.1.1. d) estabelecer um cronograma para o desenvolvimento e a implantação de cada um dos elementos do sistema de gestão da qualidade.1.1. Essa fase compreende as seguintes etapas: a) gerar uma proposta de alto nível para obter o apoio da chefia.6.2 Planejamento É a fase que está vinculada a definição dos documentos que serão desenvolvidos durante a implantação. Compreende as seguintes etapas: a) definir a matriz documental do projeto. b) coordenar ciclos de conferências e seminários introdutórios sobre o sistema de gestão da qualidade para a chefia. além do desenvolvimento de estratégias para conscientizar todo o pessoal. c) definir a política de qualidade e os objetivos.6.1 Preparação O Objetivo é garantir o apoio da gerência para implantação de um Sistema de Qualidade no AIS. d) a chefia designar um representante da direção.3 Comunicação e Informação Deverão ser informados e comunicados os planos a todas as partes envolvidas na organização. . com base nos processos identificados. c) obter confirmação da decisão da chefia em implantar a norma ISO 9000. 12.6 FASES PARA IMPLANTAÇÃO 12.MCA 53-1/2008 169 12. e g) instrução inicial para a equipe de trabalho referente ao sistema de gestão da qualidade.6. b) definir os processos e procedimentos a documentar. e e) definir e assegurar os recursos para o projeto. mediante ciclos de conferências e seminários. f) definir os objetivos e alcance do projeto. Normas ISO e auditor interno.

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12.1.6.4 Aplicação ou Implantação São duas fases em uma. É a fase mais complexa e trabalhosa do projeto. É o momento oportuno para: a) a elaboração de um manual da qualidade, procedimentos e instruções técnicas; b) a formação e informação dos implicados nos processos e procedimentos; c) realizar modificações e ajustes nos processos e procedimentos; d) sessões de implantação de processos e procedimentos; e) atuar segundo os procedimentos implantados; f) gerar registros, ações corretivas e preventivas; g) realizar auditorias internas e outras medições para verificar a eficiência dos processos; e h) correção das não conformidades e aplicação de processos de melhoramento contínuo. 12.1.6.5 Certificação a) escolher um órgão de certificação; b) considerar a realização de uma pré-auditoria; c) correção das não conformidades; d) auditoria de certificação; e e) obtenção do certificado. 12.1.6.6 Manutenção a) seguimento das não conformidades; b) seguimento do processo de melhoramento contínuo; e c) realização de auditorias internas periódicas e revisões pela direção.

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12.2 PLANEJAMENTO DO PROJETO 12.2.1 A implantação de um sistema de gestão da qualidade em uma organização como o AIS requer planejamento. 12.2.2 Uma questão fundamental no momento de elaborar o planejamento do projeto, é ter como referência o tempo que vamos precisar para implantar a Norma. Seguindo as tabelas de consenso utilizadas no mundo da gestão da qualidade, podemos dizer que para realizar as três primeiras fases (preparação, planificação e comunicação/informação) uma organização como o AIS pode dedicar de 2 a 4 meses. 12.2.3 Para a fase de aplicação ou implantação, com duração média de 8 a 12 meses, se as atividades de auditorias não forem simultâneas, o prazo pode ser estendido em 6 meses ou mais. 12.3 EQUIPE DE TRABALHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 12.3.1 Deverá ser criada uma equipe de trabalho ISO 9000 pela chefia que assumirá a responsabilidade de elaborar toda a documentação do sistema, e poderá ter a preparação necessária para a realização dos exercícios de auditorias. 12.3.2 A equipe se manterá durante todo o processo de implantação, e seus membros deverão reunir os conhecimentos, habilidades e experiência necessários para documentar e dar andamento a todo o sistema de gestão da qualidade a implantar. Deverá ser levado em conta cada representação das áreas do AIS. 12.3.3 É recomendado que, ao selecionar os membros da equipe, seja levado em conta a evolução do esforço e habilidades requeridas. 12.4 RECURSOS PARA O PROJETO 12.4.1 Implantar um sistema de gestão da qualidade é uma atividade cara. As organizações devem levar em conta a atribuição mínima para determinadas atividades que devem ser desenvolvidas com entidades externas. Devem começar pela formação de elementos básicos do sistema de gestão e terminar pela certificação. Recomenda-se que desde o início da primeira fase do projeto, se estabeleça alguma coordenação com uma entidade encarregada com esse tipo de atividade (assessoria, consultoria, cursos, etc.) para obter uma visão global do custo total do projeto.

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12.4.2 Faz necessário comparar o custo do apoio externo com o esforço interno, interpretando de forma correta os requisitos nas fases iniciais do programa, assistindo a evolução do sistema de gestão da qualidade analisando o funcionamento antes que se efetue a auditoria de registro. 12.5 DOCUMENTOS DO PROJETO 12.5.1 O objetivo do projeto é implantar um sistema de gestão da qualidade no AIS que cumpra os requisitos da Norma ISO 9001:2000. Os elementos do parágrafo abaixo relacionados são considerados essenciais para esse processo: a) política da qualidade; b) manual da qualidade; c) procedimentos documentados; d) cronograma global do projeto; e) plano de instrução; f) plano de auditoria; g) plano de revisão pela direção; h) plano de melhoria; e i) certificado ISO 9001:2000. 12.6 FERRAMENTAS ÚTEIS PARA O INÍCIO E DESENVOLVIMENTO 12.6.1 As ferramentas apresentadas nesta parte do plano são exemplos que pretendem mostrar quantos controles e registros poderão ser mantidos durante o processo de implantação. Eles ajudarão a organizar o tempo de planejamento para as seguintes tarefas: a) a elaboração dos diferentes documentos; b) a relação dos processos com os tipos de documentos do sistema, a estrutura dos procedimentos e sua relação com a norma ISO; c) os requisitos para os documentos do sistema; d) a estrutura dos procedimentos; e e) a agenda para uma revisão do sistema pela direção.

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12.6.2 Geralmente esses documentos são operacionais, ou seja, servem como um guia para determinadas atividades dentro do processo de implantação. Inclusive, alguns não chegam a constituir registros do sistema, são apenas evidências significativas de um bom processo de implantação. 12.6.3 São exemplos de ferramentas: a) matriz de planejamento da documentação; b) controle e planejamento da documentação por processos; c) ficha do processo; d) correspondência dos procedimentos com os requisitos da Norma ISO 9001:2000; e) acordos sobre o nível de serviço; f) requisitos do sistema de gestão de documentos do sistema; g) estrutura dos procedimentos; e h) agenda específica para a revisão do sistema pela chefia. 12.7 LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO 12.7.1 Em muitas atividades é muito freqüente o uso das listas de verificação, chamadas de “checklist”, pelas facilidades que oferecem para o seguimento e controle dos processos. Nessa parte do planejamento, pretende-se apresentar uma lista de verificação, baseada em determinados requisitos da Norma ISO, que pode ser checada durante o desenvolvimento do processo de implantação ou na fase final antes da pré-auditoria. 12.7.2 A lista de verificação é uma ferramenta muito eficaz para a implantação de um sistema de gestão da qualidade. Recomenda-se que cada organização mantenha o fácil acesso a sua lista de verificação, em relação à organização do projeto, à preparação e motivação do pessoal.

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12.7.3 Exemplos de listas de verificação: a) lista de verificação inicial: - desenvolvimento de uma proposta para o apoio gerencial de alto nível; - necessidade de apoio externo ou não; - compromisso da chefia em implantar a Norma; - proposta para o registro; - o líder e a equipe do projeto; - os objetivos e o alcance; - estabelecimento do cronograma do projeto; - contato com a organização de registro; - recursos internos e orçamento; e - lançamento do programa e a comunicação. b) lista de verificação na base dos requisitos da Norma ISO 9001:2000. - requisitos da documentação; - controle dos documentos; - requisitos dos registros; - comunicação interna; - competência, tomar conhecimento e formação; - processos relacionados com o cliente; - produção e prestação do serviço; - auditoria interna; e - ações corretivas e preventivas.

o equipamento poderá ser instalado somente do lado direito.1 Finalidade 13. 13. de 21 de outubro de 2009.1. estão descritas. necessita conhecê-los e compreendê-los.1 Sistema que proporciona orientação segura e efetiva ao piloto para interceptação direta da trajetória de planeio estabelecida. projetando um feixe de luz nas cores branca (parte superior) e vermelha (parte inferior). Cada caixa de luzes contém três lâmpadas de alta intensidade instaladas por trás de um filtro dividido horizontalmente.1. .1. Para satisfazer as necessidades de orientação. porém.1.1. os mais variados e sofisticados equipamentos de auxílio à navegação.1.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. atualmente. A altura de cruzamento de cabeceira de pista (TCH) será baseada na aeronave mais crítica que opere no referido aeródromo. a fim de que o Especialista AIS possa desempenhar suas funções com eficiência e segurança.1. 13. de forma sucinta. as informações mínimas necessárias sobre os principais auxílios-rádio e visuais.1. O ângulo de planeio é obtido visualmente por meio de caixas de alumínio colocadas simetricamente ao lado da pista de pouso.MCA 53-1/2009 175 13 AUXÍLIOS VISUAIS E À NAVEGAÇÃO Nesse capítulo. duas ou três caixas de luzes no lado esquerdo ou em ambos os lados da pista. 13.1 AUXÍLIOS VISUAIS 13.1 Este sistema é constituído de duas ou três barras de luzes instaladas perpendicularmente à pista.1.1 VASIS .1. As barras de luzes são constituídas de uma.2. o especialista AIS. (NR) .1. existência de acesso à pista ou pista de táxi. ILS e GCA. as aeronaves empregam. não os substitui.SISTEMA INDICADOR DA TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO VISUAL 13.2. 13. O VASIS pode ser instalado para funcionar em conjunto o ALS.2 Descrição 13.2 A rampa visual efetiva do VASIS não deverá cruzar a cabeceira da pista abaixo de 25 pés nem acima de 60 pés. de 21 de outubro de 2009.Portaria DECEA No 63/SDOP.2 Na eventualidade de não ser possível instalar as caixas do lado esquerdo devido à irregularidade do terreno.1.1. e daí prosseguir mantendo e orientando continuamente a aeronave na aproximação para pouso. Embora a utilização desses equipamentos diga respeito mais diretamente aos pilotos. como decorrência natural do desenvolvimento tecnológico mundial. pela natureza do serviço que executa. (NR) .1.

176 MCA 53-1/2009 NOTA 1: O chamado T-VASIS é o modelo padrão da OACI. 13.Portaria DECEA No 63/SDOP. quando estiver voando abaixo da trajetória de aproximação. de 21 de outubro de 2009. (NR) .1. b) em cor branca a primeira barra e em vermelho as luzes da segunda barra. b) pode ser avistado e identificado com muita facilidade a uma distância de 6 km durante o dia e 20 km à noite.Portaria DECEA No 63/SDOP. de 21 de outubro de 2009. O VASIS em forma de T (não existe no Brasil). quando estiver voando acima da trajetória de aproximação. o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) .1. de 21 de outubro de 2009. e (NR) . (NR) .1. a localização e ângulo vertical de suas caixas devem ser tais que a rampa de aproximação visual (primeira rampa para o VASIS três barras) deverá ser o mais próximo possível da rampa do ILS.3 Funcionamento Durante a aproximação. quando estiver voando dentro da trajetória de aproximação. . e permite segui-la até 15 metros de altura e 300 metros do ponto de toque estabelecido.4 Vantagens do Sistema a) proporciona orientação segura e constante para a interceptação de planeio. (a) Acima da rampa (b) Na rampa Rosa (setor de transição rosa = branco + vermelho) (c) Abaixo da rampa 13.Portaria DECEA No 63/SDOP. NOTA 2: Quando a pista na qual um VASIS for instalado for equipada com um ILS.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. de 21 de outubro de 2009. c) em cor rosa a primeira barra e em cor vermelha a segunda barra. a) em cor branca a primeira barra e em cor rosa a segunda barra. em condições visuais.

MCA 53-1/2009 177 c) dispensa interpretação.2. d) orientação ininterrupta e uso fácil.1. Sistema indicador de trajetória de aproximação de precisão. com quatro caixas. similar a finalidade do T-VASIS e ao VASIS convencional. Q)QLVAS E) VASIS RWY 18 U/S.1. 13. exceto ao 5.Exemplo: Q)QLVXX E)VASIS CAIXAS LADO DIREITO U/S. As três combinações possíveis de cores das duas barras são lógicas e isentas de confusão.1. f) útil com visibilidade de 800 metros.1. .SISTEMA INDICADOR DE TRAJETÓRIA DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO 13. 13. Q)QLVXX E) VASIS RWY 18 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos. quando do procedimento na rampa de aproximação: . a menos que isso seja fisicamente impraticável. e g) instalação e manutenção simples. os sistemas PAPI instalados possuem barra e quatro caixas em ambos os lados da pista. (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. b) inoperância de todas as caixas de luzes do lado esquerdo ou direito: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. e) perfeita indicação de planeio sem zigue-zague.5 Conseqüências para Elaboração de NOTAM a) a variação na intensidade do brilho pode ofuscar o piloto. No Brasil.2 Descrição O sistema PAPI é constituído de uma barra lateral. 13. . de 21 de outubro de 2009.1 Finalidade Interceptar diretamente a trajetória de planeio estabelecida. de 21 de outubro de 2009. normalmente do lado esquerdo da pista.2 PAPI .2.Exemplos: Q)QLVXX E)VASIS RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos.1.

e e) todas as caixas vermelhas quando muito abaixo da rampa de aproximação. o 13. 13. vermelha. branca quando voando ligeiramente abaixo da rampa de aproximação.Portaria DECEA N 63/SDOP. vermelha e as duas afastadas. de boa visibilidade. quando as condições do tempo mudam . .1.3 Funcionamento Durante a aproximação. brancas.1.178 MCA 53-1/2009 13. irá ofuscar o piloto: Exemplos: Q)QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR SOMENTE BRILHO 5 Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos. de 21 de outubro de 2009.2. e assim permanecer. e as três mais afastadas. é 3 (três). quando voando na rampa de aproximação. ou seja. exceto ao 5.devido a chuva. normalmente. porem com melhor precisão.5 Conseqüência para Elaboração de NOTAM a) brilho usado em condições de tempo bom.4 Vantagens do Sistema Basicamente as mesmas do VASIS. d) as três caixas mais próximas da pista. a) todas as caixas brancas quando voando muito acima da rampa de aproximação. se o equipamento não reduzir o brilho de 5 para 4 ou 3. o piloto de uma aeronave visualizará: (NR) . Q) QLPXX E)PAPI RWY 10 OPR REDUZIDO A BRILHO 3 Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos.2. – é aumentado para brilho 4 (quatro) ou 5 (cinco). diurno ou noturno.2. b) a caixa mais próxima da pista. nevoeiro etc. c) as duas caixas mais próximas da pista.1. brancas. vermelha e a caixa mais afastada. quando voando ligeiramente acima da rampa de aproximação.

2 Descrição Esse equipamento possui uma configuração de luzes dispostas simetricamente em torno da linha central da pista estendida. geralmente.3 Utilização 13.3 ALS .000 pés (900 m) de comprimento. 1. Destinam-se a melhorar a capacidade operacional e a segurança das aeronaves durante a operação de aproximação e pouso. destinadas para utilização noturna e de aproximação de “não-precisão” (SIMPLIFICADO) têm. Os sistemas que são utilizados em pistas de aproximação de precisão (CAT I e CAT II/III) têm. Se a operação for CAT I.3. b) código para equipamento A-PAPI será LP: Exemplo: Q) QLPAS E)PAPI (APAPI) RWY 10 U/S. percepção de altura. 13. 3. Esses sistemas também poderão ser constituídos com luzes de lampejo sequenciado (Flasher). enquanto que os utilizados em pistas para operações visuais. normalmente.SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO 13. normalmente. particularmente durante os períodos noturnos e/ou de visibilidade reduzida. números de código 3 e 4. é chamado ALSF-1. são também utilizados em conjunção com auxílios eletrônicos para aproximação e pouso e. se CAT II ou CAT III.Portaria DECEA No 63/SDOP.1. O ALS equipado com “Flasher” tem a denominação de ALSF.1.1 Finalidade Esse sistema fornece informação visual de alinhamento de pista. 13. Objetivando atender melhor à segurança.400 pés (420 m) de comprimento.3.1.1 O ALS será ligado para a cabeceira utilizada: a) DURANTE O DIA – Do nascer ao pôr-do-sol.3. orientação para nivelamento de asas e referências horizontais.1. apóiam mínimos de visibilidade reduzida. Embora sejam considerados auxílios visuais. que parecem aos pilotos como se fosse uma bola de luz se deslocando em alta velocidade em direção à cabeceira da pista (dois lampejos por segundo). (NR) . as configurações dos sistemas devem ser compatíveis e adequadas aos requisitos operacionais.MCA 53-1/2009 179 Q)QLPAS E)PAPI RWY 10 U/S. ALSF-2/3. 13. caso as seguintes condições forem satisfeitas: . de 21 de outubro de 2009. facilitando sua orientação. começando na cabeceira da pista e estendendo-se no sentido de seu prolongamento.1.3.3.

3. locação e função. 13. de 21 de outubro de 2009. b) DURANTE A NOITE .1. exceto ao 5.o aeródromo aeroporto esteja com operação IFR ou VFR especial. fica a cargo do órgão ATS local. A filosofia de comando. caso exista tráfego e esse efetue procedimento para a pista do ALS. NOTA 3: O controle (aumento ou redução) do brilho das luzes dos equipamentos de auxílios visuais.3.2 O princípio de funcionamento do ALS é igual ao do VASIS. (NR) . (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP.Portaria DECEA No 63/SDOP.4 Consequências para Elaboração de NOTAM: a) será emitido NOTAM (Especificando RWY e Tipo) de ALS dando inoperância. Há diferenças entre as características de cada equipamento em instalação. no que se refere a controle de brilho e proteção dos circuitos. NOTA 1: As luzes de balizamento de pista devem acompanhar o ALS no brilho usado. controle. do PAPI e da ILUMINAÇÃO DE PISTA (BALIZAMENTO DE PISTA). NOTA 2: O VASIS também acompanhará o ALS no brilho usado. ou operação do sistema com brilho reduzido. o que nesta condição pode causar ofuscamento do piloto.Do pôr ao nascer-do-sol.1. 13. operação e informação é a mesma.180 MCA 53-1/2009 .sempre que forem suspensas as operações VFR. ou . .3. Exemplos: Q)QLAAS E)ALS (MALS) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (MALS FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALS SEM FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLAAS E)ALS (ALSF-2 FLASH) RWY 18 U/S Q)QLACG E)ALS (ALSF-1 FLASH) RWY 18 REDUZIDO A BRILHO 2. de 21 de outubro de 2009. e Idem para quando o equipamento estiver reduzido aos brilhos. ou com alta intensidade.

deslocamento ou linguagem clara. lembrar que não existe tabela de intensidade de luz. cancelamento. emitindo ondas eletromagnéticas não direcionais que.2. para prover identificação.2 Um rádio farol não direcional (NDB) de baixa e média freqüência transmite sinais não direcionais. ao serem captadas por receptores de bordo dotados de antenas direcionais. .2.Portaria DECEA No 63/SDOP. através dos quais o piloto de uma aeronave adequadamente equipada com uma antena direcional e receptor.2 Descrição 13. determinando sua marcação magnética (QDM).1.020 Hz.750 KHz e transmitem uma portadora contínua manipulada com modulação de 1.1 Consiste basicamente de um transmissor no solo. 13.2.2.2. pode determinar seu rumo para esse auxílio e navegar em sua direção. ainda hoje. ou fazendo parte de sistemas de aproximação tecnicamente sofisticados.2. proporcionando a execução de aproximações por instrumento em aeroportos. a marcação relativa (MR) da aeronave ou. 13.1. b) será emitido NOTAM de FLASH dando inoperância. quando essa dispuser de ADF (Automatic Direction Finder). Idem para quando o equipamento estiver operando somente com os demais brilhos.1. além de proporcionar orientação à navegação marítima costeira. equipamento que capta os sinais do NDB e os transforma em direção. 13.2. determinando pontos de referência em áreas terminais. de 21 de outubro de 2009.2 AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO 13. utilizado em muitos países.1 Finalidade Importante auxílio-rádio nos tempos pioneiros da aviação mundial.1.MCA 53-1/2009 181 Q)QLAXX E)ALS (MALS) RWY 18 OPR SOMENTE BRILHO 2. propiciam a informação de direção do sinal recebido. isto é. o NDB é. balizando aerovias.1 NDB (RÁDIO FAROL NÃO-DIRECIONAL) 13. Exemplo: Q)QLFAS E)LGT FLG SEQUENCIAL RWY 18/US (NR) . Esses auxílios operam na faixa de freqüência: de 190 a 1.

1.7 As marcações proporcionadas através das ondas de rádio transmitidas por uma estação de NDB. A tendência natural da onda de rádio seria percorrer uma linha reta. como uma forma de suprir suas necessidades de orientação.2. ele é denominado NDB Marcador.2.2.1. com freqüência.1. . 13. ocasionado pela entrada num cone de silêncio. caracterizado pela inexistência de sinal. o piloto. alto ruído atmosférico e condições locais. mas com esse tipo de equipamento poderemos ter uma mudança de direção causada por diversos fatores: efeitos noturno.4 Fixos de posição podem ser determinados com relativa precisão se o piloto dispuser de duas estações transmissoras suficientemente afastadas. sendo por isso usadas.2. 13.1. 13. ao sobrevoá-la.1.5 Voando uma aeronave em direção à estação transmissora.2. 13.3 Com a finalidade de atender a certas condições.2.2. alguns NDB podem ser identificados pela manipulação de sua portadora.2. terão alcance em função da potência do transmissor. Quando um NDB é utilizado simultaneamente com marcadores do ILS. o que permite determinar a interseção de duas linhas de posição.2. de linha de costa. terá indicação de bloqueio. de montanha e perturbações meteorológicas.2.6 Exceto no que tange ao bloqueio da estação que não pode ser determinado.182 MCA 53-1/2008 13. as emissoras de rádio comerciais (broadcasts) funcionam também como um rádio-farol. podendo sofrer influência de estações de rádio. por aeronaves voando em áreas desprovidas de auxíliosrádio.

00 Mhz à 117.00 a 112.2 Descrição 13.2. sendo que de 108. .1 Finalidade O VOR (Very High Frequency Omnidirecional Range) é utilizado em radiogoniometria com muitas vantagens sobre o NDB.3 Conseqüências para elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do NDB. Observar a diferença entre: a) NDB DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255. superior ao de um NDB. Os sistemas que utilizavam baixa freqüência pecavam por razões já explicitadas anteriormente. e) não sofre o efeito noturno.00S/03820.2. 13. dependerá da localização e instalação da antena.2. e de 112.2.2 VOR (RÁDIO FAROL DIRECIONAL) 13. com três letras. que de preferência.1 O transmissor de um VOR opera nas freqüências de 108. 13. O VOR. b) não sofre influências por parte das condições atmosféricas. e b) NDB MUDADO COORDENADAS PARA .2.MCA 53-1/2008 183 13. c) elimina cálculos difíceis e demorados. deverá estar livre de qualquer obstáculo num raio de 300 metros. O alcance dos sinais.41W. e g) elimina a curva do cão. d) não dá bloqueio falso.00S/03820.41W.2.2.2.2. por ser um equipamento de freqüência muito alta. A identificação da estação é fornecida por um sinal auditivo modulado em código morse.10 a 117.90 Mhz.o código NOTAM será: Q)QNBXX E)NDB SVD 275KHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1255. f) é preciso. apresentando as seguintes vantagens sobre o NDB: a) curso firme.1.41W .00S/03820. veio suprir essas deficiências.90 Mhz nos decimais pares e ímpares.00 Mhz opera somente com os decimais pares.o código NOTAM será: Q)QNBCM E)NDB SVD 275KHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255.

. todavia.2.2. cujo conceito confunde-se com o de linha de posição magnética .3 O número de radiais irradiados por um VOR é infinito. 360 radiais.28W. no VOR utiliza-se o termo Radial que corresponde à direção magnética partindo de uma estação VOR.4 O equipamento VOR é utilizado como balizamento de aerovias.o código NOTAM será: Q)QNVCM E)VOR SVD 109.2.2. o número utilizável é limitado pelo receptor de bordo da aeronave. ou seja. na navegação em rota.o código NOTAM será: Q)QNVXX E)VOR SVD 109.30MHZ CORRIGIR COORDENADAS PARA 1254. Um grau elétrico é igual a um grau geométrico.38S/03819.2. Pode-se fazer uma analogia das radiais de um VOR com os raios de uma bicicleta.2.2. medidas no sentido dos ponteiros do relógio. em virtude da alta freqüência não acompanhar a curvatura da superfície terrestre. Normalmente.00S/03820.30MHZ DESLOCADO PARA COORDENADAS 1254. 13. Observar a diferença entre: a) VOR DESLOCADO PARA COORDENADAS 1255. É importante saber que radial é um local físico.2. e também nas aproximações. 13.QDR. o alcance para a recepção do sinal de um VOR será o que se segue: ALTITUDE 1000 pés 2000 pés 3000 pés 4000 pés 10000 pés DISTÂNCIA 39 NM 54 NM 69 NM 92 NM 270 NM 13.2.184 MCA 53-1/2008 13.3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de mudança de coordenadas do VOR.28W. como auxilio básico de procedimentos. portanto. sendo. e b) VOR MUDADO COORDENADAS PARA .2. A radial 360° é orientada para o Norte magnético.2.38S/03819.41W .2 Enquanto que na utilização do NDB tinha-se conceitos de QDM e QDR.

2 Descrição 13.2.2. Essa estação. a aeronave tem fornecida em mostradores. 13. causando pequenos erros quanto à posição geográfica. É bom lembrar que essa distância eletronicamente medida.MCA 53-1/2008 185 13. 13. responde à emissão do interrogador também em pares de pulsos. para que determinado tráfego contorne uma área ou setor.2. em virtude da curvatura da superfície terrestre e também da altitude da aeronave. já que de uma estação só se obtém a LPM mas não em qual local desta linha a aeronave se encontra. c) pode ser usado para delimitar esperas em qualquer lugar do espaço aéreo coberto pelo equipamento.1 Esse auxílio consiste de um transmissor de bordo chamado de INTERROGADOR. b) rotas em arcos podem ser estabelecidas para prover separação.3. O intervalo de tempo gasto pela ida/volta dos pulsos é então transformado em unidade de distância (milha náutica) pelo computador acoplado ao equipamento e mostrado visualmente ao piloto no painel.3 DME (EQUIPAMENTO MEDIDOR DE DISTÂNCIA) 13. Dentre elas podemos citar: a) diminuir a separação entre aeronaves equipadas adequadamente. Para se descobrir a posição da aeronave sem o auxílio do DME.3. ou ainda.3. A faixa de operação é de 960 a 1215 Mhz (UHF).3. constantemente.2.2.2. que emite pares de pulsos de energia a intervalos regulares e que são captados pela estação terrestre. eliminando cálculos demorados. Com a utilização do DME. é da linha de visada que une a aeronave e a estação. e d) permite ao piloto a plotagem constante de sua posição. . era necessário uma série de cálculos e algumas vezes utilizar mais de uma estação terrestre.1 Finalidade O equipamento medidor de distância (DME) veio como complemento para se descobrir a posição da aeronave em relação a um auxílio. a sua distância em relação à estação.2 O uso do DME como auxílio à navegação traz muitas vantagens para pilotos e controladores. só que a intervalos e freqüências diferentes.2. denominada TRANSPONDER.

3 No Brasil.2. com seleção automática de freqüência através de canais.186 MCA 53-1/2008 13.o código NOTAM será: Q)QNDAS E)DME CH112X U/S.3 Conseqüências para Elaboração de NOTAM Dever-se-á estar atento para a eventual informação de inoperância do DME. d = distância em NM D = distância em NM da aeronave até a antena h = altitude do topo da antena H = altitude da aeronave 13. . observando o seguinte: DME SVD INOPERANTE . as estações DME operam acopladas às estações VOR.3.3.2. e em algumas situações também podem ser associadas ao localizador do ILS.2.

visuais e adicionais. o ILS proporciona à aeronave equipada com o correspondente instrumento de bordo orientação segura de alinhamento.2. (NR) .2. referente à situação.2 Inoperância de Componentes As restrições operacionais dos componentes eletrônicos. 13.1 O sistema inteiro poderá estar inoperante.4.3.1 Finalidade Sistema de aproximação de precisão muito utilizado nos aeroportos de todo mundo. Exemplos: Q)QICAS E)ILS RWY 18 U/S Q)QISAS E)ILS CAT I RWY 18 U/S Q)QITAS E)ILS CAT II RWY 18 U/S Q)QIUAS E)ILS CAT III RWY 18 U/S .4. quando na aproximação final para pouso.3 Consequências para elaboração de NOTAM 13. categoria e o impacto na operacionalidade do equipamento.Portaria DECEA No 63/SDOP.4.4 ILS (SISTEMA DE POUSO POR INSTRUMENTO) 13. 13.MCA 53-1/2009 187 13. de 21 de outubro de 2009.ILS).2. nos casos de degradação de seus componentes.2. estão previstas nos anexos da ICA 100-16 (Sistema de Pouso por Instrumentos .2.4. em ângulo de descida.

3. (NR) .188 MCA 53-1/2009 13. de 21 de outubro de 2009. Exemplos: Q)QILAS E)ILS LLZ RWY 18 U/S Q)QIGAS E)ILS GP RWY 18 U/S Q)QIOAS E)ILS OM RWY 18 U/S Q)QIMAS E)ILS MM RWY 18 U/S Q)QIIAS E)ILS IM RWY 18 U/S Q)QIDAS E)DME ASSOCIADO AO ILS RWY 18 U/S Q)QIXAS E)ILS LO RWY 18 U/S Q)QIYAS E)ILS LM RWY 18 U/S .2 Código de inoperância para cada componente.Portaria DECEA No 63/SDOP.2.4.

Isto é o que chamamos de pontos CARDEAIS. montanhas. a qualquer momento. 14. 14. 14. sem considerar a distância que os separa. etc.Determinar o local onde se encontra. Sistemas: doppler. pontes. sobre a superfície da terra. facilmente determinaremos os pontos COLATERAIS e SUB-COLATERAIS. o local atual. Determinando os pontos CARDEAIS. .2.Portaria DECEA No 63/SDOP. Instrumentos de bordo: bússola. 14.4 Navegação Eletrônica . às suas costas o OESTE (W).2.2. lagos. através de instrumentos eletrônicos munidos de computadores. de frente para o nascer-do-sol.6 Navegação por Satélite . rios.Determinar. por meio de observações dos corpos celestes. 14.1 DEFINIÇÃO É a arte de conduzir uma aeronave. 14. 14. 14.3 DIREÇÃO É a posição de um ponto em relação a outro. tem à sua frente o ESTE (E).1 Navegação Visual ou Contato . Ponto significativo: referência como: rodovias.5 Navegação Celestial ou Astronômica . VOR.Determinar o local onde se encontra.Observando os pontos significativos sobre a superfície da Terra.2.3 Navegação Radiogoniométrica . determinando sua posição em qualquer momento. com segurança e eficiência.MCA 53-1/2009 189 14 NAVEGAÇÃO AÉREA Nesse capítulo serão abordadas noções básicas de navegação aérea para aplicação nas atividades de Informação Aeronáutica. velocímetro e relógio.Determinar o local onde se encontra.2.2. por meios de ondas de rádio emitidas por estações terrestres: Estações: NDB. à sua esquerda o NORTE (N) e à sua direita o SUL (S).Sistema baseado em satélites colocados em órbita GNSS: “Sistema Global de Navegação por Satélite”. (NR) . de 21 de outubro de 2009.2 MÉTODOS DE NAVEGAÇÃO 14. a partir do último ponto conhecido. Qualquer pessoa. Instrumento: sextante. de um ponto a outro. ômega e inercial. ferrovias. cidades.2 Navegação Estimada .

Assim. a partir do Equador. A latitude é medida de 00º a 90º para NORTE e para o SUL. podemos dizer que a DIREÇÃO é uma medida angular a partir de um ponto de referência. 14. Esse é o sistema universalmente adotado para fins de navegação.4 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS 14.190 MCA 53-1/2008 Norte (N) Noroeste (NW) Nornoroeste (NNW) Nornordeste (NNE) (NE) Nordeste oestenoroeste (WNW) (ENE) estenordeste PONTO Oeste (W) oestesudoeste (WSW) (E) Leste (ESE) estesudeste Sudoeste (SW) (SSW) susudoeste (SSE) susudeste (SE) Sudeste (S) Sul Modernamente as direções são expressas em graus. no sentido NESO (Norte / Este / Sul / Oeste). que é sempre a linha NORTE/SUL. Latitude do Ponto A 45º N Ponto A Plano do Equador Arco de Meridiano . medida em graus. de 000º a 360º.4.1 A LATITUDE é o arco de meridiano compreendido entre o Equador e o paralelo de um lugar.

14.600NM) e a LINHA do EQUADOR um CÍRCULO MÁXIMO (círculo que divide a terra em duas partes iguais). Também pode ser definida e perfeitamente aceitável.1.852Km.5. A longitude é medida de 000º a 180º a partir do meridiano de GREENWICH.5. compreendido entre o meridiano de GREENWICH e o meridiano de um lugar. temos que. a escala de latitude de uma carta.000Km (21. são duas: quilômetros (Km) e milhas náuticas (NM).1 Unidade de distância internacional adotada e conhecida como NM.5 DISTÂNCIA É a separação entre dois pontos. 14. Seu valor é de 1.MCA 53-1/2008 191 14. faremos a seguinte observação. onde 1’ de latitude é equivalente a 1NM.1 MILHAS NÁUTICAS 14.600 NM ÷ 360 = 60NM Logo: 1º (60’) corresponde a 60NM .2 A LONGITUDE é o arco da LINHA do EQUADOR ou do PARALELO.5.1. Meridiano 80º W 14.5. 14.2 Considerando a explicação acima. As unidades de comprimento utilizadas para medir distâncias nesse Manual. é a sua escala de distância.1.3 Sendo a circunferência da terra medida no equador igual a 40. como sendo: o comprimento de 1’ de arco do meridiano terrestre (equivalente a 1’ de latitude). para ESTE e para OESTE (ver Anexo E).4. ao longo de um meridiano qualquer. visando comprovar a afirmação que 1’ de latitude equivale a 1NM: 21.

7. formando um ângulo denominado DECLINAÇÃO MAGNÉTICA. . isto é. tem-se uma declinação magnética Oeste (W). isto proporciona o cruzamento dos meridianos geográficos. NM e Km e vice-versa. como sendo o ângulo formado por uma linha NORTE/SUL verdadeira ou geográfica e uma linha NORTE/SUL magnética. isto é. NOTA: Para a determinação de rumo/proa magnética.7. deverá ser adicionada ao rumo/proa verdadeira a declinação magnética.1 Sabendo-se que os pólos magnéticos e verdadeiros não são coincidentes. quando essa for Oeste. tem-se uma declinação magnética Este (E).69NM 14. No caso inverso.76Km Converter 105Km em milhas náuticas: 105Km ÷ 1.2 Definimos declinação magnética (Dmg).3 Quando a agulha da bússola estiver para a direita da direção do Norte Verdadeiro. e subtraída quando essa for Este. Exemplo: Converter 130NM em quilômetros: 130NM × 1.7 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA 14. 14. 14.192 MCA 53-1/2008 14. apontando para esquerda (Oeste).7. basta conhecermos os seus valores e efetuarmos simples operações de multiplicação e divisão.6 CONVERSÃO DE UNIDADE DE MEDIDA Para conversão dessas unidades de distâncias.852Km = 56. para Este.852Km = 240.

1 DEFINIÇÕES: a) ROTA: Projeção ortogonal à superfície da terra. f) Proa verdadeira (Pv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e o eixo longitudinal da aeronave. b) RUMO: Ângulo formado entre um meridiano qualquer e a linha de rota. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º e) PROA: É o ângulo formado entre um meridiano qualquer e o eixo longitudinal da aeronave.MCA 53-1/2008 193 14. O rumo pode ser verdadeiro ou magnético. e g) Proa magnética (Pmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e o eixo longitudinal da aeronave. sendo a trajetória desejada ou percorrida pela aeronave.8.8 ROTA. Rmg = Rv ± Dmg Exemplo: Rv = 130º Dmg = 20ºW Rmg = ? Rmg = 130º + 20º Rmg = 150º . c) Rumo verdadeiro (Rv): É o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e uma linha de rota. RUMO E PROA 14. d) Rumo magnético (Rmg): É o ângulo formado entre o meridiano magnético e uma linha de rota.

9 PROCEDIMENTO DE RADIOGONIOMETRIA 14. contados no sentido horário. variando de 000º a 360º. b) MARCAÇÃO RELATIVA (MR): É o ângulo formado pelo prolongamento do eixo longitudinal da aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. variando de 000º a 360º.194 MCA 53-1/2008 14. É a diferença de 180º da marcação magnética. variando de 000º a 360º. c) MARCAÇÃO MAGNÉTICA (QDM): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela aeronave e a linha que liga a aeronave a estação. . contados no sentido horário.9.1 DEFINIÇÕES: a) RADIOGONIOMETRIA: É a técnica de medir direções e determinar posições utilizando ondas de rádios emitidas por um transmissor ou transmissores de posições conhecidas. e d) LINHA DE POSIÇÃO MAGNÉTICA (QDR): É o ângulo formado entre o norte magnético que passa pela estação e a linha que liga a estação à aeronave. contados no sentido horário.

e b) MILITAR . em princípio.1. (NR) Portaria DECEA no 39/SDOP. ainda. . físicas e operacionais dos aeródromos brasileiros para que os Especialistas possam identificar a melhor forma de lidar com as informações/dados aeronáuticos a eles inerentes.1. divulgado em pelo menos um dos componentes da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (IAIP).2 Os aeródromos públicos podem ser utilizados por aeronaves em geral.1 Nenhum aeródromo civil poderá ser utilizado por aeronaves civis se não estiver devidamente registrado ou homologado e. ao uso de aeronaves militares. 15. que é o Aeródromo Público Restrito.2. em caráter comercial ou não. 15.1 PROCEDIMENTOS 15.2.1. ressalvados os casos de aeronaves que apresentarem defeitos em vôo ou encontrarem condições meteorológicas adversas na rota.1. 15.Aeródromo destinado. 15.1.2. 15.3 Considera-se um terceiro tipo de aeródromo civil.2. desde que observadas as características físicas e operacionais do aeródromo. e b) PRIVADOS – Só poderão ser utilizados com permissão de seus proprietários.2 Os aeródromos civis são classificados em: a) PÚBLICOS – Destinam-se ao tráfego de aeronaves em geral. sendo vedada sua exploração comercial.3 Os aeródromos privados e os aeródromos públicos restritos só podem ser utilizados com permissão de seu proprietário.Aeródromo destinado. de 24 de agosto de 2010. NOTA: Exceto aeródromos privados abertos ao tráfego público. em princípio. ao uso de aeronaves civis. 15.1 CLASSIFICAÇÃO 15.1.MCA 53-1/2010 195 15 AERÓDROMOS Esse capítulo trata das características administrativas.1 Os aeródromos são classificados em: a) CIVIL .2 UTILIZAÇÃO 15.

1. considerando a possibilidade de que esse seja posteriormente ampliado (Anexo G . poderão ser utilizados por aeronaves militares.196 MCA 53-1/2008 15.3 A posição do ARP é estabelecida em caráter permanente e informada em latitude e longitude. alta ou .2.1. 15. arredondando-se ao segundo mais próximo.1 PONTO DE REFERÊNCIA DO AERÓDROMO (ARP) 15.1. em graus. 15. 15.2.2.3.6 O piloto em comando é o responsável quanto à verificação das características físicas e operacionais dos aeródromos ou helipontos envolvidos com o vôo.3.2 A sua finalidade é servir como origem para determinação das coordenadas de qualquer outro ponto na área do aeródromo.3.3.2.2 ELEVAÇÃO E ALTURA GEOIDAL 15.1.4 O ARP deve situar-se tão próximo quanto possível do centro geométrico inicial ou planejado do aeródromo. 15.5 Os aeródromos privados. 15. minutos e segundos. independente de permissão de seu proprietário.3.2.1 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de não precisão (NPA). 15.2 Elevações e Alturas Geoidais da Pista 15.P1). serão informadas a elevação e a ondulação geoidal de cada cabeceira. 15.1 Para cada aeródromo será estabelecido um ponto de referência.P2).1.1 Elevação do Aeródromo É a altitude do ponto mais elevado da área de pouso de um aeródromo (Anexo G .3.3.3.2.2.1. a elevação dos extremos de pista e a dos pontos intermediários ao longo da pista.3 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS 15.3.1. se sua elevação. quando o interesse for de segurança nacional ou necessidade de fiscalização assim o exigir.4 Os aeródromos privados abertos ao tráfego poderão ser explorados comercialmente desde que exista autorização formal do proprietário para uso da propriedade como aeródromo público. 15.

3.3.4 PISTAS Área retangular definida em um aeródromo destinada a pouso e decolagem de aeronaves (Anexo G .3 TEMPERATURA DE REFERÊNCIA 15.2 Nos aeródromos utilizados pela aviação civil para aproximações de precisão (PA-1.1 Localização da Cabeceira Normalmente a cabeceira situa-se no extremo da pista. Essa temperatura deverá ser medida por observações efetuadas durante vários anos 15.3.P4). 15.2. tendo em vista o rumo de aproximação.MCA 53-1/2010 197 baixa.2.5 NÚMEROS E ORIENTAÇÃO DAS PISTAS Um sinal designador de pista consistirá em um número de dois dígitos. a partir do Norte Magnético.2 A temperatura de referência deverá ser a média mensal das máximas temperaturas diárias correspondentes ao mês mais quentes do ano. 15. e se medirá com uma precisão arredondada ao meio metro ou pé mais próximo. Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo.4.1 Para cada aeródromo será determinada uma temperatura de referência em graus Celsius (Anexo G . serão informadas a elevação e ondulação geoidal de cada cabeceira.P5). Esse número será o inteiro mais próximo da décima parte do azimute magnético de uma pista (Anexo G . e se medirá com uma precisão arredondada ao quarto de metro ou pé mais próximo (Anexo G .P7).3. serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada.P6). 15. 15.P3). será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista (Anexo G . Quando a cabeceira da pista estiver deslocada.3. em função do rumo magnético.3.3.3. a elevação dos extremos de pista e a maior elevação da zona de contato (TDZE).3. 15. a menos que condições operacionais justifiquem a escolha de outra localização. for de importância. PA-2 ou PA-3). . aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho.

Portanto. 15.50 Mpa. Para quatro pistas paralelas: “L” “R” “L” “R”. define-se: . 15. o tipo de pavimento e a resistência do subleito.7.3. será notificada através do peso máximo admissível (peso máximo de decolagem) da aeronave e da pressão máxima admissível dos pneus pelo pavimento.1.3. Para cinco pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “R” ou “L” “R” “L” “C” “R”.1. que varia de acordo com o peso e a configuração da aeronave (tipo de trem-de-pouso. 15.3.1 Esse método torna possível expressar o efeito individual de uma aeronave sobre diferentes pavimentos através de um único número.500 lb).1 Método ACN-PCN 15.2 A capacidade de carga de um pavimento também pode ser expressa por um único número sem especificar uma aeronave em particular ou informações detalhadas do pavimento.700 Kg (12. Exemplo: 4000 Kg / 0. entre outros). Esse número é chamado Número de Classificação da Aeronave (ACN).198 MCA 53-1/2008 Para duas pistas paralelas: “L” “R”.7.6 DECLIVIDADE LONGITUDINAL DA PISTA É o resultado das várias elevações ao longo do terreno (Anexo G . Para três pistas paralelas: “L” “C” “R”.7 RESISTÊNCIA DO PAVIMENTO A resistência do piso dos aeródromos destinados a aeronaves com peso inferior a 5.3. Esse número é o Número de Classificação de Pavimento (PCN). e Para seis pistas paralelas: “L” “C” “R” “L” “C” “R”.P8). 15.7.3. pressão de pneu.

700 Kg (12.1.7. para uma categoria padrão de subleito especificada.3 O sistema ACN-PCN é estruturado de maneira que um pavimento com um determinado valor de PCN seja capaz de suportar. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus. de 10 abril de 2008. Se o ACN encontrado for igual ou inferior ao PCN publicado.3. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis. 15.1. Isto é possível. preparada pela autoridade competente.2 Uma vez que o usuário conheça o PCN. Cabe ressaltar que os valores oficiais de ACN são fornecidos pelos fabricantes das aeronaves.MCA 53-1/2010 199 a) ACN – É o número que expressa o efeito relativo de uma aeronave com uma determinada carga sobre um pavimento. a) PCN – É um número que expressa a capacidade de resistência de um pavimento para operações sem restrição.7. 15.500 lb).4. obedecidas às limitações relativas à pressão dos pneus. qual o ACN de sua aeronave. uma aeronave que tenha um valor de ACN inferior ou igual ao valor do PCN do pavimento. NOTA 3: Poderão ser autorizadas operações de aeronaves com ACN superior ao PCN notificado para pavimento desde que obedecidos os critérios estabelecidos na IAC 157-1001. NOTA 2: A resistência do piso dos helipontos é apresentada simplesmente com o peso em toneladas. nas quatro categorias de resistência de subleito.3. .7. pois os valores de ACN e de PCN são calculados usando-se a mesma base técnica.4 Aplicação 15.7.1.3. ele determinará através de uma tabela.1 O método ACN-PCN se aplica somente aos pavimentos destinados a aeronaves com peso igual ou superior a 5. Exemplo: PCN 78 / R / A / W / T NOTA 1: A IAC 157-1001.3. sem restrições.4.1. 15. então a aeronave poderá operar no aeródromo em questão.

alta: .1.1.3 Maiores detalhes sobre o método ACN-PCN podem ser encontrados no ANEXO 14/OACI e na IAC 157-1001. . não são prejudiciais ao pavimento. aproximadamente.1.letra C .letra B . aproximadamente.3.média: .200 MCA 53-1/2008 15.7. . 15. os movimentos ocasionais de aeronave cujo ACN não excede de 5% o PCN notificado.baixa: . desde que não ultrapassem a.letra R . 15.letra A .4.6 Procedimentos para notificação do PCN O PCN de um pavimento é notificado através de um código que utiliza cinco elementos: a) valor numérico do PCN. 5% do número de movimentos anuais de aeronaves.7. e c) se a estrutura do pavimento é desconhecida a limitação a ser aplicada é a correspondente aos pavimentos rígidos. são os seguintes os critérios recomendados pelo ANEXO 14/OACI: a) para pavimentos flexíveis (asfalto). 5% do número de movimentos anuais de aeronaves. os movimentos ocasionais de aeronave.3.3. desde que não ultrapassem a.Flexível: c) resistência do subleito. cujo ACN não exceda 10% do PCN notificado.letra F .Rígido: . b) para pavimentos rígidos (concreto cimento) ou compostos nos quais o pavimento rígido constitui o elemento primordial da estrutura do pavimento. não são prejudiciais ao pavimento.7.5 Operação com Sobrecarga Para as operações cujo valor de sobrecarga e/ou freqüência de utilização não justifique(m) uma análise detalhada. b) tipo de pavimento.

ele determina o ACN. .letra X . ou seja.letra U 15.letra D .média (até 1.alta (sem limite de pressão): . através das publicações de informações aeronáuticas.3. PCN 80/R/B/W/T .1.50MPa): .letra T .P9). e técnica. a resistência do piso.método de avaliação: 80.prática: Consiste na utilização do conhecimento do tipo e peso de aeronaves que.8 Cálculo do ACN das Aeronaves: a) o ACN das aeronaves deverá ser determinado segundo o método ACN PCN. o pavimento resiste satisfatoriamente: Exemplo: Notificação publicada: Interpretação: . e .ultra-baixa: d) pressão máxima de pneus.7.3.00MPa): . o PCN.baixa (até 1.resistência do subleito: .MCA 53-1/2010 201 .tipo de pavimento: .letra W .7 Uma vez que o usuário conheça.técnica: Consiste no estudo específico das características do pavimento e na aplicação da tecnologia do comportamento dos pavimentos: .1. média. . através de uma tabela existente na IAC em vigor (Anexo G .valor numérico do PCN: .pressão máxima dos pneus: . 15.7. utilizando-se a tabela de ACN anexa à IAC 157-1001.muito baixa (até 0.letra Z .letra Y . rígido.50MPa): e) método de avaliação. em condições normais de emprego. alta.

são respectivamente.56 MPa 1.26 MPa 1. pode suportar todas essas aeronaves. entre o peso de operação vazio e o peso máximo de decolagem. considerase o ACN como variando linearmente. NOTA 2: As duas cargas totais que figuram na coluna 2 da tabela de ACN. o peso máximo de decolagem e o peso operacional vazio. 71 e 53. são. 42.000 Kg 334. nas quatro categorias de resistência do terreno de fundação.B2 B 747–100B Concorde DC 10–40 Solução: Os ACN dessas aeronaves. respectivamente. b) Exemplos de cálculo de ACN: . Determinar se o pavimento pode aceitar as seguintes aeronaves.17 MPa .066 Kg 253. 45. 50.23 MPa 1. com as cargas operacionais e pressões de pneus indicados a seguir: PESO Airbus A300 Mod. visando facilitar o usuário.105 Kg PRESSÃO 1.Exemplo 1 Uma AIP contém as seguintes informações relativas ao pavimento de uma pista PCN 80/R/B/W/T. apresenta uma listagem do ACN de vários tipos de aeronaves para pavimentos rígidos e flexíveis. para cada tipo de aeronave. fazendo-se uma interpolação. não contempla a unidade de medida em psi.749 Kg 185. sendo a informação acrescida na tabela. NOTA 3: Para calcular o ACN correspondente a um valor de carga intermediário. de acordo com a coluna 6 da Tabela de ACN.202 MCA 53-1/2008 NOTA 1: Essa tabela. NOTA 4: A Pressão dos pneus informada na Tabela do documento da OACI. Como o pavimento em questão tem um PCN 80 e não tem limitação de pressão de pneus.

a altitude do ponto mais próximo situado no eixo da pista ou no seu prolongamento (Anexo G .940) ACN = 57 – 39.9 FAIXA DE PISTA (STRIP) 15. A pressão dos pneus do trem de pouso principal é de 185 psi.28 Mpa. 15.400) x (57 – 27) (196.MCA 53-1/2010 203 .P10).006 x 30 87.8 TIPOS DE PAVIMENTO 15.Exemplo 2: Achar o ACN do DC 10–10 com 157.9. e tem.2 4 1.8.1 Área retangular que envolve a pista de pouso e a SWY.3.2 Os respectivos códigos constam das abreviaturas existentes na Parte GEN da AIPBRASIL e no ROTAER e são os seguintes.28/185 5 45 23 80 6 52 25 40 7 63 28 15 9 52 26 10 10 57 27 6 11 68 30 ACN = ACN MÁXIMO – (CARGA TOTAL – CARGA PRETENDIDA) x (ACN MÁXIMO – ACN MÍNIMO) (CARGA TOTAL – OPERAÇÃO VAZIA) ACN = 57 – (196. Solução: 185 psi = 1.400 Kg sobre um pavimento flexível apoiado em fundação do terreno de resistência média (CBR=10).446 ACN = 57 – 13 ACN = 44 15. em cada ponto.406 – 108. .406 – 157.1 Os tipos de pisos dizem respeito à natureza do piso das diversas pistas e áreas onde trafegam as aeronaves no aeródromo. 15.8.3. quando houver. O ACN da aeronave é obtido por interpolação dos valores da coluna 10 da Tabela de ACN CARGA TOTAL MÁXIMA DE DECOLAGEM OPERAÇÃO VAZIO KG 1 DC 10-10 2 196406 108940 ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS RÍGIDOS PRESSÃO DOS PNEUS MPa/psi K em MN/m3 Alta Médi a Baixa Ultra Baixa 20 8 73 33 Alta ACN PARA TERRENOS DE FUNDAÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS CBR Médi a Baixa Ultra Baixa 3 12 93 38 TIPO DE AERONAVE CARGA SOBRE UMA DAS RODAS DO TREM DE ATERRISSAGEM PRINCIPAL (%) 150 3 47.3.3.3.

destinada àquelas aeronaves que requeiram distância maior que a da pista. e b) os equipamentos necessários à manutenção e. adjacente a faixa de pista. situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem.CWY Área retangular sobre o solo ou água.3.4 Não estão compreendidos na proibição: a) os auxílios à navegação aérea que. tais como: construções.3.2 O comprimento e a largura dependerão do tipo de operação da pista. obrigatoriamente. situada no prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem. estabelecidos pelas normas em vigor.3.3 Na Faixa de Pista não são permitidos quaisquer aproveitamentos que ultrapassem seu gabarito.12 ZONA DE PARADA .3. cujo objetivo principal consiste em reduzir o risco de danos a uma aeronave que faça uma aterrissagem antes ou ultrapasse o extremo da pista.3. A largura da zona de parada deve ser a mesma da pista à qual está vinculada.P13). 15. definida no terreno.P12). 15. 15.SWY Área retangular. Suas dimensões variam em função do tipo e da quantidade de operações (Anexo G .9.9. aeronaves e veículos em serviço.11 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS .204 MCA 53-1/2008 15. ainda. todos sujeitos aos limites de altura e afastamento do eixo da pista. fixos ou móveis. . até uma altura especificada (Anexo G . sob controle de autoridade competente e selecionada ou preparada como área disponível sobre a qual uma aeronave possa efetuar parte de sua subida inicial.10 ÁREA DE SEGURANÇA DE EXTREMO DE PISTA (RESA) Área simétrica ao prolongamento do eixo da pista e adjacente ao extremo da faixa de pista.3.P11). tenham de ser instalados nesta área. 15. 15. instalações e colocação de objetos de natureza temporária ou permanente. no caso de necessidade da interrupção da decolagem.9. variando o comprimento (Anexo G .

3. 15.P14): a) TORA (TAKE-OFF RUN AVAILABLE) . 15.14 ÁREA DE DECOLAGEM (A2) Plano inclinado ou outra superfície especificada situada além do extremo de uma pista ou zona livre de obstáculos cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista.3.comprimento declarado da pista disponível para corrida no solo de uma aeronave que decola. b) TODA (TAKE-OFF DISTANCE AVAILABLE) .15 ÁREA DE TRANSIÇÃO (A3) Plano inclinado que parte das laterais da faixa de pista e da área de aproximação até 45m de altura.comprimento declarado da pista disponível para decolagem. . comprimento da TORA somado à zona livre de obstáculos . ou seja.13 ÁREA DE APROXIMAÇÃO (A1) Plano inclinado ou combinação de planos anteriores à cabeceira cujas dimensões variam de acordo com o tipo de operação da pista.3.CWY. decolagem e interrupção de decolagem. se existir.3. 15. que são definidas a seguir (Anexo G .16 DISTÂNCIAS DECLARADAS São distâncias utilizadas para efeito de cálculo para pouso.MCA 53-1/2010 205 15.

16.1 15. comprimento da TORA somado ao comprimento da zona de parada .3.16. Assim sendo.16. a THR está situada no extremo da pista. se existir. na TODA será incluído o seu comprimento.comprimento declarado da pista disponível para aceleração e parada da decolagem. na ASDA será incluído o seu comprimento.1.3. Condições A RWY é desprovida de SWY e de CWY e. ainda.3.2 Pousos e Decolagens da Esquerda para a Direita Exemplo 1: A RWY é provida de CWY. Exemplo 2: A RWY é provida de SWY.1.comprimento declarado da pista disponível para a corrida no solo de uma aeronave que pousa.206 MCA 53-1/2008 c) ASDA (ACCELERATE STOP DISTANCE AVAILABLE) . ou seja. 15.SWY. as quatro distâncias declaradas terão um comprimento igual 15.1 ao da RWY. Assim. . e d) LDA (LANDING DISTANCE AVAILABLE) . Assim.

a LDA terá seu comprimento modificado em função deste deslocamento.16.3 Obstáculos na Aproximação Exemplo 1: A LDA começa na THR.1. Daí. se a THR for deslocada. SWY e THR deslocada.3. Exemplo 2: Nos casos de RWY providas de CWY.MCA 53-1/2010 207 15. Na maioria dos casos. corresponde ao comprimento físico da RWY. suas distâncias declaradas serão configuradas conforme a seguir: .

3. Óleo.2 Iluminação da Pista Todas as pistas destinadas ao uso noturno devem possuir iluminação adequada.3.208 MCA 53-1/2008 15.1 Iluminação de Aproximação A iluminação de aproximação inclui luzes.) 15. luzes de eixo de pista e luzes de zona de contato (Anexo G .1. etc.17. 15. independente da existência de serviço de controle de aeródromo. Buracos. indicador visual de trajetória de aproximação de precisão (PAPI) e faróis luminosos de aproximação e luzes indicadoras de alinhamento de pista (Anexo G . tais como sistema de luzes de aproximação (ALS).3. luzes laterais.P16).16. sistema visual indicador de rampa de aproximação (VASIS).17 LUZES AERONÁUTICAS DE SUPERFÍCIE Os procedimentos aqui tratados têm aplicação em todos os aeródromos. São as seguintes luzes previstas para pista de pouso: luzes de cabeceira.17. Aplicam-se também a todas as luzes aeronáuticas de superfície.3.1.5 Outros exemplos das possibilidades de configurações de distâncias declaradas estão contidos no Anexo F. .16.3. 15. estejam ou não no aeródromo ou em suas proximidades.P15). 15.4 Exemplo: Cabeceira Deslocada por Impraticabilidade (Obras.

para determinar o começo da extremidade remota de 600 metros ou 1/3 final e as luzes restantes de cor branca variável.2. (NR) . 15. em sentido transversal ao seu eixo. as luzes situadas entre o começo da pista e a cabeceira deslocada são de cor vermelha.3.2. .2.3.2.3.2. de cor branca variável.2.1. se essa distância for menor. NOTA: A localização das luzes de cabeceira (início e final de pista) são colocadas até 5 metros distantes das laterais. NOTA: No Brasil. instaladas a intervalo não maiores que 60 metros (IFR) ou 100 metros (VFR). de 21 de outubro de 2009.17.2.1 Luzes de Pista 15.Portaria DECEA No 63/SDOP.4 O sistema de luzes de pista será considerado operacional quando a quantidade de luzes inoperantes não ultrapassar os percentuais especificados no capítulo 3 da ICA 100-1 (Operação IFR em Aeródromos).2. Se a cabeceira estiver deslocada.3.17.17.2.3.3.17.3.2. de 21 de outubro de 2009.17. 15.5).2.17.4 e 15.3 Quando a cabeceira for deslocada do extremo da pista.3.1. (NR) .3. em uma distância de 600 metros ou de 1/3 final da pista.3.2.2 Luzes de Cabeceira e Final de Pista 15. as luzes de cabeceira serão dispostas sobre uma linha perpendicular ao eixo da pista.2 Essas luzes em número de seis pelo menos. coincidindo com a cabeceira deslocada.Portaria DECEA No 63/SDOP. 15.MCA 53-1/2009 209 15. são instaladas na cabeceira e no final da pista. uma luz amarela é usada em cada lado visível em qualquer direção. (NR) .2.2.17.2. podendo o extremo da pista oposta ser de cor amarela.2 Essas luzes são fixas (contínuas).17.3.1 Luzes dispostas lateralmente ao longo da pista de pouso e equidistante de seu eixo. indicando sua direção e limites (ver 15.Portaria DECEA No 63/SDOP.17. de 21 de outubro de 2009. as de cor verde indicando o início e as de cor vermelha o final.2.5 Para pistas com operações de pouso e decolagem VFR noturno deverão estar disponíveis pelo menos 85% das luzes (de cabeceira e de final de pista) em funcionamento e que não existam luzes queimadas adjacentes. (NR) . vistas na direção da aproximação. 15.1 Luzes distribuídas de modo a indicar os limites longitudinais da pista ou da trajetória de pouso utilizável.Portaria DECEA No 63/SDOP. 15.2. as pistas providas de luzes de intensidade média.2. 15. de 21 de outubro de 2009.17.17.

com intervalos longitudinais não superiores a 30 metros. 15.1 Iluminação de Pista de Táxi Luzes de Eixo de Pista de Táxi São luzes fixas.2. estendendo-se desde a cabeceira até uma distância longitudinal de 900 metros. quando passa a ser vermelha até o final da pista.3. instaladas ao longo das laterais da zona de parada. pistas de saída e . como também no extremo dessa zona de parada.3 15. embutidas no solo. de cor verde.3. para que não sejam visíveis pelos pilotos ao passarem sobre a zona de parada durante a aproximação para pouso. NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III.3.17. em linha eqüidistantes do seu eixo.17.4 15.3. nas pistas de táxi.4 Luzes de zona de contato São luzes de cor branca variável.3. desde a cabeceira até o ponto situado a 900 metros do extremo da pista. coincidindo com o prolongamento das fileiras das luzes laterais de pista. dispostas ao longo do eixo de todo o percurso do táxi da aeronave.17. alternando a cor branca variável com a vermelha desde 900 metros até 300 metros do outro extremo da pista.1 Iluminação de Zona de Parada São luzes fixas (contínuas). perpendicularmente ao seu eixo. exceto nas pistas de comprimento menor que 1800 metros.2 Devem ser instaladas luzes em todas as zonas de parada prevista para uso noturno. de cor branca variável.17.3.3. uma em cada lado do eixo da pista. dispostas simetricamente em duas fileiras. de cor vermelha. 15.3 Luzes de eixo de pista São luzes distribuídas ao longo do eixo da pista.4. unidirecionais. Essas luzes devem ser obscurecidas para o lado oposto ao da pista em uso. 15. Essas luzes são fixas (contínuas).210 MCA 53-1/2008 15.17. encravadas em barretas transversais.2. nas quais o sistema é encurtado de modo a não ultrapassar o ponto médio da pista. desde a cabeceira até o final.3. NOTA: Somente são utilizadas para pistas categoria II e III.3. 15.17.17.

colocadas transversalmente em pista de táxi e distribuídas de modo simétrico em relação ao seu eixo. que podem ser de situação. unidirecionais. o farol de aeródromo deverá permanecer ligado desde o pôr-do-sol até o encerramento do serviço. quando as condições meteorológicas do aeródromo somente possibilitem operações IFR ou VFR especial (Anexo G .6 Iluminação de Obstáculos A iluminação de obstáculos localizados nas áreas de aproximação e de decolagem de uma pista poderá ser ligada ou desligada. com intervalos de 3 metros entre as luzes.P17).MCA 53-1/2008 211 pátios.17.17.3.3. no sentido da aproximação da interseção de pista.3.17.3.17. 15.3. no ponto que se deseja deter o tráfego e serão desligadas para indicar que o tráfego pode continuar. 15. distribuídas ao longo das laterais da pista de táxi. 15.17.3.7.4. 15.3 Sistema de Guia para o Táxi Esse sistema deve oferecer ao piloto.2 Nos aeródromos cuja operação não seja contínua. 15.P18).5 Barras de Parada Luzes de cor vermelha.17.3 O farol de aeródromo deverá ser ligado entre o nascer e o pôr-do-sol. destino ou de instruções obrigatórias.7 15. 15. ao mesmo tempo que as luzes de pista. Esse tipo de luz deve ser usada em pistas de táxi onde seja comum a ocorrência de RVR menor que 400 metros.7.17. .17. através de dispositivos luminosos.3. semi-embutida no solo.7. 15. de cor azul. quando o obstáculo não ultrapasse a superfície horizontal interna do aeródromo (Anexo G .2 Luzes de Pista de Táxi Luzes fixas.1 Farol de Aeródromo O farol de aeródromo deverá permanecer ligado entre o pôr e o nascer-do-sol nos aeródromos com operação contínua (H24).4.3. com diferentes tipos de informação.

4. normalmente no extremo da pista.3 Aeródromo para Operação VFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui. além disto possui cartas de aproximação e saída por instrumentos publicadas (em vigor) e órgão ATS em funcionamento.IFR NOTURNO.1 A cabeceira deve situar-se.VFR DIURNA.4. e . serão pintadas setas na parte da pista diante da cabeceira deslocada.4.VFR NOTURNA. Quando a cabeceira for deslocada por curto período de tempo. .4.IFR DIURNO. auxílios visuais terrestres luminosos adequados. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno.1 São aquelas relativas às condições de operacionalidade da pista tais como: a) Regra de voo visual (diurna) b) Regra de voo visual (noturna) c) Regra de voo por instrumentos (diurno) d) Regra de voo por instrumentos (noturno) 15.5 DESLOCAMENTO DA CABECEIRA 15. aproveitando para esse fim os sinais de eixo de pista e obscurecendo todos os demais sinais nesse trecho.4 CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS 15. 15. Aeródromo para Operação VFR é aquele em que as aeronaves só poderão operar de acordo com as regras de voo visual.4.2 .5. . de 21 de outubro de 2009. o que permite que ali operem aeronaves nos períodos diurno e noturno.212 MCA 53-1/2009 15. a menos que considerações de caráter operacional justifiquem a escolha de outra locação. 15. 15. 15. . É equipado com auxílio-rádio á navegação que proporciona orientação para a aproximação e decolagem e.4 Aeródromo para Operação IFR Diurna é um aeródromo onde podem operar aeronaves segundo regras de voo visual (se as condições de teto e visibilidade permitirem) e também segundo regras de voo por instrumentos para operação diurna.Portaria DECEA No 63/SDOP. será mais prático utilizar balizas bem visíveis em vez de pintar sinais na pista.5 Aeródromo para Operação IFR Noturna é o aeródromo que tem as mesmas características do anteriormente citado e possui. auxílios visuais terrestres luminosos adequados. Quando a cabeceira da pista estiver deslocada. (NR) . Isto se dá pelo fato de não estar devidamente equipado para atender as operações de aeronaves em condições IFR.

2. bem como com a freqüência de operação dessas aeronaves. c) ALS.6.MCA 53-1/2009 213 15. de 21 de outubro de 2009 15.5.6 15. quando existentes: (NR) Portaria DECEA No 63/SDOP. acrescentando a esses valores a porção deslocada. d) ILS GP (trajetória de planeio – sua precisão).2 Na existência de um deslocamento de cabeceira. 15.6. a) VASIS. e será expresso por uma classificação numérica. (NR) . b) PAPI. e (NR) .3. deve ser expedido NOTAM indisponibilizando os seguintes equipamentos e procedimentos. de 21 de outubro de 2009.5. de 21 de outubro de 2009.3 15.2 Deverá ser expedido NOTAM modificando as visibilidades mínimas previstas nos quadros POUSO DIRETO e PARA CIRCULAR nas IAC. em virtude desses equipamentos estarem transmitindo rampas e indicações calculadas para a cabeceira no início da pista.Portaria DECEA No 63/SDOP.6. todas as rampas e indicações não devem ser utilizadas para aproximação.Portaria DECEA No 63/SDOP.2 O nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo está relacionado com as dimensões das aeronaves regulares que o utilizam. 15. de 21 de outubro de 2009.1 CATEGORIA REQUERIDA DE AERÓDROMOS A categoria requerida de aeródromos ou simplesmente CATEGORIA DE UM AERÓDROMO é uma classificação numérica ou alfanumérica que se baseia no grau de risco peculiar ao aeródromo e que corresponde a um determinado nível de proteção contra-incêndio requerido.2. em um período de tempo preestabelecido. 15.5. obtida a partir da avaliação da categoria das aeronaves e do número de movimentos destas (Anexo G .1 Tal procedimento deve ser efetuado. (NR) .1 DETERMINAÇÃO E DIVULGAÇÃO A determinação e divulgação do nível de proteção contra-incêndio requerido para os aeródromos brasileiros é de responsabilidade da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica . e se essa cabeceira for deslocada.Portaria DECEA No 63/SDOP.P19). e) IAC Radar. 15.6.

214 MCA 53-1/2008 (OCSISCON). 15.3 A responsabilidade pela operação dos SESCINC nos aeródromos homologados é do órgão. decolagens de helicópteros. 15. Através do Programa Anual de Trabalho. 15. anualmente ou sempre que se fizer necessário.7 15. e com as modificações determinadas pela Lei no 6. de 14 FEV 1974. 15. utilizada para pousos. o período de redução e dos recursos materiais e humanos que serão mantidos no aeródromo.4 REDUÇÃO DO NÍVEL DE PROTEÇÃO REQUERIDO A redução do nível de proteção contra-incêndio requerido para um aeródromo deverá ser requerida à DIRENG.3. aprovadas pela Portaria no 18/GM5. pela Portaria no 745/GM5. durante esse período.6. entidade ou empresa responsável pela administração do aeródromo. de 15 DEZ 1975.7.3. 15.7.Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de operações de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas e cargas. procederá à fiscalização dos diversos aeródromos no que tange ao fiel cumprimento das Instruções do Comando da Aeronáutica.6.2 A DIRENG manterá um sistema de controle atualizado sobre o nível de proteção contra-incêndio de todos os aeródromos categorizados. e será. atualizada e publicada em Boletim Ostensivo da DIRENG e no Diário Oficial da União.298.1 HELIPONTO DEFINIÇÕES As “Instruções para Operação de Helicópteros e para Construção e Utilização de Helipontos e Heliportos”.Toda área homologada ou registrada ao nível do solo ou elevada. de 06 OUT 1976. adotam as seguintes definições: a) HELIPONTO .2 TIPOS São os seguintes os tipos de helipontos: . pela administração do aeroporto. e b) HELIPORTO .6. com antecedência mínima de 60 dias e acompanhada das características referentes à previsão de movimento de aeronaves.

que só podem ser elevadas).construída sobre edificações.Heliponto destinado.Helipontos e Heliportos localizados sobre edificações. . (NR) . sendo vedada sua utilização em caráter comercial. via COMAR. em condições VMC.7. b) Heliponto Civil . (NR) . ao uso de helicópteros civis. áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros e áreas de Pouso Ocasional são elevados (sobre edificações) ou construídos ao nível do solo (neste caso. cadastrada no Comando Aéreo Regional respectivo. que pode ser usada. de 21 de outubro de 2009. por helicóptero em operações aéreas policiais ou de defesa civil. Essas plataformas geralmente mudam de localização e a natureza das atividades exige operações de helicópteros em condições especiais. os helipontos. para operação em vôo VFR. de inspeções de linhas de transmissão elétrica ou de dutos transportando líquidos ou gases. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade.Heliponto destinado ao uso de helicópteros militares. c) Heliponto Privado . e) Área de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros . que poderá ser utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. excetuam-se as áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros.1 e dedicados aos serviços e apoio às empresas que pesquisam ou exploram reservas petrolíferas na costa brasileira. heliportos.Heliponto civil destinado ao uso de helicópteros de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas.. Estes tipos de helipontos são registrados por ato da ANAC.Portaria DECEA No 63/SDOP. g) Helipontos sobre Plataformas Marítimas – São regulados por normas específicas citadas em 15. esporadicamente.É uma área selecionada e demarcada para pouso e decolagem de helicóptero. possuindo características físicas compatíveis com aquelas estabelecidas pela ANAC para helipontos normais. e NOTA: Quanto ao nível de construção.MCA 53-1/2009 215 a) Heliponto Militar . em princípio. de socorro médico. NOTA: Esses helipontos não serão considerados para efeito de divulgação através de publicações de informações aeronáuticas. d) Helipontos e Heliportos Elevados . de 21 de outubro de 2009. etc. f) Área de Pouso Eventual .Portaria DECEA No 63/SDOP.

Para altitudes maiores.3.7.7.7. lado maior .3 Conforme o formato da área de pouso. 15. para cada 300. se a área de pouso for quadrada ou retangular.1 É a área do heliponto ou heliporto.2 As dimensões da área de toque são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto.2.3.5B (no mínimo). temos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1B (no mínimo). relativas à área de pouso e decolagem.3.1 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS Área de Pouso e Decolagem 15.3. teremos as seguintes exigências: a) área quadrada: lado igual a 1. devendo ser aumentadas de 15% do seu valor básico.1.2 Área de Toque 15. Se a área de pouso for circular.2 As dimensões da área de pouso e decolagem são fixadas em função da dimensão do maior helicóptero que irá operar no heliponto.7.1.1. .1 Parte da área de pouso e decolagem.2.3 Conforme o formato da área de toque.3.2. com dimensões definidas.7. a área de toque será também circular. são para helipontos situados até 300m acima do nível do mar. 15. NOTA: A dimensão mínima admitida para B é de 12m. A área de toque deve ficar situada no centro da área de pouso.1. a área de toque também será quadrada. ou fração além da cota de 300m.216 MCA 53-1/2008 15.7. 15.3. 15. 15. e c) área circular: diâmetro igual a 2B (no mínimo). aquelas dimensões sofrem correções. NOTA: As dimensões indicadas neste item.3 15. onde o helicóptero pousa ou decola.5B (no mínimo).3.7. e b) área circular: diâmetro igual a 1B (no mínimo). com dimensões definidas. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar.7. b) área retangular: lado menor .2B (no mínimo).7.3.

c) Helipontos Militares: Letra “M”.1 AUXÍLIOS VISUAIS TERRESTRES Auxílios Diurnos 15.4.4. o triângulo. é necessária a existência de alguns tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OBRIGATÓRIOS.7.1 Sinais de Identificação de Helipontos O sinal de identificação de um heliponto é uma letra colocada no centro da área de toque. H 15. neste caso. e d) Helipontos em Hospital: Letra “H”. Os sinais de identificação dos helipontos são os seguintes: a) Helipontos Públicos: Letra “H”. triângulo e letras são o branco ou amarelo fosforescentes. quer sejam públicos. b) Helipontos Privados: Letra “P”. porém. medindo as letras 3m de altura e 2m de largura. a qual substitui. dentro de um triângulo eqüilátero com o VÉRTICE PINTADO apontado para o Norte Magnético.2 Auxílios Noturnos É recomendável a instalação de outros tipos de AUXÍLIOS LUMINOSOS OPCIONAIS.1.4 15. colocada no centro de uma cruz pintada em vermelho fosforescente. privados ou militares.4. para que os helipontos sejam utilizados em operações noturnas ou em condições de má visibilidade.7. As cores empregadas na pintura da área de toque. NOTA: A letra “H” é sempre utilizada helipontos em hospital.7.7.MCA 53-1/2008 217 15. os indicados a seguir: . bem como.

farol rotativo de aeródromo(L21) ou farol de heliponto (L32) em funcionamento e indicador de direção do vento iluminado ou Órgão ATS em operação. . NOTA: Quanto ao L32. e e) auxílios visuais terrestres de localização e indicação . colocadas o mais próximo possível do solo e distribuídas em torno da área de pouso.Os obstáculos existentes nas proximidades dos helipontos autorizados a operar à noite devem ser sinalizados com luzes-deobstáculo ou faróis-de-perigo. de 15 JUL 71). com espaçamento máximo de 5m entre si. no máximo. b) áreas de pouso quadradas ou retangulares . c) áreas de pouso circulares .218 MCA 53-1/2008 a) luzes de limite de área de pouso .As lâmpadas são instaladas ao longo da circunferência.São luzes amarelas. nunca inferior a 5. configurando os seus limites. na forma do Capítulo IV do Regulamento da Zona de Proteção dos Aeródromos (Decreto nº 68. é responsabilidade do SRPV ou CINDACTA da área a emissão de parecer operacional sobre a sua exigência nos helipontos públicos.Cada lado é sinalizado por um número ímpar de lâmpadas. a instalação do L32 fica a critério de seu proprietário. distanciadas 5m entre si. No caso de heliponto privado.920. d) luzes de obstáculos .

1 Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA) O CNMA é o órgão que tem por finalidade. repassar aos Centros Meteorológicos as previsões recebidas dos Centros Mundiais de Previsão de Área (WAFC) e outras informações meteorológicas de interesse aeronáutico.1. será apresentada a estrutura do Serviço de Meteorologia Aeronáutica do SISCEAB e serão abordadas as informações meteorológicas fornecidas às tripulações de vôo e demais usuários. sugere-se consultar as publicações pertinentes.1.1 Rede de Centros Meteorológicos A Rede de Centros Meteorológicos é composta dos seguintes órgãos: a) Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA). Para informações complementares. O CNMA está localizado no CINDACTA I. em Brasília-DF. b) Centros Meteorológicos de Vigilância (CMV). 16.1 METEOROLOGIA AERONÁUTICA 16.1.1. códigos e mensagens meteorológicas pertinentes às operações aéreas. bem como as cartas.1 O Serviço de Meteorologia Aeronáutica é prestado por órgãos operacionais classificados segundo suas atribuições específicas e que compõem as redes descritas a seguir: a) Rede de Centros Meteorológicos. 16.1.MCA 53-1/2008 219 16 METEOROLOGIA APLICADA AO AIS Nesse capítulo. e d) Centros Meteorológicos Militares (CMM). 16. os meios de fornecimento dessas informações.2 Centro Meteorológico de Vigilância (CMV) O CMV tem a finalidade de monitorar as condições do tempo e elaborar previsões meteorológicas para a sua área de vigilância.1. 16. além de preparar cartas meteorológicas de tempo significativo para a sua área de responsabilidade. previsões.1. .1.1. c) Centros Meteorológicos de Aeródromo (CMA). que corresponde a uma ou mais FIR. e b) Rede de Estações Meteorológicas. que sejam relevantes às atividades operacionais do Operador AIS.

nos aeródromos em que estiver instalado.3. b) Estações Meteorológicas de Altitude (EMA). Os CMM estão localizados nas Bases Aéreas e em Unidades de Instrução Aérea.1. Os CMV estão localizados juntos aos ACC.1.1. e que tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que se localiza.3 Centro Meteorológico de Aeródromo (CMA) 16. 16.3.1.1.1. b) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe II (CMA-2): tem por finalidade apoiar as operações aéreas no aeródromo em que estiver localizado.1.2 Em função das atribuições.1. os CMA são classificados em: a) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe I (CMA-1): localizado nos principais aeródromos do país.1. de acordo com critérios do DECEA.4 Centro Meteorológico Militar (CMM) O CMM tem por finalidade prestar apoio meteorológico específico à aviação militar. e c) Centro Meteorológico de Aeródromo Classe III (CMA-3): tem por finalidade fornecer informações meteorológicas para a navegação aérea no aeródromo em que estiver localizado. 16.1. .1 O CMA tem por finalidade prestar serviço e apoio meteorológico à navegação aérea.1. 16.1.220 MCA 53-1/2008 visando apoiar os órgãos de Tráfego Aéreo e as aeronaves que voam no espaço aéreo sob sua responsabilidade.1. elaborar previsões e manter vigilância meteorológica dos aeródromos sob sua responsabilidade.2 Rede de Estações Meteorológicas A Rede de Estações Meteorológicas é composta dos seguintes órgãos: a) Estações Meteorológicas de Superfície (EMS).1. e c) Estações de Radares Meteorológicos (ERM). 16.

000 km em áreas oceânicas. para fins sinóticos. não dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão. 16.2. quando necessário. dados de pressão.1 Estação Meteorológica de Superfície (EMS) A EMS tem por finalidade efetuar observações à superfície para fins aeronáuticos e. utilizando equipamentos convencionais ou automáticos e processos estimativos.1.1. umidade e direção e velocidade do vento. As EMA são instaladas a uma distância não superior a 300 km.MCA 53-1/2008 221 16.1. temperatura. em áreas livres de obstáculos que possam interceptar o feixe de emissão e que possibilitem a máxima cobertura através da superposição das áreas rastreadas. . nos diversos níveis da atmosfera. A EMS-3 é instalada em aeródromos que operem VFR e/ou sejam dotados de equipamentos com procedimentos de pouso baseados em NDB.2. prioritariamente. através de Radiossondagem. As EMS são classificadas em: a) Estação Meteorológica de Superfície Classe I (EMS-1): localizada nos principais aeródromos do país e que tem por finalidade efetuar observações à superfície. Sua operação é exercida de forma remota por intermédio do CMV. 16. A EMS-2 é instalada em aeródromos que operem IFR. b) Estação Meteorológica de Superfície Classe II (EMS-2): tem por finalidade efetuar observações à superfície. entre si. dotados de equipamentos com sistema de aproximação e pouso de precisão.1. A EMS-1 é instalada em aeródromos que operem IFR. utilizando equipamentos e processos estimativos. A ERM é instalada. utilizando equipamentos e processos estimativos. e c) Estação Meteorológica de Superfície Classe III (EMS-3): tem por finalidade efetuar observações à superfície.1.3 Estação de Radar Meteorológico (ERM) A ERM tem a finalidade de detectar e processar imagens de nuvens e de fenômenos meteorológicos obtidos por radar.2 Estação Meteorológica de Altitude (EMA) A EMA tem por finalidade coletar.1.2. ou de até 1.

1 As informações meteorológicas fornecidas pelos CMA às tripulações de vôo e outros usuários são destinadas basicamente ao planejamento do vôo. 16. NOTA: Essas informações serão restritas a vôos que partam do território nacional. cujas informações sejam importantes para as rotas afetadas.3 As informações meteorológicas fornecidas incluirão.222 MCA 53-1/2008 NOTA: Maiores detalhes quanto à estrutura dos órgãos de Meteorologia Aeronáutica na ICA 105-2 “Classificação dos Órgãos Operacionais de Meteorologia Aeronáutica”. e g) mensagem AIRMET para vôos em níveis baixos. e aeródromos de alternativa em rota e de destino.2. b) previsão de fenômenos SIGWX. f) mensagem SIGMET e outras informações meteorológicas apropriadas que sejam importantes para as rotas afetadas. a altitude e a extensão geográfica do vôo.2. as condições meteorológicas previstas entre esse aeródromo e aeródromos de alternativa indicados pelo usuário. e aeródromos de alternativa em rota e de destino.2 INFORMAÇÕES PARA AS TRIPULAÇÕES DE VÔO E USUÁRIOS 16.2 As informações meteorológicas devem abranger a hora. serão válidas para uma hora fixa ou um período de tempo e estender-se-ão até o aeródromo de destino previsto. a não ser que haja acordo entre o órgão de Meteorologia Aeronáutica e o usuário interessado. abrangendo. basicamente. Portanto. d) previsão de aeródromo (TAF) (com respectivas emendas) para os aeródromos de partida e de destino. c) revisão de Área GAMET. e) METAR ou SPECI para os aeródromos de partida e de destino. 16. 16.2. o seguinte: a) previsão de ventos e temperaturas em altitude. . também.

16. o CMA fará uma exposição visual com dados atualizados das informações constantes do item 16. b) aviso de cortante do vento relativo ao aeródromo local. em consulta aos usuários.1 As informações meteorológicas serão fornecidas por um ou mais dos seguintes meios: a) material escrito ou impresso.4.2.3 e.4.2. b) dados em formato digital. Em um CMA-3 não há a obrigatoriedade de tal atribuição.2.MCA 53-1/2008 223 16. NOTA 2: As informações em exposição devem estar em lugar de fácil acesso a todos os usuários. 16.2 O Chefe do CMA. determinará: a) o tipo e o formato das informações meteorológicas a serem fornecidas.4 MEIOS DE FORNECIMENTO E FORMATO DAS INFORMAÇÕES 16. c) imagens de satélites meteorológicos. NOTA 3: Conforme a necessidade. incluindo cartas e formulários específicos.2. e) exposição visual. o Operador da Sala AIS deverá auxiliar os aeronavegantes quanto à descodificação e interpretação das informações meteorológicas.3 Exposição visual de informações meteorológicas Para auxiliar à tripulação e outros interessados no planejamento do vôo.4. NOTA 1: As referidas informações devem ser expostas em um CMA-1 ou CMA-2. bem como a exposição verbal e/ou consulta. e d) informações e imagens provenientes de radares meteorológicos. ou f) por meio de um sistema automatizado que proporcione o auto-atendimento e forneça documentação de vôo.2. . d) consulta. das seguintes informações: a) aviso de aeródromo relativo ao aeródromo local. e b) os métodos e meios de fornecimento das referidas informações. também. c) exposição verbal (apronto ou briefing).

através do serviço VOLMET. 16. a pedido.2.3.3.4.3.1 A responsabilidade pelo apoio meteorológico à Torre de Controle (TWR)/Centro de Controle de Aproximação (APP) é do CMA localizado próximo aos referidos órgãos de Tráfego Aéreo.5 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO 16. para transmiti-la à aeronave. divulgando as informações conforme a ICA 105-12 “Fraseologia VOLMET”.3 O CMA arquivará cópias das informações meteorológicas fornecidas.5. 16.2.6 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS Quando necessário. 16.3 e 16. 16.1 A documentação de vôo fornecida às tripulações de vôo e outros usuários deve conter as informações relacionadas nos itens 16. 16. as informações meteorológicas atuais e previsões serão fornecidas ao Órgão de Telecomunicações Aeronáuticas. Uma cópia das referidas informações será. o CMA deverá expedir a emenda necessária ou a informação atualizada aos usuários ou ao órgão local de tráfego aéreo. enviada ao ACC associado.2 Antes da decolagem da aeronave.224 MCA 53-1/2008 16.3.2 A responsabilidade pelo apoio meteorológico ao Centro de Controle de Área (ACC) é do CMV localizado próximo ao referido órgão de Tráfego Aéreo.5.3 DOCUMENTAÇÃO DE VÔO 16. . 16. caso surja a necessidade de emenda das informações.4 INFORMAÇÕES PARA AS AERONAVES EM VÔO O fornecimento das informações meteorológicas às aeronaves em vôo é feito pelo CMV.

f) temperatura da superfície do mar. b) quantidade e tipo de nuvens.1 As informações fornecidas ao Órgão de Busca e Salvamento incluirão as condições meteorológicas existentes na última posição conhecida da aeronave da qual não se tenham notícias e no trecho da rota prevista desta aeronave.estabelecimento. 16. particularmente nuvens CB.MCA 53-1/2008 225 16. especialmente em relação a: . d) vento à superfície e em altitude. e) estado do solo.8 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS 16. . c) visibilidade e fenômenos que reduzam a mesma. informações meteorológicas que sejam necessárias ao desempenho de suas funções. deverão proporcionar aos mesmos. e .1 Os Centros Meteorológicos. as seguintes informações: a) informações sobre os serviços meteorológicos prestados à Navegação Aérea Internacional que precisem ser incluídas em publicações de Informações Aeronáuticas. 16. caso necessário. suspensão ou modificações importantes na operação dos serviços de Meteorologia Aeronáutica. através de acordo prévio com os órgãos de Informações Aeronáuticas. camadas de gelo e correntes oceânicas pertinentes à área de busca. com referências especiais a: a) fenômenos SIGWX em rota.8. fornecerão aos órgãos de Informações Aeronáuticas.2 Os Centros Meteorológicos. e g) dados de pressão ao nível do mar. estado do mar. b) informações necessárias à elaboração de NOTAM ou ASHTAM. quando coberto por neve ou inundado.8. em particular.ocorrência de atividade vulcânica. e indicações da altura das bases e topos.7 INFORMAÇÕES PARA OS ÓRGÃOS DE BUSCA E SALVAMENTO 16.7.

1. 16. serviços e instalações de Meteorologia Aeronáutica.1 A Carta de previsão de fenômenos SIGWX contém informações sobre a formação e os deslocamentos dos seguintes elementos: a) sistemas frontais. basicamente.informações recebidas sobre a emissão acidental de materiais radioativos na atmosfera.226 MCA 53-1/2008 . NOTA: Para maiores detalhes quanto ao formato. g) rajadas de vento à superfície. f) turbulência. e b) carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude. consultar o MCA 105-12 “Manual de Centros Meteorológicos”. b) teto baixo e formação de nevoeiro. conforme acordo entre as autoridades interessadas. d) áreas de alta e baixa pressão. especialmente em relação a: . As referidas cartas são. e h) gelo em aeronaves.9. e c) informações necessárias à preparação de circulares de informações aeronáuticas. de dois tipos: a) carta de previsão de fenômenos SIGWX.9.1 CARTA DE PREVISÃO DE FENÔMENOS SIGWX 16. 16.modificações importantes previstas nos procedimentos. conteúdo e simbologia utilizados nas cartas de previsão.9 CARTAS DE PREVISÃO As cartas de previsão são preparadas e elaboradas pelo CNMA e disponibilizadas aos CMA. via REDEMET e CCAM. c) áreas de precipitação. e . e) áreas de trovoadas. .efeitos de determinados fenômenos meteorológicos nas operações aéreas.

1200 e 1800 UTC.MCA 53-1/2008 227 16.11. incluindo informações relativas a fenômenos meteorológicos perigosos para vôos em níveis baixos.1 A Carta de previsão de ventos e temperaturas em altitude é preparada para os horários das 0000 e 1200 UTC. com previsões que compreendam diferentes camadas.2 CARTA DE PREVISÃO DE VENTOS E TEMPERATURAS EM ALTITUDE 16. 16.4 O TAF contém. ou subáreas (ou setores) dela.9. em rota. com início às 0000. portanto sendo renovados a cada 6 horas.9. 16.10.11 CÓDIGO TAF 16. em regiões montanhosas.1. 16. em referência a FIR. incluindo qualquer mudança considerada significativa para as operações aéreas. em que estiver localizado.11.9. consultar o MCA 105-12.3 A previsão de área GAMET tem período de validez de 6 horas.10.2 O TAF é confeccionado e divulgado pelo CMA-1. 16. 0600. as seguintes informações específicas: .2 A previsão de área GAMET é confeccionada e divulgada pelo CMA-1.10.1 TAF é o código meteorológico utilizado para divulgar a descrição completa das condições meteorológicas previstas ocorrerem em um aeródromo durante todo o período de validez da previsão. 16.11. com dados recebidos do WAFC.1 Previsão de área GAMET é uma previsão de área que cobre a camada entre a superfície e o FL100 (ou FL150.11.2 A referida carta é preparada para os horários das 0000. 16. para os níveis de vôo padrões. se necessário). em linguagem clara abreviada. descodificação e critérios de confecção. na seqüência. É definido como uma previsão de aeródromo.3 O TAF tem período de validez com início às 0000.2. para a área de responsabilidade do Centro (N12º S40º e W010º W080º). 16. 1200 e 1800 UTC. 0600. ou mais. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. 0600. 1200 e 1800 UTC. 16. que vão desde a superfície até o FL630.10 PREVISÃO DE ÁREA GAMET 16.

consultar o FCA 105-2.3 A mensagem SIGMET é confeccionada e divulgada pelo CMV. em linguagem clara abreviada. e g) temperaturas previstas. e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço. 16.12. consultar o MCA 105-12. . 16.11. d) tempo significativo previsto. em referência a FIR em que estiver localizado. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção. com exceção para aquela relativa a nuvens de cinzas vulcânicas e ciclones tropicais.4 O período de validade da mensagem SIGMET não será superior a 4 horas. 16. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota que possam afetar a segurança das operações aéreas.12 MENSAGEM SIGMET 16. se for o caso).228 MCA 53-1/2008 a) grupos de identificação.1 A mensagem SIGMET consistirá de uma descrição concisa. e) nuvens (ou visibilidade vertical. 16.5 EXEMPLO DE CÓDIGO TAF TAF SBCT 101030Z 101212 24003KT 9999 SCT015 TEMPO 1824 4000 +SHRA BKN012 TX28/18Z TN20/09Z NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação. f) mudanças significativas esperadas. 16. quando poderá se estender até 6 horas.12. c) visibilidade.12. b) vento à superfície.2 A mensagem SIGMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área.12.

14. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato.14. descodificação e critérios de confecção.3 A mensagem AIRMET é confeccionada e divulgada pelo CMV. relativa à ocorrência ou previsão de fenômenos meteorológicos em rota.13 MENSAGEM AIRMET 16. em referência a FIR. 16. que não tenham sido incluídos na previsão de área GAMET e que possam afetar a segurança das operações aéreas até o FL100. 16.2 A mensagem AIRMET será cancelada quando os fenômenos deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer na área.14. 16. 16.13.13.1 O Aviso de Aeródromo é uma informação concisa sobre as condições meteorológicas que possam afetar a segurança das aeronaves no solo (inclusive as estacionadas).MCA 53-1/2008 229 NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade.13. . ou subáreas dela. as instalações e os serviços do aeródromo. consultar o MCA 105-12. em linguagem clara abreviada.14 AVISO DE AERÓDROMO 16.4 O período de validez da mensagem AIRMET não será superior a 4 horas.3 O Aviso de Aeródromo será confeccionado e divulgado pelo CMA-1. e à evolução desses fenômenos no tempo e no espaço.1 A mensagem AIRMET consistirá de uma descrição concisa. 16.2 O Aviso de Aeródromo será cancelado quando as condições deixarem de ocorrer ou quando já não se espere que venham ocorrer no aeródromo.4 O período de validez do Aviso de Aeródromo não será superior a 4 horas. 16. consultar o MCA 105-12. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. 16. em que estiver localizado. consultar o MCA 105-12.14. descodificação e critérios de confecção.13. descodificação e critérios de confecção. 16.

2 O Aviso de Cortante do Vento será cancelado quando já não for prevista a ocorrência de cortante do vento ou após informações de aeronave não constatando mais a existência.1 METAR é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície. ou durante o procedimento de aproximação entre o nível da pista e uma altura de 500 m (1.4 O período de validez do Aviso de Cortante do Vento não será superior a 4 horas.16 CÓDIGOS METAR E SPECI 16.230 MCA 53-1/2008 16. consultar o MCA 105-12. 16. realizada quando da ocorrência. 16.16. uma observação meteorológica regular. ou seja.1 O Aviso de Cortante do Vento é uma informação concisa sobre a observação ou previsão de cortante do vento. descodificação e critérios de confecção. . ou seja.600 ft) acima desta. É definido como um informe meteorológico aeronáutico especial. uma observação meteorológica especial.16. e aeronaves na pista por ocasião do pouso ou durante a corrida de decolagem.15.15.15. é realizada nos intervalos das horas cheias. 16. 16. que possa afetar adversamente as aeronaves na trajetória de aproximação ou de decolagem.3 O Aviso de Cortante do Vento será confeccionado e divulgado pelo CMA-1.3 O METAR e o SPECI são confeccionados e divulgados pela EMS. dissipação ou mudança significativa na intensidade de um fenômeno que seja considerado significativo para as operações aéreas. para fins aeronáuticos. em referência aos aeródromos que estejam sob sua responsabilidade. Geralmente.15. NOTA: Para maiores detalhes quanto ao seu formato. realizada a cada hora cheia. 16. para fins aeronáuticos. 16.15 AVISO DE CORTANTE DO VENTO 16.16.2 SPECI é o código meteorológico utilizado para divulgar as informações obtidas em uma observação meteorológica à superfície. É definido como um informe meteorológico aeronáutico regular.

f) nuvens (ou visibilidade vertical. que geram os códigos METAR e SPECI. se for o caso). e) tempo presente.4. consultar o MCA 105-2.1 EXEMPLO DE CÓDIGO METAR METAR SBGL 131000Z 31015G27KT 280V350 4000 1800N R10/P2000 +TSRA FEW005 FEW010CB SCT018 BKN025 10/03 Q0995 REDZ WS RWY10 NOTA 1: Para maiores detalhes quanto a sua formatação e descodificação. b) vento à superfície. g) temperaturas do ar e do ponto de orvalho. c) visibilidade. . cortante do vento. 16.MCA 53-1/2008 231 16. h) pressão (QNH).16. e i) informações suplementares inclusão condicional. NOTA 2: Para maiores detalhes quanto aos critérios de confecção das observações meteorológicas regulares e especiais. consultar o FCA 105-3. d) alcance visual na pista (quando houver). se for o caso. temperatura da superfície do mar e estado do mar.16.4 O METAR e o SPECI contêm. na seqüência. as seguintes informações: a) grupos de identificação. tempo recente.

1 FINALIDADE O Serviço de Telecomunicações prestado para qualquer fim aeronáutico. c) Banco de Dados de NOTAM (SISNOTAM). Realiza a interconexão entre assinantes diretamente conectados ao Centro.2 COMPETÊNCIA 17. bem como com outros centros de comutação AFTN e sistemas similares ou homologados pelo DECEA. b) Banco de Informações Operacionais de Meteorologia (OPMET). 17. 17.1 UTILIZAÇÃO DO CCAM Poderão estar conectados ao CCAM os seguintes Sistemas de Informações Automatizados: a) Sistema de Tratamento do Plano de Vôo (STPV). normativa e operacional sobre as Telecomunicações Aeronáuticas. e d) Sistema de Controle e Fiscalização da Aviação Civil (SICONFAC).2.3.1 Compete ao DECEA a ação técnica.2 FALHAS DO CCAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento. configurando-se uma situação emergencial. devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores dos terminais assinantes: . e d) Serviço de Radiodifusão Aeronáutica. 17. c) Serviço de Radionavegação Aeronáutica. Administrativas e Militares.232 MCA 53-1/2008 17 SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DO COMANDO DA AERONÁUTICA 17.3 CENTRO DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS (CCAM) O CCAM é o Centro de Telecomunicações AFTN no Brasil.3. É constituído de: a) Serviço Fixo Aeronáutico (AFS). b) Serviço Móvel Aeronáutico (AMS). 17.

o assinante poderá receber mensagem de serviço de confirmação de recebimento (QSL).4 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Ao enviar uma mensagem ao CCAM.4. receberá a seguinte mensagem de confirmação de recebimento: Exemplo: ZCZC SBB234 12153041 SVC QSL BSB143 NNNN NOTA: A mensagem de serviço QSL acima informa ao assinante originador que o CCAM recebeu e considerou correta a mensagem BSB143. 17. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. 17. observando as instruções previstas nas publicações pertinentes. Centros Regionais de NOTAM (CRN) e Salas AIS.2 MENSAGEM QTA A mensagem transmitida ao CCAM em desacordo com o previsto receberá a seguinte mensagem de cancelamento: . o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para a Sala de Plano de Vôo do respectivo Centro de Controle de Área (ACC).4. Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM. mensagens de serviço informando anormalidades na mensagem enviada ou mensagem de serviço de rejeição (QTA).MCA 53-1/2008 233 a) providenciar a veiculação de mensagens ATS por meio da RACAM. 17.1 MENSAGEM QSL Toda mensagem transmitida por um terminal de assinante ao CCAM. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. o operador deverá providenciar a veiculação por meio de fac-símile ou via contato telefônico para o Centro Geral de NOTAM (CGN). Em caso de impossibilidade de envio pela RACAM. e b) providenciar a veiculação de mensagens AIS por meio da RACAM.

5. 17. de acordo com o estabelecido no MCA 102-7. devendo ser corrigida e enviada novamente.5. 17.5.2 O Sistema permite a troca de mensagens administrativas entre terminais de usuário. utilizando a técnica de “cliente-servidor”.5 REDE ADMINISTRATIVA DE COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA DE MENSAGENS 17.3 Os servidores regionais da RACAM estão localizados em Manaus.234 MCA 53-1/2008 Exemplo: ZCZC SBB043 12153204 KK SBBRYFYX 121530 SBBRZXAM SVC QTA RPT BSB026 NNNN NOTA: A mensagem de serviço acima notifica ao assinante ECMA26 que a sua mensagem BSB 026 enviada ao CCAM foi considerada incorreta. São Paulo e Curitiba.1 A RACAM é composta por servidores regionais e por um Servidor de Aplicação (SAP) interligados pela Intraer. Rio de Janeiro.2 INOPERÂNCIAS NA RACAM Para inoperâncias sem previsão de restabelecimento.1. Brasília. com nova numeração. e b) as mensagens com prioridade “GG” ou “KK” poderão ser veiculadas por fac-símile ou por outro meio de comunicação.5.5.1 COMPOSIÇÃO DO SISTEMA 17. 17. por meio da qual é realizada a interconexão entre os terminais de usuários conectados aos servidores regionais. 17.1. . devem ser adotados os seguintes procedimentos pelos operadores terminais assinantes: a) as mensagens com prioridade “SS” ou “DD” poderão ser transmitidas por meio do CCAM.1. Recife. configurando-se uma situação emergencial.

3 SINAIS ESPECIAIS (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) a) ( . b) Mensagem Meteorológica . poderão ser usadas letras maiúsculas e minúsculas.Está especificada na MCA 102-7.2 ALGARISMOS 0123456789 17.6 MENSAGENS AERONÁUTICAS 17.Está especificada na ICA 105-1.1 Mensagens Aeronáuticas são aquelas veiculadas por meio da Rede Fixa de Telecomunicações Aeronáuticas (AFTN) e cujas categorias são descritas a seguir: a) Mensagem ATS . ) ponto.2. g) ( ' ) apóstrofe. Os caracteres empregados na confecção de uma mensagem são serão descritos a seguir. 17. c) Mensagem de Regularidade de Vôo .6. ) vírgula. b) ( ? ) interrogação. . e d) Mensagem AIS .2. f) ( . Nas mensagens administrativas.6.Está especificada na ICA 53-1.6. h) ( .1 LETRAS ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ NOTA: Nas mensagens aeronáuticas serão usadas somente letras maiúsculas. e) ( ) ) fechar parêntese.6.6. c) ( : ) dois pontos.) traço de separação. sinal de menos ou hífen.2. d) ( ( ) abrir parêntese. 17. 17.MCA 53-1/2008 235 17.2 TEXTO (AERONÁUTICAS E ADMINISTRATIVAS) O comprimento máximo do texto das mensagens depositadas por uma estação AFTN é de 1800 caracteres.Está especificada na ICA 100-15.

NNNN. c) ( ¹ ) diferente.6.. s) ( > ) maior que t) ( < ) menor que. h) ( \ ) barra invertida. d) ( ! ) exclamação.. ( . n) ( ` ) crase. . e u) os acentos agudo.2. ). g) ( # ) diese (sustenido).2. p) ( % ) percentual. m) ( ] ) fechar colchete. ( +:+ ).. ( :+: ). 17. q) ( & ) “e” comercial. j) ( { ) abrir chave. e) ( ç ) cedilha. b) ( ” ) fecha aspas. ( . r) ( * ) asterisco.. CZC ou ZC®.5 Não poderão constar no texto das mensagens as seqüências ZCZC.6. o) ( $ ) cifrão. k) ( } ) fechar chave.4 OUTROS SINAIS (ADMINISTRATIVAS) a) ( “ ) abre aspas. j) ( / ) barra ou traço de fração. circunflexo e til. nem os sinais ( +:+: ). 17. ZCZ. NNN. ). e k) ( + ) sinal mais.236 MCA 53-1/2008 i) ( = ) duplo traço de separação ou sinal de igualdade. ou ( +:® ). l) ( [ ) abrir colchete.. i) ( _ ) “underscore” (sublinhado). f) ( @ ) arroba.

Se o remetente da mensagem desejar informar ao destinatário que se trata de algarismos romanos. NOTA 2: As mensagens e livros a que se refere a NOTA 1 desse item.6. a menos que seja absolutamente indispensável para a compreensão do texto. devem ser relacionados. podendo permanecer em um local remoto por um período de 3 (três) anos.4 Não serão empregados algarismos romanos. colocando-se traços ou barras entre as letras. Exemplo: ZC-Z. as mensagens serão gravadas em mídia eletrônica. NOTA 1: Todas as mensagens e livros relacionados com acidentes ou incidentes aeronáuticos e outras irregularidades deverão ser mantidos em arquivo por tempo indeterminado e só poderão ser destruídos por ordem expressa do encarregado da sindicância ou do inquérito. ZC/Z. Caso haja necessidade de inserir essas seqüências. elas deverão sofrer interrupções. Quando necessário. para a RACAM.3 Não se empregarão nas mensagens aeronáuticas caracteres distintos dos indicados. para o CCAM e sistemas similares. às seções de origem.6. a critério da administração local. devem ser escritos por extenso. e 6 (seis) meses. poderão retornar. As mensagens impressas e os livros também serão arquivados pelo mesmo período. Após esse período.6. Z-CZ e Z/CZ. escreverá os algarismos em arábico precedido da palavra ROMANOS. após o devido encaminhamento. constarem de documentos assinado pelo encarregado da sindicância ou do inquérito e dirigidos ao chefe da estação. 17.5 ARQUIVO DE MENSAGENS a) as mensagens ATS e MET. . solicitando a permanência em arquivo por tempo indeterminado.MCA 53-1/2008 237 correspondentes em posição algarismo. 17. ou após decorrido o prazo prescricional constante do Código Brasileiro de Aeronáutica. 17. e b) as mensagens veiculadas deverão ser arquivadas no próprio sistema por um período de 30 (trinta) dias.

o GNSS reunirá as duas constelações de satélites para posicionamento: o Global Navigation Sattelite System (GPS).1. cujo datum é o World Geodetie System – 1984 (WGS-84). assim como as propostas apresentadas pelo AIS mundial para o novo gerenciamento da informação aeronáutica.1. 18. vôos em rota e aproximações. e o Global Navigation Sattelite System (GLONASS). também.4 Tratando-se de um sistema global.1.3 Atualmente. Vigilância e Gerenciamento de Tráfego Aéreo (CNS/ATM) prevê a utilização de um Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS).1. a constelação do GPS.1 SISTEMA DE REFERÊNCIA PARA NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE 18. o DECEA. o uso do GNSS pressupõe que todos os dados cartográficos publicados pelos Estados estejam relacionados a um mesmo sistema de referência. integra o GNSS. como ARP. incluindo as de precisão (CAT I. utiliza à Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo (RBMC-IBGE).1.1 O sistema de Comunicação.238 MCA 53-1/2008 18 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Esse capítulo descreve.1. II e III). 18.1.2 Segundo sua concepção. 18.5 No Brasil. o qual garantirá não somente o exato posicionamento de uma aeronave em qualquer parte do mundo. 18.1. mas permitirá.1. Esse datum foi adotado pela OACI como o sistema de referência geodésica para a navegação aérea do futuro. todas as coordenadas geográficas publicadas que indicam latitude e longitude são expressas em termos de referência geodésica do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84). através dele.1. RWY e auxílios à navegação. que sejam realizados . dos Estados Unidos.1 CARACTERÍSTICAS 18.6 Para garantir aos usuários alto nível de precisão e maior produtividade nos trabalhos geodésicos e topográficos. o sistema de referência usado pela navegação aérea.1. 18. Essas estações são a base para os levantamentos de campo nos rastreios com receptores geodésicos GPS para determinação de coordenadas de pontos de precisão.1. da Rússia e futuramente o sistema europeu (GALILEU). Navegação. portanto. . 18. de forma sucinta. juntamente com o ICA.1. apenas.

1. 18. enquanto o AIS. através do uso de sistemas inteiramente digitais. 18.1.1 Os tradicionais Serviços de Informação Aeronáutica (AIS) deverão fazer a transição para o AIM. Programas de Implementação e Regulamentação. sua qualidade. caracterizado pelo aumento da aplicação dos princípios de um Gerenciamento de Informações Amplamente Abrangentes. assim. Recursos Humanos. pois reflete a necessidade de mudança de um simples produtor de emendas de produtos inflexíveis e lentos para o gerenciamento e o fornecimento da informação extensiva para todas as fases do vôo.2. que será o primeiro e principal passo na evolução de um ambiente de informação centrado em uma rede para o ATM. no contexto das operações de vôo. intercâmbio e distribuição da Informação digital.AIM 18. assegurando.1. porta a porta.2. armazenamento. Segurança.MCA 53-1/2008 239 18.2.1 CARACTERÍSTICAS 18. é semi automatizado. a partir da fase estratégica de planejamento de vôo até a fase de pós-vôo. . terá como base os processos de dados totalmente digitalizados e interoperáveis.2 GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA . integridade e pontualidade.2. 18. recuperação.1. e permitindo o contexto dinâmico com base na recuperação e distribuição da Informação. atualmente.4 A migração do AIS para o AIM irá exigir o redirecionamento de um conjunto de aspectos inter-relacionados: Arquitetura da Informação.2 Essa nova função do ATM/CNS ampliará o atual âmbito da Informação Aeronáutica. tendo como base principal os produtos em papel.2.3 A informação aeronáutica coberta pelo AIM é maior que a do atual AIS. Abrange também o controle da origem.

instalações e equipamento) destinada a ser usada total ou parcialmente para a chegada. geralmente expresso como uma elevação MSL (ANEXO 15/OACI).Uma área definida sobre a terra ou água (incluindo quaisquer edifício. quando for impossível ou desaconselhável dirigir-se para efetuar o pouso no aeródromo de destino previsto (ICA 100-12). .3 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA . baseada em datas comuns de entrada em vigor.1 DEFINIÇÕES 19.1. 19. dotado de instalações e facilidades para o apoio às operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas (MAer / Port.Altitude de um ponto relativa ao geóide. 19. 19.1 ACORDO OPERACIONAL DE TRÂNSITO DIRETO – Acordo operacional aprovado pelas autoridades públicas competentes. imigração. 19.1. fiscalização veterinária e fitossanitária e procedimentos similares (OACI/Léxico).7 ALTITUDE ELIPSOIDAL (ALTITUDE GEODÉSICA) .6 AIRAC . onde se consideram os trâmites de alfândega.2 AERÓDROMO .240 MCA 53-1/2008 19 GLOSSÁRIO Esse capítulo tem por objetivo reunir os termos usados nos Padrões e Práticas Recomendadas para os Serviços de Informação Aeronáutica.1.Altitude relativa ao elipsóide de referência.1.5 AEROPORTO INTERNACIONAL . 19. partida e movimento de aeronaves na superfície (OACI/Léxico).4 AEROPORTO .Todo aeródromo designado pelo Comando da Aeronáutica para ser utilizado como aeroporto de entrada ou saída para o tráfego aéreo internacional. saúde pública. 19. 19.1. mediante o qual a interrupção breve do tráfego em sua passagem por um terceiro Estado Signatário pode não resultar na descontinuidade do controle direto por parte dos primeiros (ANEXO 15/OACI). medida ao longo da normal externa ao elipsóide através do ponto em questão (ANEXO 15/OACI).1.(Regulamentação e Controle de Informação aeronáutica) – Sigla que significa um sistema que tem por objetivo a notificação antecipada.Aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir.1. 19.1.Aeródromo público. das circunstâncias que requeiram mudanças nos métodos operacionais ou nos procedimentos (OACI/Léxico).8 ALTITUDE ORTOMÉTRICA . 1141 / GM5).

1.21 ATRIBUTO DE FEIÇÃO . de acordo com certas determinações especificadas (OACI/Léxico).1.ISO 19101*.20 ASHTAM . 19.17 ÁREA PERIGOSA .Característica de uma feição . dentro do qual o vôo de aeronaves é proibido (OACI/Léxico). .10 APLICAÇÃO . 19.Distância vertical de um nível.Área destinada ao pernoite de aeronaves aeronaves e aos movimentos destas.18 ÁREA PROIBIDA . modificação de uma atividade vulcânica.13 (DECEA).12 ÁREA DE CONTROLE TERMINAL (TMA) .19 ÁREA RESTRITA . medido de um datum específico (ANEXO 15/OACI).Espaço aéreo de dimensões definidas.Parte do aeródromo destinada ao pouso.Parte da área de movimento destinada ao pouso ou decolagem de aeronaves (OACI/Léxico). dentro do qual podem ser executadas.1.1.1.Espaço aéreo de dimensões definidas. 19.11 ÁREA DE CONTROLE (CTR) . decolagem de ÁREA DE ESTACIONAMENTO . ponto ou objeto considerado como ponto. sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país. 19. 19.1. dentro do qual se restringe o vôo das aeronaves.1.Parte do aeródromo utilizada para decolagem. em determinados momentos.Um atributo de feição tem um nome. 19.1.Manipulação e processamento de dados em suporte aos requisitos do usuário .1. NOTA . sobre o território ou as águas jurisdicionais de um país. 19.ISO 19104* (ANEXO 15/OACI).Espaço aéreo controlado que se estende para cima.Espaço aéreo de dimensões definidas. a partir de um limite especificado sobre o terreno (ICA 100-12). 19. 19.14 ÁREA DE MANOBRAS . pouso e táxi de aeronaves.Área de controle situada geralmente na confluência de rotas ATS e nas imediações de um ou mais aeródromos (ICA 100-12). Exclui o(s) pátio(s) (OACI/Léxico). vulcão em erupção e/ou nuvens vulcânicas que sejam importantes às operações de aeronaves (ANEXO 15/OACI). 19.Série especial de NOTAM que notifica por meio de um formato específico.MCA 53-1/2008 241 19.1.1.1.1. incluído a área de manobras e os pátios (ANEXO 15/OACI). 19. atividades perigosas para o vôo de aeronaves (OACI/Léxico).9 ALTURA . 19.16 ÁREA DE POUSO . um tipo de dado e um domínio de valor associados com isto (ANEXO 15/OACI).15 ÁREA DE MOVIMENTO .

divididos em doze meses seqüentes (ANEXO 15/OACI).1.Um ou mais arquivos de dados tão estruturados aplicações apropriadas podem extrair e atualizar suas informações. 19. operacionais e/ou de segurança nacional. preparado antes do vôo (ANEXO 15/OACI).27 CENTRO INTERNACIONAL DE NOTAM (NOF) .28 CENTRO REGIONAL DE NOTAM (CRN) . 19. está sujeito a procedimentos especiais ou mesmo dispensado de cumprir certas regras de tráfego aéreo. 19.29 CIRCULAÇÃO AÉREA GERAL (CAG) . efetuados segundo as regras de tráfego aéreo estabelecidas para as aeronaves em geral. e que se beneficiam dos serviços de tráfego aéreo prestados pelos órgãos ATS. 19. em tempo de paz. e não a arquivos de registros físicos (ANEXO 15/OACI). NOTA: No calendário gregoriano.Órgão que tem por finalidade processar e expedir NOTAM nacional sobre ocorrências relativas a sua respectiva área de jurisdição (ICA 53-1). 19. anos comuns têm 365 dias.Calendário de uso geral. 19. 19. beneficiando-se dos serviços prestados pelos OCOAM ou que.ISO 19108* (ANEXO 15/OACI). quando no contexto de uma .22 BASE DE DADOS .Conjunto de movimentos aéreos civis e/ou militares.Sistema de referência temporal discreto que provê a base para definir posição temporal a uma resolução de um dia .Órgão que tem por finalidade coordenar e fiscalizar tecnicamente os Centros Regionais de NOTAM.1.24 CALENDÁRIO GREGORIANO .1.26 CENTRO GERAL DE NOTAM (CGN) . e anos bissextos 366 dias.30 CIRCULAÇÃO OPERACIONAL MILITAR (COM) .1.1. NOTA: Isso se refere principalmente a dados armazenados eletronicamente e acessados por computador. para definir um ano que se aproxima ao ano tropical mais que o calendário Juliano ISO 19108*.25 CALENDÁRIO .23 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VÔO (PIB) .1.1.Apresentação de informação de NOTAM atualizada de importância operacional. introduzido primeiro em 1582. 19.1. por razões técnicas.242 MCA 53-1/2008 19.1. manter o intercâmbio internacional de NOTAM e processar e expedir NOTAM sobre ocorrências relativas a sua área de jurisdição (ICA 53-1).Órgão estabelecido por um país para o intercâmbio internacional de NOTAM (OACI/Léxico).Conjunto de movimentos aéreos militares que.

1. a segunda e terceira indicam o assunto a ser divulgado e a quarta e quinta letras.35 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO POR INSTRUMENTOS - Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade. também dos serviços prestados pelos órgãos ATS em sua área de jurisdição que forem envolvidos.1.40 CULTIVO .37 CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VÔO VISUAL Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade. nem a inclusão na AIP.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).MCA 53-1/2008 243 operação militar.Toda característica de construção artificial na superfície da Terra.1. 19. com a navegação aérea. 19. iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para o vôo visual (ICA 100-12).1. ou com assuntos de caráter técnicos. 19.38 15/OACI). distância de nuvens e teto.1.39 CONTROLE DE QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade focada no CONJUNTO DE DADOS .Grupo de cinco letras.1. distância de nuvens e teto. 19. inferiores aos mínimos especificados para o vôo visual (ICA 100-12). .Coleção identificável de dados . cuja primeira é sempre Q. 19. o seu estado.36 CONGREGAR . 19. 19.34 CÓDIGO NOTAM .Publicação que contém informação que não requeira a expedição de um NOTAM. mas que se relaciona com a segurança do vôo.32 CHAPADA . 19. administrativos ou legislativos (OACI/Léxico). como cidades.1.1.1. 19.31 CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) . NOTA: A fase de reunir compreende verificar os dados e assegurando a detecção de erros e omissões que são retificados.É uma formação rochosa acima de 600 metros que possui uma porção plana na parte superior.ISO 19101* (ANEXO completo atendimento dos requisitos de qualidade . estradas de ferro e canais (ANEXO 15/OACI). perigo ou condição de funcionamento (ANEXO 15/OACI).1.Processo de fundir dados de fontes múltiplas em um banco de dados e estabelece uma linha básica para o processo subseqüente (ANEXO 15/OACI).33 COBERTURA (CANOPY) – Referência altimétrica do terreno somada à altura da vegetação local (ANEXO 15/OACI). 19.

41 DADOS AERONÁUTICOS .1.1. AIC. 19. 19.1.Distância angular ou linear entre dois pontos de elevação adjacentes (ANEXO 15/OACI). uso final ou outro propósito. . 19.ISO 19131* (ANEXO 15/OACI).1.44 DECLINAÇÃO DE ESTAÇÃO . 19.42 DATUM – Qualquer quantidade ou conjunto de quantidades que podem servir como referência ou base para o cálculo de outras quantidades (ISO 19104*).1.49 ESPAÇAMENTO DE OBSTÁCULOS . interpretação ou processo (ANEXO 15/OACI). 19. NOTA: Uma especificação de produto de dados provê uma descrição do universo de discurso e uma especificação para traçar o universo de discurso a um conjunto de dados. Listas de Verificação e Resumos de NOTAM em vigor (ANEXO 15/OACI). vendas.1.244 MCA 53-1/2008 19. Pode ser usado para produção.Mudanças permanentes para a informação contida na AIP (ANEXO 15/OACI). 19. alimentado e usado por outra parte . 19. determinada no momento em que a estação VOR for calibrada (ANEXO 15/OACI).50 ESPECIFICAÇÃO DO PRODUTO DE DADOS . gelo permanente e neve. excluindo vegetação e objetos artificiais (ANEXO 15/OACI).Superfície da Terra inclusive cinturões de água.Descrição detalhada de um conjunto de dados ou séries de conjunto de dados junto com informação adicional que habilita isto a ser criado.1.1.47 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA - Conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP. NOTAM. com suas emendas.43 DATUM GEODÉSICO . PIB.45 DESCAMPADO . conceitos ou instrução de uma maneira apropriadamente formatada para comunicação.1.Variação de alinhamento entre a radial zero grau de um VOR e o norte verdadeiro. Suplemento AIP.48 EMENDA AIP . 19.Um conjunto mínimo de parâmetros requerido para definir a localização e a orientação do sistema de referência local com respeito ao sistema/marco de referência global (ANEXO 15/OACI).1.Representação de fatos aeronáuticos.Distância mais curta entre dois pontos quaisquer numa superfície elipsoidal definida matematicamente (ANEXO 15/OACI).46 DISTÂNCIA GEODÉSICA . 19.

19. 19.56 HELIPORTO . para ser considerado uma feição geográfica. e os implementam por meios tais como. coincidindo com o nível médio do mar em repouso (MSL) e que se estende continuamente através dos continentes. o planejamento da qualidade.Informação aeronáutica à disposição dos aeronavegantes em uma Sala AIS de Aeródromo (ANEXO 15/OACI).1. 19. 19. a garantia da qualidade e melhoria da qualidade dentro do sistema da qualidade .Informação que é resultado da coleta.Todas as atividades da função gerencial total que determinam a política da qualidade.58 INFORMAÇÃO ANTERIOR AO VÔO . 19.54 GEÓIDE .) e a direção da gravidade é perpendicular ao geóide em todos os pontos. deve estar associado a uma posição relativa sobre a superfície da Terra.51 FASE DE ROTA .Aeródromo ou uma área definida em uma estrutura. salinidade.57 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA . etc. NOTA: Um objeto. 19.55 GESTÃO DA QUALIDADE .Rota ou parte de uma rota voada sem um pouso intermediário (ANEXO 15/OACI).1.1. Uma feição pode ser representada por um elemento gráfico como ponto.52 FEIÇÃO – Abstração de um fenômeno do mundo real (ISSO 19101*).1.1.1. o controle da qualidade.59 INFORMAÇÃO ESTRANGEIRA . NOTA – O geóide é irregular em sua forma por causa das perturbações gravitacionais locais (mares de vento.1. linha e polígono.1. 19. . correntes. os objetivos e as responsabilidades. análise e formatação de dados aeronáuticos (ANEXO 15/OACI).Uma superfície eqüipotencial do campo da gravidade da terra.53 GARANTIA DA QUALIDADE – Parte do gerenciamento da qualidade que foca na confiabilidade de que os requisitos de qualidade serão completamente atendidos .1.Informação aeronáutica que o AIS recebe dos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações. 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).MCA 53-1/2008 245 19.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). partida e movimento de helicópteros na superfície (ANEXO 15/OACI). destinada a ser utilizada completamente ou em parte para a chegada.

1. 19.Grau de certeza de que os dados aeronáuticos e seu valor não foram perdidos ou alterados desde a origem desses dados ou da emenda autorizada (ANEXO 15/OACI).61 INFORMAÇÃO POSTERIOR AO VÔO .63 MENSAGEM CONFAC .1. constituem os montes.67 NOTAM .Todo objeto fixo (temporário ou permanente) ou móvel.Representação da superfície do terreno através de valores de elevação contínua. à Sala AIS de Aeródromo acerca de inoperâncias ou deficiências no funcionamento dos auxílios à navegação e das comunicações terra-avião (ANEXO 15/OACI).1.62 INTEGRIDADE (DADOS AERONÁUTICOS) . procedimento ou perigo.(Aviso para o aeronavegante) . 19. NOTA .66 MONTANHAS – São elevações que quando isoladas.1. fiscalização e cobrança. diretamente ou através de terceiros. NOTA – São dados que descrevem e documentam outros dados (ANEXO 15/OACI). gerados pela operação de aeronaves e destinados ao SICONFAC (ICA 102-8). referentes ao controle.1.1. 19. 19.60 INFORMAÇÃO INTERNACIONAL . NOTA: (É uma sigla derivada da expressão inglesa Notice To Air Man cujo significado é: informação para o aeronavegante (OACI/Léxico).Mensagem contendo dados selecionados. 19. 19. 19. situado em uma área pretendida para o movimento de aeronave na superfície ou naquela que se estende sobre uma superfície definida destinada a proteger aeronaves em vôo (ANEXO 15/OACI).64 METADADOS – Dados sobre outros dados .ISO 19115*. referentes a um datum comum (ANEXO 15/OACI).Informação aeronáutica que o AIS emite aos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações. ou parte disso. avaliadas todas as interseções de um polígono definido.Informe apresentado por um piloto. serviço. .65 MODELO DE ELEVAÇÃO DIGITAL (DEM) . condição ou modificação de qualquer instalação aeronáutica.246 MCA 53-1/2008 19.1. quando agrupadas.1. 19.Modelo de Terreno Digital (DTM) às vezes é chamado de DEM.68 OBSTÁCULO .Aviso distribuído por meio de telecomunicações que contém informação relativa ao estabelecimento. cujo conhecimento oportuno seja essencial para o pessoal encarregado das operações de vôo.1. constituem as serras e as cordilheiras.

19.73 metros. 19. de acordo com o ANEXO 15/OACI). NOTA – A respeito do Sistema Geodésico Mundial – 1984 (WGS-84) se define elipsóide. pessoal ou procedimentos.1.MCA 53-1/2008 247 19.1. regularidade ou eficiência da navegação aérea internacional e aos quais os Estados Signatários se empenharão para manter a conformidade. configurações. a diferença entre a altitude elipsoidal WGS-84 e altitude ortométrica representada por ondulação geoidal WGS-84.Conjunto de coordenadas (latitude e longitude) referente ao elipsóide de referência matemática que define a posição de um ponto na superfície da terra (ANEXO 15/OACI).Informações específicas relacionadas com o vôo planejado ou PLANALTO – São áreas irregulares e. material/equipamento. no caso de impossibilidade de conformidade. configuração. 19. cuja aplicação uniforme é considerada necessária para a segurança operacional ou regularidade da navegação aérea internacional e com os quais os Estados Signatários estarão em conformidade.Distância do geóide acima (positivo) ou abaixo (negativa) ao elipsóide de referência matemática (ANEXO 15/OACI).71 OPERADOR AIS .75 PLANÍCIE – São áreas relativamente planas com altitude inferior a 300 metros. desempenho. 19. 19. cuja aplicação uniforme é considerada desejável no interesse da segurança operacional.Funcionário civil ou militar habilitado em AIS que. 19. 19.72 PADRÕES: Qualquer especificação de características físicas. .77 PRÁTICAS RECOMENDADAS: Quaisquer especificações de características físicas. segundo o Artigo 38 (ANEXO 15/OACI).1. PLANO DE VÔO . geralmente. com altitude superior a 300 com parte de um vôo de uma aeronave.69 ONDULAÇÃO DO GEÓIDE . durante o seu serviço. material/equipamento.1. de acordo com a Convenção.1. a notificação ao Conselho é obrigatória. executa somente atividades AIS (ICA 53-3).1. desempenho.74 19.70 OPERAÇÃO DE FEIÇÃO – Operação em que cada instância de um tipo de feição pode operar.1.1.1. fornecidas a órgãos que prestam serviço de tráfego aéreo (ICA 100-12).76 POSIÇÃO (GEOGRÁFICA) . pessoal ou procedimentos.

1.85 QUALIDADE DE DADOS . operações e manutenção e que buscam interação segura entre o ser humano e outros componentes do sistema mediante a devida consideração apropriada do desempenho humano (ANEXO 15/OACI).Conjunto de dados ou séries de conjunto de dados que seguem uma especificação de produto de dados .86 15/OACI). a aplicação ou a localização de uma entidade por meio de identificações registradas .Princípios que se aplicam a projeto aeronáutico. ou na forma apropriada de mídia eletrônica (ANEXO 15/OACI).ISO 9000*. a precisão é um grau de refinamento no desempenho de uma operação ou um grau de perfeição nos instrumentos e métodos utilizados ao fazer a medição (ANEXO 15/OACI). 19.1.78 PRECISÃO – A menor diferença que pode ser distinguida confiavelmente por um processo de medição.ISO 19101* (ANEXO RASTREABILIDADE . 19.Informações aeronáuticas fornecidas na forma dos elementos da Documentação Integrada de Informação Aeronáutica (exceto NOTAM e PIB). incluindo cartas aeronáuticas. Geral ou Regional (ICA 53-1).ISO 9000* (ANEXO . 19. 19. NOTA: Com referência aos levantamentos geodésicos.Grau ou nível de confiabilidade de que os dados fornecidos atinjam os requisitos do usuário de dados.82 PRODUTOS AIS . 19.Abstração de reais fenômenos mundiais .1. 19.1. 19.1.Publicação emitida por um ou com a autoridade de um Estado e contendo informação aeronáutica de caráter essencial duradouro para a navegação aérea (ANEXO 15/OACI).1.84 QUALIDADE – Grau para o qual um conjunto de características inerentes atende completamente seus requisitos . certificação.ISO 19131* (ANEXO 15/OACI). originada em um órgão do Serviço de Proteção ao Vôo e dirigida a um Centro Expedidor de NOTAM. 19.248 MCA 53-1/2008 19.Mensagem contendo notícias de interesse da navegação aérea.80 PRINCÍPIOS DE FATORES HUMANOS . RECURSO . resolução e integridade (ANEXO 15/OACI).1.1. em termo de precisão.Habilidade de rastrear os antecedentes. 19.79 PRENOTAM .1.83 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) .1. treinamento.87 15/OACI).81 PRODUTO DE DADOS .

92 REPRESENTAÇÃO . representada em cartas aeronáuticas por curvas de nível.Espaço Aéreo de dimensões definidas dentro do qual são proporcionados serviços de informação de vôo e de alerta (ICA mesmos exemplos ou um tipo diferente de feição . 19.98 SÉRIES DE CONJUNTO DE DADOS .89 100-12).ISO 19101* (ANEXO 15/OACI).97 SALA DE NOTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO (SALA ARO) . designada para canalizar o fluxo de tráfego.Desigualdade em elevação da superfície da Terra.90 RELAÇÃO DE FEIÇÃO . 19.88 REDE DE TELECOMUNICAÇÕES FIXAS AERONÁUTICAS (AFTN) - Sistema completo e mundial de circuitos fixos aeronáuticos.Relação que une exemplos de um tipo de feição com os REGIÃO DE INFORMAÇÃO DE VÔO (FIR) .Expressão das necessidades ou sua tradução num conjunto de requisitos.1.Órgão estabelecido com objetivo de receber os informes referentes aos serviços de tráfego aéreo e os planos de vôo que são apresentados antes da saída.95 ROTA ATS .1.1. de acordo com a necessidade para proporcionar serviço de tráfego aéreo (OACI/Léxico).Apresentação de informações a humanos . para as características de uma entidade a fim de permitir suas realizações e exames . 19.93 REQUISITOS PARA A QUALIDADE .1.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). 19.1.91 19. 19.1. explicitados em termos quantitativos ou qualitativos.ISO 19115* (ANEXO 15/OACI).96 SALA DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS DE AERÓDROMO (SALA AIS) .1. 19.1.ISO 19117* RELEVO . 19. bem como os informes referentes ao serviço de tráfego aéreo. dispostos como parte do serviço fixo aeronáutico para intercâmbio de mensagens entre as estações fixas aeronáuticas que se encontram dentro da rede (OACI/Léxico). . 19.Órgão estabelecido em um aeroporto com objetivo de prestar serviço de informação prévia ao vôo e receber os planos de vôo que se apresentam antes da saída das aeronaves.Rota especificada.1. 19.Coleção de conjuntos de dados que partilha a mesma especificação de produto .1.MCA 53-1/2008 249 19. bem como suas mensagens de atualização.Número de unidades ou dígitos para qual um valor medido ou calculado é expresso e usado (ANEXO 15/OACI).94 RESOLUÇÃO . cores hipsométricas.1. sombreamento ou ponto de elevações (ANEXO 15/OACI).

1.1.1. 19. 19. o topo da cobertura ou somente entre.1.106 TERRENO .1. colinas. 19. eficiente e econômica à operação dos serviços aéreos (ICA 100-12).107 TESTE DE REDUNDÂNCIA CÍCLICO (CRC) .1. 19. 19.Serviço estabelecido dentro de área de cobertura definida. 19. excluindo obstáculos” (ANEXO 15/OACI). gelo. responsável pelo fornecimento de informação/dados aeronáuticos. 19. necessários para a segurança.101 SERVIÇO MÓVEL AERONÁUTICO .Séries especiais de NOTAM que notifica a presença ou remoção de condições perigosas devido à neve.Serviço de radiocomunicação entre estações de aeronaves e estações aeronáuticas. NOTA .100 SERVIÇO FIXO AERONÁUTICO . regularidade e eficiência da navegação aérea (ANEXO 15/OACI).104 15/OACI). por meio de um formato específico (ANEXO 15/OACI). 19. também conhecido como primeira superfície refletiva.Classe de abstrações de fenômenos do mundo real com propriedades comuns .Serviço de telecomunicações entre pontos fixos determinados.1.108 TIPO DE FEIÇÃO . dependendo do método usado na coleta de dados.103 SNOWTAM . processos e recursos necessários para implementar a gestão da qualidade . que se aplica primordialmente para a segurança da navegação aérea e para que seja regular.1. 19.105 SUPLEMENTO AIP .Em termos práticos. cumes. ou entre estações de aeronaves (ICA 100-12).1.Algoritmo matemático aplicado a expressão digital de dados que fornece um nível de garantia contra perda ou alteração de dados (ANEXO 15/OACI).Modificação temporária da informação que consta na AIP e SUPERFÍCIE DE COLETA DE DADOS DE OBSTÁCULO /TERRENO - Superfície definida com a finalidade de reunir dados de obstáculo /terreno (ANEXO que é publicada em folhas soltas especiais (ANEXO 15/OACI). gelo permanente e neva. . neve semi-derretida ou água parada associada com neve na área de movimento.250 MCA 53-1/2008 19.Superfície da Terra que contém ocorrências naturais como montanhas.102 SISTEMA DA QUALIDADE .Estrutura organizacional.99 SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIS) . vales.ISO 19110*. terreno representa a superfície contínua que existe no descampado. procedimentos.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI).1. cinturões de água.

ISO 9000*.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). 19. 19. relativo às determinações de serviços de tráfego aéreo (ATS) (ANEXO 15/OACI). NOTA: A evidência objetiva é a informação cuja veracidade pode ser comprovada com base em fatos obtidos através da observação. * Normas ISO 9000 – Sistemas de Gerenciamento da Qualidade – Vocabulário. após cada definição. medição.1.1.109 VALIDAÇÃO .1.1. ensaios ou outros meios .MCA 53-1/2008 251 NOTA: Em um catálogo de feição.110 VERIFICAÇÃO – Confirmação por exame e fornecimento de evidência objetiva de que os requisitos estipulados foram atendidos . 19. indica a fonte original da mesma.Comprovação. de que requisitos particulares para um uso específicos pretendidos foram atendidos . 19. dentro dos quais as aeronaves são requisitadas à identificação e/ou notificação de procedimentos adicionais para esses.112 ZONA DE IDENTIFICAÇÃO DE DEFESA AÉREA (ADIZ) .Espaço aéreo controlado que se estende do solo até um limite vertical especificado (ICA 100-12). Segunda Edição 19101 – Informação Geográfica – Modelo de referência 19104 – Informação Geográfica – Terminologia 19108 – Informação Geográfica – Esquema temporal 19109 – Informação Geográfica – Regras para aplicação de esquema 19110 – Informação Geográfica – Metodologia para catalogo de característica 19115 – Informação Geográfica – Metadados 19117 – Informação Geográfica – Descrição 19131 – Informação Geográfica – Especificação de produtos de dados .Área geográfica a respeito da qual uma Sala AIS de Aeródromo deve dispor de informação aeronáutica. 19. o nível básico de classificação é o tipo de feição (ANEXO 15/OACI). por exame e fornecimento de evidência objetiva.113 ZONA SERVIDA .Espaço aéreo especialmente designado e de dimensões definidas.111 ZONA DE CONTROLE (CTR) .1.ISO 9000* (ANEXO 15/OACI). NOTA: O texto entre parênteses.

Mensagem de Cancelamento .Centro Geral de NOTAM .Publicação de Informações Aeronáuticas . Rotas Aéreas e Auxílios Terrestres .Centro Meteorológico de Aeródromo .252 MCA 53-1/2008 19.Zona de Tráfego de Aeródromo .Centro de Controle de Área .Rede de Telecomunicações Fixas Aeronáuticas .Circular Normativa de Tráfego Aéreo .Centro de Notificação das Mensagens de Tráfego Aéreo .Auxílio Visual do Comando da Aeronáutica .Carta Imagem de Navegação Aérea para Uso Militar CINAV .Comunicações .Zona de Identificação de Defesa Aérea .Carta Imagem de Navegação Aérea Visual CINDACTA .Circular Normativa de Informações Aeronáuticas CIRTRAF CMA CNAM CNAV CNL COM .Carta Aeronáutica de Pilotagem .Carta de Navegação Aérea para Uso Militar .Mensagem de Chegada .Categoria .Centro de Comutação Automática de Mensagens .Aeronotificação .Aeródromos.Carta de Navegação Aérea Visual .Serviços de Informação Aeronáutica .Circular de Informação Aeronáutica .Regulamentação e Controle de Informação Aeronáutica CINAM .Agência Nacional de Aviação Civil .Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem AIRAC .Mensagem de Modificação .Carta de Área .Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo CIRAIS .2 ABREVIATURAS E SIGLAS ACC ADIZ AFTN AGA AIC AIP AIREP AIS ANAC ARC ARO ARR ATC ATZ AVCA CAP CAT CCAM CGN CHG CIAP .Controle de Tráfego Aéreo em Geral .

Meteorologia .Carta de Rotas .Sistema de Pouso por Instrumentos .Manual do Comando da Aeronáutica .Divisão de Coordenação e Controle .Controle e Fiscalização da Aviação Civil .Instrução do Comando da Aeronáutica .Plano de Vôo Apresentado .Estação Permissionária de Telecomunicações e Tráfego Aéreo .Livro de Registro de Ocorrências .Hora Estimada de Partida .Facilitação do Transporte Aéreo Internacional .Mensagem de Atraso .MCA 53-1/2008 253 COMAR .Mensagem .Despachante Operacional de Vôo .Folheto do Comando da Aeronáutica .Documentação Integrada de Informações Aeronáuticas .Impresso Especial de Proteção ao Vôo .Mensagem de Movimento de Aeronave .Radiofarol Não-direcional INFRAERO .Informe Meteorológico Aeronáutico Regular .Mensagem de Isenção de Tarifa .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea .Comando Aéreo Regional CONFAC CRN CTR DCCO DGNA DLA DME DOV ECM EPTA ERC ETA ETD FAL FCA FPC FPL GNA IAC IAIP IEPV IFR ILS ICA ISE LRO MET MCA MOV MSG NDB .Zona de Controle .Carta de Aproximação e Pouso por Instrumentos .Regras de Vôo por Instrumentos .Equipamento Radiotelemétrico .Hora Estimada de Chegada/Estação de Telecomunicações Aeronáuticas .Estação de Comunicações .Empresa de Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária METAR .Grupamento de Navegação Aérea .Carta de Planejamento de Vôo .Centro Regional de NOTAM .

Saída Padrão por Instrumento .Área de Segurança de Final de Pista .Tempo Universal Coordenado .Radiofarol Omnidirecional em VHF .Informação Meteorológica para Aeronave em Vôo .254 MCA 53-1/2008 NOF OACI OBM OEA PIB PLN QNE RAC RESA RMK RVR SAC SAR SID .Informação Meteorológica Relativa às Operações ROTAER.Previsão de Aeródromo .000.Radar de Vigilância que faz parte do Sistema de Radar para Aproximação de Precisão .Pressão Padrão ao Nível do Mar (1013.Informação Meteorológica Significativa SISCEAB SPECI SRE SRPV TAF TMA TCA UTC VFR VOR WAC .Seção de Aviação Civil .Informação Meteorológica Aeronáutica Especial Selecionada .Regras de Vôo Visual .Observação .Área de Controle Terminal .000 VOLMET .Carta Aeronáutica Mundial OACI 1:1.Operador de Estação Aeronáutica .Organização de Aviação Civil Internacional .Manual Auxiliar de Rotas Aéreas SICONFAC .Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro NOTAM .Alcance Visual da Pista .Busca e Salvamento .Boletim de Informação Prévia ao Vôo .Observador Meteorológico .Serviço Regional de Proteção ao Vôo .Tabela do Comando da Aeronáutica .2hPa) .Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo .Aviso para o Aeronavegante OPMET .Sistema Integrado de Controle e Fiscalização da Aviação Civil SIGMET .Centro Internacional de NOTAM .Plano de Vôo .

MCA 53-1/2008 255 20 DISPOSIÇÕES FINAIS 20.2 Os casos não previstos serão submetidos ao Exmo. .RIO DE JANEIRO . Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA. 160 20021-130 .RJ 20. Sr.1 As sugestões para aperfeiçoar esse manual deverão ser enviadas ao seguinte endereço: DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DA NAVEGAÇÃO AÉREA AVENIDA GENERAL JUSTO.

Planejamento de Pessoal em Atividades AIS: ICA 53-3. 2005. 2008. ________. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. 2005. Divulgação de Informações Meteorológicas: ICA 105-1. 2008. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. ________. 2005. 2007. Plano de Vôo: ICA 100-11. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. 2007. Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo: ICA 100-12. Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo (Sala AIS): ICA 53-2. Mensagem CONFAC: ICA 102-8. 2006. NOTAM: ICA 53-1. 2006. ________. Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas: MCA 53-3. . [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP BRASIL. 2007. PRENOTAM: ICA 53-4. ________. ________. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. [Rio de Janeiro-RJ]. Comando da Aeronáutica. [Rio de Janeiro-RJ]. 2008. ________.256 MCA 53-1/2008 REFERÊNCIAS BRASIL. Mensagens de Transporte Especial Relacionadas com Autoridades e Serviços Solicitados em um Plano de Vôo: FCA 63-50. ________. 2007. 2007. 2008. 2002. Regras e Procedimentos Especiais de Tráfego Aéreo para Helicópteros: ICA 100-4. 2008. [Rio de Janeiro-RJ]. Mensagens ATS: ICA 100-15. ________. Publicação de Informação Aeronáutica: AIP-MAP. Comandos de Interrogação ao Banco de NOTAM (SISNOTAM) através da AFTN: AIC 18/07. [Rio de Janeiro-RJ]. Nível de Proteção Contra-Incêndios em Aeródromos: ICA 92-1. ________. ________. Preenchimento dos Formulários de Plano de Vôo: MCA 100-11. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. Procedimentos Especiais para Aeronave Presidencial: ICA 100-9. ________. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. 2007. [Rio de Janeiro-RJ]. Coleta de Dados Estatísticos AIS: ICA 53-5. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. ________. Manual de Telecomunicações do Comando da Aeronáutica: MCA 102-7. 2005. [Rio de Janeiro-RJ].

Homologação.MCA 53-1/2008 257 BRASIL. [Montreal]. ________. 2003. Instruções para Concessão e Autorização de Construção. Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica. Registro. BRASIL. 2004.565. Estado-Maior da Aeronáutica. 2008. [Brasília-DF]. ________. Portaria no 1. Organização da Aviação Civil Internacional. Resistência de Pavimentos dos Aeródromos: IAC 157-1001. 2003. BRASIL. o Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos e o Plano de Zona de Proteção de Auxílios à Navegação [Rio de Janeiro-RJ]. Dispõe sobre o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos. 2001. [Rio de Janeiro-RJ]. 1990. ________. [Rio de JaneiroRJ]. . Serviços de Informação Aeronáutica: Anexo 15. [Rio de Janeiro-RJ]. Regras Gerais de Operação para Aeronaves Civis: RBHA 91. Requisitos Operacionais: Operações Domésticas. [Montreal]. Air Navigation (Flying Training): AFM 51-40. Força Aeronaval Americana. Requisitos Operacionais: Operações Complementares e por Demanda: RBHA 135. Operações Aeroagrícolas: RBHA 137. Regras do Ar e Serviço de Tráfego Aéreo: Doc 4444. 2003. ________. [Rio de Janeiro-RJ]. CANADÁ. Agência Nacional de Aviação Civil. [Rio de Janeiro-RJ]. ________. 2001. [Rio de Janeiro-RJ]. 2003. [Rio de JaneiroRJ]. de 13 Dez 1986. ESTADOS UNIDOS. Marca de Identificação. Departamento de Aviação Civil. [Montreal]. 15 jul. Manutenção e Exploração de Aeródromos Civis e Aeroportos Brasileiros: IAC 2328-0790. o Plano Básico de Zoneamento de Ruído. 2008. Cartas Aeronáuticas: Anexo 4. [Montreal]. Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica: Doc 8126. Comissão de Navegação Aérea. ________. 2006. de Bandeira e Suplementares: RBHA 121. 1987. 1999. de Nacionalidade e de Matrícula: RBHA 45. de 08 de dezembro de 1987. ________. BRASIL. [Brasília-DF]. Classificação das Cartas Aeronáuticas de Pilotagem (CAP): Ofício no 38/3SC3/C-1176. Ministério da Aeronáutica. Operação. ________. Comando da Aeronáutica. ________.141/GM5. 1986. Lei no 7.

18 AD 2.3 ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2. SAÚDE.19 AUXÍLIOS RÁDIOS ROTAER: CAPÍTULO III NDB-VOR-ILS-VDF CARTAS: ARC ERC FPC ADC LC SID IAC STAR AERÓDROMOS (Comerciais) AIP BRASIL: AD 2.IAC* (*) só a pedido da D-ATM PÚBLICOS (Comerciais) PRIVADOS MILITARES AIP-BRASIL: AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2.18 ROTAER: CAPÍTULO III TWR INSTALAÇÕES E SERVIÇOS E SUAS FREQÜÊNCIAS AFIS GNDC CLRD VDF RECALADA .18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC STAR ARC ERC* (*) Inclusive frontispício AIP BRASIL: AD 2.SID* . ALFÂNDEGA) AIP-BRASIL AD 2.3 ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III ROTAER: CAPÍTULO III AIP BRASIL: ENR 2 ENR 4 AD 2.ERC (Se RWY ≥ 1500m) AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4.1 AD 2.3 FUNC.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III AIP-BRASIL: GEN 3. AERÓDROMOS HORÁRIOS FUNCIONAMENTO AUXÍLIOS RÁDIOS À NAVEGAÇÃO E ÓRGÃOS ATS SERVIÇOS DE METEOROLOGIA COMBUSTÍVEL E TELEFONE ACC (FIR/UTA/CTA/TMA) CMA E CMM AIP-BRASIL: AD 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ARC .5 ROTAER: CAPÍTULO III COORDENADAS PONTO DE NOTIFICAÇÃO (COMPULSÓRIO / A PEDIDO) ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO FUNCIONAMENTO AD INTL (MIGRAÇÃO.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC AIP BRASIL: AD 2.258 MCA 53-1/2008 Anexo A – Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: ENR 3 ENR 4.3 CARTAS: ERC – ARC AIP-BRASIL: ENR 5 CARTAS: ARC -ERC .18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC SID VAC ADC PDC ARC AIP BRASIL: AD 2.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: SID STAR ARC ERC* (*) inclusive o frontispício APP (TMA/CTR) AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2.

5 VOLMET ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: AD 2.1 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* ADC SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2.2 – AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* LC ADC SID VAC STAR ARC ERC (*) Descida ECHO CARTAS: IAC AIP BRASIL: ENR 4.18 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC SID IAC VAC STAR ERC só frontispício AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: GEN 3.AD 2 17 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC 259 ATIS VOR FREQÜÊNCIAS ILS NDB GPS SELCAL ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES LATERAIS FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ESPAÇO AÉREO CONDICIONADO LIMITES/VERTICAIS (INFERIOR/SUPERIOR) FIR/UTA/CTA/TMA CTR / ATZ ROTAS ATS .1 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: ENR 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC (*) Descida CHARLIE AIP BRASIL: ENR 4 – AD 2.17 CARTAS: ARC ERC LC VAC AIP BRASIL: ENR 5 CARTAS: IAC* SID* ARC ERC (*) autorização da D-ATM AIP BRASIL: ENR 2 ENR 3 CARTAS: ARC* ERC* (*) trapézio AIP BRASIL: ENR 2 .19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS:: IAC* SID LC STAR ADC ARC ERC (*) Descida DELTA AIP BRASIL: AD 2.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .

5 – ENR 3 – AD 2.13 AD 2. (**) em RMK. CARTAS: SID** IAC* LC* VAC* (*) se houver.4(*) – ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.5 – AD 2.4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: ENR 2 – AD 2.1 ROTAER: .Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP BRASIL: ENR 3 NÍVEIS DE VÔO CARTAS: ARC ERC ROTAS ATS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC AIP BRASIL: GEN 3.5 – ENR 3 – AD 2.ILS).5 ENR 2.260 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .3 – AD 2.9 AD 2.4(*) – ENR 2 – ENR 3 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV (Indicadores de localidade) CARTAS: ARC ERC FPC (*) Indicador de localidade AIP BRASIL: GEN 2.CAPÍTULO III AIP-BRASIL: AD 2 ROTAER: .19 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC ARC ERC (*) descida CHARLIE AIP BRASIL: GEN 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC STAR (*) descidas ECHO AIP BRASIL: GEN 2. (***) AD PRIV E MIL: Somente ROTAER e CARTAS AIP BRASIL: ENR 3 CARTAS: ARC ERC FPC AIP BRASIL: AD 1.CAPÍTULO III ROTAER: .19 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO V (Índice remissivo) CARTAS: IAC* SID VAC LC ADC ARC ERC FPC (*) descida DELTA AIP BRASIL: GEN 2.12 AD 2.19 ROTAER: CAPÍTULO III (AD e RDONAV .CAPÍTULO III RUMOS PISTAS (orientação das cabeceiras) DISTÂNCIAS ROTAS ATS INTERNACIONAL PÚBLICO (Comercial) AERÓDROMOS PRIVADOS / MILITARES OBS: Qualquer AD com RWY ≥ 1500m e piso CARTAS: ARC ERC pavimentado (ASPH/CONC) AIP BRASIL: GEN 2.10 AD 2.17 CARTAS: ARC ERC (CTR) VAC VOR/DME NDB ILS e seus componentes (LLZ/GP/OM/MM/LLZDME) ROTAS ATS FIR /UTA TMA CTR / ATZ .1 AD 2.14 AD 2.

6 INCÊNCIO (RFFS) ROTAER: CAPÍTULO III PONTO DE REFERÊNCIA DE AERÓDROMO (ARP) AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.4 ENR 2.14 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC* LC (*) Inclusive verso informação ângulo se diferente de 3º (**) Pontos de toque ILS e VASIS 261 LUZES / AUXÍLIOS LUMINOSOS VASIS / PAPI (AVASIS / APAPI) SERVIÇO DE COMBATE A AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.4 – AD 2.1 AD 2.3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** SID** ATS (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) AIP BRASIL: GEN 3.1 2.5 ENR 3 PONTO DE NOTIFICAÇÃO CARTAS: ARC* ERC** ATS/MET (*) Fixos com cinco letras (**) Fixos com quatro letras (não balizam rotas ATS) CLASSIFICAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO ATS ALTITUDE DE TRANSIÇÃO AIP BRASIL: ENR 1.16 CARTAS: ARC* ERC* (*) Trapézio AIP BRASIL: AD 2.15 BIRUTA ROTAER: CAPÍTULO III ILUMINADA (L26) CARTAS: ADC LC FAROL DE AERÓDROMO (L21) APROXIMAÇÃO (APCH) CABECEIRA (THR) TAXIWAY (TWY) AERÓDROMOS com RWY ≥ 1500m AIP-BRASIL: ENR 4.16 CARTAS: IAC SID AIP BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.14 – AD 2.8 ENR 2.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: ENR 2.1(**) AD 2.1 ENR 2.15 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC CARTAS: ARC* ERC* (*)INCLUINDO A LETRA “L” AIP-BRASIL: ENR 2.2 AD 2.MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .1* ROTAER: Capítulo III** CARTAS: ADC PDC (*) Somente resistência e tipo de piso (**) Na observação (restrições) PÁTIO DE ESTACIONAMENTO .2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC PDC AIP BRASIL: GEN 2.4 ROTAER: CAPÍTULO III e CAPÍTULO IV CARTAS: ERC* (*) Indicador de localidade das FIR INDICADOR DE LOCALIDADE AIP BRASIL: ENR 3 ENR 4.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: AIP-BRASIL: AD 2.

10 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 1.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC (*) Cartas de Obstáculo de Aeródromo (AD 2) AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.8 AD 2.8 (LARGURA) AD 2.262 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo A .3 AD 2.Inter-relacionamento da Informação CORRELAÇÕES ATIVAÇÃO / MODIFICAÇÕES / DESATIVAÇÃO EM: RESISTÊNCIA AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.1 ENR 2.12 AD 2.12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.12 AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC LC IAC DIMENSÕES PISTA (RWY / TWY) TIPO DE PISO ELEVAÇÃO OBSTÁCULO ÁREA APCH / DEP TIPO DE OPERAÇÃO DO AERÓDROMO DISTÂNCIAS DECLARADAS ZONAS DE PARADA ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS .12 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC* ADC (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) ENR 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.2 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: IAC ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (AA) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.3 AD 2.13 ROTAER: CAPÍTULO III CARTAS: ADC ARC* ERC* (*) AD com RWY ≥ 1500m (ASPH/CONC) e os que operam IFR AIP-BRASIL: (AD INTL/PUB) AD 2.

DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 S|B|B|R NÍVEL Level 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  1|3|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 0 |0 F|1|0 |0 G449 URB DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome   S | B| B | T 0|1 3|0 S|B|R|P S| B | S | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/ETA6 DAT/SV RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ACAS RMK/RDO E NDB AD CFM RMK/INDICATIVO CHAMADA ALBATROZ01 RMK/3HRP DIRETOR GERAL DECEA ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 4 |0 →P/ 1|1 | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings CAMUFLADA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.MCA 53-1/2008 Anexo B .Modelos de plano de vôo completo 263 PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSZQZX SBBTYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 2|2 1| 2| 0| 0 S|B|B|R|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  F|A|B|2|3|7| 8 / HORA Time  L I 10 EQUIPAMENTO Equipment M <<  SDGJ /C D << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Maj Av Marcus Vinícius PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Cap Av André Luís André Luís Cap Av .in.

in.Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBAZQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|5 1| 2| 2| 5 S|B|A|T|Y|O|Y|X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|M| |  / L Y 10 EQUIPAMENTO Equipment N  SDGZ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name André Luís 077715 André Luís . DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|1|0 HORA Time /C << ≡ 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S|B|A|T NÍVEL Level 1|3|1|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 9 |0 F|0| 9 |0 G678 XINGU DCT BAG/N0190F080 DCT BAG186100/N0190F045 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome  S| W| J | W 0|2 5|0 S| B| B | W S| W | L | C << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBBS0050 OPR/SEGURANÇA TÁXI AÉREO LTDA FROM/SBGO COM/HF SSB  STS/TREN RALT/F110 DCT SBBW RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC RMK/ALTN DEP SBSN ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0| 5 5 |0 →P/ 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D M J → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C COR LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings VERMELHA COM LISTRAS BRANCAS OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.264 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B .

in.Portaria DECEA No 63/SDOP.MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B .Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 265 << ≡ FF → SBBSZFZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 | | | | | | | | | | IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 1 1 4 5 S B P JY O Y M << 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L V 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDG /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT. de 21 de outubro de 2009.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Gibson Júnior 470355 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Guilherme Firme 220388 Guilherme Firme (NR) . . DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|1| 0 |5 G449 BRS W10 GOI/N0180F065 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | W| L | C 0|3 1|0 S|B|G|O << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/LEONILDO LTDA FROM/SBPN RMK/AUXÍLIOS LUMINOSOS AD CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|5 2 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ AZUL COM LISTRAS BRANCAS/ OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.

DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | E|1|2|1 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| W | G| I NÍVEL Level 2|0|2|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 2 | 1 |0 F|0| 5 |5 DCT C/PMS200096/N0200F055F070 IFR DCT BRR292030/N0190F055 VFR DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | N| B | R 0|1 2|0 S|B|L|P << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation EET/SBRE0025 OPR/PROTEÇÃO LTDA FROM/SBAT STS/TROV RALT/F070 DCT SBLP RMK/AUXILIOS LUMINOSOS SNBR SBLP CFM RMK/ACAS ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|4 0 |0 → P / T| B | N SELVA Jungle COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / A / N / C / 1 | → 5| | C LARANJA << ≡ COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Marcus Vinícius 960826 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name MARCUS vINÍCIUS .266 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo B .Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → SBBSQZX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S| B| P| J|Y| O| Y| X << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|T|M| |  / L Z 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SD /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.in.

.command << ≡ ) << ≡ CÓDIGO DAC ASSINATURA / Signature Rafael 290394 PREENCHIDO POR / Filed by NOME / Name Rafael (NR) . de 21 de outubro de 2009.in. DA ESTEIRA DE TURBULÊNCIA Wake turbulance Cat | P|A|3|4 HORA Time 13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome  S| B | P| J NÍVEL Level 2|0|0|0 ROTA Route | << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed N | 0 | 1 | 8 |0 F|0| 7 |0 DCT << ≡ EET TOTAL Total eet 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome 2º AERÓDROMO ALTN 2nd Altn aerodrome | | |   S | B| A | X 0|0 3|0 S| B | U | R << ≡ 18 OUTROS DADOS Other ormation OPR/EFICIÊNCIA LTDA FROM/SBJF STS/TREN NAV/DOPPLER RMK/ALTN DEP SBUL RMK/RDO AD CFM RMK/ACAS RMK/JÁ VOADO VMC ) << ≡ 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES (NÃO SERÁ TRANSMITIDO NA MENSAGEM FPL) Supplementary information (Not to be transmitted in FPL messages) EQUIPAMENTO RÁDIO DE EMERGÊNCIA Emergency radio PESSOAS A BORDO Persons on board UHF VHF ELT E/ 0|3 3 |0 → P / 5| | COLETES Jackets / LUZ Light →R/ U SELVA Jungle FLUORES Fluores V UHF E VHF EQUIPAMENTO DE SOBREVIVÊNCIA / Survival equipment POLAR DESERTO MARÍTIMO Polar Desert Maritime → S / / P CAPACIDADE Capacity D ABRIGO Cover M J COR Colour → J / L F U V BOTES Dinghies NÚMERO Number D / | | | COR E MARCAS DA AERONAVE Aircraft colour and markings → C << ≡ A / BRANCA OBSERVAÇÕES Remarks N / C / PRIMEIROS SOCORROS PILOTO EM COMANDO Pilot.MCA 53-1/2009 Continuação do Anexo B .Portaria DECEA No 63/SDOP.Modelos de plano de vôo completo PLANO DE VÔO FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) 267 << ≡ FF → SBBSZQZX SBAXYSYX SBRJZXIP << ≡ HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time REMETENTE Originator 1|9 1| 1| 3| 5 S | B | P | J | Y | O | Y| M << IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM Message type 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Aircraft identification 8 REGRAS DE VÔO Flight rules << ≡ ( FPL  9 NÚMERO Number Number  P|T|A|I|S| |  / L I 10 EQUIPAMENTO Equipment G  SDGZ /C << ≡ << ≡ TIPO DE AERONAVE Type of aircraft CAT.

in.268 MCA 53-1/2008 Anexo C .command FELICIANO 556677 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name RICARDO Ricardo 998877 .Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBCFZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ 0| 2 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 3 | 1 | 5 → S | B | B | H | Y | O | Y | X <<≡ << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEA | T | M TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome P|A|3|2 S | B | B|H NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 3|2| 5 ROTA Route |  N |0 |1 |7 |0 A| 0 4 | 5 | → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|C|F 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 1|5 B| H <<≡ )<<≡ OPR/DELTA FROM/SNUN RMK/TGL SBBH RMK/ACAS 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 0 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.

MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo C .Modelos de plano de vôo simplificado PLANO DE VÔO SIMPLIFICADO ABBREVIATED FLIGHT PLAN 269 PRIORIDADE Priority DESTINATÁRIO (S) Addressee (s) << ≡ FF → HORA DE APRESENTAÇÃO Filing Time SBJPZTZX SBRJZXIP REMETENTE Originator << ≡ <<≡ 2 |5 IDENTIFICAÇÃO COMPLEMENTAR DE DESTINATÁRIO (S) E/ OU REMETENTE Specific Identification of addressee(s) and/ or originator 3 TIPO DE MENSAGEM 7 IDENTIFICAÇÃO DA AERONAVE Message type Aircraft identification 1 | 5 | 1 | 0 → S| B | R | F | Y| O | Y | X << ≡ (FPL 9 NÚMERO Number P | T|  DE AERONAVEH | E | L TIPO Type of aircraft | | <<≡ 10 EQUIPAMENTO Equipment   13 AERÓDROMO DE PARTIDA Departure Aerodrome A|S|3|2 S | B | R|F NÍVEL Level  HORA Time S << ≡ / C << ≡ 15 VELOCIDADE DE CRUZEIRO Cruising speed  1| 5|3| 0 ROTA Route | |  N |0 |1 |4 |0 V| F| R → DCT EET TOTAL Total EET HR MIN AERÓDROMO ALTN Altn aerodrome << ≡ → S| B | 16 AERÓDROMO DE DESTINO Destination aerodrome   S |B|J|P 18 OUTROS DADOS Other information 0|0 3|0 R| F <<≡ )<<≡ OPR/DECEA TÁXI AÉREO LTDA 19 AUTONOMIA Endurance HR MIN FROM/SBNT RMK/500FT AGL INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES/Supplementary Information PESSOAS A BORDO Persons on board 0 0 E / COR|E3 4 | DA AERONAVE MARCAS Aircraft colour and markings →P/ 2| | << ≡ A/ C/ BRANCA E AZUL PILOTO EM COMANDO Pilot.in.command RICARDO 213243 CÓDIGO DAC ) << ≡ ASSINATURA / Signature NOME / Name Ricardo | | | | | .

AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CHG 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) -10/SDGIR/S-13/SBGO2025-15/N0470F350 UW4 C/POMON/N0470F350F390) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel. 84 91554433 Marcus Vinícius .AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (DLA 22 – EMENDA PTAIS SBGO1930 SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 tel.AD DE PARTIDA HORA 16 .Modelos de mensagem de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151840 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 . 84 91554433 Marcus Vinícius 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 151920 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .270 MCA 53-1/2008 Anexo D .AD DE PARTIDA HORA 16 .

AD DE DESTINO (3– TIPO DE MENSAGEM T E X T O (CNL 22 – EMENDA PTAIS SBGO SBUR) QUI TA ÇÃO NOME (PILOTO OU DOV) E CÓDIGO ANAC ASSINATURA Marcus Vinícius 960826 Marcus Vinícius .Modelos de mensagens de atualização de plano de vôo 15 JUL 1997 IEPV 100-30 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO MENSAGEM DE ATUALIZAÇÃO DE PLANO DE VÔO ESTAÇÃO PLA NI LHA PRIORIDADE E N D E R E Ç O DESTINATÁRIO(S) No ARQUIVO DESPACHANTE FF SBBSZQZX SBURZTZX SBRJZXIP DATA / HORA REMETENTE 152005 SBGOYOYX 7 – IDENT DA AERONAVE 13 .MCA 53-1/2008 271 Continuação do Anexo D .AD DE PARTIDA HORA 16 .

PAF019108 (Ponto: 072529S/0382140W) Ponto situado na radial 019º à uma distância de 108NM do VOR PAF. .272 Anexo E – Coordenadas geográficas MCA 53-1/2008 ♦ ♦ ♦ PAF360142 (Ponto: NDB JZR) Ponto situado na radial 360º à uma distância de 142NM do VOR PAF. PAF045152 (Ponto: AD SNTS) Ponto situado na radial 045º à uma distância de 152NM do VOR PAF.

Coordenadas geográficas 273 .MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo E .

RWY 09 27 TORA 2000 2000 TODA 2580 2350 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 3: Obstáculo dentro da CWY.). RWY 09 27 TORA 1850 1850 TODA 2430 1850 ASDA 2150 1850 LDA 1850 1850 Exemplo 2: Obstáculo fora da CWY na aproximação da RWY 09. óleo. buraco. RWY 09 27 TORA 2000 1850 TODA 2580 1850 ASDA 2300 2000 LDA 1850 2000 Exemplo 4: Obstáculo dentro da CWY.274 MCA 53-1/2008 Anexo F – Configurações de Distâncias Declaradas Exemplo 1: Impraticabilidade (obras. etc. na aproximação da RWY 09. RWY 09 27 TORA 2000 NU TODA 2580 NU ASDA 2300 NU LDA NU 2000 . afastado da THR. na aproximação da RWY 09. próximo da THR.

MCA 53-1/2008 275 Anexo G .Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .

276 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo G .Carta de aeródromo: características físicas e operacionais .

2 Organização das equipes Distribuição do efetivo conforme escala operacional.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPA DO MODELO OPERACIONAL Confeccionar a capa de acordo documentos oficiais do COMAER.MCA 53-1/2008 277 Anexo H . pelo menos.4 Categorização Informar a categoria conforme divulgação do DECEA. CAPÍTULO 2 Abreviaturas e Siglas Serão mencionadas aquelas que constem no próprio modelo.1 Estrutura Operacional Descrição operacional do efetivo.5. CAPÍTULO 6 Estrutura Operacional e Organização das Equipes ITEM 6. CAPÍTULO 5 Posições Operacionais Escrever.5 Publicações AIS: Informar a disponibilidade de publicações ITEM 3. CAPÍTULO 3 Estrutura Organizacional e Funcional ITEM 3. ITEM 3.2 Efetivo Descrever o efetivo de especialistas AIS (civis e militares). as funções e horário a qual são desempenhadas dentro da Sala AIS.5. os tópicos finalidade e âmbito do documento. em itens. ATO DE APROVAÇÃO SUMÁRIO ANALÍTICO CAPÍTULO 1 Disposições Preliminares Nesse capítulo constarão.1 Organograma Descrever a posição da Sala AIS em função da administração e operação em relação aos demais órgãos.3 Localização Descrever exatamente a localização da Sala AIS em relação ao aeródromo. ITEM 3. ITEM 6. ITEM 3. ITEM 4.2 Composição Especificação detalhada do critério adotado na distribuição da Zona Servida.1 Nacionais ITEM 3.2 Internacionais CAPÍTULO 4 Zona Servida ITEM 4. ITEM 3.1 Divisão Descrever o critério adotado na definição da Zona Servida. .

inclusive informando “senha” e “usuário”.2 Acesso ao SISNOTAM via Micro Descrever o processo de como acessar ao servidor.10.10 Aeronaves Militares e Civis Públicas Estrangeiras Descrever procedimento conforme a ICA 63-13.1 Tratamento Descrever passo a passo o método aplicado por uma Sala AIS na recepção e tratamento das mensagens ATS.3 Confecção do Briefing Operacional Descrever as regras de confecção do briefing e os meios utilizados para disponibilizar aos órgãos de controle. informar o telefone de recebimento de plano caso a Sala tenha. ITEM 8. CAPÍTULO 8 Procedimentos Específicos ITEM 8. tais como: endereçamento.6 Controle de Registro de NOTAM Descrever os procedimentos adotados na Sala AIS em questão. Explicar o procedimento ITEM 8.278 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H .8. ITEM 8. conferência com a INFRAERO.9 Transporte de Autoridades Explicar esse procedimento como é feito.7 Formulário de Registro de Informação Descrever o local onde se encontra o formulário e o procedimento que o Especialista deve adotar após a recepção do mesmo. em consonância com o FCA 63-50. ITEM 8. ITEM 8. ITEM 8. ITEM 8. de acordo com a ICA 53-2.2 Transmissão de Mensagem ATS em caso de CCAM fora do ar. . ITEM 8.1 Mínimos IFR Abaixo dos Mínimos Regulares para Pouso e Decolagem ITEM 8. no local.8 Recepção de Mensagens ATS Nesse item. procedimentos relacionados com as mensagens AVO etc. ITEM 8.5 Atualização de Publicações Descrever os procedimentos adotados.1 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo não Regular Internacional.4 Pousos e Decolagens em TWY Informar se o aeródromo possui pista de táxi homologada como pista de pouso e decolagem. ITEM 8. Descrever procedimento conforme a ICA 63-13.8. na Sala AIS.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 7 Atribuições do Pessoal Descrever em itens as atribuições do pessoal conforme as posições operacionais em consonância com a ICA 53-3. ITEM 8.

ITEM 9.2 Confecção Descrever esse item conforme ICA 102-8 ITEM 8.13 Aquisições de Publicações Descrever conforme ROTAER Capítulo I Seção I.11 Vôos Internacionais Caso a Sala AIS seja internacional. ITEM 8.12.15 Outros Procedimentos Descrever procedimentos locais os quais não foram citados em itens anteriores. ITEM 8.1 Equipamentos Citar equipamentos existentes na Sala AIS.1 Conceitos ITEM 8.3 Conferência pela INFRAERO Descrever como é feito dentro da Sala AIS observando os parâmetros da ICA 102-8.2 Aeronaves Civis Privadas Engajadas em Serviço Aéreo Internacional: Descrever procedimento conforme a ICA 63-13. ITEM 8.MCA 53-1/2008 279 Continuação do Anexo H .12. ITEM 9. observar a legislação dos países envolvidos nas publicações quanto ao procedimento de entrada dos mesmos e descrevê-los em subitens conforme os países envolvidos. ITEM 8. ITEM 9. CAPÍTULO 9 Recursos Técnicos Disponíveis no Aeródromo ITEM 9.12.4 Freqüências operacionais Citar freqüências operacionais. ITEM 8. ITEM 8.3 Auxílios Luminosos Citar auxílios luminosos. ITEM 9.10.12 Mensagem CONFAC ITEM 8.4 Envio à ECM Descrever o processo de como se realiza na referida Sala.2 Auxílios Rádios Citar auxílios rádio.5 Murais Operacionais Citar murais que contenham informações PERM e avisos diversos.14 Procedimentos para Aeronave Presidencial Descrever procedimentos locais de cada Sala confrontando com a ICA 100-9.12. .Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) ITEM 8.

3 SISNOTAM fora do ar Descrever alternativas para obtenção da informação. REFERÊNCIAS . CAPÍTULO 12 Atualização Profissional dos Especialistas AIS Descrever os procedimentos locais que são feitos na Sala.2 TF-3 fora do ar Descrever a alternativa do SVC que é feito através desse equipamento. ITEM 13. CAPÍTULO 13 Normas Gerenciais ITEM 13. Descrever a formatação local do preenchimento do LRO. ITEM 11.1 LAY-OUT Descrever através de desenhos a disposição dos móveis.1 Passagem de Serviço. ITEM 11.1 Conceito Descrever o conceito de acordo com a DMA 63-1 e ICA 102-2. Descrever os procedimentos locais relativos à passagem de SVC.2 Preenchimento do Livro Registro de Ocorrência.280 MCA 53-1/2008 Continuação do Anexo H . ANEXOS: Citar os anexos necessários. e acrescentado o que preconiza a ICA 53-3. também citar o tipo de ocorrências que o órgão julgar necessário lançar no LRO. CAPÍTULO 11 Degradação do Sistema ITEM 11.Modelo Operacional (Estrutura e Assuntos) CAPÍTULO 10 Apresentação Esquemática do Órgão ITEM 10. ÍNDICE: Descrever o índice remissivo. equipamentos e murais existentes na Sala AIS.

Subdepartamento de Operações. NOR 2 – Seção de Comunicações.Subdepartamento de Administração. D-CCO . .Divisão de Gerenciamento da Navegação Aérea. D-GNA . Navegação e Vigilância (CNS). SDAD .Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM).Divisão de Coordenação e Controle.Divisão de Busca e Salvamento. NOR 1 . NOR 3 – Seção de Meteorologia (MET). PLN 1 .Divisão de Operações Militares. SDTE . CCO 2 – Seção de Comunicações.Seção de Planejamento Tático. PLN – Subdivisão de Planejamento da D-GNA.Subdepartamento de Tecnologia da Informação. CCO 1 – Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM). e PLN 2 . D-OPM . CCO 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS). D-SAR .Seção de Planejamento Estratégico. SDTI .Subdepartamento Técnico. NOR 4 – Seção de Gerenciamento de Informação Aeronáutica (AIS).MCA 53-1/2008 281 Anexo I – Organograma Simplificado do Órgão Gerencial Legenda: SDOP . Navegação e Vigilância (CNS). CCO 3 – Seção de Meteorologia (MET). NOR – Subdivisão de Normas da D-GNA.

69 Documentação de vôo.282 MCA 53-1/2008 ÍNDICE ACN-PCN. 154 Código TAF. 42 AIRAC NIL. 52 Classificação dos espaços aéreos ATS. 230 Condições para realização de vôo IFR. 81 Cartas aeronáuticas. 175 Boletim de informação prévia ao vôo. 192 Declinação magnética. 27 Arquivo de mensagens. 148 Autorização para vôos VFR ESP. 52 AIM. 79 AISWEB. 175 Auxílios visuais e à navegação. 205 Doc. 54 Boletins automatizados. 198 Aeródromos. 224 Documentação integrada de informação aeronáutica (IAIP). 57 Calendário de datas AIRAC. 42 . 232 Circulares de informação aeronáutica. 111 Auxílios à navegação. 110 Código Aeroportuário IATA. 239 AIP. 240 Deslocamento da cabeceira. 237 Autonomia. 8126. 55 Distâncias declaradas. 67 Anexos. 212 Disposição da informação. 72 Código ANAC. 33 Anexo 15. 213 CCAM. 73 Categoria requerida de aeródromos. 192 Definições. 82 Cartas avulsas. 84 Catálogo. 62 Aplicativos automatizados AIS. 227 Códigos METAR e SPECI. 107 Condições para realização de vôo VFR. 105 Convencionais. 75 Conversão de unidade de medida. 195 AIC. 181 Auxílios visuais.

42 Indicadores de destinatários e de remetentes. 219 Instrução verbal. 14 Órgão gerencial. 62 Emendas. 114 Fases do vôo. 14 . 238 Gestão da qualidade. 106 Níveis mínimos IFR fora de aerovia. 22 Inter-relacionamentos de informação. 219 Modelo operacional. 71 Informação aeronáutica. 155 Mensagem de cancelamento de plano de vôo (CNL). 88 Meios e canais de comunicação. 111 Não-convencionais. 156 Mensagem de transporte especial (MTE). 229 Mensagem de atraso (DLA). 240 Heliponto. 228 Mensagens aeronáuticas. 23 Informação/dados aeronáuticos. 22 Mensagem administrativa ao SICONFAC. 12 Manual AIP-BRASIL. 22 Informações meteorológicas. 113 Meteorologia aplicada ao AIS. 166 Glossário. 245 Gestão de qualidade AIS. 163 Mensagem SIGMET. 235 Mensagens veiculadas nas Salas AIS. 115 Indicadores e designadores. 61 Mudanças de regra de vôo. 245 Informação AIRAC.MCA 53-1/2008 283 Documentação relacionada ao AIS. 57 Intercâmbio. 214 IAIP. 189 Níveis de cruzeiro. 12 Organograma funcional. 82 Gerenciamento de navegação aérea. 111 NOTAM. 77 Informação original. 22 Informação aeronáutica. 41 Navegação aérea. 74 Endereçamento de PLN e mensagens ATS (FPL/DLA/CHG/CNL). 50 Objetivo do AIS. 26 Legislação vigente. 164 Mensagem AIRMET. 160 Mensagem de modificação (CHG). 75 Nascer e pôr-do-sol.

19 Outras cartas. 83 Tipos de pavimento. 238 Suplementos AIP. 16 Órgãos técnico-opercaionais. 106 Regras de vôo visual. 37 SISNOTAM. 190 Sistema de referência para navegação por satélite. 103 Regras e procedimentos de tráfego aéreo. 27 Sistema de coordenadas geográficas. 194 RACAM. 48 Tabela de níveis de cruzeiro. 234 Regras aplicáveis aos vôo por instrumento (IFR). 51 Procedimento de radiogoniometria. 54 Plano de navegação aérea. 103 SAIS. 93 PIB. 24 Tipos de cartas. 73 Plano de vôo completo (PVC). 12 Órgãos operacionais. 203 . 109 Tipo de informação.284 MCA 53-1/2008 Orgãos AIS. 161 PRENOTAM. 120 Plano de vôo simplificado (PVS).

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