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ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III - 058

AVALIAÇÃO DOS RECALQUES EM SISTEMAS PILOTO DE
ATERRAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

Luciana Paulo Gomes (1)
Profa Dra da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS -Centro
de Ciências Tecnológicas.
Daniela Cristina da Conceição
Bolsista de Iniciação Científica (bolsa UNISINOS).
FOTO
Agnes Fleck
Bolsista de Iniciação Científica (bolsa FAPERGS).

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RESUMO

Esta pesquisa está embasada em uma necessidade real (aplicada) de conhecimento sobre de
que forma ocorre a biodegradação de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários.

Para projetar-se um aterro sanitário obtendo-se bons resultados deve-se conhecer a
composição física dos resíduos a serem dispostos, bem como as características do local e da
região. Outro fator importante para este tipo de alternativa seria a compreensão de como
ocorrem as biodegradações dos materiais sólidos no aterro. É, ainda importante uma correta
previsão de como ocorrerão os recalques e as modificações geométricas nas células de lixo
construídas.

Os recalques em aterros sanitários de resíduos sólidos urbanos variam de 25 % a 50 % em
relação a altura inicial dos resíduos (WALL & ZEISS in DECKA,1995). Normalmente, nos
projetos, este parâmetro é tratado de forma análoga à uma movimentação de terra normal, ou
seja os resíduos gerados são considerados como um tipo de “solo”, o que certamente não
corresponde a realidade. Os resíduos dentro de um aterro sanitário são compostos em sua
grande maioria de material facilmente degradável biologicamente, resultando em contínua
“movimentação” do local, já que com a degradação, transformações de matéria ocorrem e
volumes se transformam rapidamente, resultando em espaços vazios que em um próximo
momento serão ocupados por outros materiais consequentemente variando a geometria das
células de lixo.

Os processos que provocam estes recalques que ocorrem em aterros sanitários podem ser
subdivididos em três tipos, segundo DECKA (1995) : 1) a compactação dos resíduos, durante
a operação / construção das células; 2) os processos físicos, e 3) os processos biológicos, que
ocorrem durante todas as fases de degradação dos resíduos.

19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1834

Recalques. 1996). A geração de resíduos sólidos urbanos retrata um dos mais graves problemas contemporâneos da sociedade moderna. Também existe uma maior preocupação com os impactos ambientais que tais procedimentos poderão causar. não resultando em problema de relevante importância para os técnicos responsáveis. Foram construídos três reatores piloto onde variar-se-á algumas condições externas. fora o industrial e o de serviços de saúde) programas de atuação imediata devem ser implantados. a alternativa amplamente adotada para disposição e tratamento dos resíduos sólidos 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1835 . sempre estar-se-á produzindo lixo. assim mais e mais vem-se estudando formas de dispor o lixo gerado pelas comunidades. Sob outro enfoque pode-se pensar que o ideal seria imaginar-se uma tendência à diminuição da geração de resíduos.000 toneladas diárias de resíduos sólidos urbanos produzidos são dispostas a céu aberto (lixões) e apenas 24% restantes recebem um tratamento mais adequado. Os resultados obtidos com as pesquisas servirão de embasamento teórico para projetos de concepção e construção de aterro sanitário para tratamento e disposição final de resíduos sólidos urbanos. contudo sabe-se que na prática. 10% para aterros sanitários. com freqüência de amostragem de três vezes por semana.058 Neste trabalho propõe-se o estudo do terceiro tipo de processo acima citado. Destas. Para atender as demandas atuais (a produção diária per capita média no Brasil é de quase 1000 gramas de lixo doméstico. a saber: reator 1: resíduos sólidos compactados com recirculação de chorume. A metodologia empregada consiste na determinação de sólidos totais voláteis (da parte sólida e do chorume) e altura dos resíduos dentro dos reatores piloto (reatores 1 e 2). Atualmente. como em grande maioria dos países distribuídos pelo Planeta. É uma prática inerente às atividades humanas. contudo será neste reator que as amostras de sólidos e chorume serão coletadas. locais para dispor resíduos são cada vez mais difíceis de se encontrar. Observa -se desta forma que. assim cabe apenas tentar-se diminuir os volumes e tratar de resolver o problema do restante gerado. Aterro Sanitário. 13% vão para aterros controlados. reator 2: resíduos sólidos compactados sem recirculação de chorume. com as taxas de crescimento populacional na ordem de 4 % ao ano e com as cidades expandindo seus limites a cada dia. cerca de 76% das 242. qual seria a médio e curto prazo? A médio prazo. Chorume. Esta seria uma solução à longo prazo. PALAVRAS -CHAVE: Resíduos Sólidos Urbanos. JUSTIFICATIVA Antigamente.9% para usinas de compostagem e 0. no Brasil.1% para usinas de incineração (TIVERON et al in VILAR et al.ABES .Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III . nas mesmas condições do segundo reator. 0. a Educação Ambiental. por mais que os hábitos de vida alterem- se. ligada a projetos de coleta seletiva e reciclagem de resíduos seriam boas alternativas. áreas para disposição de rejeitos eram facilmente localizadas. e reator 3: resíduo s sólidos compactados. No Brasil.

ABES . dentre os processos aceitos como adequados do ponto de vista de Saneamento Básico.Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III . 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1836 .058 urbanos gerados diariamente pela população ainda é o Aterro Sanitário.

aeração. 1995). 1996). Em se tratando de resíduos orgânicos. VILAR et al. metano e sais inorgânicos (GEHLING. etc. Outro fator importante para este tipo de alternativa seria a compreensão de como ocorrem as biodegradações dos materiais sólidos no aterro. oxigenação química. 1996 afirmam que. injeção de nutrientes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS O objetivo deste trabalho é determinar os recalques existentes em reator-piloto de resíduos sólidos urbanos FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Os recalques em Aterros Sanitários de resíduos sólidos urbanos variam de 25 % a 50 % em relação a altura inicial dos resíduos (WALL & ZEISS in DECKA. Na verdade este processo vem sendo bastante utilizado para outras finalidades. solventes. já que com a degradação. o que certamente não corresponde a realidade. tais como dióxido de carbono. no Brasil.058 Um dos processos empregados largamente nos últimos anos no país trata da Biorremediação de áreas. porém com um manejo que propicia uma velocidade de interesse prático através da inoculação de microrganismos selecionados.. ou seja os resíduos gerados são considerados como um tipo de “solo”.ABES .Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III . Os resíduos dentro de um aterro sanitário são compostos em sua grande maioria de material facilmente degradável biologicamente. já aplicando a definição dada por MARGARIDO et al. creosoto. 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1837 . transformações de matéria ocorrem e volumes se transformam rapidamente. sendo importante uma correta previsão de como ocorrerão os recalques e as modificações geométricas nas células de lixo construídas. por exemplo em áreas que sofreram derramamento de compostos químicos (petróleo. o qual prevê a reutilização da área de descarte dos resíduos sob técnicas que controlam as transformações de matéria e energia. Do ponto de vista dos projetos de Aterros Sanitários. Normalmente.1995). nos projetos. bem como as características do local e da região. 1996 onde a biorremediação reproduz o que a natureza realiza. Acredita-se que pode-se projetar um Aterro Sanitário com bons resultados conhecendo-se a composição dos resíduos. pesticidas e outros) ( COOKSON Jr. sem que haja uma confirmação ou adequação às condições nacionais. os trabalhos tem se caracterizado pela simples adoção de critérios e parâmetros de projeto baseados na experiência de países de primeiro mundo. este parâmetro é tratado de forma análoga à uma movimentação de terra normal. alguns projetos de tratamento de resíduos sólidos urbanos vem empregando esta técnica. resultando em espaços vazios que em um próximo momento serão ocupados por outros materiais consequentemente variando a geometria das células de lixo. De uns tempos para cá. o objetivo final da biodegradação é a conversão dos mesmos à biomassa e a subprodutos não nocivos do metabolismo microbiano. resultando em contínua “movimentação” do local.

A metodologia empregada consiste na determinação de sólidos totais voláteis (da parte sólida e do chorume). segundo APHA. com freqüência de amostragem de três vezes por semana. Os resíduos sólidos urbanos compactados nos reatores foram classificados conforme uma caracterização física média de lixo doméstico brasileiro. A densidade média do lixo fresco varia entre 100 e 300 kg/m3. 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1838 . que ocorrem durante todas as fases de degradação dos resíduos. A altura dos reatores igual a três metros foi escolhida em função desta ser uma medida corriqueira para células reias de aterramento de resíduos em Aterros Sanitários. e reator 3: resíduos sólidos compactados. a saber: reator 1 : resíduos sólidos compactados com recirculação de chorume. O trabalho de DECKA (1995) contém boa revisão bibliográfica sobre modelos matemáticos que expliquem as diferentes causas dos recalques. DECKA (1995) apresenta dados interessantes sob este aspecto. durante a operação / construção das células. tendo sido utilizado os dejetos produzidos na própria Universidade. e 3) Os processos biológicos. possui apenas um metro de altura. Este projeto pretende obter. reator 2: resíduos sólidos compactados sem recirculação de chorume.ABES . 2) Os processos físicos. em quatro pontos distintos. nas mesmas condições do segundo reator. contudo será neste reator que as amostras de sólidos e chorume serão coletadas. para condições brasileiras. Outro parâmetro fortemente influenciado por estes processos é a densidade dos resíduos. a densidade obtida resulta em 700 a 900 kg/m3.058 Os processos que provocam estes recalques que ocorrem em Aterros Sanitários podem ser subdivididos em três tipos. enquanto que o reator 3. chega-se a valores de 1000 a 1300 kg/m3.Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III . de mesmo diâmetro. e em resultado dos processos físicos e biológicos que ocorrem no interior do aterro. segundo DECKA (1995) : 1) A compactação dos resíduos. dados que permitam verificar qual função matemática que melhor se adequa ao tipo de resíduos e condições externas e de operação. Todos os reatores foram construídos com tubos de concreto pré- moldado sendo que os reatores 1 e 2 possuem 1 metro de diâmetro e três metros de altura. 1992 e altura dos resíduos dentro dos reatores piloto (reatores 1 e 2). METODOLOGIA Foram construídos três reatores piloto onde variar-se-á algumas condições externas. Com a compactação deste material nas células do aterro. A Tabela 1 indica a caracterização física obtida e empregada neste trabalho.

4 23.2 1. Cabe ressaltar que nunca retirou-se 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1839 .0 1.5 100.8 10.5 kg/m3 RESULTADOS As Figuras a seguir indicam os resultados parciais até o momento obtidos com este trabalho.8 60.6 60.9 kg Peso Específico médio : 412.4978 m3 Massa de lixo Total dos Reatores : 2267.7 16.3 1367.0 39.3 PAPEL 223.3 584.0 2267.058 Figura 1: Fotografia da construção dos reatores-piloto.4 1.0 969.1 224.0 23.6 38.1 23.0 METAL 27.ABES .7854 m3 x 7 tubos = 5.9 272. Tabela 1 : Caracterização física dos resíduos sólidos urbanos compactados.Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III .4 11.5 100.0 524.3 200.7 2.1 76.6 12.0 331.4 1.1 2.6 2. REATOR 1 REATOR 2 REATOR 3 Composição Física c/ recirculação s/ recirculação s/ recirculação Média Final (kg) (%) (kg) (%) (kg) (%) (kg) (%) MATÉRIA ORGÂNICA 582.5 23.1 PLÁSTICO 116.7 OUTROS Totais : 966.9 100.8 3.0 Observações : Volume Útil Total dos Reatores : 0.0 60.8 60.9 100.7 5.0 116.9 27.3 66.9 VIDRO 16.2 12.2 12. Determinações de pH (Figura 2) foram realizadas em amostras de chorume retiradas dos reatores 1 (com recirculação) e 3 (sem recirculação).

058 amostras líquidas ou sólidas do reator 2 de forma a evitar-se o aumento de recalque devido a retirada de amostras.ABES . 6 5 Reator 3 (sem recirculação) pH Reator 1 (com recirculação) 5 4 0 48 96 144 192 240 Tempo (dias) Figura 2 : Determinações de pH Figura 3 : Vista superior dos reatores-piloto. com indicação dos pontos de medição dos recalques. Sempre foram marcados os recalques observados em quatro pontos da superfície de cada reator. 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1840 . As medidas de recalque nos reatores 1 e 2 foram realizadas com auxílio de uma régua graduada. até o momento efetuadas. 5 e 6 indicam estas determinações. conforme esquema na Figura 3. As Figuras 4.Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III .

0007x + 0. Os resultados obtidos até o momento. para o primeiro tipo de amostras.0004x + 0. 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1841 . no Reator 3.com recirculação de chorume 35 30 25 Recalques (cm) 20 15 PONTO 1 PONTO 2 10 2 y = -0.sem recirculação de chorume 12 10 8 Recalques (%) 6 4 Reator 1 2 Reator 2 0 -2 0 48 96 144 192 240 -4 Tempo (h) Figura 6 : Recalques observados nos dois reatores com (Reator 1) e sem (Reator 2) recirculação de chorume Também foram realizadas. análises de Sólidos Totais Voláteis (STV) em amostras dos sólidos e do chorume.9789 PONTO 4 0 -5 0 48 96 144 192 240 -10 Tempo (h) Figura 5 : Recalques observados no Reator 2 .9556 PONTO 4 5 0 -5 0 48 96 144 192 240 -10 Tempo (h) Figura 4 : Recalques observados no Reator 1.Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III .2126x PONTO 3 2 5 R = 0. em um mesmo gráfico o comportamento das determinações de Recalque nos Reatores 1 e 2 e STV no Reator 3.2855x 10 2 PONTO 3 R = 0. são apresentados na Figura 7. A Figura 8 indica.ABES .058 35 30 25 Recalques (cm) 20 PONTO 1 15 PONTO 2 2 y = -0.

sendo de 4. respectivamente. parciais.Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III .ABES .U. sem ainda realizar qualquer comparação com outros trabalhos.058 100 95 STV (mgL) 90 85 80 y = -9E-06x 3 + 0. Estes valores.26 % e 10. Os resultados até o momento (tempo de aterramento igual a 200 dias) indicam recalques totais da ordem de 11.002x 2 . o que é normalmente encontrado em chorumes de processos anaeróbios de degradação de R.S. deteremo-nos a discutir apenas estes dados. Em termos de pH os resíduos aterrados estão produzindo um chorume na faixa de 5 a 6.6538 70 0 48 96 144 192 240 Tempo (h) Figura 7 : Sólidos Totais Voláteis medidos em amostras sólidas e no chorume do Reator 3 12 100 10 95 Recalques (%) 8 STV (mg/L) 90 6 85 4 80 2 0 75 Recalques R1 0 48 96 144 192 240 Recalques R2 -2 70 STV R3 Tempo (h) Figura 8 : Recalques e Sólidos Totais Voláteis observados DISCUSSÃO Como os resultados são. 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1842 .31 75 R2 = 0. representados em termos de altura de resíduo em cada Reator resultam em 31 cm e 27 cm. respectivamente. até o momento.61 % para os reatores 1 e 2. Os dados observados para os diferentes pontos de medição dos recalques na superfície dos reatores indicam variações irrelevantes.4 % o desvio padrão calculado para os Reatores 1 e 2.0.1118x + 94.0 % e 3.

indicados na Figura 7. 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1843 . ficando desta forma bastante próximos dos valores obtidos para a redução dos recalques. contudo como a composição dos resíduos foi a mesma nos três reatores (Tabela 1). sendo assim pequena a aceleração dos recalques devida a recirculação do chorume no Reator 1. 23 % (teórico).Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III .058 respectivamente.ABES . mostram um decaimento total da ordem de 15. Os resultados de sólidos totais voláteis. Estes valores (recalques e STV) da mesma ordem de grandeza confirmam o conhecimento teórico de que o decaimento do material biodegradável ao longo do período de digestão anaeróbia é diretamente proporcional aos recalques ocorridos. 84 % (prático) e 15. a única variação é na recirculação do chorume no Reator 1. Cabe considerar aqui que os recalques foram medidos nos Reatores 1 e 2 e os sólidos voláteis totais no Reator 3.

RS.T.058 CONCLUSÕES Esta pesquisa possui apoio do FAPERGS. 73-77. 3. Inc. 19o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 1844 . Este projeto será complementado com etapas de ensaios de laboratório onde estudos da biodegradabilidade dos resíduos sob a ótica da microbiologia e bioquímica do processo serão realizados. 525 p. Edit. Porto Alegre.Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental III . Simp. J. (1995) Dynamique du tassement dans une décharge de déchets solides urbains. pp. Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne. GEHLING. Segundo DECKA. I. COOKSON Jr. Washington.ABES . Segundo. 203-208. Dissertação de Mestrado. 6. pp. VILAR et al (1996) Investigações geotécnicas em aterros sanitários. DECKA. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. (1996) Métodos de biorremediação de solos contaminados. Porto Alegre.Design and Application. 5. APHA. 1995 a aplicação prática destes resultados consiste em apresentar aos projetistas de Aterros Sanitários elementos suplementares para permitir um maior conhecimento das diferentes estruturas que atravessam os resíduos (elementos de captação de gases e chorume) e aquelas que o limitam (elementos de impermeabilização). indispensável para a definição da utilização futura da área. Simp. sendo a partir daí publicados os resultados finais deste trabalho. de Qualidade Ambiental. 18a edição. os dados obtidos serão tratados estatísticamente e será elaborado o modelo matemático representativo da degradação de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários. Lausanne / França. 2. Internac. a aplicação destes resultados permite uma utilização otimizada do volume de resíduo e consequentemente com uma prolongação da duração da vida útil do Aterro. Internac. de Qualidade Ambiental. MARGARIDO et al (1996) O espaço da biorremediação. 4. Porto Alegre. Simp. permite uma previsão dos recalques.RS. 37-41. Pretende-se com os resultados alcançados poder avaliar efetivamente os recalques que ocorrem com a degradação dos resíduos no solo e com isto permitir a compreensão de como ocorrem as modificações geométricas em Aterros Sanitários. via bolsa de iniciação científica. E ainda. (1995) Bioremediation engineering . de Qualidade Ambiental. Complementando a pesquisa. (1992) Standard methods for the examination of water and wastewater.. G.R.RS. Internac. Mc Graw Hill. pp.. até março de 1998.