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Erros que um Ministro (de Louvor) não pode cometer

É importante entendermos algumas características da forma


como as pessoas agem distintamente:

• Tolo – comete erros, mas continua caindo nos mesmos erros.


Insanidade é esperarmos resultados diferentes tendo as
mesmas práticas;
• Inteligente – comete erros, mas aprende com os próprios erros;
• Sábio – aprende com os erros dos outros.

Se pudermos aprender com os erros dos outros é melhor,


porém sabemos que nem sempre isso é possível. Errar é humano.
Não podemos insistir no erro por não estarmos abertos para aprender
com humildade, a fim de não cometer mais as mesmas falhas. Os
erros que serão mencionados aqui servem para o nosso crescimento
e amadurecimento no ministério.

Vejamos alguns erros que não devemos cometer:

1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a


ministração.

Devemos nos apresentar como obreiros aprovados. “Procure


apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se
envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade” (2
Timóteo 2.15):

Aspecto espiritual

• É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de


todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar
de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca
ouça um homem que não ouve a Deus”. Um ministro que não
ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser
um profissional do púlpito. Se desejamos ter um ministério
mais ungido precisamos entender que o endereço da unção
está no altar.

Aspecto musical

• É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento;


• Ter uma lista definida dos cânticos; quando forem novos,
providenciar cifras;
• Durante os ensaios a concentração deve ser total, evitando
distrações, brincadeiras e conversas paralelas;
• Esteja atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento,
métricas, etc;
• Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor
a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

2- Nunca preparar a ministração.

• Devemos ter habilidade para improvisar, porém isso não deve


ser a regra. Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba
ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos,
há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há
expressão, há insegurança, etc. Os que ministram de improviso
demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de
Deus. “Maldito o que faz com negligência o trabalho do
SENHOR…” (Jeremias 48.10). O Espírito Santo não tem
compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes. Façamos
o melhor para o Senhor!

A alegria de louvar a Deus


Por Pr. Dido de Jesus

Quando estamos louvando a Deus uma alegria imensa nos envolve, a


graça de Deus e a sua unção fluem em nosso meio nos dando ainda
mais amor pelo Senhor e pelos irmãos, Deus é tão bondoso que
enquanto o louvamos Ele cura pessoas, restaura, transforma, aviva,
louvar a Deus é tremendo, eu não consigo me imaginar não louvando
o Senhor.

Fomos criados para a glória de Deus, fomos criados a sua imagem e


semelhança, note que quando Deus disse: Façamos o homem a nossa
imagem, conforme a nossa semelhança;(Gn. 1:26), neste momento
quando Deus estava decidindo criar o homem nós podemos notar o
amor de Deus por nós, o amor de Deus é tão grandioso que Ele fez o
homem a sua imagem, você já tinha pensado nisso?, vamos mais
adiante, Deus criou o homem e viu que não era bom que ele
estivesse só e então criou a mulher, a mulher foi enganada pela
serpente (Satanás) e se deixou levar pela idéia de ser igual a Deus,
chega então o homem e sua mulher o fala que comeu do fruto da
“arvore do conhecimento do bem e do mal”, o cabeçudo do homem
vai e também come, este é o momento em que o pecado entra no
mundo através da desobediência do homem, Deus então diz p/ a
serpente: E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua
semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o
calcanhar.(Gn. 3:15), mesmo após a queda do homem que
desobedeceu ao Senhor, ainda assim Deus já mostra o que fará p/
salvar o homem.

Jesus veio ao mundo, nascido de mulher, Jesus era 100% homem e


100% Deus, Jesus como homem estava sujeito ao pecado assim
como nós, como homem Ele dormia no barco - E eis que no mar se
levantou uma tempestade, tão grande que o barco era coberto pelas
ondas; ele, porém, estava dormindo.(Mt. 8:24) – mas como Deus Ele
repreendeu a tempestade - E ele disse-lhes: Por que temeis, homens
de pouca fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e
seguiu-se uma grande bonança.(Mt. 8:26), esse é o Senhor que nós
servimos, “por Ele ,por meio d´Ele e para Ele foram feitas todas as
coisas”. Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e
na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam
principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele.(Cl.
1:16)

Eu vim a esta terra pra louvar ao Senhor


O Deus de Abraão, Isaque e Jacó
Também é o meu Pai, também é o meu Senhor
Que enviou Jesus, o meu Salvador
E é com alegria, e é com glória a Deus,
E é batendo palmas, louvando ao meu Senhor
Que eu vou dizer ao mundo que eu sou de Jesus
Que eu sou de Jesus!

Você é um adorador?
Adore ao Senhor com todo o seu coração, fôlego, vida, com tudo que
você é, Deus habita no meio dos louvores, busque intimidade com o
Senhor, ore constantemente, faça jejum pelo menos uma vez por
semana. Onde Jesus está acontecem milagres e prodígios, botijas são
cheias, pessoas são batizadas com o Espírito Santo, recebem dons,
um fala em línguas, outro interpreta, outro profetiza, outro tem
visões, onde Jesus está pessoas são curadas, vidas são
transformadas, casamentos restaurados, famílias são estruturadas,
onde Jesus está nada fica como é, ao contrário disso tudo é
transformado, santificado, purificado.

A alegria do Senhor é a nossa força, “cante, louve, dance, Deus está


em nosso meio”, é hora de festejar, celebrar, é hora de prostrados
adorar ao Senhor. Muitas vezes nos sentimos cansados, mas não
devemos parar e nem olhar para o que já passou, devemos
prosseguir para o alvo:

Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma
coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e
avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo,
pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.(Fl.
3:13,14)

Jesus também sentia cansaço físico, mas Ele não parou, Ele não
desistiu, Ele continuou firme para cumprir com o propósito para o
qual Ele veio ao mundo em forma da carne do pecado, Jesus não
tinha pecados, mas na cruz Ele tomou sobre si as nossas
transgressões, ou seja, Ele tomou sobre si os nossos pecados e foi
nesse momento que Deus se retirou e deixou Jesus....

E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli,
lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me
desamparaste?(Mt. 27:46)

Por que Deus o deixou?

Porque Deus não fica onde tem pecado e naquele momento todos os
nossos pecados estavam sobre Jesus. Infelizmente o homem continua
ingrato e desobediente a Deus, mas você meu irmão (irmã) conhece
a verdade.

Deus com seu imenso amor enviou Jesus para salvar-nos e aniquilar
o pecado, tão grande amor, dor, sofrimento. Deus não merece o seu
louvor, a sua adoração? Você está cansado, desanimado, parou? Não
entendo, você deveria estar alegre.
O louvor na igreja

Fomos criados para o louvor e glória do Pai celeste. A Bíblia nos


ensina isto com clareza. Escrevendo aos efésios, Paulo declara que
Deus nos destinou de antemão para sermos filhos de adoção “para
louvor e glória de sua graça” (Ef.1:5,6). O apóstolo Pedro diz em sua
primeira carta que somos povo adquirido, “para anunciar as
grandezas daquele que nos chamou das trevas para a sua
maravilhosa luz” (I Pe. 2:9). Em outras palavras, a Bíblia diz que
existimos para louvar a Deus. Tudo o que fazemos deve glorificar ao
Senhor (I Co. 10:31). O livro de Salmos contém numerosas menções
de uma vida de contínuo louvor, que deve ser praticada por cada
cristão.

Jesus Cristo disse que Deus Pai procura adoradores que o adoram em
espírito e em verdade (Jo.4:23,24). Há algo grandioso no louvor e
adoração; é que além de provarmos da intimidade com Deus,
estamos cumprindo o propósito da nossa existência.

Níveis de Expressão

Do ponto de vista da vida da igreja, o louvor e a adoração tem três


níveis de expressão: pessoal, na célula e no culto. É importante
destacar estes diferentes níveis porque tem diferentes princípios. Em
casa, a sós com Deus, alguém pode até rolar pelo chão por estar
sozinho; já num culto público não deverá fazê-lo, pois a Bíblia nos
manda proceder com sabedoria para com os que são de fora e não os
escandalizar (Cl. 4:5). No culto, com toda igreja reunida temos os
músicos (cantores e instrumentistas) que proporcionam uma beleza e
qualidade técnica melhor do que numa célula onde talvez não haja
músico algum. Nas casas, seja no louvor pessoal ou da célula, não
primamos pela técnica, mas sim pela sinceridade e liberdade; já no
culto público a técnica se torna um requisito para que alguém
componha a equipe de instrumentalistas e vocalistas, além, é lógico,
da unção do Espírito.

As Práticas

Seguimos o ensino bíblico nas nossas práticas, louvando ao Senhor


com diversas expressões (físicas e espirituais):

Cânticos – Sl.96:2 – Ef.5:19 – I Co.14:15 – Tg.5:13

Mãos Levantadas – Sl.63:4 – Sl.88:9 – Sl.141:2 – Sl.143:6


Palmas – Sl.47:1,5

Danças – II Sm.6:14 – Sl.150:4

Vivas de Júbilo – Sl.89:15 – Sl.66:1 – Sl.98:4 (aclamar = aplaudir ou


aprovar por meio de brados)

Instrumentos musicais diversos – Sl.150:1-6

Prostrar-se – II Cr.5:12;7:6

Os Cânticos

Só adotamos o uso de cânticos que realmente estejam em harmonia


com a Palavra de Deus e que possam ser facilmente aprendidos e
cantados pela congregação.

Fora estes, damos lugar também aos cânticos espontâneos e pelo


Espírito Santo no momento da adoração, que entendemos ser o que a
Bíblia denomina de “cânticos espirituais”.

Cânticos Espirituais

Ao usar o termo cântico espiritual, a Bíblia não quer dizer que outros
cânticos como salmos e hinos não sejam espirituais, mas que há uma
manifestação espiritual mais intensa neste tipo de cântico. Um hino
pode ser cantado para Deus com a mente, por ser lido, e isto
também faz parte do louvor a Deus; Paulo disse: “...cantarei com o
espírito, mas também cantarei com a mente” (I Co.14:15). Porém,
cantar com o espírito significa deixar nosso espírito sob a inspiração
do Espírito Santo fluir em cântico espontâneos e não premeditados.

Os cânticos espirituais podem se manifestar de duas formas:

Cântico ao Senhor – nós o louvamos, é dirigido a Deus.

Cântico do Senhor – profético, Deus falando com a Igreja. Assim


como o falar em línguas, pode ser falado e/ou cantado, também a
profecia pode ser falada ou cantada. I Crônicas 25:1 fala dos levitas
“profetizando” com a música. Muitos salmos (cânticos) de Davi são
proféticos.

Devemos praticar o cântico espiritual ao Senhor mais na vida privada


e diária de adoração, onde com toda liberdade e intimidade
expressamos nosso amor e gratidão ao Senhor. E visto que ele é
unicamente dirigido a Deus, é desnecessário praticá-lo em público, a
menos que seja entre nós mesmos e Deus; num culto público, a
igreja toda pode ter um período de cânticos espirituais onde cada um
entoa seu próprio cântico espontâneo ao Senhor.

Porém, a outra forma de cântico espiritual, que denominamos o


cântico do Senhor, é dirigido aos irmãos para o ensino, consolação e
admoestação deles (Cl.3:16); portanto deve ser praticado em
público. Contudo, como toda manifestação espiritual deve ser julgada
(I Co.14:29), é necessário a concordância e consentimento do que
está à frente da reunião; se for na célula, é o líder ou seu auxiliar que
o substitui; se for em público, deve passar antes por um dos
presbíteros.

A Equipe de Músicos

O ministério de louvor e adoração através da música, foi inserido na


vida do templo através do rei Davi, que dividia os levitas músicos em
equipes que obedeciam turnos e o louvor era praticado
continuamente.

Com o tempo, Israel foi perdendo este modelo que o rei Davi
instituiu, até quase se extinguir. Mas nos dias do Novo Testamento os
apóstolos reconheceram que Deus haveria de restaurar o tabernáculo
de Davi, que estava caído (At.15:15-18). Portanto, entendemos que
mesmo nestes nossos dias da Nova Aliança, os padrões estabelecidos
por Davi para a equipe dos músicos devem ser resgatados e
praticados.

Os critérios que Davi estabeleceu foram:

Perícia (I Cr.25:7) – cada um deve servir a Deus de acordo com os


dons e talentos que o Senhor concede. Se a pessoa não for
capacitada com talento musical deve se conscientizar que terá que
servir ao Senhor em outra área. O fato de ser um adorador ardente e
bem motivado em servir ao Senhor na área da música não faz de
ninguém uma pessoa capacitada; ela deve ter perícia ou não poderá
permanecer na equipe. I Crônicas 16:41 mostra que havia escolha,
seleção para os que comporiam este ministério.

Ser Constituído. (I Cr.15:16 e 16:41,42). Observe os termos


“constituídos”, “designados” e “responsáveis”. Eles indicam que há
autoridade e liderança neste ministério, e que os líderes deveriam
reconhecer e confirmar os músicos (cantores e instrumentistas).

O ministério da música na igreja tem um líder sob toda a equipe, que


por sua vez é acompanhado e liderado por um dos presbíteros. Tanto
o líder como o pastor devem reconhecer e estabelecer (ou destituir)
um músico na equipe.

A adoração na vida pública da Igreja deve ser uma extensão de uma


vida pessoal de adoração e compromisso com Cristo na vida do
músico. Havendo qualquer fato ocorrido que comprometa o seu
testemunho, o músico estará sujeito à disciplina, que pode variar de
uma suspensão temporária a uma exclusão.

Sendo que grande parte do culto público destaca o ministério da


música, espera-se que os membros desta equipe sejam exemplo para
a igreja.

Adoração é a arte de expressar o seu


coração

A música, no contexto cristão, tem como objetivo conquistar o


interesse de Deus atraindo o seu olhar e coração para o nosso meio,
edificando-lhe um trono de louvores para que se sinta à vontade e
livre para apenas receber nossa admiração, amor e adoração, ou
envolver-nos completamente com a sua irresistível e inefável
presença. Tenho aprendido algo nestes anos de ministério, Deus não
consegue resistir a uma verdadeira e apaixonada adoração; ele
sempre se manifesta e, caro leitor, não há nada que supere o prazer
de se perder no aconchego do seu abraço. Não buscamos a sua mão,
e sim a sua face. Temos aprendido que “a busca pelas bênçãos nem
sempre gera intimidade, mas a busca pela intimidade sempre gera
bênçãos”. E como Davi disse em Salmos 37.4: “Deleita-se (sinta
muito prazer) no Senhor e ele concederá os desejos do teu coração”.

É prazeroso, real e divertido; nosso noivo, Jesus, é tremendo, o


melhor, e a sua alegria é a nossa força! Por intermédio da pregação
direta e sem desculpas da Palavra de Deus e de ensinamentos
bíblicos que nos dizem respeito à verdadeira adoração; aquela que
Deus procura. Precisamos almejar ser segundo o coração de Deus. E
em função disto, necessitamos aplicar a sua santa Palavra às nossas
vidas diariamente, lembrando-nos que a Palavra de Deus é um mapa
que nos conduz a algo melhor – nos conduz ao Deus da palavra... (Sl
119.105) – por meio do incentivo ao cântico novo. A Bíblia nos instrui
a cantarmos ao Senhor em mais de (200) duzentos lugares.
Repetidamente enfatiza o cântico novo. Ele não está apenas
interessado na canção ou no poema que você decorou há um mês, ou
há dez anos. A Bíblia diz que ele está interessado é na verdade que
está no seu íntimo (Sl 51.6). Ele deseja beber dos rios de adoração
que fluem do seu interior e estes rios podem ser envoltos por música
gerando, assim, um novo cântico, um cântico seu, baseado num
amor tão intenso que você não consegue ficar sem expressá-lo. Certa
vez, eu li uma descrição da palavra “adoração” que me fez irromper
em alegria, dizia: “Adoração é a arte de expressar o seu coração”.

Vivemos expressando o nosso coração no dia a dia e se isto já é algo


tão natural por que não o fazermos na adoração por meio da
espontaneidade de uma dança, nova canção, pintura, ou
malabarismo?

A verdadeira adoração

Quando Deus encontra em um coração verdadeira adoração, tem


prazer em mover sua mão. Alegra-lhe mudar circunstâncias, curar,
manifestar seu poder, romper cadeias, abrir portas que estão
fechadas. A adoração que muda a vida e flui, é aquela que é fruto de
um coração onde o Senhor esta entronizada.

E uma adoração que muda a gente triste. Eu era um drogado que


perambulava pelas ruas de Porto Alegre, meu único prazer eram as
drogas e a música triste. Tornei-me um hippie, e andava cada vez
mais triste e arruinado. Quando o Senhor veio a minha vida e fez seu
trono em meu coração, transformou o Asaph triste em um Asaph
alegre. A adoração em nossa vida muda a tristeza em alegria, nos faz
gente feliz. A palavra do Senhor no Salmo 16 diz: "Em sua presença
há plenitude de gozo".

A adoração transforma as pessoas em prisão em pessoas livres. Deus


quer adoradores livres em sua presença, não somente para cantar e
levantar as mãos no santuário, ou dançar na presença do Senhor,
mas, sim para viver com intrepidez a vida de Cristo.

A vida de adoração nos leva a viver com liberdade a


vida de Jesus em uma sociedade perdida. Quando a
presença do Senhor é palpável em nossos corações
não podemos ficar calados, temos que proclamar,
temos que falar, temos que viver, temos que pregar
a toda criatura.

Quando vivemos uma vida de adoração na presença


de Deus, vamos ver como a Palavra de Deus se cumpre em nossa
vida. Quando as pessoas nos vêem viver uma vida de adoração em
meio as crises, políticas, financeiras, seguramente se perguntarão o
que acontece conosco. Que existe em nossa vida. E vão querer o
mesmo. Vão ansiar esta vida.
Esta vida irmãos não é algo somente para nós, sim para todo o corpo
de Cristo. Cada um de nós é chamado a viver uma vida verdadeira de
adoração na presença do Senhor como filhos amados, comprometidos
com seu reino, com sua Palavra e com sua verdade.

"Vem a hora e a hora já chegou: estamos vivendo à disposição desta


hora.

Oremos: Senhor, eu quero viver uma vida constantemente na tua


presença, ter em meus lábios teu louvor e um novo cântico, gerado
pelo teu Espírito Santo em meu coração. Quero que teu espírito
renove minha mente, que muitas vezes esta conformada com o
mundo, e influenciada pelas coisas do mundo. Transforma-me pela
renovação da minha mente para ter um culto genuíno e verdadeiro
na tua presença, culto racional, de lábios que confessam teu nome.
Ensina-nos a viver a verdadeira adoração na tua presença. Amém.

Adoração e musicalidade

Qual é o melhor grupo de louvor do Brasil? Quem é o melhor músico?


Quem é o dirigente que ministra com mais unção? Você leitor, que
participa do ministério de louvor em sua igreja local, já se deparou
com alguma das perguntas acima? Creio que a questão é: Melhor pra
quem? Pra Deus? Pra Deus com certeza é que não é.

Deus não compara ninguém. Deus não faz acepção de pessoas. Deus
não tem filhos prediletos. Deus ama a todos os seus filhos de forma
particular, mas com a mesma intensidade. Pra nós? O povo
evangélico tem uma tendência de associar adoração a um estilo
musical, na maioria das vezes uma música lenta que fala sobre Deus.
E evidente que isso tem mudado, mas também é evidente que essa
forma de pensar esta enraizada nós e muitas vezes nos vemos
fazendo essa associação. A verdade é que a música é uma das
diversas formas de expressarmos nossa adoração ao Criador.
Adoração é muito mais do que música. Nosso gosto musical revela
muito mais sobre nós mesmos do que sobre Deus. A questão sobre o
que é melhor ou quem é maior tem haver com o que chamamos de
musicalidade.

Musicalidade em relação aquilo que gostamos de ouvir. Musicalidade


em relação aquilo que almejamos executar em nosso instrumento.
Nunca devemos nos esquecer que Deus não precisa de nossa
musicalidade. O melhor que pudermos fazer aqui na terra,
musicalmente falando, não chega aos pés do que os anjos fazem no
céu. Porém é do conhecimento de todos que devemos estudar e
aperfeiçoar nossos talentos para que possamos sempre estar em
condições de oferecer a Deus o nosso melhor. Se o nosso “melhor”
hoje é o mesmo “melhor” de 6 meses atrás, alguma coisa esta
errada. Devemos ter zelo com o que Deus nos permitiu ter, mas não
podemos nos esquecer que para Deus nossa musicalidade não vale
nada, mas sim a forma como O honramos e O glorificamos como o
nosso serviço no ministério. Deus sonda as nossas motivações.

Além disso, nunca podemos subir na plataforma baseados apenas em


nossa musicalidade. Antes nossos talentos devem ser apresentados e
consagrados a Deus para que com a sua unção possamos ministrar,
tocando ou cantando, debaixo de autoridade espiritual, para que
sejamos um canal onde o Espírito Santo possa fluir através de nós,
consolando, curando e libertando. Se você é músico e já participa do
grupo de louvor de sua igreja nunca se esqueça que adorar a Deus
não é so cantar ou tocar.

Adorar a Deus é também a forma com que você trata as pessoas com
quem você se relaciona todos os dias, como você se comporta no
trânsito, como você se comporta no mercado fazendo compras, como
prioriza os momentos de oração e estudo da palavra no seu dia a dia,
etc... Deus procura verdadeiros adoradores. Sinceros de coração e
com a motivação certa. Você já foi encontrado?

Adoração e o Avivamento

A ADORAÇÃO: A adoração ao Senhor, gera uma profunda intimidade


com Deus a ponto de trazer a vida do adorador uma edificação
pessoal que o tornará avivado, renovado, cheio do Espírito Santo,
pleno em unção e amor. A adoração aviva a alma de quem adora,
pois a presença de Deus motiva, inspira, transforma e abençoa. Veja
que Ana e Elcana foram abençoados com um filho, pois este era o
desejo do coração de Ana,. Este casal agradou a Deus com a atitude
de adoração "Levantaram-se de madrugada, e adoraram perante o
SENHOR, e voltaram, e chegaram a sua casa, a Ramá. Elcana
coabitou com Ana, sua mulher, e, lembrando-se dela o SENHOR" I
Samuel 1:19 . Deus está interessado em manter um comunhão
intima com os seus filhos e filhas. Amado leitor (a) através da
adoração podemos mover o coração do Pai celestial em nosso favor.
1. ADORAR A DEUS: Encontramos no livro do Apocalipse uma
pequena frase, mas de grande relevância, e com um significado
especial para todos nós. Quando o anjo disse a João no final do
versículo: "...Adora a Deus!" Apoc. 22:9, observe que é uma frase
imperativa, pois João estava extasiado com o que tinha visto e ouvido
quando contemplou toda aquela visão na Ilha de Patmos. Ser um
verdadeiro adorador e andar na verdade é muito mais do que:
pregar, cantar, ensaiar e apresentar diante da congregação uma linda
mensagem ou um bonito louvor. "Adorai o SENHOR na beleza da sua
santidade; tremei diante dele, todas as terras". Salmo 96:9 "...Temei
a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai
aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. Apoc.
14:7 Ser um adorador ou um ministro da palavra é ter um estilo de
vida bem diferente, é testemunho verdadeiro, é temor e obediência
aos princípios da palavra de Deus. E não esqueça do conselho do
anjo: Adora a Deus !

2. PRIMEIRO LUGAR: O primeiro lugar em nossa vida é de Deus!


Veja bem, vivemos um tempo em que as atenções e os holofotes
estão intensamente voltados para o próprio "eu" do homem, neste
mundo globalizado e internetizado , com a notícias correndo de forma
tão veloz, o homem tem sido o centro das atenções , o orgulho, a
altivez e a alta-suficiência tomou o lugar de uma vida dependente e
submissa aos propósitos de Deus. A ostentação e o glamour têm sido
celebrado, lamentavelmente até no meio evangélico. Não se pode
esquecida as simples palavras do mestre que disse: "Mas buscai
primeiro o reino de Deus e a sua justiça..." Mt 6:33 O primeiro lugar
deve ser o de Deus em nossos corações. Priorizar o seu reino, nos
torna a cada dia mais e mais identificados com as coisas do alto "as
celestiais" pois é nelas que devemos pensar "Pensai nas coisa que
são de cima, e não nas que são são da terra" Col 3:2 Medite com
atenção nestes conselhos.

O AVIVAMENTO: Não podemos imaginar um genuíno avivamento,


que não passe especificamente por estes dois importantes aspectos
da vida cristã que é a "santidade e o arrependimento". Vivemos um
período profético e cremos que virá um avivamento sobre a Igreja de
Cristo neste tempo do fim, que levará os crentes a um profundo
quebrantamento na presença de Deus. "Ouvi, Senhor, a tua palavra,
e temi; aviva, Ó Senhor , a tua obra no meio dos anos, no meio dos
anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia"
Habacuque 3:2 Acreditamos num poderoso derramar do Espírito
Santo na vida da igreja nestes últimos dias.
1.SANTIDADE: No passado Deus orientou, que o Sacerdote Arão e
todos os seus descendentes trouxessem escrito na parte superior da
mitra as palavras "Santidade ao Senhor" (Êxodo 28:36, Êxodo 39:30)
esta orientação, chamava a uma tremenda responsabilidade de um
viver separado e exclusivo para Deus. O avivamento virá sobre a
igreja, quando ela buscar um viver de santidade. Viver em santidade
é viver separado para Deus, é permanecer num estado de
consagração. Aos olhos do mundo tudo é normal e comum, mas na
igreja não, ela deve ser a coluna da moralidade (Gl 2:9; 1 Cor 4:1).
Jó é um exemplo na palavra de Deus, de um viver santo, diz ao seu
respeito: "... Jó; e era este homem íntegro, reto e temente a Deus e
desviava-se do mal" Jó 1:1. "aperfeiçoando a nossa santidade no
temor de Deus. 2 Cor 7:1 Precisamos andar no temor de Deus e viver
na plenitude do Espírito Santo para aperfeiçoarmos a santificação.

2.ARREPENDIMENTO - O Arrependimento é sentir a dor que


causamos em Deus com os nossos pecados, é abandonar a vida
pecaminosa, é mudar de atitude, é renunciar a vontade própria e
viver guiado pelo Espírito Santo, que nos convence do pecado.(João
16:18) No arrependimento a confissão de pecados se faz necessária e
traz refrigério a alma. A vida espiritual não pode ser um teatro, tem
que ser autêntica. Confissão e limpeza diárias são a essência do
andar no Espírito. "Enquanto eu me calei (falta de confissão),
envelheceram os meus ossos...Porque de dia e de noite a tua mão
pesava sobre mim...Confessei-te o meu pecado e a minha maldade
não encobri..." Salmo 32:3,4 e 5. O arrependimento é dar as costas
para o pecado e voltar o coração integralmente para Deus. Jesus ao
derramar o seu sangue nos trouxe a possibilidade de perdão! Nele
somos regenerados, justificados, Aleluia! É a graça de Deus sobre
nós, mediante a obra redentora da cruz. Se confessarmos os nossos
pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e nos
purificar de toda injustiça" I João 1:9 ."O que encobre as suas
transgressões, nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa,
alcançará misericórdia" Prov. 28:13 Cerca de três mil almas se
arrependeram e reconheceram o poder do sangue de Jesus e
provaram um avivamento espiritual nos dias da igreja primitiva,
quando Pedro falava a eles (Atos 2:38) Acreditamos que o
arrependimento é uma chave para o avivamento.

O Louvor Profético
Pensando melhor sobre a palavra "PROFÉTICO" vem a pergunta do
que significa de fato isto? A resposta é , ao meu ver, tão simples que
talvez alguns possam ficar assustados. Profético é exatamente tudo
que manifesta a presença de Deus. Pregação profética é quando Deus
se manifesta por meio da palavra, e o louvor profético é quando Deus
se manifesta por meio do louvor.

Louvor é quando abrimos a boca para tecer elogios, para falar bem,
para engrandecer, para reconhecer atributos, virtudes e beleza, é
exaltar alguém por suas obras, por seus feitos, por sua inteligência,
por sua sabedoria, por sua capacidade, e por aí vai. Como você reage
a um elogio? Não faz bem prá você? Não te traz uma sensação
gostosa de que você está no caminho certo?

Não sei você , mas eu gosto de receber elogios, porque fortalece o


meu coração no propósito de Deus e me motiva tremendamente a
continuar fazendo sempre o melhor. Imagine que no final de um
semestre árduo de faculdade, onde você procurou dar o seu melhor,
alguns professores venham até você e te digam: "Você é muito
capaz, nós admiramos seu esforço, e torcemos para que continue
assim". Não seria tremendo? Principalmente se v. tiver certeza que
eles estão falando a verdade, do fundo do coração.

Quando louvamos a Deus, não é diferente, pois imagine como se


sente Ele ao ouvir de seus lábios: "Tu é bom Senhor, e a tua
misericórdia não tem fim, a tua fidelidade se estende além dos céus,
e eu te amo de coração.", eu tenho certeza que ele fica muito feliz, e
com certeza ele vai fazer de tudo para te agradar. É claro que só a
sinceridade não basta, pois temos que ser coerentes, ou seja, o que
nós vivemos não pode contradizer o que pregamos e cantamos.
Se eu digo ao Senhor: "Senhor eu te amo, Tu és tudo para mim, és a
razão da minha vida.", e não sou fiel, por exemplo, nos dízimos, ou
vivo falando mal do outros, e dando mal testemunho no meu
trabalho, desrespeitando meu patrão; seria isto bom? Seria isto
coerente? Ou seria o mesmo que dizer "Senhor, eu te amo, Tu és
tudo para mim, mas eu não vou te obedecer., e não vou guardar a
sua palavra.", o que v. pensa desta atitude? Não está errada? É
lógico que sim. Mas mesmo assim nunca deixe de elogiar ao Senhor,
de reconhecer a sua bondade, pois mesmo que não estejamos 100%
alinhados com a sua vontade, quando louvamos a ele, abrimos a
porta para que ele opere.

Agora, um outro conceito muito importante de entendermos é que


ninguém elogia de boca fechada, ou ninguém louva calado, ou seja, é
preciso abrir a boca para louvar, e a maneira mais sublime de se
abrir a boca para elogiar e engrandecer é através da música. Eu
poderia ter chegado para o Senhor e falado: "Quão formoso és, rei do
universo, a tua glória enche a terra, enche os céus, enche a minha
vida, e é maravilhoso estar em tua presença, e poder te adorar, é
maravilhoso tocar nas tuas vestes, e te contemplar Senhor".

Mas quando eu uno estas palavras a uma melodia inspirada e canto


para Ele, eu tenho certeza que Ele se derrete todo. Não é atoa que
Davi declara no Salmo 22:3 que Ele é entronizado no meio dos
louvores do seu povo, ou seja, Ele estabelece o seu reino através dos
louvores que a Ele ministramos. E o maravilhoso do louvor é que faz
bem para quem está sendo elogiado, e faz bem para quem está
dando os elogios também, além do que o nosso vínculo de comunhão
e intimidade com Deus cresce cada vez que o louvamos.

O louvor profético abençoa o coração de Deus, o nosso coração, e


também o coração de quem está ao nosso lado. Foi assim que
aconteceu em Atos 16 quando na prisão Paulo e Silas oravam e
elogiavam a Deus, exaltando-o por seu cuidado e amor, dá prá
imaginar as palavras que Paulo e Silas cantavam ali naquele lugar?
Com certeza Deus ficou muito sensibilizado, pois apesar de toda
adversidade, e circunstâncias difíceis, eles estavam louvando a Deus,
e os demais companheiros de prisão os escutavam. E derrepente, um
terremoto, que solta todas as cadeias, abre todas as portas, e todos
se sentem livres. Por que? Porque onde há louvor profético, há a
manifestação da presença de Deus, e quando Deus se manifesta, o
sobrenatural entra em cena...

Que Deus abençoe a todos.

Avivamento já

Avivamento já! Este é o clamor contido no coração do verdadeiro


adorador. Um regresso à santidade por meio do arrependimento
sincero, verdadeiro e modificador.
Precisamos de uma consciência convertida, levando-nos
desesperadamente de volta ao primeiro amor, onde tudo era
extremamente simples e fácil. O nosso amor era radical e de caráter
inteiriço. Fazíamos tudo e qualquer coisa por Ele, a qualquer hora e
sem o menor constrangimento.

Éramos fiéis seguidores e amantes devotos. Naquela época, vivíamos


a plenitude de Mt. 11: 30, não é verdade? Precisamos voltar a esta
"praça dos namorados" onde O encontramos pela primeira vez e nos
apaixonarmos por Ele, só que desta vez, por uma eternidade. Por que
é que tantos caem desta altura? - Ap. 2: 4 e 5. O que pode ser mais
importante do que o Amado de nossas almas? Fazemos com Ele o
que muitas vezes fazemos com os nossos cônjuges.
Você se lembra do seu período de namoro? Geralmente é uma
loucura. As vidas giram e consumem-se por um desejo infinito de
estarem juntas. Até durante as desavenças, ainda que calados, os
inseparáveis, corajosamente ficam juntos. A eternidade parece não
ser o suficiente para se acolherem aos braços da pessoa que tanto
amam. O maior inimigo deste período é o irredutível Sr. Relógio, e o
sogro exigente e inflexível chega num próximo segundo lugar. O
diabo, quando muito, fica num desesperado terceiro lugar, a não ser
que atue diretamente no primeiro e segundo colocados... São tantas
as desculpas e culpados, menos os "pombinhos", é claro. São
períodos de inovação, criatividade, super paciência e "muito amor".
Mas depois de alguns anos, já casados, as nuvens sobre as quais
habitam e passeiam vão ficando cada vez mais ralas e acabam
firmando os pés em terra seca. Embora o amor desponte
ardorosamente em maneiras outrora desconhecidas e a dependência
mútua acentua-se, a atenção devida e exigida, por ambas as partes,
não alinha-se às necessidades vigentes do minuto a minuto. Eu sei
que isto não é uma constante, contudo acontece, não é verdade?
Cada vez mais, se tem menos tempo para o cônjuge e é doado mais
tempo para o trabalho ou "chamado".

Fazemos o mesmo com Jesus, só que de uma maneira pior. Vamos


nos acostumando com o Seu serviço, com a Sua onipresença, o
chamado sacerdotal, enfim, o cotidiano do átrio e esquecemo-nos
que existe algo mais intenso e extremamente mais íntimo e glorioso,
a presença manifesta de Deus no Santíssimo Lugar. Pior é já O
tratarmos com descaso, sabendo-se que ainda nem celebramos o
enlace matrimonial.

O que escrevo é uma realidade infeliz e visível na casa de Deus. Da


próxima vez que fores a um santuário, se a glória de Deus não lhe
envolver como um pai envolve a um filho amado em seus braços,
observe o alto nível de atividade e desconsideração para com Deus,
na casa de Deus.
A casa de Deus deveria ser um lugar de adoração e não de ativismo.
Nós, membros da equipe do "Ministério Fogo e Glória", temos visto e
ficado aterrorizados com a falta de reverência e o desapreço de
muitos para com o Galardoador daqueles que O buscam - Hb. 11: 6.
A batalha NÃO é nossa, Ele peleja por nós, diz as Sagradas
Escrituras, todavia, insistimos terminantemente em atentarmos a
tudo, e a todos na hora de cultuarmos a Deus. Temos que discernir
as estações. Existe hora para tudo. Não insinuo com isto que é
necessário desrespeitar a todos e tudo que se move, mas uma
palavra de sabedoria e orientação de vez em quando cai muito bem.

Muitas vezes invertemos os maiores mandamentos de Deus. O


primeiro é amar a Deus de TODO o seu coração, de TODA a sua alma
e de TODO o seu entendimento (forças), e em segundo lugar, amar a
nosso próximo como a nós mesmos - Mt. 22: 37 - 39. Prezado leitor,
é muito amor! Contudo, às vezes damos mais reverência, respeito,
atenção, temor, e amor ao nosso próximo do que damos ao nosso
Aba Pai, ou seja, Paizinho. Estas irreverências ocorrem do mais alto
escalão de uma igreja - se é que existe isto na casa de Deus, e
perante os Seus olhos - até o mais menosprezado. Conversa fora de
hora, movimentação desnecessária, distrações inúmeras - até mesmo
sobre a plataforma -, a total dependência do homem, falta de
observância dos imperativos divinos, estrelismos, programações para
acomodar os caprichos do homem, telefone celular..., eu disse
telefone celular? Permita-me o espaço e a graça para expandir sobre
este instrumento bem-vindo, porém, profanado. Perdoa-me a
franqueza, mas o celular ativo na igreja é o cúmulo da
insensibilidade, imaturidade e ausência de confiança em nosso
Refúgio, Fortaleza e socorro bem presente. Na casa de Deus temos
que estar disponíveis para Deus e não para as distrações geradas
pelo inimigo de nossas almas. A linha para falarmos com Deus jamais
está ocupada, e não precisamos de nenhum "novo carro" feito pelas
mãos do homem para falarmos com Ele (leia I Crônicas 13 para ver a
lição cara que Davi aprendeu usando os métodos humanos a despeito
da motivação honrosa e correta). Agora, se isto não bastar, ligue
para o operador celestial Jeremias, e peça-lhe para discar o número
33: 3. Tendo ouvido as suas palavras de sabedoria, peça para falar
com João, no ramal 8: 32. Deus jamais discará o número do seu
celular, embora, isto não seja impossível, só que creio que Ele
prefere vir pessoalmente. A Bíblia diz que Ele - pacientemente - bate
na porta do Seu coração - enquanto você... fala com o seu irmão -
Ap. 3: 20. Não aplicando esta infortunada inobservância à sua
pessoa, sei que você deve conhecer alguém que usa desta falta de
conhecimento. Fale ou interceda por ele. A Bíblia nos diz que não
podemos entristecer o Espírito, e esta distração tem sido usada para
fazer justamente isto - Ef. 4: 30. Se a palavra de Deus nos adverte
contra isto, temos que observar o mesmo com abundante atenção. A
nossa atenção não pode descarrilar. Perdemos muito com isto; Ele
também!

A visão que temos de Deus, influencia a nossa atitude e o nosso


relacionamento para com Ele, afetando até mesmo a nossa maneira
de O adorarmos. Pare e reflita sobre isto. A profundidade do nosso
louvor e adoração (imperativos divinos) é inteiramente relativa ao
conhecimento que temos de Deus, e este por sua vez, é inteiramente
refletido em nossas ações e em nosso comportamento 24 horas por
dia.
É melhor eu ir desacelerando por aqui. Você há de convir comigo que
há uma carência muito grande de intimidade para com Deus por
parte da noiva de Cristo. Eu sei que existem pessoas desesperadas
no mundo que aguardam um deslocamento nosso nesta direção para
invadirem a igreja. Atraia a Deus e Ele atrairá os homens.

Aos Seus pés,

Princípios importantes na vida do obreiro

ORDEM DAS PRIORIDADES

1. DEUS
2. A FAMILIA
3. IGREJA

1) GOVERNO DO LAR - I Tim 3:4 e I Tim 3:12

) BOM MINISTRO, BOA DOUTRINA - I Tim 4:6 I Tim 4:12, 15 e 16

Obs. Não se precipitar I Tim 5:22

3) CUIDADOSO COM AS FINANÇAS - I Tim 6:8 a 10


3.1) Não faz dívidas acima dos limites
3.2) Não dá calote, mas paga os compromisso
3.3) Dizimista fiel (também é exemplo p/ os fieis)

"Mas tu, homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a


piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão" I Tim 6:11

"Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna..." I Tim 6:12

Música Santa e música profana

"E ao me povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano, e o


farão discernir entre o impuro e o puro". Ezequiel 44: 23

Está no coração de Deus ajudar e ensinar Seu povo a distinguir entre


o puro e o impuro... o santo e o profano... mas isso envolve
intimidade com Deus para haver discernimento, entendimento e não
juízo ou sensação de "modismo cristão".

NesTe mesmo capítulo 44 vemos como Deus pretendia preparar seus


sacerdotes para aprenderem a discernir...
v.15 - os sacerdotes levíticos, isto é, escolhidos... os filhos de
Zadoque , familias envolvidas que guardaram a ordenança a respeito
do meu santuário - aqueles que mantiveram os princípios da Palavra.

Estes, são os que se chegarão a mim para me servirem; e estarão


diante de mim, para me oferecerem a gordura e o sangue ( gordura=
as vitórias, privilégios, fama e sangue = suas próprias vidas )
v.16 - eles entrarão no meu santuário ( intimidade ), e se chegarão a
minha mesa ( se alimentarão da minha palavra ) , para me servirem
( adoracão = serviço ) ,e guardarão minha aliança ( compromisso ).

v.17 - vestes de linho = pureza, santidade, separação para Deus

v.18 - não se cingirão de nada que produza suor ( não por suas
próprias virtudes ou conhecimento, ou reconhecimento humano, não
por força humana ! )

v.19 - santidade é um atributo de busca individual - não somos


santos porque frequentamos esta ou aquela igreja, ou porque o
ambiente do culto é santo, etc, somos santos quando decidimos
pessoal e intransferivelmente, crucificarmos nosso eu com Jesus - é
algo pessoal não transferível !

v.20 - não seriam nazireus ( sua santidade e separação para Deus


seria um exemplo para os demais, o que seria passível ser buscado,
não impossível! )

v.21 - Nenhuma outra "inspiração" que não o Espirito de Deus (


...não vos embriagueis com o vinho onde há dissolução e contenda,
mas enchei-vos do Espirito...)

v.22 - exemplos no seu relacionamento familiar !!!

v.23 - E ENTÃO ENSINARÃO A MEU POVO...

Quando falamos de musica cristã hoje, nos deparamos com


diferentes bases de avaliação que podem ou não "baterem" com o
que a palavra de Deus diz!

Muito mais se fala em termos do que "está rolando" no momento, do


que propriamente nos princípios da palavra.

Não se fala em cantores, ou compositores, ou "artistas" cristãos que


tenham uma vida familiar em ordem, que tenham princípios bíblicos;
fala-se em que ritmo eles tocam ou qual o estilo musical a banda
tem, ou quantos Cds venderam nos últimos meses!?

Não se fala em buscar-se a mesa de Deus para dela nos


alimentarmos, ou da ministração que traga a presença de Deus; fala-
se em quantas pessoas foram ao último show!

Por fim, quanto à letra das canções, há uma boa "dica" de Paulo
quanto à inspiração para as canções:
"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é
honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável,
tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum
louvor, nisso pensai " Filipenses 4:8
Com a busca destas "dicas" da Palavra, poderemos começar a buscar
o entendimento para discernirmos o santo do profano!

O porquê da adoração

Em Mateus 4:10, durante sua tentação, Jesus diz ao diabo - "ao


Senhor Teu Deus adorarás e só a Ele darás culto" usando as palavras
da Lei em Êxodo 20:4 e 5, quando Deus ordena ao povo de Israel: Só
a Ele adoração e o culto.

O constante desígnio de Satanás é roubar aquilo que é devido a Deus


- a adoração. Mesmo sabendo que fomos feitos para louvor e glória
do Deus vivo, (Ef. 1:12 - a fim de sermos para louvor da sua glória,
nós os que de antemão esperamos em Cristo)., o inimigo tem
tentado de todas as formas deturpar o culto a Deus, limitando-o em
formas e costumes em acordo mais com culturas e padrões humanos
do que com o coração de Deus, assim foi com o povo de Israel,
depois com a Igreja. Sutilmente a idolatria à imagens e ídolos foi se
infiltrando no culto da cristandade e foi assim corrompendo o
entendimento dos líderes e crentes em geral. A forma pagã e judaica
de templo foi sendo imposta à Igreja fazendo assim que os templos
vivos que somos nós os redimidos (I Cor 3:16), lugar da verdadeira
adoração fossem reduzidos a simples membros na maioria "leigos"
que por dezenas de séculos de escuridão e inoperância foram
dependentes de um sacerdócio externo para cultuar a Deus, de
geração em geração, homens, imagens e ídolos de todas as formas
se colocaram como intermediários daqueles que podem achegar-se
com intrepidez ao Santo dos Santos através do novo e vivo caminho
que é Jesus. (Heb.10:19 a 22)

Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito
também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação
tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a
Igreja a um entendimento nesta área e por todo o mundo tem
surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno,
Jesus que disse, "ninguém vem ao Pai senão por mim". Jo. 14:6.

Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si


mesmo (quem vê a mim vê ao Pai - Jo.14:9) e está focalizando
também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são
o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e
amor.

Já fiz diversas vezes a pergunta porque devemos adorar a Deus?

Esta pergunta invade o meu coração pelo fato de entender que Deus
é suficiente em Si, não apenas em sua grandeza e majestade, mas
em tudo. Apesar de sabermos que Deus se alegra com nossa
adoração e obediência e se entristece com o pecado, se ira com a
idolatria, seu coração não necessita de nada para que seja completo,
não precisa de nossos sacrifícios de louvor e de nossa adoração para
ter alegria e sentir-se feliz, não precisa de nossas expressões de
amor para sentir-se amado pois Ele é o próprio amor, ( I Jo 4:8).
Antes de que cada um de nós existisse-mos Deus já existia em sua
plenitude e era completo, e o Filho e o Espírito Santo participavam
desta plenitude eterna. Em Col 1:16, falando ca driação diz que "Nele
(em Cristo e junto com Cristo) foram criadas todas as coisas nos céus
e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam
soberanias".

Ele é junto com o Pai e o Espírito Santo a fonte e a plenitude de todas


as coisas, in clusive de todo louvor , toda a adoração, toda a alegria e
júbilo. Por isso Jesus disse que Deus não procura adoração, pois
adoração ele tem no céu (Is. 6 1 a 3). Deus procura por seus filhos,
seus adoradores.(Jo. 4:23)

O que vem ao meu coração ao meditar sobre isto é que acima de


tudo existe algo na adoração que é de vital importância não para
Deus, mas para os adoradores, ao ponto de Deus em sua onisciência
e auto suficiência estar procurando por adoradores que o adorem em
espírito e em verdade. Adoração (comunhão) é um precioso elo entre
a criatura e criador. Tudo está na atitude do adorador, no livre
arbítrio que temos para optarmos em sermos ou não adoradores.

Deus nos deixou esta opção. Ele governa todas as coisas e poderia
Ter feito de toda a criação seus adoradores assim como são os anjos,
mas nos deixou a opção de o sermos ou não. Ao optarmos por Cristo,
optamos por Deus.

Esta é a grande brecha da maioria das religiões que querem adorar a


Deus, falam até mesmo de vida eterna, porém sem o sacrifício de
Jesus. O adorador é aquele que faz uma opção por Deus, optando por
Jesus e pelo seu reino, opta em Ter comunhão com Deus, comunhão
esta que não é imposta por vontade divina mas é uma livre opção de
amor. A parte de Deus é completa e perfeita seu amor por nós é
inquestionável, porém ele espera por cada um de nós quando através
de Cristo por obra do Espírito Santo que enche nosso coração do Seu
amor revelado a nós por pela plenitude de Jesus e depois retorna
para Ele. A verdadeira adoração é uma opção deste abrir-se ao amor
divino, feita por cada um de nós, se não fosse assim porque Deus
estaria procurando verdadeiros adoradores? Qual é a nossa opção?
Deus governa sobre todas as coisas, menos sobre a nossa opção por
adorá-lo ou não. Deixa para nós esta única e pequena atitude.

Optarmos ou não por amá-lo e adorá-lo. Adoração é algo que satisfaz


e alegra a Deus, mas beneficia também ao homem , pois este ao
optar por Deus está cumprindo a sua parte neste enlace de amor.
Adoração emana do amor. Deus quer ser amado por nós. O que trás
eficácia na adoração é o amor. O que dá conteúdo as nossas
expressões de adoração é a nossa vida de amor expresso em aliança
e compromisso para com Deus e o seu reino nesta aliança de amor.

AMAR A DEUS ACIMA DE TUDO

Sl. 18:1 "Eu te amo ó Senhor, força minha"

A maior característica dos adoradores não é a sua forma de cantar e


louvar, mas sim o profundo amor que estes tem por Deus. Sempre o
que tem me chamado a atenção em homens como Abraão, Davi, os
profetas e os discípulos de Jesus, é o profundo amor que tinham por
Deus, Davi no Sl 18:1 diz, " eu te amo oh Senhor" Jesus externou o
seu amor incondicional ao Pai, e à sua vontade,sua vida foi em tudo
direcionado por este amor, amor que se transformou em uma vida
prática de devoção, adoração, submissão e principalmente obediência
e sacrifício (Jo.4:34).

Quando falo deste amor falo do amor que Deus coloca no coração de
cada um de nós seus filhos através do Espírito Santo que nos leva a
uma comunhão que não pode ser quebrada por nada deste mundo.
Paulo fala em Rom. 8:35 o que pode nos separar do amor de Cristo?
A tribulação ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome ou a nudez,
ou o perigo ou a espada? E conclui no verso 38, pois estou certo de
que nem a morte nem os principados, nem as potestades, nem o
presente nem o porvir, nem altura, nem alguma outra criatura nos
poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso
Senhor.

Posso pois entender que este amor que o texto fala de um amor
sobrenatural que brota da própria presença do Pai em nós que nos
faz amar a Deus, acima de todas as coisas. Em Dt. 11:1 Moisés
ordenava ao povo "amarás, pois, o Senhor teu Deus". Agora pela
graça nós podemos fazê-lo através do Espírito Santo. Minha pergunta
é sempre o que é amar a Deus, e o quanto eu amo? Passando por
esta ou por aquela provação este amor é verdadeiramente provado,
se estar ou não bem financeiramente, interfere neste amor, devemos
ver os fundamentos do nosso amor para com Deus e o seu reino.

Adoração é uma resposta ao amor constante a Deus, como o amor


que Abraão tinha, que entregou seu próprio filho, figura do amor que
Deus tem por nós que também o fez. E porque Ele nos amou primeiro
é que também podemos amá-lo.

Amor expresso em gratidão

Este amor deve ser expresso em nossas vidas primeiramente em


gratidão. Um adorador tem um coração grato. Paulo fala: "Em tudo
daí graças, pois esta é a vontade de Deus para convosco", o salmista
falou em entrar por suas portas com "ações de graça" - Esta gratidão
que nos leva a dar graças a Deus em qualquer situação é um sublime
incenso de amor que nos leva a reconhecer a soberania de Deus
sobre todas as coisas. A linguagem deste mundo é a murmuração, a
gratidão é porém, fruto dos lábios e corações daqueles que conhecem
a Deus. Nosso louvor tem que ser fruto desta gratidão constante em
nosso coração, quando me converti recebi de meu amado pastor um
livro cujo título era "Louvor que liberta" cujo enfoque era a gratidão
em qualquer situação, pois quando assim agimos estamos
reconhecendo a soberania de Deus em qualquer situação e sempre
lhe somos gratos.
Amor expresso em obediência.

A obediência é outro fruto deste amor. Um adorador tem prazer em


obedecer a vontade do Pai. Jesus assim o fez. Em Jo 4:34 diz que
minha comida e minha bebida é fazer a vontade daquele que me
enviou isto é seu prazer maior, acima até mesmo de sua vontade
natural era obedecer, a palavra nos diz também que Ele foi obediente
até a morte e morte de cruz. A vida de adoração de Cristo não foi
regada de conceitos que muitas vezes impomos à nossa adoração
como música ou palavras, mas sim foi expressa em uma incondicional
vida de amor ao Pai expresso em obediência. Em I Sam. 15:22 Tem
porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto
em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor que o
sacrificar, e o atender melhor que a gordura de carneiros. A grande
diferença entre o tabernáculo de Moisés e o novo tabernáculo que
aqui neste texto Deus começa a mencionar é a obediência requisitada
por Ele que lhe agrada bem mais que os antigos sacrifícios.
Obediência estas que foi totalmente consumada em Jesus.

Amor expresso em confiança

Estes dois aspectos anteriores só podem ser gerados em nosso


coração quando existe fé "Sem fé é impossível agradar a Deus" e
adoração é fruto de fé. Sem crermos de uma maneira total em Deus
não poderemos adorá-lo, como Ele é digno de ser adorado. O inimigo
sempre tenta roubar a fé. Podemos Ter muita gratidão, podemos até
Ter muita obediência, porém somente poderemos agradar a Deus e
nos achegar confiantemente ao Seu trono de graças, crendo em um
Deus que sempre foi, é e será poderoso para fazer infinitamente mais
do que tudo quanto pedimos ou pensamos pelo seu poder que opera
em nós. Adoramos porque cremos. Crer não é algo automático em
uma vida . Fé uma semente de Deus em nossa vida, a qual o inimigo
constantemente nos tenta roubar, e quando isto acontece vem algo
que chamamos de incredulidade, Jesus falou desta semente como um
grão de mostarda em nosso coração. Nos disse também que tudo que
pedíssemos em seu nome ele o faria colocando sobre nós um
fundamento para nossa fé: SUA FIDELIDADE. Somos fiéis por causa
de um Deus Fiel.

Chamado de um adorador
Atos 13:21-Deus chama seus adoradores com um propósito e com
uma razão.

O Novo Testamento nos descreve algo sobre a vida de Davi e que


Deus encontrou nele algo diferente. Davi era um rapaz diferente
provavelmente de todos os rapazes de sua geração.

Davi viveu num tempo em que a arca não estava presente em Israel,
ela tinha sido levada pelos filisteus. A adoração em Israel era feita
em distintos lugares, ora em Gibeá ora no Hebron. Cada um adorava
em qualquer lugar. O sacerdócio era mais ou menos disperso.

Davi cresceu no meio das ovelhas, no meio do campo. Ele era de uma
família tradicional de Belém, filho de Jessé junto com seus irmãos.
Estes eram homens preparados para a guerra. Davi era um
pastorzinho, um rapaz simples, desconectado da sua época.

Uma época em que Israel vivia em guerra, em conflitos, em


confusão. Saul era o rei e como rei já estava desqualificado. Israel
vinha perecendo de toda a sua religiosidade. O povo de Israel estava
totalmente prostituído com deuses de outra cultura. O mundo
religioso da sua época estava totalmente falido e Davi vivia neste
contexto.

Em II Crônicas 16:9 e fiz uma canção sobre está passagem que diz:
“...seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para
com aqueles cujo coração é totalmente dele...”.

Quando os olhos de Deus estavam passavam sobre a terra, viu Deus


o povo de Israel, viu o Rei Saul e também o profeta Samuel tentando
ajeitar a vida espiritual em Israel. Derrepente, os olhos de Deus
encontraram um pastorzinho. Os olhos do Senhor passaram pelas
campinas de Belém e lá o Senhor viu um rebanho e os seus olhos
pousaram sobre um pastorzinho que cantava e declarava o seu amor
ao Deus de Israel: “O Senhor é o meu pastor e nada me faltará, ele
me faz repousar em pastos verdejantes...”.

Deus não viu nenhuma coisa grandiosa no que Davi estava fazendo.
Nesta época em que Deus o encontrou, Davi não tinha feito nenhuma
grande realização, ele apenas cuidava zelosamente do rebanho de
seu pai Jessé. Um rapazinho insignificante que nem ao mesmo tinha
sido contado entre os filhos de seu pai.

Quando Samuel veio até a casa de Jessé, onde Deus informou estar
ali o novo rei de Israel, todos os seus irmãos foram apresentados ao
profeta menos Davi. Deus não viu a aparência dos filhos de Jessé,
mas Deus viu o coração de Davi.

Tudo na vida de Davi não começou ao derrotar o gigante Golias, não


começou com as batalhas, não começou como rei. Começou no meio
dos rebanhos, porque começou no seu coração, de dentro para fora.

Primeiro aspecto na vida de Davi é este: Deus conhecia o coração de


Davi e Davi conheceu o coração de Deus.

E tudo na vida deste homem grandioso, um homem que teve falhas,


mas que deixou a sua marca na história, não só no povo de Israel
mas em toda a história da igreja e da humanidade, aconteceu porque
Davi aprendeu a conhecer o coração de Deus. Em Atos 13:21
“segundo o meu coração, diz o Senhor”

Ali estava a chave. Davi aprendeu em todas as situações, em todas


as circunstâncias seguir o coração de Deus. Ele não foi discipulado.
Talvez seu pai tenha lhe ensinado os princípios do Senhor, mas ele
não teve a graça de aprender os preceitos do Senhor como nós
podemos aprender hoje.

Ali mesmo naquelas planícies, com seu rebanho, Davi abriu seu
coração para Deus. Aqui está à chave do nosso chamado. Este
chamado não acontece quando temos desejo de fazer alguma coisa
para o Senhor, mas começa quando você aprende a conhecer o
coração de Deus. Deus se revela a você e você escancara o seu
coração para Deus e o seu coração começa a ser o coração de Deus.

Quando você começa a amar o coração de Deus, a vontade de Deus e


a comunhão com Deus, então você está apto para ouvir o chamado
de Deus. O chamado de Davi começa com a comunhão, não começa
com grandes obras, com grandes feitos, começa com uma profunda
comunhão com Deus.

A obra de Deus na minha vida não começou quando comecei a viajar


pelas nações, quando comecei o trabalho como produtor musical.
Começou a 31 anos atrás quando Deus se deu a conhecer a mim e eu
me dei a conhecer a ele.

Quando rasguei meu coração diante de Deus. Deus viu o meu


pecado, mas trouxe sobre mim o seu sangue. Deus começou a trazer
cura, trouxe a regeneração, trouxe a restauração e pude então
conhecer o seu coração. E vi que o coração de Deus é sem limites. É
um coração onde tem lugar para todos os seus filhos, é um coração
eterno.
Deus viu o coração de Davi por trás daquele rebanho, insignificante.
Deus pode ver os nossos corações não atrás de uma grande obra,
mas ali no nosso dia a dia, na nossa insignificância, na nossa rotina.
Deus está dizendo: “Eu estou vendo o teu coração. Eu estou olhando
para ti, eu estou vendo as obras do teu coração.” Deus não se
importa com grandes projetos, com grandes realizações neste
mundo. A obra de Deus começa na simplicidade de um coração
totalmente dele.

A chave do nosso chamado para fazer as grandes obras de Deus


começa na comunhão com Ele, em um coração disponível e
totalmente dele.