MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

ICA 53-2

SALA DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS DE AERÓDROMO (SALA AIS)

2009

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

INFORMAÇÃO AERONÁUTICA

ICA 53-2

SALA DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS DE AERÓDROMO (SALA AIS)

2009

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 20/SDOP, DE 27 DE ABRIL DE 2009. (*)

Aprova a reedição da Instrução que disciplina as atividades da Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo (Sala AIS).

O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1o, inciso III, letra g, da Portaria DECEA no 1-T/DGCEA, de 2 de janeiro de 2009, resolve: Art. 1o - Aprovar a reedição da ICA 53-2 "Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo (Sala AIS)", que com esta baixa. Art. 2o - Esta Instrução entra em vigor em 30 de abril de 2009. Art. 3o Revoga-se a Portaria DECEA no 28/SDOP, de 19 de julho de 2007, publicada no BCA no 144, de 30 de julho de 2007.

(a)

LUIZ CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA Cel Av Chefe Interino do Subdepartamento de Operações do DECEA

(*) Republicado por haver saído com incorreção no BCA no 084, de 11 de maio de 2009. (Publicado no BCA no 105, de 09 de junho de 2009)

ICA 53-2/2009

SUMÁRIO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ...................................................................................... 9 1.1 FINALIDADE ...................................................................................................................... 9 1.2 ÂMBITO .............................................................................................................................. 9 1.3 DEFINIÇÕES....................................................................................................................... 9 1.4 ABREVIATURAS E SIGLAS ........................................................................................... 12 2 SALA AIS DE AERÓDROMO .......................................................................................... 15 2.1 FINALIDADE .................................................................................................................... 15 2.2 LOCALIZAÇÃO................................................................................................................ 15 2.3 ÁREA ................................................................................................................................. 15 2.4 IDENTIFICAÇÃO ............................................................................................................. 16 2.5 MATERIAL ........................................................................................................................ 16 2.6 ATRIBUIÇÕES.................................................................................................................. 16 2.7 ZONA SERVIDA ............................................................................................................... 16 2.8 CATEGORIZAÇÃO .......................................................................................................... 17 2.9 SUBORDINAÇÃO ............................................................................................................ 18 2.10 IMPLANTAÇÃO ............................................................................................................. 18 2.11 INSPEÇÕES..................................................................................................................... 19 3 OBTENÇÃO DA INFORMAÇÃO .................................................................................... 20 3.1 FONTES DE INFORMAÇÕES ......................................................................................... 20 3.2 DOCUMENTOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS ............................................. 20 3.3 INFORMAÇÕES DE QUE A SALA AIS DEVE DISPOR................................................ 21 4 DISPOSIÇÃO DA INFORMAÇÃO .............................................................................. 23

4.1 APRESENTAÇÃO............................................................................................................. 23 4.2 DISPONIBILIDADE DE PUBLICAÇÕES ....................................................................... 24 4.3 ATUALIZAÇÃO DAS PUBLICAÇÕES........................................................................... 24 4.4 CONHECIMENTO DAS MODIFICAÇÕES PELOS OPERADORES............................. 24 4.5 VISUALIZAÇÃO .............................................................................................................. 25 4.6 CONTROLE E REGISTRO ............................................................................................... 25 4.7 INFORMAÇÃO POSTERIOR AO VOO........................................................................... 26 4.8 FORMULÁRIO DE REGISTRO DE INFORMAÇÃO ..................................................... 27

ICA 53-2/2009

4.9 OUTROS FORMULÁRIOS RECEBIDOS DOS USUÁRIOS .......................................... 27 5 PRESTAÇÃO DO SERVIÇO......................................................................................... 29

5.1 ATENDIMENTO AO USUÁRIO...................................................................................... 29 5.2 INFORMAÇÃO COMPLETA........................................................................................... 29 5.3 GRAU DE FAMILIARIZAÇÃO DO PILOTO COM A ROTA......................................... 29 5.4 INSTRUÇÃO VERBAL .................................................................................................... 29 5.5 IDIOMAS DE TRABALHO .............................................................................................. 32 5.6 COMUNICAÇÃO VERBAL COM TRIPULAÇÕES ESTRANGEIRAS......................... 32 5.7 LIVRO DE REGISTRO DE OCORRÊNCIAS (LRO)....................................................... 32 5.8 LIVRO DE RECLAMAÇÕES E SUGESTÕES................................................................. 32 5.9 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VOO (PIB)................................................ 33 5.10 SISTEMAS AUTOMATIZADOS ................................................................................... 35 6 PLANO DE VOO E ATUALIZAÇÕES CORRESPONDENTES .............................. 36

6.1 PROCEDIMENTOS........................................................................................................... 36 6.2 AÇÕES DO OPERADOR DA SALA AIS ......................................................................... 36 6.3 RECEPÇÃO POR TELEFONE OU FAC-SÍMILE............................................................ 40 7 INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS..................................................................... 43

7.1 INFORMAÇÕES EXPOSTAS .......................................................................................... 43 7.2 OUTRAS INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS ......................................................... 43 7.3 RESPONSABILIDADE PELA EXPOSIÇÃO................................................................... 44 7.4 SOLICITAÇÕES AO BANCO OPMET ............................................................................ 44 7.5 AERONOTIFICAÇÕES (AIREP) ..................................................................................... 44 8 COMUNICAÇÕES E COORDENAÇÕES ...................................................................... 45 8.1 PROCEDIMENTOS........................................................................................................... 45 9 FAMILIARIZAÇÃO COM A ÁREA DE ATUAÇÃO.................................................... 46 9.1 ASPECTOS PRINCIPAIS.................................................................................................. 46 10 PROCEDIMENTOS SUPLEMENTARES..................................................................... 47 10.1 ACIDENTE COM AERONAVE ..................................................................................... 47 10.2 REGRAS ESPECIAIS DE TRÁFEGO AÉREO PARA HELICÓPTEROS (ICA 100-4) ...... 47

........................................................................................................Informação pós-voo sobre inoperâncias ou deficiência no funcionamento de auxílios à navegação aérea e das comunicações terra-avião.......................... 49 Anexo A ............Publicações necessárias a uma Sala AIS ..................................................... 56 ÍNDICE................................................................... 53 Anexo D ......Formulário de registro de informação................................................ICA 53-2/2009 11 DISPOSIÇÕES FINAIS................. 52 Anexo E ..................................................................Relação do material mínimo necessário a uma Sala AIS............................ 53 Anexo F .....................................................................Área........................Painel informativo (Modelo) ........................Formulário de boletim de informação prévia ao voo ..... 50 Anexo B ...... 52 Anexo C .... 55 Anexo G ............................................................. 57 ..............

1141/GM5) . que a seguir são apresentados.1 AERÓDROMO Uma área definida sobre a terra ou água (incluindo quaisquer edifício. siglas e expressões.3 AEROPORTO Aeródromo público dotado de instalações e facilidades para o apoio às operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas. 1.ICA 53-2/2009 1 1. (OACI/Léxico) 1. têm os significados abaixo: 1. de cumprimento obrigatório.3 DEFINIÇÕES Para os fins dessa Instrução. despachantes operacionais de voo e demais usuários. (MAER/Port. quando for impossível ou desaconselhável dirigir-se para ou efetuar o pouso no aeródromo de destino previsto (ICA 100-12). aos operadores e aos usuários de uma Sala AIS de Aeródromo.3. aplica-se aos administradores.3. bem como a sua utilização pelos exploradores de aeronaves.2 ÂMBITO Essa Instrução. os vocábulos. 1.2 AERÓDROMO DE ALTERNATIVA Aeródromo para o qual uma aeronave pode prosseguir.3.1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES FINALIDADE A presente Instrução tem por finalidade estabelecer os critérios e os procedimentos básicos para a estruturação e a operação de uma Sala AIS de Aeródromo. 1. instalações e equipamento) destinada a ser usada total ou parcialmente para a chegada. pilotos. partida e movimento de aeronaves na superfície.

fiscalização veterinária e fitossanitária e procedimentos similares. (OACI/Anexo 15) 1. imigração. Listas de Verificação e Resumos. baseada em datas comuns de entrada em vigor.5 AIRAC (Regulamentação e Controle de Informações Aeronáuticas) .3.4 AEROPORTO INTERNACIONAL Todo aeródromo designado pelo Comando da Aeronáutica para ser utilizado como aeroporto de entrada ou saída para o tráfego aéreo internacional. das circunstâncias que requeiram mudanças nos métodos operacionais ou nos procedimentos. saúde pública.8 DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (IAIP) Conjunto de documentos que compreende os seguintes elementos: AIP. ou com assuntos de caráter técnico. SUP AIP. (OACI/Léxico) 1. com suas emendas. NOTAM. (OACI/Anexo 15) 1. AIC.9 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Informação necessária à segurança. mas que se relaciona com a segurança do voo. (OACI/Anexo 15) . onde se consideram os trâmites de alfândega.Sistema que tem por objetivo a notificação antecipada.3.10 ICA 53-2/2009 1.3. PIB. (OACI/Léxico) 1. (OACI/Léxico) 1. que seja de importância para as operações aéreas.6 BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VOO (PIB) Resumo impresso das informações aeronáuticas em vigor dentro de um período especificado. com a navegação aérea.3.3.7 CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIC) Publicação que contém informação que não requeira a expedição de um NOTAM nem a inclusão na AIP.3. regularidade e eficiência da navegação aérea. preparado antes do voo. administrativo ou legislativo.

3. (ICA 53-2) 1. ou com sua autorização.3.3. indispensáveis à navegação aérea. fiscalização e cobrança. gerados pela operação de aeronaves e destinados ao SICONFAC. (OACI/Anexo 15) 1. (OACI/Anexo 15) .ICA 53-2/2009 11 1.10 INFORMAÇÃO ANTERIOR AO VOO Informação aeronáutica à disposição dos aeronavegantes em uma Sala AIS de Aeródromo.11 INFORMAÇÃO ESTRANGEIRA Informação aeronáutica que o AIS recebe dos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações.16 PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS (AIP) Publicação editada por um país. 1. (INFRAERO) 1.3.13 INFORMAÇÃO POSTERIOR AO VOO Informe apresentado por um piloto.15 ÓRGÃO DE NAVEGAÇÃO AÉREA Expressão que identifica a estrutura organizacional responsável pela atividade de Navegação Aérea de uma Superintendência Regional. (ICA 53-2) 1. de um Aeroporto ou Grupamento de Navegação Aérea .3. referentes ao controle. que contém informações aeronáuticas de caráter duradouro.GNA.3.12 INFORMAÇÃO INTERNACIONAL Informação aeronáutica que o AIS emite aos Estados com os quais mantém intercâmbio de informações. (ICA 102-8) 1. diretamente ou através de terceiros. à Sala AIS de Aeródromo acerca de inoperâncias.14 MENSAGEM CONFAC Mensagem contendo dados selecionados. deficiências no funcionamento dos auxílios à navegação e das comunicações terra-avião ou a interferência de pássaros nas proximidades do aeródromo que possam ocasionar perigo para as operações de pouso e decolagem.3.

Circular de Informação Aeronáutica .Publicação de Informações Aeronáuticas .Carta Imagem Aeronáutica de Pilotagem . indica a fonte original da mesma. 1.Carta de Área . editar e divulgar informações aeronáuticas relativas ao território de um país e às áreas fora dele em que o país seja responsável pelo serviço de tráfego aéreo por acordo internacional.Carta Imagem de Navegação Aérea para Uso Militar .OACI 1:250. (OACI/Anexo 15) 1.3.Serviços de Informação Aeronáutica . bem como os informes referentes ao serviço de tráfego aéreo. as abreviaturas e siglas abaixo apresentadas têm os significados que lhes seguem: AGA AIC AIP AIRAC AIS ARC ATS CAP CAT CCAM CGN CHG CIAP CINAM CINAV .3.Centro de Comutação Automática de Mensagens .3. (ICA 53-2) 1.000 .18 SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIS) Serviço criado com o fim de reunir. Rotas Aéreas e Auxílios Terrestres . compilar.Centro Geral de NOTAM .Categoria .17 SALA DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS DE AERÓDROMO (SALA AIS) Órgão estabelecido em um aeródromo com objetivo de prestar serviço de informação prévia ao voo e receber os planos de voo que se apresentam antes da saída das aeronaves. após cada definição.Carta Aeronáutica de Pilotagem .Serviços de Tráfego Aéreo .Carta Imagem de Navegação Aérea Visual .19 SUPLEMENTO AIP (SUP AIP) Modificação temporária da informação que consta na AIP e que é publicada em folhas soltas especiais.Mensagem de Modificação . (OACI/Anexo 15) NOTA: O texto entre parênteses.4 ABREVIATURAS E SIGLAS Para os fins dessa instrução.Regulamentação e Controle de Informação Aeronáutica .12 ICA 53-2/2009 1.Aeródromos.

Folheto do Comando da Aeronáutica .Equipamento Radiotelemétrico .Sistema de Pouso por Instrumentos .Divisão de Gerenciamento de Navegação Aérea .Controle e Fiscalização da Aviação Civil .Circular Normativa de Tráfego Aéreo CIRTRAF .Departamento de Controle do Espaço Aéreo .Grupamento de Navegação Aérea .Circular Normativa de Informações Aeronáuticas CIRAIS .Comando Aéreo Regional .Zona de Controle .Despachante Operacional de Voo .Estações Prestadoras de Serviços de Telecomunicações e Tráfego Aéreo .Instituto de Cartografia Aeronáutica ou Instrução do Comando da Aeronáutica .Comunicações .Estação de Comunicações .Mensagem de Isenção de Tarifa .Destacamento de Controle do Espaço Aéreo .Impresso Especial de Proteção ao Voo .OACI 1:500.Carta de Rotas .Hora Estimada de Chegada/Estação de Telecomunicações Aeronáuticas .Documento de Arrecadação Tarifária .Divisão de Coordenação e Controle .Carta de Navegação Aérea Visual .Região de Informação de Voo .Plano de Voo Apresentado .Carta de Aproximação por Instrumentos .Mensagem de Atraso .ICA 53-2/2009 13 CINDACTA .Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária .Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo .Carta de Planejamento de Voo .Centro Meteorológico de Aeródromo CMA .Centro Regional de NOTAM .Documentação Integrada de Informações Aeronáuticas .Livro de Registro de Ocorrências .Regras de Voo por Instrumentos .Mensagem de Cancelamento de Plano de Voo .000 .Carta de Navegação Aérea para Uso Militar CNAM CNAV CNL COM COMAR CONFAC CRN CTR D-CCO D-GNA DAT DECEA DLA DME DOV DTCEA ECM EPTA ENRC ETA FIR FCA FPC FPL GNA IAC IAIP ICA IEPV IFR ILS INFRAERO ISE LRO .

Manual do Comando da Aeronáutica .Previsão do Tipo Tendência .Organização de Aviação Civil Internacional .14 ICA 53-2/2009 MET METAR MCA MOV MSG MTE NDB NOF NOTAM NOTIF OACI ONA PIB PLN RCSV RELPER RMK SAC SICONFAC SID SIGMET SPECI TAF TCA TEND UTC VFR WAC .000 .Relatório de Perigo .Carta Aeronáutica Mundial OACI 1:1.Mensagem de Transporte Especial .Mensagem .Saída Padrão por Instrumento .Radiofarol Não-direcional .Informe Meteorológico Aeronáutico Regular .Informação Meteorológica Significativa .Previsão de Aeródromo .Tabela do Comando da Aeronáutica .Observação .Informação Meteorológica Aeronáutica Especial Selecionada .Centro Internacional de NOTAM .Tempo Universal Coordenado .Plano de Voo .Meteorologia .Órgão de Navegação Aérea (INFRAERO) .Seção de Aviação Civil .Boletim de Informação Prévia ao Voo .Sistema Integrado de Controle e Fiscalização da Aviação Civil .Aviso para o Aeronavegante .Regras de Voo Visual .Mensagem de Movimento de Aeronave .Relatório Confidencial de Segurança de Voo .000.Notificação de Voo .

bem como receber e processar as mensagens ATS e CONFAC que lhe foram atribuídas. As dimensões da Sala AIS de Aeródromo de categoria A deverão perfazer. mas suas dimensões não deverão ser inferiores a uma área de 30 metros quadrados.3. no mínimo. 2. CMA. ECM. As Salas de categoria B e C poderão ser menores. 2. 2. em ambiente de relativo conforto para seus operadores e usuários. responsável pela arrecadação de tarifas. eficiente e regular de seus voos. 2. ECM. mesas e cadeiras que possibilitem consultar publicações e planejar voo.2 LOCALIZAÇÃO Deve estar situada em local de fácil acesso para os usuários. sem levar em consideração outras áreas a serem destinadas aos demais órgãos: SAC. uma área de 60 metros quadrados. CMA.1 SALA AIS DE AERÓDROMO FINALIDADE A Sala AIS de Aeródromo. da Estação de Comunicações (ECM) e do representante da administração do aeródromo.3 As Salas de Categoria D deverão dispor de área superior a 12 metros quadrados. permitir o afastamento excessivo das proximidades da Sala AIS.ICA 53-2/2009 15 2 2. ou simplesmente Sala AIS. B e C deverão ser padronizadas. nas proximidades do pátio de estacionamento das aeronaves e junto aos órgãos de despacho de voo das empresas aéreas.3. é um órgão do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). contudo. podendo variar a localização dos órgãos (SAC. do Centro Meteorológico de Aeródromo (CMA). balcões para exposição de material informativo.2 As Salas AIS de categorias A.3 2. segundo a configuração indicada no Anexo A a esta ICA.1 ÁREA A área deve ser ampla bastante para comportar cartas aeronáuticas em mural.) sem. . etc. etc.3. no mínimo. estabelecido com a finalidade de coletar. da Seção de Aviação Civil (SAC). selecionar e fornecer aos aeronavegantes as informações aeronáuticas necessárias à realização segura.

com todos os detalhes. Deverão. ser distribuídos pequenos painéis. semelhantes ao descrito. a freqüência com que as próprias empresas de transporte aéreo e os pilotos recorrem à informação prévia ao voo. que indiquem o seu acesso. o recebimento dos planos de voo. C 2. 2. que são apresentados antes das saídas das aeronaves. também.1 ZONA SERVIDA CONCEITO Zona Servida é a área geográfica a respeito da qual a Sala AIS deve disponibilizar as informações1 aeronáuticas. ao longo do trajeto.4.4.6 ATRIBUIÇÕES A Sala AIS tem como atribuições à prestação do serviço de informação prévia ao voo.16 ICA 53-2/2009 2.2 Se.7 2. pintada em cor negra sobre fundo amarelo no pátio de estacionamento das aeronaves (100cmx100cm). bem como dos informes referentes ao serviço de tráfego aéreo.5 MATERIAL A Sala AIS deve possuir o material mínimo necessário para que os seus operadores possam desempenhar suas tarefas com eficiência (ver Anexo B). será colocado um painel com a letra “C”. no saguão do aeroporto (40cmx30cm) e junto à entrada de acesso à Sala AIS (30cmx20cm).1 IDENTIFICAÇÃO A fim de facilitar sua localização. 2. que satisfaçam as operações de voo. a Sala AIS estiver situada em lugar de difícil localização.7. deverão ser colocados no pátio de estacionamento.4 2. desde o terminal de passageiros até a Sala AIS. por uma razão imperativa. a extensão e a complexidade das rotas que se originam no aeródromo e. 1 Devem ser consideradas a quantidade de tráfego. desenhos esquemáticos. em locais apropriados. 2. também. .

quando a área adjacente se referir a outro país. 2.2. e NOTA 3 : Quando uma Sala AIS tiver necessidade de fornecer informações que não façam parte da sua zona servida.7. mediante consulta prévia aos usuários que normalmente operam no aeródromo. NOTA 2 : Deve ser considerada como parte da zona servida. depois de prévia consulta às empresas aéreas e demais usuários que operam no aeródromo. em princípio.ICA 53-2/2009 17 2. NOTA 1: Os dados serão coletados mensalmente e adicionados aos dois anos anteriores.7. as áreas dos CRN adjacentes e os trechos das rotas ATS cujos voos se iniciem no aeródromo e se estendam além dessas áreas em voo direto até os aeródromos de primeiro pouso e alternativas. relativos às mensagens ATS (FPL + NOTIF + CHG + CNL + DLA).2 DETERMINAÇÃO 2. 2. supervisionados pelo respectivo CINDACTA/SRPV. a zona servida pode se restringir unicamente ao CRN da sua área.1 CATEGORIZAÇÃO A classificação de uma Sala AIS será determinada considerando o somatório dos dados estatísticos coletados durante os três últimos anos. .8 2. mensagens administrativas (LOC) e mensagens de transporte especial (MTE) veiculadas nas Salas AIS.3.2 Ela deve abranger. NOTA 2: A categoria das Salas AIS será divulgada anualmente pelo DECEA aos SRPV. levar-se-á em conta a respectiva FIR.7. NOTA 1: No caso de Sala AIS de aeroporto internacional.7. ou EPTA (Especial e CAT A). 2. determinar a zona servida correspondente à Sala AIS que lhe é subordinada. mensagens CONFAC ( MOV + ISE ). a área de jurisdição do CRN correspondente. um voo quinzenal.1 A zona servida deverá ser modificada conforme se produzam mudanças no tráfego ou. pelo menos.7. ONA. No caso das Salas AIS cujos voos são de pequena extensão.2.8. ela deverá solicitá-las ao SISNOTAM ou ao CRN da sua área (informações nacionais) ou ao CGN (informações estrangeiras) pelo meio mais rápido disponível. CINDACTA e à INFRAERO.3 ATUALIZAÇÃO DA ZONA SERVIDA 2.1 Cabe ao DTCEA. a respeito de suas necessidades presentes ou futuras. as rotas pelas quais se tiver.

.9. deve exercer a supervisão das operações. tanto de aeródromos civis quanto de aeródromos militares. 2. e d) Categoria D: as demais Salas AIS.9.8.18 ICA 53-2/2009 2.600.2 De acordo com esses dados.3 As Salas AIS localizadas em aeródromos cujo serviço de proteção ao voo está sob a responsabilidade da INFRAERO têm subordinação administrativa e operacional à citada Empresa.4 O SRPV ou CINDACTA em cuja jurisdição estão localizadas as Salas AIS. A responsabilidade operacional cabe ao DTCEA existente junto à Organização Militar. c) Categoria C: média mensal de mensagens ATS+CONFAC+LOC+MTE maior que 600 e menor ou igual a 1.2 As Salas AIS Militares são subordinadas administrativamente ao Comandante da Unidade Militar onde estão localizadas.1 SUBORDINAÇÃO As Salas AIS são subordinadas administrativa e operacionalmente ao respectivo DTCEA/ONA.9. 2. 2.5 A D-GNA é a responsável pela padronização dos procedimentos operacionais das Salas AIS de Aeródromo. 2.9. Efetivação. Ativação e Desativação no Âmbito do DECEA”.000. 2.10 IMPLANTAÇÃO A implantação de Salas AIS deve ser efetuada mediante solicitação do interessado ao Subdepartamento de Operações do DECEA. b) Categoria B: média mensal de mensagens ATS+CONFAC+LOC+MTE maior que 1.600 e menor ou igual a 4.000.9 2. conforme o descrito no capítulo 6 do MCA 63-4 “Homologação. 2. as Salas AIS de Aeródromos são classificadas em: a) Categoria A: média mensal de mensagens ATS+CONFAC+LOC+MTE maior que 4.9.

NOTA: A INFRAERO cumprirá o seu programa de inspeções.11. após a inspeção. quando a inspeção for realizada pelo DECEA.11. o chefe da equipe deverá informar aos operadores a situação do órgão vistoriado.6 A inspeção de uma Sala AIS de um DTCEA ou ONA será efetuada. de acordo com as normas adotadas pela empresa.11. 2. . quando a Sala AIS for operada por essa empresa.11.3 Em cada localidade. e c) INFRAERO. que será remetido para o (a): a) DECEA.11. por um Supervisor ou Operador AIS em atividade. quando a inspeção for realizada pelo SRPV/ CINDACTA. deverá ser elaborado um relatório. obrigatoriamente. valorizando os aspectos positivos e mostrando as discrepâncias encontradas. deverão ser avaliados todos os aspectos tratados nessa ICA.11 INSPEÇÕES 2.ICA 53-2/2009 19 2.11. 2. bem como corrigi-las.4 Até 30 dias após a inspeção. 2. b) CINDACTA/SRPV que tenha jurisdição sobre a Sala AIS. 2. 2.5 As Salas AIS das EPTA serão inspecionadas de acordo com o indicado na ICA 63-10.2 Durante a inspeção.1 As Salas AIS dos DTCEA/ONA deverão ser inspecionadas anualmente pelo DECEA e/ou pelos CINDACTA/SRPV em suas respectivas áreas de responsabilidade.

pelos pilotos (informação pós-voo) e pelas autoridades e serviços locais. de caráter permanente. relacionadas com a proteção ao voo. ENRC.2.1 OBTENÇÃO DA INFORMAÇÃO FONTES DE INFORMAÇÕES As informações que devem estar disponíveis em uma Sala AIS serão fornecidas pela Divisão de Informações Aeronáuticas. bem como aquelas que se publicam segundo o sistema AIRAC. mas que não sejam próprias para publicação em AIP. 3. 3. mas necessitem ser difundidas antes que se publique uma emenda ao documento de informações básicas pertinente.5 As informações necessárias aos voos que se destinam ao exterior2 estão publicadas em AIP. são as contidas nos Manuais AIP-BRASIL. NOTAM ou SUP AIP.2 3. 2 Paises com os quais o Brasil mantém intercâmbio .2.2 As informações básicas. administrativo ou de assessoramento. CNAV (antigas CNAM) e CINAV (antigas CINAM). AIP-MAP e ROTAER e nas FPC. NOTAM. 3. 3.2.2.20 ICA 53-2/2009 3 3. pelos CRN. 3. SUP AIP e AIC estrangeiros e devem estar disponíveis nos aeroportos internacionais. pelo CGN.4 As informações de caráter puramente explicativo.3 As informações de caráter temporário. no que for relacionado com as deficiências operacionais do aeródromo. são publicadas nas AIC. meteorologia. comunicações e busca e salvamento (ver 4.2. são divulgadas nos NOTAM e SUP AIP.1 DOCUMENTOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS As informações aeronáuticas específicas são encontradas nas publicações editadas pelo DECEA. referentes a tráfego aéreo. ou seja.2). CAP. WAC. ARC. ou que sejam de caráter permanente.

l) cartas adequadas ao planejamento de voo . Essas informações devem ser preparadas pela Sala AIS e expostas com destaque antes mesmo de publicadas por NOTAM ou SUP AIP.ICA 53-2/2009 21 3. ARC e AIP.3. CBA e ICA 100-12.3 3.NOTAM e SUP AIP.AIP e ROTAER. CAP. saída e sobrevoo do país. c) aeródromos e serviços neles existentes . d) auxílios à navegação aérea e instalações de comunicação do serviço móvel aeronáutico .AIP. . ARC. e) instalações e serviços meteorológicos . dando-se conhecimento delas ao órgão ATS local. ARC e ENRC. FPC. h) espaços aéreos controlados e espaços aéreos condicionados . ICA 100-15. CNAV (antigas CNAM) e CINAV (antigas CINAM)3.AIP. ENRC. aplicáveis às aeronaves civis em voo internacional . f) regras do ar e serviços de tráfego aéreo .FPC. b) regulamentos relativos à entrada. k) informações relativas à sobrevivência .AIP. de CAP e CIAP. i) perigos para a navegação aérea em caráter temporário .AIP. quando for o caso. ICA 100-11. ENRC.AIP.MMA 64-2. g) preenchimento do plano de voo e mensagens ATS relacionadas . WAC. MCA 53-1 e MCA 100-11. j) meios de busca e salvamento . ICA 100-13. ROTAER.AIP.AIP e ROTAER. também. m) informações4 relativas às condições operacionais do aeródromo. ENRC e ARC.1 INFORMAÇÕES DE QUE A SALA AIS DEVE DISPOR São as seguintes as informações (e documentos onde elas são encontradas) que normalmente devem estar disponíveis em uma Sala AIS: a) rotas ATS .IAC. dos 3 4 As Salas AIS Militares disporão. SID.

22 ICA 53-2/2009 serviços. q) veículo ultraleve motorizado – ICA 100-3. e t) prorrogação. quando não houver operador MET. por exemplo: − trabalhos de construção ou de manutenção da área de manobras ou contígua à mesma. n) informações meteorológicas. canais de VHF do serviço móvel aeronáutico. sinalizadas ou não. bem como dos seguintes equipamentos: VOR. r) obrigatoriedade de equipamento transponder no espaço aéreo brasileiro – AIP e CIRTRAF 100-23.ICA 63-13 (Procedimentos dos Órgãos do SISCEAB Relativos com AVOEM e AVODAC e AIP-Brasil). . sistema de observação do alcance visual da pista (RVR) e fonte secundária de energia elétrica. dos auxílios visuais e da área de manobras como. DME. abaixo do nível mínimo da referida FIR – AIP. s) voos IFR fora da rota ATS. dos auxílios-rádio. − parte em desnível da área de manobras. NDB. tais como trechos esburacados das pistas de pouso e de táxi. das instalações aeronáuticas e dos auxílios-rádio à navegação e visuais – MCA 102-7. − aeronaves estacionadas ou outros objetos nas pistas de táxi ou em suas laterais. ICA 100-2 e MCA 53-1. o) sobrevoo do espaço aéreo sob jurisdição do Brasil por aeronaves estrangeiras . em dias não previstos. p) informação referente a aeródromos – MCA 53-1. incluindo os marcadores e balizadores. e − inoperância do ILS. antecipação e abertura.

1 4.2 e 2. NOTA 2: As CNAV e as CAP devem restringir-se a um raio de 100km. podendo possuir cobertura de vidro ou plástico. IEPV 100-6.1 DISPOSIÇÃO DA INFORMAÇÃO APRESENTAÇÃO A extensão da zona servida e a disponibilidade de espaço na Sala AIS serão os fatores determinantes da disposição que as informações aeronáuticas terão (ver 2. ativadas por NOTAM.1. IEPV 53-11.ICA 53-2/2009 23 4 4.3). nas paredes ou em balcões apropriados.3). RCSV e RELPREV.3. d) serão colocadas em molduras. c) os SUP AIP somente serão expostos se o seu conteúdo for necessário para esclarecer ou complementar o texto de algum NOTAM. e g) os seguintes impressos deverão estar disponíveis aos aeronavegantes: IEPV 531. WAC ou CNAV que abranjam. b) as publicações de informações básicas estarão disponíveis para consultas dos aeronavegantes de forma que estes as encontre com a menor interferência possível dos operadores da Sala (ver 4. serão assinaladas em um painel ou mural (ver Anexo H). e) as advertências à navegação aérea (espaços aéreos condicionados) em caráter temporário e as áreas estabelecidas em caráter permanente. pelo menos. freqüências disponíveis e outras informações que se façam necessárias (ver Anexo H). f) serão expostas em painéis as informações operacionais tais como: as horas do nascer e do pôr-do-sol no aeródromo.3. NOTA 1: As WAC devem restringir-se à zona servida dos voos VFR. condições meteorológicas. . as cartas ENRC dos espaços aéreos superior e inferior. bem como a carta da área terminal (ARC) em que o aeródromo se localiza. FPC. serão considerados os seguintes fatores de aplicação geral: a) o material informativo será disposto em uma ordem lógica. Entretanto. de modo que o usuário tenha de se locomover o mínimo possível. de maneira a facilitar a auto-informação. a zona servida.

de modo que não seja prático anotá-lo no local apropriado. anotando-se esse fato no lugar onde a emenda deveria ser inserida. bem como os cancelamentos e a edição de novas publicações (ver capítulo 5).1 As Salas AIS deverão dispor de publicações aeronáuticas atualizadas e colecionadas em pastas distintas por tema ou assunto (AIS. ATS.2 As Salas AIS devem possuir dois conjuntos de Publicações AIS (AIP.2 A referência ao documento originador da atualização manuscrita deve estar indicada nas publicações e nas cartas. COM.1 ATUALIZAÇÃO DAS PUBLICAÇÕES As publicações aeronáuticas são atualizadas através de folhas substitutivas e emendas por SUP AIP. também.3 As FPC. verificar se foram inseridas nelas todas as informações permanentes em vigor até a data da atualização. Biblioteca. AIP-MAP e ROTAER). 4. deve. . Para informações mais atualizadas.2. A informação deve ser anotada com tinta de cor vermelha.3.2. etc. Essas publicações estão discriminadas no Anexo C.). ENRC e ARC deverão ser recebidas nas quantidades necessárias para a exposição em quadros murais e no balcão. além de substituir as páginas e cartas.2.4 CONHECIMENTO DAS MODIFICAÇÕES PELOS OPERADORES Os operadores de Sala AIS deverão estar aptos a informar aos usuários quaisquer modificações introduzidas nas publicações aeronáuticas. Esquadrões. ATS. 4. para consulta dos usuários. são de responsabilidades desses Órgãos. Caso o texto do SUP AIP seja muito extenso. AIP-MAP e ROTAER) e as reedições das cartas FPC. o documento poderá ser colocado nas proximidades do item modificado.3 4. 4. 4. no momento que entra em vigor. NOTA 1: O especialista AIS deve observar que.2 DISPONIBILIDADE DE PUBLICAÇÕES 4. etc.24 ICA 53-2/2009 4. MET. COM. no momento em que suas emendas entrarem em vigor.3. de forma a estarem atualizados e disponíveis um exemplar de cada publicação. ENRC e ARC são corrigidas até uma data especificada na AIC correspondente. 4.3 As emendas às Publicações AIS (AIP. deve-se consultar os NOTAM e os SUP AIP posteriores a essas datas. 4. Cada pasta deve conter um índice das publicações que possui. ao atualizar uma publicação ou carta. NOTA 2: A dotação e atualização das publicações dos órgãos MET.3. SAR.

4. relativos à zona servida.1.1 CONTROLE E REGISTRO SUPLEMENTO AIP (SUP AIP) 4. nacionais e estrangeiras. devem ser imediatamente solicitados ao ICA . Porém. nas publicações e sobre a cobertura de vidro ou plástico. o previsto em 5. 4. a de registrar os números dos NOTAM. de SUP AIP nacional.6. para as informações de caráter permanente. desde que apresentem a mesma eficiência e objetividade. deve ser. preferencialmente uma para cada país. Ainda assim. No local correspondente a cada informação. pelo menos.1. preferencialmente uma para cada país. através de mensagem escrita.1. Eles serão destinados a: a) pasta geral de SUP AIP. 4. 4.2 As AIC faltantes.6.2 Os SUP AIP estrangeiros serão arquivados em pastas separadas.6. Isso possibilitará ao piloto verificar apenas as informações que interessem ao seu voo. para as informações de caráter temporário. arquivados em ordem crescente.1.2.6. devem ser imediatamente solicitadas ao .ICA 53-2/2009 25 4.1 Cada Sala AIS deverá receber duas cópias.2 CIRCULARES DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA 4. ao longo das rotas.6.1 A Sala AIS manterá as AIC devidamente catalogadas e expostas em pastas. (mencionadas em 4. no mínimo. nacionais e estrangeiros. de onde deverão ser destacados ou recortados os textos para atualização das publicações e cartas ou para complementar a exposição dos NOTAM (ver 4. será anotado a tinta de cor vermelha.d).2.1 e).3 Os SUP AIP faltantes.6.6 4.2 deve ser observado. e a lápis. e b) pasta ou fichário complementar. NOTA: As cartas expostas deverão mostrar em local bem visível a data de efetivação das mesmas.5 VISUALIZAÇÃO Uma das formas para permitir a visualização das informações referentes às localidades. outros procedimentos poderão ser adotados. 4.6.

AIP-MAP. diretamente. ROTAER.1 APRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO PÓS-VOO 4.3 LISTAS DE VERIFICAÇÃO 4. através de mensagem escrita. através de mensagem escrita.4.6.7. percebidas pelas tripulações. Deve sempre confrontar a lista com o controle que é efetuado na própria Sala. ou b) verbalmente e.1 As listas de verificação de AIP.6.7 INFORMAÇÃO POSTERIOR AO VOO A principal finalidade da informação pós-voo é assegurar que as inoperâncias. NOTA: O Especialista AIS deve ter especial cuidado ao processar as listas de verificação.26 ICA 53-2/2009 ICA.3. SUP AIP. ele estará valorizando o trabalho da Sala e evitará jogar fora material em vigor ou efetuar solicitações desnecessárias.7. ou de AIC.6. ou os pilotos. Com este procedimento.1. bem como páginas faltantes e assinaturas novas devem ser solicitadas imediatamente.6. sejam elas de AIP. as unidades aéreas da FAB. nesse caso.3. 4.IEPV 53-11 (ver Anexo D ).4 PUBLICAÇÕES FALTANTES 4. o formulário será preenchido pelo operador AIS. poderão apresentar a informação na Sala AIS: a) por escrito em formulário apropriado . através de seus representantes no aeródromo. 4.1 As publicações (convencionais ou não) e cartas aeronáuticas nacionais e estrangeiras. 4. 4. sejam comunicadas prontamente aos órgãos encarregados da manutenção desses equipamentos.1 As empresas aéreas. AIP-MAP e ROTAER devem ser processadas logo após a inserção de uma emenda nesses manuais. 4.2 As listas de verificação dos SUP AIP e das AIC devem ser processadas assim que forem recebidas. as deficiências no funcionamento dos auxílios à navegação e das comunicações terra-avião ou a interferência de pássaros nas proximidades do aeródromo que possam ocasionar perigo para as operações de pouso e decolagem.6. ao órgão (ou setor) designado pelo DECEA a prestar esse serviço. . NOTA: As Salas AIS operadas pela INFRAERO solicitarão de acordo com as normas estabelecidas por aquela Empresa.

8 4. para que comunique ao NOF correspondente os detalhes da informação recebida. para que esta acione o órgão encarregado da manutenção. 4. ainda.7).1 Recebida a informação pós-voo.9 OUTROS FORMULÁRIOS RECEBIDOS DOS USUÁRIOS Ao serem recebidos os outros formulários preenchidos pelos usuários (IEPV 100-6. 4.7. RCSV.8. 4. b) se o equipamento inoperante ou deficiente for de responsabilidade local. 4. acrescentando que ainda não foi confirmada. será impresso. o operador da Sala AIS deverá tomar providências para que a . bem como as instruções para preenchimento estão contidos no Anexo E dessa Instrução. comunicará o fato imediatamente ao órgão encarregado da manutenção.2 Esse formulário comporá as páginas do Livro de Reclamações e Sugestões (LRS) e. correções ou novas informações a serem divulgadas nas publicações e cartas editadas pelo DECEA. NOTA: O modelo do Formulário de Registro de Informação (IEPV 53-1).1 FORMULÁRIO DE REGISTRO DE INFORMAÇÃO Deve ser utilizado pelos usuários do SISCEAB com as seguintes finalidades: a) remessa de sugestões. c) se o equipamento não for de responsabilidade local. em formato reduzido e distribuído juntamente com as emendas do ROTAER. e b) registro de reclamações e sugestões dos usuários (pilotos/DOV). o CGN deve ser informado. RELPREV etc). e e) utilizará a informação nos atendimentos pré-voos.8. d) se a irregularidade se refere a uma instalação operada por outro país. compatível com a informação relatada pelo usuário. o fato deverá ser comunicado imediatamente para a Sala AIS correspondente. também. o operador da Sala AIS tomará as seguintes providências: a) fará registro no livro de ocorrências (LRO) ou em livro próprio (ver 5.ICA 53-2/2009 27 4.3 O formulário deve ser objeto de encaminhamento imediato.8.2 PROVIDÊNCIAS DA SALA AIS 4.2.7.

encaminhando. . e c) RELPREV – ao setor responsável pela atividade em que foi detectada a condição de risco através do elo do SIPAER. conforme o seguinte: a) IEPV 100-6 – ao SRPV/CINDACTA ou Centro de Negócios Aeroportuários (INFRAERO). de imediato. b) RCSV – ao CENIPA.28 ICA 53-2/2009 cadeia de informação não sofra interrupção.

deseja obter somente as informações atualizadas para realizar seu voo. Como isso não pode depender simplesmente da memória do operador. 5. a polidez no tratamento. Uma vez conhecedor do voo que o piloto deseja realizar.3 GRAU DE FAMILIARIZAÇÃO DO PILOTO COM A ROTA As informações a serem fornecidas dependerão do voo planejado. apresenta-se. o operador da Sala deve estar certo de que são as mais completas para as necessidades do piloto.4 INSTRUÇÃO VERBAL As informações a serem fornecidas variam com as circunstâncias e.ICA 53-2/2009 29 5 5.2 INFORMAÇÃO COMPLETA No momento em que o piloto se apresenta à Sala AIS. são provavelmente os que mais necessitam dessas informações. Neste contexto. mas. Assim. o bom uso das palavras do vernáculo e uma boa apresentação pessoal. o operador as providenciará de acordo com as necessidades. devendo as mesmas estarem dispostas organizadamente. Os voos nãoregulares e os de turismo. também. deve estar constantemente bem informado a respeito do conteúdo dos NOTAM. uma relação de informações dentre as quais algumas podem estar relacionadas com determinado voo em particular: . Por isso. necessárias à segurança e eficiência do voo. 5. não só é importante a qualificação do operador para o desempenho dessa função.4). o que dependerá do grau de familiarização do piloto com a rota. o operador AIS deve completá-las se utilizando de INSTRUÇÕES VERBAIS (ver 5. o comedimento da linguagem. a seguir.1 PRESTAÇÃO DO SERVIÇO ATENDIMENTO AO USUÁRIO A Sala AIS é o local adequado para o planejamento de um voo. o operador da Sala AIS é um importante elo do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) com os usuários. Esse planejamento é realizado pelo usuário através da obtenção das informações atualizadas. pelo contato direto que estabelece. Nos casos em que o piloto necessite de informações mais detalhadas. 5. especialmente com tripulação estrangeira. assim.

c) instalações e procedimentos de comunicação: − disponibilidade e condições de uso de instalações de comunicação aeroterrestre. especialmente as condições de utilização de suas instalações e serviços. d) perigos para a navegação aérea: − espaços aéreos condicionados temporária ou permanentemente ativados ao longo da rota. e − procedimentos aplicáveis a rotas ou a procedimentos de saída por instrumento. ao longo da rota. . e) informações adicionais de interesse para o voo planejado: − trabalhos de construção ou de manutenção na área de manobras ou adjacentes as mesmas. e − procedimentos locais de circulação e controle de tráfego aéreo. − mudança na categoria disponível para salvamento e proteção contra incêndio do aeródromo. b) informação de rota e de destino: − sugestões referentes à utilização de rotas. e − outras atividades no espaço aéreo. especialmente em rotas transoceânicas ou sobre selva. − procedimentos aplicáveis. distâncias. novos ou modificados. − regulamentos aplicáveis ao controle de tráfego aéreo. − rumos. topografia geral e características. e − freqüências e horários de funcionamento dos serviços. − disponibilidade e condições de utilização dos aeródromos de destino e alternativas e de outros em caso de emergência. − disponibilidade de auxílios para a navegação aérea e suas condições de utilização. que não impliquem na ativação de espaços aéreos condicionados.30 ICA 53-2/2009 a) regulamentos e procedimentos: − publicações básicas e emendas recentes. bem como níveis de segurança em rota. − disponibilidade de meios de busca e salvamento.

incluindo as luzes de aproximação. SBAS. − avarias. de cabeceiras. sistema de observação do alcance visual na pista (RVR). as sob responsabilidade das Nações Unidas. de obstáculos. GBAS. DME. e qualquer procedimento ou limitações que se apliquem a respeito. de pistas de táxi. e fonte secundária de energia elétrica. e − ocorrência de missões operacionais humanitárias de socorro. SSR. . incluindo seu efeito na frenagem. dos seguintes elementos: MLS. por exemplo as partes deterioradas da superfície das pistas e das pistas de táxi. o funcionamento irregular e as variações no estado operacional do ILS (incluindo os marcadores). tais como. − presença de outros perigos ocasionais.ICA 53-2/2009 31 − partes desiguais da área de manobras. VOR. NDB. de pistas. gelo ou água nas pistas e pistas de táxi. − presença de aves que podem ser um perigo para as operações de aeronaves. assim como. − presença e profundidade da neve. − aeronaves estacionadas ou outros objetos nas pistas de táxi ou próximo as mesmas. GNSS básico. canais de VHF do serviço móvel aeronáutico. de áreas inoperantes na área de manobras e a fonte de energia elétrica do aeródromo. tanto se estão sinalizadas ou não. − avaria ou o funcionamento irregular de uma parte ou de todo o sistema de iluminação do aeródromo. PAR. SER.

5.8.1 IDIOMAS DE TRABALHO Os idiomas oficiais da OACI são: o inglês. d) informes dos pilotos.7 5. e b) utilizar as palavras do léxico da OACI e de outros documentos que se encontrem em uso na aviação civil internacional. nos serviços aeronáuticos. o espanhol. o árabe e o chinês. 5.1 LIVRO DE REGISTRO DE OCORRÊNCIAS (LRO) A Sala AIS deve possuir um Livro para Registro das Ocorrências (LRO). o operador da Sala AIS deve tomar os seguintes cuidados: a) a dicção deve ser clara e pausada.7. O Brasil adota oficialmente o inglês para esse fim.32 ICA 53-2/2009 5. e e) qualquer ocorrência que. o francês. verificadas durante os turnos de serviço. tais como: a) recebimento e passagem do serviço. c) inoperância de equipamentos da Sala. mencionado em 4.6 COMUNICAÇÃO VERBAL COM TRIPULAÇÕES ESTRANGEIRAS Ao comunicar-se verbalmente com uma tripulação estrangeira.5 5. quando não houver um livro próprio. 5. o russo. na medida do possível.2 Os operadores das Salas AIS dos aeródromos internacionais deverão estar habilitados para atender os usuários no idioma inglês. Nele serão registrados todos os fatos importantes ou não rotineiros. 5. um ou mais desses idiomas para o seu relacionamento com os órgãos e tripulações estrangeiras. Os países membros da OACI devem adotar.8 LIVRO DE RECLAMAÇÕES E SUGESTÕES . b) operadores em cada turno de serviço.5.5. tenha prejudicado o bom andamento do serviço. de algum modo.

a partir do último NOTAM de cada CRN e NOF que estiver no backup. quando utilizarem o SISNOTAM local. pelo menos uma vez por turno de serviço. 5. disponível no SISNOTAM. b) inserir (imediatamente após a recepção) todos os NOTAM no computador relativos ao CGN e aos CRN e NOF que fazem parte da sua zona servida.9.8. que fazem parte da sua zona servida. b) receber todos os NOTAM dos CRN ou NOF.9. essas informações e sugestões ao escalão superior.1 Para isso os operadores deverão: a) reproduzir esse tipo de boletim e fornecer aos pilotos ou DOV cada vez que estes apresentarem seus planos de voo.9. deverá responder ao informante. para possibilitar o controle da numeração. 5. c) fazer um Backup do programa SISNOTAM.8. um livro para registro de reclamações e sugestões dos pilotos.9).2 Quando da inoperância do SISNOTAM ou do SISNOTAM Local.1. a fim de que esse resolva ou lhes dê o destino adequado.1 clara.9 5. independente de solicitação. NOTA: Sempre que possível.2 As folhas desse livro terão a mesma formatação do Formulário de Registro de Informação (ver 4.ICA 53-2/2009 33 5. quando não for de sua competência resolver. 5. c) solicitar imediatamente os NOTAM faltantes através de mensagem escrita ou BOLETIM DE INFORMAÇÃO PRÉVIA AO VOO (PIB) É compulsório as Salas AIS colocarem à disposição das tripulações de voo uma lista dos NOTAM em vigor na forma de boletins de informação prévia ao voo (PIB) em linguagem . O Chefe da Sala AIS encaminhará. relatando-lhe as providências tomadas. 5. a Sala AIS deverá: a) manter controle rigoroso dos NOTAM recebidos. também. através do uso de ficha específica. NOTA: Esse backup deverá ser realizado através da opção “BOLETIM por FIR".1 A Sala AIS deve possuir. o chefe do órgão ao qual a Sala AIS estiver subordinada. que será utilizado caso o sistema fique inoperante.

d) estabelecer mecanismos específicos para gerenciar de forma adequada a base de dados de NOTAM em vigor e evitar que informações canceladas permaneçam em exposição.34 ICA 53-2/2009 oral ao CGN. c) inserir (imediatamente após a recepção) todos os NOTAM no computador relativos ao CGN e aos CRN e NOF que fazem parte da sua zona servida.3 MANUAL OU SEMI-AUTOMATIZADO Toda Sala que não dispuser de microcomputador para acessar o SISNOTAM deverá preparar o PIB de acordo com o formulário padronizado (ver Anexo G). 5. 5. As instruções complementares estão contidas no MCA 53-1. tanto as nacionais quanto as estrangeiras. imediatamente após o seu recebimento. considerando os NOTAM recebidos após a inoperância do SISNOTAM.4 AUTOMATIZADO Nas Salas AIS onde estiverem à disposição os terminais do SISNOTAM as pastas de exposição de NOTAM ou o formulário padronizado de PIB poderão ser substituídos pelos relatórios obtidos nesse sistema.9. e ao CRN em cuja área está localizada a Sala AIS. d) processar as listas de verificação de NOTAM. para as Salas que utilizam o SISNOTAM LOCAL. quando se tratar de NOTAM estrangeiro. que serão utilizados como base de informação. e) observar atentamente quando os NOTAM PERM forem inseridos nas publicações. f) comparar as listas recebidas dos centros expedidores de NOTAM e as geradas pelo computador da Sala AIS sempre que forem recebidas as Listas de Verificação de NOTAM em vigor. e .9. os boletins mais solicitados pelos usuários da Sala. caso o sistema fique inoperante. diariamente. independentemente de solicitação. b) extrair. e e) editar os PIB a partir do backup. Para isso os operadores deverão: a) reproduzir esse tipo de boletim e fornecer aos pilotos ou DOV cada vez que estes apresentarem seus planos de voo. quando se tratar de NOTAM nacionais.

10 SISTEMAS AUTOMATIZADOS 5.1 O DECEA disponibiliza três sistemas automatizados e um arquivo em excel.10. para as atividades relativas aos planos de voo e d) planilha para o cálculo do nascer e pôr-do-sol. b) AISWEB.10.ICA 53-2/2009 35 g) analisar as divergências observadas entre essas listas e. para a prestação do Serviço.4 O suporte técnico-operacional deverá ser solicitado ao Órgão Regional da jurisdição da Sala AIS. c) SAIS. com os sistemas acima mencionados. para as consultas inerentes às publicações de informações aeronáuticas. .3 Caso o serviço de meteorologia disponibilizado pela Rede MET seja fornecido com acesso de ponto comum. nos Órgãos AIS. se for o caso.10. 5. 5. o DECEA deverá ser consultado. 5.1. NOTA: Para a instalação de qualquer outro sistema em Órgão AIS. 5. de uso obrigatório. efetuar contato com o CRN respectivo para obter o esclarecimento desejado ou informar a discrepância constatada.2 Os computadores disponililizados pelo DECEA nas Salas AIS destinam-se exclusivamente à utilização dos sistemas citados em 5.10. para as atividades relativas ao Serviço de NOTAM. a saber: a) SISNOTAM.10. esse serviço ficará sob a gerência da autoridade de meteorologia responsável pela qualidade da informação.

2 6. bem como das mensagens ATS estão contidos em publicações específicas. NOTA: O operador da Sala AIS do aeródromo de partida do voo. 6. com as quais os operadores da Sala AIS devem estar perfeitamente familiarizados. tão logo receba o FPL.36 ICA 53-2/2009 6 PLANO DE VOO E ATUALIZAÇÕES CORRESPONDENTES O local adequado para preenchimento e entrega do plano de voo (PVS e PVC). NOTA: Caso algum campo esteja indevidamente preenchido. o operador deve solicitar ao apresentador que o corrija e somente receberá o plano de voo ou uma Mensagem ATS após essa providência. . corretamente preenchido. d) quando no CAMPO 18 estiverem introduzidos os códigos de "autoridade a bordo" e de "serviços solicitados". 6. o IEPV 100-20 (Plano de Voo Completo) e o IEPV 100-30 (Mensagem de Atualização de Plano de Voo). assim como as suas respectivas mensagens de atualização (DLA. quando em seus campos forem inseridos dados que atendam às instruções e/ou manuais vigentes publicados pelo DECEA. c) verificar se os campos5 estão corretamente preenchidos. será o responsável pela confecção e transmissão da respectiva MTE. proceder conforme as instruções contidas no FCA 63-50. dentre as assinaladas no Anexo C. b) exigir a observância dos prazos estabelecidos. o operador da Sala AIS deverá: a) observar se os campos estão preenchidos à caneta azul ou preta e sem rasura. CHG e CNL).2. onde estão disponíveis as informações sobre aeródromos e rotas. ou mensagem ATS.1 PROCEDIMENTOS Os procedimentos para veiculação dos planos de voo.1 AÇÕES DO OPERADOR DA SALA AIS Ao receber o IEPV 100-7 (Plano de Voo Simplificado). é a Sala AIS. 5 Entende-se como plano de voo.

sendo. os aeródromos envolvidos (AD PART. observar as instruções contidas na ICA 100-13. fica dispensada a exigência do preenchimento deste campo. No caso deste voo ser realizado inteiramente em ATZ. necessário o preenchimento de um Plano de Voo Completo (IEPV 100-20). para ser utilizado nos casos de falha de comunicação bilateral. CTR ou TMA adjacentes. f) quando se tratar de plano VOCOM. g) verificar o preenchimento do CAMPO 13 (AD PART) e do CAMPO 16 (AD DEST e AD ALTN) do Plano de Voo (completo ou simplificado). observando os seguintes critérios: − pelo menos um aeródromo de alternativa deve ser indicado. temporária ou definitivamente. no caso específico de voo VFR no período noturno. CTR ou TMA. quando o aeródromo de destino for o mesmo aeródromo de partida.ICA 53-2/2009 37 e) quando se tratar de plano de voo de aeronaves estrangeiras militares e civis. − é obrigatório o preenchimento deste campo com. pelo menos. − os aeródromos envolvidos deverão estar registrados ou homologados e operando em condições que permitam a operação pretendida. − existindo uma interdição ou impraticabilidade. para pouso ou decolagem. sendo o último trecho de IFR para VFR. fica vedada a utilização do aeródromo. num raio de 50km (27NM) do aeródromo de partida. ou na inexistência desses espaços aéreos. um aeródromo homologado IFR. no período estabelecido pela interdição ou impraticabilidade. mesmo que não exista um aeródromo de alternativa habilitado para operação noturna no espaço aéreo em questão. entretanto. quando for inserido no ITEM 15 “ROTA” mudanças de regra de voo. − tratando-se de voo VFR de helicóptero. − referente ao parágrafo anterior. AD DEST e AD ALTN) deverão estar situados inteiramente dentro de uma ATZ. no todo ou em parte. será dispensado da obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuir credencial para voo IFR. − no caso de um plano de voo simplificado (Notificação de Voo). observar o indicado na ICA 63-13 e AIP-Brasil. também será dispensado da .

h) excepcionalmente. a fim de possibilitar que tal fato seja analisado. j) caso a sala receba um FPL referente a um voo partindo do correspondente aeródromo e perceba que há falhas nessa mensagem que comprometam o envio da mesma ao ACC. com a Sala AIS que recebeu o PLN. conforme alínea c). houve falha em relação ao cumprimento do disposto em i) acima. a Sala AIS que receber o plano de voo deverá encaminhar as mensagens ATS pertinentes (FPL. CHG. entretanto. esse Plano deve ser transmitido somente a essa Sala AIS. penalizar o voo em questão devido aos erros que deveriam ter sido corrigidos quando da apresentação do correspondente PLN. deverá: − envidar todos os esforços possíveis para resolver as falhas detectadas em coordenação. . independentemente da EOBT. considerando que. pelos meios adequados. sempre possível. no máximo. bem como as medidas pertinentes para a correção e prevenção implementadas. sendo. − expedir. ou se o ACC identificar essas falhas e questioná-las à Sala AIS de partida do voo. a Sala AIS que receber o plano de voo (PLN) é responsável por realizar a crítica inicial em relação ao preenchimento desse plano. i) independentemente do local de partida do voo. − evitar. o relato dessa ocorrência aos órgãos apropriados. necessário o preenchimento de um Plano de Voo Completo. tal Sala AIS. DLA e CNL) ao CGNA e ACC responsável pela FIR de origem do voo e ao órgão ATS do aeródromo de destino.38 ICA 53-2/2009 obrigatoriedade do piloto e da aeronave de possuir credencial para voo IFR. Quando o local de partida estiver situado a menos de 20 minutos de voo dos limites comuns de duas FIR e o voo envolver essas FIR. no caso de planos de voo apresentados em outra Sala AIS que não aquela de partida do voo e que o correspondente aeródromo de partida seja desprovido de Sala AIS ou que esta não esteja em funcionamento. a tripulação envolvida e ou órgão ATS pertinente. NOTA: Caso o recebimento do Plano de Voo (IEPV) ocorra dentro do horário de funcionamento da Sala AIS do aeródromo de partida do voo. acrescentar aos endereços citados o ACC responsável pela FIR adjacente. provavelmente.

e NOTA: Caso o prazo não estiver compatível e/ou algum campo esteja indevidamente preenchido. deverá ser apresentado um plano de voo (completo ou simplificado) a uma Sala AIS de aeródromo ou a um órgão ATS.4 Quando se tratar de mensagem ATS recebida de empresas aéreas concessionárias.2. entrar imediatamente em contato com o operador da Sala AIS de onde foi recebida a mensagem e coordenar com o mesmo a ação que se fizer necessária. CHG e CNL. e n) verificar se o registro da aeronave consta da listagem de Certificados de Aeronavegabilidade cancelados. m) verificar se o registro da aeronave consta da listagem de aeronave inadimplente. DLA.2. o operador da Sala AIS operador AIS deverá endereçá-la de acordo com a ICA 100-15. o operador não deverá receber o plano de voo. orientando o piloto a comparecer ao setor de tarifa para regularização. vencidos ou suspenso. 6. 6. o operador não deverá receber o plano de voo. b) endereçá-las conforme previsto na ICA 100-15. 6. Em sendo constatada a presença do referido registro. 6.5 Caso algum campo da mensagem ATS recebida do exterior ou de empresa aérea . Em sendo constatada a presença do referido registro.3 deverá: a) endereçá-los conforme previsto na ICA 100-15. l) endereçá-los conforme a ICA 100-15. provenientes de formulários apresentados em outras Salas AIS brasileiras. e b) expedir a mensagem MOV.2. o Quando se tratar de mensagem ATS recebida do exterior. ou c) informar à fiscalização do pátio quando se tratar de aeronave que exija a emissão de DAT.ICA 53-2/2009 39 k) para o voo de veículo ultraleve motorizado. no caso de plano AFIL.2 Ao receber as mensagens FPL. orientando o piloto a comparecer ao setor competente da ANAC para regularização. fora do espaço aéreo designado. o operador da Sala AIS deverá: a) verificar se os prazos estão sendo obedecidos e se os campos estão corretamente preenchidos.2.

). sejam atendidas com presteza e cortesia e que as informações solicitadas sejam respondidas com rapidez e eficiência. para receber planos de voo e atualizações correspondentes por telefone ou fac-símile.3. poderá ser autorizado. a Sala AIS receptora dessa mensagem deverá proceder conforme alínea c) do item 6.3.40 ICA 53-2/2009 concessionária contenha dado incorreto. após o cumprimento das exigências previstas na AIC em vigor (linha telefônica. pelas chefias dos órgãos AIS.3 O operador da sala AIS é o único funcionário credenciado para o recebimento do Plano de Voo e das atualizações correspondentes. 6.2.4 As mensagens deverão ser elaboradas em conformidade com os dados previstos em seu formulário.3.2 PROCEDIMENTOS 6. equipamento de fac-símile. NOTA 2: O descredenciamento dar-se-á quando não for possível cumprir as exigências previstas na AIC em vigor.3. gravação das comunicações etc. não dispensando. visando à prestação do melhor serviço possível no âmbito do SISCEAB.1 Nas Salas AIS e nos CMA onde se apresentar uma incidência reduzida dos serviços propostos na AIC em vigor.2.2 É de suma importância que as ligações telefônicas. dar-se-á mediante solicitação do SRPV ou CINDACTA respectivo e da INFRAERO ao SDOP (D-CCO). poderá ser enviada uma mensagem de serviço informando a falha detectada e solicitando que seja corrigida. na sala AIS e no CMA. a gravação das comunicações.1 RECEPÇÃO POR TELEFONE OU FAC-SÍMILE CREDENCIAMENTO/DESCREDENCIAMENTO O credenciamento ou descredenciamento das Salas AIS. Na inexistência dos meios para um processo de coordenação.3 6. a utilização de linhas telefônicas compartilhadas com outras finalidades. NOTA 1: O credenciamento somente será efetivado quando for divulgado através de publicações do DECEA.2.2. 6. 6. .2. 6.3.3. 6.1. entretanto.

1 Para o recebimento do plano de voo e das atualizações correspondentes. através do “TELEFONE CMA” e. orientá-lo para a obtenção dessas informações. d) após a conferência dos dados do formulário recebido.3. e) registrar. utilizando a seguinte fraseologia: -“A MENSAGEM (CITAR MENSAGEM) FOI RECEBIDA ÀS .3. devem ser arquivadas por 30 (trinta) dias.4 GRAVAÇÃO E ARQUIVO 6.3 ATRIBUIÇÕES DO OPERADOR AIS 6.3. escrevendo “VIA TEL”. relacionadas aos dados ATS (Plano de Voo e suas atualizações).3. caso negativo. via fac-símile.2 As gravações magnéticas orais das comunicações telefônicas. no formulário recebido.. objetivando esclarecer dúvidas a respeito do Plano de Voo. no campo assinatura. perguntar ao interlocutor. questionar o interlocutor se o plano de voo será transmitido por telefone ou fac-símile. c) caso a Sala AIS disponha de fac-símile. voltar a ligar para transmissão dos dados do plano de voo. após. via fac-símile. e encerrar a ligação com a seguinte fraseologia: -“A MENSAGEM (CITAR MENSAGEM) FOI RECEBIDA ÀS (HORAS) UTC” 6. 6. se está ciente das informações meteorológicas. compete ao operador AIS: a) atender com presteza ao “TELEFONE PLN”. e f) no caso de utilização de telefone.4.1 O TELEFONE PLN e o TELEFONE CMA terão suas comunicações gravadas.3.3. . a hora de recebimento do Plano de Voo.4. Inserir o nome do interlocutor no campo apropriado.ICA 53-2/2009 41 6. (HORAS) UTC”.. das informações meteorológicas e de outros dados transmitidos e/ou recebidos através desses telefones.solicitar os dados na seqüência apresentada na AIC em vigor. se aplicável. informar ao interlocutor o recebimento do mesmo. anotando os dados no formulário da mensagem pertinente. b) antes da recepção do Plano de Voo ou das mensagens de atualização.

4.42 ICA 53-2/2009 6. recebidos via telefone ou fac-símile.3.3.4. . devem ser arquivados de acordo com a legislação em vigor. deve ser tratado de acordo com legislação em vigor.4 O arquivamento de todos os dados ATS escritos e gravados. relacionados com acidentes aeronáuticos e outras irregularidades. 6.3 Os dados ATS escritos (Plano de Voo e suas atualizações).

e − SPECI (Informe meteorológico aeronáutico especial selecionado).1 INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS INFORMAÇÕES EXPOSTAS Na Sala AIS são expostas informações meteorológicas de interesse para os aeronavegantes. e − WS WRNG (Aviso de gradiente de vento em níveis baixos).1. será encaminhado ao centro meteorológico local. onde será atendido por um especialista. São elas: a) Mensagens de Observação: − METAR (Informe meteorológico aeronáutico regular). − AIRMET (Informação relativa a fenômenos meteorológicos em rota que possam afetar a segurança operacional das aeronaves em níveis baixos). b) Mensagens de Vigilância: − SIGMET (Informação relativa a fenômenos meteorológicos em rota que possam afetar a segurança operacional das aeronaves).ICA 53-2/2009 43 7 7. . − AVISO DE AERÓDROMO (Informações concisas de condições meteorológicas previstas. o operador AIS deverá auxiliar os aeronavegantes na descodificação das mensagens citadas acima. que possam afetar a segurança das aeronaves no solo. e − GAMET (Previsão de área para voos em níveis baixos).2 Quando necessário. c) Mensagens de previsão: − TAF (Previsão terminal de aeródromo).1.1 7. 7.2 OUTRAS INFORMAÇÕES METEOROLÓGICAS Se o usuário necessitar de informações mais detalhadas ou outro tipo de informação. e − VENTOS E TEMPERATURAS EM ALTITUDE (Previsão de ventos e temperaturas em altitude para vários níveis). as instalações e os serviços do aeródromo). d) Cartas de Previsão: − SIGWX (Previsão tempo significativo). 7.

podem ser obtidas do Banco pelos CMA que estejam conectados a um CCAM. A informação OPMET deve ser destinada a uso imediato.5 AERONOTIFICAÇÕES (AIREP) As aeronotificações recebidas dos pilotos acerca das condições meteorológicas.44 ICA 53-2/2009 7. Caso o aeródromo não esteja conectado à rede CCAM. nas formas METAR. TAF e TEND.1).4 SOLICITAÇÕES AO BANCO OPMET A finalidade principal do Banco OPMET é atender às necessidades do tráfego aéreo. As informações meteorológicas operacionais (OPMET). SPECI. ou os teleimpressores existentes estejam inoperantes. A Sala AIS de Aeródromo não precisa solicitar tais informações para manter em exposição. Nos aeródromos onde existe apenas um CMA-3 não haverá exposição (ver 7. esquemas especiais deverão ser estabelecidos. .1. devem ser enviadas ao Centro Meteorológico de Vigilância correspondente à área à que elas se referem. 7. previsto pelo Serviço de Meteorologia.3 RESPONSABILIDADE PELA EXPOSIÇÃO A responsabilidade pela exposição da informação meteorológica na Sala AIS é do operador do centro meteorológico do aeródromo. encontradas na rota (AIREP) e que estejam dentro do prazo de validade. 7.

empresas aéreas. Se afastada.2 COM O SERVIÇO FIXO AERONÁUTICO As comunicações e coordenações com a estação do serviço fixo aeronáutico local dependerão da localização dessa estação. Se o aeródromo for internacional esta comunicação direta deverá existir também com o CGN. como alternativa. Subchefia Militar.3 COM OS ÓRGÃOS DE TRÁFEGO AÉREO E DE SALVAMENTO E CONTRAINCÊNDIO As comunicações e coordenações com os órgãos de tráfego aéreo e com os serviços de salvamento e contra-incêndio serão estabelecidas.1 COM OS ÓRGÃOS DE INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS As Salas AIS deverão dispor de meios para comunicação telefônica direta visando à coordenação com o CRN responsável pela sua área.1.ICA 53-2/2009 45 8 8.4 COM OUTROS ÓRGÃOS DO AERÓDROMO As comunicações e coordenações com serviços médicos. preferencialmente. 8.5 COM OS ÓRGÃOS ENVOLVIDOS COM A OPERAÇÃO DE AERONAVE PRESIDENCIAL As comunicações e coordenações deverão ser mantidas com discrição. 8. por telefone. prestando informações somente a pessoas credenciadas do GABAER. devem ser. Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSIPR). . 8.1 COMUNICAÇÕES E COORDENAÇÕES PROCEDIMENTOS Os procedimentos de comunicação são aqueles estipulados pelo DECEA.1. por interfone e. serão efetuadas por telefone. 8. 8. serviços aeroportuários. por teletipo de linha direta. complementada por interfone ou telefone. a menos que a Sala possua teleimpressor ligado à rede AFTN. etc. Assessoria Militar Aeronáutica e do GTE.1.1. primariamente. COMAR. unidades aéreas.1.

− espaços aéreos condicionados permanentes e temporários. . e − auxílios à navegação. b) serviços do aeródromo: − alfândega. e − empresas de pulverização. − aeroclubes e suas operações. c) empresas de transporte aéreo que operam regularmente no aeródromo: − nomes. − tipos de operação e equipamentos utilizados. − tipos de equipamentos utilizados. e − representantes no aeródromo. − SAC. − saúde. − imigração. d) operações militares: − unidades aéreas sediadas no aeródromo. − administração. e − áreas de treinamento. − rotas e horários. − topografia mais pronunciada da área de controle.1 FAMILIARIZAÇÃO COM A ÁREA DE ATUAÇÃO ASPECTOS PRINCIPAIS Os operadores da Sala AIS devem estar perfeitamente familiarizados com os seguintes aspectos relacionados com a sua área de atuação: a) zona servida: − áreas de controle (rotas ATS e TMA). e) outras operações: − empresas de táxi aéreo e equipamentos que utilizam. e − reabastecimento de combustível.46 ICA 53-2/2009 9 9.

1 ACIDENTE COM AERONAVE Quando um acidente ocorre no aeródromo ou nas suas proximidades.ICA 53-2/2009 47 10 PROCEDIMENTOS SUPLEMENTARES 10. d) caso o heliponto da plataforma marítima não seja “autorizado” para operação IFR.: RMK/LDG (NOME ou INDICATIVO da Plataforma) CASO VFR. a Sala AIS muitas vezes é utilizada para coordenação das medidas a serem tomadas. quando partindo do continente. no campo 18 do plano de voo. Os operadores da Sala AIS devem prestar a máxima colaboração possível para que as equipes de socorro possam exercer suas tarefas com a máxima eficiência. ao órgão ATS com jurisdição no espaço aéreo em questão. e) não serão autorizadas as operações IFR noturnas em helipontos situados em plataformas marítimas.2 REGRAS ESPECIAIS DE TRÁFEGO AÉREO PARA HELICÓPTEROS (ICA 100-4) Compete à Sala AIS. Essas mensagens . quando o voo for realizado entre o continente e as plataformas e vice-versa. o aeródromo de alternativa deverá ser um aeródromo ou heliponto situado no continente. no que diz respeito ao atendimento a um helicóptero. o aeródromo ou heliponto de destino poderá ser o próprio aeródromo ou heliponto de partida. através de radiotelefonia. a intenção de pouso no heliponto da plataforma. devendo constar. exceto para helicópteros envolvidos em missão SAR. b) é compulsória a apresentação de plano de voo completo. e f) os helicópteros em operações policiais e de defesa civil poderão apresentar Plano de Voo (completo ou simplificado). 10. c) para os voos IFR das plataformas para o continente. Isto se deve à sua localização e às facilidades de comunicações que normalmente possui. segundo as regras de voo visual. fica dispensada a exigência do elemento aeródromo de alternativa. de treinamento com vistas à missão SAR ou autorizadas pelo DECEA. observar o seguinte: a) tratando-se de voo VFR. Ex.

.48 ICA 53-2/2009 poderão conter indicativo de chamada fictício e não serão exigidos o nome do piloto em comando nem o código da ANAC. previamente. ao órgão regional do SISCEAB (SRPV/CINDACTA). desde que a Entidade policial ou de defesa civil tenha informado esses dados.

desde que sejam respeitados os princípios básicos e se dêem instruções específicas por escrito.1 DISPOSIÇÕES FINAIS Esta Instrução foi elaborada.RJ 11.Manual para os Serviços de Informação Aeronáutica .Serviços de Informação Aeronáutica e no Documento 8126AN/872 . 11. 11.3 Quando se considerar necessário um afastamento permanente do prescrito nesta Instrução que vise aumentar a eficiência das operações. 11. GENERAL JUSTO.ambos da OACI.4 As sugestões para aperfeiçoar esta Instrução deverão ser enviadas ao seguinte endereço: DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DIVISÃO DE GERENCIAMENTO DE NAVEGAÇÃO AÉREA AV. levando-se em conta as Normas e os Métodos Recomendados no Anexo 15 . 160 . .ICA 53-2/2009 49 11 11.RIO DE JANEIRO .5 Os casos não previstos serão submetidos ao Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA. poder-se-á modificar procedimentos aqui estabelecidos.2 Quando outras soluções forem requeridas para adaptá-las às necessidades locais. submeter-se-á o documento pertinente ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo para estudos e aprovação.2º ANDAR 20021-340 . bem como a necessidade de se organizarem as Salas AIS de Aeródromo nos moldes preconizados nesses documentos.

Área 4 5 2 7 ECM 6 1 AI S MET 3 8 8 9 SECAO DE T FAS ARI DA I NFRAERO SAC LEGENDA: 1. Cadeiras altas para operadores 3. Janela para a ECM 7. Mesa e cadeiras para usuários 4. Mesas e cadeiras para supervisores 2. Painel Informativo (ver Anexo H) . Estante com escaninhos 6. Balcão para atendimento (uso facultativo) 8. Balcão para publicações 9.50 ICA 53-2/2009 Anexo A . Armário para material de escritório 5.

Área 1) Ampliação do Balcão para Atendimento (Item 7) 2) Ampliação do Balcão para Publicações (Item 8) .ICA 53-2/2009 51 Continuação do anexo A .

com as respectivas cadeiras.OUTROS − relógio de parede (que indique 24 horas). . balcão para atendimento ao usuário (uso facultativo). e quadro para exposição de cartas de previsão meteorológicas. mesa para utilização das tripulações em planejamento de voo e consulta de publicações. 3 . e transferidor de 360º. − relógio-datador. régua. escaninhos para acondicionamento de pastas com publicações. impressora com nível de ruído e velocidade adequados às necessidades do AIS. painel para informação de condições meteorológicas operacionais de aeródromos selecionados. 2 . e − linha telefônica.MATERIAL DE ESCRITÓRIO − − − − − − − cola. painel para informação da hora do nascer e pôr-do-sol e da pista em uso. quando o aeródromo possuir CMA-1 ou CMA-2. painel para informação de áreas condicionadas ativadas por NOTAM. quadro para exposição de cartas aeronáuticas previstas. computador de navegação tipo E6-B ou similar.MATERIAL DE INFORMÁTICA − − − − microcomputador compatível com o desenvolvimento dos programas AIS. e papel. pastas para colecionar publicações diversas. 4 .MOBILIÁRIO − − − − − − − − − − − − armário para guarda de material de expediente. mídia para armazenamento de dados.Relação do material mínimo necessário a uma sala AIS 1 . 5 . AIC e SUP AIP.52 ICA 53-2/2009 Anexo B . mesa e cadeira para o supervisor. grampeador. balcão para exposição de informação meteorológica cadeiras altas para os operadores. régua de plotar. furador (es). e tesoura. fita adesiva.MATERIAL DE NAVEGAÇÃO − − − − compasso.

ICA 100-12 Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo 26.ICA 100-3 Operação de Veículos Ultraleves 23.CIRTRAF 100-23 Uso do Equipamento Transponder no Brasil 5.ICA 53-2/2009 53 Anexo C . 13. ENRC e ARC (conjunto). e .ICA 100-1 Operação IFR em Aeródromos 22.FCA 105-2 Código Meteorológico TAF 10.IEPV 53-2 Formulário de NOTAM 35.IEPV 53-10 Formulário de Atualização de Publicações AIS 41.IEPV 53-6 Formulário de Atualização de Zona Servida 37.Código Brasileiro de Aeronáutica 6. CNAV/CNAM e CINAV/CNAM) da Zona Servida 2.EPTA 20.ICA 100-15 Mensagens ATS 28.ICA 100-2 Correção QNE 32.CIRPV 63-2 Distribuição Pré-determinada de NOTAM 4.TCA 0-12 Índice Geral de Publicações em vigor do DECEA 49.MCA 53-2 Manual de Operações dos Centros de NOTAM 44.FCA 63-6 Sistema VASIS 12.ICA 63-7 Atribuições dos Órgãos do SISCEAB após a Ocorrência de Acidente Aeronáutico ou Incidente Aeronáutico Grave 19.ICA 105-1 Divulgação de Informações Meteorológicas 30.AIP-MAP. Plano Regional de Emergência e Plano de Contingência 7.MCA 64-3 Manual de Busca e Salvamento 46.TCA 63-1 Horas do Nascer e Pôr-do-Sol 51.MCA 100-11 Preenchimento dos Formulários de Planos de Voo 47.TCA 63-2 Indicadores de Localidades Estrangeiras 52.IEPV 53-1 Formulário de Registro de Informação 34.ICA 100-4 Regras e Procedimentos Especiais de Tráfego Aéreo para Helicópteros 33.SUP AIP (conjunto).ICA 53-4 PRENOTAM 17.TCA 53-1 Códigos de NOTAM 50. .CIRPV 58-1 Procedimentos para Identificação de Exploradores de Aeronaves Cargueiras Inadimplentes quanto às Tarifas Aeronáuticas 3.IEPV 53-7 Movimento Mensal de Mensagens Processadas nas Salas AIS 38.Cartas Aeronáuticas (WAC.MCA 53-1 Manual do Especialista em Informação Aeronáutica 43.ICA 53-2 Sala de Informações Aeronáuticas de Aeródromo (Sala AIS) 15.ICA 53-1 NOTAM 14.NOTAM relativos à zona servida. .ROTAER 8. .IEPV 53-8 Formulário PRENOTAM 39.MMA 64-2 Sobrevivência na Terra e no Mar 45.ICA 53-3 Planejamento de Pessoal em Atividades AIS 16.ICA 100-11 Plano de Voo 25. .Publicações necessárias a uma Sala AIS 1.MCA 102-7 Manual de Telecomunicações do Comando da Aeronáutica 48.ICA 53-5 Coleta de Dados Estatísticos AIS 18.ICA 100-9 Procedimentos Especiais para Aeronave Presidencial (RESERVADO) 24.ICA 102-8 Mensagem CONFAC 29.ICA 63-13 Procedimentos dos Órgãos do SISCEAB Relacionados com AVOEM e AVODAC 21.IEPV 53-9 Formulário de Informação Prévia ao Voo 40.Circulares de Informação Aeronáutica (em vigor).ICA 64-1 Mensagens SAR 31.Documentação Integrada de Informação Aeronáutica .AIP-BRASIL.FCA 63-50 Mensagens de Transporte Especial Relacionadas com Autoridades e Serviços Solicitados em um Plano de Voo.IEPV 53-11 Informação Pós-Voo sobre Inoperâncias ou Deficiência no Funcionamento de Auxílios à Navegação Aérea e das Comunicações Terra-Avião 42.FCA 63-1 Sistema PAPI 9.DCA 63-1 Plano de Degradação.FCA 105-3 Códigos Meteorológicos METAR e SPECI 11.ICA 63-10 Estações Prestadoras de Serviços de Telecomunicações e Tráfego Aéreo . CAP.IEPV 53-4 Movimento Diário de Mensagens Processadas nas Salas AIS 36.Cartas: FPC.Manual de Operação do SAIS .ICA 100-l3 Regras de Tráfego Aéreo para Circulação Operacional Militar (RESERVADO) 27. .

distância(s) e marcação(ões) com relação ao auxílio) Hora da observação Data: Assinatura do piloto .º de voo: Aeródromo de procedência: Aeródromo de destino: 30 ABR 2009 IEPV 53-11 Instalação Localidade Detalhes sobre a anormalidade (incluindo altitude/FL.52 ICA 53-2/2009 Anexo D .Informação pós-voo sobre inoperâncias ou deficiência no funcionamento de auxílios à navegação aérea e das comunicações terra-avião Marca de nacionalidade e matrícula da aeronave: Empresa/n.

........................................................................................................................................................................................................................ b) ............................................................. ...................................................... ............................................................................................................................................................................... ..................................................................... c) .......................................................................................................................................... ..................................................................... 6) Descrição: . ................................................... ............................................................................................................................................................................................ ........................................................................................................................................................................................................................................................ ..........................................................................................................................................ICA 53-2/2009 Anexo E ........................................................................................................................ .................................... ....................................................................................................... ......................................................................................................................................... ................................................................. ....................................................................................................................... ..................................... ....................... .......................................................................................................................................................... ....................................Publicações e Cartas Aeronáuticas (indicar o tipo e a data de edição)............................................. .............................................................Formulário de registro de informação 30 ABR 2009 53 IEPV 53-1 ________________ Órgão 1) Ano ______ 2) Mês 3) Dia _____ _____ 4) Seqüência ______/______ FORMULÁRIO DE REGISTRO DE INFORMAÇÃO 5) Indique com um X o registro a ser analisado: a) .............................................................................................. ............................................................................................................................. .......... ...............................................................................................................Sugestões ou reclamações...........................Formulário de registro de informação ................................................................... 7) Nome: 10) Endereço: 12) Código ANAC: 13) Matrícula da Aeronave: 14) Empresa: 15) AD Procedência: 8) Assinatura: 9) Data: 11) TEL/FAX: 16) AD Destino: Continuação do Anexo E ....................................................................................................................................................................Outros...........................................................

54 Instruções para Preenchimento ICA 53-2/2009 1) Os registros deverão ser feitos em letras de forma e uniforme. além do designativo da Sala AIS local. CAMPO (11) O número do telefone e/ou fax da pessoa que estiver preenchendo a ficha. 2. quando a descrição estiver relacionada com a referida aeronave. CAMPO (2) O mês em curso abreviado com 3 dígitos. ENRC. CAMPO (4) O número seqüencial da ficha. CAMPO (5) O registro a ser analisado. 3 e 4 é de responsabilidade do operador AIS. Exemplo: SBBR CAMPO (16) O indicador de localidade do aeródromo de destino. CAMPO (14) O nome da Empresa. CAMPO (7) Inserir neste campo o nome completo da pessoa que estiver preenchendo a ficha. CAMPO (13) A matrícula da aeronave. 3) Inserir nos campos relacionados abaixo as seguintes informações: CAMPO (1) O ano em curso com 4 dígitos. CARTAS VISUAIS. Exemplo: 347564. com 2 dígitos. CAMPO (6) Toda e qualquer reclamação e/ou sugestão que se fizer necessário. AIP. Exemplo: 07. . CAMPO (12) O código ANAC do piloto e/ou código do DOV quando este estiver preenchendo a ficha. CAMPO (3) O dia do mês da apresentação da ficha ao órgão AIS pelo usuário. CAMPO (15) O indicador de localidade do aeródromo de procedência. ROTAER. NOTA: Quando for assinalada a letra "a" deste campo deverá ser citado no CAMPO 6 o tipo de publicação e a data. CAMPO (9) A data em que a pessoa estiver preenchendo a ficha. Exemplo: 001/AISFZ. com caneta esferográfica de tinta azul ou preta. CAMPO (10) O endereço completo da pessoa que estiver preenchendo a ficha. AIC. CAMPO (8) A assinatura do responsável pela informação. AIP-MAP. Ex. bem como as citadas no item anterior. 2) O preenchimento dos campos 1.

NATUREZA DA INFORMAÇÃO .ICA 53-2/2009 Anexo F .Formulário de boletim de informação prévia ao voo 30 ABR 2009 (1) (2) (3) (4) 55 IEPV 53-9 PIB ( ) ADVERTÊNCIAS À NAVEGAÇÃO ( ) GENERALIDADES (5) (6) (7) VALIDADE SALA AIS:___________________ ABRANGÊNCIA ( ) ROTA ( ) ÁREA ( ) SETOR (________________________ ) ______/_____ (DATA/HORA) LOCALIDADES Ref.

56 ICA 53-2/2009 Anexo G .Painel informativo (modelo) PCN COND MET ____________________ CONDIÇÃO OPERACIONAL DIURNA ( ) DIURNA ( ) NOTURNA ( NOTURNA ( ) ) DADOS DA PISTA ADVERTÊNCIAS À NAVEGAÇÃO AÉREA LOCAL PERÍODO ASSUNTO LIMITE INFERIOR SUPERIOR NOTAM/ SUP AIP ICA 53-2/2009 .Painel informativo (modelo) 56 SALA AIS _______________________________________ COMUNICAÇÕES CLRD GNDC TWR APP ACC RECALADA TEL/FAX FPL OPERAÇÕES RÁDIO NDB VOR DME ILS NASCER/PÔR-DO-SOL DATA:______________ __________/_________ VFR IFR AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO RWY DIMENSÕES Anexo G .

30 Livro de registro de ocorrências (LRO). 14 Idiomas de trabalho. 25 Identificação. 14 Obtenção da informação. 43 Providências da Sala AIS. 45 Ações do operador da sala AIS. 16 Informação posterior ao vôo. 15 Circulares de informação aeronáutica. 25 Publicações faltantes. 45 Responsabilidade pela exposição. 38 Regras especiais Helicópteros. 24 Área. 27 Livro de reclamações e sugestões. 18 Plano de vôo e atualizações correspondentes. 22 Disposição da informação. 43 Controle e registro. 34 Procedimentos. 23 Zona servida. 21 Formulário de registro de informação. 13 Atribuições. 14 Atualização das publicações. 13 Material. 24 Informações meteorológicas. 33 Subordinação. 17 Instrução verbal. telex ou fac-símile. 16 Suplemento AIP (Sup AIP). 41 Inspeções. 42 Sistemas automatizados. 22 Boletim de informação prévia ao vôo (PIB). 31 Categorização. 34 Apresentação da informação pós-vôo. 30 Localização.ICA 53-2/2009 57 ÍNDICE Acidente com aeronave. 30 Implantação. 23 Disponibilidade de publicações. 23 Comunicações. 14 . 24 Recepção por telefone.

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