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MELEC 2009/2010

Transformador monofásico

Transformador trifásico

GRUPO N º 1 TURMA 2DB

Número Nome
1070197 Arnaldo Daniel Oliveira
1070258 José Ricardo silva
1070308 Rui Serra
1080473 João Filipe Silva

AULA Horário
17 e 24 de Março 2010 16h10 às 18h00

PARA ESTE RELATÓRIO-OS ENSAIOS E AS DATAS EM QUE FORAM FEITOS:


ENSAIO Nº1 ENSAIO Nº2 ENSAIO Nº ENSAIO Nº ENSAIO Nº

ALUNO Nº DATA DATA DATA DATA DATA


REALIZAÇÃO REALIZAÇÃO REALIZAÇÃO REALIZAÇÃO REALIZAÇÃO

Transformador Transformador
monofásico trifásico
1070197

17/Março/2010 24/Março/2010

Transformador Transformador
monofásico trifásico
1070258

17/Março/2010 24/Março/2010

Transformador
monofásico
1070308

17/Março/2010

Transformador Transformador
monofásico trifásico
1080473

17/Março/2010 24/Março/2010
Máquinas eléctricas

Transformadores:
Monofásicos e trifásicos

II
Índice

Introdução……………………………………………………………………………………………….4
Primeiro ensaio……………………………………………………………………..………………..8
Procedimento e resultados………………………………………………..…………9
Cálculos e resposta ás questões…………………………….……………..…….10
Segundo ensaio……………………………………………………….……………………..….….14
Procedimento e resultados…………………………………………………………15
Cálculos e resposta às questões …………...……………………………………..……….16
Conclusões……………………………………………………………….…………………………….18
Bibliografia……………………………………..…………………………………….……………….20

III
Introdução

Neste relatório pretendesse fazer um estudo de transformadores monofásicos e trifásicos,


dando um grande relevo ao estudo das suas características em vazio e em curto circuito.

Desta forma dividimos o trabalho em duas partes, a primeira referente


ao transformador monofásico, e a segunda ao trifásico.

Transformador monofásico
O transformador obsorve energia electrica através de um enrolamento (primário) e
fornece energia transformada por um outro enrolamento (secundário) isolado electricamente
do primeiro.

A utilização dos transformadores é devido á


necessidade de utilização de difrentes valores da
tensão para a produção, distribuição e consumo da
energia electrica.

O transformador monofásico tem núcleo de


um material ferromagnético, dois enrolamentos com
diferentes números de espirase dois terminais para a
conexão do transformador. Quando pretendemos
baixar a tensão temos transformadores com mais
espiras no primário do que no secundário.
Figura 1- Transformador monofásico

Princípio de funcionamento
O funcionamento de um transformador baseia-se nos fenómenos de indução mútua
entre dois circuitos electricamente isolados, mas magneticamente ligados.

Na sua forma mais simples, consiste de dois enrolamentos (primário e secundário) de


fio condutor que geralmente envolvem o núcleo. Uma corrente alternada aplicada ao primário
produz um campo magnético proporcional á intensidade e ao número des espiras do
enrolamento. Através do material ferromágnetico do núcleo, o fluxo magnético quase não
encontra resistência e assim, uma grande parte concentra-se no núcleo e chega ao secundário
com um mínimo de perdas. Portanto, ocorre a indução electromagnética, no secundário surge
uma corrente eléctrica que varia de acordo com a corrente do primário e com a razão entre o
número de espiras dos enrolamentos.

Transformador ideal
Um transformador ideal o núcleo não tem perdas por histerese ou por correntes de
Foucault, a curva de magnetização do núcleo deve ter a seguinte forma:

IV
O transformador também não deve ter fluxo de fugasno núcleo, o fluxo tem que envolver os
dois enrolamentos e os enrolamentos não podem possuir resistência.

Circuito equivalente do transformador monofásico


Os circuitos equivalentes são usados com o objectivo de simplificar os cálculos. Um
transformador real é substituído por um circuito equivalente como o representado:

Figura 2- Circuito equivalente

Por isso, também é possivel passar elementos do secundário para o primário e vice
versa. Os circuitos equivalentes simplificados que se obtém são os siguintes:

Figura 3- Circuito equivalente simplificado referido ao primário

Figura 4- Circuito equivalente simplificado referido ao secundário


V
Transformador trifásico
Um transformador trifásico pode ser constituido por três transformadore monofásicos
ligados de uma determinada maneira (estrela, triângulo e ziguezague) ou por um único bloco
(enrolamentos das três fases em torno de um único núcleo).

Cada uma das formas de ligação tem uma determinada vantagem. Normalmente o
primário é ligado em estrela ou em triângulo, enquanto o secundário pode ser ligado em
estrela, em triângulo ou ziguezague. secundária.

Figura 5- Esquema de ligações

As ligações de um transformador são ainda caracterizadas pelo índice horário, isto


consiste em sobrepor os diagrams das tensões primárias ao das secunárias e medimoso
desfasemento entre uma tensão primária e a sua correspondente. Existem convenções a
utilizar na placa de ligação, estando estas indicadas na figura 6. As letras maiúsculas são
usadas para representar a tensão mais alta e as minúsculas a mais baixa. Os terminais com a
mesma polaridade são representados por: 𝐴 e 𝑎, os opostos por: 𝐴′ e 𝑎′ , a letra 𝑛 ou 𝑁 indica
se o neutro se encontra acessível respectivamente á tensão inferior ou superior.

Figura 6- Ligação em índice horário

VI
Vantagens de um transformador trifásico relativamente a um banco
trifasico
 Permite ter menor peso
 Ocupar menos espaço
 Preço menor, pois requer menor número de isoladores
 Tem um maior rendimento
 Manuseamento e ligação de uma unidade única

Vantagens do banco trifásico


 Transporte mais fácil, pois é constituído por unidades independentes
 Exige menor reserva de potência
 Pode funcionar com um transformador avariado, desde que estejam os três em
triângulo

Tensões nominais do transformador trifásico


As tensões nominais de um transformador trifásico são compostas e a razão de
transformação incluirá essas tensões. Se os enrolamentos primários e secundários usarem a
igual associação de fases, por exemplo “estrela - estrela”, “triângulo – triângulo”, a razão de
transformação coincidira com a razão do número de espiras tal como acontece no monofásico,
por vezes isso não acontece.

Em regime simétrico as grandezas nas diferentes fases apenas diferem no


desfasamento de 120° . Efectua-se o estudo por fase, valendo todas as equações referentes ao
circuito equivalente dadas no transformador monofásico.

Deve-se recorrer ao teorema de Kennelly, que permite efectuar a transformação de um


triângulo numa estrela equivalente. Deste modo, considera-se todos os enrolamentos como
ligados em estrela e usa-se tensões simples e correntes nas linhas, nas equações que
estudamos nos transformadores monofásicos.

Nos ensaios económicos medem-se as potências globais trifásicas e para determinar


as impedâncias recorre-se às tensões simples e correntes nas linhas.

Quando se consideram todos os circuitos em estrela equivalente, ao referir as


grandezas de um enrolamento ao outro, deve-se utilizar a razão de transformação 𝑚 e não a
razão do número de espiras.

VII
Primeiro ensaio (Transformador monofásico)

Lista de material utilizado:

Quantidade Material
1 Transformador trifásico TERCO
2 Pinça amperimétrica Prova 11
2 Multímetro digital Fluke 179 TRMS
1 Wattímetro FLUKE 43B para medida de potência
1 Fonte regulável de tensão alternada

Bornes a considerar
Primário A1 − A3
Secundário a1 − a4, a5 − a8

Valores nominais no primário e no secundário:

𝑼𝟏𝒏 𝑰𝟏𝒏 𝑼𝟐𝒏 𝑰𝟐𝒏


220 𝑉 3,03 𝐴 127 𝑉 5,25 𝐴

Ensaio em vazio

Figura 7- Esquema do ensaio em vazio

VIII
Dados obtidos na experiência:

𝑼𝟏𝒏 220 𝑉
𝑼𝟐𝟎 130 𝑉
𝑰𝟏𝟎 179 𝑚𝐴
𝑷𝟎 26,4 𝑊
Ensaio extra: para confirmar a existência de fluxo em todas as colunas e
travessas:
𝑼𝑩𝟏𝑩𝟐 27,57 𝑉
𝑼𝒃𝟏𝒃𝟖 95,7 𝑉

𝑼𝒄𝟏𝒄𝟖 35,96 𝑉

Ensaio em curto-circuito

Figura 8- Esquema do ensaio em curto-circuito

Dados obtidos na experiência:

𝑼𝟏𝒄𝒄 17,06 𝑉
𝑰𝟏𝒄𝒄 3,03 𝐴
𝑷𝒄𝒄 29,1 𝑊
𝑰𝟐𝒄𝒄 5,05 𝐴

IX
Cálculos e resposta às questões propostas (1º ensaio)
Com os dados obtidos na experiência e usando as fórmulas fornecidas no guião,
calculamos os parâmetros do circuito em vazio e em curto-circuito.

 Cálculos dos parâmetros do circuito em vazio:

Fórmulas para ensaio em vazio

𝑃0 26,4
𝜑0 = cos −1 ( ) = cos −1 ( −3
) = 47,9°
𝑈1𝑛 ∗ 𝐼10 220 ∗ 179 ∗ 10

𝑈1𝑛 220
𝑅0 = = = 1834,4Ω
𝐼𝑎 179 ∗ 10−3 ∗ 0,67

𝑈1𝑛 𝑈1𝑛 220


𝑋𝑚 = = = = 1656,5Ω
𝐼𝑚 𝐼10 ∗ sin 𝜑0 179 ∗ 10−3 ∗ 0,74

X
 Cálculos dos parâmetros do circuito em curto-circuito:

Fórmulas para ensaio em curto-circuito

𝑃𝑐𝑐 29,1
𝜑𝑐𝑐 = cos −1 ( ) = cos −1 ( ) = 55,74°
𝑈1𝑐𝑐 ∗ 𝐼1𝑐𝑐 17,06 ∗ 3,03

𝑈1𝑐𝑐 17,06∠0°
𝑍1 = = °
= 5,63∠55,74° ≅ 3,17 + 𝑗4,65 Ω
𝐼1𝑐𝑐 3,03∠ − 55,74

 A parte real de 𝑍1 corresponde ao valor de 𝑅1 e a parte imaginaria


corresponde ao 𝑋1 .

Figura 9- Esquema simplificado referente ao primário

XI
 Cálculo de 𝑰𝟎 e 𝒆𝒛 em precentagem:

𝑈1𝑐𝑐 ∗ 100% 17,06 ∗ 100


𝑒𝑧 = = ≅ 7,75%
𝑈1 220

𝐼0 ∗ 100% 100 ∗ 0,179


𝐼0 = = ≅ 5,91%
𝐼1 3,03

 Cálculo da razão de transformação:

𝑈1 220
𝑚= = ≅ 1,69 𝑉
𝑈20 130

 Designação dos parâmetros do circuito equivalente:

Parâmetro Designação
𝑅0 Perdas no ferro do núcleo
𝑋𝑚 Reactância de magnetização
𝑥1 Reactância combinada em relação ao primário
𝑅1 Resistencia combinada do enrolamento do primário

 Parcelas que compõem as potências obsorvidas em cada um dos


ensaios quais são consideradas e o que representam:

As parcelas que compõem as potências absorvidas em ambos os ensaios, são as


perdas por efeito de joule e as perdas no ferro ou magnéticas (perdas por histerese
mais perdas por correntes de Foucault).

XII
No ensaio em vazio se alimentar o primário com a tensão, com a frequência nominal e
o secundário permanecer em aberto, a potência medida no primário é
aproximadamente igual às perdas no núcleo. Pois as perdas pelo efeito de Joule são
muito pequenas, isto devido á corrente do primário ser muito pequena, podendo
assim ser desprezadas.

Já no ensaio em curto circuito, despreza-mos as perdas no ferro.

XIII
Segundo ensaio (Transformador trifásico)

Lista de material utilizado:

Quantidade Material
1 Transformador trifásico
2 Pinça amperimétrica Prova 11
2 Multímetro digital Fluke 179 TRMS
1 Analisador de potência Fluke 43B
1 Fonte regulável de tensão alternada TERCO
2 Cargas resistivas

Dados do transformador trifásico:

Transformador
𝑼𝟏𝒏𝒄 𝑼𝟐𝟎𝒄 𝑺𝒏 𝑭𝒓𝒆𝒒𝒖ê𝒏𝒄𝒊𝒂
trifásico
∆ 220 𝑉 127 𝑉 2 𝑘𝑉𝐴 50 𝐻𝑧

Cálculo dos módulos das grandezas:

𝑼𝟏𝒏𝒄 𝑼𝟐𝟎𝒄 𝑺𝒏 𝑰𝟏𝒏𝒍 𝑰𝟐𝒏𝒍


220 𝑉 127 𝑉 2001 𝑉𝐴 5,25 𝐴 9,09 𝐴
Nota: Cálculos efectuados usando as fórmulas apresentadas em baixo.

XIV
Ensaio em carga:

Figura 10- Esquema de ligação das


bobinas

Figura 11- Esquema de montagem com carga

Valores medidos:

Primário do transformador Secundário do transformador


𝑈1𝑐 220 𝑉 𝑈2𝑐 125 𝑉
𝐼1𝐿𝐴 5,21 𝐴 𝐼2𝐿𝐴 9,02 𝐴
𝐼1𝐿𝐵 5,32 𝐴 𝐼2𝐿𝐵 9,04 𝐴
𝐼1𝐿𝐶 5,14 𝐴 𝐼2𝐿𝐶 8,9 𝐴
𝑃1 2,04 𝑘𝑊 𝑃2 1,92 𝑘𝑊
cos 𝜑1 1 cos 𝜑2 1

Resistências entre fases da carga:

𝑹𝒂𝒃 𝑹𝒃𝒄 𝑹𝒄𝒂


16,1 Ω 16,1 Ω 16,1 Ω

XV
Cálculos e resposta às questões propostas (2º ensaio)

 Cálculos do rendimento e das perdas do transformador, usando os


valores medidos no Fluke 43B:

𝑃2 1,92 ∗ 103
𝜂= ∗ 100% = ∗ 100 ≅ 94,12 %
𝑃1 2,04 ∗ 103

𝑝𝑒𝑟𝑑𝑎𝑠 = 𝑃1 − 𝑃2 = 2,04 ∗ 103 − (1,92 ∗ 103 ) ≅ 120 𝑊

 Cálculos do rendimento e das perdas do transformador, usando os da


tensão, corrente e factor de potência, medidos no primário e
secundário:

5,21 + 5,32 + 5,14


𝑃1 = 3𝑈1 𝐼1𝐿 cos 𝜑1 = 3 ∗ 220 ∗ ∗ 1 ≅ 1,99 𝑘𝑊
3
9,02 + 9,04 + 8,90
𝑃2 = 3𝑈2 𝐼2𝐿 cos 𝜑2 = 3 ∗ 127 ∗ ∗ 1 ≅ 1,71 𝑘𝑊
3

𝑃2 1,71 ∗ 103
𝜂= ∗ 100% = ∗ 100 ≅ 85,93 %
𝑃1 1,99 ∗ 103

𝑝𝑒𝑟𝑑𝑎𝑠 = 𝑃1 − 𝑃2 = 1,99 ∗ 103 − (1,71 ∗ 103 ) ≅ 280 𝑊

 Cálculo da razão de transformação e da razão do número de espiras:

𝑈1𝑐 220
𝑚= = ≅ 1,76 𝑉
𝑈2𝑐 125

𝑁1 𝑈1𝑓 𝑈1𝑐
𝑟𝑎𝑧ã𝑜 𝑑𝑜 𝑛ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑒𝑠𝑝𝑖𝑟𝑎𝑠 ≅ 𝑚 ≅ = ≡ ≅ 1,76
𝑁2 𝑈2𝑓 𝑈2𝑐

XVI
 Cálculo da razão de transformação para a situação em que o primário
está em estrela e o secundário em triângulo:

𝑈1𝑐
𝑚= ≅ 1,76 𝑉
𝑈2𝑐

𝑈1𝑐
𝑁1 𝑈1𝑓 𝑈1𝑠 3 1 1
= = = = ∗𝑚 = ∗ 1,76 ≅ 1,02 𝑉
𝑁2 𝑈2𝑓 𝑈2𝑐 𝑈2𝑐 3 3

 Em termos qualitativos, se a carga fosse indutiva qual seria o efeito


sobre a tensão aos terminais da carga, de uma situação de vazio para
uma situação de carga, mantendo a alimentação no primário sempre
em 𝟐𝟐𝟎 𝑽 ?

Para o caso de termos uma carga indutiva, na situação apresentada, é


de esperar que a tensão de alimentação baixe devido aos efeitos magnéticos
que se dão na bobina.

 Se a carga fosse capacitiva, qual seria o efeito sobre a tensão aos


terminais da carga, de uma situação de vazio para uma situação de
carga, mantendo a alimentação no primário sempre em 𝟐𝟐𝟎 𝑽 ?

No caso de a nossa carga ser capacitiva o efeito seria o contrário. O


condensador é uma fonte que permite armazenar energia, logo ela carregará e
descarregará uma vez em cada ciclo. Assim, somando esse efeito à tensão do
primário.

XVII
Conclusões (Referentes aos dois ensaios)

Da elaboração deste trabalho foi possível retirar algumas conclusões relativamente ao


comportamento e utilidade dos ensaios económicos no que toca à obtenção de
características do transformador em questão e também relativamente à análise do
funcionamento do transformador em carga.
Realizando o ensaio em vazio e apôs uma breve análise dos resultados obtidos,
chegaram-se a algumas conclusões significativas.
Uma diz respeito à potência medida neste ensaio. A potência medida que o
transformador absorve corresponde à potência activa. Essa potência inclui as perdas
no ferro e uma pequena quantidade correspondente a perdas de joule, estas últimas
podem ser desprezadas neste ensaio, fazendo com que a potência medida seja
considerada igual às perdas no ferro.
Após medido os valores da tensão no primário, no secundário, a corrente no
primário e a potência a conclusão mais significativa está relacionada com os valores
medidos de 𝑈 𝑏1 − 𝑏8 e de 𝑈 𝑐1 − 𝑐8 . A tensão medida entre os terminais 𝑏1 e 𝑏8 é
superior à medida entre 𝑐1 e 𝑐8 . Tal deve-se ao facto dos primeiros terminais estarem
mais próximos dos enrolamentos alimentados no ensaio. Isto faz com que sejam mais
influenciados pelos fenómenos electromagnéticos que decorrem no transformador ao
ponto de neles existir queda de tensão mesmo sem estarem alimentados.
O segundo ensaio diz respeito ao ensaio em curto-circuito. Ao efectuar este ensaio,
depois de analisar os resultados obtidos, é possível retirar algumas conclusões. Uma
delas refere-se à potência medida neste ensaio quando executado para valores
nominais. A potência medida que o transformador absorve corresponde às perdas de
joule nominais, uma vez que as perdas no ferro são muito menores que as de joule,
sendo por essa razão desprezadas.

Através da realização destes ensaios verificamos o funcionamento de um


transformador trifásico e através de expressões obtidas nas aulas, calculamos os
parâmetros do transformador em vazio e em curto-circuito.

Para efeitos de cálculos, um transformador trifásico pode ser substituído por


um circuito equivalente como no monofásico, desde que se cumpram determinadas
características, obtendo desta forma os valores por fase.

XVIII
Através do cálculo do rendimento, foi concluído que este tipo de transformadores tem
um elevado rendimento, por causa da inexistência de partes móveis, não havendo
assim perdas mecânicas.

XIX
Bibliografia

 PowerPoint das aulas teóricas (Transformadores monofásicos e trifásicos)

 http://www.leandrobernardino.hpg.ig.com.br/transformadores.htm

 http://instelec.esmartstudent.com/electricidadeeelectronica/transformadortrifasico.h
tm

 http://www.scribd.com/doc/2590679/Ensaios-Economicos-de-um-Transformador-
Trifasico

 http://elektron.no.sapo.pt/oqueeforcaelectromagnetica.htm

 http://en.wikipedia.org/wiki/Transformer

XX