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O PROJETO DE ILUMINAÇÃO NA ANÁLISE ERGONÔMICA

DO TRABALHO

Maria Maia Porto


Universidade Federal do Rio de Janeiro - COPPE - Eng. de Produção - APIT
Rua Nina Rodrigues, 93 / apto 202 - Jardim Botânico - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22461-100

Cátia Siciliano Silvério


Universidade Federal do Rio de Janeiro - COPPE - Eng. de Produção - APIT
Rua Nossa Senhora das Graças, 384 - Ramos - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 21031-610

Ana Paula Ferreira da Silva


Universidade Federal do Rio de Janeiro - COPPE - Eng. de Produção - APIT
Rua Aarão Reis, 146 / apto 101 - S - Santa Tereza - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 20240-090

Abstract

The research about the lighting in a space of job, where it is, how the colors of the
environment are arranged, the use of shade dispositivs, if there is natural lighting, what kind
of artificial light is used, what kind of job is done in the place, are important elements that
must be considerated in the lighting project and in the Ergonomic Analyze of the Job,
because all these elements have direct influence in the comfort’s man inside your
environment of job. When the man works in a comfortable place, where his basic needs are
attended, he produces more and with better quality.
Light - Quality - Job

I. Introdução

Atualmente, tem-se observado na indústria uma preocupação quanto à melhoria das


condições do ambiente de trabalho, visando a obtenção de maior produtividade. Este
trabalho tem por objetivo mostrar a necessidade de um estudo mais amplo no que se refere
aos aspectos a serem considerados na análise ergonômica do trabalho dentro do espaço
industrial. Dentre estes, pode-se citar a relevância da iluminação natural para a atividade
humana, como meio para a obtenção das condições de conforto no ambiente de trabalho.

As ambiências físicas devem ser consideradas ainda na etapa de concepção do projeto, a fim
de que posteriormente deficiências projetuais do espaço de trabalho não venham a ocorrer,
gerando incômodo para os operários e gasto adicional por parte da indústria, que ao mesmo
tempo se depara com problemas relativos à queda de produtividade e acidentes de trabalho.
Portanto, se deseja mostrar a necessidade de ocorrência de estudos ergonômicos em fases
preliminares do projeto industrial, dado o fato que numa fase subsequente, ocorrem
dificuldades na implementação de mudanças, e que os resultados obtidos nem sempre são
satisfatórios.

A adoção de um projeto adequado às condições climáticas locais e necessidades inerentes


da atividade exercida pelo operário, visam a otimização dos elementos que compõem a
envolvente da edificação e que participam diretamente na melhoria da qualidade de vida do
usuário do espaço.

II. O projeto de iluminação industrial a partir da luz natural

O projeto de iluminação industrial é definido a partir de critérios de qualidade e de


quantidade de luz a ser fornecida. Em termos gerais, a função dos compartimentos da
unidade fabril determina a iluminação exigida, como aparece explicitado em normas
técnicas. Diante de tarefas que demandam elevada acuidade visual, o fornecimento de altos
níveis de densidade de fluxo luminoso se torna necessário, ficando a liberdade de criação do
quadro visual mais restrita. Neste caso, a qualidade do projeto que segue critérios como
distribuição de luminâncias, existência de contrastes de brilho e cor, formação de sombras e
ausência de ofuscamento, é definida objetivamente - ainda que dentro dos limites de
mensuração impostos por sua própria essência, a partir de recomendações de bases
científicas, de modo a contribuir para o aumento da produtividade. Já nos ambientes da
unidade industrial, onde a acuidade visual requerida é pequena ou moderada, o que
normalmente ocorre nas áreas de apoio à fábrica, a sensibilidade do projetista e sua
concepção de projeto pessoal definem um quadro visual rico de sensações sensoriais, cujo
tratamento em termos de qualidade obtida é subjetivo, e as variáveis que a definem são
tratadas mais livremente.

A escolha de sistemas de iluminação natural - lateral ou zenital, de suas orientações e


complementos de sombreamento e redirecionamento do fluxo luminoso é um passo
determinante na iluminação ambiental.

O movimento aparente do Sol, somado às condições da abóbada celeste e à luz refletida


pelo entorno, determinam o total de luz local disponível para cada orientação.
Internamente, as proporções do compartimento, os materiais de revestimento - refletância
(variável com a cor dos pigmentos) e textura, e o posicionamento das células de trabalho
em relação à abertura de iluminação, o qual depende do layout da fábrica, definem a
quantidade de luz natural que atinge os planos de operações, devendo ser complementada
por fontes artificiais, e influem diretamente na qualidade do quadro visual formado.

No cálculo da iluminância, as variáveis de projeto envolvidas são:

• E = Eh.Szt.Ku.Km para sistemas zenitais horizontais,


S

onde:

E é a iluminância média produzida no plano de trabalho (lux)


Eh é a iluminância num plano horizontal exposto a toda luz diurna (lux)
Szt é a área bruta do vão de iluminação (m2)
S é a área do local (m2)
Ku indica a fração do fluxo luminoso incidente no envidraçado que alcança o plano
de trabalho. Chamado de coeficiente de utilização, Ku é obtido experimentalmente e seu
valor depende da geometria da sala, das refletâncias do teto e paredes, e do projeto do
sistema de iluminação, incluindo sua transmitância e uso de fatores de sombreamento.
Km é o coeficiente que varia com a manutenção ou limpeza do envidraçado e das
superfícies internas refletoras.

• Ep = Egv.Sw.Ku.Km para sistemas laterais,

onde:

Ep é o iluminamento num ponto interno do compartimento (lux)


Egv é o iluminamento externo global incidente no plano vertical da fachada (lux)
Sw é a área bruta da janela (m2)

Na composição do efeito estético e conforto visual, a disposição física de fontes luminosas,


primárias ou secundárias, assim como a localização do plano de trabalho, devem ser
observadas para se evitar o ofuscamento - definido como um brilho intenso no campo visual
capaz de causar desconforto ou impossibilitar a visão; a formação de sombras rígidas que
interferem na visualização de pequenos detalhes pode, por sua vez, ser evitada ou
provocada pelo uso de fontes de iluminação pontuais ou por poucas e pequenas aberturas;
os contrastes de cor e de luminância - este último criado por diferença significativa, por
exemplo, entre a iluminação geral e localizada, causam desconforto psico e fisiológico para
o indivíduo que está concentrado, ao passo que são extremamente agradáveis àqueles que
podem apreciá-los descontraidamente.

III. A importância da cor associada à iluminação

A correta distribuição da cor, como um dos fatores de qualidade do quadro visual, contribui
para a melhoria das condições físicas do trabalho e para a adequação do homem à máquina
e ao seu entorno.
Em regiões de clima quente, por exemplo, o planejamento cromático dos locais de trabalho
em tons azuis ou verdes claros (cores frias), é interessante visto que estas cores agradam
pela sensação de frescor e tranquilidade que transmitem. Contudo, essas cores podem
tornar o ambiente monótono e depressivo. É preciso que cores quentes e frias sejam usadas
em combinação, em condições médias, definindo certamente em agradáveis resultados.

A cor também exerce influência significativa nos aspectos relativos à iluminação natural e
artificial devido a variância das refletâncias. A aplicação de cores claras em grandes
superfícies, com contrastes adequados para identificar máquinas e funções / espaços,
associado a um planejamento adequado da iluminação, além de resultar em economia do
consumo de energia em até 30%, e aumentos de produtividade na ordem de 80 a 90%, pode
reduzir as ocorrências de ofuscamento e fadiga visual, causadora de acidentes de trabalho.

A cor permite substituir as faixas de contraste de luz por oposição de nuances, com a
utilização do mesmo fator de reflexão. A análise de dados científicos vem fornecendo
informações fundamentais para a escolha das cores das superfícies internas do espaço
construído. O uso da cor em indústrias é um fato a ser considerado devido a sua
importância em termos de sinalização, quando aplicada para a indicação de funções
específicas, e redução da fadiga visual mediante adoção em planos de trabalho em contraste
com as superfícies internas do espaço construído, fatores que colaboram para a redução dos
acidentes de trabalho e aumento da produtividade do operário.
A distância entre a pintura destinada à proteção/manutenção do local, à pintura que vise o
conforto ambiental, é mínima, e o acréscimo de custos desprezível frente às vantagens
apresentadas. O local de trabalho é também um local de vida. Além dos ambientes
destinados à produção e ao estoque, há um certo número de espaços sociais colocados à
disposição dos operários, como: vestíbulos, sanitários, salas de repouso, refeitórios, que,
agenciados de maneira funcional, pedem uma animação pela cor, em harmonia ou rutura
com a ambientação dos espaços de produção.

É importante dizer que o uso adequado da cor nos ambientes de trabalho é um fator
preponderante, podendo auxiliar na saúde, segurança e bem-estar das pessoas que nele
trabalham. Além do benéfico efeito psicológico devido às boas condições ambientais, há
uma diminuição no risco de fadiga visual e consequente diminuição de trabalhos falhos,
decorrendo deste modo um aumento na eficiência da produção.

Ao se criar um ambiente agradável para a realização de uma tarefa, pode-se diminuir a


ocorrência de problemas visuais, fazendo com que o operário concentre mais sua atenção na
tarefa que está executando que fora dela. Atualmente, a cor é reconhecida como um
importante fator de realização de um quadro de adaptação ao trabalho, e através de sua
utilização adequada,

Procura-se :
• harmonia estética;
• conforto visual;
• conservação e limpeza dos ambientes;
• incentivo à convivência social;
• programação visual;
• caracterização de status de função / periculosidade.

Para obter :
• Maior eficiência e produtividade por parte do trabalhador;
• Redução da fadiga visual;
• Aumento da segurança no ambiente de trabalho, devido a melhor identificação dos
locais;
• Redução dos afastamentos de operários (abstenções) devido a ocorrência de
acidentes de trabalho.

De modo a reduzir ao máximo os esforços de adaptação do olho, é necessário estar ciente


que as áreas que constituem o campo visual da tarefa a cumprir não devem apresentar
contraste de iluminância elevado.

Uma vez que a iluminação do posto de trabalho deve ser bastante elevada, é importante que
esta seja a mesma para o fator de reflexão das paredes, das máquinas e de outros
equipamentos. Entretanto, como as paredes e as máquinas recebem mais poeira que o teto,
assim como se encontram mais diretamente relacionadas à tarefa visual exercida pelo
operário, devemos adotar para elas, um fator de reflexão menos elevado, ao passo que o
teto, deve apresentar um fator de luminância mais elevado, devido ao fato de se constituir o
principal superfície de reflexão da luz natural que incide sobre a abertura lateral.
IV. A disposição das aberturas

Em regiões quentes, o estabelecimento do conforto térmico e lumínico no interior da


edificação é realizado, entre outros fatores, mediante o sombreamento e redirecionamento
dos raios solares. A disposição das aberturas laterais tem influência direta na distribuição
da luz solar para o ambiente interno, fator de relevante importância para o desempenho da
atividade humana.
As janelas baixas, situadas no terço inferior das paredes, e cujo emprego é raro, oferecem
problemas a nível de ofuscamento. Neste caso, a linha de visão de uma pessoa sentada à
altura do plano de trabalho, é invadida pela reflexão da luz, prejudicando a atividade visual.
Sob o ponto de vista térmico, acrescentam substancial carga ao ambiente devido à sua
localização, exigem do dispositivo de sombreamento uma maior projeção horizontal ou
simplesmente uma maior proximidade deste em relação à abertura, para a proteção efetiva
da mesma.

As janelas altas, devido a sua localização, têm a possibilidade de oferecer uma maior
quantidade de radiação direta nos pontos mais distantes do ambiente. Devem ser
devidamente sombreadas para evitar a ocorrência de ofuscamento ocasionado pela
incidência da luz solar em superfícies de alta refletância, prejudicando de forma significativa
a tarefa visual.

As janelas a meia altura, apesar de pouco utilizadas em edifícios industriais, são as que
apresentam maior facilidade de manuseio e manutenção. Apesar de não apresentarem
desempenho lumínico semelhante ao das janelas altas, proporcionam luz suficiente para a
execução da atividade humana. O uso associado de elementos de proteção a este tipo de
janela, se faz necessário para a intercepção da energia solar direcionada à superfície
envidraçada visando a obtenção do conforto térmico e lumínico da edificação industrial. A
utilização simultânea da janela alta, neste caso, serviria para aumentar o índice de
iluminamento na porção do ambiente oposta à abertura lateral, através da luz incidente no
sistema de sombreamento. Vale salientar que o inconveniente da radiação solar direta sobre
o indivíduo deve, sob todas as formas, ser evitado a fim de que ocorra o bom desempenho
da atividade.

V. Dispositivos de sombreamento / redirecionamento - Lightshelf

O uso de dispositivos de sombreamento / redirecionamento sobre os fechamentos


transparentes da edificação industrial colaboram para a redução dos ganhos de calor
proveniente da radiação direta, assim como para a distribuição de forma mais equalizada da
iluminação natural dentro do espaço construído; fatores necessários à obtenção das
condições de conforto indispensáveis ao bom desempenho da atividade humana.

A lightshelf, também denominada prateleira de luz ou refletora, fornece, além do


sombreamento, boa distribuição da luz solar com um ofuscamento mínimo. Devido ao seu
posicionamento em relação à abertura lateral, este dispositivo tem a capacidade de reduzir o
excesso de iluminação natural nas proximidades da janela, redistribuindo-a para os pontos
mais distantes do ambiente. Somando-se a estes fatos, a lightshelf não concorre para a
redução dos níveis de iluminamento no espaço, devido a sua configuração (no máximo dois
elementos, prateleira refletora interna e externa).
A conservação de energia obtida a partir da redução da carga térmica da construção frente
ao sombreamento da fachada, e a menor utilização da iluminação artificial em complemento
à natural, fazem deste tipo de dispositivo uma solução arquitetônica recomendável. Ao
mesmo tempo que promove a minimização dos gastos energéticos da edificação industrial, a
lightshelf possibilita a manutenção do conforto ambiental necessário ao homem para o
desenvolvimento de suas atividades.

Para o projeto deste elemento, devem ser feitas considerações a respeito de sua disposição
na fachada da edificação, dimensões, materiais utilizados, proteção solar a ser oferecida e
refletância das superfícies.

A lightshelf deve ser localizada de maneira a proporcionar a efetiva proteção aos


fechamentos transparentes da envolvente contra a radiação solar direta. Em fachadas
expostas à radiação solar de baixo ângulo, a combinação deste tipo de dispositivo a outros
elementos de proteção, como brises verticais, se mostra uma solução interessante para a
obtenção de sombreamento eficiente. Ao mesmo tempo, este dispositivo proporciona a
reflexão da luz natural para o teto, colaborando para a melhor distribuição desta dentro do
espaço. Para que este fato ocorra de forma eficiente, há de se fazer considerações sobre a
localização de seus elementos em relação à fachada industrial, e por conseguinte ao usuário
do espaço, no caso o operário, e a refletância das superfícies internas, a fim de que o
ofuscamento não provoque prejuízos ao desenvolvimento da tarefa visual.

As dimensões de uma lightshelf são, a princípio, determinadas por uma necessidade de


sombra. De forma análoga, o mesmo ocorre com a sua refletância: o requerimento da
distribuição da luz solar no ambiente interno define o coeficiente de reflexão do elemento.
A refletância da porção exterior da “prateleira de luz” apresenta um efeito mais significativo
na soma dos reflexos da luz solar admitida no interior da edificação. Desde que essa
admissão se realize acima da linha de visão do indivíduo, o processo de redirecionamento
não se configura em problema.

A lightshelf interior possibilita o sombreamento do ambiente interno mediante a intercepção


dos raios solares de baixo ângulo. Ao mesmo tempo, o redirecionamento é realizado pela
adoção de uma refletância máxima na sua superfície.

A janela superior na fachada com lightshelf deve ser composta de vidros claros de alta
transmissão para a obtenção de um iluminamento máximo sobre a prateleira refletora. A
janela disposta abaixo do elemento, quando submetida à luz refletida pelo entorno, deve ter
o seu coeficiente de transmissão reduzido, a fim de possibilitar a atividade visual do
indivíduo nas proximidades da abertura lateral. Tal fato, porém, tende a reduzir a
iluminação natural proveniente do exterior, e criar uma sensação de semi-obscuridade
quando o brilho da janela superior aparecer simultaneamente. Quando ocorre a adoção de
alta transmitância para esta janela, o controle do ofuscamento, neste caso, é realizado
mediante o adequado posicionamento do plano de trabalho em relação ao fechamento
transparente.

As superfícies internas da edificação podem funcionar como fontes refletoras da luz solar
que alcança a abertura lateral, ou até mesmo o anteparo. Para tal, teto e paredes devem
possuir alto índice de refletividade a fim de se obter ambientes uniformemente iluminados.
O teto é a principal superfície refletora da luz que provém do exterior. É responsável pelo
redirecionamento da mesma aos planos verticais e horizontais mais distantes da abertura
lateral, sem causar ofuscamento, fornecendo as condições lumínicas necessárias para o bom
desempenho da atividade visual. A aplicação de alta refletância, fato que corresponde às
cores claras, em todos os planos existentes no espaço, contribui substancialmente para a
otimização do teto como fonte refletora da luz solar. Outro aspecto a ser considerado é o
formato. O teto com grande quantidade de reentrâncias dificulta o redirecionamento da luz
natural, visto que obstrui o caminho usual da reflexão do feixe lumínico. A disposição do
menor número possível de cavidades e a simples inclinação do teto de forma descendente
até a janela, proverá uma distribuição de luz mais eficaz e uniforme no ambiente interno.

VI. Conclusão

O planejamento adequado da luz no ambiente de trabalho pode diminuir os acidentes


ocorridos devido a fadiga visual. Criar um ambiente agradável para o trabalho significa dar
ao homem uma melhor qualidade de vida, exercendo uma influência psicológica positiva na
realização da tarefa. Desta maneira é imprescindível que o estudo adequado sobre o uso da
luz nos ambientes de trabalho tenha sua devida importância dentro da análise ergonômica
do trabalho, visto que o planejamento lumínico pode causar queda na produtividade e na
qualidade da produção.

VII. Bibliografia

1. BOULOGNE, Daniel. Les raisons de la couleur - dans les espaces de vie et travail.
Paris, 1985.

2. IES - Iluminating Engineering Society of North America. IES Lighting Handbook -


Application Volume. New York; IES, 1987.

3. LAM, William M. C. Sunlighting as Formgiver for Architecture. New York; Van


Nostrand Reinhold Company, 1986.

4. MOORE, Fuller. Environmental Control Systems - Heating, Cooling, Lighting. New


York; McGraw-Hill, Inc, 1993.

5. PILOTTO NETO, Egydio. Cor e Iluminação nos Ambientes de Trabalho. São Paulo,
1980.

6. SILVA, Ana Paula Ferreira da. A Cor no Conforto Ambiental: Um estudo sobre a
importância da cor na obtenção do conforto ambiental. Tese Msc. em Arquitetura, FAU,
UFRJ, 1995.

7. SILVÉRIO, Cátia Siciliano. Dispositivos de Sombreamento / Redirecionamento da Luz -


A Conservação de Energia e a Manutenção do Conforto. Tese Msc. em Arquitetura, FAU,
UFRJ, 1995.