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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ

Pós-Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho

JOAO MANOEL CAMARGO FERREIRA
Engenheiro Mecânico

LAUDOS PERICIAIS DE INSALUBRIDADE

Orientador: Prof. Antonio Denardi Jr.

CURITIBA – PR
2010 1
LAUDOS PERICIAIS DE INSALUBRIDADE

RESUMO

Método: Pesquisas Documentais e Bibliográficas (registrar:
leis, normas, decretos, súmulas, jurisprudências...)

Prestar laudos que esclarecem e corroboram na
elucidação das influências nocivas aos trabalhadores em
seu ambiente de trabalho.

Pag 6 TCC 2
1.INTRODUÇÃO

O trabalho seguro e salubre é um dos direitos sociais
fundamentais garantidos pela CF/88, Artigo 7º, Alínea
XXII.

A CF/88 determina que é direito dos trabalhadores o
“adicional de remuneração para as atividades
penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei.”
(Enfoque Constitucional).

A CLT elaborou as Normas da Segurança e Medicina do
Trabalho, e também das atividades de seus órgãos
reguladores, com o caráter de prevenção, mitigação e
moderação de acidentes no trabalho.

Em meio às Normas que regulamentam e integram,
destaca-se a NR-15, que especifica todas as atividades
insalubres no ambiente de trabalho. 3
1.2.1 OBJETIVO GERAL

• A prática para a elaboração de laudos periciais de insalubridade
(simplificar, esclarecer e sistematizar).
• Atuação especifica do Engenheiro se Segurança do Trabalho na
elaboração dos Laudos Periciais de Insalubridade nas Condições
Ambientais do Trabalho.

1.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Identificar Normas Regulamentadoras, Portarias, Leis... (CLT, CPC,
CF, STF, TST, CC, OJ...)
• Relacionar Atividades e Operações Insalubres.
• Def. Parâmetros para enquadramento da exposição aos agentes
nocivos (Portaria Nº 3214/78).
• Formulação de Quesitos.
• Roteiro básico para a formalização e apresentação de laudo pericial
de insalubridade.
• Jurisprudências em Perícia de Insalubridade.
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1.3 ENUNCIADO

Debater o seguinte tema: “Como preparar laudos
periciais de insalubridade no ambiente de trabalho,
elaborado por profissionais aptos legalmente habilitados e
com especialização em Engenharia de Segurança do
Trabalho”

• Perfil e conhecimento necessário do Eng. de Seg. do
Trabalho apto para elaborar laudos periciais de insalubridade.

• Autonomia e a Perspectiva dos Profissionais de
Engenharia de Segurança do Trabalho.

• Caracterização que comprova o trabalho como insalubre.

• Subsídios trarão para assegurar o efetivo aproveitamento
do direito legal nas atividades com suspeitas de insalubridade.
5
1.4 JUSTIFICATIVA

• Dificuldade da compreensão dos agentes nocivos à
saúde dos trabalhadores.

• Somente após a elaboração da Perícia Técnica é
que serão comprovados através dos laudos
judiciais casos de insalubridade.

• Espera-se que este trabalho influencie os
empregadores para adotar ações concretas e
palpáveis para eliminação ou neutralização dos
agentes insalubres.
Pag 14 TCC 6
2.1 PERITO

PERITUS: pessoa hábil, experiente, que possui sabedoria e demonstra
conhecimento no vocabulário Técnico / Direito.
Profissional que nomeado pelo Juiz, em uma ação ou pleito, vai tomar
parte ou elaborar uma perícia.

2.2 ASSISTENTE TÉCNICO

Podem as partes ou apenas uma delas, recomendar um “assistente
técnico”, nomeado de “Perito da Parte” que atende com os mesmos
requisitos éticos, profissionais e autonomia.
Também elabora o laudo técnico.

2.3 PERÍCIA

É a diligência executada pelo perito, é o conjunto de procedimentos
técnicos e científicos destinados a levar à instância decisória elementos
de prova necessários a subsidiar a justa solução do litígio.

Mediante laudo pericial ou parecer judicial.
Pag 16 TCC 7
2.4 EXAME PERICIAL

A perícia enquadra-se dentre os meios das provas dos
atos jurídicos como sendo a principal e mais eficaz forma de
comprovação de prova entre autor e réu.
(confissão, depoimento pessoal, documentos particulares, inspeção, prova
documental, prova testemunhal, prova pericial).

Por encargo da autoridade judiciária é uma operação
atribuída a pessoas peritas em cada ciência ou arte.

O Perito alcança detalhamento técnico especializado
que o juiz não dispõe. (esclarecimento dos magistrados)

Na perícia existe restrição do assunto sob apreciação,
não é legal ao perito exceder da matéria julgada.

Pag 18 TCC 8
2.5 POSTURA E PERFIL DO PERITO

Ao comprometer-se o Perito fica protegido de credibilidade.
Necessita ser resguardado e respeitada sob qquer
circunstância.

Conduta: cidadão integro, competência técnico-profissional,
ética, moralidade e honestidade.

O perfil do Perito deve abranger conhecimento geral e
profundo da ciência e da teoria.

• Constituição Federal (CF88).
• Código Civil (CC).
• Código do Processo Civil (CPC).
• Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
• Súmulas do Supremo Tribunal Federal (STF).
• Súmulas do Tribunal Federal de Recursos (TFR).
• Enunciados do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
• Legislações complementares.
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2.6 ATRIBUIÇÕES LEGAIS DO PERITO

Tabela de Códigos de Competências Profissionais, em conexão com os
Campos de Atuação Profissional inseridas no Sistema CONFEA / CREA.
(Resolução nº 1.010/2005).

ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PERITOS

• Supervisionar, classificar, ordenar, aconselhar, encaminhar, destacar e
executar perícias criminais em geral.
• Destacar diligências técnico-científicas e investigação na área forense.
• Preparar matéria especifica com relação ao ambiente de trabalho.
• Desempenhar atividades profissionais periciais pertinentes às classes
profissionais a que pertence.
• Indicar medidas de controle sobre grau de exposição a agents agressivos
• Caracterizar atividades, operações e locais insalubres.

• Esquematizar, administrar e coordenar as atividades científicas.
• Provir levantamentos fotográficos e a apreciações periciais, laboratoriais,
ambientais, químicos, físicos, biológicos e microbiológicos.
• Ministrar subsídios elucidativos para a instrução de inquéritos/processos.

Pag 20 TCC 10
2.7 LAUDO PERICIAL

• Peça escrita e fundamentada em que os peritos expõem
as observações colhidas e as conclusões a que chegaram
sobre o exame da matéria pericial
(arts. 978 e 1045 CPC). (Academia Brasileira de Letras Jurídicas).

• Deve ser lavrado pelo próprio Perito, mesmo quando
houver Assistentes Técnicos.

• É um documento que merece fé pública e judicial, é um
documento oficial, irá fornecer uma conclusão a um litígio.
• Alvo de impugnação pelas partes. Deve ser lavrado com
elevada veracidade e atenção para anunciar o fato de
maneira inequívoca e prática.

• Por mais exatos e sofisticados que sejam não determinam
deliberações judiciais.
• A experiência do juiz permite-lhe contestar o laudo sem
desmerecer o trabalho do perito. 11
2.8 A PERÍCIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO

A perícia para a qualificação da insalubridade é regulada e
requerida pela Legislação Processual Trabalhista e impetrado pelo
disposto no Código de Processo Civil. (Artigo 8º, parágrafo único da CLT Decreto-
lei N.º 5.452).

2.8.1 CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL

Art. 420 CPC. O juiz indeferirá a perícia quando:
• A prova do fato não depender do conhecimento especial de técnico.
• For desnecessária em vista de outras provas produzidas.
• A verificação for impraticável.

Art. 421. O juiz nomeará o perito fixando de imediato o prazo para a
entrega do laudo.

Incumbe às partes, dentro em 5 dias, contados da intimação de
nomeação do perito:
• Indicar o assistente técnico.
• Apresentar quesitos.

Pag 22 TCC 12
Art. 422 CPC. O perito cumprirá escrupulosamente o encargo que lhe foi
cometido. Os assistentes técnicos são de confiança da parte, não sujeitos a
impedimento ou suspeição.

Art. 423 CPC. O perito pode escusar-se, ou ser recusado por impedimento
ou suspeição. Se procedente a impugnação, o juiz nomeará novo perito.

Art. 424 CPC. O perito pode ser substituído quando:
• Carecer de conhecimento técnico ou científico;
• Deixar de cumprir o encargo no prazo que lhe foi assinado.
(ocorrência à corporação profissional, impor multa).

Art. 425 CPC. Poderão as partes apresentar, durante a diligência, quesitos
suplementares.

Art. 426 CPC. Juiz: Indeferir quesitos impertinentes.

Art. 427 CPC. Juiz: dispensar prova pericial quando as partes apresentarem
pareceres técnicos ou documentos elucidativos que considerar suficiente.
13
2.9 PODERES DO PERITO E ASSISTENTES TÉCNICOS

Art. 429 CPC – No desempenho da função: testemunhas, informações,
documentos (poder das parte ou repartições públicas), instruir com plantas, desenhos,
fotografias...

Art. 431: Agendamento da perícia. As partes terão ciência para início à
produção da prova.

Art. 432 CPC - Por motivo justificado se o perito não apresentar o laudo dentro
do prazo. O juiz concederá prorrogação, por uma vez, segundo o seu arbítrio.
O perito apresentará o seu parecer técnico em 10 dias, a contar da data
diligência. A pedido fundamentado poderá ser prorrogado por igual tempo.

Art. 433 CPC – O perito oficial apresentará o laudo em cartório, no prazo fixado
pelo juiz, pelo menos 20 dias antes da audiência.
O assistente técnico oferecerá seu parecer no prazo de 10 dias após a
apresentação do laudo.
Institui-se:
Não existe impedimento aos peritos assistentes assinem o laudo pericial, desde
que tenham participado e assessorado o perito oficial, e não existam desacordos.

Divergências:
Esfera cível Art. 433 CPC (Lei nº 8.455/92).
Esfera trabalhista Art. 3º: “Assistente apresenta o Laudo no mesmo prazo
14
assinado que o perito (Lei No 5.584/70).
• Art. 435 CPC. A parte que desejar esclarecimento do perito, requererá
ao juiz para intimá-lo comparecer à audiência, formulando os quesitos.

Só estarão obrigados a comparecer se intimados 5 dias antes da
audiência.

2.11 LIVRE APRECIAÇÃO PELO MAGISTRADO.

• Art. 436 CPC: "O juiz não está adstrito ao laudo pericial, podendo
formar a sua convicção com outros elementos ou fatos provados nos
autos”. (livre persuasão).

• Art. 437. O juiz poderá determinar de ofício ou a requerimento da
parte, a realização de nova perícia, quando a matéria não lhe parecer
suficientemente esclarecida.

• Art. 438. A segunda perícia tem por objeto os mesmos fatos da
primeira (corrigir eventual omissão ou inexatidão).

• Art. 439. A segunda perícia não substitui a primeira, cabendo ao juiz
apreciar livremente o valor de uma e outra.
Pag 26 TCC 15
3.1 CLT: Cap. V - Da Segurança e Medicina do Trabalho
Seção XIII - Das Atividades Insalubres e Perigosas

Art.189: São atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua
natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados aos
agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da
natureza, da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos.

Art.190: O Ministério do Trabalho aprovará o quadro das atividades e
operações insalubres e adotará normas para caracterização da insalubridade,
LT aos agentes agressivos, meios de proteção e o tempo máximo de exposição.

Art.191 CLT: A eliminação ou a neutralização da insalubridade ocorrerá
com medidas que conservem o ambiente de trabalho dentro dos LT. (EPI’s,
diminuir a intensidade do agente agressivo) (DRT’s notificar).

Art. 192. Atividades ou operações penosas: fadiga física, mental ou psicológica.

§ 2º Trabalho em condições penosas, acima do LT estabelecidos MTb, assegura
a percepção do adicional de, respectivamente: 40%, 20% e 10% do salário-mínimo
da região (mmm). (Lei nº 6.514/77).

Os adicionais das atividades penosas agregam todos os pecúlios
trabalhistas: férias acrescidas de 1/3, 13°salário e FGTS...
16
CLT Capítulo V - DAS ATIVIDADES INSALUBRES

Art.193 CLT: Os adicionais de penosidade (I/P) não são devidos
cumulativamente.

Art.194 CLT: O direito do empregado ao adicional de insalubridade
cessará com a eliminação do risco.

Art.195 CLT: “A caracterização e a classificação da penosidade
(I/P) far-se-ão através de perícia a cargo de Médico do Trabalho ou
Engenheiro do Trabalho, registrados no MTb”. (Lei 6.514)

Art.196 CLT: “Os efeitos pecuniários decorrentes do trabalho em
condições de penosidade (I/P) serão devidos a contar da data de inclusão
da respectiva atividade nos quadros aprovados pelo MTb”.

17
3.3 PERITOS LEGALMENTE HABILITADOS
Art. 195 CLT

Regulamentações dos cursos e atribuições do Especialista: Eng. de
Seg. do Trabalho e do Medico do Trabalho, com funções específicas
associadas aos seus pertinentes Conselhos de Classe.

Tecnólogos em segurança do trabalho não podem apostilar curso de
Pós em Eng. Seg. do Trabalho, pois não geram títulos nem atribuições. (SSA
31.463). (CBO 2149-35 MTb).

O profissional habilitado em Perícia Técnica é o Eng. de Seg. do
Trabalho, portador do certificado de conclusão de Especialização ou Pós-
Graduação, devidamente registrado junto ao Conselho de Classe (Art. 2°
Reso CONFEA 359/91).

Comprovação do Perito legalmente habilitado: regularmente
registrado no CREA. Portador da carteira profissional (devidas anotações da
resolução CONFEA), confirmação no portal CREA (UF vinculado) e ratificar a
anuidade quitada (meio de certidão protocolada).

Da Habilitação - LEI Nº 7.410/85
Exercício exclusivo: Certificado de conclusão do curso de Eng. de Seg.
do Trabalho em nível de Pós-Graduação ou Especialização.
18
3.7 DOLO OU CULPA DO PERITO

Art. 147 CPC: O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações
inverídicas, responderá pelos prejuízo, ficará inabilitado por 2 anos e
incorrerá na sanção da lei penal.

3.8 FALSO TESTEMUNHO OU FALSA PERÍCIA

Art. 342. Fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como
perito em processo judicial ou administrativo, inquérito policial. (Lei nº
10.268/01).

Pena - reclusão, de um a três anos, e multa.

• 1º. As penas aumentam-se de um sexto a um terço, se o crime é
praticado mediante suborno ou cometido para obter prova a produzir efeito
em processo penal ou processo civil. (Lei nº 10.268/01).

• 2º. O fato deixa de ser punível se o agente se retrata ou declara a
verdade. (Lei nº 10.268/01).

Pag 34 TCC 19
3.10 CLASSIFICAÇÃO DE INSALUBRIDADE

• A Lei 6.514/77, Cap V - Da Segurança e da Medicina do Trabalho,
Art. 195, refere-se que a classificação de Insalubridade, conforme Normas
do MTb, necessita ser realizada por Médico do Trabalho ou Engenheiro
de Segurança do Trabalho, o que comprova imparcialidade factível das
atribuições dos respectivos profissionais.

Critérios aceitos para caracterizar a atividade de insalubridade:

• No critério subjetivo o adicional de insalubridade exclusivamente é
devido quando o trabalhador manifestar sintomas de doença profissional
ou ocupacional. Neste caso é indispensável o exame médico para
caracterizar a insalubridade, evento em que somente o profissional da
medicina ocupacional se legitima competente a caracterizar a atividade
insalubre.

• No critério objetivo o elemento da pericia será unicamente o
ambiente do trabalho, e não o trabalhador. Assim sendo não se deve falar
em competência exclusiva do Médico do Trabalho.

pag 35 TCC 20
4. NORMAS REGULAMENTADORAS

A Portaria MTb Nº 3.214/78, aprova as NR, relativas à Segurança e Medicina do
Trabalho, atende à determinação do artigo 190 da CLT:
“As discriminações dos agentes nocivos à saúde, com os limites de tolerância,
encontrar-se previstos nos anexos da NR-15”.

NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES.

15.1 São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem:

– Acima dos LT previstos nos Anexos n.º 1, 2, 3, 5, 11 e 12
(critério quantitativo através da concentração do agente de risco)
– Nas atividades mencionadas nos Anexos n.º 6, 13 e 14
(critério qualitativo é caracterizada por avaliação pericial da exposição ao risco)
– Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho, constantes
dos Anexos n.º 7, 8, 9 e 10.

15.1.5 "Limite de Tolerância“: Concentração ou intensidade máxima ou mínima,
relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará
dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral.

15.2 O exercício de trabalho em condições de insalubridade, assegura ao trabalhador a
percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a:
• 40% para insalubridade de grau máximo
• 20% “ “ “ “ médio 21
• 10% “ “ “ “ mínimo.
15.3 Na incidência de mais de um fator de insalubridade, será apenas
considerado o de grau mais elevado, sendo vedada a percepção
cumulativa.

15.4 A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a
cessação do pagamento do adicional respectivo. (medidas de ordem geral
ou EPI’s).

15.4.1.1 Cabe à autoridade regional competente em matéria de
segurança e saúde do trabalhador, comprovada a insalubridade por laudo
técnico fixar adicional devido aos empregados expostos à insalubridade.

15.4.1.2 A eliminação ou neutralização da insalubridade será
caracterizada através da avaliação pericial que comprove inexistência de
risco à saúde do trabalhador.

15.5 É facultado às empresas e aos sindicatos requererem ao MTb,
através das DRTs, a realização de perícia com o objetivo de caracterizar e
classificar atividade insalubre.

15.6 O perito descreverá no laudo a técnica e a aparelhagem utilizadas.

15.7 O MTb possui ação fiscalizadora e ex-officio da perícia, quando
22
solicitado pela Justiça, nas localidades onde não houver perito.
ANEXOS DA Critério
NR15 Quantitativo

Quantitativo

A determinação Quantitativo
do Grau de
Insalubridade:
Qualitativo
Definida pela
regulamentação Laudo de
do MTb Inspeção
Laudo de
Inspeção
Portaria Laudo de
nº 3.214 Inspeção
Laudo de
Inspeção

Quantitativo

Quantitativo

Qualitativo

23
Qualitativo
5.1 CARACTERIZAÇÃO DA INSALUBRIDADE

• Em uma ação reclamatória trabalhista, o Juiz do Trabalho
necessita deliberar a execução da perícia técnica, que por meio do
laudo técnico revela se o empregado (ou classe) se enquadra nas
condições definidas para a caracterização da atividade insalubre.

• A caracterização da insalubridade depende de uma apreciação
criteriosa dos requisitos estabelecidos pela Lei e só assim deverá
ser considerado esta atividade como insalubre.

• Há a obrigação de que a atividade desenvolvida pelo empregado
exponha o trabalhador:

Contato com um agente nocivo.

O agente nocivo encontre-se acima do LT estabelecido pelo MTb

Contato persista por determinado espaço de tempo.
Pag 43 TCC 24
7. BASE DE CÁLCULO.

Súmula nº 17 TST : “O adicional de insalubridade devido ao empregado que,
por força de lei, convenção coletiva ou sentença normativa, percebe salário
profissional será sobre este calculado.”

Súmula nº 187 TFR: O adicional insalubridade incide sobre o salário regional.

O artigo 192 CLT determina que sua base de cálculo seja o salário mínimo.

Art 7º, incis IV, CF88 proíbe vinculação do salário mínimo para qquer finalidade.

STF de 30/04/08 : “A vinculação de adicional de insalubridade ao salário
mínimo é inconstitucional”. (Súmulas do TST).

O embasamento da incidência do adicional de insalubridade é o salário
mínimo, exceto quando instituído o salário profissional (Súm. nº 228 TST).

Resolução nº 148/08 Súmula nº 228 TST: “A partir de 09 maio 2008, data da
publicação da Súmula Vinculante nº 4 do STF, o adicional de insalubridade será
calculado sobre o salário básico, salvo critério mais vantajoso fixado em instrumento”.

O motivo de ser inconstitucional ou não empregar o salário mínimo como base
de cálculo é uma questão ainda em debate, pretexto pelo qual confere motivo à
aplicação de outras bases de cálculo.
Pag 46 TCC 25
JURISPRUDÊNCIAS TST

11.1 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE POR TRABALHO EXPOSTO A RUÍDO.

O laudo pericial concluiu que os EPI’s neutralizavam os ruídos existentes no
local de trabalho,
O acórdão regional entendeu devido o adicional de insalubridade, concluiu pela
ineficácia do fornecimento dos equipamentos de proteção para efeito de neutralizar os
agentes insalubres. A decisão fundamentou-se na inospitalidade do local de trabalho, e
no fato dos empregados não suportarem o uso contínuo e prolongado do equipamento.

11.2 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE CONTATO COM AGENTES QUÍMICOS

O Regional concluiu que o reclamante estava exposto a agentes químicos por
laborar na limpeza de banheiros da reclamada. A limpeza e a coleta de lixo em
residências e escritórios não podem ser consideradas atividades insalubres, ainda que
constatadas por laudo pericial, porque não se encontram entre as classificadas como
lixo urbano, na Portaria do Ministério do Trabalho.

ADICIONAL DE INSALUBRIDADE POR TRABALHO EXPOSTO A:

• Ruído • Telemarketing
• Agentes Químicos • Trabalho em Minas de Subsolo
• Serviços de Limpeza Geral • Lixo Hospitalar
• Lixo Urbano • Amianto 26
• Raios Solares
12. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

Resguardar a integridade física e a saúde do trabalhador.

Comprovado agente insalubre, a empresa cabe o ônus: fornecer o EPI,
fiscalizar o seu uso efetivo e correto. (TRT-13. nº 10.147).

Gratuito, apropriado ao risco, perfeito estado, CA, nas seguintes situações:

1. Proteção coletiva se mostrarem tecnicamente inviáveis.
2. Proteção coletiva encontrarem-se em implementação (uso temporário).
3. Esgotadas todas as alternativas técnicas possíveis para eliminar o risco.
4. Casos de emergência.

• O simples fornecimento do aparelho de proteção pelo empregador não o
exime do pagamento do adicional de insalubridade.

• Tomar as medidas para à diminuição ou eliminação da nocividade (Art
191). Ficará caracterizada através de avaliação pericial, por órgão competente,
que comprove a inexistência de risco à saúde do trabalhador.

• Uso efetivo dos EPI’s (TST Súmula nº 289).
• Obrigação de fiscalizar se o empregado está utilizando o equipamento.
27
– 13.2.1 AGENTES NOCIVOS

Descreve-se como riscos ambientais os agentes físicos, químicos e
biológicos encontrados nos ambientes de trabalho, que em função de sua
natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de
trazer detrimento à saúde do trabalhador.
Natureza os agentes são classificados em químicos, físicos ou biológicos.
Nocividade os agentes são classificados nos graus máximo, médio e mínimo.

13.2.3 AGENTES FÍSICOS
Os riscos físicos se caracterizam por: exigirem um meio de transmissão (em geral o ar) para propagarem sua nocividade, agirem mesmo sobre
pessoas que não têm contato direto com a fonte do risco e em geral ocasiona lesões crônicas, mediatas.
São agentes físicos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas (frio ou calor), radiações ionizantes e não ionizantes, umidade; bem
como o infra-som e ultra-som.

13.2.4 AGENTES QUÍMICOS
Entende-se por agente químico as substâncias, compostos ou produtos que possuem a capacidade de penetrar no organismo pelas vias respiratórias,
na forma de poeiras, fumos, neblinas, névoas, gases ou vapores, ou que, pela característica da atividade de exposição, pode apresentar contato ou
serem absorvidos pelo trabalhador através da pele ou por ingestão.
Substâncias que reagem quimicamente com o organismo humano provocando lesões mediatas ou imediatas, dependendo da: composição,
concentração, via de penetração e tempo de exposição.

13.2.5 AGENTES BIOLÓGICOS
Possuem a capacidade de proliferar doenças infecto-contagiosas (hepatite) Infecções (dermatites, doenças pulmonares) Infecções cutâneas ou
sistêmicas, (contágio).
Como são raramente visíveis, os riscos que comportam nem sempre são considerados.

A insalubridade será caracterizada pela avaliação qualitativa, do seguinte modo:
a) Insalubridade de Grau Máximo (40%):
b) Insalubridade de Grau Médio (20%):
28
16 ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE LAUDOS PERICIAIS

A primeira fase compreende a leitura dos autos identificando a
petição inicial, a réplica do réu/reclamado, conferindo atenção à decisão
do juiz e aos quesitos que deverão ser respondidos.

Na fase do Planejamento os seguintes tópicos são de relevância:

• Partes envolvidas.
• O objeto da perícia é de competência do Perito.
• Levantar documentos apensados.
• Verificar o nº de quesitos e sua natureza.
• Prazo para entrega do Laudo. Volume do processo.
• Indicação de Assistentes Técnicos (qualificação técnica).
• Diligências necessárias. Local de realização da perícia.
• Acesso aos elementos necessários.
• Necessidade de equipe auxiliar.

Dificuldades devem ser comunicadas formalmente ao juiz.
O trabalho do perito é técnico e não policial. 29
17 ESTRUTURA DO LAUDO TÉCNICO PERICIAL
O Laudo Pericial deve ter no mínimo os seguintes itens:
Mencionar legislação, normas, leis, ... (critério qualitativo e/ou
1- Critério adotado quantitativo).

2- Instrumentos utilizados Instrumentos especificados no Laudo (marca, modelo, tipo, fabricante,
faixas de leitura, certificado de calibração, etc.)
3- Metodologia de
avaliação Descrita sucinta. A NR 15 e Portaria 3311/89 estabelecem metodologias.

4- Descrição da atividade Atividades desenvolvidas pelo reclamante, locais de trabalho com os
e condições de exposição respectivos agentes insalubres. (testemunhas, pessoal das áreas,
documentos, fotografias ... (art. 429 CPC)).

5- Dados obtidos Dados relativos aos locais de trabalho e a exposição do empregado
(avaliações quantitativas, tempo de exposição, certificados de análises
químicas, áreas de risco, croquis, tabelas, gráficos...)

Constatada a insalubridade, o perito deve informar o seu grau (mmm),
6- Grau de insalubridade que é variável de acordo com o agente insalubre.

O perito deve estudá-los cuidadosamente antes de realizar a prova
7- Resposta aos quesitos pericial e respondê-los de maneira objetiva e fundamentada. (decisão
formulados pelas partes judicial, objetivo, facilitar julgamento).

8- Conclusão pericial Explicitar claramente se a atividade analisada é considerada insalubre,
mencionar o grau de insalubridade e o embasamento legal. 30
17.2 FLUXO DO LAUDO PERICIAL Litígio

Pedido da perícia

Nomeação do perito do judicial

Intimação das partes para apresentar os quesitos

Apresentação do assistente pericial

Convocação do perito

Apresentação da proposta de honorários do perito judicial

Comunicação as partes pelo juízo para contestação

Não havendo contestação é dado prazo para depósito dos
honorários pela parte de direito

Marcado prazo para início da perícia

Início da perícia

Realização de diligências

Apresentação do laudo
31
Solicitação da liberação dos honorários
17.2 FLUXO DO LAUDO PERICIAL Litígio

Pedido da perícia

Nomeação do perito do judicial

Etapas para Elaboração: Intimação das partes para apresentar os quesitos

Apresentação do assistente pericial
Conhecer o objeto da perícia
Convocação do perito
• Identificar os fatos
• Analisar os quesitos Apresentação da proposta de honorários do perito judicial

• Retorno de pedido às partes Comunicação as partes pelo juízo para contestação
• Obtenção de elementos
• Pedido de prazo e elementos ao Não havendo contestação é dado prazo para depósito dos
Magistrado honorários pela parte de direito

•Elaboração do laudo Marcado prazo para início da perícia
•Prólogo de encaminhamento
•Abertura Início da perícia
•Considerações preliminares
•Quesitos Realização de diligências
•Respostas
•Conclusões Apresentação do laudo
•Assinatura do Perito
32
•Anexos Solicitação da liberação dos honorários
•Pareceres
18 FORMULAÇÃO DE QUESITOS PARA INSALUBRIDADE

São perguntas de caráter técnico ou científico - discorridas pelo perito.
São valorizadas pelo juiz, pois mitigam contestações, discussões e diligências.
Todo laudo técnico é singular. Provas e técnicas precedentes necessitam ser utilizadas com
prudência.

1. Ações de Acidentes de Trabalho (subsídios para ações de cobrança de insalubridade).

• Cumprimento da legislação específica de segurança do trabalho.
• Treinamentos e/ou orientações recebidos pelo autor.
• Detalhamento sobre as condições e conjunturas de acidente.
• Ocasionais exposições de riscos.
• Medidas preventivas de acidentes.
• Ações inseguras cometidas pelo acidentado.

2. Ações de Cobrança de Adicionais por Agentes Nocivos (ou múltiplos).

• Jornada de trabalho do reclamante.
• Detalhamento do local de trabalho e Atividades desenvolvidas pelo reclamante.
• Dia da vistoria técnica, o horário do início e término, nome e função dos acompanhantes.
• Exposição a agentes nocivos constantes na NR15.
• Instrumento de medição utilizado (devidamente calibrado).
• Fornecimento EPI’s ao reclamante.
• EPI’s possuem ligação real e concreta com os agentes nocivos considerados. Descrevê-los.
• Avaliar se “A eliminação ou neutralização da insalubridade ocorre com a utilização de EPI’s”. 191.
• Informar se o reclamante laborou em condições insalubres justificando a sua conclusão.33
19 NOMEAÇÃO e MANUTENÇÃO do PERITO

Requer procedimento diligente, digno e confiável.
Deverá decorrer de contato pessoal, formal, nas dependências e
durante o expediente do Fórum (apresentação).

Juízes mantêm registros pessoais sobre a qualidade dos peritos
(observando prazos). Os registros são comungados.
Uma má nomeação atinge a pessoa e a carreira do juiz.

O Laudo é endereçado ao juiz que nomeou o perito.
Nada deve ser antecipado às partes. (sigilo).
Comentários e esclarecimentos somente em juízo.

Contato entre as partes só na ocasião das diligências, com os
assistentes durante as pesquisas e com funcionários cartoriais no âmbito
do Fórum.
Acertos cartorários pleiteando nomeações é grave falta contra a
honestidade de propósitos do perito.

Pag 76 TCC 34
20 HONORÁRIOS PERICIAIS

É da parte sucumbente na pretensão objeto da perícia, salvo se beneficiária de
justiça gratuita (Enun. 236 do TST).

Será paga pela parte que houver requerido o exame (ou determinado de ofício).
Assistente técnico: Cada parte pagará a remuneração da sua indicação.

Deposito em juízo: Por determinação do juiz, será liberado ao perito após a
apresentação do laudo, facultada liberação parcial.

Depósito Antecipado: Fator de segurança ao perito.
O Perito necessita requerer o depósito dos honorários antes do início dos
trabalhos (Art. 19 CPC). Se não acontecer o depósito o Perito necessita ajuizar ação
(Art. 585 CPC e Art. 275 CPC).

A ação para cobrança dos honorários prescreve no prazo de um ano a contar
da sentença (Art. 178 e Art. 206 CC).

Partes X Quesitos Suplementares (Art 425 CPC). Se a proposta inicial não
prever o perito arcará com o prejuízo. Requerer ao juiz a possibilidade de completar a
verba honorária.
Estimativa inicial: objetiva na sua abrangência para apresentação ao judiciário.
35
21 CONCLUSÃO

As contestações jurídicas à reverência das condições de
trabalho insalubres estão sempre centralizadas nos adicionais
que aspiram indenizar o malefício e não suprimir o risco ou
resguardar a saúde.

O beneficio da elaboração de Laudos Periciais em
Insalubridade não se destina objetivamente a parcela
pecuniária a ser paga ao empregado, mas sim desestimular a
negligência com o ambiente de trabalho.

Constitui-se em instrumento de alerta aos
profissionais que atuam nesta área, no sentido de
efetivamente elaborarem laudos periciais, para que através
deles, possam garantir a aplicabilidade da legislação
vigente.
Pag 78 TCC 36
MODELO PADRÃO DE ESTIMATIVA DE HONORÁRIOS DE PERÍCIA JUDICIAL

Demonstração da composição dos honorários - Quadro Horçamentário

Demonstrativo das horas alocáveis para a elaboração do Laudo Pericial Extrajudicial
1. Custos Diretos e Indiretos Processo(s):
JCJ/Vara(s):
Cartório:
Autor(es):
Réu(s):
(a) Custos Diretos no Processo - Horas R$ por hora Parciais em
Do Pessoal Envolvido Alocadas R$
Compromisso e Carga 0 0 0
Diligências e Vistorias 0 0 0
Análise Autos/Docs./Relatórios 0 0 0
Pesquisa e Levantam. de Dados 0 0 0
Exames e Análises Técnicas 0 0 0
Descrição e Conclusão Técnica 0 0 0
Conferência Reservada 0 0 0
Planejamento / Execução / Cálculos 0 0 0
Cálculos e Elaboração de Anexos 0 0 0
Redação do Laudo 0 0 0
Reuniões com Assistentes Técnicos 0 0 0
Montagem Laudo 0 0 0
Revisão/Assin./Entrega do Laudo 0 0 0
Revisão Técnica 0 0 0
Subtotais 0 0 0
(b) Custo Indireto no Porcesso - Total Horas R$ por Hora Parciais em
Material Alocadas R$
Depreciações, en. El., veículos etc. 0 0 0
Outros Custos fiscais e econômicos 0 0 0
Total da Estimativa de honorários 0 0 0
Subtotais 0 0 0
2. CUSTOS INDIRETOS HORAS ITEM VLR. HORA TOTAIS EM
Custo Hora do Escritório em Função 0 R$
0 R$
0
dos Custos Fixos Mensais:
Gastos de Infra-estrutura 0 0 0
(Depreciação, Amortização, Aluguéis,
Água, Luz, Telefone, Seguros,
Manutenção de Equipamentos,
Impostos) Subtotais 0 0 0
3. RESUMO R$
Custos Diretos 0 37
Custos Indiretos 0
TOTAL DOS HONORÁRIOS PERICIAIS 0
LAUDO TÉCNICO PERICIAL DE INSALUBRIDADE
ANEXO 8 - NR 15 - VIBRAÇÕES No.
MODELO DE LAUDO CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA
Data:

PERICIAL FORMAL Razão Social - RS
Alteração RS
C.N.P.J.
Endereço
CEP Município
C.N.A.E. (Portaria MTb No. Grau de
01/95) Risco
DADOS DO FUNCIONÁRIO
Nome / Identidade / CTPS
Função
Data Admissão / Saída
CARACTERÍSTICAS DO LOCAL OBJETO DA PERÍCIA
Setor / Local de
Trabalho
Os limites de tolerância definidos pela Organização Internacional para a
Critério Adotado Normalização - ISSO, em suas normas ISSO 2631 e ISSO/DIZ 5349 ou
suas substitutas.
Marca: Tipo Série
Instrumental
Utilizado
Data Calibração:
Metodologia de
Avaliação
Descrição das
Condições de
Tempo de Exposição
às Vibrações
Resultados da
Avaliação
Medidas para
Eliminação e/ou
Neutralização da
A insalubridade, quando constatada, será de grau médio (por exemplo).
CONCLUSÃO

INFORMAÇÕES PERICIAIS
Perícia Realizada em: Data: Horário:
Acompanhantes / Informantes
Nome e Assinatura do 38
Engenheiro de Segurança.
CREA No. ............
• http://www.protecaoeventos.com.br/

• O Curso de Higiene Ocupacional - Operação Prática
de Instrumentos demonstração e utilização de mais de
uma centena de instrumentos de avaliação, incluindo os
menores dosímetros de ruído do mundo, o dosímetro de
duplo canal, as novas bombas de amostragem de ar e os
novos detectores de gases do mercado.

• Objetivo: Capacitar os participantes em metodologia e
estratégia de amostragem de riscos físicos, químicos e
biológicos, com ênfase na utilização prática de
instrumentos de avaliação, mostrando soluções para
problemas que já ocorreram ou que podem ocorrer com
os profissionais da área.

• Docente: Eng. Marco Aurelio Luttgardes.

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