Insuficiência Renal Crônica

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SANCHES FMR1.4) 117 (88-177) 112.2mL/mim realizaram tomografia multi-slice e ECG de 24h.nº 3 . Métodos: Análise de 143 prontuários. 53% contra o tétano e os pacientes com antiHbs não-reagente foram re-vacinados. Com o gerenciamento. BRASIL.5 (±14. NORONHA1 1FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Pneumonia pneumocócica. Os pacientes receberam em média 2. PIRF.Setembro de 2007 IRC 002 ASSOCIAÇÃO ENTRE ARRITMIAS CARDÍACAS E CALCIFICAÇÃO CORONARIANA EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA. IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SANTO AMARO – SP Introdução: As doenças infecciosas estão entre as causas morbi-mortalidade em pacientes portadores de IRC (Insuficiência Renal Crônica). LEMOS MM1. 2MARNAC INC. Conclusões: Existem recomendações específicas para imunização nesta população. IRC 004 O EFEITO RENOPROTETOR DA PIRFENIDONA EM ASSOCIAÇÃO AO LOSARTAN E A HIDRALAZINA NO BLOQUEIO DA PROGRESSÃO DA DOENÇA RENAL CRÔNICA.7-94. A diminuição na taxa de variabilidade da freqüência cardíaca indicando disfunção autonômica observada nos pacientes com HVE pode contribuir para a ocorrência dessas arritmias.0 ± 38. tétano e hepatite B têm a incidência reduzida através de imunização específica. fibrose intersticial e aumento do número de miofibroblastos. gripe. Porém.5 (18. CANZIANI MEF1.7-94. CARVALHO AB1.09 0. possivelmente por atuar inibindo a proliferação de fibroblastos e diminuindo a produção de componentes da matriz extracelular. tétano. MARCASSI AP1.3 (±42.4 anos) e tempo médio em diálise de 43.4) 126.005 ASSOCIAÇÃO ENTRE HIPERTROFIA VENTRICULAR ESQUERDA E ARRITMIAS CARDÍACAS EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA EM FASE PRÉ-DIALÍTICA NISHIMI AY1.03 0. Experimentos adicionais in vitro foram realizados para analisar o efeito da pirfenidona em fibroblastos renais (NRK-49F).Volume 29 . o que pode contribuir para o aumento do risco de mortalidade nessa população. SILVIA R. Conclusão: HVE esteve associada à ocorrência de arritmias supraventriculares na população estudada. glomerulosclerose.01 0. Tratamentos: LOS (500mg/kg/d). NISHIMI AY1. C SILVA1. Resultados: HVE esteve presente em 26 % dos pacientes Sem HVE (n=82) 54.2 ± 26.4) mL/min realizaram Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA).9%. retrospectivamente.1 8 (27) 12 (41) p 0. reduzindo significativamente a expressão de RNAm para TGF-ß e a produção do TGF-ß. Objetivo: comparar a prevalência de arritmia em pacientes com DRC em fase pré-dialítica com e sem calcificação coronariana.048 0. ratos NAME desenvolveram hipertensão. Taxa de analfabetismo de 9%. circulação extracorpórea e anormalidades imunológicas da IRC aumentam a incidência. Grupos experimentais: CONTROLE. SANTOS RD3. Pacientes com anti-HBs não-reagente atingiram 58%.001 0.6 doses de vacina contra hepatite B. Resultados: Idade (anos) Sexo Diabetes Duração tratamento (meses) Cl creatinina (ml/min) PNN< 0. LEMOS MM1. CASSIOLATO JL2. Introdução: Calcificação coronariana e arritmia cardíaca constituem fatores de risco de mortalidade em pacientes com doença renal crônica (DRC). 90% pneumococo.001 <0. IL. perfil sorológico para Hepatite B e escolaridade. Objetivo: Investigar a associação entre a presença de HVE e de arritmia em pacientes com DRC em tratamento conservador.049 0. Método: ratos Wistar machos (n=48) receberam L-NAME (200mg/L) durante 30 dias para induzir a progressão da doença renal. XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia 61 . diabete 30. albuminúria. Resultados: Após 30 dias.83 0.01 0. CANZIANI MEF1. CARDIOS2.05 Arritmia Ventricular Arritmia Supraventricular sem calcificação (n=55) 55 (27-71) 21M / 34F 11 (20%) 22 (3-192) 33 (13-94) 26 (47%) 4 (7%) 7 (13%) com calcificação(n=53) 61 (41-79) 43M/ 10F 23 (43%) 16 (3-178) 36 (13-80) 35 (66%) 13 (25%) 19 (36%) p <0. Etiologias de IRC: hipertensão 39. Objetivos: Avaliar. DRAIBE SA1. ECG de 24 h e Ecocardiograma.02 Idade (anos) Sexo (M/F) Diabetes (n/%) Duração do tratamento (meses) Clearance de creatinina (ml/min) Média da pressão sistólica noturna (mmHg) SDNN (ms) Arritmia ventricular (n/%) Arritmia supraventricular (n/%) Conclusão: Pacientes renais crônicos com calcificação coronariana apresentaram maior prevalência de arritmias e menor variabilidade da freqüência cardíaca. Estratégias de gerenciamento de imunização aumentam a cobertura vacinal.08 0. SEBASTIÃO. CARDIOS2 E USP3. LUIZ A. 60% negros. JANCIKIC ADB1.52 0. Métodos: 111 pacientes com clearance de creatinina= 34 (12.6 ± 17. A monoterapia com pirfenidona promoveu um importante efeito renoprotetor. MINAME M3. a melhor renoproteção foi obtida no grupo PIRF+LOS+HIDRA. D MALHEIROS1. 47% dos pacientes foram imunizados contra gripe.5 (3-192) 33. Introdução: Hipertrofia ventricular esquerda (HVE) e arritmias cardíacas constituem fatores de risco de mortalidade em pacientes com doença renal crônica (DRC). 19 pacientes (13)% contra a gripe e 44 pacientes (31%) contra o tétano. HIDRA (20mg/Kg/d). Doze pacientes (8%) estavam imunizados contra pneumococo. Objetivos: Analisar o efeito anti-fibrótico da pirfenidona como monoterapia e sua associação com losartan (LOS) e hidralazina (HIDRA). LUCARELLI.2-80.07 0. NAME. UNIFESP-EPM1. Maior exposição ao ambiente hospitalar. 2 . E. caderneta vacinal.1% e glomerulonefrite crônica 15. H DELLÊ1.72 0.89 0. a situação vacinal para hepatite B.Supl. CANCELA. Introdução: O uso de drogas anti fibróticas como a pirfenidona na progressão da doença renal crônica pode representar uma importante alternativa de tratamento. Essas alterações cardiovasculares podem estar implicadas na alta mortalidade observada em pacientes com DRC.Insuficiência Renal Crônica IRC 001 J Bras Nefrol .4%. JANCIKIC ADB1. PIRF (750mg/kg/d).7 10 (12) 16 (19) Com HVE (n=29) 59 (45-79) 18 / 11 13 (45) 22 (3-168) 38. CA PEREIRA1. A pirfenidona inibiu significativamente a atividade proliferativa destas células. Resultados: 58% masculinos. CARVALHO AB1. DRAIBE SA1. PIRF+LOS+HIDRA. IRC 003 SITUAÇÃO VACINAL DE PACIENTES RENAIS CRÔNICOS EM UMA UNIDADE DE HEMODIÁLISE: A IMPORTÂNCIA DO GERENCIAMENTO DA IMUNIZAÇÃO. OLIVEIRA. 76% com 1 à 8 anos de estudo. MARCASSI AP1. no modelo experimental de nefropatia crônica progressiva induzida pela inibição da síntese de óxido nítrico.5 (27-79) 49 / 33 22 (27) 20.6 meses). mas cobertura vacinal ainda é pequena. ANA L. Conclusão: Estes resultados demonstram um marcante efeito renoprotetor da pirfenidona neste modelo. S MARGOLIN2. CASSIOLATO JL2. gripe e pneumococo de 143 pacientes em hemodiálise e a cobertura vacinal após o gerenciamento de imunização.66 0.3 (12. UNIFESPEPM1. SANCHES FMR1. FERNANDO FÉLIX. idade média 52.5 (94-166) 97. como conseqüência da inibição do TGF-ß. RODRIGO B. LOS. Método: 108 pacientes com Clearance de creatinina =38. TATIANE SUN.

Os grupos TAM. todo início da sessão.6±101. Levantamento bibliográfico e observação participante. Análise histológica renal confirmou uma severa necrose tubular aguda no grupo G quando comparado ao CTL. SCHOR N. n=10 para cada grupo. compreendendo-os e oferecendo apoio psicológico. foi possível tornar situações ameaçadoras mais seguras e auxiliar no reconhecimento e na expressão dos sentimentos vivenciados. CsA+LOS e CsA+TAM+LOS. Procedimentos . Antes do início do tratamento. O grupo LOS não apresentou efeito significativo sobre os miofibroblastos.Análise Qualitativa do material produzido pelos pacientes e das situações observadas.Volume 29 . favorecendo a investigação do campo subjetivo destes pacientes.2 e 0. Conclusão: TAM apresenta efeito renoprotetor e pode ser uma alternativa promissora no tratamento da nefrotoxicidade crônica por CsA.05).J Bras Nefrol .05).1±0.8). SIMÕES MJ. 0.05).. futuros estudos devem ser conduzidos para confirmar essa hipótese. não está claro se este medicamento tem efeito sobre o estresse oxidativo.2) e uréia sérica (57. a Caixa de Atividades incitou-os a re-agir e naquele ambiente percebiam que era possível inter-agir.0±256.05). p<0. NORONHA1 1LABORATÓRIO DE NEFROLOGIA CELULAR E MOLECULAR LIM . BRAZIL. DALBONI MA. respectivamente.A caixa de atividade foi oferecida. Os grupos TAM e TAM+LOS apresentaram uma diminuição significativa de miofibroblastos (0.1±71. Métodos: Ratos Wistar adultos machos foram tratados com água (veículo da G). Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do Sevelamer e do Acetato de Cálcio sobre o estresse oxidativo e a inflamação em pacientes em HD. 0. o grupo G desenvolveu uma marcante lesão renal. BATISTA MC. Após 30 dias de suspensão do tratamento com G foi observada a normalização da função renal com diminuição da creatinina (1.0±241. Conclusão: Constatou-se a necessidade da adoção de recurso que auxilie a atuação do psicólogo no atendimento a PRC em ambiente hospitalar específico.nº 3 . Resultados: Observamos uma redução da geração espontânea de EROS pelos PMNs (p<0. Conclusão: Nossos resultados sugerem que o tratamento com Sevelamer ou Acetato de Cálcio pode levar a redução do estresse oxidativo e inflamação nos pacientes em HD. Ao final das sessões os devolviam. Introdução: O uso prolongado de ciclosporina (CsA) apresenta graus variados de nefrotoxicidade e tem um impacto negativo na sobrevida do enxerto. aos pacientes.1%. 117±4 mmHg Controle. Através da caixa de atividades. CHRISTO JS.1±01% Controle. utilizando o DCFH-DA como marcador) e níveis séricos de LDL oxidado (LDLox) (ensaio imunoenzimático).05).5 vs CTL 2. LOS e TAM+LOS reduziram significativamente a glomeruloesclerose (0. o qual tem como efeito colateral a nefrotoxicidade. UNIFESP / EPM SÃO PAULO. Sujeitos . Métodos: Os pacientes foram randomizados para receber a terapia com Sevelamer (n = 17) e Acetato de Cálcio (n = 14) por 01 ano. p<0. LOS e TAM+LOS promoveram diminuição da fibrose intersticial.6 vs CTL 42.05). Nos outros ratos esse procedimento foi realizado após 30 dias de suspensão do tratamento com G. Resultados: O grupo CsA desenvolveu hipertensão arterial (154±3 vs.8±0. a distração e o lazer propiciado pelos materiais da caixa auxiliaram na minimização dessas sensações em parte dos pacientes. p<0. MOURO MG. 2 . Além disso.5 vs CTL 2.1±0. os pacientes apresentaram um aumento significante dos níveis séricos de albumina para o grupo tratado com Sevelamer (p<0. Objetivo: Investigar o efeito anti-fibrótico do tamoxifeno (TAM) e sua associação com o losartan (LOS).01) nos pacientes tratados com Sevelamer. O setting terapêutico exige do psicólogo flexibilidade. p<0. IRC 007 O USO DA CAIXA DE ATIVIDADES NA ABORDAGEM PSICOTERAPÊUTICA DE PACIENTES EM HEMODIÁLISE EDNÉIA APARECIDA DE PAULA SENESP – SERVIÇO DE NEFROLOGIA DE SÃO PAULO Introdução: O objetivo deste estudo foi de buscar recursos que auxilie a atuação do psicólogo no atendimento a pacientes renais crônicos (PRC) em ambiente hospitalar específico. Um possível mecanismo responsável pelo efeito anti-fibrótico do TAM pode ser seu efeito sobre miofibroblastos. Os animais do grupo CsA evoluíram com glomeruloesclerose (1. Métodos: A nefrotoxicidade foi induzida em ratos Wistar utilizando CsA (15mg/kg/dia) durante 21 dias.8±0.Foram 13 PRC que realizam hemodiálise. durante 10 dias. H DELLÊ1. O grupo TAM apresentou uma redução na pressão arterial (132±6 mmHg. No grupo CsA houve aumento significativo de miofibroblastos (1.4±5. Esses achados sugerem que este efeito pode estar associado com suas propriedades quelantes. A P SILVA-FILHO1 E IRENE L. Um número significativo de pacientes apresentava uma série de temores e desconfortos durante o tratamento.7µM). MANFREDI SR.6±0.3 vs.0 e 0.1. CUPPARI L. Insuficiência Renal Crônica IRC 006 EFEITO DO SEVELAMER SOBRE O ESTRESSE OXIDATIVO EM PACIENTES EM HEMODIÁLISE PERES AT.05). UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO Introdução: Tem sido relatado que o Sevelamer pode ter um efeito na redução do estado inflamatório em pacientes em Hemodiálise (HD).4 vs CTL 40. caracterizada por um aumento significante da creatinina (5.2±0. A insuficiência renal aguda é possivelmente causada por um aumento de vasoconstritores e diminuição de vasodilatores como o NO.01) e uma diminuição dos níveis séricos de LDLox (p<0. Observamos também. 2) Parâmetros de inflamação: Níveis séricos de TNF-α.29.9±2.1 vs. Proteína C-reativa (PCR) (quimiluminescência) e albumina (colorimétrico). Plano de análise de dados . leve necrose tubular e aumento do NO (2.Supl. Além disso. uma tendência de diminuição dos níveis séricos de TNF-α e PCR somente no grupo tratado com Sevelamer. criatividade e interação com outros profissionais da equipe de saúde. com faixa etária e classe social diversificada. Tratamentos: TAM (10mg/kg/dia) e LOS (200mg/L). CANZIANI ME.0±0. Os grupos LOS e TAM+LOS diminuíram significativamente a pressão arterial (94±10 e 81±4 mmHg.2±0. BRASIL.5±0. IRC 008 AVALIAÇÃO DA SÍNTESE DE ÓXIDO NÍTRICO (NO) E DA FUNÇÃO RENAL DURANTE E APÓS A SUSPENSÃO DO TRATAMENTO COM GENTAMICINA (G) EM RATOS.294. e diminuição da síntese de NO na urina (383. IL-10 (ensaio imunoenzimático).01). Os interessados retiravam os materiais. Introdução: A gentamicina é um antibiótico da família dos aminoglicosídeos. 62 XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia .1% Controle. após 6 e 12 meses foram dosados: 1) Parâmetros de estresse oxidativo: produção espontânea de espécies reativas de oxigênio (EROS) por células polimorfonucleares (PMN) (citometria de fluxo. Resultados: Após 10 dias. grupo (CTL) e com G (100mg/kg) i. SÃO PAULO.4mg/dl) e uréia sérica (331.0±159. CENDOROGLO M. Resultados: A maioria dos pacientes tinha uma posição passiva diante da vida. caracterizada por necrose tubular e diminuição da taxa de filtração glomerular. p<0. respectivamente.USP. No entanto. Conclusão: Nosso estudo sugere que o NO tem um papel protetor na recuperação da lesão renal induzida por G em ratos. D MALHEIROS1. J VIEIRA-JR1. p<0. Grupos experimentais:Controle. CsA. de ambos os sexos.9±0.717.3±0.Setembro de 2007 IRC 005 EFEITO RENOPROTETOR DO TAMOXIFENO EM MODELO DE NEFROTOXICIDADE CRÔNICA POR CICLOSPORINA DIMITRI MARINOTTO1.1 vs CTL 1.2 vs CTL 1. RODRIGUES AM. HIGA EMS.p.04%.5). Métodos: Instrumentos de Coleta de Dados . TAM. Também observamos uma redução nos níveis séricos de IL-10 durante o seguimento para os dois tratamentos (p<0.05). 0.4±1.917.6 mg/dl). No entanto. ANDREOLI MC.Caixa de Atividades com objetos presenteados pelos pacientes e pesquisadora. p<0.0±0. CsA+TAM. DRAIBE SA. Cinco animais de cada grupo foram sacrificados e foram coletados a urina de 24 horas e sangue e seus rins removidos para a histologia. CARVALHO AB. FACULDADE DE MEDICINA . L BECKER1.

ß-glicerofosfato (BGF. principalmente.3 116±18 76±15* 89±24 101±30 2. A expressão de Cbfa-1 é necessária para a diferenciação das VSMCs nas células osteoblast-like.s.32±0. R. AB UNIFESP. Em nosso serviço.03 3.2±0. R. KESROUANI. BARBOSA. KAFLER.8%).BURDELIS No último ano (2006). síndrome metabólica. detectar grupos de risco e encaminhar para as unidades de saúde. PRADO.4±0.2006 – MOBILIZANDO A COMUNIDADE. sem alteração do fósforo sérico.2 3. ROMA. Conclusão: Nosso estudo demonstrou que a iNOS tem um papel funcional na expressão do Cbfa-1 nas VSMCs. S. realizou-se entre os dias 8 a 11 de novembro e no dia 02 de dezembro de 2006. altura. Material e Métodos: Foram examinados 1. mas o fósforo sérico é um marcador insuficiente nesta condição. IRC 012 SEVELAMER (SEV). n. da classe médica sobre a investigação de DRC. diminuindo o ingresso dos pacientes em programa de terapia renal substitutiva e salientamos mais uma vez a importância da concientização da população e.677).2 598±29 (SEV) t6 1. 144 (71-80). O objetivo deste estudo é investigar os efeitos da iNOS sobre a expressão do Cbfa-1 nas VSMCs. portadores de diabetes mellitus. sendo 567 homens.s. O envolvimento de entidades representativas da sociedade civil e do poder público foi fundamental para o êxito da campanha. RA. como parte de seu Programa Municipal de Saúde Renal. MAS NÃO O ACETATO DE CÁLCIO (AC). SANTIN. n. Objetivo: Divulgar. a expressão da iNOS foi diminuida 44% quando comparada ao LPS. Nossa hipótese é que o FGF-23 é um marcador precoce de distúrbios do metabolismo mineral em pacientes pré-dialíticos. o papel do óxido nítrico(NO) e sua função é controverso.3±0. ABA. No grupo SEV houve uma redução significante no FGF-23 e no bicarbonato (BIC). CC.Supl.5±0. BETTI. RODRIGO OLIVEIRA1. hipertensão arterial e doença renal crônica. 100 µg/ml). diabetes. A nefrosclerose hipertensiva e a nefropatia diabética são as etiologias predominantes.005 n. circunferência abdominal. 86 (11-20). Todos informaram os seus dados pessoais e tiveram aferidos: pulso.Volume 29 . a maior parte de Mogi das Cruzes (1. circunferência abdominal homem > 94 cm: 263(46. tendo em vista a grande demanda do ambulatório de urologia da Faculdade de Medicina do ABC. BERGAMO. LILIAN CUPPARI2. Nós comparamos os efeitos do SEV e AC sobre o FGF-23 em 19 pacientes (15H/4F) com clearance de creatinina de 36. E. IRC 011 2° CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE DOENÇA RENAL DE MOGI DAS CRUZES.003 1. J.9±3. setor privado. prevenir. o hormônio da paratiróide (PTH) e o fósforo urinário (Pu) foram significantemente reduzidos na 6ª semana. com tratamento intensivo dos fatores predisponentes para evolução da doença renal terminal (DRC). 58 (3.1 153±40 112±22 2. SP Introdução: Coordenada pelo Instituto de Nefrologia de Mogi das Cruzes.4%) com IMC ≥ 30. 558 (30. MV. NS. L.002 P=0.1%) ≥ 180x110. 64 (3. Conclusão: A II Campanha de Prevenção de Doença Renal Crônica de Mogi das Cruzes veio de encontro às expectativas do Comitê de Prevenção da SBN.28 g/dia) ou SEV (1. com idades: 36 (0-10). provenientes de 21 municípios do estado de São Paulo. obesidade. HIGA. observamos que 50% dos pacientes procuraram o nefrologista já no estágio 3 de DRC.008 P=0. *p<0.3 2. SÉRGIO DRAIBE2. que foi incluída no calendário oficial de eventos da Secretaria da Saúde de Mogi das Cruzes. P=0. EMS. INSTITUTO DE NEFROLOGIA DE MOGI DAS CRUZES.2* 282±36* P=0.4 g/dia) por seis semanas. peso. a II Campanha Municipal de Prevenção de Doença Renal de Mogi das Cruzes.6 a 6.A. apresentando boa estabilidade da função renal.nº 3 . 378 (41-50). 282 (61-70). mesmo quando o fósforo sérico está normal. tivemos no ambulatório de uremia 108 pacientes em acompanhamento regular mensal. AO. Concluímos que os pacientes renais crônicos que recebem um tratamento intensivo dos fatores predisponentes da DRC retardam a progressão da disfunção renal. circunferência abdominal mulher > 80 cm: 925 (73.V. com apoio da Prefeitura. 2 . Dos 108 pacientes acompanhados 4 pacientes iniciaram terapia renal substitutiva e 1 apesar de estar em estágio 5 negou-se a iniciar tratamento dialítico. aminoguanidino (AG. GOMES. muito similar ao processo da formação óssea. (AC) Idade Cai (mmol/L) P (mg/dL) PTH (pg/mL) FGF-23 (pg/mL) Cr (mg/dL) Pu (mg/24h) t0 t6 46.32 a 5. como HAS. 395 (51-60). ALUIZIO CARVALHO2.UREIS. 696 (38%) ≥ 140x90.30±0.s. somente o SEV reduziu o FGF-23. Material e Métodos: VSMCs da artéria renal de ratos adultos machos foram incubadas em meio DMEM com 10% de soro de indivíduos saudáveis (CTL) e nos grupos: lipopolissacáride (LPS.32±0. informou ser diabético 236 (12. No grupo LPS+AG. evidenciando o encaminhamento tardio ao especialista. P=0. O mecanismo desta redução. proteinúria (através de fita reagente) e glicemia capilar. BGF+LPS. 12mM). FABIANA GRACIOLLI1.830 interessados. precisam ser elucidados. Contudo.1 3. Os pacientes foram randomizados para receber doses progressivas de AC (1. Resultados: Do total de atendimentos: 1277 (69.09 P<0.0001 t0= baseline.BRASIL Introdução: A calcificação Vascular vista na uremia é considerada ser um processo mediado pelas células de músculo liso vascular (VSMC). F.3%).8±0. D. CRUZ. ANA CANCELA1. em várias localidades do município: Shopping Center.1 104±48* 61±11* 2. t6 Conclusão: os resultados preliminares demonstram que embora os dois quelantes de fósforo foram eficientes em reduzir o PTH.2 mL/min. S.s.35±0. 73 (39%) com glicemia ≥ 200 mg/dl. ESTEVES. mantendo-se em tratamento conservador. SETA. XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia 63 .003 n. seguida das glomerulopatias e nefropatia obstrutiva.4±0.2 500±39 237±37* t0 n. C.8±3.Setembro de 2007 IRC 010 A EXPRESSÃO DO FATOR DE DIFERENCIAÇÃO DOS OSTEOBLASTOS (CBFA-1) NAS CÉLULAS DE MÚSCULO LISO VASCULAR MARIA APARECIDA DA GLÓRIA. REDUZ OS NÍVEIS DE FGF-23 EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC). 30mM) and LPS+AG. Distúrbios do metabolismo mineral ocorrem desde os estágios iniciais da DRC. SANTOS. MOREIRA.05 to vs. 1263 mulheres. 212 (21-30). LIMA. bem como de detecção de importantes fatores de risco associados. 242 (31-40).4±0. Resultados: A expressão de Cbfa-1 diminuiu70% no grupo AG and aumentou 50% no grupo LPS quando comparados com o CTL.3±0. Em ambos os grupos.2%).Insuficiência Renal Crônica IRC 009 J Bras Nefrol .R. bem como seu significado clínico. 18 (com mais de 80 anos) e 37 (sem idade determinada). o hormônio fosfatúrico FGF-23está elevado durante a sobrecarga de fósforo. instituições de ensino e organizações sociais.7%) com PA ≥ 140x80mmHg. Dados demográficos e exames laboratoriais iniciais foram similares nos dois grupos. VANDA JORGETTI1.s.7 1. PERFIL DOS PACIENTES RENAIS CRÔNICOS EM ACOMPANHAMENTO NO AMBULATÓRIO DE UREMIA DA FACULDADE DE MEDICINA DO ABC THIAGO GOMES ROMANO. O grande número de pessoas (1830) de classes socioeconômicas distintas atendidas nas várias localidades do Município propiciou uma excelente oportunidade de divulgação e orientação sobre a DRC. P=0. t6=6ª semana.1* 3. pressão arterial. Unidade Municipal de Saúde da Mulher e Sesi.02 1. No grupo LPS a expressão de Cbfa-1 aumentou 70% quando comparada ao grupo LPS+AG. Embora a expressão da óxido nítrico sintase (NOS) ser detectada nas células osteoblast-like. MARIA CANZIANI2 E ROSA MOYSÉS1 1NEFROLOGIA USP/2UNIFESP.R.SÃO PAULO.5%) com proteinúria ≥ 30 mg/dl ( +/++++). A expressão da iNOS e Cbfa-1 foram analisadas por RT-PCR.

9 ± 19.4 ± 0.portador de IRC em hemodiálise há 6 anos.2* 318±47 187±14* 3. JB. ALUIZIO CARVALHO2. Um decréscimo significativo de FGF-23 foi observado no grupo SEV.001 para o Kt/V e 5. Foram comparados os níveis de pressão arterial (PA).FJP. Objetivo: Avaliar laboratorialmente (cálcio. biópsia óssea e exames laboratoriais no início do estudo e após um ano.1* P<0.7 mmHg no segundo mês. C J O RODRIGUES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO Introdução: Diversas diretrizes estabelecem metas a serem atingidas em portadores de Doença Renal Crônica (DRC). LIMA. COSTA. fósforo e produto cálcio x fósforo.1* 5. Nós comparamos os efeitos do SEV e AC sobre o FGF-23 em pacientes em HD. até que o mesmo deu entrada no pronto socorro de um hospital privado com quadro de enterorragia severa. prurido . KELLEN MICHELINE ALVES HENRIQUE COSTA ALMEIDA. SEV 30. ALMEIDA. Foi submetido a cirurgia cardíaca para troca de valva aórtica e no 7° PO. porém a mesma era suspensa devido aos valores muito elevados do produto cálcio e fósforo. H.5±13.onde foi realizada hemicolectomia D e colostomia devido úlcera em ceco.2 ± 18.Volume 29 . conseqüentes à IRC têm a capacidade de estimular as paratireóides. sexo masculino.9±0. NEFRON CLÍNICA-NATAL-RN Paciente de 50 anos de idade. No pós operatório evoluiu com sepse grave sendo transferido para UTI onde foi colocado em VM. ADP. A osteíte fibrosa é a mais frequentemente responsável pelas alterações observadas nestes pacientes.1 7. 2 .Supl. SOUSA.001 para o potássio nos mesmos meses).1 ± 12. FA) a evolução de pacientes portadores de osteodistrofia renal em diálise. principalmente quando o tratamento clínico não consegue reduzir os níveis de cálcio.23±0. O tratamento da osteodistrofia renal poderá ser clínico ou cirúrgico. PFC UFRN. VANDA JORGETTI1.3±0.colostomizado e com severa hipotrofia muscular. já no seu quarto.). recebe alta bem.003. sem necessidade de correção cirúrgica. Nesta ocasião a tomografia de abdome já revelava importante calcificação de músculos profundos da pelve. hiperfosfatemia e deficiência de vit. Ocorreu uma correlação negativa entre o LogFGF e o volume osteóide.1 (SEV) 1 ano 1. 67% H. Devido piora clínica o paciente foi operado em caráter de urgência. D.Setembro de 2007 IRC 013 (TL 001) SEVELAMER (SEV). Nos pacientes com IRC. PTH E FA antes era de 6. PA diastólica (PAD) 78. Cai e o quelante foram determinantes independentes sobre os níveis de FGF-23 no tempo 1 ano. 72 pacientes completaram o estudo. nos mesmos meses). A média dos níveis de cálcio antes da PTX era de 9. promovendo o aumento do tamanho da glândula e perda dos mecanismos fisiológicos de regulação. com idade média de 44. mas principalmente pelo aumento da secreção pela paratireóide.nº 3 . NÓBREGA. A média dos níveis de fósforo. A princípio.8±0.3 330±45 252±24 4. ANA CANCELA1.A F ALENCAR. P S C SÁ.7 anos.6 ± 9.29 no primeiro mês x 1. PAIVA. e uma correlação positiva entre o LogFGF e o escore de cálcio. no período de 2000 a 2007 no Hospital Universitário Onofre Lopes.1mg/dl.487 pg/mL n.transfusão sanguínea e volume assim como foram realizados vários exames laboratorias e de imagem para elucidação diagnóstica (vide tabelas e fotos). a maioria (12 pacientes) faziam HD há mais de 5 anos. porém o paciente se recusava a submeter-se ao procedimento.2 323±45 235±17 4.1* 5. A PTX foi indicada. Os Dados demográficos e exames laboratoriais iniciais foram similares nos dois grupos. QUININO. distensão abdominal e febre. trazendo importantes repercussões clínicas principalmente cardiovascular. apesar da cirurgia acima descrita. MAS NÃO O ACETATO DE CÁLCIO (AC).3±0.5±0.s.1 7.25 meses em HD) randomizados para receber SEV ou AC por um ano. após 30 dias de internamento.7 X 72.2pg/ml e 256ui/l respectivamente. p=0. comparado com os 6 meses anteriores ao procedimento. Resultados: Os níveis de PA pós-diálise se mostraram mais bem controlados já a partir do primeiro mês (PA sistólica (PAS) no primeiro mês 128. Admite-se que alterações metabólicas. apresentou morte súbita. fósforo.queixava-se de dores ósseas. principalmente em hemodiálise (HD). com elevada prevalência (86% da população) de analfabetismo e condições sociais desfavoráveis foram submetidos a um programa de intensificação de medidas visando obter as metas definidas pelas Diretrizes Brasileiras de DRC e “The National Kidney Foundation-Dialysis Outcomes Quality Initiative”. cálcio. Resultados: 11 pacientes eram do sexo masculino e 6 do sexo feminino. p<0.3 X 118. Por quatro anos fez uso de altas doses de carbonato de cálcio. RODRIGUES. Foi internado e iniciado tratamento clínico com antibiótico. 36.478±4. REDUZ OS NÍVEIS DE FGF-23 EM PACIENTES EM HEMODIÁLISE RODRIGO OLIVEIRA1. DANIELA BARRETO2. Conclusão: O perfil sócio-econômico-cultural desfavorável não impede a obtenção de níveis adequados de parâmetros clínico-laboratoriais em indivíduos com DRC dialítica. com aumento significativo das doses de eritropoetina. GMRC.23 ± 0. os indivíduos devem ser conduzidos de forma a atingir objetivos semelhantes.fraqueza muscular. não existem dados sobre os efeitos de quelantes de fósforo e os níveis de FGF-23. RM.277±5. a mesma transcorreu bem . hematócrito. Após 6 meses da alta hospitalar seu cirurgião marca a reconstrução do trânsito intestinal. NO RIO GRANDE DO NORTE. RM. MELLO. Reinternado e foi diagnosticada endocardite fúngica em valva aórtica (eco transesofágico e 3 hemoculturas positivas para cândida sp). GMRC.1 anos.019.05 AC vs. IRC 015 AVALIAÇÃO LABORATORIAL DE PACIENTES PORTADORES DE IRC.4mg/dl e após de 8. SOUSA. fósforo e PTH. 1 ano. Os pacientes foram submetidos a tomografia de coronárias. espessura e superfície ósseas. p<0. RODRIGUES. Material e Métodos: Foram avaliados 17 pacientes renais crônicos em regime dialítico. submetidos à PTX total com autotransplante. não apenas pela maior degradação periférica. MARIA CANZIANI2 E ROSA MOYSÉS1 1 NEFROLOGIA USP. SUBMETIDOS À PTX TOTAL. 1983pg/ml e 416. 2 UNIFESP Os níveis de FGF-23 estão tipicamente elevados em pacientes com doença renal crônica (DRC). PTH. 64 XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia . FELLYPE BARRETO2.14 no terceiro mês. p=0.1 1 ano 1. KTV e doses das medicações utilizadas ao longo dos meses iniciais do programa.3mg/dl. LEB. assim optamos por realizar PTX de urgência pois atribuímos a não melhora do quadro abdominal a calcificação mesentérica permanente. IRC 016 RELATO DE CASO-ISQUEMIA MESENTÉRICA GRAVE DEVIDO A HIPERPARATIREOIDISMO SECUNDÁRIO KELLEN M.porém o paciente passou a apresentar semi obstruções intestinais. ADP. LILIAN CUPPARI2.30±0. pardo .sendo este substituído por Sevelamer nos últimos 2 anos.2±0. Cai (mmol/L) P (mg/dL) PTH (pg/mL) AP (U/L) LogFGF-23 Basal 1. Estes dados mostram que somente o SEV reduziu o FGF-23 e níveis elevados deste hormônio estão associados a calcificação coronariana e remodelação óssea alterada. SEV A análise de regressão múltipla mostrou que P.1±0.ao longo de 6 meses subseqüentes à realização de paratireoidectomia total. Objetivo: Verificar se condições sócioeconômico-culturais desfavoráveis impedem a obtenção de valores clínico-laboratoriais adequados em uma população com DRC estágio V. aumento da cartilagem do septo nasal e tumorações em cotovelos e joelhos de início há 6 meses.25±0. NÓBREGA. A. Realizamos uma análise post-hoc deste ensaio envolvendo 100 pacientes (48. D FLORES.4ui/l respectivamente e após de 4. Fez um quadro de embolização arterial para membro inferior resolvida com tratamento clínico.1 Insuficiência Renal Crônica IRC 014 ADEQUAÇÃO DE PARÂMETROS CLÍNICO-LABORATORIAIS EM INDIVÍDUOS COM DOENÇA RENAL CRÔNICA E CONDIÇÕES SÓCIOECONÔMICO-CULTURAIS DESFAVORÁVEIS E C ALVES.32 ± 0. Os níveis de FGF-23 estavam elevados em ambos os grupos (AC=32. Métodos: Vinte e oito indivíduos em programa de hemodiálise há pelo menos três meses.6 mmHg. Os níveis de hematócrito mostraram uma tendência ascendente.05 basal vs. Dois meses após a cirurgia anterior começou a apresentar febre muito alta e queda do estado geral.6±0.678 vs. a dosagem de PTH encontra-se elevada.96 ± 0. Tinha PTH acima de 700pg/ml e por várias vezes foi realizada pulsoterapia com vitamina D. (AC) Basal 1. 98. PFC. o p<0. A doença óssea pode ser classificada de acordo com padrões histológicos em doença óssea de alto turnover cujo representante é a osteíte fibrosa e doença óssea de baixo turnover. NMB.5mg/dl.94 x 4. Conclusão: A paratireoidectomia total com auto transplante é o melhor tratamento para estes pacientes.2* 526±27*o 232±15 3.68.A distensão abdominal permanecia. Contudo. tais como hipocalcemia. O paciente.JB. K J SILVESTRE.1±0. osteomalácia e a doença adinâmica e a doença mista que combina achados de osteíte fibrosa e osteomalácia. O Kt/V e os níveis de potássio se mostraram mais adequados a partir do terceiro mês (1. QUININO. Após um ano.J Bras Nefrol .RO Introdução: A doença óssea é uma das complicações mais incapacitantes da IRC terminal. NMB. LIMA. FABIANA GRACIOLLI1.

L. com alta incidência de calcificação.9 ml/min. com valor de alfa < 0.. a regressão da EM pode ser mais facilmente alcançada do que a GS com sinéquias. Metodologia: Avaliamos 156 pacientes com IRC não dialítica. Foram calculados os valores de sensibilidade.A. Conclusões: Nossos achados indicam relação entre aspectos cognitivos da depressão e progressão da IRC. (variação 4. SESSO. G2 (V+pP). IRC 020 ANÁLISE MORFOLÓGICA DA ESTRUTURA MIOCÁRDICA E VASCULAR NA UREMIA EXPERIMENTAL: PAPEL DO PARATORMÔNIO E DO FÓSFORO MR CUSTODIO1.FISIOPATOLOGIA RENAL.7%).Supl. FG GRACIOLLI1. NOBRE F.. PTH nas concentrações 0. G5 (p<0. Ratos Wistar foram submetidos à paratireoidectomia (PTx). aleatoriamente selecionados entre os pacientes em acompanhamento no ambulatório de tratamento conservador de IRC da Unifesp. (1)lesão da lâmina elástica.7% casados. No entanto. Objetivos: Avaliar a prevalência de depressão em pacientes com IRC não dialítica e verificar sua relação com comorbidades e estágios da IRC. Houve correlação positiva entre peso do coração e hipertrofia (p<0. G4. FLAVIA G MACHADO... 35. em relação a sintomatologia de depressão.7%). O uso de AAS como marcador é inferior ao captopril para esse procedimento diagnóstico. G4. nefrectomia 5/6 (Nx). CARVALHO EMF. M.. O elevado percentual de pacientes deprimidos indica a importância de intervenções psicológicas em fases iniciais da IRC. 50mg/kg/dia). DENISE MAC MALHEIROS. Houve nítida regressão da EM com L. G8 (ePTH+pP) e G9 (ePTH+rP).05). Todos os grupos. valor preditivo positivo e negativo. LEMOS. Todos os pacientes foram submetidos à arteriografia ou angioressonância das artérias renais. Resultados: Os pacientes apresentaram média de idade de 58. VO) e posteriormente Tc-99m-MAG3 sensibilizado com AAS (1 g.022µg/100g/h (nPTH) ou 0. em especial dos podócitos.7% estavam em estágios I e II da IRC.6% no estágio IV e 16. verificando-se a necessidade de avaliar estágios iniciais da doença. 55% com ensino fundamental. C.70).2%). PTx+Nx: G4 (V+pP). Sham: G1 (V+NP). sendo 58. Avaliamos o papel do paratormônio (PTH) e fósforo(P) na remodelação miocárdica e vascular. Na DIR há descrição da elevação da produção renal de prostaglandinas e portanto. Casuística e Métodos: Foram selecionados 25 pacientes com IRC e com suspeita diagnostica de DIR seguidos na Unidade Clínica de Hipertensão do HCFMRP-USP. 34.Insuficiência Renal Crônica IRC 017 J Bras Nefrol . a prevalência de depressão moderada ou grave foi de 20. No tratamento da ND com BAT-1. não há dose-dependência com L nesse modelo de ND.2%) ou rica (rP=1. fibrose. 57. M.A. ARAÚJO WM. DISCIPLINA DE NEFROLOGIA. URRUTIA. G3 (V+rP).05.Setembro de 2007 IRC 018 REGRESSÃO DA NEFROPATIA DIABÉTICA EXPERIMENTAL: AUSÊNCIA DE EFEITO DOSE-RESPOSTA DE UM ANTAGONISTA DA ANGIOTENSINA II FLÁVIO TELES DE FARIAS FILHO. inclusive um controle não diabético. doenças músculo-esqueléticas (16. Peso do coração/peso corporal. avaliamos diâmetro dos miócitos (hipertrofia).Volume 29 .3% homens.N. protegeu contra GS e Mϕ e restaurou a Vim. G5 (V+rP).05). Métodos: Ratos Munich-Wistar adultos machos receberam estreptozotocina (STZ) para indução de diabetes (DM) e 10 meses depois foram divididos em 4 grupos: Dmpre (controle pré-tratamento). DML50 (tratados com L. G6 (nPTH+pP). foram seguidos por mais 2 meses. pobre (pP=0. 2 EMERGÊNCIAS CLÍNICAS. especificidade. porém. expansão mesangial (EM). A dieta variou a concentração de P: normal (NP=0. V JORGETTI1 1 LAB. % de GS (apenas lesões com sinéquias foram consideradas). O.E. em cortes histológicos do miocárdio. VO) de acordo com o protocolo estabelecido no Serviço de Medicina Nuclear do HCFMRP-USP. CAMILLA FANELLI.8 ml/min.. DML500 (tratados com L.05). média e calcificações. p<0. Não houve efeito adicional com a dose alta de L. Considerou-se a positividade dos testes de acordo com os critérios da American Society of Nuclear Medicine. recebendo veículo(V).05). As comorbidades mais prevalentes foram diabetes mellitus (41.7%) e oftalmológicas (15. Alterações morfológicas das arteríolas receberam escore: (0)normal. Um dos testes utlizados para esse fim é o estudo renal dinâmico sensibilizado com captropril. AVALIAÇÃO DA SINTOMATOLOGIA DE DEPRESSÃO EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) ANDRADE. O clearance de creatinina médio dos pacientes foi de 33. freqüentemente ocorre hipertrofia ventricular esquerda. exceto Dmpre. KATO M. 500mg/kg/dia) e DM (DM não tratados). ICR 019 (TL 002) COMPARAÇÃO ENTRE O ESTUDO RENAL DINÂMICO COM TC-99MMAG3 SENSIBILIZADO POR CAPTOPRIL E O TC-99M-MAG3 SENSIBILIZADO POR ASPIRINA EM PORTADORES DE DOENÇA RENAL ISQUÊMICA COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA. A hipertrofia dos miócitos e fibrose intersticial são influenciadas pela hiperfosfatemia e PTH. inclusive da nefropatia diabética (ND). fibrose intersticial do miocárdio e espessamento de parede arterial. ELIZABETE PB POPPI.6% (n=32) e utilizando a escala completa a taxa passou para 27. 38% e 57%. (2)lesão da elástica e camada média. com o uso do Tc-MAG3-AAS como alternativa ao diagnóstico da DIR nos pacientes portadores de IRC. S. tem sido sugerida a possibilidade de regressão de nefropatias crônicas. XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia 65 .1 ± 16.2 a 105 ml/min). hipertrofia miocárdica e fibrose subendocárdica foram maiores no G9 comparado aos Sham (p<0. padrão atual do HCFMRP-USP. GELEILETE TJM.. PEREIRA. CRUZ. Usando-se o BDI-13. LUCIANA F CARVALHO. Pacientes com sintomas de depressão apresentaram clearance de creatinina menor do que os sem sintomas (31. KR NEVES1. Conclusão: O estudo renal dinâmico com captopril é um teste diagnóstico apropriado no auxílio diagnóstico para DIR em pacientes portadores de IRC moderada. G6 (p<0. não foi observada regressão da %GS. ARROYO D. UNIFESP Introdução: A depressão é alvo de muitas pesquisas enfocando a IRC em seu estágio terminal. Avaliação morfológica das arteríolas mostrou diferença entre G8. (3)lesão da elástica. Para avaliar depressão utilizamos o Inventário Beck de Depressão (BDI). ROBERTO ZATZ FMUSP – LIM16 Introdução: Recentemente. M.7%). GÓES JR. DRAIBE. há evidências de um efeito renoprotetor dose-dependente dos bloqueadores do receptor AT-1 (BAT-1). COSTA JAC. Muitos dos doentes com DIR tem função renal alterada que limita o uso do captopril. sugerindo recuperação de células glomerulares. em modelo experimental de uremia. além do teste ter baixa sensibilidade e especificidade na IRC. avaliando aspectos cognitivos da depressão (BDI-13). G7 (nPTH+rP). Destes. NOGUEIRA-MARTINS. M.C. Medimos: pressão sistólica. G9 e demais grupos (p<0. CLARICE K FUJIHARA. Resultados: L reduziu a UalbV. CLAUDIA R SENA. Conclusões: Diferente da ablação 5/6. RCT MARTIN1. r=0. Foi realizado estudo renal dinâmico com Tc-99mMAG3 sensibilizado com captopril (25 mg.A. HCFMUSP. considerando a subescala cognitivo-afetiva utilizada para pacientes com doenças físicas e que consiste nos 13 primeiros itens do BDI.05) e Sham.nº 3 . Este estudo indica que a estrutura vascular é mais susceptível aos níveis de PTH. respectivamente. Sham.P. A comparação entre os testes foi feita através de teste exato de Fischer. Além disso.11µg/100g/h (ePTH).BIANCA HV FERNANDES. R. sendo critério para DIR presença de estenose de artéria renal com estreitamento superior a 70% da luz. CC FRIMM2. albuminúria de 24h (Ualb). Na doença renal crônica. 2 . COELHO EB FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRAO PRETO -USP Introdução e Justificava: O diagnóstico da doença isquêmica renal envolve a demonstração de estenose das artérias renais por angioressonância ou arteriografia e uma avaliação funcional da função renal.7 vs 42. ainda não se sabe se lesões mais avançadas como glomerulosclerose (GS) acompanhada de sinéquias podem ser revertidas com o bloqueio da angiotensina II.4% no estágio V (pré-diálise). Objetivos: Avaliar a dose-dependência do losartan (L) e a regressão de lesões glomerulares na ND.8% (n=48). infiltração macrofágica renal (Mϕ) e vimentina glomerular (Vim). usando sistema digital.0001. Após 8 semanas. LM DOS REIS1. respectivamente. MK KOIKE2. além do “Likelihood ratio” com respectivos intervalos de confiança (IC) 95%. 13. Objetivos: O objetivo do presente projeto é comparar o estudo renal dinâmico com Tc-MAG3-Captopril.0. RMA MOYSÉS1. o bloqueio da COX com aspirina pode ser uma alternativa ao uso do captopril para o estudo renal dinâmico.2% no estágio III. DG BATISTA1.

1 LABORATÓRIO DE IMUNOLOGIA CLÍNICA E EXPERIMENTAL. com IMC<20. hepatite B 6%. CURSO DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO .L. alcoolismo em 20% e uso de drogas em 2%. durante o período de dez/2005 a maio/2006. p<0.6/IR+IMT=2. p<0. 66 XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia . L. DM tipo II 37%. Análise de transcritos gênicos mostrou diminuição de TGF-beta (IR=1.05).. vs. Material e Métodos: Estudamos 118 pacientes DRC.05. p=0. DM tipo I 3%.DISCIPLINA DE NEFROLOGIA. J.03 p<0. e submetidos ao clampeamento unilateral do pedículo renal por 60 minutos.34. PACHECO-SILVA A1. COSTA.95 vs.UNAERP O objetivo deste estudo foi avaliar as condições clínicas dos pacientes previamente ao tratamento dialítico e seu seguimento. 04/13449-7 e 04/13825-6. contralateral=1. foram relatados. SOARES.29. IC 1.7/ contralateral+IMT=0. Os grupos não apresentaram diferenças quanto a idade.02) e idade (RR=1. fazendo com que.B. Conclusão: PTX confere proteção contra eventos CV futuros e morte em pacientes renais crônicos com HPTS. OPN.Os pacientes foram seguidos desde o momento da indicação da PTX até a ocorrência de óbito.2/IR+IMT=0. Em relação aos hábitos dos pacientes. CMARA NOS1. neoplasias 2%.e apenas 24% tiveram tempo de realizar FAV.05. não responsivo ao tratamento e com indicação de PTX (44 ± 10a.C. foram entrevistados 100 pacientes (50 homens/50 mulheres) em tratamento crônico de hemodiálise.12/IR+IMT=0.15. sendo a terapia dialítica inicial a HD em 97% dos casos.V.) – USP Introdução e objetivos: IR é um fator que contribui para o desenvolvimento da Nefropatia Crônica do Enxerto (NCE). levando os pacientes a procurarem diversas e inúmeras especialidades antes do diagnóstico. cálcio. Como co-morbidades.009.5.05. DM 22%. A análise dos dados revela o pleiomorfismo dos sintomas iniciais da doença renal além de seu caráter insidioso na maioria dos casos. IC 1.14. os pacientes apresentam as seguintes condições. IL-1beta (IR=1. Análise TM mostrou redução na fibrose intersticial em animais tratados. vs. MCP-1. Amostras de rim foram analisadas por RT-PCR em tempo real para expressão de TGF-beta. Conclusão: Há uma resposta imune persistente após um único episódio isquêmico.Volume 29 . MASSA.M. UBERABA. Solicitados a descrever quais os primeiros sintomas de IRC que apresentaram. insulina 19%. Insuficiência Renal Crônica IRC 022 AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES CLÍNICAS PRÉVIAS E CONCOMITANTES AO TRATAMENTO DIALÍTICO DE PACIENTES RENAIS CRÔNICOS SUBMETIDOS A HEMODIÁLISE EM RIBEIRÃO PRETO. Bloqueio não seletivo das COX resulta em menor processo inflamatório. p<0. CURSO DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO . HIV 1%.25-5.42/ contralateral+IMT=355. CENEDEZE MA1. A análise dos dados revela que.0. doença de Chagas 3%. 50 pacientes (42.05. L. COSTA.9%) ainda aguardavam PTX. 36 não apresentam condições clínicas e 10 referem que ainda não têm tempo suficiente de diálise.Setembro de 2007 IRC 021 (TL 003) O PAPEL DAS CICLOXIGENASES 1 E 2 NA INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA: EFEITOS NA RESPOSTA IMUNE E NO PROCESSO FIBRÓTICO. FEITOZA CQ1. SANDERS H2.C. foram identificados como os mais freqüentes o edema e a anemia. o diagnóstico da doença de base nestes pacientes está assim distribuído: GNC 6%. 4 DISCIPLINA DE PATOLOGIA GERAL-FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO.S.M.DE LIMA HIPERTENSÃO (INCOR-HC. evento cardiovascular ou transplante renal. MINAS GERAIS. paratormônio.06.009) foram preditores independentes de eventos.64/IR+IMT=39. 2 MEDICINA INTERNA .05. Foram avaliados por Nefrologista em algum momento 86% dos casos..T. MAZZALI M3. IL-1beta. Como forma de se avaliar o estado nutricional foi analisado o IMC e constatado que 21% dos pacientes encontram-se subnutridos.05). Métodos e Resultados: camundongos C57Bl/6 machos tratados ou não com Indometacina (IMT) nos dias -1 e 0. Sangue e rim foram coletados 6 semanas após a IR. necessitando fazer uso de várias medicações. D. IC 1.11-6. A.3) e IL-10 (IR=0.14.05. 5 LABORATÓRIO DE IMUNOBIOLOGIA DE TRANSPLANTES (L.2). TNF (IR=0. SABER.C.07. p=0. Constatou-se que até o momento do diagnóstico de IRC. Questionados sobre as alterações que associam como complicações da HD. apesar do tratamento. Este fato ocorre mesmo em cidade de médio porte da região Sudeste.L. entre outros.02/ contralateral+IMT=0.4%) tinham sido submetidos à PTX e 68 (57.15/IR+IMT=0. O tempo decorrido entre o diagnóstico e início da terapia dialítica compreendeu entre zero dias e 29 anos. 2 . DOS REIS MA4.Supl. α-SMA analisada por Imunohistoquímica em tecido renal. O tempo decorrido entre o início dos sintomas e o diagnóstico variou de 22 dias a 30 anos.0). Objetivo: Testamos a hipótese de que PTX reduz a incidência de complicações CV e morte nos pacientes com DRC e hiperparatireoidismo secundário (HPTS).02-1. Através de questionário pré-determinado. IRC 023 AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES CLÍNICAS E CONCOMITANTES DOS PACIENTES RENAIS CRÔNICOS EM HEMODIÁLISE EM CIDADE DO INTERIOR PAULISTA. pelo período compreendido entre 1 mês e 7 anos (média 2. MASSA.55 vs.64. relataram principalmente câimbras e hipotensão. algumas vezes sobrepostas: HAS 71%. Indagados sobre a presença de sinais ou sintomas associados ao estado clínico atual.87/IR+IMT=1427. L. A totalidade dos pacientes fazia uso de algum tipo de medicação.16/IR+IMT=0... . sexo.04) em rins tratados com IMT e submetidos à IR.4 anos). 66M e 77B). Revela ainda ser alta a incidência de alcoolismo e droga adição. A ausência da PTX (RR=2. 93% dos pacientes passaram por até 8 médicos de diferentes especialidades. doença arterial coronariana 1%. por tempo variando entre 7 dias a 29 anos. MCP-1 (IR=8. 3 PATOLOGIA – UNICAMP. DIAS. hepatite C 4%.8).GOWDAK. CARLA QUARIM FEITOZA.J Bras Nefrol .J. contralateral=0.FMUSP) Introdução: As doenças cardiovasculares (CV) constituem a principal causa de morte entre pacientes com doença renal crônica (DRC). quelante de fósforo 8% e antidepressivos 6%. anemia e fraqueza.. E.36.L. A.L. A.T. p<0. D.07/contralateral+IMT=0. SABER.36 p<0. DIAS.32. Objetivo do trabalho foi avaliar o papel do bloqueio das COX na IR renal e no desenvolvimento de fibrose.35. raça. IL-10 e HO1.JORGETTI.B.A.FMUSP) E NEFROLOGIA (HC.007) e hematócrito (RR=1. IC 1. O Tratamento com IMT resultou na diminuição da resposta imune nestes animais.01) foram preditores de morte por qualquer causa. mas não significante (IR=23. Através de questionário pré-determinado.M. Resultados: Não houve óbitos cirúrgicos. Do ponto de vista clínico. IRC 024 (TL 004) PARATIREOIDECTOMIA REDUZ EVENTOS CARDIOVASCULARES E MORTALIDADE EM PACIENTES RENAIS COM HIPERPARATIREOIDISMO VALÉRIA COSTA-HONG. BMP-7.13/ contralateral+IMT=0. e BMP-7 apresentou um pequeno aumento na expressão com o tratamento. COX 1 e 2 participam ativamente da lesão isquêmica aguda principalmente por ativação de células endoteliais. diuréticos 27%.39. NTIC 8% e IRC sem causa definida 11%. Da amostra analisada.MOYSES. α-SMA estava diminuída no tecido renal em animais tratados com IMT.G. sendo as mais freqüentes os antihipertensivos (64%). contralateral=1206. dislipidemia 16%. com acesso aos diversos níveis de saúde pública.5/contralateral+IMT=0. E. apenas 33% submeteram-se a tratamento conservador com esta especialidade. R. SEMEDO P1.UNAERP O objetivo deste estudo foi avaliar as condições clínicas dos pacientes em tratamento dialítico. p =0.58/IR+IMT=1. vs. vs.03-1. contralateral=0. p=0.18/contralateral+IMT=23. A opção de DPAC foi oferecida a 34 pacientes e recusada devido a considerarem o procedimento muito difícil na maioria dos casos. UNIFESP. SOARES. com HPTS em hemodiálise.16 p<0. enquanto a ausência da PTX (RR=2. O efeito da paratireoidectomia (PTX) na incidência de eventos CV e morte nessa população é desconhecida. durante o período de dezembro de 2005 a maio de 2006.05).I.C. vs. A.W. diminuindo assim o processo fibrótico.65/ contralateral+IMT=0. polivitamínicos 20%.T. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. Dos 46% restantes. esta população é muito sintomática. 54% dos pacientes encontram-se a espera de transplante renal (44 com doador morto). contralateral=97. numa verdadeira peregrinação..nº 3 . apesar de 86% dos pacientes terem sido avaliados por nefrologista antes de se iniciar o tratamento dialítico. contralateral=0. Análise histomorfométrica foi feita para avaliar fibrose por Tricrômio de Masson-TM). Apenas 43 pacientes foram submetidos a tratamento conservador. contralateral=0. como principais alterações.H.S. TNF. OPN estava aumentada em relação ao não tratado (IR=1836. constatamos a presença de tabagismo em 19%. fósforo e produto cálcio-fósforo. contralateral=0. estatinas 12%. Após 30 meses de seguimento. p<0. p<0. Apoio Financeiro: FAPESP 04/08311-4. E. GONÇALVES GM1. HAS 53%. foram entrevistados 100 pacientes (50 homens/50 mulheres) em tratamento crônico de HD (período de tratamento: 15 dias a 18 anos). Análise do transcrito gênico de HO-1 mostrou aumento na sua expressão (IR=0.KRIEGER..M. e que uma parcela considerável (21%) apresenta IMC abaixo da normalidade. vs.

33.1 1. CARLOS SÉRGIO PEREIRA BARBOSA HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL Introdução: pacientes em hemodiálise (HD) tem a associação de inflamação. Ao término do período de execução do protocolo. cp<0. Pacientes com doença renal crônica tem alto risco de desenvolver osteoporose. a presença de infecção no último mês.01 Células ED-1+ /0. No 60º dia pós-operatório clearance de inulina. VHS.2).8±117. índice de massa corporal (IMC). 16.2%/ 1.5±2. fortalecer a musculatura. rigidez e edema dos membros inferiores e falta de ar. inulina(ml/min/100gPC) 0.22±0. BV/TV: volume osteóide.350.8 2. controle e NxSC3 A marcação para PCNA mostrou que a proliferação celular foi maior nos ratos Nx (p<0. Nas variáveis quantitativas foram utilizados o teste t student ou Mann Whitney e nas variáveis qualitativas o teste exato de Fisher e quiquadrado. REGINA C.02%/ 0.7% tinham Fe normal.6±0.001 vs. Doença de base: 50% com nefropatia diabética. CLEUSA MARIA LIÃO. hemoglobina (Hb). doença cardiovascular. Fer e albumina (Alb).5mg/dl). câimbra. todos os grupos.01 vs.61.2 502 b e 1.Setembro de 2007 IRC 026 ANÁLISE DE MARCADORES CLÍNICO-LABORATORIAIS DE ADEQUAÇÃO EM PACIENTES DIALÍTICOS COM FERRITINA ELEVADA DANILO ANUNCIATTO SGUILLAR. fortalecimento de membros superiores.Sp (µm) 0.17 d 3.1 0.9±14.7±98. MATTA.25 490. BENEDITO JORGE PEREIRA.49±0. 8. K.7% feminino.04 4.2±14.02b 12.8 IRC 028 ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM PACIENTES QUE REALIZAM HEMODIÁLISE THAÍS MELATTO.04 12. dormência e edema dos membros superiores. o que se equipara com tendências da literatura quando se trata de pacientes com IRC e inflamação.60.05 1. ALEXANDRE ROQUE. com 27. P<0. a qual gera impacto social. Considerados pacientes com tendência a inflamação: Fer elevada (>800mcg/dL). RILDO A. LÚCIA DA CONCEIÇÃO ANDRADE LIM 12 FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Para determinar se as stem cells de medula óssea eram capazes de retardar a progressão da doença renal crônica. Dados expressos em médiaSEM.1e 8. melhorar o bem estar físico e psicológico.55±0.6 356. NxSC1.5±26. proteína C reativa (PCRe). 85. Resultados: analisados 12 pacientes. é o resultado de múltiplos sinais e sintomas decorrentes da incapacidade renal de manter a homeostasia interna do organismo.8±2. bem como a expressão das proteínas p21 e VEGF. Conclusão: O tratamento fisioterapêutico foi bem aceito e mostrou-se importante na redução dos sintomas mencionados.7% após a aplicação do protocolo.5f 472. hematócrito (Hto).040. 2 . BURNEIKO.3anos. a proteinúria. TALITA ROJAS C. ganhar amplitude de movimento.2±2. 14. 30º e 45º dias de pós-operatório).M. ANTÔNIO CARLOS SEGURO. adequação HD pelo spktv.Supl.15 a 215.00. 57. SANCHES. cansaço e falta de ar.6 18. Avaliamos a sobrecarga de cálcio (Ca) e fósforo (P) na dieta de ratos urêmicos e com função renal normal. Sham DC (N=6) Cr (mg/dl) Cai (mmol/L) P (mg/dl) PTHi (pg/ml) BV/TV (%) Tb. Tb. de membros superiores e inferiores.001 vs todos os grupos) e menor nos ratos tratados.05 1. freqüentadores das sessões de hemodiálise da Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente. VERÔNICA C N DE GOUVEIA. 50% PCR inadequado (<1.3% cateteres de DL. A expressão da proteína p21 e da proteína VEGF foram maiores nos ratos Nx que nos animais controle e tratados.61±0. Cr e U coms respectivos valores de 9.c.57±0. 73±0.3% nefrite lúpica e 8.71. o que motiva a busca por fatores que contribuem para a perda óssea nestes pacientes. novamente. DANIELLA G BATISTA.3±62. NxSC3. drenar linfedemas e realizar orientação postural. CAROLINA L NEVES.6±2. antecedentes de angina. Conclusão: houve a tendência dos pacientes que apresentavam Fer elevada à hipoalbuminemia. antecedentes de angina e Fe normal.9±0. bp<0. LUCIENE M DOS REIS. A atividade do PTH foi mantida através do implante de mini .2% e Rica em Ca/P (RCa/P) = 1.330. foi elaborado um protocolo de exercícios globais. MELANI R CUSTÓDIO. foram usadas células linhagem negativa (Lin-) separadas magneticamente e injetadas em ratos submetidos à injúria renal.Volume 29 . MARY CARLA ESTEVES DIZ.8±13.04a 0. 8. ep<0. os animais foram sacrificados e realizadas as análises bioquímica e histomorfométricas (tabela). URR e PCR e dados laboratoriais: uréia (U). Cai: cálcio iônico.22µg/100g/hora).no 15º.72 194±142.6 c 30.nº 3 .4 82±42.70.05 0. Dos 58. 33.5 1.Sp: separação das traves. NxSC1 (2x106 células Lin no 15º dia de pós-operatório). inicialmente abordados quanto as suas principais queixas e. diminuir dores.40.7% desnutridos (IMC<20) e 57.3% PTFE.3% masculino e 66.7e 4.16 mg/dl). O tratamento pode ser feito através da hemodiálise. elevação do VHS. IRC 027 A SOBRECARGA DE CÁLCIO E FÓSFORO ALTERA A ESTRUTURA ÓSSEA DE RATOS URÊMICOS. A PCre inalterada em todos os pacientes (0. c: Nx PCa/P vs Sham e Sham PCa/P. fixando o paratormônio (PTH). que melhoraram 86. Esses dados sugerem que a infusão dessas células atenua a progressão da doença renal crônica experimental.5±0. constipação intestinal. creatinina (Cr).330.8±9. Metodologia: 27 pacientes de ambos os sexos.40.N (/mm) Tb.82±0. apresentando 61. tórax e abdômen.17±0. FABIANA G GRACIOLLI.8 12.6 meses em HD e 23. Grupo Controle Nx NxSC1 NxSC3 Clear. Tb.8 6. Os grupos foram divididos em: Sham dieta controle (DC: Ca = 0.34 270. para comparar os resultados obtidos antes e após a execução. dormência e edema de membros.5 2.9 432. Em conclusão a sobrecarga de Ca e P na dieta diminuiu o volume e alterou a microarquitetura óssea nos ratos urêmicos com infusão fixa de PTH.05 vs. FACULDADE DE MEDICINA DA USP. MARIA HELOÍSA M. wistar foram submetidos a paratireoidectomia e nefrectomia 5/6 (Nx) ou foram sham operados. Sham PCa/P.V. 64±1. Resultados: Queixas: rigidez. A melhora das queixas analisadas variou entre 54.d Hematócrito (%) 51.1% Alb baixa (<3.3 0. a glomeruloesclerose e a infiltração de macrófagos.2e Índice Glomeruloesclerose 0.690.14±4.2 0.2).11±3. Nx.01 vs. AS CÉLULAS LINHAGEM NEGATIVA (LIN-) DE MEDULA ÓSSEA ATENUAM A PROGRESSÃO DA DOENÇA RENAL CRÔNICA EM MODELO EXPERIMENTAL CRISTIANNE DA SILVA ALEXANDRE.05: a: Nx PCa/P vs Sham PCa/P e Nx RCa/P.8mg/dL) Os dados foram descritos em porcentagens. as queixas.5% para casos de câimbra e 100% para casos de rigidez.4±0. ROSA M A MOYSES E VANDA JORGETTI.6±0.reduziu a anemia. além de melhorar a funcionalidade dos pacientes na realização das AVDs. promover um momento de descontração e relaxamento durante a terapia hemodialítica.34 9.02±0. Após 2 meses. Materiais e Métodos: foram estudados pacientes em HD sendo coletados: doença de base.77±0.33.1 6. média e desvio padrão.3 4.19±0. Objetivos: avaliar a prevalência de ferritina (Fer) elevada em pacientes em HD e correlacionar esse achado com marcadores laboratoriais relevantes para adequação em HD (segundo KDOQI 2006). dp<0.N: número de trabéculas.2%. ferro (Fe).1% referiram angina. PADULLA UNESP CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE Introdução: Insuficiência renal crônica (IRC). 16.45 164. exercícios respiratórios e relaxamento. inferiores e da musculatura abdominal.8 ±66.bombas osmóticas com infusão de 1-34 PTH de rato (0.Insuficiência Renal Crônica IRC 025 (TL 005) J Bras Nefrol . Os animais Sham receberam infusão de veículo.245 mm2 0.05 vs.71% VHS alto (>20mm). T. Cr: creatinina. Nx. contendo alongamento cervical. KÁTIA R NEVES. tempo de diálise. Não houve diferenças estatisticamente significativas ao comparar pacientes com Fer elevada ou não elevada. portadores de IRC. SHIMIZU.7 Nx PCa/P (N=3) 0.4±0. Ratos singênicos Fischer 344 foram submetidos à nefrectomia 5/6 (Nx) e divididos em 3 grupos: Nx (não tratados). imunohistoquímica e immunoblotting foram realizados. VHS elevado (>20mm) e PCRe elevado (>0.7% spktv inadequado (<1.13±2. 85.5±0.06 b 0. VOLPINI.7b.9mg/dl e 136±48.080. tipo e tempo de acesso.7%). Sham RCa/P.4 2.1 Sham RCa/P (N=3) 0. foram colhidas. articulações.7%/ P= 0.3% (n=7) com Fer elevada:28.92±0. Vinte e dois ratos machos. MAYRA V.22 288. 8.9 19. A infusão de células Lin. dores na coluna.27 22.0mg/dl). SUSIMARY A. Nx PCa/P e Nx RCa/P. fp<0.64±0.05 vs. facilitar a realização das AVDs.3% nefropatia obstrutiva. ANDRÉA O MAGALHÃES. desnutrição protéico-calórica e inadequação à HD.2% URR inadequado (<65%). e NxSC3 (2x106 células Lin.4% nefroesclerose hipertensiva.02 0.48mg/dl. d: Nx PCa/P vs Nx RCa/P. físico e psicológico.60.3% permicath e 8. As dietas diferenciavam pelo conteúdo de Ca e P: pobre em Ca/P (PCa/P) =0.4d Nx RCa/P (N=5) 0.5% com Hb inadequado (<11.9 282±97.5 8. a partir destas. A fisioterapia visa melhorar a Qualidade de Vida e da funcionabilidade desses pacientes Objetivos: Amenizar as queixas dos pacientes. XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia 67 .5 14.8 Sham PCa/P (N=5) 0.03 a 13.40.1e ap<0.7 meses de acesso vascular(75% FAV. b: Nx HCa/P vs Sham.11e Proteinúria (mg/dia) 4.

7 ± 0. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO1.7% apresentavam déficit de equilíbrio e 59. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO2 Introdução: Apesar do crescente interesse pelas alterações do metabolismo ósteomineral na doença renal crônica (DRC).8%).25(OH)2 vitamina D. 679±87 pg/ml AngII. p =0.5% tinham fraqueza muscular.32–16.5 kg/m2.65. Associa-se com baixo IMC.J Bras Nefrol . 75. Este trabalho demonstrou a importância de avaliações físicas e funcionais nestes pacientes. O uso de drogas antifibróticas. PTHintacto.99–60. Fatores de risco como raça branca. fosfatase alcalina.711±179 vs. Não houve diferença com relação aos demais parâmetros laboratoriais analisados. 18.071) e apresentavam mais freqüentemente comorbidades do que os sem dor lombar. Não houve diferença com relação aos demais parâmetros bioquímicos analisados. DRAIBE SA1. estavam em diálise por mais tempo (P=0.06 (sexo masculino) ou < 0. ANÁLISE HISTOMORFOMÉTRICA. UNIFESP/EPM Introdução: Pacientes renais crônicos em hemodiálise podem ter diversas alterações musculares. Nenhum paciente estava em uso de vitamina D. Objetivo: avaliar em pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise a presença de dor lombar e os fatores relacionados a ela. o déficit de equilíbrio e abordem comorbidades poderão eventualmente melhorar a sintomatologia de lombalgia nestes pacientes. A expressão de TGF-ß1 foi analisada por RT-PCR e a concentração da forma ativa de TGF-ß1 foi dosada no sobrenadante por ELISA. Osteoporose foi definida como volume trabecular ósseo < 17. HERNANDES F1. através da biópsia óssea. entre o último arco costal e a prega glútea. TOMIYAMA C1. 3 e 4 da DRC.05) e a produção de TGF-ß1 em fibroblastos renais estimulados (337±51 vs 567±50 pg/ml IL-1ß e 296±39 vs. 25 (50%) e 18 (36%) pacientes estavam no estágio 2. Conclusão: Lombalgia afeta mais de 1/3 dos pacientes em hemodiálise. JORGETTI V2. Métodos: Cinqüenta pacientes com DRC estágio 2-4 foram submetidos à biópsia óssea.158±1.C. Análise multivariada confirmou que os fatores relacionados a lombalgia foram o déficit de equilíbrio (OR: 9. 68 XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia . HIGA A1.nº 3 .51 pixels .M.4% (sexo masculino) ou < 14.Volume 29 . que consiste em 48 questões e foi traduzida e validada em nosso meio. T.Setembro de 2007 IRC 29 EFEITOS ANTI-FIBRÓTICOS DO TAMOXIFENO EM FIBROBLASTOS RENAIS R.05] e de doença óssea de baixa remodelação [21 (100%) vs 22 (75.65. I.8 ± 126. Doença óssea de baixa remodelação foi diagnosticada pela presença de uma taxa de formação óssea < 0. respectivamente. CANZIANI MEF1.05±0. C.9 vs 207. Resultados: 42% dos pacientes apresentaram osteoporose. Objetivo: Avaliar a ODR através de biópsia óssea em pacientes com DRC na fase pré-dialítica. déficit de força muscular (OR: 17. ROCHA. Métodos: Cinqüenta pacientes com DRC estágio 2-4.L.V.053 e 6. p < 0.05]. osteoprotegerina e bicarbonato. 7 (14%).83±0. Objetivo: Analisar o efeito in vitro do TAM em fibroblastos renais pela proliferação celular e produção/secreção de TGF-ß1.6% estavam dentro ou acima dos limites alvo de PTHi recomendados pelo K/DOQI. presença de diabetes e idade não apresentaram diferença estatisticamente significante.S. cálcio iônico. HERNANDES F1. 1. HIGA A1. fósforo. RICARDO SESSO. sobretudo na fase pré-diálitica. 90.37). daqueles recomendados. A atividade proliferativa foi medida através da incorporação de [3H]-timidina por 12. 25(OH)vitaminaD. FSH.05). SILVA. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO1. consecutivamente selecionados.020). CARVALHO AB1. PTHintacto. p<0. Metodologia: Num estudo com delineamento transversal. os mecanismos responsáveis por este efeito continuam desconhecidos. p<0. Apoio finaceiro: FAPESP Insuficiência Renal Crônica IRC 030 AVALIAÇÃO FÍSICA E PREVALÊNCIA DE DOR LOMBAR CRÔNICA EM PACIENTES EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO TATIANA CRISTOFOLINI. Eles eram mais idosos (P=0. NORONHA LABORATÓRIO DE FISIOPATOLOGIA RENAL DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE -SÃO PAULO.F. L. BARRETO FC1. IC 95%: 4. doença óssea (OR: 38. IC 95%: 1. Conclusão: A doença óssea de baixa remodelação apresenta elevada prevalência entre pacientes com DRC na fase pré-dialítica.9 pg/ml) comparados aos dos pacientes do outro grupo. IC 95%: 9. CARVALHO AB1. previamente marcada com tetraciclina e seguida de análise histomorfométrica.99–149. 25(OH) vitamina D e 1. ROCHA. IRC 031 DOENÇA ÓSSEA DE BAIXA REMODELAÇÃO EM PACIENTES RENAIS CRÔNICOS PRÉ-DIÁLISE NA PRESENÇA DE NÍVEIS NORMAIS OU ELEVADOS DE PARATORMÔNIO. 10-7M) foi exposta ao TAM (5 µM). sexo feminino. poucos estudos têm abordado a osteoporose nos pacientes renais crônicos. CASADO. 24 e 48h. BARRETO FC1.R. previamente marcada com tetraciclina e seguida de análise histomorfométrica. TOMIYAMA C1. tumores ou fraturas. 86% dos pacientes apresentavam doença óssea de baixa remodelação.S.4 vs 27.05). respectivamente. Intervenções que diminuam a fraqueza muscular. O tratamento com TAM inibiu a proliferação de fibroblastos estimulados IL-1ß e AngII (7. A avaliação laboratorial incluiu clearance de creatinina. pode ser uma promissora estratégia. Apenas foram consideradas as queixas de dor lombar na região dorsal. fosfatase alcalina. Os pacientes foram questionados sobre dor na coluna vertebral e duração da dor. J. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO2 Introdução: A osteodistrofia renal (ODR) é uma desordem da remodelação óssea que só pode ser corretamente avaliada através da biópsia óssea. Conclusão: Estes resultados demonstram que o TAM é um potente inibidor da proliferação de fibroblastos. Resultados: 74 pacientes (36%) apresentavam lombalgia. Entre os pacientes com lombalgia. Métodos: Linhagem de fibroblastos renais (NRK-9F) cultivada e estimulada com IL-1ß (200 pg/mL) ou angiotensina II (AngII. e com duração maior de três meses. A avaliação física e funcional foi realizada a partir de escala de equilíbrio de Tinetti.17 vs. Adicionalmente.6 mg/dl.05). Objetivo: Avaliar a osteoporose através da biópsia óssea em pacientes com DRC na fase pré-dialítica.Supl. p<0.30. respectivamente. Pacientes com doença óssea de baixa remodelação apresentaram níveis séricos significativamente menores de fósforo (3. H. seu efeito antifibrótico pode ser atribuído à diminuição da produção e secreção celular de TGF-ß1. estradiol e testosterona livre para investigar hipogonadismo.08.04 µm3/µm2/dia (sexo feminino)] e de normal / alta remodelação. A avaliação laboratorial incluiu clearance de creatinina. SP Introdução: A doença renal crônica progressiva é caracterizada pela deposição excessiva de matriz extracelular levando à formação de fibrose. IRC 032 OSTEOPOROSE EM PACIENTES RENAIS CRÔNICOS NA FASE PRÉDIALÍTICA.77–31. foram submetidos à biópsia óssea. Além de dosagem de LH. Conclusões: A osteoporose é uma condição freqüente nos pacientes com DRC pré-diálise.C. como o tamoxifeno (TAM).481±1. Resultados: De acordo com o K/DOQI. IC 95%: 2.06 µm3/µm2/dia (sexo masculino) ou < 0.87– 126.55) e doença cérebro-vascular (OR: 19. JORGETTI V2. Resultados semelhantes foram obtidos em 12 e 24h.04 µm3/µm2/dia (sexo feminino). 2 . fósforo.3 ± 4. p<0. sabe-se que a ODR está presente desde as fases iniciais da doença renal crônica (DRC). maior freqüência de hipogonadismo [12 (57%) vs 8 (27%). Embora a maioria dos estudos é realizada em pacientes dialíticos. cálcio iônico.03) e PTHintacto (131. DELLÊ. Resultados: O estímulo com IL-1ß e AngII após 48h induziu um aumento na proliferação celular comparado com veículo (22. p < 0. A avaliação da força muscular foi realizada através do Teste Manual Muscular com graduação da força conforme escala de Kendall.092 e 20. A taxa de formação óssea (BFR/BS) foi usada para classificar os pacientes em dois grupos: doença óssea de baixa remodelação [BFR/BS < 0. Todavia.3 ± 0.05). CAVAGLIERI. hipogonadismo e doença óssea de baixa remodelação. O TAM reduziu a expressão de RNAm (0. os pacientes osteoporóticos apresentaram menor IMC (24. IC 95%: 2. ou até mesmo acima. inflamatórias e posturais que poderiam predispor a lombalgia. DRAIBE SA1. Desses.7 ± 3. foram avaliados 205 pacientes clinicamente estáveis com insuficiência renal crônica em hemodiálise. ósseas.266±572 cpm. p< 0.7 vs 4.248±1.7% (sexo feminino). DOMINGUEZ.40. hipertensão arterial (OR: 4.74). Contudo.391 cpm.4 ± 124. W. que não fossem relacionadas a infecções. SERGIO DRAIBE. SÃO PAULO. apesar dos níveis de PTHintacto estarem dentro.20). O índice de massa corporal (IMC) foi calculado para todos os pacientes. CANZIANI MEF1.88).

Mulheres com DRC4 (n=22) apresentaram: tendência a menor MCC (13. massa corporal (MC) de 67.2 ±3. Pacientes com TFG entre 60-30 ml/min (DRC estágio 3 .9 ± 16.Insuficiência Renal Crônica IRC 033 J Bras Nefrol . Estratégias de educação nutricional que possam aprimorar a adesão a essa orientação alimentar devem ser exploradas.1 ±3. para cálculo do índice de massa corporal (IMC). P:NS). Conclusão: Os resultados apresentaram a presença de leve à moderada distorção da IC.3 vs 7.01) e AI (24. P. test-t). repeated measures ANOVA. em sala reservada da Clínica de Nefrologia Santa Rita. Sujeitos: amostra constituída por 28 pacientes que consentiram em participar da pesquisa após terem sido informados de seu objetivo através do termo de consentimento livre e esclarecido. sendo que o paciente pode passar a apresentar auto-estima diminuída e não adesão ao tratamento. fósforo.5 graus. CHARMY C F ARAÚJO.9 ±3.4 x 64. 32. e 14% com SBP.7 anos. P:NS. utilizou-se a Escala de Figuras de Silhuetas (Contour Drawing Rating Scale) com nove silhuetas de cada gênero. T3: 103 ±34%) e do grupo DRC4 (T1: 153 ±53%. parâmetros ecocardiográficos e o escore de Framingham. foram comparadas as variáveis. A IP não diferiu significantemente entre as 3 consultas. Conclusões: Pacientes idosos com DRC em programa de diálise peritoneal apresentam alta mortalidade. p=0. TFG:32. a estrutura corporal sofre modificações e a imagem corporal (IM) sofre um impacto.6 vs 65 ±10 anos. A restrição protéica é uma das principais manipulações dietéticas orientadas aos pacientes com DRC na fase não dialítica. MCC (19. DINIZ UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO (UNIFESP) . ALCÊNIA C RODRIGUES. P=0. triglicérides.3 ±9.1 meses. proteína C reativa (PCR). Os pacientes foram agrupados em: DRC estágio 4 (n=56) e DRC estágio 3 (n=57). Objetivo: Avaliar prospectivamente variáveis associadas com a incidência de eventos cardiovasculares em idosos em CAPD ou APD.2±6.3 vs 14. ambos derivados da BIA.8 g/kg/dia e aqueles com TFG ≤ 30 ml/min (DRC Moderada – DRC4. Homens com DRC4 (n=34) apresentaram AngF (6. Métodos: Dezenove pacientes. O grupo com o desfecho “mortalidade global” apresentou maior idade (73. não subestimaram sua IC atual em relação ao IMC real. massa magra (MM).7 ±3.3 x 3. CLÉVIA DOS SANTOS PASSOS. PTH.2 ±2. Quando avaliada as médias de IMC correspondente ao que desejam ter. Foram usadas a resistência e reactância da BIA (Biodynamics®) para determinar o AngF. estimados pela BIA. T2: 123 ±55%. analisadas ao início do estudo: idade. 1 INSTITUTO DE NUTRIÇÃO . T2: 150 ±71%. com idade acima de 55 anos. Kt/V. Objetivo: Identificar as mudanças no AngF e na MCC no curso da evolução da DRC. água intra (AI) e extra (AE) celular.37 g/kg/dia. t Test. BÁRBARA VALE1. IRC 036 BAIXA ADESÃO À DIETA HIPOPROTÉICA EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA NA FASE NÃO DIALÍTICA.2±2. T3) com intervalo de 6-14 meses entre as consultas. a figura mental da IC percebida tendeu a ser maior. Procedimentos: Todas as medidas antropométricas foram realizadas individualmente.1 ± 10. XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia 69 . P=0. Também foram maiores os níveis de glicose.7 vs 26. quanto para os pacientes do grupo DRC4 (T1: 0. dieta com 0. 28% eutróficos/NOR.4 kg/m2. P: NS) semelhantes. O grupo que apresentou eventos cardiovasculares apresentou menores níveis de albumina (3. hematócrito. BREGMAN R2. 28. em programa de diálise peritoneal (CAPD ou APD).5 ±5. respectivamente).7% sobrepeso (SBP) e 25 % obesos (OB).6 vs 25. P=0. n=14). creatinina. sendo que o escore de Framingham parece subestimar a real incidência de eventos. BREGMAN R2.nº 3 . KISS R S MENESES. por multiprofissionais. Ao analisarmos a associação entre IMC e tempo de HD. 1INSTITUTO DE NUTRIÇÃO-UERJ. MCC. 35. Método: Estudo descritivo transversal. idade (63. diminuem com a piora da função renal.DISCIPLINA NEFROLOGIA/SETOR DE PSICONEFROLOGIA (NÚCLEO DE QUALIDADE DE VIDA) Introdução: Por conta de doença crônica e do tratamento. Resultados: O grupo demonstrou uma mortalidade de 52.3 ±4. média ±DP) com taxa de filtração glomerular (TFG) ≤ 60 ml/min. T3:0. a qual interfere na adesão ao tratamento.4 ±5. 50% se consideraram OB. 39.9 kg/m2. VALE B1.5 ±3.42 g/kg/dia.27 g/kg/dia.8 anos. T3:0.UERJ. P=0.8 ±3. Para avaliar a percepção da IC. O estabelecimento de fatores de risco cardiovascular específicos desta população é imperioso.5.4 L. AVESANI CM1.2 anos. P:NS. Pacientes e métodos: Foram avaliados 113 pacientes com DRC em tratamento ambulatorial por no mínimo 6 meses (69 homens. Resultados: O conjunto de dados obtidos revela que ao analisar o IMC real. idades entre 27 e 76 anos (54. Inicialmente.05 ±0.6% um pouco maior e 17. A MM e a AE não diferiram entre os grupos.98 ±0. SILVA MIB1.6 kg. taxa de filtração glomerular (TFG)= 60-15 ml/min.2DISCIPLINA DE NEFROLOGIA – UERJ A bioimpedância elétrica (BIA) é um método reconhecido na avaliação da composição corporal de pacientes com DRC. MCC e AI. SãoPaulo/SP. O escore de Framingham previu uma incidência de eventos cardiovasculares de 14±5.9% ter um peso bem maior.6 ±4. Objetivo: Avaliar a percepção da imagem corporal em pacientes nefropatas em Programa de Hemodiálise (HD) e analisar as associações existentes entre IC e tempo de HD. BENEDITO J PEREIRA.89 kg. p:NS).9% (em dez anos). Pacientes: 31 pacientes (20 masculino. Resultados: Os grupos DRC estágio 4 e 3 apresentaram IMC (25.3% dos pacientes encontra-se em valores normais (NORs). 43. 53. 60 % mulheres. O percentual médio de adequação da IP do grupo DRC3 (T1: 131 ±47%.38 g/kg/dia. etiologia da DRC.Supl. sendo 40% de causa cardiovascular. média±DP).035). Questionados sobre a figura correspondente à sua silhueta atual. glicose. embora sem significância estatística. T2:0.3 vs 17.6% ter peso dentro dos limites considerados NORs.95 ±0. DOS SANTOS. principalmente nos homens. SANDRA M R LARANJA SERVIÇO DE NEFROLOGIA DO INSTITUTO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA DO HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL – SP Introdução: Tanto a idade avançada quanto a doença renal crônica (DRC) estágio V estão associadas a alta mortalidade cardiovascular. PCR e escore de Framingham e menores os níveis de albumina.91 ±0.9 anos.5 ±2.5 ±14. fosfatase alcalina. A constante avaliação das dimensões pertinentes a Qualidade de Vida relacionada a Saúde. e altura (m).Volume 29 . Conclusão: A adesão à dieta hipoprotéica é baixa e os pacientes mantêm um padrão alimentar de IP ao longo de aproximadamente 1 ano. REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM CORPORAL E SUA RELAÇÃO COM O ÍNDICE DE MASSA CORPORAL EM PACIENTES EM HEMODIÁLISE. colesterol total. AVESANI CM1.02) menor do que o grupo DRC3 (n=35). Menores níveis de albumina são preditores de eventos cardiovasculares nesta população.06) e AI (15. T3: 159 ±63%) esteve acima de 100%. T2. indicam integridade da membrana celular e do estado nutricional (EN). 2 DISCIPLINA DE NEFROLOGIA – UERJ.06) do que aquelas com DRC3. VALÉRIA A. T2:0. albumina.44 g/kg/dia. Resultados: O intervalo entre o 1º e o 3º R24 h foi 9.7 kg. Estas alterações não foram detectadas pela medida da MM. n=17) tinham orientação de dieta com 0.9 ±11. O ângulo de fase (AngF) e a massa celular corporal (MCC). pressão arterial. DENISE H.3 ±1.DRC3. onde o paciente identificou-se com uma destas e a posteriori confrontada com o IMC.9±0..3 ml/min.11 cm.2±12. foram mensurados a MC (Kg) em balança digital.39±11. MARIANA B PEREIRA.6% (dez pacientes). 64. p=0.8 vs 22.5).Setembro de 2007 IRC 034 PREDITORES DE DOENÇA CARDIOVASCULAR EM IDOSOS COM DOENÇA RENAL CRÔNICA EM PROGRAMA DE DIÁLISE PERITONEAL CASSIO J O RODRIGUES.90 ±0.6 g/kg/dia. que mesmo o paciente apresentando um IMC entre limites considerados de adequados a SBP. O AngF.03). torna-se relevante para acompanhar o grau de satisfação ou insatisfação em relação à própria IC dos pacientes em HD. uréia. Tendo como desfechos principais as incidências de eventos cardiovasculares ou óbito. sexo. Esses resultados sugerem que esses indicadores são mais sensíveis que a MM para identificar mudanças no EN em pacientes com DRC. Conclusão: O AngF. constatou-se que 66% dos pacientes tratados há mais de quatro anos. IRC 035 (TL 006) MUDANÇAS NO ÂNGULO DE FASE E NA MASSA CELULAR CORPORAL AO LONGO DA PROGRESSÃO DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC) MARIA IN S BARRETO SILVA1 . foram acompanhados por um período de três anos.3 ±2. LDL-colesterol. respectivamente) e idade (68.3 ±2. 68.31 g/kg/dia.4 vs 27.82 ±0.75% dos pacientes com até quatro anos em HD se consideram dentro do peso adequado. homocisteína.2 vs 68 ±6.5 ±11. estatura 160. tanto para os pacientes do grupo DRC3 (T1:1. P.5±0.02). P=0. Métodos: Avaliação da ingestão protéica (IP) foi feita por 3 recordatórios alimentares de 24 h (R24h) em 3 consultas consecutivas (T1. P: NS. em grande parte de causa cardiovascular.3. O grupo DRC3 e DRC4 não diferiram em relação ao IMC (25. que foram orientados a seguir dieta hipoprotéica há no mínimo 2 meses. M. Objetivo: Avaliar a adesão à dieta hipoprotéica de pacientes com DRC na fase não dialítica.5 % com excesso de peso. MM e AE não diferiram entre os grupos. HDL-colesterol. 2 .

COMPOSIÇÃO CORPORAL E QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES EM HEMODIÁLISE. foram divididos em dois grupos: um controle (G I). e G II o menor escore para função emocional e o maior para suporte social. sendo que 80% acham que os hábitos alimentares afetam no tratamento.82 e 0.sendo considerado adequado a CC até 80 e 94 cm. F/I 7(12. por meio de um questionário de consumo alimentar e esquema de diálise. sendo que G I obteve menor escore na dimensão papel profissional e o maior em suporte social. porcentagem de gordura (%G) de (12.1 % apresentaram risco muito alto para outras co-morbidades.Setembro de 2007 IRC 037 HÁBITOS ALIMENTARES DE PACIENTES PORTADORES INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE FLÁVIA PATRÍCIA LUANA MACIEL DE Insuficiência Renal Crônica IRC 038 QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES QUE REALIZAM HEMODIÁLISE NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PRESIDENTE PRUDENTE . joelhos D: L/M.Volume 29 .18 (32.1%).1% dos pacientes apresentaram obesidade abdominal e 57. L/M. Observou-se que há necessidade de um acompanhamento nutricional.94.45. Objetivo: Analisar a intensidade e localização da dor. foram irrelevante. e E: L/M. Em relação a alimentação. sendo 72. 11 do G I e 11 do G II.86). VALÉRIA A. 70 XI Encontro Paulista de Nefrologia e XI Encontro Paulista de Enfermagem em Nefrologia . Em relação aos hábitos. Dentre os pacientes. nuca: L/M. Com o desenvolvimento das técnicas dialíticas criou-se a necessidade de orientações dietéticas específicas que sejam capazes de melhorar o estado nutricional do paciente. a composição corporal tem sido um componente de aptidão física importante na avaliação de saúde e da qualidade de vida (QV)de pacientes crônicos.J Bras Nefrol . entre elas: pescoço e costas.77± 40. Resultados: Foram estudados 22 pacientes. Método: Estudo descritivo transversal.Supl. de ambos os sexos.nº 3 . Entretanto.9%)F/I 8(14. Em relação ao consumo de carboidratos. 51% apresentam dieta hipoglicídica. DOS SANTOS.1 % respectivamente. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO (UNIFESP) .9 %). Quando não é possível a manutenção da saúde através do tratamento convencional. Resultados: IMC 22.73 cm). No domínio aspecto físico obteve-se na avaliação: baixa QV (47. sugere a necessidade de um planejamento de medidas que priorize a prevenção. lipídios e micronutrientes.(UNIFESP) DISCIPLINA NEFROLOGIA . Já 46% deixam ou substituíam as principais refeições. As dores do corpo: cabeça: L/M.16 (28. THAÍS MELATTO. Conclusões: Constatou-se prevalência de ausência de dores no recordatório de 7 dias. DINIZ. CLÉVIA DOS SANTOS PASSOS. redução da gordura corporal. e dor e aspecto físico. classificada nas intensidades: Ausência (A). REGINA C. sendo que uma fita métrica foi utilizada para medir a circunferência da cintura (CC) e do quadril (CQ). A média de idade foi de 45 anos.6%).0 cm. 89% consomem frutas. Além da dor que pode haver como conseqüência. que realizam hemodiálise. O objetivo deste estudo foi avaliar os hábitos alimentares dos pacientes submetidos à hemodiálise. relação cintura-quadril (RC/Q) abaixo de 0. Tempo de hemodiálise e de tratamento: 32. A dieta especial em hemodiálise pode necessitar mudanças significativas nos hábitos alimentares e no padrão comportamental.3%).12 (21. Constatou-se massa corporal de 63.39 ± 14. levando a complicações que prejudicam a Qualidade de Vida (QV). Conclusão: O KDQOL-SF é instrumento importante para avaliar a QV de pacientes em hemodiálise. Todos responderam o questionário de QV Kidney Disease Quality of Life Short Form (KDQOL-SF).01) foi estatisticamente significante na %G abaixo do normal com Estado Geral da Saúde.M. oferecendo noções básicas sobre alimentação e técnicas de preparo. a dor e a elevada porcentagem na composição corporal. a Escala Visual de Dor. SUSIMARY A. com IRC. ainda. tornam-se um fator importante que afeta a QV dos pacientes havendo correlação positiva significante entre excesso de peso e dor forte.64 kg e estatura 161 ± 1. 2 . P. O valor de P (<0.87±2. 80% relataram preferências alimentares enquanto 26% relatam apresentar aversões. já que os homens tiveram melhor desempenho na maioria das dimensões analisadas.5%). com amostra constituída por 56 pacientes. lombar/nádegas: A. ainda. sendo 55 % mulheres. a hemodiálise torna-se necessária. P. A Insuficiência Renal Crônica (IRC) é caracterizada por uma crescente incapacidade do rim em manter níveis baixos dos produtos do metabolismo das proteínas (como a uréia) e valores normais da pressão arterial (PA). CC (87.8%) e (1. 14% relatam apresentar naúseas e vômitos após a diálise. RCQ (0. O local da queixa álgica foi avaliado por meio de diagrama corporal.16±12. Porém o tempo de hemodiálise e a idade. Ainda notou-se que o sexo interferiu na QV. BURNEIKO.11±10. Foram entrevistados 35 pacientes com IRC em hemodiálise do município de Araraquara de ambos os sexos.27% do sexo feminino.6%). 32.1 a 11.72% do sexo masculino e 27. 52% normossódica. com idades entre 28 e 76 anos (52.9%) em 25% dos pacientes em ambas as porcentagens. M.SETOR DE PSICONEFROLOGIA (NÚCLEO DE QUALIDADE DE VIDA) Introdução: Os pacientes renais crônicos durante sessões de tratamento dialítico. com aqueles que não realizam. IRC 039 DOR. Leve/Moderada (L/M) e Forte/Intensa/Insuportável (F/I). o controle da dor e. Para avaliação da QV utilizou-se o SF-36. 66% relataram mudanças quando souberam que necessitariam de diálise.92±0. Objetivos: Avaliar e comparar a QV de pacientes que realizam fisioterapia durante a sessão de hemodiálise. Metodologia: 22 pacientes. Foram mensuradas dobras cutâneas.19(33.V. 94 % hortaliças e 54% doces em geral.1% e 41.25 a 32. além de um planejamento alimentar individualizado. Esse estudo que visa QV de nefropatas em HD.81).16 (28. sem tratamento fisioterapêutico. T. submetem algumas regiões a possíveis tensões musculares. 57% hipocalêmica e 83% hipofosfatêmica. DENISE H.SP MAYRA VILELA DA MATTA. Em relação ao consumo alimentar.porção de maior circunferência . 34% normolipídica. Constatou-se comprometimento nas dezenove dimensões analisadas. PADULLA UNESP CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE Introdução: A insuficiência renal crônica (IRC) é um diagnóstico supostamente irreversível da função renal. Utilizou-se. e outro com tratamento (G II).para mulheres e homens respectivamente.33(58.4%). 46% estão em tratamento a 1 ano.0094). a composição corporal e a QVem pacientes com Insuficiência Renal Crônica em programa de Hemodiálise.

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