0

1) ........................................................................................................................................................................ 1
4) ........................................................................................................................................................................ 1
a) .................................................................................................................................................................... 1
b).................................................................................................................................................................... 2
c. .................................................................................................................................................................... 3
d).................................................................................................................................................................... 4
5) ........................................................................................................................................................................ 5
a) .................................................................................................................................................................... 5
b).................................................................................................................................................................... 5
6) ........................................................................................................................................................................ 5
7) ........................................................................................................................................................................ 6
a) .................................................................................................................................................................... 6
b).................................................................................................................................................................... 7
8) ........................................................................................................................................................................ 8
Para o comutador ........................................................................................................................................... 8
Para o anti – comutador ............................................................................................................................... 11
9) ...................................................................................................................................................................... 13
10) .................................................................................................................................................................... 16
11) .................................................................................................................................................................... 18
12) .................................................................................................................................................................... 21
a) .................................................................................................................................................................. 21
b).................................................................................................................................................................. 22
13) .................................................................................................................................................................... 23
a) .................................................................................................................................................................. 23
b).................................................................................................................................................................. 23
c) .................................................................................................................................................................. 23
Pergunta 1.................................................................................................................................................... 23
Pergunta 2.................................................................................................................................................... 23
14) .................................................................................................................................................................... 24
15) .................................................................................................................................................................... 27
16) .................................................................................................................................................................... 28
18) .................................................................................................................................................................... 28
a) .................................................................................................................................................................. 28
b).................................................................................................................................................................. 28
19) .................................................................................................................................................................... 31
a) .................................................................................................................................................................. 31
b).................................................................................................................................................................. 32
20) .................................................................................................................................................................... 34
a) .................................................................................................................................................................. 34
b).................................................................................................................................................................. 34
c) .................................................................................................................................................................. 35
26) .................................................................................................................................................................... 36
31) .................................................................................................................................................................... 37
33) .................................................................................................................................................................... 38
a) .................................................................................................................................................................. 38
i).............................................................................................................................................................. 38
ii)............................................................................................................................................................. 39
b).................................................................................................................................................................. 40
1
1)

PROVE

[AB,CD]= -AC{D,B}+A{C,B}D-C{D,A}B+{C,A}DB

Desenvolvendo o comutador:

[AB,CD]=ABCD-CDAB

Agora desenvolvendo cada parcela da soma :

-AC{D,B}=-ACDB-ACBD
A{C,B}D=ACBD+ABCD
-C{D,A}B=-CDAB-CADB
{C,A}DB=CADB+ACDB

somando temos:

-AC{D,B}+A{C,B}D-C{D,A}B+{C,A}DB= ABCD-CDAB=[AB,CD] ¯

4)

a)

tomando Z=XY e Z’=YX

Os elementos que compõem a matriz do operador Z podem ser escritos

4.a.1
'''
'' ' '' ' '' ''' ''' '
a
a Z a a XY a a X a a Y a = =


O traço de Z é dado por:

( )
'
' '
a
tr Z a Z a =


De 4.a.1

4.a.2 ( )
' '''
' ''' ''' '
a a
tr Z a X a a Y a =
∑∑

Os elementos que compõem a matriz do operador Z’ podem ser escritos

4.a.3
'''
'' ' ' '' ' '' ''' ''' '
a
a Z a a YX a a Y a a X a = =




2
O traço de Z’ é dado por:

( )
'
' ' ' '
a
tr Z a Z a =


De 4.a.3

( )
' '''
' ' ''' ''' '
a a
tr Z a Y a a X a =
∑∑


''' ' a X a e ' ''' a Y a e pela propriedade comutativa:

( )
' '''
' ''' ' ' '''
a a
tr Z a X a a Y a =
∑∑

E pela propriedade associativa podemos trocar a ordem dos somatórios

( )
''' '
' ''' ' ' '''
a a
tr Z a X a a Y a =
∑∑


Os ' tem o papel apenas de diferenciar os índices do somatório, podendo ser simplesmente trocados. Fazendo:

4.a.4 ( )
' '''
' ' ''' ''' '
a a
tr Z a X a a Y a =
∑∑

Comparando 4.a.2 e 4.a.4 temos:

( ) ( ) ' tr Z tr Z =

b)

a correspondência dual:


† † cd
Y X a a X Y
l
l
←÷÷→
l l
l

e


cd
YX a a YX
l l
←÷÷→
l l


Levam a


† †
YX X Y
l
=
l



3
c.

Um operador hermetiano quando escrito em sua própria base tem a seguinte forma:

'
' ' '
a
A a a a =

.
Uma aplicação
2
A fica:

2
' '
2 2
'
' ' ' ' ' '
' ' '
a a
a
A a a a a a a
A a a a
( )( )
· ·
= · ·

· ·
· ·
( )( )
=
∑ ∑



Podemos intuir que a aplicação
n
A tem a seguinte forma:

'
' ' '
n n
a
A a a a =

4.c.1
Uma função f , mesmo não algébrica pode ser a princípio expandida em uma serie de potências.

0
( )
n
i
i
i
f x c x
=
=



De onde podemos tirar o resultado ( ) f A da seguinte forma:
0
0 '
( )
( ) ' ' '
n
i
i
i
n
i
i
i a
f A c A
f A c a a a
=
=
=
=

∑ ∑

A aplicação ( ) f A sobre um auto ket de A tem como resultado:
0 '
', ''
0 '
0
( ) '' ' ' ' ''
( ) '' ' ' '
( ) '' '' ''
( ) '' ( '') '' 4. .2
n
i
i
i a
n
i
i a a
i a
n
i
i
i
f A a c a a a a
f A a c a a a
f A a c a a
f A a f a a c
δ
=
=
=
=
=
=
=
∑ ∑
∑ ∑



Por ultimo a aplicação exp( ( )) if A quando aplicada em um auto ket de A:
exp( ( )) ' ? if A a =


4
Utilizando 4.c.1 e 4.c.2
( )
exp( ( )) ' '
!
( ')
exp( ( )) ' '
!
exp( ( )) ' exp( ( ')) '
j
j
j
j
if A
if A a a
j
if a
if A a a
j
if A a if a a


=
=
=




O que significa que o operador exp( ( )) if A tem autovalores do tipo exp( ( ')) if a onde ' a é o autovalor
associado ao auto ket ' a .
d)

( ) ( )
*
' '
' ' '
' ' ' '
a a
a a a
a a a a ψ ψ ⋅ = ⋅ = ⋅ =
∑ ∑ ∑
x' x'' x' x'' x'' x' x'' x'

5
5)

a)
Chamamos de A operador α β . Para obter os elementos de A fazemos:
,
,
i j
i j
i j
i j
A a A a
A a a α β
=
=


Como os produtos a α e a β são conhecidos podemos montar a matriz

* * *
* *
*
' ' ' '' ' '''
'' ' '' ''
''' '
a a a a a a
a a a a
A
a a
α β α β α β
α β α β
α β
( )
·

·

·

·

·
·
· =
·
·

·

·

·

·
·
( )

.
.

b)

Tomando ;
z
s α = ÷ e ;
x
s β = ÷ com ;
z
s ÷ = ÷ e ( )
1
;
2
x
s ÷ = ÷ ÷ −

( ) ( )
( ) ( )
* *
* *
* * * *
1 1
2 2
1 1
2 2
α
α β α β
α β
α β α β
α α
( )
( ) ( ) ·
· · ·
÷ ÷ ÷ ÷ ÷ − ÷ − ÷ ÷ − ( )
· · ·
· · · ÷ ÷ ÷ − ·
( ) ( )
· ·

= · = ·

· ·

· · ( ) ( )
− ÷ − − · · ( ) · ·
· − ÷ ÷ ÷ − − − ÷ ÷ −
· ·
·
· · ·
( ( ) ( ) )
1 1
1 1
1
2 2
0 0
2
0 0
α β
( )
· ( )

· ·
·
· = =
·
·
· ·
( ) ·
·
( )

6)

Se ' '' a a ÷ também é autoket de A então
( ) ( ) ' '' ' '' A a a c a a ÷ = ÷
Mas é de se esperar que
( ) ' '' ' ' '' '' A a a a a a a ÷ = ÷
De onde tiramos
( ) ' '' ' ' '' '' c a a a a a a ÷ = ÷
Como ' a e '' a são linearmente independentes temos que essa igualdade só é possível se:
' '' c a a = =
Ou seja ' '' a a = , ' a e '' a são autovalores degenerados.
6
7)

a)

( )
( )
( )
( ) ( )
'
' . ... '' '
n
a
A a A a A a A a α α
l
l
− = − ⋅ − ⋅ − ⋅
l
l




Mas α pode ser reescrito em termos da base de A.

'
' '
a
a a α α = ⋅


Ficamos com

( )
( )
( ) ( )
''
... '' ' '' ''
n
a
A a A a A a a a α − ⋅ − ⋅ − ⋅ ⋅



A aplicação
( )
k l l
l
A a a a α − ⋅

tem como resultado

( )
l l l k l l l k l l
l l l
a a a a a a a a a a α α α − = −
∑ ∑ ∑


De modo que as aplicações sucessivas levam:

( )
k l
l k l l
a a
a a a a α −
∑∏


Daí temos então :

( ) ( )
' ' ''
' . '' ' '' ''
a a a
A a a a a a α α
l
l
− = −
l
l
∑ ∏ ∏


Como em algum momento '' a e ' a se igualarão, o produtório inteiro será nulo e, por conseguinte o
somatório também. Fica provado então que se trata de um operador nulo.



7
b)

( )
( )
( )
( )
( ) ( )
' ''
' ''' '
. ...
'' ' '' ''' '' '
''
n
n
a a
A a
A a A a A a
a a a a a a
a a
α α

− l
− − −
l
= ⋅ ⋅ ⋅
l
− − −
− l
l




Mas α pode ser reescrito em termos da base de A.

'
' '
a
a a α α = ⋅



Ficamos com

( )
( )
( )
( ) ( )
''
''' '
... '' ''
'' ''' '' '
''
n
n
a
A a
A a A a
a a
a a a a
a a
α

− −
⋅ ⋅ ⋅
− −





A aplicação
( )
l
k
l l
m k
a
A a
a a
a a
α




tem como resultado

( )
l l l
l k
l k
l l l l l l
m k m k m k
a a a
a a
a a
a a a a a a
a a a a a a
α α α

− =
− − −
∑ ∑ ∑


De modo que as aplicações sucessivas levam:

( )
k l
l k
l l
m k
a a
a a
a a
a a
α


∑∏


Daí temos então :

( ) ( )
' '' ' '''
' ''' '
. ''' '''
'' ' '' '
a a a a
A a a a
a a
a a a a
α α

l
− −
l
=
l
− −
l
l
∑ ∏ ∏


para ''' '' a a ≠ o produtório sempre apresentara um termo nulo, logo o produtório será nulo, restando
somente o produtório em ''' '' a a = .

( ) ( )
''
' '' '
' '' '
. '' '' '' ''
'' ' '' '
a
a a a
A a a a
a a a a
a a a a
α α α α

l
− −
l
= = = Λ
l
− −
l
l
∏ ∏
. Onde concluímos que esse é o
operador projeção

8
8)

Para o comutador

Caso 1

, 0
x x x x x x
s s s s s s
l
= − =
l


Está de acordo com 0
xxz z
i s ε = | . Para dois operadores iguais o resultado é nulo.

Caso 2

( ) ( )
( ) ( )
0 0
0
,
2 2
2 2
2 2
2 2
x y x y y x
s s s s s s
i
i
i
i
÷ ÷ − −
l
= −
l
= ÷ − ÷ − ÷ ⋅ − ÷ − ÷ − ÷
− − ÷ − ÷ − ÷ ⋅ ÷ − ÷ − ÷
( )
·

·

·
= ⋅ − ÷ − ⋅ ÷ − ÷ ÷ − ⋅ − ÷ − − ÷ ⋅ ÷ − ÷ ÷ − ⋅ − ÷
·

·
·
·
( )
− ⋅ − ÷ − ⋅ ÷ −
| |
| |
| |

| |

( )
0
2
z
i
i s
÷ ÷ − −
( )
·

·

·
− ÷ − ⋅ − ÷ ÷ − ÷ ⋅ ÷ − ÷ ÷ − ⋅ − ÷
·

·
·
·
( )
= ⋅ ÷ ÷ − − −
= ⋅

|
|
|


Estando mais uma vez de acordo com
xyz z z
i s i s ε = | |

Caso 3

É fácil ver que , ,
y x x y
s s s s
l l
= −
l l
logo:

,
y x z
s s i s
l
= − ⋅
l
|

Estando mais uma vez de acordo com
yxz z z
i s i s ε = − | | .

9
Caso 4

( ) ( )
( ) ( )
0 0
0
,
2 2
2 2
2 2
2 2
x z x z z x
s s s s s s
÷ − − ÷
÷ −
l
= −
l
= ÷ − ÷ − ÷ ⋅ ÷ ÷ − − −
− ÷ ÷ − − − ⋅ ÷ − ÷ − ÷
( )
·

·

·
= ⋅ ÷ − ⋅ ÷ ÷ − ÷ − ⋅ − − ÷ − ÷ ⋅ ÷ ÷ − − ÷ ⋅ − −
·

·
·
·
( )
− ⋅ ÷ ÷ ⋅ ÷ − ÷ ÷ ÷ ⋅ − ÷
| |
| |
| |

| |

( )
0
2
y
i s
− ÷
( )
·

·

·
− − − ⋅ ÷ − − − − ⋅ − ÷
·

·
·
·
( )
= ⋅ − ÷ − ÷ − ÷
= − ⋅

|
|
|


Estando mais uma vez de acordo com
xzy y y
i s i s ε = − | | .

caso 5

a relação é provada em analogia ao caso 3

,
z x y
s s i s
l
= ⋅
l
|

Estando mais uma vez de acordo com
zxy y y
i s i s ε = | | .













10
Caso 6

( ) ( )
( ) ( )
0 0
,
2 2
2 2
2 2
2 2
y z y z z y
s s s s s s
i
i
i
i
÷ − − ÷
÷ −
l
= −
l
= − ÷ − ÷ − ÷ ⋅ ÷ ÷ − − −
− ÷ ÷ − − − ⋅ − ÷ − ÷ − ÷
( )
·

·

·
= ⋅ − ÷ − ⋅ ÷ ÷ ÷ ÷ − ⋅ − − ÷ − ÷ ⋅ ÷ ÷ − − ÷ ⋅ − −
·

·
·
·
( )
− ⋅ − ÷ ÷ ⋅ ÷ −
| |
| |
| |

| |

( )
0 0
2
x
i
i s
− ÷
( )
·

·

·
÷ ÷ ÷ ⋅ − ÷ ÷ − − ⋅ ÷ − − − − ⋅ − ÷
·

·
·
·
( )
= ⋅ ÷ − ÷ − ÷
= ⋅

|
|
|


Estando mais uma vez de acordo com
yzx x x
i s i s ε = | | .

caso 7

a relação também é provada em analogia ao caso 3

,
z y x
s s i s
l
= − ⋅
l
|

Estando mais uma vez de acordo com
zyx x x
i s i s ε = − | | .

Esgotamos assim todos os casos. Fica provado que ,
i j ijk k
s s i s ε
l
=
l
|










11
Para o anti – comutador

Primeiro estabelecemos a relação:

¦ ¦ , , 2
i j i j i j
s s s s s s
l
÷ =
l


Os valores de
i j
s s podem ser retirados dos casos anteriores faltando apenas os
i i
s s
2
x y z y x
i
s s s s s = = −
|
,
2
x z y z x
i
s s s s s = = −
|
,
2
y z x z y
i
s s s s s = = −
|


( ) ( )
2
0
2
2 2
4
1
4
x x
s s
÷ ÷ − −
=
= ÷ − ÷ − ÷ ⋅ ÷ − ÷ − ÷
( )
·

·

·
= ÷ − ⋅ ÷ − ÷ ÷ − ⋅ − ÷ ÷ − ÷ ⋅ ÷ − ÷ − ÷ ⋅ − ÷
·

·
·
·
( )
= ⋅
| |
|

|

( ) ( )
2
0 0
2
2 2
4
1
4
y y
s s
i i
÷ ÷ − −
=
= − ÷ − ÷ − ÷ ⋅ − ÷ − ÷ − ÷
( )
·

·

·
= − ÷ − ⋅ ÷ − − ÷ − ⋅ − ÷ − − ÷ ⋅ ÷ − ÷ − ÷ ⋅ − ÷
·

·
·
·
( )
= ⋅
| |
|

|

( ) ( )
2
0
2
2 2
4
1
4
z z
s s
÷ ÷ − − − −
=
= ÷ ÷ − − − ⋅ ÷ ÷ − − −
( )
·

·

·
= ÷ ÷ ⋅ ÷ ÷ − ÷ ÷ ⋅ − − − − − ⋅ ÷ ÷ ÷ − − ⋅ − −
·

·
·
·
( )
= ⋅
| |
|

|

Logo / 2
i j ijk k
s s i s ε = | para i j ≠ e
2
1
4

|
para i j =
Caso 1, para i j =


¦ ¦
¦ ¦
¦ ¦
2
2
, , 2
, 0 2 1
4
,
2
i i i i i i
i i
i i
s s s s s s
s s
s s
l
÷ =
l
÷ = ⋅
=
|
|


Está de acordo com
2
2
ii
δ
|
.

12
Caso 2 para i j ≠

¦ ¦
¦ ¦
¦ ¦
, , 2
, 2 / 2
, 0
i i i i i i
i i ijk k ijk k
i i
s s s s s s
s s i s i s
s s
ε ε
l
÷ =
l
÷ =
=
| |

Está de acordo com
2
2
ij
δ
|
com . fica assim provado.
¦ ¦
2
,
2
i i ij
s s δ =
|

13
9)


Tomando
ˆ ˆ ˆ
ˆ
x y z
n n i n j n k = ÷ ÷ com ( ) ( ) sin cos
x
n β α = , ( ) ( ) sin sin
y
n β α = e ( ) cos
z
n β = (vetor
unitário) também
ˆ ˆ ˆ
x y z
s s i s j s k = ÷ ÷

de modo que:

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ˆ sin cos sin sin cos
x x y y z z x y z
s n n s n s n s s s s β α β α β ⋅ = ÷ ÷ = ÷ ÷

(produto escalar)

O vetor de estado ˆ; s n ⋅ ÷

que corresponde ao estado orientado no sentido positivo do spin na direção n
pode ser escrito em termos das bases ± . Fazendo:

ˆ; s n a b ⋅ ÷ = ÷ ÷ −

onde pela condição de normalidade
2 2
1 a b ÷ =

Alem disso o estado ˆ; s n ⋅ ÷

é auto estado do operador ˆ s n ⋅

que corresponde ao observável spin na
direção n e leva a equação de autovalor:

ˆ ˆ ˆ ; / 2 ; s n s n s n ⋅ ⋅ ÷ = ⋅ ÷

|

O produto escalar ˆ s n ⋅

leva a uma representação desse operador em termos de uma combinação dos
operadores
x
S ,
y
S e
z
S . Nas bases ± eles têm a seguinte representação:

( ) / 2
x
S = ÷ − ÷ − ÷ | , ( ) / 2
y
S i = − ÷ − ÷ − ÷ | , ( ) / 2
z
S = ÷ ÷ − − − | .

Desenvolvendo:

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ˆ ˆ sin cos sin sin cos ; / 2 ;
x y z
s s s s n s n β α β α β ÷ ÷ ⋅ ÷ = ⋅ ÷

|



14
Mas ˆ; s n a b ⋅ ÷ = ÷ ÷ −

, então temos:

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) sin cos sin sin cos / 2
x y z
s s s a b a b β α β α β ÷ ÷ ÷ ÷ − = ÷ ÷ − |

Agora usando a representação dos operadores S na base ± :
( )
(
( )( )
( ) ( )( )
( )( ) )( ) ( )
sin cos
2
sin sin
cos / 2
i
a b a b
β α
β α
β
÷ − ÷ − ÷ ÷
÷ − ÷ − ÷ − ÷ ÷
÷ ÷ − − − ÷ ÷ − = ÷ ÷ −
|
|


Desenvolvendo:

( ) ( )( ) ( ) ( )( ) ( )( ) ( )
( ) ( )( ) ( ) ( )( ) ( )( ) ( ) ( )
sin cos sin sin cos
2
sin cos sin sin cos / 2
2
a i
b i a b
β α β α β
β α β α β
− ÷ − ÷ ÷ ÷
÷ ÷ − ÷ ÷ − − = ÷ ÷ −
|
|
|


Simplificando:

( ) ( ) ( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )
sin cos sin cos
2
sin cos sin cos / 2
2
i
i
e
e
a i
b i a b
α
α
β α α β
β α α β

( )
·
´

·

· ÷ − ÷ ÷ ÷

·

´ ·
·
( )
( )
·
´

·

´ ´ · − ÷ − − = ÷ ÷ −

·

´ ·
·
( )
|

|
|

Continuando a simplificar:

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) sin cos sin cos
i i
b e a a e b a b
α α
β β β β

÷ ÷ ÷ − − = ÷ ÷ −

De onde tiramos:

( ) ( )
( ) ( )
sin cos
sin cos
i
i
b e a a
a e b b
α
α
β β
β β

'
1
÷ =
1
1
|
1
− =
1
1+


Reescrevendo:

( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( )
2
2
2sin ( /2)
2cos ( /2)
sin cos 1 0
sin cos 1 0
i
i
b e a
a e b
α
β
α
β
β β
β β


'
1
÷ − =
1
1
1
1
1
|
1
− ÷ =
1
1
1
1
1+

Continuando

( )
( )
2
2
sin 2 sin ( / 2) 0
sin 2 cos ( / 2) 0
i
i
b e a
a e b
α
α
β β
β β

'
1
− =
1
1
|
1
− =
1
1+

15

O que leva:

( )
( )
( )
2
2
2
sin 2 sin ( / 2) 0
sin 2 cos ( / 2) 0
sin
2sin ( / 2)
i
i
i
b e a
a e b
b e
a
α
α
α
β β
β β
β
β


'
1
− =
1
1
|
1
− =
1
1+
=


Pela condição de normalização
* *
1 aa bb ÷ = então

( ) ( )
*
*
2 2
sin sin
1
2sin ( / 2) 2sin ( / 2)
i i
b e b e
bb
α α
β β
β β
− −
( )
·

·
÷ =
·

·
·
( )

( ) ( )
*
*
2 2
sin sin
1
2sin ( / 2) 2sin ( / 2)
i i
b e b e
bb
α α
β β
β β

( )
·

·
÷ =
·

·
·
( )

( )
* 2
*
4
sin
1
4 sin ( / 2)
bb
bb
β
β
÷ =
( ) ( )
* 2 2
*
4
4 sin / 2 cos / 2
1
4 sin ( / 2)
bb
bb
β β
β
÷ =
( )
* 2
*
2
cos / 2
1
sin ( / 2)
bb
bb
β
β
÷ =
( ) ( ) ( )
* 2 * 2 2
cos / 2 sin / 2 sin / 2 bb bb β β β ÷ =
( )
* 2
sin / 2 bb β =
Escrevendo b em sua forma polar
i
re
θ


( )
2
sin / 2
i i
re re
θ θ
β

=
( )
2 2
sin / 2 r β =
( ) sin / 2 r β =

b fica

( ) sin / 2
i
b e
θ
β =

Já a

( ) ( )
2
sin / 2 sin
2sin ( / 2)
i i
e e
a
θ α
β β
β

=
( ) sin
2sin( / 2)
i i
e e
a
θ α
β
β

=
( ) ( ) 2sin / 2 cos / 2
2sin( / 2)
i i
e e
a
θ α
β β
β

=
16
( ) cos / 2
i i
a e e
θ α
β

=

θ é um fator de fase arbitrário. Escolhendo θ α =

( ) ( )
ˆ; cos / 2 sin / 2
i
s n e
α
β β ⋅ ÷ = ÷ ÷ −

10)

( ) 1 1 1 2 2 1 2 2 H a = ÷ ÷ −

A representação de H nas bases 1 e 2 pode ser obtida fazendo :

ij
H i H j =

11
1 1 H H a = = ,
12
1 2 H H a = =
21
2 1 H H a = = ,
22
1 2 H H a = = −

De onde sai

1 1
1 1
H a
( )
·

· =

·

− ·
( )

Estamos interessados nos autokets e autovalores. Montando a equação de autovalor:

H h h h =
1 1
1 1
m m
a h
n n
( )( ) ( )
· · ·

· · · =

· · ·

− · · ·
( )( ) ( )

1 1
0
1 1
m
a h
n
( ( ) )( )
· · ·

· · · − ⋅ =

· · ·

− · · ·
( ( ) )( )
1
0
( )
a h a m
a a h n
( )( )

· ·

· · =

· ·

− ÷ · ·
( )( )


Esse problema só admite solução não trivial se:

det 0
( )
a h a
a a h
( )

·

· =

·

− ÷ ·
( )


Fazendo

( )
2
det ( ) 0
( )
a h a
a h a h a
a a h
( )

·

· = − − ÷ − =

·

− ÷ ·
( )

( )
2 2 2
0 a h a − − − =
2 h a = ±

17
Resolvendo o sistema

0
( )
a h a m
a a h n
( )( )

· ·

· · =

· ·

− ÷ · ·
( )( )

( )
0
( )
a h m a n
a m a h n
( )
− ÷ ⋅
·

· =

·

⋅ − ÷ ·
( )

( ) 0
( ) 0
a h m a n
a m a h n
'
− ÷ ⋅ = 1
1
|
1 ⋅ − ÷ =
1
+


Colocando n em termos de m:

( )
a m
n
a h

=
÷


Temos que os autokets tem a seguinte forma:


1
( ) ( )
m
h m
a m a
a h a h
( ) ( )
· ·

· ·

· ·
= =
⋅ · ·

· ·
· ·
· ·
( ÷ ) ( ÷ )
onde m é arbitrário

Como 2 h a = ± temos os dois autokets

1
1
'
2 1
( 2 )
h m m a
a a
( )
· ( )

·
·
·
·
= = ·
·
· · − · · ( )
· ·
( ÷ )
e
1
1
''
2 1
( 2 )
h m m a
a a
( )
· ( )

·
·
·
·
= = ·
·
· ·− − · · ( )
· ·
( − )


Pela condição de normalização, 1 h h = . Para ' h

( ) ( ) ( )
( )
2 2 2
1
' ' 1 2 1 1 2 2 2 1 4 2 2 1
2 1
1
4 2 2
h h m m m
m
( )
·

·
= − = ÷ − ÷ = − =

·

· − ·
( )
=



( )
1
1
'
2 1
4 2 2
h
( )
·

·
=

·

· − ·
( ) −


18
Para o ket '' h

( ) ( ) ( )
( )
2 2 2
1
'' '' 1 2 1 1 2 2 2 1 4 2 2 1
2 1
1
4 2 2
h h m m m
m
( )
·

·
= − − = ÷ ÷ ÷ = ÷ =

·

·− − ·
( )
=
÷


( )
1
1
''
2 1
4 2 2
h
( )
·

·
=

·

·− − ·
( ) ÷


Os kets 1 e 2 em sua própria base são representados por

1
1
0
( )
·

· =

·

·
( )
,
0
2
1
( )
·

· =

·

·
( )


Escrevendo ' h em termos de 1 e 2

( )
( ) ( )
1
' 1 2 1 2
4 2 2
h = ÷ −



Escrevendo '' h em termos de 1 e 2

( )
( ) ( )
1
'' 1 2 1 2
4 2 2
h = − ÷
÷


11)

11 12 12 22
1 1 1 2 2 1 2 2 H H H H H = ÷ ÷ ÷

A representação matricial:

11 12
12 22
H H
H
H H
( )
·

· =

·

·
( )


Montando a equação de autovalor:

11 12
12 22
H H m m
h
H H n n
( )( ) ( )
· · ·

· · · =

· · ·

· · ·
( )( ) ( )

11 12
12 22
0
H h H m
H H h n
( )( )

· ·

· · =

· ·

− · ·
( )( )

19
Esse sistema só tem solução não trivial se :

11 12
12 22
det 0
H h H
H H h
( )

·

· =

·

− ·
( )


Fazendo

( )
2 2
11 22 12 11 2
11 12
12 22
2
det 0
0 h H H h H H H
H h H
H H h
( )

·

· =

·

− ·
( )
÷ − − ÷ = −


Que tem como resposta

2 2 2
11 11 22 12 22
11 22
2 2 2
11 11 22 12 22
11 22
2 4
'
2 2 2
2 4
''
2 2 2
H H H H H
H H
h
H H H H H
H H
h
− ÷ ÷
= ÷ −
− ÷ ÷
= ÷ ÷


Os auto vetores ficam

11 12
12 22
0
H h H m
H H h n
( )( )

· ·

· · =

· ·

− · ·
( )( )

( )
( )
11 12
12 22
0
0
H h m H n
H m H h n
'
− ÷ = 1
1
|
1 ÷ − =
1
+


Colocando n em termos de m :

( )
( )
11 12
11
12
0 H h m H n
H h
n m
H
− ÷ =

= −


E os autovetores tem a seguinte forma:

( )
11
12
1
' ' H h h m
H
( )
·

·

·

− = ·

·
− ·
·
·
( )
e ( )
11
12
1
'' '' H h h m
H
( )
·

·

·

− = ·

·
− ·
·
·
( )


Eles devem ser normalizados. Para ' h
( )
( )
11 2
11
12
12
1
'
' ' ' 1 1
H h
H h h h m
H
H
( )
·
( ) − ·
·
·

· − = − = ·

· ·
· − · ( )
·
·
( )

( )
2
11 2
12
'
1 1
H h
m
H
( )
( ) · −
· ·

· · − =

· ·

· · ( )
·
( )

20
( )
2
11
12
1
'
1
m
H h
H
=
( )
( ) · −
· ·

· − ·

· ·

· · ( )
·
( )


ficamos
( )
( )
11
2
11
12
12
1
1
' '
'
1
H h h
H h
H
H
( )
·

·

·

− = ·

·
( ) − ·
( ) · · −
·
( ) · ·

· − ·

· ·

· · ( )
·
( )


Para '' h
( )
( )
11 2
11
12
12
1
''
'' '' '' 1 1
H h
H h h h m
H
H
( )
·
( ) − ·
·
·

· − = − = ·

·
·
· − · ( )
·
·
( )

( )
2
11 2
12
''
1 1
H h
m
H
( )
( ) · −
· ·

· · − =

· ·

· · ( )
·
( )

( )
2
11
12
1
''
1
m
H h
H
=
( )
( ) · −
· ·

· − ·

· ·

· · ( )
·
( )


ficamos
( )
( )
11
2
11
12
12
1
1
'' ''
''
1
H h h
H h
H
H
( )
·

·

·

− = ·

·
( ) − ·
( ) · · −
·
( ) · ·

· − ·

· ·

· · ( )
·
( )


Para
12
0 H = os autovalores ficam:

2 2
11 11 22 22
11 22
11 22 11 22
22
2 2
11 11 22 22
11 22
11 22 11 22
11
2 0
'
2 2 2
'
2 2 2
2
''
2 2 2
''
2 2
0
2
H H H H
H H
h
H H H H
h H
H H H H
H H
h
H H H H
h H
− ÷ ÷
= ÷ −
= ÷ − =
− ÷ ÷
= ÷
÷


÷
= ÷ =

O que significa que a base genérica também é base do operador Hamiltoniano. Os autovetores viriam:

11
22
0
0
0
H h m
H h n
( )( )

· ·

· · =

· ·

− · ·
( )( )

21
( )
( )
11
22
0
0
H h m
H h n
'
− = 1
1
|
1 − =
1
+


Para
11
h H = , m pode ser qualquer numero e 0 n = . O auto vetores associados ao autovalor:
1
'
0
h m
( )
·

· =

·

·
( )
que normalizado:
1
'
0
h
( )
·

· =

·

·
( )

Para
22
h H = , n pode ser qualquer numero e 0 m = . O auto vetor associado ao autovalor:
0
''
1
h n
( )
·

· =

·

·
( )
que normalizado:
0
''
1
h
( )
·

· =

·

·
( )

12)

O vetor n

está no plano xz formando um ângulo γ com z. Isso corresponde na expressão utilizada na
questão 9 a um valor de 0 α = e β γ = .

( ) ( ) ˆ; cos / 2 sin / 2 s n γ γ ⋅ ÷ = ÷ ÷ −

a)
a probabilidade de medir / 2 | é dada por
2
ˆ ; ;
x
s s n ÷ ⋅ ÷

:

( ) ( ) ˆ ; ; cos / 2 ; sin / 2 ;
x x x
s s n s s γ γ ÷ ⋅ ÷ = ÷ ÷ ÷ ÷ −

( ) ( ) ( ) ( )
1 1
ˆ ; ; cos / 2 sin / 2
2 2
x
s s n γ γ
( ) ( )
· ·
÷ ⋅ ÷ = ÷ ÷ − ÷ ÷ ÷ ÷ − −
· ·

· ·
( ) ( )

( ) ( ) ( )
1
ˆ ; ; cos / 2 sin / 2
2
x
s s n γ γ ÷ ⋅ ÷ = ÷

Conseqüentemente

( ) ( ) ( )
2 2 1
ˆ ; ; cos / 2 sin / 2
2
x
s s n γ γ ÷ ⋅ ÷ = ÷

22
( ) ( ) ( ) ( )
( )
( ) 2 2 2
1 sin
1
ˆ ; ; cos / 2 2cos / 2 sin / 2 sin / 2
2 2
x
s s n
γ
γ γ γ γ
÷
÷ ⋅ ÷ = ÷ ÷ =

b)

o valor esperado de
x
s é:

ˆ ˆ ; ;
x x
s s n s s n = ⋅ ÷ ⋅ ÷


( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) cos / 2 sin / 2 / 2 cos / 2 sin / 2
x
s γ γ γ γ = ÷ ÷ − ÷ − ÷ − ÷ ÷ ÷ − |
( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) / 2 cos / 2 sin / 2 cos / 2 sin / 2
x
s γ γ γ γ = ÷ ÷ − − ÷ ÷ |
( ) ( ) ( ) ( ) ( ) / 2 cos / 2 sin / 2 sin / 2 cos / 2
x
s γ γ γ γ = ÷ |
( ) sin / 2
x
s γ = |

o valor esperado de
2
x
s é:

2 2
ˆ ˆ ; ;
x x
s s n s s n = ⋅ ÷ ⋅ ÷


( ) ( ) ( ) ( )( ) ( ) ( ) ( )
2 2
cos / 2 sin / 2 / 4 cos / 2 sin / 2
x
s γ γ γ γ = ÷ ÷ − ÷ − ÷ − ÷ ÷ − ÷ − ÷ ÷ ÷ − |
( ) ( ) ( )( ) ( ) ( ) ( )
2 2
/ 4 cos / 2 sin / 2 cos / 2 sin / 2
x
s γ γ γ γ = ÷ ÷ − ÷ − ÷ − ÷ − ÷ ÷ |
( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )
2 2
/ 4 cos / 2 sin / 2 cos / 2 sin / 2
x
s γ γ γ γ = ÷ ÷ − ÷ ÷ − |
( ) ( )
( )
2 2
2 2
/ 4 cos / 2 sin / 2
x
s γ γ = ÷ |
2 2
/ 4
x
s = |

A dispersão
2
x
s ∆ `

2
2 2
x x x
s s s ∆ = −
( ) ( )
2
2 2
/ 4 sin / 2
x
s γ ∆ = − | |
( )
( )
( )
2 2
2 2 2
/ 4 1 sin cos / 4
x
s γ γ ∆ = − = | |
23
13)

a)

O operador correspondente a detecção do átomo de spin / 2 | orientado na direção z . O operador que tem
dois autovalores, 1 e 0 , correspondentes a detectar ou não detectar. Escrito na base
z
s ,sua própria base,
temos:

1 0 M
÷
= ÷ ÷ ÷ − −

b)

O operador correspondente a detecção do átomo de spin / 2 | orientado na direção n. O operador que tem
dois autovalores 1 e 0 , correspondentes a detectar ou não detectar. Escrito na base ˆ; n ± , sua própria base,
temos:

ˆ ˆ ˆ ˆ 1 ; ; 0 ; ;
n
M n n n n
÷
= ÷ ÷ ÷ − −
( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) cos / 2 sin / 2 cos / 2 sin / 2
n
M γ β β β
÷
= ÷ ÷ − ÷ ÷ −

c)

O operador correspondente a detecção do átomo de spin / 2 −| . O operador que tem dois autovalores 0 e
1 . Escrito na base
z
s , sua própria base, temos:

0 1 M

= ÷ ÷ ÷ − −

Pergunta 1

O que significa o feixe final (sz= / 2 −| ) quando o feixe (sz= / 2 | ) que sobrevive à primeira medida é 1?

O operador M
÷
aceita átomos com estado de spin ÷ e rejeita átomos no estado de spin − (estados
puros). Átomos que estejam em estados intermediários (combinação de e ÷ e − ) tem probabilidade entre
0 e 1 de serem aceitos. Ao final, temos átomos preparados no estado de spin ÷ .se a probabilidade de todo
átomo passar por M
÷
é 1, então isso significa que no inicio tínhamos um feixe polarizado de átomos no
estado de spin ÷ . A explicação para a detecção de átomos com estado de spin − ao final do experimento
vem do fato de
n
M
÷
preparar átomos num estado de spin intermediário i.e num estado que é uma
combinação de ÷ e − .

Pergunta 2

A probabilidade de um fóton vindo de M
÷
passar por
n
M
÷
é dada por

2
1
ˆ; p n = ÷ ÷
( ) ( ) ( )
2
1
cos / 2 sin / 2 p β β = ÷ ÷ ÷ −
24
( )
2
1
cos / 2 p β =

A probabilidade de um feixe saído de
n
M
÷
passar por M

é dada por

2
2
ˆ; p n = ÷ −
( ) ( ) ( )
2
2
cos / 2 sin / 2 p β β = ÷ ÷ − −
( )
2
2
sin / 2 p β =

A probabilidade total:

( ) ( )
2 2
cos / 2 sin / 2
T
p β β =
( ) ( ) ( )
2
2cos / 2 sin / 2 / 4
T
p β β =
( ) ( )
2
sin / 4
T
p β = .

Então vemos que a probabilidade será máxima quando β for / 2 π sendo a probabilidade ¼. Ela também
está associada a razão entre a intensidade do feixe que entra e o que sai, de onde tiramos que o feixe que sai
de M

tem intensidade máxima dada pro ¼ da intensidade que entra em M
÷


14)

O Operador é representado pela matriz

0 1 0
1
1 0 1
2
0 1 0
A
( )
·

·

·

· =

·
·
·
·
( )


Procuramos os aukets e autovetores. Montando a equação de autovalor:

0 1 0
1
1 0 1
2
0 1 0
a a
b b
c c
λ
( )( ) ( )
· · ·

· · ·

· · ·

· · · =

· · ·
· · ·
· · ·
· · ·
( )( ) ( )

0 1 0 1 0 0
1
1 0 1 0 1 0 0
2
0 1 0 0 0 1
a
b
c
λ
( ( ) ( ))( )
· · · ·

· · · ·

· · · ·

· · · · − =

· · · ·
· · · ·
· · · ·
· · · ·
( ( ) ( ))( )

0 1 0 1 0 0
1
1 0 1 0 1 0 0
2
0 1 0 0 0 1
a
b
c
λ
( ( ) ( ))( )
· · · ·

· · · ·

· · · ·

· · · · − =

· · · ·
· · · ·
· · · ·
· · · ·
( ( ) ( ))( )

0 1 / 2 0
0 0
1 / 2 0 1 / 2 0 0 0
0 0
0 1 / 2 0
a
b
c
λ
λ
λ
(( ) )
( ) ( )
··
· ·
··
· ·
··
· ·
··
· · − =
··
· ·
··
· ·
··
· ·
··
· ·
·· ( ) ( )
(( ) )

25
1 / 2 0
1 / 2 1 / 2 0
0 1 / 2
a
b
c
λ
λ
λ
(( ))
( )

··
·
··
·
··
·
··
· − =
··
·
··
·
··
·
··
· − ·· ( )
(( ))


Esse problema só tem solução não trivial se :

1 / 2 0
det 1 / 2 1 / 2 0
0 1 / 2
λ
λ
λ
( )

·

·

·

·
− =
·
·
·
·
− ·
( )

3
0 λ λ − ÷ =

De onde tiramos:

1
0 λ = ,
2
1 λ = e
3
1 λ = − .

Os autovetores. Para
1
λ :
0 1 / 2 0
1 / 2 0 1 / 2 0
0 1 / 2 0
a
b
c
(( ))
( )
··
·
··
·
··
·
··
· =
··
·
··
·
··
·
··
·
·· ( )
(( ))

( )
/ 2
1 / 2 0
/ 2
b
a c
b
( )
·

·

·

·
÷ =
·
·
·
·
·
( )


Temos para isso que 0 b = e Podemos colocar c em função de a

c a = −

O autovetor fica:

1
' 0 0
1
a a
a b a
c a
( ) ( ) ( )
· · ·

· · ·

· · ·

· · · = = =

· · ·
· · ·
· · ·
− − · · ·
( ) ( ) ( )


' a deve ser normalizado, o que leva a
1
2
a = . Temos:

1
1
' 0
2
1
a
( )
·

·

·

· =

·
·
·
− ·
( )


26
Os autovetores. Para
2
λ :

1 1 / 2 0
1 / 2 1 1 / 2 0
0 1 / 2 1
a
b
c
(( ))
( )

··
·
··
·
··
·
··
· − =
··
·
··
·
··
·
··
· − ·· ( )
(( ))

/ 2
/ 2 / 2 0
/ 2
a b
a b c
b c
( )
− ÷
·

·

·

·
− ÷ =
·
·
·
·
− ·
( )


Podemos colocar b em função de a

2 b a =

Também podemos colocar c em função de a

/ 2 / 2 0 a b c − ÷ =
/ 2 2 / 2 0 a a c
c a
− ÷ =
=


O autovetor fica:

1
'' 2 2
1
a
a
a b a a
c a
( ) ( ) ( )
· · ·
· · ·

· · ·

· · · = = =
· · ·
· · ·
· · ·
· · · · ·
( ) ( ) ( )


O vetor deve ser normalizado


( ) ( )
2 2
1
'' '' 1 2 1 2 1 2 1 1
1
a a a a
( )
·

·

·

· = = ÷ ÷ =
·
·
·
· ·
( )

1
2
a =

'' a fica:

1
1
'' 2
2
1
a
( )
·

·

·

· =
·
·
·
· ·
( )


27
Os autovetores. Para
3
λ :

1 1 / 2 0
1 / 2 1 1 / 2 0
0 1 / 2 1
a
b
c
(( ))
( )
··
·
··
·
··
·
··
· =
··
·
··
·
··
·
··
·
·· ( )
(( ))

/ 2
/ 2 / 2 0
/ 2
a b
a b c
b c
( )
÷
·

·

·

·
÷ ÷ =
·
·
·
·
÷ ·
( )


Podemos colocar b em função de a

2 b a = −

Também podemos colocar c em função de a

/ 2 / 2 0 a b c ÷ ÷ =
/ 2 2 / 2 0 a a c
c a
− ÷ =
=


O autovetor fica:

1
''' 2 2
1
a
a
a b a a
c a
( ) ( ) ( )
· · ·
· · ·

· · ·

· · · = = − = −
· · ·
· · ·
· · ·
· · · · ·
( ) ( ) ( )


O vetor deve ser normalizado
( ) ( )
2 2
1
''' ''' 1 2 1 2 1 2 1 1
1
a a a a
( )
·

·

·

· = − − = ÷ ÷ =
·
·
·
· ·
( )

1
2
a =

''' a fica:

1
1
''' 2
2
1
a
( )
·

·

·

· = −
·
·
·
· ·
( )

15)

Se os kets ¦ ¦ ', ' a b são autokets simultâneos de A e B temos que

', ' ' ', ' ' ' ', ' AB a b Ab a b a b a b = =
', ' ' ', ' ' ' ', ' BA a b Ba a b a b a b = =
28

Temos que

( ) ', ' 0 AB BA a b − =
, ', ' 0 A B a b
l
=
l


Então , 0 A B
l
=
l


16)

Supondo que exista um ket ', ' a b que e simultaneamente auto ket de A e B .Aplicando o anti comutador

¦ ¦ , ', ' 0 A B a b =
( ) ', ' 0 AB BA a b ÷ =
( ) ', ' 0 ab ba a b ÷ =

O ket nulo não é aceito como auto ket então temos que pelo menos um dos autovalores deve ser então zero.

18)

a)

( )( ) * 0 α λ β α λ β ÷ ÷ ≥
* * 0 α α λ α β λ β α λ λ β β ÷ ÷ ÷ ≥

Agora tomando λ β β β α = − tem como conseqüência que * λ β β α β = − . Multiplicando a
desigualdade por β β

* * 0 β β α α λ β β α β λ β β β α λ λ β β β β ÷ ÷ ÷ ≥
0 β β α α β α α β α β β α β α α β − − ÷ ≥
β β α α β α α β ≥
2
β α β β α α ≤

b)

temos as relações:

A B α λ α ∆ = ∆ e conseqüentemente * A B α α λ ∆ = ∆ 18.b.1

O valor esperado para o comutador , A B
l
∆ ∆
l


, A B A B B A α α α α α α
l
∆ ∆ = ∆ ∆ − ∆ ∆
l



29
Usando 18.b.1

, * A B B B B B α α α λ α α λ α
l
∆ ∆ = ∆ ∆ − ∆ ∆
l

, * A B B B B B α α λ α α λ α α
l
∆ ∆ = ∆ ∆ − ∆ ∆
l


Como λ é puramente imaginário:

, A B B B B B α α λ α α λ α α
l
∆ ∆ = − ∆ ∆ − ∆ ∆
l

2
, 2 A B B α α λ α α
l
∆ ∆ = − ∆
l
18.b.2

O valor esperado para o anticomutador ¦ ¦ , A B ∆ ∆

¦ ¦ , A B A B B A α α α α α α ∆ ∆ = ∆ ∆ ÷ ∆ ∆

Usando 18.b.1

¦ ¦ , * A B B B B B α α α λ α α λ α ∆ ∆ = ∆ ∆ ÷ ∆ ∆
¦ ¦ , * A B B B B B α α λ α α λ α α ∆ ∆ = ∆ ∆ ÷ ∆ ∆

Como λ é puramente imaginário:

¦ ¦ , A B B B B B α α λ α α λ α α ∆ ∆ = − ∆ ∆ ÷ ∆ ∆
¦ ¦ , 0 A B α α ∆ ∆ = 18.b.3

Temos a identidade

¦ ¦
1 1
, ,
2 2
A B A B A B
l
∆ ∆ = ∆ ∆ ÷ ∆ ∆
l

1
,
2
A B A B
l
∆ ∆ = ∆ ∆
l

2 2 1
,
4
A B A B
l
∆ ∆ = ∆ ∆
l
18.b.4

Ainda de 18.b.1

A B α λ α ∆ = ∆
* A B α λ α ∆ = ∆
* A A B B α α λ α λ α ∆ ∆ = ∆ ∆
* A A B B α α λ λ α α ∆ ∆ = ∆ ∆
2
2 2
A B α α λ α α ∆ = ∆

Multiplicando por
2
B α α ∆ os dois membros

30
2 2
2 2 2
A B B α α α α λ α α ∆ ∆ = ∆

Finalmente de 18.b.2

2
2 2
,
4
A B
A B
α α
α α α α
l
∆ ∆
l
∆ ∆ =

E de 18.b.4

2
2 2
A B A B α α α α α α ∆ ∆ = ∆ ∆

Que corresponde à expectativa do aparecimento da igualdade entre os dois membros, sendo este um caso
particular do principio da incerteza.

31
19)

a)

fazemos primeiro

( ) / 2
x
S = ÷ − ÷ − ÷ |
( ) ( )
2
/ 2 / 2
x
S = ÷ − ÷ − ÷ ÷ − ÷ − ÷ | |
( ) ( )
2
2
/ 2
x
S = ÷ ÷ ÷ − − |

O valor esperado

( ) ( )
2
2
/ 2
x
S ÷ ÷ = ÷ ÷ ÷ ÷ − − ÷ |
( )
2
2
/ 2
x
S ÷ ÷ = |

O valor esperado de
x
S

( ) / 2
x
S ÷ ÷ = ÷ ÷ − ÷ − ÷ ÷ |
0
x
S ÷ ÷ =

Para ( )
2
x
S ÷ ∆ ÷
( ) ( ) ( )
2 2 2
/ 2 0 / 2
x
S ÷ ∆ ÷ = − = | | 19.a.1

Agora fazemos

( ) / 2
y
S i = − ÷ − ÷ − ÷ |
( ) ( )
2
/ 2 / 2
x
S i i = − ÷ − ÷ − ÷ − ÷ − ÷ − ÷ | |
( ) ( )
2
2
/ 2
y
S = ÷ ÷ ÷ − − |

O valor esperado

( ) ( )
2
2
/ 2
y
S ÷ ÷ = ÷ ÷ ÷ ÷ − − ÷ |
( )
2
2
/ 2
y
S ÷ ÷ = |

O valor esperado de
y
S

( ) / 2
y
S ÷ ÷ = ÷ ÷ − ÷ − ÷ ÷ |
0
y
S ÷ ÷ =

Para
( )
2
y
S ÷ ∆ ÷

32
( ) ( ) ( )
2 2 2
/ 2 0 / 2
y
S ÷ ∆ ÷ = − = | | 19.a.2

Do princípio da incerteza e de 19.a.1 e 19.a.2

( ) ( )
2 2 2 1
,
4
x y x y
S S S S
l
÷ ∆ ÷ ÷ ∆ ÷ ≥ ÷ ÷
l

( ) ( )
2 2 2 1
/ 2 / 2
4
z
i S ≥ ÷ ÷ | | |
( ) ( )
2
2 2 1
/ 2 / 2
4 2
i ≥
|
| | |
2 2
16 16

| |


b)

Fazemos primeiro

( ) / 2 ; ; ; ;
x x x x x
S S S S S = ÷ ÷ − − − |
( ) ( )
2
/ 2 ; ; ; ; / 2 ; ; ; ;
x x x x x x x x x
S S S S S S S S S = ÷ ÷ − − − ÷ ÷ − − − | |
( )
2
2
/ 2 1
x
S = |

O valor esperado

( )
2
2
; ; / 2 ; 1 ;
x x x x x
S S S S S ÷ ÷ = ÷ ÷ |
( )
2
2
; ; / 2
x x x
S S S ÷ ÷ = |

O valor esperado de
x
S

( ) ; ; ; / 2 ; ; ; ; ;
x x x x x x x x x
S S S S S S S S S ÷ ÷ = ÷ ÷ ÷ − − − ÷ |
; ; / 2
x x x
S S S ÷ ÷ = |

Para ( )
2
; ;
x x x
S S S ÷ ∆ ÷

( ) ( ) ( )
2 2 2
; ; / 2 / 2 0
x x x
S S S ÷ ∆ ÷ = − = | | 19.b.1


33
Do princípio da incerteza e de 19.b.1 e 19.a.2

( ) ( )
2 2 1
; ; ; ; ; , ;
4
x x x x y x x x y x
S S S S S S S S S S
l
÷ ∆ ÷ ÷ ∆ ÷ ≥ ÷ ÷
l

( )
2 1
0 ; ; ; ;
4
x y x x z x
S S S S i S S ÷ ∆ ÷ ≥ ÷ ÷ |
( )( )
1
0 ; / 2 ;
4
x x
i S S ≥ ÷ ÷ ÷ − − − ÷ | |
0 0 ≥

34
20)

a)

fazendo ( ) det 0 B I λ − =

( )
0 0
det 0 0
0
b
B I ib
ib
λ
λ λ
λ
( )

·

·

·

· − = − − =

·
·
·
− ·
( )

( ) ( )
2 2
0 b b b λ λ λ − − − =
1 2 3
, , b b b λ λ λ = = = −

B também apresenta degeneração.

b)

0 0 0 0
0 0 0 0
0 0 0 0
a b
AB a ib
a ib
( )( )
· ·

· ·

· ·

· · = − −

· ·
· ·
· ·
− · ·
( )( )

0 0
0 0
0 0
ab
AB iab
iab
( )
·

·

·

· =

·
·
·
− ·
( )

0 0 0 0
0 0 0 0
0 0 0 0
b a
BA ib a
ib a
( )( )
· ·

· ·

· ·

· · = − −

· ·
· ·
· ·
− · ·
( )( )

0 0
0 0
0 0
ba
BA iba
iba
( )
·

·

·

· =

·
·
·
− ·
( )

0 AB BA − =

35
c)

Montando a equação de autovalor para a matrizB

0 0
0 0
0 0
b x x
ib y y
ib z z
λ
( )( ) ( )
· · ·

· · ·

· · ·

· · · − =

· · ·
· · ·
· · ·
· · ·
( )( ) ( )


Onde λ é um autovalor de B

0 0
0 0
0
b x
ib y
ib z
λ
λ
λ
( )( )

· ·

· ·

· ·

· · − − =

· ·
· ·
· ·
− · ·
( )( )


Os autovalores são é claro b , b e b − .

Para b λ =

0 0 0
0 0
0
x
b ib y
ib b z
( )( )
· ·

· ·

· ·

· · − − =

· ·
· ·
· ·
− · ·
( )( )

0
0
by ibz
iby bz
− − =
− =


Colocando z em termos de y ficamos com um auto vetor do tipo
z iy =

1 0
', ' 0 1
0
x
a b y x y
iy i
( ) ( ) ( )
· · ·

· · ·

· · ·

· · · = = ÷

· · ·
· · ·
· · ·
· · ·
( ) ( ) ( )


O ket
1
0
0
( )
·

·

·

·

·
·
·
·
( )
já é auto ket de A. uma olhada rápida é suficiente para ver que o ket
0
1
i
( )
·

·

·

·

·
·
·
·
( )
e o ket
1
0
0
( )
·

·

·

·

·
·
·
·
( )
são ortogonais.
Aplicando Aem
0
1
i
( )
·

·

·

·

·
·
·
·
( )
percebemos que ele está associado ao autovalor a − .

Podemos então retirar os dois autokets associados aos autovalores degenerados de B .

1
', ' 0
0
a b
( )
·

·

·

· =

·
·
·
·
( )
e
36
0
1
'', '' 1
2
a b
i
( )
·

·

·

· =

·
·
·
·
( )

Para b λ = −

2 0 0
0 0
0
b x
b ib y
ib b z
( )( )
· ·

· ·

· ·

· · − =

· ·
· ·
· ·
· ·
( )( )

0
0
by ibz
iby bz
− =
÷ =


Colocando z em termos de y
z iy = −
0 0
''', ''' 1 a b y y
iy i
( ) ( )
· ·

· ·

· ·

· · = = ÷

· ·
· ·
· ·
− − · ·
( ) ( )


Rapidamente vemos que ele é ortogonal a ', ' a b fazendo o teste com '', '' a b também é verificada a
ortogonalidade. Aplicando Apercebemos que está associado ao autovalor a − . Normalizado esse era o ket
que faltava.

0 0
1
''', ''' 1
2
a b y
iy i
( ) ( )
· ·

· ·

· ·

· · = =

· ·
· ·
· ·
− − · ·
( ) ( )
.

26)

Montando a matriz

1
;
2
x
U S ÷ ÷ = ÷ ÷ = ,
1
;
2
x
U S ÷ − = ÷ − =
1
;
2
x
U S − ÷ = − ÷ = ,
1
;
2
x
U S − − = − − = −

A matriz transformação

1 1
1
1 1
2
U
( )
·

· =

·

− ·
( )


Que deve ser perfeitamente coerente com a generalização, pois

( ) ( ) r r
r
U b a =


( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) r l r r r l
r
a U a a b a a =


37
( ) ( ) ( ) ( ) r l r r
a U a a b =

31)

Temos as seguintes referencia

( ) , ' ' dx dx
l
=
l
x T 31.1
( ) , ' 0 dx
l
=
l
p T 31.2
( ) ' dx α α → T 31.3

de 31.3 e do fato de que o ket evoluído também deve ser normalizado.

( ) ( )

' ' 1 dx dx α α = T T
( ) ( )

' ' 1 dx dx = T T 31.4

O valor esperado

( ) ( )

' ' dx dx α α x T T 31.5

De 31.1 podemos tirar

( ) , ' ' dx dx
l
=
l
x T
( ) ( ) ' ' ' dx dx dx − = x x T T
( ) ( ) ' ' ' dx dx dx = ÷ x x T T 31.6

38
Substituindo o resultado 31.6 em 31.5

( ) ( ) ( )

' ' ' dx d dx dx α α ÷ x x T T T
( ) ( ) ( )
† †
' ' ' ' dx dx dx dx α α α α ÷ x T T T
( )

' ' dx dx α α α α ÷ x T
' dx α α α α ÷ x
' dx α α ÷ x

Agora o valor esperado de p

( ) ( )

' ' dx dx α α p T T

A relação 31.2 diz que os operadores translação e momento comutam

( ) ( )

' ' dx dx α α p T T
α α p

33)

a)

i)

Sabemos que

' '
1
' '
2
x p
i
x p e
π
=
|
|

'
' ' ' '
'
x
x p i x p
p

=
∂ |

' ' ' ' '
'
i x p x x p
p

− =

| 33.1

Agora partindo para a primeira prova

' ' ' ' ' p x dx p x x x α α =


' ' ' ' ' ' p x dx x p x x α α =


' '' ' ' ' ' ' '' '' p x dp dx x p x x p p α α =
∫ ∫

39
Usando 33.1

' '' ' ' ' ' ' '' '' p x dp dx p x x x p p α α =
∫ ∫

' '' ' ' ' ' '' ''
''
p x dp dx p x i x p p
p
α α

= −

∫ ∫
|
' ' ' ' '' ' '' ''
''
p x dx p x dp i x p p
p
α α

= −

∫ ∫
|
''
''
' ' ' ' ' '' '' '' ' '' ''
''
p
p
p x dx p x i x p p dp i x p p
p
α α α
→∞
→−∞
( )

·
l
= − −
·
l
·
( ) ∂
∫ ∫
| |
''
''
' ' ' ' ' '' '' ' '' ' ' ' '' ''
''
p
p
p x i dx p x x p p i dx dp p x x p p
p
α α α
→∞
→−∞

l
= − ÷
l

∫ ∫ ∫
| |
''
''
' ' '' '' '' ' ' ' ' '' ''
''
p
p
p x i p p p i dp dx p x x p p
p
α α α
→∞
→−∞

l
= − ÷
l

∫ ∫
| |
( )
''
''
' ' '' '' '' ' ' ' ' '' ''
''
p
p
p x i p p p i dp dx p x x p p
p
α δ α α
→∞
→−∞

l
= − − ÷
l

∫ ∫
| |
( ) ' '' ' '' ''
''
p x i dp p p p
p
α δ α

= −


|
' '
'
p x p
p
α α

=



Usando 33.1

' ' ' ' '
'
p x dx i p x x
p
α α

=


|

ii)

' ' ' x dp p p x β α β α =



De i)

' ' ' x dp p p x β α β α =


' ' '
'
x dp p p
p
β α β α

=



( ) ( )
* *
' ' '
'
x dp p p
p
β α
β α φ φ

=






40
b)

vamos examinar algumas propriedades desse operador.

Fazendo Ξpequeno e igual a ' dp

exp 1
ixdp dp
ix
( )
·
÷
·

·
( )

| |


O comutador entre x e o operador

,1 ,1 , 0
dp dp
x ix x i x x
l
l l l
÷ = ÷ =
l l
l
l
| |


Agora com p

( ) ,1 ,1 ,
dp dp dp
p ix p i p x i i dp
l
l l l
÷ = ÷ = − =
l l
l
l
|
| | |


Como vemos existe uma semelhança entre o operador e o operador translação. O operador translação espacial
comuta com p mas não com x sendo o comutador aproximadamente dx que tem dimensão de espaço. Já o
operador em questão comuta com x mas não com p , dando como resultado dp que tem unidade de
momento linear. Os operadores se assemelham muito, sendo a diferença entre eles a relação trocada que tem
com x e p . Se o primeiro tem significado físico de translação espacial, é muito coerente dizer que o outro
tem significado físico de translação do momento.