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Cronologicamente pode-se pensar na existência de três modelos de


profissionais da arte:

1. Muitas mulheres procediam do exercício da empírica (comadres ou


parteiras leigas);

2. Outras das associações da empírica aos estudos anatômico-


cirúrgicos(viúvas de cirurgiões);

3. Por último, mais próximo ao nosso século XIX aquelas que estudaram
nos cursos oficiais para parteiras(sage-femme propriamente dita).
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1. Primeiro a ciência sendo um campo


naturalmente masculino, as mulheres que
começavam a entrar nela através da arte
dos partos, viveram problemas de
identidade sexual profissional. Passando a
ter os mesmo problemas vivenciado pelos
parteiros(à inversa), agravados pela
dificuldade na aceitação científica da arte,
por parte dos médicos.
2. Pelo seu inverso, os homens que
começavam a fazer a ponte, se
introduzindo na arte de partos para-traze-
la para converti-la em disciplina científica,
tiveram dificuldades não só de ordem
prático bem como de identificação sexual-
profissional.
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1. O nome proposto por elas teria aberto
um novo caminho por onde passaria a
mulher na ciência, mas ao mesmo
tempo importou para dentro de si uma
contradição: era impraticável a sua
transformação ao formato masculino.
2. A guerra de competência entre leigas
(parteiras não diplomadas) e
diplomadas(sage-femme ou parteira
diplomada).
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Ôm meados do século XVIII, já na gestão de Luís XV, favoreceu-se a
generalização da prática do parto através do curso itinerante. O mais famoso
da época foi o de Mme Angélique Marguerite Lebousier Du Coudray. Ôsta
grande parteira, nascida em Clermont-Ferrand, em 1712, tinha obtido seu
grau profissional na corporação Cosme e Damião, em 26 de setembro de
1739, e depois de 16 anos de sucesso em Paris, atendendo a um apelo real,
iníciou o curso de obstetrícia, que propiciou a generalização do atendimento
para todos os cirurgiões do reino que quisessem instruir-se na arte.
No início, como veremos o curso teve apoio político e financeiro direto do
Ôstado, sendo depois sustentado pelas próprias localidades do reino.

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B. Esta parte do plano se encontravam os prédios onde ficavam as
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oficinas, os arquivos e os alojamentos do 'capelão' e do 'contador',
situados logo à direita da entrada. B/ ?-+ " + 2-&+ '9%+ &"  %$&&+
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O plano detalha a localização dos outros serviços ligados à escola, C/ " & !&; D 8!E%  %$& & "$&
descritos a seguir: #!&/
D. Padaria, açougue, armazém de víveres, alojamento do vigia do / ,$ %#" <!@=/
conjunto de prédios (e família), armazém dos tecidos de linho.

/ Local de fabricação das roupas de linho.
E. Local de depósito dos materiais de construção.
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F/ Armazém (nada especificado).
*/ Local onde se armazenava o material de limpeza (sabão).
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H. Estábulos que serviam para guardar e abrigar os animais. %-'+ 2 % & #0&  & /
/ Entrada projetada (para a avenida de L'observatoire).

T. Lugar de passeios internos



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PN%5VP'' pora de levantar. As alunas efetuavam os cuidados e curativos às parturientes, acompanhavam a visita da parteira-
PN%5VP parteira-chefe à enfermaria.
enfermaria. Depois executavam seus
cuidados pessoais e de toalete para ir à missa e só depois tomavam o café da manhã. Ôm seguida, acompanhavam a visita do cirurgi
cirurgião.
ão.
PW%PP'' Primeira Lição
PW%PP
QP%PP'' Batismo de crianças
QP%PP
QQ%PP'' Segunda Lição
QQ%PP
QM%PP'' Almoço seguido da segunda série de cuidados às parturientes nas enfermarias, aos recém-
QM%PP recém-nascidos e execução das prescrições da ma
manhã.
nhã.
QV%PP'' Terceira Lição
QV%PP
QX%PP'' Visitas e estudos da língua francesa
QX%PP
QN%PP'' Repetição das lições
QN%PP
QO%PP'' Lições de parto, sangria, vacina e botânica.
QO%PP
QT%PP'' Terceira série de cuidados às parturientes e segunda. visita da parteira-
QT%PP parteira-chefe e do médico. Repetição das lições do dia.
QS%PP'' Ceia e execução das prescrições
QS%PP
QW%PP'' Oração
QW%PP
MQ%VP'' Redação das lições do dia.
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Ò 2Ò s/dados  23
Ò 22 s/dados  Ò
Ò 23 s/dados  
este ano surge a indicação de R  R
 exigida às alunas.
Ò 2 s/dados  
A TRAJÔTÓRIA DA CADÔIRA NA FACULDADÔ DÔ MÔDICINA DÔ PARIS
(ANO III A 1889)
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Ano III - Ò Ò Teórica de Partos Leroy, A. Baudelocque, JL
ano III-Ò Ò
Ò ÒÒ-Ò 22 Desormeaux, A
Ò Ò -Ò 22 Pelletan, Ph.

fecha para reforma de ensino Ò 2Ò-Ò 23; surgem duas cadeiras


Ò 23 - Ò  Ò.Clínica de Partos Deneux, L.Ch.
Òa. Cadeira (Ò 23-Ò 3)
a cadeira fica vacante
até Ò 3
-Dubois, P.
(Ò 3-Ò Ò)
-Depaul, J
(Ò Ò-Ò 3)
- Pajot, Ch
(Ò 3-Ò )
interinamente fica por um ano Pinard (Ò - )

/ 
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Ò 23-Ò  2. Partos, doenças de - Desormeaux, A (Ò 23-Ò 3)
mulheres em parto e dos - Moreau, F
recém-nascidos. Daqui surge (Ò 3-Ò 2)
o desdobramento de Ò  - Pajot, Ch.
que se denominará 2a (Ò 3-Ò 3)
cadeira de clínica obstétrica - + / <J)
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Ôm 1812 elas encaminharam uma petição com 188 assinaturas a M. Camet de la Bonnadière,
membro do Conselho Geral dos pospícios, pedindo uma solução para o impasse profissional que
se avizinhava, uma vez que a formação dada pela faculdade, era só teórica, além de ter duração
de três meses. Comparativamente consideravam-se muito superiores às outras parteiras.Nesse
ínterim, ocorre a transferência da Ôscola para um espaço maior. Mas a queda de Napoleão
congelou o processo de seu fortalecimento. O pedido de unificar a profissão só teve resposta em
2 de fevereiro de 1823, quase onze anos depois, quando tentou-se pôr um ponto final à querela
entre os dois formatos de cursos, introduzindo-se a carta de apresentação da aluna que fosse
estudar nos cursos das faculdades, como aponta a fonte acima examinada; mas o nível exigido
continuou o mesmo, muito aquém do desejado, julga-se devido ao analfabetismo reinante entre
as mulheres, dificultando de certa forma seus estudos científicos.
Só em 22 de agosto de 1854, aprovou-se um decreto respondendo ao pedido de elevar o ensino
e as exigências para quem quizesse abraçar a profissão de parteiras, defendido pelas alunas da
Ôscola de Partos de Paris; a proposta foi de dividí-las em duas categorias:
- parteiras de primeira classe - àquelas graduadas nos cursos das faculdades de medicina. O título
as habilitava a transitar em todo o território nacional.
- Parteiras de segunda classe - às graduadas em escolas preparatórias, exercendo estritamente a
profissão no local onde tivessem obtido o diploma.
A Ôscola de Partos de Paris foi classificada nesta segunda categoria. Assim, entre 1854 e 1857 ,
todas as graduadas ficaram presas a esta norma. Ôm 1857-58, elas obtiveram ganho de causa no
que diz respeito à sua classificação, mas, para serem conceituadas como parteiras de primeira
classe, tiveram que renunciar à autonomia dos exames de fim de curso. A partir desta data, as
suas egressas passaram nos exames de uma comissão ligada à Faculdade de Medicina, e após a
aprovação, eram autorizadas a trocar o certificado que recebiam por um de primeira classe, nos
lugares onde residiam.
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1. Ôntrada de Julien Clement ao parto de Mlle Lavallielle amante do rei Luis XIV.
2. Introdução do forceps em 1670- Pierre Chamberlen III visita Paris trazendo forceps dentro de sua bagagem.
3. Ômpreendimento real associativo entre Nicolas Puzos (1686 ƛ 1753), discipulo de Julien Clement, e Felix de Tassy,
filho do 1° cirurgião do rei ( - 1703).
4. Ôm 1667 François Felix obtém a derrogação definitiva do rei do decreto que impedia os homens de exercer a arte de
partejar.
5. Mme Du Coudray por ordem real, ensina cursos de obstetricia itinerantes durante 25 anos (1759-1784) por todo o
reino francês. Forma mulheres que não tinham tido filhos, jovens em sua maioria e cirurgiões praticos.

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1580- Primeira regulamentação do exercicio profissional do parto na cidade de Paris. Deviam-se apresentar a um jurado
composto de 1 médico, 2 cirurgiões e 2 parteiras juramentadas pela corporação Cosme e Damião.
1674- Acrescenta-se ao juri a presença de membros da Faculdade de Medicina.
Antes do juramento de exercicio profissional eram obrigadas a expor sua vida e costumes.
1726 a 1765- pouveram julgamentos e cassações policiais.
1741- Modifica-se o batismo do recém-nascido. Ôste passa a ser realizado intra-utero. Começa a se realizar a cesariana
em vida da mãe. Favorece-se a vida da criança em detrimento da vida da mãe. Nova ética cientifica que impera até
hoje.
Século XIX-Assistimos a perda gradativa da autonomia profissional da sage-femme e a tutela do médico sobre ela.
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