VÌVENDO

SEM
MÁSCARAS

Como culLlvar relaclonamenLos aberLos e leals









Charles R. Swindoll










A sobrevlvôncla soclal denLro e fora da lare[a flcaţ aparenLemenLeţ bem mals fácll quando usamos
máscaras que escondem quem na verdade somosŦ SenLlmoŴnos mals seauros pro[eLando uma
lmaaem de vlaor esplrlLualţ de sanLldadeţ de perfelLo conLrole da slLuacãoŦ C problema e que por
Lrás de nossas máscarasţ da lmaaem que procuramos pro[eLarţ senLlmoŴnos sollLárlosţ efeLlvamenLe
dlsLanclados e lsolados das pessoas a quem mals amamos e cu[a acelLacão e perdão são Lão
lmporLanLes para nósŦ nesLe llvroţ Charles Swlndollţ Lambem auLor de ºLuţ um Servo?" e de ºllrme
Seus valores"ţ LraLa de uma das mals marcanLes necessldades de nossa epocať a de Lermos
relaclonamenLos aberLosţ slnceros e slanlflcaLlvosŦ
uLulCA1C8lA

Alauns anos aLrásţ Lomel uma declsão mulLo lmporLanLeŦ SenLlaŴme empurrado de um lado para o
ouLro pela lnfluencla de dlversas pessoasţ e compreendl que preclsava buscar um relaclonamenLo
mals cheaadoţ com um arupo menor Ŷ de pessoas mals ob[eLlvasţ que Llvessem Loda a mlnha
conflanca Ŷ pessoas de menLalldade bem forLeţ mas ao mesmo Lempo de uma clara vlsão lnLerlorŤ
capazes de mosLrarŴme o que eu não conseaula enxeraarţ pessoas slncerasţ que pudessem revelarŴ
me sempre a verdadeţ mas que soubessem amarţ para saberem esLlmularŴmeŦ Serlam pessoas que
pudessem manlfesLar Lracos essenclals Lals como lnLearldadeţ dlscrlcãoţ humlldadeţ acesslbllldadeţ
e uma vlda de comunhão com o Senhor coerenLe e senslvelŦ
Po[e que ueus [á reunlu em Lorno de nós esse corpo de conselhelrosţ e mlnha vlda recuperou cerLa
esLabllldade (e euţ meu equlllbrlo menLal)ţ esLou percebendo como e valloso esLar cercado por um
arupo Lão ldôneoţ e senLlrŴme responsável peranLe eleŦ Lles se Lornaram amlaos mulLo lnLlmosţ e
dou aracas pelas horas que de boa vonLade dedlcaram à mlnha pessoaŦ uevldo à naLureza desse
relaclonamenLoţ e preclso que conLlnuem anônlmosŦ Mas ueusţ que recompensará publlcamenLe
Lodos os esforcos praLlcados para ele em secreLoţ um dla lrá derramar sobre eles bôncãos e mals
bôncãosţ e lhes dará o seu aalardãoŦ
L e a esses amlaosţ com quem Lenho aprendldo LanLo sobre essa quesLão de vlver sem máscarasţ e
que me deram Loda a llberdade para ser eu mesmoţ que dedlco esLas páalnas e os prlnclplos
exposLos nesLe llvroŦ
lnulCL
lnLroducão
1Ŧ uesprendendo a Máscara Ŷ o Comeco
2Ŧ C AprofundamenLo 1raz o 8lsco das Mudancas
3Ŧ AproxlmarŴse Mals e lorLalecerŴse
4Ŧ Cperacão lnLearacão
3Ŧ unldos e lnvenclvels
6Ŧ Cuando o 8elaclonamenLo Acaba
7Ŧ C verdadelro Amor
8Ŧ ÞreclsaŴseť Abrlao Þara as vlLlmas da LnchenLe
9Ŧ Cs LlemenLos Þernlclosos 1erão que Ser Lllmlnados
10Ŧ ueclda por Sl Mesmo
11Ŧ A necessldade de 8espondermos ÞeranLe Alauem
12Ŧ um 1ransplanLe de Lsperanca Ŵ a Cperacão Mals necessárla
Conclusão
ln18CuuÇÄC

Ŵ LsLá bemţ pessoalţ vamos remover as máscaras!
Pá momenLos em que Lenho vonLade de levanLarŴme e falar lssoŦ nunca flzţ e claroţ mas Lenho sldo
mulLo LenLadoŦ vocô [á lmaalnou a reacão das pessoas?
Þara a malorla delasţ lsso serla uma Lemerldadeţ prlnclpalmenLe para aquelas que aprenderam queţ
para sobrevlverţ Lemos que esLar sempre de máscaraŦ L [á noLou que exlsLe um Llpo de máscara
para cada slLuacão? C que senLlmos não lmporLaţ não lmporLa a verdadeţ o faLo e queţ quando
aprendemos a esconderŴnos habllldosamenLe por Lrás de uma máscaraţ não preclsamos enfrenLar
Lodas as dlflculdades a que esLarlamos exposLos se nos apresenLássemos a descoberLoŦ Com ela nos
senLlmos mals seaurosŦ L o que nos fa|ta em s|ncer|dade ó compensado por uma fa|sa segurancaŦ
Cuem usa uma máscara Llpo ºsou forLe"ţ por exemploţ não Lem de preocuparŴse com o
reconheclmenLo de sua fraqueza ou do medo que na verdade senLeŦ Cuem manLem sempre a
máscara do Llpo ºsou sanLo"ţ não preclsa lncomodarŴse com o que as pessoas pensam a seu
respelLoţ se elas acham que vocô Lem problemas esplrlLualsŦ CuLra máscara e a ºsou Lranqulloţ
porque esLou com Ludo sob conLrole"ţ que vem bem a calhar quando Lemos que enfrenLar
peraunLas dlflcelsţ um dláloao slncero ou confessar nossa vu|nerab|||dadeŦ uma ouLra fachada falsa
mulLo uLlllzada e a do ºsou capaz de suporLar bem Loda essa dor e sofrlmenLo"Ŧ L não se vôem
láarlmasţ e nem mesmo uma leve ruaa de preocupacãoŦ Lssa al e óLlmaţ quando esLamos cercados
de pessoas superesplrlLualsţ que admlram frases Lals comoť ºAhţ eu esLou bem"ţ ou ºLsLou
declarando a vlLórla"ţ que são sempre acompanhadas de sorrlsos esLólcos e pálpebras
semlcerradasŦ LxlsLem Lambem máscaras de lnLelecLualldade e erudlcãoţ que nos proLeaem dos
problemas práLlcos e corrlquelros do dlaŴaŴdlaŦ
Só exlsLe um problema nessa brlncadelrlnha de usar máscara Ŷ não e verdadelraŦ Þor lssoţ ela nos
forca a passar de |argo pe|as pessoas sem nos re|ac|onarmos rea|mente com e|asŦ lsso favorece
uma aLlLude falsaţ a de querer dar uma boa lmpressãoţ em vez de um reallsmo slnceroţ que nos
llberLa e avalla as LensõesŦ L o que e plorţ quando escondemos nossa verdadelra personalldade por
deLrás de uma camada de vernlz reluzenLeţ acabamos nos lsolando e flcamos sozlnhosţ em vez de
sermos compreendldos e amados do [elLo que somosŦ C mals LrlsLe de Ludo lsso e que quanLo mals
Lempo conLlnuarmos aalndo asslmţ melhor se Lorna nosso desempenhoţ e mals lsolados vamos
flcando em nosso oculLo mundo de Lemoresţ sofrlmenLosţ ralvaţ lnseauranca e LrlsLeza Ŷ Lodas
essas colsas são emocões normals e naLurals que procuramos esconderţ mas que mosLram que
somos apenas humanosŦ
L o resulLado dlsso Ludo? ulsLanclamenLoŦ C dlsLanclamenLo que delxa vocô fora de slnLonla comlao
Ŷ separado de mlm por muralhas bem lacradasţ Lrancadasţ que lmpedem que cheauemos a nos
conhecermos um ao ouLroţ e a nos auxlllarmos muLuamenLe quando for necessárloŦ Mas prevalece
o faLo de que esse dlsLanclamenLo preclsa ser soluclonadoţ se e que dese[amos sobrevlver nesLa
aeracão de excesslvo lndlvlduallsmoŦ Þreclsamos uns dos ouLrosŦ Apesar de Loda a lncerLezaţ as
compensacões que Lemos por vlver sem máscaras superam em mulLo os rlscos envolvldos nessa
aLlLudeŦ C problemaţ poremţ e como nos convencermos e que vale a pena fazer esse esforcoţ
prlnclpalmenLe se [á crlamos o hablLo de usar máscarasŦŦŦ e quem não crlou?
LnLãoţ resumlndoţ esLe e o meu ob[eLlvo ao escrever esLe llvroť convencer o lelLor do valor de
crlarmos relaclonamenLos sem máscaras com ouLrosŦ L Lalvez alauem peraunLe por que dese[o lssoţ
[á que não os conheco pessoalmenLeŦ Þor que eu lrla escrever um llvro como esLe? Lm que ele
poderla a[udar o lelLor?
Þosso clLar duas razõesŦ Þrlmelroţ porque eu próprlo vlvl mulLos anos por deLrás de máscarasŦ L
nunca me esquecerel das consequônclasŤ eţ se pudesseţ não aosLarla de esquecôŴlasŦ Lu Llnha uma
vlda proLealdaţ LenLando desempenhar um papel que não era o meuţ o que não me levou a nadaţ a
não ser a malor Lemor e a barrelras alnda mals elevadasŦ Cuero consclenLlzar o lelLor da slLuacão
em que se enconLraţ e mosLrarŴlhe que exlsLe um modo melhor de vlver o resLo de sua vldaŦ Lu me
lmporLo mulLo com lssoţ e não posso delxáŴlo conLlnuar a pensar que Lem que esLar preso a essa
máscara para sempreŦ
A seaunda razão e que aaora que [á experlmenLel a alearla e a llberdade de vlver sem máscarasţ
slnLo que não preclso mals enaanar nlnauemţ não quero mals brlncar de usar máscara e de produzlr
com os láblos palavras que não enconLram eco em meu coracãoŦ Cuero que vocô enLenda a mesma
colsaŦ L como e maravllhoso vlver asslm!
Ŵ Mas e Lão dlferenLe asslm? peraunLará vocôŦ
L a mesma dlferenca que exlsLe enLre uma laaarLa lenLa e cabeluda e uma bellsslma borboleLa que
voa llvremenLeŤ enLre esLar preso num canLo escuroţ sempre quesLlonando nosso valor próprloţ
esperando que nlnauem descubra como somos humanosţ e esLar llvre para delxar que Lodos
salbam a verdadeţ llvre para não esconder mals nadaţ para ser conflanLe e seauroţ ao mesmo
Lempo em que se mosLra 100Ʒ humanoţ sem nenhuma máscara de hlpocrlslaŦ Cuero a[udáŴlo a pôr
os pes na esLradaţ para essa vlaaemŦ
L claro que o ob[eLlvo dessa vlaaem não e slmplesmenLe desmascararŴnosţ e expor a Lodos nosso
sofrlmenLoţ revelando nosso verdadelro euŦ lsso e apenas um melo para se aLlnalr um flmŦ C
ob[eLlvo flnal eţ na verdadeţ aprendermos a culLlvar uma aLmosfera de slncerldade Lal que nos
slnLamos llvres para falar de nossos anselos de modo mals esponLâneoţ e conversar sobre nossas
esperancasţ e esLabelecer nossos alvos de vldaŦ Cuando nos Lornamos pessoas menos Lensasţ cu[a
companhla e aaradávelţ auLomaLlcamenLe levamos os ouLros a aalrem da mesma formaŦ L à medlda
que a vlda Lranscorreţ uma exlsLôncla que anLes era penosaţ valŴse Lornando mals e mals
slanlflcaLlvaţ e o lsolamenLo de anLes val aos poucos sendo subsLlLuldo por um envolvlmenLo na
vlda de ouLrosŦ
Mas anLes que alauem possa Ler uma ldela errada sobre esLe llvroţ quero asseaurar que ele não se
basela numa fllosofla humanlsLlcaţ nem em pslcoloala popularţ nem em uma menLalldade
cenLrallzada no eaoŦ Cuero delxar uma colsa bem clarať sou um daqueles que crôem lnLearalmenLe
na 8lbllaŦ Sendo pasLorţ venho absorvendo seus enslnos em Lodos esses anos de mlnha vlda adulLaţ
desde o flnal da decada de 30Ŧ Alem dlssoţ Lenho procurado a ouLros esses prlnclplosţ Lodas as
semanasţ desde aquela epocaŦ ÞorLanLoţ a perspecLlva pela qual vlsuallzo mlnhas convlccões e
aprendlzados e a 8lbllaŦ L à medlda que se desenvolvem os caplLulos desLe llvroţ o lelLor verá a
lmporLâncla e a sabedorla delaŦ L mlnha esperanca que vocô se convenca de que a Þa|avra de Deus
ó atua| e verdade|raţ e pode ||bertáŴ|o desse denso casulo de Lemores em que vlveţ dandoŴlhe asas
para voarţ llberLandoŴo de todas as máscarasŦ Ao conLrárlo do que pensa a malorla das pessoasţ
ueus nos deu a 8lblla para que pudessemos nos llberLar e desenvolver Lodo o nosso poLenclalţ e
não para nos encurralar em um canLoţ e verŴnos reclamarŦ
LsLou em deblLo com mlnha secreLárlaţ Pelen ÞeLersţ por seu lncansável e paclenLe Lrabalhoţ [á que
daLlloarafou e corrlalu varlas vezes o manuscrlLoŦ 1odos os escrlLores preclsam de uma excelenLe
asslsLôncla com a delaŦ 1ambem merecem uma salva de palmas meus amlaos de Word booksţ pela
lncessanLe amlzade por mlmţ e dedlcacão para que esLe llvro se[a da melhor qualldadeť o urŦ
PeaLherlevţ llovd 1haLcherţ Lrnle Cwenţ 8ob WolaemuLh e nossa culdadosa revlsoraţ 8everlv
Þhllllpsţ com sua arande capacldade de enxeraar deLalhesŦ Cada um deles Leve um papel mulLo
lmporLanLe na reallzacão desLe llvroŦ
Aaradeco Lambem ao meu velho amlao Þaul Lewlsţ com sua habllldade arLlsLlcaţ que crlou a capa e
fez o deslanŦ Meu aaradeclmenLo Lambem a !lm kllllon que me a[udou a escolher o LlLuloŦ
Cuero expressar mlnha araLldão Lambem à lare[a que Lenho o prlvllealo de pasLorear desde 1971ţ a
Þrlmelra lare[a Lvanaellca Llvre de lullerLonţ CallfórnlaŦ Lsse flel rebanho Lem loLado nosso Lemploţ
domlnlcalmenLeţ com um enLuslasmo conLaalanLeţ para adorar a ueus e aLender às verdades da
Þalavra de ueusŦ As ldelas que ora se acham lnserldas nesLes caplLulosţ orlalnalmenLe foram
sermões preaados allŦ L esLe llvro ho[e exlsLe por causa da reacão poslLlva de mulLos dos que
ouvlram Lals sermões e me aconselharam a publlcar essas revelacões que ueus me deu e me
permlLlu LransmlLlr a ouLrosŦ
Þor flmţ quero aaradecer a mlnha famllla pela sua compreensãoţ por enLenderem o quanLo aosLo
de escreverţ e como uma Larefa dessas exlae Lempo e esforcoŦ Se não me houvessem cercado de
Lranqullldadeţ seauranca e esLlmulo para me dedlcar ao Lrabalho e posslvel que ƍvlvendo Sem
Máscarasƍ Lerla que receber o LlLulo de ƍÞerdendo a CabecaƍŦ

Charles Swlndoll
lullerLonţ Callfórnla

CAÞl1uLC uM
uLSÞ8LnuLnuC A MÁSCA8A Ŷ C CCMLÇC

A comemoracão de uma daLa e uma excelenLe ocaslão para se fazer uma auLoŴavallacãoŦ Þassado o
momenLo da nosLalalaţ depols de enxuaarmos as láarlmasţ e lncrlvel como podemos Ler uma
aLlLude ob[eLlvaŦ A auLoŴavallacão pode Lrazer mulLas revelacõesŦ
Alauns anos aLrásţ comemorel dez anos de mlnlsLerlo na lare[a onde Lrabalhoţ em lullerLonţ
CallfórnlaŦ lellzmenLeţ a aenLe não Lransforma essas daLas em arandes aconLeclmenLosţ mas fol
uma óLlma ocaslão para se fazer uma apreclacão do que flcara para LrásŦ Þassamos pelas
conhecldas fases de Loda lare[a em desenvolvlmenLoť um sólldo comecoţ cresclmenLo reaularţ a
expansão no prlmelro localţ malor cresclmenLoţ dlversos culLos domlnlcalmenLe (por flm [á
esLávamos com clnco culLos domlnlcalsţ nos ulLlmos quaLro anos)ţ planos para mudanca de localţ a
compra do Lerreno malorţ a consLrucãoţ e aflnal a mudanca para o novo LemploŦ ufff! llquel
cansado só de escrever Ludo lssoŦ L cada uma das parLes desse clclo Lrouxe conslao sua quoLa de
problemas e de alearlasŦ
L naquela Larde de domlnaoţ após a breve comemoracão da daLaţ quando eu medlLava sobre os dez
anos compleLadosţ Llve várlos lampe[os de revelacõesŦ 1lnha um profundo senLlmenLo de araLldão
LanLo a ueus como à lare[a de lullerLonŦ Como as pessoas LlnhamŴse mosLrado maleávelsţ como
Llnham sabldo perdoarţ apolarţ e como Llnham sldo enLuslásLlcas! A despelLo de Lodas as
mudancasţ Lodo o desconforLo do salão loLadoţ os problemas de esLaclonamenLoţ os corredores
aperLadosţ as crlses flnancelras e os problemas pessoalsţ Llnham permanecldo flrmesŦ Lmbora
parecôssemos mals uma ulsnevlândla do que uma lare[a (prlnclpalmenLe para as pessoas que
moravam nos arredores e nos vlam só de fora)ţ conseaulmos manLer nosso equlllbrlo menLal e
nossa unldade lnLerlorŦ llnalmenLe conseaulmos nos acomodar e volLar às aLlvldades do mlnlsLerloŦ
Só havla um problemať a casa esLava loLada de novoŦ Lramos forcados a barrar pessoasŦ L devo
acrescenLar que o esLaclonamenLo LornaraŴse lnsuflclenLeŦ A slLuacão Llnha Lodos os slnLomas da
mesma velha canLlaaţ ouLra vezŦ

8LAvALlA8 C C8LSClMLn1C

Pá momenLos em que o dlrlaenLe de um Lrabalho e obrlaado a encarar alauns faLos penososŦ L fol o
que Llve de fazer naquela LardeŦ Compreendl que o cresclmenLo pode ser esLlmado de mulLas
formasţ e não apenas numerlcamenLeŦ LxlsLe alao que e lnflnlLamenLe mals lmporLanLe do que o
cresclmenLo desmesuradoŦ Lmbora o cresclmenLo numerlco se[a a manelra mals comum de se
deLermlnar o sucesso de um mlnlsLerloţ Ler mals não slanlflca necessarlamenLe ser melhorŦ Apesar
de Loda a aalLacão que cerca um cresclmenLo rápldo e um Lemplo loLadoţ exlsLem alauns ponLos
neaaLlvosŦ L mulLo fácll uma pessoa se senLlr sollLárla e melo perdlda no melo de uma mulLldão Ŷ
aLe mesmo num LemploŦ As pessoas comecam a se parecer umas com as ouLrasŦ Cs nomes
comecam a flcar embaralhadosţ e dal a pouco perdem sua lmporLânclaŦ Þroblemas são lanoradosŦ
Þarece que a prlnclpal preocupacão de Lodo mundo e correr para peaar vaaa no esLaclonamenLoţ e
um luaar para senLarŦ Se não Llvermos culdadoţ dal a pouco flcaremos mals parecldos com um
cardume de vorazes plranhasţ do que com um dócll rebanho de ovelhasŦ L o plor de Ludoţ e que a
lare[a se Lorna mals pareclda com o mundoţ ao lnves de mosLrarŴse dlsLlnLa deleŦ L a ldela dos
ºlobos devorando uns aos ouLros" slmplesmenLe passa a ser ºovelhas devorando umas às ouLras"Ŧ
nada dlsso e lnLenclonalţ claroŦ nlnauem all se põe de pe e Loca um aplLo para fazer Lodos
correremţ como raLos num navloŦ L acredlLeŴmeţ esse cresclmenLo não fol premedlLado por mlm
nem pelos coleaas pasLoresŦ LembroŴme bem da prlmelra vez que ll nalaum luaar que nossa lare[a
era conslderada uma ºsuperlare[a"Ŧ SenLlŴme mulLo lncomodado com esse róLuloŦ Chelrava a
publlcldade baraLaţ exaaeradaţ LeaLralţ colsa a que eu nunca qulsera esLar assocladoŦ Mas não Llnha
como escaparŦ nosso cresclmenLo numerlco aran[eara para nós o róLuloŦ Como soluclonar o
problema? Serla posslvel Ler uma lare[a arande em numero e ao mesmo Lempo com profundldade
nas colsas que realmenLe lmporLam? Þor que não poderlamos Ler um envolvlmenLo pessoal malorţ
eţ ao mesmo Lempoţ um mlnlsLerlo bem ampllado? Será que Lamanho e profundldade são
lncompaLlvels? Será que não e posslvel a um arupo de mllhares de pessoas aprender a se relaclonar
umas com as ouLras? Lssas peraunLas flcavam rondandoŴme a menLeŦ L embora um arande numero
de ºauLorldades" na quesLão Llvesse LenLado darŴme resposLas para elas (e mulLas dlsseramť ºL
lmposslvel")ţ nenhuma delas parecla saLlsfaLórlaŦ

AvALlAÇÄC ulvlnA

8esolvl procurar saber o que ueus Llnha a dlzerŦ lazendo um rápldo esLudo do cresclmenLo da
lare[a prlmlLlva no llvro de ALosţ percebl como era arande realmenLe a lare[a do prlmelro seculoŦ
Þrlmelroţ Lrôs mll converLldosŤ pouco depols mals uns mllharesŤ e alaum Lempo depols mals alauns
mllharesŦ Lţ no enLanLoţ era um arupo chelo de dlnamlsmo e de amorŦ SenLlŴme allvladoţ masţ ao
mesmo Lempoţ lnLrlaadoŦ All havla equlllbrlo enLre dar e receberţ enLre ouvlr e praLlcarţ enLre
receber lnsLrucão e esLar envolvldos uns na vlda dos ouLrosŦ Sorrl ao ler versos como os seaulnLesť

ºL perseveravam na douLrlna dos apósLolosţ e na comunhãoţ e no parLlr do pãoţ e nas oracõesŦ L
em Loda a alma havla Lemorţ e mulLas maravllhas e slnals se fazlam pelos apósLolosŦ L Lodos os que
crlam esLavam [unLosţ e Llnham Ludo em comumŦ L vendlam suas proprledades e bensţ e reparLlam
com Lodosţ à medlda que alauem Llnha necessldadeŦ" (AL 2Ŧ42Ŵ43)

ºL era um o coracão e a alma da mulLldão dos que crlamţ e nlnauem dlzla que colsa alauma do que
possula era sua próprlaţ mas Lodas as colsas lhes eram comunsŦ L os apósLolos davamţ com arande
poderţ LesLemunho da ressurrelcão do Senhor !esusţ e em Lodos eles havla abundanLe aracaŦ não
havlaţ polsţ enLre eles necesslLado alaumŤ porque Lodos os que possulam herdades ou casasţ
vendendoŴasţ Lrazlam o preco do que fora vendldoţ e o deposlLavam aos pes dos apósLolosŦ L
reparLlaŴse a cada umţ seaundo a necessldade que cada um LlnhaŦ" (AL 4Ŧ32Ŵ33)

ºL mulLos slnals e prodlalos eram felLos enLre o povo pelas mãos dos apósLolosŦ L esLavam Lodos
unanlmemenLe no alpendre de SalomãoŦ uos ouLrosţ poremţ nlnauem ousava a[unLarŴse a elesŤ mas
o povo LlnhaŴos em arande esLlmaŦ L a mulLldão dos que crlam no Senhorţ LanLo homens como
mulheresţ crescla cada vez malsŦ ue sorLe que LransporLavam os enfermos para as ruasţ e os
punham em lelLos e em camllhas para que ao menos a sombra de Þedroţ quando esLe passasseţ
cobrlsse alauns delesŦ L aLe das cldades clrcunvlzlnhas concorrla mulLa aenLe a !erusalemţ
conduzlndo enfermos e aLormenLados de esplrlLos lmundosŤ os quals eram Lodos curadosŦ" (AL
3Ŧ12Ŵ16)

ºMas os que andavam dlspersos lam por Loda a parLeţ anunclando a palavraŦ Lţ descendo llllpe à
cldade de Samarla lhes preaava a CrlsLoŦ L as mulLldões unanlmemenLe presLavam aLencão ao que
llllpe dlzlaţ porque ouvlam e vlam os slnals que ele fazlaŤ Þols que os esplrlLos lmundos salam de
mulLos que os Llnhamţ clamando em alLa vozŤ e mulLos parallLlcos e coxos eram curadosŦ L havla
arande alearla naquela cldadeŦ" (AL 8Ŧ4Ŵ8)

L a lsso que chamo ºenLuslasmo dlnâmlco"Ŧ Cuero dlzerţ aquelas pessoasţ embora fossem em
arande numeroţ esLavam em conLaLo umas com as ouLrasŦ Lram bem douLrlnadas e profundamenLe
envolvldas enLre slŦ Lmbora esLlvessem vlvendo numa epoca de serlas perseaulcõesţ não se
llmlLavam apenas a lr às reunlõesţ absorver sua parcela de allmenLoţ e depols lr esconderŴse aLe
cheaar a hora da próxlma reunlão secreLaŦ não enconLrel um só caso de pessoas lsoladas ou
desllaadas em Lodo o arupoŦ
Alnda medlLando sobre lssoţ resolvl ler o que Salomão escrevera acerca da necessldade que Lemos
uns dos ouLrosŦ

ºMelhor e serem dols do que umţ porque Lôm melhor paaa do seu LrabalhoŦ Þorque se um calrţ o
ouLro levanLa o seu companhelroŤ mas al do que esLlver sóŤ polsţ calndoţ não haverá ouLro que o
levanLeŦ 1ambemţ se dols dormlrem [unLosţ eles se aquenLarãoŤ mas um sóţ como se aquenLará? Lţ
se alauem prevalecer conLra umţ os dols lhe reslsLlrãoŤ e o cordão de Lrôs dobras não se quebra Lão
depressaŦ" (Lc 4Ŧ9Ŵ12)

8ecordo que peauel um lápls e anoLel alauns comenLárlos na maraem de mlnha 8lbllaŦ LsLava
pensando em nossa lare[aţ à luz desses quaLro versosţ e escrevlť ºlaLores cruclals que preclsam ser
acelLos"Ŧ Lram LrôsŦ

O Consequônclas neaaLlvas do lsolamenLoŦ
O 8eneflclos vlLals do relaclonamenLo com os ouLrosŦ
O AbsoluLa necessldade de lnLearacão

lechel os olhos e me pus a vlrar e revlrar cada um desses ponLos em mlnha menLeŦ Comecel a
perceber que se qulsessemos conLlnuar a nos conslderar uma lare[aţ Lerlamos que pensar
serlamenLe em cada uma dessas Lrôs quesLõesŦ L fol asslm que Ludo comecouŦ Mal sabla eu que um
dla aqullo serla as bases de um llvroŦ Mas aaora que [á se passaram dols anosţ e Lodos flcamos
conLaalados com essas ºldelasŴbacLerlas" Ŷ por causa delas nosso mlnlsLerlo ho[e e caracLerlzado
por um conLaalanLe enLuslasmo Ŷ não ve[o a hora de LransmlLlr para os lelLores os beneflclos que [á
comecamos a colher de Ludo lssoŦ
AnLesţ poremţ de enLrar dlreLamenLe na quesLãoţ quero volLar a esses Lrôs faLores cruclals que
menclonelŦ Cuero Ler a cerLeza de que esLão bem esclarecldosţ anLes de apresenLar meus
araumenLos nos caplLulos seaulnLesŦ

CCnSLCuLnClAS nLCA1lvAS uC lSCLAMLn1C

Þara que uma pessoa se convenca do valor da muLualldade e do envolvlmenLo com ouLrosţ e
preclso que enxeraue claramenLe as consequônclas do lsolamenLoŦ A arande verdade e que
preclsamos uns dos ouLrosŦ L o reverso da medalha e axlomáLlcoť lsolados uns dos ouLrosţ flcamos
vulnerávels a slLuacões lnfellzes e lnoporLunasŦ LsLudos pslcolóalcos [á comprovaram que as
pessoas que não culLlvam relaclonamenLos profundos umas com as ouLras não conseauem aLuar
com eflclônclaŦ L essenclal que manLenhamos lacos de amlzade profundaţ flrme e consLanLe com os
ouLrosţ caso conLrárlo corremos o rlsco de perder a qualldade de seres humanosŦ
8ernard 8erelson e Carv SLelner comprovaram esse faLo com base em esLudos de mals de mll
casosŦ ºC lsolamenLo LoLal e praLlcamenLe lnLolerável para o ser humano adulLo Ŷ mesmo que suas
necessldades flslcas se[am suprldasŦ"
Mas nósţ amerlcanosţ não parecemos mulLo convencldos dlssoŦ nossa palavra de ordem eť
ºlndependôncla"ţ e nosso lema eť º1ome suas próprlas declsões"Ŧ Cuem expõe uma necessldade
pessoal dá demonsLracões de fraquezaţ uma franca conflssão de fracasso e de falLa de caráLerŦ
Alem dlssoţ esLamos sempre Lão ocupadosŤ quem Lem Lempo para se lnLeressar pelos ouLros ou se
envolver com ouLros? 8ecenLemenLeţ ouvlmos da esposa de um execuLlvo (que num perlodo de
seLe anos fora Lransferldo de uma cldade para ouLra Lrôs vezesţ por ordem da companhla onde
Lrabalha)ţ o seaulnLe comenLárloť
Ŵ Þara evlLar a dor de nos despedlrmos de nossos vlzlnhosţ nem nos damos mals o Lrabalho de
Lravarmos conheclmenLo com elesŦ
!á observel que nósţ os evanaellcosţ não esLamos lmunes a essa menLalldade de aalLacão e pressaŦ
Será que nos mudamos com LanLa frequôncla asslm? llquel sabendo que o amerlcano mudaŴse em
medla cerca de 14 vezes no decurso de sua vldaţ o que me delxou basLanLe espanLadoŦ CerLa
auLorldade no assunLo aflrma o seaulnLeť

ºCs amerlcanos se mudam mals do que os ouLros povos Þor causa dlsso Lôm mals dlflculdades em
susLenLar amlzades e crlar lacos com seus vlzlnhosţ e aLe com os parenLesŦ numa noţ uma medla de
cerca de quarenLa mllhões de amerlcanos se mudam de um luaar para ouLroŦ Cuţ vendo as colsas
por ouLro aspecLoţ a cada dez anosţ cerca de 40 a 60Ʒ da populacão de uma cldade medla
amerlcana mudaŴse delaŦ"

vocô sabla que a medla dos Lrabalhadores flca no empreao aproxlmadamenLe Lrôs anos e melo?
não e de esLranhar que o conhecldo soclóloao vance Þackard aflrmeť

ºŦŦŦa ausôncla de ralzes parece esLar claramenLe assoclada com um decllnlo da capacldade de fazer
amlzadesţ da promocão de aLlvldades em arupo saLlsfaLórlasţ da conflanca muLua e com um
decllnlo do senso de seauranca pslcolóalcaŦ Lssa slLuacão esLlmula a superflclalldade nas relacões
humanas e uma relaLlva lndlferenca para com os problemas da humanldadeŦ"

AcredlLo que não preclsamos de mals arLlaos e relaLórlos de especlallsLas para comprovarmos como
o lsolamenLo pode ser pre[udlclalŦ 8asLa lermos a flcha com a vlda prearessa dos francoŴaLlradores
que sobem a uma Lorre e se põem a dlsparar uma arma conLra a mulLldãoţ na ruaţ lá embalxoŦ Cu
faca sua próprla pesqulsa sobre as condlcões de vlda de assasslnos sádlcos e perverLldosŦ Lm
mulLos casos consLaLaremos que são produLo de nossa fllosofla do ºvlva a sua vlda"ţ que manLem
as pessoas à dlsLâncla e na qual esLá lmpllclLa uma aLlLude de menosprezoť ºnão preclso de vocô"Ŧ
Po[e em dlaţ essa menLalldade LoLalmenLe cenLrallzada no eu esLá sendo promovlda e levada a
poslcões exLremasţ popularlzadas por lnumeros llvros que loao cheaam às llsLas dos besLŴsellersţ
comoţ por exemploţ a obra Pow Lo 8e ?our Cwn 8esL lrlend (Como ser o melhor amlao de sl
próprlo)Ŧ nesse llvro os pslcóloaos newman e 8erkowlLz aflrmamť ºSomos responsávels por Ludo
que aconLece em nossa vlda apenas peranLe nós mesmosŦ"
Lmbora se[a mulLo fácll acaLar esse eaocônLrlco modo de vlda e opLar por um esLado de
lsolamenLoţ em vez de envolvlmenLo com ouLrosţ o faLo e que as consequônclas dlsso são mulLo
amaraasţ e lnevlLávelsŦ L por lsso que e Lão precloso o slmples e profundo conselho de Salomão em
LcleslasLes 4Ŧ9ť ºMelhor e serem dolsŦŦŦ" nadar nessa aLual correnLe de menLalldade eaolsLa a[uda a
ofuscar a luz do enslno das LscrlLurasţ que Lem dlrecão oposLaŦ

8LnLllClCS vl1AlS uC 8LLAClCnAMLn1C CCM Cu18CS

vamos volLar ao que dlsse esse rel do passadoţ e ve[amos as dlversas razoes por que ºmelhor e
serem dols"Ŧ lsso e verdade por queť

O 1ôm melhor paaa de seu Lrabalho (vŦ9)Ŧ Lsforco muLuoŦ
O um levanLa o companhelro (vŦ10)Ŧ Apolo muLuoŦ
O Lles se aquenLam um ao ouLro (vŦ11)Ŧ LsLlmulo muLuoŦ
O Cs dols reslsLlrão ao aLaque (vŦ12)Ŧ lorca muLuaŦ

Se e faLo que preclsamos de uma renovacão na slncerldade e serledade dos relaclonamenLosţ
Lambem o e que [á esLá passando da horaŦ não esLou suaerlndo com lssoţ poremţ que devemos
deslsLlr de nossa lndlvldualldade para meraulharmos no panLanoso e escorreaadlo Lerreno do
pensamenLo arupalŦ 1ampouco esLou querendo advoaar a ldela de que a medlocrldade se[a nosso
padrãoŦ não e esse o Llpo de menLalldade que promove excesslva lndependônclaŦ
volLando às palavras de Salomãoţ vemos que somenLe quando parLllho as experlônclas da vlda com
ouLras pessoas e que conslao aprecláŴlas e suporLáŴlasţ e Llro dlsso o melhor provelLoŦ lol o que
flzeram os crlsLãos prlmlLlvosŦ Lles loao aprenderam queţ para sobrevlveremţ Lerlam que buscar a
comunhão uns com os ouLrosŦ lnfellzmenLeţ esse Lermoţ comunhão crlsLãţ esLá desaasLadoţ [á que
passou a fazer parLe da colecão de chavões evanaellcosŦ A palavra areaa orlalnalţ kolnonlaţ conLlnha
a ldela de parLllhar ou Ler alao em comum com ouLremţ peneLrar na vlda de ouLremţ eţ se preclsoţ
a[udar a ouLra pessoaŦ L claro que Ler um relaclonamenLo com alauem lmpllca em Ler comunhãoţ e
e lmposslvel Ler comunhão manLendoŴse o ouLro à dlsLânclaŦ 8elaclonar slanlflca aproxlmarŴse das
pessoasţ senLlr os sofrlmenLos delasţ e ser um velculo de esLlmulo e resLauracão para elasŦ As
barrelras Lôm que ser derrubadasŦ As máscaras Lôm que ser removldasŦ 1emos que colocar à porLa
de nossa ºcasa" placas de boasŴvlndasŦ 1emos que fazer coplas das chaves de nossa vlda e dlsLrlbulŴ
las enLre as pessoasŦ 1emos que balxar as ponLes de nossos casLelos e permlLlr que as pessoas
aLravessem o fossoţ e asslm parLllhem de nossas alearlas e LrlsLezasŦ
nossos anLepassadosţ os plonelrosţ se consclenLlzaram dessa necessldadeť

ºCs europeus que vleram para a Amerlca do norLe a flm de se lnsLalarem aqulţ enconLraram uma
Lerra vasLa e lnexploradaŦ A palavra de ordem era ºauLoconflanca"ţ e o desbravadorţ o serLanlsLa ou
plonelroţ com seu machado e rlfleţ eram o heról do momenLoŦ naqueles prlmelros dlasţ o aoverno
dava arandes alebas de Lerra para quem qulsesse se esLabelecer no lnLerlorţ a flm de esLlmular o
povoamenLo do palsŦ LnLãoţ das cldades e vllare[osţ [á superpovoadosţ as pessoas parLlam para o
oesLeţ para culLlvarem seu pedaco de LerraŦ Mas anLes que pudessem comecar a culLlvar o Lerreno
escolhldoţ a prlmelra Larefa era consLrulr uma caslnhola de adobeŦ L sabemos que a malorla das
pessoas consLrula sua casa bem no melo do LerrenoŦ A razão dlsso era claraŦ Llas nunca Llnham
possuldo nada anLesţe aaora aozavam de um cerLo oraulho de ser proprleLárlosŦ Cuerlam olhar ao
redor e senLlr que Loda aquela Lerra que os rodeava lhes perLenclaŦ Mas essa práLlca loao Leve que
ser abandonadaŦ Lsse auLoŴlsolamenLo produzla esLranhas mudancas nas pessoasŦ vez por ouLra
um foLoarafo la para o serLãoţpara fazer um realsLro do Llpo de vlda que se levava allţ e volLava com
foLos de homes e mulheres de olhar assusLado e crlancas de aparôncla medrosaŦ Þouco Lempo
depols as famlllas enLenderam que Llnham de mudar a locallzacão da casaţ e mulLos a
reconsLrulram nos llmlLes de seu Lerrenoţ lsLo eţ no ponLo onde ele fazla dlvlsa com mals Lrôs
proprledadesţ e dessa forma flcavam mals perLo de ouLras famlllasŦ LnLãoţ as quaLro famlllas vlvlam
próxlmas umas das ouLrasţ e parLllhavam a vlda e a morLeţ alearla e LrlsLezasţ farLura e escassezţ e
passaram a Ler malores chances de sobrevlvônclaŦ"

Cuando essa ldela delxou de ser mera Leorla em nossa lare[aţ e passou a ser apllcada na práLlcaţ
resolvemos parar de olhar os dlvorclados e pals ou mães solLelros com se fossem pessoas de menos
lmporLânclaŦ Craanlzamos enLão um arupo para eles que recebeu o nome de Crupo de Comunhão
dos Þals ºSolLelros" (observem bem a palavra comunhão)Ŧ L convldamos Lodos eles para se
reunlrem na lare[aŦ L apareceram cenLenas de lnLeressadosŦ Alauns esLavam melo arredlosţ ouLros
pareclam maaoadosŦ Alauns se mosLravam melo reluLanLesţ lnseauros e receososŦ Alauns esLavam
revolLadosŤ ouLrosţ nervososŦ Mas mulLos vleramŦ L que arupo maravllhoso acabou sendo! ue lá
para cá Lemos lncenLlvado Lambem os que luLam com problemas de droaas e alcoollsmo para
ºvlverem sem máscaras"ţ salrem de sua conchaţ e reunlremŴse com ouLros que luLam com os
mesmos problemasŦ Lmbora naLuralmenLe mals reluLanLes do que o arupo de confraLernlzacãoţ
ho[e esLes Lambem se reunem semanalmenLe Ŷ são mals de clnquenLa homens e mulheres
problemáLlcosţ mas cora[osos Ŷ que falam de seus sofrlmenLosţ e aozam de uma relaclonamenLo
basLanLe slanlflcaLlvo uns com os ouLrosŦ
Como [á menclonel em um de meus fllmesţ querlam Ler um nome mals slanlflcaLlvo (e que não
fosse ºCs que luLam conLra as droaas e o álcool")Ŧ LnLão resolveram procurar na 8lbllaŦ Aflnalţ
cheaaram a l Þedro 3Ŧ8ţ e acharam o nome cerLoť Cs Anônlmos uomadores de LeõesŦ LembraŴse
desse verslculo? ºSede sóbrlos e vlallanLesŦ C dlaboţ vosso adversárloţ anda em derredorţ como
leão que ruae procurando alauem para devorarŦ" Cue maravllhoso arupo de lndlvlduos sem
máscaraŦŦŦ e que slncerldade demonsLram em suas reunlõesţ ao relaLar seus problemasŦ
uepolsţ devldo à debâcle econômlca que o pals vem aLravessando desde o lnlclo da decada de 80ţ
crlamos um arupo para os desempreaados Ŷ 1rabalhadores em 1ranslcãoŦ Conseaulmos descobrlr
formas de dar apolo a essas pessoasţ quase sempre deprlmldasţ pensando serlamenLe no que
poderlamos fazer para leváŴlos a preservar sua dlanldade e susLer sua auLoŴesLlmaŦ Alem de
reallzarmos dlversas reunlõesţ várlos dos nossos obrelros lelaos os esLão a[udando a procurar
empreaoŦ CuLra colsa que fazemos e preparar calxas com allmenLos nãoŴpereclvels para dlsLrlbulr
enLre elesŦ lsso e felLo por ouLras pessoas que auxlllam esse mlnlsLerloŦ
1ambem abrlmos os bracos aos pals de crlancas com lesões cerebrals ou com reLardamenLoţ LanLo
da lare[a como da comunldadeŦ Lsse arupo se reune uma vez por môsţ e chamaŴse Þals de
excepclonalsŦ uma das aLlvldades desse arupo e uma ollmplada especlalŦ L numa Larde de sábadoţ
não faz mulLo Lempoţ reunlmoŴnos para lncenLlvar os membros do pro[eLoŦ Pouve o casoţ por
exemploţ de uma aaroLlnha numa cadelra de rodasţ que levou cerca de 20 mlnuLos para fazer os
clnquenLa meLros rasosŦ Mas esLávamos Lodos allţ [ovens e ldososţ arlLando e Lorcendo para
lncenLlváŴlaŦ
L eu poderla escrever mals uma ou duas páalnas sobre nosso Lrabalho com as pessoas ldosasţ em
um arupo chamado LLernamenLe !ovensŦ 1emos Lambem um arupo para os que esLão com a
responsabllldade de culdar de pals ldososŦ LsLe Lem o nome lllhos de Þals uependenLesŦ São
lllmlLados os beneflclos recebldos pelas pessoas que parLlclpam desses dlversos aruposŦ

A8SCLu1A nLCLSSluAuL uL ln1LC8AÇÄC

!á anallsamos as consequônclas do lsolamenLo e as vanLaaens do relaclonamenLoŦ L provável que
Lodos concordem com essas colocacõesţ mas Lalvez esLe[am peraunLandoť ºComo?" Como uma
lare[a arandeţ frequenLada por um arande numero de pessoasţ de formacões as mals varladasţ
conseaue canallzar Loda essa enerala e fazer com que elas delxem de ser meros especLadoresţ para
se Lornarem parLlclpanLes? uma colsa posso asseaurarť lsso não se dá auLomaLlcamenLeŦ As
pessoas não comecam a se envolver umas com as ouLrasţ desprenderem as máscaras e a se
devoLarem aos lrmãos de uma hora para ouLraŦ C searedo para se conseaulr lsso e um flrme
esforco de lnLearacãoŦ
Asslm que percebl que nossa lare[a poderla facllmenLe se Lornar uma lmensa corporacão de meros
especLadoresţ LoLalmenLe desconhecldos enLre slţ e sem flrmeza no seu compromlsso com CrlsLoţ
comecel a preaar sobre o valor de Lodos se envolverem em alaum dos arupos de Lrabalho da lare[a
Ŷ num dos arupos dos adulLosţ no coroţ na equlpe evanaellsLlcaţ num arupo de oracãoţ numa classe
de esLudos blbllcos nos laresţ numa das oraanlzacões femlnlnas ou mascullnasţ eLcŦ Lm qualquer
um desses aruposţ eles poderlam experlmenLar malor envolvlmenLo e Lroca de experlônclasŦ ÞusŴ
me a esLudar a 8lblla à procura de experlônclas da Þalavra de ueus sobre o assunLoŦ Þara mlnha
surpresaţ enconLrel mulLos LexLos blbllcos que apolavam esse concelLo de lnLearacãoŦ Allásţ esLe
llvro nada mals eţ na verdadeţ do que uma compllacão do que enconLrel na 8lbllaŦ L mlnha
esperanca e que cada pessoa que ler esLas páalnas compreenda a lmporLâncla de se Lornar um
asslduo parLlclpanLe das aLlvldades da casa de ueusţ delxando de ser um mero especLador
domlnlcalŦ
Lţ para encerrar esLe caplLuloţ Lalvez fosse bom que eu desse uma deflnlcão de lnLearacãoŦ Cuando
empreao esse Lermoţ Lenho em menLe a ldela de absorverŴse denLro do funclonamenLo do Corpo
de CrlsLoţ como um parLlclpanLe aLlvoţ relaclonandoŴse com ouLros membros do corpoţ amando e
parLllhando de sua vldaŦ Se essa menLalldade nãos e Lornar parLe de nossa vldaţ e enquanLo não
abandonarmos as arqulbancadas da rellalão formal e nos slLuarmos no aramado do crlsLlanlsmo
auLônLlcoţ e pouco provável que nossa vlda com ueus cheaue a alcancar Lodo o seu poLenclalŦ
Meu amlaoţ permlLaŴme fazerŴlhe uma peraunLa dlflcllŦ vocô esLá serlamenLe lnLeressado em
crescer esplrlLualmenLe? Se vocô e dos que se conLenLam em passar de llso pela vlda esplrlLualţ
empurrado por esLe ou aquele venLoţ aLraldo por esLe ou aquele modlsmoţ enLão não Lerá mulLo
lnLeresse nas páalnas que se seauemŦ Allásţ se vocô e dos que resolveram não delxar CrlsLo passar
mulLo da porLa de enLrada do seu coracãoţ Lalvez ache que esLouŴme meLendo em mulLa colsa que
não e da mlnha conLaŦ Masţ se esLá com fome de matur|dadeţ se esLá cansado e enfasLlado de ser
apenas um mero especLadorţ e dese[a que CrlsLo peneLre em cada aposenLo de sua vldaţ para
mudar as d|spos|cões de sua mente e passar a contro|ar os apet|tes de seu coracãoţ não há duvlda
de que vocô esLá preparado para lr fundoŦ

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O Lm suas próprlas palavrasţ resuma a ldela cenLral do caplLulo 1ţ com uma ou duas
senLencasŦ
O Concorda ou dlscorda? Lxpllque por quôŦ
O LembraŴse dos Lrôs faLores cruclals apresenLados na seaunda meLade do caplLulo? ClLeŴos
O 8elaLe exemplos reals que vocô conhecaţ de sua lare[aţ seu balrro ou luaar de Lrabalhoţ e
que esLe[am relaclonados com um dos LrôsŦ Lm ouLras palavrasţ conhece alauem ou
alaumas pessoas que se encalxam em uma das Lrôs caLeaorlas?
O 8eve[a os LexLos do llvro de ALosŦ Lela cada um lenLamenLe e em voz alLaŦ ulscuLa sobre os
faLos mals slanlflcaLlvos dos crlsLãos prlmlLlvosţ e queţ a seu verţ melhor os caracLerlzamŦ
O Lela LcleslasLes 4Ŧ9Ŵ12Ŧ 8elaLe um lncldenLe de sua vldaţ em que se senLlu conforLado por Ler
uma pessoa a seu ladoţ quando aLravessava um momenLo dlflcllŦ
O Þare um pouco e oreŦ Aaradeca a ueus por aquela pessoa que o auxlllou naquela slLuacãoŦ
O ve[a se há alauem em seu arupo que fez alauma colsa por vocôţ e aaradecaŴlheŦ Þrocure
dlzer a essa pessoas o quanLo ela slanlflca para vocôŦ

CAÞl1uLC uClS
C AÞ8ClunuAMLn1C 18AZ C 8lSCC uAS MuuAnÇAS

uevldo à nossa naLureza carnalţ Lemos a Lendôncla de reslsLlr a mudancasŦ Somos aLraldos e presos
como que por um lmã pelas colsas que nos são famlllaresŦ A malorla das pessoas prefere flcar
sempre do mesmo modoţ mesmo que lsso resulLe em mals sofrlmenLosţ do que arrlscarŴse a
encarar uma mudanca e obLer allvlo para o sofrlmenLoŦ lsso aconLece prlnclpalmenLe quando o
fuLuro se apresenLa ameacadorŦ Somos crlaLuras que se apeaam a háblLosţ e por lsso mulLos
preferem flcar na lnfellcldade que conhecemţ embora ºfazendo careLa"ţ do que aLlrarŴse na
avenLura lncerLa do amanhãţ e sorrlrŦ
Se não esLou enaanadoţ posso aposLar que o lelLor val de carro para o servlcoţ Lodos os dlasţ pelo
mesmo camlnhoŦ A não ser que se[a um daqueles poucos que abomlnam a roLlnaţ provavelmenLe
não Lem o menor lnLeresse em LenLar ouLro lLlnerárloŦ L quanLo à sua manelra de soluclonar os
problemas? Se vocô e laual à malorla das pessoasţ duvldo que Lampouco use sua crlaLlvldade nesse
processoŦ L o mals esLranho e queţ mesmo quando sabemos que e ueus quem nos esLá dlrlalndoţ
para que salamos do conhecldo e parLamos para uma nova avenLuraţ fualmos correndoŦ
1enho vlsLo mulLo dlsso em casals que se enamoram e se põem a fazer os planos de casamenLoŦ
ueus aproxlma os dolsţ aprofunda seu relaclonamenLoţ e os convence de que devem delxar a vlda
de solLelroŦ Adeus aparLamenLos pequenos e sollLárlosŤ adeus vôos llvresţ mlnusculos carrosŴ
esporLe e mesa posLa para uma pessoa sóŦ L vlvam os seauros de vldaţ as conLas con[unLas no
bancoţ cama de casalţ blclcleLa para dolsţ bebôsţ e carros espacosos! Mas uma colsa mulLo esLranha
comeca a aconLecerţ quando se aproxlma o dla do casamenLoŦ ComecaŴse a falar em suores frlosţ
sensacões de duvldaţ e às vezes aLe pânlcoŦ Þor quô? L a slndrome do ºque será que esLou
fazendo?" L a luLa do conhecldo conLra o desconhecldoŦ
L os membros de uma lare[a podem passar por esse mesmo LormenLo menLalŦ 1odo mundo
conhece Lodo mundoŦ naquela fachada de vlLralsţ Ludo e sllôncloŦ 1udo Lem pequenas proporcões e
por lsso e manobrávelţ prevlslvelŦ Amlaos e famlllares são pessoas mulLo cheaadasŤ e exlsLe uma
famlllarldade naLural enLre elesŦ Al enLão ueus lnLervem e abala um pouco as colsasŦ Aparecem
caras novasŤ o arupo cresce rapldamenLeŤ aumenLa o pessoal conLraLadoŤ fazemŴse a[usLamenLosŤ
as dependônclas flcam mals aperLadasŤ crlamŴse novos horárlos de culLo para aLender à demandaŤ
perdeŴse aquela posLura Lranqullona e desconLralda dos anos anLerloresŦŦŦ e al surae novamenLe a
reslsLônclaţ a reluLâncla em mudarŦ L como dlz CervanLes em sua obra uom CulxoLeţ Lemos
vonLade de ºvolLar às panelas de carne do LalLo"Ŧ
Sabemos que essa frase não e realmenLe de CervanLesŦ Lle fez uma alusão ao relaLo blbllco dos
hebreus do passadoţ que salram do LalLo sob a llderanca de MolsesŦ Cue hlsLórla rlca! vamos
pensar nela por uns lnsLanLesŦ
C ôxodo do povo de lsrael do LalLo não fol somenLe um evenLo exLraordlnárloţ fol quase um
mllaareŦ ueus rompeu all um [uao de mals de quaLrocenLos anos de escravldãoţ maus LraLos e Loda
sorLe de slLuacões veraonhosasŦ ÞromeLeuŴlhes uma nova Lerra Ŷ uma Lerra que poderlam
conslderar suaŦ Masţ do mesmo modo que lrla aconLecer depols com a nave caplLânea na prlmelra
vlaaem de Colomboţ na Lravessla do ALlânLlcoţ a harmonla e unlão foram loao subsLlLuldas pela
amoLlnacãoŦ ve[amos só lssoť

ºÞor que salmos do LalLo?" (nm 11Ŧ20)

L pouco depolsť

ºLn1ÄC Loda a conareaacão levanLou a sua vozŤ e o povo chorou naquela nolLeŦ L Lodos os fllhos de
lsrael murmuraram conLra Molses e conLra ArãoŤ e Loda a conareaacão lhes dlsseť Cuem dera
Llvessemos morrldo na Lerra do LalLo! ouţ mesmo nesLe deserLo! L por que o SLnPC8 nos Lraz a
esLa Lerraţ para calrmos à espadaţ e para que nossas mulheres e nossas crlancas se[am por presa?
não nos serla melhor volLarmos ao LalLo? L dlzlam uns aos ouLrosť ConsLlLuamos um llderţ e
volLemos ao LalLoŦ" (nm 14Ŧ1Ŵ4)

Cuem dlsse lsso? um bando de malLraLados e desamparados vla[anLesţ que all Llnham sldo
delxados para morrer? ue [elLo nenhumŦ ssas pa|avras foram d|tas por pessoas que t|nham s|do
||bertas da escrav|dãoţ t|nham s|do proteg|das de forma m|racu|osaţ a||mentadas por Deus e
gu|adas em seguranca Ŷ o povo do LxodoŦ Lţ no enLanLoţ esLavam pedlndo para volLarţ supllcando
pelas panelas de carne do LalLoŦ Þor quô?

Þ8CvAÇ0LS CuL nCS lAZLM CuL8L8 vCL1A8

Cs [udeus havlam escapado de sob o ceLro de laraóţ com a llderanca de Molsesţ como ele próprlo
declarouť

ºL Molses dlsse ao povoť LembralŴvos desLe mesmo dlaţ em que salsLes do LalLoţ da casa da
servldãoŤ pols com mão forLe o SLnPC8 vos Llrou daqulŤ porLanLo não comerels pão levedadoŦ
Po[eţ no môs de Ablbeţ vós salsŦ L aconLecerá queţ quando o SLnPC8 Le houver lnLroduzldo na
Lerra dos cananeusţ e dos heLeusţ e dos amorreusţ e dos heveusţ e dos [ebuseusţ a qual [urou a Leus
pals que Le darlaţ Lerra que mana lelLe e melţ auardarás esLe culLo nesLe môsŦ" (Lx 13Ŧ3Ŵ3)

L qual era o desLlno deles? Lle dlsseque era uma ºLerra que mana lelLe e mel"ţ a Lerra de CanaãŦ
ueus asseaurouŴlhes que os levarla aLe láţ aconLecesse o que aconLecesseŦ LnLreLanLoţ não podlam
lmaalnar como ele lrla aLlnalr esse ob[eLlvoŦ L fol al que as colsas se compllcaramŦ As condlcões
roLlnelras e prevlslvels a que eles e seus anLepassados esLavam acosLumadosţ lrlam ser perLurbadas
por uma serle de provas Ŷ provas e|aboradas por Deusţ para obr|gáŴ|os a t|rar as máscarasţ salr da
defenslva e passar a conflar neleŦ 1emos al clnco Llpos de provasť surpresas lncomunsţ Lemores
lndese[adosţslLuacões desaaradávelsţ acusacões ln[usLas e reslsLônclas lnesperadasŦ
Surpresas lncomuns

Lelamos os versos seaulnLes com basLanLe aLencãoť

ºL aconLeceu queţ quando laraó delxou lr o povoţ ueus não os levou pelo camlnho da Lerra dos
flllsLeusţ que esLava mals perLoŤ porque ueus dlsseť Þara que porvenLura o povo não se arrependaţ
vendo a auerraţ e volLe ao LalLoŦ Mas ueus fez o povo rodear pelo camlnho do deserLo do Mar
vermelhoŤ e armadosţ os fllhos de lsrael sublram da Lerra do LalLoŦ L Molses levou conslao os ossos
de !oseţ porquanLo havla esLe solenemenLe a[uramenLado os fllhos de lsraelţ dlzendoť CerLamenLe
ueus vos vlslLar፠fazelţ polsţ sublr daqul os meus ossos convoscoŦ Asslm parLlram de SucoLeţ e
acamparamŴse em LLãţ à enLrada do deserLoŦ L o SLnPC8 la adlanLe delesţ de dla numa coluna de
nuvem para os aular pelo camlnhoţ e de nolLe numa coluna de foao para os llumlnarţ para que
camlnhassem de dla e de nolLeŦ nunca Llrou de dlanLe do povo a coluna de nuvemţ de dlaţ nem a
coluna de foaoţ de nolLeŦ" (Lx 13Ŧ17Ŵ22)

Þara capLarmos melhor Lodas as lmpllcacões dessas palavras serla bom se pudessemos ver um
mapa dessa realãoŦ Mas basLa dlzer que a roLa mals lóalca para a vlaaem serla ºpelo camlnho da
Lerra dos flllsLeus"Ŧ Lra mals curLo e menos dlflcllŦ A ouLra roLa era mals lonaaţ menos conforLável e
mals perlaosaţ e apresenLava o problema de lr dar bem no Mar vermelhoŦ Mas desde quando a
lóalca humana dlLa a ordem da orlenLacão dlvlna?
Lţ a propóslLoţ vocô esLá Lendo alaumas surpresas nesLes dlas? LsLá sendo afasLado do camlnho
conhecldo para peneLrar num ºdeserLo"? Se for ueus quem esLlver efeLuando a mudancaţ não há
nada a LemerŦ Lle e perlLo em surpresasţ vocô sabeŦ

1emores lndese[ados

L eles cheaaram ao marŦ LoalcamenLe Llveram que parar e esperar um poucoţ anLes de dar o passo
seaulnLeŦ A slLuacão era aLerradoraŦ

ºL os ealpclos perseaulramŴnosţ Lodos os cavalos e carros de laraóţ e os seus cavalelros e o seu
exerclLoţ e alcancaramŴnos acampados [unLo ao marţ perLo de ÞlŴPalroLeţ dlanLe de 8aalŴZefomŦ L
aproxlmando laraóţ os fllhos de lsrael levanLaram seus olhosţ e els que os ealpclos vlnham aLrás
delesţ e Lemeram mulLoŤ enLão os fllhos de lsrael clamaram ao SLnPC8Ŧ L dlsseram a Molsesť não
havla sepulcros no LalLoţ para nos Llrar de láţ para que morramos nesLe deserLo? Þor que nos
flzesLe lsLoţ fazendoŴnos salr do LalLo? não e esLa a palavra que Le falamos no LalLoţ dlzendoť uelxaŴ
nosţ que slrvamos aos ealpclos? Þols que melhor nos fora servlr aos ealpclosţ do que morrermos no
deserLoŦ" (Lx 14Ŧ9Ŵ12)

Lembremos que esse povo tem ac|ma da cabeca uma nuvem v|s|ve| que |hes dá certeza da
presenca de Deus e a|nda tôm nos ouv|dos o eco da promessa de que e|e os proteger|a Ŷ Canaã
lhes perLencerlaţ bastando que se apropr|assem delaŦ Mas e espanLoso como o medo pode abafar
essas vozesŦ ALrás deles vlnha o exerclLo ealpcloŤ ao sul esLava o deserLoŤ ao norLeţ uma cadela de
monLanhasţ e loao à frenLeţ um lmenso e Lemlvel volume de áauaŦ L al que surae o medoţ e a fe
desfaleceŦ LnLão Molses fol dlreLo à quesLãoŦ

ºMolsesţ poremţ dlsse ao povoť não LemalsŤ esLal quleLosţ e vede o llvramenLo do SLnPC8ţ que
ho[e vos far፠porque aos ealpclosţ que ho[e vlsLesţ nunca mals os Lornarels a verŦ C SLnPC8
pele[ará por vósţ e vós vos calarelsŦ LnLão dlsse o SLnPC8 a Molsesť Þor que clamas a mlm? ulze
aos fllhos de lsrael que marchemŦ L Luţ levanLa a Lua varaţ e esLende a Lua mão sobre o marţ e
fendeŴoţ para que os fllhos de lsrael passem pelo melo do mar em secoŦ L els que endurecerel o
coracão dos ealpclosţ e esLes enLrarão aLrás delesŤ e eu serel alorlflcado em laraó e em Lodo o seu
exerclLoţ nos seus carros e nos seus cavalelrosţ e os ealpclos saberão que eu sou o SLnPC8ţ quando
for alorlflcado em laraóţ nos seus carros e nos seus cavalelrosŦ" (Lx 14Ŧ13Ŵ18)

ºLnLão Molses esLendeu a sua mão sobre o marţ e o SLnPC8 fez reLlrar o mar por um forLe venLo
orlenLal Loda aquela nolLeŤ e o mar LornouŴse em secoţ e as áauas foram parLldasŦ L os fllhos de
lsrael enLraram pelo melo do mar em secoŤ e as áauas foramŴlhes como muro à sua dlrelLa e à sua
esquerdaŦ" (Lx 14Ŧ21Ŵ22)

lol exaLamenLe lsso que aconLeceuŦ L para culmlnar Ludoţ depols que aLravessaram o marţ ueus
soluclonou ouLro problema que os preocupava com relacão aos ealpclosŦ

ºL dlsse o SLnPC8 a Molsesť LsLende a Lua mão sobre o marţ para que as áauas Lornem sobre os
ealpclosţ sobre os seus carros e sobre os seus cavalelrosŦ LnLão Molses esLendeu a sua mão sobre o
marţ e o mar reLornou a sua forca ao amanhecerţ e os ealpclosţ ao fualremţ foram de enconLro a
eleţ e o SLnPC8 derrubou os ealpclos no melo do marţ porque as áauasţ Lornandoţ cobrlram os
carros e os cavalelros de Lodo o exerclLo de laraóţ que os havlam seauldo no marŤ nenhum deles
flcouŦ" (Lx 14Ŧ26Ŵ28)

Lu chamarla a lsso vencer em Lodas as frenLesŦ lmaalne só o que os hebreus pensaram ao verem o
lnesperado aconLecer bem dlanLe delesŦ Mas será que aprenderam a llcão? Cue nada!

SlLuacões uesaaradávels

Þouco depolsţ quando esLavam [á mals próxlmos de seu desLlnoţ cansados da lonaa [ornadaţ os
hebreus Llveram uma aLlLude mulLo naLuralŦ Comecaram a dese[ar o conhecldoŦ

ºL ACCn1LCLu queţ quelxouŴse o povo falando o que era mal aos ouvldos do SLnPC8Ť e ouvlndo o
SLnPC8 a sua lra se acendeuŤ e o foao do SLnPC8 ardeu enLre eles e consumlu os que esLavam na
ulLlma parLe do arralalŦ LnLão o povo clamou a Molsesţ e Molses orou ao SLnPC8ţ e o foao se
apaaouŦ Þelo que chamou aquele luaar 1aberáţ porquanLo o foao do SLnPC8 se acendera enLre
elesŦ L o vulaoţ que esLava no melo delesţ velo a Ler arande dese[oŤ pelo que os fllhos de lsrael
Lornaram a chorarţ e dlsseramť Cuem nos dará carne a comer? LembramoŴnos dos pelxes que no
LalLo comlamos de aracaŤ e dos peplnosţ e dos melõesţ e dos porrosţ e das cebolasţ e dos alhosŦ
Mas aaora a nossa alma se secaŤ colsa nenhuma há senão esLe maná dlanLe dos nossos olhosŦ" (nm
11Ŧ1Ŵ6)

Sabeţ e preclso Ler um apeLlLe celesLlal para se apreclar uma comlda celesLlalŦ Cuando esLavam no
LalLoţ querlam a llberLacãoţ mas querlamŴna em seus próprlos LermosŦ Cuerlam llvrarŴse da
escravldãoţ mas não havla necessldade de lhes serem Llradas as vanLaaensŦ Þor lssoţ aaora
anslavam pelo cenárlo do ferLll vale do nlloţ Lão conhecldo e aaradávelŦ Aflnalţ lá no LalLoţ havla
arande varledade de allmenLosť pelxeţ verduras frescas para a saladaţ alauns LemperosŦ Mas aaora?
Áaua quenLe da rocha e manáŦ 1odos os dlas a mesma colsaţ manáŦ Lles o cozlnhavamţ assavamţ
servlam em faLlasţ ou como rechelo de LorLasŦ C que pudermos pensarţ eles fazlam com o manáŦ
Sem duvldaţ um besLŴseller da epoca deve Ler sldo o ºMll e uma Manelras de Þreparar Maná"ţ
escrlLo pela mulher de MolsesŦ L quando soava a slneLa anunclando o [anLarţ nlnauem peraunLavať
Ŵ C que vamos Ler para [anLar ho[e?
C que peraunLavam erať
Ŵ Como ele fol preparado ho[e?
L aqullo [á esLava flcando cansaLlvoŦ A cada passo que aqueles exausLos perearlnos davamţ o LalLo
parecla melhor e Canaã cada vez mals deslnLeressanLeŦ

Acusacões ln[usLas

AcrescenLaŴse a lsso o peso da dlrecão de um bando de aenLe lnaraLaţ como esses hebreusţ e asslm
flcará mals fácll compreender o que se passou a seaulrŦ

ºÞorem no arralal flcaram dols homensŤ o nome de um era Lldadeţ e do ouLro MedadeŤ e repousou
sobre eles o esplrlLo (porquanLo esLavam enLre os lnscrlLosţ alnda que não salram à Lenda)ţ e
profeLlzavam no arralalŦ LnLão correu um moco e anunclou a Molses e dlsseť Lldade e Medade
profeLlzam no arralalŦ L !osueţ fllho de numţ servldor de Molsesţ um dos seus [ovens escolhldosţ
respondeu e dlsseť Molsesţ meu senhorţ prolbeŴlhoŦ Þoremţ Molses lhe dlsseť 1ens Lu clumes por
mlm? Cuem dera que Lodo o povo do SLnPC8 fosse profeLaţ e que o SLnPC8 pusesse o seu
esplrlLo sobre ele! uepols Molses se recolheu ao arralalţ ele e os anclãos de lsraelŦ" (nm 11Ŧ26Ŵ30)

ºL lALA8AM Mlrlã e Arão conLra Molsesţ por causa da mulher cuslLaţ com quem casaraŤ porquanLo
Llnha casado com uma mulher cuslLaŦ L dlsseramť ÞorvenLura falou o SLnPC8 somenLe por Molses?
não falou Lambem por nós? L o SLnPC8 o ouvluŦ" (nm 12Ŧ1Ŵ2)

Cue covardla aLacar um llderţ numa ocaslão como essa! Mas eles o hosLlllzaramŦ L lsso lnda
aconLece nos dlas de ho[eŦ Cualquer um que [á ocupou um posLo de llderancaţ por pouco Lempo
que se[aţ deve Ler conhecldo o desprazer de um aLaque verbalŦ num dla vocô e o arande herólŤ
nouLro (o que e mals comum) e a mosca do alvo de Lodo mundoŦ
LembroŴme das palavras de Sonnv !uraensenţ exŴ[oaador e caplLão do Llme de fuLebol amerlcano
do 8edsklnţ de WashlnaLonŦ Seu Llme esLava passando por uma fase rulmţ e ele esLava sendo
crlLlcado pelos Lorcedores e pela lmprensa esporLlvaŦ Alauem lhe peraunLou se Loda aquela crlLlca o
delxava abaladoŦ Lle deu um sorrlso e respondeuť
Ŵ nada! Lu nãoŦ !á esLou há mulLo Lempo nesse neaócloţ e sel que um dla o caplLão esLá na crlsLaţ e
no ouLro esLá na fossaŦ
L bem melhor esLar na crlsLaţ mas um llder não flca nela LanLo Lempo quanLo flca na fossaŦ L
quando as acusacões comecam a aperLarţ a vonLade da aenLe e [unLar Ludo e dar o foraŦ

8eslsLônclas lnesperadas

Cuando aflnal cheaassem ao llmlar da Lerra promeLldaţ Canaãţ uma nova provacãoţ a ulLlmaţ velo
sobre elesŦ

ºL lALCu o SLnPC8 a Molsesţ dlzendoť Lnvla homens que esplem a Lerra de Canaãţ que eu hel de
dar aos fllhos de lsraelŤ de cada Lrlbo de seus pals envlarels um homemţ sendo cada um prlnclpe
enLre elesŦ L envlouŴos Molses do deserLo de Þarãţ seaundo a ordem do SLnPC8Ť Lodos aqueles
homens eram cabecas dos fllhos de lsraelŦ Asslm sublram e esplaram a Lerra desde o deserLo de
Zlmţ aLe 8eobeţ à enLrada de PamaLeŦ L sublram para o lado do sulţ e vleram aLe PebromŤ e
esLavam all Almãţ Sesal e 1almalţ fllhos de Lnaque (Pebrom fol edlflcada seLe anos anLes de Zoã no
LalLo)Ŧ uepols foram aLe ao vale de Lscolţ e dall corLaram um ramo de vlde com um cacho de uvasţ
o qual Lrouxeram dols homensţ sobre uma varaŤ como Lambem das romãs e dos flaosŦ L eles
volLaram de esplar a Lerraţ ao flm de quarenLa dlasŦ L camlnharamţ e vleram a Molses e a Arãoţ e a
Loda a conareaacão dos fllhos de lsrael no deserLo de Þarãţ em CadesŤ e deramŴlhes noLlclasţ a elesţ
e a Loda a conareaacãoţ e mosLraramŴlhes o fruLo da LerraŦ L conLaramŴlheţ e dlsseramť lomos à
Lerra a que nos envlasLeŤ e verdadelramenLe mana lelLe e melţ e esLe e o seu fruLoŦ" (nm 13Ŧ1Ŵ3Ť
21Ŵ23Ť 23Ŵ27)

Lles não somenLe Llnham cheaado allţ mas aaora Lambem esLavam num dllemaŦ All esLavam os
esplas com evldenclas que não poderlam ser neaadasŦ 8ellsslmos fruLosŦŦŦ e nem uma só praaa por
perLoŦ um solo fabulosoţ colhelLas farLasţ áaua em abundancla Ŷ deve Ler parecldo aLe menLlraŦ
Ahţ se a hlsLórla pudesse Lermlnar aqulţ e pudessemos dlzer que ºvlveram fellzes para sempre"Ŧ
Mas não LermlnaŦ Surae al um arande poremţ de lncredulldadeŦ

ºC povoţ poremţ que hablLa nessa Lerra e poderosoţ e as cldades forLlflcadas e mul arandesŤ e
Lambem all vlmos os fllhos de LnaqueŦ Cs amalequlLas hablLam na Lerra do sulŤ e os heLeusţ e os
[ebuseusţ e os amorreus hablLam na monLanhaŤ e os cananeus hablLam [unLo do marţ e pela
maraem do !ordãoŦ LnLão Calebe fez calar o povo peranLe Molsesţ e dlsseť CerLamenLe sublremos e
a possulremos em herancaŤ porque seauramenLe prevaleceremos conLra elaŦ Þoremţ os homens
que com ele sublram dlsseramť não poderemos sublr conLra aquele povoţ porque e mals forLe do
que nósŦ L lnfamaram a Lerra que Llnham espladoţ dlzendo aos fllhos de lsraelť A Lerraţ pela qual
passamos a espláŴlaţ e Lerra que consome os seus moradoresŤ e Lodo o povo que vlmos nela são
homens de arande esLaLuraŦ 1ambem vlmos all alaanLesţ fllhos de Lnaqueţ descendenLes dos
alaanLesŤ e eramos aos nossos olhos como aafanhoLosţ e asslm Lambem eramos aos seus olhosŦ"
(nm 13Ŧ28Ŵ33)

ŴAhţ não! ClaanLesţ não! Mals lsso aaoraţ depols de Ludo que [á Llvemos de enfrenLarŦ L demals!
vocô [á se senLlu asslm? 1em ouvldo as passadas dos alaanLes? Cu deu bem de cara com a ºpanca"
de um lmenso alaanLe que de repenLe suralu no cenárlo de sua vlda?
LembroŴme claramenLe de uma nolLe em que ful ao esLádlo de Los Anaeles para asslsLlr a um [oao
do Lakersţ Llme localţ conLra o '76erţ de llladelflaŦ um amlao meu Llnha comprado o carnô para
Loda a Lemporada de [oaosţ e a cadelra flcava bem ao nlvel do campoţ aLrás do banco do LakersŦ L
como a aenLe se senLe lnslanlflcanLeŦ Aqueles homens são alLosţ mesmo quando esLão senLadosŦ L
quando se punham de peţ enLão all para nós era ºCperacão CafanhoLo" mesmo! Lu cheaava a
achar que AbdulŴ!abbar e Moses Malone pudessem fazer choverŦ Só depols que se flca perLo de um
desses alaanLes e que se pode avallar como são lmensosŦ uá para Ler vonLade de salr correndo e se
esconderţ mesmo num homem adulLo como euŦ
Masţ embora eu ache compreenslvel o senLlmenLo de Lemor dos esplasţ nãos e [usLlflca o faLo de
haverem esquecldo da lncondlclonal promessa de ueusŦ Ademalsţ nenhum alaanLe pode ser
adversárlo para ueusŦ Cuando ueus se levanLaţ Lodos se Lornam pequenosŦ L quando ele faz uma
promessaţ nlnauem pode aLreverŴse a quesLlonáŴlaŦ

8A88Ll8AS CuL nCS lMÞLuLM uL 8L18CCLuL8

Ŵ Mas o que Ludo lsso Lem a ver comlao? ueve esLar peraunLando o lelLorŦ
L uma boa peraunLaţ e cumprlmenLandoŴo por haver pensado nlssoŦ
Mlnha esperanca e a de que eu possa a[udar aos lelLores a se senLlram cada vez menos Lensos ao se
mosLrarem como realmenLe sãoŦ Sem querer espanLar nlnauemţ dese[o desafláŴlo a arrlscarŴse a
buscar uma nova realldadeť a conflar em ueus para que ele o llberLe de seu LalLo e o a[ude a
descobrlr sua CanaãŦ Aaora quero adverLlŴlo de uma colsa Ŷ não e um processo ºrápldo e lndolor"Ŧ
lol por lsso que me del ao Lrabalho de deLalhar alaumas das provas que podemos enconLrar nessa
camlnhadaŦ vocô Lerá aLrás de sl um coro de vozes do passadoţ decldldas a convencôŴlo a volLar
para o caLlvelroŦ lrá defronLarŴse com um mar vermelho (e Lalvez com mals de um)ţ que parecerá
lnLransponlvelŦ L ouLra colsa e cerLať quando esLlver bem perLo do seu ob[eLlvoţ Lão perLo que
quase conslaa LocáŴloţ suralrão os alaanLes da reslsLônclaţ arlLandoť ºSala daqul! não o queremos
aqulŦŦŦ volLe para o seu luaar! Sala!"
C que podemos fazer para não volLar correndo? Será que ueus nos enslna a manLer a coraaem para
conLlnuar arrlscando? Lnslnaţ slmŦ vamos examlnar de novo essa mesma hlsLórla do velho
1esLamenLo para saber quals são esses prlnclplos aos quals devemos nos flrmarŦ
Lelamos de novo Lxodo 13Ŧ L a descrlcão da cena que se seaue lmedlaLamenLe ao ôxodoŦ 1endo
acabado de salr do LalLoţ aqueles hebreus Llnham Loda a razão de se senLlr lnseaurosŦ L por que
não volLaram? C que os lmpedlu?

CrlenLacões Claras vlndas do AlLo

LnconLramos a resposLa em Lxodo 13Ŧ21Ŵ22ť

ºL o SLnPC8 la adlanLe delesţ de dla numa coluna de nuvem para os aular pelo camlnhoţ e de nolLe
numa coluna de foao para os llumlnarţ para que camlnhassem de dla e de nolLeŦ nunca Llrou de
dlanLe do povo a coluna de nuvemţ de dlaţ nem a coluna de foaoţ de nolLeŦ" (Lx 13Ŧ21Ŵ22)

Se Molses e Loda aquela aenLe se senLlssem LenLados a rearessarţ basLava que olhassem para clmaŦ
Lá esLava a nuvemţ Lodos os dlasţ Lodas as nolLesţ uma nuvem bem deflnldaţ que flcava por clma da
cabeca delesţ e os aulava duranLe o dlaŤ duranLe a nolLeţ era uma coluna de foaoŦ não havla nada
amblauoŤ nada de formas lndlsLlnLas para eles declfraremŦ nãoŤ ueus querla realmenLe que
flcassem llberLos do caLlvelro ealpcloŦ
não Lenho melos de saber em que alLura na sua camlnhada da escravldão para a llberdade vocô se
enconLraŦ Mas de uma colsa Lenho cerLezaţ ueus não o abandonaráţ nem deslsLlrá de vocôŦ Lle quer
que experlmenLe a alearla de vlver sem máscarasŦ A 8lblla esLá chela de passaaens e prlnclplos que
nos aaranLem que lsso e posslvelŦ Lle não o delxará frusLradoŦ vamos ver alaumas dessas
promessas?

ºÞor lssoţ Lodo aquele que e sanLo orará a Llţ a Lempo de Le poder acharŤ aLe no Lransbordar de
mulLas áauasţ esLas não lhe cheaarãoŦ 1u es o luaar em que me escondoŤ Lu me preservas da
anausLlaŤ Lu me clnaes de aleares canLos de llvramenLoŦ (SeláŦ) lnsLrulrŴLeŴelţ e enslnarŴLeŴel o
camlnho que deves seaulrŤ aularŴLeŴel com os meus olhosŦ" (Sl 32Ŧ6Ŵ8)

ºnão Lemasţ porque eu sou conLlaoŤ não Le assombresţ porque eu sou Leu ueusŤ eu Le forLalecoţ e
Le a[udoţ e Le susLenLo com a desLra da mlnha [usLlcaŦ Lls queţ enveraonhados e confundldos serão
Lodos os que se lndlanaram conLra LlŤ LornarŴseŴão em nadaţ e os que conLenderem conLlaoţ
perecerãoŦ 8uscáŴlosŴásţ porem não os acharásŤ os que pele[arem conLlaoţ LornarŴseŴão em nadaţ e
como colsa que não e nadaţ os que auerrearem conLlaoŦ Þorque euţ o SLnPC8 Leu ueusţ Le Lomo
pela Lua mão dlrelLaŤ e Le dlaoť não Lemasţ eu Le a[udoŦ" (ls 41Ŧ10Ŵ13)

ºÞorvenLura pode uma mulher esquecerŴse LanLo de seu fllho que crlaţ que não se compadeca deleţ
do fllho do seu venLre? Mas alnda que esLa se esquecesse deleţ conLudo eu não me esquecerel de
LlŦ Lls que nas palmas das mlnhas mãos eu Le aravelŤ os Leus muros esLão conLlnuamenLe dlanLe de
mlmŦ" (ls 49Ŧ13Ŵ16)

ºL conhecerels a verdadeţ e a verdade vos llberLaráŦ" (!o 8Ŧ32)

ºCue dlremosţ polsţ a esLas colsas? Se ueus e por nósţ quem será conLra nós? Aquele que nem
mesmo a seu próprlo lllho poupouţ anLes o enLreaou por Lodos nósţ como nos não dará Lambem
com ele Lodas as colsas? Cuem lnLenLará acusacão conLra os escolhldos de ueus? L ueus quem os
[usLlflcaŦ Cuem e que condena? Þols e CrlsLo quem morreuţ ou anLes quem ressusclLou denLre os
morLosţ o qual esLá à dlrelLa de ueusţ e Lambem lnLercede por nósŦ Cuem nos separará do amor de
CrlsLo? A Lrlbulacãoţ ou a anausLlaţ ou a perseaulcãoţ ou a fomeţ ou a nudezţ ou o perlaoţ ou a
espada? Como esLá escrlLoť Þor amor de Ll somos enLreaues à morLe Lodo o dlaŤ Somos repuLados
como ovelhas para o maLadouroŦ Mas em Lodas esLas colsas somos mals do que vencedoresţ por
aquele que nos amouŦ" (8m 8Ŧ31Ŵ37)

Lsses LexLos são como #incoras" esp|r|tua|s nas quals podemos nos flrmarţ conflando em que ueus
nos dará esLabllldadeţ mesmo em melo a LormenLasŦ Lncaremos esses versos como a nossa nuvem
de dla e a nossa coluna de foao à nolLeŦ AcredlLeţ vocô val preclsar mulLo delesţ quando a [ornada
comecar a parecer lonaa e cansaLlvaţ e os alaanLes esLlverem berrando proLesLosŦ Lssas verdades
lrão forLalecôŴlo para que não volLe às condlcões horrlvels em que vlvla no seu LalLoŦ

um CporLuno uesafoao da 1ensão

ºL dlsse o SLnPC8 a Molsesť A[unLaŴme seLenLa homens dos anclãos de lsraelţ que sabes serem
anclãos do povo e seus oflclalsŤ e os Lrarás peranLe a Lenda da conareaacãoţ e all esLe[am conLlaoŦ
LnLão eu descerel e all falarel conLlaoţ e Llrarel do esplrlLo que esLá sobre Llţ e o porel sobre elesŤ e
conLlao levarão a caraa do povoţ para que Lu não a leves sozlnhoŦ" (nm 11Ŧ16Ŵ17)

LembraŴse de como Molses havla se Lornado alvo das crlLlcas e reclamacões do povo? Þols bemţ ele
comecou a ºdesmoronar" sob Loda aquela LensãoŦ Aqullo fol demals para eleţ como aconLece a
qualquer de nósŦ Mas ueusţ em sua lmensa aracaţ proporclonouŴlhe um allvlo da pressãoŦ L ele
alnda faz lssoţ ho[e em dlaŦ
no caso de Molsesţ ele colocou ao lado de seu servo um arupo de homens para enflar o ombro
debalxo da caraa que ele esLava levandoţ e a[udáŴlo a carreaáŴlaŦ Allásţ seLenLa homensŦ As pessoas
que possuem um lnaLo dom de llderanca normalmenLe não cosLumam deleaar responsabllldades a
ouLrosţ como deverlam fazerŦ na malorla dos caosţ elas assumem um poslclonamenLo do Llpo
ºLenho que enfrenLar Ludo lsso sozlnho"Ŧ AcrescenLeŴse a lsso aquela menLalldade do Llpo
ºnlnauem sabe e nlnauem se lnLeressa"ţ e al Lemos um caso do sLress personlflcadoŦ não demora
mulLo e o desânlmo val enLrando sorraLelramenLe e nos puxa o LapeLe de sob os pesŦ L nesses
momenLos de vulnerabllldade não há nada melhor do que um amlao Ŷ ou arupo de amlaos Ŷ para
nos seaurar quando esLamos calndoŦ
Lu e mlnha esposa [á aprendemos queţ em cerLos momenLosţ em melo às pressõesţ se não
Llvermos amlaos por perLoţ para nos socorrerţ a vlda poderá LornarŴse mulLo sombrlaŦ Lm várlas
ocaslõesţ flcamos araLos a ueus por alauns casals amlaos com quem Llvemos llberdade de
desabafarţ e asslm allvlar um pouco o peso do problemaŦ !á cheauel à conclusão de que não
podemos manLer uma aLlLude de lsolamenLo e dlsLanclamenLoţ e ao mesmo Lempo querer remover
Lodas as máscaras que nos lmpedem de nos revelar exaLamenLe como somosŦ Molsesţ como Lodo
mundoţ preclsava dos ouLrosŦ nós Lambem preclsamosŦ

lorLaleclmenLo lnLerno ConLra Ameacas

Mas Lambem exlsLem momenLos quando os ouLros pouco podem fazer por nósŦ LembraŴse do
relaLo de quando dols homens do acampamenLo dos lsraellLas comecaram a profeLlzar? !osue
encheuŴse de zelos pela poslcão de auLorldade de Molsesţ e lnslsLlu com esLe para que os prolblsseŦ
Mas Molsesţ com calma e conflancaţ nãos e senLlndo ameacadoţ recusouŴseŦ A resposLa que deu ao
ouLro revela como esLava seauroť

ºÞorem Molses lhe dlsseť 1ens Lu clumes por mlm? Cxalá Lodo o povo do Senhor fosse profeLaţ que
o Senhor lhes desse o seu LsplrlLo! uepols Molses se recolheu ao arralalţ ele e os anclãos de lsraelŦ"
(nm 11Ŧ29Ŵ30)

Só ueus pode darŴnos esse Llpo de forca lnLerlorŦ L quando aprendemos a pedlr ao Senhor que nos
dô esse esplrlLoţ vamos Lambem reslsLlr à LenLacão de pensar que nossa manelra de ser e nossa
mlssão e excluslvldade nossaŦ Se soubermos que alauem esLá fazendo a mesma colsa (e Lalvez
fazendo melhor que nós)ţ re[elLemos a LenLacão de flcar enclumadosţ e passemos a aplaudlr o
ouLroŦ A compeLlcão não Lem espaco nas fllelras do crlsLlanlsmoŦ
Cuando penso nesse problema da compeLlcão e de como ele afeLa nossas lare[asţ lembroŴme de
um caso que uma senhora me conLou há alauns anosŦ Sua famllla esLava vla[ando de carro pelo
palsţ e cerLo dla passaram por uma pequena cldade do meloŴoesLeŦ All avlsLaram uma pequenlna
lare[a com um nome basLanLe lncomumŦ Þara cerLlflcarŴse de que não Llnham lldo erradoţ deram a
volLa na quadraţ e leram de novoť Seaunda lare[a lnlclal de ueusŦ
Lssa lare[a deve Ler uma hlsLórla dlana de ser esLudadaŦ
Pouve uma ouLra ocaslão em que Molses preclsou de defesaŦ lol quando Mlrlã e Arão o crlLlcaramŦ
Cuem puder ler o caplLulo 12 de numerosţ verá que ueus mesmo velo em defesa de seu servoŦ
Alnda ho[e ocorrem slLuacões como essaţ quando flcamos sem Ler como nos defender ou
comprovar nossa lnLearldadeŦ nesses momenLosţ somos obrlaados a conflar unlcamenLe na
lnLervencão dlvlnaŦ Lmbora mulLas vezes o Lempo em que ele opera se[a dlferenLe do que
esperamosţ ele resolve Ludo maravllhosamenLeŦ
1enho um amlao mulLo cheaado cu[o pal fol pasLor duranLe mulLos anosŦ Lsse pasLor era um
homem flel e honesLoŦ Mas passou por um Lráalco evenLo depols de mulLos anos de mlnlsLerloŦ lol
falsamenLe acusado de adulLerloţ por alaumas pessoas calunladorasŦ Lmbora fosse lnocenLeţ ele se
Lornou alvo de boaLos escandalososţ que o acompanharam duranLe mulLos anosţ como se fossem
sua sombraŦ não havla nada que pudesse fazer para se defenderŦ C fllho deleţ que e meu amlaoţ
Leve que LesLemunhar a vlda de seus pals ser mlnada por aquelas menLlras lnfundadasŦ L com
herólco sllôncloţ aquele casal conLlnuou a servlr a ueusţ conflando em que ele lrla confundlr seus
crlLlcosţ e defender o pasLorŦ
L por flm aconLeceuŦ PavlamŴse passado dez lonaos anosţ mas um dlaţ bem cedoţ
lnesperadamenLeţ a pessoas responsável pelas acusacões falsas fol à casa do pasLorŦ Asslm que ele
abrlu a porLa deu com a pessoa que Llnha lancado o boaLoŦ LsLava quebranLada e láarlmas corrlamŴ
lhe pelo rosLoŦ Lla confessou lnLearalmenLe seu erro e pedlu perdãoŤ reconheceu sua culpa no casoţ
e não acusou a mals nlnauemŦ Lţ a propóslLoţ essa pessoa esLlvera sofrendo o peso de Lal convlccão
e Lal LormenLo que não Llvera Lranqullldade para a[udar a nlnauemţ nem para enconLrar allvlo
lnLerlorŦ
8ondosamenLe e em láarlmasţ o pasLor expressou seu perdão e asseaurou a ela que em seu
coracão não havla a menor amarauraŦ Lle e sua esposa [á Llnham superado aquele sofrlmenLoţ
havla várlos anosŦ Aaora que flnalmenLe Ludo esLava esclarecldoţ a ofensa [á perdera sua forcaŦ
Sempre que relaLo essa hlsLórlaţ lembroŴme das palavras de Amv Carmlchaelť

ºSe eu dlsserť ºLu perdôoţ slmţ mas não posso esquecer"ţ como se o ueus que lava a arela de Lodas
as pralas do mundo duas vezes por dla não pudesse remover essa lembranca de mlnha memórlaţ
enLão não sel nada sobe o amor revelado no CalvárloŦ"

Como devem Ler sldo dolorosos para o pal desse meu amlao alauns momenLos desses dez anos!
Como e dlflcll esperar!
1alvez vocô esLe[a passando por slLuacão semelhanLeŦ Cs deLalhes da hlsLórla podem ser dlferenLesţ
mas o sofrlmenLoţ nãoŦ Þode ser queţ no seu casoţ ueus alnda não Lenha lnLervlndoŦ 1alvez vocô
alnda esLe[a aauardando paclenLemenLeŦ Se asslm o forţ não deslsLaŦ L enquanLo lssoţ aqul esLá um
proverblo que pode a[udáŴloť

ºSendo os camlnhos do homem aaradávels ao SLnPC8ţ aLe a seus lnlmlaos faz que Lenham paz
com eleŦ" (Þv 16Ŧ7)

Cbserve que no verso aclma não há a menor referôncla a LempoŦ Lle não dlz quando e que os
lnlmlaos se Lornam amlaos paclflcosŦ Só nos dlz que lsso aconLeceráŦ llrmeŴse nessa promessaŦ C
rlsco que corre e apenas o de conLlnuar como esLáţ a despelLo de LudoŦ !á percebl que a amaraura
llmlLa mulLo a slncerldadeŦ Cuem dese[a realmenLe remover as máscarasţ Lem queţ prlmelramenLeţ
abandonar Lodo senLlmenLo de ofensa que alnda resLeţ e a amaraura que lsso produz no coracãoŦ

uMA C8AÇÄC Þ8ClunuA

Pá alnda uma ulLlma peraunLa que preclsamos responderť o que fará co que conLlnuemos nos
arrlscando? Lm ouLras palavrasţ como podemos neuLrallzar o velho ºlmã ealpclo"ţ e seaulr em
frenLeţ em dlrecão à nova Lerra desconheclda?
Se eu fosse clLar lsso sob a forma de uma oracãoţ serla uma peLlcão de Lrôs senLencasţ e um
ºAmem"Ŧ
Como ueus dese[a que revelemos uma aLlLude LoLalmenLe dlferenLe da aLlLude lnseaura e Lemerosa
do mundo que nos rodelaţ a prlmelra senLenca serla a seaulnLeť ºSenhorţ lnLenslflca em mlm a
nocão clara de Lua slnaularldadeŦ"
L como e a lncerLeza de nosso fuLuro que forLalece nossa feţ a seaunda senLenca serlať ºSenhorţ
aumenLa os rlscosŦ"
L como sel que cada um de nós deve ser um lnsLrumenLo orlalnal de poderţ e não uma cópla
desboLadaţ a Lercelra serla asslmť ºSenhorţ amplla a dlferencaŦ AmemŦ"

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O Þor que uma mudanca e Lão dlflcllţ Lão ameacadora? Þrocure dar uma resposLa especlflcaŦ
O Saberla clLar um caso em que vocô se arrlscou um poucoţ mas que lhe abrlu uma porLa que
nunca pensara abrlrŴse? 8elaLeŴoţ se lsso não lhe causar consLranalmenLoŦ
O uô uma olhada no caplLulo e lela as clnco provacões que nos LenLam a reLrocedermos para
Lerreno conhecldoŦ Cual ou quals delas represenLam um problema para vocô? Þor quô?
O ColoqueŴse no luaar de Molses por uns momenLosŦ Se vocô esLlvesse no luaar deleţ como
reaalrla quando comecassem as crlLlcas e murmuracões? Como reaae quando e alvo delas?
O LembraŴse dos LexLos blbllcos LranscrlLos loao depols do subLlLulo ºCrlenLacões Claras
vlndas do AlLo"? Cual e a que mals lnsplra? Pá alauma colsa nesses versos que o perLurba?
lale com Loda slncerldade sobre suas luLasŦ
O Conclulndoţ relela a oracão de Lrôs senLencas que encerra o caplLuloŦ Þoderla pedlr a ueus
essas colsas ho[e? 1alvez anLes de encerrar esse momenLo de medlLacãoţ vocô quelra
ampllar essa oracãoţ ou escolher uma das senLencas e conversar com ueus sobre elaŦ

CAÞl1uLC 18LS
AÞ8CxlMA8ŴSL MAlS L lC81ALLCL8ŴSL

na realão da vlralnla CcldenLalţ exlsLe um velho e ma[esLoso hoLelŴfazenda chamado º1he
PomesLead"ţ compreendendo dezessels acres de Lerraţ com valesţ monLesţ floresLasţ um ceu mulLo
azul e rlachos crlsLallnos de áauas ondulanLesŦ C luaar exala eleaânclaţ e e rlco de slanlflcado
hlsLórlcoŦ WashlnaLon e !efferson camlnharam por esses Lrllhos slnuososŦ LxlsLem poucos luaares
que poderlam ser conslderados melhores que esse para se aanhar um renovado senso de
perspecLlvaŦ
no prlmelro semesLre de 1983ţ recebl um convlLe do arupo ºChrlsLlan Lmbassv" para falar num
reLlro para dlversos mlnlsLrosţ senadoresţ depuLados e suas esposasŦ LsLarlam presenLes Lambem
alauns homens que ocupavam alLos caraos no ÞenLáaonoŦ L esse reLlro fol reallzado no º1he
PomesLead"Ŧ Compareceram cerca de clnquenLa pessoasţ buscando revlaoramenLo e descansoŦ
1odos que all esLavam eram crenLesţ mas no rosLo vlamŴse as marcas das Lensõesţ da solldãoţ do
sLress e da fadlaaŦ All esLavam alauns dos mals lmporLanLes homens dos LsLados unldosţ dedlcando
aquele flnal de semana a um enconLro com ueusţ para allvlarem um pouco o seu fardoţ para Lerem
comunhão com ouLros casalsţ eţ se posslvelţ desafoaar um pouco as pressões de sua vlvencla
naquela aLmosfera pollLlcaŦ Þara mlmţ fol um enorme prlvllealo ser o preleLor daquele reLlroŦ L
naqueles dlas o esLudo da Þalavra de ueus velo sobre mulLos dos problemas daqueles homens e
mulheres ţ na medlda em que abrlam o coracão para as verdades dlvlnasŦ L º1he PomesLead"
LornouŴse um refualo de renovada esperancaŦ
L fol surpreendenLe a mudanca que se observou no ânlmo do arupo que all cheaaram na sexLaŴ
felraţ para o da ulLlma reunlãoţ no domlnaoŦ Lram as mesmas pessoasţ e claroţ mas as horas que
havlam passado [unLas naquele local renderam elevados dlvldendosŦ no prlnclploţ perceblaŴse uma
aLlLude de formalldade e dlsLanclamenLoŦ Mas quando aflnal nos separamosţ Llnha suraldo um
bellsslmo senLlmenLoţ um mlsLo de unlão e compreensão muLuaţ e mulLas das barrelras de
auLoproLecão havlam ruldoţ favorecendo uma aLlLude de slncerldade e franqueza enLre as pessoasŦ
Þelo faLo de nos havermos aproxlmado mals uns dos ouLrosţ nos forLalecemosŦ lol maravllhoso!
Apesar de ser mulLo belo o local onde nos enconLrávamosţ sua beleza não se comparava com a
harmonlaţ o amor e a unlão que o arupo conseaulra culLlvar naqueles poucos dlasŦ
Lm Lodo o meu mlnlsLerloţ que [á dura mals de vlnLe anosţ crelo que nunca esLlve com um arupo de
crenLes de malor lnfluôncla do que esLe (embora Lodos se mosLrassem emoclonalmenLe Lensos)Ŧ
Mas aLe mesmo elesţ quando Llveram oporLunldade de se aproxlmarem mals uns dos ouLrosţ numa
aLmosfera llvre de prevencõesţ saLuradas de amor muLuoţ reaalram de modo quase lnacredlLávelŦ C
que ocaslonou lsso? Como ocorreu essa máalca? Þor que mals de clnquenLa pessoasţ lnvesLldas de
alLos caraos de llderancaţ deLenLoras de alaumas das poslcões mals lnve[adas da nacãoţ lrlam vlver
sem máscara e mlsLurarŴse a ouLras? L acredlLeŴmeţ o mllaare não Leve nada a ver com o amblenLe
flslcoţ nem coma comldaţ nem com a muslcaţ nem com as acomodacõesţ nem com o preleLorţ nem
com o LempoŦ lol uma obra que só o LsplrlLo de ueus poderla Ler reallzadoŦ nunca mals esquecerel
aquele maravllhoso flnal de semana que all passel em malo de 1983Ŧ A unlca colsa que lamenLo e
que vocô não esLlvesse presenLe para LesLemunhar LudoŦ Se esLlvesseţ não lrla querer
slmplesmenLe ler o relaLo do que aconLeceuţ lrla querer Ler a mesma experlônclaţ pols exlsLem
poucas colsas que são menos conLaalanLes do que um auLônLlcoţ esponLâneo e slncero amor
crlsLãoţ expresso na prát|caŦ não pode ser manlpuladoţ nem submeLldo a normasŦ Só pode ser
demonsLradoŦ

lnC8LulLn1LS LSSLnClAlS

LnLreLanLoţ para lssoţ são necessárlos alauns lnaredlenLesŦ Se nãoţ Lodas as vezes que os crenLes se
reunlssemţ o mesmo se repeLlrlaţ mas LanLo eu como vocô sabemos que não se repeLeŦ Cuals são
esses lnaredlenLes? A essa alLuraţ enconLroŴme um pouco reluLanLe em anallsar e dlssecar esse
fenômeno em Lermos especlflcosŦ L como um bellsslmo pôrŴdoŴsolţ ou como o rebenLar das ondas
na pralaŤ colsas que foaem à nossa capacldade de expllcacãoŦ LnLão quero apresenLar Lrôs
aenerallzacõesŦ

Þrlmelroţ e preclso haver o reconheclmenLo de que necesslLamos us dos ouLrosŦ lsso lmpllca em
abandonar Loda aLlLude de auLoŴsuflclôncla e lsolamenLoŦ L dlflcll fazer lssoţ nessa nossa era de
LoLal lndependônclaŦ L como essa menLalldade esLá conLaalando as fllelras evanaellcas!
Ŵ Clhaţ não preclso de nlnauemŦ Cuero apenas um bom sermão no domlnaoŤ alaumas flLas casseLe
para ouvlr duranLe a semanaţ e mlnha prlvacldadeŦ
L para vermos como essa fllosofla realmenLe e falhaţ lmaalnemos a mesma aLlLude num [oaador de
fuLebolţ com um esplrlLo presuncoso e lndependenLeţ que val para o Lrelno e dlzť

ºClhe aqulţ seu Lecnlcoţ não me amole com essa conversa de [oaar para o Llmeţ e de unlão do
arupoţ esLá bem? Só preclso de um bom esLádloţ arqulbancada chela e a bolaŦ Lsse neaóclo de Ler
de Lrabalhar com mals dez [oaadores e uma amolacãoţ e Ler que aprender as [oaadasţ uma
chaLeacãoŦ Só quero uma bolaţ e que sal Lodo mundo da mlnha frenLeŦ Lu me arran[o melhor
sozlnhoŦ"

uma peraunLať quanLo Lempo durarla esse [ovem aLleLa? Þols quando ueus elaborou seu planoţ ele
dlspôs as colsas de modo que aLuássemos melhor quando parLlclpando de uma equlpeţ nunca
sozlnhosŦ uelxeŴme repeLlr o que venho dlzendo desde o lnlcloť preclsamos uns dos ouLrosŦ C
lsolamenLo não dá cerLoŦ

Seaundoţ será preclso culLlvarmos relaclonamenLos mals profundosŦlsso val requerer Lempoţ
esforco e dlsposlcãoŦ L Lambemţ como vlmos no caplLulo 2ţ val lmpllcar em cerLos rlscosŦ L quanLo
malor for o arupoţ mals dlflcll será o processoŦ Como vlmos no exemplo dos hebreus seaulndo para
Canaã sob a llderanca de Molsesţ e mulLo fácll assumlr a posLura de ºa culpa e do chefe"ţ e adoLar
uma aLlLude clnlca em relacão a ueusţ quando delxamos de culLlvar um bom relaclonamenLo com
ouLrosŦ
C faLor que servlu para unlr rapldamenLe aquele arupo reunldo em º1he PomesLead" fol o faLo de
Lodos se enconLrarem na mesma clrcunsLânclaŦ 1odos all esLavam sendo alvo de crlLlcasŦ 1odos
procedlam do mesmo LempesLuoso amblenLe pollLlcoŦ Pavla enLre eles uma forLe aflnldade que
provocou um lmedlaLo senLlmenLo de compreensãoŦ num conLexLo asslmţ os relaclonamenLos
desabrocham com facllldadeŦ Mas o mesmo não se dá na malorla das lare[asŦ ÞorLanLoţ será preclso
oraanlzar grupos pequenosţ onde as pessoas comecem a edlflcar ponLes de llaacão enLre slŦ Lţ a
propóslLoţ o dlrlaenLe Lerá que se senLlr seauroŦ Llvre de ameacasŦ Se um pasLorţ por exemploţ
manLem conLroles mulLo rlaldosţ e o mlnlsLerlo e forLemenLe cenLrallzado neleţ e Lodos os
aconLeclmenLos e culLos alram em Lorno deleţ não conseaulrá crlar um cllma de llberdade onde
possam florescer bons relaclonamenLos enLre os crenLesŦ

1ercelroţ deve haver a flrme dlsposlcão de se promover a |ntegracãoŦ !á abordamos esse assunLoţ
mas como se LraLa de uma Lermlnoloala nova para mulLos lelLoresţ vamos repeLlr para que flque
bem claroŦ não basLa reconhecermos que Lemos necessldade uns dos ouLrosŦ 1ambem não e
suflclenLe apenas reconhecer o faLoţ mas sem um malor lnLeresseŦ
Ŵ Ahţ e bom conhecer alauns crenLesŦŦŦ
nãoŤ o relaclonamenLo a que me reflro e uma busca dellberada de um conheclmenLo mals
profundoŤ e Ler lnLeresse por ouLros crenLes e ser responsável peranLe elesŦ
C poeLa lnalôs do seculo xvllţ !ohn uonneţ esLava com Loda razão quandoţ seLe dlas anLes de sua
morLeţ escreveu o seaulnLeť

ºnenhum homem e como uma llhaţ lnLelra em sl mesmaŤ Loda pessoa e parLe do conLlnenLeţ uma
parLe de um LodoŦ Se um Lorrão de Lerra for levado pelo marţ a Luropa flca menorţ da mesma forma
que se o mar levasse Lodo um promonLórloţ ou uma proprledade Lua ou de Leus amlaosŦ A morLe
de qualquer pessoa me dlmlnulţ porque faco parLe da humanldadeŦ ÞorLanLoţ não mandes saber
por quem o slno dobraŤ ele dobra por LlŦ"

uma colsa esLranha e que as pessoas da famllla de ueus se acham mals llaadas ao pessoal da
llderanca (pasLorţ dlrlaenLe e preleLores)ţ do que uma às ouLrasŦ Masţ se eu enLendo correLamenLe
a menLalldade do crlsLlanlsmo neoŴLesLamenLárloţ pareceŴme que ueus nunca Lenclonou que nosso
relaclonamenLo fosse llmlLado a lssoŦ LembraŴse das profundas palavras que Þaulo dlrlalu à lare[a
de CorlnLo?

ºÞorque Lambem o corpo não e um só membroţ mas mulLosŦ Se o pe dlsserť Þorque não sou mãoţ
não sou do corpoŤ não será por lsso do corpo? L se a orelha dlsserť Þorque não sou olho não sou do
corpoŤ não será por lsso do corpo? Se Lodo o corpo fosse olhoţ onde esLarla o ouvldo? Se Lodo fosse
ouvldoţ onde esLarla o olfaLo? Mas aaora ueus colocou os membros no corpoţ cada um deles como
qulsŦ L o olho não pode dlzer à mãoť não Lenho necessldade de LlŤ nem alnda a cabeca aos pesť não
Lenho necessldade de vósŦ" (l Co 12Ŧ14Ŵ18ţ21)

Mas parece que os cr|stãos do sócu|o kkţ com sua man|a de prestarem cu|tos aos seus heró|sţ
acham mulLo dlflcll crer nlssoŦ Lspero que vocôţ lelLorţ se[a dlferenLeŦ LnquanLo não comecarmos a
ver realmenLe o valor de cada membro do Corpo (em vez de valorlzarmos apenas alaumas pessoas
mals proemlnenLes)ţ não conseaulremos praLlcar essa dlmensão plena da vlda famlllarŦ LnquanLo a
malorla do arupo esLlver preocupada em colocar um ou mals llderes num pedesLalţ não ocorrerá a
lnLearacãoŦ

ÞL8lCCS CuL nCS AMLAÇAMť LS1L!A A1Ln1C

lalando em perlaosţ volLaŴme à menLe a hlsLórla do velho 1esLamenLoţ quando Molses conduzla os
hebreus do LalLo para CanaãŦ Lsse relaLo apresenLa mulLas analoalas noLávels e relevanLes com a
nossa experlônclaŦ volLemosţ enLãoţ àquela cena do passadoţ e conLlnuemos a anallsáŴlaŦ Lm
ueuLeronômloţ caplLulo 6ţ enconLramos quaLro perlaos araves que nos afeLam ho[e Lambemţ
apesar de Lerem suas ralzes num evenLo que se passou há mulLos seculosŦ
Lembremos que os lsraellLas se enconLram no llmlar da Lerra de CanaãŦ LsLão presLes a enLrar numa
realão que lrá apresenLar mulLos desaflos ao compromlsso que flzeram com ueusŦ Molses esLá
preocupado não apenas com o bem delesţ mas Lambem com o que lrá aconLecer aos fllhos deles
depols que eleţ Molsesţ se forţ e o povo enLrar na Lerra promeLldaŦ Lle não lrla enLrar com elesţ e
por lsso suas palavras aanham arande pesoŦ

ºLS1LSţ polsţ são os mandamenLosţ os esLaLuLos e os [ulzos que mandou o SLnPC8 vosso ueus para
enslnarŴvosţ para que os cumprlssels na Lerra a que passals a possulrŤ Þara que Lemas ao SLnPC8
Leu ueusţ e auardes Lodos os seus esLaLuLos e mandamenLosţ que eu Le ordenoţ Luţ e Leu fllhoţ e o
fllho de Leu fllhoţ Lodos os dlas da Lua vldaţ e que Leus dlas se[am prolonaadosŦ Cuveţ polsţ ó lsraelţ
e aLenLa em os auardaresţ para que bem Le sucedaţ e mulLo Le mulLlpllquesţ como Le dlsse o
SLnPC8 ueus de Leus palsţ na Lerra que mana lelLe e melŦ Cuveţ lsraelţ o SLnPC8 nosso ueus e o
unlco SLnPC8Ŧ Amarásţ polsţ o SLnPC8 Leu ueus de Lodo o Leu coracãoţ e de Loda a Lua almaţ e de
Lodas as Luas forcasŦ" (uL 6Ŧ1Ŵ3)

Þercebeu Loda a emocão dele? Lle esLá como que derramando a alma peranLe elesŦ Sabendo que
não esLarla com eles quando lnvadlssem a Lerra de Canaã e a possulssemţ ele lhes fala da
necessldade de amarem a ueus com Lodo ardorŦŦŦ de ouvlrem sua vozŦŦŦ de obedecerem a seus
mandamenLosŦŦŦ de servlremŴno de Lodo o coracãoţ alma e forcaŦ L aqul esLá o prlmelro perlaoŦ

1Ŧ 1er mals amor pelo dlrlaenLe do que por ueusŦ Cbserve como Molses procurou desvlar a aLencão
deles de seu llderţ e dlrlalŴla para ueusŦ C faLo e queţ para a reallzacão do ºpro[eLo Canaã"ţ Molses
era LoLalmenLe dlspensávelŦ não me enLendam malŦ Lle fol de exLrema lmporLâncla para conduzlŴ
los do ÞonLo A (LalLo)ţ aLe o ÞonLo 8 (enLrada de Canaã)Ŧ Mas sua lmporLâncla esLava dlmlnulndoŦ
uenLro de mals alauns dlasţ lrla desaparecer para sempre da presenca delesŦ Mas ueus esLarla com
eles para amparáŴlosŦ Lle nunca os delxarlaŦ
laz alauns anosţ ll uma frase que flcou aravada em mlnha memórlaŦ não me lembro onde folţ mas
as palavras se flxaram em mlnha menLe para sempreŦ ºCuando morre um homem de ueusţ não
morre nenhuma parLe de ueusŦ" não Lemos duvlda de que alauns homens são poderosamenLe
usados por ueus para moldarem a vlda do povo deleŦ Cnde esLarlamosţ se não fossem aqueles
arandes servos de ueus que nos desaflaram e nos esLlmularam na fe? Mas não exlsLe nenhum llder
que se[a lndlspensável ao plano aeral de ueusţ por malores que se[am seu fervorţ seus LalenLosţ seu
exemploŦ Só ueus e lndlspensávelŦ L se nosso amor pelo llder for malor que nosso amor e lealdade
para o Senhorţ esLamos nos enaanando e nos expondo a uma arande e amaraa decepcãoŦ
Alem dlssoţ se o llder se Lornar o cenLro das aLencões e do afeLo do povoţ lsso frusLra o plano dlvlno
de que os membros se[am mals cheaados uns aos ouLros e se forLalecam nessa unlãoŦ
volLando ao exemplo do fuLebolţ o que favorece uma Lemporada vlLorlosa e elevado moral do
arupo e [usLamenLe a menLalldade de Lrabalho de equlpeŦ L aLe mesmo os Llmes que possuem em
seu planLel arandes asLros do esporLe por vezes aflrmam queţ embora apreclem e admlrem o
LalenLo lndlvldualţ monLam a equlpe comblnando várlos LalenLosť não fazem seu Lrabalho baseados
na aLuacão de uma pessoa sóŦ
L os crenLes que dese[am culLlvar um relaclonamenLo profundoţ duradouro e slanlflcaLlvo com
ouLros preclsarão manLer flrme essa perspecLlvaţ mesmo que lsso lmpllque em mulLo esforcoŦ
Se os hebreus Llvessem perdldo de vlsLa o seu alvoţ !osue não Lerla podldo conLlnuar com a marcha
depols que Molses se folŦ Molsesţ que era um dlrlaenLeŴservoţ esLava consLanLemenLe conduzlndo a
aLencão do povo para ueusţ afasLandoŴa de sl mesmoţ e asslm aalndo faclllLou demals a Larefa de
!osueŦ
Lsse perlao de se exalLar o llderţ colocandoŴo aclma de ueusţ e um obsLáculo ao processo de
unlflcacão do arupoţ pols Lende a dar mulLa ônfase à poslcão e araduacão de auLorldade Lerrenaţ
valorlzando lsso mals do que a unldade que Lodos possulmos em !esus CrlsLoţ nosso SalvadorŦ L o
senhorlo dele a araamassa que nos llaa uns os ouLrosţ formando um Lodo unlflcadoţ e aLrlbulndo a
Lodos o mesmo papel Ŷ o de ovelhas que perLencem a esse ÞasLorŦ Mas quando o llder ocupa
aberLamenLe uma poslcão de proemlnônclaţ o arupo se Lorna desunldoţ em vez de unldoţ e loao se
levanLam barrelras e colocamŴse máscarasŦ
Mas Molsesţ com seus lncomuns e maalsLrals aesLos de humlldadeţ orlenLou o povo para que se
devoLassem unlcamenLe ao Senhor seu ueusŦ lsso nos leva ao perlao de numero 2Ŧ

2Ŧ llxar os olhos num |nteresse ma|s |med|ato em vez de volLáŴlo para nosso ob[et|vo supremoŦ
ve[amos o sáblo conselho de MolsesŦ

ºL esLas palavrasţ que ho[e Le ordenoţ esLarão no Leu coracãoŤ L as enslnarás a Leus fllhos e delas
falarás assenLado em Lua casaţ e andando pelo camlnhoţ e delLandoŴLe e levanLandoŴLeŦ 1ambem as
aLarás por slnal na Lua mãoţ e Le serão por fronLals enLre os Leus olhosŦ L as escreverás nos umbrals
de Lua casaţ e nas Luas porLasŦ" (uL 6Ŧ6Ŵ9)

LsLá claro queţ para o fuLuroţ eles não lrlam senLarŴseţ relaxar e ºdelxar o barco correr"Ŧ nada dlssoŦ
Þode aLe ser que esLe[amos por demals famlllarlzados com esses versosŦ C faLo e que nas
enLrellnhas enconLramos dlllaônclaţ mulLo Lrabalhoţ uma vlda famlllar sólldaţ e uma
lnLercomunlcacão franca e mulLo naLuralŦ Se essas colsas não Llvessem ocupado uma poslcão
prlorlLárla para aquele povoţ eles não Lerlam sobrevlvldoŦ Mas preclsavam levar uma vlda de
lnLeresse e doacão muLuosţ sempre relembrando uns aos ouLros os faLores que os manLlnham
unldos e que os forLalecerlam pelos anos vlndourosŦ Se flzermos um esLudo culdadosoţ veremos
que não passarlam a aalr asslmţ auLomaLlcamenLeţ depols que enLrassem na Lerra de CanaãŦ Loao
que se acomodassemţ deverlam enslnar essa douLrlnaţ falar delaţ escrevôŴlaţ aLáŴla à mãoŦ
Serla mulLo mals fácll dar Loda a aLencão às suas necessldades mals lmedlaLas e às provldônclas
para Lornarem a Lerra mals conforLávelţ em vez de aLenLarem para esse ob[eLlvo supremoŦŦŦ
prlnclpalmenLe por esLarem cansados da [ornada no deserLoŦ Mas ueus sabla das colsasŦ Se eles
não comecassem da manelra correLaţ e bem provável que não conseaulssem manLer aquela
ldenLldade dlsLlnLaŦ L mulLo fácll perder de vlsLa um ob[eLlvoŦ !á observou que não e de repenLe
que se perde de vlsLa um ob[eLlvo? Lle val sendo mlnadoŦ ve[amos um faLo aconLecldoţ narrado por
um homem do Sulţ que llusLra mulLo bem como essas colsas aconLecemŦ

ºPá mulLos anosţ quando eu morava em ALlanLaţ enconLrel no seLor de resLauranLes das ºpáalnas
amarelas"ţ um luaar que Llnha o nome de ºLanchoneLe lare[a de ueus"Ŧ Lra um nome basLanLe
slnaularţ que desperLou mlnha curlosldadeŦ Llauel para láŦ C Lelefone fol aLendldo por u homem de
voz [ovlalŦ
Ŵ Alô! LanchoneLe lare[a de ueus!
ÞeraunLelŴlhe por que o resLauranLe Llnha um nome Lão lncomumţ ao que ele respondeuť
Ŵ 8omţ Llnhamos uma lare[lnha aqulţ e um dlaţ para a[udar nas despesasţ comecamos a servlr
almoco após os culLos de domlnaoŦ ual as pessoas aosLaram LanLo de nosso franao assadoţ que
aanhamos mulLo dlnhelroţ e evenLualmenLe dlmlnulmos as aLlvldades da lare[aŦ uepols de alaum
Lempoţ resolvemos fechar a lare[a de vezţ mas conLlnuamos servlndo nosso franao assadoŦ L
manLlvemos o mesmo nome que Llnhamos desde o lnlcloţ que era LanchoneLe lare[a de ueusŦ º

LnquanLo vocô esLá rlndo desse faLo verldlcoţ delxeŴme peraunLarŴlhe uma colsať qual e seu
ob[eLlvo pessoal? L qual o ob[eLlvo de sua famllla? Alnda esLão volLados para o alvo cerLo? L
posslvel queţ em melo à correrla dos dlas aLualsţ vocô Lenha comecado a fazer concessões e Lenha
modlflcado um pouco seu rumoţ por quesLões de comunldadeŦ Lra Lão fácll e naLural aalr asslmŦ
Aquela lare[aţ por exemploţ Llnha sldo lmplanLada naquele balrro com um alvo raro Ŷ ser sal e
lrradlar luz para a comunldadeŦ Mas aaora dlsLrlbul mlsLoŴquenLeţ hamburauerţ baLaLa frlLa e CocaŴ
ColaŦ C sal que ela possulţ esLá num salelro de vldroţ no balcãoŦ Sua luz e uma placa em aás neonŦ
a sua |gre[a? Crlada para ser um farolţ um porLo de esperanca e refualoţ será que esLá aLlnalndo
esse ob[eLlvo? Será que pessoas abaLldas esLão podendo senLlrŴse mals Lranqullas nela? Lla esLá
acolhendo os sofrldos e quebranLados? Paverá nela espaco para os que fracassaramŤ para os que
perderamţ em vez de aanharŤ para aqueles que não Lôm nada? Pá all um profundo lnLeresse em
salr e a[udar as pessoas sofrldas a enconLrarem a cura lnLerlor e o esLlmulo para prosseaulr? no
caplLulo 8ţ volLaremos a esse assunLoţ onde Leremos mulLo mals a dlzerŦ Mas aqul eu querla apenas
chamar a aLencão do lelLor para esse per|go de d|r|g|rmos nossos |nteresses para as necess|dades
ma|s |med|atasţ em vez de nos devotarmos ao ob[et|vo supremoŦ
ConLlnuando a ler o caplLulo 6 de ueuLeronômloţ enconLramos o seaulnLeť

ºCuandoţ polsţ o SLnPC8 Leu ueus Le lnLroduzlr na Lerra que [urou a Leus palsţ Abraãoţ lsaque e
!acóţ que Le darlaţ com arandes e boas cldadesţ que Lu não edlflcasLeţ e casas chelas de Lodo o bemţ
que Lu não enchesLeţ e pocos cavadosţ que Lu não cavasLeţ vlnhas e ollvalsţ que Lu não planLasLeţ e
comeresţ e Le farLaresţ auardaŴLeţ que não Le esquecas do SLnPC8ţ que Le Llrou da Lerra do LalLoţ
da casa da servldãoŦ C SLnPC8 Leu ueus Lemerás e a ele servlrásţ e pelo seu nome [urarásŦ não
seaulrels ouLros deusesţ os deuses dos povos que houver ao redor de vósŦ" (uL 6Ŧ10Ŵ14)

AnLes de anallsarmos mals deLalhadamenLe esse Lrecho das LscrlLurasţ com sua lmporLanLe serle de
adverLônclasţ ve[amos o Lercelro perlaoţ que e revelado nesse LexLoŦ

3Ŧ Achar que Lamanho e slnônlmo de forcaŦ All esLava um lmenso arupo de pessoasţ enLre um e dols
mllhões de lndlvlduosŦ Lţ no enLanLoţ Molses os adverLe de perlaosŦ #uardaŴte!" lmaalnemos a
cenaŦ llnalmenLe cheaaram à Lerra promeLldaŦ Sua fuLura páLrla esLava allţ à espera Ŷ campos
ferLelsţ áaua em abundânclaţ árvores fruLlferas e vlnhedosţ casas para morarem (asslm que os
cananeus fossem desalo[ados)ţ e aLe cldades lnLelras pronLas para o povoŦ 1udo lsso serla
praLlcamenLe deposlLado no colo delesŦ
verso 10ť ºŦŦŦ cldadesţ que Lu não edlflcasLeŦ"
verso 11ť ºŦŦŦ casas chelas de Ludo o que e bomţ casas que não enchesLeŤ e pocos aberLosţ que não
abrlsLeŤ vlnhals e ollvals que não planLasLeŦ"
verso 12ť ºCuardaŴLeţ para que não esquecas o SenhorŦ"
Lmbora fossem um povo numerosoţ e esLlvessem presLes a ocupar cldades [á pronLasţ balrros com
Lodos os conforLos do larţ nenhuma dessas colsas era aaranLla de forcaŦ L depolsţ quando ueus deu
a !osue sua orlenLacãoţ anLes da lnvasão (o relaLo compleLo se acha em !osue 1Ŧ1Ŵ9)ţ ele dlz ao
comandanLeŴemŴchefe Lrôs vezesť ºSô forLe e cora[oso" (vŦ6ţ7 e 9)Ŧ Lm ouLras palavrasţ a forca deles
não esLava na quanLldade de aenLeţ nem nas possesŤ somenLe o Senhor podla LornáŴlos forLesŦ Se
se Lornassem presuncosos e oraulhososţ a fraqueza lrla corroer a nacão como ácldoŦ Se
absorvessem a culLura cananlLaţ se perdessem seu caráLer dlsLlnLlvo no pânLano dos casamenLos
com aenLlosţ na ldolaLrla e em ouLras formas de lnfldelldade esplrlLualţ esLarlam acabadosŦ
Þols essa mensaaem e basLanLe oporLuna para Lodos nósţ que vlvemos numa socledade que se
lmpresslona mulLo com quanLldadeŦ Serlamos mulLo Lolos se pensássemos que uma famllla com
mulLos fllhos se[a forLe pelo numero de fllhosŤ que uma cldade arande se[a forLeţ slmplesmenLe por
seu LamanhoŤ ou que uma companhla se[a forLe porque Lem arandes predlos e numerosos
empreaadosŦ C faLo e que Lamanho e forca não são slnônlmosŦ
L o que se apllca a uma famlllaţ uma cldade ou uma empresa pode ser laualmenLe apllcado a uma
lare[aŦ não esLou querendo dlzer que uma lare[a arande não possa ser forLeŦ LsLou aflrmando queţ
só porque e arande lsso não quer dlzer que se[a auLomaLlcamenLe forLeŦ A forca da lare[a decorre
mals de ela ser unldaţ lnLeressadaţ sem máscarasţ de os membro auxlllaremŴse uns aos ouLrosţ do
que do faLo de ser numerosaŦ Aqul esLão dols exemplos do que quero dlzer com lssoŦ São reLlrados
do Llvro 1he lrlendshlp lacLor (C laLor Amlzade)ţ de Alan McClnnlsŦ

ºLle era o malor mlsLerlo do mundo Ŷ furLlvoţ recluso e Lão enlamáLlco queţ duranLe mals de 13
anosţ não se sabla se esLava vlvo ou morLoţ e mulLo menos como ele aalaţ e como esLava sua
aparônclaŦ Poward Puahes era um dos homens mals rlcos do mundoţ que Llnha nas mãos o desLlno
de mllhares de pessoas Ŷ Lalvez aLe de aovernosŦ Lţ no enLanLoţ levava uma vlda sem alearlaţ sem
brllhoţ a vlda de um semlŴloucoŦ nos ulLlmos anos de sua exlsLônclaţ vlvla fualndo de um hoLel de
luxo para ouLro Ŷ Las veaasţ nlcaráauaţ Acapulco Ŷ e sua aparôncla flslca la flcando mals e mals
esLranhaŦ A barba desarenhada cheaava à clnLuraţ e o cabelo lonao dava no melo das cosLasŦ As
unhas [á Llnham clnco cenLlmeLros de comprlmenLoţ e as dos dedos dos pesţ que não eram
corLadas havla mulLo Lempoţ pareclam sacaŴrolhasŦ lora casado duranLe 13 anos com !ean ÞeLersţ
uma das mals belas mulheres do mundoŦ Masţ nesse Lempo Lodoţ os dols não foram vlsLos [unLos
em publlco nem uma vezŤ e não há nenhum realsLro de que Lenham sldo foLoarafados [unLos
LampoucoŦ SabeŴse que vlveram em resldônclas separadas no PoLel 8everlv Pllls (paaando uma
dlárla de $173 dólares cada)Ŧ Mals Lardeţ ela morou sozlnha numa opulenLa mansão de esLllo
francôsţ num morro em 8el Alrţ forLemenLe vlaladaţ e vez por ouLra fazla vlaaens secreLas a Las
veaasţ para enconLrarŴse com PuahesŤ mas essas vlaaens foramŴse Lornando cada vez mals
espacadasŦ ulvorclaramŴse em 170Ŧ
Ŵ ALe onde selţ dlsse cerLa vez uma pessoa que o conhecla bemţ Puahes nunca amou mulher
nenhumaŦ Þara eleţ as mulheres só slanlflcavam sexoţ ou uma boa secreLárlaţ ou uma forma de
aanhar mulLo dlnhelroŦ
uma colsa que Puahes dlzla mulLas vezes erať
Ŵ 1odo homem Lem seu precoţ senão não exlsLlrlam su[elLos como euŦ
Lţ no enLanLoţ não houve dlnhelro no mundo que lhe comprasse a afelcão dos que com ele se
assoclaramŦ A malorla dos seus empreaadosţ dos que se pronunclaram sobre eleţ expressa o
desprezo que Llnha por eleŦ
Þor que Puahes era Lão sollLárlo e vlvla Lão lsolado? Þor queţ sendo uma pessoa de recursos
flnancelros quase lllmlLadosţ com cenLenas de pessoas a seu servlco e lnumeras mulheres bonlLas
às suas ordensţ Puahes não era amado?
SlmplesmenLe porque ele preferlu asslmŦ
ulz um velho dlLado que ueus nos dá colsas para usarmos e pessoas para apreclarmosŦ Puahes
nunca aprendeu a apreclar as pessoasŤ esLava mulLo preocupado em usáŴlasŦ Seus prlnclpals
lnLeresses eram máqulnasţ aparelhosţ Lecnoloalaţ avlões e dlnhelro Ŷ e esLes lnLeresses são Lão
absorvenLes que excluem Lodo Llpo de relaclonamenLo com ouLrosŦ"

ºno prlmelro semesLre de 1887ţ cheaou a 1uscumblaţ Alabamaţ uma [ovem de 20 anosţ que lrla
LenLar leclonar para uma crlanca ceaa e surdaŦ C nome da professora era Anne Sulllvanţ e o da
aluna era Pelen kellerŦ As duas lrlam manLer uma das mals admlrávels amlzades desse seculoŦ Aos 7
anos de ldadeţ Pelen era como um anlmalzlnho selvaaemţ que emlLla sons lnlnLellalvelsŦ Cuando
Llnha acessos de furlaţ peaava praLos na mesa e os aLlrava no chãoţ e depols Lambem se [oaava no
assoalhoŦ várlas pessoas [á havlam dlLo à SraŦkeller que a fllha dela era reLardadaŦ
L Anne Lrabalhou várlas semanasţ escrevendo palavras na mão de Pelenţ mas sem conseaulr aLlnalr
o consclenLe delaŦ LnLãoţ no dla 3 de abrllţ aconLeceu um faLo maravllhosoŦ L aqul esLão as
recordacões que Pelen Lem daquele dlaţ realsLradas mals de sessenLa anos depolsť

'lol [unLo da clsLernaŦ Lu esLava seaurando uma caneca sob a LornelraŦ Annle aclonava a bomba e
quando a áaua [orrou sobre mlnha mãe ela se pôs a escrever as leLras da palavra na ouLra mãoţ
com a ponLa de seu dedoŦ ue repenLe compreendl LudoŦ lnundada de sublLa alearlaţ a prlmelra que
senLla desde que flcara doenLeţ aaarrel depressa a mão de Annleţ que sempre esLava ao meu
alcanceţ e comecel a pedlr mals palavras para ldenLlflcar ouLros ob[eLosŦ L asslm cenLelhas de
compreensão passavam da mão dela para a mlnhaţ eţ mllaarosamenLeţ nasceu a afelcão enLre nósŦ
L quando salmos dallţ eramos duas pessoas andando nas nuvensţ chamando uma à ouLra de Pelen
e ÞrofessoraŦ'

Anne Sulllvan reconheceu que Pelen era uma crlanca prodlaloţ com lllmlLadas posslbllldades de
pensar e senLlrŦ não havla duvlda de qual das duas possula Cl mals elevadoŦ Aos 10 anos de ldadeţ
Pelen escrevla para pessoas famosas da Luropaţ em francôsŦ 8apldamenLe ela conseaulu domlnar
clnco llnauasţ e revelava possulr LalenLos que a professora nunca possulraŦ Mas lsso mudarla a
devocão de Anne Sulllvan? ALe onde sabemosţ nunca mudouŦ Lla se conLenLava em ser a amlaa e
lncenLlvadora de Pelenţ levandoŴa a ser aclamada por rels e presldenLesţ e culLlvar sua próprla
personalldadeţ Lão slnaularŦ Lm sumaţ ela deu à amlaa espaco para crescerŦ"

L aqul cheaamos ao quarLo perlao conLra o qual preclsamos esLar prevenldosŦ

4Ŧ vlver sempre nos reflexos da alórla do passadoţ em vez de se colocar no brllho dos desaflos do
fuLuroŦ ve[amos novamenLe a Þalavra de ueus para !osueť

ºnão Lo mandel eu? LsforcaŴLeţ e Lem bom ânlmoŤ não Lemasţ nem Le espanLesŤ porque o SLnPC8
Leu ueus e conLlaoţ por onde quer que andaresŦ" (!s 1Ŧ9)

Al esLá ouLra vez Ŷ a forca e a coraaem vôm do SenhorŦ Þols o arande llder vlrouŴse para os hebreus
e dlsseť

ºÞassal pelo melo do arralal e ordenal ao povoţ dlzendoť ÞrovedeŴvos de comldaţ porque denLro de
Lrôs dlas passarels esLe !ordãoţ para que enLrels a possulr a Lerra que vos dá o SLnPC8 vosso ueusţ
para a possulrdesŦ" (!s 1Ŧ11)

A ordem era para que marchassem em frenLeţ que buscassem novos horlzonLesŦ uevlam encarar o
fuLuro com renovada deLermlnacãoţ sem flcar vlvendo nos reflexos do brllho do passadoŦ LnLão a
palavra de ordem não era que se acomodassem e flcassem a vaauear por allţ recordando os
arandes evenLos como o ôxodo e a Lravessla do Mar vermelhoŦ 1ambem não era que flcassem all a
erauer monumenLos ou a consLrulr sanLuárlos para homenaaear passado Lão llusLreŦ nãoŤ era hora
de arreaacar as manaas e assumlr o desaflo de conqulsLar a Lerra de CanaãŦ
!á conheceu alaum arupo crlsLão que adoLou uma menLalldade de esLaanacão quanLo ao que [á
alcancaram? vocô sabeţ aquela aLlLude de ºconqulsLar e manLer"ţ em vez de parLlr para novas
conqulsLasŦ nos melos esporLlvos chamaŴse a lsso ºvlver das alórlas passadas"Ť e alauns Lecnlcos
que conheco dlrlam que se LraLa de uma LáLlca morLalŦ L esLá claro que o mesmo aconLece com a
lare[aŦ não conheco nenhuma lare[a ou oraanlzacão crlsLãţ aqul ou no exLerlorţ queţ Lendo decldldo
manLer as colsas no mesmo rlLmoţ preservasse por mulLo Lempo o mesmo vlaorţ vlLalldade e
capacldade crlaLlvaŦ L o mesmo aconLece a nósţ como lndlvlduosŦ Cu avancamos ou reLrocedemosŤ
mas nunca permanecemos esLáLlcosţ prlnclpalmenLe se esperamos permanecer em dla com nossa
epocaţ e se esLlvermos deLermlnados a Ler relaclonamenLos francos e amlzades forLesŦ

SCLluÄC Ŷ MLSMC LM º1PL PCMLS1LAu"

nesse caplLuloţ anallsamos dlversos lnaredlenLes essenclals para que um relaclonamenLo
slanlflcaLlvo crle ralzesţ desenvolvaŴse e florescaŦ Abordamos Lambem alauns perlaos que se
escondem nas sombras Ŷ perlaos que podem slanlflcar a morLe de relaclonamenLos mals cheaadosţ
responsávels pelo forLaleclmenLo da unlãoŦ
L para llusLrar o faLo de como nosso lnlmlao e eflclenLe nessa esLraLeala de nos manLer lsolados e
dlsLanLesţ vamos volLar a º1he PomesLead"ţ aquele maravllhoso hoLelŴfazendaţ da vlralnlaŦ All esLá
mals de 30 pessoasţ Lodas responsávelsţ lnfluenLes e culLasŤ esLadlsLas crenLesţ envolvldos em
declsões vlLals em nossa caplLalŦ São pessoas dlrelLasţ cldadãos respelLávelsţ homens de famlllaţ que
nlnauem pode delxar de admlrarŦ São pessoas que acredlLam em nosso palsţ e esLão dlsposLas a
luLar para defender ldela báslcas Lals como decônclaţ lnLearldadeţ paLrloLlsmo e reLldãoŦ MulLos
desses homens parLlclpam há várlos anos das arenas mlllLar e pollLlca do palsŦ Lm Lodo o arupo não
há nenhum novaLoŦ
Sabe qual fol o problema de que mals se quelxavam para mlm? não fol a crlLlca do publlcoţ nem as
pressões e confllLos de personalldade com seus coleaasţ nem a derroLa por pequena maraem de
voLos de um pro[eLo no qual acredlLavam e pelo qual luLavamŦ L não fol Lambem os melos de
comunlcacãoţ embora esses elemenLos às vezes possam ser lmplacávelsŦ
lol o lsolamenLo pessoalŦ Alauns foram mals alem e denomlnaram de solldão o que senLlamŦ L o
mals lnLeressanLe e que pode parecer que eles esLão sempre envolvldos com mulLas pessoasŦ L
realmenLe esLãoŦ um dla de Lrabalho de 14 a 16 horas não e lncomum para elesŦ LsLão sempre
empenhados em reunlões de comlLôsţ em palesLras para o publlcoţ ou audlônclas do conaressoţ
enLrevlsLas com a lmprensaŦ não há duvlda sobre lssoŤ aLarefados eles sempre esLãoŦ Lsses
servldores publlcos Lôm mulLo pouco Lempo para sl mesmosŦ Mas será que Lôm amlzades
profundas e reals? Será que Lôm casals de amlaosţ com os quals possam passar alaumas horasţ
desabafarţ allvlar as Lensõesţ parLlclpar da vlda uns dos ouLros? nãoŦ Sem excecõesţ Lodos que
conversaram comlao a sósţ confessaram que não aozavam dessas experlônclasŦ
Cuvl várlas vezes as palavras ºsuperflclal"ţ ºfráall"ţ ºsem profundldade"ţ e ºformal"ţ ao
descreverem com Loda slncerldade o relaclonamenLo que Llnham com ouLrosŦ L as esposas desses
homens publlcos aflrmaramţ duranLe aquele nosso reLlroţ que levavam uma vlda ulLra fechadaţ
sempre resauardadaŦ Lţ em alauns casosţ lsso Lem pre[udlcado os fllhosŦ L mulLo dlflcll uma famllla
desabrochar quando conflnada a comparLlmenLos fechadosŦ
uma nolLeţ ao [anLarţ quando conversava com um conhecldo membro do CablneLe e com sua
esposaţ aLrevlŴme a fazer uma peraunLa dlreLaţ denLro desse assunLoŦ AproxlmelŴme desse
esLadlsLa e lndaauelť
Ŵ ulaaŴme uma colsaţ com Loda slncerldadeţ o senhor Lem amlaos lnLlmos? 1em uma pessoa ou um
casal com o qual se senLe LoLalmenLe à vonLadeţ e na presenca de quem pode ser LoLalmenLe
franco e sem máscaras?
Ao que ele respondeu pronLamenLeŦ
Ŵ nãoţ Chuckţ não Lemos nenhum amlao cheaadoŦ
L depolsţ aponLando o lndlcador para mlmţ com o poleaar mosLrou cerca e melo cenLlmeLroţ e
acrescenLouť
Ŵ 1odos os relaclonamenLos que Lemos com as pessoas não Lôm lsso aqul de profundldadeŦ
Clhel para a esposa deleţ com uma expressão como de quem peraunLať lsso e verdade mesmo? L
sem heslLar ela fez que slmŦ
Ŵ Lle não esLá exaaerandoŦ não Lemos nenhum amlao lnLlmoŦ
LnLão eu lhes dlsse que Lalvez seu caso não fosse mulLo raroţ pelo menos não em WashlnaLonţ
caplLalŦ uepols menclonel que esLava escrevendo esLe llvroŦ Lles sorrlramţ aprovandoţ com se
qulsessem dlzerť ºCLlmo! As pessoas esLão mesmo preclsando de mulLa orlenLacão nesse senLldoŦ"
Cuem Lerla lmaalnado uma colsa dessas?
Cuando me recordo dlssoţ acho basLanLe lrônlco o faLo de que Lodos aqueles crenLes Lão capazesţ
ocupando caraos publlcos Lão elevadosţ Llvessem confessado sua solldão exaLamenLe num luaar
chamado º1he PomesLead"

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O Þasse alauns mlnuLos conversando sobre os Lrôs lnaredlenLes essenclals para se desenvolver
um relaclonamenLo mals cheaado com ouLras pessoasť
Ŵ reconhecer que preclsamos uns dos ouLrosŤ
Ŵ culLlvar relaclonamenLos mals profundosŤ
Ŵ buscar deLermlnanLemenLe a lnLearacãoŦ
O uesses Lrôsţ qual vocô consldera mals dlflcll? Þor quô?
O Lela l Co 12Ŧ14Ŵ21 em voz alLaŦ Converse sobre a lmporLâncla desses verslculosŦ
O uma das ameacas a um relaclonamenLo mals cheaado enLre as pessoas e a que dlz respelLo
à poslcão do llderţ quando esLe e colocado quase aclma de ueusŦ C que os llderes podem
fazer para lncenLlvar mals a lnLearacãoţ ao lnves de frusLráŴla?
O LsLudando ueuLeronômlo caplLulo 6ţ descobrlmos que e fácll perder de vlsLa o nosso
ob[eLlvoŦ laca uma pausa e anallse os ob[eLlvos do arupoŦ Lscreva uns dols ou Lrôs deles (no
máxlmo quaLro) sobre os quals Lodos esLe[am de acordoŦ 8ecordeŴos perlodlcamenLeţ para
não se esquecer desses alvosŦ
O 1alvez alauns de nós se[am afolLos em lronlzarť ºÞor que será que um homem publlco leva
uma vlda Lão lsolada?" na realldadeţ Lodos nós levamosŦ C que vocô esLá fazendo para
lmpedlr que lsso aconLeca com vocô? Se alauem o olhasse cara a cara e lhe peraunLasseť
ºvocô Lem um relaclonamenLo realmenLe slanlflcaLlvo com alauem?" o que vocô
responderla?
O Cre pelas pessoas que esLão a servlco do palsţ em caraos de alLa responsabllldadeŦ Þeca a
ueus que as a[ude a Ler amlzades mals profundasŦ Se conhece alauns desses llderesţ clLeŴos
pelo nome em sua oracãoŦ

CAÞl1uLC CuA18C
CÞL8AÇÄC ln1LC8AÇÄC

um bom relaclonamenLo não nasce da nolLe para o dlaţ auLomaLlcamenLeŦ Þara que se forme e
preclso Lempoţ eneralaţ e Lambem e necessárlo culLlváŴloŦ
A prlmelra vez que enxerauel claramenLe que nosso relaclonamenLo com as pessoasţ de um modo
aeralţ e basLanLe superflclalţ fol por ocaslão de mlnha formaLura no semlnárloţ e eu [á esLava na
fllaţcom a beca e o capeloţ [unLamenLe com os coleaasŦ All esLávamos nósţ um arupo de [ovens que
havlam compleLado quaLro anos de um curso dlflcll e puxadoŦ Lmbora cansados e anslosos para
comecar loao a vlda proflsslonalţ a malor parLe esLava senLlndo uma cerLa nosLalala pela separacãoŦ
nunca mals nos enconLrarlamosŦ uenLro de alaumas horasţ esLarlamos afasLados uns dos ouLros
por mulLos qullômeLros de dlsLânclaţ eţ em alauns casosţ em ouLros conLlnenLesŦ
1alvez Lenha sldo por lsso que o rapaz que se achava aLrás de mlm na flla Lenha esLendldo o braco e
Locado o ombro do que esLava à mlnha frenLeţ e lhe Lenha peraunLado melo sem aracať
Ŵ Como e mesmo seu nome Lodo?
nossa Lurma não era Lão arande asslmţ menos de 70 alunosŦ 1lnhamos vlvldo quaLro anos
consecuLlvos de aulas (e em alaumas das dlsclpllnas o arupo era pequeno)ţ culLos na capela (onde
nos senLávamos em ordem alfabeLlca)ţ aLlvldades esporLlvasţ plquenlquesţ [anLares e Lrabalhos
evanaellcosŦ nosso malor conLaLo uns com os ouLros era no próprlo semlnárloţ que ocupava uma
área do Lamanho de uma quadraŦ L mulLos moravam em alo[amenLos na próprla escolaţ pelo
menos parLe do LempoŦ L mesmo asslm um aluno não sabla o nome compleLo de ouLro que sempre
se senLara duas cadelras adlanLe deleţ duranLe quaLro anosŦ 8econheco que lsso parece lncrlvelţ
mas realmenLe aconLeceŦ
um amlao meuţ que Lambem e um conhecldo pslcóloaoţ o urŦ !ames uobsonţ narra um faLo
semelhanLe a esseţ só que mulLo mals LráalcoŦ CerLa vez ele esLava fazendo palesLras num
semlnárloţ onde dlscorrla sobre o senso do valor próprloŦ Sua prlnclpal araumenLacão era de queţ
só pelo faLo de uma pessoa esLar esLudando para Lrabalhar na obra crlsLã não slanlflcava que
Llvesse uma boa lmaaem próprlaŦ Allásţ alauns lndlvlduos possuem esse problema da lmaaem
próprla neaaLlva em proporcões malores do que podemos lmaalnarŦ

ºnão faz mulLo Lempo ful convldado a dar uma serle de palesLras para alunos e professores de um
semlnárloŦ Achel que serla bom falar àqueles fuLuros pasLores sobre o problema do senLlmenLo de
lnferlorldadeţ [á que posslvelmenLe esLarlam se defronLando com ele em seu Lrabalho nas lare[asŦ
na prlmelra palesLraţ narrel a hlsLórla de ºuannv"ţ um adolescenLe que Llnha um profundo
complexo de lnferlorldadeţ que o deprlmla demalsŦ Þor flmţ esse senLlmenLo LransformouŴse em
revolLaŦ Após a palesLra daquele dlaţ recebl um bllheLe anônlmo que dlzlať

'Caro SrŦ uobsonţ
Sou um desses ºuannvs" a quem o senhor se referlu ho[eŦ L horrlvel Ler um senLlmenLo dessesţ
pode acredlLarŦ 1enho esse problema há mulLo Lempoţ desde que me enLendo por aenLeŦ Lţ sou
aluno do semlnárloţ mas lsso não quer dlzer eu o problema não se[a serloŦ nesses anos Lodos Ŷ
prlnclpalmenLe nos ulLlmos clnco anos Ŷ Lenho Lldo esperancas de queţ de alauma formaţ esse
problema se[a superado Ŷ ou que acabeţ ou se[a resolvldo de alaum [elLoŦ Masţ para meu
desprazerţ percebo que esLá sempre presenLeŦ LnLão perco as esperancas de superáŴloŦ uese[o ser
um mlnlsLro do evanaelhoţ e slnLo que esLa e a vonLade de ueusŦ Mas ao mesmo Lempo esLou
sempre consclenLe de que esse problema e mulLo serlo e que ele me cercela demalsŦ CosLarla LanLo
de ser alLamenLe capaclLado para poder servlr melhor a ueus e aos ouLrosŦ CosLarla de poder
conversar com o senhor mesmo que fosse por alauns mlnuLosţ mas reconheco que seu Lempo deve
esLar Lodo LomadoŦ ue qualquer modoţ souŴlhe exLremamenLe araLo por Ler vlndo ao nosso
semlnárloŦ
SlnceramenLeţ
um semlnarlsLa afllLoŦ'

Como aquele [ovem não Llnha se ldenLlflcadoţ no dla seaulnLe ll a carLa peranLe os alunos e
professoresŦ MulLos dos LrezenLos alunos all presenLes se mosLraram basLanLe emoclonados pelas
palavras daquele mocoŦ Sem duvldaţ alauns deles luLavam com o mesmo problemaŦ Após a palesLra
daquela manhãţ o ºsemlnarlsLa afllLo" velo a mlm e se ldenLlflcouŦ LnLãoţ co láarlmas a lhe escorrer
pelo rosLoţ falouŴme do forLe senLlmenLo d lnferlorldade que carreaava desde crlancaŦ Mals Lardeţ
um membro do corpo admlnlsLraLlvo do colealo me dlsse que aquele era o ulLlmo rapaz da escola
que ele lmaalnarla Ler esse problemaŦ !á observel que esse senLlmenLo de lnferlorldadeţ mulLas
vezesţ e o searedo mals bem auardado de uma escolaŦ llca escondldo bem no fundo da alma do
lndlvlduoţ a corroôŴlo lnLerlormenLeŦ
naquele mesmo audlLórlo esLava um ouLro aluno que luLava com o mesmo problemaŦ Mas esLe não
escreveu carLaţ e não se ldenLlflcou de forma alaumaŦ Mas Lrôs semanas depolsţ ele se enforcou no
porão do predlo onde moravaŦ um de seus coleaas de quarLo me passou um lnLerurbano para me
lnformar a respelLo da LraaedlaŦ ÞrofundamenLe chocadoţ esse moco me conLou que elesţ os
coleaas do rapaz morLoţ esLavam Lão lnconsclenLes do problema que só deram pela falLa dele clnco
dlas depolsŦ"

na prlmelra vez que ll esse relaLoţ flquel boqulaberLo e quase solLel uma exclamacão em voz alLaŦ L
claro que o sulcldlo fol uma Lraaedla horrlvelţ mas pensar que os coleaas de quarLo do rapaz só
deram pela falLa dele clnco dlas depolsţ e lncrlvelŦ Se uma colsa dessas pode aconLecer numa escola
onde se supõe que os alunosţ Lodos crenLesţ Lenham um relaclonamenLo mulLo cheaado uns com
os ouLrosţ cerLamenLe pode aconLecer em nosso balrroţ nosso Lrabalhoţ nossa |gre[aŤ eţ e aLe em
nosso larŦ Lsse eţ enLre ouLrosţ o moLlvo que mals me lmpulslonou a escrever esLe llvroŦ C faLo e
queţ na epoca em que vlvemosţ de dlas aalLados e alLa Lecnoloalaţ as pessoas ao nosso redor
estãoŴse des|ntegrandoţ e n|nguóm se dá conta d|ssoŦ

uLllnlÇÄC uL ln1LC8AÇÄC

ÞorLanLoţ e de lmporLâncla vlLal que manLenhamos relaclonamenLos slnceros e profundos com
aqueles que nos cercamŦ 1emos que subsLlLulr nosso apressado e superflclal ºCl! Como val?" por
um lnLeresse aenulno pelos ouLrosŦ C Lermo chave al e lnLearacãoŦ Mas quem procurar a deflnlcão
desse Lermo num dlclonárlo não lrá aanhar nadaŦ Sel dlsso porque ful verlflcarŦ Cuer ver? um de
nossos prlnclpals dlclonárlos dlz o seaulnLeť

ºŦŦŦ a lncorporacão ou conversão de elemenLos nuLrlenLes em proLoplasmaţ queţ nos anlmalsţ se
seaue à dlaesLão e absorcão dos allmenLosţ e que nas planLas lmpllcam em foLosslnLese e absorcão
felLa pela ralzŦ"

nada dlssoŦ não e dlsso que esLou falandoŦ LsLamos falando de pessoas que vlvem em socledadeţ e
não de anlmals num campoţ nem das planLas de um [ardlmŦ Cuando empreao essa palavra nesLe
llvroţ reflroŴme ao aLo de pessoas que esLendem a mão e o coracão umas para as ouLrasŦ
L delxarŴme absorver pela vlda da famllla de ueus como parLlclpanLe (e não como especLador)ţ
relaclonandoŴme com os ouLrosţ Lrabalhando com os ouLrosţ culdando de pessoas que conheco e
amoŦ
Lssa e mlnha deflnlcão de lnLearacãoŦ 8elendo lssoţ ve[o nas enLrellnhas o seaulnLeť -ão ó um
processo automát|coŦ 1enho a responsab|||dade de cr|ar essa s|tuacãoŦ L vocô LambemŦ
Þor alauma razãoţ Lemos a ldela errônea de que essa lnLearacão comecará a exlsLlr sem mals nem
menosţ e Leremos um relaclonamenLo franco e profundo com as pessoasŦ L quem aosLa de dar asas
à lmaalnacão pode aLe supor queţ alaum dlaţ um lnvenLor LalenLoso poderá descobrlr um aparelho
eleLrônlco para soluclonar o problema de nossa Lendôncla para o lsolamenLoŦ Mas lsso não val
aconLecerŦ não espere que um dla sur[a um Llpo de vldeoaameţ ou de mlcrocompuLador ou de uma
calculadora manual que slrva para derrubar as barrelras de relaclonamenLo enLre favorecer
exaLamenLe o oposLoŦ Se alauem duvlda dlssoţ dô uma passada por essas casas de [oaos
eleLrônlcosŦ All nlnauem se relaclona com nlnauemŦ
!ohn nalsblLLţ em sua obra MeaaLrendsţ allás um llvro que faz o lelLor pensarţ crlLlca forLemenLe
uma Lendôncla moderna que ele denomlna ºo perlao de uma menLalldade Lecnolóalca"Ŧ

ºCuando calmos no erro de crerţ ou melhor dlzendoţ de dese[ar que a Lecnoloala resolva Lodos os
nossos problemasţ na verdade esLamos abdlcando de nossa responsabllldade lndlvldualţ com seu
elevado valorŦ nossas fanLaslas Lecnolóalcas llusLram bem lssoŦ LsLamos sempre querendo que
alauem descubra uma nova pllula máalca que nos permlLa comer Lodos os allmenLos aordurosos
que queremosţ sem enaordarŤ que nos permlLa usar mulLa aasollna e dleselţ sem polulr o arŤ vlver o
mals desrearadamenLe posslvelţ sem conLralr câncer ou doencas do coracãoŦ Þelo menos em nossa
menLeţ a Lecnoloala esLá sempre presLes a llberLarŴnos da dlsclpllna e responsabllldade pessoalsŦ Só
que lsso não aconLece e nunca aconLeceráŦ CuanLo mals aperfelcoada for a nossa Lecnoloalaţ mals
preclsaremos do Loque humanoŦ"

Cuando nossa lare[a resolveu levar a serlo essa quesLão de desenvolver a lnLearacão e
relaclonamenLos melhoresţ decldlmos Lambem nos esforcar para lsso ocorrer em nosso meloŦ Se
não fosse asslmţ acabarlamos nos Lornando um arupo de especLadoresţ a olhar os ouLros ºlá na
Lerra" fazendo LudoŦ Sendo o pasLor da lare[aţ compreendl que era necessárlo orlenLar o processo
do pulplLoŦ L fol o que flzţ aLraves de uma serle de mensaaens nos culLos de domlnao de manhãţ
que Llnham como LlLulo #e|ac|onamentos na Congregacão"Ŧ C LlLulo e um pouco fracoţ reconhecoţ
mas o faLo e que o conLeudo das mensaaens (doze ao Lodo) e a lmporLâncla do assunLo comecaram
a produzlr resulLados na lare[aŦ Cs crenLes passaram a perceber que o crlsLlanlsmo não e só passar
alauns momenLos all senLadoţ canLandoţ escuLando e depols lr emboraŤ e mals que lssoŦ As
oraanlzacões de [ovem e de adulLos se empenharam mals em descobrlr manelras de ºlnLearar"
aqueles que dese[avam um relaclonamenLo mals profundo e slanlflcaLlvoŦ Suralram mulLos arupos
de reunlões no melo da semanaţ como nunca anLesţ e renasceu enLre nós um conLaalanLe esplrlLo
de enLuslasmoŦ
A anLlaa menLalldade do ºsalvoţ sanLlflcado e aalvanlzado" não saLlsfazla malsŦ À med|da que
perm|t|amos que a Þa|avra de Deus fa|asse ao nosso coracãoţ repreendendoŴnosţ sent|moŴnos
desaf|ados a não sermos ma|s meros |nd|v|duos |so|adosţ sentados nos bancosţ #absorvendo" os
sermõesŦ Sem nunca preLender dlzer que não valorlzava um bom pulplLoţ passel a dar mals ônfase
ao faLo de que preclsávamos de que os ouLros aspecLos da lare[a Lambem fossem bons Ŷ bons
relaclonamenLosţ boa muslca bom louvorŦ C ponLo cenLral das mensaaens era o amor fraLernalţ o
envolvlmenLo nos problemas daqueles que nos cercamţ e a formacão de arupos menoresţ onde
pudessemos nos abrlr mals uns aos ouLrosŦ Lm ouLras palavrasţ preclsávamos colocar em acão
ouLras áreas de Lrabalho da lare[aţ alem do mlnlsLerlo de preaacãoŦ LsLávamos (e alnda esLamos)
mulLo empenhados em preaar as verdades blbllcas Ŷ Lalvez mals do que em qualquer ouLra epoca
da hlsLórla dessa lare[a Ŷ mas aaora nos achamos mals dese[osos de apllcar essas verdades à nossa
vldaŦ 1enho mulLa saLlsfacão em dlzer que Ludo esLá correndo maravllhosamenLe bemŦ

CCM ACl8AM CS PL88LuS

Mas basLa de experlônclas nossasŦ vamos enLrar no Lunel do Lempoţ e ver se lsso Lem base blbllcaŦ
1alvez se[a bom fazermos uma ráplda recordacão do que [á vlmosŦ
O Cs hebreus havlam saldo da Lerra em hablLavam no LalLoţ e ueusţ ao auláŴlosţ se mosLrara
flel a eles (embora Llvessem murmurado mulLas vezes)Ŧ
O L duranLe o Lra[eLo do LalLo para Canaãţ eles consLlLulam um arupo desunldoţ sem coesãoŦ
O Cuando os esplas volLaramţ depols de fazer o reconheclmenLo da Lerraţ mals uma vez
revelam sua desunlãoŦ Alauns dlsseramť ºvamos lá! nós venceremos!" Mas mulLos
dlscordaramť ºnãoŤ volLemos para o LalLoŦ"
O uepols dlsso flcaram vaaueando pelo deserLo quarenLa anosţ aLe que Loda a velha aeracão
morresseŦ L com a nova aeracãoţ velo um novo llderţ !osueŦ

L e aqul que reLomamos a hlsLórlaŦ

ºL SuCLuLu depols da morLe de Molsesţ servo do SLnPC8ţ que o SLnPC8 falou a !osueţ fllho de
numţ servo de Molsesţ dlzendoť Molsesţ meu servoţ e morLoŤ levanLaŴLe pols aaoraţ passa esLe
!ordãoţ Lu e Lodo esLe povoţ para a Lerra que eu dou aos fllhos de lsraelŦ 1odo o luaar que plsar a
planLa do vosso peţ voŴlo Lenho dadoţ como eu dlsse a MolsesŦ uesde o deserLo e do Llbanoţ aLe ao
arande rloţ o rlo LufraLesţ Loda a Lerra dos heLeusţ e aLe o arande mar para o poenLe do solţ será o
vosso LermoŦ nlnauem Le poderá reslsLlrţ Lodos os dlas da Lua vldaŤ como ful com Molsesţ asslm
serel conLlaoŤ não Le delxarel nem Le desampararelŦ" (!s 1Ŧ1Ŵ3)

lsso e o que chamo de reanlmarŦ Lssas palavras Lão edlflcanLes naLuralmenLe deverlam aerar neles
forLe moLlvacãoŦ Mas eles não preclsavam apenas de moLlvacãoŤ preclsavam llaarŴse mals e LornarŴ
se uma unldade solldamenLe compromeLldaţ pronLa a lnvadlr e conqulsLar a Lerra de CanaãŦ Lendo
esse caplLuloţ descubro aqul nada menos que quaLro prlnclplos dlvlnosţ cada um deles llusLrando
como eles se Lornaram ºlnLearados"ţ asslm que marcharam para a conqulsLa de CanaãŦ

1Ŧ Lles conflaram LoLalmenLe em ueus com relacão ao fuLuroŦ !osue esLava sempre em comunhão
com ueus (vŦ1)Ŧ o plano fol expllclLado com clareza (vŦ2Ŵ4)ţ e ueus promeLeu sucesso na emprelLada
(vŦ3)Ŧ Lra a palavra de ueus conLra as lmensas dlflculdadesŦ Mas !osue e o povoţ forLemenLe
encora[adosţ creram em ueusŦ L embora fossem em numero lnferlorţ parLlram para a luLaŦ
Lsse Llpo de fldelldade ma faz recordar a 8eforma ÞroLesLanLeţ quando um pequeno arupo de
pessoasţ com resolucãoţ colocou Loda a sua conflanca num ueus lnflnlLamenLe maravllhosoŦ L o
movlmenLo que se seaulu não ºaconLeceu" por acasoŦ lol resulLado dlreLo da vlda de homens como
LuLeroţ Calvlnoţ Zwlnalloţ Savonarolaţ MelanchLonţ !oão knoxţ e mals uma dezena de homens que
conflaram seu fuLuro a ueusŦ C mesmo se pode dlzer dos arandes avlvamenLos ocorrldos na
lnalaLerra e nos LsLados unldosŦ As pessoas que parLlclparam desses movlmenLos foram crenLes
LoLalmenLe compromeLldos com o ueus vlvo e suas lnfallvels promessasŦ
Mas Ludo lsso e PlsLórlaţ e alauns desses faLos ocorreram há mulLos seculosŦ ve[amos alauns
exemplos mals relevanLesŦ Será que os Lemos? ClaroŦ Þara clLar apenas uns poucosţ aqul esLãoť
O Cam 1ownsend e a mlssão Wvcllffe 8lble 1ranslaLorsŦ
O uawson 1roLman e a mlssão ºCs naveaadores"Ŧ
O MŦ 8Ŧ uePaan e sua Lscola 8lbllca do 8ádlo e seu proarama ºuav of ulscoverv"Ŧ
O PenrleLLa Mearsţ e o cenLro de esLudos de loresL PomeŦ
O 8lll 8rlahL e a mlssão Cruzada LsLudanLll e Þroflsslonal Þara CrlsLoŦ
O 8lllv Craham e suas cruzadas evanaellsLlcas mundlalsţ e seus fllmes evanaellcosŦ

Þoderla menclonar mulLos ouLros crlsLãos que laualmenLe merecem nosso respelLo e aprecoţ mas
lsso levarla mulLo LempoŦ Lsses nomes sobressaem ho[eţ como modernos !osuesŦ São pessoas que
conflaram em ueusţ e deram orlaem a um arupo de dlsclpulos de !esusţ um arupo unlflcado e
consaaradoŦ L o melhor de Ludo e o seaulnLeť a PlsLórla esLá conLlnuando a ser escrlLaŦ Cuem sabe?
Alaum dla os eu nome Lambem pode aparecer numa llsLa semelhanLe a essaţ se vocô Lambem se
Lornar um plonelro de movlmenLosŦ
Mas a hlsLórla não pára alŦ Pá malsŦ ve[amos o seaundo prlnclplo que mosLra como os hebreus se
Lornaram unldos ao enLrarem em CanaãŦ

2Ŧ Lles acelLaram o desaflo sem Lemor de derroLaŦ Lm nada menos que quaLro versosţ ueus lhes
ordena que se[am forLesţ cora[ososţ desLemldos e conflanLes (vŦ6ţ7ţ9ţ18)Ŧ L no verso 9ţ ueus dlz
expllclLamenLeť ºnão Lemasţ nem Le espanLes"Ŧ Po[e dlrlamos asslmť ºnão Lenha medoŦ não delxe
o Lemor domlnáŴlo"Ŧ
empre (|sso mesmoţ sempre) que há um novo terreno a ser aradoţ um novo cam|nho a ser
abertoţ uma nova |dó|a a ser exper|mentadaţ uma nova estratóg|a a ser posta em prát|caţ
apareceţ como um g|ganteţ o temor do fracassoŦ L mulLas vezes esse Lemor se lmpõe e conseaue
aanhar Lerreno em nósŦ !á percebl queţ quanLo malor a probabllldade de uma nova emprelLada
causar lmpacLoţ malor Lambem e o medo do fracassoŦ L lsso Lorna a lnvasão a Canaã alnda mals
lnLeressanLeŦ Lra Lão lncrlvelţ Lão lmposslvel humanamenLe falandoţ que Llnha Lodas as
caracLerlsLlcas de um esLrondoso fracassoţ um fracasso para lr para o ºLlvro dos 8ecordes"Ŧ
CuanLas vezesţ nósţ os crenLesţ lnconsclenLemenLe revelamos o que se passa em nosso lnLerlorŦ
Cramos com fervorţ as mãos erauldasţ e supllcamosť ºSenhorţ ó ueus poderoso e onlpoLenLeţ para
quem não há barrelras nem derroLasţ pedlmosŴLe esLa bôncão ho[eŦŦŦ" L em seauldaţ alnda ouvlndo
as palavras dessa peLlcão LeoloalcamenLe Lão poderosaţ olhamos ao redor franzlndo o cenho e
dlzemosť ºA slLuacão que esLamos enfrenLando e lrremedlávelŦ não há nada que se possa fazer"Ŧ
Cuando vamos aprender que não ex|stem s|tuacões |rremed|áve|sţ masţ s|mţ pessoas que
desesperaram? Lsses problemas que nos parecem lnsoluvelsţ na verdadeţ são desaflos
maravllhososŦ As pessoas que Lrazem lnsplracão para a humanldade são as que enxeraam saldas
lnvlslvels no flm dos becos sem saldaŦ
CerLa vezţ duranLe a fase mals sombrla da Seaunda Cuerraţ o aoverno de Londres convocou uma
reunlão do CablneLeŦ A lranca acabara de caplLularŦ LnLão o Þrlmelro MlnlsLro lnalôsţ Churchlllţ
expôs a seus companhelros o quadro aeral da slLuacão da manelra mals reallsLa posslvelŦ As
pequenas llhas 8rlLânlcas esLavam praLlcamenLe sozlnhasŦ 8osLos preocupados o flLavamţ num
esLólco sllôncloŦ na expressão de Lodos esLampavamŴse os planos de desespero e rendlcãoŦ Mas
aquele vlslonárlo esLadlsLaţ após permanecer uns lnsLanLes em sllôncloţ acendeu um charuLoţ eţ
com cerLo brllho nos olhos e a ponLa de um sorrlsoţ dlsse para o desalenLado arupo de oflclalsť
Ŵ Senhoresţ consldero lsso um desaflo!
lora ele mesmo que me ouLra ocaslão dlsserať
Ŵ não exlsLe nada na vlda mals esLlmulanLe do que nos aponLarem uma armaţ e nada aconLecerŦ
Cue arande aflrmacão! não admlra que esse homem Lenha sldo um arande llderŦ Lm sua menLe
não havla luaar para o medo do fracassoŦ
ConLlnuando a ler o relaLo de !osueţ descobrlmos que os hebreus se encora[aram a passaram à
acãoŦ

ºLnLão !osue deu ordem aos prlnclpes do povoţ dlzendoť Þassal pelo melo do arralal e ordenal ao
povoţ dlzendoť ÞrovedeŴvos de comldaţ porque denLro de Lrôs dlas passarels esLe !ordãoţ para que
enLrels a possulr a Lerra que vos dá o SLnPC8 vosso ueusţ para a possulrdesŦ L falou !osue aos
rubenlLasţ e aos aadlLasţ e à mela Lrlbo de Manassesţ dlzendoť LembralŴvos da palavra que vos
mandou Molsesţ o servo do SLnPC8ţ dlzendoť C SLnPC8 vosso ueus vos dá descansoţ e vos dá
esLa LerraŦ vossas mulheresţ vossos menlnos e vosso aado flquem na Lerra que Molses vos deu
desLe lado do !ordãoŤ porem vós passarels armados na frenLe de vossos lrmãosţ Lodos os valenLes e
valorososţ e a[udáŴlosŴelsŤ ALe que o SLnPC8 dô descanso a vossos lrmãosţ como a vósţ e eles
Lambem possuam a Lerra que o SLnPC8 vosso ueus lhes d፠enLão Lornarels à Lerra da vossa
herancaţ e possulrels a que vos deu Molsesţ o servo do SLnPC8ţ desLe lado do !ordãoţ para o
nascenLe do solŦ" (!s 1Ŧ10Ŵ13)

Lendo essas llnhasţ observo Lrôs colsas que eles flzeramť prepararam provlsõesţ lanoraram as
dlferencas de orlaem (não flzeram dlscrlmlnacões de Lrlbos)ţ e demonsLraram não possulr eaolsmo
Ŷ eles se auxlllaram muLuamenLeŦ não e maravllhoso? 1oda uma forca de auerra Ŷ um forLe
exerclLo Ŷ marchando para a luLa sem medo de derroLaŦ Marcharam pela feŦ

º;ua|quer pessoa que se |anca numa nova empre|tada Ŷ se[a Charles Llndberah fazendo seus
planos para aLravessar o ALlânLlcoţ ou Penrv lord lnLroduzlndo uma lndusLrla lnclplenLe na arande
correnLeza do LransporLe mundlalţ ou uma donaŴdeŴcasa que resolve volLar a esLudar ou a lnlclar
um neaóclo próprlo Ŷ e|a sempre tem que enfrentar certos temoresţ |utas |nter|ores e forte
tentacão de des|st|rŦ Mas exlsLem me|os de p|ane[amento e mane|ras de so|uc|onar as
d|f|cu|dades e contratemposţ e ó |sso que determ|na a d|ferenca entre aque|es que dec|d|ram
arr|scarŴse e venceramţ e os que nem chegaram a comecarŦ"

Lssas palavras foram dlLas por um homem que praLlcamenLe conseaulu Lransformar o llxo numa
empresa mulLlmlllonárlaţ apenas porque não se delxou domlnar pelo Lemor do fracassoŦ
Cuando penso naqueles [udeus do passado e na manelra como ueus os unlu e moblllzouţ
LransformandoŴos numa forLe forca de auerraţ percebo que al operou um Lercelro prlnclploŦ

3Ŧ Lles lanoraram suas dlferencasţ e cerraram fllelrasţ formando uma unldadeŦ L slmplesmenLe
surpreendenLe como um arupo de pessoas pode LornarŴse forLe e eflclenLe quando delxa de se
preocupar com quem val flcar com os merlLos da vlLórlaţ ou com poslcões e araduacõesţ ou com as
dlveraônclas pessoalsŦ Asslm que aqueles hebreus ouvlram a exposlcão do plano de manobra felLa
por !osue e compreenderam que na verdade aquela era a esLraLeala de ueus para obLerem a
vlLórlaţ eles se unlram em Lorno deleţ e promeLeram LoLal fldelldadeŦ

ºLnLão responderam a !osueţ dlzendoť 1udo quanLo nos ordenasLe faremosţ e onde quer que nos
envlares lremosŦ Como em Ludo ouvlmos a Molsesţ asslm Le ouvlremos a Llţ LãoŴsomenLe que o
SLnPC8 Leu ueus se[a conLlaoţ como fol com MolsesŦ 1odo o homemţ que for rebelde às Luas
ordensţ e não ouvlr as Luas palavras em Ludo quanLo lhe mandaresţ morreráŦ 1ãoŴsomenLe esforcaŴ
Leţ e Lem bom ânlmoŦ" (!s 1Ŧ16Ŵ18)

não nos esquecamos de que essas palavras foram uma declaracão esponLânea de lndlvlduos cu[a
vlda esLava marcada por fracassosţ lncredulldade e derroLasŦ Mas Ludo lsso perLencla ao passadoŦ
Aaora era hora de esquecer Ludoţ e cerrar fllelras em Lorno do llderŦ Cue aLmosfera revlaoranLe crla
o povo de ueus quando resolve unlrŴse e marchar como um só blocoţ para a busca de um ob[eLlvo
comum!
L posslvel que o lelLor conheca as seaulnLes esLrofes de um hlno evanaellco escrlLo no seculo
passado por Sablne 8arlnaŴCouldŦ

ºComo um arande exerclLoţ
Marcha a lare[a de ueusŦ
lrmãosţ esLamos passando
Cnde os homens de ueus passaramŦ
não esLamos dlvldldosţ
Somos um só corpoţ
uma só esperancaţ e douLrlnaŦ
Somos um no amorŦ"

Será que poderla haver esse mesmo esplrlLo ho[e? Þoderla haver essa unlão? nosso adversárlo
quer que acredlLemos que não e posslvelŦ L ele faz Ludo que esLá em seu poder para nos dlvldlrŦ
Mas Lodos sabemos que a unlca colsa a fazer para manLer acesa essa conflanca lnvenclvel e uma
dlsposlcão pessoal de flxarmos os olhos apenas nos aspecLos que Lemos em comum uns com os
ouLrosţ em vez de olharmos para nossas poucas dlveraônclasŦ não poderá haver lnLearacão onde
houver mesqulnhezŦ Apreclo mulLo (e clLo com frequôncla) as seaulnLes palavras do Leóloao alemão
8uperLus Meldenlusţ que vlveu no seculo xvllť ºno que e essenclal unldadeŤ no que não e essenclalţ
llberdadeŤ e em Ludoţ amor"Ŧ Sualro que cada um faca dessas palavras os eu lema para esLe anoŦ
ºnão esLamos dlvldldosŤ somos Lodos um só corpo"Ŧ

ºna [uvenLudeţ !oão Weslev e Ceorae WhlLefleld eram bons amlaosţ LanLo que Weslev comecou a
fazer preaacões ao ar llvre com o apolo de WhlLefleldŦ Mas com o passar do Lempoţ os dols Llveram
alaumas dlveraônclasţ [á que WhlLefleld lncllnouŴse mals para o Calvlnlsmoţ enquanLo o amlao
seaula o ArmlnlanlsmoŦ Cuando WhlLeflled morreuţ peraunLaram a Weslev se achava que lrla vôŴlo
no ceuŦ Com um respelLo slnceroţ mas um LanLo exaaeradoţ ele respondeuť 'nãoŤ ele val esLar Lão
perLo do Lrono de ueus que pessoas como eu não verão nem a sombra de dele'Ŧ Lmbora
dlveralssemţ não perderam o senLlmenLo de unlão em CrlsLoŦ"

!á observel que alauns evanaellcos de nossa aeracãoţ pessoas bem lnLenclonadasţ masţ de menLe
Lacanhaţ passam mulLo Lempo ºparadas" nas pequenas dlferencas que há enLre nós Ŷ e desse modo
abrem nossas fllelras para a desunlão e ţ mesqulnhas luLas lnLernas Ŷ e passam mulLo pouco Lempo
enfaLlzando as lnumeras faceLas que Lemos em comumŦ L a consequôncla e fraquezaţ em vez de
forca Ŷ uma corporacão de crentes mancosţ um arupo dlvldldoţ fraamenLadoţ chelo de faccõesţ e
não um ºpoderoso exerclLo" composLo de Lropas de ellLeŦ
no flnal de 1981ţ eu esLava falando em um banqueLe ao qual compareceram cerca de dols mll
evanaellcosŦ A medlda que cada pessoa percebla que não esLamos sozlnhos nessa baLalhaţ a
reunlão fol sendo domlnada por uma aLmosfera maravllhosaŦ 1lnhamos apreclado uma dellclosa
refelcãoţ ouvlndo belas muslcasŦ ueus esLava revelando suas verdadesţ para unlr o coracão de
Lodos nósţ com uma rara mlsLura de unlão e amorŦ All Leve lnlclo uma boa lnLearacão enLre nósţ
pols as máscaras de relaclonamenLos e poslcões proflsslonals esLavam sendo removldasţ e
subsLlLuldas por um novo amor uns pelos ouLrosŦ LsLava Ludo maravllhoso!
ue repenLeţ a reunlão fol lnLerromplda por um [ovem que velo enLrando pelo salãoţ arlLando
palavras de desaprovacãoţ e proclamando uma deLermlnada convlccão pessoalŦ 1odos o olharam
espanLadosţ e alauem lhe pedlu que se reLlrasseŦ Mas ele se recusouţ conLlnuando a berrar
lnsolônclasŦ A expressão de seu rosLo era carreaadaţ e sua vozţ esLrldenLeŦ Þor flmţ conseaulram
reLlráŴlo do salão à forcaţ e pudemos conLlnuar a reunlãoţ mas aquele esplrlLo de unldade e de
enLuslasmo muLuo fora desLruldoŦ Mals Larde flquel sabendo que aquele homem sempre fazla esse
Llpo de colsaŦ Achava que era sua mlssãoŦ LsLava convencldo de que possula ºo dom da
repreensão" (ve[a se enconLra esse dom na 8lblla!)ţ e por lsso sala pelas lare[as lnLerrompendo
reunlões e aflrmando que Lodos os crenLes que não concordavam com sua poslcão douLrlnárla (em
mlnha oplnlão uma varlacão mulLo lnslanlflcanLe) esLavam compleLamenLe erradosŦ
Lţ a propóslLoţ quando salmos do salãoţ à porLa havla várlos dlsclpulos daquele homemţ Lambem
pessoas de semblanLe severoţ dlsLrlbulndo folheLos e panfleLosţ e aLacando verbalmenLe Ludo que
havla sldo felLo e dlLo em nosso [anLarŦ L quando nos afasLamos dallţ eu e mlnha esposa senLlamos
o coracão pesarosoŦ Aqullo fora uma prova Ŷ que nunca mals esqueceremos Ŷ de que mesmo um
crenLe slncero pode LornarŴse um lnsLrumenLo nas mãos do lnlmlaoţ e ao mesmo Lempo achar que
esLá fazendo a obra de ueusŦ LnquanLo não crescermos o suflclenLe para lanorar nossas pequenas
dlferencasţ e passarmos a cerrar as fllelrasţ não Leremos a forca que advem da unlão dos crenLesŦ L
o lnlmlao conLlnuará baLendo palmas de alearlaŦ
L aqul cheaamos al quarLo prlnclplo enconLrado na enLrada dos hebreus na Lerra promeLldaŦ

4Ŧ Lles se dedlcaram LoLalmenLe à execucão do planoţ flxando sua aLencão em ueusŦ Lelamos mals
uma vez essas palavrasŦ ve[a se não Lransparece al uma verdadelra moLlvacãoŦ

ºLnLão responderam a !osueţ dlzendoť 1udo quanLo nos ordenasLe faremosţ e onde quer que nos
envlares lremosŦ Como em Ludo ouvlmos a Molsesţ asslm Le ouvlremos a Llţ LãoŴsomenLe que o
SLnPC8 Leu ueus se[a conLlaoţ como fol com MolsesŦ" (!s 1Ŧ16Ŵ17)

lsso e que e dedlcacão LoLal! º1udoŦŦŦ aonde querŦŦŦ" lsso e que e obedlôncla de Lodo o coracãoŦ ºŦŦŦ
faremosŦŦŦ lremosŦŦŦ obedeceremosŦŦŦ" L o que !osue deve Ler senLldo quando promeLeram a ele a
mesma lealdade que havlam demonsLrado a Molses? Þor que será que esLavam Lão dlsposLos a
seaulŴlo? C que Lerla aerado neles esse compromeLlmenLo LoLal? não são esses homens fllhos
daquela malLa de nômades rebeldesţ Lelmosos e lnsolenLesţ que se revolLaram conLra Molses e
reslsLlram ao Senhor no deserLo? SãoŦ LnLãoţ como se expllca essa mudanca? C que pode Ler Lldo
um efelLo Lão forLe sobre esse povo a ponLo de mudar o coracão dele? Cs olhos deles esLavam flxos
em ueusŦ Aaoraţ eles o vlam dlsLlnLamenLeŦ vlamŴno operar maravllhasŦ L o resulLado dlsso fol que
sua perspecLlva se modlflcouŦ ueus esLava baLendo o Lambor e eles marchavam na cadôncla da
baLldaŦ não havla reluLânclaŤ eles querlam o Senhor e esLavam dlsposLos a fazer a vonLade deleŦ
Pavendo esse Llpo de menLalldadeţ e posslvel fazeremŴse a[usLamenLos e adapLacõesţ os mals
dlflcelsŦ Mas esLe[amos Lodos avlsadosť sem lsso e lmposslvel haver unlãoŦ Sem lssoţ a lnLearacão se
Lorna um sonho dlsLanLeŤ a dedlcacão LoLalţ lnvlávelŤ e a unlão enLre as pessoasţ lmposslvelŦ Lmbora
lsso possa parecer lnslanlflcanLeţ a verdade e queţ enquanto nossos o|hos não est|verem f|xos no
enhorţ não cresceremos o suf|c|ente para |gnorarmos as d|ferencas que há entre nósţ nem
seremos suf|c|entemente abertos para fazermos adaptacões e a[ustamentosŦ

lMÞLlCAÇ0LS L 8AMlllCAÇ0LS

Cuero encerrar esLe caplLulo menclonando Lrôs áreas de nossa vlda que serão afeLadas se
assumlrmos uma aLlLude serla para com a lnLearacãoŦ São elasť nossa lare[aţ nossas amlzades e
nosso relaclonamenLo com ouLrosŦ

Lm nossa lare[a

Se qulsermos avancarţ se qulsermos reallzar nosso Lrabalhoţ preclsamos nos a[unLarţ nos unlrţ
delxando de lado as pequenas dlveraônclasŦ não permlLamos que o lnlmlao Llre vanLaaens de nósŦ
Se ele conseaulr dlvldlr nossos lnLeresses e fracclonar nossa comunhão uns com os ouLrosţ o mundo
verá mals evldenclas de que o crlsLlanlsmo não e operanLeŦ L não pensemos que o mundo não
dese[a Llrar parLldo de nossa desunlãoŦ
Po[e mesmoţ pela manhãţ na prlmelra páalna do Los Anaeles 1lmes (um [ornal com clrculacão de
mals de um mllhão de exemplares) há um arLlaoţ llusLrado com foLoaraflaţ sobre uma lare[a que
esLá em brlaa com o LsLado por causa de uma quesLão de lmposLosŦ L Lem malsţŦ AcredlLe se qulserţ
mas esse mesmo [ornalţ na prlmelra páalna do seaundo cadernoţ esLampa a seaulnLe mancheLeŤ
º18LZLn1CS MLM88CS uL uMA lC8L!A uLSLlCAMŴSL uLLA"Ŧ L seaueŴse um arLlao de Lrôs colunas
que narra o problema dessa lare[a arande e mulLo conhecldaţ onde esLáŴse Lravando uma luLa
lnLernaŦ lnfellzmenLeţ com lssoţ mllhares e mllhares de lncredulos esLão percebendo que o
crlsLlanlsmo não pode darŴlhes aqullo de que LanLo necesslLamť amorţ seauranca e lnLearldadeŦ

Lm nossas Amlzades

Þara que conslaamos nos envolver com as pessoasţ será preclso que nos dlsponhamos a nos
aproxlmar delas e nos arrlscarmos a um relaclonamenLo mals profundoŦ Mas lsso não ocorre
auLomaLlcamenLeŦ Se aquele meu coleaa do semlnárlo não sabla o nome compleLo de um ouLroţ
após uma convlvôncla de quaLro anos num conLexLo aeoaráflco basLanLe reduzldoţ exercendo
aLlvldades semelhanLesţ duvldo serlamenLe que ouLra pessoaţ num conLexLo malorţ fosse mulLo
dlferenLe deleŦ ÞermlLaŴme desafláŴloţ lelLorŦ ArrlsqueŴse a uma aproxlmacãoŦ 1ome a lnlclaLlvaŦ
Camlnhe alauns meLros e vá à casa do seu vlzlnhoŦ Cu enLão comece apenas com um slmplesţ
slncero e caloroso aceno de mãoŦ Þrocure alauma colsa em que Lenham lnLeresse comumţ e lnlcle
uma conversa a parLlr dalŦ Se[a acesslvelŦ Se[a caloroso e recepLlvoŦ L bem posslvel que o resulLado
dlsso lhe Lraaa mulLas surpresas aaradávelsŦ

no 8elaclonamenLo Þessoa a Þessoa

Þara que a lnLearacão delxe de ser uma Leorla e se Lorne uma realldadeţ Lemos que esLar dlsposLos
a fazer adapLacões e a[usLamenLos à medlda que nos aproxlmamos mals das pessoasŦ um
relaclonamenLo pessoa a pessoasţ mals cedo ou mals Lardeţ exlalrá malor doacão de nós mesmosŦ
não vamos nos enaanarŤ e al que esLá o ºx" da quesLãoŦ L mulLas vezes a quesLão e dlflcllŦ C poeLa
8euben Welch descreve esse processo no poemať ºÞreclsamos uns dos ouLros"Ŧ

ºSabe de uma colsa?
1odos nós preclsamos uns dos ouLrosŦ
1odos Lemos mulLo que aprender
e Lodos Lemos uma lonaa [ornada à nossa frenLeŦ
1emos que camlnhar [unLos
e se lsso se prolonaar aLe a volLa de CrlsLo
e melhor flcarmos [unLos
e melhor a[udarmos uns aos ouLrosŦ
L eu aLe acho que
quando flnalmenLe cheaarmos lá
os sandulches Lerão acabado
a áaua Lerá acabado
as mochllas esLarão vazlasŦ
Mas não lmporLa se a vlaaem e lonaa
Lemos que vla[ar [unLosŦ
Þorque e asslm que deve ser
o Corpo de CrlsLoŦ
1odos nósţ
com amorţ
com lnLeresseţ
com apoloţ
com a muLualldadeŦ
nós realmenLe preclsamos uns dos ouLrosŦ
Lembremos o que esLá escrlLo nas enLrellnhasť
lsso
não
ocorre
auLomaLlcamenLeŦ
Lu Lenho a responsabllldade de desencadear o
processoŦ
L vocô Lambem LemŦ"

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O Menclonamos várlas vezes no caplLulo 4 que um bom relaclonamenLo não ocorre
auLomaLlcamenLeŤ preclsa ser culLlvadoŦ Lsse culLlvo não e fácllŦ Þasse alauns lnsLanLes
falando de experlônclas pessoals que comprovam lssoŦ
O Lssa epoca de predomlnlo da Lecnoloala parece favorecer conversas superflclals e
relaclonamenLos pouco profundosŦ Þor quô? vocô vô alauma relacão enLre o faLo de que
ho[e o relaclonamenLo enLre vlzlnhos e mals superflclal e o de que as pessoas se mudam
com frequôncla? uô exemplosŦ
O vamos anallsar a quesLão da lnLearacão em sua lare[aŦ A luz do que fol dlLo nesse caplLuloţ o
que vocô pode fazer para que os membros de sua lare[a se aproxlmem mals uns dos ouLros?
ClLe solucões especlflcasŦ vamos crlar medldas próprlasţ apllcávels à sua lare[aţ para
derrubar as barrelras que há enLre as pessoasţ e podermos LransmlLlr uns aos ouLros o amor
e a seauranca que há em CrlsLoŦ
O C prlmelro caplLulo de !osue esLá chelo de enLuslasmoŦ nesses 18 verslculos enconLramos
quaLro prlnclplos esplrlLualsŦ 8elelaŴos e recordeŴosŦ Cual deles lha fala mals de perLoŦ Þor
quô?
O Mals no flnal do caplLulo anallsamos a quesLão da unlãoŦ 8ecordaŴse da hlsLórla de Weslev e
WhlLefleld? Converse sobre suas lmpllcacõesŦ C que mals o lmpresslona na humlldade de
Weslev?
O Como esLá o seu CŦA (CuoclenLe de AdapLabllldade)? narre uma slLuacão de sua vlda em
que Leve de fazer alLeracões na sua roLlna a flm de auxlllar alauemŤ ou quando ouLra pessoa
fez lsso por vocôţ bem como os beneflclos que resulLaram do faLoŦ Cre por uma pessoa que
esLe[a preclsando de apolo e esLlmuloŦ ÞonhaŴse à dlsposlcão dessa pessoa ou de ouLrasŦ


CAÞl1uLC ClnCC
unluCS L lnvLnClvLlS

Pouve cerLa vez um rel que aosLava mulLo de compor muslcasŦ L embora Lenha vlvldo há mulLos
seculosţ aLe ho[e suas muslcas alnda são canLadasŦ C nome dele era uavlŦ Suas composlcões são
chamadas de SalmosŦ L embora Lenham sldo escrlLas há LanLo Lempoţ alaumas delas possuem um
elemenLo de realldade que as Lornam eLernasŦ ve[a esLa aqulŦ L uma das melhoresť

ºCP! quão bom e quão suave e que os lrmãos vlvam em unlãoŦ L como o óleo precloso sobre a
cabecaţ que desce sobre a barbaţ a barba de Arãoţ e que desce à orla das suas vesLesŦ" (Sl 133Ŧ1Ŵ2)

Se naquela epoca houvesse a ºÞarada Muslcal"ţ era nesse que eu volLarlaŦ CuanLo mals vlvoţ mals
reconheco o valor dessa ldelaţ que e um lmperaLlvoť ºvlverem unldos os lrmãos"Ŧ L como dlsse
uavlţ a unlão e como óleoŦ Lle reduz o aLrlLo nos conLaLos pessoalsţ de modo que os lrmãos podem
Ler um relaclonamenLo basLanLe aproxlmadoţ sem enLrar em confllLoŦ Lmbora alauns possam Ler
dlflculdade em acredlLar nlssoţ a verdade e que o plano de ueus era que nos relaclonássemos bem
uns com os ouLrosţ apesar de Lermos dlferencas de aosLoţ preferônclasţ de esLllosţ de culLuraţ de
corţ de escolarldade e llnauaŦ L ºbom e aaradável" que vlvamos em unlão Ŷ apesar de Lodas as
nossas dlveraônclasŦ
Cuvl conLar uma plada sobre um arupo de Leóloaos que esLavam dlscuLlndo sobre predesLlnacão e
llvre arblLrloŦ L quanLo mals dlscuLlamţ mals quenLe a aLmosfera se LornavaŦ Aflnalţ como era de se
esperarţ eles se dlvldlram em dols aruposŦ Mas havla all um pobre su[elLo que não sabla
exaLamenLe em qual das duas ldelas ele acredlLavaŦ LnLão fol para o arupo da predesLlnacãoŦ Lles
lhe peraunLaram por que esLava allŦ
Ŵ vlm de llvre e esponLânea vonLadeţ respondeu lnocenLemenLeŦ
Lnralvecldosţ eles lhes responderamť
Ŵ ue sua llvre vonLade? LnLão não pode flcar aqulŦ vá para o ouLro ladoŦ
L ele se aproxlmou do ouLro arupoţ e fol quesLlonado da mesma formaŦ
Ŵ LscuLemţ eles me mandaram pra cáţ respondeu com slncerldadeŦ
Ŵ vá embora! ulsseram elesŦ Só poderá flcar conosco se vler por sua llvre e esponLânea vonLade!
ColLadoţ ele esLava mesmo preclsando desse óleo de que fala uavlŦ L preclsa dele Lambem um bom
numero de pessoas que esLão alrando numa órblLa lsoladaţ por Lerem sldo expulsas de um ou ouLro
arupo excluslvlsLaţ formado por aenLe de menLe LacanhaŦ

A 8ASL 8l8LlCA uA unlÄC

Seaundo as LscrlLurasţ Lodos os crlsLãos se acham llaados enLre sl por um laco lnvlslvelŦ L um laco
que Lranscende Lracos de personalldade e poslcão aeoaráflcaŦŦŦ ou Lalvez se[a mals cerLo dlzer que
deverla LranscenderŦ um crenLe aqulţ no cenLro dos LsLados unldos esLá llaado a ouLro no coracão
do 8rasll ou da norueaaţ e unldo a um crenLe que more num lnLernaLo da unlversldade de Cxfordţ
na lnalaLerraţ e unldo Lambem a um crenLe russoţ que sofre perseaulcões e se acha num campo e
Lrabalhos forcados aLrás da CorLlna de lerroŦ
C credo aposLóllco chama esse laco de ºa comunhão dos salvos"Ŧ L na prlmelra carLa aos corlnLlosţ
o aposLolo Þaulo refereŴse a lsso como sendo um ºcorpo"ţ e aflrma que somos ºmembros desse
corpo" (l Co 12Ŧ27)Ŧ Lm nossa lare[a de lullerLonţ quando queremos nos recordar desse laco que
une Lodos os crenLesţ unlmos nossas vozes e coracãoţ canLamos um corlnho que dlzť

ºSomos um pelos lacos do amorŤ
somos um pelos lacos do amorŤ
unlmos nosso esplrlLo ao LsplrlLo de ueusŤ
Somos um pelos lacos do amorŦ"

C que e que crla essa unlão? Como e que nósţ eu e vocôţ podemos esLar unldos no mesmo corpoţ
como membros uns dos ouLros? A resposLa dessa peraunLa e mulLo lmporLanLe Ŷ e por melo de
!esus CrlsLoŦ Só ele pode unlr o CorpoŦ Sendo a Cabecaţ ele comanda Lodos os membros do CorpoŦ
ÞorLanLoţ e ele quem pode promover essa unlãoŦ ºLle e a cabeca do corpoţ da lare[aŦ Lle e o
prlnclploţ o prlmoaônlLo de enLre os morLosţ para em Lodas as cousas Ler a prlmazlaŦ" (ClŦ1Ŧ18)
Þensemos nos Lermos de um conhecldo axloma maLemáLlcoť ºuuas arandezas lauals a uma
Lercelraţ são lauals enLre slŦ" uma llusLracão fácll serla pensarmos num salão chelo de planosţ Lodos
eles desaflnadosŦ Serla uma loucuraţ se um aflnador LenLasse aflnar os planos uns pelos ouLrosţ ou
pela sua próprla cabecaŦ Lle lrla flcar aperLando uma cordaţ desaperLando a ouLraţ de manelra Lão
lncerLa que nunca lrla Lermlnar o servlcoŦ Mas ele não faz lssoť ele aflna a parLlr de um dlapasãoŦ
Lsse lnsLrumenLo slmplesţ de uma noLa sóţ e o ponLo de referôncla para aflnacão de Lodos os
planosŦ L Lodos os planos aflnados por um mesmo dlapasãoţ são aflnados enLre slŦ
não serla maravllhosoţ se Ludo fosse slmples asslm? Mas o Corpo de CrlsLo não e composLo de
planos com mulLas cordasţ mas de pessoas com mulLlplas faceLasţ com LemperamenLosţ lncllnacões
e nlvels de maLurldade os mals dlversosŦ !esus mesmoţ reconhecendo esse faLorţ orou a ueus a
respelLo dessa nossa necessldade de unlãoŦ Lssa oracão se acha no caplLulo 17 e !oãoŦ Allásţ Lodo o
caplLulo e a oracãoŦ ve[amos um esboco de !oão 17Ŧ

O versos 1 a 3 Ŷ CrlsLo ora por sl mesmoŦ
O versos 6 a 19 Ŷ CrlsLo ora por seus dlsclpulosŦ
O versos 20 a 26 Ŷ CrlsLo ora por Lodos os que alnda vlrlam a crer neleţ lncluslve nósŦ

L qual e o assunLo dessa oracão? unlãoţ obvlamenLeŦ vamos fazer um esLudo mals deLldoŦ

O verso 21ť ºa flm de que Lodos se[am umŦ"
O verso 22ť ºpara que se[am umţ como nós o somosŦ"
O verso 23ť ºa flm de que se[am aperfelcoados na unldadeŦ"

LsLe ulLlmo Lrechoţ se fosse Lraduzldo ao pe da leLraţ flcarla asslmť ºaflm de que se[am
aperfelcoados LransformandoŴse em uma unldadeŦ"
C que sucedeu à nossa unlão? um plano slmplesţ Lão bem arLlculado por !esusţ e
maravllhosamenLe lnlclado no prlmelro seculoţ LornouŴse por demals compllcado e confuso pela
lnLervencão do homemŦ Po[e as denomlnacões evanaellcas se conLam às cenLenasŦ ALe mesmo a
fllelra mals rlalda dos fundamenLallsLas esLá dlvldlda em mals de LrlnLa arupos dlversosţ Lodos
professando uma fe comum no Senhor !esus CrlsLoŦ não há duvlda de que o mundo Lem que
abanar a cabeca lncredulo dlanLe dlssoŦ L se alauem acha que as fronLelras denomlnaclonals e
róLulos rellalosos não são mulLo rlaldosţ peraunLe àqueles que conhece se são crenLesŦ C mals
provável e que se ldenLlflquem como penLecosLalţ baLlsLaţ presblLerlanoţ meLodlsLaţ eLcŦţ e não
como crenLeŦ
vocô [á parou para pensar o que ueus acha dessas subdlvlsões? nós ho[e esLamos mulLo lonae do
padrão que !esus propõe em sua oracãoť ºa flm de que se[am aperfelcoados na unldadeŦ" nos
casos em que ex|ste uma certa un|ãoţ ó um forma||smo fr|oţ um requ|s|to art|f|c|a|ţ e não uma
aprox|macão espontinea e ||vreŦ L como me dlsse cerLa vez um crenLeţ dando um sorrlsoť
Ŵ unlão? Claro mlnha lare[a e mulLo unldaŦ nós nos conge|amos [untosŦ
Mas por Lrás daquele sorrlsoţ ele Llnha os denLes cerradosŦ nãoŤ não e essa unlão que CrlsLo dese[a
em seu CorpoŦ A unlão que ele dese[a e uma unlão que nos forLaleca e nos reanlme na [ornada
desLa vldaŦ L na verdadeţ quando exlsLe essa unlãoţ passamos a camlnhar com mals conflancaţ e
nossa fe LornaŴse claramenLe lnvenclvelŦ Lssa fol a manelra como ueus a[usLou as colsasŦ vemos
lsso llusLrado na hlsLórla daqueles hebreus que lnvadlram a Lerra de Canaãţ sob a llderanca de
!osueŦ

PL88LuSť unlÄC nA PC8lZCn1ALţ vl1C8lA nA vL81lCAL

Cuando lemos as páalnas da hlsLórla desses hebreusţ enconLramos mulLas evldenclas de que ueus
recompensa o povo dele quando esLe possul esplrlLo de unlãoŦ volLemos ao llvro de !osue e
reLomemos a hlsLórla dos hebreus no ponLo em que delxamosţ no flnal do caplLulo anLerlorŦ

ºLnLão responderam a !osueţ dlzendoť 1udo quanLo nos ordenasLe faremosţ e onde quer que nos
envlares lremosŦ Como em Ludo ouvlmos a Molsesţ asslm Le ouvlremos a Llţ LãoŴsomenLe que o
SLnPC8 Leu ueus se[a conLlaoţ como fol com MolsesŦ 1odo o homemţ que for rebelde às Luas
ordensţ e não ouvlr as Luas palavras em Ludo quanLo lhe mandaresţ morreráŦ 1ãoŴsomenLe esforcaŴ
Leţ e Lem bom ânlmoŦ" (!s 1Ŧ16Ŵ18)

Lsses Lrôs versos esLão carreaados de expecLaLlvaŦ São palavras de um arupo de pessoas que se
acham forLemenLe esLlmuladasŦ Lm sua resposLa há promessas de cooperacão (ºfaremos")ţ
dlsposlcão (ºlremos")ţ dedlcacão (ºobedeceremos")ţ lealdade (ºLodo homem que se rebelarŦŦŦ será
morLo")ţ e lncenLlvo (ºsô forLe e cora[oso")Ŧ Cue slLuacão dlferenLe e lncomumť o povo
lncenLlvando seu llderŦ lsso e um dos resulLados da unlão Ŷ os olhos de Lodos esLão volLados para os
ouLros e não para sl mesmosŦ
Se alauem acha que esLe faLo não e raroţ pense enLão nas peraunLas abalxoť

O CuanLas lare[as vocô conhece (ou [á ouvlu falar) em que a conareaacão lncenLlva o pasLor?
O CuanLas vezes vocô [á vlu os alunosţ numa sala de aulaţ anlmar e lncenLlvar o professor?
O Cual fol a ulLlma vez que vluţ na Lelevlsão ou num [ornalţ o pessoal da lmprensaţ em voz
unânlmeţ aplaudlr o aoverno?
O ve[a o luaar onde Lrabalhaţ por exemploŦ L comum os empreaados falarem bem dos seus
chefes?
O CuanLos dos funclonárlos da câmara munlclpalţ ou da prefelLura da cldade se lembram qual
fol a ulLlma vez que um arupo de cldadãos compareceu a uma dessas casas com uma unlca
razãoŦŦŦ apenas para dlzerť ºMulLo obrlaado! llzeram um óLlmo Lrabalho!" (!á sel que vocô
esLá rlndo!)

nós Lodos sabemos crlLlcar melhor do que eloalarŤ e reclamar melhor do que lncenLlvarŦ Lsse povo
do Lempo de !osue fol uma aaradável excecão à rearaŦ L o melhor de Ludo fol queţ quando cheaou
o momenLo de passarem das palavras à acãoţ eles foram flels à promessa felLaŦ ve[amos o que
quero dlzer com lssoŦ

uMA LS18A1LClA LS18AnPA L ACLl1A SLM 8LSlS1LnClA

Anallsemos aLenLamenLe o caplLulo sels de !osueŦ uma baLalha os espera na próxlma curvaŦ
Comparados com os forLes auerrelros cananlLasţ aqueles hebreus devem Ler parecldo um bando de
mlseros nômades desoraanlzadosŦ Mas havla um faLor alaanLesco que Lornava Ludo dlferenLeŦ Lles
Llnham a seu lado o ueus !eováŦ L o Senhor não lrla delxar que sua honra fosse manchada por uma
malLa de paaãos aLeusŦ

ºC8A !erlcó esLava rlaorosamenLe fechada por causa dos fllhos de lsraelŤ nlnauem sala nem
enLravaŦ LnLão dlsse o SLnPC8 a !osueť Clhaţ Lenho dado na Lua mão a !erlcóţ ao seu rel e aos seus
homens valorososŦ" (!s 6Ŧ1Ŵ2)

!erlcó deve LerŴlhes parecldo aLerradoraŦ uma muralha de pedraţ com alLura correspondenLe a um
predlo de Lrôs andares e uma espessura de sels meLrosţ cercava aquela cldade de ºvalenLes"Ŧ Mas
!osue recebera uma promessa de ueusť ºClhaţ enLreauel a !erlcó em Luas mãosŦ" Mas como?
Alauma arma secreLa? um exploslvo superpoLenLe? nãoŤ slmplesmenLe uma esLraLeala esLranhaŦ

ºvósţ polsţ Lodos os homens de auerraţ rodearels a cldadeţ cercandoŴa uma vezŤ asslm farels por
sels dlasŦ L seLe sacerdoLes levarão seLe buzlnas de chlfres de carnelros adlanLe da arcaţ e no seLlmo
dla rodearels a cldade seLe vezesţ e os sacerdoLes Locarão as buzlnasŦ L será queţ LocandoŴse
prolonaadamenLe a buzlna de carnelroţ ouvlndo vós o seu sonldoţ Lodo o povo arlLará com arande
bradoŤ e o muro da cldade calrá abalxoţ e o povo sublrá por eleţ cada um em frenLeŦ" (!s 6Ŧ3Ŵ3)

lsso e uma ldela novaŦ Mas nada de mulLo arandlosoŦ Lra apenas acredlLar em ueus e fazer
exaLamenLe o que ele dlzlaŦ Se ele aflrma que a muralha val rulrţ pode Ler cerLeza dlssoŦ Lle e mulLo
bom nesse neaoclo de derrubar muralhasţ não e? nlnauem rluŦ nlnauem deu um sorrlso de duvldaŦ
Cuero dlzerţ aquela aenLe esLava predlsposLaţ preparada para aqulloŦ Lles [á Llnham vaaado pelo
deserLo o Lempo suflclenLe para saber que e melhor não quesLlonar o plano de ueusŦ

ºLnLão !osueţ fllho de numţ chamou aos sacerdoLes e dlsseŴlhesť Leval a arca da allancaŤ e seLe
sacerdoLes levem seLe buzlnas de chlfres de carnelrosţ adlanLe da arca do SLnPC8Ŧ L dlsse ao povoť
Þassal e rodeal a cldadeŤ e quem esLlver armadoţ passe adlanLe da arca do SLnPC8Ŧ L asslm fol queţ
como !osue dlssera ao povoţ os seLe sacerdoLesţ levando as seLe buzlnas de carnelros dlanLe do
SLnPC8ţ passaram e Locaram as buzlnasŤ e a arca da allanca do SLnPC8 os seaulaŦ L os homens
armados lam adlanLe dos sacerdoLesţ que Locavam as buzlnasŤ e a reLaauarda seaula após a arcaŤ
andando e Locando as buzlnas lam os sacerdoLesŦ Þorem ao povo !osue Llnha dado ordemţ dlzendoť
não arlLarelsţ nem farels ouvlr a vossa vozţ nem salrá palavra alauma da vossa boca aLe ao dla que
eu vos dlaať CrlLalŦ LnLão arlLarelsŦ L fez a arca do SLnPC8 rodear a cldadeţ conLornandoŴa uma
vezŤ e enLraram no arralalţ e all passaram a nolLeŦ" (!s 6Ŧ6Ŵ11)

uepols velo a ulLlma camlnhada em redor da cldadeŦ

ºL sucedeu queţ ao seLlmo dlaţ madruaaram ao sublr da alvaţ e da mesma manelra rodearam a
cldade seLe vezesŤ naquele dla somenLe rodearam a cldade seLe vezesŦ L sucedeu queţ Locando os
sacerdoLes pela seLlma vez as buzlnasţ dlsse !osue ao povoť CrlLalţ porque o SLnPC8 vos Lem dado
a cldadeŦ" (!s 6Ŧ13Ŵ16)

ºCrlLouţ polsţ o povoţ Locando os sacerdoLes as buzlnasŤ e sucedeu queţ ouvlndo o povo o sonldo da
buzlnaţ arlLou o povo com arande bradoŤ e o muro calu abalxoţ e o povo sublu à cldadeţ cada um
em frenLe de slţ e Lomaram a cldadeŦ L Ludo quanLo havla na cldade desLrulram LoLalmenLe ao flo
da espadaţ desde o homem aLe à mulherţ desde o menlno aLe ao velhoţ e aLe ao bol e aado mludoţ
e ao [umenLoŦ" (!s 6Ŧ20Ŵ21)

lsso e que e ser lnvenclvel! Cuando aqueles hebreus vlram e ouvlram as muralhas de !erlcó rulndo
devem Ler dado um sorrlso de saLlsfacãoţ prlnclpalmenLe depols de reconhecer que Llnham
obedecldo à ordens de ueus com exaLldãoŦ Cue plano LáLlco! Marcharţ Locar as LrombeLasţ arlLar e
depols afasLarŴse um poucoŦ Como aosLo de ver o rldlculo desse planoŦŦŦ quero dlzerţ sob o ponLo
de vlsLa humanoŦ Cuem lrla pensar numa esLraLeala Lão esqulslLa? L em nossa epocaţ de Lecnoloala
Lão avancadaţ nlnauem pensarla em parLlclpar de um plano dessesŦ Mas o melhor de Ludo e queţ
mesmo que o plano pareca esLranho ţ quando obedecemosţ só ueus pode receber a alórlaŦ
CerLa vezţ em nossa lare[aţ resolvemos vender a proprledadeţ e consLrulr em ouLro luaarŦ Mas havla
no plano um ponLo em que preclsarlamos exerclLar mulLa feť vender a velha proprledadeŦ lsso
ocorreu em melo a uma depressão econômlcaŦ L para compllcarţ quem lrla comprar um predlo
dllapldado (e esLava dllapldado mesmo)? Mas ueus nos revelou claramenLe que a unlca colsa que
Llnhamos a fazer era colocáŴlo à vendaţ e conflar neleŦ não preclsarlamos Ler medoţ nem nos
preocupar com os aspecLos desfavorávelsŦ 1lnhamos apenas que orar e re[elLar Lodas as LenLacões
que pudessem ocorrerŴnos de fazer alauma colsa ou ldeallzar ouLro planoŦ Cuţ como dlz o Salmo
46Ŧ10 (um verso que devo Ler clLado para mlm mesmo umas clnquenLa vezes ou mals duranLe os
lonaos meses de espera)ť ºAquleLalŴvos e sabel que Lu Sou ueusŦ"
L Llvemos de esperar aLe o ulLlmo momenLoŦ C neaóclo fol resolvldo na ulLlma semanaŦ C prazo
Lermlnava no domlnaoŦ L nadaŦ no sábadoţ um dla anLesţ um pequeno e lnslanlflcanLe arupo de
crenLes enLrou em conLaLo com um dos oflclals da lare[aŦ Þassaram no Lemplo para ver como
esLavaŦ ÞeraunLaram se poderlam volLar a examlnáŴlo no domlnao à LardeŦ L quando vleram e
dlsseramť ºCueremos compráŴlo"ţ percebemos que nossas muralhas flnancelras havlam ruldoŦ
Cs que permanecem unldos se Lornam uma forca lnvenclvelţ por melo da qual ueus pode reallzar
suas arandes obrasŦ Mas lembremos que o searedo aqul e fllelras cerradas e relaclonamenLos
slncerosŦ Se nos esquecermos dlssoţ podemos esquecer o resLoŦ

uMA vl1C8lA uL LCulÞLţ SLM 8lvALluAuLS

SalLando um caplLulo do llvro de !osueţ cheaamos a uma ouLra slLuacãoţ uma cena dlferenLe da
prlmelraţ e com uma esLraLeala LoLalmenLe dlversaŦ uessa vez não se LraLa de !erlcóţ mas de um
povoado denomlnado AlŦ C plano e fazer uma emboscadaŦ

ºLn1ÄC dlsse o SLnPC8 a !osueť não Lemasţ e não Le espanLesŤ Loma conLlao Loda a aenLe de
auerraţ e levanLaŴLeţ sobe a AlŤ olha que Le Lenho dado na Lua mão o rel de Al e o seu povoţ e a sua
cldadeţ e a sua LerraŦ larásţ polsţ a Al e a seu relţ como flzesLe a !erlcóţ e a seu relŤ salvo queţ para
vósţ Lomarels os seus despo[osţ e o seu aadoŤ põe emboscadas à cldadeţ por deLrás delaŦ LnLão
!osue levanLouŴseţ e Loda a aenLe de auerraţ para sublr conLra AlŤ e escolheu !osue LrlnLa mll
homens valorososţ e envlouŴos de nolLeŦ L deuŴlhes ordemţ dlzendoť Clhal! ÞondeŴvos de
emboscadas conLra a cldadeţ por deLrás delaŤ não vos alonauels mulLo da cldadeŤ e esLal Lodos vós
aLenLosŦ Þorem eu e Lodo o povo que esLá comlao nos aproxlmaremos da cldadeŤ e será queţ
quando nos salrem ao enconLroţ como anLesţ fualremos dlanLe delesŦ uelxalŴosţ polsţ salr aLrás de
nósţ aLe que os Llremos da cldadeŤ porque dlrãoť loaem dlanLe de nós como anLesŦ Asslm fualremos
dlanLe delesŦ LnLão salrels vós da emboscadaţ e Lomarels a cldadeŤ porque o SLnPC8 vosso ueus
voŴla dará nas vossas mãosŦ L será que Lomando vós a cldadeţ pôrŴlheŴels foaoŤ conforme a palavra
do SLnPC8 farelsŤ olhal que voŴlo Lenho mandadoŦ Asslm !osue os envlouţ e eles se foram à
emboscadaŤ e flcaram enLre 8eLel e Alţ ao ocldenLe de AlŤ porem !osue passou aquela nolLe no melo
do povoŦ" (!s 8Ŧ1Ŵ9)

vlu como e? 1ambem aqul não houve nada compllcadoŦ Cada arupo Lerla sua próprla LarefaŦ uns
lrlam flcar na frenLeţ com !osueţ e ouLros esLarlam afasLados das alórlas da baLalhaŦ Mas lsso não
Llnha lmporLâncla para elesţ pols o que realmenLe lmporLava era a vlLórla da equlpeţ lndependenLe
do que aconLecesse depolsŦ L nlnauem se preocupou em peraunLarť
Ŵ L aaoraţ quem flca com os ºlouros" da vlLórla? ou
Ŵ Lu Lenho que flcar fora das luzes dos holofoLes?
nãoŤ em um arupo unlflcado não exlsLe luaar para lssoŦ

ºL puseram o povoţ Lodo o arralal que esLava ao norLe da cldadeţ e a emboscada ao ocldenLe da
cldadeŤ e fol !osue aquela nolLe aLe ao melo do valeŦ L sucedeu queţ vendoŴo o rel de Alţ ele e Lodo
o seu povo se apressaramţ e se levanLaram de madruaadaţ e os homens da cldade salram ao
enconLro de lsrael ao combaLeţ ao Lempo deLermlnadoţ defronLe das camplnasŤ porem ele não
sabla que se achava uma emboscada conLra ele aLrás da cldadeŦ !osueţ polsţ e Lodo o lsrael se
houveram como ferldos dlanLe delesţ e fualram pelo camlnho do deserLoŦ Þor lsso Lodo o povoţ que
esLava na cldadeţ fol convocado para os seaulrŤ e seaulram a !osue e foram afasLados da cldadeŦ L
nem um só homem flcou em Alţ nem em 8eLelţ que não salsse após lsraelŤ e delxaram a cldade
aberLaţ e seaulram a lsraelŦ LnLão a emboscada se levanLou apressadamenLe do seu luaarţ eţ
esLendendo ele a sua mãoţ correram e enLraram na cldadeţ e a LomaramŤ e apressandoŴseţ
puseram foao na cldadeŦ L vlrandoŴse os homens de Al para Lrásţ olharamţ e els que a fumaca da
cldade subla ao ceuţ e não puderam fualr nem para uma parLe nem para ouLraţ porque o povoţ que
fuala para o deserLoţ se Lornou conLra os que os seaulamŦ L vendo !osue e Lodo o lsrael que a
emboscada Lomara a cldadeţ e que a fumaca da cldade sublaţ volLaramţ e ferlram os homens de AlŦ"
(!s 8Ŧ13Ŵ17Ť 19Ŵ21)

Cue colsa surpreendenLe! não houve dlscussões enLre as Lropasţ nem dlspuLas por poslcõesţ
nlnauem forcando para ser o prlnclpal auardaŴcosLasţ nem compeLlcões enLre elesŦ LnLre Lodos
exlsLla um esplrlLo de verdadelra humlldadeŦ ALe mesmo nos º[oaadores" prlnclpalsŦ
CerLa vez eu esLava folheando uma de nossas revlsLasţ quando del com uma foLo do ÞresldenLe
8eaaanţ em sua Sala Cvalţ na Casa 8rancaŦ LsLava senLado à sua mesaţ asslnando alaum
documenLoţ eţ de um lado e de ouLroţ esLavam ouLras pessoasţ de peŦ Cobre a mesa havla uma
plaqueLa com alauns dlzeresţ masţ na foLoţ as leLras eram mulLo pequenas e llealvelsŦ Mas ela me
lnLeressouŦ Þeauel uma lenLe de aumenLo e a examlnel de novoŦ As palavras esLavam melo
embaracadasţ mas deu para ler alauma colsa e ver que valla a pena procurar saber malsŦ no dla
seaulnLeţ pedl à mlnha secreLárla que Lelefonasse para a Casa 8ranca e LenLasse conversar com
alauem que pudesse darŴnos essa lnformacãoŦ L valeu a pena o esforcoŦ A plaqueLa que esLá na
mesa do ÞresldenLe 8eaaan Lem os seaulnLes dlzeresť

ºnÄC PÁ LlMl1LS ÞA8A C CuL uM PCMLM ÞCuL 8LALlZA8 nLM ÞA8A CnuL LLL ÞCuL CPLCA8ţ
uLSuL CuL nÄC SL lMÞC81L CCM CuLM 8LCL8L AS CLC8lASŦ"

Aqueles hebreus não possulam uma plaqueLa asslmţ mas praLlcaram essa verdadeŦ Lles obLlveram a
vlLórla em Al slmplesmenLe porque cada um deles se dlspôs a parLlclpar do planoţ lndependenLe de
quem receberla as alórlasŦ
lsso me faz lembrar de uma páalna de uleLrlch 8onhoefferŦ ve[a se essas palavras não são
profundas e verdadelrasŦ

º'LevanLouŴse enLre eles uma dlscussão sobre qual deles serla o malorŦ' (Lc 9Ŧ46) Sabemos quem
semela Lals ldelas no selo da comunldade crlsLãŦ Mas Lalvez não esLe[amos bem consclenLes do faLo
de que sempre que um arupo de crlsLãos se reuneţ elas loao se Lornam semenLes de dlscórdlaŦ L
dessa formaţ loao no lnlclo de uma comunldade crlsLãţbroLa uma lnvlslvel e aLe lnconsclenLe luLa
enLre a vlda e a morLeŦ 'LevanLouŴse enLre eles uma dlscussão'Ŧ lsso e suflclenLe para desLrulr um
arupoŦ ÞorLanLoţ e de lmporLâncla vlLal que Loda lare[a crlsLã encareţ loao no lnlcloţ esse problema
de frenLeţ e o arranque do seu meloŦ L nessa quesLão não se pode perder Lempoţ pols no momenLo
em que uma pessoa se enconLra com ouLra [á comeca a procurar assumlr uma poslcão esLraLealca
em relacão à ouLraţ de modo a ser superlor a elaŦ LxlsLem pessoas forLes e fracasŦ Cuando alauem
reconhece que e fracoţ lmedlaLamenLe assume uma poslcão de fraquezaţ e usa lsso para combaLer
o forLeŦ LxlsLem pessoas LalenLosas e pessoas sem LalenLoŤ pessoas slmples e compllcadasŤ pessoas
consaaradas e não consaaradasŤ exlsLem os soclávels e os que preferem a solldãoŦ Será que uma
pessoas sem LalenLo deve relvlndlcar uma poslcão semelhanLe à do LalenLoso? L a pessoas
compllcada deve ocupar e mesma poslcão que a slmples? Se não sou LalenLosoţ Lalvez se[a mals
consaaradoŦ L se não sou esplrlLualţ Lalvez se[a porque na quelra serŦ Mas enLão uma pessoa
soclável não poderla conqulsLar Lodas as slmpaLlasţ enveraonhando aqueles que são Llmldos e
sollLárlos? Cu enLão um Llmldo não poderla LornarŴse um eLerno lnlmlao do soclável e derroLáŴlo no
flm? Cuem e que não procuraţ lnsLlnLlvamenLeţ uma poslcão onde possa manLerŴse flrme e
defenderŴseţ uma poslcão que ele nunca enLreaará a ouLremţ e pela qual luLará com Loda a forca do
seu lmpulso de auLoŴaflrmacão? lsso pode aconLecer aLe nas camadas mals reflnadas e mals
esplrlLualsŦ Mas o lmporLanLe e que os arupos crlsLãos se lembrem de que em alaum seLor haverá
sempre ºuma dlscussão sobre qual deles será o malor"Ŧ a |uta do homem natura| em busca da
[ust|f|cacão pessoa|Ŧ e|e só a encontra quando faz comparacão entre s| e os outrosţ e passa a
condenar e a [u|gar os outrosŦŦŦ(;uando uma |gre[a consegu|r errad|car de seu me|o esse |n|m|go)ť
fortes e fracosţ sáb|os e |gnorantesţ ta|entosos e não ta|entososţ esp|r|tua|s ou carna|sţ a
d|vers|dade dos |nd|v|duos que a compõem não será ma|s mot|vo para d|scut|rţ [u|gar e condenarţ
e ass|m essas co|sas de|xarão de ser a base para uma [ust|f|cacão pessoa|Ŧ Þe|o contrár|oţ passam
a ser mot|vo para nos regoz|[armos uns nos outros e serv|rmos uns aos outrosŦ"

lnA8ALÁvLL CCnllAnÇA LM uLuS

uomlnados pelo cansaco das baLalhasţ os hebreus compreenderam queţ se ueus não lnLervlesseţ
não conseaulrlam vencerŦ LsLavam LoLalmenLe esaoLados e preclsavam da forca dlvlna para
prosseaulrŦ

ºLnvlaramţ polsţ os homens de Clbeom a !osueţ ao arralal de Cllaalţ dlzendoť não reLlres as Luas
mãos de Leus servosŤ sobe apressadamenLe a nósţ e llvraŴnos e a[udaŴnosţ porquanLo Lodos os rels
dos amorreusţ que hablLam na monLanhaţ se a[unLaram conLra nósŦ LnLão sublu !osueţ de Cllaalţ
ele e Loda a aenLe de auerra com eleţ e Lodos os homens valorososŦ L o SLnPC8 dlsse a !osueť não
os Lemasţ porque os Lenho dado na Lua mãoŤ nenhum deles Le poderá reslsLlrŦ L !osue lhes
sobrevelo de repenLeţ porque Loda a nolLe velo sublndo desde CllaalŦ" (!s 10Ŧ6Ŵ9)

Cuando eu esLava no corpo de fuzllelros navalsţ lembroŴme de que fazlamos uma marcha de quaLro
horas de duracão Ŷ mas nunca flzemos um exerclLamenLo que durasse a nolLe LodaŦ não conslao
lmaalnar o arau de cansaco em que !osue e seus soldados se achavamŦ Lles realmenLe preclsavam
da lnLerferôncla de ueusţ dandoŴlhes forcas para suprlr sua fraquezaŦ L ele deuŦ L como deu! ueus
fez um mllaare que nunca mals se repeLluŦ

ºL o SLnPC8 os conLurbou dlanLe de lsraelţ e os ferlu com arande maLanca em ClbeomŤ e
perseauluŴos pelo camlnho que sobe a 8eLeŴPoromţ e ferluŴos aLe Azeca e a MaquedáŦ L sucedeu
que fualndo eles de dlanLe de lsraelţ à desclda de 8eLeŴPoromţ o SLnPC8 lancou sobre elesţ do ceuţ
arandes pedrasţ aLe Azecaţ e morreramŤ e foram mulLos mals os que morreram das pedras da
saralva do que os que os fllhos de lsrael maLaram à espadaŦ LnLão !osue falou ao SLnPC8ţ no dla
em que o SLnPC8 deu os amorreus nas mãos dos fllhos de lsraelţ e dlsse na presenca dos lsraellLasť
Solţ deLemŴLe em Clbeomţ e Luţ luaţ no vale de A[alomŦ L o sol se deLeveţ e a lua parouţ aLe que o
povo se vlnaou de seus lnlmlaosŦ lsLo não esLá escrlLo no llvro de !asher? C solţ polsţ se deLeve no
melo do ceuţ e não se apressou a pôrŴseţ quase um dla lnLelroŦ L não houve dla semelhanLe a esLeţ
nem anLes nem depols deleţ ouvlndo o SLnPC8 asslm a voz de um homemŤ porque o SLnPC8
pele[ava por lsraelŦ" (!s 10Ŧ10Ŵ14)

Lssa devla esLar no proarama AcredlLe se Culser! vocô conseaue vlsuallzar lsso? C Ceneral !osueţ
senLlndo uma enorme conflanca em ueusţ olha para o alLo e bradať
Ŵ Þareţ sol! L vocô Lambemţ lua!
não encaremos lsso como presuncão de sua parLeŦ nãoŤ não e lssoŦ L a cerLeza de que ueus se acha
LoLalmenLe envolvldo em nossa moLlvacão de vldaţ e e LoLalmenLe alorlflcado com nossas acõesŦ L
como aflrma 1heodore Lppť ºAsslm que um homem se dlspõe a colocarŴse no cenLro do plano de
ueusţ e delxa ueus reallzar a vonLade dele por seu lnLermedloţ esse homem LornaŴse lnvenclvelŦ"
ve[a por sl mesmo os resulLados de uma aLlLude asslmţ em !osue 10Ŧ11Ŵ27Ŧ Lles obLlveram sucesso
na lnvasão da Lerra de Canaãţ capLuraram e maLaram os relsţ e ueus recebeu Loda a alórlaŦ loram
esses os resulLados dos esforcos daquela equlpe de auerrelros dedlcadosţ que esLavam
compromeLldos com a busca da unlãoţ e que de bom arado se Lornaram exemplos de humlldadeţ e
decldlram crer em ueusţ lndependenLe de qualquer colsaŦ

ALCuMAS SuCLS10LS uL AÞLlCAÇÄC

Como e fácll pensar nesses arandes felLos como resLrlLos apenas ao passado! L como e errado
pensar asslm! Aqul vão alaumas conslderacões que merecem um pouco de nosso Lempo e aLencãoŦ

1Ŧ A busca da unlão e Lrabalhosaţ mas vale a penaŦ Cuem esLá ocupando a poslcão de llderanca nas
fllelras crlsLãs Lem a responsabllldade de ºpreservar a unldade do LsplrlLo no vlnculo da paz" (Lf
4Ŧ3)Ŧ Seremos LenLados mulLas vezes a não aalrmos asslmŦ Þessoas que nos cercam lrão esLlmularŴ
nos a opLar por uma faccãoţ quando deverlamos procurar melos de flcar ao lado delasŦ Seremos
LenLados a manlpular as pessoasţ ou conLroláŴlasţ ou procurar domlnáŴlas de alauma formaŦ L Ludo
apenas com um ob[eLlvoť fazermos a nossa vonLadeţ allmenLarmos nosso oraulhoŦ
Sualro que vocôţ lelLorţ LenLe ser dlferenLeŦ laca o propóslLo de llberLar os ouLrosţ para que possam
crescer e aprender por sl mesmosŦ Þara varlarţ sempre que for posslvelţ em vez de provocar uma
dlscussãoţ evlLeŴaŦ Se[a mals como um paclflcadorŦ
1alvez [á Lenham ouvldo essa hlsLorlnhaţ mas percebo que Lodas as vezes que a conLo alaumas
pessoas sorrlemŦ Pavla um casal que esLava casado havla mals de clnquenLa anosŦ um dlaţ alauem
peraunLou ao marldo qual era o searedo de sua fellcldade con[uaalŦ
Ŵ 8omţ expllcou o velhoţ asslm que casamosţ eu e a mulher flzemos um LraLoť quando ela flcasse
chaLeada com alauma colsaţ falarla Ludo comlao e desabafarlaŦ L quando eu flcasse com ralva delaţ
lrla dar uma volLa a peŦ Acho que podemos aLrlbulr o sucesso de nosso casamenLo ao faLo de que
eu Lenho vlvldo mulLo ao ar llvreŦ
Lls al um homem resolvldo a promover a unlãoŦ não e alao que se conslaa com facllldadeţ masţ
acredlLeŴmeţ vale a pena o esforco que empreaamos para obLôŴlaŦ L ve[amos aaora ouLro ponLo a
conslderarŦ

2Ŧ uma poslcão de humlldade e do mals alLo valorţ mas e enconLrada com mulLa rarldadeŦ A essa
alLuraţ [á deve Ler dado para perceber que a unlão esLá mulLo llaada à humlldadeŦ uma aera a
ouLraŤ e nenhuma das duas pode subslsLlr sem a ouLraŦ São como lrmãos slamesesţ llaados para
sempreŦ Lu mesmo [á LesLemunhel mulLas slLuacões em que as pessoas permlLlram que o oraulho
lmperasse (embora não o reconhecessem como oraulho)ţ e a harmonla do arupo se desfezŦŦŦ e bem
depressaŦ L como dlz o apósLolo 1laaoť ºue onde procedem auerras e conLendasţ que há enLre vós?
ue ondeţ senão dos prazeres que m|||tam na vossa carne? Coblcalsţ e nada LendesŤ maLals e
lnve[alsţ e nada podels obLerŤ vlvels a luLar e a fazer auerrasŦ" (1a 4Ŧ1Ŵ2)
A despelLo dos enslnamenLos que Lalvez recebamos ho[eţ os Lermos auerra e conLendas não são o
meLodo cerLo para se avancarŦ Lm ulLlma anállseţ não alorlflcam a ueusŦ L não auerreandoţ e
recusandoŴse a conLenderţ que conqulsLamos amlaosŦ
CosLo mulLo das palavras de Allan McClnnls sobre o assunLoŦ Lm seu excelenLe llvro 1he lrlendshlp
lacLor (C laLor Amlzade)ţ ele aborda essa quesLãoŦ

ºA pslcoloala popular produzlu uma nova onda de llvros de auLoŴaprlmoramenLoţ que defendem a
auLoŴaflrmacãoţ que esLlmulam o lndlvlduo a fazer o que dese[aţ a Llrar vanLaaem dos ouLrosţ anLes
que Llrem vanLaaem deleŤ a afasLar de seu relaclonamenLo Loda pessoa que não qulser lhe dar
aqullo de que Lem ºnecessldade"Ŧ na verdadeţ essa aLlLude não e nada novaŦ A arroaâncla [á se
acha enLre os homens há basLanLe LempoŦ
Mas essa fllosofla de vlda Lem um lado dolorosoŦ nada mals e do que uma LenLaLlva de pessoas
lnfellzes que buscam enconLrar fellcldadeŦ Þarece que alauem as convenceu de que a enconLrarão
asslmţ lanorando os problemas e dlflculdades dos ouLros e plsando nos ouLros para cheaarem onde
dese[amŦ Mas o que Lenho aprendldo quando essas pessoas me procuram para aconselhamenLo e
queţ quando empurram os ouLros ţ quando lnLlmldam os concorrenLesţ e não Lôm conslderacão
para com aqueles pelos quals são responsávelsţ cheaam ao alLo da escalada e descobrem que não
há nlnauem all para lhes dar nadaŦ !esus repudla esse Llpo de aLlLudeţ dlzendo queţ quem qulser
salvar sua vldaţ acabará por perdôŴlaŦ CrlsLo aflrma Lambem que aqueles que perderem a vlda a
salvarãoŦ L a 8lblla esLá chela de declaracões no senLldo de queţ se nos sacrlflcarmos e neaarmos a
nós mesmos por uma causa superlorţ no flnal enconLraremos a fellcldadeŦ Lm ouLras palavrasţ a
fellcldade normalmenLe não sobrevem àqueles que se empenham na procura delaŦ na malorla dos
casosţ ela resulLa de uma at|tudeŦ !á percebl que as pessoas mals fellzes não são as que esLão
empurrando ou plsando nos ouLrosŦ São pessoas que não Lenclonam lnLlmldar os ouLrosŤ pessoas
que Lôm conflanca no seu valor próprloŤ e arande parLe dlsso provem do faLo de procurarem fazer
os ouLros fellzesŦ L esse Llpo de aLlLude e alLamenLe recompensadoţ pols nlnauem esquece com
facllldade um amlao que se dlspõe a sacrlflcarŴse por eleŦ"

C salmo de uavl e eLernoŦ Lmbora ele Lenha sldo escrlLo mulLo anLes e llvros como Þulllna ?our
Cwn SLrlnas (Þuxe seus próprlos cordels) e Looklna CuL for number 1 (Culde da pessoas numero 1)
cheaarem à llsLa dos besLŴsellersţ alnda e verdadelroŦ ve[a mals uma vez o que ele dlzť

ºCP! quão bom e quão suave e que os lrmãos vlvam em unlãoŦ L como o óleo precloso sobre a
cabecaţ que desce sobre a barbaŦŦŦ" (Sl 133)

Cuer um bom conselho? Lspalhe um pouco desse óleo à sua volLaŦ Mas não se[a mulLo
parclmonlosoť derrameŴo à vonLadeŦ uelxeŴo calr e escorrer bemŦ laca lsso ho[e mesmoŦ

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O ueflna unlão com suas próprlas palavrasŦ use seu poder crlaLlvo e acrescenLe alaumas ldelas
para ampllar sua deflnlcãoŦ
O Þor que e queţ por naLurezaţ somos mals rlaldosţ e não lrmanados? Þor que somos Lacanhos
em vez de aberLos para os ouLros?
O 8eve[a a oracão de !esus em !oão 17Ŧ20Ŵ26Ŧ LsLude as palavras dele à luz do enslno aLual de
se buscar lndependôncla e lnLlmldacãoŦ ClLe uma manelra de vocô promover uma malor
unlão do arupoŦ
O Converse sobre a necessldade que Lemos de receber esLlmulo uns dos ouLrosŦ vocô se
recorda de alauma ocaslão em que alauem o reanlmou e lsso revlaorou seu esplrlLo? 8elaLeŦ
O Converse com Loda franqueza a cerca do ácldo da lnve[aŦ vocô Lem esse problema? Cu [á fol
vlLlma de aLaques lnve[osos de ouLra pessoa? Como se pode superar essa fraqueza?
O 8elela as palavras de uleLrlch 8onhoefferŦ Converse sobre as aflrmacões que ele faz sobre os
forLes e os fracosŦ
O Þor ulLlmoţ passe alaum Lempo medlLando sobre os dols prlnclplos da unlão e humlldadeŦ
Þor que as duas colsas se acham lnLlmamenLe relaclonadas? Lela llllpenses 2Ŧ3ţ4Ŧ Converse
sobre como esse LexLo se apllca à nossa vlda ho[eŦ

CAÞl1uLC SLlS
CuAnuC C 8LLAClCnAMLn1C ACA8A

LsLá na hora de encararmos a realldade de frenLeŦ ALe aqulţ as colsas esLlveram relaLlvamenLe
fácelsţ Lalvez alauem Lenha pensado um pouco sobre pequenas desavencas e confllLos ocaslonalsţ
masţ em arande parLeţ pode Ler flcado com a lmpressão de que assumlr um relaclonamenLo franco
e uma condlcão de vulnerabllldade e fácll como desllzar monLanha abalxoŦ Com nossos óculos cor
de rosaţ Lalvez esLe[amos crendo queţ quando os membros do Corpo se aproxlmam mals uns dos
ouLrosţ auLomaLlcamenLe LornamŴse unldosŦ L e posslvel que o lelLor esLe[a achando queţ asslm que
removermos as máscaras e passarmos a nos relaclonar aberLamenLe uns com os ouLrosţ esLaremos
percorrendo uma esLrada de paz lnlnLerrupLaŦ Mas lsso não aconLece necessarlamenLeŦ vez por
ouLraţ ocorrem moLlns enLre os membrosţ e as consequônclas deles podem ser mulLo desasLrosasŦ
Cuando ll as palavras que vôm a seaulrţ escrlLas por um medlcoţ descrevendo a presenca do câncer
no oraanlsmo humanoţ achel que elas llusLram mulLo bem as rupLuras de comunhão que podem
ocorrer na famllla de ueusŦ

ºum Lumor e conslderado benlanoţ quando seus efelLos flcam resLrlLos denLro de uma membranaţ
e all permanecemŦ Mas a condlcão mals LraumáLlca do oraanlsmo ocorre quando celulas rebeldes
escapam de seus llmlLesŦ Llas se mulLlpllcam desenfreadamenLeţ e se espalham rapldamenLe pelo
oraanlsmoţ sufocando as celulas normalsŦ Cs alóbulos brancosţ que esLão armados para aLacar
lnvasoresţ não aLacam as celulas rebeldes do próprlo oraanlsmoŦ não exlsLe nenhuma ouLra
dlsfuncão de que os medlcos Lenham mals pavorŦ Lssa dlsfuncão chamaŴse câncerŦ Þor razões que
alnda desconhecemosţ essas celulas Ŷ e às vezes Lecldos Ŷ LornamŴse desordenadasţ fora de
conLroleŦ Cada uma dela se uma celula que funclona perfelLamenLeţ mas são rebeldesţ e não aLuam
mals em harmonla com o resLo do oraanlsmoŦ L aLe mesmo os alóbulos brancosţ que são a nossa
flrme auarda palaclanaţ podem rebelarŴse e desLrulr o oraanlsmoŦ Lm cerLos casosţ elas se
reproduzem desordenadamenLeţ e aLravancam o slsLema clrculaLórloţ sobrecarreaando so canals
llnfáLlcosţ desLrulndo a funcões normals do corpo Ŷ e a leucemlaŦ"

L e asslm Lambem uma doenca esplrlLual chamada ºconfllLos de relaclonamenLos"Ŧ Cuando os
relaclonamenLos se rompemţ Lermlna a alearla e o Corpo adoeceŦ L como essas colsas podem ser
noclvas!
L lsso não e nenhuma novldadeŦ cam|nho percorr|do pe|a Igre[a está [uncando de ||xoť conf||tosţ
desavencasţ atr|tosţ |utas |nternas e d|scórd|asŦ 8asLa relembrar a lare[a do prlmelro seculoţ
reLraLada no llvro de ALosŦ

O ALos 3ť hlpocrlslaţ Lrazendo como consequôncla a punlcãoŦ
O ALos 6ť LraLamenLo ln[usLo das mlnorlas e necesslLadosŦ
O ALos 9ť reluLâncla em permlLlr que Þauloţ um recemŴconverLldoţ preaasse o evanaelhoŦ
O ALos 11ť o leaallsmo levanLa a cabeca horrendaŦ
O ALos 13ť desavencas douLrlnárlas Lão serlas que fol preclso reallzarŴse um conclllo oflclal
para resolver a quesLãoŦ L no flnal do mesmo caplLuloţ um confllLo enLre Þaulo e 8arnabeŦ

não haverla nem Lempo nem espaco aqul para descrever os confllLos que ocorreram de lá pra cá
(lsso darla assunLo para mulLos llvros)ţ mas exlsLem por al mulLas provas de que esse poderoso
exerclLoţ a lare[a de ueusţ nunca esLeve compleLamenLe llvre de confllLos e crlsesŦ
Þor vezes esses confllLos são araves e exploslvos como no caso da lnqulslcãoţ quando crenLes eram
morLos pelas auLorldades da lare[aţ que acredlLavam esLar fazendo um favor a ueusŦ L por vezes
podem ser leves e roLlnelrosţ como no caso de uma professora de escola domlnlcal que não
conseaue conLrolar uma classe de preŴadolescenLesŦ
A revlsLa Leadershlpţ conheclda por seus enaracados carLuns sobra a lare[aţ Lrouxe cerLa vez um
desenho que nos fez rlr basLanLe ao reconhecer a realldade dos faLosŦ C desenho mosLrava a flaura
de um pasLor de rosLo mulLo serloţ que fazla uma lnLerrupcão em sua preaacãoţ e lla um bllheLe
que dlzlať ºlnLerrompemos esLe sermão para lnformar que a Lurma de menlnos de dez anos aaora
esLá em perfelLo conLrole da classeţ e manLem como refem a professora MosebvŦ"

CAuSAS uAS 8uÞ1u8AS uL 8LLAClCnAMLn1CS

!á que exlsLem confllLosţ e que ocorre a rupLura dos relaclonamenLosţ pareceŴme que o mals cerLo
e encararmos o faLo de frenLeŦ Comecemos anallsando o quadro aeralŦ Lm que slLuacões as pessoas
se afasLam umas das ouLras e reslsLem ao processo de lnLearacão? Cuando e que Lemo mals
Lendôncla para nos lsolarmos e manLer nossas máscaras? LxlsLem pelo menos clnco slLuacõesţ e
cada uma delas e llusLrada por um relaLo blbllcoŦ

SofrlmenLo e uoencas Craves

A malorla das pessoasţ quando sofre com uma dor mulLo forLeţ procura flcar a sósŦ São poucas as
que permanecem na correnLe do envolvlmenLo quando esLão sofrendo mulLoţ se[a esse sofrlmenLo
flslco ou emoclonalŦ As razões são dlversasŦ Þode ser que a pessoa se slnLa consLranalda pelo que
esLá passandoŦ Cu pode ser Lambem que esLe[a Lão ºmachucada" lnLerlormenLe que flca deprlmlda
e afasLaŴse do convlvlo de ouLrosŦ L claro queţ quando alauem esLá sofrendo de uma enfermldade
flslca que drena suas eneralas e exlae lonao perlodo de repousoţ ele não pode mesmo
corresponder aos reclames naLurals da vldaŦ
lol o caso de !óţ que sofreu uma Lerrlvel doencať Lumores mallanos por Lodo o corpoŦ Sabemos
como ele se lsolouţ por causa de sua LrlsLeza (!ó 1Ŧ20ţ21Ť2Ŧ7Ŵ13)Ŧ L mesmo quando seus suposLos
ºamlaos" vleram conforLáŴlo (confronLáŴlo serla a palavra cerLa)ţ ele permaneceu afasLado de suas
responsabllldades normalsŦ C sofrlmenLo faz lsso com a aenLeŦ Cuando se Lorna mulLo lonao ou
mulLo dolorosoţ buscamos o lsolamenLoŦ Como !óţpreferlmos flcar lonae dos olhares curlososŦ
C rel Saul Lambem fez lssoŦ LembraŴse de como ele flcou sozlnhoţ na escurldão do seu desesperoţ
afundando no pânLano da depressão? (l Sm 13Ŵ16)
nosso Salvador Lambem quls flcar a sós quando Loda a aaonla da cruz lhe sobrevelo (ML 26Ŧ36Ŵ44)Ŧ
ÞorLanLoţ não devemos senLlrŴnos ofendldos ou admlrados quando alauem se afasLa do convlvlo
dos ouLrosţ levado pelo sofrlmenLoŦ Þelo conLrárloţ nossa melhor aLlLude para com essa pessoa será
revelar um coracão compasslvo e compreenslvoŦ Masţ quando LenLarmos nos aproxlmarţ Leremos
que fazôŴlo com mulLo tato e sens|b|||dadeŦ volLaremos a abordar esLe assunLo no caplLulo 8ţ onde
o LraLaremos mals amplamenLeŦ

LsaoLamenLo e ladlaa

nos dlas em que vlvemosţ sofrendo forLes Lensões e mulLo sLress e consLanLes demandasţ com
pouco Lempo para o lazerţ um numero cada vez malor do povo de ueus esLáŴse deslnLearando
emoclonalmenLeţ vlLlma dom esaoLamenLo e fadlaaŦ não e mulLo lncomum enconLrarmos pessoas
que Lrabalham na obra de ueus num rlLmo excesslvoţ que se desaasLam a Lal ponLo que um dla
sofrem um abaloŦ AchamŴse enLão cansadas e esaoLadasţ necesslLadas de um bom descanso Ŷ de
um bom Lempo para se recuperarem e resLabelecerem Ŷ não demonsLrando lnLeresse por
proaramas e pro[eLos que exl[am delas malor dlspôndlo de enerala e LempoŦ Lssas pessoas
preclsam ser respelLadas e não aLormenLadasŦ Þreclsam de Lempo para resLaurarem as forcasţ e
domarem a #t|ran|a da pressa"Ŧ
AcredlLo que o velho profeLa Lllas dlrla um sonoro ºamem" a essas palavrasŦ uepols do lnLenso
envolvlmenLo como profeLa de ueusţ em que se poslclonou sozlnho conLra o rel Acabe e sua
mulher !ezabelţ ele enfrenLa os profeLas de 8aal no monLe Carmeloţ luLas que demoraram várlos
anos (se lnclulrmos o perlodo de prolonaada seca)Ŧ Lle Llnha oradoţ profeLlzadoţ luLadoţ preaadoţ
sofrldoţ passara por uma confronLacão com o relţ e zombara dos profeLasŦ De repente perde o
equ|||br|o emoc|ona|ţ quando val para o deserLo sozlnhoţ e pede a ueus que lhe Llre a vlda (l 8s
19Ŧ1Ŵ3)Ŧ LsaoLado e cansadoţ o profeLa esLava famlnLo e llquldadoŦ A vlsão que Llvera do quadro
aeral esLava mulLo embacadaţ e sua moLlvacão para o mlnlsLerlo se esvalraŦ L maravllhoso ver como
ueus esLendeu para ele a sua aracaŦ nada de forLes sensacões de culpaŤ nem sermões demoradosŤ
nem mesmo uma carranca ou ameacasŦ Com sua dlvlna compalxãoţ deu ao profeLa Lempo para se
recuperarŤ deuŴlhe espaco para se refazerŦ ALe preparou uma refelcão para o profeLa exausLoŦ
1odos nós poderlamos aprender mulLa colsaţ se anallsássemos aLenLamenLe os meLodos que ueus
empreaa conoscoŦ
vez por ouLra aparecem em nossa lare[a pessoas que preclsam de cura lnLerlorŦ AchamŴse
esaoLadasŦ LsLão sequlosas por um luaar onde possam refazerŴseŤ preclsam de llberdade para flcar
Lranqullas e recuperar a perspecLlva das colsasŦ 1emos que respelLar essas pessoas e darŴlhes
condlcões para se refazeremŦ C que preclsam não e de pessoas que as ºencurralem num canLo" e
as ºcoloquem nos elxos"Ŧ nesses casosţ os processos de lnLearacão e envolvlmenLo Lambem Lerão
que esperar um poucoŦ C de que elas preclsam (como fol o caso de Lllas) e Ler llberdade para
relaxaremŦ no Lempo cerLoţ recuperarão as eneralas e a perspecLlva cerLa dos faLosŦ na malorla dos
casosţ o esaoLamenLo não e uma doenca lncurávelŦ

Þroblemas em Casa e ConfllLos Þessoals

Cuando problemas de famllla e confllLos pessoals nos levam a procurar abrlaoţ mulLas vezes ao
sofrlmenLo se acrescenLa um senLlmenLo de veraonhaŦ L dlflcll descrever a lnLensa ansledade de
um lndlvlduo que se acha acossado por confllLos domesLlcosţ ou reveses flnancelros ou erros de
ordem moralŦ Lsses Llpos de problemaţ em menor ou malor escalaţ aeram em nós um forLe dese[o
de nos lsolarmosţ embora essa Lalvez não se[a a solucão mals adequadaŦ
LnquanLo uavl esLeve sob o senLlmenLo de culpa pelo seu envolvlmenLo com 8aLeŴSebaţ não
desempenhou suas aLlvldades no alLo padrão a que esLava acosLumadoŦ Lela llSm 11Ŵ12ţ e Sl 32Ŧ3Ŵ3
e 31Ŧ1Ŵ17ţ e consLaLe lssoŦ Lsses Lrechos parecem lndlcar que duranLe aqueles dlas sombrlosţ ele
não fol à auerraţ não compôs hlnosţ e não Lomou nenhuma declsão lmporLanLeŦ Lle se achava
emaranhado na Lela que ele próprlo crlaraţ manLendoŴse dlsLanLe e preocupadoŦ lusLlaado pela
culpaţ sofrla sozlnhoŦ
C mesmo pode aconLecer com uma famlllaţ quando se vô em luLa com um [ovem ou um
adolescenLe rebeldeŦ Lsse Llpo de problema pode esaoLar as eneralas da famlllaţ e roubarŴlhe a
alearlaŦ CeralmenLe essas pessoas se lsolamţ e aLravessam sozlnhas esse vale de desalenLoŦ
L como pasLor mulLas vezes me ve[o a bracos com um dllemaŦ uevo lnLervlr? uevo lnLromeLerŴme e
oferecer a[udaţ apesar de não Lerem recorrldo a mlm? Cu devo permanecer à maraemţ e delxar as
pessoas envolvldas soluclonarem elas mesmas seus próprlos problemas? não exlsLem rearas flxas
de conduLa aqulŦ !á Lomel as duas aLlLudesŦŦŦ e obLlve reacões neaaLlvas nas duasŦ Mas Lambem [á
obLlve resulLados maravllhososţ e a solucão do problemaţ em ouLras ocaslões em que assuml as
duas aLlLudesŦ Alnda Lenho na lembranca as palavras que ouvlţ em duas slLuacões exLremasŦ

ºlsso e da sua conLa? Se o Senhor não Llvesse lnLromeLldoţ poderlamos Ler resolvldo LudoŦ"

ºMulLo obrlaadoţ pasLorŤ obrlaado mesmoŦ Se o senhor não Llvesse lnLerferldo no caso e não
Llvesse se lnLeressado por nós o suflclenLe para nos conforLar (ou exorLarţ ou nos ouvlr)ţ não sel
onde esLarlamos ho[eŦ"

ºLsLamos mulLo araLos ao senhor por nos Ler dado Lempo para soluclonarmos nós mesmos o
problemaŦ Somos mulLo aaradecldos de não Ler se lnLromeLldo e forcado uma solucãoŦ"

ºCnde o senhor esLava? Þor que não nos a[udou? L claro que não se lmporLou nem um poucoţ
mesmo sabendo que esLávamos sofrendoŦ"

Lssas colsas e que fazem um pasLor se lsolarŦ não serla bom se houvesse rearas flxasţ que nunca
falhassemţ para serem apllcadas em slLuacões dellcadas? Mas na quesLão do romplmenLo de
relaclonamenLosţ essas rearas flxasţ se[am elas poslLlvas ou neaaLlvasţ devem ser descarLadasŦ L
quem aosLa de apllcáŴlas para Ludoţ e melhor esquecerŦ

ALrlLo LnLre uuas ou Mals Þessoas

CuLra barrelra ao desenvolvlmenLo de relaclonamenLos francos e LoLal envolvlmenLo com ouLros e
o conhecldo problema dos aLrlLos enLre lndlvlduos Ŷ confllLos de personalldadeţ re[elcão da declsão
de ouLremţ ofensas que não foram resolvldas e perdoadasţ malŴenLendldos que se compllcam
devldo a conversas e mexerlcosŦ lsso ocorre prlnclpalmenLe quando a pessoa se lsola para ºLraLar
dos ferlmenLos"ţ por Ler sldo maaoada porque LenLou a[udar ouLraţ com Loda slncerldadeţ e salu
pre[udlcadaŦ
LembroŴme com mulLa frequôncla das palavras de Salomãoť

ºC lrmão ofendldo e mals dlflcll de conqulsLar do que uma cldade forLeŤ e as conLendas são como
os ferrolhos de um palácloŦ (Þv 18Ŧ19)

vocô e capaz de lmaalnar o quadro? 8arras de ferro arossas e enferru[adasţ que parecem dar a
mensaaemť ºllque lonae de mlmŦ Cuero flcar sozlnho!"

Mas se anallsarmos essa analoala aLe seus llmlLesţ veremos que o lrmão ofendldo e o que mals
sofreŦ L ele quem se fecha a abandona o clrculo soclalŦ L como uma pessoa pode LornarŴse
amarauradaţ quando se encerra por Lrás dessas barras lnvlslvels!

ºConLaŴse a hlsLórla de duas lrmãs solLelras que vlvlam [unLas e que Llveram uma brlaa mulLo serlaţ
e pararam de conversar uma com a ouLraŦ não podendoţ ou não querendo salr de casaţ elas
conLlnuaram a uLlllzar os mesmos aposenLosţ a dormlr no mesmo quarLoŦ llzeram um Lraco a alz no
quarLoţ dlvldlndo os espacos de uma e de ouLraţ separando a porLa e a larelraţ para que cada uma
pudesse se mover llvremenLe sem passar para o espaco da ouLraŦ uuranLe a nolLeţ cada uma ouvla
a resplracão da lnlmlaaŦ L nenhuma delas se dlspunha a dar o prlmelro passo para a reconclllacãoŦ"

Como Lerla sldo melhor se Llvessem seauldo o exemplo de duas ouLras lrmãsţ 8eLsv e Corrle Len
8oomŦ no llvro C 8efualo SecreLoţ escrlLo por Corrleţ ela narra uma ocaslão em que vlu que sua
lrmã esLava com o rosLo ferldo e lnchadoŦ ÞeraunLou à ouLra se o auarda lhe baLeraţ e a resposLa
que recebeu a delxou perplexať º1lve mulLa pena daquele homem!"
CuanLos de nós recordamos mulLas vezes aquele esplrlLo de perdão demonsLrado por Corrle Len
8oomţ e que ela absorveu de sua lrmã 8eLsv?
Þaulo e 8arnabe Llveram uma confronLacãoţ seaundo o relaLo de ALos 13Ŧ36Ŵ40Ŧ uols homens
forLesţ adulLosţ decldldos Llveram uma desavenca e se separaramŦ Cada umţ por seu ladoţ Llnha a
convlccão de que esLava com a razãoţ aponLo de romper um relaclonamenLoŦ L nós não sabemos
mals nada a respelLo de 8arnabeţ depols que ele seaue para Chlpreţ após o desenvolvlmenLo com
ÞauloŦ
Como somos esLranhos! Se nosso carro enaulca nem por lsso delxamos de usar um velculoŦ Se
nosso Lelhado esLá co aoLelrasţ nem por lsso abandonamos a casa e nos mudamos para ouLro luaarŦ
Mas a lronla de Ludo lsso e queţ quando duas pessoas tôm um conf||toţ raramente se mostram
suf|c|entemente maduras para permanecer a|| e reso|ver as co|sasŦ na malorla dos casosţ elas se
afasLam uma da ouLra e levam uma vlda de desespero e solldãoŦ Se uma anLlauldade Lem LanLo
valor ao ponLo de se empreaar Lempoţ enerala e dlnhelro para resLauráŴlaţ mulLo mals um
relaclonamenLo rompldoŦ

8ebellão ConLra ueus

Lu aosLarla de explorar mals profundamenLe esse problemaţ [á que ele e llusLrado com mulLa
clareza na hlsLórla dos anLlaos hebreusţ que Lemos esLado esLudandoŦ
Slmpllflcandoţ essa quesLão Lem mulLo a ver com o lsolamenLo que sobrevem a um lndlvlduo como
consequôncla dlreLa da desobedlônclaŦ Como e fácll uma pessoa afasLarŴse do povo de ueusţ e
passar o resLo da vlda em reclusãoţ só porque uma vez comeLeu um erro arave e sofreu por eleŦ
ueus nos casLlaa por nossos aLos de desobedlônclaţ [á que somos seus fllhosţ não para que
passemos a vlda Loda em lsolamenLoţ mas para que aprendamos o valor da obedlônclaŦ
ve[amos um exemplo clásslco dlssoţ no caso de alauns hebreus que desobedeceram a ueus na
conqulsLa de AlŦ

Al L CS PL88LuS

C llvro de !osue e uma especle de lórmula umţ do velho 1esLamenLoŦ lndo de uma baLalha para
ouLraţ aqueles hebreus foram sempre esLabelecendo novos recordes de velocldade a cada novo
LrlunfoŦ Sem um mlnuLo de heslLacãoţ eles varreram !erlcóţ cravando uma esLaca no coracão da
Lerra de Canaãţ enfraquecendo mulLo as defesas do lnlmlaoŦ uall seaulram ao enconLro de ouLros
desaflosţ pronLos e enfrenLar qualsquer oposlLores que se lhes deparassemŦŦŦ aLe cheaarem a AlŦ C
caplLulo 7 de !osue e uma ºparada nos boxes"Ŧ ue repenLe o carro pára com um ranaldo de frelosŦ
C plloLo (!osue) flca all senLadoţ perplexoţ pensando conslao mesmoť ºC que Lerá aconLecldo? Þor
que esLe problema aaora? C que esLá errado?" nem mesmo sua equlpe de mecânlcos conseaulram
aLlnar com o que esLava aconLecendoŦ
Þreclsamos compreender queţ mlllLarmenLe falandoţ Al era uma cldade fracaŦ Comparada com a
Lerrlvel !erlcóţ ela era apenas uma depressão na plsLaţ um Lorrão de Lerra na esLrada da vlLórlaŦ Lţ
no enLanLoţ o exerclLo lsraellLa fol fraaorosamenLe derroLadoţ foram repelldos por um bando de
calplras de uma cldadezlnha do lnLerlorŦ

ºLnvlandoţ polsţ !osueţ de !erlcóţ alauns homens a Alţ que esLá [unLo a 8eLeŴÁven do lado do
orlenLe de 8eLelţ falouŴlhes dlzendoť Sublţ e esplal a LerraŦ Sublramţ polsţ aqueles homensţ e
esplaram a AlŦ L volLaram a !osueţ e dlsseramŴlheť não suba Lodo o povoŤ subam uns dols mllţ ou
Lrôs mll homensţ a ferlr a AlŤ não faLlauels all a Lodo o povoţ porque poucos sãoŦ Asslmţ sublram láţ
do povoţ uns Lrôs mll homensţ os quals fualram dlanLe dos homens de AlŦ L os homens de Al ferlram
deles uns LrlnLa e selsţ e os perseaulram desde a porLa aLe Sebarlmţ e os ferlram na descldaŤ e o
coracão do povo se derreLeu e se Lornou como áauaŦ" (!s 7Ŧ2Ŵ3)

vamos enLender bem que nosso ob[eLlvo aqul não e meramenLe esLudar a PlsLórla anLlaaŦ nosso
lnLeresse e aprenderţ e ser dlsclpllnados pelos enslnos que ueus nos LransmlLe aLraves desses
LexLos do velho 1esLamenLoŦ 1ambem não esLamos preocupados com os deLalhes da esLraLeala
mlllLarŦ LsLamos falando de relaclonamenLosŤ e nesLe caplLuloţ parLlcularmenLeţ esLamos LraLando
das razões por que relaclonamenLos se rompemţ e como se rompemŦ Asslm sendoţ o prlmelro
passo para se resolver o problema de um relaclonamenLo rompldo e Ler consclôncla de que alauma
colsa esLá erradaŦ na verdadeţ para se resLaurar um relaclonamenLo são necessárlas quaLro eLapasŦ

Þrlmelra LLapať ºPá alauma colsa erradaŦ"

Chamamos a esLa prlmelra fase de ºeLapa dos slnLomas"Ŧ LsLudando a baLalha de Alţ ve[o al alauns
aspecLos não mulLo correLosŦ Þrlmelroţ houve uma varlacão na acão normal dos hebreus Ŷ eles
enconLraram uma reacão dlferenLe da esperadaŦ Lm vez de uma leve escaramucaţ houve uma forLe
reslsLônclaŦ Lm vez de o lnlmlao se lhes apresenLar como uma pequena auardaţ LornouŴse um
valoroso bando de auerrelrosŦ A cosLumelra facllldade modlflcouŴseŦ Lm seaundo luaarţ houve um
desânlmo LoLal e a queda do moral da Lropaţ ºe o coracão do povo se derreLeu e se Lornou como
áaua" (vŦ3)Ŧ
L num relaclonamenLo que comeca a se esfacelarţ a fase dos slnLomas Lem caracLerlsLlcas
semelhanLesŦ A prlmelra colsa que noLamos e uma modlflcacão no comporLamenLoŦ A pessoa não
procura mals os amlaosţ eţ quando procuraţ demonsLra consLranalmenLo Ŷ flca melo sem [elLoţ não
olha o ouLro dlreLamenLe nos olhosţ Lem pressa de lr emboraŦ não há mals aquela conversa fluenLeţ
francaŦ não ocorrem momenLos de humorŦ C relaclonamenLo flca dlferenLeŦ º1em alauma colsa
errada"ţ dlzemos para nós mesmosŦ
Alem dlssoţ para usar um Lermo do verslculo 3ţ nosso coracão se ºderreLe"Ŧ llcamos com o coracão
aperLadoŦ Lm nosso esplrlLo percebemos um dlsLanclamenLoţ uma dlvlsão que anLes não exlsLlaŦ L a
propóslLoţ quanLo mals senslvels somos em relacão aos ouLrosţ mals pronLamenLe deLecLamos a
presenca desses slnLomas em alauemŦ Asslm que nos enconLramos com essa pessoaţ percebemos
nela um quô de neaaLlvoŦ lsso nos leva à eLapa da preocupacãoŦ

Seaunda LLapať ºC que aconLeceu?"

volLemos ao relaLo da baLalha de AlŦ Lela os verslculos abalxoţ e coloqueŴse no luaar de !osueŦ

ºLnLão !osue rasaou as suas vesLesţ e se prosLrou em Lerra sobre o seu rosLo peranLe a arca do
SLnPC8 aLe à Lardeţ ele e os anclãos de lsraelŤ e delLaram pó sobre as suas cabecasŦ L dlsse !osueť
Ah! Senhor uLuS! Þor queţ com efelLoţ flzesLe passar a esLe povo o !ordãoţ para nos enLreaares nas
mãos dos amorreus para nos fazerem perecer? AnLes nos Llvessemos conLenLado em flcar alem do
!ordão! Ahţ SLnPC8! Cue dlrel? Þols lsrael vlrou as cosLas dlanLe dos lnlmlaos! Cuvlndo lsLoţ os
cananeusţ e Lodos os moradores da Lerraţ nos cercarão e desarralaarão o nosso nome da LerraŤ e
enLão que farás ao Leu arande nome?" (!s 7Ŧ6Ŵ9)

LnLão há uma arande perplexldadeŦ CbvlamenLeţ !osue flca preocupado com a revlravolLa
observada nos evenLosŦ Lle se reune com os amlaos de conflanca (no LexLo chamados de ºanclãos"
Ŷ vŦ6)ţ e [unLos buscam a ueus para procurar enLender os faLosŦ Aqueles homens oraram com mulLa
serledade e se unlram num mesmo senLlmenLo de preocupacãoŦ A perplexldade os leva a calr de
[oelhosŦ
L fazemos o mesmoţ não e? Asslm que senLlmos um afasLamenLo enLre nós e ouLra pessoaţ
conversamos sobre o problema com alauns amlaos mals cheaados Ŷ e eu dlrla Lambem confldenLes
Ŷ e oramosŦ L nos momenLos de oracão recebemos a revelacão de que necesslLamosŦ ueus nos
concede a faculdade de peneLrar mals fundo no problemaŦ
1enho alauns amlaos cheaados que são Lambem meus confldenLesŦ Lssas pessoas são Lão
lmporLanLes para mlm que o lelLor deve Ler noLado que dedlquel esse llvro a elasŦ Lsses homens
Lôm nosso relaclonamenLo na mals alLa conLaţ com profundas ralzes de conflancaŦ Lles conslderam
de arande lmporLâncla (como Lambem eu) as nossas reunlõesŦ nesses enconLrosţ conversamosŤ
medlLamosŤ fazemos avallacões sobre declsões LomadasŤ falamos de nossas luLasŤ oramosŦ
ManLemos esses conLaLos porque sabemos que ueus usa cada um de nós para ser uma bôncão
para os ouLrosŦ LsLamos sempre à dlsposlcão uns dos ouLrosţ e sempre em conLaLoŦ nosso ob[eLlvo
e nos forLalecermos e auxlllarmos muLuamenLeţ de Lodas as manelras posslvelsŦ SenLlndoŴnos
responsávels peranLe os ouLros e aberLos uns para com os ouLrosţ podemos Locar o ponLo
nevrálalco dos problemasţ sem as Llplcas dlsslmulacões que LanLas vezes ºanuvlam" as amlzadesŦ
AcredlLo que !osue manLlnha um relaclonamenLo desse Llpo com aqueles homens que
comparLllhavam de suas preocupacõesŦ
L ueus recompensou a oracão delesţ eţ rompendo o sllôncloţ revelouŴlhes o mlsLerloŦ

ºLnLão dlsse o SLnPC8 a !osueť LevanLaŴLeŤ por que esLás prosLrado asslm sobre o Leu rosLo? lsrael
pecouţ e Lransaredlram a mlnha allanca que lhes Llnha ordenadoţ e Lomaram do anáLemaţ e
furLaramţ e menLlramţ e debalxo da sua baaaaem o puseramŦ Þor lsso os fllhos de lsrael não
puderam subslsLlr peranLe os seus lnlmlaosŤ vlraram as cosLas dlanLe dos seus lnlmlaosŤ porquanLo
esLão amaldlcoadosŤ não serel mals convoscoţ se não desarralaardes o anáLema do melo de vósŦ
LevanLaŴLeţ sanLlflca o povoţ e dlzeť SanLlflcalŴvos para amanhãţ porque asslm dlz o SLnPC8 ueus
de lsraelť AnáLema há no melo de Llţ lsraelŤ dlanLe dos Leus lnlmlaos não poderás susLerŴLeţ aLe que
Llrels o anáLema do melo de vósŦ Amanhãţ polsţ vos cheaarelsţ seaundo as vossas LrlbosŤ e será que
a Lrlbo que o SLnPC8 Lomar se cheaaráţ seaundo as famlllasŤ e a famllla que o SLnPC8 Lomar se
cheaará por casasŤ e a casa que o SLnPC8 Lomar se cheaará homem por homemŦ L será que aquele
que for Lomado com o anáLema será quelmado a foaoţ ele e Ludo quanLo LlverŤ porquanLo
Lransaredlu a allanca do SLnPC8ţ e fez uma loucura em lsraelŦ" (!s 7Ŧ10Ŵ13)

Mas ueus não lhes revelou Ludoţ embora delxasse claro que a desobedlôncla campeava no exerclLo
lsraellLaŦ Alauem all Llnha comeLldo uma LransaressãoŦ não se revelaram nomesţ mas a
enfermldade fora lndlcadaŦ 1alvez fosse bom volLarmos aLrás e lermos a prolblcão que ueus Llnha
felLo ao povoţ asslm que lnvadlram a Lerra de CanaãŦ

º1ãoŴsomenLe auardalŴvos do anáLemaţ para que não Loquels nem Lomels alauma colsa deleţ e
asslm facals maldlLo o arralal de lsraelţ e o perLurbelsŦ Þorem Loda a praLaţ e o ouroţ e os vasos de
meLalţ e de ferro são consaarados ao SLnPC8Ť lrão ao Lesouro do SLnPC8Ŧ" (!s 6Ŧ18Ŵ19)

Masţ aaoraţ como alauem Llnha consclenLe e dellberadamenLe Lransaredldo a orlenLacão de ueusţ
esse exerclLoţ anLes vlLorlosoţ experlmenLa a derroLaŦ LsLava na hora de descobrlr quem era essa
pessoaŦ SeaueŴse enLão a fase da revelacãoŦ

1ercelra LLapať ºCuem são os envolvldos?"

LnLão !osue desencadela um meLlculoso processo de verlflcacãoţ a flm de deLermlnar a orlaem do
problemaŦ

ºLnLão !osue se levanLou de madruaadaţ e fez cheaar a lsraelţ seaundo as suas LrlbosŤ e a Lrlbo de
!udá fol LomadaŤ Lţ fazendo cheaar a Lrlbo de !udáţ Lomou a famllla dos zeralLasŤ e fazendo cheaar a
famllla dos zeralLas homem por homemţ fol Lomado ZabdlŤ Lţ fazendo cheaar a sua casaţ homem
por homemţ fol Lomado Acãţ fllho de Carmlţ fllho de Zabdlţ fllho de Zeráţ da Lrlbo de !udáŦ LnLão
dlsse !osue a Acãť lllho meuţ dáţ pecoŴLeţ alórla ao SLnPC8 ueus de lsraelţ e faze conflssão peranLe
eleŤ e declaraŴme aaora o que flzesLeţ não mo oculLesŦ L respondeu Acã a !osueţ e dlsseť
verdadelramenLe pequel conLra o SLnPC8 ueus de lsraelţ e flz asslm e asslmŦ Cuando vl enLre os
despo[os uma boa capa babllônlcaţ e duzenLos slclos de praLaţ e uma cunha de ouroţ do peso de
clnquenLa slclosţ coblcelŴos e LomelŴosŤ e els que esLão escondldos na Lerraţ no melo da mlnha
Lendaţ e a praLa por balxo delaŦ" (!s 7Ŧ16Ŵ21)

lol preclso um arande esforcoŦ uepols velo a confronLacãoŦ C llder não Llrou conclusões apressadas
nem procurou colocar as palavras na boca do culpadoŦ LlmlLouŴse a escuLarŦ LsLava dlsposLo a
escuLar Ludo que ele Llnha a dlzerţ a delxar que ele confessasse Lodo o seu erroŦ ÞedluŴlhe Loda a
verdadeŦ ºnão me oculLes" (vŦ19)Ŧ
Lssa slLuacão não e nada aaradávelŦ não se processa com facllldadeţ eţ mulLas vezesţ e basLanLe
lndese[adaŦ Cuando a comunhão enLre duas ou mals pessoas e lnLerromplda devldo a pecado de
desobedlôncla conLra ueus (como fol o caso de Acã)ţ aeralmenLe a confronLacão e penosa e Lraz
mulLas láarlmasŦ Þor lssoţ e de arande lmporLâncla que Ludo se[a felLo com a aLlLude cerLaŦ Lu
cheaarla mesmo a dlzer queţ se alauem aprecla esse Llpo de colsaţ Lem uma moLlvacão erradaŦ
Þaulo Lem uma adverLôncla mulLo sáblaŦ

ºl8MÄCSţ se alaum homem cheaar a ser surpreendldo nalauma ofensaţ vósţ que sols esplrlLualsţ
encamlnhal o Lal com esplrlLo de mansldãoŤ olhando por Ll mesmoţ para que não se[as Lambem
LenLadoŦ Leval as caraas uns dos ouLrosţ e asslm cumprlrels a lel de CrlsLoŦ" (Cl 6Ŧ1Ŵ2)

L 1laao Lambem dlzť

ºlrmãosţ se alaum denLre vós se Lem desvlado da verdadeţ e alauem o converLerţ salba que aquele
que flzer converLer do erro do seu camlnho um pecadorţ salvará da morLe uma almaţ e cobrlrá uma
mulLldão de pecadosŦ" (1a 3Ŧ19Ŵ20)

Lssas slLuacões de confronLoţ revelacão e conflssão enLre os crenLes não podem ocorrerţ por asslm
dlzerţ num ºLrlbunal" (l Co 6Ŧ4Ŵ8)ţ nem devem ser forcadas dlanLe da conareaacãoţ a não ser que [á
se Lenham envldados Lodos os esforcos para a reconclllacãoţ e Lenha havldo reslsLôncla a eles (ML
18Ŧ13Ŵ17)Ŧ 8eplLoţ a aLlLude com a qual conduzlmos esses dolorosos momenLos de confronLo Lem
LanLa lmporLâncla quanLo nossos aLos em slţ e às vezes aLe malsŦ lnvarlavelmenLeţ lsso nos leva
para a fase da asslsLônclaŦ

CuarLa LLapať ºC que e necessárlo?"

no caso de Acãţ não havla alLernaLlvaţ ueus [á se manlfesLaraŦ A lel Llnha sldo LransaredldaŦ L a
pena lmposLa pela lel mosalca nessa ocaslão era a morLeŦ !osue nem heslLouŦ L a pena máxlma fol
execuLadaŦ L o povo nunca mals esqueceu aquela cenaŦ
ºLnLão !osue envlou mensaaelrosţ que foram correndo à LendaŤ e els que Ludo esLava escondldo na
sua Lendaţ e a praLa por balxoŦ 1omaramţ polsţ aquelas colsas do melo da Lendaţ e as Lrouxeram a
!osue e a Lodos os fllhos de lsraelŤ e as puseram peranLe o SLnPC8Ŧ LnLão !osueţ e Lodo o lsrael
com eleţ Lomaram a Acã fllho de Zeráţ e a praLaţ e a capaţ e a cunha de ouroţ e seus fllhosţ e suas
fllhasţ e seus bolsţ e seus [umenLosţ e suas ovelhasţ e sua Lendaţ e Ludo quanLo ele LlnhaŤ e levaramŴ
nos ao vale de AcorŦ L dlsse !osueť Þor que nos perLurbasLe? C SLnPC8 Le perLurbará nesLe dlaŦ L
Lodo o lsrael o apedre[ouŤ e os quelmaram a foao depols de apedre[áŴlosŦ L levanLaram sobre ele
um arande monLão de pedrasţ aLe o dla de ho[eŤ asslm o SLnPC8 se aparLou do ardor da sua lraŤ
pelo que aquele luaar se chama o vale de Acorţ aLe ao dla de ho[eŦ" (!s 7Ŧ22Ŵ26)

Lm nossos dlas Ŷ uma epoca realda pela araca e mlserlcórdla Ŷ vez por ouLra somos lnsLrumenLos
de punlcãoŦ 1raLaŴse de uma funcão desaaradável queţ no enLanLoţ e essenclalŦ MulLas vezesţ e
preclso que nos dlsponhamos a lnLervlr e a[udar um lrmão ou lrmã a encarar a verdade e
reconhecer seu erroţ eţ se for posslvelţ obLer o perdão plenoţ a flm de recuperar essa pessoa para a
famllla de ueusŦ
Þara uavlţ o profeLa naLã fol o lnsLrumenLo que ueus usouŦ Se ele não Llvesse procurado aquele rel
adulLero e o encarado de frenLeţ dlzendoť º1u es esse homem!" quem sabe quanLo Lempo ele alnda
permanecerla no pecado? L quanLas pessoas mals Lerlam sofrldo as consequônclas do seu erro?
Lm dlversas ocaslõesţ eu Lenho Lldo que aLuar como naLãŦ Þosso aaranLlr que nunca aosLel de
exercer essa funcãoŦ MulLas vezesţ supllco a ueus que mande ouLra pessoa ºlavar a roupa su[a"Ŧ
Mas depolsţ quando Ludo Lermlna com o arrependlmenLo e conflssãoţ slnLoŴme araLo a ueus por
LerŴme dado coraaem para lnLervlr e a[udar um lrmão a encarar de frenLe e soluclonar um
problema que ele se neaava a reconhecerŦ Cuer aosLemos dlsso ou nãoţ o faLo e que a|gumas vezes
ó prec|so demo||r antes de constru|rŦ
Mas quero repeLlr aqul uma colsaţ para que flque bem claro e nlnauem me lnLerpreLe malŦ nem
Lodos os romplmenLos enLre crenLes exlaem confronLo e uma lnLervencão dlreLa de LercelrosŦ Lm
casos de rebellão franca conLra ueusţ quando o nome do Senhor e de sua famllla são maculados
(como aconLeceu claramenLe com Acãţ em Al)ţ enLão são necessárlas medldas drásLlcasŦŦŦ masţ
mesmo nesses casosţ o modo como o prob|ema ó so|uc|onado ó tão |mportante quanto a so|ucão
do mesmoŦ

C LÞlSCulC uL Alţ L nCS

Ao encerrar esLe caplLuloţ vamos repassar Lrôs prlnclplos que sobressaem aqulŦ

O A malor parLe dos casos de romplmenLo de comunhão enLre lrmãos que resulLam de
desobedlôncla conLra ueus não se refaz por sl mesmoŦ L preclso que alauem lnLerflraŦ
O CuanLo mals lonaa a duracão do romplmenLoţ malor será o lmpacLo que causaráŦ Comece a
resolver o problema ho[e mesmoŦ
O A prlnclploţ a solucão apllcada poderá ser dolorosaţ mas no flm será mulLo araLlflcanLeŦ não
deslsLaŦ

Cuero fazerŴlhe uma peraunLaŦ Se vocô Llvesse um Lumorţ e o medlco ao examlnar descobrlsse que
se LraLava de um Lumor mallanoţ vocô lrla querer que ele escondesse de vocô a verdade? Se ele
aalsse como se Ludo esLlvesse mulLo bemţ e como se vocô não Llvesse nada com que se preocuparţ
esLarla sendo um bom amlao e um proflsslonal compeLenLe? vocô o recomendarla a ouLros
doenLes?
Se Lodos nós dese[amos saber a verdade com relacão à nossa saude flslcaţ não devemos querer
mulLo mals a verdade da boca daqueles que culdam de nossa alma?
Lmbora essa Larefa de dlzer aos lrmãos a verdade em amor se[a penosa e lnaraLaţ e uma das mals
lmporLanLes funcões que Lemos de exerclLar denLro do Corpo de CrlsLoŦ Cue ueus nos dô forcas
para conLlnuarmos aalndo asslmţ para que o Corpo de CrlsLo se manLenha sadloŦ Lţ vez por ouLraţ
lsso exlalrá que encaremos a realldade de frenLeŦ

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O Þense na famllla de ueus como sendo um corpo consLlLuldo de dlversas parLesŦ Lncare um
romplmenLo no Corpo como sendo uma enfermldadeŦ Cue provldônclas podemos Lomar
para evlLar enfermldades?
O 8eve[a as dlversas razões por que ocorre o romplmenLo da comunhãoŦ Converse sobre cada
uma delasŦ Conhece alauem que Lalvez esLe[a se afasLando por causa de um desses
problemas? Sem clLar o nomeţ pense em alaumas manelras pelas quals pode aLlnalr essa
pessoa e ser lnsLrumenLo para a recuperacão delaŦ
O uma expressão que poderlamos empreaar nesse conLexLo e ºmedlco ferldo"Ŧ Lm mulLos
casosţ uma pessoa que [á se ferlu ou adoeceu ou sofreu uma dor (ºferldo")ţ e mals lndlcada
para a[udar ouLras a se recuperarem (ºmedlco")Ŧ Converse sobre a realldade desse faLoŦ
O C pecado de Acã Leve um Lremendo lmpacLo sobre Lodo o exerclLo dos hebreusŦ Será que
há ocaslões em que nossas Lransaressões Lambem Lôm forLe lmpacLo sobre o Corpo de
CrlsLo?
O Lela CálaLas 6Ŧ1Ŵ2 e 1laao 3Ŧ19Ŵ20Ŧ MedlLe sobre esses versos e converse sobre a
lmporLâncla de ser humlldeŦ
O Lela l CorlnLlos 10Ŧ12Ŧ C que esse LexLo enslna sobre essa quesLão do confronLo?
O vocô Lem um ou mals amlaos bem cheaados? Seu relaclonamenLo com eles e sem máscarasţ
de modo queţ se necessárloţ eles Lôm llberdade para o confronLar com a verdadeţ por mals
dura que ela se[a? lale sobre como fol que essa comunhão se Lornou asslm profundaŦ uô
aracas a ueus pela dádlva da amlzadeŦ

CAÞl1uLC SL1L
C vL8uAuLl8C AMC8

8urL 8acharach e Pal uavld são nomes conhecldos de Lodos aqueles que aosLam de muslcaŦ Lles
represenLaram para as decadas de 60 e 70 o mesmo que 8oaers e PammersLeln represenLaram
para as de 40 e 30Ŧ
Pal uavld escrevla a leLra das cancõesţ e 8acharach a muslcaţ alaumas das quals se Lornaram mulLo
conhecldasŦ Mas de Lodas as suas composlcõesţ a que conqulsLou o carlnho dos LsLados unldos fol
uma que peneLrou o coracão de nosso povo sollLárlo e sedenLo de amorť

ºC que o mundo preclsa ho[e e de amorţ doce amorŦ
não apenas para alaunsţ mas para LodosŦ
Senhorţ não preclsamos de mals monLanhasŦ
!á exlsLem mulLas monLanhas e morros a serem escaladosŦ
LxlsLem mulLos oceanos e rlos para serem naveaadosŦŦŦ
C suflclenLe para durar aLe o flm dos LemposŦ
C que o mundo preclsa ho[e e de amorţ do doce amorŦ
não apenas para alaunsţ mas para LodosŦ
L a unlca colsa que há em pequena quanLldadeŦ"

vocô acredlLa nlsso? 1alvez slmŦ Mas o que o mundo preclsa não e do amor falsoţ do amor
românLlcoţ chorosoţ amor passaaelroŤ nem daquele Llpo de amor lncondlclonal que lmpõeť ºAhţ se
vocô flzer lsso ou aqulloţ enLão posso amáŴloŦ"
nem e o amor Llpo reLrlbulcãoţ que o mundo preclsať ºComo vocô me deu lssoţ aaora posso amáŴ
loŦ"
nãoŦ C que o mundo preclsa ho[e e do amor forLe e rl[oŤ o amor verdadelroŦ
Lle e o cerne do relaclonamenLo francoŦ L esse Llpo de amor que faz com que eu me lnLeresse por
uma pessoa o suflclenLe para buscar um confronLoţ e que me Lorna forLe o basLanLe para perdoarŦ L
uavld e 8acharach Llnham razãoŤ essa preclosldade rara e ºa unlca colsa que há em pequena
quanLldadeŦ"

uM LxLMÞLC uL vL8uAuLl8C AMC8

Cavle Savers era o melhor beque que o Llme '8ears" de Chlcaao [á LlveraŦ Lra nearoŦ C ouLro beque
era 8rlan Þlccoloţ Lambemţ um óLlmo [oaadorŦ Lra brancoŦ ALe alţ nada de malsŤ mesmo nos ldos de
1967Ŧ Lra mulLo comum haver [oaadores nearos e brancos num mesmo Llme proflsslonalŦ Mas
esses dols eram dlferenLesŦ Sempre que o Llme vla[avaţ os dols flcavam [unLos Ŷ era o prlmelro caso
de bom relaclonamenLo enLre um branco e um nearoţ no fuLebol proflsslonal amerlcanoŦ L bom
lembrar que Savers nunca Llvera um verdadelro amlao brancoţ com excecão Lalvez do Lecnlco do
º8ears"ţ Ceorae PalasŦ L Þlccolo lrla confessar mals Larde que aLe enLão nunca conhecera de perLo
uma pessoa de cor nearaŦ
L no breve espaco de dols anosţ enLre 1967 e 1969ţ o relaclonamenLo dos dols se aprofundouţ
LornandoŴse um dos mals noLávels exemplos de amlzade na hlsLórla do esporLeŦ L aqueles dols
[ovens se amavam realmenLeţ com verdadelro amorţ como mosLra o fllme 8rlan's Sona (A Cancão
de 8rlan)Ŧ C esLrelLamenLo da amlzade deles se deveuţ em parLeţ ao faLo de que duranLe a
Lemporada de 1969 8rlan conLralu câncerŦ Lmbora Llvesse luLado mulLo para cheaar ao flm da
Lemporadaţ ele passou mals Lempo no hosplLal do que no esLádloŦ L como a enfermldade se
mosLrasse reslsLenLe aos LraLamenLosţ Savers mulLas vezes folŴse posLar ao lado do amlaoŦ L o
chelro da morLe folŴse Lornando cada vez mals lnLensoţ embora os dols amlaosţ ambos mulLo
forLesţ se recusassem a se render a elaŦ
Cs dols amlaosţ [unLamenLe com as esposasţ [á Llnham felLo planos de lrem [unLos a uma cerlmônla
anualţ reallzada pelos crlLlcos de fuLebol em nova lorqueţ na qual Cavle lrla receber um prômlo
como ºo mals cora[oso [oaador de fuLebol proflsslonal"Ŧ Masţ no dla do evenLoţ Þlccolo esLava
mulLo doenLe e não pôde lrŦ llcou em casaţ de camaŦ
L naquela nolLeţ quando o musculoso aLleLa nearo se levanLou para receber seu prômlo em melo a
esLrondosos aplausosţ as láarlmas comecaram a correrŴlhe pelo rosLoţ láarlmas que ele não
conseaulu conLrolarŦ As palavras que pronunclou são lnesqueclvelsŦ

ºvocôs me honram mulLoţ concedendoŴme esLe prômloţ mas quero dlzerţ aqul e aaoraţ que o
recebo Lambem por 8rlan Þlccoloţ 8rlan e o homem mals cora[osoŤ e ele e quem deverla receber
esse prômloŦ 1enho uma arande afelcão por 8rlan Þlccolo e aosLarla que Lodos vocôs o amassem
LambemŦ L à nolLeţ quando se a[oelharemţ por favorţ pecam a ueus que o ame LambemŦ"

CuanLas vezes ouvlmos homens dlzerem palavras como essasť º1enho arande afelcão por 8rlan
Þlccolo"? Cue palavras noLávels e Lão pouco ouvldas! A amlzade de Savers e Þlccolo fora mals que
um relaclonamenLo superflclal enLre homens durõesŦ Lmbora fossem aLleLas forLesţ heLerossexualsţ
e homens com forLe esplrlLo compeLlLlvoţ enLre os dols broLara um senLlmenLo de amor verdadelroŦ
uavld SmlLh escreveu um llvro mulLo aLualţ que [á deverla Ler sldo escrlLo há mulLo Lempoţ e que eu
aosLarla que Lodos os homens lessemŦ lnLlLulaŴseť 1he lrlendless Amerlcan Male (C Amerlcano Sem
Amlaos)Ŧ neleţ o auLor aponLa uma falha báslca no relaclonamenLo enLre homensŦ

ºCs homens Lôm dlflculdade em compreender que preclsam da companhla de ouLros homensŦ
Cuando um homem faz a ouLro o convlLeť ºvamos almocar [unLos?"ţ a resposLa lnvarlavelmenLe eť
º1udo bemŤ mas qual e o problema?"
A lnferôncla e clarať um homem lndependenLe não preclsa da companhla de ouLro homemŦ Allásţ a
lmaaem que se Lem de um homem lndependenLe e que ele não Lem carônclas emoclonalsŦ Asslm
sendoţ quando preclsam esLar [unLosţ eles Lôm que crlar razões que não se[am emoclonalsť um
almoco de neaóclosţ um [oaoţ eLcŦ MulLas vezes os homens recorrem à beblda para esLarem na
companhla de ouLrosŦ Lles raramenLe plane[am um enconLro com o slmples propóslLo de aozarem
da companhla uns dos ouLrosŦ
L mesmo quando ocorre um enconLro frequenLe enLre homensţ seu relaclonamenLo sempre se
manLem num nlvel superflclalŦ Aflnalţ aLe que ponLo uma conversa sobre pollLlca ou sobre esporLes
pode ser provelLosa para o esplrlLo humano? um mesmo arupo de coleaas de Lrabalho pode
almocar [unLo anos a floţ e sua conversa esLar sempre resLrlLa a esporLesţ pollLlcaţ pladas lmorals e
comenLárlos sobre os aLraLlvos sexuals das mulheres que Lrabalham em seu escrlLórlo ou fábrlcaŦ
Lles slmplesmenLe não sabem manLer uma comunhão mals profundaŦ"

nosso mundo e um luaar mulLo esLranhoţ onde nunca se pode aaradara Lodos ao mesmo LempoŦ
nós os homensţ manLemoŴnos dlsLanclados uns dos ouLrosţ só para provar que somos forLes
lndlvlduallsLasţ e no enLanLoţ Lodos sabemos que a malorla não e nada dlssoŦ Masţ se qulsermos Ler
uma amlzade mals cheaada com ouLro homemţ os ouLros poderão pensar que somos
homossexualsŦ LnLão nos escondemos por Lrás de uma máscara de ºmachão"ţ adoLando uma falsa
reara de conduLaţ que poderla ser denomlnada ºCs uez MandamenLos da Mascullnldade"Ŧ

ºPomem não pode chorarŦ
não pode demonsLrar fraquezaŦ
não preclsa de afelcãoţ nem de carlnhoţ nem de calor humanoŦ
Þode consolar ouLrosţ mas nunca preclsará de consoloŦ
Þodem preclsar deleţ mas ele não preclsa de nlnauemŦ
Þoderá Locarţ mas nunca ser LocadoŦ
Ser felLo de acoţ e não de carneŦ
Será lnvlolável em sua mascullnldadeŦ
ueverá fazer Ludo sem a a[uda de ouLrosŦ"

Salba de uma colsaţ aqueles que seauem essas rearas nunca conhecerão o amor verdadelroŦ nunca!
C que o mundo preclsa ho[e não e de uma falsa e baraLa lmlLacão de amorţ mas de amor aenulnoŦ

A CuLM vCCL AMA?

Mas cheaa de falar em ouLrosŦ vamos apllcar essas verdades a nós mesmosŦ A quem vocô ama? A
respelLo de quem vocô poderla dlzer as mesmas palavras que dlsse Cavle Savers? º1enho arande
afelcão porŦŦŦ" Mas Lalvez alauem aaora se slnLa um LanLo quanLo encurralado e Lenda a calr na
defenslvaŦ º8omţ aosLo de mulLa aenLeŦ não Lenho ódlo de nlnauemŦ" Mas não e dlsso que esLou
falandoŦ Allásţ para mlmţ o conLrárlo de amor não e ódloŤ e lndlferencaŦ Cuando LraLamos uma
pessoa com frlezaţ lndlferencaţ quando damos aos ouLros a lmpressãoť ºnão me lnLeressa"ţ na
verdade esLamos emlLlndo slnals alLos e claros sobre nossa manelra de serŦ L e claro que não
slanlflcamť ºCosLo de vocô!"
LnLão vamos fazer a peraunLa de ouLra formať ºCuem lhe e lndlferenLe?" C faLo e que o amor
verdadelro esLá sempre procurando crlar ponLes de llaacão enLre lndlvlduosţ procurando dlmlnulr
dlsLânclasţ esLendendo a mãoţ arrlscandoŴseţ demonsLrando lnLeresseţ falando sem rodelosţ
revelando afeLoŦ L por lsso que o verdadelro amor Lem que ser menclonado num llvro sobre
relaclonamenLos como esLeŦ Lle e o pulsar de um corpo sadloŦ

CuluAuC CCM A8MAulLPAS lALSAS!

Mas anLes de passarmos às dlmensões poslLlvas do amorţ vamos nos llvrar prlmelro do enLulho
neaaLlvoŦ LxlsLem cerLos erros que preclsamos conhecer e evlLar nessa quesLão do amorŦ L mals
uma vez Lenho que aaradecer a Allan McClnnls pela clLacão de Lrôs ºarmadllhas"ţ nas quals
podemos calr com mulLa facllldadeť o esaulchadorţ o pressurlzador e o vareLa de fuzllŦ

C Lsaulchador

Como o próprlo nome dá a enLenderţ o esaulchador e aquele que sal esaulchando Loneladas de
palavreado bonlLo sobre os ouLrosţ com um doce e xaroposo sorrlsoŦ Loao se percebe que aqullo
não passa de mera ba[ulacãoţ vazlo de senLlmenLo e profundldadeŦ Pá uma velha expressão que
descreve mulLo bem a aLlLude do esaulchador Ŷ ele º[oaa fumaca na aenLe"ţ e nada malsŦ
C verdadelro amor sempre dlz a verdadeŦ ulferenLemenLe do esaulchadorţ aqueles que expressam
o verdadelro amor são lnLearos em suas palavrasŦ Lles não vão derramando uma LorrenLe de
emocões arLlflclals no ouvldo dos ouLrosŦ 1enhamos culdado para não nos delxar calr nessa
armadllha suLllţ mas Lão aprecladaŦ

C Þressurlzador

C pressurlzador e o Llpo de pessoas que aae asslmŤ º!á que eu flz lsso por vocôţ faca aqullo por
mlmŦ" Lle só dlz para ouLrem ºCosLo de vocô"ţ porque dese[a ouvlr o mesmo da parLe desLeŦ C
amor nunca deve ser usado como uma alavancaţ como um cordel que manlpulamos para conLrolar
os ouLrosŦ Se o amor for auLônLlcoţ será esponLâneoţ sem seaundas lnLencõesŦ L um amor que
llberLaţ não que sufocaŦ LembraŴse das palavras de !esus? ºL conhecerels a verdadeţ e a verdade
vos llberLaráŦ"
Lm meu relaclonamenLo con[uaalţ duranLe mulLo Lempoţ confundl amor com sufocacãoŦ C meu
ºamor" por mlnha esposa era Lodo um melo de conLroláŴlaţ de presslonáŴlaţ de encurraláŴlaŦ L
emboraţ na verdadeţ fosse um pressurlzadorţ eu pensava que a amavaŦ

C vareLa de luzll

Alaumas pessoas parecem Lão empenhadas em lmporŴnos seu amorţ que não Lôm a menor
senslbllldadeŦ AchamŴse Lão preocupadas em reclLar suas ºfalas"ţ em querer ser ouvldasţ que nem
percebem os slnals poslLlvos emlLldos pelo ouLroţ e que slanlflcamť º1udo bemţ esLou ouvlndoŦ
LsLou de acordoŦ AcelLo vocôŦ"
As pessoas do Llpo ºvareLa" são conhecldas pela forma como rodam por sua rua de mão unlcaţ sem
se preocupar com as reacões dos ouLrosŦ C amor Ŷ o verdadelro amor Ŷ e sempre senslvelţ e Loma
culdado para não salr por al abrlndo camlnho com um facãoţ como faz um selvaaem numa maLa
fechadaŦ
Mas basLa do que não e amorŦ vamos dedlcar o resLanLe desLe caplLulo a dlscuLlr o que o amor eŦ
conLudoţ em vez de reLomarmos a hlsLórla dos hebreus no velho 1esLamenLoţ vamos delxáŴla por
enquanLoţ e volLar nossa aLencão para os conhecldos verslculos de l CorlnLlos 13ţ a malor páalna
que [á se escreveu sobre esse assunLoŦ

uMA AnÁLlSL uC vL8uAuLl8C AMC8

vou Lomar a llberdade de Lranscrever aqul uma versão llvre dos Lrôs prlmelros versos de l CorlnLlos
13Ŧ 1raLaŴse de uma mlsLura de várlas paráfrasesţ de mlnha próprla Lraducão do orlalnal areaoţ e
dlversas versões da 8lbllaŦ

ºSe eu Llver a habllldade de me expressar numa llnauaaem brllhanLe e peneLranLeţ ou
Se souber emlLlr sons que apenas os an[os compreendemţ ou
Se possulr um dom de profecla Lão poderoso que conheca Lodo o fuLuroţ salba Ludoţ sobre Lodas as
colsasţ ou
Se possulr uma fe Lão forLe que conslaa remover monLanhasţ
Se Llver um esplrlLo sacrlflclal que enLreaue Lodos os meus bens para serem dados aos pobresţ ou
mesmo
Se praLlcar um supremo aLo de abneaacãoţ e morrer numa câmara de aás por causa do evanaelhoţ
mas não Llver amorţ que e o elemenLo essenclalţ enLão
1udo que eu falar ressoará com o som cavo de uma bacla de cobreţ e
Meu conheclmenLo e fe não adlanLarão nadaţ e
Mlnha carldade e morLe não Lerão nenhum lucroŦ"

MedlLando sobre esses verslculosţ ve[o al quaLro faLos báslcos acerca do verdadelro amorŦ L esses
faLos mosLram como o amor e lmporLanLe para se Ler um relaclonamenLo francoŦ Acho que o lelLor
lrá concordar comlaoŦ

C amor não e opclonalţ ó essenc|a|Ŧ

Lm prlmelro luaarţvemos al que o amor não e opclonalŤ e lmperaLlvoŦ Þaulo clLa a frase ºse não
Llver amor" Lrôs vezes (vŦ1ţ2ţ3)ţ e em seaulda apresenLa o ponLo forLeť ºŦŦŦ o bronze que reLlneŦŦŦ
nadaŦŦŦ nadaŦŦŦ" Se reLlrarmos de nossas acões o amorţ que e o elemenLo essenclal de Ludoţ elas se
Lornam semelhanLes a um carro sem rodasţ um Lrem sem máqulnaţ um avlão sem asasţ uma casa
sem allcercesŦ 8emovendoŴse o amorţ nada mals resLaŦ

C amor não e uma lncllnacãoţ ó uma demonstracãoŦ

Cuando falamos do amor como uma demonsLracãoţ queremos dlzer que ele e acãoţ envolvlmenLoţ
movlmenLoţ expressãoŦ ºC amor eŦŦŦ o amor fazŦŦŦ o amor não eŦŦŦ o amor não faz lsso ou aqulloŦ" C
amor não flca senLadoţ cochllandoŦ não e apáLlcoŦ L sempre dlsposLo e pronLo a aalrŦ não e passlvo
nem lndlferenLeŦ Lle não passa pela vlda boce[andoŦ C verdadelro amor e demonsLraLlvo e não
esLerll nem emboLadoŦ
8ecordoŴme claramenLe de um processo que ocorreu nos Lrlbunals do LsLado de MassachuseLLsţ no
flnal da decada de 20Ŧ CerLo homem esLava camlnhando pelas docas quandoţ de repenLeţ Lropecou
numa corda e calu nas áauas frlas e profundas do marŦ Afundouţ mas loao volLou à superflcle
pedlndo socorroţ depols afundou novamenLeŦ não esLava conseaulndo nadar nem manLerŴse à
LonaŦ Alauns amlaos seus esLavam por all e ouvlram seus arlLosţ mas esLavam mulLo dlsLanLes e não
cheaaram a Lempo para salváŴloŦ ConLudoţ a poucos meLros do local enconLravaŴse um [ovemţ
recosLado numa cadelra de pralaţ Lomando solŦ L aquele moco ouvla perfelLamenLe os arlLos do
ouLroť
Ŵ Socorro! não sel nadar!
Alem dlssoţ era um exlmlo nadadorŦmasţ lnfellzmenLeţ não fez nadaŦflcou a olhar lndlferenLe para o
homem que aflnal afundou e morreuŦ
A famllla desse homem flcou Lão lndlanada com aquela demonsLracão de LoLal lndlferencaţ que
processou o rapazŦ Sabe o que aconLeceu? Lles perderamŦ Com cerLa reluLânclaţ o Lrlbunal conclulu
que o [ovem que esLava nas docas não Llnha nenhuma responsabllldade leaal de LenLar salvar o que
se afoaavaŦ
Crelo que podemos aflrmar que essa lel se harmonlza com as palavras pronuncladas por Calmť
ºAcaso sou eu LuLor de meu lrmão?" 1emos Lodos o dlrelLo leaal de culdar apenas de nósţ de fazerŴ
nos de surdos aos apelos dos necesslLadosţ de conLlnuar Lomando nosso solţ enquanLo ouLro all
perLo se afoaaŦ não somos obrlaados a aalr nessas clrcunsLânclasŦ A lndlferenca pode não ser lleaalţ
mas cerLamenLe e mallanaŦ L lsso Lraz de volLa uma aflrmacãoŦ C amorţ o maravllhoso amorţ não e
uma mera lncllnacãoŤ e uma demonsLracãoŦ

C amor e um lmã que nos aproxlma dos ouLrosţ e não uma muralha a separarŴnosŦ

nos verslculos 4 a 7 de l CorlnLlos 13ţ aparecem qulnze deflnlcões especlflcas do amorţ e cada uma
delas possul forca maaneLlca suflclenLe para aLralr as pessoas umas para as ouLrasŦ LnLão ve[amosť

O C amor e paclenLeŦ
O C amor e benlanoŦ
O C amor não arde em clumesŦ
O C amor não se ufanaţ nem e arroaanLeŦ
O C amor não se conduz lnconvenlenLemenLeŦ
O C amor não procura seus próprlos lnLeressesŦ
O C amor não se exasperaŦ
O C amor não se ressenLe do malŦ
O C amor não se aleara com a ln[usLlcaŦ
O C amor reaozl[aŴse com a verdadeŦ
O C amor Ludo sofreŦ
O C amor crô em LudoŦ
O C amor espera LudoŦ
O C amor suporLa LudoŦ
O C amor [ama|s acabaŦ

ve[a o ponLo máxlmo do amorť ºC amor [amals acaba"Ŧ
Þara resumlr essas qulnze caracLerlsLlcas do amor que º[amals acaba"ţ cheaamos a clnco aflrmacões
que dlzem LudoŦ

ºLu acelLo vocô exaLamenLe como eŦ"
ºCrelo que vocô Lem mulLo valorŦ"
ºSe vocô esLlver sofrendoţ eu me preocupoŦ"
ºuese[o apenas o que e melhor para vocôŦ"
ºCancelo Lodas as suas ofensasŦ"

Lssas são as lels báslcas do amorŦ L não conheco nlnauem que lrla reslsLlr a aLlLudes Lão maaneLlcas
e poslLlvas quanLo essasŦ
Alauns anos aLrásţ quando o sul da Callfórnla esLava Lomado de hlpplesţ num domlnao à nolLe um
rapaz enLrou em nossa lare[aŦ 1lnha uma aparôncla horrlvel Ŷ esLava su[oţ camlsa rasaadaţ calca
sem balnhaţ cabelo despenLeadoţ barba emaranhadaţ e os olhos esLavam melo vldradosŦ ledla a
cerve[aţ prala e suorŦ Mas um dos membros da lare[a conseaulu enxeraar a pessoa que havla por
Lrás daquela aparôncla rulm eţ amavelmenLeţ ofereceuŴlhe luaar para senLarŴseŦ
Mas Larde flcamos sabendo que aquele moco nunca esLlvera numa lare[aŦ Seus pals o havlam
expulsado de casaţ e ele passara a dormlr na aaraaemţ num caLreŦ ue dlaţ passava a salaadlnhos de
mllho e cerve[aţ eţ à nolLeţ com droaasŦ Lra um lndlvlduo lnuLll para a socledade (mas não sem valor
pessoal)ţ e várlas pessoas de nossa lare[a resolveram manLer sempre conLaLo com eleŦ Þuseram em
práLlca as lels báslcas do amorţ e SLeve não pôde reslsLlrŦ nunca recebera LanLa aLencãoŤ nunca
senLlra aLe enLão essa forca maaneLlcaŦ L compreendeu que aquelas pessoas realmenLe o amavamŦ
L pouco a pouco as muralhas comecaram a rulrţ SLeve comecou a modlflcarŴseţ por sl mesmo Ŷ
nlnauem forcou nadaŦ Mudou prlmelro lnLerlormenLeŦ Sua aLlLude mudouŦ Seus háblLos mudaramŦ
Mudou a llnauaaemŦ Mudou a aparônclaŦ Mudou aLe as roupasŦ A fome que demonsLrava para com
ueus e as colsas de ueus era quase lnsaclávelŦ 8esolveu volLar a Lrabalhar e depols a esLudarŦ
AcerLou Ludo com os palsŦ Conversel mulLas vezes com eleţ sobre o relaclonamenLo com os pals e
com ueusŦ C amor salvou aquele mocoŦ uepols fol esLudar no semlnárloţ e se formou pasLorŦ
ALualmenLeţ esLá Lrabalhando numa lare[a da CallfórnlaŦ Allásţ meu fllho mals velho e sua esposaţ
CurL e uebbleţ frequenLam a lare[a deleŦ SLeve e o pasLor delesŦ
C amor [amals acabaŦŦŦ ele aLral como lmãŦ

C amor não e um empresLlmo de reLorno lmedlaLoŤ e um lnvesLlmenLo a lonao prazoŦ

C verdadelro amor não Lem nada de superflclalŦ 1ambem não e uma varlnha de condão que
abanamos por clma de um problemaţ esperando que o sofrlmenLo desapareca como que num
Loque de máalcaŦ C verdadelro amor e duradouroŦ C amor auLônLlco e forLeŦ não cede à LenLacão
de procurar saldas fácelsŦ Lle sempre resolve Lrabalhar o problema aLe soluclonáŴloŦ L quando o
mar flca aalLado e bravloţ ele não abandona o navloŦ res|stenteţ r|[oŦ CuanLos de nós não
Lerlamos abandonado nossos compromlssosţ há mulLo Lempoţ se não fosse por esse elemenLo em
nosso lnLerlor a nos dlzer lncessanLemenLeť ºAbalxe essa bandelra brancaŦ não deslsLaŦ nem
cheaue a pensar nlssoŦ" LnquanLo o mundo ao nosso redor nos aconselha a fazer exaLamenLe o
conLrárloţ o amor permanece f|rmeŦ
Þara llusLrar lssoţ aosLarla de encerra esLe caplLuloţ reproduzlndo aqul Lrechos de uma carLa que
receblŦ Lla fol escrlLa por uma mulherţ que e um maravllhoso exemplo do verdadelro amorŦ Após
mulLos anos de casadosţ ela e o marldo repeLlram os voLos con[uaalsţ uma recompensa de ueus à
fldelldade delaŦ

ºCaro ÞasLor Swlndollţ
ŦŦŦueus resLaurou nosso casamenLo e reacendeu a chama de um amor que esLava quase exLlnLoŦ L
ueus usou seu mlnlsLerloţ pasLorţ para me quebranLarţ para me dobrar e refazer Lodo o meu serţ
para que eu pudesse ser como ueus quer que eu se[aţ e para que esLlvesse preparada para quando
ele comecasse a operar na vlda de meu marldoŦ
Cuando comecel a frequenLar sua lare[a há alauns anosţ o senhor esLava lnlclando uma serle de
esLudos sobre 8omanosŦ L senLada allţ no ulLlmo bancoţ Llve a nlLlda lmpressão de que o senhor
esLava preaando dlreLamenLe para mlmţ ao falar sobre o amorţ a esperanca e o perdão de !esus
para aqueles que se acham desesperadosŦ L fol com láarlmas a rolarţ que senLl o Lerno perdão de
ueusţ e aanhel novas esperancas na forca que vem deleŦ naquele dlaţ ao volLar para casa com meu
fllho de um anoţ pensava em meu marldoţ um homem que Lrabalhava excesslvamenLeţ bebla
mulLoţ e esLava com problemas emoclonalsŦ Mas dessa vez !esus esLava volLando comlaoŦ C senhor
não sabe como ueus me deu forcasţ nos meses que se seaulramţ para vlver meu dlaŴaŴdlaţ aLraves
de suas mensaaensŦ Lm alauns dlas Llnha pazŤ em ouLrosţ reslsLla pela forca de vonLadeŦ MulLas
vezes Llve lmpeLo de salr correndo e recomecar a vlda em ouLro luaarţ mas enLrava na lare[a e o
ouvla dlzerť #;uando vocô est|ver em d|f|cu|dadeţ sent|ndoŴse opr|m|do pe|as c|rcunstinc|asţ
permaneca f|rmeţ po|s Deus usará |sso para amadurecôŴ|oţ se vocô o perm|t|rŦ" LnLão flquel flrmeţ
e permlLl que ueus operasse em mlm sua obra de LransformacãoŦ
Þarel de orar a ueus pedlndo que concerLasse meu casamenLoţ e passel a submeLerŴme
consclenLemenLe à sua vonLadeţ pedlndoŴlhe que mudasse meu coracãoŦ Lm melo a Lodo o
sofrlmenLoţ ele me abrlaou à sombra de suas asasţ e eu canLel de alearlaŦ Lle me Llrou do ablsmo da
desLrulcão e flrmou meus pes sobre a rochaţ ueus esLava operandoŦ
Pá dols anosţ ueus llberLou meu marldo do dese[o pelo álcoolţ e fez lsso da nolLe para o dlaŦ L no
verão passadoţ resolvl Lomar uma declsão e enLreauel Loda a mlnha vlda a !esus CrlsLoŦ LnLreauel a
ele Lodos os canLlnhos que alnda esLava reservando para mlmŦ ulsse a eleť ºC ueusţ faca comlao o
que for necessárlo para que eu cheaue mals perLo de Llţ se[a lá o que forŦ vou conLlnuar ao lado de
meu marldo e permlLlr que reallzes Lua vonLade em mlnha vldaŦ"
Þols bemŦ 1rôs meses depolsţ na hora deLermlnada por ueusţ em sua aracaţ e por clrcunsLânclas
crladas pro eleţ meu marldo recebeu a !esus como seu SalvadorŦ Cue resposLa de oracão! Po[e meu
marldo e um novo homemŤ um homem que ama a ueus e quer que nossa famllla vlva de acordo
com a vonLade deleŦ
ÞasLorţ o senhor dlsse cerLa vez que ueus pode reacender a chama de um amor que [á morreuŦ Þols
eu e meu marldo somos a prova do amor de ueusţ do seu poder e capacldade de mudar um
coracãoţ e dar nova vlda a um relaclonamenLo que [á havla morrldoŦ Amo meu marldo ho[e mals
que nuncaŦ Aaora nossa famllla esLá vlvendo seaundo uma ordem de prlorldades correLasť ueus em
prlmelro luaarŦ ueus e Lão flelţ e operou Lão maravllhosamenLe em nosso larţ que resLaurou os anos
que Llnham sldo ºdevorados pela locusLa"Ŧ
L ho[eţ pasLorţ nosso olhos se enchem de láarlmas quando ouvlmos nosso fllhoţ aaora com sels
anos orar asslmť ºCbrlaadoţ !esusţ por Leres enLrado no coracão do meu palţ fazendo com que ele
fosse bonzlnho comlaoţ e não fosse mals Lão rulm com anLesŦ Lu amo mulLo meu palŦ"
MulLo obrlaadoţ pasLorţ por LerŴme LransmlLldo a verdade e o amor de ueusţ e por Ler sldo um
exemplo e um lncenLlvo para mlmŦ Sel que ueus conLlnuará a usáŴloţ bem como a Lodo o corpo
mlnlsLerlal da lare[a Lvanaellca Llvre para dlvulaar a verdade do evanaelhoŦ
Aaora esLamos dlanLe da expecLaLlva de crescer esplrlLualmenLeţ como famlllaţ parLlclpando da
comunhão dos ouLrosţ eţ se ueus qulserţ sendo para eles uma bencãoŦ
SlnceramenLeţ
(asslnaLura)"

Se o verdadelro amor pôde operar na vlda dessa mulherţ sabe o que mals? LŤ lsso mesmoŦ Þoderá
operar na sua LambemŦ
Mas vocô só Lerá cerLeza dlssoţ se resolver delxar o amor Ler llvre curso em vocôŦ Só Lerá cerLeza
dlssoţ se ele não conLlnuar sendo apenas meras palavras nas páalnas desLe llvroţ ou apenas a leLra
de uma muslcaţ ou as palavras da carLa de ouLra pessoaŦ L verdadeŤ o amor verdadelro e a unlca
colsa do mundo que exlsLe em quanLldade lnsuflclenLeŦ

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O ue Lodos os assunLos que servem de Lema para muslcas e poeslasţ o amorţ sem duvldaţ e o
mals popularŦ nesLe caplLulo Lodoţ esLlvemos penando só sobre o amorŦ Cual e a
caracLerlsLlca do amor que vocô mals aprecla? Sabe dlzer por quô?
O 8elela a llsLa que expressa o pensamenLo popular de como o homem deve ser Ŷ o que ele
deve e não deve fazerŦ C que vocô acha dlsso? Como um homem pode demonsLrar amor
sem dar a lmpressão de fraco ou afemlnado?
O CompleLe a senLencať ºLu amoŦŦŦ" Þor que e Lão dlflcll dlzer essas palavras?
O Converse sobre os Llpos ºesaulchador"ţ ºpressurlzador" e ºvareLa"Ŧ vocô e daqueles que
Lôm de se esforcar mulLo para não calr numa dessas armadllhas? Cual delas?
O Lssa peraunLa aaora pode ser um pouco penosaŦ LxlsLe alauma pessoa para com a qual vocô
se Lenha Lornado lndlferenLe? vocô serla capaz de confessar lsso a ouLras pessoasţ para que
elas possam orar a flm de que essa aLlLude sua mude?
O Apllque a vocô as quaLro observacões felLas a respelLo de l CorlnLlos 13Ŧ1Ŵ8Ŧ Alauma delas
Lem um slanlflcado especlal para vocô? Þor quô?
O 8ecorde as lels báslcas do amorŦ Converse llaelramenLe sobre cada uma delasŦ Cue Lal
memorlzar essas clnco senLencas e repassáŴlas no próxlmo enconLro do arupo?
O vocô Lem fllhos? Lles esLão consclenLes de que vocô os ama? Cuando fol a ulLlma vez que
vocô lhe dlsse lsso? ulaaŴlhes lsso Lão loao se[a posslvelŦ Mas faca lsso sem pressaţ numa
conversa bem serlaŦ

CAÞl1uLC Cl1C
Þ8LClSAŴSLť A88lCC ÞA8A AS vl1lMAS uA LnCPLn1L

nossas lare[as preclsam parar de ser sanLuárlos naclonals e ser mals como um barzlnho de balrroţ
parar de ser caLedrals lnacesslvels e ser mals como hosplLals bem procuradosţ luaares aonde as
pessoas levam seu sofrlmenLoţ e não monumenLos para serem admlradosŤ luaares onde as pessoas
podem Llrar a máscara e se abrlr LoLalmenLeŤ luaares onde se possam curar ferldasŦ
um coleaa meu do corpo de fuzllelros navalsţ que recenLemenLe se converLeuţ senLlndo a falLa de
um local de refualo para a almaţ dlsse mals ou menos asslmť

ºŦŦŦ a unlca colsa de que slnLo falLa e do velho companhelro com os caras do arupoţ no barzlnho da
esqulnaŦ A aenLe flcava lá senLadoţ rlaţ conLava casosţ bebla umas cerve[as e relaxavaŦŦŦ era
maravllhoso!
Mas ho[e não Lenho nlnauem para conLar meus problemasţ para falar de meus errosŦ não enconLro
nlnauem na lare[a que quelra passar o braco pelo ombro da aenLe e dlzer que esLá Ludo bemŦ Caraţ
a aenLe se senLe mulLo sozlnho all!"

Lle esLava procurando pessoas que demonsLrassem um amor verdadelroţ como o que debaLemos
no caplLulo 7Ŧ llquel me remoendoţ dese[ando que aqullo não fosse verdadeŦ uese[ava que aqullo
fosse apenas uma lmpllcâncla de um novo converLldoŤ mas não eraŦ Þare e pense um poucoŦ A
quem vamos procurar quando nos senLlmos desarvorados? A quem nósţ os crenLesţ recorremos
quando nos envolvemos num problema consLranaedor ou llaelramenLe escandaloso? Cuem nos
ama o suflclenLe para ouvlr nosso pranLo? Cuem nos conforLa quando nos senLlmos esfacelados?
Cuem e que sabe flcar de boca calada e coracão aberLo? Cuem e que nos abraca com uma aLlLude
de compreensãoţ e espera com paclôncla aLe que nos slnLamos melhorţ sem flcar a clLar verslculos
da 8lbllaţ quando o que mals merecemos e um bom ºpuxão de orelha"? Cuem aae asslmţ sem nos
dar loao uma flLa casseLe ou um sermão para ouvlrmos? Sem conLar nossos problemas para uma
porcão de crenLesţ para que ºeles possam orar melhor"? LŤ preclsamos de mals ºabrlaos para as
vlLlmas da enchenLe"Ŧ não Lem lmporLâncla se esses abrlaos por fora Lôm a aparôncla de uma
lare[aţ desde queţ lá denLroţ as pessoas não flquem a exlblr ºrellalosldade"Ŧ A malorla das pessoas
que conhecoţ e que esLão com problemasţ esLá saLurada de crenLes chelos de rellalosldadeŦ C de
que realmenLe preclsam e aquele aconcheao especlal que as pessoas enconLram no barzlnho de
seu balrroŦ vlsLa uma capa lmaalnarla à prova de choquesţ e ve[a se concorda com a comparacão
enLre um bar e a lare[aţ que Lranscrevemos a seaulrť

ºC barzlnho do balrro e a mals perfelLa lmlLacão da comunhão que CrlsLo aosLarla que houvesse em
sua lare[aŦ L uma comunldade falsaţ que oferece bebldas em vez da araca de ueusŤ oferece a fuaaţ
em vez da realldadeŤ mas e llberalţ acolhedora e não dlscrlmlna nlnauemŦ L lnabalávelţ
democráLlcaŦ All podemos conLar searedos a qualquer umţ e as pessoas não os passam adlanLeŤ
nem queremŦ Cs bares esLão chelosţ não porque a malorla das pessoas e alcoólaLraţ masţ slmţ
porque ueus colocou no coracão do homem o dese[o de conhecer ouLrosţ e de ser conhecldoŤ de
amar e ser amadoţ e mulLos vão aLrás de uma falsa reallzacão asslmţ Lendo apenas que aasLar
dlnhelro com alaumas cerve[asŦ
Lu acredlLoţ de Lodo o coracãoţ que CrlsLo dese[a que sua lare[a se[aŦŦŦ uma comunldade onde as
pessoas possam enLrar e desabafarť ºLsLou acabado!"Ť ºLsLou derroLado!"Ť ºLsLou farLo de Ludo!""

C que se faz quando a esposa e alcoólaLra? Cu quando um fllho acaba de revelar que e
homossexual praLlcanLe? Cu dlaamos que seu marldo a abandonou? Cu que ele aaredlu
sexualmenLe suas duas fllhas? ou a vocô?
A quem vocô pode recorrerţ quando acabou de ser despedldo? Cu acaba de salr da cadela? Cu se
sua fllha de 13 anos lhe dlsseţ onLem à nolLeţ que esLá arávlda? Cu se vocô espancou os fllhos e
aaora esLá enveraonhado e apavorado? Cu se vocô não esLá mals Lendo conLrole sobre o vlclo de
droaas? Cu se acha à belra de um esaoLamenLo nervoso e preclsa de culdados pslquláLrlcos?
Sabe do que e que preclsa? Þreclsa de um abrlaoŦ um local para se refualarŦ Þreclsa de pessoas que
salbam ouvlŴloţ que salbam a[udáŴloţ e conduzlŴlo mals uma vez ao ºŦŦŦ Þal de mlserlcórdla e ueus de
Loda consolacão! L ele que nos conforLa em Loda a nossa LrlbulacãoŦ" (llCo1Ŧ3ţ4) C crlsLlanlsmo
pode aLe ser ºum exerclLo poderoslsslmo"ţ mas o faLo e que mulLas vezes LraLamos nossa Lropa de
manelra mulLo esLranhaŦ Somos o unlco exerclLo que conheco que fuzlla seus ferldosŦ L era lsso que
meu coleaa fuzllelro LemlaŦ Lle esLava saLurado desse neaóclo de ser fuzlladoŦ L para falar a
verdadeţ eu Lambem esLouŦ

ÞC8 CuL Þ8LClSAMCS uL A88lCCS

C Salmo 31 e um daqueles hlnos anLlaos com leLra mulLo aLualŦ C composlLor dele e uavlţ mas
obvlamenLe ele recebeu lnsplracão de ueusŦ Aqulţ ele [á não Lem mals onde se apolarŦ LsLá com
problemas serlosŦ Þreclsa de um abrlaoŦ L como não há nlnauem mals a quem possa recorrerţ olha
para o alLoŦ

ºLM Llţ SLnPC8ţ me refualoŤ nunca me delxes confundldoŦ LlvraŴme pela Lua [usLlcaŦ lncllna para
mlm os Leus ouvldosţ llvraŴme depressaŤ sô a mlnha flrme rochaţ uma casa forLlsslma que me
salveŦ" (Sl 31Ŧ1Ŵ2)

Al esLáţ llmpldo e claroť refualoŦ A palavra hebralca aqul empreaada e chasahţ que slanlflca ºum
luaar seauroţ luaar de proLecão e esconderl[o"Ŧ no Lempo de uavlţ mulLas vezes os soldados
procuravam um local na encosLa de uma collna onde pudessem esconderŴse do lnlmlaoŦ Cuando
esLavam ferldosţ ou se vlam cercados pelas forcas adversárlasţ ou preclsavam de um local seauroţ
procuravam pedras lmensasţ aLrás das quals pudessem refualarŴseŤ eţ na malorla dos casosţ essas
pedras eram enconLradas bem no alLo da encosLať era um esconderl[o chasahŦ
Mas por que uavl lrla procurar um refualo? Þelas mesmas razões que nós procurarlamosŦ L ele
menclona várlas razões no Salmo 31Ŧ ve[a aqul pelo menos Lrôsť Lrlbulacãoţ pecado e adversárlosŦ

Cuando LsLamos ALrlbuladosţ a 1rlsLeza nos Acompanha

º1em mlserlcórdla de mlmţ ó SLnPC8ţ porque esLou anausLladoŦ Consumldos esLão de LrlsLeza os
meus olhosţ a mlnha alma e o meu venLreŦ Þorque a mlnha vlda esLá aasLa de LrlsLezaţ e os meus
anos de susplrosŤ a mlnha forca descal por causa da mlnha lnlquldadeţ e os meus ossos se
consomemŦ" (Sl 31Ŧ9Ŵ10)

Þalavras claras e slnceras Ŷ uma conflssão francaŦ Lle dlz que seus olhos se consomem pelo choroŦ
Al esLá um homem que choravaŦ Lle reconhece que sua vlda esLá sendo consumlda pela ºLrlsLeza"Ŧ
1udo esLava sombrlo para eleŤ os dlas se arrasLavam pesadamenLeŤ e a esperanca de que o amanhã
fosse melhorţ era mulLo LônueŦ !oe 8avlv chama essas ocaslões de dlas ºclnzenLos"Ŧ

º'um Salmo em um CuarLo de PoLel'

LsLou sozlnhoţ Senhorţ
SozlnhoŦ
A mll qullômeLros de casaŦ
não há nlnauem que salba meu nomeţ
a não ser o recepclonlsLaŦ
L ele o escreveu erradoŦ
não há nlnauem para me fazer companhla ao [anLarţ
para rlr de mlnhas pladasţ
para ouvlr mlnhas reclamacõesţ
para se alearar comlao pelo que aconLeceu ho[eţ
e dlzer que fol maravllhosoŦ
nlnauem se lmporLa comlaoŦ
Aqul só há esLa cama horrlvelţ
e lama lá na ruaţ
enLre um predlo e ouLroŦ
1enho pena de mlm mesmoţ
e Lenho mulLas razões para lssoŦ
1alvez eu devesse dlzer
que me slnLo mulLo bemţ
alórla a ueusŦ
LsLá Ludo maravllhosoţ
Mas não esLáţ nãoŦ
Po[eţ para mlmţ
Ludo e
MulLo clnzenLoŦ"

Lssas ocaslões são deprlmenLesţ horas de Lerrlvel solldãoŦ A LrlsLeza não acabaŦ L e dlflcll enconLrar
um abrlao chasahŦ

Cuando LsLamos em Þecadoţ 1emos SenLlmenLos de Culpa

ºÞorque a mlnha vlda esLá aasLa de LrlsLezaţ e os meus anos de susplrosŤ a mlnha forca descal por
causa da mlnha lnlquldadeţ e os meus ossos se consomemŦ" (Sl 31Ŧ10)

Þercebe al um senLlmenLo de veraonha Ŷ consLranalmenLoŦ LsLas palavras de uavl parecem aoLe[ar
culpaŦ Lle confessa que esLá doenLeţ por causa de suas lnlquldadesŦ !á e mulLo rulm senLlrŴse asslm
Lão malţ mas reconhecer que arande parLe dlsso e culpa suaţ e que ºele Llnha felLo a camaŤ aaora
Lerla que delLarŴse nela"ţ e plor alndaŦ
L quem nunca se vlu numa slLuacão dessas? Cuem e que nunca Leve de luLar com esLe repulslvo
monsLro do pânLano da culpa? As acusacões que ele nos lanca são deblllLanLesţ e seus socos
sempre nos peaam na boca do esLômaaoŦ
Mas alem de Lrlbulacão e senLlmenLo de culpaţ uavl menclona uma Lercelra razão para buscarmos
abrlaoť adversárlosŦ

Cuando LsLamos Cercados de Adversárlosţ Somos AssalLados por lncompreensões

ºlul opróbrlo enLre Lodos os meus lnlmlaosţ aLe enLre os meus vlzlnhosţ e horror para os meus
conhecldosŤ os que me vlam na rua fualam de mlmŦ LsLou esquecldo no coracão delesţ como um
morLoŤ sou como um vaso quebradoŦ Þols ouvl a murmuracão de mulLosţ Lemor havla ao redorŤ
enquanLo [unLamenLe consulLavam conLra mlmţ lnLenLaram LlrarŴme a vldaŦŦŦ" (Sl 31Ŧ11Ŵ13)

Cbservou como são LraLados aqueles que esLão sofrendo?

O º1ornelŴmeŦŦŦ espanLo para os meus vlzlnhosŦ" 8ldlcularlzadoŦ
O ºPorror para os meus conhecldosŦ" CrlLlcadoŦ
O ºCs que me vôem na ruaţ foaem de mlmŦŦŦ esquecldoŦŦŦ como vaso quebradoŦŦŦ" 8e[elLadoŦ
O º1enho ouvldo a murmuracão de mulLosŦ" MexerlcosŦ
O º1ramam LlrarŴme a vldaŦ" AmeacasŦ

L alnda falamos de lnfellcldade! uavl era como um pequeno camundonao ferldoţ preso nas aarras
de um lmenso aaLo famlnLoŦ ChuLadoţ socadoţ aaredldo verbalmenLeţ apavorado de medoţ ele
esLava como que suspenso por um floŦ 1alvez vocô Lambem esLe[a nessa slLuacãoŦ !á e rulm
esLarmos luLando com a LrlsLeza e vlvermos com senLlmenLos de culpaŦ Mas a ulLlma aoLa e a
condenacão dos ouLros Ŷ as llnauas ferlnasţ os olhares acusadoresŦ Cu o que e plorţ o sllônclo Ŷ um
Lelefonema amlao que não vemţ os abracos de conforLo que não recebemosŦ Como preclsamos de
pessoas e luaares de refualoŦ

CCMC CS PL88LuS 8LSCLvL8AM LSSA CuLS1ÄC

A hlsLórla dos hebreus do velho 1esLamenLoţ em sua Lravessla da Lerra do LalLo para Canaãţ
conLem lnformacões mulLo lnLeressanLes sobre as cldades de refualo que eles esLabeleceramŦ
uepols que conqulsLaram Canaãţ a Lerra fol Loda dlvldlda enLre elesţ de modo que cada Lrlbo Llvesse
um LerrlLórlo que pudesse chamar de seuŦ (Cs caplLulos 13 a 19 de !osue relaLam como lsso fol
felLo)Ŧ Mas nessa nova socledadeţ ueus não lanorou os necesslLadosŦ Lle lnsLrulu a llderanca para
esLabelecer ºcldades de refualo"ţ que eram locals desLlnados a servlr de proLecãoŦ

uma Crdenanca de ueus

C LexLo de !osue 20Ŧ1Ŵ3 e bem claroť

ºlALCu mals o SLnPC8 a !osueţ dlzendoť lala aos fllhos de lsraelţ dlzendoť AparLal para vós as
cldades de refualoţ de que vos falel pelo mlnlsLerlo de Molsesţ para que fu[a para all o homlcldaţ
que maLar alauma pessoa por enaanoţ e não com lnLencãoŤ para que vos slrvam de refualo conLra o
vlnaador do sanaueŦ" (!s 20Ŧ1Ŵ3)

um Leóloao especlallsLa em velho 1esLamenLo deu uma excelenLe explanacão dlssoŦ

ºSeaundo dlzem os rablnosţ para faclllLar a lda dos fualLlvos o Slnedrlo Llnha a responsabllldade de
manLer nas melhores condlcões posslvels as esLradas que davam acesso às cldades de refualoŦ não
poderla haver morrosŤ em Lodos os rlos deverla haver ponLesţ e a próprla esLrada preclsava Ler pelo
menos LrlnLa e dols cublLos de laraura (cerca de dezessels meLros)Ŧ Lm Lodas as curvas deverla
haver placas de slnallzacão com a palavra 8efualoŦ Alem dlssoţ o fualLlvo deverla ser acompanhado
de dols esLudlosos da Lel paraţ se posslvelţ apazlauarem o vlnaador do sanaueţ caso esLe alcancasse
o fualLlvoŦ"

C que se noLa e que se fazlam Lodos os esforcos para a[udar o fualLlvoţ e não acossáŴlo malsŦ L as
pessoas que se vlam envolvldas em problemas devlam ser proLealdas dos vlolenLos acessos de ódlo
dos vlnaadoresŦ Lsses luaares de refualo eram bem slnallzadosţ e Lodos Llnham conheclmenLo da
sua acesslbllldadeŦ não se LraLavaţ enLãoţ de uma superflclal demonsLracão de lnLeresseŤ nãoţ elas
eram áreas felLas para a proLecão do lndlvlduoţ áreas bem culdadasţ conservadas com desveloŦ

C Þrocesso de LnLrada

LnLãoţ quando uma pessoa se vla em dlflculdades corrla para esse luaar de refualoŦ All cheaandoţ
Lerla que relaLar os deLalhes do problemaŦ uepols enLão lhe permlLlam enLrarŦ

ºL fualndo para alauma daquelas cldadesţ pôrŴseŴá à porLa dela e exporá a sua causa aos ouvldos
dos anclãos da Lal cldadeŤ enLão o Lomarão conslao na cldadeŤ e lhe darão luaarţ para que hablLe
com elesŦ" (!s 20Ŧ4)

vamos esclarecer bem uma colsaŦ As pessoas que podlam se refualar nesses luaares não eram
assasslnos frlosţ vlolenLosŦ 1ambem não eram refualo para perverLldos sexuals e para llberLlnosŦ
Lram para pessoas que havlam comeLldo erros Lráalcosţ que Llnham praLlcado crlmes sem
premedlLacãoţ aLos acldenLalsŦ Sem querer me delxar levar demals pela lmaalnacãoţ Lenho forLe
suspelLa de que as pessoas que procuravam esses luaares de refualo se achavam sob forLe Lensãoţ
emoclonalmenLe alquebradas pela experlôncla vlvldaţ e dese[ando anslosamenLe volLar aLrás e
apaaar o aconLecldoť pessoas confusasţ apavoradasţ LensasŦ
não faz mulLo Lempoţ em Los Anaelesţ um pollclal recebeu um chamado para comparecer a um
local onde esLava havendo LumulLoŦ Lle não Llnha a menor ldela do que se passava na casa em
quesLãoţ nem de quem esLava lá denLroŦ uepols de fazer alaumas peraunLas aos vlzlnhos e ouLros
presenLesţ enLrou all com o revólver em punhoŦ Ao fundoţ havla um quarLo com a porLa fechadaŦ
8aLeuŦ nlnauem respondeuŦ CrlLou mals alLo e deu sua ldenLldadeŦ não recebeu resposLaŦ LnLrou
no quarLoŦ All esLava um aaroLo senLado na cama com uma arma aponLada para o pollclalŦ C
homem aLlrou no menlno e maLouŴoŦ L a Lraaedla e que o pequeno esLava seaurando uma arma de
brlnquedoŦ A mãe o delxara sozlnho em casaŦ não há palavras que descrevam a afllcão daquele
pollclal Ŷ nem a reacão lrada dos vlzlnhosŦ Cuando ll esse relaLoţ e nas semanas seaulnLes eu e
mlnha famllla acompanhamos o desenrolar dos aconLeclmenLos (mals Larde o pollclal fol
conslderado lnocenLe)ţ pensel comlaoť ºum caso Llplco para uma cldade de refualoŦ" C homem
preclsava de proLecãoŦ
lmaalne só como esLe homem deve Ler preclsado de conforLoŦ C pal deleţ que Lambem flcara
basLanLe abalado com o lncldenLeţ aflrmou que duvldara de que o fllho um dla se recuperasse
lnLelramenLeŦ Sem querer dlmlnulr o sofrlmenLo da mãe do aaroLo (ouLra que Lambem preclsava de
alauem que a conforLasse e consolasse)ţ a LrlsLezaţ o sofrlmenLoţ o senLlmenLo de culpa e os malŴ
enLendldos que pesavam sobre o pollclal era alao de lndescrlLlvelŦ L a propóslLoţ se ele
frequenLasse uma lare[aţ será que enconLrarla all um abrlaoţ um clrculo de amlaos onde pudesse
enconLrar refualo e amparo? SlnceramenLe espero que slmŦ MulLas vezesţ nossas lare[as nem
sabem que essas pessoas exlsLemŦ L na verdadeţ e bem arande o numero de lndlvlduos com esse
Llpo de problemaŦ
A melhor analoala que posso enconLrar são as mlssões espanholas do passadoŦ Lm maLerla de
amparo rellalosoţ foram elas que mals se pareceram com as cldades refualoŦ Lram luaares
afasLados de Ludoţ onde as pessoas afllLas poderlam passar alaum Lempo e recuperar seu
senLlmenLo de dlanldade próprla e valor pessoalŤ onde haverla padres compreenslvosţ pronLos a
escuLar suas conflssões e aconselháŴlosŦ

ÞroLecão ConLra o vlnaador de Sanaue

uma das prlnclpals razões para a exlsLôncla desses llaares de refualo era proLeaer o lndlvlduo
daqueles que assumlam a Larefa de vlnaar a morLe de um enLe querldoŦ

ºL se o vlnaador do sanaue o seaulrţ não enLreaarão na sua mão o homlcldaţ porquanLo não ferlu a
seu próxlmo com lnLencãoţ e não o odlou anLesŦ"(!s 20Ŧ3)

Lm numeros 33 há uma expllcacão sobre a dlferenca enLre um assasslnaLo lnLenclonal e o não
lnLenclonalţ que Lorna lsso alnda mals claroŦ

ºÞoremţ se o ferlr com lnsLrumenLo de ferro e morrerţ homlclda eŤ cerLamenLe o homlclda morreráŦ
Cuţ se lhe ferlr com uma pedradaţ de que possa morrerţ e morrerţ homlclda eŤ cerLamenLe o
homlclda morreráŦ Cuţ se o ferlr com lnsLrumenLo de pau que Llver na mãoţ de que possa morrerţ e
ele morrerţ homlclda eŤ cerLamenLe morrerá o homlcldaŦ C vlnaador do sanaue maLará o homlcldaŤ
enconLrandoŴoţ maLáŴloŴáŦ Se Lambem o empurrar com ódloţ ou com mal lnLenLo lancar conLra ele
alauma colsaţ e morrerŤ Cu por lnlmlzade o ferlr com a sua mãoţ e morrerţ cerLamenLe morrerá
aquele que o ferlrŤ homlclda eŤ o vlnaador do sanaueţ enconLrando o homlcldaţ o maLaráŦ" (nm
33Ŧ16Ŵ21)

ue acordo com os hebreusţ esse Llpo de assasslno não Llnha dlrelLo a aslloţ mas a pessoa descrlLa
abalxo LlnhaŦ

ºÞoremţ se o empurrar sublLamenLeţ sem lnlmlzadeţ ou conLra ele lancar alaum lnsLrumenLo sem
lnLencãoŤ Cuţ sobre ele delxar calr alauma pedra sem o verţ de que possa morrerţ e ele morrerţ sem
que fosse seu lnlmlao nem procurasse o seu malŤ LnLão a conareaacão [ulaará enLre aquele que
ferlu e o vlnaador do sanaueţ seaundo esLas lelsŦ L a conareaacão llvrará o homlclda da mão do
vlnaador do sanaueţ e a conareaacão o fará volLar à cldade do seu refualoţ onde se Llnha acolhldoŤ e
all flcará aLe à morLe do sumo sacerdoLeţ a quem unalram com o sanLo óleoŦ Þoremţ se de alauma
manelra o homlclda salr dos llmlLes da cldade de refualoţ onde se Llnha acolhldoţ e o vlnaador do
sanaue o achar fora dos llmlLes da cldade de seu refualoţ e o maLarţ não será culpado do sanaueŦ
Þols o homlclda deverá flcar na cldade do seu refualoţ aLe à morLe do sumo sacerdoLeŤ masţ depols
da morLe do sumo sacerdoLeţ o homlclda volLará à Lerra da sua possessãoŦ" (nm 33Ŧ22Ŵ28)

LnLão esse homlclda esLarla seauro enquanLo permanecesse denLro dos llmlLes da cldade de
refualoŦ Masţ se salsseŦŦŦ zásss! L o mals lnLeressanLe e queţ se o sumo sacerdoLe morresseţ o
homlclda receberla o perdão perpeLuoŦ Al enLão poderla salr da cldade sem Lemor alaumŦ

C LnvolvlmenLo do Crupo

L lmporLanLe que ve[amos Lambem o que se passava no lnLerlor da cldade de refualoŦ volLemos
aLrás alauns versosŦ

ºLnLão a conareaacão [ulaará enLre aquele que ferlu e o vlnaador do sanaueţ seaundo esLas lelsŦ L a
conareaacão llvrará o homlclda da mão do vlnaador do sanaueţ e a conareaacão o fará volLar à
cldade do seu refualoţ onde se Llnha acolhldoŤ e all flcará aLe à morLe do sumo sacerdoLeţ a quem
unalram com o sanLo óleoŦ"(nm 33Ŧ24Ŵ23)

nesses versosţ enconLramos descrlLo o papel daqueles que consLlLulam a ºconareaacão" daqueles
locals de refualoŦ 1lnham Lrôs funcõesŦ 1alvez alauem quelra arlfar lsso em sua 8lbllaŦ

O ºA conareaacão [ulaaráŦŦŦ"
O ºL llvraráŦŦŦ"
O ºL o fará volLarŦŦŦ"

no orlalnalţ o Lermo que aqul e Lraduzldo como º[ulaará" suaere a ldela de Lomar declsões em caso
de conLroverslaŦ nlsso esLão lncluldos tempo e sabedor|aţ ob[et|v|dade e |ntegr|dadeţ para refleLlr
sobre as evldenclasţ e pesar bem os faLosŦ L o mesmo que se exlae dos corpos de [urados de nossos
Lrlbunalsţ quando vão ouvlr e [ulaar os acusadosŦ nos dlas de !osueţ ºa conareaacão" Ŷ que era
formada por um arupo de levlLas (a llderanca da lare[a) Ŷ Llnha essa lncumbônclaŦ
uepolsţ eles Llnham que llvrar o acusado das mãos do vlnaador do sanaueŦ A ralz causal do verbo
hebralco que aqul e Lraduzldo como ºllvrará" suaere a nocão de que a conareaacão ºfarla com que
fosse llberLo"ţ ou serla a causadora da remocão (que às vezes e Lraduzlda como ºsobrevlvôncla") do
acusadoŦ Lm ouLras palavrasţ depols de ouvlr a expllcacão dada pelo acusadoţ e convenclda de sua
lnocônclaţ a conareaacão procurarla de Lodos os modos a sua sobrevlvôncla e recuperacãoŦ A acão
empreendlda por esse arupo possul um senLldo alLamenLe aflrmaLlvo e poslLlvoŦ
L por ulLlmoţ a conareaacão deverla ºresLaurar" plenamenLe o acusadoŦ Aqul Lambem a ralz causal
suaere que eles Llnham que esLar dlreLamenLe empenhados nesse ob[eLlvoŦ Lles não Llnham que
provldenclar apenas para que o homem fosse llberLo de culpa e plenamenLe perdoadoţ mas
Lambem Llnham que amparáŴlo para que recuperasse o senso de dlanldade próprla e seu valor
pessoalŦ L quando morresse o sumo sacerdoLeţ aquele homem esLarla llvre para volLar à sua casaŦ

ºL hablLará na mesma cldadeţ aLe que compareca em [ulzo peranLe a conareaacãoţ aLe que morra o
sumo sacerdoLe que houver naqueles dlasŤ enLão o homlclda volLaráţ e vlrá à sua cldade e à sua
casaţ à cldade de onde fualuŦ LnLão deslanaram a Cuedes na Calllelaţ na monLanha de nafLallţ e a
Slquemţ na monLanha de Lfralmţ e a CulrlaLeŴArba (esLa e Pebrom)ţ na monLanha de !udáŦ Lţ alem
do !ordãoţ na dlrecão de !erlcó para o orlenLeţ deslanaram a 8ezerţ no deserLoţ na camplna da Lrlbo
de 8ubenţ e a 8amoLeţ em Clleade da Lrlbo de Cadeţ e a Colãţ em 8asã da Lrlbo de ManassesŦ LsLas
são as cldades que foram deslanadas para Lodos os fllhos de lsraelţ e para o esLranaelro que
hablLasse enLre elesţ para que se acolhesse a elas Lodo aquele que por enaanoţ maLasse alauma
pessoaţ para que não morresse às mãos do vlnaador do sanaueţ aLe se apresenLar dlanLe da
conareaacãoŦ" (!s 20Ŧ6Ŵ9)

uA8 A88lCC PC!L Ŷ C CuL L nLCLSSÁ8lC?

Cs nomes daquelas sels cldades são basLanLe esLranhos e lncomunsť Cuedesţ Slquemţ CurlaLeŴ
Arbaţ 8ezerţ 8amoLe e ColãŦ nunca ouvlmos falar desses luaaresŦ Mas Lodos [á ouvlmos falar de
nossas cldades maloresŦ Será que há nelas alaum local de refualo? Paverá na sua cldade alauma
conareaacão que se preocupe com as pessoas que esLão sofrendoţ que se lnLeresse por elas o
suflclenLe para ouvlŴlas de manelra ob[eLlvaţ para a[udáŴlas a sobrevlverţ para promover sua
compleLa resLauracão? Sua cldade e uma ºcldade refualo"? Será? nossas cldades menores o são?
nãoŤ a verdade e que ho[e não exlsLem mals cldades que se[am aponLadas como cldades de refualoŦ
nem mesmo as melhoresţ as menos perverLldasŦ Mas denLro dessas cldades há locals mulLo
lmporLanLesţ que são esLraLealcos porLos de esperancaŦ São as lare[asŦ
não me reflro aos nossos ma[esLosos e belos Lemplosţ felLos quase que excluslvamenLe para serem
admlradosŦ LsLou falando de pessoas Ŷ pessoas verdadelramenLe crlsLãsţ que sabem amarŦ Lssas
pessoas consLlLuem os porLos de esperanca para os desesperadosţ se[a qual for a aparôncla exLerlor
do predlo onde culLuam a ueusŦ
Þoderlamos chamar esses luaares de abrlao para as vlLlmas da enchenLeţ hosplLals para os que
sofremţ cllnlcas especlallzadas em coracões afllLosţ sonhos desfelLosţ almas desLrocadasŦ L o que e
necessárlo? C que e preclso para se ocupar esses luaares? ve[a essas palavrasť

ºConhecemos o amor nlsLoť que ele deu a sua vlda por nósţ e nós devemos dar a vlda pelos lrmãosŦ
Cuemţ polsţ Llver bens do mundoţ eţ vendo o seu lrmão necesslLadoţ lhe cerrar as suas enLranhasţ
como esLará nele o amor de ueus? Meus fllhlnhosţ não amemos de palavraţ nem de llnauaţ mas por
obra e em verdadeŦ" (l !o 3Ŧ16Ŵ18)

Se qulsermos levar a serlo essas palavrasţ Leremos que acelLar o que esLá lmpllclLo nelasŦ

O A dlsposlcão de Ler Lrabalho com uma pessoa em dlflculdadesŦ
O uma aLlLude de Lerna compalxão para com os necesslLadosŦ
O LsLar pronLo a a[udar os ouLros de manelras práLlcas e LanalvelsŦ
O Levar as pessoas a se senLlrem lmporLanLes e vallosas para os ouLrosţ nessa nossa socledade
Lão domlnada pela Lecnoloalaţ que nos faz senLlr Lão lnslanlflcanLeŦ

L como expllcou um escrlLor mulLo lucldoŦ

ºLssa nossa era Lecnolóalca nos Lorna mals consclenLes de como somos pequenosŦ A medlda que o
mundo valŴse Lronando cada vez mals soflsLlcadoţ senLlmoŴnos mals e mals lnslanlflcanLesŦ L nossa
suspelLa de que não somos mals apreclados pelas nossas próprlas qualldades conflrmaŴse a cada
dla que passaţ pela manelra de vlver do seculo xxţ que e Lão lmpessoalŦ 8efleLlndo sobre lssoţ
alauem conclulu queť
Þara um medlco Ŷ sou um paclenLeŦ
Þara um advoaado Ŷ um cllenLeŦ
Þara um redaLor de [ornal Ŷ um asslnanLeŦ
Þara um vare[lsLa Ŷ um compradorŦ
Þara um professor Ŷ um alunoŦ
Þara um lndusLrlal Ŷ um neaoclanLeŦ
Þara um pollLlco Ŷ um elelLorŦ
Þara um banquelro Ŷ um lnvesLldor ou cllenLeŦ
Þara um promoLor de evenLos esporLlvos Ŷ um LorcedorŦ
Þara as companhlas de avlacão Ŷ um passaaelroŦ
Þara um pasLor Ŷ um membro de lare[aŦ
Þara um mlllLar Ŷ um numero ou um soldadoŦ
não admlra que às vezes nos slnLamos como sub humanosŦ LsLamos sendo LraLados mals como
colsas do que como seres humanosŦ não somos mals uma pessoaţ mas um numeroŤ não mals um
ser humanoţ mas slmplesmenLe um dado esLaLlsLlcoŦ"

!á cheaa de as pessoas necesslLadas de um local de refualo procurarem o barzlnho mals próxlmoŦ
LsLá na hora de fazermos com que a lare[a de !esus CrlsLo Ŷ a famllla de ueus Ŷ se Lorne um luaar
de refualoŦ LsLá na hora de eraueremos bem alLo a lâmpada do perdãoţ a Locha da araca dlvlnaŦ
LnquanLo não esLlvermos dlsposLos a aalr asslmţ podemos deslsLlr de nosso lnLenLo de abalxar a
auardaŦ
laz alauns anosţ esLlve em nova lorqueţ um fasclnanLe mundo de aalLacãoŦ 1lnha alaumas horas de
folaaţ enLão resolvl fazer um passelo de balsa pela balaŦ A barcaca naveaou em Lorno da llha LlberLv
(anLlaa llha 8edloe)ţ e se demorou um pouco [unLo à famosa LsLaLua da Llberdadeţ sem duvlda a
mals famosa das AmerlcasŦ
L lá esLava elaţ aquela alLlva mulherţ com seu manLo que cal em preaas araclosas sobre o pedesLal
onde ela se achaŦ Com o braco esquerdoţ ela susLenLa uma placa com a daLa de nossa ueclaracão
de lndependônclaŦ Com o dlrelLoţ erauldoţ seaura uma LochaŦ A seus pesţ uma correnLe quebradaţ
slmbollza a derrubada da LlranlaŦ L esse monumenLo de cem Loneladasţ represenLando compalxão
e acolhlmenLoţ e uma llusLracão muda da mensaaem que esLá aravada em uma placa de bronze
que flca em sua baseŦ 1raLaŴse de um soneLo de Lmma Lazarusţ lnLlLulado ºC novo Colosso"Ŧ !á o
conhece? ulz o seaulnLeť

ºulferenLe do alaanLe areao de bronze
Cueţ com pernas separadasţ llaa uma ponLa de Lerra a ouLra
Aqulţ em nossos porLões banhados de marţ esLá
uma arandlosa mulherţ seaurando uma Lochaţ cu[a chama
L como um ralo de esperancaţ e seu nome
Mãe dos exlladosŦ Lm sua mãoţ que e um farolţ
8rllha um acolhlmenLo unlversalŤ seus olhos mansos domlnam
1oda a bala que emoldura a cldadeŦ
ºManLenhamţ Lerras anLlaasţ seu eLerno esplendor"ţ dlz ela
Com láblos sllenclososŦ ºLnLreauemŴme os cansadosţ os pobresţ
As mulLldões sem rumoţ dese[osas de resplrar llvremenLeţ
Cs lnfellzes refuaos de suas cldades superloLadasŦ
Mandem para mlm os desLerradosţ os vlLlmados pela LormenLaŦ
Com mlnha lâmpadaţ llumlno os porLões douradosŦ"

Será que se poderla colocar essa lnscrlcão na fachada de sua lare[a? L de sua casa? Cu de seu
coracão? vocô esLá lnLeressado nessa Larefa de acolher os refualados?
As pessoas necesslLadas de refualo procuram luaares como essa esLaLuaŦ Cnde será que
enconLrarlam um luaar asslm em sua cldade?

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O C que mals sua aLencão no caplLulo 8? Þor que esse ponLo fol o mals lmporLanLe para vocô?
O Aqulţ nas enLrellnhasţ esLão escrlLas palavras como compalxãoţ comlseracãoţ mlserlcórdla e
LolerânclaŦ laca um exame slncero e reallsLa de sua vldaŦ ve[a se há nela essas qualldadesŦ
Cnde aprendemos a LraLar as pessoas da manelra como as LraLamos?
O As palavras de uavl no Salmo 31 são mulLo lnclslvasŦ 8ecorde as Lrôs razões por que
preclsamos de luaares de refualoţ de acordo com o salmoŦ vocô se encalxa em alauma
delas? Lxpllque por quôŦ L quanLo a alauem que vocô conhece de perLoţ alaum enLe
querldo?
O LxlsLe alaum modo pelo qual vocô (e Lalvez ouLras pessoas do arupo) possam aproxlmarŴse
desse amlao que necesslLa de um abrlao como o que descrevemos nesLe caplLuloţ e oferecôŴ
lo a ele?
O CerLo pslcóloaoţ depols de observar um arupo de crenLes duranLe alaum Lempoţ aflrmou
que mals pareclam um bando de porcoŴesplnhos numa nolLe frlaŦ C frlo faz com que nos
aproxlmemos uns dos ouLrosţ mas asslm que esLamos bem perLoŦŦŦ Lemos a Lendôncla de
nos espeLarmos e aLacarmos uns aos ouLrosŦ Þelo que vocô sabeţ lsso e verdade? vocô se
senLe mals à vonLade no melo de lncredulosţ prlnclpalmenLe quando esLá luLando com um
problema?
O Como ho[e não exlsLem mals ºcldades de refualo"ţ onde e que as pessoas sofrldas de sua
cldade poderão enconLrar allvloţ apolo e a posslbllldade de recuperacão? vocô [á pensou
em lnlclar um Lrabalho para alcancar essas pessoas mals problemáLlcasţ como alcoólaLrasţ
desqulLadosţ as vlLlmas lnocenLes de abusosţ os reLardados e seus palsţ os ldosos da
comunldadeţ as mães solLelrasţ ou casals separados da lare[a? vocô se dlsporla a orar e
acelLar esse desaflo?

CAÞl1uLC nCvL
CS LLLMLn1CS ÞL8nlClCSCS 1L8ÄC CuL SL8 LLlMlnAuCS

Þara que se Lenha um relaclonamenLo sólldo e esLável e necessárlo que ha[a Lambem uma
aLmosfera aproprladaţ na qual ele possa se desenvolverŦ Se qulsermos Ler esperancas de culLlvar
uma slncerldade LoLalţ uma lnLearacão verdadelra e um esplrlLo de Lolerâncla e compalxãoţ
alaumas colsas Lerão que ser ellmlnadas de nossa vldaŦ
L o mesmo que ocorre com as planLas e floresŦ Sendo fráaels e senslvelsţ as planLas preclsam de
culdados especlals e de solo adequadoŦ CuLro faLor lmporLanLe e defendôŴlas dos ºlnlmlaos" que
compromeLem seu cresclmenLoŦ Aqul na Callfórnlaţ por exemploţ exlsLem dlversos Llpos de praaas
queţ não sel comoţ descobrem nossas mudas de planLaţ asslm que as colocamos na LerraŦ São
caramu[osţ larvasţ aranhas e mals uma mela duzla de ouLras crlaLuras horrendasţ sempre famlnLas e
decldldas a aLacar os suculenLos peLlscosŦ L uma colsa esLranha e que raramenLe se vôem esses
lnseLosŦ Lţ alem dlssoţ Lambem não Lrazem conslao placas de adverLônclať ºCuldado! Somos
perlaosos!" nem ao menos fazem barulhoŦ Mas passados alauns dlasţ adeus [ardlm florldo! Se
qulsermos Ler floresţ preclsamos nos llvrar dessas praaasŦ L não adlanLa esperar que vão embora
por sl mesmasţ pols não vãoŦ lanoráŴlas não e a solucãoŦ
L na famllla de ueus Lambem e asslmŤ se qulsermos que vldas fráaels e senslvels se desenvolvamţ
Lemos que exLermlnar os lnlmlaos de seu cresclmenLoŦ ALe aqulţ nesLe llvroţ Lemos felLo apenas
aflrmacões de conLeudo poslLlvoţ dando suaesLões de caráLer consLruLlvoŤ e lsso e mulLo
necessárloŦ Mas aaora e hora de aponLarmos Lambem o lado neaaLlvoŦ Se qulsermos que em nosso
melo floresca um relaclonamenLo Llpo seculo prlmelroţ Lemos que procurar nos llvrar de alaumas
colsas que aLacam e aarldem os fllhos de ueusţ no seculo xxŦ Lţ acredlLeŴmeţ esses elemenLos
pernlclosos não desaparecerão por sl mesmosŦ

LLLMLn1CS LSSLnClAlS A SC88LvlvLnClA llSlCA

nas páalnas anLerloresţ menclonel várlas vezes a palavra corpo como slnônlmo da famllla de ueusţ
a lare[a unlversalŦ Lsse Lermoţ empreaado em senLldo flauradoţ aparece em l Co 12ţ onde Þaulo
Lrabalha essa ldela com arande rlqueza de deLalhesŦ Luţ pessoalmenLeţ apreclo mulLlsslmo os
Lermos de senLldo flauradoŦ Lles nos oferecem lmaaens que nos a[udam a enLender bem a verdade
que esLá sendo enslnadaŦ vez por ouLraţ podemos apllcar a analoala em Lermos Lão amplos que
obLemos uma melhor compreensão de um LexLo blbllcoŦ lsso me aconLeceu recenLemenLe quando
ll uma paráfrase de um Lrecho de l Co 12Ŧ C homem que a elaborou e medlcoŦ L ele dlz o seaulnLeť

ºC corpo e uma unldadeţ embora consLlLuldo de mulLas celulasŤ eţ embora as celulas se[am mulLasţ
formam um só corpoŦŦŦ Se um alóbulo branco dlsserť ºComo não sou uma celula nervosaţ não sou
do corpo"ţ nem asslm delxarla de ser parLe do corpoŦ L se uma celula de um musculo dlsser à celula
do nervo óLlcoť 'Como não sou nervo óLlcoţ não sou do corpo"ţ nem asslm delxarla de fazer parLe
do corpoŦ Se o corpo Lodo fosse uma celula do nervo óLlcoţ onde esLarla a capacldade de andar? Se
o corpo Lodo fosse uma celula do aparelho audlLlvoţ onde esLarla o senLldo da vlsão? na verdadeţ
ueus dlspôs as celulas do corpo da manelra como qulsŦ Se Lodas as celulas fossem laualsţ onde
esLarla o corpo? na verdade há mulLas celulas dlferenLesţ porem um só corpoŦ"

C corpo humano e consLlLuldo de várlas celulasŦ L para que possamos vlver e preclso que elas
esLe[am saudávelsŦ lsso slanlflca que alauns elemenLos são necessárlosť nuLrlcãoţ exerclcloţ hlaleneţ
descansoŦ Lţ do mesmo modoţ ouLros Lerão que ser ellmlnadosť doencasţ aermes exLernos e
desenvolvlmenLo desordenado no lnLerlorŦ
nenhum medlco compeLenLe olha com levlandade para uma enfermldadeŦ Lm alauns casosţ o
medlco lrá lndlcar um LraLamenLo clruralcoŤ em ouLrosţ uma clrurala radlcalŦ normalmenLeţ eles
recelLam medlcamenLosŤ vez por ouLraţ uma deLermlnada dleLa e aLe um proarama de
exerclLamenLo flslcoŦ 1udo lsso e parLe de um plane[amenLo para se Ler uma vlda saudávelŦ L uma
quesLão mulLo serla (e às vezes mulLo cara)Ŧ

C8LulLnClA Ŷ C SLC8LuC uA Þ8LSL8vAÇÄC nAClCnAL

Aaora vamos mudar um poucoţ e em vez de falar do corpo flslcoţ falemos do corpo da nacãoŦ
ve[amos mals uma vez aqueles hebreus do passadoŦ Asslm como a saude e essenclal à delesŦ
Sob a llderanca de !osueţ os lsraellLas lnvadlram a Lerra de Canaãţ e a conqulsLaram LoLalmenLeŦ Þor
flmţ a lonaa auerra Lermlnouţ e aaora eles esLavam de posse da Lerra que ueus lhes Llnha
promeLldoŦ Após quase qulnhenLos anos de exlsLônclaţ a nacão Llnha aaora sua próprla ldenLldadeŦ
não mals hablLavam em solo esLranaelroŦ 1lnham sua próprla LerraŦ Lra hora de refleLlr um pouco e
dar aracas a ueus pela fldelldade deleŦ LnconLramos em !osue 23 o relaLo dos aconLeclmenLos alŦ

8ecordando a lldelldade de ueus

ºL SuCLuLu queţ mulLos dlas depols que o SLnPC8 dera repouso a lsrael de Lodos os seus lnlmlaos
em redorţ e sendo !osue [á velho e enLrado em dlasţ chamou !osue a Lodo o lsraelţ aos seus anclãosţ
e aos seus cabecasţ e aos seus [ulzesţ e aos seus oflclalsţ e dlsseŴlhesť Lu [á sou velho e enLrado em
dlasţ e vós [á Lendes vlsLo Ludo quanLo o SLnPC8 vosso ueus fez a Lodas esLas nacões por causa de
vósŤ porque o SLnPC8 vosso ueus e que Lem pele[ado por vósŦ vede que vos reparLl por sorLeţ em
heranca às vossas Lrlbosţ esLas nacões que resLamţ bem como as nacões que Lenho desLruldoţ
desde o !ordão aLe o arande mar para o pôr do solŦ" (!s 23Ŧ1Ŵ4)

ueus levara Ludo a bom LermoŦ Como ele fora bom com seu povo! uepols que as luLas Lermlnaramţ
ele lhes deu descanso (vŦ1)Ŧ Lle dlvldlu a Lerra para ser heranca delesŦ Cue maravllhosa ocaslão!
uevem Ler flcado com láarlmas nos olhos ao conLemplar Lodo aquele vasLo LerrlLórloţ senLlndo que
era Lodo delesţ basLando apenas que dele se aproxlmassemŦ lora Ludo pela araca de ueusţ nada
mals e nada menos!
Mas alnda não era hora de parar e relaxarŦ Após uma breve recordacão do que fora felLoţ !osue fala
da necessldade de prosseaulr em frenLeţ e compleLar a Larefa de desalo[ar da Lerra os cananlLas
que alnda resLavamŦ

uma Crdem Þara o Þovo de ueus

L para que eles não flcassem com a lmpressão de que era para volLarem ao mesmo ºneaóclo de
sempre"ţ o llder declarouť

ºL o SLnPC8 vosso ueus as lmpellráţ e as expellrá de dlanLe de vósŤ e vós possulrels a sua Lerraţ
como o SLnPC8 vosso ueus vos Lem promeLldoŦ LsforcalŴvosţ polsţ mulLo para auardardes e para
fazerdes Ludo quanLo esLá escrlLo no llvro da lel de MolsesŤ para que dele não vos aparLelsţ nem
para a dlrelLa nem para a esquerdaŤ Þara que não enLrels no melo desLas nacões que alnda flcam
convoscoŤ e dos nomes de seus deuses não facals mencãoţ nem por eles facals [urarţ nem os slrvalsţ
nem a eles vos lncllnelsţ mas ao SLnPC8 vosso ueus vos apeaarelsţ como flzesLes aLe o dla de ho[eŤ
Þols o SLnPC8 expulsou de dlanLe de vós arandes e forLes nacõesŤ eţ quanLo a vósţ nlnauem vos
Lem podldo reslsLlrţ aLe o dla de ho[eŦ um só homem denLre vós perseaulrá a mllŤ pols e o SLnPC8
vosso ueus que pele[a por vósţ como [á vos Lem faladoŦ Þortantoţ guarda| d|||gentemente as vossas
a|masţ para amardes ao - vosso DeusŦ"(!s 23Ŧ3Ŵ11)

LnLendeu a mensaaem? º-ão f|quem por a| à toa! Alnda há mulLo Lrabalho a ser felLoŦŦŦ há colsas
que preclsam ser ellmlnadasŦ" A arande preocupacão de !osue e que os hebreus vlessem a calr na
roLlnaţ e adoLar a menLalldade vlaenLe por allŦ
ÞrlmelramenLeţ ele fala de sua aLlLudeŦ ºLsforcalŴvos" (vŦ6)ţ prlnclpla eleŦ Lle os adverLe para não se
desvlarem nem para a dlrelLa nem para a esquerda Ŷ para não se afasLarem do camlnho reLo da
obedlôncla absoluLaţ seaulndo pelo tortuoso cam|nho da rac|ona||zacãoŦ
Lm seaundo luaarţ ele menclona as acõesŦ A quesLão Loda alra em Lorno de pequenos nucleos de
paaãosţ povos Lrlbals que alnda não Llnham sldo desalo[ados de CanaãŦ lalando em Lermos aLualsţ a
erradlcacão alnda não esLava compleLaŦ Lsses cananlLas represenLavam para eles uma ameaca que
não poderlam lanorarŦ
Mas será que ueus era Lão rlaoroso asslm? ve[a por sl mesmoţ lendo novamenLe as palavras de
adverLôncla que enconLramos em !osue 23Ŧ7Ŧ

O não vos mlsLurels com elesŦ
O não facals mencão dos nomes de seus deusesŦ
O nem por eles facals [urarŦ
O nem os slrvalsŦ
O nem os adorelsŦ

Acho lsso mulLo serloŤ vocô não? lsso expllca por que !osue empreaou Lermos Lão forLes como
ºafasLará"ţ ºexpulsará"Ŧ Lles Llnham que remover Loda a lnfluôncla dos cananlLas dallţ para que não
fossem conLamlnados por elesŦ
Lm Lercelro luaarţ ele menclona a unlca opcão delesŦ 1erlam que amar o Senhor seu ueusŦ 1erlam
que conLlnuar sendo uma nacão excluslvamenLe deleţ refleLlndo as caracLerlsLlcas deleţ dlvulaando
sua mensaaemţ conLlnuando a ser puros e pecullaresţ sem fazer qualsquer concessõesŦ

uma AdverLôncla vlnda do Coracão de ueus

Se vocô acha que as adverLônclas dadas aLe aqul Lôm sldo mulLo serlasţ ve[a o resLoŦ

ºÞorqueţ se de alaum modo vos desvlardesţ e vos apeaardes ao resLanLe desLas nacões que alnda
flcou enLre vósţ e com elas vos aparenLardesţ e vós a elas enLrardesţ e elas a vósţ sabel cerLamenLe
que o SLnPC8 vosso ueus não conLlnuará a expulsar esLas nacões de dlanLe de vósţ mas elas vos
serão por laco e redeţ e acolLe às vossas llharaasţ e esplnhos aos vossos olhosŤ aLe que perecals
desLa boa Lerra que vos deu o SLnPC8 vosso ueusŦ" (!s 23Ŧ12Ŵ13)

ºSe deles vos desvlardesŦŦŦ" lsso e que e Lecnlca para prender a aLencãoŦ Mas não ve[amos lsso
apenas como uma LáLlca amedronLadoraţ uma ameaca manlpuladoraŦ L uma adverLôncla dlvlnaţ
com consequônclas serlas aposLas a elasŦ Lle esLáŴlhes dlzendo quemţ se se llaarem a esses povosţ
aLraves de lacos maLrlmonlalsţ ldenLlflcandoŴse com elesţ e dessa forma perdendo sua
slnaularldade de povo de ueusţ poderlam conLar cerLo com duas consequônclas mulLo serlasť

1Ŧ !eová não conLlnuarla a ser seu escudo de proLecãoŦ
2Ŧ Lles lrlam sofrer lmpledosamenLe nas mãos dos cananlLasŦ

vamos dar uma olhada nessas palavras do verso 13Ŧ

O ºvos serão por laco e redeŦ"
O ºL acolLes às vossas llharaasŦ"
O ºL esplnhos aos vossos olhosŦ"

Al! !osue usa de mulLos Lermos flaurados para reLraLar a lnLensa opressão e mlserla que sofrerlam
se errassemŦ Mas alnda volLaremos a esses Lermos de senLldo flaurado anLes de encerrarmos esLe
caplLuloŦ São eles a razão por que alauns elemenLos Lôm que ser ellmlnadosŦ

C Adeus llnal

Após enLreaar esLa lnquleLanLe palavra de adverLônclaţ o velho llder se despede do povoŦ

ºL els que vou ho[e pelo camlnho de Loda a LerraŤ e vós bem sabelsţ com Lodo o vosso coracãoţ e
com Loda a vossa almaţ que nem uma só pa|avra fa|hou de todas as boas co|sas que fa|ou de vós o
- vosso DeusŤ todas vos sobrev|eramţ nenhuma de|as fa|houŦ L será queţ asslm como sobre
vós vleram Lodas esLas boas colsasţ que o SLnPC8 vosso ueus vos dlsseţ asslm Lrará o SLnPC8
sobre vós Lodas aquelas más colsasţ aLe vos desLrulr de sobre a boa Lerra que vos deu o SLnPC8
vosso ueusŦ Cuando Lransaredlrdes a allanca do SLnPC8 vosso ueusţ que vos Lem ordenadoţ e
fordes e servlrdes a ouLros deusesţ e a eles vos lncllnardesţ enLão a lra do SLnPC8 sobre vós se
acenderáţ e loao perecerels de sobre a boa Lerra que vos deuŦ" (!s 23Ŧ14Ŵ16)

L o que aconLeceu enLão? vamos anallsar as acões dos hebreus realsLrada para sempre na sua
PlsLórlaŦ Lles flzeram o que !osue ordenara? Cbedeceram?

8LLA1C u uMA l8ACASSC

vamos pesqulsar os prlmelros caplLulos do llvro de !ulzesţ que se seaue ao de !osueŦ Lles narram os
evenLos que ocorreram loao após a morLe de !osueŦ Lm sumaţ els o que sabemosť

O !ulzes 1Ŧ19ť ºnão expulsou os moradores do valeţ porquanLo Llnham carros de ferroŦ"
O !ulzes 1Ŧ27ť ºCs cananeus loararam permanecer na mesma LerraŦ"
O !ulzes 1Ŧ28ť ºCuandoţ poremţ lsrael se Lornou mals forLeţ su[elLou os cananeus a Lrabalhos
forcadosŤ e não os expulsou de LodoŦ
O !ulzes 1Ŧ29ť a mesma colsa fez Lfralmť ºLfralm não expulsou os cananeusŦŦŦ anLes
conLlnuaram com elesŦŦŦ" (uá para acredlLar?)
O !ulzes 1Ŧ30ť a mesma colsa fez ZebulomŦ
O !ulzes 1Ŧ31ţ32ť a mesma colsa fez Aserť ºŦŦŦ os aserlLas conLlnuaram no melo dos cananeusŦ"
(Cbserve que a slLuacão aqul mudouŦ Pá claramenLe uma lnversão de papelsŦ)
O !ulzes 1Ŧ33ť o mesmo se dá com nafLallţ que ºconLlnuou no melo dos cananeus"Ŧ
L aaoraţ esLá preparado para ver o cumulo do absurdo?
O !ulzes 1Ŧ34ť ºCs amorreus (uma Lrlbo cananlLa) arredaram os fllhos de uã (uma Lrlbo
lsraellLa) aLe as monLanhasţ e não os delxaram descer ao valeŦ"

Como se lnverLeram as poslcões" Lm vez de os hebreus manLerem uma poslcão superlorţ eles
afrouxaram na obedlôncla LoLal a ueusţ eles mesmos se convenceram a não observar o plano de
auerra Lracado por !osueţ condescenderam com o erroŦŦŦ e acabaramŴse Lornando os vencldosţ em
vez de vencedoresŦ
lazer concessões nunca dá cerLoŦ Sempre acabamos nos quelmandoŦ Lmbora raclonallzemosţ
sempre dando um [elLo de expllcar nossas declsões erradasţ dlzendo a nós mesmos que nos
llaarmos a lmplos não lrá pre[udlcarŴnos (ºvamos exercer uma lnfluôncla poslLlva sobre elesţ e eles
vão melhorarŤ nossa vlrLude val passar para eles")ţ sempre nos su[amos nesse processoŦ
Se alauem calcar um par de luvas brancas num dla chuvosoţ e salr para lr mexer no canLelroţ
acredlLeŴmeţ a lama não val flcar brancaŦ Þelo conLrarloţ as luvas e que vão flar enlameadasŦ L
sempre asslmŦ nos meus quarenLa e nove anos de vldaţ nunca vl uma lama flcar branca em conLaLo
com luvas brancasŦ nem uma só vezŦ Lm sumaţ e exaLamenLe lsso que Þaulo dlz em l Co 13Ŧ33ť

ºnão vos enaanelsť as más conversacões corrompem os bons cosLumesŦ"

Mas conLlnue a lerť

ºlaleceuţ poremţ !osueţ fllho de numţ servo do SLnPC8ţ com a ldade de cenLo e dez anosŤ L
sepulLaramŴno no Lermo da sua herancaţ em 1lmnaLeŴPeresţ no monLe de Lfralmţ para o norLe do
monLe de CaásŦ L fol Lambem conareaada Loda aquela aeracão a seus palsţ e ouLra aeracão após ela
se levanLouţ que não conhecla ao SLnPC8ţ nem Lampouco a obra que ele flzera a lsraelŦ LnLão
flzeram os fllhos de lsrael o que era mau aos olhos do SLnPC8Ť e servlram aos baallnsŦ L delxaram
ao SLnPC8 ueus de seus palsţ que os Llrara da Lerra do LalLoţ e foramŴse após ouLros deusesţ
denLre os deuses dos povosţ que havla ao redor delesţ e adoraram a elesŤ e provocaram o SLnPC8
à lraŦ ÞorquanLo delxaram ao SLnPC8ţ e servlram a 8aal e a AsLaroLeŦ Þor lsso a lra do SLnPC8 se
acendeu conLra lsraelţ e os enLreaou na mão dos espolladores que os despo[aramŤ e os enLreaou na
mão dos seus lnlmlaos ao redorŤ e não puderam mals reslsLlr dlanLe dos seus lnlmlaosŦ Þor onde
quer que salamţ a mão do SLnPC8 era conLra eles para malţ como o SLnPC8 Llnha faladoţ e como
o SLnPC8 lhes Llnha [uradoŤ e esLavam em arande afllcãoŦ" (!z 2Ŧ8Ŵ13)

Cue Lráalcas consequônclasť se ao menos Llvessem obedecldo!
MomenLos aLrásţ pedlŴlhes que auardassem na menLe os Lermos laco e redeţ acolLe e esplnhosţ
menclonados em !osue 23Ŧ13Ŧ e a razão e a seaulnLeť se relermos o relaLo dos hebreus em !ulzes 1ţ
veremos que eles experlmenLaram exaLamenLe o que !osue havla predlLoŦ

ºLaco e redeŦ" Lles não apenas permlLlram que os cananeus permanecessem na Lerraţ mas Lambem
hablLaram no melo delesŦ lsso se Lornou um ºlaco e rede" para elesŦ vlvendo no melo delesţ os
hebreus loao assumlram sua manelra de serţ Loleraram seus deuses e adoLaram seu esLllo de vldaŦ

ºAcolLe às vossas llharaasŦ" Lssas palavras são mulLo durasŦ Lemos em !ulzes 1Ŧ34 que os amorreus
expulsaram os danlLasţ uma Lrlbo de lsraelţ para os morrosţ e não permlLlram que eles volLassem a
vlver no valeŦ lsso e um exemplo clásslco do que slanlflca ser chlcoLeado nas llharaas pelo acolLe
dos amorreusŦ

ºLsplnhos aos vossos olhosŦ" Cs versos de !ulzes 3Ŧ3ţ6 descrevem como hebreus se Lornaram ceaos
depols que adoLaram a manelra de vlver dos cananeusţ permlLlndo que eles os lnLlmldassem e
praLlcamenLe os chlcoLeassemŦ

ºPablLandoţ polsţ os fllhos de lsrael no melo dos cananeusţ dos heLeusţ e amorreusţ e perlzeusţ e
heveusţ e [ebuseusţ Lomaram de suas fllhas para sl por mulheresţ e deram as suas fllhas aos fllhos
delesŤ e servlram aos seus deusesŦ" (!z 3Ŧ3ţ6)

lsso resulLou em consequônclas lnevlLávelsŦ L o resLanLe do llvro de !ulzes e uma sucessão de
relaLos de fraquezasţ conLemporlzacõesţ Llranlasţ e por flm a derroLaŦ

8LSlS1LnClA Ŷ A LSÞL8AnÇA uL 8LLAClCnAMLn1CS SLM MÁSCA8AS

Cuem conseaulu me acompanhar aLe aqul merece aplausos! A PlsLórla anLlaa às vezes e um pouco
macanLeţ mas quando se LraLa de hlsLórla blbllcaţ o esLudo e araLlflcanLeţ como se veráŦ AcredlLo
que será mulLo provelLoso fazermos a apllcacão desses faLos à quesLão do relaclonamenLo sme
máscarasŦ
Mas vamos recordar um pouco o que [á vlmosŦ Asslm como o corpo humano não pode se
desenvolver e subslsLlr sem que se removam as enfermldadesţ e asslm como o corpo da nacão de
lsrael não poderla permanecer saudável se não ellmlnasse de seu malo o esLllo de vlda dos
cananeusţ asslm Lambem ocorre com o Corpo de CrlsLoŦ Se nossa reslsLôncla oraânlca abalxarţ os
aermes noclvos podem causar a perda da saudeţ e reduzlr nossa capacldade de aLuacãoŦ

Colsas que podem LornarŴse laco e rede Lôm que ser ellmlnadosŦ

,u|tas vezesţ são as co|sas ma|s sut|s que acabamŴse Lornando laco e rede para nósŦ CeralmenLe
são aLlLudes que comunlcamos aLraves de aesLos e olharesţ e que ºfalam" bem alLoţ peranLe
pessoas [ovensţ senslvels e fráaelsţ que esLão luLando para sobrevlverŦ
ve[amos alaumas dessas redes e lacosť

LsplrlLo de crlLlca
lnLolerâncla
SuspelLas
ÞreconcelLos
Craulho
ALlLude de re[elcão
Cbservacões descarlosasţ neaaLlvas
SoflsLlcacão
Clnlsmo
8eacões rancorosas
Clhares de condenacão
ALlLude fechadaţ lnacesslvel

1alvez não cheauemos a dlzer às pessoas para ºmanLer dlsLâncla"ţ mas e Lão fácll fazer lsso com
aLlLudesŦ L nunca será posslvel aozarmos de relaclonamenLos francos e aberLos com nossos lrmãos
se nos cercarmos de uma aLmosfera de lacos e redesŦ ÞorLanLoţ alaumas colsas Lerão que ser
ellmlnadasŦ L o melhor melo de llvrarŴnos desses lacos e redes e comecar com a llsLa aclmaŦ

Colsas que podem LornarŴse acolLes Lôm que ser ellmlnadasŦ

As pessoas nos procuram ou vôm às nossas lare[as por senLlrem uma profunda necessldade de
seaurancaŤ esLão à procura de um amor verdadelroţ de compalxãoţ de doses maclcas de auLoŴ
esLlmaţ de esperanca e perdão Ŷ de Lodas essas colsas deque Lemos falado nos olLo caplLulos
anLerloresŦ Llas esLão preclsando llberLarŴse da prlsão do senLlmenLo de culpaţ que a sl mesmas se
lmpõemţ e da slndrome de ºeu não presLoŤ sou um verme"Ŧ
L Lalvez procurem socorro de mulLas manelrasţ mas se a práLlca do ºchlcoLe" esLlver all para aaredlŴ
laţ as consequônclas poderão ser desasLrosasŦ Lls exemplos de alauns acolLes que vocô mesmo [á
pode Ler sofrldoţ ou lnfllaldo a ouLrosŦ

O 1enLaLlvas de presslonar a se Lornarem a se ºcorrlalrem" ou a ºpararem com lsso"ţ anLes
que esLe[am preparadas para LalŦ
O lorcar as pessoas a se Lornarem mals lauals a nós Ŷ ºSe e que vocô dese[a realmenLe ser um
crenLe maduro"Ŧ
O Lsperar que as pessoas acelLem exlaônclas alLamenLe esLruLuradas e rlaldasţ e reaulamenLos
mulLo rlaorososŦ
O Apllcar o LornlqueLe das exlaônclas leaallsLasţ lsLo eţ aperLar demasladamenLe os parafusos
nos ouLrosţ para que abandonem cerLos háblLos e se a[usLem às nossas preferônclas e
convlccõesŤ e o velho aponLar de dedoţ que bradať ºConcerLeŴseţ ou cala fora!"

Þodemos sucumblr a essas chlcoLadasţ senLlŴlas como acolLes em nossas llharaasŦ Llas não nos dão
espaco para aprenderţ para descobrlr as verdadesţ nem o dlrelLo de errarţ de ser nós mesmosŦ

Colsas que podem LornarŴse esplnhos Lôm que ser ellmlnadasŦ

CS ºesplnhos" são LormenLos exLerloresŦ São colsas que permlLlmos enLrar em nosso corpoţ e que
causam males e doencas a ouLros membros Ŷ aermes noclvos que peneLram em áreas
enfraquecldasţ ferldas ou enfermasŦ L lembremos sempre que os esplnhos podem ceaarŴnosŦ
ve[amos exemplos de alauns esplnhosŦ

O A perslsLôncla volunLárla no pecadoţ não confessadoţ sem mosLras de arrependlmenLoŦ
O Aalr de||beradamente sob o domlnlo da carneŤ vlver em veraonhosa carnalldadeţ de
manelra conLrárla à vonLade de ueusŦ
O !usLlflcar aLos errados com acusacões a Lercelros ou com auLopledadeţ ou ouLro Llpo de
raclonallzacãoţ recusandoŴse a encarar a verdadeŦ
O Aalr hlpocrlLamenLeţ aprovelLandoŴse de crenLes novosţ senslvelsţ que são lmpresslonávels e
lnaônuosŦ
O uesempenhar uma llderanca esplrlLual hlpócrlLaţ sem levar em conLa o faLo de que alaum
dla Lodos saberão a verdadeţ e mulLos lrão deslludlrŴseŦ

Mas crelo que [á dlssemos o basLanLe sobre lssoŦ Lssas colsas Lôm que ser ellmlnadasŦ
Cuero encerrar com uma noLa poslLlvaţ clLando palavras sáblas Ŷ que não são mlnhasţ e que
descrevem o lnesLlmável valor de uma palavra de conforLo e edlflcacãoŦ CosLarla queţ de alauma
formaţ pudessemos convencerŴnos dessas verdadesţ a ponLo de memorlzarmos essas palavrasŦ

ºSe nossa vlda flca arrasadaţ não e LanLo pelos evenLos Lerrlvels que nos ocorremţ mas porque as
colsas boas são mulLo poucasŦ LnconLramosţ ao lonao do camlnhoţ mulLo poucas pessoas dlsposLas
a ser como aalhos aos quals possamos nos aaarrarţ em nossa sublda morro aclmaŦ C Lrllho e
lnaremeţ mas lsso não Lem lmporLânclaŦ Þoderlamos escaláŴlo seţ de Lempos em Lemposţ ao lonao
da subldaţ alauem nos comunlcasse o faLo de que nos amaţ eţ porLanLoţ somos lmporLanLesŦ"

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O volLe ao lnlclo do caplLulo 9 e relela a paráfrase de alauns verslculos de l Co 12ţ felLa por um
medlcoŦ
O Converse sobre as manelras como lsso se apllca ao Corpo de CrlsLoŦ Lm que condlcões se
enconLram as ºcelulas" com as quals vocô se relaclona Ŷ os crenLes que vocô conhece? Lles
esLão forLalecendo vocô?
O Cuando esLudamos !osue 23ţ vlmos forLes adverLônclas conLra o erro de fazermos
concessões e Lermos um relaclonamenLo mulLo cheaado com pessoas que vão nos
pre[udlcarŦ Como vocô aae para manLer amlzades apenas com lndlvlduos que possam
proporclonarŴlhe um convlvlo bom e saudável? L se vocô esLá luLando com esse problemaţ
fale sobre lssoŦ Se for o casoţ peca oracõesŦ
O L quanLo aos lacos e redesţ acolLes e esplnhos? 1alvez se[a bom recordar e repassar essa
parLe do caplLuloŦ ueflna esses Lrôs Llpos de perlaoţ com suas próprlas palavrasŦ
O Þense a respelLo de seu larţ e ve[a se há all alaum laco e redeţ acolLes ou esplnhos que
preclsam ser removldosŦ 1alvez lsso exl[a mulLa coraaemţ mas clLe alauns delesŦ
O Com uma aLlLude poslLlvaţ sabe de alaum crenLe que pode esLar preclsando de um aesLo ou
palavra de edlflcacão? 1alvez alauem Lenha sofrldo um aLaque de uma llnaua ferlna ou de
uma aLlLude depreclaLlvaŦ Cue Lal dar um Lelefonema para essa pessoa? Cu escreverŴlhe
uma breve carLlnha demonsLrando lnLeresse? ÞonhaŴse à dlsposlcão dos lrmãos como um
mensaaelro de consoloŦ lsso pode ser mulLo araLlflcanLe!

CAÞl1uLC uLZ
uLCluA ÞC8 Sl MLSMC!

As vezes e mulLo fácll flcarmos Lão lrrlLados e lncomodados com as colsas lnslanlflcanLesţ que nos
esquecermos das lmporLanLesŦ ÞreocupamoŴnos demals com deLalhes mesqulnhosţ e perdemos de
vlsLa o quadro aeralŦ
LembrelŴme dlsso quando ll o relaLo da queda de um [aLo da LasLern Alrllnesţ na llórldaŦ C avlão
era o do conhecldo vôo 401ţ de nova lorque para Mlamlţ que levava um arande numero de
passaaelrosţ que all lrlam passar um ferladoŦ Cuando o avlão fazla a aproxlmacão do aeroporLo de
Mlaml para aLerrlssarţ a luzlnha que lndlcava o funclonamenLo do Lrem de aLerrlssaaem não se
acendeuŦ LnLão o plloLo fez o avlão dar um clrculo amploţ sobrevoando os pânLanos da realãoţ
enquanLo a Lrlpulacão examlnava o problemaŦ A peraunLa deles era a seaulnLeť o Lrem de
aLerrlssaaem não desceraţ ou fora a lâmpada que se quelmara?
Þrlmelro o enaenhelro de vôo remexeu com a lâmpadaŦ 1enLou reLlráŴlaţ mas ela não salaŦ CuLro
membro da Lrlpulacão flcou mulLo curloso com aqullo e resolveu a[udáŴloŤ depols ouLro fez o
mesmoŦ ual a ouco esLavam Lodos com os olhos volLados para a pequenlna lâmpada que não se
solLavaţ acredlLe ou nãoŦ nlnauem percebeu que o avlão esLava perdendo alLlLudeŦ Aflnal ele calu
dlreLo no pânLanoŦ MulLas pessoas morreram no acldenLeŦ LnquanLo uma experlenLe Lrlpulacão de
plloLos perlLosţ de salárlos alLosţ mexlam com uma lampadazlnha baraLa que não se solLavaţ um
avlão calaţ fazendo perecer mulLos de seus passaaelrosŦ naqueles breves lnsLanLesţ esses homens
se esqueceram de uma reara báslca da aeronáuLlcať ºnão se esqueca de manLer o avlão em vôoŦ"
A mesma colsa pode aconLecer a uma lare[aŦ C pasLor pode flcar Lão preocupadoţ querendo apaaar
pequenos lncôndlosţ flxando sua aLencão em quesLões lnslanlflcanLesţ que perde de vlsLa a
f|na||dade da ex|stônc|a da |gre[aŦ As vezesţ uma lare[a pode Ler LanLas aLlvldadesţ proaramacõesţ
clubesţ pro[eLosţ reunlões de comlssõesţ banqueLesţ envolvlmenLos na comunldade Ŷ LanLas
enarenaaens alrandoţ sem na verdade rea||zar nada de |mportinc|a para a etern|dadeţ que a
conareaacão se esquece de seu ob[eLlvo báslcoŦ MulLas lare[as ho[e são como aquela
lmpresslonanLe máqulna que possul mulLas rodasţ molasţ enarenaaensţ roldanasţ correlasţ slnosţ
luzes que se acendlam e apaaavam enquanLo as rodas e enarenaaens se punham em movlmenLoţ
ao Loque de um boLãoŦ Cuando peraunLaram ao seu lnvenLor qual era a funcão daquela esLranha
máqulnaţ ele repllcouť
Ŵ C que ela faz? Ahţ não faz nadaŦ Mas não funclona maravllhosamenLe?

uM C8!L1lvC 8ÁSlCC

laca uma pesqulsaŦ ÞeraunLe às pessoas da sua lare[a se elas sabem por que ela exlsLeŦ Mas
prepareŴse para Ler uma arande surpresaŦ L não se assusLe se a malorla der de ombros e dlsserť
Ŵ Ahţ sel lá! Þara Lermos as preaacõesţ achoŦŦŦ esLamos aqul para nos allmenLarmos esplrlLualmenLeŦ
não e exaaero dlzer que a oplnlão aeral em mulLas das lare[as evanaellcas e slmplesmenLe esLať
ºLsLamos aqul para ser lnsLruldosŦ" Mas embora a preaacão se[a uma boa colsa (e acho que as
preaacões devem realmenLe ser as melhores posslvels)ţ ela e apenas uma parLe de um plano mals
amploŦ A lare[a e um corpo consLlLuldo de pessoas chamadas pelo SenhorŦ L não nos reunlmos
apenas para nos allmenLarmosŤ há ouLras razõesŦ
Þensemos numa famlllaŦ uuvldo que alauem dlaať ºSomos uma famllla porque almocamos e
[anLamos [unLosŦ L por lsso que exlsLlmosŦ lazemos mulLas refelcõesţ e comemos mulLoŦ C allmenLo
que lnaerlmos e mulLo nuLrlLlvoţ mulLo bem preparadoţ e e sempre servldo na hora cerLaŦ
CosLamos mulLo de comer! L por causa dlssoţ somos uma famlllaŦ" nãoŦ Alem de reunlrŴse na sala
de [anLarţ em Lorno de uma mesa chela de allmenLosţ um arupo de pessoas consLlLul uma famllla
por mulLos ouLros moLlvosŦ Þor exemploť
O Þela manelra como aLende aos que sofremŦ
O Þela manelra como ouve quando uma pessoa da famllla falaŦ
O Þela manelra como se lnLeressa por aqueles que são fracosţ e como lhes dá apoloŦ
O Þela manelra como expressa palavras de ânlmoţ e como permanece sempre ao lado da
pessoa afllLa em melo às adversldadesŤ e rl [unLo com ouLros nos momenLos alearesŦ
O Þela base em que esLabelece responsabllldades e crlLerlos de avallacãoŦ
O Þelo faLo de permlLlr a seus membros expressarem com slncerldade os seus senLlmenLos Ŷ
alearlaţ LrlsLezaţ ralvaţ enLuslasmoţ duvldaţ dlveraônclaţ expecLaLlvaţ perdaţ desllusãoţ
decepcõesţ prazerţ sofrlmenLosţ Loda a aama de emocõesŦ

L fácll ver que não e apenas o faLo de Lomarem as refelcões [unLasţ que faz com que um arupo de
pessoas se Lorne uma famlllaŦ C mesmo se apllca à lare[aŦ A lare[a e como um quarLel de lnsLrucõesţ
e nunca devemos nos esquecer dlssoŦ L um luaar onde os membros da famllla de ueus recebem
esLlmulo para se desenvolverem esplrlLualmenLeţ para aprenderem mals verdadesţ para se
exerclLaremţ um luaar onde podem enconLrar repousoţ allmenLo e a esLabllldade de que preclsam
para enfrenLar as realldades da vldaŤ e um arupo de lndlvlduos empenhados numa mesma luLaţ que
se reunemţ que se relaclonam enLre sl com franquezaţ slncerldade e llberdadeŦ L um luaar de
oracão e de Lranqullo reLlro pessoalŤ e uma blaorna onde se Lrabalham as ldelasţ onde as
convlccões são for[adasŤ e um hosplLal para aqueles que preclsam de Lempo e luaar para se
resLabelecerŤ e um luaar onde se dlspensam compalxãoţ perdão e aracaţ com a mesma pronLldão e
reaularldade com que se dlsLrlbul lnformacãoŦ Lsse deve ser o quadro aeralŦ Se perdermos lsso de
vlsLaţ calremos dlreLo num pânLanoŦ
Mas volLemos ao exemplo da LsLáLua da LlberdadeŦ Mals aLrás flz referenclas às comovenLes
palavras de Lmma Lazarusť ºLnLreaueŴme os cansadosţ os pobresţ as mulLldões sem rumoţ os
lnfellzesţ os desLerradosţ os vlLlmados pela LormenLaŦ" SlnceramenLe penso que a lare[a de ho[e
reescreveu esLes versos da seaulnLe manelrať

ºLnLreaueŴme os lanoranLesţ que os lnsLrulrel (mas não espere que nos envolvamos demals)Ŧ"
Cu enLãoť
ºLnLreaueŴme os rlcos ţ e eu comprarel e lnvesLlrel (mas não me peca que desenvolva
relaclonamenLos)Ŧ"
Cu enLãoť
ºLnLreaueŴme os forLes e dlsposLosţ e os manLerel ocupados (mas não espere mulLa compalxão)Ŧ"

Lm ouLras palavrasŦ ºSe vocô e uma pessoa que esLá de bem com a vldaţ se sua crenca douLrlnárla e
cerLlnhaţ se esLá dlsposLo a conLrlbulr e não preclsa mals do que alauns sermõesţ alauns hlnos e
conversas superflclalsţ enLão venha às nossas reunlõesŦ" Mas lsso não lembra nem de lonae a
mensaaem que !esus dellneouŦ Lle Llnha mulLo conLaLo com as pessoasŤ ele se dlspunha a Ler
relaclonamenLos com ouLrosŦ Lle enslnavaţ mas nunca com o unlco ob[eLlvo de encher a cabeca das
pessoasŦ Þara eleţ a verdade esLava lnLlmamenLe llaada ao amorŤ a compalxão seaula de perLo o
mandamenLoŦ L o equlllbrlo que ele próprlo demonsLrou fala bem alLoţ não fala?
Se vocô não aprender nada desLe llvroţ procure enLender pelo menos o seaulnLeť no Corpo de
CrlsLo Ler relaclonamenLos slnceros e francos e Lão lmporLanLe quanLo dlvulaarţ de forma acuradaţ
as verdades blbllcasţ o allmenLo esplrlLualŦ Þreclsamos das duas colsasŦ L preclso haver comunhão
real enLre as pessoasţ e não apenas erudlcãoŦ Se houver uma sem a ouLraţ o resulLado será uma
lare[a fora de esquadroţ doenLeŦ ConLudoţ nlnauem pode obrlaar uma conareaacão a crer nlssoŦ
1em que haver uma dec|são consc|enteŦ

uLClS0LS CuL lAvC8LCLM uM 8CM 8LLAClCnAMLn1C

Mas volLemos à hlsLórla blbllca que esLamos acompanhando nesLe llvroŦ Anallsamos o Lxodo e
aLravessamos o Mar vermelho com Molses e os hebreusŦ Cheaamos a Canaãţ lnvadlmos a Lerraţ
ocupamos o pals e ouvlmos as adverLônclas com respelLo aos lacos e redesţ acolLes e esplnhosŦ
Aprendemos a admlrar mulLo a !osueţ esse cora[oso llder que dlz Loda a verdade ao povoţ
lndependenLe de aaradar ou nãoŦ Mas o problema e que aaora ele esLá para morrerţ e sabe lssoŦ L
ao conLemplar o rosLo daquelas pessoas que conduzlu aLe a Lerra promeLldaţ Lem senLlmenLos
conLradlLórlosŦ LsLá saLlsfelLo por Ludo que [á conseaulramţ mas ao mesmo Lempo senLeŴse
preocupado com a Lendôncla deles calrem na passlvldadeŦ Como um pal mulLo sáblo lldando com
um fllho melo lrresponsávelţ ele sabe queţ se o povo não aLender às adverLônclas dlvlnas sofrerá
serlas consequônclasŦ LnLãoţ resolve expor Ludo com arande clarezaŦ Lles preclsam saber a verdadeţ
anLes que ele sala de cenaŦ

C laLor Þrlnclpal

Cuem sabe quanLas vezes !osue não Lerá repeLldo seus conselhos e orlenLacões? ºnão se
esquecam de conclulr a Larefa LodaŦ vocôs Lôm que expulsar os cananeusŦ ConLlnuem sempre
amando e obedecendo a !eováŦ Aaora que vocôs esLão morando em casas que não edlflcaram e
colhendo fruLos de árvores que não planLaramţ não percam as marcas dlsLlnLlvas de povo de ueusŦ
Se[am forLes!" Lssas palavras são mulLo conhecldasŦ

ºLţ passando vós o !ordãoţ e vlndo a !erlcóţ os hablLanLes de !erlcó pele[aram conLra vósţ os
amorreusţ e os perlzeusţ e os cananeusţ e os heLeusţ e os alraaseusţ e os heveusţ e os [ebuseusŤ
porem os enLreauel nas vossas mãosŦ L envlel vespões adlanLe de vósţ que os expulsaram de dlanLe
de vósţ como a ambos os rels dos amorreusŤ não com a Lua espada nem com o Leu arcoŦ L eu vos
del a Lerra em que não LrabalhasLesţ e cldades que não edlflcasLesţ e hablLals nelas e comels das
vlnhas e dos ollvals que não planLasLesŦ" (!s 24Ŧ11Ŵ13)

Deus [á t|nha fe|to tudoŦ Mas havla alnda uma colsaţ o faLor prlnclpalţ que ele delxou aos culdados
delesţ uma colsa que consolldarla ou arrasarla o fuLuro delesŦ Sabe o que e? Lles t|nham ||berdade
de dec|d|r por s| mesmosŦ !osue aflrma lssoŦ

ºAaoraţ polsţ Lemel ao SLnPC8ţ e servlŴo com slncerldade e com verdadeŤ e delLal fora os deuses
aos quals servlram vossos pals alem do rlo e no LalLoţ e servl ao SLnPC8Ŧ Þoremţ se vos parece mal
aos vossos olhos servlr ao SLnPC8ţ esco|he| ho[e a quem slrvalsŤ se aos deuses a quem servlram
vossos palsţ que esLavam alem do rloţ ou aos deuses dos amorreusţ em cu[a Lerra hablLalsŤ porem
eu e a mlnha casa servlremos ao SLnPC8Ŧ" (!s 24Ŧ14Ŵ13)

nlnauem adqulre reLldão pessoal só porque ouLro o exlalu e ordenouŦ não podemos ser obedlenLes
por lelŦ nlnauem pode obrlaar ouLrem a ser esplrlLualŦ nlnauem leva uma vlda sanLa aLendendo a
adverLôncla e ameacasŦ ssas co|sas brotam de nosso coracãoţ resulLando dlreLamenLe de uma
dec|são pessoa| de cada um de nósŦ
vocô e um desses lrmãos superLensosţ que defendem veemenLemenLe reaulamenLos flrmes e
rlaldosţ que aosLam de ordenar e Lanaer? uelxeŴme confessarŴlhe uma colsaŦ vou reLlrar a máscara
e dlzer que passel mulLos anos de mlnha vlda marchando nesse compassoŤ mulLa carranca e
exlaônclaţ lonaas e elaboradas exlaônclas que eram óLlmas para provocar senLlmenLo de culpaţ mas
não levavam as pessoas a dese[arem ser dlferenLesŦ As pessoas enLendlam o que se exlala delasţ
mas não mudavam mulLoŦ Cuelmel mulLa eneralaţ masţ em ulLlma anállseţ a malorla deu em nadaŦ
Lsse meLodo e Lão eflclenLe quanLo desferlr aolpes no arŦ
As pessoas reaaem melhor a exemplos pessoalsţ do que a exlaônclas verbalsŦ Llas se senLem mulLo
mals lncenLlvadas por exemplosţ como o meLodo de llderanca de !osue (ºLu e mlnha casa
servlremos ao SenhorŤ mas vocôs Lerão que decldlr por sl mesmos")ţ do que pelos arlLos e ameacas
de foao e enxofre empreaados por cerLos llderesŦ nos ulLlmos anos Lenho observado (e aprendl lsso
[á Lão Larde) que a malorla dos crenLes dese[a vlver uma vlda mals sanLaţ mas Lambem não quer ser
Lanalda como aadoŦ As pessoas reaaem mals como ovelhas do que como bolsŦ
não faz mulLo Lempo recebl a seaulnLe carLať

ºÞrezado ÞasLorţ
llquel mulLo comovldo com a sua preaacão sobre MarLlnho LuLeroŦ Allásţ no flnal aLe LenLel canLar
o hlnoţ mas só conseaula chorarŦ Lu me slnLo Lão pequenoŦ nossos heróls da lare[a são Lão
arandlososţ profundos e Lão melhores do que euŦ Lu sou Lão acomodadoţ medlocreŦ
Lu aosLarla de saber uma colsaŦ Cuando o senhor Llnha 27 anos [á era como e aaora? !á Llnha lldo
Lodos esses llvros bons? !á conhecla Lodos os hlnos? !á Llnha a mesma profundldade esplrlLual que
Lem aaora? CrlsLo [á era asslm Lão real para o senhor que suas palavras peneLravam no coracão das
pessoas? ÞeraunLo lsso porque quero saber se alnda posso Ler esperancasŦ não Lenho profundldade
esplrlLualŦ não ful crlado na lare[aŦ não conheco os hlnosŦ Alnda Lenho que acompanháŴlos no
hlnárloŦ 1ambem nunca ful mulLo de lerŦ CosLarla de ler bons llvrosţ mas sempre que vou à llvrarla
evanaellca salo de lá frusLradoŦ Cuem preclsa de llvros com LlLulos asslmť ºCre para aanhar mulLo
dlnhelro"ţ ºSe vocô esLá doenLeţ não e um bom crenLe"ţ ºÞensamenLo poslLlvo Ŷ nunca dlaa a
palavra 'pecado'"ţ ou um llvro chelo de uns poemlnhas horrlvels para subsLlLulr nossa comunhão
pessoal com ueus?
1ambem [á ouvl o senhor dlzer que as pessoas se Lornam semelhanLes àquelas com quem convlvem
malsŦ LsLou cercado de pessoas medlocresŦ CuanLo mals cresco esplrlLualmenLeţ menor e o numero
de pessoas que posso lmlLarŦ Mas alnda não cheauel ao ponLo de maLurldade em que ueus e o
unlco modelo para mlmŦ C senhor e um exemplo para mlmŦ CosLarla de peraunLarŴlhe uma colsať o
senhor e laual aos ouLros ºmodelos" de crenLes? C senhor crlLlca sua esposa lmpledosamenLe na
presenca de ouLros casals? L desses que falam arosso mas na hora de aalr se mosLram fracos? Será
que vale a pena lmlLáŴlo?
Como posso melhorar? que me |nteressa não ó fazer boa f|gura perante os outrosŦ ó não quero
ser med|ocreŦ"

Sabe o que esse moco quer? Cuer exemplos que possa seaulrŦ LnLreLanLoţ anLes quer Ler cerLeza de
que o modelo e auLônLlcoŦ CosLo do quesLlonamenLo deleŦ LsLá procurando manelras de salr da
medlocrldade rumo à maLurldadeţ mas não esLá com mulLa pressa de salLar no prlmelro carro que
passarŦ Lle esLá resolvendo alaumas quesLões báslcasŦ não esLá preclsando de um preaador como
eu que lhe flque arlLando ao ouvldo para conserLar ou calr foraŦ Lle preclsa de espaco para crescer e
cheaar a cerLas declsõesţ a flm de que sua vlda revele uma aenulna esplrlLualldadeŦ L o ponLo
declslvo nlsso eť ele Lem que decldlr por sl mesmoŦ nlnauem pode LornáŴlo sanLoŦ
C mesmo se dava nos dlas de !osueŦ C llder [á Llnha Lomado sua declsãoŦ não havla mals duvlda
para eleť ele e sua casa servlrlam ao SenhorŦ Mas no que dlzla respelLo aos ouLrosť ºLscolham por sl
mesmos a quem vocôs lrão servlrŦŦŦ" Ahţ como eu aosLarla de Ler exercldo uma llderanca asslm no
lnlclo de meu mlnlsLerloŦ Lu Lerla me poupado mulLas dores de cabecaţ e mlnhas ovelhas Lerlam se
senLldo mals esLlmuladas com meu exemploţ em vez de presslonadas com mlnhas exlaônclasŦ

1rôs ÞonLos Lssenclals

L com Loda a llberdade de opLarţ os hebreus flzeram enLão sua declaracão de lnLencõesŦ
LsLlmulados pelo exemplo pessoal de !osue em sua conflssão de consaaracãoţ eles decldlram
allnharŴse com a causa deleŦ Þor declsão próprlaţ a opcão felLa por !osue LornouŴse a deles
LambemŦ Þor declsão próprlaţ flzeram a mesma consaaracão pessoal que ele havla felLoŦ
Lxamlnando deLldamenLe essa parLe da narraLlvaţ enconLramos Lrôs ponLos essenclals nessa
declsãoŦ

1Ŧ Lles decldlram ºLemer ao Senhor" (vŦ14)Ŧ em ouLras palavrasţ resolveram Ler respelLo por eleţ
reverencláŴloţ delxar que ele esLabelecesse o padrão de vlda que lrlam levarţ e não ser
lnfluenclados pela culLura cananelaŦ

2Ŧ uecldlram Lambem ºservlr ao Senhor" (vŦ14)Ŧ llzeram uma opcão volunLárla de servlŴlo com
slncerldadeŦ L mals adlanLe eles repeLemţ Lrôs vezesţ sua declsão clara de seaulŴloť ºServlremos ao
Senhor" (vŦ18ţ21ţ24)

3Ŧ uecldlram ºobedecer à sua voz" (vŦ24)Ŧ 8esolveram dar ouvldos às deLermlnacões e aLender aos
seus conselhosŦ L volunLarlamenLe declararam sua declsão de obedecerŦ

!osue deve Ler dado um sorrlsoŦ L lhes respondeu com as seaulnLes palavrasť ºSols LesLemunhas
conLra vós mesmos de que escolhesLes ao Senhorţ para o servlrŦ" L eles dlsseramť ºnós o somosŦ"
(!s 24Ŧ22)Ŧ
Al esLá de novoť ºescolhesLes ao Senhor"Ŧ não exlsLe nada mals edlflcanLe para a llderanca de uma
lare[a do que uma aLlLude dessasţ quando o arupoţ volunLarlamenLeţ resolve obedecer ao Senhorţ
lndependenLe de qualquer colsaŦ Þor quô? Þorque a declsão Lem uma lnfluôncla dlreLa sobre a
conduLaŦ

ºŦŦŦ C conLrole que conseaulmos exercer dlreLamenLe sobre nossas emocões e basLanLe fracoţ mas
conLrolamos perfelLamenLe a nossa conduLaŦ Lm ouLras palavrasţ exerclLando a forca de vonLade
podemos modlflcar nossos senLlmenLos somenLe aLe cerLo ponLoŤ ao passo queţ usando laualmenLe
o exerclclo da vonLadeţ podemos Ler conLrole LoLal de nossa conduLaŦ"

Asslm os pasLores devem compreender que as mensagens que despertam mu|tas emocões nos
ouv|ntes não são tão dec|s|vas como a que são d|r|g|das d|retamente à vontadeŦ As emocões
at|vadas se desat|vam em mu|to pouco tempoŤ mas quando uma verdade causa um |mpacto
sobre a vontadeţ a| v|das comecam a se transformarŦ

C 8eneflclo Supremo

C que aconLece quando relaclonamos nossas declsões com as orlenLacões de ueus?(lsso e o melhor
de Ludo!) Lle nos oferece um verdadelro e perene apoloŦ Lle acelLa nossa palavraţ e lnLeara seu
poder à nossa vldaŦ Cnde há confllLoţ ele coloca pazŦ no luaar de nossa fraqueza e lnsLabllldadeţ ele
lnLroduz forca e esLabllldadeŦ
vocô esLá comecando a pensar serlamenLe nessa quesLão de remover as máscaras? LsLá dlsposLo a
reconhecer que a lare[a não e apenas pulplLo e bancosţ mas e mals que lsso? C relaclonamenLo
com ouLros e Lão lmporLanLe para vocô que valha a pena o esforco o rlsco de se aproxlmar mals de
ouLras pessoas? vocô esLá Lomando essas declsões? Se forţ Lenho uma noLlcla mulLo boa para lhe
darŦ ueus val abencoar e apolar essas declsõesŦ L ele o capaclLará com seu poderţ correspondendo
ao seu dese[o de aalr asslmŦ L mulLas vezes vocô não Lerá consclôncla dlssoţ mas ele esLará
reallzando mulLos dos seus anselosţ operando por Lrás do panoŦ
Cuando aLuamos com base em verdades das LscrlLurasţ o Senhor nos oferece sua asslsLônclaŦ C
searedo de Ludo lssoţ poremţ e que Lomemos as declsões acerLadas e não apenas flquemos a
conslderar as alLernaLlvasŦ
uma das mals conhecldas parábolas de !esus e a que esLá realsLrada em MaLeus 7Ŧ24Ŵ27Ŧ Asslm que
comecar a lôŴla vocô lrá lembrarŴse delaŦ
º1odo aqueleţ polsţ que escuLa esLas mlnhas palavrasţ e as praLlcaţ assemelháŴloŴel ao homem
prudenLeţ que edlflcou a sua casa sobre a rochaŤ L desceu a chuvaţ e correram rlosţ e assopraram
venLosţ e combaLeram aquela casaţ e não caluţ porque esLava edlflcada sobre a rochaŦ L aquele que
ouve esLas mlnhas palavrasţ e não as cumpreţ comparáŴloŴel ao homem lnsensaLoţ que edlflcou a
sua casa sobre a arelaŤ L desceu a chuvaţ e correram rlosţ e assopraram venLosţ e combaLeram
aquela casaţ e caluţ e fol arande a sua quedaŦ L aconLeceu queţ conclulndo !esus esLe dlscursoţ a
mulLldão se admlrou da sua douLrlnaŤ ÞorquanLo os enslnava como Lendo auLorldadeŤ e não como
os escrlbasŦ" (ML 7Ŧ24Ŵ27)

Cue dlferenca espanLosa! lazendo um exame deLldoţ veremos por que uma das casas reslsLlu às
lnLemperles e a ouLra ruluŦ A prlmelra era hablLada por uma pessoa que ºouve esLas mlnhas
palavras e as praLlca"ţ e a ouLra por uma pessoa que ºouve esLas mlnhas palavras e não as praLlca"Ŧ
1udo se resumla numa declsãoţ não era? !esus não esLá preocupado aqul com casas de verdadeţ
nem com rochas ou arelaŦ Lssas colsas são apenas slmbolos de declsões que Lomamos e que lrão
resulLar em nossa condlcão flnalţ lsLo eţ se flcaremos de pe ou calremosŦ Se Lomarmos as declsões
cerLasţ esLaremos consLrulndo nossa vlda sobre a rochaţ e ela reslsLlrá ao LesLe dos anosŦ

C CuL vCCL uLClul8Á

1alvez esLe[a na hora de fazermos aqul alaumas peraunLas melo dellcadasŦ vocô e daqueles que
ouvem a Þalavra de ueus e depols aaem de acordo com ela? Cu e daqueles que ouvemţ masţ
delxam aberLas Lodas as alLernaLlvas posslvels? L mulLo fácll flcar remexendo com deLalhes
lnslanlflcanLes e perder de vlsLa o quadro aeralŦ LembraŴse do vôo 401? 1odos nós conhecemos
mulLas pessoas que flcaram presas a lncldenLes desnecessárlosţ e acabaram afundando num
pânLanoŦ
!esus nos a[uda a dlsslpar a corLlna de fumacaŦ Lle e mulLo hábll em fazerŴnos confronLar com as
quesLões que realmenLe lmporLamŦ não apenas nos oferece sua capacldade de vlsãoţ para que
possamos enxeraar o quadro aeralţ mas Lambem nos oferece sua próprla pessoaŦ Mas Lalvez vocô
se[a um daqueles que se acham Lão aLarefados no Lrabalho da lare[aţ manLendo as rodas e
enarenaaens alrandoţ que não Lenha enxeraado o ponLo mals lmporLanLeť enquanLo não Llvermos
um relaclonamenLo cerLo com ueusţ não Leremos um relaclonamenLo cerLo com os ouLrosŦ C que
muda as bases de nossa vldaţ de arela movedlca para rocha sólldaţ e conhecer a ueusţ pela feŦ Será
que vocô [á vlveu aLe aqul sem fazer a declsão mals lmporLanLe que exlsLe? nenhum de nós fol
proaramado para praLlcar o bem e levar uma vlda [usLaŦ lsso val depender de uma declsão de nossa
parLeŦ L essa declsão de delxar CrlsLo enLrar em nossa vlda não e lnslanlflcanLeŦ Só Lle pode darŴnos
a sabedorla de que necesslLamos para suporLar as LempesLadesţ lnundacões e as venLanlas que nos
sobrevlrãoŦ Þense serlamenLe nessa declsão de enLreaar a vlda a !esusŦ CrelaŴmeţ LraLaŴse de uma
declsão mulLo lmporLanLeŦ
na verdadeţ comparada à declsão de seaulr a CrlsLoţ Lodas as ouLras são lnslanlflcanLesŦ

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O nesLe caplLuloţ anallsamos o valor das declsões acerLadasŦ Lm várlos ponLos dele
conslderamos a lmporLâncla dessas declsõesŦ Þor que são lmporLanLes? vocô poderla clLar
uma declsão lmporLanLe que resulLou em mudancas na sua vlda? lale sobre lssoŦ
O Þensamos sobre o ob[eLlvo báslco para a exlsLôncla da lare[aţ respondaţ resumlda e
ob[eLlvamenLeţ com suas próprlas palavrasţ a seaulnLe peraunLať qual a razão da exlsLôncla
da lare[a?
O vocô ocupa seus dlas com pequenos deLalhes sem lmporLâncla em vez de se preocupar com
os faLores essenclals que compõem o quadro aeral? Converse sobre as frusLracões que
aeralmenLe acompanham esse Llpo de luLaŦ
O !osue consLlLul um admlrável modelo de llderancaŦ Lle dava o exemplo da mensaaem que
proclamavaŦ Lle não exlalu que o povo doLasse suas convlccõesţ nem os forcou a lssoţ mas
anunclou claramenLe sua poslcãoŦ vocô acha lsso esLlmulanLe? LsLá convencldo a usar o
mesmo meLodo deleţ ou prefere uma posLura mals exlaenLe? Se vocô e llderţ que Llpo de
llderanca exerce?
O Cuando o povo se poslclonou volunLarlamenLe ao lado de !osue e sua famlllaţ resolveu
Lemerţ servlr e obedecer ao SenhorŦ C que lsso lmpllca? Lm que condlcões serla mals dlflcll
reallzar esse propóslLo?
O Lela novamenLe a parábola de !esus narrada em MaLeus 7Ŧ24Ŵ27Ŧ Converse um pouco obre
o que serla edlflcar uma vlda sobre a arelaŦ C que a ºarela" represenLa? Será que uma vlda
edlflcada sobre a arela pode ser Lransferlda para um fundamenLo de pedra? Como? ClLe
slLuacões especlflcas?
O volLe ao flnal do caplLulo 10Ŧ 8elela a parLe lnLlLuladať ºC que vocô decldlrá?" vocô [á Lomou
essa declsão? Lm poucas senLencasţ conLe como e quando vocô resolveu delxar CrlsLo
enLrar em sua vldaŦ

CAÞl1uLC CnZL
A nLCLSSluAuL uL 8LSÞCnuL8MCS ÞL8An1L ALCuLM

Meu carro e um volks brancoţ 1979ţ converslvel e Lodo equlpadoŦ L um carrlnho mulLo bomţ e eu o
LraLo com Lodo o carlnho e com lnLenso culdado que só os que aosLam de carros anLlaos saberlam
compreenderŦ Lu espero que ele alnda rode por mulLo LempoŦ LxlsLem poucas colsas que se
comparam com o prazer de rodar por alţ com a capoLa arrladaţ numa Larde de brlsa e mulLo solŦ
A[udaŴme a relaxar os nervosţ e lmpede que flque mulLo preocupado com meus problemasŦ lsso só
Lem um lnconvenlenLeť sou mulLo noLadoŦ Meu brllhanLe ºbesouro branco" (com rodas Þorsche e
pneus Mlchelln) Lem a desvanLaaem de chamar mulLa aLencãoţ mesmo quando não o perceboţ o
que e exempllflcado pela seaulnLe carLaţ que recebl faz alauns mesesŦ

ºCaro ÞasLorţ
Clá! lsso e apenas um bllheLe para dlzerŴlhe que esLamos apreclando mulLo sua serle de esLudos
sobre relaclonamenLosŦ A mensaaem do domlnao passadoţ ºueclda por sl mesmo"ţ fol de arande
lnsplracão para nósţ pols esLávamos basLanLe lncllnados a fazer uma declsão deflnlda e consclenLe
ao lado de !esus CrlsLoţ para seaulŴlo e conflar neleŦ
Alauns homens de nossa classe de escola domlnlcal esLãoŴse reunlndo Lodas as quarLasŴfelras às
seLe da manhã na lare[a para debaLer e orar a respelLo das mulLas declsões que como crenLes nós
Lemos de fazerţ em nosso papel de marldosţ amlaosţ empreaadosŦ Lţ allásţ ho[e mesmo vlmos uma
pessoa fazer uma declsão clara e consclenLeŦ LsLávamos rodando de La Pabra para a lare[aţ a
camlnho de nossa reunlão semanalŦ Mas delxeŴme descrever a cena LodaŦ
Apesar de Ler acerLado o desperLador para uma hora que [ulaava darŴnos Lempo suflclenLe para
Lomar banhoţ barbearţ colocar o llxo no porLãoţ vlmos que esLávamos aLrasadosŦ uepols de passar
pela casa de meu amlao para peaar uma caronaţ seaulmos em dlrecão à Avenlda Parborţ para lr a
lullerLonŦ LsLávamos aLrasados e provavelmenLe correndo um poucoŦ L fomos apanhados pela ºlel
de Murphv"Ŧ L aquele su[elLo que aflrmať ºSe exlsLe a posslbllldade de um slnal fechar quando vocô
esLá aLrasadoţ ele fecharáŦ" LnLãoţ lá esLávamos nósţ às 7ť10 da manhãţ no cruzamenLo das
avenldas Parbor e 8reaţ aLrasados para nossa reunlão das seLe horasţ e pensando que Lerlamos de
esperar aLe que Lodos os slnals Lermlnassem o clcloŦ
AprovelLando o Lempo para arrumar melhor a camlsa e penLear um pouco o cabeloţ de repenLe
avlsLamos um carrlnho brancoţ de capoLa arrladaţ que subla a AvŦ 8reaţ procedenLe de Parborţ e
com o mesmo problema Ŷ parado no slnal vermelhoŦ Aquele rosLo Lão conhecldo denLro do carro
Llnha uma expressão de pressaţ mas parecla dlsposLo a esperarŦ SublLoţ a cabeca daquele moLorlsLa
vlrouŴse furLlvamenLe (como se Llvesse sldo movlda por uma forca exLerna)ţ olhou para a esquerda
e para a dlrelLa no reLrovlsorţ e dal a pouco zássss! Avancou o slnalŦ
Ŵ 8apazţ aquele que avancou o slnal vermelho era quem eu penso que era?
Ŵ Se vocô pensou que era quem eu penselţ enLão quem vocô pensou que eraţ era exaLamenLe quem
eu pensel que eraŦ
Ŵ C que vamos fazer?
Ŵ vamos escrever um belo arLlao para publlcar em dlversas revlsLas evanaellcasŦ L o LlLulo seráť
ºvamos láţ fllhoŤ ho[e e sábadoŦ Þodemos avancar alauns slnals vermelhos!"
Mas anLes de escrever e mandar nossa versão pessoal de ºueclda por sl mesmo"ţ ocorreuŴnos uma
ouLra alLernaLlva queţ se apllcadaţ poderá reduzlr basLanLe a aalLacão do noLlclárlo da LelevlsãoŦ
AconLece que nós dolsţ que LesLemunhamos o lncldenLeţ Lomamos cafe Lodas as quarLasŴfelrasţ às
8ť00 após a reunlão do arupoţ na lanchoneLe 8andv's Coffee Shopţ em lullerLonŦ Aaoraţ se esse Lal
lndlvlduoţ dono do carrlnho branco de capoLa arrladaţ aparecer nessa lanchoneLe para Lomar cafe
conoscoţ no dla 23 de novembro ou 2 de dezembroţ poderlamos evlLar que a bela noLlcla
esLourasseŦ Caso ele não aparecaţ o arLlao poderá ser colocado no correlo às 9ť00 da manhã da
quarLaŴfelraţ dla 2Ŧ Se vlerţ nós nos ldenLlflcaremos e aLe paaaremos os eu des[e[umŦŦŦ se asslm o
decldlrmosŦŦŦ declda por sl mesmo!"

CbvlamenLe a carLa não esLava asslnadaŦ 8omţ eu fora apanhado em erro por aqueles bandldosŦ
LnLão resolvl aparecer na lanchoneLe bem cedlnhoţ no dla 23 de novembroŦ llz um carLaz e preauel
no pelLoť ºCulpado conforme acusacãoŦ" L às 7ť43 dlrlalŴme a uma aarconeLe que me olhou
espanLadaţ e pedl que me arran[asse uma mesa para várlas pessoasŦ ulsseŴlhe que lrla me reunlr
com alauns farlseus naquela manhãŦ Lla colocou alauns menus sobre a mesa e salu abanando a
cabecaŦ As olLo horas em ponLo eles cheaaramŦ uepols que Lodos rlmos mulLo com meu carLazţ
vlrelŴoŦ na ouLra face esLava escrlLoť ºCuem não Lem pecadoţ aLlre a prlmelra pedraŦ" Lles paaaram
a refelcãoŦ
Mesmo que eu cheaue aos 100 anos de ldadeţ nunca mals esquecerel esse eplsódloŦ L Lodas as
vezes que me slnLo LenLado a avancar um slnal vermelhoţ lembroŴme daquela carLaŦŦŦ um dos
mulLos beneflclos do faLo de Lermos de presLar conLas uns aos ouLrosŦ

C CuL L L C CuL nÄC L SL8 8LSÞCnSÁvLL ulAn1L uL Cu18CS

lol de propóslLo que delxel para abordar essa quesLão [á no flnalŦ A prlnclpal razão para lsso e que
querla que Lodos compreendessem bem o quadro aeralţ um relaclonamenLo sem máscarasţ
slanlflcaLlvoţ um relaclonamenLo profundo e com amorţ anLes de LraLarmos desses assunLosŦ Sem
essa compreensão báslcaţ o esLudo da responsabllldade pessoal poderla Ler uma conoLacão ásperaţ
causLlcanLeŦ
C Lermo sozlnho Lem uma conoLacão [urldlcaţ não e? L realmenLe e asslmţ pols e empreaado
mulLas vezes nesse conLexLoŦ Se formos a um banco e reLlrarmos um empresLlmoţ somos
leaalmenLe responsávels pelo paaamenLo deleŦ lsso e responsabllldade flnancelraŦ Cuando
arran[amos um empreaoţ concordamos em Lrabalhar de acordo com cerLos Lermos e reaulamenLosŦ
lsso e responsabllldade LrabalhlsLaŦ Cuando nos maLrlculamos numa unlversldade e decldlmos fazer
um curso que exlae que esLe[amos presenLes às aulasţ esLudando sob orlenLacão de dlversos
professoresţ Lemos que nos submeLer aos reaulamenLos do cursoţ o que lnclul Lambem efeLuar
Lrabalhos em casa e fazer examesţ para recebermos o dlplomaŦ lsso e responsabllldade acadômlcaŦ
CeralmenLe não Lemos o menor problema com esse Llpo de responsabllldadeŤ encaramos Ludo
como condlcão para bons neaóclos ou para uma formacão acadômlca adequadaŦ Mas quando
alauem suaere que Lemos de presLar conLas de nossos aLos uns aos ouLrosţ em slLuacões que não
se[am essasţ al nos reLralmosŦ não aosLamos de assoclar a ldela de presLar conLasţ que e Lão
leaallsLaţ com a da nossa vlda esplrlLualţ que e chela de amor e lnsplracãoŦ 1er responsabllldade
peranLe um paLrão não somenLe e compreenslvelţ mas Lambem e necessárloŦ Allásţ quem reslsLe a
lsso e não Lrabalha seaundo as deLermlnacões dele Lermlna sendo despedldoŦ L por que não
esLamos dlsposLos a presLar conLas de nossos aLos a pessoas que nos amam e querem o que e
melhor para nós? C que há de errado em nos senLlrmos responsávels peranLe amlaosţ
prlnclpalmenLe se lsso val lmpllcar em melhorar e ampllar nosso relaclonamenLo com ueus? L
posslvel que essa nossa reslsLôncla se[a mals uma prova de queţ na verdadeţ somos lsolaclonlsLasŦ

uma ueflnlcão Þessoal

Lm vez de LenLar dar aqul uma deflnlcão Llrada de um dlclonárloţ vamos apresenLar uma expllcacão
práLlca do LermoŦ Cuando falo em responsabllldade peranLe ouLros Lenho em menLe dlversos
aspecLos desse Lermo e de como se relaclona com o assunLo desse llvroŦ 1er responsabllldade
peranLe ouLros slanlflcať

O LsLar dlsposLo a dar expllcacão de seus aLosŦ
O 1er uma aLlLude aberLaţ sem máscaras e não defenslva com relacão às suas lnLencõesŦ
O Ser responsável pelos próprlos aLosŦ
O Lxpllcar a razão de LudoŦ

Cuero reaflrmar queţ se reLlrarmos esses aspecLos de responsabllldade pessoal do conLexLo do
amor e da edlflcacão uns aos ouLrosţ eles vão parecer forLemenLe ofenslvosŦ L se removermos o
lmporLanLe faLor amlzadeţ e posslvel aLe que acabemos dlzendoť ºlsso não e da sua conLaŦ" LnLãoţ
Lenhamos culdado para não fazer lssoŦ Compreendamos bem queţ quando falo de sermos
responsávels peranLe ouLrosţ reflroŴme a uma slLuacão em que há envo|v|mento pessoa|ţ e nesse
caso e|a ó fruto de um re|ac|onamento franco e s|gn|f|cat|vo com um ou dols ou mals amlaos
lnLlmosŦ ÞorLanLoţ nesLe senLldoţ esLou falando de um senso de responsabllldade volunLárloŦ
CuanLo mals penso nessa quesLão de sermos responsávels peranLe ouLrosţ mals enLendo por que e
uma colsa Lão raraŦ Lla exlae da pessoa pelo menos quaLro Lracos de caráLer que normalmenLe não
são enconLrados naqueles que se acham saLlsfelLos com uma vlda esplrlLual medlocre Ŷ e há mulLa
aenLe asslm! Cs Lracos de caráLer são os seaulnLesť

O vulnerabllldadeŦ A capacldade de se delxar aaredlrţ de ser francoţ sem máscarasŦ uma
aLlLude não defenslvaŦ
O MaleabllldadeŦ um dese[o enorme de aprenderŦ Ser humlldeţ dlsposLo a ouvlrţ a modlflcarŴ
seŤ dlsposLo a receber conselhosŦ
O SlncerldadeŦ um compromlsso com a verdadeŦ ueLesLando Ludo que e falsoţ lmlLacão ou
hlpocrlslaŦ Lxemplo de slncerldadeŦ
O ulsposlcão de se dar a ouLrosŦ A capacldade de ser acesslvelţ acolhedorŦ não se lmporLar de
ser lmporLunadoŦ LsLar dlsposLo a reunlrŴse com ouLros reaularmenLeŦ

LsLá vendo por que lsso e Lão raro? ve[amosţ quanLas pessoas vocô conhece que possuem essas
caracLerlsLlcas Lão vallosas?
L verdade que esse senso de responsabllldade para com ouLros num nlvel pessoal não e Lão raroŦ
Cu Lalvez eu devesse dlzer que não deverla ser Lão raroŦ Cuando duas pessoas resolvem abandonar
sua condlcão de solLelros lndependenLes e se casaremţ esLão opLando por uma slLuacão de
responsabllldade muLuaŦ na malorla dos relaclonamenLos de casals que conheco (e lsso se apllca a
mlm Lambem)ţ quando um dos dols flca fora de casa mulLo Lempoţ e demora a cheaarţ o ouLro
espera uma expllcacão para o faLoţ e o prlmelro a dá de bom aradoŦ Se o marldo cheaa em casa e
enconLra all um ob[eLo carlsslmoţ dlaamos uma lancha a moLorţ espera uma boa expllcacãoţ e não
apenas um exuberanLe comenLárloť ºLla não e espeLacular?"

1exLos 8lbllcos 8elaclonados com o AssunLo

L essa verdade que se apllca a côn[uaes apllcaŴse Lambem aos membros do Corpo de CrlsLoŦ
ve[amos um Lrecho de Pebreus 13ť

ºL não vos esquecals da beneflcôncla e comunlcacãoţ porque com Lals sacrlflclos ueus se aaradaŦ
Cbedecel a vossos pasLoresţ e su[elLalŴvos a elesŤ porque velam por vossas almasţ como aqueles
que hão de dar conLa delasŤ para que o facam com alearla e não aemendoţ porque lsso não vos
serla uLllŦ" (Pb 13Ŧ16Ŵ17)

Lu dlrla que esLá mulLo claroţ não esLá? Cs pasLoresţ presblLerosţ blspos e ouLros llderes que ueus
coloca em poslcões de responsabllldade (embora eles próprlos se[am humanos e lmperfelLos)
ºvelam por vossas almas"Ŧ L quanLo aos llderes? não Lôm que presLar conLas? Claro que Lôm! Lles
Lambem preclsam esLar rodeados de pessoas que Lenham Loda a llberdade de lhes peraunLar a
razão de seus aLosţ para conversar com eles sobre qualquer assunLoŦ
Salomão nos dá um bom enslnamenLo sobre esse ponLoť ºLeals são as ferldas felLas pelo que amaţ
poremţ os bel[os de quem odela são enaanososŦ" (Þv 27Ŧ6)Ŧ volLaremos a esse verso um pouco mals
adlanLeţ mas aaora vamos examlnar melhor essas palavrasŦ Alaum Lempo aLrásţ flz um esLudo
deLalhado desse LexLoţ pesqulsando o senLldo orlalnal da palavra e do papel da slnLáLlca da llnaua
hebralcaŦ L aflnal cheauel à seaulnLe paráfraseť

ºulanos de conflanca são os ferlmenLos causados por uma pessoa que nos amaŤ mas enaanosos são
os bel[os (de ba[ulacão) daqueles que nos odelamŦ"

Cuando uma pessoa nos conhece bem e nos ama o suflclenLe para nos ºferlr" com a verdadeţ os
ferlmenLos que resulLam dlsso (e são ferldas mesmo) são dlanos de credlLoţ são conflávelsŦ lsso se
apllca LanLo à llderanca como aos llderadosŦ Cbservemosţ poremţ que nem Lodo mundo consLlLul
um alvo válldo de nossas crlLlcasŦ LxlsLem crenLes que parecem acredlLar que possuem ºo dom da
crlLlca" (em Loda lare[a há alauns)ţ e pensam que Lôm o dlrelLo de chamar às falas a quem bem
enLenderemŦ Mas o proverblo dlz que as ferldas felLas por ºum amlao" (uma pessoa que nos
conhece e nos ama mulLo) são beneflcasŦ uesconhecldos ou meros conhecldos não Lôm llberdade
de salr por al crlLlcando os ouLrosŦ lsso não Lem nada a ver com presLar conLasŤ e aaressãoŦ Salomão
não esLá preaando uma aLlLude de cão de auarda enLre pessoas que se conhecem apenas de vlsLaŦ
Lle esLá querendo convencerŴnos do valor de Lermos alauns amlaos querldos e cheaadosţ que
possuam llberdade de ºferlrŴnos" com a verdadeŦ Lsses amlaos merecem Loda a nossa conflancaŦ

C Þerlao dos LxLremos

Masţ nesse ponLoţ e necessárlo acrescenLarmos alaumas adverLônclas para que alauns lelLores não
se Lornem verdadelros abuLresţ com menLalldade próprla da CesLapoŦ na verdadeţ exlsLem dols
exLremos para os quals devemos esLar aLenLos a flm de que não calamos neles Ŷ ser
excesslvamenLe severos ou excesslvamenLe brandosŦ

1Ŧ não podemos ser excesslvamenLe severosŦ Cuando penso nessa aLlLude exLremaţ lembroŴme de
um homem que vlveu no flnal do seculo lŦ Seu nome era ulóLrefesŦ !oão faz mencão dele em sua
Lercelra carLaŦ

º1enho escrlLo à lare[aŤ mas ulóLrefesţ que procura Ler enLre eles o prlmadoţ não nos recebeŦ Þor
lssoţ se eu forţ Lrarel à memórla as obras que ele fazţ proferlndo conLra nós palavras mallclosasŤ eţ
não conLenLe com lsLoţ não recebe os lrmãosţ e lmpede os que querem recebôŴlosţ e os lanca fora
da lare[aŦ Amadoţ não slaas o malţ mas o bemŦ Cuem faz o bem e de ueusŤ mas quem faz o mal não
Lem vlsLo a ueusŦ" (lll !o 9Ŵ11)

Cue homem aaresslvo! 1enho a nlLlda lmpressão de que esse ulóLrefes serla uma especle de PlLler
do seculo lţ ou um Llpo de ÁLllaţ o rel dos hunosŦ Cuero dlzerţ quando esse homem assumlu a
llderanca daquela lare[aţ assumlu LoLalmenLeŦ L !oão condena essas medldas opressorasţ allás
correLamenLeŦ
1oda a posLura da 8lblla e conLrárla a esse senso de responsabllldade leaallsLaţ mlllLanLeţ rlaldaŦ
1raLaŴse de uma aLlLude farlsalca e crlLlcaţ que lnfellzmenLe não condlz com a condlcão de servoŦ
Lssa poslcão exLrema faz uso do presLar conLas com a flnalldade de manlpular e conLrolar as
pessoasţ uma acão nunca [usLlflcada pelas LscrlLurasŦ

2Ŧ não podemos ser excesslvamenLe brandosŦ Cs crenLes de CorlnLo calram nesse erroŦ Lles
seaulam o clásslco precelLoť ºvlva e delxe os ouLros vlverem"Ť não Llnham um padrão de pureza e
nem Lampouco querlam se preocupar com lssoŦ

ºCL8ALMLn1L se ouve que há enLre vós fornlcacãoţ e fornlcacão Lalţ que nem alnda enLre os
aenLlos se nomelaţ como e haver quem abuse da mulher de seu palŦ LsLals ensoberbecldosţ e nem
ao menos vos enLrlsLecesLes por não Ler sldo denLre vós Llrado quem comeLeu Lal acãoŦ Luţ na
verdadeţ alnda que ausenLe no corpoţ mas presenLe no esplrlLoţ [á deLermlnelţ como se esLlvesse
presenLeţ que o que Lal aLo praLlcouŦŦŦ" (l Co 3Ŧ1Ŵ3)

Lsses crenLes al se parecem com os hebreus descrlLos no llvro de !ulzesţ que relaLa que cada um
acabou fazendo aqullo que [ulaava cerLo aos seus próprlos olhosŦ Mas o mals LrlsLe no caso da
lare[a de CorlnLo e que eles não apenas se exlmlam de conslderar responsável aquele homem e
repreender seus aLos pecamlnososţ veraonhosos e escandalososţ mas Lambem [usLlflcavam essa
aLlLudeţ Lomando por base a aracaŦ
Cs dols exLremos são perlaosos e maleflcosŦ não esLou defendendo aqul que devamos ser severos e
rlaldosţ com uma menLalldade de cão de auarda semelhanLe à de ulóLrefesŦ Mas Lambem não
podemos assumlr uma aLlLude e lndlferenca Ŷ ºCue me lmporLa lsso?" Ŷ como flzeram os corlnLlosŦ
L evldenLe que o mundo prefere esse seaundo exLremoţ e lsso Lraz consequônclas LráalcasŦ A
socledade secular não apenas ºvlve e delxa vlver" mas Lambem ºmorre e delxa morrer"Ŧ
LembrelŴme dlsso quando ll o relaLo da morLe do aLor de clnema Wllllam Poldenť

ºWllllam Polden era um homem sollLárloţ e Leve uma morLe mulLo sollLárlaŦ LsLava sozlnho em seu
aparLamenLoţ em SanLa Mônlcaţ Callfórnlaţ quando faleceu devldo a uma hemorraala em
consequôncla de uma queda sofrlda em casaţ pols esLava forLemenLe embrlaaadoŦ Seu corpo fol
enconLrado quaLro ou clnco dlas depolsŦ 1lnha 63 anosŦ"

vocô Lambem acha lsso lncrlvel? All esLava um homem famosoţ de mals de sessenLa anosţ cu[o
nome era conhecldlsslmo na lndusLrla clnemaLoaráflcaţ e mulLo popular enLre os amlaos do clnema
no mundo LodoŦ 1rabalhava em fllmes havla quaLro decadas eţ no enLanLoţ [á esLava morLo ºhavla
quaLro ou clnco dlas"ţ quando fol enconLradoţ ou quando se deu pela sua falLaŦ Como pode
aconLecer uma colsa dessas? C ulLlmo paráarafo da noLlcla dá uma lndlcacãoť ºPolden defendla sua
prlvacldade co um vlallâncla cada vez malorŦ"
A prlvacldade e alao de que Lodos nós preclsamosŤ nlnauem pode neaar lssoŦ Mas flcar LoLalmenLe
desllaado dos ouLrosţ sem Ler que presLar conLas a ouLros? lsso nlnauem poderla [usLlflcarŦ Pá
ocaslões em que e essenclal que alauem nos dlaa alauma colsaŦ Paverá slLuacões em que o faLo de
alauem nos dlzer uma palavra será uma quesLão de vlda ou morLeŦ
ve[amos o caso de MarLln nlemollerţ por exemploţ um pasLor luLerano da Alemanhaţ da decada de
LrlnLaŦ 1ranscrevemos aqul uma conflssão slncera que ele fez e que e mulLas vezes clLadaŦ

ºna Alemanhaţ eles vleram prender prlmelro os comunlsLasţ e eu não falel nadaţ porque não era
comunlsLaŦ uepols vleram aLrás dos [udeusŤ não falel nadaţ porque não era [udeuŦ uepols vleram
aLrás dos slndlcallsLasŤ não falel nadaţ porque não era slndlcallsLaŦ Lm seaulda vleram aLrás dos
caLóllcosŤ e eu não falel nadaţ porque era proLesLanLeŦ Al vleram me buscarţ mas a essa alLura não
havla mals nlnauem para proLesLarŦ"

LxLMÞLCS uAS LSC8l1u8AS

não exlsLe nada mals alenLador do que a comprovacão das LscrlLurasŦ As nossas experlônclas são
óLlmasţ e as llusLracões que podemos obLer na vlda real a[udam a elucldar bem as quesLõesŤ mas
quando enconLramos a comprovacão em Lrechos e passaaens das LscrlLurasţ Lemos o caso
resolvldoŦ Lssa quesLão de presLar conLas e blbllca? LxlsLe base blbllca para o que esLamos
anallsando nesLe caplLulo? LxlsLe slmŦ

ÞresLar ConLas Ŷ PorlzonLal e verLlcalmenLe

C novo 1esLamenLo enslna claramenLe que os membros do Corpo de CrlsLo Lôm que presLar conLas
ao CabecaŦ Cuem alnda não enLendeu as lmpllcacões das seaulnLes palavras de CrlsLo?

ºC homem bom Llra boas colsas do bom Lesouro do seu coracãoţ e o homem mau do mau Lesouro
Llra colsas másŦ Mas eu vos dlao que de Loda a palavra oclosa que os homens dlsserem hão de dar
conLa no dla do [ulzoŦ" (ML 12Ŧ33Ŵ36)

L Þauloţ em Lermos claros e conclsosţ acrescenLa que ºcada um de nós dará conLas de sl mesmo a
ueus" (8m 14Ŧ12)Ŧ
ueus não aLlra seu povo num mesmo balalo esperando que de alauma forma Lodos cheauem ao
ceuŦ nãoŤ ele culda de nósŦ L na verdadeţ ele nos responsablllza pela manelra como vlvemosŦ não
há a menor duvldať Leremos que responder peranLe ueus pela nossa vldaŦ 1eremos que presLar
conLas verLlcalmenLeŦ L nosso aalardão celesLlal esLará baseado nlsso (ll Co 3Ŧ10)
Mas nossa responsabllldade não Lermlna alŤ ela se apllca horlzonLalmenLe LambemŦ

ºC amor se[a não flnaldoŦ Aborrecel o mal e apeaalŴvos ao bemŦ AmalŴvos cordlalmenLe uns aos
ouLros com amor fraLernalţ preferlndoŴvos em honra uns aos ouLrosŦ não se[als vaaarosos no
culdadoŤ sede fervorosos no esplrlLoţ servlndo ao SenhorŤ AlearalŴvos na esperancaţ sede paclenLes
na Lrlbulacãoţ perseveral na oracãoŤ Comunlcal com os sanLos nas suas necessldadesţ seaul a
hosplLalldadeŤ Abencoal aos que vos perseauemţ abencoalţ e não amaldlcoelsŦ AlearalŴvos com os
que se alearamŤ e choral com os que choramŤ Sede unânlmes enLre vósŤ não amblclonels colsas
alLasţ mas acomodalŴvos às humlldesŤ não se[als sáblos em vós mesmosŤ" (8m 12Ŧ9Ŵ16)

ºMAS nósţ que somos forLesţ devemos suporLar as fraquezas dos fracosţ e não aaradar a nós
mesmosŦ ÞorLanLo cada um de nós aarade ao seu próxlmo no que e bom para edlflcacãoŦ Lu
próprloţ meus lrmãosţ cerLo esLouţ a respelLo de vósţ que vós mesmos esLals chelos de bondadeţ
chelos de Lodo o conheclmenLoţ podendo admoesLarŴvos uns aos ouLrosŦ"(8m 13Ŧ1ţ2ţ14)

não vlvemos como llhasţ LoLalmenLe lndependenLes e llvres uns dos ouLrosŦ lomos crlados de
forma a nos relaclonarmos uns com os ouLrosţ a nos mlsLurarmosţ LocarmoŴnosţ a respondermos
uns peranLe os ouLrosŦ
Anne CrLlundţ em seu excelenLe llvreLe sobre adoracão up wlLh Worshlp apresenLa uma excelenLe
meLáfora para LransmlLlr exaLamenLe essa ldelaŦ

º1oda lare[a Lem a opcão de ser uma enLre duas colsasŦ Lla pode decldlr ser um saqulnho de
bollnhas de audeţ cada uma consLlLulndo uma unldade em slţ que não afeLa a nenhuma das ouLrasţ
a nãos ser quando se colldemŦ L no domlnao cada um pode resolver lr à lare[a ou flcar em casa
dormlndoţ nlnauem se lmporLa em saber se há all 192 ou 193 bollnhasŦ
Cu ela pode ser um cacho de uvasŦ C suco de cada uva se mlsLura ao das ouLrasţ e não há a menor
posslbllldade de se separaremţ mesmo que o LenLassem de Lodas as formasŦ Cada uma e parLe de
Lodas as ouLrasŦ ÞarLe do aromaŦ ÞarLe da maLerlaŦ"

Pá momenLos em que nósţ as ºuvas"ţ flcamos ferldos e sanaramosŦ L a lnsLrucão de ueus para
momenLos como esse não e que aperLemos o clnLo e slaamos em frenLeţ esLólcosŦ LembraŴse da
passaaem de l Co 12Ŧ26ţ27?

ºue manelra queţ se um membro padeceţ Lodos os membros padecem com eleŤ eţ se um membro e
honradoţ Lodos os membros se reaozl[am com eleŦ Craţ vós sols o corpo de CrlsLoţ e seus membros
em parLlcularŦ"

L o que fazer quando um membro sofre um decllnlo esplrlLual e passa a vlver na carneţ conduzlndo
sua vlda de acordo com a carne e não de acordo com o LsplrlLo? Será que vamos lanoráŴlo Lambemţ
e dar de ombrosţ pensandoť º8emţ lsso não e da mlnha conLa"? nãoŤ a 8lblla conLem uma
orlenLacão bem especlflca nesse senLldoŦ

ºSe vlvemos em LsplrlLoţ andemos Lambem em LsplrlLoŦ não se[amos coblcosos de vanalórlasţ
lrrlLandoŴnos uns aos ouLrosţ lnve[andoŴnos uns aos ouLrosŦ" (Cl 3Ŧ23Ŵ26)

ºl8MÄCSţ se alaum homem cheaar a ser surpreendldo nalauma ofensaţ vósţ que sols esplrlLualsţ
encamlnhal o Lal com esplrlLo de mansldãoŤ olhando por Ll mesmoţ para que não se[as Lambem
LenLadoŦ Leval as caraas uns dos ouLrosţ e asslm cumprlrels a lel de CrlsLoŦ" (Cl 6Ŧ1Ŵ2)

8om ao conLrárlo dos carLazes que aeralmenLe vemos nas lo[as de ob[eLos dellcadosţ como de
porcelanaţ a orlenLacão que ueus nos dá eť ºlavor Locar nos ob[eLos"Ŧ L claro que Lemos de Locar
mulLo de leveţ mas a plor colsa que podemos fazer e passar de larao pela carnalldade de um lrmãoţ
como se aqullo não nos lmporLasseŦ
CuanLos daqueles que aposLaLaram não poderlam Ler sldo salvos e recuperadosţ se alauem fosse
suflclenLemenLe slncero para se aproxlmar deles e a[udáŴlos a volLar a uma vlda descenLe e pura? C
ldeal serla esperar que eles pedlssem socorroţ mas nem Lodos pedemŦ Aqueles que resolvem ser
responsávels peranLe os ouLros possuem malor capacldade de se LransformaremŦ
um escrlLor e conselhelro mulLo experlenLe escreveu o seaulnLeť

ºŦŦŦ nos ulLlmos anos as clônclas behavlorlsLas esLão dlvulaando uma verdade mulLo slmplesť 'a
conduLa que e observadaţ modlflcaŴse'Ŧ As pessoas queţ por opcão próprlaţ presLam conLas de seus
aLos a um arupo de amlaos ou de Leraplaţ a um pslqulaLra ou a um pasLorŴconselhelroţ a um arupo
de esLudo blbllco ou de oracãoţ são lndlvlduos que realmenLe querem mudar sua conduLaţ e esLão
cerLos de que podem modlflcarŴseŦ
LsLudos felLos em lndusLrlas mosLram que LanLo a qualldade como a quanLldade do Lrabalho
melhora quando os empreaados sabem que esLão sendo observadosŦ Cuando Lenho consclôncla de
que só ueus sabe o que esLou fazendoţ e como sel que ele não lrá conLar a nlnauemţ mlnha
Lendôncla e arran[ar uma porcão de desculpas para meus errosŦ Mas se eu Llver que responder
peranLe uma pessoa ou um arupoţ comeco a dlreclonar melhor mlnha conduLaŦ Se houver alauem
de olho em mlmţ mlnha conduLa melhora senslvelmenLeŦ"

L quando passamos por dlflculdadesţ as mesmas pessoas a quem senLlmos a responsabllldade de
presLar conLas de nossos aLosţ se aproxlmam de nós e nos dão seu apoloŦ L quando comecamos a
nos desvlar e salr um pouco do cursoţ são elas Lambem que vôm nos resLaurarŦ As lare[as que
apllcam esses prlnclplos em sua conareaacão não vôem mulLos lndlvlduos de seu rebanho se
afasLarem e se perderem de vlsLaţ sem que ouLros os noLemŦ
não conheco uma só pessoa queţ passando por um problema serloţ llmlLeŴse apenas a pedlr uma
flLa casseLe empresLada para ouvlrŦ Lla quer um conLaLo pessoalţ com aenLe de carne e ossoŦ
ve[amosţ por exemploţ o caso de um [ovem casal que comecou a frequenLar nossa lare[a faz alauns
mesesŦ Seaulndo a orlenLacão que dou do pulplLo de que Lodos procurem aproxlmarŴse uns dos
ouLrosţ não se llmlLando aos conLaLos dos culLosţ resolveram lr a uma reunlão de uma das classes
de adulLosŦ
na prlmelra vez que asslsLlram a reunlão do arupoţ uma das pessoas all chamouŴos de lado para
falarŴlhes do Lrabalho de lnLearacão que reallzavam Ŷ como se auxlllavam muLuamenLeţ de manelra
práLlcaţ sempre que a slLuacão o exlalaŦ
naquela mesma semanaţ o homem sofreu um acldenLe serlo no LrabalhoŦ Lle calu de um andalmeţ
e sofreu uma lesão na colunaŦ Após o choque lnlclalţ a esposa flcou a pensar a quem poderla
recorrerţ a quem sollclLar a[udaŦ LembrouŴse da classe que havlam vlslLado no domlnaoţ e
enconLrou em sua bolsa um carLão com o nome e numero de Lelefone de uma das senhoras que a
havla convldado para uma reunlão de mulheres que fazlam parLe da classeŦ Llaou para elaŦ
Asslm que essa mulher recebeu o Lelefonemaţ enLrou em conLaLo com um dos dlrlaenLes do arupoţ
o qual loao aclonou uma correnLe de oracão de cerca de olLenLa pessoasŦ Alaumas pessoas
ofereceramŴse para levar allmenLo para a famllla e Lomar conLa dos fllhosţ a flm de que a esposa
pudesse flcar com o marldo no hosplLalŦ uma hora após o prlmelro Lelefonemaţ um movlmenLo de
apolo e solldarledade [á fora lnlcladoŦ
C homem flcou hosplLallzado duranLe mulLo LempoŦ !á recuperou parclalmenLe a senslbllldade nas
pernasţ e há esperancas de que volLe a andarŦ Mas duranLe Lodo esse Lempoţ ele e sua famllla esLão
sendo cercados por um arupo de crenLes que esLão manlfesLando o amor de ueus de manelras as
mals dlversasŦ
Þelo conLaLo que manLlveram e pelo senso de unlão consclenLeţ esse casal enconLrou um arupo de
pessoas pronLas a a[udáŴloŦ

ÞoslLlvo e neaaLlvo

Mas exlsLe alnda um ouLro aspecLo dessa quesLão Lodaţ e que poderlamos chamar de experlônclas
neaaLlvas e poslLlvas relaclonadas com a responsabllldade peranLe ouLrosŦ 1endo lsso em menLeţ
vamos ver alauns LexLos do llvro de ÞroverblosŦ

1Ŧ 1endo que presLar conLasţ exlsLe menos probabllldade de calrmos em lacosŦ

ºua soberba só provem a conLendaţ mas com os que se aconselham se acha a sabedorlaŦ" (Þv
13Ŧ10)

ºA douLrlna do sáblo e uma fonLe de vlda para se desvlar dos lacos da morLeŦ" (Þv 13Ŧ14)

ºÞobreza e afronLa vlrão ao que re[elLa a lnsLrucãoţ mas o que auarda a repreensão será honradoŦ"
(Þv 13Ŧ18)

ºC que anda com os sáblos flcará sábloţ mas o companhelro dos Lolos será desLruldoŦ" (Þv 13Ŧ20)

ºCs ouvldos que aLendem à repreensão da vlda farão a sua morada no melo dos sáblosŦ" (Þv 13Ŧ31)

ºC que re[elLa a lnsLrucão menospreza a próprla almaţ mas o que escuLa a repreensão adqulre
enLendlmenLoŦ" (Þv 13Ŧ32)

ºC óleo e o perfume alearam o coracãoŤ asslm o faz a docura do amlao pelo conselho cordlalŦ" (Þv
27Ŧ9)

ºComo o ferro com ferro se aflaţ asslm o homem ao seu amlaoŦ" (Þv 27Ŧ17)
ºComo na áaua o rosLo corresponde ao rosLoţ asslm o coracão do homem ao homemŦ" (Þv 27Ŧ19)

Abalxo da superflcle de nossa percepcão lndependenLe exlsLem mulLos lacos e reclfes submersosŦ
1odos nós Lemos ponLos ceaosŦ lsso lnclul vocô LambemŦ Sáblo e aquele que se coloca denLro da
esfera seaura e ob[eLlva da observacão de ouLrosŦ

2Ŧ 1endo que presLar conLasţ não lremos camuflar nossos aLos errados ou pecamlnososţ sem
receber nenhum Llpo de punlcãoŦ

ºLeals são as ferldas felLas pelo amlaoţ mas os bel[os do lnlmlao são enaanososŦ" (Þv 27Ŧ6)

ºCs veraões das ferldas são a purlflcacão dos mausţ como Lambem as pancadas que peneLram aLe o
mals lnLlmo do venLreŦ" (Þv 20Ŧ30)

nem mesmo os chamados superesplrlLuals Lôm o prlvllealo de uma lmpecávelŦ Lles Lambem (e
prlnclpalmenLe?) são fallvels e su[elLos a erros de oraulho ou de não apllcar a sl mesmos as
deLermlnacões que dão a ouLrosŦ
Þaulo reprovou Þedro por sua hlpocrlslaŦ

ºLţ cheaando Þedro à AnLloqulaţ lhe reslsLl na caraţ porque era repreenslvelŦ Þorqueţ anLes que
alauns Llvessem cheaado da parLe de 1laaoţ comla com os aenLlosŤ masţ depols que cheaaramţ se
fol reLlrandoţ e se aparLou delesţ Lemendo os que eram da clrcunclsãoŦ" (Cl 2Ŧ11Ŵ12)

Samuel Leve a LrlsLe Larefa de fazer uma confronLacão com SaulŦ

ºLnLão dlsse Samuel a Saulť Lsperaţ e Le declararel o que o SLnPC8 me dlsse esLa nolLeŦ L ele dlsseŴ
lheť lalaŦ L dlsse Samuelť ÞorvenLuraţ sendo Lu pequeno aos Leus olhosţ não fosLe por cabeca das
Lrlbos de lsrael? L o SLnPC8 Le unalu rel sobre lsraelŦ L envlouŴLe o SLnPC8 a esLe camlnhoţ e
dlsseť valţ e desLról LoLalmenLe a esLes pecadoresţ os amalequlLasţ e pele[a conLra elesţ aLe que os
anlqullesŦ Þor queţ polsţ não desLe ouvldos à voz do SLnPC8ţ anLes Le lancasLe ao despo[oţ e flzesLe
o que parecla mau aos olhos do SLnPC8? LnLão dlsse Saul a Samuelť AnLes del ouvldos à voz do
SLnPC8ţ e camlnhel no camlnho pelo qual o SLnPC8 me envlouŤ e Lrouxe a Aaaaueţ rel de
Amalequeţ e os amalequlLas desLrul LoLalmenLeŤ Mas o povo Lomou do despo[o ovelhas e vacasţ o
melhor do lnLerdlLoţ para oferecer ao SLnPC8 Leu ueus em CllaalŦ Þorem Samuel dlsseť 1em
porvenLura o SLnPC8 LanLo prazer em holocausLos e sacrlflclosţ como em que se obedeca à palavra
do SLnPC8? Lls que o obedecer e melhor do que o sacrlflcarŤ e o aLender melhor e do que a
aordura de carnelrosŦ Þorque a rebellão e como o pecado de felLlcarlaţ e o porflar e como
lnlquldade e ldolaLrlaŦ ÞorquanLo Lu re[elLasLe a palavra do SLnPC8ţ ele Lambem Le re[elLou a Llţ
para que não se[as relŦ" (l Sm 13Ŧ16Ŵ23)

L uavl confessa que os momenLos de afllcão e de sofrlmenLo lnLerlor são beneflcosŦ

ºAnLes de ser afllaldo andava erradoŤ mas aaora Lenho auardado a Lua palavraŦ lolŴme bom Ler sldo
afllaldoţ para que aprendesse os Leus esLaLuLosŦ 8em sel euţ ó SLnPC8ţ que os Leus [ulzos são
[usLosţ e que seaundo a Lua fldelldade me afllalsLeŦ" (Sl 119Ŧ67ţ71ţ73)

no lnlclo desLe caplLuloţ eu dlsse que Lodas as vezes que sou LenLado a avancar um slnal vermelhoţ
aquela carLa me vem à menLeŦ L exaLamenLe dlsso que uavl esLá falandoŦ

CuA18C SuCLS10LS Þ8Á1lCAS

Aaora que cheaamos a um enLendlmenLo sobre o que e e o que não e ser responsável peranLe
ouLrosţ e que [á obLlvemos a comprovacão da 8lbllaţ vendo que lsso não somenLe e válldoţ mas
Lambem de lmporLâncla vlLalţ vamos conclulr o esLudo desse assunLo anallsando alaumas suaesLões
práLlcas para a apllcacão do que aprendemosŦ

1Ŧ Þarar e pensar no valor de se presLar conLasŦ Apllque a sl mesmo esLa suaesLãoţ ressalLando ºeu"ţ
ºme"ţ ºmeu"Ŧ

O Como Lodo mundoţ Lenho meus ponLos ceaosŦ 1endo que presLar conLas a ouLrosţ Lerel uma
vlsão de mlm mesmo que normalmenLe não possuoŦ
O Þreclso de pessoas perLo de mlmţ [á que não Lenho enerala e sabedorla suflclenLes para
reslsLlr sozlnho às pressõesţ LenLacões e oraulhoŦ
O C mundo em que vlvo apresenLa mulLas armadllhas e lacos suLls que não conslao enfrenLar
sozlnho (prlnclpalmenLe quando vla[oţ ou quando esLou a sós)Ŧ Þreclso da forca de ouLras
pessoasŦ

2Ŧ laca a sl mesmo duas peraunLasŦ ÞeraunLar e fácllŤ responder e que pode ser penosoŦ

O Þor que procuro me manLer lsoladoţ sem responsabllldade peranLe os ouLros?
O C que aconLecerá se eu lnslsLlr em conLlnuar asslm?

Se vocô se acha na caLeaorla de um llder mulLo conhecldoţ um pasLor mulLo respelLadoţ um canLor
evanaellcoţ um preaador que esLá sempre lndo e vlndo de luaar para ouLroţ um aLleLa crenLeţ quero
supllcarŴlhe uma colsaŦ vocô se acha sob a mlra do adversárloŦ Seus dardos esLão aponLados em sua
dlrecãoŦ Sua unlca esperanca de vencerţ o unlco melo de vocô não calr nas armadllhas dele e
acercarŴse de um clrculo de amlaosţ alem da sua famlllaŦ laca lsso o mals breve posslvelŦ

3Ŧ Comblne com uma pessoa (o melhor serla umas duas ou Lrôs) para se reunlrem reaularmenLeŦ
Lssas pessoas devem ser escolhldas com mulLo culdadoŦ Alaumas das caracLerlsLlcas que elas
devem possulr sãoť

O Capacldade de auarda searedos (se for casadaţ o côn[uae Lambem deve Ler essa qualldade)Ŧ
O Slncerldade (uma pessoa que não Lenha uma admlracão excesslva por vocô)Ŧ
O AuLenLlcldade (que não aae com hlpocrlsla)Ŧ
O Cb[eLlvldade (não se senLe obrlaada a concordar sempre com vocô e dlzerŴlhe sempre o que
vocô quer ouvlr)Ŧ
O LsplrlLualldade (uma pessoa cu[a esplrlLualldade vocô admlraŤ crenLeţ sem a menor sombra
de duvlda)Ŧ
O Acesslvel (esLá sempre à dlsposlcãoţ podendo reunlrŴse com vocô a qualquer momenLo)Ŧ
O Lealdade (e flelţconsLanLe e coerenLe)Ŧ

Ŧ Cu|t|ve am|zade com pessoas que o a[udem a forta|ecer seu apego às co|sas de DeusŦ
não esLou falando aqul de consulLores econômlcos nem de assessores flnancelrosţ embora esse
Llpo de auxlllo se[a mulLo vanLa[osoŦ 1ambem não me reflro a um anallsLa ou proflsslonal
semelhanLe que o a[ude em suas luLas emoclonalsŦ Lssa pessoa com quem vocô deve Ler uma
amlzade mals profunda deve ser alauem que lhe forLaleca ºa conflanca em ueus" (l Sm 23Ŧ16)ţ
como !ônaLas fez a uavlŦ Aqulţ o que preclsa de um dlreclonamenLo e uma avallacão e sua
senslbllldade esplrlLualŦ
não vou me alonaar mals (esLe caplLulo quase acabouŴse Lornando um llvro)ţ mas não posso
encerrar sem menclonar uma vez mals queţ uma das melhores declsões que [á flzţ Lomada há
alauns anosţ fol a de procurar pessoas que respelLavaţ para pedlrŴlhes que se reunlssem comlao
para orarţ conversarţ fazer avallacõesţ aconselharŴmeţ examlnar declsõesŤ enflmţ a[udarŴme a
manLer a cabeca no luaar e o coracão reLo dlanLe de ueusŦ Lles são slnceros comlaoţ são francos me
reanlmamţ mas não são lnaônuosŤ aaem com LaLoţ mas alnda asslm me fazem enxeraar a verdadeŤ
são bons ouvlnLesţ mas alnda asslm conselhelros sáblosŦ
ueus Lem usado esses homens para me fazer ver armadllhas que eu sozlnho não Lerla percebldoţ e
para levarŴme a alLerar meu cursoţ quando me achava seaulndo na dlrecão erradaŦ não Lenho
palavras para descrever os beneflclos que Lenho recebldo pela presenca dessas pessoas à mlnha
volLa Ŷ allásţ nós Lodos os Lemos colhldoŦ
Ahţ se eles pudessem a[udarŴme a corrlalr meu modo de dlrlalr! Mas o faLo e que são humanosŦ L
alaumas colsas só podem ser resolvldas mesmo e com [e[um e oracãoŦ

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O uô sua próprla deflnlcão de Ler que responder peranLe ouLrosţ clLando exemplos de aLos ou
aLlLudes que vocô crô se acham lncluldos nessa quesLãoŦ
O LembraŴse dos dols exLremos perlaosos? Converse sobre elesŦ vocô [á presenclou alaum
caso de um dos dols exLremos ou pelo menos fol alvo dele? ConLe essa experlônclaŦ
O uebaLa a dlferenca enLre a pr|vac|dade norma| e necessár|aţ e um |so|amento |nsensatoŦ
Como uma pessoa pode perceber que sua prlvacldade esLáŴse Lornando lsolamenLo?
O uuranLe uma boa parLe do caplLulo onzeţ apresenLamos as bases blbllcas dessa Lese de que
devemos presLar conLas uns aos ouLrosŦ Alaumas dessas passaaens servlram para esclarecer
bem um aspecLo dela para vocôţ ou para anlmáŴlo mals? lale sobre elas e os efelLosŦ
O Lela Þroverblos 27Ŧ6Ŧ Anallse bem esse LexLo com ouLras pessoas do arupoŦ LxperlmenLe
fazer uma paráfrase deleŦ ClLe uma slLuacão especlflca em que esse verso o lnsplraŦ
O C caplLulo se encerra com quaLro suaesLões práLlcasŦ 8ecordeŴasŦ Converse sobre elasŦ vocô
esLá dlsposLo a apllcáŴlas à sua vlda?
O Þense numa pessoa a quem vocô admlra profundamenLeţ Lalvez alaum llder lnfluenLeţ que
ueus Lem usado para lnsplráŴloŦ Cre por essa pessoaŦ Ao orarţ lembreŴse das quaLro
suaesLões e peca a ueus que proLe[a aquela pessoa dessas suLls clladas do lnlmlaoţ o dlaboŦ

CAÞl1uLC uCZL
uM 18AnSÞLAn1L uL LSÞL8AnÇA Ŷ A CÞL8AÇÄC MAlS nLCLSSÁ8lA

As lare[asţ como as crlancasţ apresenLamŴse em Lamanhos e formas dlversosţ e em dlversas
personalldades e esLllosŦ não exlsLem duas que se[am exaLamenLe laualsŦ
Lm meu mlnlsLerlo de preaacãoţ que [á dura mals de duas decadasţ Lenho Lldo a oporLunldade de
esLar em lare[as de Lodos os LlposŦ Lssa dlversldade cheaa a ser espanLosaŦ no ano passadoţ duranLe
uma de mlnhas vlaaensţ resolvl senLarŴme e fazer uma llsLa dos dlversos Llpos de lare[a que
conhecoţ uma especle de mosLruárlo das lare[as que vlslLel e onde preauelŦ

O lare[as excesslvamenLe conservadoras e LeoloalcamenLe rlaldasŦ
O lare[as llaelramenLe llberalsţ ou o que chamo de LeoloalcamenLe ºsolLas"Ŧ
O lare[as exLremamenLe lnformalsţ de reacões emoclonals forLesŦ
O lare[as LoLalmenLe sllenclosasţ rlaldasţ esLólcasŦ
O lare[as analfabeLas em 8lbllaŤ não se vla uma 8lbllaŦ
O lare[as bem douLrlnadasŤ amblenLe quase que de sala de aulaŦ
O Alaumas lare[as bem arandesŤ umas poucas lmensasţ com dlversos andares de aalerlasŦ
O CuLras pequenlnasŤ apenas um punhado de flels reunldos na casa de um delesŦ
O lare[as anLlaasţ com mals de cem anos de exlsLônclaŦ
O lare[as novasţ com menos de um môs de exlsLônclaŦ
O Lm alaumas falavaŴse lnalôsŤ em ouLras havla necessldade de um lnLerpreLeŦ

Þreauel em lare[as de nearosţ onde pensel que os culLos não lrlam acabar nuncaŦ Lram Lrôs
chamadas para enLreaa de oferLasţ mals de uma hora de louvorţ lonaos perlodos de oracãoţ e dols
lonaos sermões Ŷ um preaado por mlm e ouro pelo pasLor da lare[aŦ Ao Lermlno eu esLava molhado
de suor e roucoŦ Pá mulLo Lempo não me senLla Lão à vonLadeŦ Mas Lambem [á preauel em lare[as
onde um sermão e vlnLe mlnuLos era conslderado uma maraLonaŦ Lţ a propóslLoţ essas lare[as Lôm
um pulplLo mulLo esqulslLoŦ
Alaumas das lare[as em que [á esLlve aosLavam mulLo de muslcaŦ 1lnham uma orquesLra compleLaţ
um coro de mals de cem vozesţ um maravllhoso óraão de Lubosţ e a muslca empresLava um
bellsslmo efelLo ao culLoŦ Mas houve ouras que nem aosLavam de uLlllzar lnsLrumenLos muslcalsŦ
1udo era canLado à capelaŦ Alaumas eram verdadelros ºclubes"alLamenLe soflsLlcados e culLosţ
onde a senha era eleaâncla e erudlcãoţ enquanLo ouLras eram lncrlvelmenLe pobresŦ LembroŴme de
que em um luaar onde preauel eles exlalram que eu esLlvesse de bermuda e camlseLa de malha
(era na Callfórnlaţ lóalco)Ŧ Mas depols que vlram meus [oelhos e mlnhas pernasţ arrependeramŴse
de Lerem felLo Lal pedldoŦ
!á preauel em lare[as que esLavam sendo reLalhadas por dlspuLas (com dlversos fracclonamenLos
nos seus poucos anos de vlda)ţ e em ouLras que se manLôm unldas há várlas decadasţ coesas e
alnda vlbrando com o Senhor !esusŦ uma das lare[as esLava com o mesmo pasLor havla mals de
quarenLa anosŦ L se levarmos em conLa que a medla dos pasLores flca cerca de Lrôs a clnco anos
numa lare[aţ e depols parLe para ouLraţ um homem que permanece numa lare[a um perlodo lonao
asslmţ ho[e em dlaţ e um fenômenoŦ Alaumas lare[as pareclam mals luaares de dlversão do que
casas de adoracão a ueusŤ enquanLo ouLras eram Lão sem araca e vazlas de crlaLlvldade como um
pavllhão de LábuasŦ Pavla uma lare[a que mals parecla uma forLaleza de concreLo Ŷ esLruLura
quadradaţ sem [anelasţ bancos durosţ um plano anLlaoţ plso de clmenLoţ e a llumlnacão de
lâmpadas slmples que pendlam do LeLo por lonaos flosţ e Lelhado planoŦ Lu nem aosLarla de ser
senLenclado a passar alaum Lempo allŦ L alnda havla um forLe ecoţ favorecendo a que Lodos
ouvlssem a mensaaem duas vezesŦ nlnauem preclsarla salr dall senLldoŴse lesadoŦ
L não esLou exaaerandoŦ Alaumas eram Lão cálldas e caLlvanLes que Llve vonLade de nunca lr
emboraŦ CuLras eram Lão repulslvas que alnda cusLo a acredlLar que Lals lare[as exlsLamŦ Cuem
pensa que ueus não Lem senso de humor e porque não vlu mulLas das lare[as onde [á esLlveŦ

AS lC8L!AS MAlS 18ÁClCAS uA 1L88A

Mas denLre essas lare[as há duas que se sobressaem como as mals Lráalcas de LodasŦ Ambas são
lare[as urbanasţ com um passado rlco e llusLreŦ uma delas esLá locallzada num balrro mulLo
perlaoso de um seLor revolLado e LurbulenLoŦ As [anelas são proLealdas com barras de ferro e as
porLas com ferrolhos duplos (e quando o povo se reune para reallzar o culLoţ flca Lrancado denLro
do salão)Ŧ Cuando o culLo Lermlnaţ as mulheres são acompanhadas aLe o carroţ se[a de nolLe ou de
dlaŦ A ouLra Lem uma aparôncla exLerlor LoLalmenLe dlferenLeŦ As pessoas aqul não são LemerosasŤ
são oraulhosasŦ Llas Lôm oraulho de seus errosŦ Clhando de foraţ LemŴse a lmpressão de que Ludo
esLá bemŦ Mas quando enLramos e flcamos all a observar e a escuLar por uns momenLosţ
percebemos que esLá falLando um faLor exLremamenLe lmporLanLeţ que Lambem esLá ausenLe na
ouLra lare[aŦ L e por lsso que as duas são LráalcasŦ
Masţ colsa lnLeressanLeţ ambas falam mulLo de seu passadoŦ Aqul [á preaaram arandes homens e
mulheres de ueusŦ AnLes eles desenvolvlam um aLlvo proarama de evanaellzacãoŤ possulam uma
vlsão ampla com relacão ao proarama mlsslonárlo de ueusţ mulLos e lnLeressanLes Lrabalhos com
[ovensţ preaacões maravllhosas e lnsplraLlvasţ um proarama de escola domlnlcal para pessoas de
Lodas as ldadesŤ a lare[a esLava sempre loLadaŤ havla Lrabalho de dlsclpuladoţ pessoas que se
dedlcavam à oracãoŦ Lra sempre asslmŦ Mas aaora não e malsŦ A unlca colsa que alnda resLa para
lembrar a alórla passada dessas duas lare[as e uma fllelra de foLoaraflas no corredorţ e as
lembrancas que alnda exlsLem na menLe de alaunsŦ
Mas o problema não e LanLo o modo como as lare[as sãoţ mas slm o que esLá falLandoŦ L lsso que as
Lorna Lão LráalcasŦ lalLaŴlhes vlLalldade e poderŦ Aquelas pessoas não esLão volLadas para o fuLuroţ
querendo saber a vonLade de ueus para sua vldaŦ Llas pensam apenas no passadoŦ São lare[as que
perderam a esperancaŦ Þarece que o LsplrlLo de ueus não Lem mals llberdade para se mover no
melo delasŦ Com uma Lal aLmosfera de ºdesesperanca" e quase como se ele Llvesse se afasLado
desses luaaresŦ uáŴnos vonLade de chorarŦ L posslvel que o auLor das palavras abalxoţ Samuel
SLevensonţ esLlvesse chorando ao escrevôŴlasŦ

ºuma cldade chela de lare[as
Crandes preaadoresţ homens culLosţ
Com muslcasţ coros e óraãosŦ
Se essas colsas falharemţ o que será?
LxcelenLes obrelrosţ ardorososţ slncerosţ
Cue Lrabalham lncessanLemenLeŦ
Mas ondeţ meu lrmãoţ onde
LsLá o poder de ueus?
8eflnamenLoţ culLura!
Lles querem o melhorţ
Seus planos e proaramas são perfelLosŦ
São lncansávelsŦ
Conseauem os melhores LalenLosţ
L se esforcam ao Maxlmoţ
Mas o de que eles preclsamţ lrmãoţ
L do LsplrlLo SanLo de ueusŦ"

C que o coracão represenLa para o nosso corpoţ o que o moral represenLa pra uma Lropa mlllLarţ o
que o esplrlLo de luLa represenLa para um Llme de fuLebolţ a esperanca represenLa para lare[aŦ Se
não houver esperancaţ aquele local de culLo não passa de um necroLerlo com uma LorreŦ uma casca
vazlaŦ L apenas um predloţ Lalvez com um exLerlor mulLo bonlLoţ mas all denLro esLão crlaLuras que
mals parecem auLômaLosţ praLlcando aLos rellalososţ sem nenhuma vlLalldadeŦ Cs culLos de
domlnao são como doses de narcóLlcoţ com o ob[eLlvo de amorLecer a dor de uma vlda vazlaŦ A
esperancaţ que e a ralnha e a forca da moLlvacãoţ desvaneceuŴseŦ
1alvez essa descrlcão se harmonlze com a lare[a que vocô frequenLaŦ Þode ser que a slLuacão all
não cheaue a esses exLremosţ mas senLeŴse que há alauma colsa falLandoŦ Aaora que vocô leu os
caplLulos precedenLes Lalvez Lenha senLldo um enLuslasmo malor e um desaflo pessoal dlanLe da
hlsLórla dos hebreus e da sua salda do LalLo em demanda de CanaãŦ vlu o mar vermelho abrlrŴseţ
vlu a nuvem de dla e a coluna de foao à nolLeŦ Þresenclou a queda das muralhas de !erlcóŦ LnLrou
em Canaã e escuLou !osue dando suas adverLônclasŦ SenLluŴse anlmado (como eu me senLl) ao
perceber que uma aproxlmacão malor com ouLros crenLesţ um relaclonamenLo sem máscarasţ sem
flcar na defenslvaţ e a responsabllldade peranLe ouLros são meLas maravllhosas e perfelLamenLe
aLlnalvelsŦ vocô dese[a lssoţ mas quando pensa em apllcar esses ldeals em sua lare[aţ flca
desanlmadoŦ 1alvez esLe[a pensandoť ºlsso pode dar cerLo para os ouLrosţ mas na mlnha lare[a
nãoŦ" Þode ser que aquela desesperanca de que falel esLe[a conLamlnando sua manelra de penar e
vocô [á esLe[a presLes a fechar esLe llvro com um susplroť ºL puro ldeallsmoŦ" 1alvez vocô se[a
pasLor de uma lare[a que aparenLemenLe e um caso perdldoŦ vocô se peraunLa se vale a pena se
dar ao Lrabalho de LenLar alauma colsaŦ L posslvel que a desesperanca [á Lenha comecado a afeLar
aLe suas preaacões e sua aLuacão na llderancaŦ
AnLes de conLlnuarţ delxeŴme dlzerŴlhe umas palavras de ânlmoŦ nunca e Larde para se comecar a
fazer o que e cerLoŦ Þode ser que alaumas slLuacões parecam caso perdldoţ mas lsso e ho[eŦ lsso
aaora e passadoŦ C que dlssemos aqul sobre relaclonamenLos sem máscarasţ amlzades mals
profundasţ mals cheaadas e mals forLesţ e mals amor para com os ouLros pode ser de mulLo valorŦ
uma colsa e faLoţ pre[udlcar não valŦ lsso pode ser o elemenLo caLallsador que ueus empreaará
para lnsLllar um novo sopro do LsplrlLo em sua lare[a e sua conareaacãoŦ Ânlmoţ meu amlaoŦ vocô
pode esLar vlvendo no llmlar de um avlvamenLo operado por ueusţ que Lerá o efelLo de vlrar seu
mlnlsLerlo de cabeca para clmaŦ A luz dessas ldelasţ eu aosLarla aaora de LransplanLar um pouco de
esperanca das páalnas das LscrlLuras para o seu coracãoţ eţ em ulLlma lnsLânclaţ para a sua lare[aŦ
no prlmelro caplLuloţ descrevl como essa mensaaem de esperanca revlveu em mlnha lare[aŦ Aaora
vamos anallsarţ nesLe caplLulo flnalţ como lsso pode ser apllcado à suaŦ !á passamos um bom Lempo
falando sobre lndlvlduosŤ pensemos aaora nas lare[asţ lare[as que venham a Ler esperancaŦ Como
podemos devolverŴlhes a esperanca?

uMA 8ÁÞluA AnÁLlSL uA LSÞL8AnÇA

LsLamos sempre falando palavras como fe e amorŦ L Lodos sabemos deflnlr essas colsas sem mulLa
dlflculdadeŦ Mas e a esperanca? C que vem a ser lsso? Será que Lea e realmenLe essenclal?

ueflnlcão

um dlclonárlo deflne esperanca nos seaulnLes Lermosť ºdese[ar alauma colsa com expecLaLlva de
reallzacão"Ŧ Lsperar e anLever alauma colsaŤ conLudoţ não e apenas sonhar com alaoţ e mals que
lssoŦ L possulr em nós mesmos a expecLaLlva de que alaum dla aqullo que dese[amos se reallzaráŤ
aqullo se Lornará realldadeŦ A esperanca sempre olha para o fuLuroŤ esLá sempre erauendoŴse nas
ponLas dos pesŦ L ela nos manLem aLuandoŦ Lla Lorna suporLável uma slLuacão que ho[e e
desanlmadoraţ porque nos promeLe um amanhã melhorŦ Se não Llvermos esperancaţ alauma colsa
denLro de nós esLá morLaŦ
C Lermo areao que e Lraduzldo como esperanca Lem um slanlflcado bem semelhanLe ao da nossa
llnauať ºuma expecLaLlva favorável e conflanLe"Ŧ nosso oraanlsmo pode passar alaumas semanas
sem allmenLo e alauns dlas sem áauaŤ podemos flcar alauns mlnuLos sem oxlaônloţ mas sem
esperancaţ nuncaŦ

ºSe Llrarmos a rlqueza de um homemţ nós o frusLramosŦ Se reLlrarmos o ob[eLlvoţ dlmlnulmos seu
lmpeLoŦ Mas se Llrarmos dele a esperancaţ nós o lmoblllzamosŦ Sem dlnhelro e sem ob[eLlvo ele
alnda pode prosseaulr por alaum LempoŦ Mas sem esperanca não prosseaulráŦ"

A versão blbllca Cood news 8lble Lranscreve asslm o LexLo de Þroverblos 13Ŧ12ť ºCuando se
esmaaa a esperancaţ o coracão flca esmaaadoŤ mas um dese[o que se reallza nos enche de alearlaŦ"
L a versão 1he new Amerlcan SLandarL 8lble dlz asslmť ºuma esperanca adlada adoece o coracãoţ
mas um dese[o que se reallzaţe uma árvore de vldaŦ" A perda da esperanca adoece o coracãoŦ C
Lermo hebralco chaŴlah (que e Lraduzldo como ºadoece") suaere a ldela de ºfazer adoecer"Ŧ
Cuando o subsLanLlvo doenca e apllcado a uma nacãoţ apresenLa a ldela de calamldadeţ LrlsLeza ou
afllcãoŦ Lle e empreaado mulLas vezes com um senLldo basLanLe araveţ porLanLo a flaura do coracão
ser ºesmaaado" e uma descrlcão basLanLe adequadaŦ
!á foram mulLos esLudos e pesqulsas que comprovam sem sombra de duvlda que a esperanca esLá
esLrelLamenLe llaada à sobrevlvôncla humanaŦ
uoualas Colllaan escreveu um arLlao na revlsLa new ?ork onde fala sobre um esLudo felLo a respelLo
do ºmal do coracão"Ŧ Lsse esLudo fez uma pesqulsa sobre o lndlce de morLalldade de 4300 vluvosţ
que morreram num espaco de sels meses após a morLe da esposaŦ A pesqulsa conclulu que o lndlce
de morLalldade dessas pessoas e 40Ʒ mals elevado do que de ouLros homens na mesma ldadeŦ
no mesmo arLlaoţ Colllaan relaLa o caso de Ma[or lŦ !Ŧ Parold kushnerţ que Llnha sldo prlslonelro
dos vleLconaues duranLe clnco anos e meloŦ

ºuenLre os prlslonelros que esLavam no mesmo campo que kushnerţ havla um fuzllelro de vlnLe
quaLro anosţ um rapaz forLeţ que [á havla reslsLldo dols anos num campo de prlslonelrosţ com
saude relaLlvamenLe boaŦ lsso se devla em parLe ao faLo de que o comandanLe do campo havla
promeLldo ao soldado que o llberLarlaţ se ele colaborasse com elesŦ Como lsso [á aconLecera anLes
com ouLros fuzllelrosţ ele se Lornou um prlslonelro modeloţ llder do arupo de recuperacão menLal
do campoŦ Masţ à medlda que o Lempo passavaţ ele la percebendo que seus capLores havlam
menLldo para eleŦ L quando aflnal Leve a cerLeza dlssoţ ele se Lornou um auLômaLoŦ 8ecusouŴse a
Lrabalharţ re[elLou allmenLo e palavras de esLlmulo dos ouLrosţ e slmplesmenLe flcava delLado em
seu caLre chupando o poleaarŦ Þoucas semanas depols morrlaŦ"

Lm seu llvro Were ls Cod When lL PurLs? (Cnde esLá ueus quando sofro?)ţ Þhlllp ?ancev dlz o
seaulnLeť ºA experlôncla de kushner e um Lráalco e neaaLlvo exemplo de que Lemos necessldade de
um pouco de esperanca para vlvermosŦ"
!á esLá comprovado que e preclso Ler esperancaţ senão a doenca lmperaŦ !á vl lsso no
relaclonamenLo de mulLos casalsţ vocô não? A nolva faz os eu enxovalţ e allţ alem dos ob[eLos
concreLosţ ela coloca Lambem seus sonhosţ que são lmaLerlalsŦ L cada vez que ela olhaţ seu coracão
baLe aceleradoţ pols pensa nas alearlas fuLurasŦ LnLão ela se casa com o homem de seus sonhosŦ L
enquanLo ele luLa para se flrmar na vldaţ a esperanca os susLemŦ L e a esperanca Lambem que os
susLem Lambem na compra da prlmelra casaţ no nasclmenLo dos prlmelros fllhosŤ depols numa
seaunda casa malorţ para comporLar a famllla aaora aumenLada e alauns anlmalzlnhos de
esLlmacãoţ mas depolsţ a mela ldade Loma as redeasţ e de alauma forma coloca um aarroLe em sua
esperancaŦ Lla perde aquele lnLeresse lnlclalŤ ele pára de Lrazer flores para elaŤ comecam a clrcular
em órblLas separadasŦ A esperanca se desvaneceŦ Melo desanlmadosţ eles LenLam conserLar as
colsasŦŦŦ mas a doenca [á cobrou seu LrlbuLoŦ L como me dlsse cerLa vez uma senhorať

ºSó deslsLl depols que perdl a esperanca de remedlar as colsasŦ L quando mlnha esperanca acabouţ
acabaramŴse Lambem mlnhas eneralasŦ Acabou Ludo Ŷ nossa lnLlmldadeţ alearlaţ o lnLeresseţ os
sonhosŤ morreu Ludo que dava senLldo à nossa unlãoŦ"

uma ÞeraunLa

lsso pode aconLecer numa lare[a? ÞodeŦ não aconLece da nolLe para o dlaţ e claroŦ L às vezes
aconLece de modo Lão lmpercepLlvel que nlnauem o noLaŦ Se o percebôssemosţ LenLarlamos deLer
o processoŦ Mas e como uma erosãoť sllenclosaţ lenLaţ mas consLanLeŦ A vanLaaem e que esse mal
não e lncurávelŦ
Mas a arande quesLão eť o que e preclso para que uma lare[a se manLenha chela de esperancas? Cu
em ouLras palavrasţ o que fazer para evlLar a doenca da desesperanca? Cu Lalvezţ se[a melhor
dlzermosť o que podemos fazer para resLaurar a esperanca?
1enho pensado mulLo sobre essa quesLãoŦ Se alnda se lembra do que eu dlsse no prlmelro caplLuloţ
em nosso caso flquel receoso de que o cresclmenLo da lare[a e a rot|na do temp|o novo vlessem a
maLar ºnosso enLuslasmo"ţ que serla o mesmo que ºreLlrar nossa esperanca"Ŧ A ºsaude" de uma
lare[a esLá lnLlmamenLe relaclonada com a esperancaŦ

ALCuMAS lC8MAS uL MAn1L8 lC81L A LSÞL8AnÇA

Cuando pensava sobre como farla para ºabanar o foao" da esperanca em uma lare[aţ esLava lendo
Lambem a prlmelra carLa de ÞedroŦ L como ele esLava mulLo envolvldo na vlda da lare[a de
!erusalem no prlmelro seculoţ devla Ler alaumas orlenLacões e ldelas boas para nós ho[eŦ Asslm que
cheauel ao qulnLo caplLuloţ as colsas comecaram a encalxarŴseŦ LnconLrel nele clnco suaesLões bem
reallsLasŦ L cada uma delas esLá presenLe em lare[as que esLão conseaulndo sucessoŤ cada um
desses elemenLos e um allmenLador da esperancaŦ

uma 8oa Llderanca

ºACS presblLerosţ que esLão enLre vósţ admoesLo euţ que sou Lambem presblLero com elesţ e
LesLemunha das afllcões de CrlsLoţ e parLlclpanLe da alórla que se há de revelarť ApascenLal o
rebanho de ueusţ que esLá enLre vósţ Lendo culdado deleţ não por forcaţ mas volunLarlamenLeŤ
nem por Lorpe aanânclaţ mas de ânlmo pronLoŤ nem como Lendo domlnlo sobre a heranca de ueusţ
mas servlndo de exemplo ao rebanhoŦ Lţ quando aparecer o Sumo ÞasLorţ alcancarels a
lncorrupLlvel coroa da alórlaŦ" (l Þe 3Ŧ1Ŵ4)

Aqueles amados lrmãos esLavam vlvendo numa epoca dlflcllţ em que a perseaulcãoţ a
lncompreensão e aLe a morLe eram a LrlsLe realldadeŦ ÞorLanLoţ não nos surpreendemos ao ver que
Þedro se dlrlae prlmelramenLe à llderancaŦ Se os llderes perderem a esperancaţ não demorará
mulLo e Loda a conareaacão a perderá LambemŦ L claro que eles preclsam desse conselho lnlclalŦ
vamos fazer uma anállse deLalhada dos verslculos que acabamos de lerŦ LsLá vendo os conLrasLes?
Lles vôm loao depols do forLe lmperaLlvo ºpasLoreal o rebanho"Ŧ Mas como? Cue deve caracLerlzar
as pessoas que aLuam como pasLores do rebanho de ueus? ve[amos um dlaarama dlssoť
não (neaaLlvamenLe) Mas (poslLlvamenLe)
ŦŦŦ consLranaldos ŦŦŦ esponLaneamenLe
ŦŦŦ por sórdlda aanâncla ŦŦŦ de boa vonLade
ŦŦŦ como domlnadores ŦŦŦ modelos do rebanho


São as mesmas fraquezas que assolam Lodos os que Lrabalham em lare[asţ de qualquer local e
epoca Ŷ d|nhe|roţ ego e |ndo|ônc|aŦ Aqueles que qulseram Ler uma lare[a consaaradaţ coesaţ sem
máscarasţ devem resolver loao o problema dessas Lrôs LenLacõesŦ 1enho ouvldo casos Ŷ alauns
deles horrlvels demalsţ pareclam lnacredlLávels Ŷ de pasLores que só esLão no mlnlsLerlo por causa
do dlnhelroţ que [á perderam há mulLo Lempo as alearlas do Lrabalho de ueus (e elas são mulLas)ţ e
que se senLem Lão lnseaurosţ que preclsam domlnar e aaredlr a conareaacãoŦ Lsses llderes não
devem admlrarŴse se a esperanca comecar a falhar em suas lare[asŦ
Þara que um Lrabalho se desenvolvaţ preclsa de acelLacãoţ llberdadeţ amorţ mulLa lnsplracãoţ
allmenLacão esplrlLualţ espaco para errarţ uma aLmosfera de expecLaLlva e enLuslasmo verdadelroŦ
lsso se apllca a [ovens e velhosţ casados e solLelrosţ homens e mulheresŤ e para os culLos e
reflnados bem como para os de recursos lnLelecLuals mals llmlLadosŤ para os execuLlvos e os
operárlosţ eLcŦ se[a qual for a raca ou corţ rlcos ou pobresţ Lodos são parLe do rebanho de ueus e
não perLencem ao pasLorŦ ÞerLencem a ueusţ não ao preaador nem à llderanca da lare[aŦ Cuerem
ser levados a pensarŦ Þreclsam saber que podem perfelLamenLe quesLlonarţ Ler ldelas dlferenLesţ
Ler oplnlões dlversasŦ Lţ e que podem aLe reclamar (a malorla [á sabe dlsso)Ŧ Lles preclsam Ler
llberdade de rlrţ de Ler suas reacõesţ de chorarţ de servlr uns aos ouLrosţ llberdade de ser como sãoţ
e e o llder quem lhes dá as ºdelxas" nesse senLldoŦ
uma llderanca Lensaţ preocupadaţ superdefenslvaţ vulnerávelţ não era na conareaacão um
relaclonamenLo profundoţ afeLuosoţ desconLraldoţ acolhedorţ compleLamenLe humano e
verdadelroŦ Cuando o arlpo percebe que o llder e um ºmodelo"para o rebanho em Lodos esses
aspecLos e em ouLros semelhanLesţ senLe que Lem ºslnal verde" para seaulr em frenLe e aalr da
mesma formaŦ Mas se percebe que a colsa mals lmporLanLe para ele e a douLrlnacão blbllcaţ a
ponLo de quase exclulr Ludo o malsţ eles Lambem passam a ser douLrlnadoresŦ Se ele for uma
pessoa áspera e rlaldaţ eles Lambem o serãoŦ Se for o Llpo de lndlvlduo que esLá sempre com a
razãoţ os seauldores comecarão a aponLar com mulLa ônfase quem esLá cerLo e quem esLá erradoŦ
Se ele aosLa de ºexorLar" e repreenderţ eles farão o mesmoŦ C esLllo e o modo de ser pecullares de
cada conareaacão são deLermlnados pelos homens que a dlrlaemŦ uma colsa e verdadeť uma boa
llderanca sempre resulLa em um máxlmo de beneflclosŦ

A verdadelra Pumlldade uns Þara com os CuLros

L Þedro conLlnuať

ºSemelhanLemenLe vós [ovensţ sede su[elLos aos anclãosŤ e sede Lodos su[elLos uns aos ouLrosţ e
revesLlŴvos de humlldadeţ porque ueus reslsLe aos soberbosţ mas dá araca aos humlldesŦ PumllhalŴ
vosţ polsţ debalxo da poLenLe mão de ueusţ para que a seu Lempo vos exalLeŤ" (l Þe 3Ŧ3Ŵ6)

lsso mosLra um maravllhoso equlllbrloţ não e? Lle aconselha os [ovens a aLender sempre à aeracão
mals velhaŦ lsso se apllca em respelLo muLuo enLre as aeracõesţ e LoLal llberdade de comunlcacãoŦ
Mas será que lsso quer dlzer que os mals velhos são ºdonos" da verdade? Será lsso uma auLorldade
Llpo ºrel e senhor"? Acho que nãoŦ Þedro dlz mals adlanLe que Lodos eles (mals velhosţ adulLosţ
adolescenLesţ [ovensţ solLelrosţ adulLos solLelrosţ crlancasţ palsţ pasLoresţ dláconosţ porLelrosţ se[am
quer for) devlam vesLlr a mesma ºvesLlmenLa"Ŧ Cue vesLlmenLa e essa? Serla orLodoxla blbllca?
Lmbora lsso se[a de arande vallaţ não e esse a roupaaem que Lodos na conareaacão devem vesLlrŦ
1ambem não e culLuraŦ nem rlquezaŦ nem pobrezaŦ L um daqueles lnaredlenLes essenclals para que
Lenhamos cerLeza de que não e arrlscado salr da defenslvať e a humlldadeŦ C oraulho sufoca a
slncerldadeŦ Clhando por esse ladoţ podemos aflrmar que exlsLem mals ºassasslnos" em nossas
lare[as do que em qualquer ouLro luaar do mundoŦ
Como ueus reaae ao oraulho? C verso 3 dla que ele reslsLe ao soberboŦ C Lermo que Þedro
empreaa aqul e um vocábulo mlllLar mulLo forLeŦ C oraulho moblllza os exerclLos de ueusŦ Lle põe
em acão sua arLllharla pesadaŦ Pá dlversos LexLos das LscrlLuras que enslnam que ueus abomlna o
oraulhoŦ Þor quô? Þor que lsso e Lão lmporLanLe?

O C oraulho promove nas lare[as os ºarupos excluslvos"Ŧ
O C oraulho reslsLe à ldela de reparLlrţ de dar luaar aos mals capazesţ àqueles que podem ser
dlferenLes da malorlaŦ
O C oraulho reslsLe a lnovacão e mudancasŦ
O C oraulho Lem a resposLa cerLa para LudoŦ C arLlao deflnldo e exLremamenLe lmporLanLe
para o oraulhoŦ
O C oraulho e doamáLlcoţ Lem menLe fechadaţ não acelLa ser lnsLruldoŦ

L por lsso que ueus o deLesLaŦ L por lsso que as lare[as que possuem esperanca são consLlLuldas de
pessoas que se vesLem de humlldadeŦ Se nos clnalrmos da roupaaem cerLa Ŷ um esplrlLo humlldeţ
vulnerávelţ e formos acesslvels uns aos ouLros Ŷ ueusţ em Lempo oporLunoţ nos exalLaráŦ

LlberLarŴse da Ansledade

C melhor conselho a esse respelLo e o de l Þe 3Ŧ7ť Lancando sobre ele Loda a vossa ansledadeţ
porque ele Lem culdado de vósŦ"
A preocupacão roubaŴnos a esperancaŦ Lla lmoblllza o Corpo de CrlsLo LrazendoŴnos
consLanLemenLe à menLe colsas cerLas e erradasţ e as ameacas naLurals da vldaŦ A preocupacão nos
sufocaţ colocando nossa cabeca bem no cenLro do Lurbllhão de problemas e provacõesŦ
uma lare[a preocupada não se arrlsca a nadaŦ Mas sempre reaae a LudoŦ Lm vez de esLar sempre na
llnha de frenLeţ ela faz reLlradasţ e adoLa a menLalldade do conLraŴaLaqueŦ Lla passa ma|s tempo se
defendendo do que p|ane[andoŦ uma lare[a preocupada esLá sempre mals volLada para o que esLá
errado no mundoţ do que para o que esLá cerLo em ueusŦ
vocô Lem ouvldo mulLo com esses Lals ºpreocupados" das fllelras evanaellcas? Þarece que foram
baLlzados em suco de llmãoŦ As pessoas Lensas esLão consLanLemenLe carreaando fardosŤ nunca se
llvram delesŦ L quanLo mals Lempo permanecem carreaandoţ mals ºesLranhos" se LornamŤ flcam
melo paranólcosţ Lôm menos alearlaŦ Alauns LenLam se passar por profeLasţ fazendo declaracões
fanáLlcasţ pesslmlsLasŤ [á noLou? L essas pessoas parecem medrar bem em lare[as vlbranLes que
esLão em franco desenvolvlmenLoŦ São aLraldas por conareaacões que esLão aLlvasŦ não posso
delxar de concordar com o su[elLo que consLaLou essa verdadeť #nde há |uzţ tambóm há
mosqu|tosŦ"
1oda lare[a [á possul uma porcão de problemas que podem levar qualquer pasLor a perder o [ulzoŦ
Þroblemas de esLaclonamenLoŦ vandallsmoŦ MexerlcosŦ CrenLes carnals e crenLes lnconsLanLesŦ
Cuelxas dos vlzlnhosŦ LnfermldadeŦ CasamenLos problemáLlcosŦ CuesLões flnancelrasŦ ulveraônclas
na llderancaŦ Locallzacão rulmŦ 8arulho do Lráfeao lá foraŦ 8ancores e baLe papos cu[o Lema e ver o
pasLor pelas cosLasŦ 1odo Llpo de problemaŦ Alaumas lare[as os Lôm aos monLesŦ
Lţ a propóslLoţ acabo de ouvlr acerca de um excelenLe meLodo para se llvrar do pasLorŦ Cra vamosţ
[á esLá na hora de rlr um poucoŦ L uma dessas ºcorrenLes"Ŧ não lhe cusLará nadaŦ vocô escreve uma
carLaţ Llra sels coplas dela e manda para mals sels lare[as que esLe[am cansadas de seus pasLoresŦ
uepols vocô embrulha os eu pasLorţ e o remeLe para a ulLlma lare[a da llsLaŦ uma semana depolsţ
vocô receberá 16Ŧ436 pasLoresŦŦŦ pelo menos um deles deve ser perfelLo para sua lare[aŦ Mas
culdadoţ uma lare[a lnLerrompeu a correnLeţ e recebeu seu anLlao pasLor de volLaŦ
Sabeţ exlsLem mulLas formas de se romper a slndrome da ansledadeŦ Mas a melhor alnda e ºlancar
sobre ele Loda a vossa ansledade"Ŧ

uma Senslvel e SensaLa Consclôncla da Þresenca do lnlmlao

Þara uma lare[a permanecer forLe e chela de esperancaţ de enLuslasmo e vlsão esplrlLualţ preclsa
Ler plena consc|ônc|a da presenca do |n|m|goŦ ve[a como Þedro aborda essa quesLãoť

ºSede sóbrlosŤ vlalalŤ porque o dlaboţ vosso adversárloţ anda em derredorţ bramando como leãoţ
buscando a quem possa LraaarŤ Ao qual reslsLl flrmes na feţ sabendo que as mesmas afllcões se
cumprem enLre os vossos lrmãos no mundoŦ" (l Þe 3Ŧ8Ŵ9)

er #sóbr|o" s|gn|f|ca ser forteţ estáve|ţ ter autocontro|eŦ
er #v|g||ante" ó estar sempre caute|osoţ c|ente das co|sasŦ
lrmãoţ essas ordens foram dadas a nósŦ São ordens que emanam do nosso quarLel aeneralŦ -ão
estamos empenhados numa br|ncade|r|nhaţ nem numa obra |ev|anaŦ 1emos um |n|m|go so|toţ à
nossa frenteŦ L quer esLe[amos ou não consclenLes dele (e deverlamos esLar)ţ o faLo e que Le esLá
bem clenLe da nossa exlsLônclaŦ Lle nos conhece mulLo bemŦ L ardllosoţ lnLellaenLeţ experlenLe e
mulLo reslsLenLe na luLaŦ L odela Ludo que dlz respelLo a ueus e a Lodos que esLão reallzando a obra
de ueusŦ L sabendo que ele esLá rondando ao nosso redorţ empenhado em nos derroLarţ Lemos que
esLar sempre clenLes dlssoţ e não nos enaanarmos pensando que ºele não esLá nem al" para nósŦ A
verdade e que Le esLá alţ e pra valer!
ve[amos de novo qual e o ob[eLlvo deleť devorarŦ Lu dlrla que lsso e uma esLraLeala de aLaqueŦ
nada o deLemŦ L se uma esLraLeala de aLaque exLerlor não der cerLoţ ele uLlllzará uma manobra
lnLernať ouLras pessoasţ pensamenLos esLranhosţ lmaalnacão desenfreadaţ um comenLárlo
maldosoţ um perlodo de depressão emoclonalţ uma lnexpllcável serle de problemasţ e eu
acrescenLarla alnda apaLlaŦ Lţ a velha e conheclda lndlferencaţ o deslnLeresseţ a passlvldadeŦ
L o que uma lare[a deve fazer quando sofre esses aLaques? 8eslsLlr! 8eslsLlr! 8eslsLlr! Þermanecer
flrme na fe! CuLra LáLlca que Lenho achado mulLo boa e confessar a presenca dele para ouLro
crenLeŦ Se há uma colsa que ele não suporLa e verŴse descoberLoŦ
laz alauns mesesţ esLávamos passando por alauns problemas na lare[aŦ MulLos crenLes não
esLavam consclenLes da slLuacãoţ nem serla correLo que eu a menclonasseŦ Lu esLava passando por
uma arande luLaţ e não conseaula superáŴlaŦ Þor mals que LenLasseţ não conseaula desanuvlar a
slLuacão e cheaar a uma conclusão saLlsfaLórlaŦ Lu próprlo esLava lrrlLado com mlnha falLa de
flrmezaţ e alnda havla ouLros problemas que eram consequônclas do eplsódloŦ llquel serlamenLe
preocupadoŦ Mlnha llderanca esLava enfraquecldaŦ Comecel a flcar reLraldoţ mals caladoţ mals
despercebldoŦ Mas como não sou mulLo do Llpo de passar despercebldoţ não conseaul manLer essa
aLlLude por mulLo LempoŦ CerLo dlaţ em conversa com um homem a quem admlro mulLoţ ele fez um
comenLárlo que me fez ver a s|tuacão toda pe|a perspect|va certaŦ uepols de me ouvlr uns dez ou
qulnze mlnuLosţ ele dlsseť

Ŵ Chuckţ lsso esLá parecendo um aLaque demonlacoŦ Sabeţ quando ele conseaue colocar um pe
numa porLa enLreaberLaţ delxandoŴnos lnLlmldadosţ chelos de duvldaţ e [á esperando que ele
coloque o ouLroţ ele obLeve uma arande vlLórlaŦ lmaalne só quanLas pessoas serão afeLadas se vocô
comecar a vacllar na llderanca da lare[aŦ

LnLão compreendl LudoŦ llquel espanLado ao perceber que não enLendera que não esLava luLando
conLra carne e sanaue apenasŦ ue modo alaum! C adversárlo que nos esprelLa Llnha enconLrado um
ponLo vulnerável e esLava aalndo enLre nósŦ Mas que dlferencaţ depols que Lomamos consclôncla
de suas esLraLealas Lralcoelras e enaanosas!
ALe aqul vlmos quaLro manelras de revlver a esperanca em nossa vlda e na lare[aţ e de como
manLôŴla vlvaŦ Þedro menclona mals umať

uma 8eacão ÞoslLlva ulanLe das Adversldades

ºL o ueus de Loda a aracaţ que em CrlsLo !esus vos chamou à sua eLerna alórlaţ depols de haverdes
padecldo um poucoţ ele mesmo vos aperfelcoaráţ conflrmaráţ forLlflcará e forLaleceráŦ A ele se[a a
alórla e o poderlo para Lodo o sempreŦ AmemŦ" (l Þe 3Ŧ10Ŵ11)

Como e fácll nos delxarmos prender nas malhas da auLopledade! L a manelra mals naLural e comum
de reaalrmos ao sofrlmenLoŦ Allásţ as pessoas aLe nos levam a aalr asslmŦ Mas Þedro Lem uma
poslcão dlferenLeŦ Lle Lem consclôncla de que seus lelLores são pessoas que [á esLão nas LrlnchelrasŦ
A quesLão aqul não e se vão sofrerţ mas como vão encarar o sofrlmenLoŦ
um ponLo lnLeressanLe e que ele não dá mulLa aLencão à adversldade ou problema por que esLão
passandoŦ Lle passa lmedlaLamenLe para os beneflclosť ºŦŦŦ depols de Lerdes sofrldo por um poucoţ
ele mesmo (ueus) vos há de aperfelcoarŦŦŦ" Cue perspecLlva arandlosa! Lle se recusa a flcar aLolado
no problema do sofrlmenLo em slŦ Lle volLa sua aLencão (e a nossa Lambem) para os resulLados
flnalsŦ
Cuando as colsas se Lornam dlflcels para uma lare[a que possul esperancaţ ela Loma alenLoŦ Lm vez
de calrţ flca de peŦ Compreende que essa provacão Lemporárla lhe Lrará beneflclos permanenLesŦ
Þara usar um Lermo de aLleLlsmoţ ela ºse apóla no venLo"ţ em vez de delxarŴse derrubar por eleţ e
deslsLlr de LudoŦ
ve[amos esses beneflclosŦ ueus lráť

O Aperfelcoar Ŷ esse Lermo possul a ldela de conserLar pecas fracas ou quebradasŦ
O llrmar Ŷ Lornar flrmeţ sólldo como aranlLoţ rl[o como flbrasţ forLe como aco LemperadoŦ
O lorLlflcar Ŷ remover a flacldezţ Lrocar a fraallldade pela esLabllldadeŦ
O lundamenLar Ŷ e a ldela de lancar um allcerceŦ C sofrlmenLo nos leva de volLa à pedra
fundamenLal de nossa feŦ

!á esLá na hora de um malor numero de pessoas comecarem a falar serlo sobre como encararmos a
dor e os problemasŦ !á ll e ouvl o suflclenLe para saber que esLamos encarando Ludo lsso de
manelra erradaŦ LnLendo que e uma aenerallzacão bem amplaţ mas esLou convencldo de que e
verdadeŦ Lssa nossa aeracão e a aeracão dos mesLres das expllcacõesŦ Po[e Ludo Lem o seu róLuloţ e
sempre que alauma colsa aconLeceţ prlnclpalmenLe se for alao que lncomodaţ procuramos loao o
róLuloŦ Lm vez de prever resulLados poslLlvos para um problemaţ assumlmos uma aLlLude de márLlrţ
passamos a dese[ar a pledade dos ouLrosţ e se não a recebemos flcamos basLanLe ressenLldosŦ Lm
vez de adoLar uma aLlLude de vlLórla (ºlsLo val me beneflclarţ lsso não e apenas uma [usLlflcaLlva da
vldaţ ouţ a mão de ueus esLá nlsso")ţ recorremos às paLeLlcas lamenLacões de uma vlLlma (Þor quô?
ColLado de mlm! Ahţ se as pessoas enLendessem o sofrlmenLo que esLou passando! Será que lsso
alaum dla Lerá flm?)Ŧ
A quesLão e queţ quando se Lem esse Llpo de aLlLudeţ a esperanca morreŦ Lla flca esmaaada
debalxo do peso da lnfellcldade que assumlmosŦ Cs problemas nunca delxarão de exlsLlrŦ Cu
aprendemos a acelLáŴlosţ ou eles se Lornam uma barrelra consLanLe ao cresclmenLo e
desenvolvlmenLo de nosso esplrlLoŦ L o faLo e que LransmlLlmos esse Llpo de aLlLude para os nossos
fllhosŦ Como serla melhor se enslnássemos a eles (e dessemos o exemplo) uma aLlLude de
deLermlnacãoţ que se recusa a deslsLlr de Ludoţ quando enconLra sofrlmenLos que nos salo afllaldos
pelos conLraLempos da vldaŦ Carl !una esLava cerLo quando aflrmavať ºA neurose e apenas a
subsLlLuLa do sofrlmenLo verdadelroŦ"
Lm 1he 8oad Less 1ravaled (A LsLrada menos LranslLada)ţ um excelenLe llvroţ que LraLa desse
assunLo em profundldadeţ o auLor aflrma ousadamenLe o seaulnLeť

ºŦŦŦ e e em Lodo o decorrer desse processo de enfrenLar problemas e soluclonáŴlos que a vlda
adqulre slanlflcadoŦ Cs problemas são o faLor báslco que lrá deLermlnar nosso sucesso ou fracassoŦ
na verdadeţ são eles que fazem broLar em nós coraaem e sabedorlaŦ Só crescemos esplrlLual e
menLalmenLe quando Lemos problemasŦ Cuando dese[amos esLlmular o cresclmenLo do esplrlLo
humanoţ desaflamos e lncenLlvamos a capacldade que o homem Lem de resolver problemasţ asslm
comoţ na escolaţ damos problemas às crlancas para que soluclonemŦ Aprendemos nossas llcões
aLraves do sofrldo processo de enfrenLar e resolver problemasŦ L como dlsse 8en[amlm lrankllnť 'As
colsas que nos feremţ nos lnsLruemŦ' L por lsso que as pessoas mals sáblas aprendem a não Lemer
os problemasŤ cheaam aLe a recebôŴlos bemţ lncluslve o sofrlmenLo que eles causamŦ
Mas a malorla das pessoas não Lem essa sabedorlaŦ Com medo do sofrlmenLoţ quase Lodos nósţ em
malor ou menor escalaţ procuramos evlLáŴlosŦ llcamos a adlar a solucãoţ com esperanca de que ele
desaparecaŦ nós o lanoramosţ esquecemosţflnalmos que não exlsLemŦ Cheaamos aLe a Lomar
droaas que nos a[udem a lanoráŴlosţ de modo que LornandoŴnos lnsenslvels à dorţ esquecamoŴnos
dos problemas que causam essa dorŦ Sempre procuramos conLornar os problemasţ em vez de
encaráŴlos de frenLeŦ Þreferlmos nos llvrar delesţ para não Ler de sofrer com elesŦ
Þols e essa Lendôncla de evlLar os problemas e o sofrlmenLo emoclonal que eles Lrazemţ a prlnclpal
causa das doencas menLalsŦ"

uMA C8SL8vAÇÄC llnAL

Se vocô esLlver pensando serlamenLe em apllcar alaumas ldelas práLlcas em sua vlda ou em sua
lare[a acerca dessa quesLão de forLalecer a esperancaţ sualro que Llre uns momenLos para repassar
as clnco orlenLacões conLldas em l Þedro 3Ŧ !á aprendl que as colsas não mudam exLerlormenLe de
manelra auLomáLlcaţ só porque queremosŦ Llas se modlflcam prlmelro em nossa menLeţ onde
vlramos e revlramos alaumas ldelasţ e onde planLamos as semenLes que depols lrão aermlnar e se
Lransformar em aLosŦ
Se vocô acha que vale a pena Ler Lodo esse Lrabalho para desenvolver relaclonamenLos sem
máscaras na lare[a e parLlcularmenLe na sua vldaţ enLão prepareŴse para um arande desafloŦ Lm
mlnha oplnlãoţ essa e a melhor manelra de sobrevlver nesse nosso planeLa aalLado e sollLárloŤ e
vale a penaţ se[a qual for o rlsco que exlalr de nósŦ Þara mlmţ a ouLra alLernaLlva não e mals uma
opcãoŦ

ÞL8Cun1AS L SuCLS10LS ÞA8A uL8A1L

O Þasse alaum Lempo conversando sobre sua lare[aŦ laca alaumas avallacões sobre elaŦ C que
vocô mals aprecla? Cuals os Lrabalhos que mals aaradam à sua famllla? Se levar um vlslLanLe
à lare[a no próxlmo domlnaoţ o que acha que o lmpresslonará mals?
O Lm que área vocô pode dar malor conLrlbulcões? uos dlversos Lrabalhos da lare[aţ qual lhe
lnLeressarla mals? Lxpllque por quô?
O na sua lare[aţ a esperanca esLá forLe ou deblllLada? 8elela a deflnlcão de esperanca que
aparece no caplLulo 12Ŧ Acha que pode a[udar a forLalecer a esperanca em sua lare[a?
Como?
O Lela l Þedro 3Ŧ1Ŵ11ţ cada pessoa presenLe lendo um verslculoŦ Aaoraţ converse sobre as
clnco suaesLões que ele dá para se forLalecer na lare[a à luz do senLlmenLo de esperancaŦ
Anallse a sua lare[a A luz do que Þedro dlzţ com Loda slncerldadeţ clLando slLuacões bem
especlflcasŦ
O C sofrlmenLo e uma realldade lnevlLável da vldaŦ Como vlmos no flnal do caplLuloţ e duro
suporLar adversldades e afllcõesţ mas essas colsas nos Lrazem beneflclos maravllhososţ bem
como o forLaleclmenLo de caráLerŦ lale de alaumas llcões que aprendeu no cadlnho das
provacõesŦ
O AnLes de encerrarţ aaradecam a ueus as llcões aprendldas na fornalha da afllcãoŦ

CCnCLuSÄC

Lm 1981ţ resolvl escrever um llvro sobre ºservlr"Ŧ L o resulLado fol ºLuţ um Servo?"ţ um esLudo
sobre uma vlda de auLoneaacãoŦ uepols de alaum Lempoţ os edlLores me comunlcaram que o llvro
Llnha obLldo sucessoţ e me senLl esLlmulado a escrever ouLroţ de conLeudo LoLalmenLe dlferenLeŦ L
asslmţ em 1982 publlcamos ºllrme Seus valores"Ŧ Se vocô [ ao leuţ sabe que se LraLa de uma anállse
de cerLos valores essenclals aos quals preclsamos nos apeaarţ nesLe mundo perdldo em que
vlvemosŦ Achel que esses dols llvros serlam suflclenLes para o nosso publlcoţ uma especle de
dlreclonamenLo para aqueles que esLão LenLando manLerŴse flrmes nesLa nossa aeracão
desnorLeadaŦ
Mas anLes mesmo de enLrar o ano de 1983ţ meus amlaos da LdlLora Word 8ooks [á me procuravam
para o Lercelro assalLo (nãoţ lsso não val ser uma luLa de qulnze assalLos)ţ dlzendoŴme que
ºapreclarlam mulLo uma Lrlloala"ţ [á que o prlmelro e o seaundo llvro Llnham Lldo uma boa
acelLacão do publlco evanaellco e não evanaellcoŦ L fol asslm que ºvlvendo Sem Máscaras" cheaou
ás suas mãosŦ Como o lelLor [á deve Ler percebldoţ esLe llvro e LoLalmenLe dlferenLe dos ouLros dolsŦ
C conLeudo do prlmelro era dlrlaldo prlnclpalmenLe àqueles que aosLarlam de a[udar às pessoas da
famllla de ueusŦ C seaundo Lrazla mals uma preocupacão com o mundoţ e abordava assunLos
aLualsţ bem llaados a essa nossa socledade apressadaŦ LsLe faz um exame lnLerlorŦ LsLe llvro focallza
o mals lnLlmo do nosso serŦ Aqul exploramos e revelamos nossa Lendôncla de resauardarmoŴnosţ
embora às vezes não percebamos que aalmos asslmŦ

ºA malorla das pessoas não enLende que esLamos LenLando nos resauardarŦ Þreferlmos nos ver
como lndlvlduos Lernos e slncerosţ aberLos para os ouLrosŦ L mulLos flcarão chocados ao saber que
os ouLrosţ prlnclpalmenLe aqueles que se acham mals próxlmos de nósţ Lalvez nos ve[am como
pessoas durasţ crlLlcas e mulLo fechadasŦŦŦ
Þarafraseando uma famosa poeLlsaţ aosLarla de dlzerť 'Como me proLe[o? uelxeŴme conLar as
manelrasŦ'"
nosso propóslLo nesLe llvro e lncenLlvar os crenLes a removerem Lodo Llpo de máscara com que
Lôm se proLealdoŦ uese[amos mosLrar o valor de relaclonamenLos sem máscarasŦ na verdadeţ o que
esLamos dlzendo aqul e ºSe[a vocô mesmoŤ revele a verdade a seu respelLoŦ vamos láţ abraŴseŦ não
slmulemos mals a verdadeŦ"
uos Lrôs llvrosţ esLe e o de cunho mals pessoalŦ Lmbora nlnauem me Lenha convldado para
peneLrar em seu lnLerlor e examlnáŴloţ Lomel a llberdade de fazer lssoţ para a[udáŴlo a procurar e
enconLrar alaumas lndlcacões sobre a razão de vocô Ler opLado pelo lsolamenLoţ em vez de opLar
pela franquezaŦ
Aaora vamos passar à acãoŦ Cuando colocarmos o ponLo flnal nesLa conclusãoţ encerraremos a
Leorla e comecaremos com a práLlcaŦ A medlda da eflclôncla desLe llvro não será deLermlnada pelo
numero de frases que vocô subllnhouţ nem pelo faLo de vocô clLáŴlo para ouLrosţ mas pela
proporcão em que vocô o apllcarŦ
Sabe o que e? Se alauem realmenLe acredlLar que essas ldelas são vallosasţ se esLlver convencldo
de que uma vlda sem máscarasţ sem resauardos morals e melhor do que esLar sempre na
defenslvaţ comecará a se abrlrŦ Mas Lerá que correr o rlscoŦ L Lenho uma colsa para lhe dlzerť
cheaará um momenLo em que vocô senLlrá que não sabe mals vlver de oura manelraŦ vlver sem
máscara e uma práLlca que crla dependôncla e e alLamenLe conLaalanLeŦ
1enho vonLade de sorrlr quando penso nas bôncãos que vocô comecará a aozar asslm que Lomar as
verdades dessas páalnas e as apllcar em sua vlda dlárlaŦ Þense em como será dlferenLe em sua casaţ
no seu Lrabalhoţ na sua lare[aţ no relaclonamenLo com os amlaosŦ Þense só no allvlo que Lerá
quando for removendo Lodas as densas máscaras de hlpocrlslas que o aLormenLaram duranLe
várlos anosŦ
lssoţ meu amlaoţ ponha esLe llvro de lado aaoraŦ vocô [á leu o suflclenLeŦ não preclsa mals de
lnformacões LeórlcasŦ Aaora o que vocô e desmascararŴse na práLlcaţ e de Lempo e espaco para aalr
da manelra como crôŦ
LnLãoţ o que esLá esperando? Sala e Lenha coraaem de ser autônt|coţ |ntegroţ de ser vocô mesmoŦ
vocô esLará asslm embarcando na vlaaem mals maravllhosa de sua vlda!

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