A marca da indeterminação

Maria das Graças Gomes Villa da Silva *

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Abstract

n this study, using Derrida’s notio n s o f d i f f é r a n c e a n d trace, we show, in Virginia Woolf’s short story, “The Mark on the Wall”, how the use of metaphorical comparisons and associations of ideas, revealing the representation of subjectivity, establishes the instability of meaning in the narrative. Keywords: difference, trace, metaphor, signifier, signified.

Entre as questões ligadas ao contato do homem com a realidade por meio da noção de
* Professora-Doutora de Língua Inglesa e Literatura Inglesa do Departamento de Letras Modernas da UNESP – Araraquara.

desestabilizando as simetrias por meio da dúvida deslocadora de “verdades”. Escrita em 1917. a ficcionista aborda tais elementos. mais o emprego de comparações metafóricas e associações de idéias. metáforas que se tornaram gastas e sem força sensível. Nesse fluxo contínuo. “encadeamento do outro-no-mesmo” (Bennington. instaurando a incerteza do viver. de essência e aparência das coisas. indispensável à revelação do jogo paradoxal criado pela différance presente na linguagem. a marca na parede é repentinamente vista pela narradora numa tarde de janeiro. Após contínuos retardamentos. 1973). Algumas reflexões teóricas demonstram a importância do questionamento dessa visão estruturalista e cartesiana. Esse conceito de adiamento do significado. enquanto a narradora questiona as oposições. destaca-se a dificuldade de apreensão do conhecimento como evidência do real. correspondendo a um novo modo de fazer literatura. v. o mistério da morte. intermediada pela linguagem e perpassada pela concepção de significado único. 47-48). facilitador da exposição. revista de estudos literários Juiz de Fora. das quais se esqueceu que o são. As inexatidões recobrem a noção de verdade. diferentemente do que é defendido pelo logocentrismo. Tal movimento aproxima-se da noção derridiana de centro e oposição simétrica de termos. significante/significado. constituindo-se a partir do rastro1 dos outros elementos da cadeia ou do sistema. aproximando-se de Nietzsche (1983). 6. empregado neste texto. n. que vão deixando rastros de rastros. reveladoras de representações da subjetividade. marcado pela crença em uma origem e uma presença. causa/efeito. 1 O termo rastro. centrada no cogito (Cogito ergo sum) sobretudo no que diz respeito à noção de centro e aos pares de termos (realidade/aparência. em pleno inverno. 1991:61). A visão é intercalada por uma série de reminiscências (evocações imaginárias) que desembocam em reflexões. Tal argumentação revela que. no fluxo contínuo e inseparável dos significantes. compondo um sistema estrutural. (A Marca na Parede). Em The Mark on the Wall. diz respeito à marca de uma inscrição arcaica que não se deixa apreender na oposição presença/ausência e inclui a noção de que todo rastro é rastro de rastro. a narrativa marca um momento decisivo na carreira da escritora. sabe-se que a marca na parede é de uma lesma.  . que se opõem simetricamente.. (p. na ficção. sustentarão a leitura aqui proposta do conto de Virginia Woolf. a presença ou a totalidade do significado é sempre adiada (deferred ) de um signo para outro numa sequência infinita. No conto. o leitor passa de significados a significados. The Mark on the Wall (1993). homem/mulher). a partida para o outro lado. afastando-a da perspectiva realista pelo emprego do monólogo interior. que considera as verdades ilusões. sempre oscilando entre sentido e desejo. 109 a 115 uma verdade única. de tal modo que um dos termos sempre sobrepõe-se hierarquicamente ao outro.Ipotesi. temporalidade necessária para se recordar do que viu. 2 p.. a fragilidade humana. (cf. da experiência caótica e incoerente como tentativa de capturar o tempo presente. Derrida. fazendo com que o significado surja do jogo entre o estar e o não estar por meio da ligação de um elemento a outro.

A unidade significante-significado liga-se a novos contextos. a narradora combina. à medida que volta no tempo.A narrativa vai se desdobrando em analogias. com a marca. desloca. provocador da movimentação do significantesignificado em contínua substituição. Através da fumaça. estabelece o jogo do presenteausente. dependendo do ponto de vista de quem vê e da ação da luz. recorda-se da imagem do fogo na lareira. a cabeça de um velho e gigantesco prego de 200 anos. tentativa de recuperar uma origem inacessível. A referência à marca na parede. deixando cadeias de rastros em seu solilóquio. enquanto cavaleiros vermelhos cavalgam em direção ao rochedo escuro. Lareira (realidade observada) se transforma em torre do castelo/ rochedo escuro (realidade imaginada). motivo articulador da remissão. A imagem da marca vai tomando sentidos variados por meio de associações. A narradora. propiciadoras de significações. As unidades substituídas permanecem presentes por suas conexões metonímicas com o resto da cadeia. favorecendo o aparecimento de significação renovada na cadeia. (passado). de relacionar-se com o “real”. é um momento miticamente passado que inaugura associações. A fantasia do castelo e cavaleiros é rompida pela visão da marca na parede. constituindo realidade mítica. Para re-ligar o momento da narração (presente). inscritos em estrutura oscilante. configurado num presente-passado. detém o tempo. dos três crisântemos no vaso e de que fumava. provocando a repetição na diferença. Sentada diante da lareira. Por isso. se transformam em bandeira avermelhada tremulando na torre de um castelo. a narradora vai constituindo sua subjetividade à medida que passa o olhar sobre os objetos. os significantes-significados. apegando-se insistentemente a essa cena. oculta. A marca da indeterminação Maria das Graças Gomes Villa da Silva  . leitora dessa corrente mnemônica. repentinamente. talvez. vê as brasas que. corroborando esse “movimento de suplementaridade” e ressaltando a ausência do significado único. comparações metafóricas. apontada por Freud (1900). Ao trabalhar com a memória. criam novos efeitos de contexto à medida que a narradora vai interpondo a marca que ora é um furo. Esse processo sistemático-associativo. Nesse exercício. favorece a atuação do simbólico. À semelhança da decifração dos sonhos. uma mancha criada por substância redonda e escura como uma pequena folha de rosa. desarticulando a possibilidade de um sentido global da imagem (marca). uma tábua de salvação. Elas se transfiguram em bandeiras no topo do castelo. a narradora coloca o problema de não saber o porquê da existência da marca nem o destino dos ex-moradores da casa que agora habita. enquanto o espaço do fogo é tomado pelos cavaleiros. ponto-limite entre a “realidade” interior e a exterior. de determinação. definida como an old fancy (uma velha fantasia). deslocando a noção de origem. condensa e nomeia os elementos. no transporte metafórico. O confronto com o significante-significado (imagem visual traço mnemônico e ligação com o psiquismo) labaredas vermelhas. recorre a essa automatic fancy (fantasia automática) como forma. em cavaleiros vermelhos. uma fenda na parede. ora um diminuto túmulo. uma lesma. ressaltando a atuação do acaso em tudo. analepses e reticências.

se levantasse para certificar-se a respeito da origem da marca. oculta na imagem das ferramentas de encadernação. Retornando à marca. não o conseguiria. cujas conseqüências podem ser previstas. interpondo a marca. incompleta. [o começo. não garantidas. ninguém jamais sabe como aconteceu]. once a thing´s done. geram alívio. As cenas que destaca (a anciã prestes a servir o chá. das ações. revista de estudos literários Juiz de Fora. sempre entregues ao desequilíbrio. Parecem demonstrar o desejo de desvendamento da razão que está por trás das coisas.. (p.. 2 3 4 5 [deve conter idéias quando dela nos afastamos]. Mas tal aproximação metonímica mostra apenas ações em desenvolvimento. [uma vez que algo é feito. Prossegue. for that seems always the most mysterious of losses. Freud (1976) ressalta que os instintos de vida estão em contato próximo com a percepção interna e surgem como dilaceradores da paz. que rato morderia – três latas azul-claro com ferramentas de encadernação?]  . em pleno progresso. ao passo que os instintos de morte realizam seu trabalho sutilmente. a inexatidão do pensamento. Talvez. 54)3 . desmantelando o conceito de causa-efeito. 53)2 . O enigma parece ligar-se ao destino das coisas. should have ideas behind it (p. e à relação com o papel imprevisível da utilidade que as envolve. pulsão contínua. n. [ que gato arranharia. pensa em examiná-la.) Escavação no outro em direção do outro em que o mesmo procura o seu veio e o ouro verdadeiro de seu fenômeno (Derrida. E a escritura acaba de forma precária. A busca do sentido e solução para o quebra-cabeça parece constituir a tarefa do escritor.Ipotesi. resolvidas. (. mas não revelam nem o antes nem o depois. 109 a 115 Reflete sobre a concepção de arte que. a ignorância da humanidade. incessantemente. no one ever knows how it happened (p.. Arte e vida ironicamente detêm a história de um momento. 2 p. à total instabilidade. do estar no mundo e do conhecimento sobre o papel que se cumpre nele. 54)5 . what rat would nibble – three pale blue canisters of book-binding tools? (p. tal é o mistério da vida. no espaçamento entre vida e morte. Constata o acaso dos encontros e conclui que. à presença delas. representando o suplemento da vida. restando a ambas o traço sem origem. o rapaz preste a rebater a bola) para ilustrar essa concepção. 1967:52). desvendando seus enredos e mistérios.. conforme o que o ex-morador quase lhe disse. Ao enumerar as perdas ao longo da vida diz que a mais misteriosa é a origem: beginning. Cabe a ele usar as ferramentas. produzindo tensões que. reforçando sobremaneira a perda do vínculo com a origem. descer para fora de si à procura do ouro verdadeiro. Embate que se revela como economia da morte. seja isso o que a narradora parece buscar. semelhantes a cenas congeladas em um quadro. pois. pois este parece sempre ser a mais misteriosa das perdas]. Quem se interessaria por tarefa tão insólita? Quem morderia a isca? A escritura é a saída como descida para fora de si em si do sentido: metáfora-para-outrem-em-vista-de-outrem-neste mundo. metáfora como possibilidade de outrem neste mundo. v. 54)4 . registrando os instantâneos de vida e de morte. 6. implicitamente parecem revelar conseqüências. É um enigma a ser decifrado: what cat would gnaw.

55)8 .....(p.) que (. que deseja o alienamento e a pureza no novo nascimento. mulheres..) which will. Há coisas. (. personificação. a árvore bate de leve na vidraça. a alteridade é constatada diante do outro e sobretudo no discurso que possibilita ao sujeito adquirir identidade.) o que não se deixa resumir na simplicidade de um presente (Derrida:1973:81). a narradora destaque que os romancistas no futuro darão importância crescente aos reflexos (as imagens dos semelhantes) infinitos.A naradora descreve a vida como a blown through the Tube at fifty miles an hour. 4-5). ponte entre a natureza e o nada. homens. 54)6 . por isso..) se tornam – não sei o quê] 9 [deixando a descrição da realidade cada vez mais fora de suas ficções. talvez. Ironicamente.. desprovida de importância.. uma remessa infinita de uns aos outros.. (p... Não há mais uma origem simples.. O simbólico apodera-se da comparação e o que resta pós-vida é um nada indecifrável. é ver-se diante do espelho.landing at the other end without a single hairpin in one´s hair!. As figuras metafóricas suscitam rapidez e a errática chegada ao outro lado. do limite tênue e transparente das extremidades.. 56)10 . desdobrando-se na inacessibilidade da origem. O cuidado que os seres têm para com a própria imagem.. mostra-se como um desperdício e restauração perpétuos. encontrá-lo no metrô. leaving the description of reality more and more out of their stories... Segundo Lacan (1966:255). de dizer se os seres. 10 [basta o som disciplinador da palavra] A marca da indeterminação Maria das Graças Gomes Villa da Silva ! . o sujeito acaba localizado tanto quanto à sua posição masculina ou feminina quanto à sua relação com a morte. carrega as culpas deste mundo. O ser.(. na narradora.. inteiramente despido. E a morte como. become – I don´t know what.. A dificuldade de definir o que está no mundo. restando a imagem do rabo esvoaçante de um cavalo de corrida que aponta para o que fica atrás: o rastro como passado absoluto: (.... o temor que sentem de que esta criação revele-se ao público diferente da “original”. (..) Com os cabelos esvoaçando como o rabo de um cavalo em uma corrida] 8 [nada apenas espaços de luz e sombra (. nothing but spaces of light and dark. desperta.. Talvez. O não sei quê revira o fio do jogo da representação. mas sem nascente. Do lado de fora da janela.). árvores existem....... o desejo de propor a quebra do espelho para que com o desaparecimento da imagem reste apenas a casca de uma pessoa tal como é vista pelas outras. Na chegada ao lado de lá. é atirado a esmo. afirma que essas observações não têm muito valor. 6 7 [um arremesso no metrô a 50 milhas por hora. Pela ordem simbólica.(.. 55)9 ... o ser não surge indefeso. (p. coisas. leva à definição metafórica sobre o que resta:. a chegada à estação final sem um grampo sequer no cabelo.) With one´s hair flying back like the tail of a race-horse (p. Ver o outro. pois the military sound of the word is enough (p.] [.]. o que parece intrigar a narradora. conforme destaca Derrida (1973): o ponto de origem torna-se inalcançável.. águas e imagens. pois o que é refletido desdobra-se em si mesmo e não só como adição a si de sua imagem (p. aspectos ressaltados em The Mark on the Wall. fronteira indevassável entre o ser-não-ser. 54)7 . que aponta as regras e convenções criadas por aqueles que exercem o poder na Inglaterra.

a verdade. a marca da inscrição de um rastro sem origem.. semelhante ao que se sente quando. 59)12 .. oculto nas malhas da narrativa. v.. Associa as milhares de pessoas no mundo a cada árvore sobre a terra. Nietzsche. citados no conto. desfeito em nada.. a esse respeito. nada se conhece] 12 [e se fica imóvel adorando a cômoda. cuja significação ora se refere a túmulos ora a acampamentos. 11 [.. oferecendo seus produtos (mobília. mesmo após a morte de seus galhos. impondo “verdades” incontestáveis. A imagem lesma une-se ao ciclo vital da natureza. estabelecendo padrões de conduta para homens e mulheres.Ipotesi. dependendo do interesse do pesquisador. A palavra oscila em significação entre o ser e o não ser. a narradora obtém o produto liberado pelas crenças da sociedade patriarcal inglesa. Entretanto. Recorda-se de acreditar que a palavra representava a própria coisa. 51-2). adorando o mundo impessoal. indecidibilidade. regeneração periódica. instabilidade. que se mantém. ao comentar tal recomendação. A marca na parede. 2 p.. 6. a lesma liga-se a morte e renascimento.. Essa recorrência reforça o texto como articulação do jogo metafóricometonímico. como os montes de terra encontrados em South Downs. Esse vínculo diáfano.. solidez. o pensamento. que a escritura é em primeiro lugar e para sempre algo sobre o que nos debruçamos. acreditava que um pensador jamais deveria permanecer sentado e recomendava aos escritores “a dança da pena”. a solidez e a realidade. 109 a 115 representados pelo Almanaque de Whitaker e A Tabela de Prioridades. worshipping reality. Repentinamente. aponta para o perpétuo diferir de morte-e-vida. conforme a narradora. Em busca da origem inacessível. No corpo de sua casa.. revista de estudos literários Juiz de Fora. worshipping the impersonal..nothing is proved.]. obsessão motivadora. as palavras parecem escapar-lhe. Ressalta a prevalência do ponto de vista masculino.. n. Considerada símbolo lunar. perseguida nas sombras e rastros à sua volta. interpõe-se como tábua de salvação em alto-mar.nada está provado. iteração irônica revelada no contraponto dissipador da guerra citada no conto. se acorda de um pesadelo da meianoite. 13 [. Reconhece o jogo de autopreservação da natureza. (p.and lies quiescent. componentes do tema do eterno retorno. ditando normas. na seqüência infinita do adiamento. Tudo isso para provar nada: . worshipping solidity. entre vida e morte. Alguém lhe anuncia que vai comprar o jornal e amaldiçoando a guerra lhe diz :. nothing is known (p..I don´t see why we should have a snail on our wall (p. Por meio dessas comparações revela desejos. retida na imagem da lesma.. Melhor ainda quando as letras já não são números de fogo no céu (p. destacando a árvore e seu contínuo ciclo de vida. Não compreendo por que devemos ter uma lesma em nossa parede] " . 58) 11 . realidade. Derrida (1967) ressalta: Mas Nietzsche adivinhava que o escritor jamais estaria de pé. liame do real-irreal. acaba em satisfatória sensação de realidade. worshipping the chest of drawers. cadeias metonímicas que escorregam de uma coisa para outra. tábuas para o piso) aos homens. A narradora crê que pode pensar sentada calmamente ou em pé.. vestígios de pensamentos. A menção recorrente a permanecer sentada mantém laços com o contexto natural da escritura. 60)13 . expressando existência.

1967. São Paulo: Abril Cultural. England: Flaming Modern Classic. Is it not the task of the novelist to convey this. 1987. São Paulo: Perspectiva. Trad. Companion to Literature in English. To the Lighthouse. 1996. Cambridge University. a semitransparent envelope surrounding us from the beginning of consciousness to the end. p. Rio de Janeiro: Imago. Gramatologia. 1994. ______. Sobre Verdade e Mentira no Sentido Extra-Moral. Geoffrey e DERRIDA. Miriam Schnaiderman e Renato Janine Ribeiro. # . Maria Beatriz M. e reunida a esse desejo está também a busca de uma ficção renovada. In Selected Short Stories. 14 In OUSBY. ______. (1900). 53-60 ______. Rio de Janeiro: Zahar Editor. um envelope semitransparente que nos envolve desde o avivar da consciência até sua extinção. Rio de Janeiro: Imago. um pouco do que é estranho e externo? ]. São Paulo: Perspectiva. ______. Não seria tarefa do romancista demonstrar isso. Escritos. Virginia.with as little mixture of the allien and external as possible? ) 14. ______. LACAN. corroborando o questionamento e o propósito anunciado por Virginia Woolf no ensaio Modern Fiction (1919): (Life is not a series of giglamps symmetrically arranged. 1993. 1994.As associações metafórico-metonímicas indicam o desejo de mudança na sociedade inglesa. a vida é um halo luminoso. A Interpretação dos Sonhos. Edusp. NIETZSCHE. 1976. que deve ressurgir como um lugar mais justo para homens e mulheres. Ian. Jacques Derrida. Jacques. A Escritura e a Diferença. misturando. Jacques. England: Wordsworth Editions. Além do princípio do prazer. Mrs Dalloway. Trad. The Mark on the Wall. 1021 [A vida não é um conjunto de lâmpadas faiscantes simetricamente dispostas. 1983. Friedrich. life is a luminous halo.. p. DERRIDA. 1995.. 1976. 1966. que escape às regras realistas e dê mais crédito ao que é humano. In Obras Incompletas. quando possível.Nizza da Silva. O Bloco Mágico. A marca da indeterminação Maria das Graças Gomes Villa da Silva Referências Bibliográficas BENNINGTON. FREUD. Sigmund. Jacques.. 1973. Rio de Janeiro: Imago. WOOLF.. England: Penguin Books. São Paulo: Perspectiva.

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