You are on page 1of 77

AUTOR: SEBASTIÃO SOUZA DE GOIS

Marcas que não se apagam


Sumário Histórico da Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Campina
Grande e no interior do Estado da Paraíba

Ficha Catalográfica

Gois, Sebastião Souza de


Marcas que não se apagam
1 ed. Campina Grande – PB

Capa:
Diagramação:

Direitos desta edição reservados ao autor Sebastião Souza de Gois, Rua Jesuino
Alves Correia, 855, Jardim Paulistano, Campina Grande, Paraíba, Cep: 58106-
160, Telefone: (83) 8742-4957.

Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou transmitida por


qualquer forma ou por qualquer processo, eletrônico, mecânico ou fotográfico,
incluindo fotocópia, xerocópia ou gravação, sem autorização prévia e escrita do
autor. Excetua-se naturalmente a transcrição de pequenos textos ou
passagens para apresentação ou crítica do livro. Esta Exceção não deve de
modo nenhum ser interpretado como sendo extensiva à transcrição de textos
em recolhas antológicas ou similares donde resulte prejuízo para o interesse
pela obra.

Impresso no Brasil
Printed in Brazil
SUMÁRIO
Sumário.......................................................................................................................................2

APRESENTAÇÃO SOBRE O AUTOR................................................................................................3

CARO LEITOR...............................................................................................................................5

DEDICATÓRIA..............................................................................................................................7

AGRADECIMENTOS......................................................................................................................8

PALAVRA DO PASTOR..................................................................................................................9

A CIDADE...................................................................................................................................10

A PRIMEIRA CONVERSÃO...........................................................................................................13

OS PRIMEIROS PASTORES..........................................................................................................16

O DESAFIO.................................................................................................................................17

A EXPANSÃO..............................................................................................................................21

MISSÕES NO EQUADOR.............................................................................................................24

ATUAL GESTÃO..........................................................................................................................29

SECRETARIA DE MISSÕES..........................................................................................................33

OBRAS REALIZADAS..................................................................................................................35

JUBILEU DE DIAMANTE...............................................................................................................41

PÓS JUBILEU...............................................................................................................................45

APÊNDICE..................................................................................................................................47

Pastores da Assembléia de Deus em Campina Grande de 1922 a 2003....................................75

HINO OFICIAL DO JUBILEU..........................................................................................................76


APRESENTAÇÃO SOBRE O AUTOR

Natural do Rio Grande do Norte, campinense de formação. Teve sua chegada


a Campina Grande devido à transferência dos pais, comerciante, em 1975,
permanecendo até os dias de hoje.
Apesar das dificuldades encontradas por seus pais em se firmar nessa nova
terra, cresceu juntamente com essa cidade. Vindo de uma família católica, mas
espírita praticante teve seu primeiro contato com o evangelho aos 18 anos,
quando aceitou a Jesus Cristo como seu Salvador na congregação da Igreja
Evangélica Assembléia de Deus do Alto Branco. Nessa mesma época foi
aprovado nos vestibulares da UFPB e UEPB, Engenharia Mecânica e Direito,
respectivamente, mas teve que parar suas atividades para servir ao Exército
Brasileiro no ano de 1990, integrante do Pelotão de Apoio, fez o Curso de
Formação de Cabos, e durante todo tempo que esteve naquela caserna serviu
com muita dignidade, chegando a receber na sua saída a medalha de honra ao
mérito das mãos do Coronel Álvaro Vitorino de Pontes, Comandante do 31.º
Batalhão de Infantaria Motorizado, como soldado exemplar daquela
Organização Militar. Ao sair do Exército, voltou para a faculdade cursando
durante o dia Engenharia Mecânica e a noite Direito, após dois anos decidiu
então definitivamente seguir a carreira jurídica.
Na Igreja Evangélica Assembléia de Deus do Alto Branco passou seus
primeiros anos no evangelho, onde começou também sua vida de dedicação a
obra do Senhor. Na época pastoreava a congregação o irmão Francisco
Pacheco de Brito Filho, mais carinhosamente chamado pelos irmãos de “irmão
Pachequinho”. Foi deste irmão que aprendeu as primeiras doutrinas básicas do
evangelho, doutrinas que fortaleceram sua fé para nunca mais se desviar dos
caminhos do Senhor. Liderou a mocidade daquela congregação, repetidas
vezes, foi Professor e Superintendente da Escola Dominical, chegando a
assumir a Segunda direção da referida congregação, a convite do Pastor
Presidente Francisco Pacheco de Brito.
Em virtude da mudança dos pais para outro bairro da cidade, teve que
mudar-se da congregação também, surgiu, então, o convite por parte da
Direção Geral da Mocidade, para integrar a equipe da liderança geral, através
do Evangelista Inácio Brito. Como integrante da Liderança Geral da Mocidade
assumiu a função de Secretário Geral da Mocidade e Coordenador de área no
município de Campina Grande. Com experiência em missões transculturais na
Bolívia, onde coordenou grupos de brasileiros que dedicaram suas férias para
Jesus Participou do Congresso da Aliança Bíblica Universitária em Cochabamba,
Bolívia, em comemoração aos 40 anos.
Posteriormente, foi convidado pelo Diretor do Núcleo 363 da EETAD, Pr.
Francisco Pacheco de Brito, para assumir a monitoração das aulas daquele
núcleo. Nesse meio termo, concluiu o curso de bacharelado em Direito e
Teologia.
Foi coordenador de evangelismo por vários anos da Equipe de Evangelismo
Pessoal e em Massa – MÃOS DADAS, onde atuou em várias cidades do interior
paraibano, dando apoio aos obreiros do campo.
Em 1996, passou a exercer o cargo de assessor parlamentar do vereador
João de Deus da Silva. Atuou também como assessor do vereador evangélico
João Leite Filho.
Casou-se com Josiclécia Oliveira Lima em 04 de dezembro de 1999, numa
bela cerimônia realizada no Templo Central, celebrada pelo Pastor Dari
Ferreira. Tem três filhos, Gabriella Ariadnne Lima Gois (2001), Pedro Henrique
Lima Gois (2003) e Anna Carolina Lima Gois (2005).
No ano de 2001, teve que ir para a Cidade de Recife, PE trabalhar, ali
trabalhou na Telemar, e posteriormente como advogado na empresa SIEMENS
DO BRASIL.

Jailtom Barbosa dos Santos


Pastor
CARO LEITOR

Procurando perpetuar a vida de homens e mulheres de Deus que doaram


suas vidas em prol da causa de Cristo, é que decidimos registrar esses
momentos que em nossos dias se transformou num trabalho de grandes
dimensões, que marcou em cada rua, bairro, vila, o seu grande potencial
evangélico. Falar da História da Assembléia de Deus em Campina Grande, se
tornou um desafio grandioso e ao mesmo tempo glorioso. Através da coragem,
determinação, ousadia, e tantos outros atributos de homens que a cada ano
foram exemplos e participantes desse grande projeto divino que ficou marcado
na História e, aqui trazemos à memória desses santos homens de Deus que a
maioria repousa no Senhor. Todavia deixaram suas marcas – Marcas que não
se apagarão, suas obras que ostentam a bandeira da vitória em nossos
tempos.
Em cada templo levantado, uma história marcada, em cada irmão em
Cristo uma história contada. Diante disto fui convidado pelo Pastor Francisco
Pacheco de Brito para reunir todos os dados informativos da Igreja Evangélica
Assembléia de Deus em Campina Grande nesses últimos anos, visando deixar
escrito para a igreja hodierna e futura, fatos que marcaram a vida da Igreja,
impulsionando novos crentes a continuarem com a bandeira do evangelho
hasteada. Resolvemos fazer esta publicação para honra e glória do Senhor.
Por não ser escritor nem muito menos historiador, adianto a minha
desculpa por possíveis falhas de caráter escriturístico.
Não tenho em mãos todos os registros e informes capazes de fornecerem
subsídios para um perfeito levantamento histórico.
O que temos nesta publicação são frutos de uma tradição oral transmitida
por pessoas de avançada idade e conseqüente pouca memória, resultando
essa transmissão imperfeita na inexatidão informativa da data de organização
da Assembléia de Deus em Campina Grande.
Para o historiador Epaminondas Câmara em seu livro “Datas
Campinenses” – o fato ocorreu em janeiro de 1922.
Para os antigos membros da Igreja – o trabalho foi iniciado realmente em
janeiro de 1924.
Convém lembrar, no entanto, que esses irmãos não estiveram presentes á
reunião inicial e, na realidade, não houve um encontro formal para a
organização da Igreja.
O culto que deu seqüência a uma série não mais interrompida até a
presente data é considerado como o marco inaugural, pois, segundo veremos
mais adiante, já em 1914, o irmão Manoel Dubú dirigia cultos pentecostais em
Campina Grande.
Por se tratar de uma publicação gratulatória da Igreja, preferi não narrar
nenhum problema surgido ao longo da história de nossa Igreja.
É com muita alegria e com gratíssima satisfação que agradeço a Deus
pela oportunidade que me concedeu de prestar essa homenagem a Igreja que
aprendi a amar e que me ensinou a amar a Deus.
O autor
DEDICATÓRIA

Agradeço ao Deus Todo Poderoso e Soberano, pela realização desta obra.


Tudo isso esteve no coração do eterno e somente neste tempo revelou-o em
nossas mãos.
Quantos choraram e hoje sorriem ao verem que profecias, revelações,
sonhos e visões, recebidas da parte de Deus, não são mais enigmas, mas, sim
realidade. Aprouve a Deus na sua infinita misericórdia destinar a mim com
antecipação, dedicar a Ele este tão significativo livro, que causará benefícios à
saúde espiritual de todo amante da obra do Senhor, especialmente aos que se
interessam pelo que Deus tem realizado na Igreja Assembléia de Deus em
Campina Grande.
Assim, como pastor presidente ofereço este livro à Deus a quem pertence
toda honra, glória e poder para todo o sempre.
Amém.

Francisco Pacheco de Brito


Pastor Presidente
AGRADECIMENTOS

Agradeço a Deus por nos haver permitido este empreendimento que tem
como finalidade exaltar seu nome, o Todo Poderoso.
Ao meu Pastor Francisco Pacheco de Brito, amigo e companheiro que me
confiou em fazer esse trabalho, e por sua paciência em suportar dias de longas
entrevistas, devido ser ele uma testemunha ocular dos diversos
acontecimentos na história da Igreja.
Agradeço de forma muito especial a todos os pastores, evangelistas,
presbíteros, diáconos e auxiliares como também a todos os irmãos que direta
ou indiretamente me auxiliaram na elaboração desta obra.
Ao Evangelista Evaldo Mota, professor da Escola Técnica Federal (ex-
secretário da igreja), pelas informações prestadas para o enriquecimento dessa
obra.
Ao irmão José Renato (in memorian), pela cooperação e incentivo que
sempre lhe foi peculiar a todos quantos o buscam.
A minha esposa Josiclécia Lima Gois nos inúmeros préstimos,
indispensáveis na realização de uma obra como esta. Sem sua participação
não seria possível concluirmos com sucesso tal obra.
Aos meus Pais Orlando Cabral de Gois e Terezinha Souza de Gois que
sempre me incentivaram a realizar nossos sonhos, aos meus irmãos José Gois,
Maria de Fátima Gois, Luzinete Gois, Paulo Gois, Antônio Gois, Francisco Gois,
Manoel da Paciência Gois, Orlando Gois Filho, Georla Gois e Janaina Gois, por
suas vidas, que sempre estiveram ao meu lado.

Sebastião Souza de Gois


PALAVRA DO PASTOR

Até aqui nos ajudou o Senhor, Aleluia!


Historiar anos de vitória pelos quais a Igreja Assembléia de Deus em
Campina Grande passou, é realmente uma proeza, digna de toda nossa
apreciação. É bem certo que de maneira bem resumida, pois a obra de cada
servo de Deus excedeu em muito que se relata nessa singela e magnífica obra.
Sabemos que não é fácil traduzir tudo quanto foi realizado nesses últimos
anos em palavras. É algo muito difícil. Contudo notei em muitas citações que
as palavras se tornam reais, ao ponto de envolver-nos como se estivéssemos
lado a lado com os personagens de nossa história e ser participantes de suas
vidas.
Como Pastor Presidente, elevo a Deus minhas orações de ações de graças
pela conclusão dessa obra, e por todos quantos cooperaram para tal
realização.
A Palavra de Deus diz que os olhos do Senhor estão sobre os fiéis da terra.
É por este angulo que procuro manter minha vida e a da Igreja, que o Senhor
nosso Deus deixou sob minha responsabilidade, como pastor.
Quero parabenizar a todos os cristãos, que em qualquer parte do Brasil ou
do mundo tenham em suas mãos esta literatura, cujo conteúdo lhe informa
sobre assuntos concernentes à fundação da Igreja Evangélica Assembléia de
Deus em Campina Grande.
Do seu irmão em Cristo.

Francisco Pacheco de Brito


Pastor Presidente
A CIDADE

Situada no limite entre o agreste e o sertão da Paraíba, em uma altitude


de, aproximadamente, 550 metros acima do nível do mar, Campina Grande
oferece um ótimo clima o ano inteiro, com temperaturas oscilando em torno de
22° C, podendo atingir 30° C nos dias mais quentes e 15° C nas noites mais
frias do ano.
Fundada em 1697, por Teodósio de Oliveira Ledo, Campina Grande passou
à categoria de cidade em 11 de outubro de 1864. Com a chegada do primeiro
trem da “Great Western”, no início deste século, a cidade entrou em rápido
processo de expansão. Em 1936, Campina Grande já era o principal município
do interior nordestino, destacando-se por seu intenso comércio de algodão, na
condição privilegiada de terceiro centro algodoeiro no mercado mundial. Desde
então, a cidade não parou de crescer. Hoje, com uma área de 518 Km2 e mais
de 400 mil habitantes (a Segunda cidade mais populosa da Paraíba), Campina
Grande exerce uma enorme influência político-econômica sobre toda a região
do Planalto da Borborema e do Brejo Paraibano.
Campina Grande dispõe de mais de 3.200 leitos hospitalares, em 18
hospitais públicos e particulares.
A cidade possui, ainda, 21 unidades básicas de saúde.
A cidade de Campina Grande tem seu sistema viário integrado às BR 230
e BR 104. Sua malha urbana, com característica radial, tem aproximadamente
mais de 60 % de todo o sistema já pavimentado. O terminal rodoviário de
Campina Grande opera com um dos tráfegos mais intensos do Nordeste,
ligando-se às principais cidades do país.
Campina Grande dispõe, também, de uma ótima malha ferroviária, que
atravessa seus principais distritos industriais e, ainda, de um aeroporto com
capacidade para pouso de grandes aeronaves.
Campina Grande dispõe de uma rede escolar ampla, que abrange todos os
níveis, desde o pré-escolar até o nível superior. Atualmente a cidade dispõe de
mais de 198 escolas municipais, 49 escolas estaduais e 141 escolas
particulares. Suas duas universidades, Universidade Estadual da Paraíba e
Universidade Federal de Campina Grande e uma faculdade particular FACISA,
pela qualidade do ensino oferecido, atraem estudantes de outras regiões para
os seus mais diversos cursos de graduação, especialização, mestrado e
doutorado. Existem ainda no município cinco escolas profissionalizantes
mantidas pelo SENAI, SENAC, ETER – Escola Técnica Redentorista (eletrônica e
telecomunicação), Centro de Tecnologia do Couro e do Calçado e Escola
Profissionalizante Antônio de Carvalho Souza.
Campina Grande oferece ótimas condições de moradia. A cidade é dividida
em 49 bairros com mais de 83.000 construções prediais. São notáveis o
incremento e a qualidade dos novos empreendimentos na área habitacional.
Campina Grande possui excelentes opções de lazer para toda a família,
que vão desde o Parque da Criança, com várias atrações, até passeios
inesquecíveis nos arredores da cidade.
O Ginásio de Esportes O Meninão tem 6.083 m2 de área coberta,
abrigando confortavelmente 8.000 espectadores. A quadra poliesportiva é feita
de Lisonit, o mesmo piso encontrado nos melhores ginásios do mundo.
Infra-estrutura: placar eletrônico, tabelas de basquete articuladas por ar
comprimido, 66 refletores totalizando mais de 68 mil watts de potência, cinco
cabines de transmissão com ar condicionado e isolamento acústico,
ambulatório médico, três cantinas e amplo estacionamento.
Campina Grande é abastecida por três adutoras, distribuindo 1.300 l/s de
água tratada, e tem uma rede sanitária composta de 77 mil ligações d’água e
37 mil de esgotos. A distribuição de energia elétrica atende a mais de 83 mil
residências, 400 indústrias e 10 mil ligações de outras categorias. Campina
Grande é a primeira cidade do nordeste, com 100% de eletrificação rural.
Campina Grande está ligada no Brasil e no mundo através de duas
emissoras e três repetidoras de TV, três rádios AM, três FM´s, dois jornais
diários, além de um eficiente serviço postal e uma excelente estrutura de
telefonia convencional e celular.
O Centro de Convenções Raymundo Asfora dispõe de dois salões com
capacidade para 1.240 pessoas respectivamente. Ambos são dotados com
sistema de divisórias móveis que os transformam em oito salas menores. Além
disso, o Centro dispõe, também, de um completo auditório com capacidade
para 776 lugares, com tradução simultânea e toda estrutura técnica de apoio.
A produção de produtos agrícolas e pecuários exerce enorme influência na
economia campinense. Os principais produtos são: algodão, feijão, mandioca,
milho, sisal, hortifrutigranjeiros, leite e queijo artesanal.
Campina Grande possui três distritos industriais com infra-estrutura
adequada para a instalação de indústrias de médio e grande porte. As
principais indústrias instaladas são dos setores de calçados, têxtil, mineração,
alimentação e metalurgia.
Campina Grande é o maior pólo comercial entre as cidades de porte médio
da Região Nordeste. Possui um dos maiores shopping´s center´s da rede
Iguatemi com um sofisticado designer. Além de um shopping de fábrica,
especializado em couros e confecções, a cidade dispõe também de um Distrito
de Serviços Mecânicos, concentrando conceituadas lojas de peças, oficinas e
funilarias.
Apostando uns projetos pioneiros como o Programa de Incubação de
Empresas, desenvolvido no Parque Tecnológico, Campina Grande tornou-se um
centro relevante de produção de software do País, sediando, inclusive, um dos
primeiros núcleos de exportação de softwares, dentro do Programa SOFTEX,
onde destacamos as Empresas: Light-Infocom, Zênite e Humana, que já
exportam para os Estados Unidos e diversos países da Europa e América do
Sul. Campina Grande também sedia um Núcleo do Programa Gênesis, que visa
incentivar a criação de novas empresas produtoras de software, oriundas da
Universidade, e já implantou mais de dez empresas desde a sua instalação no
final de 1996.
Campina Grande polariza 74 municípios do Estado da Paraíba. Suas
múltiplas funções de centro agropecuário, industrial e comercial contribuem
para um equilíbrio na distribuição das atividades econômicas e da população.
O Produto Interno Bruto (PIB) gira em torno de R$ 1,2 bilhões/ano e a renda per
capita da cidade é de cerca de R$ 3.200.
Campina Grande promove todos os anos no mês de abril um dos maiores
carnavais fora de época do país – a Micarande. No mês de Junho temos o
maior São João do Mundo. A FETEC – Feira de Tecnologia de Campina Grande
ocorre anualmente em setembro, expõe produtos, invenções e pesquisas nas
áreas de ciência e tecnologia. Em outubro realiza duas das mais tradicionais
vaquejadas do Nordeste. A primeira no Parque Maria da Luz e a Segunda, no
Parque Ivandro Cunha Lima. Há mais de duas décadas Campina Grande realiza
durante o mês de Julho esse tradicional evento que reúne grupos de dança,
teatro amador e profissional, apresentações de música clássica e popular, além
de mostras de cinema, vídeo e artes plásticas. Durante o período de carnaval,
organizações artísticas, científicas, filosóficas, místicas e religiosas reúnem-se
em Campina Grande para refletir sobre as alternativas para uma nova ordem
mundial, é o Encontro da Nova Consciência, paralelamente, outro evento
acontece em refutação a esse último que é o Encontro da Consciência Cristã
promovida pela VINACC, procurando levar a igreja evangélica uma visão
cristocêntrica para os acontecimentos mundiais.
A PRIMEIRA CONVERSÃO

Nasceu ainda no século dezenove, no ano de 1882 o homem que Deus


chamou. Homem humilde, de poucas palavras, simples, porém, extremamente
sincero, temente, obediente a Ele e verdadeiramente crente, para ser o
pioneiro e uma autêntica coluna na Igreja em Campina Grande.
Seu nome: MANOEL FRANCISCO DUBÚ. Paraibano de nascimento emigrara
com destino a Belém do Pará no ano de 1907, ali ingressando na Polícia Militar,
onde seria promovido a cabo pouco tempo depois.
Tão logo chegou a Belém, Manoel Dubú aceitou o Evangelho numa Igreja
Presbiteriana Independente, freqüentando vez por outra a Igreja Batista.
Estava ainda indeciso quanto à denominação a seguir.
Em 1910 desembarca em Belém do Pará, dois missionários, oriundos da
América do Norte, os suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren. Ao chegarem a
terras brasileiras não havia ninguém para recebê-los, não sabiam a quem se
dirigir, nem tinham para onde ir, nem muito menos sabiam falar o idioma,
desnorteados, seguiram as pessoas que saiam do navio e iam para a cidade,
chegaram numa praça e sentaram. Ficava essa praça próxima ao porto e, ali
oraram a Deus pedindo sua ajuda e direção. Encontraram uma família que
também tinha viajado no mesmo navio. Eles falavam o inglês e os perguntaram
se havia achado algum hotel, o que responderam negativamente. Então
convidaram para que eles viessem para o hotel onde eles estavam
hospedados. Ali encontrou várias pessoas que falava inglês e procurou logo
saber se conheciam algum protestante naquela cidade. A procura do endereço
de um pastor metodista que eles haviam achado numa revista que lera.
Embarcaram num bondinho sem saber quando deveria descer, mas sempre
confiantes que Deus os guiaria. Depois de viajar um pouco encontrou o homem
que os havia mostrado a linha do bonde, já que ele tinha ido noutro bondinho e
havia chegado primeiro, compreendendo que eles eram estrangeiros, guiou-os
então a casa do pastor metodista. Este era americano e, quando
compreenderam que eles eram batistas, os acompanhou até o lugar da Igreja
Batista Brasileira. O nome do pastor metodista era Justus Nelson. O pastor
batista também falava inglês, então perguntaram onde poderiam encontrar
morada mais barata, porque no hotel estavam pagando 16 mil réis (cerca de 4
dólares por dia). O pastor batista então convidou para morar em sua casa por 2
dólares diários. Era um lugar simples, um corredor bem escuro no porão, com o
chão de cimento e sem nenhuma janela. Apesar dos mosquitos e lagartos que
corriam nas paredes, se sentiam alegres e felizes. A chegada dos novos
missionários ecoou rapidamente nas quatro igrejas protestantes da cidade.
Gunnar Vingren passou a estudar a língua portuguesa, enquanto Daniel
Berg trabalhava numa funilaria para custear seus próprios sustentos e os
estudos de Gunnar Vingren. Este por sua vez à noite ensinava a Daniel Berg as
lições que aprendia durante o dia.
Quando Gunnar Vingren passou a dominar um pouco o idioma, começou a
testemunhar do evangelho de Jesus Cristo, com mensagens fervorosas, cheia
do Espírito Santo, nada comum para as pregações daquela época. Passado
algum tempo os missionários começaram a ganhar a simpatia de alguns
irmãos, que logo aderiram a mensagem pentecostal. Isto ocasionou um
transtorno para a Igreja local que logo percebera a introdução de uma nova
doutrina dentro das suas Igrejas, foi quando expulsaram os missionários e, com
eles 18 irmãos. É bom lembrar que antes da chegada dos missionários, um
grupo de diáconos batistas orava todos os sábados por muito tempo para que
Deus enviasse alguns novos servos de Deus ao Brasil. Quando então chegaram
disseram: “Agora chegaram aqueles por quem estávamos orando.”
Após a expulsão, sem ter para onde irem, começaram a se reunirem na
casa da irmã Celina Albuquerque, e ali surgiu a congregação da Assembléia de
Deus no Brasil. Esta irmã foi a primeira a ser batizada com o Espírito Santo
juntamente com outras duas irmãs em terras brasileiras. Irmã Celina quando
foi batizada num culto de oração por volta de 01h30min horas, passou mais de
2 horas falando em línguas, cheia do Espírito Santo. Nessa mesma reunião
estavam também reunidos alguns outros irmãos, entre eles, o irmão Manoel
Dubú, natural de Campina Grande, Paraíba, que aceitou com entusiasmo a
doutrina pentecostal, integrou-se ao grupo que iniciou a difusão dessa
mensagem na capital paraense e sendo o primeiro homem (Quarta pessoa) a
receber o Batismo com o Espírito Santo em terras brasileiras.
Eis que surge o ano de 1911 e, com ele, os missionários Daniel Berg e
Gunnar Vingren, pioneiros do trabalho da Assembléia de Deus no Brasil,
continuaram a propagar o evangelho do Senhor Jesus, e, assim foi crescendo o
trabalho que Deus colocou no coração destes missionários.
Manoel Dubú desceu as águas batismais no ano de 1912.
Por essa época Manoel Dubú recebeu uma palavra profética vaticinando
que uma grande obra seria realizada em sua terra, para onde ele deveria
voltar.
Passados dois anos, Manoel Dubú regressou a Campina Grande, casado
com a irmã Amélia, e com dois filhos.
Aí chegando em 1914, passou a se reunir com irmãos congregacionais e
batistas residentes na cidade, a eles ministrando a doutrina que havia
aprendido no norte do País.
Quatro anos depois, no ano de 1918, o paraibano Galdino Cândido do
Nascimento, membro da Assembléia de Deus em Belém do Pará, veio à Paraíba
(Alagoa Grande) rever parentes e, sabendo da existência de Manoel Dubú em
Campina, resolveu visitá-lo. Nessa oportunidade realizaram alguns cultos,
obtendo como resultado o primeiro fruto do trabalho pentecostal em terras
campinenses: a conversão de Abdias Travassos. Essas reuniões eram
realizadas na Rua Quebra Quilos.
Mais quatro anos se passam, algumas outras pessoas se convertem pela
instrumentalidade de Manoel Dubú, até que, em 1922, chegou do Recife outro
pioneiro: FELIPE NERY FERNANDES, diácono da Assembléia de Deus, que veio
para Campina a fim de instalar-se com uma alfaiataria.
Felipe, mais eloqüente do que Manoel Dubú passou a dirigir cultos
evangelísticos em sua residência à Rua do Progresso, depois Visconde de
Pelotas e hoje Marechal Floriano Peixoto (nas proximidades do atual Colégio da
Imaculada Conceição – DAMAS).
Deus continuou abençoando aquele pequeno rebanho e novos conversos
foram se agregando à Igreja.
OS PRIMEIROS PASTORES

Já em 1925 o grupo de novos convertidos necessitava de um Pastor para


uma assistência mais efetiva à nova Igreja. Assumiu essa função o Pastor
FRANCISCO GONZAGA DA SILVA que aí ficou até fins de 1926, transferindo-se
para o Rio Grande do Norte.
Em 1927, veio de Belém do Pará o evangelista MANOEL MANDUCA que
pastoreou a Igreja durante um ano, regressando ao Norte por motivo de saúde.
No ano de 1928, aconteceu um fato por demais significativo, registrado no
livro de Ivar Vingren “Diário de um Pioneiro”: a Igreja foi visitada pelo
missionário GUNNAR VINGREN.
Para substituir o irmão Manduca, veio do Estado de Pernambuco o
evangelista MANOEL PESSOA LEÃO, logo depois consagrado Pastor. Durante
sua gestão, o Pastor Manoel Leão construiu e inaugurou o primeiro templo da
Assembléia de Deus em Campina Grande num terreno cedido pelo irmão José
Benone à Rua das Areias, hoje Av. Presidente João Pessoa. Em 1934, após 06
anos de pastorado, o irmão Manoel Leão mudou-se para o Rio Grande do Norte,
sendo substituído pelo Pastor LUIZ CHAVES.
Em 1936, outro fato importantíssimo teve lugar na Assembléia de Deus
em Campina Grande. Realizou-se uma Convenção Regional com a presença de
pastores e evangelistas da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte e a
prestigiosa participação dos missionários JOEL CARLSON e SAMUEL NYSTRON.
Em 1937 o irmão LUIZ CHAVES foi substituído pelo Pastor JOÃO ADELGICIO
DE OLIVEIRA, que serviu à Igreja até fins de 1938, ocasião em que reassumiu o
pastorado o irmão Luiz Chaves, permanecendo no cargo até o mês de maio de
1939. Todo tempo de seu pastorado foi de 05 anos.
Assumiu então o pastorado da Igreja o Pastor JOÃO DE PAIVA. No decorrer
de sua gestão, muito abençoada, o irmão Paiva instalou a primeira
congregação no bairro mais populoso da cidade – José Pinheiro - e realizou um
dos atos mais importantes e decisivos para a Assembléia de Deus em Campina
Grande com profundas e positivas repercussões em vários momentos de sua
história. Trata-se da emancipação da Igreja e a conquista de sua personalidade
jurídica. Essa decisão ocorreu em 1942 e seus primeiros estatutos foram
registrados no Cartório de Pessoas Jurídicas sob o n.º 321.
O Pastor João de Paiva pastoreou por 05 anos, deixou Campina Grande no
dia 04 de outubro de 1944, indo assumir a direção da Assembléia de Deus em
Carpina – Estado de Pernambuco.
O DESAFIO

Chegou à “Rainha da Borborema” na noite de 04 de outubro de 1944, o


Pastor Silvino Silvestre da Silva, assumindo no dia seguinte o pastorado da
Igreja e aí permanecendo até o dia 12 de novembro de 1960, quando ao seu
Senhor aprouve chamá-lo às moradas eternas.
Veio de uma grande e próspera Igreja do interior pernambucano, do
município de Floresta dos Leões, a atual Carpina, onde pastoreou de 08 de
setembro de 1936 a 04 de outubro de 1944.
A Igreja em Campina Grande enfrentava vários problemas, especialmente
o de localização. O templo era de pequenas dimensões e situado numa rua
comercial por onde quase ninguém passava à noite, dificultando-se, assim,
uma freqüência maior às reuniões de evangelização.
O Pastor Silvino, seguindo a orientação divina através da oração,
equacionou todos os problemas existentes e deu-lhe solução adequada no
tempo certo, apesar de em prazo relativamente curto.
Após um intenso período de oração e cultos eminentemente doutrinários,
o Pastor Silvino deu início a uma série de providências objetivando a
dinamização da Igreja e seu conseqüente crescimento.
Já no início de 1945, vendeu o templo velho e adquiriu um grande terreno,
por trinta e cinco mil réis, em florescente bairro residencial, a menos de um
quilômetro do centro da cidade. Para vários membros da Igreja e alguns
pastores da região nordestina, as dimensões do templo que se projetava eram
por demais grandiosas para o pequeno número de fiéis, entre membros e
congregados. Além do mais, a maioria dos integrantes da Igreja era muito
pobre e a obra preste a se iniciar, muito além de sua capacidade econômico-
financeira.
O Pastor Silvino orava e agia, enquanto muitos temiam.
No dia 20 de maio de 1945 era lançada a pedra fundamental, numa
concentração onde o poder de Deus manifestou-se maravilhosamente.
Um fato que marcou o início dessa grande obra foi o que aconteceu com
as irmãs Luiza Silvestre e Albertina Brito, que felizes pela missão que lhes
foram impostas de arrecadar fundos para a construção, se dirigiram, com o
livro de ouro que na época era apenas folhas de papel pautado e lápis grafite,
ao homem mais rico da cidade, naquela época, o senhor Antônio Barreto,
proprietário da concessionária de veículos da Ford, para receber uma doação
“gorda”, recebeu naquele dia apenas dois sacos de cimento para a construção,
porém, receberam com uma alegria imensurável.
É impossível nas poucas páginas deste opúsculo descrever as maravilhas
que Deus operou no período da construção do grande templo da Rua Antenor
Navarro.
Foram quase cinco anos de oração e ação. Em inúmeros fins de semana
somente a providência direta de Deus permitiu o pagamento dos
trabalhadores. Amanhecia o Sábado, não havia dinheiro para pagar pedreiros e
serventes, o Pastor Silvino dobrava seus períodos de oração e Deus mandava
alguém trazer a quantia necessária.
Houve barreiras, é certo. Dificuldades mil apareceram. Mas tudo foi
vencido pela oração, pela fé, pela coragem e pelo trabalho incansável de um
pugilo de bravos que cercou o Pastor Silvino no período de verdadeiras
epopéias vividas pela Igreja de maio/1945 e janeiro/1950.
Para não incorrer em omissões, citarei apenas cinco nomes dentre os
heróis que não deixaram abaixar os braços do Pastor Silvino.
Desses cinco, quatro já estão na Glória e através da citação do último
quero homenagear a todos os que cooperaram para a edificação desse
autêntico marco de Fé e Amor à Causa que é o grandioso templo da
Assembléia de Deus em Campina Grande: JOSÉ CABRAL DE OLIVEIRA,
MARCELINO RAMOS, VICENTE SOARES DA SILVA, INÁCIO TITO DE SOUZA e
FRANCISCO PACHÊCO DE BRITO, então Vice Presidente do Pastor Silvino, o
único vivo destes verdadeiros heróis da fé.
Muitas foram as campanhas sucessivas e empolgantes, do piso, da
cobertura, do forro, da instalação elétrica, da instalação hidráulica, da pintura,
da bancada...
Aos poucos se foi incorporando movimentos formidáveis em toda a Igreja.
Era maravilhosa a alegria dos irmãos nos mutirões e deles participarem aos
sábados, domingos e feriados onde homens, senhoras, jovens e crianças se
irmanavam no prazer de erguer a bela casa onde haveriam de cultuar o seu
Deus continuamente.
Para vitória total do empreendimento colaboraram centenas de irmãos e
dezenas de Igrejas em vários Estados da Federação.
Quando a capacidade de contribuição dos campinenses começava a se
reduzir, o Pastor Silvino viajava para qualquer parte do País e usando aquele
inegável poder de comunicação que Deus lhe deu, apelava ao coração dos
seus irmãos e amigos espalhados pelo Brasil inteiro e voltava com os
suprimentos necessários remetidos pela generosidade e amor das igrejas co-
irmãs.
Dois textos bíblicos foram usados permanentemente pelo Pastor Silvino na
motivação dos campinenses:
“Mas sede fortes, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a
vossa obra terá recompensa”. II Crônicas 15.7
“Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com
tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com
alegria”. II Coríntios 9.7.
Não foram poucos também os amigos da Causa, em Campina Grande, que
em diversas oportunidades contribuíram com sua ajuda.
O templo foi inaugurado no dia 22 de janeiro de 1950, numa linda e
concorrida festa que durou até o dia 29, com estudos bíblicos, desfiles,
batismo, consagração de obreiros, concentrações e cultos evangelísticos.
A ela compareceram representações de cerca de dez Estados. Durante o
dia 22, a Igreja ofereceu mais de 5.000 refeições às diversas caravanas que
chegaram da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte em cerca de 20
ônibus e caminhões, além de vários automóveis.
Foi uma festa que marcou época, não só pelo número de pessoas
presentes, mas, sobretudo pelas grandes bênçãos que Deus derramou sobre o
seu povo.
Seria impossível descer a detalhes para a descrição de todas as
realizações deixadas pelo Pastor Silvino em Campina Grande. Sobretudo o
incansável trabalho de doutrinação permanente da Igreja.
Vocacionado para o magistério da Santa Palavra, a ele se entregava de
corpo e alma sendo inesquecíveis os estudos bíblicos que ministrava nas
Igrejas onde pastoreou e em dezenas de outras às quais comparecia a convite
de companheiros do ministério das Assembléias de Deus no Brasil.
O seu pastorado, foi um dos mais fecundos e abençoado na Igreja de
Campina Grande. O segredo? O Pastor Silvino nunca tomou uma decisão sem
consultar a Deus. Era um homem que orava e estudava a Bíblia Sagrada várias
horas por dia. Em seus joelhos havia dois enormes calos, bem conhecidos dos
seus amigos mais chegados; eram sinais evidentes de sua permanente
comunhão com Deus através da oração. Sobretudo era um homem de
profunda Fé e total dedicação à Seara do Senhor.
Principais realizações da Assembléia de Deus em Campina Grande,
durante a gestão do Pastor Silvino Silvestre da Silva:
1) Construção do Templo Central à Rua Antenor Navarro, 693 com mais de
600 m2 de área construída. Tem capacidade para abrigar mais de 1.200
pessoas confortavelmente sentadas. Ainda hoje é um dos maiores templos
evangélicos do Nordeste.
2) Construção da casa pastoral, anexa ao Templo, com mais de 100 m2 de
área útil.
3) Construção de dependências para zeladoria, sede da Banda Musical e
escolas, com mais de 150 m2 de área útil.
4) Reorganização do Coral da Igreja, em março de 1945, sob a regência do
maestro José Geraldo, que vinha de Recife semanalmente para ensaiá-lo.
5) Fundação da Banda Musical sob a regência do Maestro Manuel
Bernardino da Silva que se transferiu do Recife a fim de organizá-la. Dessa
Banda saíram músicos que integram atualmente corporações musicais de
várias instituições militares no Norte, Nordeste e Sul do País. Em 1957, num
concurso público, ela foi considerada a segunda banda musical do Estado da
Paraíba.
6) Ampliação do trabalho de evangelização na cidade, nos distritos e em
vários municípios do interior paraibano.
7) Consolidação definitiva da personalidade jurídica da Igreja, com reforma
de Estatutos e publicação no Diário Oficial.
8) Construção de Templos nas seguintes localidades: Ingá, Galante,
Cachoeirinha, Boqueirão, Santana, Juazeirinho, Barra de Santa Rosa. Deixou
iniciada a construção da congregação do bairro de Santa Rosa em Campina
Grande e um terreno adquirido no bairro dos Cuités.
9) Organização da CASAD (Caixa de Assistência Social da Assembléia de
Deus).
10) Na gestão de Pastor Silvino funcionou sob os auspícios da Igreja, uma
escola primária e uma escola profissional de artes domésticas.
No dia 12 de novembro de 1960, vítima de um ataque de “angina
pectoris”, o Pastor Silvino faleceu em sua residência, após retornar da
feira onde estivera com vários irmãos e amigos, saudando
efusivamente a todos como lhe era peculiar. À noite de sexta feira, 11,
ministrou um culto doutrinário e pela manhã do sábado dirigira o culto
matutino. Estava proibido por seu médico de fazer grandes esforços,
porém naquela mesma semana pregou todas as noites e fez uma
viagem ao município de Boqueirão na cabina de um caminhão através
de uma estrada à época esburacada.
Seu enterramento, no domingo dia 13, foi uma apoteose. Milhares de
evangélicos e amigos compareceram ao templo de onde saiu o féretro e
conduziram o herói, que tombava, até o cemitério do Carmo. “O Senhor o deu,
o Senhor o tomou. Bendito seja o nome do Senhor.” Dezenas de pastores
estiveram presentes, autoridades civis e militares, homens do povo. A
cerimônia foi dirigida pelo missionário Eurico Besgsten, falando na Igreja e no
cemitério, vários oradores, todos eles destacando a vida profícua e abençoada
do Pastor Silvino Silvestre da Silva. E 16 anos pastoreou sobre a Igreja em
Campina Grande. Inegavelmente ele deixou uma lacuna, entretanto, convém
lembrar ISAÍAS 57.1-2.
“Perece o justo e não há quem se impressione com isso, e os homens piedosos
são arrebatados sem que alguém considere nesse fato, pois o justo é levado
antes que venha o mal, e entra na paz; descansam nos seus leitos os que
andam em retidão.”
A EXPANSÃO

Após o falecimento do Pastor Silvino, a Igreja foi pastoreada durante 11


meses pelo Vice Presidente, o Presbítero FRANCISCO PACHÊCO DE BRITO,
principal coadjutor do presidente falecido. Na sua gestão o irmão Pacheco
adquiriu o primeiro veículo da Igreja, tipo JEEP por 45 mil réis, continuou a
construção do templo do bairro de Santa Rosa e adquiriu terrenos nas cidades
de Sumé e Nova Floresta e na localidade chamada Sossego. Nessa mesma
época, Deus usando em profecia a irmã Luiza Silvestre, escolheu o Pastor
Pacheco como o próximo pastor da Igreja. Contudo, a direção da Igreja ficou
sob a responsabilidade do Pastor Luís Cesário. A diretoria da Igreja ofereceu
então ao irmão Pacheco a cidade de Picuí para pastorear, mas, o irmão
Pacheco não sentia direção de Deus a sua ida para aquela cidade.
Em outubro de 1961, passou a direção do trabalho ao Pastor LUIZ
CESÁRIO DA SILVA. Nessa administração que durou três anos, até o início do
segundo semestre de 1964, foram construídos os templos de Pocinhos,
Pombal, Nova Floresta e São Bento e nos bairros de José Pinheiro e Jeremias. O
Pastor Cesário concluiu e inaugurou a congregação do bairro de Santa Rosa e
desenvolveu os trabalhos de evangelização em todo o Campo administrativo
dando igualmente boa cobertura às atividades de assistência social
promovidas pela Igreja.
No último quadrimestre de 1964, a Igreja foi pastoreada pelo então vice-
presidente, Evangelista JOÃO ANTÔNIO DA SILVA, o qual, em janeiro de 1965,
deu posse ao Pastor NATANAEL BEUTENMULLER.
Durante essa gestão foram construídos templos nas cidades de Juarez
Távora e Aroeiras e nos bairros campinenses do Cruzeiro e Cuités. O Pastor
BEUTENMULLER deu início à construção da congregação da cidade de
Massaranduba, deixou em fase de estrutura a do bairro da Liberdade e em fase
de acabamento, a congregação da localidade denominada Estrelo, no sertão
paraibano. Após três anos o irmão Beutenmuller transferiu-se para o Rio de
Janeiro em agosto de 1968.
Em 16 de novembro de 1968, foi empossado na presidência da
Assembléia de Deus em Campina Grande o Pastor JOSÉ APOLÔNIO DA SILVA,
conhecido em todo o Brasil pelos excelentes comentários bíblicos que divulga
através da revista “PENTECOSTES”, antiga “A SEARA”, e do jornal “Mensageiro
da Paz”, como escritor da Escola de Educação Teológica das Assembléias de
Deus – EETAD, e também por sua profícua atuação como Conselheiro da Casa
Publicadora da Assembléia de Deus, onde exerceu a função de 1.º secretário.
Muitas realizações o Pastor Apolônio tem liderado. Os templos do bairro da
liberdade e do Estrelo foram concluídos. Construiu a nova congregação do
bairro do Cruzeiro, o novo templo do município do Ingá, e templos pioneiros em
Mororó, Açude de Dentro, Soledade e Brejo dos Santos. Lançou pedra
fundamental em São Vicente de Seridó e na localidade chamada Ilha
(município de Juazeirinho); reformou as dependências do Templo Central, o
templo de Barra de Santa Rosa; adquiriu um terreno na cidade de Monteiro e
um veículo para viagens de evangelização.
O campo abrangeu 22 municípios e o Ministério contou com 5 Pastores, 1
Evangelista e 12 Presbíteros além de 12 diáconos. Dos 12 presbíteros, nove
cooperou na sede, em Campina Grande.
Os Pastores do Ministério de Campina Grande eram os seguintes:
José Apolônio da Silva – Campina Grande;
Antônio Ferreira de Lima – Pombal;
José Paulino da Silva – Picuí;
Manoel Ribeiro – Ingá
Ponciano Cardoso – Catolé do Rocha;
Waldemir Ferreira – Boqueirão.
A Igreja até 1974 na administração do pastor Apolônio contou com 3.288
membros em comunhão, dos quais 1.188 na cidade de Campina Grande. Os
membros mais antigos da Igreja na época do pastor Apolônio, são os irmãos
Ângelo Ferreira, João Ferreira, Dalva Soares Lira, Sidonia Quintiliano, Antonia
Barbosa e Maria Madalena.
A Assembléia de Deus em Campina Grande possuía 29 templos próprios,
dos quais 9 na sede. Constava ainda em seu patrimônio imobiliário, seis casas
pastorais e vários terrenos.
Os presbíteros da Igreja eram os irmãos Francisco Pacheco de Brito (o
mais antigo), Sebastião da Costa Lima, Manuel Martins de Lima, Francisco
Cavalcanti, João Batista, João Raimundo, João Benedito, Leonel Barbosa, José
Darís, Manoel Ferreira, Edvaldo Ângelo do Nascimento e Hermes Bezerra.
No seu orçamento, a Igreja dispunha de uma verba para ajudar às viúvas
e pessoas desamparadas e também para auxílios funerais.
A mocidade sempre dinâmica era considerada como uma das colunas da
Igreja, servindo com prazer ao lado de outras organizações laboriosas como os
corais, conjuntos e banda de música.
Através da mocidade, teve a Igreja participação nos grandes
acontecimentos da cidade tais como as comemorações do Centenário, do “Dia
da Independência” do “Dia da Bíblia”. Em agosto/setembro de 1966, 1967 e
1968, realizou festas de confraternização com as co-irmãs da Paraíba e Estados
vizinhos, as quais se inscreveram entre as maiores festas, do gênero, havidas
na região.
E foi ainda a mocidade que organizou, por várias vezes, exposições
bíblicas, tendo chegado a manter um jornalzinho que marcou época: “O
Vigilante”. Foram 18 anos o seu pastorado na Igreja em Campina Grande e
transferiu-se para São Paulo.
Na gestão do Pastor Apolônio faleceu o Presbítero Manoel Francisco Dubú
em 09 de maio de 1971, aos 89 anos de idade. Querido por todos, era
considerado o Presbítero de Honra da Assembléia de Deus. No seu coração não
havia ambição por posições eclesiásticas na igreja.
Sua morte se deu naturalmente, conta o Pr. Pacheco que o irmão Dubú,
como era mais conhecido, morava num quarto atrás da Casa Pastoral e, no dia
anterior a sua morte, não apresentava aparentemente nenhum problema de
saúde, e assim, participou dos trabalhos normalmente, apesar da idade
avançada.
Para surpresa de todos, no dia seguinte o irmão Dubú não saiu do seu
quarto, fato que causou espanto a todos, pois não era seu costume. Chamaram
então o Pastor da Igreja e disseram-lhe que o irmão Dubú não havia saído do
quarto até àquela hora, então, pastor Apolônio chamou o pastor Pacheco, que
logo subiu no telhado por uma escada e afastando algumas telhas, viu que o
irmão Dubú estava sentado na sua cama e com a cabeça enclinada para o
espelho da cama, então desceu e junto com alguns irmãos arrombaram a
porta, foi aí que se deram conta que o irmão Dubú havia falecido.
A este homem que Deus usou para que o evangelho pudesse chegar até
nós, nossas mais sinceras homenagens. Da mesma maneira como as suas
obras estão eternamente diante de Deus, possamos Ter em nosso coração a
eterna gratidão ao irmão Dubú por Ter se doado a causa do Senhor e, que seu
exemplo seja seguido por todos nós e a sua vida seja imortalizada nas páginas
desse livro.
MISSÕES NO EQUADOR

Ainda na gestão do Pr Apolônio o primeiro missionário da Assembléia de


Deus em Campina Grande fora enviado para missões transculturais.
Nas próximas linhas o relato e a descrição de como foi a preparação para
o envio, desde a sua chamada passando pela manutenção até o seu retorno,
fora contado pelo próprio missionário, Pastor Jeová Timóteo. Deixar registrado
essa parte da história da igreja além de nos abençoar, fará com que muitos
irmãos e irmãs que tem chamada missionária sigam em frente, na convicção
da fé para o qual Deus chamou, e mostrar-lhes que tudo é possível naquele
que crê e que Deus é maravilhoso e se responsabiliza por aqueles que
renunciam a sua vida para viver a dele. Como diz o próprio Pr. Jeová “Falar de
Missões no Equador, é falar de vidas, da minha vida e de tantas pessoas que
fazem parte desta história”.
Pastor Jeová Timóteo de Oliveira Filho, nasceu em 11 de abril de 1946 e se
converteu ao Senhor Jesus Cristo em Jaboatão, Pernambuco, em 1963. Casou-
se com a irmã Ivanilda Conceição de Oliveira, nascida em 28 de abril de 1946,
tiveram três filhos: Johnson Dawson Timóteo de Oliveira, Johnny Dowel Timóteo
de Oliveira, e posteriormente já no campo missionário, nasceu a jovem Janny
Kezia Timóteo de Oliveira.
Em 1964 veio para Campina Grande onde se tornou membro da
Assembléia de Deus, ao se converter estabeleceu dois alvos que os realizou
desde os primeiros dias em que se converteu: dar seu testemunho nos círculos
de oração e nos cultos do Domingo à noite, para o irmão Jeová isso era tudo, a
felicidade era muito grande com o que Deus havia feito na sua vida. Em 1974
foi escolhido para dirigir a congregação do bairro de José Pinheiro, conheceu o
irmão Ângelo e a Luzia Emilia, que os considerou como seus pais, e quem os
conheceu sabe que a criação era severa, mas plena de amor e santidade, logo
após, se tornou dirigente da congregação da "Liberdade" era tudo o que
queria. Apesar da vida simples se considerava um homem rico e privilegiado
pelas dádivas do Senhor Jesus.
Feliz e próspero, era assim que se considerava irmão Jeová, além de
dirigente da Congregação da Liberdade, tinha uma linda família. Trabalhou
duro durante 17 anos para construir uma independência financeira, ter sua
casa própria, seu carro, e não dever a ninguém. No seu trabalho secular tinha
uma clientela fiel que apreciava o seu trabalho, e não foi fácil chegar até ali.
Em todo o Brasil nas Assembléias de Deus só se falava em Missões, o
Pastor José Apolônio convidou então o Pastor Isaque Martins para vir a
Campina Grande falar sobre Missões e dar a Igreja uma visão do que era isso,
até então, não se falava em enviar missionário, nem em Secretaria de missões,
a visita era só para trazer uma palavra à Igreja, durante o culto foi dada a
oportunidade para um Missionário que iria para o Japão dizer algumas palavras.
Deus usou o homem poderosamente, no final da mensagem ele tirou o relógio
do pulso pediu para que colocassem sobre a mesa no sub-púlpito e ofertou
para a "Secretaria de Missões", mas não existia Secretaria alguma, porém em
poucos minutos toda a Igreja estava indo à frente para dar a sua oferta, a irmã
Juracy Farias foi a 1a contribuinte com uma oferta de mil cruzeiros mensais
(algo como uns cinco salários mínimos), irmão Jeová ofertou o seu relógio e
também estava lá no sub-púlpito contando as ofertas juntamente com outros
diáconos (um ano depois, soube que uma irmã de Abreu e Lima havia olhado
para ele e perguntado a Joeci Farias, quem é aquele irmão que está contado as
ofertas? Joeci respondeu: "é o irmão Jeová", então ela disse: aquele será o
vosso missionário). Assim teve início a Secretaria de Missões na Igreja
Assembléia de Deus em Campina Grande.
Sempre com o hábito de estar nos Círculos de Oração ainda que fosse por
alguns minutos, se encontrava no Círculo da Oração no Bairro de Santa Rosa,
sentado no último banco, quando Deus usou a dirigente do Círculo da Oração e
disse: "meu servo tenho te escolhido desde o ventre da tua mãe para que
leves a minha palavra a outros povos, te levarei para terras distantes, tenho
muitas ovelhas ali te esperando para que as alimente com a minha palavra",
esta palavra veio ao seu coração como uma bomba, passou o resto do culto
pensando: “foi para mim, não, não foi, foi, não pode ser eu não quero sair de
Campina Grande para lugar nenhum, não quero sair da minha Igreja, e o meu
trabalho? Eu gosto do que faço”, por fim o culto terminou, na oração final a voz
bradou alto, pela mesma irmã: "homem eu não sou homem para que minta, eu
te disse que te levarei para terras distantes e vou fazer, dar-te-ei uma prova
em tantos dias te darei o dom de profecia" guardou aquilo como um segredo
não contou nem para sua esposa, no íntimo desejava que não se cumprisse,
quarenta dias depois estava na casa do irmão Herculano (havia um culto
autorizado pelo pastor) estava ali só por alguns minutos, estava a caminho do
SESC onde iria fotografar (sua profissão era fotógrafo), subitamente ficou de pé
e disse: nunca te deixei e nunca te desamparei, falava para a irmã Creuza
Bezerra, que estava dando um testemunho e se lamentava muito, sentou-se
tentando engolir aquelas palavras. Depois desse dia Deus começou a falar com
o irmão Jeová no seu laboratório, muitas vezes, a Sua glória encheu aquele
lugar e parava de trabalhar para ouvir Deus falar.
Num Congresso em Natal, junto com o Pr. Apolônio, uma missionária
ministrava a Palavra e finalizou chamando os jovens para vir à frente parar orar
por eles, quando estava de olhos fechados sentiu que um par de mãos pousava
sobre a sua cabeça, era a missionária, profetizando e falando as mesmas
palavras que Deus havia falado quando estava sozinho no laboratório e
acrescentou: “Tu duvidas? Crê. Eu farei uma grande obra e nada vai te faltar”.
Assim irmão Jeová não teve mais dúvidas, embora o Pr. Apolônio também
tenha escutado a profecia, não falaram nada durante a viagem de regresso,
passado mais alguns meses, veio na igreja o Pr. Antonio Gilberto, para o qual
contou o que estava acontecendo e por seu conselho procurou o Pr. Apolônio a
quem contou tudo, não foi fácil; apesar de sempre falar aos líderes sem
dificuldade, gaguejou, o seu assento havia ficado pequeno e se revolvia sobre
ele até que de uma vez a voz saiu e ele disse: eu sou o homem, Pr. Apolônio se
inclinando para trás e rindo muito disse; “isto eu já sabia, convocarei uma
reunião do ministério para Segunda-feira a fim de tratar o assunto’’, tempos
depois, soube que nesta reunião o seu nome fora indicado por unanimidade -
Deus é fiel”.
Foi ordenado Ministro do Evangelho em janeiro de 1978, em seguida com
o ardor da chamada no coração começou a tomar as primeiras providências
para viajar imediatamente, não sabendo o que vinha pela frente, passou a
vender seus equipamentos profissionais, passou a sua clientela para um
fotógrafo amigo seu e presenteou o restante dos equipamentos a outro amigo,
que enquanto recebia os objetos disse: "tenho pena de você" perguntou-lhe:
“por quê?” Respondeu: "porque você passou quinze anos para adquirir estas
coisas e agora está vendendo, presenteando, largando tudo", respondeu-lhe:
“não tenha pena de mim, eu vou fazer a obra de Deus, Deus me escolheu para
isto”, o outro fotógrafo mais ousado, perguntou-lhe: "isso dá dinheiro?” Então
lhe respondeu da mesma forma: “eu não vou para ganhar dinheiro, estou indo
fazer a obra de Deus”. Nesse ano não matriculou seus filhos na escola,
esperava viajar imediatamente, porém a viagem não acontecia, o dinheiro
começou a acabar, vendeu o carro e usaram o dinheiro para sobreviver, o
dinheiro acabou, vendeu todos os móveis com a promessa de entregar quando
viajasse este dinheiro também acabou só tinham a casa, essa ele não vendeu
(não sabia que cinco anos após iria vendê-la pelo mesmo motivo: sobreviver),
em Setembro de 1978, a Secretária de Missões começou a dar uma pequena
ajuda.
Depois da despedida em Campina Grande com o templo repleto e o culto
cheio da Unção do Espírito Santo, e também na Assembléia de Deus em Abreu
e Lima, quando todos os irmãos emocionados acenavam com lenços brancos
cantando: “Vai missionário, vai...” Muita emoção e lágrimas.
A irmã que um ano antes havia apontado para Pastor Jeová e dito a Joecí:
"aquele é o vosso missionário" nessa ocasião de adeus ela disse com alegria:
"O meu Deus é fiel”. E assim, depois de tantas alegrias, lágrimas e abraços,
finalmente, Pastor Jeová e sua família chegaram a Quito capital do Equador.
Foram recebidos carinhosamente no aeroporto pelos companheiros Lira, Isaias,
e Onildo, que logo os abrigaram com casacos e gorros, pois a temperatura
estava em 14º C, no culto à noite foram recebidos pela Igreja em Quito, que
perfazia um total de 12 pessoas. Seu primeiro choque foi quando soube que o
missionário estava ali há três anos, ficou inquieto quando calculou que a média
estava de quatro conversões por ano, e pensou consigo: “meu Deus o que é
isto? O povo frio, apático, tão diferente das despedidas no Brasil”, mas fiquei
calado e pregou o melhor que pode naquela noite, a temperatura desceu muito
e começaram a sentir a diferença.
Apesar dos cultos se tornarem mais fervorosos sabia que ali não era seu
lugar. Uma das pessoas que voltaram para a Igreja foi a jovem Patrícia
Gavilanes que fora batizada com o Espírito Santo quando estava pregando,
grande foi sua alegria naquele momento.
Quando um missionário vai para o exterior é preciso regularizar sua
situação no país de permanência e quando o Pastor Jeová começou a
providenciar seu visto de permanência, então começaram os desafios. Ao
entregar sua documentação o Departamento de Estrangeiros do Governo disse
que estava tudo errado e recusou toda a sua documentação, mesmo alegando
que havia entregado seus documentos no consulado equatoriano no Rio de
Janeiro, nada adiantou, o diretor da emigração o expulsou de sua sala dizendo:
"está encerrada a entrevista", quando tentei insistir, ele gritou: "está
encerrada a entrevista", procuraram então a polícia federal e conseguiram um
visto para mais três meses. Nesse intervalo enviaram sua documentação para
o Pastor Túlio Barros, então Presidente da Secretaria de Missões das
Assembléias de Deus no Brasil, passado os três meses os documentos estavam
de volta com as assinaturas, mas sem os selos e outras exigências, procurou o
Departamento de Estrangeiros para entregar a documentação e novamente
estava tudo errado, o funcionário do alto escalão gritou: "você está ilegal no
meu país, não lhe dou um dia, saia do meu país", ainda tentou argumentar,
mas ele o expulsou da sala. Saiu dali arrasado, muito triste, de ônibus foi até o
centro onde deveria pegar outro ônibus, atravessando uma feira-livre falava
com Deus no seu coração e dizia-lhe: “Deus tu me mandaste aqui para pregar
o evangelho e agora estou ilegal no país, se a polícia federal me encontrar me
bota em um hotel e me manda de volta”, neste momento o Espírito Santo veio
sobre ele, o levantou do chão e num pulo sua boca gritou: EU SOU O QUE SOU!
Sentiu-se naquele momento ridículo pensando nas pessoas ao redor. Foi para
casa de Isaias, seu companheiro, e ele perguntou: "e aí, como foi?" Contou-lhe
tudo menos o pulo, e ele afirmou: "vamos fazer uma oração agora para Deus
cegar aqueles homens da estrangeria, você quer orar?" e lhe respondeu: “eu já
orei para Jesus curar, mas vamos orar”, oraram e no dia seguinte foram
novamente ao Departamento de Estrangeiros com a mesma documentação,
Deus teria que cegar um monte de gente até os documentos chegarem as
mãos daquele homem que o expulsara, e ele assinar o visto. Os documentos
deram entrada de forma normal recebeu o protocolo e deveria voltar após oito
dias, uma semana depois estava no Departamento de Estrangeiros para
receber o Visto, entregou o protocolo ao funcionário e lhe entregou um
envelope contendo os documentos, depois de caminhar um quarteirão abriu o
passaporte e lá estava: QUATRO ANOS DE VISTO, o Espírito Santo veio sobre
Pastor Jeová como na outra vez, deu um pulo e ouviu sua boca dizer: EU NÃO
TE DISSE QUE SOU O QUE SOU! Aleluia, glória a Deus!
Fora lhe oferecido a Igreja de Quito para pastorear, mas recusou porque
não sentia orientação de Deus para aceitar. Os companheiros de todos os
modos tentaram persuadi-lo a não ir embora, os irmãos da Igreja diziam:
"quedate con nosotros, no te vaias" um amigo íntimo da Igreja Aliança
Missionária, disse: "Pr. Timóteo no te vaias quedate con nosotros”. Foi difícil,
duro, mas no interior Deus dizia: "o seu lugar não é aqui".
Depois destes acontecimentos, finalmente a obra foi iniciada em Cuencas,
cidade do interior do Equador, pelo Pr Jeová Timóteo e sua família e grandes
coisas Deus fez naquele lugar através dos seus servos que ali estiveram
pregando a Palavra de Deus. Milagres começaram a acontecer, vidas se
entregavam a Jesus, estratégias de Deus eram reveladas como, por exemplo, a
conversão de um jovem chamado Osvaldo, casado, que se encontrava
confinado a sua própria residência porque tinha medo de sair de casa, o
missionário então foi convidado pela irmã Tereza para ir até lá pregar o
evangelho e orar por ele, ao chegar, pregou o evangelho ele aceitou a Jesus e
quando o Pr. Jeová foi orar percebeu que havia um gravador em cima da mesa
e o jovem queria gravar a oração do missionário, apesar da relutância do Pr.
Jeová para que o mesmo não gravasse, até o momento sem entender o que
Deus estava preparando, o jovem insistiu e gravou toda a oração do Pr. Jeová
Timóteo. Essa fita com a oração gravada foi a estratégia de Deus para alcançar
os parentes daquele jovem, pois ele era novo convertido e não sabia
evangelizar, então, quando alguém chegava em sua casa ele chamava a
pessoa e dizia: “escuta aqui a oração desse brasileiro”, e assim a pessoa
aceitava a Jesus através daquela oração, diversas pessoas daquela família
foram alcançadas através da fita. Logo no primeiro ano Deus batizou com o
Espírito Santo
Deus fez verdadeiros milagres naquela cidade. Podemos perceber quão
viva é a Palavra de Deus e poderosa para transformar homens e mulheres
independente de posição social, cor, raça, crença, cultura, etnia.
A adaptação a cultura foi um processo mais lento, mas Deus foi dando
Graça ao missionário e sua família. No começo ainda na capital Quito levou
alguns choques transculturais ao chegar ao comércio local e comprar
mantimentos e outras necessidades básicas percebeu que a forma de
comercializar era bastante diferente do jeito brasileiro, e Deus fez entender
que ele estava ali não para levar a cultura brasileira, a mensagem brasileira,
mas para levar a mensagem do evangelho do Senhor Jesus Cristo que é
poderosa para transformar, batizar, regenerar, e isso foi alcançado, Louvado
Seja Deus. Deus levantou Gonçalo Cajion e Júlio Abiler para avalizar o Pr. Jeová
na hora de comprar no comércio local e alugar imóveis, e isso foi de grande
ajuda para o missionário.
Foram quatro anos e dez meses no campo missionário e nunca faltou
nada, Deus sempre supriu suas necessidades, A igreja de Campina Grande
nunca atrasou o pagamento, e o dinheiro era enviado através de um
missionário sueco, na Suécia, por na época não ser possível enviar
diretamente. O uso do dinheiro era para manter a sua família e a igreja, e o
todo o patrimônio adquirido ficou para a igreja local, todavia, essa não foi a
maior alegria, como diz o próprio pastor Jeová, a maior alegria foi ver milhares
de pessoas vazias serem alcançadas pelo evangelho de Jesus Cristo. A Escola
Dominical no início foi difícil porque trabalhavam no domingo, porém Deus fez
um milagre e a Escola Dominical chegou a contar com 100 alunos matriculados
e sem nenhuma ausência, porque grande era fome espiritual. Fica o
agradecimento a todos quantos mantiveram e ajudaram o Pr. Jeová e sua
família a levar o evangelho do Senhor Jesus naquele país, a semente foi
plantada e até hoje o Reino de Deus colhe os frutos daquela Seara.
“Até aqui nos ajudou o Senhor”. (1 Samuel 7.12)
“Grandes coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres”. (Salmo
126.1)
ATUAL GESTÃO

Nasceu na árida região do Cariri paraibano, na cidade de São João do


Cariri, em 1916, vindo de uma família humilde, com 06 irmãos, órfão de pai,
logo cedo, mudou-se para Campina Grande, em junho de 1936, ficando na casa
de seu tio por algum tempo na Rua Otacílio de Albuquerque. Ainda moço, teve
a felicidade de conhecer e aceitar o Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo,
na Assembléia de Deus, localizada na antiga Rua das Areias, hoje, Pres. João
Pessoa. Estamos falando do amigo, irmão e pai – Pastor FRANCISCO PACHECO
DE BRITO.
Pastor Pacheco, como é mais conhecido, é casado com a irmã
Albertina de Lima Brito, desde 21 de dezembro de 1939, resultando
dessa união 10 filhos, a saber: Pr. Emídio Brito, Pr. Inácio Brito, Ev.
Davi Brito, Levi Brito, Valtair Brito, Pacheco Brito Filho, Haglair Glaine
Brito, Haglauri France Brito (Alda) (in memorian), Haglaci Glória Brito
(Cici), Albertina Brito (Berta), 28 netos e 06 bisnetos. Irmã Albertina
Brito foi uma das fundadoras do Círculo da Oração em Campina
Grande.
O Pastor Pacheco se converteu ao evangelho em abril de 1939, em 04 de
agosto do mesmo ano desceu as águas batismais fazendo parte do corpo de
Cristo. Numa vigília realizada na granja de José Benone recebeu o batismo com
o Espírito Santo, fato esse ocorrido em 01 de Fevereiro de 1941. Sua vida de
dedicação ao serviço do Senhor para daí não mais voltar, foi quando o
ministério da igreja o separou para o diaconato em 30 de novembro de 1943,
após seis anos de dedicação e serviço na casa do Deus como bom serviçal do
reino, Deus o chamou para o santo ministério da Palavra, consagrando-o a
presbítero em 03 de outubro de 1949, como presbítero assumiu por diversas
vezes a presidência da Igreja, mas nunca se deixou levar pela ambição ao
poder, e após 35 anos ministrando a Palavra como bom despenseiro da casa
do Senhor, levando a todos a mensagem salvífica do Nosso Senhor Jesus Cristo
na cidade de Campina Grande, bem como nas outras cidades do interior do
Estado da Paraíba, Deus o chamou para o pastorado em 22 de janeiro de 1984,
em solenidade realizada no templo central da Assembléia de Deus, já na Rua
Antenor Navarro, sob as mãos do pastor José Leôncio da Silva, da cidade do
Recife, Pernambuco.
Passou-se 26 anos até se cumprir a profecia da irmã Luiza Silvestre,
esposa do saudoso Pr. Silvino Silvestre, de que o Pastor Pacheco seria o Pastor
da Igreja Assembléia de Deus em Campina Grande. Assim, em 08 de Junho de
1986, após a saída do pastor Apolônio, assumiu o pastorado da Igreja
definitivamente.
Antes, porém de assumir a presidência da igreja em junho de 1986, no
mês de maio do mesmo ano, pastor Pacheco teve uma das maiores alegrias de
sua vida, como também a realização de um de seus sonhos, que era visitar
Israel, os lugares por onde Jesus passou.
Este sonho se tornou realidade quando o pastor Pacheco aos 70 anos
pisou pela primeira vez em terras históricas da Bíblia. Vindo de um roteiro pela
Europa, Grécia, Egito, chegou a Jerusalém num fim de tarde e, da janela do
hotel de onde se avistavam as portas da cidade antiga, não conteve a emoção
e chorou ao entoar o hino 461 da Harpa Cristã que diz: “Jerusalém por Cristo é
contemplada”.
Seguiram-se os dias de peregrinação por todos os lugares históricos de
Israel, o pastor incansavelmente percorreu todas as trilhas, foi à manjedoura,
local onde Cristo nasceu, ao lugar onde foi celebrada a última ceia, subiu no
Monte das Oliveiras, conheceu o rio Jordão, lugar onde Cristo fora batizado por
João Batista, e, fez também o mesmo percurso de Cristo rumo ao calvário;
embora hoje muito estilizado, o comércio frenético, parece até, que Cristo
nunca passou por ali tão amargurado, conta pastor Pacheco. A cidade de
Cafarnaum foi o lugar preferido do pastor, porque ali foi o lugar onde ocorreu o
primeiro milagre de Jesus descrito na Bíblia Sagrada, a transformação da água
em vinho. Era tudo muito emocionante, mas um lugar chamou a atenção: o
lugar que Jesus ensinou os discípulos a orar, dando-lhes o exemplo do “Pai
Nosso”. Hoje está escrita em todas as línguas mais faladas no mundo, a oração
do “Pai Nosso”. Não menos emocionante foi a visita a Corinto, onde o pastor
posou para uma foto no mesmo local onde o apóstolo Paulo pregava aos
Coríntios (hoje, só ruína).
Todo o roteiro foi maravilhoso, sob as bênçãos e promessas de Deus, pois,
em sua Palavra está escrito, “O desejo dos justos, Deus o cumprirá”,
Provérbios 10.24b. O pastor retornou ao Brasil rejuvenescido por ver e sentir
de perto a emoção de estar no lugar onde nasceu, viveu, morreu e ressuscitou
Jesus Cristo, o nosso Salvador.
Desde que assumiu a presidência da Igreja, o Espírito Santo de Deus
inspirou o pastor com as estratégias e métodos que deveria ser utilizados para
o cumprimento do que Deus havia de realizar através dos seus servos. O
Espírito Santo o maior agente de missões para dinamizar o trabalho de
evangelismo e missões em Campina Grande, na Paraíba, no Brasil e no mundo,
preparou o seu humilde servo para essa tão grande missão
Nunca desprezou o setor educacional cristão. Deu apoio e sua contribuição
a Escola Bíblica Dominical, Cursos Bíblicos, Palestras, Seminários, Simpósios,
etc.
O Departamento do Círculo da Oração criado pela irmã Luiza Silvestre,
esposa do Pr. Silvino, de saudosa memória, tem recebido sempre a atenção
especial do Pr. Pacheco, devido ser um departamento de grande valor
espiritual. Através das orações de irmãs abnegadas e que estão sempre
dispostas a combater em oração pelo ministério da Igreja é que a igreja vem
vencendo e superando todos os obstáculos desta vida, e assim, preservando a
verdadeira doutrina bíblica sem se deixar levar pelas inovações do presente
século. A batalha espiritual enfrentada pela igreja diuturnamente só é vencida
através da oração.
Nesse momento, rendemos nossas homenagens à irmã que marcou a
história do Círculo da Oração. Sua simplicidade e simpatia marca sua
personalidade. Dedicada na obra do Senhor, conselheira, sempre incentivou,
ajudou, cooperou com as irmãs mais jovens para sempre fazer o melhor. Criava
jograis e poesias que marcou o coração dos irmãos, por que todos eram
regados pelas horas de oração que passava para realizar quaisquer tarefas
dentro da igreja. Que fique registrado à sua memória em todos aqueles que a
conheceu, ouviu e/ou leu seus escritos, a nossa querida e inesquecível irmã
Isabel Confessor, que passou para o Senhor e nos deixou saudades pelo seu
testemunho de vida em nosso coração.
Continuando na sua missão outorgada por Deus, estruturou a Escola de
Educação Teológica das Assembléias de Deus no Brasil – EETAD,
disponibilizando duas salas exclusivas para o núcleo desenvolver suas
atividades pedagógicas. Hoje a EETAD, ultrapassa os cem alunos, dividido em
02 sub-núcleos. Conta com sistema de audiovisual, biblioteca, videoteca, sala
com ar condicionado, bebedouro elétrico, linha telefônica exclusiva, fax.
Realizou três formaturas, formando mais de 70 alunos, e em parceria com o
Departamento da Mocidade desenvolveu atividades como palestras,
seminários e encontros que levaram ao enriquecimento intelectual e espiritual
dos membros e líderes da igreja.
Não podemos deixar de registrar que o Departamento Infantil e da
Mocidade tem recebido total e especial assistência do pastor e dos demais
membros do ministério, bem como o Departamento Musical, como: Bandas,
Corais e Conjuntos. Atualmente contamos com 03 bandas musicais, 08 corais,
e, 56 conjuntos de mocidade, que conta com aproximadamente mais de 1500
jovens. A Banda de Musica Silvino Silvestre do Templo Central completou em
2002, 50 anos de existência.
O Departamento da Mocidade através dos seus Líderes, que passaram por
esse departamento, fez com que a mocidade de Campina Grande crescesse
sadia espiritualmente falando, sem trazer maiores problemas para seu pastor.
Destacamos aqui a passagem do pastor Inácio Brito que durante muitos anos
esteve a frente do departamento, deixando-o somente quando formou o seu
sucessor, demonstrando o verdadeiro papel de um líder. Todos que passaram
pelo departamento foram homens levantados por Deus para que pudessem
dinamizar o trabalho com a mocidade. Estes irmãos incansavelmente
realizaram congressos, palestras, encontro de líderes, encontro sobre missões,
cultos de avivamentos como o Pentecostes, que todos os anos no dia 24 de
Junho mais de 800 jovens se reúnem com o objetivo de buscar o avivamento
espiritual. Tem promovido cursos de aperfeiçoamento, como: Curso de
Regência e Técnica Vocal, Curso de Espanhol, Curso de Oratória, Curso de
Liderança, etc. procurando sempre qualificar os jovens a manejar bem a
Palavra de Deus, conforme Paulo orienta a Timóteo em suas epístolas.
Através de uma reestruturação na forma administrativa, puderam
melhorar o contato com os líderes de mocidade das congregações através da
divisão das responsabilidades, introduzindo coordenadores de áreas, que
atualmente conta com oito coordenadores.
Assim vem crescendo a Igreja em Campina Grande, pois a gestão do
pastor Pacheco tem sido marcada por noites de oração na presença de Deus.
Suas decisões são sempre consultadas primeiro ao Senhor Jesus Cristo.
Homem conhecedor da Palavra de Deus, por isso, íntegro, honesto
irrepreensível em toda sua maneira de viver.
Como pastor exerce com serenidade a sua liderança, é sensível aos
diversos problemas do seu rebanho, é acessível a todos que o procuram, mas
rígido quando necessário.
Poderíamos dizer muito mais do pastor Pacheco, pois ao longo dos seus
bem vividos 87 anos e 64 de crente, nunca perdeu um culto, uma Escola
Dominical, a não ser por motivo superior.
É de uma disposição incomum, daí, a razão do desenvolvimento
da Igreja, pois como diz o salmista: “Grandes são as obras do Senhor,
procuradas por todos os que nelas tomam prazer.” Salmo 111.2.
SECRETARIA DE MISSÕES

Com a chama missionária ardendo no seu coração pastor Pacheco


procurou imediatamente estabelecer com toda infra-estrutura a Secretaria de
Missões e Jubilamento para através dela dar todo o apoio necessário aos
missionários, principalmente, os do interior do Estado, sendo assim em 1993
após reunião com o ministério decidiu oficializar a Secretaria da forma como a
conhecemos hoje criando os Cargos de 1º e 2.º Secretário de Missões. No
princípio não havia um local reservado para essa atividade, nem muito menos
mobília e outros materiais necessários para o desenvolvimento da mesma,
porém com o decorrer dos anos tudo foram se ajustando e hoje temos graças a
Deus uma Secretaria com toda infra-estrutura para aqueles que buscam
informações missiológicas em geral.
Através da Secretaria Deus tem feito verdadeiros milagres no campo
missionário. O interior do Estado da Paraíba por causa da seca se torna uma
região muito difícil de viver, porém, Deus tem levantado homens abnegados
que não se intimidam com as dificuldades e têm levado a Palavra de Deus aos
mais recônditos lugares deste Estado. Para estar a frente da Secretaria Deus
levantou o Evangelista Pedro Tadeu de Souza Maia, esse homem que
incansavelmente tem procurado executar a obra missionária de maneira
consistente e permanente. Pedro Tadeu como afirma alguns é um sonhador
por missões, seu desejo é ver os pastos que estão brancos serem ceifados por
homens e mulheres levantados por Deus e para isso tem realizado grandes
eventos de conscientização missionária e executado projetos totalmente
ousados, mas com resultados incalculáveis. Através dele com todo o apoio do
pastor Pacheco tem abertas dezenas de outras Secretarias de Missões pelo
interior do Estado. Defensor fervoroso da obra missionária implantou diversos
programas que estão sendo executados pela igreja atualmente: Equipe Mãos
Dadas, Jornal Mãos Dadas, Cofrinho Missionário, SOS obreiro, Campanha da
Bicicleta, Campanha da Kombi, Grupo Familiar e os Agentes de Missões que
tem como alvo desenvolver uma conscientização missionária nas
congregações. Através da Secretaria a Igreja já acolheu mais de 30
missionários enviados de várias partes do Brasil, nesses últimos dezessete
anos à frente da presidência, entre elas destacamos Paraná, Santa Catarina e
Belém do Pará. Adotamos missionários fora do Brasil, como nossa irmã Rita de
Cássia Rivera que partiu de Campina Grande para Sucre/Bolívia, bem como a
nossa irmã Elisabete Braga que renunciou tudo para fazer a obra de Deus ali
no Paraguai, na cidade de Caazapá, ambas desde 1997 que vem sendo
acolhida pelo ministério de Campina Grande; temos também na Ucrânia 5
(cinco) missionários adotados que está sob os cuidados do Pastor Paulo
Eduardo. Em janeiro de 1993 foi criada a Equipe de Evangelismo pessoal e em
Massa - Mãos Dadas, com a finalidade única de dar apoio estrutural
evangelístico aos obreiros pertencentes ao ministério da Assembléia de Deus
de Campina Grande. No início eram integrantes basicamente a Equipe
Voluntários da Fé e outros jovens da mocidade local. Com a expansão do
trabalho foi necessários agregar mais irmãos e assim foram integrados jovens
das congregações do Jeremias e Alto Branco. Atualmente com
aproximadamente 80 componentes e 15 departamentos, oriundos de mais de
20 congregações existentes em Campina Grande. A Equipe Mãos Dadas teve
que alargar sua área de atuação devido a tantos pedidos que já ultrapassou
fronteira do nosso Estado.
A denominação EQUPE MÃOS DADAS, foi resultante dessa união de forças,
nascida no coração dos irmãos que num exemplo de espírito fraterno, unem-se
voluntariamente em alguns dias de cada mês para desenvolverem esse
trabalho para o Senhor. Hoje atua em diversas áreas, tais como: evangelismo,
ensino, assistência social, informação e treinamentos. Para a realização de
toda essa tarefa Deus tem levantado mantenedores para que essa equipe
cheque ao objetivo traçado. Essas são as atividades desenvolvidas pela Equipe
Mãos Dadas: Cruzada Evangelística Jesus, a única esperança, Cruzada
Evangelística Campina para Cristo, Treinamento para Líderes, Curso de
Orientação para professores da Escola dominical (COPED), Treinamento e
Implantação de Grupos Familiares, Jornal Mãos Dadas (1996), Evangelismo
Pessoal em Feiras Livres, Evangelismo Pessoal em locais comerciais e
turísticas, Videoteca e Biblioteca Mãos Dadas, Programa Radiofônico Missões o
desafio de Deus para você, Programa Evangélico de Apoio a Criança Carente
(PEACC), Programa S.O.S Obreiros, Distribuição de literaturas, Aperfeiçoamento
teológico e Estudos bíblicos, seminários e palestras. Também em 1993 iniciou
um trabalho inovador na igreja, o evangelismo nos lares, o qual foi denominado
de Grupos Familiares que conta hoje com mais de 90 grupos espalhados por
todos os bairros. Trabalho esse de resultados fantásticos e que muito
contribuiu para o crescimento da igreja. O Grupo Familiar é coordenado pelo
Evangelista Antônio Carlos dos Santos.
OBRAS REALIZADAS

Para registrar o seu desempenho como bom administrador da Casa do


Senhor, descrevemos, a seguir, as obras realizadas na sua gestão, bem como
os demais bens adquiridos para o engrandecimento da Obra do Senhor, aqui
na terra, e o bem estar e o conforto do povo de Deus, enquanto aqui estiver
esperando o grande dia do Senhor.

Principais realizações da Assembléia de Deus em Campina


Grande, durante a gestão do Pastor Francisco Pacheco de Brito:

Construção do Edifício Pr. Francisco Pacheco de Brito, com 04


andares, 01 elevador (ainda não instalado), duas escadas de emergência, no
térreo, Recepção, Gabinete Pastoral, Gabinete do Vice Presidente, Secretaria,
Contabilidade, Secretaria de Missões, Biblioteca, Departamento do Círculo da
Oração, Departamento da Mocidade, Departamento da Escola Bíblica
Dominical, almoxarifado; no 1.º piso, 01 refeitório com capacidade para 100
pessoas sentadas, e, 02 apartamentos, 01 suíte. 2.º piso, Secretaria do
Departamento Infanto Juvenil, 04 salas de aula, 01secretaria da EETAD, 01
Departamento da Banda musical, 02 banheiros. 3.º piso, casa pastoral, com
02 apartamentos pastorais, 01 suíte para casal, 02 quartos para família, 01
WC, 02 salas de estar, 01 copa, 01 cozinha, 01 dependência de empregada, e,
01 casa da zeladoria com 02 quartos, 01 cozinha, 01 sala, e, 01 banheiro. 4.º
piso, 01 auditório com capacidade para 115 pessoas sentadas, 01 dormitório
com capacidade para 50 beliches, e, 01 banheiro coletivo.
Construção do templo das seguintes congregações na cidade de
Campina Grande:
Alto Branco, Belo Monte, Bodocongó, Bodocongó III, Catingueira,
Cachoeira, Ceasa, Cuités, Cidades, Cruzeiro, Fap, Ipep, Liberdade, Jardim
Borborema, Jardim Continental, Jardim Europa, Jardim Horizonte, Jardim
Panorâmico, Jardim Paulistano, Jardim Serrotão, Jeremias, José Pinheiro,
Malvinas I, Malvinas II, Monte Santo, Mutirão, Novo Bodocongó, Pedregal,
Pedregal II, Ramada, Ressurreição, Rosa Cruz, Santa Rosa, Santo Antônio,
Tambor, Três Irmãs, Várzea Grande, Vila Cabral de Santa Terezinha.
Abertura de congregações que funcionam em locais alugados:
Catolé de Zé Ferreira, Catolé I, Catolé II, Catolé III, Catolé IV, Centenário,
Conceição, Dallas, Dinamérica, Distrito dos Mecânicos, Jardim Quarenta, Jardim
Verdejante, Monte Santo II, Monte Santo III, Nova Brasília, Novo Horizonte II,
Promorar, Quarenta, Rosa Mística, Severino Cabral, Vila Cabral de Santa Rosa,
Vila dos Teimosos, 24 de Maio.
Aquisição de terrenos nos seguintes bairros: Catolé, Cuités,
Dinamérica, Distrito dos Mecânicos, Santa Rosa, Vila dos Teimosos.
Aquisição de um veículo de som, tipo Veraneio, para o trabalho de
evangelismo.
Aquisição de um veículo, tipo Meriva, Chevrolet, novo, para a
disposição do Pastor.
Aquisição de um veículo, para a Secretaria de Missões, de 16 lugares,
tipo Van.
Aquisição de 02 microcomputadores para a secretaria da Igreja.
Aquisição de uma cozinha industrial para as refeições mensais
destinadas aos obreiros.
Aquisição de 03 casas destinadas as viúvas dos pastores Pedro da
Luz, Manoel Ribeiro, Júlio Alves.
Aquisição de 02 linhas telefônicas para a sede.
Reforma interna do Templo Central.

Principais realizações da Assembléia de Deus no interior da


Paraíba, pertencente ao campo de Campina Grande, durante a gestão
do Pastor Francisco Pacheco de Brito:

Templo e casa pastoral:

Amparo, Areial, Baraúnas, Barra de Santana, Boa Vista, Brejo do


Cruz, Camalaú, Congo, Cubati, Frei Martinho, Itatuba (novo templo),
Juarez Távora, Lagoa de Roça, Massaranduba (novo templo), Montadas,
Monteiro, Olivedos, Parari, Picuí, Pocinhos, Pombal, Prata, Puxinanã,
Riachão, Salgadinho, Santana dos Ermínios (Dist. De Barra de Santana),
Santo Antônio do Seridó, São Bento (novo templo), São Domingos, São
João do Cariri (casa pastoral em construção), São João do Tigre (casa
pastoral em construção), São José da Mata, São José dos Cordeiros, São
Sebastião do Umbuzeiro, São Vicente do Seridó, Serra Branca,
Soledade, Sossego, Sumé (novo templo, nova casa pastoral).

Templos:
Aroeiras, Assunção, Barra de Santa Rosa (novo), Belém do Brejo do
Cruz, Boa Vista, Bonsucesso, Boqueirão (base do novo templo), Catolé de
Boa Vista, Cisplatina, Coxixola, Damião, Gado Bravo, Lagoa Seca,
Livramento, Mato Grosso, Miradouro (Boqueirão), Mororó (Dist. De
Barra de Santana), Nova Floresta (reforma), Ouro Velho, Paulista,
Queimadas, Retiro (Dist. De Barra de Santana), Riacho de Santo
Antônio, Santo André, São Domingos de Pombal (em construção), Serra
dos Brandões (Distrito de Picuí), Serra Redonda, Sítio Guariba (Aroeiras),
Sítio Maliça (Pedra Lavrada), Tenório, Vista Serrana, Zabelê.

Terrenos:
Alcantil, Aroeiras, Assunção, Belém do Brejo do Cruz, Catolé de
Boa Vista, Caturité, Coxixola (02), Serra Redonda.
Casa Pastoral:
Brejos dos Santos, Cabaceiras, Fagundes, Galante, Gurjão, Jericó, Lagoa,
Nova Floresta, Nova Palmeira, Pedra Lavrada, Riacho dos Cavalos, Taperoá.

Congregações:
Belém do Brejo do Cruz (01 na cidade), Cubati (01), Fagundes (01 barra
de João Leite, 01 sítio serra da catuamba, 01 alto grande), Frei Martinho (01),
Massaranduba (01 sítio Cardoso, 01 sítio chã do marinho, 01 chã do bássimo),
Olivedos (01 sítio Malhada de Areia, Paulista (01 Distrito de Poeira), Picuí (02
na cidade, 01 sítio lajedo grande), Catolé do Rocha (04), Monteiro (05),
Camalaú (02), Cabaceiras (01 sítio Ribeira), Cuité (01 sítio catolé), Jericó (01
distrito monte flor), Juarez Távora (01 sítio dependências), Lagoa (01 sítio
logradouro), Livramento (01 em construção), Montadas (01 sítio Várzea
Salgada), Pedra Lavrada (01 sítio Canoa de Dentro), Boa Vista (01 sítio poço de
pedras, 01 sítio são Joãozinho), Congo (01 sítio riacho do algodão, 01 sítio
pendurão), Itatuba (01 sítio chão dos coelhos, 01 serra velha), Lagoa Seca (01
sítio Horto Florestal, 01 Distrito do Alvinho), Galante (01 Rafael, 01 Santa
Terezinha, 01 porteira de pedra), Juazeirinho (01 sítio poeira, 01 sítio lajedo, 01
sítio Ilha), Pocinhos (01 congregação em construção), Pombal (02
congregações na cidade), Puxinanã (01 Distrito de Jenipapo, 01 sítio Malhada
de Areia), Queimadas (01 sítio olho d’água, 01 Distrito do Ligeiro, 01 Zé Velho),
Riacho dos Cavalos (01 sítio peixe), São Bento (01 são Bentinho), São
Domingos (01 sítio Barro Vermelho), São João do Tigre (01 sítio Barra de
Cacimba, 01 sítio cacimbinha, ambas em construção), São José da Mata (03
congregações no distrito), São José dos Cordeiros (01 Sítio Viveiro), Serra
Branca (01 congregação na cidade), Serra Redonda (01 sítio serra rajada), São
Vicente do Seridó (01 sítio Jericó), Soledade (01 Sítio Caiçara, 01 na cidade),
Sumé (01 sítio bananeiras), Taperoá (01 sítio matinha, 01 sítio jatobá), Lagoa
(01 sítio macambira), Damião (01 sítio faixa).

Prédios, Escolas:
Lagoa (01 prédio em construção para 02 andares), Olivedos (01 escola),
Picuí (01 prédio para 02 andares, 01 escola), São Bento (01 prédio anexo ao
templo).

Templos Alugados:
Alcantil, Caturité, São José do Brejo do Cruz.

Estas foram as dádivas que o Senhor concedeu ao Pastor Pacheco nesses


últimos 17 anos de pastorado a frente da Assembléia de Deus em Campina
Grande. Com a expansão do evangelho nos bairros da cidade se fez necessário
construir mais templos para que se pudessem aconchegar os novos conversos
e, assim o Pastor Pacheco construiu mais 38 templos no município de Campina
Grande, teve que alugar por faltas de recursos para construir mais de 23
salões, comprou 06 terrenos para construir no futuro próximo mais templos
para abrigarem os irmãos. Esta tem sido a visão do Pastor Pacheco para a
Igreja de Campina Grande. Um de seus sonhos é que Deus lhe conceda mais
alguns anos de vida para que ele possa atingir o número de 100 congregações
na cidade.
Foi a primeira Igreja a iniciar um trabalho de evangelização e libertação de
grande relevância nos presídios existentes na cidade, como o Presídio Regional
do Serrotão e a Casa de Detenção do Monte Santo, atualmente muitos gozam
da liberdade não só espiritual, mais também física, graças ao trabalho ali
realizado. Atualmente já alcançamos 48 bairros no município de Campina
Grande.
Deus o maior interessado na expansão do evangelho no mundo, precisava
de um homem que estivesse disposto a ir pelo sertão para no meio das trevas,
da idolatria e da seca que assola o nordeste, fazer brilhar a luz do evangelho
de Nosso Senhor Jesus Cristo, foi assim, que colocou no coração do Pr. Pacheco
um amor inefável pelos paraibanos do interior para alcançá-los com o
evangelho. De punhos firmes e com bravura levou a Palavra de Deus, não
hesitou um só momento e começou a introduzir o evangelho no interior da
Paraíba. Muitos não compreenderam sua atitude de concentrar toda sua força
evangelística para a Paraíba e deixar de lado por um pouco de tempo, missões
além das fronteiras do Estado. Mas, sabemos que todo este tempo o Pastor
estava sob a orientação do Espírito Santo. Enquanto muitos filosofavam sobre
missões transculturais cobrindo os olhos para não enxergarem que bem
pertinho havia terras inexploradas, branca para a ceifa, pronta para serem
invadidas pelo evangelho, Pastor Pacheco não pensou duas vezes para colocar
as mãos no arado e levar a Palavra de Deus para o interior paraibano. E esta é
a certeza que nós temos que Deus está com ele, que em apenas 17 anos o
evangelho alcançou 74 municípios e 05 distritos, sendo necessária a
construção de mais de 154 templos, 51 casas pastorais, 03 prédios de 02
andares, 02 escolas e a compra de 09 terrenos em diversas cidades, já para a
construção de novos templos no interior paraibano, 03 salões alugados onde
funcionam igrejas.
Segundo o escritor Josué Silvestre, no seu livro “Breve Relato sobre uma
longa História”, na pág. 13, até 1974 na administração do Pr. Apolônio a Igreja
tinha 1.188 membros em comunhão com a igreja, na administração atual o
crescimento se deu para mais de 7.000 membros na cidade de Campina
Grande. No interior havia pouco mais de 2.100 membros, e, hoje já
ultrapassamos dos 20.000 membros.
Por seus serviços prestados a comunidade de Campina Grande, recebeu
do povo campinense o reconhecimento como homem público. Foi agraciado
pela Câmara de Vereadores de Campina Grande com o título de cidadão
campinense, sendo o referido pleito aprovado por unanimidade. Passado
alguns anos, o Pr. Pacheco, recebeu da Assembléia Legislativa do Estado, a
comenda de Honra ao Mérito pelos bons serviços prestados a comunidade
evangélica paraibana, em cuja reunião solene ficou registrada a presença de
autoridades e amigos. O 31.º Batalhão de Infantaria Motorizado outorgou o
título de amigo do Batalhão ao Pr. Pacheco. Recentemente também recebeu do
Presidente da Convenção das Assembléias de Deus do Estado do Pará, o
Diploma de Honra ao Mérito pelos relevantes serviços prestados à obra
missionária, apoiando os obreiros Paraenses. Recebeu no dia 14 de dezembro
de 2000, às 19h30min horas, em solenidade realizada na Igreja
Congregacional, onde se comemorou a Sessão Especial do Dia da Bíblia, com a
presença dos vereadores de Campina Grande e Secretários do município, a
exemplo do irmão José Luiz Júnior, Secretário de Ação Social, como também
pastores de diversas denominações. Em seguida foi entregue num projeto de
autoria do Vereador João de Deus da Silva a medalha de Honra ao Mérito
Municipal e Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Campina Grande, pelos
seus 75 anos de história em nossa cidade e seus relevantes benefícios
entregues a esta cidade. A medalha foi passada pelo edil João de Deus às mãos
do pastor Pacheco.
Não podemos também deixar de historiar um pouco da vida do Pr.
Sebastião da Costa Lima, que atuou como Vice Presidente da igreja por vários
anos, atualmente jubilado. Nasceu no sítio catirina próximo ao município de
Campina Grande em 21 de Agosto de 1921. Vindo de uma família de 05
irmãos, seus pais José da Costa Lima e Maria Evarista de Lima, ambos os
agricultores, eram pessoas simples, mas como todo bom nordestino, homem
de palavra, do tempo em que a palavra de um homem era a expressão visível
da sua honra e da sua conduta. Assim cresceu o Pr. Sebastião Costa, ainda
recém nascido teve que se mudar para o sítio Félix Amaro no Distrito de São
José da Mata, permanecendo aí até os seus 19 anos, quando outra vez se
mudou para o Capim Grande. Casou-se em 1941 com a irmã Francisca dos
Santos Lima, e com ela obteve 13 filhos, dos quais 11 permanecem vivos até
hoje. Ainda jovem em 1943, foi voluntário no tempo da 2.º Grande Guerra
Mundial, cooperou com o exercito brasileiro mesmo como civil, na cidade de
Natal – RN, ali permaneceu vários meses, num tempo difícil de grande
comoção nacional, participou de manobras militares, mas teve que retornar
para sua cidade natal. Em 1953 mudou-se para o sítio Gaspar.
Em 1954, no mês de agosto aceitou o evangelho, no sítio Gaspar,
em um culto realizado pela Assembléia de Deus na casa do Pr. Antônio
Costa (in memorian). Apesar do tempo difícil, sem transporte, sem
energia, o irmão Sebastião Costa permaneceu firme no evangelho. Em
setembro do mesmo ano, desceu as águas batismais sob as mãos do
Pr. Silvino Silvestre, já no novo Templo Central da Igreja. Seus
primeiros dias de caminhada no evangelho foram na congregação do
Capim Grande, contudo, não deixava de participar das santas ceias e
dos cultos festivos e doutrinários no Templo Central. Em outubro
daquele ano, foi batizado com o Espírito Santo no culto de oração
realizado na congregação do Capim Grande.
No ano de 1958 foi separado para o diaconato da Igreja, servindo
honrosamente por 04 anos, quando em 1962, o Pr. Luiz Cesário da Silva, impôs
as mãos sobre o Diácono Sebastião Costa, consagrando-o a Presbítero. Como
presbítero, aumentou a sua responsabilidade, e com mais vigor, cooperou com
a Igreja, dirigindo os trabalhos nas congregações da Liberdade (1980), Santa
Rosa (1981) e Pedregal (1982). Ainda como Presbítero assumiu a vice-
presidência na gestão do Pr. Apolônio por aproximadamente 04 anos quando
pediu ao Pastor Presidente que colocasse o Pr. Pacheco como vice-presidente,
pois esta era sua função desde o tempo do Pr. Silvino até a chegada do Pr.
Apolônio. E assim Pr. Pacheco assumiu a vice-presidência na gestão do Pr.
Apolônio.
Quando o Pastor Pacheco assumiu a presidência da igreja em 1986,
convidou, na época, o Presbítero Sebastião Costa para ser seu vice presidente.
No ano seguinte, foi consagrado a Pastor sob as mãos do Pr. Pacheco. Após 55
anos de casado veio a falecer a irmã Francisca, e em 1996 casou-se
novamente com a irmã Maria José de Araújo Costa. E até hoje vem exercendo
com muita seriedade sua função ao lado do Pastor Presidente.
JUBILEU DE DIAMANTE
Quero neste momento, prestar uma homenagem a irmã Dalva Soares de
Lyra, que faleceu recentemente logo após as comemorações do Jubileu, no
mês de Junho, com 101 anos de idade, sendo a irmã mais idosa da Assembléia
de Deus.
Nascida em 26 de maio de 1898, chegou a Campina Grande aos 33 anos
de idade e, aqui conheceu ao Senhor Jesus.
Ao lado do seu esposo, o irmão Zacarias Lyra Pessoa, começaram a ler a
Palavra de Deus e, convictos de sua fé, procuraram filiar-se á Assembléia de
Deus. Zacarias foi um dos pioneiros na construção do Templo na antiga Rua
das Areias, hoje, presidente João Pessoa.
Irmã Dalva, como era mais conhecida, sempre procurou dedicar-se aos
trabalhos da Igreja, desempenhando várias funções, entre elas, professora da
Escola Bíblica Dominical, onde ministrava estudos bíblicos para as senhoras da
Igreja.
Além disso, proclamava a Palavra de Deus aos que não conheciam Jesus,
orava pelos enfermos e visitava aos necessitados.
Como esposa, foi uma mulher dedicada ao irmão Zacarias Lyra, o qual
faleceu em 1967.
Irmã Dalva, após a morte do marido, continuou firme no evangelho
juntamente com seus 8 filhos. Hoje, seus filhos são destacados comerciantes
no município de Campina Grande. Tem sido exemplo de mulher virtuosa que
soube conduzir todos os seus filhos nos caminhos do Senhor, e acima de tudo,
inculcar em suas mentes o fundamento da fé, amor e esperança em um único
Deus.
Todos os seus descendentes, gerados por seus filhos permanecem em
vida louvando e exaltando ao Deus Verdadeiro desde a primeira até a Quarta
geração.
Toda a sua prole foi até então, 8 filhos, 26 netos, 34 bisnetos e 08 trinetos.
Somos gratos a Deus, por seus longos dias de vida, pois isto é um Dom divino
por Ter hoje uma família alicerçada no evangelho, onde todos caminham em
um só propósito: “servir ao Senhor com alegria”. Tudo isso, devem acima de
tudo, ao grande Deus, e em seguida a essa forte pioneira que também
comemorou com júbilo no mês de fevereiro de 2000, o Jubileu de Diamante.
Que o exemplo da irmã Dalva seja seguido por todos nós, como um exemplo
de perseverança.
Passaram-se 75 anos, e podemos ver o que Deus fez ao longo da História
da Assembléia de Deus as marcas que não se apagaram, e, em comemoração
a esta data tão significativa para nossa Igreja, o Pastor Pacheco reuniu a
Diretoria da Igreja Assembléia de Deus em Campina Grande para que fizesse
um planejamento para realizar a festa em comemoração ao JUBILEU DE
DIAMANTE DA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM CAMPINA GRANDE. Apesar das
dificuldades financeiras, o pastor nunca se desvaneceu diante da luta.
Após a reunião da Diretoria, convocou uma comissão para executar os
preparativos para as festividades. A Comissão Executiva aprovada pela
Diretoria da Igreja ficou composta pelo Pr. Emídio Brito, Ev. Inácio Brito, Presb.
Edilson Andrade, José Renato dos Santos, Sebastião Souza de Gois, Geovandro
Ferreira, Jailtom Barbosa, Francisco Paulino e Geni Queiroz. A Comissão de
Finanças ficou sob a responsabilidade dos Irmãos: Presb. Edilson Andrade e
Geovandro Ferreira.
Tive o privilégio de fazer parte da Comissão Executiva como secretário
geral e também assessorando juridicamente. Pude sentir o peso da
responsabilidade de realizar um evento de tamanha envergadura, mas nos
quatro meses de intensas atividades, que diuturnamente não cessamos de
trabalhar, pudemos ver a mão de Deus agindo em todos os momentos de
nossa vida.
Nossa missão era dobrada, deveríamos fazer duas festas, comemorar o
JUBILEU DE DIAMANTE de fundação da Igreja e o JUBILEU DE OURO de
inauguração do Templo Central construído pelo de saudosa memória, Pastor
Silvino Silvestre da Silva.
A data para as festividades fora marcada para os dias 09, 10, 11, 12, 13 e
14 de fevereiro de 2000. No dia 09, foram realizadas no Templo Central as
comemorações do JUBILEU DE OURO, o culto foi entregue a família Silvestre, a
multidão era enorme, tivemos que bloquear a rua e colocar um super telão
para que os irmãos que não conseguiam mais entrar no templo pudessem
assistir o culto, aproximadamente 4.000 pessoas se fizeram presentes,
caravanas do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Alagoas iam
chegando. O culto foi transmitido ao vivo através da rádio RBN do Recife – PE
para todo o nordeste. Na oportunidade tivemos a presença de várias
autoridades políticas municipais e estaduais, a exemplo do Prefeito Cássio
Cunha Lima, Dep. Valter Brito, Secretário de Ação Social, José Luiz Júnior e
tantos outros. O culto se tornou pequeno para a grande exposição da Palavra
de Deus pelo irmão Josué Silvestre, filho mais velho do Pastor Silvino Silvestre,
que de maneira gloriosa, detalhou a luta memorável vivido naquela época por
seu pai na construção do templo. Toda a família Silvestre estava presente. A
Igreja foi tomada pelo poder de Deus ao sentir através da palavra do Irmão
Josué Silvestre a mão de Deus sobre a vida de seu pai para que pudesse
realizar uma obra daquele tamanho.
No dia seguinte, houve seminário durante o dia, e a noite grande
concentração evangelística no Ginásio de Esportes O MENINÃO, cedido
gratuitamente pelo prefeito Cássio Cunha Lima, único lugar coberto de grandes
proporções, que encontramos para realizar o evento. Todavia, se tornou
pequeno para a grande multidão que ali acorreu. O evento teve a cobertura ao
vivo da rádio panorâmica FM. No Sábado, mais de 16.000 pessoas estavam
presentes, se fez necessário fechar as portas do Ginásio para que não
houvesse maiores problemas, as arquibancadas ficaram tomadas, foi preciso
abrir os portões para que adentrassem a quadra, contudo, uma multidão ainda
ficou fora sem poder entrar no Ginásio. Durante os cinco dias de concentração,
mais de 50.000 pessoas se fizeram presentes.
O encerramento se deu na Segunda feira quando foi realizada a maior
santa ceia já vista em todo o nordeste e, provavelmente no país.
Aproximadamente 8.000 ceias foram distribuídas naquela noite de glória,
apesar das dificuldades, quando um curto circuito nas proximidades do Ginásio
apagou todas as luzes e, apenas com a força do gerador de pouca potência,
conseguimos realizar a santa ceia. Havia um telão instalado no interior do
Ginásio, o qual foi utilizado com muita criatividade pelo Pastor Emídio, que sem
o auxílio de microfone, teve que usar da imaginação e através da sua imagem
no telão conseguiu se comunicar com as pessoas presentes naquele lugar.
Apesar da escuridão, todos os que estiveram presentes puderam perceber a
reverência do povo que não se aproveitaram da situação para fazerem
badernas. Só ouvíamos glórias a Deus e Aleluias. Tudo transcorreu na maior
tranqüilidade. Só o poder de Deus para que isso ocorresse.
Muitas personalidades eclesiásticas da Assembléia de Deus no
Brasil se fizeram presente nas festividades do Jubileu, citaremos
apenas algumas delas, sem querer menosprezar as demais que
estiveram conosco e que muito nos alegraram. Contamos com a
presença ilustre dos reverendíssimos:
Pastor José Wellington Bezerra da Costa, atual Presidente da
Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil;
Pastor Samuel Câmara, Presidente da Assembléia de Deus no
Belém do Pará, nossa Igreja mãe;
Pastor José Antônio da Silva, Presidente das Assembléias de Deus
no Estado de Alagoas;
Pastor Silas Josué, Presidente das Assembléias de Deus em Santo
André, São Paulo;
Pastor Isaías de Freitas, Presidente das Assembléias de Deus em
Boston, EUA;
Pastor Francisco Olímpio, Pastor da Assembléia de Deus em
Toritama, Pernambuco, e 1.º Secretário da Umadene;
Pastor Eliezer de Lira, Pastor na Assembléia de Deus em Curitiba,
Paraná;
Pastor Gilvan Rodrigues, Pastor na Assembléia de Deus em
Campina Grande, Paraíba;
Evangelista Messias dos Santos, da Assembléia de Deus em
Joinville, Santa Catarina.
Todos estes estiveram pregando a Palavra de Deus durante os cinco dias
de festividades, como também, estiveram ministrando no Seminário que houve
durante o dia, estudos específicos para obreiros.
Paralelo ao Seminário para obreiros teve um específico para as mulheres,
realizadas no auditório da FIEP, coordenadas pelas irmãs Albertina Brito, Geni
Queiroz, Maria Batista, Gerusa, e quase 2.000 mulheres participaram das
palestras; assim como o masculino, foi realizado com altíssimo nível a
ministração da Palavra de Deus. Citaremos apenas algumas das ministradoras,
dentre tantas outras que se fizeram presentes:
Wanda Costa, esposa do Presidente da Convenção Geral das
Assembléias de Deus no Brasil;
Albertina Brito, esposa do Presidente das Assembléias de Deus
em Campina Grande, Paraíba;
Edileuza Veras, esposa do Pastor da Catedral Congregacional de
Campina Grande, Paraíba;
Judite Alves, esposa do Presidente das Assembléias de Deus em
Pernambuco;
Geni Queiroz, esposa do Diácono Antônio Queiroz em Campina
Grande, Paraíba;
Enaura Rodrigues, esposa do Pastor Gilvan Rodrigues em Campina
Grande, Paraíba;
Mirtes Figueiredo, nora do Pastor Francisco Pacheco de Brito em
Campina Grande, Paraíba;
O evento se tornou gigantesco e toda imprensa local e do Estado se fez
presente, tais como a TV Borborema, TV. Paraíba, Jornal da Borborema, Jornal
da Paraíba, Correio da Paraíba, Jornal Mãos Dadas. E a nível nacional teve sua
repercussão através do Jornal Mensageiro da Paz, Revista Pentecostes, Jornal
Carta Aberta.
O Jubileu de Diamante foi coroado na gestão do Pastor Pacheco,
com muita alegria e gratidão ao Senhor, pois como ele mesmo disse:
“sou um privilegiado de Deus em presenciar este evento em 2000, aos 83 anos
de idade”.
Seu lema é trabalhar em prol da história do evangelho em Campina
Grande, como herança para os nossos filhos e netos nesta geração.
Sua mensagem aos futuros obreiros está no Salmo 40.1, “Esperei
com paciência no Senhor e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu
clamor.” Deus vos apresentará no tempo oportuno.
Após assumir esta obra em 1986, o Estado do Pará e Rondônia passou a
enviar missionários para este campo, na Paraíba.
O desejo do pastor Pacheco é que a prática de seu ensino seja realizada
por todos aqueles que almejam ganhar almas para Cristo, que conservem a sã
doutrina do evangelho, adquirida pelos nossos pais na fé, não se deixando
corromper pelo secularismo ou mesmo inovações deste mundo que põe em
risco a certeza da fé de muitos.
PÓS JUBILEU

Terminada as festividades do Jubileu, grandes acontecimentos passaram a


serem vivenciados por todos que fazem a Assembléia de Deus em Campina
Grande, houve um despertamento e todos passaram a dar mais valor a sua
vida espiritual. A igreja por sua vez continuou sua obra com mais força e vigor,
e ainda no mesmo ano do Jubileu, em 14 de outubro de 2000, a igreja venceu
mais uma meta, implantou uma igreja na última cidade pertencente ao seu
campo jurisdicional, na cidade de ALCANTIL a 45 quilômetros de Campina
Grande.
Esse fato se deu graças à disposição do Diácono João Inácio que há vários
meses vinha fazendo um trabalho de evangelismo naquele lugar. Esse mesmo
irmão tomou posse sob a imposição das mãos do Pastor Pacheco. Várias
caravanas de Campina Grande, Queimadas, Galante e outras circunvizinhas se
fizeram presentes, foi uma noite de muito júbilo.
Várias outras congregações foram abertas na cidade e no interior do
Estado, fazendo crescer ainda mais a igreja nesses últimos quatro anos,
agregando mais de 600 membros ao ano, através do batismo nas águas.
Fato marcante aconteceu recentemente quando a igreja foi procurada
pelos pastores da cidade de Cuencas, Equador, a mesma Igreja implantada
pelo Pastor Jeová Timóteo, para que aquela igreja voltasse a ser filiada da
Assembléia de Deus em Campina Grande. A igreja de Campina Grande teve o
privilegio de receber a visita do pastor daquela igreja e selar o compromisso.
Agora a Assembléia de Deus em Campina Grande orgulhosamente pode
desfrutar de ter uma grande igreja na cidade de Cuencas, Equador. Podendo
daí nascer um intercâmbio transcultural para aqueles que tem chamada
missionária além das fronteiras.
Foi com grande alegria que a igreja recebeu a notícia no dia 15 de
setembro de 2003, no culto de Santa Ceia, de que o pastor Alexandre Peres e
família estarão sendo enviados para o Equador como missionários e o pastor
Cícero Carlos e família para a Cidade de Tenório, no interior paraibano, tudo
isso aconteceu nas festividades do I Seminário Estadual de líderes e pastores
da Assembléia de Deus de Campina Grande que ocorreu com grande gozo e
poder do Espírito Santo de Deus. O Crescimento desta Igreja surgiu da
perseverança na oração e ousadia na pregação da Palavra de Deus para atrair
vidas ao grande Salvador, portanto, somos os frutos daqueles que semearam
há 80 anos atrás, e, somos os semeadores da colheita futura.
Não queremos aqui encerrar esse livro, pois a História da Igreja e o
ministério do Pastor Pacheco não termina por aqui. Esperamos em Deus que
lhe conceda mais vários anos de vida, para que possa dar continuidade a obra
que Deus lhe tem confiado...

...Ao longo de sua história, a Assembléia de Deus em Campina Grande tem


sido marcada por grandes lutas e perseguições, empreendidas por aqueles que
tentaram fazer parar o progresso da Igreja, contudo, não foram
suficientemente fortes para obter êxito, pois esta Igreja foi erguida não pela
vontade de homem algum, mas, pela vontade de Deus. Fundamentada não
sobre pedras que se destroem, mas, sobre a pedra principal angular, que é
Cristo Jesus, e, como a própria Bíblia diz:
“... as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”
APÊNDICE

Relação da Diretoria da Igreja com seus respectivos Departamentos


no ano do Jubileu (2000):

DIRETORIA DA IGREJA
Presidente: Pr. Francisco Pacheco de Brito
1.º Vice Presidente: Pr. Sebastião da Costa Lima
2.º vice Presidente: Pr. Franklin Pereira Bernardo
1.º Secretário: Pr. José Libério de Farias Cabral
2.º Secretário: Presb. Evaldo da Mota Silveira
1.º Tesoureiro: Pr. João Raimundo Fagundes
2.º Tesoureiro: Ivaldo Pereira da Silva

DEPARTAMENTO DA CAMPANHA DE VISITA


Coordenadora: irmã Lídia

DEPARTAMENTO DA BANDA DE MÚSICA


Diretor do Templo Central: Antônio Cardoso
Diretor do Jardim Paulistano: Damião Pereira Bernardo
Diretor do Jardim Borborema: José Araújo da Silva

SECRETARIA DE MISSÕES
1.º Secretário: Ev. Pedro Tadeu de Sousa Maia
2.º Secretário: Diác. Antônio Carlos dos Santos
Tesoureiro: Ivaldo Pereira da Silva

DEPARTAMENTO DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL


1.º Superintendente: Pr. José Libério de Farias Cabral
2.º Superintendente: Presb. Evaldo da Mota Silveira
Secretário: Francisco da Silva Paulino

DEPARTAMENTO DA MOCIDADE
1.º Líder Geral: Ev. Inácio J. de Brito Neto
2.º Líder Geral: José Renato dos Santos
Secretário Geral: Sebastião Souza de Gois
COORDENADORES DE ÁREAS
Norte: Francisco da Silva Paulino e Marcone José
Sul: Júlio César e Sebastião Souza de Gois
Leste: Diác. Marcelino Farias e Jailton Barbosa
Oeste: Diác. José Eriosvaldo de Farias e Geovandro da Silva
Ferreira.

DEPARTAMENTO INFANTIL
Coordenadora: Eleusa Maria de Oliveira Barbosa
2.º Coordenador: Josafá da Silva Barbosa

DEPARTAMENTO DO CÍRCULO DA ORAÇÃO


Coordenadora: Emercinda Dias de Vasconcelos
1.ª Secretária: Maria Iracema Nobre
2.ª Secretária: Luzamir da Silva
1.ª Tesoureira: Berenice Afonso de Souza
2.ª Tesoureira: Miriam Vidal Galdino da Silva
Conselheira: Maria Confessor Marques

DEPARTAMENTO DA EETAD
Diretor: Pr. Francisco Pacheco de Brito
Coordenador: José Renato dos Santos
Secretário/Tesoureiro: Francisco da Silva Paulino
Monitores: Diác. Antônio Carlos dos Santos e Bel. Sebastião Souza de
Gois
Relação dos Pastores, Evangelistas, Presbíteros e Diáconos da cidade
de Campina Grande (2000).

Pastores

Francisco Pacheco de Brito Emídio Barbosa de Lima Brito


Sebastião da Costa Lima Antônio Serafim
Franklin Pereira Bernardo João Raimundo Fagundes
João Benedito de Souza Gilvan Rodrigues Limão
José Libério de Farias Cabral

Evangelistas

Inácio Jerônimo de Brito Neto José Pedro dos Santos


Pedro Tadeu de Souza Maia João Costa de Lima
Valdir Lima

Presbíteros

Abimael Oliveira dos Santos Genival Francisco da Silva


Alexandre Peres Vanderley Genival Soares da Costa
Aluísio Belo do Nascimento Geraldo Lemos de Oliveira
Anselmo Medeiros de Araújo Gérson Alves de Morais
Antônio Cardoso da Silva Gilvan Ferreira Guimarães
Antônio Cizino de Oliveira Isaías Eloy Viana
Cícero Carlos de Araújo Jessé Holanda Montenegro
Crisólito Freire de Vasconcelos João Batista da Silva
Davi Barbosa Brito José Carlos Freitas
Edilson Andrade de Vasconcelos José Guilherme Neto
Edmilson Barbosa dos Santos José Torres Neto
(Valdomiro) Luiz Leonardo Germano
Edson da Silva Lira Manoel Lito da Silva
Edvam Bezerra de Souza Nivaldo Oliveira da Silva
Elias Vitorino de Sousa Oséias Dantas Rolim
Evaldo da Mota Silveira Osvaldo Andrade Marinho
Francisco Bento da Silva Neto Raimundo Gonçalves Moreira
(chagas)
Reginaldo Santos
Samuel Lemos Severino Lúcio Barbosa
Sebastião Evangelista Walas da Silva
Sebastião Francisco de Lima Wellington Teodósio dos Santos
Severino Jorge Cipriano

Diáconos

Adriano Vidal Galdino José Antônio da Silva


Alcides Santos Alves José Antônio Dantas
Ananias Paulo de Souza José Antônio Santos
Antônio Carlos dos Santos José Carlos Bandeira da Silva
Antônio da Silva Viana José da Costa Albuquerque
Antônio Ferreira de Lima José Eleonildo dos Santos
Antônio José de Oliveira José Eriosvaldo de Farias
Antônio Laurentino Oliveira José Frutuoso Diniz
Antônio Marques Irmão José Leite Gadelha
Antônio Pedro de Queiroz José Marques de Araújo
Antônio Pereira da Silva José Ramos Silva
Ari Pedro da Silva José Severino da Silva
Cleonilson Gomes Barbosa José Trajano Filho
Edgar Ferreira Monteiro Josenildo José da Silva
Edgirson Câmara Porto Josué Lourenço da Silva
Edilson José do Nascimento Kilson Henrique de Souza
Ednaldo Marinho do Nascimento Loamy Lima Oliveira
Ednaldo Moreno Laurentino Luciano Serafim dos Santos
Elias da Silva Luz Luiz Martins dos Santos
Erivaldo de Caldas Lacerda Manoel Basílio
Gentil Freire de Vasconcelos Manoel Gomes da Silva Neto
Geraldo Rufino de Souza Manoel Higino da Silva
Gérson Alves de Morais Manoel Severino José
Isaac Rosa da Costa Marcelino Farias da Silva
Ismael José dos Santos Marcos Felipe Soares da Silva
Jailtom Barbosa Souza Marcos Marques de Araújo
João Pereira Cavalcante Mizael Narciso de Oliveira
Jonas Silva Nascimento Nivaldo Oliveira da Silva
José Alves de Lima Paulo Tavares de Lima Júnior
Pedro Alexandre Bezerra Morais Robson Abílio de Araújo
Pedro José dos Santos Romero do Nascimento Santana
Pedro Lopes da Silva Severino Marques do Nascimento
Pedro Marques Pereira Severino Ferreira da Silva
Ricardo Araújo Marinho Severino Marques do Nascimento
Ricardo Dantas Severino Nogueira
Ricardo Moreira de Menezes Severino Pedro da Silva

Relação das congregações na cidade de Campina Grande com seus


respectivos dirigentes no exercício de 2000.

Congregação Dirigente
Templo Central Pr. Francisco Pacheco de Brito
Pr. Sebastião da Costa Lima
Alto Branco Antônio Cizino de Oliveira
Antônio Pedro de Queiroz
Belo Monte Severino Lúcio
Ednaldo M. Laurentino
Bodocongó Carlos Marcolino
João Silva Medeiros
Bodocongó III José Torres Neto
José Antônio da Silva
Brito (FAP) Luiz Martins
Antônio Eduardo
Catingueira Francisco B. S. Neto (chagas)
Paulo Roberto de Araújo
Cachoeira Sebastião Pereira
Manoel Francisco
Catolé Zé Ferreira Josué Barros de Assis
Leomar Pereira
Catolé I Elias da Silva Luz
Robson Abílio Araújo
Catolé II Genival Soares
Fabiano Cavalcante
Catolé III Edson Correia
Sandro Luis
Catolé IV Antônio Marques
Mário José da Silva
Ceasa Antônio José da Silva
Manoel Bernardo
Centenário Carlos Castilho
Cidades Iremar Fernandes
José R. dos Santos
Conceição Edmilson Barbosa
Manoel Dias
Cruzeiro Jessé H. Montenegro
Severino Bispo
Cuités Cícero Moreno
Moisés Severino de Melo
Dallas João Inácio
José Gilvan
Dinamérica José Rocha de Almeida
Olívio Bandeira César
Dist. dos Mecânicos George de Oliveira
Marcelo Ramos
Ipep Osvaldo Marinho Andrade
Dorgival Santos
Jd. Horizonte Manoel Carlos Filho
Joselito Dantas de Araújo
Jd. Borborema Gérson Alves de Morais
Carlos Miranda
Jd. Continental Arlindo Rodrigues
Paulo Sérgio Gomes
Jd. Europa José Severino Soares
Laércio Araújo
Jd. Panorâmico Linaldo Pereira
Gleriston
Jd. Paulistano Manoel Lito da Silva
Geovani Lima Sousa
Jd. Quarenta Laquís Lima Oliveira
Leonardo Lisboa Diniz
Jd. Serrotão Romero Santana
Antônio Costa
Jd. Verdejante Sebastião Rodrigues
Isaías Soares
Jeremias Genival Francisco
Reginaldo Francelino
José Pinheiro João Benedito
Ciro Soares Celestino
Liberdade Franklin Pereira
Edilson A. Vasconcelos
Malvinas I Cícero Carlos de Araújo
Aurino Ricarte
Malvinas II Wellington Teodósio
Marcos Marques
Monte Santo I Alexandre Peres Vanderlei
Júnior Sales
Monte Santo II Ramiro Bezerra
Isaque Fortunato
Mutirão Rômulo Cavalcante
Antônio Lima
Nova Brasília Alcides Santos Alves
Novo Bodocongó Ronildo Lemos da Silva
Pedregal I Ismael José dos Santos
Alírio Francisco de Souza
Pedregal II José Vicente da Silva
Manoel Barbosa
Presídio Cleonilson Gomes
Antônio Gonçalves Braga
Promorar Manoel Ponciano
José Santos de Farias
Quarenta Cláudio Gomes Soares
Edgilson C. Porto
Ramada Edgar Ferreira
Walas da Silva
Ressurreição Antônio da Silva Viana
Pedro José dos Santos
Rosa Cruz Samuel Martins Sales
Loamy Oliveira
Santa Rosa Antônio Cardoso da Silva
Sebastião Dantas
Santo Antônio Geraldo Lemos Oliveira
Antônio Cassimiro
Severino Cabral Geraldo Rufino
Francisco Alves
Tambor Ricardo Dantas
Erivaldo Lacerda
Três Irmãs Ari Pedro da Silva
Wellington Rocha
Várzea Grande Severino Marques
Elias Ambrósio
Vila C. de Sta. Rosa Valberto Araújo
Luiz Carlos
Vila C. de S. Terezinha Jonas Nascimento
Ronaldo Martins
Vila dos Teimosos Nivaldo Oliveira da Silva
Ananias de Paulo
Vinte e quatro de Maio Aluísio Belo Nascimento
Antônio Ferreira

Relação das igrejas filiadas ao ministério de Campina Grande com


seus respectivos obreiros no exercício de 2000.

Cidades Obreiro
Alcantil João Inácio
Amparo Orlando Gaspar da Silva
Areial Carlos Gonzaga Santos Mendes
Aroeiras João Ferreira Lima
Assunção Josias Salustiano Ferreira
Baraúnas Rivaldo Jacinto Da Silva
Barra de Santa Rosa Eleon De Assis Lima
Barra de Santana José Bernardino Rodrigues
Belém do Brejo do Cruz Valderino Oliveira Pinto
Boa Vista Severino Cândido Do Vale
Bonsucesso Xavier Cordovil do Rosário
Boqueirão Hermes Bezerra Da Silva
Brejo Do Cruz Lídio Tiburcio
Brejo Dos Santos Aécio Meires De Oliveira
Cabaceiras Moisés De Jesus Soares
Camalaú Juraci Bispo Dos Santos
Capim Grande Antônio Barbosa de Oliveira
Caraúbas Berivaldo Morais De Oliveira
Catolé de B. Vista (Dist.) Vicente Galdino
Catolé do Rocha Alício Bezerra Cavalcante
Caturité José Inácio Da Silva
Cisplatina Luis Rodrigues da Silva
Congo Valentin Moreira Miranda
Coxixola Lúcio Santana Magno
Cubati Hermes Ferreira Da Silva
Cuité Jeto Alves de Oliveira
Damião Eleon de Assis Lima
Fagundes Antônio Barbosa De Melo
Frei Martinho Cícero Rufino
Galante (Dist.) Severino José De Lima
Gurjão José Lira De Sá
Ingá Severino Ferreira De Lucena
Itatuba Moisés Augusto Santana
Jericó Edjanio Caetano Da Silva
Juarez Távora Raimundo Nóbrega Fernandes
Juazeirinho Aluísio Ferreira Araújo
Lagoa Raimundo Batista Da Silva
Lagoa De Roça Gerisvaldo Santos
Lagoa Seca Epitácio Ramos Da Silveira
Livramento José Joaquim Belo Da Silva
Massaranduba Osiel Câncio Da Silva
Miradouro (Dist.) Samuel Joaquim da Silva
Montadas João Gilberto Carvalho de Oliveira
Monteiro Rubens Mendonça Filho
Mato Grosso José Barbosa
Nova Floresta Manoel Libânio Da Silva
Nova Palmeira Robervandro Batista Barros
Olivedos Antônio Da Silveira Guerreiro
Ouro Velho Vasco Barbosa Veloso
Parari Severino Costa Marinho
Paulista Vindencial Ramos Abolis
Pedra Lavrada João Da Silva
Picui José Raimundo Da Silva
Pocinhos Wilson do Vale Tavares
Pombal Francisco Conceição M. Monteiro
Prata Celso Carlos de Jesus
Puxinanã Silvio Jorge
Queimadas Levi Batista Lima
Riachão Geraldo Francisco da Silva
Riacho De Santo Antônio Josinaldo F. Silas
Riacho Dos Cavalos Silvino Pedro Da Silva
Salgadinho Flávio Gonçalves De Oliveira
Santo André Silvio Roberto Lins
Sto. Antônio do Seridó José Maurício Fernandes Costa
São Bento Dari Ferreira Da Silva
São Domingos do Cariri Antônio Fernando Carvalho
S. Domingos De Pombal Wellington Alves da Nóbrega
São João do Cariri Marcolino
São João do Tigre Isaías Barbosa
São José da Mata (Dist.) João Geremias
S. José do Brejo do Cruz Manoel Soares Da Silva
São José dos Cordeiros José Adjar da Silva
S. Sebastião do Umbuzeiro João Marques Da Silva
São Vicente Do Seridó Djalma Tomé De Melo
Serra Branca Luis Dênis da Silva Camarão
Serra Dos Brandões Dagberto Oliveira Valdivino
Serra Redonda João Ferreira da Silva
Sítio Maliça (Dist.) Luiz Rodrigues Da Silva
Soledade Adegildo Gonçalves de Queiroz
Sossego Adjair Antônio Da Costa
Sumé Carlos Nazareno da Costa Daniel
Taperoá João Antônio da Silva
Tenório Djalma Félix Da Silva
Vista Serrana Oséias De Souza Assis
Zabelê José Bezerra de Oliveira

Relação dos de todos os Diáconos, Presbíteros, Evangelistas e


Pastores da Convenção de Ministros da Igreja Evangélica
Assembléia de Deus em Campina Grande e no interior do Estado da
Paraíba no ano de 2000.

PASTORES
Alício Bezerra Cavalcante Campina Grande
Aluízio Ferreira Araújo Juazeizinho
Antônio Barbosa De Melo Fagundes
Antônio Da Silveira Guerreiro Massaranduba
Antônio Fernandes De Carvalho Nova Paulista
Antônio Fortunato Cabral De Farias Campina Grande
Antonio Serafim Campina Grande
Benjamim Sena Da Silva Amparo
Carlos Gonzaga Santos Medeiros Areial
Carlos Marcolino Da Silva Campina Grande
Carlos Nazareno Da Costa Daniel Juarez Távora
Dari Ferreira Da Silva São Bento
Djalma Tomé De Melo São Vicente Do Seridó
Edjânio Caitano Da Silva Jericó
Emídio Barbosa De Lima Brito Campina Grande
Epitácio Ramos Da Silveira Lagoa Seca
Eraldo Alves Dos Santos Campina Grande
Francisco Da Conceição Marques Monteiro Olivedos
Francisco Pacheco De Brito Campina Grande
Francisco Plácido Dantas Picuí
Franklin Pereira Bernardo Campina Grande
Gilvan Rodrigues Limão Campina Grande
Hermes Bezerra Da Silva Pombal
Inácio Gerônimo De Brito Neto Campina Grande
João Antônio Da Silva Serra Redonda
João Benedito De Sousa Campina Grande
João Ferreira Lima Taperoá
João Gilberto Carvalho De Oliveira Sumé
João Raimundo Fagundes Campina Grande
José Ademir Rodrigues De Lima Bodocongó III
José Libério De Farias Cabral Campina Grande
José Raimundo Da Silva Catolé Do Rocha
Levi Batista De Lima Queimadas
Lídio Tibúrcio Lagoa
Lúcio Santana Magno Campina Grande
Manuel Libânio Da Silva Barra De Santa Rosa
Moisés De Jesus Soares Filho Campina Grande
Oziel Câncio Da Silva Monteiro
Pedro Alves De Andrade Nova Palmeira
Raimundo Nóbrega Fernandes Pocinhos
Robevandro Batista Barros Nova Palmeira
Rúbens Mendonça Filho Campina Grande
Severino Ferreira De Lucena Ii Ingá
Severino José De Lima Galante
Silvio Jânio Do Nascimento Dias Cacimbas
Silvio Jorge Pires Tenório Campina Grande
Valentin Moreira Miranda Congo
Videncial Ramos Abolis Paulista
Wilson Do Vale Tavares Campina Grande
Xavier Cordovil Do Rosário Campina Grande

EVANGELISTAS

Abimael Oliveira Santos Campina Grande


Adegildo Gonçalves De Queiroz Camalaú
Aécio Meires De Oliveira Brejo Dos Santos
Alexandre Peres Wanderley Campina Grande
Anselmo Medeiros De Araújo Campina Grande
Antônio Cizino De Oliveira Campina Grande
Antônio Pereira Da Silva Monteiro
Carlos Roberto Santos Ingá
Celso Cardoso De Jesus Coxixola
Cícero Carlos De Araújo Campina Grande
Davi Barbosa Brito Campina Grande
Deneval Nunes Costa Ipueira - Paulista
Djalma Félix Da Silva Tenório
Edilson Andrade Vasconcelos Campina Grande
Edson Da Silva Lima Campina Grande
Egídio De Souza Lima Lagoa Seca
Eleon De Assis Lima Barra De Santa Rosa
Elias José Da Silva Cuité
Elielcio Isidio Da Silva Campina Grande
Enio Torres Xavier Campina Grande
Fábio Antônio De França Silva Campina Grande
Geraldo Francisco Da Silva Umbuzeiro
Geraldo Lemos De Oliveira Campina Grande
Gerisvaldo Geraldo Dos Santos Almeida Lagoa Da Roça
Gerson Alves De Morais Campina Grande
Hermes Ferreira Da Silva Pocinhos
Ismael José Dos Santos Juazeirinho
Jete Alves De Oliveira Cuité
João Alves Ribeiro Olivedos
João Da Silva Riachão
João Ferreira Da Silva
João Gonçalves De Medeiros Campina Grande
João Marques Da Silva Pedra Lavrada
João Olegário De Queiroz Filho Campina Grande
João Olegário De Queiróz Filho São Bento
Jorrilson Silva De Sousa Campina Grande
Josafá De Aquino Mendonça São Vicente Do Seridó
José Barbosa Lima
José Bezerra De Souza Campina Grande
José Camilo De Freitas Campina Grande
José Carlos Freitas Campina Grande
José Da Costa Albuquerque Campina Grande
José De Sá Cavalcante Filho Brejo Do Cruz
José Edjar Da Silva Belém Do B. Cruz
José Eriosvaldo De Farias Campina Grande
José Galdino Da Silva Damião
José Ivanilson Dantas Garcia Picuí
José Joaquim Belo Da Silva Livramento
José Leite Gadelha Campina Grande
José Lira De Sá Cavalcante Brejo Dos Santos
José Marcos Do Nascimento Lins Campina Grande
José Maurício Fernandes Da Costa Campina Grande
José Pedro Dos Santos Campina Grande
José Torres Neto Campina Grande
Josias Salustiano Ferreira Assunção
Josinaldo Ferreira Da Silva Campina Grande
Júlio Luiz Neto Catolé De Boa Vista
Juraci Bispo Dos Santos Campina Grande
Leonildo Pereira Lima Campina Grande
Luiz Denis Da Silva Camarão Caraúbas
Manoel Lito Da Silva Campina Grande
Marcelino Dos Santos Campina Grande
Marcelino Farias Da Silva Campina Grande
Marcos Marques De Araújo Campina Grande
Natanael Gomes Da Cruz Campina Grande
Orlando Gaspar Da Silva Puxinanã
Oséias De Sousa Assis Bom Sucesso
Osvaldo Andrade Marinho Campina Grande
Pedro Tadeu De Souza Maia Campina Grande
Raimundo Batista Da Silva Brejo Do Cruz
Raimundo Félix Neto Paulista
Reginaldo Santos Campina Grande
Rubens Mendoça Filho Itatuba
Severino Candido Do Vale Campina Grande
Severino Costa Marinho Serra Redonda
Severino Jorge Cipriano Campina Grande
Severino Serafim Da Silva Campina Grande
Severino Serafim Da Silva Aroeiras
Silvino Pedro Da Silva Riacho Dos Cavalos
Ubirimar Alves Da Silva Catolé Do Rocha
Valderino De Oliveira Pinto Campina Grande
Wellington Alves Da Nóbrega São Domingos De
Pombal

PRESBÍTEROS
Abdene Gomes Da Silva Galante
Abdenigo Matias Da Silva Campina Grande
Adalberto Bruno Ibiapino São Sebastião Do
Umbuzeiro
Ademar De Almeida Araújo Pombal
Agrizônio José Da Silva Galante
Alexsandro Dantas Da Silva Catolé Do Rocha
Aluísio Belo Do Nascimento Campina Grande
Antônio Alves Felismino Assunção
Antônio Barros De Oliveira Campina Grande
Antônio Calisto Da Silva Jericó
Antönio Diomédio De Oliveira S. J. Da Mata
Antônio Firmino Da Silva Lagoa Seca
Antônio Laurentino Oliveira Campina Grande
Antônio Lima De Souza Juazeirinho
Antônio Maranhão Sobrinho Campina Grande
Antônio Marques Da Silva Juarez Távora
Antônio Marques Irmão Campina Grande
Antônio Marques Irmão Campina Grande
Antônio Pereira Da Silva Campina Grande
Ari Pedro Da Silva Campina Grande
Arí Santos Silva Campina Grande
Aurino Ricarte Da Costa Campina Grande
Benedito Ferreira Da Costa Nova Floresta
Benedito Gregório De França Picuí
Benedito Marques Ferreira Sossego
Bento Ludgero De Araújo São Bento
Berizaldo Morais De Oliveira Cubatí
Carlos Adriano Ramos Da Silva Juarez Távora
Carlos Alberto De Miranda Campina Grande
Cícero Moreno De Araújo Campina Grande
Cícero Rufino Da Silva Frei Martinho
Cícero Rufino Da Silva Campina Grande
Cícero Sebastião Da Silva Itatuba
Claudemir Soares Santa Luzia
Claudiomiro De La Veja Pires Boa Vista
Clebson Esdras Lima Serra Dos Brandões
Cosme Soares De Brito Brejo Do Cruz
Dagberto Oliveira Valdivino Nova Floresta
Daniel Gomes De Farias Cabaceiras
Dequivan Da Silva Barros Juazeirinho
Djalma Batista De Oliveira Filho Campina Grande
Edijalma Francisco Neves Montadas
Edilson José Do Nascimento Campina Grande
Edimilsom Freire De Almeida Baraúna
Edivaldo Pereira Da Silva Pedregal Ii
Ednaldo Moreno Laurentino Campina Grande
Eládio Vieira Carneiro Riacho Dos Cavalos
Elias Vitorino De Sousa Campina Grande
Elier Silva De Alcântara São Vicente Do Seridó
Elieser Pereira De Assis Belém Do B. Cruz
Elson Gomes Da Silva Itatuba
Eudes Marques De Araújo Campina Grande
Evandro Soares Costa Campina Grande
Ezequiel Martins Do Nascimento Baraúna
Fábio Antônio De França Silva Queimadas
Fábio Henrique Tavares De Oliveira Campina Grande
Fábio Luis Silva Campina Grande
Francisco Das Chagas Almeida São Bento
Francisco De Assis Santos Cavalcante Campina Grande
Francisco De Assis Vieira Lagoa De Roça
Francisco Laércio Da Silva São João Do Cariri
Francisco Manoel Da Silva Vista Serrana
Francisnaldo Simões De Araújo Puxinanã
Gedeão Ferreira Da Costa Nova Floresta
Genário Pereira Da Costa Boa Vista
Gentil Freire De Vasconcelos Malvinas I
George De Oliveira Barbosa São Bento
Geraldo Faustino De Sousa Galante
Geraldo Figueiredo Montadas
Geraldo Gomes De Lima Fagundes
Germano Geraldo De Melo Pocinhos
Germano Tomé Dantas Frei Martinho
Gilberto Batista De Moura São João Do Tigre
Gilberto Evangelista Duarte Camalaú
Gildo De Sousa Farias Picuí
Gilvan Ferreira Guimarães Templo Central
Gilvan Gomes Da Cruz Campina Grande
Iremar Fernandes De Andrade Campina Grande
Isaías Barbosa De Araújo Vista Serrana
Isaías Da Silva Nascimento Gado Bravo
Isaías Dos Santos Silva Cuité
Ivan Rosas Campina Grande
Ivanildo Roberto Da Silva Galante
Ivanilso Pereira Da Silva Paulista
Izaías Da Silva Nascimento Barra De São Miguel
Jacemir Monteiro Campina Grande
Jacemir Monteiro Campina Grande
Jacson Andersen Santos S. S. Lagoa De Roça
Jailton Barbosa Da Silva Campina Grande
Jefferson De Oliveira Paiva Catolé Do Rocha
Jessé Holanda Montenegro Campina Grande
João Aristides Sobrinho São Bento
João Bezerra Da Silva Monteiro
João Fernandes Silveira Maliça
João Galdino Da Silva Aroeiras
João Inácio Da Silva Alcantil
João José Da Silva Campina Grande
João Manoel Soares Queimadas
João Ribeiro De Souza Galante
João Soares Dos Santos Filho Ingá
Joilson Nascimento Cassimiro Campina Grande
Jonas Freitas De Jesus Sumé
José Ailton Da Silva Ferreira Cuité
José Alves De Lima Campina Grande
José Antônio Santos Campina Grande
José Argemiro Santos Silva Barra De Santa Rosa
José Aristeu De Oliveira Parari
José Augusto Pereira Juarez Távora
José Azevedo Melo Campina Grande
José Barbosa Do Nascimento Fagundes
José Batista Dos Santos Santa Rosa
José Bezerra De Oliveira Zabelê
José Bezerra Filho Queimadas
José Cândido Da Silva Campina Grande
José Carlos Bandeira Da Silva Campina Grande
José Carlos Barbosa De Pontes Serra Redonda
José Carmo Da Silva São João Da Mata
José Cordeiro De Castro Nova Floresta
José De Anchieta Patrício Júnior Campina Grande
José Domingos Piragibe Campina Grande
José Eduardo Dos Santos São Domingos Do Cariri
José Elias Calisto Serra Redonda
José Francisco Lopes Itatuba
José Gonçalo De Sousa Filho Juarez Távora
José Inácio Da Silva Campina Grande
José Itamar De Medeiros Oliveira Frei Martinho
José Kleber De Sousa Alves Zabelê
José Laurentino Da Silva Filho Campina Grande
José Luiz Bernado Galante
José Márcio Marques Meira Boa Vista
José Marculino Barbosa São João Do Cariri
José Nildo Mota Alexandre Ingá
José Orlando Chaves Costa Campina Grande
José Paulo De Souza Serra Rodonda
José Pereira Filho Pocinhos
José Roberto Damasceno De Oliveira Belém Do B. Cruz
José Rocha De Almeida Campina Grande
José Sebastião Sampaio Lopes São José Da Mata
José Severino Simplício Campina Grande
José Silva Picuí
José Silvino De Souza Cabaceiras
José Vieira Torres Brejo Dos Santos
Josenaldo Silva Barbosa Lagoa De Roça
Josenildo José Da Silva Campina Grande
Josenilton Silva Picuí
Josimar Ferreira De Farias Galante
Josué Alves Do Nascimento Pombal
Josué Barbosa Da Silva Campina Grande
Kennedy Johnny Sampaio Bezerra Taperoá
Laquis Lima Oliveira Campina Grande
Leonildo Dias Campina Grande
Lindiberg Cardoso Araújo Juazeirinho
Lindomar Azevedo De Souza Belém Do B. Cruz
Loamy Lima Oliveira Campina Grande
Lourival Brasiliano Cuité
Lourival Mendes Da Silva Campina Grande
Luciano Souza De Melo Paulista
Lúcio Flávio Dos Santos Paulo Cuité
Luis Henrique De Maria Lagoa Seca
Luiz Carlos Da Cruz Ferreira Montadas
Luiz Rodrigues Da Silva Maliça
Manoel Araújo Dos Santos Pombal
Manoel Bento Da Silva Galante
Manoel Da Rocha Galante
Manoel Estanislau Dos Santos Galante
Manoel Florentino Sossego
Manoel Paulo Filho Lagoa
Marcelo Bernardo De Oliveira Pocinhos
Marcos Aurélio De Oliveira Ingá
Marcos Fernandes De Miranda Mato Grosso
Marinaldo Da Silva Maciel Campina Grande
Marlon Araújo Dantas Picuí
Max Delys Pinheiro Monteiro Pombal
Moisés Nóbrega Silva Campina Grande
Nelsivan Marques De Carvalho Campina Grande
Odélio Andrade De Araújo Campina Grande
Ozéas Dantas Rolim Campina Grande
Paulo José De Souza Da Silva Campina Grande
Paulo Roberto Bezerra Serra Branca
Paulo Sergio Do N. Maciel Barra De Santana
Pedro Caetano Vieira Riacho Dos Cavalos
Pedro Firmino De Sousa Barra De Santa Rosa
Ramalho Ferreira Vasconcelos Nova Floresta
Ricardo José Dantas Campina Grande
Rivaldo Jacinto Da Silva Campina Grande
Robson Abílio De Araújo Campina Grande
Salatiel Marques Da Silva Pedra Lavrada
Sebastião Bruno Ipiapino Zabelê
Sebastião Caetano Sobrinho Riacho Dos Cavalos
Sebastião Domingos Dos Santos Areial
Sebastião Francisco De Lima Campina Grande
Sebastião Itamar Pereira Luz Campina Grande
Sebastião Pereira De Araújo Campina Grande
Sebastião Pires Da Silva Sumé
Sebastião Rodrigues Neto Campina Grande
Sebastião Tenório Da Mota Itatuba
Sebastião Valdivino Simão Nova Floresta
Severino Adalberto Ibiapino São Sebastião Do
Umbuzeiro
Severino Do Ramo R. Araújo Boa Vista
Severino Francisco Dantas Fagundes
Severino Marques Do Nascimento Campina Grande
Severino Pereira De Souza Pombal
Silvio Roberto Lins Da Cunha Campina Grande
Thiago Dantas Nóbrega Frei Martinho
Valberto Araújo De Oliveira Areial
Valdelici Vieira Da Silva Brejo Dos Santos
Wellington Teodósio Dos Santos Campina Grande

DIÁCONOS
Abdenigo Matias Da Silva Campina Grande
Abel Genésio De Lima Campina Grande
Adeilson José De Lima Sossego
Adeilton Martins Dos Santos Campina Grande
Adeládio Guimarães De Lima Campina Grande
Adelino De Souza Belarmino Queimadas
Adelson José Saturnino Da Silva Campina Grande
Ademir Cabral Da Silva Galante
Ademir De Negreiros Caturité
Alandelon Da Cruz Torres Campina Grande
Alcivan Da Silva Oliveira Brejo Dos Santos
Alfredo Leoncio De Lima Boa Vista
Alisson Eduardo Maul De Farias Campina Grande
Aluísio Fêlix Rodrigues Taperoá
Aluízio Caetano Pereira
Amadeu Tomaz Venceslau Assunção
Anderson Vanderli B. Do Nascimento Campina Grande
Ângelo Santos Da Silva Areial
Antônio Alexandre Barbosa Galante
Antônio Alves De Melo Pocinhos
Antônio Alves Sobrinho Queimadas
Antônio Alves Vieira Neto Pombal
Antônio Barreto Da Silva Barra De Santana
Antônio Clementino Sobrinho São Bento
Antônio Costa Dos Santos Araújo Campina Grande
Antônio De Oliveira Cirino Montadas
Antônio Felinto De Santana Filho Pombal
Antônio Genuíno Da Silva Picuí
Antonio Gomes De Farias São Bento
Antônio Gomes De Moura Montadas
Antonio Gonçalves Braga Campina Grande
Antônio Hernesto Do Rego Neto Queimadas
Antônio José Da Silva Campina Grande
Antônio Leite Diniz Campina Grande
Antônio Luiz De Macêdo Nova Floresta
Antônio Marcos Queiroz Dos Santos Campina Grande
Antônio Morais Bezerra Campina Grande
Antônio Veríssimo De Souza Filho Montadas
Antônio Vieira Da Silva Fagundes
Arieuston Gomes De Araújo Netto Campina Grande
Auro César França Campina Grande
Austregésilio Freitas Guimarães Picuí
Bento Ludgéro De Araújo São Bento
Braulio Da Silva Montadas
Carlos Castilo S. Pereira Campina Grande
Carlos Eduardo De Sousa Farias Cabaceiras
Carlos Manoel Das Candeias Campina Grande
Catarino Manuel Da Silva Brejo Dos Santos
Cicero José Da Silva Sumé
Clovis Ricardo Da Silva Campina Grande
Cosme Alves Barbosa Aroeiras
Cristiano Germano De Farias Filho Cabaceiras
Daniel Dos Santos Tenório Serra Redonda
Daniel Félix Da Silva Riachão Do Bacamarte
Davi Laurentino Barbosa Galante
Dierson Luis Matias Fagundes
Djair Gomes Silva Campina Grande
Edilson Barauna Do Nascimento Galante
Edircio Martins Catolé Do Rocha
Edivam Domingos De Sousa Pombal
Edmilson Da Silva Santos Campina Grande
Ednaldo Cândido Tenório Serra Rodonda
Ednaldo Da Silva Ferreira Campina Grande
Ednaldo Marinho Do Nascimento Campina Grande
Edson Coitinho De Souza Ingá
Edson José Santos Calado Picuí
Edval Feliciano Gomes Campina Grande
Elias Da Silva Luz Campina Grande
Elissandro Lopes De Almeida S. J. Da Mata
Emanoel Da Silva Galante
Emerson Marques Ferreira De Lima Campina Grande
Emídio Ferreira Filho Capim Grande
Eraldo Soares De Araújo Diniz Campina Grande
Erasmo Pereira Da Silva Campina Grande
Erivaldo De Souza Mascarenhas Campina Grande
Eugênio Lameu Do Nascimento Nova Floresta
Eugênio Medeiros Dantas Nova Floresta
Expedito Dos Santos Campina Grande
Expedito Procópio Da Silva Campina Grande
Felipe Araújo De Lima Baraúna
Felisberto Almeida Sampaio Catolé Do Boa Vista
Fernando Alves Graciano Montadas
Francenildo Nogueira Da Silva Paulista
Francinaldo Piragibe Campina Grande
Francinaldo Soares Da Silva Brejo Do Cruz
Francisco A. Valentin Ferreira Campina Grande
Francisco Alves De Aquino Catolé Do Rocha
Francisco Da Silva Damião
Francisco De Assis Alexandre Da Silva Areial
Francisco De Assis Alves Campina Grande
Francisco De Assis Nascimento Campina Grande
Francisco De Assis Silva Medeiros Campina Grande
Francisco De Sales Silva Santos Cabaceiras
Francisco Do Nascimento São Bento
Francisco Do Nascimento Bedôr Neto Campina Grande
Francisco Françóis Linhares Brejo Do Cruz
Francisco Jorge Sobrinho Juarez Távora
Francisco Lima Do Nascimento Pombal
Francisco Martins Da Silva Itatuba
Francisco Severino Dos Santos Sumé
Francismar Simões De Araújo Monteiro
Gean Do Nascimento Souza Campina Grande
Genival Félix Da Silva Lagoa Seca
George De Oliveira Barbosa São Bento
Geraldo Alencar De Almeida Campina Grande
Geraldo Emidio Taperoá
Geraldo Pinheiro Da Silva São Bento
Gerinaldo Paulo De Amorim Sumé
Gevânio Olegário De Sousa Amparo
Gidival Lúcio Alves São Bento
Gilmar Dos Santos Cavalcante Campina Grande
Gilvan Silva Cavalcante Ingá
Givanilton Rocha De Lima S. S. Lagoa De Roça
Gleydson Moura Dos Santos Campina Grande
Gustavo De Lima Santos Picuí
Hodair José Do Nascimento Campina Grande
Irailton Marinho São José Da Mata
Isaias José Da Silva Assunção
Isaías Soares Dias Brejo Do Cruz
Israel De Andrade Silva Campina Grande
Israel Gomes De Souza São José Da Mata
Ivanaldo Dantas De Lima Sossego
Ivanildo Manoel Da Silva Assunção
Ivanildo Roberto Da Silva Galante
Ivonaldo Reginaldo Silva Lagoa Seca
Jailton Da Mota Silva Itatuba
Jair Alves Tavares Queimadas
Jaksonildo Noberto Cândido Nova Floresta
Jarbas Da Silva Gomes Campina Grande
Jerônimo Lima Ramos Barra De São Miguel
João Alexandre Lopes Itatuba
João Batista Brito De Oliveira Monteiro
João Batista Lacerda Silva Boa Vista
João Bezerra Da Silva Monteiro
João De Deus De Lima São José Da Mata
João Geremias São João Do Cariri
João Nunes Pereira Campina Grande
João Pereira Cavalcante Campina Grande
João Tomaz Neto Paulista
Joaquim Gomes Dos Santos Brejo Do Cruz
Joaquim Hermínio Pereira São José Da Mata
Jonas Barbosa Amparo
Jonas Lúcio Dos Santos Catolé Do Rocha
Jorge Flávio Pereira Da Silva Campina Grande
Jorge Gonçalves Do Nascimento Campina Grande
José Adriano De Lima Oliveira Campina Grande
José Adriano Félix Dos Santos Campina Grande
José André Dos Santos Pocinhos
José Antônio Da Silva Campina Grande
José Antônio Gomes Dantas Picuí
José Aristides Dos Santos Filho Campina Grande
José Azevedo Melo Soledade
José Barros Dos Santos Campina Grande
José Batista Alves De Souza Boa Vista
José Carlos De Morais Soledade
José Carlos Pereira Dos Santos Caraúbas
José Cassimiro Dos Santos
José Da Silva Souza Filho Campina Grande
José De Araújo Barbosa Itatuba
José De Lira Serra Rodonda
José Dionísio Santos Filho Campina Grande
José Do Nascimento Gomes Soledade
José Eleonildo Dos Santos Campina Grande
José Eudes Alves De Sá Catolé Do Rocha
José Félix Da Silva Campina Grande
José Ferreira Marinho Irmão Queimadas
José Francisco Da Silva Serra Rodonda
José Francisco Paulino Assunção
José Gilvan Celestino Da Costa Campina Grande
José Gomes Cardoso São Bento
José Gomes Dos Santos Coxixola
José Gonçalves Regis Queimadas
José Hilton Ramos Do Amaral Campina Grande
José Inácio Da Silva Campina Grande
José Ismael Dos Santos Soledade
José Itamar De Medeiros Oliveira Frei Martinho
José Jamércio Dos Santos Silva Campina Grande
José Junho De Farias Guimarães Boa Vista
José Liberato Filho Montadas
José Lima De Alencar Pombal
José Lourival Barbosa Filho Campina Grande
José Luiz Alves Filho Queimadas
José Luiz De Souza Itatuba
Jose Marcos Da Silva Gomes Cardoso São Bento
José Medeiros Lima Campina Grande
José Nunes Da Silva Campina Grande
José Onildo De Azevedo Lima Frei Martinho
José Pedro Dos Santos Cubati
José Roberto De Oliveira Lagoa Seca
José Santos De Oliveira Campina Grande
José Severino Soares Raimundo Campina Grande
José Soares Neto Riacho Dos Cavalos
José Tibúrcio Da Silva Ingá
José Vieira Sobrinho Campina Grande
José Wanderley Do Nascimento Galante
José Wellington Velez De Sousa Campina Grande
Joselito Do Nascimento Campina Grande
Josenildo Valentin Campina Grande
Josicleudo Matias De Araújo São José Da Mata
Josinê Batista Dos Santos São José Do Brejo Do
Cruz
Josué Lourenço Da Silva Campina Grande
Júnior Fábio Bezerra De Freitas Prata
Jurandi Dos Santos Ferreira Juazeirinho
Kilson Henrique De Sousa Campina Grande
Leidson Silva De Amorim Campina Grande
Leonardo Lisboa Diniz Campina Grande
Linaldo Pereira Campina Grande
Luciano Gonçalves Barreto São José Dos Cordeiros
Luciano Pereira Bernado Galante
Luciano Rubens Sousa Santos Monteiro
Luciano Valetim Soares Serra Branca
Luis Lucemar De Melo Maliça
Luiz Carlos Da Silva Sumé
Luiz Carlos Lacerda Campina Grande
Luiz Rangel Da Silva Queimadas
Luzifran Alves Linhares Brejo Do Cruz
Manassés Do Nascimento Frei Martinho
Manoel Araújo Silva Itatuba
Manoel Basílio Campina Grande
Manoel Dias Sobrinho Campina Grande
Manoel Domingos Dos Santos Campina Grande
Manoel Faustino De França Ingá
Manoel Gomes Da Silva Campina Grande
Manoel Jenuino Da Silva Campina Grande
Manoel Messias De Oliveira Campina Grande
Manoel Severino Da Silva Nova Floresta
Manoel Vicente Ferreira Lagoa Seca
Manuel Santana Da Silva Gado Bravo
Marcelo Barbosa Santos Campina Grande
Márcio Antônio Bezerra De Almeida Pombal
Marcos Antônio De Carvalho Campina Grande
Marcos Antônio Pereira Barros Campina Grande
Marcos Célio Gomes De Farias Gurjão
Marinésio José Dos Santos Picuí
Marival José De Lima Barra De São Miguel
Marivaldo Mota Da Silva Campina Grande
Maurício Dos Santos Campina Grande
Milton Bento Pessoa Filho Campina Grande
Murilo Mário Pinto Da Nóbrega Campina Grande
Nilton José Correia Da Rocha Campina Grande
Olinto Leandro De Lima Ingá
Paulo André Da Silva Santos Campina Grande
Pedro Batista Dos Santos Campina Grande
Pedro Laurentino Filho Galante
Petrônio Gomes Da Cruz Campina Grande
Rackes Douglas Lima Almeida Campina Grande
Raimundo Caetano Vieira Riacho Dos Cavalos
Raimundo Eloí Da Cunha Soledade
Ramiro Fernandes De Assis São Bento
Reginaldo Felix Lourenço Campina Grande
Ricardo Barbosa Silva Campina Grande
Rildo Da Silva Oliveira Sumé
Robson Henrique Germano Picuí
Robson Rodrigues Da Silva Campina Grande
Rogério Freire Trigueiro Campina Grande
Romero Almeida Santos Campina Grande
Ronaldo Almeida Santos Campina Grande
Ronaldo Martins Silva Campina Grande
Ronaldo Pereira Da Costa Campina Grande
Rondinele Alves De Oliveira Bom Sucesso
Rosildo Fabrício Do Nascimento Riachão Do Bacamarte
Rosinaldo Pereira Galante
Saame Sabino De França Campina Grande
Sebastião Araújo Do Rêgo Santana
Sebastião Batista Gomes Brejo Do Cruz
Sebastião Domingo Da Silva Soledade
Sebastião Firmino Da Silva Queimadas
Sebastião José Bento Juazeirinho
Sebastião Silva Dos Santos Campina Grande
Severino Alves Viana Galante
Severino Antônio Filho Riachão Do Bacamarte
Severino Caetano Da Silva Itatuba
Severino Do Ramo Oliveira Juarez Távora
Severino Dos Ramos Lacerda Silva Boa Vista
Severino Ferreira Da Silva Campina Grande
Severino Marcolino Monteiro Cabaceiras
Severino Mendes Da Silva Serra Dos Brandões
Severino Pereira Da Silva Juarez Távora
Sivanildo Alves Linhares Paulista
Taciano Cézar Dos Santos Camalaú
Thiago Dantas Nóbrega Frei Martinho
Valdeci Da Costa Lima Campina Grande
Valdeci Dantas De Medeiros Filho Sumé
Valdomiro Gomes De Souza Cuité
Walfredo Bezerra De Melo Galante
Welington Rocha De Azevedo Soledade
Welington Rocha De Oliveira Soledade
Wellington Rocha Alexandre Campina Grande
Wilberto Lopes De Almeida Sumé
Willians Vitorino Da Silva São José Da Mata
Zenóbio Dantas Garcia Picuí
PASTORES DA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM CAMPINA GRANDE DE 1922 A 2003.

1922 – 1925 – Diácono FELIPE NERY FERNANDES


1925 – 1926 – Pastor FRANCISCO GONZAGA DA SILVA
1927 – 1928 – Evangelista MANUEL MANDUCA
1928 – 1934 – Pastor MANOEL PESSOA LEÃO
1934 – 1937 – Pastor LUIZ CHAVES
1937 – 1938 – Pastor JOÃO ADELGICIO DE OLIVEIRA
1938 – 1939 – Pastor LUIZ CHAVES
1939 – 1944 – Pastor JOÀO DE PAIVA
1944 – 1960 – Pastor SILVINO SILVESTRE DA SILVA
1960 – 1961 – Presb. FRANCISCO PACHÊCO DE BRITO
1961 – 1964 – Pastor LUIZ CESÁRIO DA SILVA
1964 - - - Evangelista JOÃO ANTÔNIO DA SILVA
1965 – 1968 – Pastor NATANAEL BEUTENMULLER
1968 – 1986 – Pastor JOSÉ APOLÔNIO DA SILVA
1986 - - - Pastor FRANCISCO PACHÊCO DE BRITO (atual Pastor
Presidente)
HINO OFICIAL DO JUBILEU

Letra e Música: Marconi Silva

Setenta E Cinco Anos De Bênçãos.


Setenta E Cinco Anos De Vitória.
Setenta E Cinco Anos De História.
Tem Em Campina Grande A Assembléia De Deus.
Muitas Foram As Lutas Que Passastes,
Mas Vencestes Todas Com A Palavra Da Fé,
Heróis E Heroínas Enviastes
Para Pregar O Evangelho De Poder.
No Sertão, No Brejo E No Cariri.
Nas Cidades, Nos Distritos E Aqui.
Vamos Juntos Com O Coração Radiante,
Entrar No Novo Século Celebrando
O Teu Jubileu De Diamante.

Coro

Avante, Avante No Teu Jubileu De Diamante.


Avante, Avante, Vamos Todos Ser Perseverantes.
Avante, Avante, És Uma Porta Que Ninguém Pode Fechar
És A Luz Do Mundo E O Sal Da Terra E Ainda Tens...
Muitas Almas Pra Ganhar. ... Avante (Repete O Coro)

Jesus É Quem Te Abençoa.


Jesus É Quem Te Dá Vitória.
Jesus É Quem Faz Tua História.
Porque Ele É O Teu Rei.
As Lágrimas Que Tens Derramado,
Deus Tem Enviado Anjos Para Colher.
E Nas Horas Difíceis Da Lida,
Jesus Tem Te Revestido Com O Espírito Santo E Poder.
Nos Povoados Mais Distantes De Campina
Estás Sempre Pronta Para Servir.
Vamos Avante, Todos Cantando,
Celebrando Com Alegria
O Teu Jubileu De Diamante.