Dia da Cor: uma forma diferente de estudar e aprender a teoria

The color day: a different way of studying and learning the theory.

Teixeira, Narle Silva; Especialista; CESF-FUCAPI narle@fucapi.br Maciel, Francimar Rodrigues; Especialista; CESF-FUCAPI francimar.maciel@fucapi.br Oliveira, Alexandre Santos de; Mestre; CESF-FUCAPI alexandre.oliveira@fucapi.br

Resumo O presente artigo tem por objetivo refletir sobre o experimento denominado “Dia da Cor” realizado no curso Design de Interface Digital do Instituto de Ensino Superior Fucapi em Manaus. A atividade se configura como uma prática pedagógica diferenciada no ensino da teoria da cor por tratar-se de uma aula onde uma cor específica é abordada em seu aspecto técnico e psicodinâmico a partir da preparação de uma ambientação monocromática onde as percepções táteis, olfativas, gustativas, visual e auditiva se complementam sob uma perspectiva sinestésica. A reflexão pedagógica a partir dos registros desta atividade nos permite identificar aspectos de contribuição para a formação do acadêmico nas etapas de planejamento, realização e retenção de informação, fazendo do Dia da Cor uma oportunidade para o exercício da relação teoria e prática. Palavras Chave: ensino, cor, design

Abstract
This article goal is to think about the “The color day” experiment that is carried out at Manaus on the Digital Interface Design Course of FUCAPI Graduation Institute. This activity is a different pedagogical practice on the color theory teaching since it’s a class where a specific color is approached In its technical psychodynamic aspect from a monochromatic environment preparation where tactile, smelly, tasty, visual and hearing perceptions complement theirselves under a synesthetic perspective. Keywords: education, color, design

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O processo de ensino e aprendizagem é um aspecto que deve envolver criatividade e multiplicidade no uso das ferramentas de aprendizagem, envolve a busca por novas formas de ensino para tornar o metódo mais dinâmico e interativo e que proporcione a constatação de fatos teóricos. Este trabalho demonstra a metodologia aliada a sinestesia com a dinâmica do DIA DA COR, um trabalho prático onde experimentos com cores validam as atividades teóricas aplicadas em sala de aula. A atividade entitulada DIA DA COR (título atribuído naturalmente pelos participantes da atividade) surgiu da necessidade de aplicação de uma metodologia diferenciada para o ensino da teoria tomando como base a vivência das cores aplicadas em função da estimulação da percepção e memorização dos fenômenos e sensações cromáticas. O DIA DA COR é realizado dentro da disciplina “Percepção da Forma e Teoria da Cor” ministrada no 2º período do Curso Design de Interface Digital do Instituto de Ensino Superior Fucapi - CESF, e tem por objetivo levar o acadêmico ao conhecimento da teoria e aplicações cromáticas considerando os elementos que a tomarão em sua superfície e as percepções formais de tais arranjos (cor e forma). Propõe-se a a abordagem teórica da disciplina a partir de uma metodologia de aula expositiva e leitura. Neste plano, seguindo os estudos de Guimarães (2000) os alunos conhecem os primeiros tratados de cores a partir de pinturas e estudos de luz e sombra passando para os empreendimentos filosóficos, matemáticos e físicos, chegando enfim ao estudo das “cores fisiológicas”, das “cores físicas”, das “cores químicas” e das “cores psicológicas” de Goethe. A abordagem prática da disciplina constitui-se na vivência dos experimentos, indo além da prática experimental. As questões expostas em sua teoria (a exemplo a síntese aditiva, subtrativa, os fenômenos de absorção e reflexão da luz) são construídas e comprovadas pelos alunos em sala de aula, onde a distinção e a convergência dos estudos físicos e químicos das cores ficam evidentes. O apoio didático a estas práticas fica por conta do uso de pigmentos puros, de filtros cromáticos e de fontes luminosas específicas. Assim, os estudos e exercícios práticos com os matizes e os fenômenos advindos de sua aplicação sob superfícies são expressos na construção de pranchas, painéis, quadros e demais escalas de contraste e harmonia. Em um segundo momento, os exercícios construídos com a utilização das cores químicas (cor pigmento) são reconstruídos a partir das cores físicas (cor luz) onde os alunos constroem e aplicam as escalas cromáticas e seus estudos de harmonia diretamente na computação gráfica. Nos primeiros contatos dos acadêmicos com o estudo das cores percebe-se a alteração no nível de percepção das cores do ambiente, de forma que os matizes e suas combinações que sempre estiveram aplicados no meio saltam-se aos olhos e passam a ser “percebidos”, bem como suas relações formais com os outros objetos do espaço. A compreensão da construção dos fenômenos cromáticos e o aguçamento da sensibilidade neste processo é que ocorre na dinâmica do DIA DA COR. Metodologia de Trabalho – Planejamento, Organização e Realização O homem sempre viveu rodeado pelas cores naturais do ambiente e por todas as demais cores por ele elaboradas seja no uso de objetos industrializados ou na combinação destes, pois diariamente veste-se a cor, come-se a cor, usa-se vários matizes mas nem sempre de forma

Percepção da Forma e Teoria da Cor – a disciplina

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consciente. Considerando esta necessidade de despertar para as cores que nos rodeiam que o DIA DA COR é realizado, sendo um aula diferenciada para se estudar um matiz em particular , abordando seus aspectos simbólicos, culturais, psicológicos e de contraste e harmonia. O DIA apresenta-se como uma tentativa de romper os limites do currículo em sua perspectiva conteudista e tradicional com vistas a uma atitude aberta por meio de atividades práticas. Nesta perspectiva, realizase a atividade como uma metodologia que se propõe pensar noutras lógicas no que respeita a concepção e tratamento das práticas acadêmicas em design à partir de suas múltiplas possibilidades interpretativas e discursivas. Para a realização desta atividade, algumas questões são previamente estudadas – O 1º DIA DA COR do semestre é tomado como recurso de expectativa para os alunos, sendo o corpo técnico do curso quem planeja e organiza a atividade, apresentando-a como elemento surpresa pois os alunos até então não tem conhecimento do que irá acontecer em sala, sendo somente convidados a virem vestidos na cor do dia. Os demais DIAS são organizados por grupos de alunos. Os aspectos planejados e preparados para a atividade constituem os seguintes tópicos: 1. Seleção de um tema referente à cor – nesta fase inicial, a equipe responsável pela organizaçãodo DIA realiza uma breve pesquisa e um braistorming para seleção de um tema a reger a atividade. Geralmente ancora-se em fatos simbólicos da cultura globalizada para nortear os demais procedimentos da atividade. 2. Projeto de ornamentação interna (sala de aula) e externa – onde, partir do tema selecionado prepara-se um ambiente com símbolos deste tema, criando uma possiblidade de imersão no ambiente. A foto 01 apresenta a ambientação do DIA azul turma 2005 que trabalhou o “Azul Tecnologia e Futuro”, seguido da foto 02 que mostra o DIA azul da turma 2004 que sob o tema “Aquário” construiu um fundo do mar em sala.

foto 01 – ornamentação do DIA AZUL 2005

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foto

02 – ornamentação do DIA AZUL 2004

3. Seleção de sonorização – músicas ambiente são preparadas de acordo com a sensação do tema escolhido. 4. Dinâmicas - atividades praticadas relativas à cor de forma a proporcionar ao aluno vivências de símbolos e sensações cromáticas. As fotos 03 e 04 mostram a turma de 2005 na caça ao tesouro, tema trabalhado no DIA amarelo.

foto 03– caça ao tesouro DIA AMARELO 2005

foto 04– caça ao tesouro DIA AMARELO 2005

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5. Aula expositiva (aspectos técnicos, culturais e psicológicos) – o professor (a) da disciplina prepara uma aula expositiva sobre a cor, exemplificando na ambientação montada vários aspectos da teoria apresentada . As fotos 05 e 06 exemplificam este momento para a turma de 2003 no DIA Vermelho.

Foto 05 – aula expositiva DIA VERMELHO 2004

Foto 06 – aula expositiva DIA VERMELHO 2004

6. Coffe-breack monocromático – a partir da cor que está em questão é preparado um lanche com o objetivo de se demostrar a relação das cores com o paladar e com a estimulção do apetite. Diante das cores que não possuem relação com alimentos – o azul por exemplo - aproveita-se para através de pigmentos artificiais experimentar as sensações de desejo ou rejeição a estes alimentos . As fotos 07 e 08 registram um “lanche azul” e um “lanche amarelo” preparado pelas turmas de 2005.

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Foto 07 – coffe-breack DIA AZUL 2005

Foto 08 – coffe-breack DIA MARELO 2005

Desde o início do curso (2002), tem-se considerado a cor vermelha para o 1º DIA DA COR, pois, conforme Guimarães (2000), o vermelho identifica-se com o mitológico fogo, como cor da proibição, e, considerando ainda os estudos apresentados por Farina (1986), onde o vermelho é apresentado pela associação com o dinamismo, energia, movimento, alegria, emoção, cor de aproximação e de encontro, temse cumprindo satisfatoriamente a expectativa de “surpeender” com o 1º DIA DA COR”, pois em um curto espaço de tempo de contato dos alunos com a atividade já podemos perceber a agitação, alegria e integração dos participantes brincado assim com vários registros fotográficos, conforme demonstra as fotos 09 e 10 das turmas de 2004.

Foto 09 – registro fotográfico DIA VERMELHO 2004

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Foto 10 – registro fotográfico DIA VERMELHO 2004

Para a realização do 2º DIA DA COR e dos demais, um grupo de alunos da própria turma sob coordenação do(a) professor (a) da disciplina fica responsável pelo processo criativo e prepraração da atividade, desde a seleção do tema até a preparação do coffe-breack. Para Harasin (1989) projetos educacionais baseados no aprendizado colaborativo proporcionam benefícios cognitivos e motivacionais. Essa delegação de responsabilidade, proporciona aos acadêmicos uma grande oportunidade de exercício da criatividade encorajando a formação do pensamento criativo e independente. Discutindo o papel e importância do desenvolvimento da criatividade em cursos universitários, Alencar (2002) ressalta a importância de encorajar, em cursos universitários, o pensamento criativo e independente por meio de atividades desta natureza. Analisando as fases do processo criativo, a saber, preparação, incubação, iluminação e verificação, a partir dos estudos de Alencar (1995) depreende-se que a atividade DIA DA COR, oportuniza aos estudantes a vivência sistemática das referidas fases, desde sua elaboração culminando com a realização do evento propriamente dito. Na tentativa de buscar interfaces através do Dia da Cor, observase que, mesmo sem obedecer em muitos momentos, a uma lógica prédefinida, se constitui, no nosso entendimento, numa possibilidade de construção de práticas curriculares e metodológicas sob uma perspectiva que oportuniza a prática e a vivência sensível. Assim, tal abordagem incide na construção de pontes que entrelaçam dialogicamente, currículos, saberes e culturas, técnicas e conhecimentos, afirmando suas peculiaridades ao tempo que buscam a complementaridade.

A Psicodinâmica do DIA – Simbologia e Sinestesia
Considerando os estudos apresentados por FARINA (1986, p.22), o homem construiu sua relação com as cores desde a antiguidade, nas civilizações antigas sentia-se na cor um sentido psicológico. “Cada cor era um símbolo”, indo portanto além do aspecto formal e estético. Bartello (apud Guimarães, 2000), expõe ainda que a história do uso da imagem (e da cor) possui raízes profundas e complexas, ligadas às práticas culturais, muito além dos processos de comunicação pragmáticos. As questões referentes à simbologia cultural das cores são abordadas partir dos temas escolhidos para compor o DIA, onde os alunos através de formas e ícones proporcionam dentro da atividade a vivência de um determinado “símbolo cromático”. Nesta perspectiva observa-se uma

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inter-relação com o aspecto semiótico que permeia o desenvolvimento da atividade, resgatando o princípio exposto por NÖTH (1995) onde o signo é identificado como, qualquer sensação que evoca uma idéia oportunizando, as associações através de elementos oriundos da cultura na qual os sujeitos estão inseridos. O conhecimento e o contato com o aspecto cultural e simbólico da cor levam os participantes ao fenômeno da imersão, como o ambiente é azul, os elementos são azuis, o cheiro e o som é azul, constrói-se uma experiência sinestésica. Conforme delineia Oliveira (2002) a sinestesia, é o processo de inter-relação entre os domínios sensórios (visão, gustação, olfato, tato e paladar). A partir desta ótica, entendemos que as associações entre cores, sons, formas, odores e paladar no DIA DA COR oportunizam aos participantes a experimentação de tal possibilidade, contribuindo ainda para uma maior compreensão da complexidade que envolve o ser humano. Neste processo de experiência sinestésica, percebemos alguns fatores do comportamento humano que podem gerar estudos mais específicos, a saber as reações corporais à cor. Hoje, fazendo uma breve análise, o experimento do DIA DA COR já nos proporciona a observação da reação física do indivíduo diante da cor, cada DIA desencadeia um comportamento diferenciado dos alunos, a exemplo a “agitação” dia DIA vermelho em oposição à “calamaria” do DIA azul. Farina (1986) por exemplo, cita as expressões de Fère quando conclui que a luz colorida intensifica a circulação sanguínea e age sobre a musculatura aumentando sua força e seguindo um caminho que inicia no azul, segue para o verde, o amarelo e o laranja, chegando enfim ao vemelho. Grande parte dos estudos cromáticos necessários à formação do designer precisam considerar além das questões simbólicas as questões fisiológicas, entretanto, este é ainda um campo de estudo que tem muito a ser explorado.

Conclusão
A construção da atividade DIA DA COR, objetivou desde seu início se fixar como uma metodologia diferenciada em busca de um melhor processo de absorção do conteúdo exposto, onde teoria e prática se integram auxiliando consideravelmente na memorização da mensagem que se deseja passar. Iida (1995), em suas considerações sobre memorização de mensagens visuais apresenta alguns métodos para aperfeiçoamento da memória de longa duração (que retém informação através do processo de treinamento e aprendizagem) dentre elas a associação de uma mensagem com uma imagem. A exemplo, no DIA DA COR, a partir das roupas monocromáticas que os alunos utilizam, pode-se facilmente ser observado as escalas de luminosidade e saturação, fazendo com que pelo processo de associação a memorização seja estimulada, entendendo assim que o processo de aprendizagem dos aspectos cromáticos atendem efetivamente os objetivos da disciplina e sua integralização com os demais conteúdos do currículo. A alta pregnância desta atividade facilita o aprendizado e certamente o processo mnemônico Como conclusão da atividade, ressaltamos ainda o estímulo ao processo de planejamento, criação e organização do DIA DA COR pelos alunos, pois este exercício de gestão se torna uma aprendizagem importante para a formação do profissional que deverá atender a um mercado cada vez mais exigente quanto aos aspectos de trabalho em equipe e criatividade. O DIA DA COR vem se aperfeiçoando em sua organização, de forma que o Curso procura alcançar objetivos cada vez mais delineados,

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a exemplo o que fora proposto para o ano de 2005, onde a turma anterior (a última a participar da atividade) ficou responsável pela preparação do 1º DIA DA COR para os alunos que iniciavam-se na atividade. Com isto, realizou-se um grande momento de integração entre os alunos. A partir de comentários obtidos através de entrevistas informais pode-se enfatizar a importância da atividade para o curso Design do CESF e conhecer a opinião dos alunos sobre a dinâmica:
“ O dia da cor é um processo de integração entre alunos. Incita ao máximo a busca de elementos significativos para cada cor, mostra na prática as interferências psicológicas de cada cor e suas influências em grupo de diferentes características, preferências, costumes e ciclos sociais”. (Eisenhower Rebelo – Aluno CESF – 7º Período noturno) “ O dia da cor é sentir literalmente a cor na pele, pois passamos a perceber a psicologia da cor através de todos os objetos em torno de nós, as sensações transmitidas e adquiridas certamente intensificam o processo de aprendizagem”. (Helio Souza – Aluno CESF – 4º Período noturno).

Neste ponto especificamente, o DIA tem agido em duas dimensões: a integração dos acadêmicos do Curso e destes com a IES, visto que é planejado a divulgação do DIA através de convites virtuais para toda a Faculdade convidando-os para que no dia da atividade venham vestidos na cor. Além destes, os alunos procuram sinalizar a área física da IES , evidenciando a realização da atividade, a exemplo, sinalizações de piso já foram colocadas nos corredores, avisos nas portas do setor administrativo e ainda arcos ou painéis de grande porte nos portões de acesso ao bloco do Curso de Design, podendo estes serem vistos à distância. A reunião de todas as etapas para realização da atividade faz do processo um momento único e conseqüentemente marcante na vida do docente, conforme exposto a seguir no comentário da aluna graduanda do curso, demostrando que a atividade estabelece conceitos vivenciados através da interação entre todos os sentidos:
“ As cores fazem parte de nossa vida, dão sentido especial ao mundo. É muito importante saber utilizá-la conforme seu significado e o que se quer transmitir. A cor dá vida à matéria. O objetivo do dia da cor é justamente esse: ajudar no processo de fixação e entendimento do aluno para que o mesmo possa entender e compreender o significado das cores. É neste momento que o foco deste trabalho mobiliza todo o curso e todas as turmas a participarem e se empenharem para a sua realização. Até hoje, ainda lembro com detalhes todas as temáticas utilizadas em cada DIA DA COR, devido ao grande poder que exerce sobre nossa percepção.” (Carol Azulay – Aluna CESF – 9º Período)

O DIA DA COR se tornou uma atividade única e característica do Curso Design de Interface Digital, passando a ser conhecida por grande parte da comunidade de designers da região e sendo considerada praticamente um batismo para os alunos de design do Instituto de Ensino Superior Fucapi – CESF. Assim, pensar propostas metodológicas como o dia da cor, ao invés de se constituir em utopia, se coloca como uma necessidade,

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uma vez que a crise paradigmática face a derrocada do cientificismo, requer uma postura que busque a mais que a unificação dos saberes fragmentados e esfacelados pela racionalidade técnica, pressupõe e interlocução o diálogo e a emergência de novas práticas favorecendo a circulação de novos saberes no âmbito do ensino de design.. Mais do que uma atividade de ensino, o DIA DA COR tem proporcionado à todos um grande senso de responsabilidade e união, fazendo do sentir, ver e ouvir a melhor de todas as formas de aprendizagem.

Referências
ALENCAR, E. M. L. S. de. Criatividade. 2A ed. Brasilia: Editora Universidade de Brasilia, 1995. _____________________. O contexto educacional e sua influência na criatividade. Revista Linhas Críticas, Ano 8 n. 15, p. 165-178. Brasilia, julho a dezembro, 2002. FARINA, Modesto. Psicodinâmica das Cores na Comunicação. São Paulo: Editora Edgar Blücher, 1986. GUIMARÃES, Luciano. A cor como informação. São Paulo: Editora Annablume, 2000. HARASIN 1989, HARASIM, Linda. On-line education: a new domain. In: Mason, Robin and Kaye, Anthony (eds.) Mindweave: Comunication, computers and distance instruction. IN p. Brna & D. Dicheva (Eds.), Proceedings of the Eight International PEG, 1989. IIDA, Itiro. Ergonomia Projeto e Produção. São Paulo: Editora Edgar Blücher, 2001. NOTH, W. Panorama da semiótica: de Platão a Pierce. São Paulo: Annablume, 1995.

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