Conteúdo

Conteúdo................................................................................................................1 Problema 5: Na Costa e Silva.................................................................................4 Mapa Conceitual com fechamento..........................................................................5 ................................................................................................................................5 Objetivos de Aprendizagem....................................................................................6 Estudo Individual.....................................................................................................6 1)Descrever a avaliação secundária....................................................................6 2) Pesquisar a manobra de retirada do capacete e imobilização.......................10 3) Técnicas para identificar o tamanho do colar cervical...................................11 4) Conhecer o objetivo de atendimento da unidade 24h....................................12 5) Estudar o treinamento socorrista. ................................................................12 6) Estudar como proceder em uma hemorragia.................................................13 7) Identificar os sinais de choque......................................................................15 Referências bibliográficas ....................................................................................18 Fechamento do grupo...........................................................................................20 ..............................................................................................................................20 ..............................................................................................................................21 Avaliação do grupo...............................................................................................22 Avaliação individual ..............................................................................................22 Problema 6: Pessoa certa no lugar certo e na hora certa ....................................22 Objetivos de aprendizagem ..................................................................................25 Estudo individual ..................................................................................................25 1) Estudar o mecanismo de controle da PA.......................................................25 2) Identificar os fatores que elevam a pressão arterial. ....................................27 3) Conhecer a ação educativa para hipertensos..............................................28 4) Conhecer os fatores de risco para hipertensão.............................................29 5) Explicar os procedimentos para controlar a hipertensão..............................30 6) Estudar os princípios da comunicação terapêutica. ......................................31

[2] Referências bibliográficas ....................................................................................32 Fechamento do grupo...........................................................................................34 Avaliação do grupo .............................................................................................36 Avaliação individual do problema..........................................................................36 Problema 7: Senilidade ou senescência? .............................................................37 .............................................................................................................................37 Fluxograma da abertura .......................................................................................38 ..............................................................................................................................38 Objetivos de aprendizagem...................................................................................38 Estudo individual...................................................................................................38 1)Conceituar senilidade e senescência.............................................................38 2)Conhecer a ação e indicação dos suplementos anti-envelhecimento.............39 3)Estudar as modificações fisiológicas e psicológicas que ocorre no processo de envelhecimento.............................................................................................................40 4)Analisar mitos, tabus e preconceitos em relação ao envelhecimento.............42 5)Pesquisar sobre o envelhecimento saudável. ................................................43 6)Conhecer os direitos dos idosos.....................................................................45 Fluxograma do fechamento...................................................................................48 Avaliação do grupo...............................................................................................49 Avaliação individual...............................................................................................49 Problema 8: Cuidar da doença ou da pessoa doente?..........................................50 Fluxograma da abertura........................................................................................51 ..............................................................................................................................51 Objetivos de aprendizagem...................................................................................51 Estudo individual ..................................................................................................51 1)Estudar a fisiologia do sistema respiratório no envelhecimento......................52 2)Conhecer como é feita a classificação de risco..............................................53 3)Explicar o funcionamento de um CRS............................................................55 4) Descrever como deve ser o acolhimento do cliente......................................56 5) Analisar o relacionamento profissional de saúde/ paciente...........................56 Referências bibliográficas.....................................................................................58

[3] Fluxograma do fechamento...................................................................................59 Avaliação do problema..........................................................................................60 Avaliação individual do problema..........................................................................60 Problema 9: Na próxima segunda feira.................................................................62 Fluxograma da abertura........................................................................................63 ..............................................................................................................................63 Objetivos de aprendizagem...................................................................................64 Estudo individual...................................................................................................64 1)Diferenciar e exemplificar UBS e UBSF.........................................................64 2)Conhecer o Projeto viver legal........................................................................65 3) Buscar influências da higiene corporal e atividade física para a saúde........66 4) Conceituar promoção e prevenção de saúde................................................68 5) Estudar os aspectos da pele.........................................................................70 6) Semiologia da pele.......................................................................................71 Fechamento do problema.....................................................................................74 ..............................................................................................................................74 Avaliação do grupo...............................................................................................75 Estudo individual do problema..............................................................................75 Referências bibliográficas.....................................................................................75

.. pálido e com grande sangramento na perna direita. todas de cinto e as crianças na cadeirinha de segurança. ligou para o 192 descrevendo os dados encontrados. Secretária: Eveline. imobilizações. Então rapidamente foi iniciar a avaliação primária da vítima da motocicleta seguindo a ordem de prioridade do ABCDE. Relatora: Pamela. habilidade e treinamento dos socorristas e ficou pensando para qual Unidade 24hs que a vítima seria levada.? Enquanto fazia a avaliação secundária da vítima o SAMU chegou. ficou nervosa com a situação e com medo de se atrapalhar.viro ele sozinha? Mantenho a comunicação? Removo o capacete? Faço contenção do sangramento? Mas como. rolamento e colocação da vítima na prancha. realizou as manobras de retirada de capacete e abertura da via aérea. compressão do sangramento. Um motociclista que estava em alta velocidade ultrapassou o sinal vermelho e bateu em um automóvel de uma mulher que estava com seus filhos no banco traseiro.[4] Problema 5: Na Costa e Silva Tutora: Marlene.. Observou que as vítimas do carro estavam lúcidas..O que faço primeiro. consciente. Sara rapidamente solicitou para uma pessoa sinalizar o local. Sara se surpreendeu com a agilidade. realizou a inspeção das vítimas. Coordenadora: Maria Ritha. . era um homem que estava em decúbito lateral direito (DLD) . Mais uma vez Sara precisou relembrar das suas aulas de SBV. Enquanto Sara vinha para a Universidade se assustou com uma colisão bem a sua frente. então pensava: .

SSVV. sentir). verificação do pulso. ventilação. Abertura de via aérea (ver. desobstrução de via aérea. ouvir. C-Circulação. Ajuda. D-Avaliação nível de consciência. exame secundário.[5] Mapa Conceitual com fechamento s Problema de Saúde Pública Consciente. Chegada do SAMU Retirada do capacete e abertura das vias aéreas procedimento Imobilização. E-Exposição. rolamento e colocação da vítima na prancha Unidade 24h Violência no trânsito Insegurança Indecisa em relação ao procedimento ara Colisão Indecisa em relação ao procedimento Solicitou a sinalização Inspeção das vítimas Ligou 192 Vítimas do carro lúcidas Todos de cinto de segurança Crianças na cadeirinha ABCDE Obedecendo a lei de trânsito Problemas graves Classificação de risco . B-Respiração. compressão do sangramento. pálido e com grande sangramento na perna direita Decú bito lateral direito Avaliação secundária A-Abordagem inicial. 3 S.

tendo identificado e controlado todas as alterações encontradas. pescoço. sempre na mesma ordem ( céfalo. dor. respeitando seu pudor no ambiente público.caudal): crânio. hemorragia e ferimento. devemos reavaliar o ABCD quantas vezes forem necessárias. centrais e periféricos. Entretanto. tórax. Após Sara ter realizado a avaliação primária da vítima da motocicleta seguindo a ordem de prioridades do ABCDE. auscultar o tórax ( campos pleuro-pulmonares e precordial). membros inferiores. principalmente em vítimas inconscientes e . simetria. Objetivo 05: Estudar como proceder em uma hemorragia. alinhamento. Palpar todos os pulsos. sudorese. entrando no E. Pacientes com instabilidade em qualquer etapa do ABC devem ser rapidamente imobilizados e transportados para receber o tratamento definitivo no hospital. crepitação. Objetivo 04: Estudar o treinamento socorrista. membros superiores e dorso. pressão arterial e escalas de coma e trauma). Nele é examinado todos os segmentos do corpo. face. Objetivo 03: Conhecer o objetivo de atendimento da Unidade 24h. Finalizar com a verificação de dados vitais ( frequências cardíaca e respiratória. Palpação (sentir): deformidade. Objetivo 02: Pesquisar a manobra de retirada do capacete e imobilização. abdome. E a ausculta (ouvir): ouvir a respiração. as roupas da vítima só serão removidas para expor lesões sugeridas por suas queixas ou reveladas pelo exame segmentar. sendo contra-indicado perder tempo no local para proceder ao exame secundário. Lembrando também que durante a abordagem secundária. deformidade.[6] Objetivos de Aprendizagem Objetivo 01: Descrever a avaliação secundária. rigidez. Somente deve iniciado o exame secundário após completar o exame primário. ela começou a realizar a exposição da vítima para avaliação secundária. flacidez. temperatura e sudorese. O objetivo do exame secundário é procurar lesões que não foram identificadas no exame primário. Objetivo 06: Identificar os sinais de choque. em ambiente pré-hospitalar. Estudo Individual 1) Descrever a avaliação secundária. quadril. Neta fase realizar. inspeção (ver) : cor da pele.

colocar o colar cervical . Simetria do pescoço. Completado o exame. Buscar crepitação em cartilagem.[7] durante toda a abordagem. 2007). Palpar a coluna cervical delicadamente. Palpar as artérias carótidas separadamente. seja ela primária ou secundária. Inspecionar as veias jugulares. Exame secundário (céfalo-caudal) verificar as pupilas verificar sinais de hemorragia observar simetria da face verificar liquorragia pelo nariz e ouvidos presença de corpos estranhos cabeça Pescoço Inspecionar o alinhamento da traqueia. o controle cervical deve ser mantido (OLIVEIRA.

rigidez de parede ou massas. ferimentos ou fraturas visíveis Afastar e aproximar as asas ilíacas em relação à linha média. distensão. Palpar o púbis no sentido anteroposterior. buscando por dor. abaulamento. Palpar delicadamente os quatro quadrantes e a região periumbilical. sugerindo haver lesão conforme as queixas da vítima ou o mecanismo de trauma.[8] Tórax Inspecionar a caixa torácica. . Pelve Inspecionar a pelve à procura de lesões. Abdome Inspecionar toda a região do abdome à procura de escoriações/abrasões e equimoses. Palpar as clavículas separadamente. delicadamente. A região genital também deve ser avaliada. analisando mobilidade anormal e produção de dor. Realizar ausculta pulmonar e cardíaca.

Executar movimentos suaves e firmes de flexão. Testar sensibilidade. Palpar os pulsos radiais. alinhamento. contida. Cortar a roupa no local em que se suspeitar de ferimento ou fratura. rigidez e crepitação.[9] Membros inferiores Inspecionar e palpar da raiz das coxas até os pés. Executar movimentos suaves e firmes de flexão. qualquer ferimento deve ser coberto e a hemorragia. flacidez. Verificar sensibilidade e enchimento capilar. ou mesmo suspeitar de fratura em extremidades. Da mesma forma. extensão e rotação de todas as articulações. extensão e rotação de todas as articulações. Testar a mobilidade ativa e passiva. rigidez e crepitação. Observar ferimento. retirar calçados e meias. Palpar pulsos em tornozelos e pés. flacidez. Membros superiores Inspecionar e palpar dos ombros às mãos. deformidade. . Testar a simetria da forca muscular nas mãos. Cortar a roupa no local em que se suspeitar de ferimento e fratura. alinhamento. motricidade e enchimento capilar. Sempre que identifica. deformidade. Examinar a mobilidade articular ativa e passiva. Observar ferimento. proceder à imobilização do membro.

Finalizar a avaliação secundária verificando sinais vitais. . O primeiro socorrista segura firmemente o capacete. O motociclista que encontrava-se em decúbito lateral direito. hematoma e crepitação. aproveitando para posicionar o paciente sobre a tábua após o exame. manter-se atento aos sinais de dor ou às imobilizações das condições constatadas na abordagem primária do paciente. pálido e com grande sangramento na perna direita. Palpar a coluna vertebral em toda a extensão. deixou Sara confusa sobre as medidas que deveriam ser tomadas para proceder o socorro. Esse cuidado serve para impedir movimentação abrupta do capacete caso a faixa de fixação do capacete (jugular) esteja previamente solta. Após completar o exame. ao mesmo tempo. edema. 2) Pesquisar a manobra de retirada do capacete e imobilização. Durante todo o exame segmentar. pois enquanto um parava hemorragia os outros dois realizavam a manobra de retirada do capacete. apoiando as mãos nas abas laterais e tentando. à procura de dor. Inspecionar o alinhamento da coluna vertebral e a simetria das duas metades do dorso. executar curativos. consciente.[10] Dorso Realizar a manobra de rolamento a 90˚ para examinar o dorso. imobilizações e outros procedimentos necessários. posicionar os dedos indicador e médio junto à mandíbula. Por isso é muito bom que hajam mais de dois socorristas.

sempre que a análise do mecanismo de trauma indicar possibilidade de lesão de coluna cervical: quedas de nível. Vítima encontrada inconsciente. Tamanhos: adulto (pequeno. médio e grande) e pediátrico (pequeno e médio). com enchimento de espuma em todas as faces de contato com a pele do paciente e dotado de apoio para a mandíbula. Apoiar posteriormente o capacete e tentar soltá-lo à frente. A atenção aos princípios básicos de imobilização deve garantir condições mínimas para eventuais improvisações. entre outros. com janela extragrande para acesso à região cervical anterior (pulso carotídeo e acesso cirúrgico de via aérea superior). se ela estiver presa. é possível adaptar o colar cervical em posição adequada. antes do capacete. se houver. praticamente todas as situações de mobilização de vítimas com suspeita ou confirmação de lesão requimedular podem ser enfrentadas. ser dobrável e plano. Durante todo o movimento. Tentar alargar manualmente as laterais para liberar as orelhas. . o primeiro socorrista posiciona lateralmente as mãos na cabeça da vítima. ferimentos por arma de fogo e arma branca. além de fornecer uma perfeita adaptação à cabeça e ao ombro da vítima. assumindo a estabilização cervical. capotamento. envolvendo motociclistas e ciclistas. ficando responsável por manter a estabilização cervical. atropelamento. a fim de liberar o segundo socorrista. entre outros. As indicações de uso de colar cervical são: Acidentes de trânsito: colisões. assumindo a estabilização cervical. Após a retirada do capacete.[11] O segundo socorrista solta a faixa jugular. para liberar o nariz. 3) Técnicas para identificar o tamanho do colar cervical É um dispositivo que permite a imobilização da coluna cervical. Confeccionado em polietileno. principalmente o movimento axial além de evitar a extensão e flexão do pescoço. sem histórico. mergulho em águas rasas. Neste momento. O primeiro socorrista remove o capacete. o segundo socorrista. acidentes Outros acidentes. Um bom colar cervical deve possuir um desenho assimétrico. Toda vítima de trauma com lesões acima da clavícula. Com essas manobras básicas e pequenas adaptações. E então ele apóia uma das mãos no occipital e a outra na mandíbula da vítima. agressões. lembrando o seguinte: Retirar óculos.

As Unidades de Pronto Atendimento . levando à superlotação dos pronto-socorros 24 horas. Verificar qual colar corresponde ao tamanho. mamografia. Serviços de apoio: laboratório de análises clínicas. 4) Conhecer o objetivo de atendimento da unidade 24h. em 2002. técnicos de enfermagem. 5) Estudar o treinamento socorrista. referente à Regulamentação Técnica dos Sistemas Estaduais de Urgências. São integrantes do componente pré-hospitalar fixo e devem ser implantadas em locais/unidades estratégicos para a configuração das redes de atenção à urgência. determina as normas . Assim. em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências. Medir a altura entre o ângulo da mandíbula e a base do pescoço da vítima. medindo do parafuso( ou sinal indicador – conforme a marca do colar cervical) até o final da parte rígida. falta resolubilidade e qualidade na assistência às urgências. audiometria e farmácia. enfermeiros. motorista. Observe o sinal correspondente ao tamanho do colar e compare com a medida da vítima. Elaborou-o considerando o panorama nacional de ausência de distribuição do fluxo de entrada dos pacientes nos serviços de urgências. efetua atendimentos de urgência e emergência. Além disso. 20??). A equipe é formada por recepcionistas. raio-x. A necessidade de organizar os serviços de urgência prestados à população fez com que o Ministério as Saúde desencadeasse o Plano Nacional de Atenção às Urgências. A estratégia de atendimento está diretamente relacionada ao trabalho do Serviço Móvel de Urgência – SAMU que organiza o fluxo de atendimento e encaminha o paciente ao serviço de saúde adequado à situação ( BRASIL. Portaria que orienta a elaboração de Planos de Atendimento às Urgências.UPA 24h são estruturas de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde e as portas de urgência hospitalares. higienizadoras. estabelece as diretrizes da Regulação Médica e a criação dos Núcleos de Educação em Urgências. publicou a Portaria 2048/GM/MS. eletrocardiograma. para a capacitação de todos os profissionais envolvidos no atendimento às urgências. Com consequência. O Pronto Atendimento Médico 24 horas. Colares do tamanho inadequado podem trazer consequências desastrosas pela falsa impressão de imobilização. Naturalmente isso se deve a deficiências na estruturação da rede assistencial locorregional.[12] É imprescindível que o colar cervical seja exatamente correspondente ao valor da medida da vítima. onde em conjunto com estas compõe uma rede organizada de Atenção às Urgências. com acolhimento e classificação de risco em todas as unidades. médicos plantonistas clínicos e pediatra.

como: • • • • • • • Disposição pessoal para a atividade Equilíbrio emocional e auto-controle Capacidade de manter sigilo profissional Capacidade trabalhar em equipe Disposição para cumprir ações orientadas Destreza manual e física para trabalhar em unidades moveis Disponibilidade para a capacitação. auxiliares e técnicos de enfermagem.2007). Observar sinais e sintomas de choque. Reconhecendo hemorragias externas: Observar se há presença de sangue nas roupas. pré-hospitalar móvel. O grau de eficácia/ eficiência de qualquer serviço de atendimento às urgências está diretamente relacionado à qualificação dos profissionais da linha de frente. Além desses profissionais. hospitalar e inter-hospitalar. igualdade e solidariedade”. Somente como uma equipe de atendimento devidamente treinada e qualificada. Entre eles. conforme seus limites de atuação. Conduta: Expor o ferimento. médicos intervencionistas. . alguns são inerentes a todos os profissionais. é possível garantir às pessoas um dos princípios fundamentais da Declaração Universal dos Direitos do Homem: “o doente deve receber o maior benefício possível nas situações de agravo à sua saúde. Esta portaria indica que a equipe de profissionais oriundos da saúde para o atendimento pré-hospitalar móvel deve ser composta por médicos reguladores. – Declaração de Lisboa (OLIVEIRA. A Portaria 2048/GM registra que os profissionais para o atendimento préhospitalar móvel precisam de requisitos gerais mínimos para o exercício da atividade. Observar saída de sangue pelo ferimento. bem como para recertificação periódica 6) Estudar como proceder em uma hemorragia. como técnico . existem outros não oriundos da saúde. estes definidos como préhospitalar fixo. obedecendo aos critérios de justiça.auxiliar de regulação médica (TARM). Observar se há presença de sangue no local onde está a vítima. com o menor prejuízo possível. enfermeiros. condutor de veículo de urgência e radioperador.[13] de funcionamento e de classificação dos serviços de saúde.

o que permite a interrupção do fluxo sanguíneo e favorece a formação de coágulo. comprimir os pontos arteriais proximais. Controle da hemorragia externa: método de pressão direta. Controle de hemorragia externa: aplicação de gelo. Elevar o membro nas hemorragias em extremidades. bandagem ou tecido limpo até parar o sangramento. Controle hemorragia externa: elevação da área traumatizada. Controle de hemorragia externa: pressão digital sobre o ponto de pulso. Em sangramento parafuso. Artéria femoral – para sangramentos de membros inferiores. Essa pressão é aplicada com os dedos sobre os pontos de pulso de uma artéria contra uma superfície óssea. Fixar a compressa com uma bandagem ou atadura de crepe. Quando uma extremidade é elevada de forma que a área ferida fique acima do nível do coração. pressionando firmemente por 10 a 30 minutos. Transportar a vítima na posição de choque. coloque outras por cima se o sangramento não parar. se necessário. Não o utilizar. Nunca remover a compressa de gaze após aplicá-la sobre o ferimento.[14] Fazer uma compressão direta e firme sofre o ferimento. Após controlar um sangramento de extremidade. Aplicar esse método simultaneamente ao da pressão direta. caso contrário. utilizar uma compressão estéril. do vaso sangrante. você deve reajustar a pressão da bandagem para restabelecer a circulação. certifique-se de que existe pulso distal. Principais pontos: Artéria braquial – para sangramentos de membros superiores. com uma compressa ou gaze. não perder tempo em localizar a compressa. a seguir. Quase todos os casos de hemorragia externa podem ser controlados pela aplicação de pressão direta na ferida. pressionar diretamente com a própria mão enluvada. fixar a compressa com bandagem. extremidades presas em ferragens). luxações ou de objetos empalados na extremidade. Utilizar a pressão sobre o pulso da artéria quando os dois métodos anteriores falharem ou não houver acesso ao local do sangramento ( esmagamento. Se o sangramento não cessar realizar o pinçamento com os dedos indicador e polegar. Preferencialmente. Artéria temporal – para sangramentos de couro cabeludo Artéria radial – sangramento da mão. É necessário habilidade do socorrista e conhecimento dos pontos exatos de pressão das artérias. . a gravidade ajuda a diminuir o fluxo sanguíneo. porém. Caso o sangramento persista. em caso de fraturas.

a aplicação de gelo previne a equimose ( mancha arroxeada).[15] O uso de compressas frias ou bolsas de gelo diminui o sangramento interno ou interrompe sangramentos venosos e capilares. Causas: perda sanguínea secundária. Nas contusões. 2007). pois diminui a circulação. Trata-se de uma condição de extrema gravidade. hemorragia ( interna ou externa) perda de eletrólitos e líquidos CHOQUE . Choque é a situação de falência do sistema cardiocirculatório em manter a distribuição de sangue oxigenado para os tecidos. 7) Identificar os sinais de choque. cuja identificação e atendimento fazem parte da abordagem primária da vítima (OLIVEIRA. Nota: evitar o uso prolongado. podendo causar lesões de tecidos. Causas: Débito cardíaco diminuído Fluxo de sangue insuficiente para os tecidos Oxigenação inadequada dos tecidos Dano a órgão e tecidos vitais Resulta de uma folha de qualquer um dos três aspectos da circulação: Bomba cardíaca Resistência periférica Volume sanguíneo Choque hipovolêmico: perda de pelo menos 20% do volume sanguíneo.

[16] 3 Tipos mais comuns Cardiogênic o Hipovolêmico Contratilidade cardíaca diminuída Má distribuição do volume sanguíneo Retorno venoso diminuído Volume sistólico diminuído Volume sanguíneo diminuído Retorno venoso diminuído Volume sistólico diminuído Debito cardíaco diminuído Perfusão tecidual diminuída Debito cardíaco e volume sistólico diminuídos Debito cardíaco diminuído Perfusão tecidual diminuída Congestão pulmonar Perfusão tecidual sistêmica diminuída Perfusão diminuída da artéria caronária Choque hipovolêmico Volume sanguíneo diminuído Retorno venoso diminuído Volume sistólico diminuído .

tontura e frio Sede Alteração da sensibilidade Sudorese ( perda de água e eletrólitos pelo suor) Taquicardia ( aumento da frequência cardíaca) Hiperpneia ( aumento da frequência respiratória) Choque hipovolêmico: tratamento Reposição hídrica e sanguínea Redistribuição de líquidos . Ansiedade e inquietação. sem brilho. com o agravamento do quadro de inconsciência parcial ou total. Náusea e vômito Olhos vitrificados. Pulso femoral ausente = PA abaixo de 70 mmHg e carotídeo ausente = PA abaixo de 60 mmHg. pulso radial difícil de sentir ou até ausente Pele úmida e fria ( pegajosa) Palidez ou cianose ( pele e mucosas acinzentadas) Enchimento capilar acima de 2 segundos Fraqueza. Quando há grande perda de sangue. e pupilas dilatadas Pulso rápido e fraco – acima de 100 a 120 bpm.[17] Débito cardíaco diminuído Perfusão tecidual diminuído Choque hipovolêmico: sinais e sintomas Queda da pressão arterial ( PA sistólica menor que 90 mmHg). Pulso radial não palpável = PA abaixo de 80 mmHg.

Solicitar apoio médico. O que é UPA 24 Horas. idealmente duas veias de grosso calibre.gov. Disponível em : < http://portal. Se necessário. B.saude. Referências bibliográficas BRASIL. tempo de enchimento capilar acima de 2 segundos. 2007). Administrar oxigênio (12 a 15 L/min. Brasília/ DF. taquicardia.M. Não fornecer líquido ou alimento pela boca.gov. 20??. . controlar sangramento e alinhar fraturas.M. Elevar membros inferiores quando não houver contra-indicação. Cuidados intensivos de enfermagem: uma abordagem holística.bentogoncalves.br/portal/saude/area. 6 ed. umedecer os lábios (OLIVEIRA..C. Prefeitura de Bento Gonçalves. taquipneia. 2007. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro.cfm?id_area=1465>. Manter permeabilidade de vias aéreas.[18] Medicamentos Da causa básica Atendimento às vítimas em choque ou com hemorragia severa Reconhecer os sinais precoces de choques: alteração do nível de consciência. caso não esteja presente.br/005/00502001. Manter a vítima aquecida. HUDAK. sob máscara facial bem ajustado à face).rs. GALLO. Junho. Ministério da Saúde. e transportar a vítima rapidamente ao hospital. palidez. BRASIL. Acesso venoso e reposição volêmica. Saúde em Bento Gonçalves. Disponível em:<http://www. 1997.asp? ttCD_CHAVE=32650>. Confortar a vítima.

WOLKOFF.V. São Paulo: Rideel.F. 2007.E. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde. 2 ed. Trauma: atendimento pré-hospitalar..[19] OLIVEIRA.M. Parolin.K. 2005. Alexandre. Beatriz Ferreira Monteiro. . São Paulo: Atheneu. Teixeira Jr.

subjetiva Entre vista para vítima ou testemunhas \\\Sinais vitais Céfalo-caudal Vítimas do carro lúcidas Todos de cinto de segurança Crianças na 1-alinhamento da coluna cadeirinha cervical. 2-imobilização da coluna cervical. 3-rolamento em bloco. resposta motora e resposta verbal. até a chegada de um apoio. incluindo a reavaliação dos sinais vitais. manualmente imobilização ABCDE Chegada do SAMU Treinamento do socorrista Retirada do capacete e abertura das vias aéreas procedimento Imobilização. rolamento e colocação da vítima na prancha objetiva Unidade 24h Inspeção. deslizando suavemente. 4-posicionamento em decúbito dorsal. Serviço entre a atenção básica e as unidades hospitalartes Através do colar cervical e coxim occiptal Objetivos Facilita o acesso da população ao atendimento de urgência Reduzir a procura por emergências hospitalares em caso de urgência de baixa e média complexidade Promover atendimento préhospitalares de urgência e emergência . 5. palpação. determinação da escala de coma de Glasgow. palpação da coluna cervical para afastar fraturas.um socorrista coloca as mãos sobre o ângulo da mandíbula e na face posterior do crânio. compressão do sangramento. 7-manter a imobilização da coluna cervical manualmente. Exame do traumatizado da cabeça aos pés. determinar as extensões e reavaliação contínua observando sinais de deterioração.[20] Fechamento do grupo S Hemorragia Choque ara Colisão Solicitou a sinalização Indecisa em relação ao procedimento Inspeção das vítimas Ligou 192 Insegurança Indecisa em relação ao procedimento Consciente. histórico clínico e exame físico completos. 6-retirada por outro socorrista. inspeção das lacerações do couro cabeludo. pálido e com grande sangramento na perna direita Decúbito lateral direito Avaliação secundária Escala de Glasgow Abertura ocular.

jatos. posicionar o paciente. sensação de frio. visão nublada. ausência total e parcial de conciência. Perda de sangue ou plasma sinais Choque Pele fria e pegajosa. confusão mental. Controle do choque . Elevação do segmento Choque hipovolêmico hhhhipovolêmicohipov olêmico Choque hemorrágico Choque cardiogênico Choque anafilático Choque psicogênico Choque séptico Manter a temperatura corporal. continuar monitorando os sinais vitais. interna: se produz Estomatorragia: cavidade oral. Hemoptise: aparelho exteriorizada respiratório. pulso fraco e rápido. executando atendimento de modo eficaz e utilizando materiais e equipamentos existentes e o serviço pré-hospitalar He morragia Perda agudo de sangue Hemorragia externa: origem superfície corporal Hemorragia mista: produz no interior e extena quando verte para o exterior Hematêmese: sistema Hemorragia digestório alto. por um tecido mais limpo. Arterial: sangramento de cor viva. fechada Epistaxe: narina. numa cavidade Otorragia: orelha. Segundo local Segundo espécie Hemostasia Ação de contenção da hemorragia Por gazes. Venosa: sangramento escuro. respiração curta rápida e irregular. em caso de ausência de Compressão direta gaze. não dar nada para o paciente ingerir. face pálida. com expressão de ansiedade. escorre capilares. náuseas e vômitos. tremores. sede. agitação.[21] Trei namento do socorrista Capacitação do profissional para o SBV as últimas de trauma. suor na testa e nas palmas das mãos.

apresentou-se como acadêmica de enfermagem e tomou condutas que salvaram a vida dele. abandono do tabagismo. restrição de gorduras e sódio. deixando que os que falam menos tivessem a oportunidade de se expor. que sempre observava os maus hábitos do marido. Achei que o objetivo quatro ficou um pouco fora do contexto. Carlos estava com pressão arterial aumentada. adorar uma comida salgada e gordurosa. mas também uma boa teoria. e espero que minhas pesquisas possam me ajudar não somente para a elaboração do trabalho. já tem 60 anos. e tentei fazer com que ela argumentasse o máximo possível. Notei maior participação da Suelen. propondo a mesma coisa que outros grupos fizeram. Sara. mas conseguimos debater bem os objetivos. Um tumulto se formou ao redor dele. trabalho estressante ( supervisor de empresa de ônibus). José pela primeira vê passou em cunsulta na UBS. entre outros. pois o cliente necessita de ajuda e temos que ter segurança daquilo que estamos fazendo não apenas na prática. após muita insistência de sua esposa Dona Jaci. porém ninguém sabia o que fazer. incluindo caminhadas. sem contar que não é mai nenhum moço. Aproveitou para convidá-lo para participar de uma ação educativa para comunidade na UBS sobre Hipertensão. pois ela é muito inteligente. que é muito curiosa observou o tumulto e foi até lá ver o que estava acontecendo. O médico detectou que Sr. me esforcei mais para fazê-lo. sentiu-se mal e caiu no chão. choque. e esse problema demonstra esse conhecimento que eu necessito. orientou que verificasse a pressão arterial durante uma semana e adotasse hábitos saudáveis de vida. beber com os amigos aos finais de semana. para saber a atitude correta que devemos tomar. em que eu fui coordenadora tentei fazer com que o grupo todo rendesse e todos pudessem falar suas pesquisas e opiniões.[22] Avaliação do grupo Neste primeiro problema após correção dos portfólios. como: fumar. preocupado com sua saúde decidiu no dia seguinte mudar a sua vida e saiu cedo para caminhar. pois é extremamente conhecer sobre hemorragias. Avaliação individual Tentei colocar mais pesquisas no meu portfólio. Problema 6: Pessoa certa no lugar certo e na hora certa Sr. ter uma vida sedentária. Foi então que o Sr. pois o mesmo permanecia desacordado. José. Quando viu a cena. Após meia hora de caminhada. . a avaliação secundária. mas está com dificuldades para integrar-se ao grupo. mas na rotina do meu trabalho.

Qual foi a abordagem de Sara? Abertura do problema . José em casa e foi muito bem recebido pela Dona Jaci.[23] Sara depois foi visitar o Sr. que agradeceu pelo atendimento e perguntou: “Como fazer para controlar a hipertensão arterial? “.

[24] .

ramo do glossofaríngeo estimula áreas inibitórias no centro vasomotor e este último. pelas vias eferentes vagais. Sempre que a parede carotídea é tensionada. óxido nítrico. e provê um efeito regulatório sustentado. o qual. médio prazo e a longo prazo. 1. Os quimiorreceptores estão intimamente associados aos barorreceptores . Esses três mecanismos citados apresentam respostas em segundos. mas em vez dos receptores do estiramento que iniciam a resposta . Nesse caso após alguns minutos o controle da pressão exibe respostas significativas. o nervo do seio carotídeo. endotelinas. A longo prazo – diferem daqueles de ação rápida porque é um mecanismo não adaptativo. O rim é o centro desse sistema de . angiotensina e outros. Os mecanismos de regulação da Pressão Arterial podem ser de 3 tipos: regulação em curto prazo. Os barorreceptores são sensíveis somente às variações da pressão arterial média e se adaptam em um a três dias ao novo sistema de pressão. reduz a pressão arterial. 3. A médio prazo – são as ações dos hormônios circulantes tais como as catecolaminas.Temos ainda outro mecanismo que é a resposta isquêmica do sistema nervoso central. Os barorreceptores são localizados principalmente nos seios carotídeos. o sistema nervoso autônomo.[25] Objetivos de aprendizagem Objetivo um: estudar o mecanismo de controle da pressão arterial Objetivo dois: identificar os fatores que elevam a pressão arterial Objetivo três: conhecer a ação educativa para hipertensão na UBS Objetivo quatro: conhecer os fatores de risco para hipertensão Objetivo cinco: explicar os procedimento para controlar a hipertensão Objetivo seis : estudar os princípios da comunicação terapêutica Estudo individual 1) Estudar o mecanismo de controle da PA. CO2 em excesso e de H+. 2. Os que a curto prazo ou de rápida resposta realizam a manutenção da pressão arterial normal são : os baroreceptores e os quimioreceptores. as células respondem à falta de O2 . prostaglandinas.

Simultaneamente são enviados estímulos para as artérias e veias para que elas se contraiam reduzindo assim o seu diâmetro e consequentemente a pressão volte a subir. Sistema endócrino. São necessárias algumas horas para apresentar qualquer resposta significativa. Quanto mais líquido. pela ação da gravidade o sangue irá se acumular nas partes mais baixas e imediatamente é enviado estímulos para o coração para que ele se contraia mais vezes e que cada contração se faça com maior vigor. os rins e o coração. O acúmulo de água em nosso corpo é determinado entre outras coisas pela concentração de sódio.[26] regulação. Caso haja uma variação brusca da pressão. no caso o próprio sangue. Suas manifestações são consequências de complicações. Nossa pressão arterial é mantida em níveis normais as custas de sofisticado mecanismo de controle que envolve o sistema nervoso. Outro fator importante na regulação da pressão arterial é o volume de sangue dentro do sistema vascular. O mesmo sódio do sal de cozinha. O hipertenso não tem um controle da pressão. maior a pressão. Mecanismo de controle da pressão arterial Pressão Arterial diminuída leva a ↓ ↓ Perfusão renal (pressão) (percebida por mecanorreceptores nas arteríolas aferentes renais) faz a ↓ Pró-renina ↓ ser convertida nas células justaglomerulares em ↓ Renina ↓ . controlando a volemia pela absorção de sódio e água. e é influenciado pelo sistema renina-angiotensina-aldosterona. suponhamos que o indivíduo levante-se. O cérebro recebe informações de vários sensores de pressão(barorreceptores) localizados na parede de várias artérias do corpo. que é uma questão multifatorial mas é uma doença silenciosa.

. O aumento de qualquer uma das variáveis citadas acarreta aumento da pressão arterial. a resistência ao fluxo e a viscosidade sanguínea. incluindo o débito cardíaco. a pressão arterial depende de vários fatores fisiológicos. o aumento do débito cardíaco ou da resistência vascular acarreta o aumento da pressão arterial. Por essa razão.[27] Converte angiotensinogênio em ↓ Angiotensina I ↓ A ECA (enzima convertedora de angiotensina) converte em ↓ Angiotensina II Leva a produção de ↓ Aldosterona ↓ Aumenta a reabsorção de Na+ ↓ Aumenta o volume sanguíneo Leva a ↓ Vasoconstrição nas arteríolas ↓ Aumenta RPT Aumenta a pressão arterial De volta ao normal 2) Identificar os fatores que elevam a pressão arterial. o volume sanguíneo. No corpo. A pressão arterial é o produto do débito cardíaco e da resistência vascular total.

Devemos primeiramente entender que cada pessoa tem uma condição de vida e um hábito diferente e único. tomando bebidas alcoólicas.[28] Uma das maiores causas de insucesso no tratamento da pressão arterial é a não adesão ao tratamento. ou seja. entre outros. Aumento do volume do líquido extracelular Aumento do volume sanguíneo Aumento da pressão média de enchimento circulatório Aumento do retorno venoso do sangue para o coração Aumento do débito cardíaco Auto-regulação aumento da pressão arterial Aumento da resistência periférica total 3) Conhecer a ação educativa para hipertensos. não tomando os remédios. não fazendo atividades físicas. portanto. não cuidando a dieta. o paciente não segue corretamente as recomendações dadas pela equipe de saúde. fumando. sendo que a renda da pessoa não permite que esses produtos possam ser comprados pela pessoa. rica em verduras e legumes. podemos conversar . não adianta dizermos que a pessoa deve ter uma alimentação saudável.

O atendimento ao paciente hipertenso realizado na UBS constitui-se das seguintes ações: consulta médica. Durante o encontro. elevando a pressão sanguínea. O processo educativo é considerado importante para complementação do tratamento dos pacientes com hipertensão arterial para aumentar sua adesão àquele. fazendo com que os educandos possam refletir e criticar a sua realidade. É importante a participação ativa dos profissionais. Os profissionais que realizam as orientações são a enfermeira ou a psicóloga. no esclarecimento de dúvidas e direcionamento do autocuidado. dos clientes e familiares no processo de aprendizagem. integrando o profissional ao grupo. Álcool. observar os problemas mais comuns entre eles e trocar experiências (SIMONE. o cliente recebe de volta o cartão de atendimento e a receita médica em duas vias. Ao término das explicações. primeiramente há a aferição da pressão arterial. pode elevar a pressão . que ocorre em aproximadamente duas horas. por uma auxiliar de enfermagem na sala de pesagem. 2004). atividade física e estresse. que provêem o desenvolvimento da hipertensão. do peso e da altura e cálculo do índice de massa corpórea (IMC). abordando especialmente alimentação.[29] com a pessoa encarregada de preparar o almoço na casa desse hipertenso e orientar que esta use menos óleo no preparo do arroz ou bife. Em seguida. contribuindo no controle da pressão arterial. uma auxiliar faz o agendamento dos hipertensos para a consulta médica após dois meses do grupo educativo ou consulta de enfermagem quando o cliente tem uma hipertensão severa ou não está conseguindo controlar a pressão arterial. de enfermagem e de psicologia. Ao mesmo tempo em que a palestra ocorre. especialmente se for consumido de modo regular em quantidades maiores que dois drinques por dia. Fumar aumenta a carga de trabalho do coração. O álcool. cujos valores são anotados tanto no prontuário. No prontuário são registrados um resumo das informações transmitidas e as medicações dispensadas. que o sal deve ser controlado. grupo educativo. cadastro na farmácia e grupo de exercícios para a saúde (saúde em movimento). refogue o alimento ao invés de fritar. ambos presentes em todas as fases de planejamento. quanto na ficha de atendimento do paciente hipertenso e no próprio cartão de atendimento do cliente na unidade. Esse pede para ser agendada. geralmente de acordo com as dúvidas que apresentam. O paciente hipertenso começa a participar do grupo de hipertensão após obter o seu diagnóstico de hipertensão arterial com um clínico geral da unidade. a consulta com o clínico é adiantada e se o valor da pressão for extremamente alto. Foram identificados diversos fatores de risco. desenvolvimento e avaliação do processo educativo. incluindo : • • Fumo. ou seja. 4) Conhecer os fatores de risco para hipertensão. Caso a pressão aferida no momento do encontro for elevada. A educação em saúde em grupo deve ser feita de forma interativa. são fornecidas as orientações aos pacientes. o hipertenso é estimulado a fazer uma consulta de urgência no pronto atendimento. a primeira participação do cliente no grupo para dali dois meses.

O tecido adiposo extra. Obesidade. a pressão sanguínea é mais elevada nos homens que nas mulheres e nas mulheres em menopausa que nas outras mulheres. . Em geral. a dieta e a inatividade física interagem com muitos fatores de risco. Os medicamentos anti-hipertensivos são eficazes. • • • • • Novamente. 2008). Histórico familiar de hipertensão e doença cardíaca em mulheres com menos de 65 anos e em homens com menos de 55 anos aumenta de forma significativa o risco de desenvolver hipertensão. que a obesidade causa. É fundamental a participação do paciente e sua adesão às recomendações médicas. Não se deve parar de tomar os medicamentos pelo fato de sentirse bem e julgá-los desnecessários. A hipertensão arterial ainda não tem cura. Raça. para alcançar a melhoria da qualidade de vida desejada.[30] sanguínea. Sexo. afro-americanos estão entre os mais elevados do mundo (WHITNEY. desde que usados corretamente. significa milhares de capilares a mais. Níveis elevados de lipídios no sangue contribuem tanto para a aterosclerose quanto para a hipertensão. 5) Explicar os procedimentos para controlar a hipertensão. Insulina elevada sinaliza para que os rins retenham mais sódio e aumentam a pressão sanguínea. As artérias perdem sua elasticidade e a pressão sanguínea aumenta com a idade. O tratamento da hipertensão alivia o sofrimento e previne as complicações. A escolha deles é específica para cada pessoa e somente o médico está habilitado para indicar o mais conveniente. Observe que a alta ingestão de sal não é um fator de risco para o desenvolvimento de hipertensão. Hereditariedade. o álcool pode interferir com a terapia medicamentosa e está associado a derrames. A combinação de hipertensão. embora uma ingestão baixa de sal possa reduzir a pressão sanguínea. por meio dos quais o sangue deve ser bombeado. A hipertensão é duas a três vezes mais comum em pessoas com diabetes tipo 2 (doença caracterizada por sobrepeso e resistência à insulina) que na população geral. Mas com os recursos terapêuticos disponíveis a pressão em pouco tempo se normaliza. o que intensifica as complicações cardiovasculares. independentemente da hipertensão. Consultas médicas periódicas são necessárias para avaliação da terapêutica e revisão cuidadosa de todo o organismo. • • Níveis elevados de lipídios no sangue. Os horários e as doses corretas são itens importantes para o sucesso do tratamento. A prevalência de hipertensão difere entre grupos raciais e étnicos. aterosclerose e obesidade impõe um esforço intenso sobre o coração e as artérias. Idade. a maioria das pessoas que desenvolve hipertensão o faz após os 60 anos. Diabetes. devendo ser acompanhada pelo resto da vida. Alem disso.

que reagirão com base em suas crenças. Deixar de fumar. Tomar seus remédios conforme prescrito. satisfazer suas necessidades. tomando bebidas alcoólicas. O papel do enfermeiro não se restringe a executar técnicas ou procedimentos e sim. ou seja. Deste modo. Diminuir o uso de álcool. Evitar a tensão. o paciente não segue corretamente as recomendações dadas pela equipe de saúde. bacalhau. Fazer exercícios físicos sob orientação médica. carne-seca. valores. o uso da comunicação como instrumento básico do enfermeiro é um meio utilizado para atender as necessidades do paciente.[31] Use pouco sal no preparo dos alimentos e nunca adicione aos já preparados. Evitar embutidos. mesmo que não apresente sintomas. Manter o peso ideal. É pela comunicação que as pessoas podem expressar o que são. Participe de grupos de hipertensos. entre outros. Evitar alimentos ricos em gorduras. Caso você sinta algo diferente após a ingestão. não tomando os remédios. o relacionamento entre enfermeiro e paciente adquire tanta importância no fenômeno de cuidar. que implica. salgadinhos. propor uma ação de cuidados abrangente. história de vida e cultura . enlatados e temperos prontos. Essa interação pode influenciar o comportamento das pessoas. entre outros aspectos.2008) 6) Estudar os princípios da comunicação terapêutica. não fazendo atividades físicas. As mudanças no processo de trabalho de enfermagem influenciam a relação entre enfermeira e paciente. defumados. entre outros. conservas. relacionar-se. vem se modificando gradativamente. desenvolver a habilidade de comunicação. Controlando e prevenindo a hipertensão arterial: • • • • • • • • • • • Medir a pressão arterial. uma vez ao ano. Um dos fatores que levam ao insucesso no tratamento de controle da hipertensão deve-se ao fato da não adesão ao tratamento. . evitando molhos. (WHITNEY. Comparecer às consultas marcadas. temperos e alimentos industrializados. para seguimento adequado. fumando. não cuidando a dieta. informe à equipe de saúde. ao longo dos tempos. Enfrente melhor a vida. Diminuir o sal nos alimentos. a qual. Por isso.

deve-se avaliar se esta ocorre. O paciente não deve ser visto apenas como um objeto de trabalho para a equipe de enfermagem. relevante realizar uma reflexão sobre as interfaces desse cuidado ao cliente hospitalizado. cada vez mais. I. no entanto. São Paulo: Cengage Learning. Fortaleza. Comunicação terapêutica em Enfermagem: instrumento essencial do cuidado. O relacionamento terapêutico depende do comportamento e atitudes de cada profissional. Esse relacionamento. 2008. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. informações são proporcionadas e a pessoa é encorajada a tomar parte ativa na maximização de sua capacidade de funcionamento. Brasileira de Enfermagem. 2007. A. respeitando suas limitações e não julgá-lo. pois. LEITÃO. Cada paciente e família possuem a chave para o cuidado de enfermagem efetivo. Rev. Referências bibliográficas PONTES. 5 ed. RAMOS. Essa deve ser a nova ideia da enfermagem. como freqüentemente ocorre. o trabalho da enfermagem é otimizado e o paciente é beneficiado com isso. de modo que se considere. 2007).[32] Com a humanização da enfermagem. pois a enfermeira cria estratégias para atingir a saúde ideal e abre a porta à satisfação do paciente e à eficiência do cuidado à saúde. aonde o foco é tratar o paciente como um ser único. Dez. Ceará.K.A. Tradução: Marcos Ikeda. Nutrição. . Conhecendo a importância da comunicação terapêutica e suas influências no restabelecimento da saúde dos pacientes. S. a enfermagem passou a identificar as necessidades básicas de cada paciente para poder agir sobre elas. sob o prisma do processo de comunicação (PONTES. 2005. não deve ser uma atitude mecânica. pois esse julgamento pode levar a um distanciamento do nosso cliente e ele pode perder a confiança em nós e nos omitir informações que podem ser úteis para a recuperação e diagnosticação da enfermidade do mesmo.C. seu modo de pensar. Para identificar essas necessidades.C. Ellie. WHITNEY. pois. o paciente deixou de ser visto apenas como uma doença ou como um leito e passou a ser visto como um todo e de forma individualizada. isto é. sentir e agir. de forma a contribuir para a melhoria da qualidade da assistência de enfermagem. o paciente se faz sujeito ativo nesse relacionamento. POWERS. vol.. assim.2: aplicações.M. Tradução: All Tasks. somente algumas necessidades dele serão satisfeitas. É pela comunicação estabelecida com o paciente. Mediante os vínculos estabelecidos. Barueri: Manole. que se pode compreendê-lo holisticamente. quando a confiança é estabelecida.T. Com isso.

[33] .

[34] Fechamento do grupo .

[35] .

Meu portfólio ficou bem feito. Agora me sinto mais confiante para realizar uma promoção de saúde e orientar as pessoas quanto aos riscos e fatores que elevam a pressão. ao meu ver.[36] Legenda do fechamento Avaliação do grupo Achei esse problema muito importante para o nosso aprendizado. Avaliação individual do problema Nesse problema me esforcei mais para buscar os objetivos e estudei mais. pois o número de hipertensos cresce a cada ano. pois eu sei que tudo que se encontra nele. pois sei a importância de dominar o assunto sobre hipertensão arterial. eu posso explicar com facilidade para os nossos futuros clientes. pois a hipertensão é algo que sempre teremos que lidar ao longo de nossa profissão. . além de estar escrito de uma forma fácil de compreensão.

[37]

Problema 7: Senilidade ou senescência?
Abertura: 25/10/2010 Fechamento: 08/11/2010

Sara foi passar o final de semana na casa dos pais e a mãe dela contou que a Vó Helena está se recuperando, pois teve uma tosse muito forte com dor no peito e avisou que não quer mais cuidar de netos. Falou que vai freqüentar o Centro de Convivência dos Idosos, quer fazer natação, viajar e fazer Curso sobre Culinária Brasileira. Já o Vô Valdo não gosta mais de sair de casa, nem quer cuidar do jardim, passa o maior tempo sentado e não troca de roupa todos os dias e disse que não lê mais jornal, pois não sabe onde colocou os óculos. A irmã do Vô Valdo, tia Brígida, vive na rua, faz muitas compras no camelódromo, pinta o cabelo todas as semanas, toma Suplemento anti-envelhecimento e não gosta quando perguntam sua idade. Vó Argemira, mãe do papai, está um pouco mais gorda, teve dor de cabeça e foi ao CRS, a pressão estava muito alta. Encaminharam para a UBS, mas ela disse que não acredita em remédio do posto e só Deus pode curar, depende de Deus. A mãe comenta: estas são as coisas da idade e as coisas de velho. Ao retornar Sara falou aos amigos sobre seus parentes, disse que queria entender melhor o que está acontecendo e será que existe uma forma de ajudá-los?

[38]

Fluxograma da abertura

Objetivos de aprendizagem
Objetivo 1:Conceituar senilidade e senescência. Obejtivo 2:Conhecer a ação e indicação dos suplementos anti-envelhecimento. Objetivo 3: Estudar as modificações fisiológicas e psicológicas que ocorre no processo de envelhecimento. Objetivo 4: Analisar mitos, tabus e preconceitos em relação ao envelhecimento. Objetivo 5: Pesquisar sobre o envelhecimento saudável. Objetivo 6: Conhecer os direitos dos idosos.

Estudo individual
1) Conceituar senilidade e senescência.

[39] As pessoas estão vivendo mais devido a redução na taxa de fecundidade, aumento da expectativa de vida, redução da mortalidade, mulher na vida pública e o acesso a medicina preventiva, que são fatores que contribuem para essa longevidade. Um envelhecimento Intrínseco(senescência, primário, eugéria), são alterações causadas pelo processo normal universal de envelhecimento. Teorias biológicas do envelhecimento: radicais livres, alteração no sistema imunológico, teoria do uso e desgaste, aonde o organismo humano é comparável a uma máquina, quanto mais se usam as peças mais partes se desgastam com o tempo. Este desgaste explica as anomalias que levam à parada dos mecanismos celulares. Mas ao contrário das máquinas, um organismo vivo possui mecanismos específicos para auto repararem as zonas lesadas. O envelhecimento extrínseco (senilidade, secundário, patogéria), influências externas às pessoas: ambiente, padrões de vida e mecanismos de enfretamento. Ex: poluição do ar, radioatividade, temperatura, entre outros.

2) Conhecer a ação e indicação dos suplementos anti-envelhecimento.

A sigla DHEA refere-se à Dehidro-Epi-Androsterona, também denominada dehidro-iso-androsterona. Trata-se de um esteróide natural produzido na glândula suprarenal e nas gônadas, cuja estrutura é precursora dos hormônios testosterona e estradiol. Alguns autores chamam a DHEA de hormônio, outros de esteróide. De qualquer forma ele é o esteróide ou hormônio mais abundante na corrente sangüínea dos seres humanos. A utilização do DHEA como droga “antienvelhecimento” deve ser feita sob estrita observação médica. Nos homens, o DHEA é responsável pelo aumento da testosterona que irá se transformar em Dihidrotestosterona, substância que induz ao crescimento das células prostáticas, tanto as normais quanto as tumorais. Sendo assim, seu uso é terminantemente contra indicado nas hipertrofias prostáticas severas e no câncer de próstata. É por isso que, para o uso da DHEA, os homens têm que se submeter a um exame da próstata, incluindo a dosagem sanguínea do PSA. É indicado para homens, acima dos 40 anos, o uso concomitante de substâncias inibidoras da "5 alfa redutase" para diminuir a conversão da Testosterona em Dihidrotestosterona. As mulheres medicadas com DHEA devem se submeter a um exame ginecológico para avaliar o estado das mamas e, se estiverem fazendo uso de reposição hormonal estrogênica, a utilização concomitante com o DHEA deve seguir um controle mais rígido para o ajuste da dose de ambos os hormônios, tendo em vista que o DHEA irá se transformar, em parte, em estrogênio. Está contra indicado o uso do DHEA na displasia mamária severa e nos casos de câncer de mama (BALLONE,2002).

pois eles são pessoas ativas. ocorreu também por reflexos das novas políticas públicas de saúde. resistência física. às mortes de cônjuges e amigos. à realocação das disposições físicas da sua vida (SCHAIE E GEIWITZ. 1-Uma dessas estratégias e estimular a alimentação saudável para a população através de ações educativas. aonde vimos que os idosos estão se desprendendo dessa ideia que eles devem ficar em casa e descansar. As mudanças físicas. capacidade física e saúde. enfrentado por essa faixa etária da população. pois estão começando a entender que existe um mundo inteiro para se viver e que a vida não pára após a aposentadoria. em cruzeiros. que foram implementadas através de decretos e leis. 2005). A evolução na vida dos idosos do Brasil. À medida que as pessoas envelhecem. elas têm de se adaptar continuamente à diminuição da força. caracterizado por doenças mais frequentes e mais graves que exigem períodos mais longos e recuperação.[40] 3) Estudar as modificações fisiológicas e psicológicas que ocorre no processo de envelhecimento. a não ser que os mesmos indivíduos sejam mensurados durante um certo período de tempo (SPIRDUSO. O estado de saúde se torna mais tênue. à aposentadoria e à redução nos rendimentos. investem em hospedagens em hotéis. Por isso estão saindo nas ruas. . mentais e sociais que acompanham o envelhecimento trazem consigo desafios ao controle emocional que estão acima e além daqueles experimentados de forma rotineira pela maioria dos indivíduos mais jovens. As perdas de massa muscular. visando melhorar o contexto social. 2-Prática de exercício físico 3-Trabalhos em grupo 4. flexibilidade e coordenação são óbvias e visíveis. Nas idade avançada. por isso estão cada vez mais ativos e estão indo em busca de ocupação. Nós profissionais devemos elaborar estratégias para melhorar a saúde do idoso na comunidade. as perdas são inevitáveis e cumulativas. e lutando pelo seus direitos. cursos. a produção hormonal diminui e todos eles se combinam para influenciar a bioquímica refinada da função cerebral. que ajudam o país se desenvolver pois ainda fazem compras. que desenvolve um papel de cunho preventivo e curativo. Para essas políticas serem concretizadas a enfermagem tem desempenhado um papel fundamental na atenção básica. e na idade avançada. força. 1982). aos novos papéis sociais. porém não é possível medir o índice de envelhecimento de funções selecionadas. Os equilíbrios bioquímicos e eletrólitos mudam. que será visto no objetivo número seis. Nesse objetivo tivemos a oportunidade de falar sobre casos que vivenciamos e comentamos sobre nosso estágio no CCI (centro de convivência do idoso). e isso é muito bom para a saúde deles. os processos gastrintestinais e metabólicos se tornam menos eficientes. Os indivíduos envelhecem a índices diferentes.ressaltar ao idoso a importância da vacinação contra a gripe que acontece todos os anos.

• • • Continuação. que se acumula nos omentos (dobra peritoneal frequentemente infiltrada de gordura). a medula dos cabelos se enche de ar e o córtex perde o pigmento (canície). temos: • • • • • • • Alterações mensuráveis na forma e na composição do corpo. • Nas mulheres. nas regiões paracardíaca e pierirrrenais. aumento da circunferência do tórax e abdome e diâmetro da pelve. menor envergadura de ombro. nos lóbulos das orelhas. A taxa do metabolismo nasal diminui cerca de 10 a 20% no geronte. Estatura mais baixa. os pêlos do corpo diminuem. O envelhecimento traz perdas inevitáveis e possivelmente depressão. Com o passar dos anos. à exceção dos pêlos do nariz.. acarretando o aparecimento de manchas hipercrômicas. principalmente na face e no dorso das mãos. As unhas passam a crescer mais lentamente do que nos jovens e tornam-se espessas e curvas.[41] Uma complicação extra desses desafios relacionados à idade é o problema crescente e perturbador do suicídios. Pele fina e enrugada Aumento da gordura corporal Capacidade de manter homeostasia é diminuída Sistema orgânico prejudicado por déficit celular e tecidual Diminuição da massa óssea. Os melancócitos diminuem em número e sofrem alterações funcionais. • • . planas e lisas. pernas e púbis. Nos homens. Para demonstrar algumas modificações que ocorrem nessa fase.. sobrancelhas e orelhas. o que reduz suas necessidades calóricas. redução da água intracelular (15 a 20%) e aumento (20 a 40%) com redistribuição da gordura corporal. em decorrência da deficiência de estrogênio. há aumento do número e da espessura dos pêlos do lábio superior e do mento e diminuição dos pêlos das axilas. atrofia da musculatura esquelética (conhecida como sarcopenia).

Os receptores olfatórios diminuem e as papilas gustatórias atrofiam-se. As alterações tubulares renais somadas à diminuição da síntese de aldosterona e aumento do hormônio aitidiurético são responsáveis pela diminuição da capacidade de concentração e diluição da urina observada nos idosos em condições de restrição e sobrecarga hídricas. que perde sua elasticidade. 2009) 4) Analisar mitos. das vesículas seminais e das dimensões do pênis. tabus e preconceitos em relação ao envelhecimento. Em idosos normais. Enquanto que a doença precisa de um desencadeante etiológico. como o hipocampo. geralmente agravada pela má higiene e pela doença periodontal. não é doença. Observa-se depósito de substância beta-amilóide na parede dos vasos e a formação de algumas placas senis em certas regiões. diagnostica-se a doença de Alzheimer. com diminuição tanto de suas concentrações basais como resposta a estímulos.[42] • • Com o envelhecimento. Os idosos apresentam redução do tempo total de sono em decorrência da duração da diminuição da duração e da frequência das fase 4 do sono não-REM (sono profundo). Quando essas placas são encontradas em grande quantidade e difusas por todas as regiões cerebrais. principalmente ovários. ela reduz cerca de 50%. As funções mentais permanecem preservadas até o final da vida. Envelhecimento é um processo natural. Os órgãos genitais femininos. • • • • • • • • (PORTO. porque a doença implica um desencadeante etiológico que aqui desconhecemos. Observa-se a perda de dentes. fato que ocorre geralmente entre os 40 e 50 anos. o envelhecimento precisa de um desencadeante temporal. ocasionando diminuição do olfato e do paladar. principalmente para alimentos salgados. A secreção do hormônio do crescimento sofre alterações durante todo o período da vida. Observa-se a diminuição dos testículos. atrofiam-se e as mulheres tornam-se estéreis após a menopausa. o peso e o volume do cérebro diminuem por perda neuronal. E portanto envelhecer acaba por ser uma deterioração de função que interliga . associadas ao quadro de demência. consequentemente. aumentam os despertares.

tendo condições de participar no mercado de trabalho. Essa atividade não se restringe apenas aos idosos. A maioria dos idosos não tem limitações. o idoso fica em desvantagem.2008). o idoso pode exercer atividades produtivas e. mas este possui a força e a vitalidade de que o velho carece. em equilíbrio com a capacidade de inovação. Manter o peso corporal saudável. nem sua vida é negativa e dependente. diminuindo as perdas funcionais. algumas pessoas parecem ser mais jovens e outras mais velhas que a idade que têm. estimular a sensualidade. Não é só o jovem que produz e consome. também vai consumir. Eis a importância da manutenção dos cuidados preventivos em relação às doenças sexualmente transmissíveis. • • • • • • Dormir regular e adequadamente. ambiente e esgotamento de recursos. 5) Pesquisar sobre o envelhecimento saudável. incluindo café-da-manhã diariamente. Seis comportamentos relacionados ao estilo de vida parecem ter maior influência na saúde física da população e. O baile traz a possibilidade de relembrar e reviver momentos prazerosos. Praticar atividade física regularmente. Benefícios da Prática Corporal/Atividade Física Melhor funcionamento corporal.[43] genética. 2006). Não fazer uso de bebidas alcoólicas. desenvolver o gosto pela música e soltar a imaginação e a fantasia. iniciativa e vitalidade do jovem. Tudo isto determina alterações que são universais a partir de uma certa altura. contribuindo com sua experiência e conhecimento acumulados ao longo dos anos. mais refinada com o passar dos anos. Fazer refeições bem balanceadas. as habilidades e talentos. Uma pessoa idosa possui experiência. O importante em uma sociedade democrática e pluralista é respeitar a condição do idoso. inclusive. A idade fisiológica de uma pessoa reflete seu estado de saúde e pode ou não refletir sua idade cronológica. A sensibilidade fica. se tiver recursos. na idade fisiológica (WHITNEY. experiência e visão ampla do mundo. desenvolver a sociabilidade. portanto. favorecendo a . De maneira muito simples. conhecimento e saber que um jovem não tem. O corpo muda. sua experiência e conhecimento de vida. garantindo um sexo seguro e revertendo estatísticas que apresentam altos índices de Aids entre os idosos (São Paulo. Não fumar. promover a atividade física por meio da dança. por órgão e por sistema. ela tem efeitos positivos em qualquer faixa etária. Se a sociedade valorizar unicamente o vigor físico. mas a sexualidade continua. O idoso é detentor de conhecimento.

coma com amigos. Assim. cria-se uma condição propícia para discutir a necessidade de eventuais mudanças nos procedimentos associados à compra. Estratégias para envelhecer com saúde Seja ativo socialmente. dê aulas. Planejar as refeições e utilizar medidas corretas durante o preparo dos alimentos pode contribuir para a satisfação com a alimentação. permite atender aos princípios de uma alimentação saudável (BRASIL.[44] preservação da independência Redução no risco de morte por doenças cardiovasculares Melhora do controle da pressão arterial Manutenção da densidade mineral óssea. do estresse. é capaz de reduzir em 58% o risco de progressão do diabetes tipo II. principalmente para quem já se encontra em idade mais avançada. demonstrando que uma pequena mudança no comportamento pode provocar grande melhora na saúde e qualidade de vida. inscreva-se em cursos de dança ou aulas de ginástica.2009). e.2006). seja voluntario . com ossos e articulações mais saudáveis Melhora a postura e o equilíbrio Melhor controle do peso corporal Melhora o perfil lipídico Melhor utilização da glicose Melhora a enfermidade venosa periférica Melhora a função intestinal Melhora de quadros álgicos Melhora a resposta imunológica Melhora a qualidade do sono Ampliação do contato social Correlações favoráveis com redução do tabagismo e abuso de álcool e drogas Diminuição da ansiedade. melhora do estado de humor e da auto-estima A pessoa que deixa de ser sedentária diminui em 40% o risco de morte por doenças cardiovasculares e. ao armazenamento. associada a uma dieta adequada. à higiene pessoal e ao preparo dos alimentos a fim de facilitar o seu dia-a-dia e favorecer uma alimentação segura(BRASIL. jogue bridge. evitando riscos de acidentes e danos à saúde. Assegurar a participação da pessoa idosa no planejamento da alimentação diária e no preparo das refeições possibilita o maior envolvimento com a alimentação. ao mesmo tempo. assista às aulas.

Parágrafo único. passe tempo com os netos. à cultura. com absoluta prioridade. cultive um jardim ou vá ao cinema. pois o idoso é muitas vezes. ao lazer. 3º É obrigação da família. à liberdade. à alimentação. que teremos em breve delegacia do idoso. A garantia de prioridade compreende: . da comunidade. para fins de introdução. Mantenha o peso corporal adequado. Fantasie o sexo prazeroso e aprenda novas maneiras de melhorá-lo. a efetivação do direito à vida. pratique um hobby. Seja ativo fisicamente. Tome cuidado para evitar acidentes. para já podermos conhecer o que podemos fazer por eles. Art. justamente. Dê um sentido à vida. discriminado e nós já podemos exigir que a justiça seja feita. Tenha valores pessoais. achei o artigo três um dos mais importantes. Beba de seis a oito copos de água por dia. se necessário. Mantenha-se interessado na vida. mas acredito que com o aumento significativo de idosos no país. e com o aumento do índice de crimes contra essa faixa etária. Trabalhe para se recuperar da perdas e faça novos amigos. à cidadania. Cultive a saúde espiritual. Ainda não temos uma delegacia para o idoso. que nem sempre tem paciência com eles. à saúde. se necessário. Controle a depressão por meio de atividades e amizades e procure ajuda profissional. Fonte: WHITNEY. E são coisas que lutamos diariamente para colocar em prática. 2008. pois já não possuem a vitalidade de um jovem. acredito eu. injustiçado. à educação. da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso. pois relata o mais comum da rotina dos idosos. Como esse objetivo é apenas para conhecimento dos direitos dos idosos. ao esporte. 6) Conhecer os direitos dos idosos. Cuide dos dentes e use dentaduras. Tome os medicamentos conforme prescritos. ao trabalho. à dignidade. ao respeito e à convivência familiar e comunitária.[45] para ajudar quem precisa. consulte um médico antes de tomar medicamentos e um nutricionista antes de ingerir suplementos. e eles precisam de cuidado e atenção. leia. Aceite as mudanças. Pois o número é crescente. veja. Estamos conhecendo sobre o estatuto dos idosos.

III – destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção ao idoso. como a hipertensão e as diabetes. Conforme estudos. VI – capacitação e reciclagem dos recursos humanos nas áreas de geriatria e gerontologia e na prestação de serviços aos idosos. diz que: “Se o idoso ou seus familiares não possuírem condições econômicas de prover o seu sustento. alternativos. • • Benefícios: um salário mínimo para brasileiros acima de 65 anos que não podem obter seu próprio sustento.SUS. Atenção médica e odontológica. por intermédio do Sistema Único de Saúde . II – preferência na formulação e na execução de políticas sociais públicas específicas. assegurada por meio de cadastramento e de ações e serviços. a grande maioria (mais de 85%) dos idosos no Brasil apresenta pelo menos uma enfermidade crônica e cerca de 15% têm pelo menos cinco dessas doenças. devemos ir à delegacia e prestar queixa contra a pessoa que desconfiarmos. o idoso deve ser observado por todos e quando nos depararmos com algum fato que considerarmos esquisito que acontece com o mesmo. que estimulem a não hospitalização e a manutenção do idoso junto a sua família e comunidade. ocupação e convívio do idoso com as demais gerações. às doenças e agravos que afetam preferencialmente os idosos. 14. impõe-se ao Poder Público esse provimento. no âmbito da assistência social”. exceto dos que não a possuam ou careçam de condições de manutenção da própria sobrevivência. em serviços ambulatoriais. VIII – garantia de acesso à rede de serviços de saúde e de assistência social locais. em detrimento do atendimento asilar. fornecimento obrigatório de • . O Art.[46] I – atendimento preferencial imediato e individualizado junto aos órgãos públicos e privados prestadores de serviços à população. VII – estabelecimento de mecanismos que favoreçam a divulgação de informações de caráter educativo sobre os aspectos biopsicossociais de envelhecimento. IV – viabilização de formas alternativas de participação. concluindo que. O Estatuto prevê atenção integral ao idoso. V – priorização do atendimento do idoso por sua própria família. No parágrafo primeiro do artigo 4. achei interessante o fato que todos devem prevenir a ameaça ou violação aos direitos do idoso.

2006. Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social.. Departamento de Atenção Básica. Brasília: Editora do Ministério da Saúde. Planos de saúde: as operadoras ficam proibidas de fazer reajustes em função da mudança de idade para 60 anos.2008.[47] vacina conforme recomendação da autoridade sanitária. Ministério da Saúde. casos suspeitos ou confirmados de maustratos aos mais velhos. Secretaria de Atenção à Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Rio de Janeiro: Elsevier. 6 ed.uol. • • • • Distribuição gratuita de medicamentos de uso continuado Notificar. . no mínimo. KIERSZEBAUM. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. DHEA. Referências bibliográficas BALLONE. Guanabara Koogan. gera. Rio de Janeiro. shows e diversos eventos esportivos e de lazer e desconto de 50% (cinqüenta por cento).com. Coordenadora Sandra Regina Gomes. Tradução Adriana Paulino do Nascimento. – São Paulo : SMADS. e a reabilitação para redução das seqüelas decorrentes de agravos à saúde.GJ.html>.Celmo Celeno. Pagamento de meia-entrada em cinemas. no valor das passagens. 2009. 2002. 2006. aos órgãos competentes.A. et AL.2009. PORTO. Alimentação saudável para a pessoa idosa: um manual para profi ssionais de saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. São Paulo (SP). Brasília : Ministério da Saúde. BRASIL. em ônibus interestaduais.br/gballone/geriat/dhea.Idoso e Assistência Social – Mitos e Verdades sobre a Velhice e um Guia de Serviços e Benefícios Sociais. Ministério da Saúde. Psiqwebpsiquiatria <http://sites. Semiologia médica. Disponível em: BRASIL.L. Departamento de Atenção Básica.

GEIWITZ. Tradução de Paula Bernardi. Boston: Little.Brown.. 1982.K. 2005. SCHAIE. 2008. WHITNEY. WOLKOFF. W.J. Dimensões físicas do envelhecimento. 2005. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde.W.2: aplicações. Nutrição. Alexandre.. SP: Manole.[48] SPIRDUSO. Barueri. adult development and aging. São Paulo: Rideel. Ellie. Tradução: All Tasks.W. vol. São Paulo: Cengage Learning. Fluxograma do fechamento .

na minha opinião. começando a entender o direito dos idosos e lutando para que esses direitos sejam colocados em prática. pois eu mesma. do que sentada na sala ouvindo algumas de nossas professoras falarem. e subestimei o seu conteúdo para colocar nesse portfólio. são temas que estão envolvidos no nosso cotidiano. sua dedicação para pesquisar. O achei mais trabalhoso. Avaliação individual Não posso deixar de dizer que estou adorando cada vez mais os problemas.[49] Avaliação do grupo Achei um problema excelente. pois aqui exige sua concentração. e disseram que esse foi o melhor problema. talvez porque eu achei muita coisa. todos levaram pesquisas. que muitos já vivenciaram e eu estou. . sendo o problema que mais atingiu o aspecto biopsicossocial. e ouvindo a professora falar nem sempre o aprendizado é absorvido. mas achei o progresso de todos significativo e conseguimos atingir o objetivo. aprendo mais com ele. Esse é o legal do portfólio. juntamente com a enfermagem.

estava inquieto. o Sr. movimentou bruscamente o braço. J. J. Depois conversaram ele falou que tinha uma filha parecida com a aluna. J. Depois no repouso Sara verificou os sinais vitais. Secretária: Rayana. Sr. o técnico de enfermagem reclamou alto e falou que não gosta de cuidar de gente teimosa. queria levantar e a acadêmica de enfermagem pedia para ficar calmo. Chamou-lhe a atenção o número de pessoas idosas que vão ao CRS e relatou ao Sr. Relatora: Eveline.[50] Problema 8: Cuidar da doença ou da pessoa doente? Abertura: 08/11/2010 Fechamento: 22/10/2010 Coordenadora: Carolina. só melhorava na posição de Fowler. Hoje Sara e sua colega Susana acompanharam o atendimento de várias pessoas na Sala de Triagem e viram como funciona o Acolhimento. observou a instalação do oxímetro e viu que a falta de ar do Senhor J. e o frasco de soro caiu no chão. . Ao instalar o soro. com queixa de falta de ar que só conseguia ficar em pé apoiado no filho.

Objetivo quatro: Descrever como deve ser o acolhimento ao cliente. Objetivo dois: Conhecer como é feita a classificação de risco.[51] Fluxograma da abertura Objetivos de aprendizagem Objetivo um: Estudar a fisiologia do sistema respiratório no envelhecimento. Objetivo cinco: Analisar o relacionamento do profissional de saúde com o cliente. Objetivo três: Explicar o funcionamento de um CRS. Estudo individual .

Músculos expiratória. mesmo na ausência de sintomatologia de órgãos associados. obstrutiva e difusional). De salientar que estas infecções nem sempre se manifestam nos idosos do mesmo modo que nos jovens. como um indivíduo que está naturalmente mais sujeito a infecções respiratórias. O indivíduo idoso encontra-se muito mais susceptível a infecções respiratórias. No entanto. Os bronquíolos perdem a elasticidade por sua substituição da musculatura lisa por colágeno. Podem não tossir (o reflexo da tosse encontra-se diminuído/abolido). a elasticidade pulmonar diminui provavelmente por modificações na composição dessas fibras e das fibras conjuntivas. Conseqüência: Insuficiência respiratória (restritiva. força contração – reduz pressão máxima inspiratória e Diafragma – não sofre alteração (atividade contínua retarda a atrofia) Pulmões . • • Perda da elasticidade nos alvéolos e ductos alveolares. que são uma causa muito frequente do internamento dos idosos. Isto é facilmente justificado pela presença de alterações do sistema respiratório que fazem com que a infecção respiratória não se manifeste de um modo convencional. Ocorre aumento das fibras elásticas e da quantidade de elastina pulmonares. uma vez que os primeiros podem: • • • Nem sempre “fazem” febre. Por isso. Modificações torácicas • • • Torna-se mais importante a contribuição da musculatura abdominal e diafragmática na ventilação pulmonar. Evidentes em condições de esforço ou processo patológico pulmonar. Provoca: diminuição da capacidade vital e aumento do volume residual.[52] 1) Estudar a fisiologia do sistema respiratório no envelhecimento. No idoso observam-se enrijecimento e calcificação das cartilagens traqueais e brônquicas. Calcificação das cartilagens costais. podendo hiperventilar mas com compensação pouco eficaz). deve-se sempre encarar o idoso com degradação do estado geral. Têm dificuldade em compensar falta de oxigenação (utilização dos músculos acessórios.

Bronquíolos. • Consultório de Enfermagem. Após a estabilização. classificação de risco e procedimentos iniciais com os seguintes materiais para o atendimento as eventuais urgências. 2) Conhecer como é feita a classificação de risco. em observação ou internados aguardando vagas nas unidades de internação ou remoções para outros hospitais de retaguarda.2009). • Área física que favoreça a visão dos que esperam por atendimentos de baixa Complexidade. → Monitor e eletrocardiógrafo → Oxímetro de pulso → Glucosímetro → Ambú Adulto e Infantil → Material de Intubação Adulto e Infantil → Material de punção venosa → Drogas e soluções de emergência . onde aqueles que realmente precisam serão os primeiros a serem atendidos. ductos alveolares. o que antes era por ordem de chegada. avaliação e estabilização das urgências e emergências clínicas e traumáticas. Complacência pulmonar – modifica por menor capacidade de distensão das fibras elásticas e maior resistência das fibras colágenas (PORTO. Pronto Atendimento Área Azul – área destinada ao atendimento de consultas de baixa e média complexidade • Área de Acolhimento com fluxo obrigatório na chegada. São classificadas por cores. sacos alveolares e alvéolos tornam-se maiores.[53] • • • Peso diminui 20% entre os 30 e os 80 anos de idade.área destinada a assistência de pacientes críticos semi-críticos Área Verde . agora deixa o atendimento mais humano. estes pacientes serão encaminhado para as seguintes áreas: Área Amarela . Área Vermelha – área devidamente equipada e destinada ao recebimento.área destinada a pacientes não críticos. e os níveis dessa classificação que ditam a ordem do atendimento.

Exemplos: ortopedia. • Informar os tempos de espera. entre outros. Objetivo da classificação de risco (ABBÊS. • Retornar informações a familiares.[54] → Prancha longa e colar cervical • Consultórios médicos • Serviço Social • Sala de administração de medicamentos e soroterapia e inaloterapia • Consultórios para avaliação de especialidades (ABBÊS. fazendo com que o paciente seja visto precocemente de acordo com a sua gravidade. • Determinar a área de atendimento primário. . devendo o paciente ser encaminhado diretamente às especialidades conforme protocolo. ambulatórios.20??).20??) • Avaliar o paciente logo na sua chegada ao Pronto Socorro humanizando o atendimento • Descongestionar o Pronto Socorro • Reduzir o tempo para o atendimento médico.

2º .Os Conselhos Regionais de Saúde terão atuação na área geográfica de cada Circunscrição Regional de Saúde (correspondendo hoje às Coordenadorias Regionais de Saúde). resolve: Art. com Controle Social.[55] 3) Explicar o funcionamento de um CRS. em cumprimento às diretrizes de descentralização do SUS. no mínimo. abrangendo. . uma circunscrição. organização e funcionamento dos CRS representam a descentralização do Conselho Estadual de Saúde.

não é porque somos da área da saúde que as pessoas devem se abrir conosco. que o tratamos de forma calma e o ouve. pois o mais importante é o bem estar do cliente. 2010). o profissional deve manter se possível uma relação estreita e respeitosa para que o mesmo venha sentir-se a vontade em compartilhar seus problemas de saúde ou circunstância que afetam sua vida diária. de estar em relação com algo ou alguém. agasalhar. um “estar com” e “perto de”. ou não sabem como fazer. e que também acolhê-la significa um esforço adicional que muitos não querem. 4) Descrever como deve ser o acolhimento do cliente. admitir”. e perder a capacidade de acolhimento a partir do papel profissional. Pois se chegarmos para um paciente que confia em nós. Como profissionais da saúde devemos sempre transmitir confiança para o paciente e respeitá-lo. receber.2000). que mais traumatizam do que ajudam (GAYOTTO. portanto. com nosso carinho e preocupação com ele. o paciente e sua família. No acolhimento. não agüentam. aceitar. O acolhimento como ato ou efeito de acolher expressa uma ação de aproximação. Parágrafo único: No caso do Conselho Regional de Saúde que atue em mais de uma Circunscrição Regional de Saúde. trabalhadores e gestores da saúde em defesa do SUS como uma política pública essencial para a população brasileira (BRASIL. uma atitude de inclusão. tornam-se freqüentes as atitudes defensivas de incompreensão. ou de mal entendidos na comunicação. é passível de ser apreendido e trabalhado em todo e qualquer encontro no serviço de saúde. dar ouvidos. em seus vários sentidos. Para iniciar a resolução deste objetivo. admitir. ele irá melhorar mais rápido pois se sente bem e não esta estressado.[56] Artigo 3º . ele confiará e tomará os remédios sendo um paciente que colabora. a sede será a daquela de maior população (ARAUJO. temos que respeitá-lo sempre. é importante entender o que é o acolhimento. atender. pois podemos. dar crédito a. As equipes devem ter sensibilidade para compreenderem que a fragilidade do paciente enfraquece e adoece sua família. . como algo que qualifica a relação e que. pois todos temos uma forma diferente de se abrir e um tempo diferente. O acolhimento na porta de entrada só ganha sentido se o entendermos como parte do processo de produção de saúde. Dependendo das identificações que podem surgir entre o profissional. ou seja. A palavra “acolher”. Possibilita também avanços na aliança entre usuários. expressa “dar acolhida.A sede de Conselho Regional de Saúde será na cidade e no local da Circunscrição Regional de Saúde onde ele atue. 5) Analisar o relacionamento profissional de saúde/ paciente.2009). No nosso cotidiano teremos pacientes com os quais poderemos desenvolver intensas emoções.

[57] assumem atitudes como se fossem da família ou. e sermos o mais profissional possível. tratando o cliente como um ser que precisa de ajuda e respeitá-lo sempre. se protegem em uma assepsia que gera insegurança no paciente. e raiva na família. ao contrário. mas devemos sempre darmos o melhor de nós. . nada os comove.

Semiologia médica. Jan. GAYOTTO.RS.Celmo Celeno.br/artigo.php?609>. Acolhimento com classificação de risco.B. Acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência. Secretaria de Atenção à Saúde. 6 ed.C.M. Guanabara Koogan. Disponível em: < C:\Users\acer\Documents\tutorias\Secretaria da Saúde . 2010. Visto em: 9 nov. PORTO. 2010. 2000. Altair.2009. Ministério da Saúde. Resolução 02/2000.. Disponível em: http://www. < .A.[58] Referências bibliográficas ABBÊS. A relação médico-paciente. Claudia. Rio de Janeiro. 2010.com. 2009.L. 20??. Brasil. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS.MASSARO. Presidente do CES/RS. Brasília : Ministério da Saúde.abcdasaude. ARAUJO. Mar.mht>. Visto em: 21 nov.

[59] Fluxograma do fechamento .

os enfermeiros também reclamam tanto quanto. acho errado dizer que técnico é isso ou aquilo. por ele dizer uma coisa que considero errada. que são mau educados e por aí vai. então. que um paciente se identifique conosco e agradeça o atendimento e outros detestarem. então. pois eles trabalham tanto quanto nós. pois. elas mudam de ideia. tive muito dificuldade para achar o objetivo número cinco. indo nos estágios. são todos de jeitos diferentes. e sim a forma como ela é. devemos ver que nem todos pensam dessa maneira. me causou um desconforto. e pode acontecer. pois lidar com pessoas é complicado. já estão bem relacionados com a postura que devemos ter com nossos clientes. pois existem aqueles que vêem o enfermeiro como um complemento do tratamento que eles aplicaram e dão valor a isso. Avaliação individual do problema Meu rendimento caiu um pouco nesse problema. assim como médicos. técnicos. Não é a profissão que marca uma pessoa. pois generalizar uma profissão. às vezes tratam os pacientes de maneira ríspida. que quer tomar o espaço que é deles. como fazemos no nosso curso. É um preconceito que surgiu dentro de nossa profissão que deveríamos esquecer. julgá-los e dizer que eles não estudam. os objetivos dois quatro e cinco. pois sei que é difícil fazer tudo isso. isso sempre acontecerá. . auxiliares e tantas outras profissões que estão dentro do hospital. percebi que não são os técnicos de enfermagem os que mais reclamam.[60] Avaliação do problema Não gostei muito desse problema. Assim como existem médicos nos vêem como uma profissão que não merece respeito. sua índole. são habilitados para fazerem o que fazem e não deveria haver esse preconceito. participando de projetos dentro dos hospitais. o fato de eu ouvir que técnicos é isso ou aquilo. não é todo técnico que é assim. temos enfermeiros arrogantes. e fazer o possível para colocar o que aprendemos em prática.

[61] Mas nosso papel é sempre procurar fazer o melhor e agir da maneira mais amiga possível e atenciosa. .

Julio... Na saída da UBSF dona Maria comentou com o Sr. turgor diminuído e áreas hiperemiadas”. que foi encaminhada ao CRS Aero Rancho para inscrição no Programa de Controle da Hipertensão. Julio: “na segunda feira eu vou começar a mudar.”. . a enfermeira também falou da importância da higiene corporal e da atividade física como medida de promoção da saúde e prevenção de doenças. Ela foi atendida pela enfermeira Patricia que avaliou a pela dos MMSS e registrou prontuário: “pele com aspecto ressecado. o IMC e falou sobre o Projeto Viver Legal. Na consulta de enfermagem.[62] Problema 9: Na próxima segunda feira. Abertura: 22/11/2020 Fechamento: 29/11/2010 Na visita a UBSF Sara e seus colegas encontraram Sra Maria e seu esposo Sr...

[63] Fluxograma da abertura .

o Programa Saúde da Família (PSF). caso necessário.unidade de saúde da família. . Estudo individual 1) Diferenciar e exemplificar UBS e UBSF. melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. o que facilita a identificação e o atendimento aos problema de saúde da comunidade. Objetivo dois: Conhecer o Projeto Viver Legal. de forma integral e contínua. para o acompanhamento na UBS. O atendimento é prestado na unidade básica de saúde ou no domicílio. por meio de cadastramento e diagnóstico de suas características sociais (BRASIL. como é a rotina dos mesmos. prevenção e buscam levar as pessoas. auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde) que compõem as equipes de Saúde da Família. A estratégia do PSF prioriza as ações de prevenção. A equipe deve conhecer a realidade das famílias pelas quais é responsável. os profissionais vão ate as casas prestar os serviços de odontologia.[64] Objetivos de aprendizagem Objetivo um: Diferenciar e exemplificar UBS e UBSF. Seu principal propósito: reorganizar a prática da atenção à saúde em novas bases e substituir o modelo tradicional. pelos profissionais (médicos. enfermeiros. aonde ele vai nas casas e faz perguntas sobre a quantidade de pessoas da casa. em 1994. Objetivo três: Buscar influências da higiene corporal e atividade física para a saúde. promoção de saúde. esses profissionais e a população acompanhada criam vínculos de coresponsabilidade. promoção e recuperação da saúde das pessoas. Objetivo seis: Estudar a semiologia da pele. na UBSF. Objetivo cinco: Estudar os aspectos da pele. Eles que ficham e encaminham as necessidades de profissionais para a UBS próximas e eles analisam as especialidades que a população necessita. Objetivo quatro: conceituar promoção e prevenção de saúde. Esses agentes são pessoas que moram no distrito que trabalham por conhecerem a situação daquele distrito que residem. Em nossas visitas nas UBS.20??). Os agentes de saúde também constituem ambas as estruturas. tivemos a oportunidade de aprender um pouco mais sobre as estruturas do mesmo e entendi que. O Ministério da Saúde criou. Assim. com isso. levando a saúde para mais perto da família e.

Praticar atividades apenas quando estiver se sentindo bem. Ambiente Saudável. Educação. Teatro. Iniciar as atividades lenta e gradualmente. Respeitar seus limites pessoais. Condições de Trabalho. ou outro técnico da área da saúde. O projeto visa promover a qualidade de vida da comunidade a fim de reduzir os riscos à saúde. Lazer. Informar qualquer sintoma incômodo ao seu médico.[65] 2) Conhecer o Projeto viver legal. proporcionando melhoria e manutenção da sua saúde e contribuir para a redução dos índices de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis (DANT’s). Alimentar-se até duas horas antes do exercício. professor de educação física. principalmente antes das atividades físicas. Atividades Culturais. decorrentes dessa ausência de hábitos de vida saudável. através de ações que valorizem os hábitos de vida saudável. enfermeiro. Prevenção e Controle do Tabagismo Recomendações importantes para todas as faixas etárias: • • • • • • • • Usar roupas e calçados adequados. Alimentação Saudável. tais como: • • • • • • • • • Atividades Físicas. Ingerir grandes quantidades de líquidos. . Evitar o cigarro e medicamentos para dormir. O Projeto Viver Legal busca sensibilizar e estimular a prática regular de exercícios físicos e de alimentação saudável para a comunidade usuária do Programa de Saúde da Família (PSF).

a necessidade da fluoretação das águas dos sistemas públicos de abastecimento. A eficiência do flúor na prevenção da cárie dentária. a partir do meio da década de 80. Influência dos exercícios na vida diária . pois sua aplicação e controle não difere muito de outros produtos utilizados nas técnicas usuais de tratamento de água. na redução da cárie dentária. religiosa.[66] 3) Buscar influências da higiene corporal e atividade física para a saúde. no meio técnico e científico. independente de sua condição social. sendo considerados pela OMS (1972). os efeitos benéficos da fluoretação das águas. foi oficializada a partir da Lei 6050 (1974) e efetivamente assumida pela maioria das capitais e grandes municípios brasileiros. No Brasil. São amplamente conhecidos. quando administrado por meio da água de abastecimento. contribuir para a implantação do sistema de abastecimento público. dos sistemas públicos de abastecimento. um método universal. para consumo humano. está relacionada à concentração adequada do íon fluoreto. uma vez que atinge a população de uma forma geral. cultural ou étnica. Os principais objetivos na implantação da vigilância sanitária da fluoretação da água de abastecimento público são: reduzir a incidência de cárie por meio da manutenção de concentrações adequadas de fluoreto das águas do sistema de abastecimento público. em que baixos teores não trariam o benefício esperado e teores acima do normal poderiam provocar fluorose. além de ser de fácil monitoramento. contribuir para a implantação do sistema de abastecimento público de água nos locais que ainda não adotaram a medida e estabelecer sistema de informação sobre a qualidade da água para consumo.

[67] .

2006). Prevenção: refere . secundário. trabalho. Ou ainda tentar reduzir o ritmo da evolução de uma doença crônica Terciária: tratar precocemente as doenças sintomáticas estabelecidas e suas complicações. Atenção ao desenvolvimento da personalidade. visa à sociabilização e relação com o ambiente. mas sua família e outros grupos. estresse. habitação. Primeiro nível: busca evitar os mecanismos e fatores desencadeantes da doença antes que esta tenha se instalado. isolamento social. saneamento. Aconselhamento sobre casamento e educação sexual. acesso a bens e serviços essenciais. ou terciário. é multidimensional. bem como condições de trabalho agradáveis. violência.se a doenças e pode ser a nível primário. evitar perda funcional. Intersetorial: educação.[68] 4) Conceituar promoção e prevenção de saúde. alimentação. melhor entendimento e controle de sua saúde e bem estar. envolve não só o indivíduo. Reabilitar precocemente (ARAUJO. lazer. desemprego. Promoção é mais amplo que prevenção e visa desenvolvimento de pessoas.Provisão de moradia e recreação adequadas. Rastreamento genético. pobreza.Bom padrão de nutrição ajustado ás fases do bom desenvolvimento da vida. meio ambiente. Prevenção Primária Promoção da Saúde Educação sobre saúde. Segundo nível: requer o conhecimento epidemiológico com objetivo de estruturar programas de rastreamento visando detectar a doença enquanto assintomática ou curável e combatê-la. renda.Exames seletivos periódicos Três níveis de prevenção de Leavell e Clark Prevenção Secundaria .

[69] Prevenção Secundaria Diagnóstico Precoce e Tratamento Imediato Medidas de achado rastreamento individual e de massa. Exames seletivos para Cura e prevenção de processos de doença .Encurtamento do período de incapacidade Limitações da Incapacidade de caso:Pesquisas de Prevenção Secundaria Pestauração e Reabilitação Provisão de instalação do hospital e da comunidade para o novo treinamento e educação para maximizar o uso das capacidades remanescentes. Educação do público e indústria para usar as pessoas reabilitadas na maior extensão possível .Prevenção de disseminação de doença comunicável Presença de complicações e seqüelas .

por ação dos raios solares na presença de substancias químicas bronzeadoras. A coloração ictérica pode ir desde um amarelo-claro até o amarelo-esverdeado. no hipertireoidismo e nas regiões recentemente edemaciadas. Bronzeamento artificial: só possível de ser visto em pessoas de cor branca. Dermatografismo: também chamada de urticária factícia. tal como se observa ao se expor ao frio. Icterícia: denomina-se icterícia à coloração amarelada da pele. é mais difícil avaliar os distúrbios de coloração. mucosas visíveis e escleróticas resultante do acúmulo de bilirrubina no sangue. nota-se uma coloração levemente rosada que é o aspecto normal em condições de higidez. Vermelhidão ou eritose: significa exagero da coloração rósea da pele e indica aumento da quantidade de sangue na rede vascular cutânea. Este róseo-claro é dado pelo sangue que circula na rede capilar cutânea e pode sofrer variações fisiológicas. Coloração: nos indivíduos de cor branca e nos pardo-claros. de preferência com luz natural. permanecer ao sol ou após emoções. É encontrada em pessoas idosas. • • • Textura normal: desperta uma sensação própria e prática vai firmando e é encontrada em condições normais. tais como lavradores. Albinismo: é a coloração banco-leitosa da pele em decorrência da falta congênita de melanina.[70] 5) Estudar os aspectos da pele. aumentando ou diminuindo sua intensidade. Textura: significa trama ou disposição dos elementos que constituem um tecido. Palidez: significa atenuação ou desaparecimento da cor rósea da pele. Pele fina: é observada nas pessoas idosas. é indispensável para uma avaliação correta. Pele áspera: é vista nos indivíduos expostos às intempéries e que trabalham em atividades rudes. e em algumas afecções como mixedema e dermatopatias crônicas. em algumas dermatopatias crônicas. • Pele seca: dá ao tato uma sensação especial. Umidade: normalmente a pele possui certo grau de umidade que pode ser percebido ao examinar indivíduos normais. Iluminação adequada. Se a pele é levemente artritada pela unha ou qualquer objeto pontudo. pescadores. Na maior parte das vezes é artificial. . aparece uma linha vermelha ligeiramente elevada que permanece por 4 a 5 minutos. Pessoas com pele escura. Cianose: significa cor azulada da pele e manifesta-se quando a hemoglobina reduzida alcança no sangue valores superiores a 5g/100ml.

mobilidade se referindo à sua capacidade de se movimentar sobre os planos profundos subjacentes. Indica conteúdo normal de água. Turgor: o turgor normal é quando o examinador obtém uma sensação de pele suculente que. 2009). • Temperatura: para avaliação da pele. Mancha ou mácula: é uma área circunscrita de coloração diferente da pele que a circunda. em função das condições ambientais. a pele está hidratada. A pele. cútis ou tegumento representa 15% do peso corpóreo. a prega se desfaz rapidamente.[71] Espessura: Para se avaliar a espessura da pele. . → Camada basal: têm reprodução constante. químicos ou biológicos. nos recém-nascidos e em alguma dermatoses. Elasticidade e mobilidade: elasticidade é a propriedade de o tegumento cutâneo se estender quando tracionado. ao ser solta. 6) Semiologia da pele. formando o revestimento do organismo e dando proteção a ele contra agentes nocivos físicos. É constituída por três camadas: • • • Epiderme ou camada externa Derme ou córion Hipoderme ou tecido muscular subcutâneo Epiderme: é um epitélio formado de quatro camadas celulares. Sensação de pele murcha e uma prega que se desfaz lentamente traduz turgor diminuído. faz-se o pinçamento de uma dobra cutânea usando o polegar e o indicador. dando origem às outras camadas epidérmicas. É observada nos idosos. no mesmo plano do tegumento e sem alterações na superfície (PORTO. isto é. Na pele podem-se observar mutações do nascimento à velhice. usa-se palpação com a face dorsal das mãos ou dos dedos. • Pele atrófica: acompanha-se de uma certa translucides que permite ver a rede venosa superficial. Pele espessa:é vista nos indivíduos que trabalham expostos ao sol e ao vento. Turgor diminuído indica desidratação. comparando-se com o lado homólogo cada segmento examinado. dos hábitos e modo de vida. A pele é um órgão em perfeita sintonia com todo o organismo e reflete o estado de saúde do individuo.

Unhas: são formações de queratina dura que recobrem a ultima falange dos dedos. a mlenina. Pêlos: são constituídos por células queratinizadas produzidas pelos folículos pilosos. Glândulas sudoríparas: possui função odorífera. achatadas quase aderentes. Glândulas sebáceas: a secreção sebácea é constante e constitui valiosa proteção contra as bactérias e fungos. que invadem a pele. seja fagocitada pelos queranocitos através de íntima ligação entre seus dendritos e estas células. É rica em tecido adiposo e representa importante leito para o organismo. Apresenta importante leito para os vasos sanguíneos. proteína fibrosa resistente. fixados sobre superfície epidérmica denominada leito ungueal. que é formada por células de configuração poliédrica que se unem através de finos filamentos. em certas regiões.[72] Nessa camada encontramos os melanócitos. Derme: constitui-se de substância fundamenta. os desmosomas ou pontes intercelulares. . → Camada córnea: é composta por queratina. → Camada granulosa: constituída por um grupo de células escuras. representada por células epidérmicas anucleadas. com núcleo de difícil visualização pela presença de grande quantidade de grânulos cromatófilos. Hipoderme ou tecido celular subcutâneo: situa-se logo abaixo abaixo da derme e apresenta lóbulos de células adiposas delimitadas por septos conjunto-elásticos. rica e mucopolisacarídios e material fibrilar (fibras colágenas). como um coxim. → Camada espinhosa ou Malpighiana. participam também do controle da temperatura e na regulação da pressão sanguínea. Estas células possibilitam que o seu produto pigmentar. que expressam a queratinização da epiderme. Vasos da pele: além da função metabólica e de nutrição. fibras elásticas e reticulares. vestígio de função sexual. que representam 95% do tecido conjuntivo da derme. além de funcionar. que apresentam citoplasma claro e núcleo pequeno. conferindo proteção contra traumas. nervos linfáticos e receptores sensitivos.

desnudamento das partes a serem examinadas e conhecimento prévio dos procedimentos semiotécnicos são condições básicas para fazer o exame da pele. 2009).[73] Exame da pele: Iluminação adequada. . Serão investigados os seguintes itens: • • • • • • • • • • • • • Coloração Continuidade ou integridade Umidade Textura Espessura Temperatura Elasticidade Mobilidade Turgor Elasticidade Sensibilidade Lesões elementares Fotossensibilidade e fotodermatoses (PORTO.

[74] Fechamento do problema .

Referências bibliográficas ARAUJO. PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA. Prevenção e Promoção à Saúde. dedicaram-se ao portfólio e pesquisas. BRASIL.Silvana. Ministério Público do Rio Grande do Sul. 20??. BRASIL. a Suelen demorou para mandar a abertura e fechamento. Sei que muitos se esforçaram. mas foi uma boa tutoria. com um problema que considerei pequeno e falho em alguns aspectos como o de não estar claro a necessidade de se obter objetivos dele.20??.2006. mas conseguimos concluir e alcançar os objetivos. mas pude contribuir com exemplos e vivências pessoais. pois não tive muito tempo para realizar minhas pesquisas. falamos um pouco de cada um e como foi o desenvolvimento individual ao longo desses problemas.[75] Avaliação do grupo Nesse último problema em que houve a avaliação interpares. Nessa última tutoria. Diário Oficial da União. minha contribuição para o desenvolvimento do trabalho não foi muito significativa. Lei 6050. mas acabou dando tempo de inseri-lo no portfólio. Fundação Municipal de Esporte. . Projeto Viver Legal. BRASIL. Estudo individual do problema Nesse último problema. Doutora em: Geriatria e Gerontologia. Rio Grande do Sul. Brasília. MS: Campo Grande. 24 de maio de 1974. Secretaria Municipal de Governo e Relações. 25 de maio de 1974.

Fluoruros y salud .1972.2009.[76] ORGANIZACÍON MUNDIAL DE LA SALUD (OMS). 6 ed. PORTO.Celmo Celeno. Genebra: OMS. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. . Semiologia médica.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful