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SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI

Apostila de Montagem e Manutenção

UNIDADE I
Histórico

Histórico e Evolução
A informática veio suprir a necessidade do homem de armazenamento e manipulação de grandes quantidades de dados. Para alguns pesquisadores, todos esses computadores atuais têm seu início atribuído ao Ábaco, inventado em 2000 A.C. no oriente. Serão apresentados abaixo os principais fatos na evolução da informática, até 1999: 1622 - O matemático inglês William Oughtred desenvolve a primeira régua de cálculo. 1642 - O pesquisador francês Blaise Pascal cria a primeira calculadora. 1822 - O matemático inglês Charles Babbage projeta um computador mecânico, porém este não saiu do papel. 1847 - É criado o sistema binário pelo matemático inglês George Boole. 1880 - O norte-americano Herman Hollerith cria um processador de dados eletromecânico. O sistema usava cartões perfurados para inserir dados. 1930 - Nos Estados Unidos, o engenheiro eletricista Vannevar Bush desenvolve um computador usando válvulas de rádio. 1946 - Os engenheiros norte-americanos John William Mauchly e John Presper Eckart Jr desenvolvem o Eniac, o primeiro computador eletrônico. O Eniac foi desenvolvido para servir aos interesses bélicos dos EUA na II Guerra Mundial. Serviu para fazer os cálculos no desenvolvimento da bomba atômica. 1954 - A empresa eletrônica Texas Instruments fabrica o transistor usando silício. 1956 - Surge, no MIT - Instituto de Tecnologia de Massachusetts - o primeiro computador que utiliza transistores. 1963 - Douglas Engelbart patenteia o mouse. 1964 - Paul Baran, pesquisador norte-americano, projeta e cria a primeira rede de computadores interligada por fios. 1966 - A IBM desenvolve o Ramac 305, utilizando discos de memória com capacidade de 5 megabits. 1968 - Douglas Engelbart cria um sistema com mouse, teclado e janelas ( windows ). 1971 - A Intel cria o MCS-4, primeiro microcomputador pessoal com o processador 4004. 1972 - A empresa Atari cria o primeiro videogame com o jogo Pong. 1975 - desenvolvem a linguagem Basic, primeira linguagem para microcomputadores, . As linguagens anteriores eram adequadas aos grandes e médios computadores. 1975 - Bill Gates e Paul Allen fundam a Microsoft. 1976 - Steve Wozniak e Steve Jobs projetam e desenvolvem o micro Apple I. No mesmo ano a dupla abrem a Apple Computer Company. 1981 - A IBM lança o micro PC 5150. 1985 - A Microsoft o sistema operacional Windows e o Word 1.0 (primeira versão do processador de textos). 1989 - Tim Berners-Lee , pesquisador europeu cria a World Wide Web ( WWW) que origina a Internet. 1991 - Linus Torvald lança o sistema operacional Linux com código-fonte aberto. 1992 - A empresa americana Microsoft lança o sistema operacional Windows 3.1. A nova versão do Windows incorpora tecnologias voltadas para a utilização de CD-Roms. 1993 - Surge o primeiro browser, o NCSA Mosaic. 1993 - A empresa de processadores Intel coloca no mercado o processador Pentium. 1994 - É criado o navegador de internet Netscape Navigator. 1995 - Chega ao mercando o Windows 95, trazendo incorporado o navegador Internet Explorer. 1995 - Criada a linguagem Java pela Sun Microsystems. 1997 - Garri Kasparov, campeão mundial de xadrez, perde pra o computador Deep Blue da IBM. 1997 - Justin Fraenkel desenvolve o Winamp, programa utilizado para ouvir músicas no formato MP3. 1998 - A Microsoft lança no mercado o Windows 98. 1999 - A Intel lança no mercado o processador Pentium III.

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Arquiteturas Abertas e Fechadas
Como as arquiteturas estão ligadas ao histórico de evolução da informática, iremos abordar sobre o assunto ainda nesta Unidade. Nos primórdios da informática, nas décadas de 50, 60 e 70, vários fabricantes diferentes disputavam o mercado. Cada um desenvolvia seus próprios computadores, que eram incompatíveis entre si, tanto em nível de hardware, quanto em nível de software. Apesar de executarem as mesmas operações básicas, praticamente tudo era diferente: Os componentes de um não serviam em outro, os programas eram incompatíveis e, até mesmo as linguagens de programação, eram diferentes. Porém, com a popularização dos microcomputadores era inevitável uma padronização. Em meados da década de 80, basicamente duas arquiteturas se popularizaram e se tornaram padrões, o PC (Computador pessoal) criado pela IBM e o Macintosh (popularmente conhecido como Mac) criado pela Apple. A IBM abriu sua arquitetura, sendo assim, diferentes fabricantes puderam criar peças para o PC, tornando possível até mesmo a montagem completa de um PC, através de peças de diferentes fabricantes, surgindo assim a Arquitetura Aberta. Todas as empresas que não permitem o uso da arquitetura por outras empresas ou que mantêm o controle sobre as empresas que fabricam, dizemos que é arquitetura fechada. Nesta arquitetura o usuário não pode montar seu próprio computador, pois você não encontra em lojas de informáticas convencionais peças para a montagem, somente a própria empresa e representantes autorizados podem vendê-las.

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UNIDADE II
Placa Mãe

Formatos
Já sabemos que a placa-mãe do PC é uma de suas partes mais importantes. Mas se cada fabricante de placa-mãe decidisse criar placas com medidas e formatos quaisquer, seria muito ruim ter que comprar um gabinete para cada placa mãe diferente. Por isso foram criados formatos padronizados para as placas-mãe do PC. Este tópico vai detalhar melhor os quatro formatos mais comuns, e suas variações, que são usados pelos fabricantes de placas-mãe para PC: AT, ATX, ITX e BTX. Formatos AT e BabyAT – O formato AT é um dos mais antigos usados pelos fabricantes. A sigla AT quer dizer Advanced Technology e foi usada inicialmente para designar os primeiros PCs que usaram o processador 80286. Infelizmente uma placa no formato AT é muito larga para encaixar nos gabinetes AT que existem no mercado, por isso a maioria das placas-mãe no formato “AT” na verdade são placas fabricadas em outro formato chamado de “Baby AT”. O formato “Baby AT” possui todas as características de uma placa formato AT, mas é mais “estreita”. Aliás, na prática, quando se fala em placas no formato AT estamos nos referindo a placas no formato “Baby AT”. As placas com o “verdadeiro” formato AT são conhecidas como “Full AT”. Hoje não se encontram placas-mãe modernas nos padrões AT/Baby AT. Estes padrões foram substituídos por outros mais modernos, como o padrão ATX. Normalmente, este formato é encontrado em placas para CPUs compatíveis com o Socket7 e, em alguns casos, placas com CPU Pentium II. As placas no formato Baby AT têm, aproximadamente, largura de 8,5 polegadas e comprimento de 13 polegadas. Existem vários “furos” em locais específicos da placa que permitem a sua fixação no gabinete. O formato AT/Baby AT é facilmente identificado porque, neste caso, a placa mãe só possui um conector para dispositivos externos “soldado” na própria placa. É um conector redondo onde o teclado é encaixado. Os encaixes da porta paralela e das duas portas seriais são ligados à placa mãe através de cabos e são fixados ao gabinete usando-se duas pequenas placas metálicas. O encaixe para o processador fica normalmente à frente dos slots de expansão. Por isso podemos encontrar dificuldades na hora de instalar placas de expansão com um comprimento um pouco maior. A placa possui vários conectores onde são encaixados pequenos cabos chamados de “cabos flat”. Os dois menores conectores são para as duas portas seriais, os dois maiores são para as duas interfaces IDE, um outro é para a controladora de drives de disquete e o último para a porta paralela. Algumas placas ainda possuem conectores para portas USB, PS/2, etc. Todos os conectores da placa e os encaixes para os módulos de memória costumam ficar localizados em uma mesma área na placa. Isto dificulta ainda mais o trabalho em placas no formato AT/Baby AT. Existe também um conector para a fonte de alimentação com 12 pinos. Numa placa no formato AT devemos usar uma fonte de alimentação padrão AT, que possui dois conectores de 6 “furos” e que se encaixam nos 12 pinos da placa mãe. Só há uma forma correta de se encaixar os conectores da fonte no conector da placa-mãe, e, neste caso, os fios de cor preta devem ficar “juntos” e no meio do conector de força da placa mãe. Placas-mãe no formato AT pedem gabinetes no formato AT e com fonte no padrão AT. Além dos problemas já mostrados deste formato, existe ainda a dificuldade de circulação de ar nos gabinetes AT que são mais “quentes” que os de outros formatos.

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Formato ATX – O formato ATX foi criado pela Intel para acabar com alguns problemas das placas no formato AT/ Baby AT. Ele demorou um pouco para cair no gosto dos usuários, mas hoje é o formato mais utilizado para placas-mãe e gabinetes. ATX é a sigla de Advanced Technology Extended. Quase todas as placas para processadores a partir do Pentium II, tanto da Intel quando da AMD, seguem o formato ATX. As principais características no padrão ATX são: - Conectores das portas seriais e paralelas “embutidos”, ou melhor, fixados diretamente na placa mãe. Isto diminui bastante a quantidade de fios no interior do gabinete e também facilita a montagem da placa e a circulação de ar. - Conector de teclado menor que o da placa padrão AT. Além disso existe um conector para mouses no padrão PS/2, do mesmo formato pelo usado pelo teclado. - Redução no comprimento da placa, facilitando o acesso a seus componentes quando esta está montada no gabinete. - Mudança do local do processador. Agora a CPU não fica “na frente” dos slots o que causava problemas na instalação de algumas placas de expansão. - Conector de força à prova de erros. Nas placas no formato AT, o conector de força aceitava que a ligação fosse feita de maneira errada, o que podia causar danos irreversíveis à placa. A placa no formato ATX possui um conector com formato que impede erros. Infelizmente isso obriga que a fonte de alimentação para placas-mãe no formato ATX seja diferente da usada para placas AT. Esta fonte, inclusive, fornece uma tensão de 3,3 volts que é usada pela placa mãe no formato ATX. - Melhoria no fluxo de ar. Como o formato é mais “organizado” o ar flui melhor dentro de um gabinete ATX. - Maior facilidade no gerenciamento de energia. A fonte de alimentação no padrão ATX pode ser ligada e desligada através de software se necessário. Isso permite uma maior economia de energia. Em placas no padrão AT temos que desligar o PC através de uma chave e não podemos desliga-lo por software. - Largura variando de 11,2 a 12 polegadas e comprimento variando de 8,2 a 9,6 polegadas. Existem algumas variações do formato ATX. As mais encontradas são:

- MicroATX – Placas no formato MicroATX são um pouco mais estreitas (9,6 polegadas) e, por isso, possuem um menor número de slots de expansão. Mas permitem que o computador tenha seu tamanho reduzido. Nada impede que sejam instaladas em gabinetes padrão ATX, mas vai sobrar bastante espaço neles.

etc. áudio.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI .7 mm. Os slots de expansão do formato BTX são: um PCI-Express X16. e só um slot de expansão. Mas por ter tamanho próximo ao do FleATX nenhum fabricante resolveu adotar este formato. As primeiras placas a usarem este padrão surgiram em meados de 2004. Este formato de placa é muito utilizado em PCs compactos.. Isso permite que o fluxo de ar frio que entra no gabinete flua melhor na placa e seja compartilhado por mais componentes. eliminando a necessidade de muitos ventiladores no micro. Os formatos BTX diferem no número de slots de expansão e de furos para fixação no gabinete. USB.12 mm. o microBTX tem 7 furos de fixação e quatro slots de expansão e o regularATX possui 10 furos de fixação e sete slots de expansão. reguladores de voltagem e placa de vídeo. Quase sempre as placas-mãe no formato min-ITX têm várias funções embutidas. microBTX e regularBTX. tais como vídeo. A parte mais escura indica o limite de largura para o formato picoBTX e as outras partes mais claras indicam os formatos microBTX e regularBTX.5 polegadas. A Intel criou o formato BTX para ser o sucessor do ATX. rede.). do ruído e da temperatura. Neste slot CNR podem ser encaixadas placas chamadas de “riser” que adicionam conectores externos apropriados que permitem o uso das funções integradas na placa-mãe (rede. Todos eles possuem profundidade de 266. Formato mini-ITX e ITX – Criado pela Via o formato ITX é ainda menor que o FlexATX e tem dimensões de 8.FlexATX – Com largura de 9 polegadas e comprimento de 7 polegadas. também chamados de SFF (Small Form Factor).22 mm a 325. Existem três formatos baseados no padrão BTX: picoBTX. Uma mudança significativa em relação ao padrão ATX é que os slots de expansão trocaram de lugar com os slots de memória. Formato BTX – O formato BTX foi lançado há pouco tempo no mercado. Normalmente as placas neste formato só possuem um slot PCI e um slot CNR (Communication Network Riser). chipset. etc. De acordo com o formato a largura varia de 203. Talvez por causa disso a Via criou um formato ainda menor chamado mini-ITX. áudio. dois PCI-Express X1 e quatro slots padrão PCI. BTX é a sigla de Balanced Technology eXtended e ele surgiu para resolver alguns problemas existentes no formato ATX. O padrão BTX é totalmente incompatível com o padrão ATX. . Formato de Placa-mãe BTX. O formato BTX foi concebido de forma que as novas placas possam lidar melhora com o aumento do consumo de energia. a não ser pela fonte de alimentação que poderá ser a mesma. o formato FlexATX é super compacto.5 por 7. tais como processador. O padrão picoBTX possui 4 furos de fixação e um slot de expansão.

pois um mínimo erro na posição dos componentes ou contatos pode gerar problemas elétricos ou interferências. Cada uma destas placas contém alguns dos contatos necessários para conectar todos os componentes. você encontrará um diagrama nas primeiras páginas do manual da sua placa mãe. como é o caso da ASUS P4S333. Como você confere na foto. áudio e rede que utilizam a tecnologia HSP (Host Signal Processing). o dispositivo é opcional. Esta técnica. mas sim pelo processador da máquina. não é formada por uma única placa de circuito impresso. sobretudo as topo de linha. exige tecnologia de ponta e um projeto desenvolvido cuidadosamente. interfaces IDE. estão começando a vir com alguns recursos que possivelmente ficarão cada vez mais comuns. O segundo novo recurso atende pelo nome de SCR ou Smart Card Reader. pois permite localizar facilmente os encaixes e jumpers da placa. Trata-se de um leitor de Smart Card. Normalmente. controladora de drives de disquetes. Ao que tudo indica. onde o processamento da placa periférica não é feito pelo próprio dispositivo. para o encaixe de placas de vídeo. na verdade. reguladores de tensão e. portas seriais e paralelas. e em vários pontos temos contatos que fazem a comunicação entre elas. Este diagrama é bem útil na hora de montar um micro. modems e outros periféricos. sendo. placas PCI não conseguem ser encaixadas nesse slot. conectores para o teclado e fonte de alimentação. AMR e etc. Em outras placas-mãe. AGP. é claro. No caso dessa placamãe. PCI. encontramos basicamente sempre os mesmos componentes numa placa mãe. o dispositivo é encaixado em uma das baias de 5 1/4" do gabinete do micro e ainda possui duas portas USB. porém por causa de sua localização e da existência de um chanfrado interno. porém a placa-mãe já tem o hardware necessário para o seu uso. portas USB. Algumas placas-mãe estão vindo com o dispositivo completo. Novos Recursos das Placas Mãe As placas-mãe mais novas. o BIOS e o Chipset. A placa mãe propriamente dita. . de som. um sanduíche formado por várias placas prensadas. Temos: slots ISA. A qualidade do projeto e as técnicas de produção usadas na fabricação da placa de circuito impresso são alguns dos fatores que diferenciam boas placas de placas mais baratas. chamada de MPCB ou “Multiple Layer Printed Circuit Board” (placa de circuito impresso com várias camadas). É um slot para a inserção de placas de modem. aquele tipo de cartão que tem um chip dentro dele (ex: o cartão usado pelo Smart Club). colocando em risco toda a estabilidade do sistema. Primeiro desses novos recursos é o slot ACR (Advanced Communications Riser). Esse slot está localizado na borda das placas-mãe mais novas e placas AMR antigas podem ser instaladas nele sem problemas. os fabricantes estão apostando na popularização desse tipo de leitor para aumentar a confiança em transações na Internet ou mesmo permitir o débito em cartões de débito do tipo Smart Card.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Recursos da Placa Mãe Independentemente de seu formato ou modelo. Trata-se de uma nova versão do já conhecidos slot AMR (Audio Modem Riser). soquetes para o encaixe de módulos de memória e também do processador. de qualidade inferior. como é o caso da placa-mãe SY-K7V Dragon Plus! da Soyo. este slot é fisicamente parecido com o PCI.

ECS. Já a ponte sul. o fabricante da placa pode seguir o projeto padrão do fabricante do chipset. abriga os controladores de HDs (ATA/IDE e SATA). . em vez de usar uma dúzia de pequenos chips. Funciona como se fosse um drive de disquete: você copia os arquivos para o cartão de memória e o cartão pode ser lido em qualquer outro micro que tenha o mesmo dispositivo acoplado. nos quais o controlador de memória está embutido no processador). os barramentos PCI e ISA. se uma placa-mãe usa um chipset fabricado pela Intel não significa necessariamente que a Intel também é a fabricante da placa. Temos um chip controlador das interfaces IDE. uma placa-mãe poderia ser construída usando apenas meia dúzia de chips maiores. fazendo modificações no circuito para oferecer maior desempenho e mais funcionalidades. Após algum tempo os fabricantes de chips começaram a integrar vários chips dentro de chips maiores. etc. como em algumas implementações de controladores para processadores AMD K8 (Athlon 64 e Athlon X2. serial. alta velocidade) e "ponte sul" (southbridge. ou “conjunto de chips”. além da memória e do cache. Vários especialistas acreditam que dentro em breve os micros não virão com drive de disquete e passarão a contar com dispositivos desse tipo para a troca de arquivos entre computadores. O processo de integração continuou e em meado dos anos 90 as placa-mãe eram construídas usando apenas dois ou até mesmo um único chip grande. PS/2. Para construir uma placa-mãe. Chaintech. existe um aspecto muito interessante nessa relação. assim como as interfaces IDE. o chipset é o componente mais importante da placa mãe. Os fabricantes de placas-mãe compram dos fabricantes de chipsets os chipsets para serem integrados em suas placas. PCChips. ASUS. que são cartões de memória usados para o armazenamento de arquivos. Muitas vezes. Chipset Seguramente. DFI. Como isso. SD e SCR. outro controlador das memórias. controlador de memória. paralela. A maioria das pessoas confunde o fabricante do chipset com o fabricante da placa-mãe. O chip set se divide entre "ponte norte" (northbridge. que já não é usado mais em placas-mãe modernas. O chipset é composto internamente de vários outros pequenos chips. já que têm uma capacidade de armazenamento muito maior e hoje em dia os disquetes estão ficando muito pequeno para os arquivos de dados que são gerados no dia-a-dia. Detalhe da placa-mãe ASUS P4S333 onde vemos os conectores para MS. as duas pontes (bridges) são substituídas por um único chip. são todos controlados pelo chipset. ou pode criar seu próprio projeto. PCI e AGP. Daí o nome Chipset. pois é ele quem comanda todo o fluxo de dados entre o processador. Na verdade. e em alguns casos com os barramentos de alta velocidade AGP e PCI Express.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Essa placa da ASUS tem ainda interface para outros dois tipos de cartão de memória: SD (Secure Digital) e MS (Memory Stick). Por exemplo. baixa velocidade). um para cada função que ele executa. também conhecido como “modelo de referência”. portas USB. o que reduz custos para os fabricantes. Existem vários modelos de chipset cada um com recursos bem diferentes. controlador de periféricos. portas paralelas e seriais. MSI. Os barramentos ISA. as memórias e os demais componentes. Shuttle e também a Intel são alguns dos vários fabricantes de placas-mãe presentes no mercado. Gigabyte. A ponte norte faz a comunicação do processador com as memórias.

devido ao barramento de dados utilizado pelos processadores da época. a freqüência máxima das memórias e do processador e o padrão de discos rígidos aceitos (UDMA/33. o AGP. não é comum encontrarmos barramentos PCI de 66 MHz. que também era de 8 bits. Barramento PCI (Peripheral Component Interconnect) Desenvolvido pela Intel para substituir os barramentos mais antigos. A partir do PC AT 286 este barramento foi expandido e passou a operar a 16 bits. O barramento ISA não é encontrado nas placas mãe mais novas devido à sua limitação de velocidade (8MHz). Barramentos Os barramentos são caminhos através das quais o processador pode comunicar-se com os demais componentes do micro. que possui taxas de transferência mais altas. A taxa máxima teórica de transferência dos barramentos PCI mais encontrados – de 32 bits e 33 MHz – é de 132 MB/s. está presente em todas as placas mãe atuais e não depende do tipo de processador utilizado. entre outras coisas. funcionando inclusive em plataformas não PC. Rambus. UDMA/66. a quantidade máxima de memória RAM que uma placa-mãe pode ter. sua taxa de transferência máxima é de 8 MB/s. Há diferentes modelos de barramentos PCI. como a placa de vídeo. etc. Fire Wire e IrDA. onde as informações mais “pesadas” de vídeo são carregadas diretamente na memória RAM. DDR-SDRAM.). que são fisicamente maiores que os de 32 bits. o tipo de memória que pode ser usada (SDRAM. bem como barramentos PCI de 64 bits. Esta comunicação pode ser feita através de slots (conectores onde as placas são instaladas) como os ISA. o que torna inviável sua utilização para as aplicações de vídeo mais modernas. a Intel liderou a indústria na criação deste padrão. ou através de conectores que ficam na própria placa mãe.).SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI O chipset é quem define. como o PowerMac. liberando mais rapidamente o processador. PCI e AGP. pois é difícil a construção de componentes que trabalhem a essa frequência. Entretanto. com frequência máxima de 8 MHz e acessando no máximo 16MB de memória RAM. como os USB. Além disso. O incremento de performance foi possível graças à função DIME (Direct Memory Execute). como videoconferência e animações Barramento AGP (Accelerated Graphics Port) Para solucionar o problema de desempenho dos barramentos PCI para as aplicações de vídeo mais modernas. Barramento ISA (Industry Standard Architecture) Este foi o primeiro barramento de expansão a surgir e operava 8 bits. . que variam de acordo com a frequência de operação máxima – de 33 ou 66 MHz – ou com o tamanho do seu barramento de dados – neste caso 32 ou 64 bits. etc.

no caso dos modems. o mesmo sistema usado em redes Fast Ethernet (100BaseT. Hoje já existem barramentos AGP 8x. Esse barramento é hot plug. ao instalar este tipo placa de vídeo. Por exemplo. Os dados são transmitidos através de dois pares de fios chamados pista utilizando o sistema de codificação 8b/10b. Por exemplo. o que significa que os sistemas operacionais e drivers antigos não precisam sofrer modificações para suportá-lo.Este novo padrão de barramento comunica-se diretamente com o chipset. por sua vez. Barramento AGP Pro Este barramento é fisicamente maior que o AGP convencional. 16 e 32 pistas. Cada pista permite obter taxa de transferência máxima de 250 MB/s em cada direção. O slot AMR se parece com um slot AGP. quase o dobro da do barramento PCI. O barramento PCI Express pode ser construído combinando várias pistas de modo a obter maior desempenho. A desvantagem. conhecido como AGP 1x. AMR A sigla AMR é a abreviação de “Audio Modem Riser”. 2. A única diferença entre o AGP Pro e o convencional é que ele possui mais linhas de alimentação elétrica. o preço.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Outro fator responsável pelo maior desempenho é que o barramento AGP trabalha a 66 MHz e 32 bits. Segue uma relação dos modos de operação dos barramentos AGP e suas respectivas taxas de transferência: • Modo 1x: 264 MB/s • Modo 2x: 528 MB/s • Modo 4x: 1 GB/s • Modo 8x: 2 GB/s. você deve utilizar gabinetes que propiciem ventilação adequada. o que permite que placa de vídeo consuma mais corrente. PCI EXPRESS O barramento PCI Express foi desenvolvido para substituir os barramentos PCI e AGP. Como o chip controlador é embutido no próprio chipset. o CODEC e. é o fato destes componentes serem controlados via software. o que faz com que ele atinja uma taxa de transferência de 264 MB/s (o dobro da taxa do barramento PCI). a queda de performance é de mais de 20%. o que consome recursos do processador principal. O objetivo é permitir a criação de componentes extremamente baratos para serem usados em micros de baixo custo. O slot PCI Express é baseado na quantidade de pistas do sistema. Vale lembrar que maior consumo de corrente acarreta em maior geração de calor. o tamanho físico do slot do barramento PCI Express x1 é diferente da do barramento PCI Express x4. Claro que existe a opção de desprezar o slot AMR e utilizar componentes tradicionais. é possível instalarmos e removermos placas PCI Express mesmo com o micro ligado. 8. embora seja compatível e permita que placas de vídeo AGP convencional também possam ser instaladas. que transferem 8 dados por pulso de Clock. O objetivo disso é permitir o desenvolvimento de placas de vídeo 3D e memórias de vídeo de alto desempenho. Podemos encontrar sistemas PCI Express com 1. transferindo um dado por pulso de clock. e permite o encaixe de placas de som e modems controlados via software. ou seja. 100 Mbps). o . Ele é um barramento serial trabalhando no modo full-duplex. 4. Por isso. tornando o micro mais lento. mas tem apenas 1/3 do tamanho deste. a taxa de transferência de um sistema PCI Express com 8 pistas (x8) é de 2 GB/s (250 *8). basicamente as entradas e saídas de som. já que uma placa de som ou modem AMR não custam mais de 5 ou 7 dólares para o fabricante (um pouco mais para o consumidor final naturalmente). A vantagem é claro. as placas de som e modems AMR contém um número extremamente reduzido de componentes. Ele é compatível em termos de software com o barramento PCI. Usando ao mesmo tempo modem e placa de som AMR num Celeron 450.

pois em sua primeira versão com a taxa de transmissão de dados a 400 Mbps (aproximadamente 50 MB por segundo) já foi um grande salto. A diferença principal. ou de impressora.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Relay (o componente que permite o acesso à linha telefônica). Intel e Agere. o que as torna muito mais rápidas que as seriais. Os equipamentos podem ser conectados. Universal Serial Bus Idealizado em 1995 por um grupo de empresas de tecnologia. sendo que mais utilizado para instalação de placas de rede. cujas principais características são: Velocidade de transmissão de dados de 800 Mbps (o dobro do padrão anterior). o padrão USB permite que sejam conectados até 127 equipamentos em cada micro com velocidades de transmissão de até 480 Mbps. sendo os bits transmitidos um a um. impressora. scanner entre outros. A proposta do novo padrão é substituir a infinidade de conectores diferentes empregados nos computadores atuais. No caso . em sua versão 2. São usados alguns pinos para a transmissão de dados e outros para controle de fluxo e checagem. o barramento CNR fica na extremidade das placas mãe enquanto que o AMR fica entre o último Slot PCI e o Slot AGP. NEC. tendo em vista que a conexão USB tinha sua taxa. Hewlett-Packard. em sua decorrente versão. sendo o baixo custo o principal atrativo. É o Plug and Play em sua melhor forma. Fisicamente. mouse. Já nas portas paralelas. Portas Paralelas e Seriais Tanto as portas seriais. Como no padrão USB o FireWire também permite a conexão de equipamentos sem a necessidade do desligamento do computador. conexão de drives externos e etc. Para trabalhos com áudio e vídeos. A idéia inicial é que as placas AMR sejam ou vendidas junto com a placa mãe e não vendidas direto ao consumidor de forma isolada. é que numa porta serial apenas um pino é usado para a transmissão de dados. sem a necessidade de desligar o computador e com o reconhecimento automático dos aparelhos adicionados. Barramento CNR (Communications ande Network Riser) É um barramento similar ao AMR.0 (Em sua primeira versão a taxa de transmissão de dados era 12 Mbps. FireWire O FireWire foi desenvolvido pela Apple Computer. onde é necessária uma alta taxa de transferência de dados. Apple. dai o nome serial. essa característica pode depender do equipamento). . permitindo o envio de 8 bits de cada vez. em série. O USB é tido como um padrão satisfatório quanto ao aspecto desempenho. são usadas oito vias de dados. equivalente a 1. A princípio. É um barramento serial de altíssimo desempenho que proporciona a conexão de até 63 dispositivos. câmera digital. é bem mais rápido que as tradicionais portas seriais e paralelas. joystick.5 MB por segundo). Também consome recursos do processador da placa mãe. quanto as portas paralelas. entre as quais destacam-se: Microsoft. de 12 Mbps. Podemos conectar diversos dispositivos como: teclado.Compatibilidade com cabos de conexão de até 100 metros. são portas de comunicação que compartilham o canal de dados do barramento ISA. o FireWire “serviu como uma luva”. nos anos 90.Compatibilidade com dispositivos que usam o barramento FireWire 400 (na prática. Já em 2002 o mercado conheceu o “FireWire 800”. . o funcionamento de ambas é bem parecido.

Encaixes para os módulos de memória (Slots de memória) O uso de memória na forma de módulos (conjunto de chips em uma única placa). também conhecidos como IDE. o que dava um trabalho enorme. Existiram vários modelos dessas plaquinhas. as portas são conectadas diretamente ao barramento PCI. o disco rígido precisa estar ligado a alguma interface.600 bits por segundo. As portas seriais também evoluíram. etc. dispensando o uso de qualquer outro acessório. só servia para aumentar o preço dos micros. e conseqüentemente não possuem este barramento. assim com as portas paralelas e de impressora. . mouse. permitem a comunicação bidirecional. Os periféricos que você for conectar a este barramento – tais como teclado. para poder comunicar-se com o restante do sistema. Interfaces de Disco Assim como uma placa de vídeo é ligada em um slot PCI ou AGP. Em placas muito antigas. uma chapa metálica que deve ser fixada ao gabinete. Uma interface de disco nada mais é do que um meio de comunicação. estas portas passaram a vir integradas à própria placa mãe. Usar uma placa separada. através da luz infravermelha (semelhante ao controle remoto da televisão). as interfaces IDE e de drives de disquetes. impressora. e assim por diante. Por isso. Em uma extremidade temos o conector para ser encaixado na saída correspondente da placa mãe. Vemos uma figura com as saídas das portas serial e paralela soldadas à placa mãe. realmente facilita muito nossa vida. Serial ATA ou simplesmente SATA é o padrão de discos rígidos criado para substituir os discos ATA. A taxa de transferência máxima teórica de um disco Serial ATA é de 150 MB/s ou 300 MB/s. Barramento IrDA (Infrared Developers Association) Barramento onde a comunicação é feita sem fios. uma estrada por onde possam trafegar os dados que entram e saem dos drives. se a interface não permite que ele se comunique com o restante do sistema usando toda a sua velocidade. Iremos estudar abaixo sobre as principais interfaces de Disco. De nada adianta um drive muito rápido.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI de placas mãe que não trazem slots ISA.000 bits por segundo. Foram posteriormente criados vários outros padrões para portas paralelas. As primeiras portas eram capazes de transmitir dados numa velocidade de apenas 9. outros traziam duas. contra os 133 MB/s de um disco rígido IDE. Os módulos de memória são popularmente chamados de “pentes” de memória. outras que utilizam um slot VLB. nas placas antigas usamos cabos flat também nas saídas paralelas e seriais. os chips de memória tinham que ser encaixados na placa mãe um a um. e na outra. como o ECP e o EPP. Nem sempre foi assim. sendo seu uso geralmente restrito à conexão de impressoras. enquanto as mais recentes podem transmitir a até 115. Existiam placas que utilizam um slot ISA. o SATA e também sobre seu antecessor o IDE (PATA). Alguns traziam apenas uma interface IDE. para prover recursos de que todo mundo precisa. As primeiras portas paralelas eram capazes apenas de transmitir dados. fazem parte de uma placa chamada Super-IDE. que além de serem mais rápidos. – precisam estar a no máximo 1 metro de distância do receptor e a um ângulo de abertura de 30 graus. Na época dos micros XT e 286. a partir do final da era 486. e trazer problemas de mal contato. e não de receber. que era conectada a um slot disponível da placa mãe.

internamente metalizadas para permitir a passagem de corrente elétrica. por outro lado. No caso de placas. em casos extremos. Apesar da diferença no tamanho. ou seja. ou seja. Neste caso a transmissão paralela será pelo menos oito vezes mais rápida. IDE paralela ou simplesmente PATA) transfere dados de forma paralela. o mais comum é o uso de um conector padrão miniDin. a transmissão dos dados é feita de modo serial. transmitindo um bit por vez. Ao montarmos um micro.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI A porta IDE tradicional (agora chamada “Parallel ATA”. porém. Já em placas padrão ATX e BTX. Sua grande desvantagem. É por esse motivo que os discos rígidos ATA-66 e superiores precisam de um cabo especial.. No Serial ATA. não possuem jumpers algum. funcionando coma uma espécie de interruptor. o que permite o uso de um adaptador para a conexão de um teclado com encaixe mini-Din em um conector Din e vice-versa. sendo toda a configuração das funções da placa feita através do CMOS Setup. que tem a mesma função. É também muito importante notar que o Serial ATA implementa dois caminhos de dados separados. já que pelo menos oito bits (um byte) serão transmitidos por pulso de clock. Jumper e Dip-switch Os jumpers são pequenas peças plásticas. caso contrário podemos. Os jumpers são mais um componente em extinção nas placas mãe modernas. é em relação ao ruído. A diferença entre esse cabo de 80 vias e o cabo IDE comum de 40 vias é que ele possui um fio de terra entre cada fio original. além de outros recursos. ambos os encaixes são elétricamente compatíveis. Acontece que isto só é verdade se compararmos os dois tipos de transmissão usando a mesma taxa de clock. Os jumpers permitem a passagem de corrente elétrica entre dois pinos. tipo e velocidade do processador e memória usados. como a voltagem.. funcionando como uma blindagem contra interferências. Na transmissão paralela apenas um caminho é usado. pois a maioria das placas atuais são “jumperless”. mas são um pouco mais práticos. No entanto. porém são conectores distintos. Nas imagens abaixo. de 80 vias. até mesmo danificar alguns componentes. é possível comprar um adaptador de PS2/Din. vemos exemplos de Jumpers e um Dip-switch: . A vantagem da transmissão paralela é que ela é mais rápida do que a transmissão em série. ela pode ser mais rápida do que a transmissão paralela. ou conforme necessidade. é utilizado um conector Din para a ligação do teclado. Em caso de clientes que tenham placas mães antigas. Alternativas na posição de encaixe dos jumpers permitem programar vários recursos da placa mãe. sendo encaixados em contatos metálicos encontrados na placa mãe ou em vários outros tipos de placas. Vale lembrar que o conector mini-Din se padronizou no mercado como PS2 assim como o conector do mouse. um fio gera interferência no outro. os jumpers são substituídos por Dip-Switches. Isto é exatamente o que acontece com o Serial ATA. pois transmite vários bits por vez. assim como PS2/USB e etc. se um clock maior for usado na transmissão serial. um para a transmissão e outro para recepção dos dados. Como terão de existir muitos fios (pelo menos um para cada bit a ser transmitido por vez). enquanto que na transmissão serial apenas um bit será transmitido por pulso de clock. Conector do teclado Em placas mãe padrão AT. A maioria das pessoas pensa que a transmissão serial é mais lenta que a transmissão em paralelo. que é compartilhado tanto para transmissão quanto para recepção. os jumpers da placa mãe devem ser corretamente configurados. Atualmente a taxa de transferência máxima que temos no padrão IDE é de 133 MB/s (ATA-133).

quase não são mais usados. através de um programa de monitoramento. onde alguns programas projetados para rodar em micros lentos só rodavam adequadamente com esta tecla pressionada. o keylock e os leds de power. A tecla turbo do gabinete serve para diminuir a freqüência do processador. Existem vários exemplos de programas. estes programas já não usados há muito tempo. a fonte de alimentação começar a enviar correntes maiores. turbo. as placas com suporte a este recurso trazem um programa compatível gravado no CD de drivers que a acompanha. será soado uma alarme alertando o usuário sobre o problema. Os recursos suportados dependem da placa mãe. Aqui são ligados os botões reset. da corrente elétrica enviada pela fonte etc. velocidade de rotação do cooler. e não existe nenhum outro motivo para que alguém queira tornar seu micro mais lento. Porém. Se. As informações fornecidas pelo monitor podem ser vistas através do Setup. o cooler do processador apresentar algum defeito e o processador começar a superaquecer. por acaso. Monitoramento de funções Um recurso que é utilizado nas placas mãe atuais é o monitoramento de algumas funções. Isto era bastante útil na época dos micros XT e 286.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Jumpers Conectores para o painel do gabinete Dip-Switch Em uma das extremidades da placa mãe. como a temperatura do processador. ou mesmo dentro do Windows. mas. temperatura do chipset. A chave do teclado e o botão turbo. você encontrará um conjunto de encaixes que destinam-se à conexão das luzes e botões do painel frontal do gabinete. justamente por não terem mais utilidade atualmente. disco rígido e turbo. quase sempre. ou menores que as ideais para a placa mãe. mas o objetivo é sempre o mesmo: prevenir possíveis danos ao equipamento. Se. novamente será soado o alarme avisando o usuário antes que algo mais grave aconteça. por exemplo. . O monitoramento é obtido através da adição de um chip especial e sensores de temperatura na placa mãe. por acaso. Nem todas as placas mãe possuem todos estes conectores.

eis a justificativa: Ao realizar um overclock. a ponto de ficar lento. ou.. Quando. Para aqueles que se perguntam "porque tudo pode queimar?". memórias e até a placa-mãe são grandes. o extremo é ultrapassado.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Overclock Estaremos estudando o conceito inicial ainda nesta unidade. porventura. Pode ser que o overclock deixe o computador instável.". . Isso deixa claro que. • • • Muitas vezes será necessário alterar a voltagem dos componentes. conectados à placa mãe. Riscos do Overclock O primeiro passo é ter noção dos riscos e possíveis conseqüências: O tempo de vida útil dos equipamentos pode ser reduzido severamente com o overclock. será necessário adquirir coolers ou outros sistemas de refrigeração. no intuito de deixá-los mais rápidos. Essa técnica é principalmente aplicada nos processadores. O overclock consiste em alterar as propriedades e configurações de equipamentos de hardware. como muitos dizem "turbinados".. a temperatura e voltagem dos componentes em questão são levadas ao extremo. Muitos adeptos dizem não considerar esse ponto por que não pretendem fazer com que os componentes "durem para sempre. porém também é aplicada em outros dispositivos de hardware. uma cascata que peças queimadas é iniciada a partir do processador e pode se estender a todos os demais componentes do micro. o que resulta em aumento da temperatura. pois esta técnica envolve dispositivos diversos. As chances de queimar o processador. dependendo do overclock.

Registradores Os registradores são pequenas memórias velozes que armazenam comandos ou valores que utilizados no controle e processamento de cada instrução. Uma vez estando na memória. comandando todos os outros componentes. Abaixo veremos algumas características e componentes envolvidos no funcionamento da CPU: Unidade lógica e aritmética O principal componente. por isso é considerado o cérebro do mesmo.Busca e execução de instruções existentes na memória.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI UNIDADE III Processadores Características e recursos dos processadores O processador é um circuito integrado que realiza as funções de cálculo e tomada de decisão de um computador. a Unidade lógica e aritmética (ULA) realiza todas as operações lógicas e de cálculo que serão usadas para executar uma tarefa. o processador pode executar os programas_e_processar_os_dados. . Os outros realizam o armazenamento de resultados intermediários. Unidade de Controle A Unidade de controle (UC) é responsável pela tarefa de controle das ações a serem realizadas pelo computador. Memory Management Unit A MMU (em inglês: Memory Management Unit) é um dispositivo de hardware que transforma endereços virtuais em endereços físicos e administra a memória principal do computador. na realidade você está alterando a configuração desse gerador.Controle de todos os chips do computador. . Ele também pode ser chamado de Unidade Central de Processamento (em inglês CPU: Central Processing Unit). Os registradores mais importantes são: .Registrador de Instrução (IR) – Registra a instrução da execução. Gerador de Clock É um circuito integrado presente na placa mãe cuja função é gerar o clock usado pelo barramento local do processador.Contador de Programa (PC) – Sinaliza para a próxima instrução a ser executada. são transferidos para a memória. . Os programas e os dados que ficam gravados no disco (disco rígido ou disquetes). Quando em uma placa mãe você altera os jumper de clock ou o configura via setup. Os processadores trabalham apenas com linguagem de máquina (lógica booleana) e realizam as seguintes tarefas: .

que é uma das principais barreiras de desempenho. para os aficionados em overclock. perdendo muito em desempenho. o desempenho do sistema ficará limitado à velocidade da memória. que por ser muito mais barato. em detrimento do encarecimento do sistema como um todo. as instruções são muito simples e para a realização de certas tarefas são necessárias mais instruções que no modelo CISC. Computador com um Conjunto Reduzido de Instruções) usada em processadores PowerPC (da Apple. Há inclusive modelos que permitem alterar esta configuração de 1 em 1 MHz. por isso. ou seja. usada em processadores Intel e AMD. Memória Cache A memória cache surgiu quando percebeu-se que as memórias não eram mais capazes de acompanhar o processador em velocidade. mais microinstruções ela possuirá e mais tempo levará para ser executada. . imagine o quanto este problema não atrapalharia o desempenho dos processadores que temos atualmente. é preciso desenvolver também um tipo mais rápido de memória cache para acompanhá-lo. Processadores RISC X Processadores CISC CISC (em inglês: Complex Instruction Set Computing. Motorola e IBM) e SPARC (SUN). Se na época dos 386 a velocidade das memórias já era um fator limitante. usamos também um tipo um pouco mais lento de memória cache na forma do cache secundário. Sem ela.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Embora para muitos usuários este circuito não tenha muita importância. Nesta técnica não é necessário realizar a leitura em uma memória e. chamados de cache primário. possui um grande conjunto de instruções (tipicamente centenas) que são armazenadas em uma pequena memória não-volátil interna ao processador. Quanto mais complexa a instrução. um tipo ultra-rápido de memória que serve para armazenar os dados mais freqüentemente usados pelo processador. Para solucionar este problema. podendo cair em até 90%! São usados dois tipos de cache. evitando na maioria das vezes que ele tenha que recorrer à comparativamente lenta memória RAM. Embora apresente baixo custo. os passos a serem realizados para a execução de cada instrução. Computador com um Conjunto Complexo de Instruções). e cache secundário. fazendo com que muitas vezes ele tivesse que ficar “esperando” os dados serem liberados pela memória RAM para poder concluir suas tarefas. Por outro lado. permite que seja usada uma quantidade muito maior. esta arquitetura apresenta desempenho limitado pelo gargalo do barramento. Arquiteturas Existem duas principais arquiteturas usadas em processadores: A arquitetura de Von Newmann. Isto reduz de forma sensível o gargalo de barramento. Como este tipo de memória é extremamente caro (chega a ser algumas centenas de vezes mais cara que a memória RAM convencional) usamos apenas uma pequena quantidade dela. A arquitetura de Harvard. ou cache L1 (level 1). Para complementar. Ao conjunto de todas as microinstruções contidas no processador denominamos microcódigo. ou cache L2 (level 2). Esta técnica de computação baseada em microcódigo é denominada microprogramação. a execução das instruções é muito rápida (normalmente um ciclo de clock por instrução). Esta arquitetura caracteriza-se por apresentar um barramento externo compartilhado entre dados e endereços. técnica que consiste em configurar o processador com um clock acima do especificado pelo fabricante. Cada posição desta memória contém as microinstruções. a qualidade dele é imprescindível. começou a ser usada a memória cache. O cache primário é embutido no próprio processador e é rápido o bastante para acompanhá-lo em velocidade. possui um conjunto pequeno de instruções (tipicamente algumas dezenas) implementadas diretamente em hardware. RISC (em inglês: Reduced Instruction Set Computing. Nesta arquitetura existem dois barramentos externos independentes (e normalmente também memórias independentes) para dados e endereços. Sempre que um novo processador é desenvolvido.

6 GHz.6 GHz ou 1. FSB .743 MHz .2 GHz. você verá uma série de itens. onde o clock interno do processador é maior do que o seu clock externo (ou seja. este processador opera em 1. Trata-se da operação FSB x multiplicador= clock. o FSB do seu computador pode estar em outro valor. porém externamente ele opera a 200 MHz (ou seja. mais especificamente o circuito ponte norte.5 ou seja. equivale a um Pentium 4 de 1. o acesso ao Setup pode ser feito por meio de outra tecla. o resultado é: 166 MHz x 10. onde multiplicador é um valor numérico. Fazendo Overclock Para realiazar o overclock é necessário trabalhar com as configurações do Setup do BIOS. Ao entrar no Setup.5 = 1.600 MHz. Agora vamos mostrar um exemplo em um processador Ahtlon XP 1600+ MHz. Dependendo do modelo das placas mãe.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Fator de Multiplicação Desde os modelos 486 até os atuais. Todos os processadores a partir do 486DX2 passaram a usar um esquema chamado multiplicação de clock. o Pentium 4 de 3. No exemplo. Dependendo da marca de seu computador. Iremos utilizar como exemplo um overclock realizado num Pentium 4 de 1.396.400 MHz. Ele obtém a sua freqüência interna multiplicando a da placa mãe por 12. Nas placas mãe mais antigas este fator era configurado via jumper na própria placa.4 GHz ou 1.7 GHz ou 1. clock do barramento externo ou FSB). Geralmente o nome desse item é ou assemelhá-se a "Processor Settings" ou a "CPU Setup" ou ainda "Features Setup". seu FSB é de 200 MHz).5 = 1. o FSB foi mudado para 133 MHz (geralmente é possível mudar esse valor através das teclas de seta ou dos botões Page Up e Page Down em seu teclado): 133 MHz x 16 = 2.2 GHz trabalha internamente a 3. este processador trabalha na seguinte configuração: 133 MHz x 10.1 GHz ou 2.666 MHz e utiliza a freqüência externa de 133 MHz da placa mãe. mas a AMD uma o símbolo + para dizer que o modelo. É mais conhecido em português como "barramento externo". o fator de multiplicação deste processador é 12.400 MHz.128 MHz Relembrando. Procure um que trate do processador. Por exemplo. ele é multiplicado por 4 (100 MHz x 4 = 400 MHz). Em nosso exemplo. Agora vamos ao overclock. Por exemplo.Front Side Bus (Barramento Externo) É o caminho de comunicação do processador com o chipset da placa-mãe. onde a freqüência interna de operação dele é obtida multiplicando-se a freqüência de operação da placa mãe. é notório o ganho de desempenho. o processador Athlon XP2000+ da AMD possui freqüência de operação interna de 1.1 GHz. Sua configuração FSB x multiplicador é: 100 MHz x 16 = 1.6 GHz pulou para 2. esta configuração pode ser feita exclusivamente via setup ou também através de jumpers. os processadores trabalham com o esquema de multiplicação de freqüência. Em geral este termo aparece quando há menção ao clock externo do processador. mesmo operando em 1.5 x. Repare que o valor resultante dessa multiplicação é valor do clock do processador. geralmente acessível teclando-se o botão delete assim que o computador é ligado. As placas atuais possuem a capacidade de detectar e configurar automaticamente as informações do processador. Por exemplo "FSB de 100 MHz" significa "clock externo de 100 MHz". Ao conseguir entrar neste item aparecerá uma valor multiplicado por outro.600 MHz Para o overclock. Se estiver em 400 MHz por exemplo. Na verdade. O Pentium 4 de 1. Consulte o manual ou suporte do fabricante caso não saiba acessar o Setup de seu computador.5 MHz Alterando o FSB de 133 para 166 MHz.

O primeiro computador pessoal AT foi lançado pela IBM e utilizava um processador 286 da Intel. verifique sempre o manual da mesma. Sua primeira versão não possuía co-processador matemático. Por isso. que foram os 386 e os 486. funcionava com um clock de 25 MHz. As instruções que o processador executa são realizadas por meio de pulsos elétricos.1v e 0. Assim. Uma dica interessante é que quanto maior o multiplicador vindo de fábrica. você pode se aventurar no overclock de memória também. mas é necessário pesquisar para saber se isso realmente é possível em seu processador. sendo esse último antes da era Pentium. para saber qual o procedimento que cabe a ela. Na maioria das vezes. Isso deixa claro que com a combinação perfeita do overclock com o cooler adequado. o valor do Vcore deve ser aumentado. fabricando-os com tecnologias de 0. Apesar de utilizar o mesmo soquete de Pentium da Intel – o soquete 7 – ele possui recursos internos que só a geração seguinte de processadores Intel passou a usar. o aumento de performance pode ser muito alto. é possível diminuir o intervalo entre os pulsos. mais rápido fica o processamento. Além disso possui 24 KB de cache L1. O valor do Vcore pode ser alterando também pelo Setup do BIOS. Finalizando Não só o processador. divididos em 16 KB para instruções e 8 KB para dados. Para se ter uma idéia. Em alguns casos. maiores são os aumentos de desempenho através de overclock. pois qualquer exagero ou precipitação poderá causar danos irreparáveis ao hardware. Segue uma tabela com os fatores de multiplicação e as freqüências interna e externa de operação dos processadores K5: . Deve-se ficar atento a esta operação. O intervalo entre os pulsos (ciclo de clock) é importante para a velocidade do processador.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Um ganho considerável. essa alteração deve ser feita mudando a posição de um jumper na placa-mãe. pode-se alterar o valo do multiplicador. portanto. em alguns modelos de placa-mãe menos recentes. Por isso. O 486 se tornou muito popular numa época em que a evolução não ocorria como nos dias de hoje. pois isso varia muito. Alterando a voltagem do equipamento. se a voltagem for diminuída o ciclo de clock fica mais lento. o computador pode acusar erro ou continuar trabalhando com o multiplicador anterior. No entanto. mas a memória e outros componentes podem sofrer overclock. trabalhando a 32 bits e era denominado 486SX25. Com as memórias isso também é possível (e um tanto mais complicado). a questão da temperatura é tão importante que os fabricantes compensam o constante aumento de velocidade de seus chips. a alteração da voltagem deve ser feita em diferenças entre 0. Infelizmente não é possível medir com precisão o aumento da velocidade do computador. Daí a necessidade de um cooler "poderoso". Logo. a temperatura do processador certamente vai aumentar. Primeiros Processadores Os primeiros processadores do mercado foram 8086 e o 8088. aumentando este valor. o mais adequado mesmo é alterar o valor do FSB. Processadores AMD Processador K5 Foi o primeiro processador da AMD lançado depois da família 486. alterando seu Vcore (voltagem).18. Repare que para os procedimentos explicados aqui. pesquisando e estudando a maneira certa. A última versão da família foi o 486DX4 – 100.05v. Quanto menor este intervalo.13 microns e futuramente valores menores. 0. na época de 8 KB. que possuía co-processador matemático e trabalhava internamente multiplicando o clock interno de 33 MHz por três. Em algumas placas é até possível ajustar para 0. Ao fazer overclock mudando o Vcore. mas é possível aumentar mais ainda a velocidade do computador. Como nosso intuito é aumentar a velocidade.025v. Foi o primeiro modelo de processador a possuir memória cache interna. foi necessário alterar somente os valores do BIOS relativos ao processador. Depois seguiram os processadores da mesma família. Alterando o Vcore O overclock poderia ter parado na explicação anterior.

ele funcionará na frequência da placa.5 x 4.2.2.0 x 5.380 X6.450 X6. além da tecnologia MMX.266 X6.5 x 3.0 x 5.5 x 90MHz K5-PR133 66 MHz 1.2.2. Possui cache L1 de 64 KB e suporta.0 x 266 MHz 66 MHz 4.350 X6.2.5 x 300 MHz Foi o primeiro processador a trabalhar com frequência externa de 100 MHz.400 X6.5 x 5.333 X6.5 x 5.550 Processador K6.475 X6.75 x 116.366 X6.0 x 4.66 MHz Este processador substituiu o K5 e foi o primeiro a superar o processador Pentium em termos de desempenho (o K6 200 MHz superou o Pentium 200 e o 200 MMX nos testes feitos).2.5 x 75 MHz K5-PR90 60 MHz 1. Se o processador for instalado em uma dessas placas.2.2.2. Apesar deste processador utilizar o soquete 7.0 x 4.5 x 3. apenas as conhecidas como Super 7.5 x 100 MHz K5-PR120 60 MHz 1.5 x Frequência Interna 266 MHz 300 MHz 300 MHz 333 MHz 333 MHz 350 MHz 366 MHz 380 MHz 400 MHz 450 MHz 475 MHz 500 MHz 533 MHz 550 MHz .0 x 4.233 X6.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Modelo Frequência Externa Fator de Multiplicação Frequência Interna Processador K6 K5 PR75 50 MHz 1. além de também suportar a tecnologia MMX. Segue uma tabela com os fatores de multiplicação e as freqüências interna e externa de operação dos processadores K6: Frequência Externa Fator de Multiplicação Frequência Interna Processador K6-2 66 MHz 3.300 X6.5 x 5. com 21 novas instruções.533 X6. Possui 64 KB de cahe L1 divididos em 32 KB para instruções e 32 KB para dados.0 x 200 MHz 66 MHz 3.2.300 X6.III Frequência Externa 66 MHz 66 MHz 100 MHz 66 MHz 95 MHz 100 MHz 66 MHz 95 MHz 100 MHz 100 MHz 95 MHz 100 MHz 97 MHz 100 MHz Fator de Multiplicação 4.2.0 x 5.500 X6.2.5 x 90 MHz K5-PR100 66 MHz 1. nem todas as placas mãe deste modelo operam a 100 MHz.5 x 233 MHz 66 MHz 4.0 x 3.5 x 100 MHz K5-PR166 66 MHz 1. Segue uma tabela com os fatores da Multiplicação e as frequências interna e externa de operação dos processadores K6-2: Modelo X6.2.2. a tecnologia 3DNow!.

Processador Sempron A AMD lançou este processador como substituto dos processadores Duron e Athlon XP e para ser um concorrente direto do Celeron D.0 x.5 x. E o grande trunfo deste processador é o fato de ele ser compatível com o soquete 7.667 GHz . Foi lançado em modelos a partir do Duron 550 até o Duron 1 800. que funcionava com uma frequência externa 100MHz e com fator de multiplicação de 4.4 GB/s.40 GHz 1. fisicamente igual ao cartucho SEC (figura ao lado) do Pentium II e III embora incompatível devido aos seus padrões de barramento serem diferentes. e o K6-III450.12 GHz 2. enquanto a taxa máxima de transferência do controlador de memória é e 3.73 GHz 2. Seu primeiro modelo foi de cartucho. E é encontrado em modelos a partir de 500 MHz.5 GHz 1.583 GHz 1. ou seja.2800+ Athlon XP. dava para você fazer up-grade apenas de processador.1500+ Athlon XP.53 GHz 1. o Athlon XP.03 GHz 2.4 V e só foram lançados dois modelos: O K6-III-400.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Na realidade este processador é como um K6-2 com um desempenho superior. que funcionava com uma frequência externa 100 MHz e com fator de multiplicação de 4. este processador foi o primeiro a permitir o uso de cache L3 na placa mãe. e serviu de base para processadores posteriores. Processador Athlon Este processador que também é conhecido como K7 possui arquitetura interna diferente da utilizada pela família K6. e sim a um comparativo de desempenho entre eles e os processadores Pentium 4 da Intel.1800+ Athlon XP. Este modelo possui cache L1 de 128 KB (64 KB para instruções e 64 KB para dados) e cache L2 de 256 KB trabalhando na sequência do processador ou 512 KB à metade de sua frequência.3200+ Frequência Interna 1. Seu concorrente direto é o Celeron da Intel.1600+ Athlon XP. possui cache L1 de 128 KB e cache L2 de 256 KB e seu soquete é o PGA 754.2000+ Athlon XP.2 GB/s.67 GHz 1. Processador Sempron 2200+ Sempron 2300+ Sempron 2400+ Frequência Interna 1. o que não ocorria com os processadores da Intel.60 GHz 1.2100+ Athlon XP. e foi o primeiro processador não fabricado pela Intel a possuir cache L2 integrado no processador. Segue também uma tabela com os modelos de processador Sempron e suas frequências internas de operação.3000+ Athlon XP.33 GHz 1.15 GHz Processador Duron Este processador foi lançado com o objetivo de ser uma opção de baixo custo.47 GHz 1. já que o Ahtlon concorre com processadores Pentium III e Pentium 4.1700+ Athlon XP. A taxa máxima teórica de transferência do seu barramento de sistema é de 6.1900+ Athlon XP. Segue uma tabela com os modelos de processador Atholn e suas frequências internas de operação: Processador Athlon XP. conhecido como Soquete A ou Soquete 462. Um detalhe importante a ser observado a partir deste modelo nos processadores de AMD é que os valores comerciais de frequência estampados em seu corpo não correspondem à freqüência interna de operação do processador. Este processador é alimentado com 2. O outro modelo físico do Athlon é do soquete com 462 pinos. pois na realidade trata-se de um Athon com apenas 64 KB de memória cache L2. Além de possuir 256 KB de cache interno. Neste mesmo padrão de soquete são feitos os modelos mais novos deste processador.

Athlon 64 X2 Processador de dois núcleos (Dual Core).750 GHz 1. essa linha ele tem um baixo consumo de energia e foi desenvolvido para o mercado de computadores móveis. para concorrer diretamente com as linhas de processadores Pentium M da Intel É a linha mais avançada de processadores de núcleo duplo da AMD para computadores móveis. Athlon 64 FX Processador de dois núcleos (Dual Core) que tem o encaixe para soquetes 939 e AM2. Tem o barramento HyperTtransport em 1 GHz. Processador Turion 64 É a mais nova linha de processadores da AMD.0 GHz 1. Possui 128 KB de cache L1 (64 KB para instruções e 64 para dados). SSE e SSE2 e SSE3 e dissipam entre 31 a 35W. Esta geração de processadores possui 2 modelos. o sistema operacional Microsoft Windows de 64 bits. mantendo compatibilidade com programas de 32 bits.833 GHz 2.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Sempron 2500+ Sempron 2600+ Sempron 2800+ Sempron 3100+ Processador Athlon 64 e Athlon FX 1. Essa geração de processadores possui três modelos: Athlon 64 Processador de núcleo único que tem o encaixe para os soquetes 754. barramento HyperTransport trabalhando a 800 MHz. suportam instruções 3Dnow!. 1 MB de cache L2. suporta as tecnologias MMX. desempenho em 32 e 64 bits e compatibilidade com o Windows Vista. Possui 128 KB de cache L1 (64 KB para instruções e 64 KB para dados). Cache L1 de 128 KB (64 para instruções e 64 KB para dados) e a cache L2 de 1MB. conhecido como Hammer ou K8. Introduziu o processamento de 64 bits para computadores de mesa. 939 e AM2. oferecendo desempenho multitarefa. Possui 128 KB de cache L1 (64 KB para instruções e 64 KB para dados). SSE2 e a SSE3 nos modelos mais novos desses processadores e a tecnologia HyperTransport. O lançamento desses modelos de processadores veio para o mercado competir com os processadores Pentium 4 da Intel. Possui 128 KB de memória cache L1 (64 KB para instruções e 64 KB para dados). 512 KB ou 1MB de cache L2. Tem como características um controlador de memória integrada. ele é aplicado para utilização em servidores e para estações de trabalho de alta performance.8 GHz É o microprocessador de oitava geração da AMD. Tem barramento HyperTransport em 800MHz ou 1 GHz. com capacidade para endereçar até um TB de memória física e 256 TB de memória virtual. SSE. que tem o encaixe para os soquetes 939 e AM2. MMX. Opteron O processador Opteron é um dos modelos que utiliza a arquitetura AMD64. . 256 ou 512 KB de cache L2 por núcleo. 3Dnow!. As grandes características desses processadores é que eles podem acessar até 1 TB de memória física e 256 TB de memória virtual. 512 KB ou 1 MB de cache L2.

operando à metade da frequência interna do processador e seu cache L1 é de 32 KB. para que eles pudessem ser patenteados. Esta tecnologia beneficiou principalmente as aplicações multimídia.0 GHz 512 KB 939 3400+ 2. apesar de em termos de Software funcionar como seus antecessores. acessa memória a 64 bits (dois dados de 32 bits por vez).40 V e a frequência de 1600 MHz – 3000 MHz e.4 GHz 2. a tensão é de 1. Quando um núcleo. Frequência Externa Fator de Multiplicação Frequêcia Interna Pentium II A primeira diferença deste processador para o interior é com relação ao seu encapsulamento. Já do ponto de vista do Hardware eles são incompatíveis.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Opteron (130 nm SOI) Processador de um núcleo que tem encaixe para soquetes 940.4 GHz 512 KB 754 Modelos 3500+ 3700+ 3800+ FX -53 FX -55 Processadores Intel Pentium Ao contrário da nomenclatura 486 que por ser um número não pode ser patenteado. a Intel passou a utilizar.35 V e a freqüência de 1800 MHz . a partir do Pentium. Opteron (90 nm SOI) Processador de um e dois núcleos que tem encaixe para soquetes 939 e 940. possui co-processador matemático mais veloz que seus antecessores e pode ser instalado em placas mãe de Soquete 7.2600 MHz.0 x 133 MHz 66 MHz 2.5 x 90 MHz 66 MHz 1.35 V – 1. frequência de 1400 MHz – 2400 MHz.2 GHz 2. quando com dois núcleos. Segue uma tabela com os fatores de multiplicação e as freqüências interna e externa de operação dos processadores Pentium e Pentium MMX. Seu cache L2 é de 512 KB e na fica dentro do próprio processador. a diferença entre esses modelos é a frequência de operação e tensão de alimentação. O Pentium foi o primeiro processador da Intel a surgir depois da família 80x86. nomes e não mais números.55 V. a tensão é de 1. a Intel lançou processadores que utilizavam a tecnologia MMX. que passou a ser de cartucho chamado SEC (Simgle Edge Contact) e o conector da placa mãe onde ele é encaixado é o slot 1. Segue uma tabela com os fatores de multiplicação e as frequências interna e externa de operação dos processadores Pentium II: 60 MHz 1.5 x 233 MHz Frequência 2.4 GHz 2.0 GHz 2.0 x 200 MHz 66 MHz 3.30 V – 1.6 GHz ATHLON 64 FX Cache L2 512 KB 1 MB 512 KB 1 MB 1 MB Soquete 939 754 939 939 939 . tensão de alimentação 1. ATHLON 64 Modelos Frequência Cache L2 Soquete 3000+ 2. A partir do Pentium 166. mas ao lado dele.0 GHz 512 KB 754 3000+ 1. que era um conjunto de instruções internas que estes processadores possuíam a mais que os Pentium padrão.8 GHz 512 KB 939 3200+ 2. ou seja. Seu cache L1 é de 16 KB.5 x 166 MHz 66 MHz 3. você não podia instalar um processador Pentium numa placa mãe de um 486.5 x 100 MHz 66 MHz 2.0 GHz 1 MB 754 3200+ 2.50 V – 1.

5 x 8. Segue uma tabela com os fatores de multiplicação e as frequências interna e externa de operação dos processadores Celeron até o modelo de 850 MHz: Frequência Externa (MHz) 66 66 66 66 66 66 66 66 66 66 66 66 66 66 66 66 100 100 Pentium III Fator de Multiplicação 4.5 x 10.5 x 5. O primeiro modelo lançado não possuía cache L2. O Celeron SSE foi o terceiro modelo a ser lançado em freqüências a partir de 566 MHz.0 x 8.5 x 233 MHz 350 MHz Fator de Multiplicação/ Frequêcia Interna 4. Há três modelos de Celeron no mercado.5 x 6. Foi lançado pela Intel para atender a uma camada de usuários iniciantes ou que não necessitam de poder computacional (chamados de low-end). que utiliza o soquete 370 e tem 256 KB ou 512 KB de cache L2 interna. que foi introduzido a partir do Pentium III.0 x 266 MHz 300 MHz 333 MHz 400 MHz 450 MHz 500 MHz Este processador na realidade é um processador Pentium II de baixo custo.0 x 4.0 x 11. O segundo modelo é o Celeron-A. que possui 256 KB de cache L2 e freqüências internas de trabalho de 2. que possui memória cache L2 embutida no processador de 128 KB e freqüência de operação interna de até 633 MHz.0 x 9.26 Ghz a 2. e o segundo utiliza o soquete 370.0 x 4. a exemplo do Pentium II.0 x 5. e o FC-PGA (Flip Chip Pin Grid Array).0 x 6. Ele é encontrado em dois padrões de pinagem diferentes: o primeiro utiliza o slot 1. operando na mesma frequência do processador.5 x 5. Atualmente a Intel trabalha com a linha de processadores Celeron D.0 x 10.0 x 8. possui encapsulamento verde e também utiliza o soquete 370.0 x 7.5 x 9. também utilizava o slot 1 e é encontrado em versões de 266 e 300 MHz. que utiliza placas mãe slot 1 e tem cachê L2 de 512 KB operando na metade da frequência do processador.5 x 7. Este processador opera com frequência externas de 100 MHz ou 133 MHz e para você encontrar o fator de frequência do seu processador basta dividir a sua frequência interna de operação pela frequência externa que ele utiliza.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Frequência Externa 66 MHz 100 MHz Celeron 3. .5 x Frequência Interna (MHz) 266 300 333 366 400 433 466 500 533 566 600 633 667 700 733 766 800 850 Este processador foi desenvolvido baseado no projeto do Pentium II e fisicamente possui dois modelos de encapsulamento diferentes: o SECC-2 (Single Edge Contact Cartridge 2).93 GHz e utiliza os soquetes LGA775 ou PGA478.5 x 8.5 x 11. Na realidade é um Celeron A com um conjunto de instruções SSE.

40 GHz Pentium 42. Cada processador lógico recebe seu próprio controlador de interrupção programável e conjunto de registradores. muito maior e rápida.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Pentium 4 Dependendo do modelo. que simula em um único processador físico dois processadores lógicos.40 GHz Pentium 4 HT extreme Edition 3.60C GHz Pentium 42. 200 MHz e 266 MHz.550 HT Pentium 4.40 GHz 3.5 GB/s. As taxas máximas teóricas de transferências de dados dos processadores Pentium 4 variam de 3. Trata-se de um processador Pentium 3 com uma nova cache L2.80 GHz Pentium 4 HT 2. além de ser desenvolvido originalmente para notebooks.46 GHz Pentium M É um modelo de processador da Intel.20E GHz Pentium 4HT 3.520 HT Pentium 4.20E GHz 3.06 GHz 3. pode ser apresentado também no novo encapsulmamento FCLGA778.46 GHZ .60 GHz 3.40C GHz Pentium 42.540 HT Pentium 4.40E GHz 2.66 GHz Pentium 42.40 GHz 2.40B GHz Nome do Processador Pentium 4 HT 2.80A GHz 2.560 HT Pentium 4.40E GHz Pentium 4. Esse processador tem um esquema de frequência que permite que ele trabalhe de 100 MHz dependendo da demanda do sistema operacional.133 MHz.66 GHz 2.80A GHz Pentium 4HT 2.40 GHz 2.80C GHz 3 GHz 3.2 GB/s a 8.80E GHz Pentium 4 HT 3E GHz Pentium 4HT 3.20 GHz 3.40 GHz Pentium 42.40A GHz Pentium 42.60C GHz 2.80E GHz 3E GHz 3.06 GHz Pentium 4 HT 3.530 HT Pentium 4. principalmente para aplicações que forem desenvolvidas para dela tirarem o máximo proveito.80 GHz 3 GHz 3. ele tem uma velocidade boa e também é utilizado por desktops.60 GHz 2.80 GHz 2. desenvolvido para utilização em computadores móveis.570 HT Pentium HT Extreme Edition 3. dependendo do modelo.20 GHz Pentium 4 HT 3. Pentium D Cache 512 KB 1 MB L2 512 KB Cache 512 KB 512 KB 512 KB 512 KB 512 KB 512 KB 512 KB 512 KB 512 KB 512 KB 512 KBL2 E 2 MB L3 1 MB 1 MB 1 MB 1 MB 1 MB 1 MB 1 MB 1 MB 1 MB 1 MB 1 MB 512 KB L2 e 2 MB L3 HyperThreading Não Não Não HyperThreading Sim Não Sim Não Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Freqüência Externa 100 MHz 133 MHz 133 MHz Freqüência Externa 200 MHz 100 MHz 200 MHz 133 MHz 133 MHz 200 MHz 200 MHz 133 MHz 200 MHz 200 MHz 200 MHz 133 MHz 200 MHz 200 MHz 200 MHz 200 MHz 200 MHz 200 MHz 200 MHz 200 MHz 200 MHz 200 MHz 266 MHz Soquete mPGA478 mPGA478 mPGA478 Soquete mPGA478 mPGA478 mPGA478 mPGA478 mPGA478 mPGA478 mPGA478 mPGA478 mPGA478 mPGA478 FCLGA775 mPGA478 mPGA478 mPGA478 mPGA478 mPGA478 FCLGA775 FCLGA775 FCLGA775 FCLGA775 FCLGA775 FCLGA775 FCLGA775 Nome do Processador Pentium 42.40C GHz 2. Segue uma tabela com as caracteísticas dos modelos de Pentium 4 atuais: Frequência Interna 2. Fisicamente traz uma inovação: além do encapsulamento padrão mPGA478 com 478 pinos (figura ao lado).60 GHz Pentium 4 HT 2.40B GHz Frequência Interna 2.80C GHz Pentium 4 HT 3 GHz Pentium 4HT 3. incompatível com as placas mãe dos modelos Pentium 4 anteriores.40 GHz 3. pode ser conectado a placas mãe com clocks de 100 MHz.40A GHz 2.80 GHz 3. E pode chegar até 512 KB de cache L2 e 2 MB de cache L3.20 GHz 3. o que aumente consideravelmente o desempenho do computador. Uma outra novidade deste processador é a tecnologia HyperThreading.

6 GHz dependendo o modelo. possui a cache L2 de até 4 MB e opera em uma frequência de 2933 MHz.Core Intel Xeon. Core 2 Duo . Ele oferece um excelente desempenho de núcleo duplo e baixa potência.40 GHz a 1.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI É um modelo de processador que foi desenvolvido com dois núcleos de Pentium 4 Prescott em um único encapsulamento. compartilhado entre os núcleos) e podemos encontrar modelos que operam em uma freqüência de 1. O Core 2 Extreme Quad que trabalha com 4 núcleos possui a cache L2 de até 2 x 4 MB e opera em uma frequência de 2667 MHz e 2933 MHz. possui a cache de 2 a 4 MB e opera em uma frequência de 1600 MHz a 2333 MHz.Esse modelo de processador trabalha com quatro núcleos. podemos encontrar modelos que operam em uma frequência 2666 MHz a 3600 MHz e encontramos para soquete 775. voltado para os mercados de notebooks e de dispositivos móveis com acesso à internet – chamados MIDs pela Intel. que necessitam de um desempenho e qualidade em processamento. Ele trabalha com núcleo duplo de frequência de 1. Portáteis: Core 2 Solo . Core 2 Quad – Trabalha com 4 núcleos. Além desse processador vir para substitui o Pentium 4. o Xeon utiliza de tecnologias parecidas com o os outros modelos de processadores assim podemos destacar o Quad-Core Intel Xeon e o Dual. Esse modelo de processador possui a cache L2 de 1 MB(ou 2 MB nos modelos de 45 nm.06 GHz a 2. Core 2 Extreme – Esse modelo de processador trabalha em dois formato. Core 2 É a última geração de processadores da Intel.6 GHz a 3.Esse modelo de processador trabalha com dois núcleos. Nova arquitetura: Atom O Atom é um processador de baixo consumo da Intel que dissipa pouco calor (menos de 3 W). possui a cache L2 de até 8 MB a 4 MB e opera em uma frequência de 2400 MHz. Esse modelo de processador possui a cache L2 de 1MB ou 2 MB. Core 2 Extreme . A diferença desse modelo para o Xeon é a quantidade de memória cache L3 que varia de 6 MB a 24 MB. Dual Core O processador Pentium Dual Core é um Core 2 Duo (ou Core Duo. com a sua chegada no mercado.Esse modelo de processador trabalha com um núcleo.60 GHz. Essa geração de processadores possui 3 modelos de processadores para computadores desktop e 3 modelos de processadores para computadores portáteis: Desktop: Core 2 Duo – Trabalha com 2 núcleos. Esses processadores podem variar a cache L2 de 4 MB a 8 MB e a frequência de 1. o Core 2 Extreme Dual Core que trabalha com 2 núcleos. Com base na qualidade de processadores Intel. no caso das versões para notebook) com um clock interno menor e com menos memória cache L2. sendo encontrados para o soquete M. com várias melhorias. . ele foi desenvolvido baseado na arquitetura do Pentium 3. ele veio para substituir os processadores de marca Pentium. Esse processador tem como características de 128 KB de cache L1 (64 KB para instruções e 64 KB para dados) e encontramos eles para o soquete 775. ou Mobile Internet Devices. Itanium 2 Esse modelo de processador é utilizado em grandes servidores de redes e Internet.33 GHz. possui a cache L2 de 2 MB a 4 MB e opera em uma frequência de 1 800 MHz a 2667 MHz. Xeon Esse modelo de processador é utilizado por servidores de redes e desktops que necessitam de um desempenho muito grande.

Inclusive novos sistemas já foram desenvolvidos com modelos de resfriamento a água que podem ser ligados a diversos componentes simultaneamente. Dois dispositivos não podem compartilhar a mesma interrupção. o processador não saberá qual dsipositivo o está chamando. na hora de encaixar o processador no soquete. Cooler Um fator que cada vez mais se torna crítico nos novos equipamentos é o aumento da temperatura provocado pelo aumento constante das velocidades de trabalho dos dispositivos. pois além de prolongar a vida útil do processador. caso contrário teremos um conflito de hardware. seja qual for o fabricante sempre há em uma das extremidades do processador um pequeno chanfrado indicando o pino 1 do processador. Então. Normalmente os endereços IRQ ficam configurados da seguinte maneira: IRQ IRQ IRQ IRQ IRQ IRQ 0 1 2 3 4 5 Usado pela placa mãe Teclado Usado pela placa mãe Porta serial 1 (Com 2 e Com 4) Porta serial 2 (Com 1 e Com 3) Placa de Som . Apenas para você ter uma idéia. Existem 16 canais de interrupção. Por isso. A função dos pedidos de interrupção é permitir que vários dispositivos do micro façam solicitações ao processador. as placas de vídeo. Considerando que o item acima está de acordo. Quando solicitado. sem a necessidade de uma ventoinha. após colocálo corretamente no soquete. No caso do processador ao lado. é fundamental que você adquira um cooler adequado ao processador que você irá utilizar. case a posição correta de um com o outro. e esta informação deve ser feita antes mesmo de adquirir as peças. continuando seu trabalho após atende-lo. E um detalhe muito importante: no momento de instalar o cooler. O soquete da placa mãe possui uma alavanca que deve ser levantada antes do processador ser encaixado e. E você pode fazer isso nas páginas da Internet dos fabricantes de placas mãe ou dos próprios fabricantes de processadores. passaram a utilizá-lo. faça com que o seu chamfro coincida com a parte mais alta do soquete. a maioria dos processadores 486 utilizava apenas um dissipador de calor. Pedidos de interrupção (IRQ) Nos micros PC. em uma ou mais de suas extremidades não existe o pino que fica na quina do processador. Se for de cartucho. você deverá abaixar esta alavanca para que o processador fique preso ao soquete. os discos rígidos. chamados de IRQ (“Interrupt Request”. Isso acontecer por que neste caso. como até mesmo outros componentes como o Chipset. Atualmente. da mesma maneira que você faz para instalar um pente de memória (só há uma posição de encaixe). ou “Pedido de Interrupção”). existe um recurso chamado de pedido de interrupção. mais conhecido como cooler. não só os processadores necessitam do conjunto completo. para que você não inverta sua posição. Além disso. ou mesmo em lojas do ramo. para evitar danos ao núcleo do processador. o passo seguinte é saber se o modelo de processador que você vai instalar é de cartucho ou soquete. Essa característica garante que só há uma forma correta de instalar o processador fisicamente no soquete. que são como cordas que um dispositivo pode puxar para dizer que tem algo para o processador. você deve observar a posição correta de instalação de modo que o chanfro da placa do processador coincida com a posição do pino do Slot onde ele será instalado. causando os mais diversos tipos de mal funcionamento dos dispositivos envolvidos. o processador para tudo o que estiver fazendo para dar atenção ao periférico que está chamando. Se o processador for de soquete. etc. você podre evitar problemas de travamento que ocorrem quando este aquece demasiadamente.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Instalando o Processador Obviamente que o primeiro requisito a ser observado antes de instalar um processador é saber se a placa mãe onde ele será instalado o suporta. não há esse pino nas duas extremidades inferiores.

SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI IRQ IRQ IRQ IRQ IRQ IRQ IRQ IRQ IRQ IRQ 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Unidade de Disquetes LPT 1 (porta da impressora) Relógio de tempo real Placa de vídeo (não é necessário em algumas placas) Controladora SCSI (caso você não possua nenhuma este IRQ ficará vago) Disponível Conector USB Coprocessador Aritmético Controladora IDE Primária Controladora IDE Secundária .

Aliás. para uso do processador caso toda a memória Ram esteja em uso no momento. encarregado de ler o bit armazenado em seu interior e transmiti-lo ao controlador de memória. que são utilizadas nos Palm Pilots e em outros computadores de mão. até um grande mainframe. Formato Os chips de memória são frágeis placas de silício. a memória RAM é a sua principal ferramenta de trabalho. o módulo de memória é mais barato. Apesar disso. mas enquanto ela ainda é a principal ferramenta de trabalho para o processador. A sigla “RAM” significa “Ramdom Access Memory” ou “memória de acesso aleatório”. O processador utiliza a memória RAM para armazenar programas e dados que estão em uso e fica impossibilitado de trabalhar sem ter pelo menos uma quantidade mínima dela. etc. Só é feito o acesso ao HD quando o processador esta utilizando a memória virtual. quando desligamos o equipamento. Devido a esta simplicidade. vamos estudá-la: Como funciona Os chips de memória RAM possuem uma estrutura extremamente simples. não existe nenhum tipo de computador que não utilize memória RAM. as memórias Flash. O problema das memórias Flash é o seu alto custo de fabricação. que é repetida alguns milhões de vezes. Como numa calculadora. quando o capacitor está carregado eletricamente temos um bit 1 e quando ele está descarregado temos um bit 0. enquanto os processadores são formados por estruturas muito mais complexas. Memória RAM: evolução e novas tecnologias Se o processador é o principal componente de qualquer computador. nos computadores atuais. a velocidade de acesso à memória RAM é um dos principais determinantes da performance.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI UNIDADE IV Memórias Nesta unidade iremos aprender instalar e configurar os diferentes tipos de memórias. de forma aleatória. como por exemplo. que precisam ser encapsulados em alguma estrutura mais resistente antes de serem transportados e encaixados na placa mãe. para conservar os dados gravados. A CPU quase não faz acesso direto ao dispositivo de armazenamento em massa. que é um espaço reservado pelo sistema no HD. depois de poucos milésimos de segundo. É dado este nome. pode ser que no futuro algum tipo de memória não volátil venha a definitivamente substituir a memória RAM. A produção de chips de memória é similar ao de processadores: também utilizamos um waffer de silício como base e um laser para marcá-lo. Assim como temos vários tipos de encapsulamento diferentes para . A memória RAM é volátil justamente devido ao capacitor perder sua carga muito rapidamente. além de seu desempenho inferior. Uma outra característica da memória RAM é o fato dela ser volátil: precisa ser constantemente realimentada com energia. Na verdade. um chip de memória é muito mais barato de se produzir do que um processador. Para cada bit 1 ou 0 a ser armazenado. e a RAM totalmente eletrônica. onde estão as informações. quase 40 vezes mais que um processador Pentium III Coppermine. tendo em vista que o HD é um dispositivo mecânico. compreendendo como funcionam as mesmas. A diferença é que os chips de memória são compostos basicamente de apenas uma estrutura básica: o conjunto capacitor/transístor. que é repassado ao usuário final. Existem claro. perdemos todos os dados na memória armazenados. pois é um tipo de memória que possibilita ao processador conseguir acessar qualquer um de seus endereços. temos um minúsculo capacitor. pois o mesmo é muito lento em comparação a memória Ram. Para cada capacitor temos um transístor. ficando neste caso todo o sistema muito lento. Um módulo de 128 MB tem pouco mais de 1 bilhão de transístores. Desde uma pequena calculadora. celulares. tipos de memória RAM não voláteis.

Inicialmente os chips são encapsulados em módulos DIP. formando os módulos de memória. raros e caríssimos. Temos então que usar estes módulos em quartetos: 4 módulos ou 8 módulos. os mais comuns foram os módulos de 512 KB. capaz de tornar a instalação fácil até mesmo para usuários inexperientes. Imagine você. Como tanto o 386 quanto o 486 são processadores que acessam a memória usando palavras de 32 bits. já que o 386SX acessa a memória usando palavras de 16 bits (para manter compatibilidade com os componentes de placas de 286. finalmente. Foi questão de tempo até que alguém aparecesse com uma alternativa mais prática. os módulos DIMM de 168 vias. Os primeiros módulos de memória criados são chamados de módulos SIMM. que trazia várias desvantagens. eles servem apenas como uma extensão existirem contatos também na parte de trás do módulo. que serve justamente para unificar os dois lados. Módulo SIMM de 72 vias . que os protegem e facilitam a dissipação do calor gerado pelos chips. Módulos DIP Os módulos DIP são encapsulamentos de plástico ou cerâmica. que protegem os chips de memória. facilitando o encaixe ou a soldagem. Examinando o módulo. os módulos DIP eram soldados diretamente à placa mãe. sigla que significa “Single In Line Memory Module”. Basicamente. encaixados individualmente em soquetes disponíveis na placa. é preciso combinar 4 módulos de 30 vias para formar cada banco de memória. e foram fabricados em varias capacidades. os módulos SIMM de 72 vias e. obtendo os 32 bits por acesso de que precisa. (lembra-se dos 45 dólares por megabyte?). principalmente XTs. Em PCs antigos. e tornam mais acessíveis seus terminais. que são encaixados em soquetes disponíveis na placa mãe. usados para baratear os PCs equipados com o 386SX). Este era um sistema antiquado. apesar de terem existido módulos de até 16 MB.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI processadores. Apesar de existirem contatos também na parte de trás do módulo. ou em alguns casos. 286s e os primeiros 386s. existindo apenas para aumentar a área de contato com o soquete. você verá um pequeno orifício em cada contato. 1MB e 4 MB. o processador acessa os 4 módulos como se fossem um só. Nos micros equipados com processadores 386SX são necessários apenas 2 módulos. O encapsulamento DIP também é usado em vários outros tipos de componentes. Os primeiros módulos SIMM possuíam 30 vias e eram capazes de transferir 8 bits por ciclo. justamente por que existe uma única via de contatos. Estes por sua vez são soldados em placas de circuito. Estes módulos foram utilizados em micros 386 e 486. mas nunca um número quebrado. Os módulos de memória são pequenas placas de circuito onde os chips DIP são soldados. (como o SEPP e PPGA) temos vários formatos de módulos de memória. fazendo um upgrade de memória numa placa como a da foto ao lado Módulos SIMM de 30 vias Não é só você que não achou muito atraente a idéia de ficar catando chips de memória um a um. Existem atualmente 3 tipos de módulos de memória: os módulos SIMM de 30 vias. eles servem apenas como uma extensão dos contatos frontais. por dificultar upgrades de memória ou a substituição de módulos com defeito. facilitam a dissipação do calor gerado durante seu funcionamento.

Naturalmente os dados serão processados em blocos de 32 bits. de 32 bits.. Você encontrará memórias FPM na forma de módulos SIMM de 30 ou 72 vias e com tempos de acesso de 80. Como o Pentium acessa a memória usando palavras de 64 bits. serem todos processadores de 32 bits. o acesso é feito enviando primeiro o endereço RAS e em seguida o endereço CAS. são necessários 2 módulos em cada banco. Apesar de já não serem fabricadas há bastante tempo. Módulo DIMM de 168 vias Ao contrario dos módulos SIMM de 30 e 72 vias. que combina com a tecnologia da época. acessar 64 bits por vez na memória ajuda a melhorar o desempenho. os módulos SIMM de 30 vias ainda eram bastante inconvenientes. mais do que suficientes para suportar o bus de 4. os fabricantes criaram um novo tipo de módulo de memória SIMM.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Apesar de serem muito mais práticos do que os chips DIP. Na verdade. 486 e nos primeiros Pentiums. depois do Pentium. o melhor a fazer é pegar a maior quantidade de dados possível e guardar tudo no cache. os módulos DIMM possuem contatos em ambos os lados do módulo. que depois de esperar vários ciclos para poder acessá-la. pois nele é preciso enviar os dois endereços. etc. 286 e em alguns dos primeiros PCs 386. apenas componentes usados. Este tipo de memória foi fabricado com velocidades de acesso a partir de 150 nonosegundos (bilhonésimos de segundo). Uma forma de acesso bem simples. Pentium III. deixando de ser utilizados apenas depois do advento dos módulos de 168 vias. já que era preciso usar 4 módulos idênticos para formar cada banco de memória. mas simplesmente enviar o endereço RAS (linha) uma vez e em seguida enviar vários endereços CAS (coluna). os intervalos de espera de memórias FPM podem ser de até 53-3-3. que possui 72 vias. dispensando seu uso em pares. mas que não ajuda muito em termos de desempenho. Como Os módulos DIMM trabalham com palavras binárias de 64 bits. Quem os criou devia achar que os processadores de 8 bits eram o futuro. ou “modo acesso rápido. Instaladas em uma placa mãe que trabalhe com Bus de 66 MHz. O processador é tão mais rápido que a memória RAM. o que significa que o processador terá de esperar cinco ciclos da placa mãe para a memória efetuar a primeira leitura de dados e somente mais 3 ciclos para cada leitura subsequente. Veja na foto abaixo as diferenças de formato e tamanho entre os três formatos: Memórias Regulares As memórias regulares ou “comuns” foram o primeiro tipo de memória usado em micros PC. . 70 e 60 nanos. Os tempos de acesso representam em quanto tempo a memória pode disponibilizar um dado requisitado. Duron. os dados estão na maioria das vezes gravados seqüencialmente. é preciso apenas um módulo SIMM de 72 vias para formar cada banco de memória nos micros 486. será preciso comprar apenas um único módulo DIMM de 64 MB. Os módulos DIMM de 168 vias são os únicos fabricados atualmente.” A idéia é que. Celeron. por exemplo. foram utilizadas em PCs 386. Caso você deseje instalar 64 MB de memória em um Pentium II. “Double In Line Memory Module” ou “módulo de memória com duas linhas de contato”. os mais usados atualmente. ou placas mãe novas que os suportem à venda. Não seria preciso então enviar o endereço RAS e CAS para cada bit a ser lido. Devido ao novo método de acesso. mas a poupança ajuda bastante. Memórias FPM A primeira melhora significativa na arquitetura das memórias veio com o FPM. enquanto nos subsequentes é necessário enviar apenas os endereços de coluna. Foram desenvolvidas posteriormente versões de 120. sendo as de 70 nanos as mais comuns. o que justifica seu nome. Esse tipo de memória foi usado em micros 486 mais modernos e tornou-se padrão em micros Pentium. Athlon. ao ler um arquivo qualquer gravado na memória. as memórias FPM conseguem ser cerca de 30% mais rápidas que as memórias regulares. e foram utilizadas em micros XT. Não é à toa que quase dois terços dos transístores de um Pentium III Coppermine são usados nos caches L1 e L2.77 MHz do PC original. 100 e 80 nanos para serem utilizadas em micros 286. As memórias regulares são encontradas apenas na forma de módulos DIP. Você dificilmente encontrará módulos de 72 vias. um único módulo é suficiente para preencher um banco de memória em um micro Pentium ou superior. Para solucionar este problema. Ao invés de quatro módulos. Apesar do Pentium II. mais rápidas serão as memórias. Neste tipo antigo de memória. praticamente todos os processadores acessam a memória a 64 bits.. O primeiro acesso demora mais tempo. Quanto mais baixos forem os tempos de espera.

na forma de alguns códigos. Isso explica por que memórias FPM que foram projetadas para funcionar em placas para processadores 386 ou 486 (que trabalham com Bus de 25. o que muda são os tempos de espera que passam a ser mais altos. “normal” e “fast”. Se ela terminar com –7. funcionam sem problemas em placas para processadores Pentium. você pode usar este método para determinar com 95% de certeza o tipo de memória usada.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Os tempos de espera das memórias podem ser configurados no Setup. foram feitas algumas modificações para permitir mais um pequeno truque. são capazes de trabalhar sincronizadas com os ciclos da placa mãe. As memórias SDRAM por sua vez. que funcionam a 66 MHz. As memórias EDO são encontradas em módulos de 72 vias. enquanto (com exceção de alguns módulos antigos) todos os de 168 vias são de memórias SDRAM. independentemente dos ciclos da placa mãe. funcionando normalmente. Assim. Além de ser mantido o “modo de acesso rápido” das memórias FPM. Memórias SDRAM Tanto as memórias FPM quanto as memórias EDO são assíncronas. Nas placas para processadores Pentium o mais comum são opções “slow”. Observe que apenas a partir do segundo ciclo a memória é capaz de manter um acesso por ciclo. Memórias EDO As memórias EDO foram criadas em 94. apesar de não serem capazes de tirar proveito do modo de acesso mais rápido. as placas incompatíveis. Todos os módulos de 30 vias são de memórias FPM. já que 1000/15 = 66. e trouxeram mais uma melhoria significativa no modo de acesso a dados. Para determinar a velocidade máxima de operação de um módulo de memória SDRAM. que podem ser tanto de memórias EDO quanto de memórias FPM. Isto significa. é possível encontrar versões com tempos de acesso entre 15 e 6 nanossegundos. Em placas para 486. Basicamente. através da opção “Memory Timing”. ou apenas 7. Na verdade. por exemplo. que representavam o tempo de acesso à memória. O novo modo de acesso permite que as memórias EDO trabalhem com tempos de acesso de apenas 5-2-2-2 em uma placa mãe com Bus de 66 MHz. apenas as placas para processadores Pentium e algumas placas mãe para 486 com slots PCI (as mais recentes) aceitam trabalhar com memórias EDO. Independentemente da velocidade de barramento utilizada. era natural que cada acesso à memória demorasse menos ciclos da placa mãe. -60. Como quase todos os módulos de 70 nanos são de memórias FPM. basta dividir 1000 pelo seu tempo de acesso: um módulo com tempo de acesso de 15 nanos poderia trabalhar a apenas 66 MHz. o primeiro acesso continua tão lento quanto em memórias EDO e FPM. era comum existirem opções como 4-3-3-3 ou 3-2-2-2. -70. um ganho de 25%. elas podem passar a responder a cada 3 ou 4 ciclos. ao invés de responder a cada 2 ciclos da placa mãe. Existem também placas “tolerantes” que funcionam com memórias EDO. com predominância dos módulos de 60 nanos. o módulo possui tempo de acesso de 70 nanos. que substituem os valores numéricos. 60 e 50 nanos. Lembre-se que os processadores 486 trabalhavam com bus de 33 ou 40 MHz. as memórias continuam trabalhando na mesma velocidade. que a temporização das memórias SDRAM é sempre de uma leitura por ciclo. A confusão existe apenas nos módulos de 72 vias. através do qual um acesso à dados pode ser iniciado antes que o anterior termine. Outra com tempo de acesso de 12 nanos já poderia trabalhar a 75 ou até 83 . Como é preciso que a memória SDRAM a ser usada seja rápida o suficiente para acompanhar a placa mãe. Para saber quem é quem. Com menos acessos por ciclo. Se por outro lado a primeira linha terminar com –6. isto significa que elas trabalham em seu próprio ritmo. 33 ou 40 MHz). que nem chegam a inicializar caso sejam instaladas memórias EDO. este tipo de memória ainda é muito usado atualmente. 6 ou 60 o módulo é de 60 nanos. sem tempos de espera. o tempo de acesso é indicado no final da primeira linha. os tempos de acesso poderão ser de 5-1-1-1. e quase todos os módulos de memórias EDO são de 60 nanos. ou 70. As melhorias na arquitetura das memórias EDO tornaram-nas incompatíveis com placas mãe equipadas com chipsets mais antigos. basta verificar o tempo de acesso. permitindo aumentar perceptivelmente a velocidade dos acessos. Todo módulo de memória traz seus dados estampados os chips. sendo fabricado em velocidades de 70. consumindo 5 ciclos. Apesar de já ultrapassado. existindo também alguns casos raros de memórias EDO na forma de módulos DIMM. 30. e finalmente.

. falhando quando obrigadas a funcionar a 100 MHz. a 66 MHz (5 + 1 + 1 + 1 = 8 ciclos por 4 acessos na memória SDRAM contra 5 + 2 + 2 + 2 = 11 ciclos por 4 acessos da memória EDO) e quase 50% mais rápido a 83 MHz (5 + 1 + 1 + 1 = 8 da memória SDRAM contra 6 + 3 + 3 + 3 = 15 da memória EDO). Caso fosse utilizado um barramento de 100 MHz (neste caso precisaríamos de memórias PC-100). as memórias PC-100 e mais recentemente também as PC-133 e PC-150 tornaram-se padrão. assim com em algumas combinações de módulos de marcas diferentes. as memórias EDO se mostrariam quase 2. Você pode inclusive misturar módulos DIMM de tempos diferentes na mesma placa mãe. 400. atualmente já é possível produzir memórias SDRAM capazes de funcionar acima de 133 MHz. assim como as memórias PC-100 trabalham normalmente a 66 MHz. desenvolvido pela IBM. com a proliferação dos processadores que rodam com Bus de 100 MHz. utilize uma freqüência de barramento compatível com o módulo mais lento. Memórias PC-133 Com a evolução das técnicas de fabricação. Justamente o fato de trabalharem sincronizadas com os ciclos da placa mãe torna as memórias SDRAM muito mais rápidas que suas antecessoras. quanto mais alta a velocidade. maiores teriam que ser os tempos de espera e pior seria o desempenho das memórias. elas muitas vezes possuem um tempo de latência muito alto. Para confirmar a validade deste cálculo. 400 e 450 MHz. foi sendo possível produzir módulos de memória SDRAM com tempos de acesso cada vez mais baixos. ou seja. Tecnologia Memórias PC-100 O padrão de memórias PC-100. as memórias FPM e EDO poderiam trabalhar com qualquer freqüência de barramento: 100. não se costuma utilizar memórias EDO ou FPM em frequências de barramento superiores a 75 MHz. Teoricamente. Existe uma freqüência máxima mas freqüências menores também são suportadas. como as versões de 350. desde que os tempos de espera fossem setados corretamente. 133. Existem também alguns casos de placas mãe antigas que são incompatíveis com módulos de memória DIMM PC-100 ou PC133 ou módulos de mais de 64 MB. já que 1000/12 = 83. e justamente por permitirem um acesso a dados mais rápido.5 vezes mais lentas (5 + 1 + 1 + 1 = 8 contra 7 + 4 + 4 + 4 = 19).SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI MHz. em algumas combinações pode ser que o micro não funcione. basta dividir 1 segundo por 83 milhões de ciclos da placa mãe e teremos justamente 12 nanos. Por isso. Apesar de inicialmente os fabricantes terem encontrado dificuldades para produzir as memórias PC-100. pois 1000/10 = 100. Por não trabalharem sincronizadas com o clock da placa mãe. qualquer módulo de memória SDRAM com tempo de acesso abaixo de 10 nanos poderia funcionar a 100 MHz. Apesar do processo de evolução ser bastante lento se comparado ao de outros componentes. 350. Porém. Por isso. mas bastará trocar os módulos de memória por outros de marca diferente. 450 e 500 MHz do Pentium II e os K6-2 de 300. Um módulo com tempo de acesso de 12 nanossegundos consegue ser cerca de 30% mais rápido que módulos de memórias EDO de 60 nanos. por terem funcionamento garantido a apenas 66 MHz) oferecerem tempos de acesso de 10 nanos. Vale lembrar que memórias PC-133 funcionam normalmente em placas mãe com bus de 66 ou 100 MHz. chamadas PC-133 são utilizadas pelas versões de 133 MHz do Pentium III e do AMD Athlon. apesar de alguns módulos de memórias SDRAM antigos (chamados de PC-66. contribuem para o aumento da performance global do micro. Estas novas memórias. Existem alguns casos de incompatibilidades entre algumas marcas ou modelos de módulos de memória e alguns modelos específicos de placas mãe. ou até mais. desde que nivele por baixo. consiste numa série de especificações que visam a fabricação de memórias capazes de funcionar estavelmente em placas mãe que operam a 100 MHz. 200 MHz. O problema é que. apenas memórias SDRAM.

o que enfatiza a principal característica das memórias DDR: permitir duas transferências de dados por ciclo de clock. suportando em compensação. mas em compensação perde-se mais tempo entre cada acesso. e tem de fazer vários acesos consecutivos aos módulos de memória para armazenar cada palavra de 64 bits. freqüências de barramento de até 400 MHz com duas transferências por ciclo (como o AGP 2x). todos os chips de memória. custando até 4 vezes mais que memórias SDRAM comuns. Na foto abaixo temos um módulo de memória DDR-SDRAM produzido pela Samsung. isso caso as memórias Rambus venham a tornar-se um padrão. muitos fabricantes já oferecem memórias DDR pelo mesmo preço das SDRAM. Por enquanto. as memórias Rambus são as únicas nativamente suportadas pelos chipsets i820 (atualmente extinto) i840 e i850 (que antes do i845 era o único chipset disponível para processadores Pentium 4). Este tipo de memória está sendo bastante utilizado atualmente em placas de vídeo 3D. o IC Master. Este procedimento de conversão aumenta os tempos de latência. simplesmente o dobro. pois produzidas em grande quantidade custam pouco mais do que memórias SDRAM comuns.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Recentemente. o tempo que o processador tem que esperar entre cada operação de leitura ou gravação de dados. um esquema semelhante ao usado no AGP 2x. Enquanto num módulo de memória SDRAM PC100 temos transferidos 64 bits por ciclo de clock. Os fabricantes disponibilizam tabelas com as especificações de seus produtos. pois permite identificar não apenas módulos de memória. alcançando 1. permitem um barramento de dados de apenas 16 bits de largura. qual é seu tempo de acesso. Para superar esta limitação. o que na prática eqüivale a uma freqüência de 800 MHz. Claro que existe tendência de queda caso aumente a produção deste tipo de memória. muitos especialistas não acreditam que esta tecnologia de memória possa ser realmente viável. apenas a posição da fenda é diferente. Devido a isto. as memórias Rambus permitem uma banda total de 1. Uma das primeiras foi a Nvidia GeForce DDR. . o ganho de performance em relação às memórias SDRAM comuns é pequeno. e apontam as memórias DDR como uma alternativa muito mais prática. mas existe um site que concentra a maioria das informações disponíveis.6 GB/s de transferência. quem o produziu.icmaster. Um problema que diminui a velocidade do acesso a dados nas memórias Rambus é o fato dos módulos trabalharem a apenas 16 bits. significando maiores custos de desenvolvimento e produção. A largura de banda total é bem maior. passaram a ser comuns também os módulos de memória PC-150.6 Gigabytes por segundo. retardando o acesso à memória. etc. é preciso que o controlador de memória (embutido no chipset) faça vários acessos consecutivos aos módulos de memória e entregue os dados ao processador na forma de palavras de 64 bits. funcionando como um mecanismo de busca. Este site. em posição aos 64 bits utilizados pelos módulos de memória SDRAM. O principal trunfo das memórias DDR é o preço. mas ainda demorará anos até chegarmos a um patamar próximo ao das memórias SDRAM. ou seja. disponível no endereço http://www. Apesar de tudo. você precisará apenas se cadastrar. as memórias Direct Rambus trazem uma arquitetura completamente nova. Quando é necessário gravar dados é feito o processo inverso.com é extremamente útil. É por isso que apesar dos módulos de memórias Rambus serem mais rápidos. enquanto os processadores atuais comunicam-se com a memória usando palavras de 64 bits. Os módulos de memória DDR-SDRAM são parecidos com os módulos DIMM de memórias SDRAM tradicionais. Memórias DDR-SDRAM DDR vem de double data rate. num módulo de DDRSDRAM também de 100 MHz teríamos duas transferências de 64 bits em cada ciclo. para evitar que um módulo DDR possa sem encaixado num slot DIMM comum. que exige modificações muito maiores nos chipsets destinados a suportá-la. O serviço é gratuito. o que deve virar regra em pouco tempo. sua velocidade máxima. mas muitas placas mãe oferecem esta opção para quem desejar fazer overclock. Os próprios módulos de memória Rambus ainda são gritantemente mais caros. Eles também vendem um CD-ROM com uma versão off-line do site. Memórias Rambus As memórias Direct Rambus. capazes de trabalhar a 150 MHz. trazem estampado um número de identificação. Este número pode ser utilizado para descobrir detalhes sobre o módulo. Identificando módulos de memória Como vimos. mas também outros tipos de circuitos integrados apenas com base no número de identificação. Na verdade. qual é freqüência máxima suportada. o controlador de memória recebe os dados do processador na forma de palavras de 64 bits. nenhum processador utiliza esta frequência. resultando em uma taxa de transferência de 800 MB/s. Diferentemente das memórias DDR e SLD que são apenas evoluções das memórias SDRAM. Trabalhando a 400 MHz com duas transferências por ciclo.

4 ou 5 pulsos de clock. 2. 667 MHz e 800 MHz. o tempo de acesso (latência) é de 5 pulsos de clock. mas em geral eles vem com uma proteção de metal sobre os chips de memória. o que melhora o desempenho desse circuito. Tanto que os fabricantes de processadores passaram a embuti-la no próprio processador e cada vez mais aumentam a quantidade neles presente.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Os módulos de memórias Rambus são chamados de “Rambus Inline Memory Modules” ou RIMMs.8V. É por este motivo que não é possível instalar memórias DDR2 em soquetes de memória DDR e vice-versa. Por exemplo. em uma memória DDR2 com CL4 e AL1. Ambos os tipos transferem dois dados por pulso de clock. Os módulos de memória DDR têm 184 terminais. os clocks listados são os clocks nominais e não os clocks reais. dependendo do chip. Para obter o clock real divida o clock nominal por dois. Serve de intermediária entre o processador e memória RAM que é mais lenta. já o controlador das memórias DDR2 trabalha carregando quatro bits. o dissipador de calor é opcional. . 4 ou 5 pulsos de clock. Características da DDR2: As memórias DDR2 têm menor consumo elétrico comparadas às memórias DDR. Nas memórias DDR2 a latência de escrita é igual à latência de leitura (CL + AL) menos 1. também conhecido como “tempo de acesso” – que é o tempo que a memória demora em entregar um dado solicitado –. 3. São de extrema importância para o bom desempenho do sistema. os módulos RIMM são bem semelhantes aos módulos DMM. Nos processadores mais antigos ela servia tanto para armazenar instruções quanto para armazenar dados. Nas memórias DDR a terminação resistiva necessária para a memória funcionar está localizada na placa-mãe. Nos processadores mais novos ela é dividida em duas: uma para instruções e outra para dados. Internamente o controlador das memórias DDR trabalha carregando antecipadamente dois bits de dados da área de armazenamento (tarefa conhecida como “prefetch” ou “pré-busca”). Nas memórias DDR2. Apesar de desejável. o fabricante dos módulos é quem decide se prefere utiliza-lo ou não. Ou seja. enquanto as memórias DDR2 são encontradas em versões de 400 MHz. As memórias DDR são alimentadas com 2. a memória DDR2-667 na realidade trabalha a 333 MHz. Cache L1 É a memória cache presente em todos os processadores a partir do 486. pode ser de 2.5 V enquanto as memórias DDR2 são alimentadas com 1. Como pode ser visto na ilustração acima. gerando assim menos calor. 2.5 ou 3 pulsos de clock. que também serve para facilitar a dissipação de calor. Nas memórias DDR o parâmetro “latência do CAS” (CL). 333 MHz e 400 MHz. Memórias DDR2 As memórias DDR são oficialmente encontradas em versões de 266 MHz. enquanto os módulos de memória DDR2 têm 240 terminais. “additional latency”) de 0. Nas memórias DDR2 o tempo de acesso pode ser de 3. 533 MHz. Memória Cache É uma memória estática cujas principais características são o custo elevado e a altíssima velocidade. e hoje em dia não dá para imaginar um computador funcionando sem esse tipo de memória. 1. Por conta disso. já que os módulos RIMM aquecem bastante devido à alta freqüência de operação. Já na DDR2 este circuito está localizado dentro do chip de memória. há uma latência adicional (chamada AL.

Cache L4 O processador Itanium da Intel possui uma memória cache L3 conectada a ele através de um barramento dedicado de 128 bits. este tipo de ROM só será viável sob ponto de vista econômico. esta passa a ser utilizada como cache de nível 3. programáveis pelo usuário. a ROM com os dados antigos não pode ser reaproveitada. os dados nela armazenados não se perdem quando o equipamento é desligado. a indústria desenvolveu as PROMs a fusível.PROMs Para aplicações mais modestas em termos de quantidades de chips a ser produzidos. ou L3. quando uma mudança qualquer no projeto do dispositivo exigir modificações nos dados armazenados. os dados são gravados eletricamente. Nas placas mãe mais antigas esta memória vinha soldada na própria placa. Algumas podem apagar e regravar seus dados quantas vezes forem necessárias. O processo de programação de uma PROM com a conseqüente verificação dos dados gravados pode ser muito tedioso e demorado. ou queima. ela será procurada na L3 antes que a memória RAM seja acessada. Neste caso. É nesta memória que serão procuradas as instruções que não forem encontradas na L1. a exemplo da L1. e o seu acesso ocorre de forma similar aos anteriores. Uma das principais aplicações da ROM é no armazenamento de alguns programas do sistema operacional dos microcomputadores.ROM ROM PROGRAMADA POR MÁSCARA . ele poderá utilizar a memória cache da placa como sendo de nível 4.MROM Este tipo tem suas posições de memória escritas ( programadas ) pelo fabricante de acordo com as especificações do cliente. se realizado manualmente. como caixas registradoras eletrônicas. e também para armazenar informações em equipamentos controlados por microprocessadores. de acordo com suas necessidades. A maior desvantagem destas ROMs é o fato de elas não poderem ser apagadas e reprogramadas. Porém. Existe no mercado um sem-número de dispositivos programadores de PROMs que . O processo de gravação de dados é chamado de programação.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Cache L2 Este cache é maior que a L1 e carrega blocos maiores de informação da memória RAM.ROM As ROMs são usadas para guardar instruções e dados que não vão mudar durante o processo de operação do sistema. é usado para especificar as conexões elétricas do chip. sendo que os processadores mais novos já possuem esta memória em seu próprio interior. ou seja. os dados que estão armazenados foram gravados durante o processo de fabricação da memória. Cache L3 Quando processadores que possuem cache L1 e L2 em seu próprio interior são instalados em uma placa mãe que possua memória cache. a PROM torna-se uma MROM. uma vez programada. Dependendo do fabricante onde este processador será instalado. sistemas de segurança industrial e diversos aparelhos eletrodomésticos. ROMs PROGRAMÁVEIS . denominado máscara. Para outros tipos. Um negativo fotográfico. devendo ser substituída por uma outra com os novos dados gravados. da ROM. Há projetos de processadores que terão esta memória também em seu próprio interior. E a sua arquitetura e a quantidade máxima acessada dependem do chipset da placa mãe. e sim pelo usuário. isto é. Em razão de tais máscaras serem caras. se uma instrução não está carregada nem na L1 e nem na L2. antes da memória RAM ser acessada. se for produzido um número muito grande de ROMs com a mesma máscara. ou seja. elas não são programadas durante o processo de fabricação. TIPOS DE MEMÓRIAS DE LEITURA . Para alguns tipos de ROM. MEMÓRIAS DE LEITURA . Uma vez que as ROMs são não-voláteis. O seu acesso ocorre da mesma forma como o da L2. ou L4 . Uma máscara diferente é requerida para cada conjunto de informações a ser armazenado na ROM. não pode ser apagada e novamente programada.

após a exposição. Uma vez apagada. Além disso. em vez da memória toda. é possível apagá-la expondo à radiação ultravioleta. contra mais ou menos 30 minutos para uma EPROM que deve ser retirada do circuito para submeter-se à ação da luz ultravioleta. e apresentada ao mercado como um aperfeiçoamento da idéia da PROM. ROM PROGRAMÁVEL APAGÁVEL . para então realizar a queima dos fusíveis e verificação dos dados gravados. Uma EEPROM também pode ser programada bem mais rapidamente do que uma EPROM.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI permitem a entrada da programação por teclado. a EPROM comporta-se como memória não-volátil que reterá os dados nela armazenados indefinidamente. sem a intervenção do usuário. A maior vantagem da EEPROM sobre a EPROM é a possibilidade de apagamento e reprogramação de palavras individuais. uma EEPROM pode ser totalmente apagada em 10 ms. além disso.EPROM Uma EPROM pode ser programada pelo usuário. a EPROM pode ser reprogramada. . a EPROM estará novamente armazenando apenas 1s. ROM PROGRAMÁVEL APAGÁVEL ELETRICAMENTE -EEPROM A EEPROM foi desenvolvida no início dos anos 80. A luz ultravioleta apaga todas as células ao mesmo tempo. Uma vez que uma célula da EPROM tenha sido programada. requerendo um pulso de programação de 10 ms para cada palavra. As EPROMs estão disponíveis numa faixa bem ampla de capacidade e tempos de acesso. Uma vez programada. aplicada através da janela do chip. em contraste com o de 50 ms necessário a se programar uma palavra da EPROM. Dispositivos com capacidade de 128K x 8 com tempo de 45 ns são muito comuns. ser apagada e reprogramada quantas vezes forem necessárias. podendo. no próprio circuito. Tal processo de apagamento requer uma exposição de 15 a 30 minutos aos raios ultravioletas. Infelizmente não há como apagar células selecionadas. de forma que.

O único cuidado que você deve tomar será não inverter a posição dos cabos flat e do plug de energia do drive de disquetes. PS/2 e USB. o que permite vários recursos novos. outra grande diferença do padrão ATX sobre o antigo padrão AT. antes de prender a placa mãe ao Gabinete. Enquanto no AT a fonte é “burra” limitando-se a enviar corrente ou interromper o fornecimento quando o botão liga-desliga é pressionado. entre outros. as memórias. Finalizando a montagem Propositadamente. bastando neste caso que o lado do cabo com as ranhuras coincida com a saliência (como pode ser visto nas fotos a seguir:). paralelas. é preciso manter o botão pressionado por mais de 4 segundos. Em placas padrão ATX. a fim de facilitar o encaixe dos . resta apenas encaixar os cabos flat e os plugs de energia. o botão não é ligado na fonte. Muitas vezes. a regra é a mesma. pois o cabo só encaixa de um jeito. ou procurar pela indicação de pino 1 que está decalcada na placa mãe ao lado do conector. CD-ROM ou drive de disquetes. Para não encaixar os cabos flat de maneira invertida. no caso do Disco Rígido e do CD-ROM. o conector possui 12 contatos. A tarja vermelha ficará na direção do cabo de força. basta seguir a regra do pino vermelho. Para determinar a posição do pino 1 no conector IDE da placa mãe. Para realmente cortar a eletricidade. programar o micro para ligar ou desligar sozinho em um horário pré-programado. sem a necessidade de pressionar o botão liga-desliga. Estando o micro ligado. é a fonte de alimentação. o conector é um pouco diferente. mas sim ligado ao conector “ATX Power Switch”. Fonte de alimentação Além do tamanho e da disposição mais prática dos encaixes das portas seriais. possuindo 20 contatos e recebendo também a tensão de 3. O comportamento do botão ao ser pressionado também é diferente. Mais uma diferença.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI UNIDADE V Conexões Físicas dos Dispositivos Nesta unidade iremos dominar técnicas de conexão dos dispositivos no cabo flat e na fonte de alimentação. neste caso além do pino 1. A fonte ATX recebe ordens diretamente da placa mãe. no padrão ATX é utilizada uma fonte inteligente. apenas um toque no botão faz o micro entrar em modo suspend. Se você sobreviveu à configuração dos jumpers e à ligação dos fios do painel do gabinete. você poderá simplesmente conectar o lado do cabo com ranhuras na direção da saliência no encaixe. que recebem da fonte tensões de 5 e 12 volts. Primeiramente. encaixamos o processador. achará esta etapa muito simples.3v. Encaixando os cabos flat e os cabos de força Finalizando a instalação das unidades de disco. O próprio funcionamento do botão liga-desliga num gabinete ATX também é diferente. A conexão do cabo de força também é bastante simples. o conector da placa mãe possui um encaixe plástico com uma saliência em um dos lados. os conectores do painel do gabinete. que fica próximo aos conectores para as luzes do painel do gabinete. encaixar sempre a tarja vermelha do cabo flat no pino 1 do conector. O mesmo é válido para o cabo do drive de disquetes A tarja vermelha do cabo flat deverá coincidir com a indicação de pino 1 decalcada ao lado do encaixe na placa mãe Ao encaixar a outra extremidade do cabo no HD. Em placas mãe padrão AT. onde a extremidade do cabo que está em vermelho deve ser encaixada no pino 1 do conector. você não precisará se preocupar. basta consultar o manual. um conector de dois pinos da placa mãe. os cabos flat. como a possibilidade de desligar o micro diretamente pelo sistema operacional. como no padrão AT. diz respeito ao conector da fonte de alimentação. somente no caso do drive de disquetes existe a possibilidade de inverter o cabo. Você também encontrará esta saliência no encaixe da maioria dos HDs e drives de disquetes. as unidades de disco e fizemos toda a configuração de jumpers.

Preste atenção para não inverter a posição dos cabos e deixar os fios pretos nos cantos. Encaixando o cabo de força Em fontes padrão AT. combinado com a trava plástica encontrada em uma das extremidades. dispensando inclusive o cuidado de posicionar os fios pretos no centro. . O cabo de força de uma fonte ATX é mais fácil de encaixar. bastando que os fios pretos de ambos os cabos fiquem no meio. para poder encaixar os demais componentes. pois isto danificaria sua placa mãe.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI componentes. devemos agora novamente prender a chapa metálica onde encaixamos a placa mãe ao gabinete. você encontrará dois cabos de força a serem ligados na placa mãe. pois o encaixe é único e o diferente formato dos conectores. faz com que seja possível encaixar o conector apenas de um jeito. Prosseguindo a montagem.

drives de disquetes. O BIOS do PC XT tem um tamnho de 8Kb. placas de vídeo. portas seriais e paraleleas e Drives de CD-ROM padrão IDE instalados no computador. com objetivo de fazer todo o acesso necessário a hardware. fica sempre gravado na memória ROM e tem como principal função realizar todo o controle de hardware. acesso a interfaces seriais acesso aos discos controle do relógio dos sistema controle de alocação de memória POST Durante o boot.) • Inicializa todos os chips’s programáveis das placas • Inicilaliza a placa de vídeo.O. Em resumo o BIOS executa as seguintes operações durante o processo de boot: • Identifica a configuração instalada (drives. BOOT É o processo pelo qual é dada a primeira carga de programas em um computador. o BIOS realiza uma série de testes. ao ser ligado ou reinicializado. porém seus dados não são perdidos devido à bateria da placa mãe que mantém o relógio do sistema funcionando.        . o BIOS faz um auto-teste inicial onde é testada entre outros dispositivos. já o do PC AT tem 64 Kb (os AT´s mais antigos têm BIOS com 16 Kb ou 32 Kb). Os dados do post são mostrados durante a inicialização na forma de uma tabela que aparece antes do carregamento do S. A CMOS é um tipo de memória volátil. assim como os discos rígidos.. cuja função é determinar com exatidão os componentes de hardware instalados no sistema. e seus aplicativos em todo os acessos de hardware que sejam necessários. CMOS Memória responsável por armazenar as configurações do Setup. ou “power-on self test”. Este é chamado de post (pronuncia-se poust). ajudando o S. O BIOS principal é um programa que fica residente em uma memória permanente (ROM) localizada na placa CPU. O. a memória inicializa o hardware e faz a cargo do sistema operacional a partir de um disco. testa a memória e o teclado • Identifica os BIOS nas placas de extensão externas • Carrega o sistema operacional do disco • Passa o controle para o S. etc.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI UNIDADE VI CMOS SETUP Nesta unidade dominar as funções básicas do CMOS SETUP a fim de configurar diferentes tipos de dispositivos. Por isso o BIOS possui um conjunto de rotinas que possibilita: acesso a teclado.. HD.O. indicando a quantidade de memória instalada. acesso a vídeo. O BIOS possui uma série de rotinas que são chamadas pelo S. Quando o computador é ligada ou resetado. Após a carga do sistema operacional.. O. como o próprio nome já diz. além da aprendizagem de novos conceitos. para que ele possa começar a funcionar. BIOS O ROM-BIOS (read only memory – basic input-output system) é um programa que. o BIOS continua em funcionamento. A partir deste momento o sistema operacional fica ativo mas o BIOS ainda está em funcionamento.. impressora. acesso a impressora.

but disk/Key : Exceção para erros no teclado e nas unidades de disquete Bios Features Setup Configurações sobre o desempenho do sistema e opções do Post: (Enabled = ativado . dos discos. o que pode acionar o alarme. caso não exista nenhum a opção correta é "none" Vídeo : Caso você possua uma placa SVGA a opção correta é "EGA/VGA" Halt On : Procedimento que o Bios deverá tomar caso sejam detectados erros de hardware durante o teste do sistema (POST) All Errors : A inicialização será interrompida caso exista qualquer erro grave na máquina. setores. como data. são configurados através do Setup. Uma configuração errada do Setup pode tornar nosso sistema até 70 ou 80% mais lento do que uma configuração otimizada. caso possua um drive mais antigo ou um de 2.44 Mb e 3. Através dessa opção é possível inserir manualmente o número de trilhas. mas de qualquer maneira. etc. But Diskette : Qualquer erro com exceção de erros nos drives de disquete All. basta selecionar a opção correspondente Drive B : Tipo de drive de disco flexível instalado como drive B. o modo de funcionamento dos discos rígidos e em muitos casos até mesmo a velocidade do processador. But Keyboard : A inicialização será interrompida por qualquer erro. que só será alcançada por alguém que intencionalmente configurasse o BIOS visando obter o pior desempenho possível. é praticamente igual em todos os modelos de BIOS Date / Time : Permite alterar a data e hora do relógio do CMOS. Porém é melhor manter esta opção ativada. É possível que o seu BIOS SETUP tenha alguma opção não documentada aqui. com exceção de erros de teclado All. esta opção deverá ficar ativada.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI SETUP Muitas das funções executadas pelo BIOS podem ser personalizadas ao gosto do usuário. O problema é que alguns programas de diagnóstico e particionamento/formatação de disco também escrevem nestas áreas. Claro que esta é uma projeção apocalíptica. Standard CMOS Setup Esta parte do Setup abriga informações básicas sobre o sistema. cabeças. nos drives de disquete. A velocidade de operação das memórias. como erro de teclado. estes dados são usados por vários programas como bancos de dados e pelo relógio do Windows Hard Disks : Mostra os discos rígidos que estão instalados no computador. pois os vírus que se alojam no setor de boot do HD são difíceis de eliminar. Drive A : Tipo de drive de disco flexível instalado como Drive A. . monitorando as gravações no setor de boot e na tabela de alocação de arquivos.5 polegadas. Aqui está também a opção de ativar ou não o modo de disco LBA. O Setup é justamente o programa que nos permite configurar estas opções. ou não tenha todas. mas que ilustra bem como “simples” erros de configuração podem tornar o nosso sistema lento. o mais comum é possuirmos drives de 1.8 Mb. hora e discos instalados. caso o seu disco seja maior do que 528 megas. mas é preferível usar a opção de IDE HDD Auto-Detection (está na tela principal do Setup) para detectar automaticamente os discos instalados. ou conflitos entre dispositivos No Errors : O micro tentará inicializará apesar de qualquer erro que possa existir All. Vou explicar brevemente agora algumas das opções mais comuns. este tutorial vai lhe dar uma boa base para configurar corretamente qualquer tipo de BIOS. Disabled = desativado) Vírus Warning : Oferece uma proteção rudimentar contra vírus.

o . caso não encontre nada. como Zip Drives e cartões de memória Flash. é recomendável a opção High para um boot mais rápido. assim o Drive A passará a ser o drive B e vice-versa. ao invés de ser acessado um setor por vez. CPU External Cache : Habilita ou desabilita o cache da placa mãe. ou cache L2. 4 th Boot Device : Estas opções. resultando em um Boot um pouco mais rápido. o HD poderá lhe avisar quando o pior estiver prestes a acontecer. Somente HD's muito antigos não aceitam este recurso. Como a opção acima. O sistema irá checar primeiro o drive de disquete à procura de algum sistema operacional. Caso o seu computador não possua mouse ou teclado PS/2 (aqueles com encaixe redondo de cerca de 0. À não ser que enfrente algum problema devido a algum periférico mais antigo.R. procurará no disco rígido C. 2 nd Boot Device. encontradas em Bios AMI.A. Pode-se desativa-la caso haja alguma suspeita de defeito no cache L-2 Quick Power On Self Test (Quick Boot) : Caso ativada esta opção. durante o Post alguns componentes não serão checados. Como somente os drives antigos de 180 e 360 kb possuíam 40 trilhas. o Bios irá procura-lo em outros meios de armazenamento. Boot UP System Speed : Define em qual velocidade a CPU irá trabalhar durante o boot: High : Boot na velocidade máxima do processador Low : O Boot é executado na velocidade do barramento AT. e em conjunto com um programa específico. inverta-se a posição dos drives. caso contrário. Esta opção não prejudica em nada o desempenho do HD e é recomendável mante-la ativada PS/2 Mouse Function Control : Habilita ou não a porta PS/2. Isto melhora muito o desempenho do HD. esta opção permite que sem a necessidade de mudar os cabos. alguns periféricos mais antigos (muito antigos :-) requerem que o boot seja dado nesta velocidade. Boot Sequence : Define a seqüência na qual os drives serão checados durante o boot: A. É altamente recomendável manter esta opção ativada. Swap Floppy Drive : Caso você tenha dois drives de disquetes.7 cm de largura) esta opção deverá ficar desabilitada para desocupar um IRQ. Boot UP Floppy Seek : Habilita ou não a verificação do Bios para determinar se o drive de disquetes tem 40 ou 80 trilhas. IDE HDD Block Mode : Esta opção é muito importante. esta também deve ficar ativada. C : Opção mais comum. aqui poderá se definir se o bios tentará dar o boot primeiro através do drive de disquetes ou através do HD ou mesmo através de drive de CD Rom Try Other Boot Device : Caso não encontre nenhum sistema operacional nos drives selecionados. equivale à opção Boot Sequence e define a seqüência na qual os drives serão checados durante o boot. esta opção deve ficar ativada. O Block Mode permite que os dados sejam acessados em blocos. haverá também a opção de dar o boot através do CD Rom. dando tempo de vc salvar os dados contidos nele.A : O disco rígido será checado primeiro. caso contrário o desempenho do computador irá cair cerca de 30%. Caso o HD seja compatível. 3 rd Boot Device.M. Recomendável a opção "yes" S.T for Hard Disks : O Smart uma nova tecnologia na qual um HD pode emitir sinais informando que está com problemas e está prestes a "pifar". é recomendável desabilitar esta opção para um boot um pouco mais rápido. e em seguida o disquete C only : Será checado somente o disco rígido Dependendo do modelo do seu BIOS.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI CPU Internal Cache : Permite habilitar ou desabilitar o cache interno do processador ou cache L1. Boot UP Numlock Status : Define se a tecla Numlock será acionada ou não durante o boot. dependendo do nível de atualização do Bios. 1 st Boot Device.

System Bios Shadow : Permite que os dados do Bios sejam copiados para a memória Ram. Chipset Features Setup Esta parte do Setup é a que possui maiores variações de opções dependendo da data e modelo da BIOS. Vídeo Bios Shadow : Os dados do Bios da placa de vídeo serão copiados para a memória Ram. Aqui estão localizadas as opções referentes ao desempenho da memória Ram. A escolha deve depender da qualidade do Hardware do seu . A ativação do Shadow irá melhorar o desempenho geral do sistema em aplicativos MS-Dos. neste caso ao o desativarmos ganharemos uma IRQ para ser usa por um outro dispositivo. colocarei todas as opções de que tenho conhecimento existirem. Recomenda-se a ativação dessa opção para melhorar o desempenho da placa de vídeo em aplicativos MS-Dos C8000-CBFFF Shadow. Como a memória Ram é muito mais rápida do que a memória Rom onde estes dados estão inicialmente instalados. O Bios contém informações sobre o hardware do micro que são acessadas a todo o momento pelo sistema operacional. muitas não estarão disponíveis no Setup do seu micro. sacrificando um pouco da confiabilidade do equipamento. É recomendável a opção 'fast" Typematic Rate Setting : Habilita ou não o recurso de repetição de teclas. Em alguns BIOS esta opção está na sessão "Integrated Peripherals" Gate 20 option : O Gate 20 é um dispositivo encarregado de endereçar a memória acima de 1 Mb (memória extendida) esta opção permite definir em qual velocidade será feito o acesso à memória. D0000-D3FFF Shadow. Porém. melhorando a velocidade de acesso a estes dispositivos. como o win98 e o OS/2 Assign IRQ for VGA : Reserva uma IRQ do sistema para o uso da placa de vídeo. Bios de outros dispositivos também serão copiados para a memória Ram. Através destas opções. Typematic Rate (chars/sec) : Define o número de repetições por segundo de uma tecla pressionada Typematic Rate Delay (msec) : Define quantos milessegundos o sistema deverá esperar antes de habilitar a repetição de teclas caso uma tecla fique pressionada. Algumas placas porém. como a Viper V330 só funcionam corretamente se esta opção estiver ativada. Deve ficar ativada apenas caso você use o OS/2 e possua mais de 64 MB de Ram. ou optar por configurações menos agressivas a fim de aumentar a confiabilidade do equipamento. A maioria das placas 3D modernas. CC000-CFFFF Shadow. este recurso é suportado por muitos sistemas operacionais. etc. Security Option : opção relacionado à senha do Setup: Setup : A senha do micro será solicitada toda vez que se tentar entrar no Setup System: A senha será solicitada toda vez que se iniciar o micro USB Function : Habilita ou não o uso de um controlador USB (Universal Serial Bus) deixe esta opção ativada caso esteja fazendo uso de algum dispositivo USB USB Kb/Mouse Legacy Support : Ativa o suporte por parte do Bios a mouses e teclados padrão USB PCI/VGA Palette Snoop : Opção de se instalar mais de uma placa de vídeo. Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) : Esta opção visa manter compatibilidade com o OS/2 quando são instalados mais de 64 MB de memória Ram no sistema.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI desempenho do HD poderá cair em mais de 20%. Geralmente as placas mais antigas não precisam desse recurso. Temos a opção de configurar os valores para o maior desempenho possível.

Opções idênticas ao Dram Read Burst Reduce Dram Leadoff Cycle : Opção de diminuir o tempo destinado ao primeiro ciclo das memórias. que correspondem aos tempos de aceso. Auto Configuration : Através desta opção pode-se habilitar o recurso das configurações do Chipset Features Setup serem feitas pelo próprio Bios. O valor mais baixo resulta em um melhor desempenho. Usando Bus de 66 ou 100 mhz. Em caso de problemas. aumentando a performance. a opção correta é 1/ 4. esta função pode ser ativa no Setup das pacas compatíveis. ele aumenta a velocidade do primeiro acesso à memória de cada ciclo. Com esse recurso o processador pode transferir mais dados para a Ram no mesmo espaço de tempo. O ideal é configurar manualmente as opções. porém dependendo da qualidade das suas memórias. melhorando o desempenho do micro. Dram RAS# Precarge Time : Número de ciclos de CPU reservados para o sinal RAS# (Row Adress Strobe) conservar sua carga antes da restauração dos dados da Ram (refresh). Dram Write Burst Timing : Tempo de espera entre cada ciclo de escrita da memória Ram. conseguindo-se um pequeno aumento de performance Interleaving : É uma técnica usada em alguns chipsets mais recentes para melhorar a performance das memórias. Em alguns Bios os valores para esta opção aparecem na forma de seqüências de 4 números. geralmente estão disponíveis as opções: normal. porém se perde em desempenho. mas o ideal é mante-la ativada. maior a velocidade. usando memórias FPM o valor correto será x333 ou x444. fast e turbo. provavelmente não terá problemas usando a opção x222. Caso o seu processador utilize bus de 50 mhz (Pentium 75) a opção correta é 1/3 System BIOS Cacheable : Habilita ou não o cacheamento da memória Ram ocupada pelo BIOS da placa mãe. nesta opção pode-se escolher entre 1/3 ou 1/ 4 da velocidade do barramento PCI. mais rápida será a velocidade de operação das memórias. ou o micro esteja trabalhando em overclock. Cache Timing : Velocidade na qual o cache L-2 da placa mãe irá funcionar. caso tenha problemas tente baixar um pouco a velocidade. sendo x222 o mais rápido. podendo configurar a opção de acordo com o tipo de memória usado (ver o tutorial sobre memórias) Dram Timing Control : Opção para configurar a velocidade em que a memória Ram do sistema irá trabalhar. A menos que vc esteja desconfiado da qualidade da sua memória cache. significando 3 ou 4 ciclos de CPU. Neste caso. sendo a turbo a mais rápida. Geralmente estão disponíveis as opções: x222 . Quanto mais alta a velocidade. experimente o valor Turbo primeiro. Em alguns modelos de BIOS existe além das opções Enabled/Disabled a opção de auto-configuração para memórias de 70 nanos e de 60 nanos. Speculative Leadoff : Alguns chipsets oferecem esse recurso. ISA Bus Clock : Velocidade de operação do barramento ISA em relação à velocidade do barramento PCI. Quanto menor o tempo. Geralmente estão disponíveis as opções fast e fastest . Caso esteja usando memórias EDO. x333 e x444. utilizando-se valores defalt . bastará voltar aos valores antigos. Quando ativado. Dram R/W Leadoff Timing : Número de ciclos de CPU dados à memória Ram antes de cada ciclo de leitura ou escrita. use opção fastest para um melhor desempenho. mais rápido ficará o micro como um todo. Dram Read Burst (EDO/FPM) : Define o tempo de espera entre cada ciclo de leitura da memória Ram. geralmente estão disponíveis as opções 3 e 4 . medium. aumentando o desempenho dap laca em aplicativos MS-Dos . Esta opção pode ficar ativada para um melhor desempenho do sistema em aplicativos MS-Dos Vídeo BIOS Cacheable : Habilita ou não o cacheamento da memória Ram ocupada pelo BIOS da placa de vídeo.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI equipamento e de quanto você pretende exigir da máquina. quanto mais baixos os números. que pode ser ativado ou desativado no Setup. Dependendo da qualidade das memórias o acionamento dessa opção pode causar travamentos.Isto garante uma maior confiabilidade do micro. é recomendável manter o valor mais baixo para um melhor desempenho. um valor muito alto poderá causar travamentos.

pois estes sistemas não são compatíveis com o padrão plug and paly. Caso você estrja usando o Windows 95 ou 98. Max Savig : Economia máxima de energia todos os recursos de economia estarão ativados. escolha "No". Power Management Setup Aqui estão as configurações relacionadas ao modo de economia de energia. etc. a CPU entrará em modo de economia. Suspend Mode : Após o período determinado. Este modo não funciona em HD's SCSI Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events : Serve para monitorar a atividade de algumas interrupções (IRQ's) permitindo ou não que estas acordem o sistema: On: A interrupção selecionada pode acordar o sistema Off: A interrupção selecionada não irá acordar o sistema PNP/PCI Configuration Setup Permite configurar opções relacionadas com o suporte a dispositivos por parte do Bios: Plug and Play Aware OS : Nesta opção você deverá informar se o sistema operacional instalado na máquina é compatível com o padrão plug and play. este permite uma maior economia de energia. OS/2. como o Linux. exceto a CPU serão desligados HDD Power Down : Tempo definido antes do HD ser desligado em caso de inatividade do micro. Doze Mode: Após o período escolhido nesta opção (pode ser de 1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. Deve ficar ativada.) Power Management : Define o tempo antes da ativação dos modos doze. Resources Controlled by : Auto : O sistema atribuirá automaticamente as definições de IRQ e DMA para todos os dispositivos (opção altamente recomendada) . Standby Mode : Após o período escolhido nesta opção (pode ser de 1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. Dos. escolha "Yes" caso esteja utilizando outro sistema operacional. os recursos entram em apenas depois de uma hora de inatividade do micro. deve ficar ativada. o monitor e o HD serão desligados. User Defined : Permite definir manualmente cada opção PM Control by APM : Define se o padrão APM (Advanced Power Management) existe no seu sistema. todos os dispositivos do micro. Peer Concurrency : Opção para dois ou mais dispositivos PCI funcionarem ao mesmo tempo. voltando ao modo normal assim que houver qualquer atividade. standby e suspend para economia de energia: Disabled : todos os recursos de economia de energia ficarão desativados Min Saving : Economia mínima de energia.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI 8 Bit I/O Recovery Time e 16 Bit I/O Recovery Time : Tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados do barramento PCI para o barramento ISA. uma boa configuração pode economizar vários reais na conta do final do mês :. voltando ao modo normal assim que houver qualquer atividade.

atribuindo endereços para ele automaticamente (opção recomendada) Disabled : Não reinicializa o ESCD PCI IDE IRQ Map To : Configura o tipo de controladora IDE em uso: PCI-Auto : O sistema determina automaticamente qual o tipo de controladora de disco IDE está instalada no sistema (opção recomendada) ISA: A controladora IDE é padrão ISA (use esta opção caso a sua controladora IDE seja daquelas antigas que são espetadas em um slot ISA) Primary IDE INT# e Secondary IDE INT# : Define qual a interrupção PCI que está associada às interfaces IDE. neste caso. IDE Secundary Master PIO.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Manual : Permite atribuir as definições manualmente. Esta opção deverá ficar ativada à menos que vc vá conectar uma controladora externa. Mode 2 e Mode 3 : modos usados em discos mais antigos. caso vc instale algum periférico que . Mode 1. Mode 4 :Usado na maioria dos HD's de até 1 ano atrás UDMA : Utilizado pelos HD's mais novos Prefira usar a opção Auto. selecione esta opção apenas se tiver problemas com a configuração automática ou gostar de desafios. usa a Com 1 e o endereço 3f8. conectada a um Slot PCI funcionando como IDE secundária On-Chip Primary PCI IDE e On-Chip Secundary PCI IDE : Permite desabilitar as interfaces PCI embutidas na placa mãe: Enabled : Habilita a interface IDE embutida na placa mãe) Disabled : Desabilita a interface IDE da placa mãe para o uso de uma placa externa conectada a um Slot PCI. para que o próprio Bios detecte o Modo usado por cda dispositivo PCI IDE 2 nd Channel : Habilita ou não o uso de uma placa controladora IDE externa. USB Controller : Habilita ou não o uso de um controlador USB (Universal Serial Bus) deixe esta opção ativada caso esteja fazendo uso de algum dispositivo USB Onboard FDD Controller : Habilita ou não a controladora de drivers de disquete embutida na placa mãe. Reset Configuration Data : Reinicializa ou não o ESCD ao sair do COMS Setup Enabled : O ESCD será reiniciado automaticamente quando for instalado um novo periférico. Não é recomendável alterar os valores defalt Integrated Peripherals IDE Primary Master PIO . aparecerá uma lista de interrupções disponíveis e você deverá configura-las manualmente. 2 Onboard Serial Port 1 e Onboard Serial Port: Permite habilitar/desabilitar e especificar os endereços para a porta para as postas seriais do micro. ver tutorial sobre HD's) correspondente a cada disco ou CD-Rom Ide instalado: Auto : O sistema irá determinar o PIO automaticamente (opção recomendada) Mode 0 . Por defalt a porta serial primária (Onboard Serial Port 1) utilizada pelo mouse. IDE Primary Slave PIO e IDE Secundary Slave PIO : Determina o PIO Mode (velocidade máxima de transferencia de dados. A porta serial primária geralmente é utilizada pelo Mouse e a segunda quase sempre está vaga (aquela saída de 25 pinos do lado da saída do mouse). este processo é difícil e qualquer erro pode impedir o boot do micro.

A diferença entre eles é que o modo Bidirecional permite comunicação bidirecional. ou somente para se alterar os dados do Setup. ECP Mode Use DMA : Especifica o canal DMA a ser usado pela porta paralela caso seja escolhido o modo ECP Mais Opções Load Setup Defalts Carrega os valores defalt do Bios para todas as opções do CMOS Setup.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI vá utilizar esta porta (um modem configurado para utilizar a Com 1 por exemplo) poderá mudar a porta utilizada pelo mouse para evitar conflitos. ECP e EPP. As opções são: Disabled : Desabilita a porta serial 3F8h. 2E8h : Especifica o endereço da porta Onboard Parallel Port : Esta é a porta da impressora. Password Setting : No Setup também existe a opção de se estabelecer um senha para o uso do micro. em algumas placas mãe isto é feito mudando-se a posição de um jumper específico. Temos também o EPP com velocidade semelhante ao ECP porém com menos recursos. não deixe de usar esta opção para configura-lo automaticamente. isto pode ser definido na opção "Security Option" do Bios Features Setup. esta senha poderá ser solicitada toda vez que se inicializar o micro. Caso se esqueça a senha do micro. aqui você poderá desabilita-la ou mudar o endereço atribuído para ela Onboard Parallel Port Mode : Determina o modo de operação da porta paralela do micro. Zip Drives e outros dispositivos que utilizam a porta paralela. Geralmente estão disponíveis as opções Normal. IDE HDD Auto Detection : Esta é a opção de permitir ao Setup configurar automaticamente todos os discos IDE que você tem no micro. para isso vc deverá abrir o micro e retirar a bateria da placa mãe por alguns minutos recolocando-a em seguida. Save & Exit Setup Salvar todas as auterações e sair Exit Without Saving Sair sem salvar qualquer alteração . além de ser compatível com a maioria dos Scanners. Bidirecional. ao instalar um disco novo. sendo usado por impressoras um pouco mais modernas. O modo ECP é mais rápido. 3E8h. Os modos Normal e Bidirecional são mais bem mais lentos. 2F8h. é possível retirá-la apagando todos os dados do CMOS.

com predominância do IDE. que inclui a Interface IDE. haverão muitos congestionamentos. deixando-o livre para executar outras tarefas. é permitir que o disco rígido possa acessar diretamente a memória RAM. que oferecem diferentes modos de operação. fazendo com que os dados venham até o final do cabo e retornem como pacotes sobra. uma estrada por onde possam trafegar os dados que entram e saem do HD. um que é ligado na placa mãe e outro em cada dispositivo. mantendo a compatibilidade com controladoras mais antigas. não correspondendo necessariamente à velocidade de operação do disco. geralmente encontrados na pasta “IDE” do CD de drivers que acompanha a placa mãe. verá uma placa ISA. nunca no conector do meio. pois poupa o processador do envolvimento com as transferências de dados. para poder comunicar-se com o restante do sistema. 7 modos de operação de interfaces IDE. o que permite um máximo de 4 dispositivos IDE num mesmo micro. De nada adianta um disco rígido muito rápido. o dispositivo ligado na ponta do cabo funciona como terminador. a interface IDE deveria ser adquirida separadamente. Estes modos de operação são chamados de “Pio” e determinam a velocidade e recursos da interface. A principal vantagem do UDMA porém. Interfaces de Disco Assim como uma placa de vídeo é ligada em um slot PCI ou AGP. suportam também o Ultra DMA 33 ou mesmo o Ultra DMA 66. O cabo IDE possui três encaixes. ligando no conector do meio o cabo ficará sem terminação. Existem vários modelos de interfaces IDE. Placas mãe mais antigas. configuração que é feita através de jumpers. você já deve ter ouvido falar do Ultra DMA. que mantém os recursos do Ultra DMA. um dos dispositivos deverá ser configurado como master (mestre). e vice-versa. duas interfaces IDE embutidas. e encaixada em um slot disponível. além da interface para drives de disquetes. Os modos de operação das interfaces IDE são: . ao invés do processador ter de ele mesmo transferir dados do HD para a memória RAM. você deverá ligá-lo no conector da ponta. Nelas. que vão desde o Pio Mode 0.6 Megabytes por segundo. Placas um pouco mais recentes. Cada controladora suporta dois dispositivos. Porém. como as placas para processadores Pentium que utilizam os chipsets FX e VX. no caso do Windows 95. a mesma melhora não será sentida caso sejam construídas mais faixas. Este modo de operação traz várias vantagens sobre o antigo Pio Mode 4. que absorvem as transmissões evitando os pacotes sombra. Claro que este modo de operação aumenta perceptivelmente o desempenho do sistema. Caso tenhamos na placa mãe uma controladora que suporte apenas o Pio 4. é que.. que acabarão com a duplicação da pista. suportam apenas o modo Pio 4. claro que limitado às características da interface. Mesmo que você tenha apenas um dispositivo IDE. Todos os modelos de discos mais recentes incluem o suporte a UDMA. e o outro como slave (escravo). No caso dos dispositivos IDE. que passa a ser de 33 Megabytes por segundo. Provavelmente. como a maior taxa de transferência de dados. é preciso que o disco rígido também ofereça suporte a esta tecnologia. porém. o disco rígido precisa estar ligado a alguma interface. Todas as placas mãe atuais. Funciona como numa auto-estrada: se houver apenas duas pistas para um grande fluxo de carros. Placas mãe um pouco mais antigas. O Windows 98 possui suporte nativo a HDs UDMA. Esta placa é chamada de “super IDE”. Uma interface de disco nada mais é do que um meio de comunicação. embora de forma um pouco menos eficiente. Atualmente são usados dois padrões de interfaces de disco: o IDE (também chamado de ATA) e o SCSI. interferindo no envio dos pacotes bons e causando diminuição na velocidade de transmissão. porém suportando maiores velocidades de transferências de dados. onde são instalados terminadores nas duas pontas do cabo. possuem além de duas portas seriais e uma porta paralela. O Pio Mode 4 permite o uso do Multiword DMA 2. Para fazer uso das vantagens do UDMA. Se você tiver a oportunidade de examinar o hardware de um 486 antigo. extremamente lento. duas portas seriais e uma porta para Joystick. Existem ao todo. o HD funcionará normalmente. O motivo para isto. que também permite o acesso direto à memória. ao novo UDMA 66. uma porta paralela. chamadas de controladora primária e controladora secundária.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI UNIDADE VII Unidades de Armazenamento em Massa Nesta unidade identificar e instalar os diferentes tipos de discos de armazenamento em massa. também chamado de Ultra ATA. é necessário instalar os drivers UDMA. EISA ou VLB. Este fenômeno também ocorre em cabos coaxiais de rede. se a interface não permite que ele se comunique com o restante do sistema usando toda a sua velocidade. não possuíam interfaces IDE. pode apenas fazer uma solicitação ao disco rígido para que ele mesmo faça o trabalho. Vale lembrar que estas velocidades são o fluxo máximo de dados permitido pela interface. Usando o UDMA. sendo capazes de transferir dados a 16. Para isto.

6 MB/s UDMA 33 (UDMA 2) 33. Quanto mais longo for o cabo. placas IDE mais contemporâneas. que podem ter seu endereço de IRQ e I/O configurado via jumpers. basta consultar o manual da placa. Apesar de originalmente serem destinadas à conexão de drives de CD-ROM. Estas placas com interfaces extras podem ser adquiridas separadamente. é preciso que esteja configurada para funcionar em tal posição. sigla que pronunciamos como "scuzzi" com o "u" arranhado. geralmente operando a apenas 3. Apesar de muitas as controladoras terciárias e quaternárias não serem reconhecidas pelo BIOS. é preciso instalar os drivers que acompanham a placa mãe para ativar o suporte ao UDMA 66 no Windows 98. Estas controladoras são encaixadas em um slot disponível da placa mãe. e por isto são bastante lentas. porém. pois este possui suporte nativo apenas para UDMA 33. assim como compatibilidade retroativa com qualquer HD IDE. Já no Windows 98 isso não será necessário. que só aceitam funcionar como IDE primária. quanto a placa mãe. porém não são tão populares devido ao preço. sendo obrigatório o uso do cabo especial de 80 vias que é fornecido junto com a placa mãe. geralmente funcionando em PIO Mode 4. totalizando 4 portas IDE na mesma máquina.1 MB/s PIO MODE 4 16. As controladoras e discos SCSI são superiores aos IDE em vários aspectos. configurados como master e slave. Os fios são intercalados na forma de um fio de dados. esta disposição atenua as interferências e permite atingir os 66 MB/s. nem tanto em aplicativos domésticos.3 MB/s PIO MODE 3 11. bastando usar o utilitário “adicionar novo hardware” do painel de controle. você pode fazê-las funcionar sem muita dificuldade no DOS. Em caso de dúvida. Por usarem o barramento PCI. Note que estas placas de som antigas usam o barramento ISA. outro de dados etc. pois nelas as portas IDE vêm configuradas de fábrica como terciárias. sejam compatíveis. são as controladoras SCSI (Small Computer Systems Interface). seria usar uma daquelas placas de som antigas que trazem interfaces IDE embutidas.3 MB/s PIO MODE 1 5. Por isso.abit-usa.2 MB/s PIO MODE 2 8.6 MB/s A maioria dos discos atuais são compatíveis com o UDMA 66. usando um IRQ e endereço de I/O diferente das duas controladoras embutidas na placa mãe.. neste caso. Existem. que usam os endereços IRQ 14. como no Inglês. Interfaces SCSI Uma opção às interfaces IDE.com) que suportam UDMA 66. sem instalar os drivers. mesmo com as duas portas onboard habilitadas. Outra opção. mais forte será a interferência. os cabos possuem 80 vias. Tenho um monte de placas IDE antigas. Porém. as portas IDE embutidas nestas placas de som aceitam normalmente dois dispositivos IDE de qualquer tipo. Também existem as placas Hot Hod produzidas pela Abit (http://www. Para que a controladora terciária ou quaternária funcione. estas portas são bastante rápidas. não existe maneira de usá-las com as duas controladoras onboard habilitadas. Para ativar o UDMA 66. Existem caso de placas mãe que já vêm com quatro interfaces IDE onboard. como no caso de um servidor de rede.3 MB/s em PIO Mode 0. você precisa que tanto o disco rígido. usando os drivers que acompanham a placa. Algumas vezes os drivers também podem ser instalados diretamente através de um programa de configuração incluso no CD.3 MB/s UDMA 66 (UDMA 4) 66. I/O 1F0-1F7 e IRQ 15 e I/O 170-177. mas principalmente em aplicativos que trabalham com um grande fluxo de dados. sempre existe ganho de performance sobre o mesmo HD instalado em uma porta UDMA 33. e cada porta permite a conexão de dois dispositivos. que vem com duas portas UDMA 33 e duas portas UDMA 66. geralmente PCI. Mais portas IDE Se as placas mãe atuais dispõem de apenas duas portas IDE.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Modo de Operação Taxa máxima de transferência de dados PIO MODE 0 3. normalmente no diretório “IDE”. O encaixe das interfaces UDMA 66 possuem os mesmos 40 pinos dos outros padrões. bastando apenas que você tenha o IRQ livre e os drivers adequados. Mesmo com todo o hardware necessário. usando o IRQ 14. porém. captando interferências externas. pois o cabo atua como uma antena. Outro requisito imposto pelo padrão é que os cabos não tenham mais que 45 cm de comprimento. o recurso permanecerá desativado. esta nova interface permite taxas de transferência próximas às das controladoras SCSI. como a Abit BE6. Os drivers de UDMA vem no CD da placa mãe. embora sejam um pouco difíceis de se encontrar devido à baixa procura. sucatas de velhos micros 486. Uma . pois ele detecta normalmente as interfaces. chamadas porta terciária e quaternária. então teríamos um limite de 4 dispositivos IDE por máquina certo? Errado! É possível instalar mais duas portas IDE. também funcionando normalmente. sendo 40 são usadas para transportar dados e 40 como terras. Claro que os 66 MB/s permitidos não será necessariamente a velocidade alcançada pelo disco rígido. um terra. basta escolher um IRQ livre. Finamente.

avisando ao processador quando tiver terminado. por sua vez. para usar discos SCSI. Os cabos também mudam. Isso não significa. mesmo os discos rígidos mais rápidos. utilizando toda sua capacidade. As controladoras Narrow possuem 8 endereços.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Ferrari é muito melhor que um Gol. numerados de 0 a . Primeiramente é preciso comprar um cabo com encaixes suficientes para o número de dispositivos que pretende encaixar. se nenhum disco será capaz de utilizar toda sua velocidade. sendo que uma boa controladora SCSI custa por volta de 250 ou 300 dólares. então o SCSI é a melhor escolha. No dispositivo da ponta deverá ser instalado um terminador. para que a controladora possa fazer o restante do trabalho. Similarmente. jogos e Internet. Outra grande vantagem do SCSI. Esta controladora antiga é chamada de SCSI 1. enquanto as Wide usam cabos de 68 vias. e não a velocidade de operação dos discos. o processador ficará livre para executar outras tarefas. Se você precisa de um equipamento com o máximo de desempenho. Não podemos nos esquecer. que prioriza o desempenho muito mais do que o preço. Durante este tempo. Atualmente. do ponto de vista de um usuário doméstico. como servidores de rede. Isso é particularmente aplicável em servidores. ele é implementado de maneira muito mais transparente e eficiente nas controladoras SCSI. justamente porque praticamente todo trabalho é executado pelos próprios discos rígidos (sob orientação da controladora). O primeiro modelo de controladora SCSI foi lançado em 1986. Em 1990. Para que possam ser acessados pela controladora. ou ID. Mas em micros de alto desempenho. e pode pagar por ele. que permitia um barramento de dados de até 5 Megabytes por segundo. precisaríamos comprar separadamente a controladora. então os discos IDE compensam muito mais devido ao baixo custo. chamadas de SCSI 2. Era uma controladora de 8 bits. trabalham com transferências de 16 bits. incluindo também alguns recursos novos. Na maioria dos casos o terminador é encaixado no dispositivo. é que os discos rígidos mais rápidos são padrão SCSI. Porém. Foram lançados posteriormente os modelos Ultra SCSI e Ultra 2 SCSI além. Isto acontece justamente por causa do mercado de discos SCSI. sendo somente utilizadas nos discos IDE depois de tornarem-se mais baratas. sendo nosso único gasto com os discos rígidos ou CD-ROMs. Estas novas controladoras já eram muito mais rápidas. o processador precisa apenas informar à controladora. Numa controladora SCSI. cada dispositivo SCSI possui um endereço de identificação. e não pelo processador. porém. quais dados devem ser transferidos. CD-ROMS. não podemos esquecer que todas as placas mãe modernas vêm com interfaces IDE embutidas. Veja na tabela abaixo a taxa máxima de transferência de dados permitida por cada modelo de controladora: Como nos discos IDE. Embora as interfaces IDE UDMA também ofereçam este recurso. entre discos rígidos. como aplicações de escritório. mas não é tão vendida. onde estes dados estão gravados e para onde eles serão transferidos. das recordistas de velocidade Ultra SCSI 3. como acontece quando usamos mais de um dispositivo IDE numa mesma controladora. onde é comum o uso de vários discos rígidos. As controladoras Narrow trabalham com transferências de dados a 8 bits e suportam o uso de até 8 dispositivos por interface. esta é a transferência de dados permitida pela controladora. enquanto as Wide possuem 16 endereços. incluindo também outros recursos. Vale então a máxima de “quanto mais melhor”. em oposição aos 7 suportados pelas controladoras antigas. as vantagens do SCSI não justificam seu alto preço. Outro fator. como o suporte de até 15 dispositivos por controladora. Basicamente. scanners e outros. as controladoras Narrow usam cabos de 50 vias. Por outro lado. todos os periféricos compartilharão o mesmo barramento de dados. foi lançada a segunda geração de controladoras SCSI. claro. qual seria a vantagem de uma controladora rápida. que um disco rígido é mais rápido somente por ser SCSI. As controladoras Wide. que permite à controladora detectar o final da cadeia. sendo os próprios discos SCSI mais caros. Poderíamos pensar então. o uso do SCSI é quase obrigatório. se o seu computador se destina ao uso doméstico. que numa interface SCSI podemos ligar até 15 dispositivos. justamente por ser mais cara e pelas pessoas normalmente não precisarem de um carro tão rápido. numerados de 0 a 7. Em caso de dúvida basta consultar o manual. Neste caso. podemos usar até 15 dispositivos simultaneamente (já que um ID é usado pela própria controladora) sem que haja degradação de performance. Além da divisão em modelos. gravadores de CD. dificilmente superam a marca dos 30 MB/s. mas em alguns casos basta mudar a posição de uma chave. é uma menor utilização do processador quando o HD é acessado. que permitem taxas de transferência de dados ainda maiores. as interfaces SCSI dividem-se também em controladoras Narrow e Wide. A instalação de periféricos SCSI também é diferente da instalação de periféricos IDE. mas que as tecnologias mais novas e caras são geralmente utilizadas primeiramente em discos SCSI. Falando em custo.

A opção Drive is Master. poucos acreditam que o padrão possa continuar evoluindo. indica que o disco será instalado como Master da controladora mas que será instalado também um segundo disco como Slave. Mais uma dica é que em quase todos os casos você poderá conseguir o esquema de configuração de jumpers no site do fabricante do HD. chamadas de IDE primária e IDE secundária. o primeiro par é destinado à transmissão dos dados e o segundo para alimentação elétrica. Como disse. Você poderá conectar o Master no conector do meio. Teoricamente. o uso de mais vias de dados serve para aumentar o desempenho. já que é mais rápido. tornando-se necessário que um mesmo pacote de dados seja reenviado vários vezes. enquanto o que for ligado no conector do meio será reconhecido como Slave. A configuração em Master ou Slave é feita através de jumpers localizados no disco rígido ou CDROM. A Intel pretende colocar o padrão no mercado até o segundo semestre de 2001. poderiam ser até mesmo mais baratos que os atuais. A chave de tudo é justamente a simplicidade. o Serial ATA é mais simples que as interfaces atuais. Encontramos no micro duas interfaces IDE. drives LS-120. Slave ou Cable Select. ou então na parte inferior do HD. Zip drives. porém. Slave e Cable Select. Uma última dica sobre este assunto é que em praticamente todos os discos. A posição dos jumpers para o Status desejado é mostrada no manual do disco. enquanto o Slave da IDE secundária é chamado de Secondary Slave. além de também determinar a letra dos drives. e o outro como Slave. para os 100 MB do novíssimo UDMA 100. Slave is Present”. prático e barato. Num primeiro momento. Caso você não tenha o manual. Slave e Cable Select. pois por ser uma interface serial. não se preocupe. além do disco rígido. indicando a posição do jumper para cada opção. temos um nível de interferência cada vez maior. quase sempre você encontrará uma tabela resumida impressa na parte superior do disco: Geralmente você encontrará apenas 3 opções na tabela: Master. a única regra é que dois dispositivos não podem usar o mesmo ID. No caso dos CD-ROMs IDE. e ambos não funcionarão. um cabo UDMA 66 possui 80 vias. Você pode configurar os endereços da maneira que quiser. enquanto outro configurado como Slave receberá a letra D:. A opção de Cable Select é uma espécie de plug-and-play para discos rígidos: escolhendo esta opção. além das opções de Master. sendo que 40 são destinas à transmissão de dados. entre outros. simples. As interfaces IDE evoluíram assustadoramente em velocidade na última década. chegando ao ponto dos projetistas optarem por voltar a usar um único par de fios. Estes dias localizei o esquema de configuração de um Western Digital fabricado em 1995. você encontrará também as opções “One Drive Only” e “Drive is Master. as interfaces e HDs do novo padrão. sem problema algum. já que é possível transmitir mais dados simultaneamente através de 20 pares de fios do que através de apenas um. Um disco rígido configurado como Master receberá a letra C:. ao retirar todos os jumpers. a grandes velocidades. Serial ATA O serial ATA vem sendo desenvolvido pela Intel e é um barramento semelhante ao Fireware. ou mestre primário.3 MB/s permitidos por uma interface Pio Mode 1. “SL” Slave e . O problema é que para a opção de Cable Select funcionar. saltaram os 3. Caso você não consiga descobrir o esquema dos jumpers de um disco. Esta configuração é necessária para que o BIOS possa acessar os dispositivos. já que o que vale é a configuração dos jumpers. etc. permitindo transferências de dados a até 800 MB/s. a configuração dos jumpers é ainda mais fácil. mesmo no caso de HDs muito antigos. O mestre da IDE primária é chamado de Primary Master. caso contrário haverá um conflito. mas normalmente eles são encontrados entre os encaixes do cabo flat e do cabo de força. obrigatoriamente um dos discos deverá ser configurado como Master. poderá apelar para este macete para instalá-lo como Slave de outro. sobram 7 ou 15 endereços para os dispositivos. não importa a posição do cabo IDE. A posição dos jumpers no HD varia de modelo para modelo. porém destinado à conexão de HDs. Configurando seus discos como Master e Slave. é preciso um cabo flat especial. ou escravo secundário. sendo feita através de um único jumper de três posições localizado na sua parte traseira. “MA” significa Master. que permite configurar o drive como Master. o HD passará a operar como Slave. muito mais do que o necessário para qualquer HD que venha a ser lançado nos próximos anos. como CD-ROMs. podendo ser bem mais barato caso a produção seja grande. Porém. Slave is Present. Ao invés dos cabos de 80 vias usados pelas interfaces UDMA 66 e UDMA 100. e que não será usado nenhum Slave. Em alguns discos. passam a ser necessários códigos cada vez mais complexos de correção de erros. o serial ATA utiliza cabos com apenas dois pares de fios. a opção one drive only indica que o disco será instalado como Master da controladora. sem maiores dificuldades. É difícil tentar adivinhar o futuro. Cada interface permite a conexão de dois dispositivos. o disco que for ligado na extremidade do cabo IDE será automaticamente reconhecido como Master. que devem ser configurados como Máster (mestre) e Slave (escravo). quem sabe até na próxima década. Claro que estas letras podem mudar caso os discos estejam divididos em várias partições. por exemplo. Neste caso.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI 15. mas é bem provável que o Serial ATA venha a substituir as interfaces IDE atuais. Numa controladora. motivo pelo qual esta opção é pouco usada. Geralmente você encontrará também uma pequena tabela. Configuração de jumpers do HD e do CD-ROM Atualmente. conectamos vários outros periféricos nas interfaces IDE do micro. O serial ATA seria então o sucessor do UDMA 100. isto tudo atrapalha a velocidade. Como o endereço 0 é usado pela própria controladora.

que começa a partir da borda do disco. Como temos apenas 80 trilhas. uma curiosidade sobre os discos flexíveis.000 rotações por minuto. à direita como Master e à esquerda como Cable Select. Falando em trilhas. um disquete de 1. que corresponde à meia rotação) O tempo de acesso de um drive de disquetes fica em torno de 260 milessegundos. A diferença é que. muito longe dos 200 ou 300 setores encontrados em cada trilha de um disco rígido.5 cm do disquete. Drives de Disquetes Apesar de ter um funcionamento um pouco parecido com o de um disco rígido. ambos compartilharão a interface. que fatalmente seria danificada durante a leitura e gravação de dados caso fossem utilizadas velocidades mais altas. a melhor configuração é o HD como Master da IDE primária e o CD-ROM como Master ou mesmo Slave da IDE secundária. todas as trilhas possuem o mesmo número de setores. o mesmo utilizado em fitas K-7. Um dos motivos de ser utilizada uma velocidade de rotação tão baixa. apenas 18 setores por trilha num disquete de 1. limitandose a ter a capacidade dos discos ampliada de 360 KB para 1. Assim como nos discos rígidos. ou seja. um drive de disquetes é muito mais simples. Ao instalar um HD e um CD-ROM por exemplo. muito mais primitivo até mesmo do que os jurássicos discos rígidos do início da década de 80. sendo raras as exceções. os disquetes são divididos em trilhas e setores. velocidade de rotação nos drives de disquete também é muitas vezes menor que a dos discos rígidos. Ao contrário dos demais componentes do computador. Enquanto um HD topo de linha chega a ultrapassar 10. Isso é . A densidade em um disquete de 1.44 MB. um drive de 1. Quando recebe uma carga elétrica. apenas um pouco mais espesso no caso dos disquetes. Apesar do motor de passo funcionar bem. este motor dá um giro completo.44 trabalha com apenas 300 rotações por minuto. O número de setores também é menor. é sempre recomendável instalar um na interface primária e outro na interface secundária. ele é muito lento.000 trilhas. enquanto um disco rígido possui geralmente mais de 2.25 para 3.44 é de 135 trilhas por polegada. o que permite uma movimentação extremamente rápida. É aplicada uma fina camada deste material sobre um disco feito de plástico mylar.44 MB possui apenas 80 trilhas. simplesmente ferrugem. é a fragilidade da mídia magnética dos disquetes. apenas 5 rotações por segundo. com mais 100 milessegundos de tempo de acesso (usando o tempo médio de acesso. causando perda de desempenho. Ao instalar dois dispositivos numa mesma interface IDE. A mídia magnética de um disquete é composta de óxido de ferro. Por isso. mais de 25 vezes mais lento do que um disco rígido razoável. e seu tamanho reduzido de 5. fazendo com que a cabeça de leitura demore cerca de 1/6 de segundo movimentar-se de um canto ao outro do disquete.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI “CS” Cable Select. é aproveitada uma faixa de apenas 1.44. É quase um padrão que o jumper no centro configure o CD como Slave. Somando 160 milessegundos de tempo de busca. nos drives de disquetes é utilizado um antiquado motor de passo. giro que através de um sistema de engrenagens faz com que a cabeça de leitura percorra a distância correspondente a uma trilha.5 polegadas. o drive de disquetes pouco evoluiu nas últimas duas décadas. é que apenas uma pequena faixa do disco é usada para gravar dados. Enquanto nos discos rígidos utilizamos o atuador para controlar o movimento das cabaças de leitura. Como nos disquetes não é utilizado o recurso de Zoned Bit Recording.

catálogos. no processo de leitura essas “marcas” fazem com que a luz do canhão laser reflita sobre as superfícies onde a marca não foi criada. Um raio lazer é emitido. sejam elas em forma de dados e/ ou imagens. Por esse motivo. também produzida pelo Iomega. o ZIP drive não pode ler ou gravar em um disquete flexível de 3”½. Um outro tipo de disco CD-R é o disco WORM – “Write Once. o armazenamento óptico utiliza um canhão laser para fazer algumas “marcas” no disco. Sua conexão com o microcomputador é feita través de interface SCSI. em suas 4¾ polegadas de diâmetro. As capacidades mais comuns encontradas são 100MB e 250MB. A precursora da tecnologia do Zip drive é a empresa Iomega. sendo que a gravação desta mídia pode ser feita uma vez através de uma unidade de gravação. Essa reflexão ou não da luz possibilita diferenciar bits 0s e bits 1. esta mídia é mais indicada para aplicações em que o número de cópias é baixo. isto é. cria-se uma matriz e a partir dela são copiadas dezenas. Em contrapartida. listas de componentes farmacêuticos. Existem basicamente dois modelos de ZIP drive: padrão IDE e SCSI. não devido à sua “alta tecnologia”. pode ser interna ou externa. A unidade de ZIP. Apesar dos pesares. milhares ou até milhões de cópias. Disco de CD-R O CD-R – ROM (Compact Disc Recordable – Read Only Memory) é um disco óptico com o mesmo padrão de leitura do CD-ROM. A mídia CD-R é dourada. Unidades de Zip Drive Da mesma forma que os disquetes convencionais. alterando sua superfície. Estes discos podem ser lidos com os mesmo periféricos utilizados para leitura do CD-ROM. enquanto o modelo SCSI pode ser interno. A mídia de armazenamento do Jaz é parecida com a do ZIP. Esta sigla é utilizada para designar discos ópticos onde o processo de gravação é físico. Depois de realizado o processo de gravação não é possível ser acrescentada ou alterada qualquer informação. cada vez mais a nomenclatura CD-ROM tem sido empregada como forma de referência a discos digitais. existem diversos tipos de disquetes tipo ZIP com alta capacidade de armazenamento. Estes discos são lidos em drives de CD ou em equipamentos chamados “juke-box” que controlam centenas de CD’s ao mesmo tempo. O modelo IDE é interno. Read Multiple”. como meio de armazenamento e transporte de pequenos arquivos ou documentos. na superfície do disco que reflete de um land (1) ou não reflete de um pit (0). o Jaz é uma unidade de armazenamento de dados. Disco de CD-ROM O CD-ROM (Compact Disc – Read Only Memory) é um disco óptico gerado através de um processo de masterização a partir de um original. centenas. As maiores aplicações para a mídia CD-ROM ocorrem quando se tem a necessidade de criar uma grande quantidade de cópias de informações estáticas como. assim como a capacidade dos discos rígidos foram ampliadas em quase 10. Os discos de CD-ROM armazenam dados em pits e lands na superfície do disco. pelo sistema óptico de drive. os . externo e ainda ser ligado através da porta paralela. Unidade de Jaz Drive Da mesma forma que o Zip Drive.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI muito pouco se considerarmos que a velocidade dos processadores. já que o formato é o mesmo. A capacidade de um CD-ROM é de aproximadamente 650 Mb de informações (algum têm 700MB). permitindo diferenciá-la do CD-ROM. ou seja. Mídias de Armazenamento Digital No processo de gravação. sendo muito utilizadas no ambiente doméstico. disco de música etc. Esta gravação não pode ser alterada. isto é. que utiliza discos (Jaz Disks) com capacidade de 1 GB e 2 GB. e este tipo de mídia de armazenamento tem ocupado cada vez mais seu espaço no mercado.000 vezes neste período. Trata-se de um periférico cada vez mais aceito entre os usuários e que utiliza um disquete de maior capacidade e formato diferente. Normalmente. A vantagem de possuir uma unidade externa é de que o usuário pode levá-la onde quiser. ainda hoje utilizamos disquetes. enciclopédias. principalmente para realizar cópias não autorizadas (pirataria) de dados. assim como drives de disquete. Existem diversos tipos de discos os quais serão abordados em seguida. Nos últimos anos. por exemplo. torna-se necessário instalar uma placa adicional em um slot. mas simplesmente devido ao seu baixo custo.

A mídia CD-RW é compatível com os outros tipos de CD. o dados não podem mais ser alterados. Em termos de capacidade. os discos CD-RW encontrados no mercado possuem taxas de armazenamento de 650 MB e 700 MB. mesmo que outras fontes magnéticas dele se aproximem. de sorte que o mesmo drive pode ser usado para realizar sua leitura. Entretanto. eles são avaliados pelo tempo de acesso e taxas de transferência. os discos ópticos WORM são encontrados normalmente em tamanhos de 5¼ . o canhão laser do drive aquece a superfície do disco a um ponto específico. Disco de CD-RW O CD-RW – ROM (Compact Disc ReWritable – Read Only Memory) é um disco óptico com o mesmo padrão de leitura do CD-ROM e do CD-R. Esses discos possuem na superfície uma espécie de tinta que. Para fazer uma cópia de um filme* em DVD9 é preciso um hardware que possa gravar em duas camadas e um DVD virgem que tenha essas 2 camadas. ambas no mesmo lado do DVD. isto é. praticamente da mesma forma que um disco magnético. Assim você pode continuar aproveitando o seu gravador atual. pode alterar a orientação magnética das partículas que identificam 0’s e 1’s. a invasão dos gravadores que suportam o formato DVD9 ou Dual Layer (dupla camada). No processo de gravação. Como outras mídias. A grande diferença do formato DVD9 é que pode-se gravar até 8. Novidade: Dual Layer Você pode estar estranhando os preços de gravadores de DVD estarem descendo tão rápido. apagados e reutilizados muitas vezes. O DVD9 usa DVDs especiais com uma dupla camada: uma prateada e uma dourada. pela unidade de gravação. O disco DVD armazena muito mais informação do que o disco de Cd. pois num futuro próximo seu gravador de DVD atual não vai valer muita coisa. Disco de DVD O disco de DVD (inicialmente Digital Vídeo Disk e agora Digital Versatile Disk) é um disco óptico de alta capacidade e representa uma evolução em relação ao CD-ROM. mas com ilimitadas leituras. Essa tecnologia proporciona maior capacidade de armazenamento. de forma conceitualmente idêntica aos discos CD-R. a orientação magnética das partículas pode ser mudada facilmente por uma cabeça magnética separada. Os discos WORM também podem ser lidos em unidades convencionais ou em “juke-box”.5 GB de dados. Depois de aquecido. mais qualidade de vídeo e maior velocidade de acesso às informações que os discos do tipo CD. 12 e 14 polegadas. Esses discos podem ser gravados.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI discos só podem ser gravados uma vez. porque ele guarda os dados em pits de menor tamanho e com espaçamento entre eles. . Os discos CD-RW fazem parte de uma tecnologia chamada magneto-óptico (MO). uma mistura de tecnologia laser com magnética. ao ser derretida. sendo que a gravação desta mídia pode ser feita inúmeras vezes. Quando a área esfria. É bom lembrar que vai levar algum tempo até que possam ser encontradas os drives e os DVDs virgens com padrão Dual Layer a um preço accessível. com capacidades variando de 650 MB a 25 GB e são encapsulados em invólucros plásticos semelhantes aos dos disquetes de 3½ polegadas. Na verdade isto é um reflexo do que já é realidade lá fora. mas também pode ir juntando o dinheiro para comprar um dos novos modelos.

Acima de 16. considerando as posições horizontais e verticais. 800x600.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI UNIDADE VIII Placas Auxiliares Nesta unidade estudaremos Placa de Vídeo Introdução Trata-se do dispositivo responsável por enviar as imagens geradas no computador para a tela do monitor.536. Este valor indica a quantidade de cores. melhor será a definição da imagem na tela. chamamos de True Color (cores verdadeiras) . quando dizemos que a resolução está. Por exemplo. Quando a placa de vídeo está devidamente configurada. Vale lembrar que um monitor é formado por um conjunto de pontos organizados por linhas. por exemplo. Resolução Chamamos de resolução o conjunto de linhas formados por pixels (ou pontos) na tela do monitor.296 cores). Além disso. em jogos para computador não é raro encontrar resoluções incomuns. quando temos 32. É importante frisar que. Trata-se de um padrão que representa a resolução do vídeo mais as cores suportadas. Por exemplo. era necessário apenas 1 bit por pixel. quanto maior for a quantidade de pixels.768 cores pode ser escrito como 32K. é possível selecionar. Esquema de cores O número de cores que cada placa de vídeo suporta depende do número de bits por pixel. É necessário que a placa de vídeo tenha os drivers corretos instalados. pelo sistema operacional. Assim.216 de cores. ocasionar danos. O padrão VGA VGA é a sigla para Video Graphics Array. como mostra a imagem abaixo.216.967. basta fazer 2 elevado à quantidade de bits. A resolução pode ser configurada através do computador. Isso pode.294. é muito comum representar a quantidade de cores usando símbolos.536 cores. é necessário que ela tenha 8 bits (ou 1 byte) por pixel. as combinações mais comuns em placas de vídeo são: 16 bits por pixel (65. chamamos essas configurações de Hi Color. Hoje em dia. Já 16. É importante frisar que. na época em que monitores monocromáticos eram usados. a resolução que a placa de vídeo e o monitor suportam. desde que a placa de vídeo suporte. mas como durante um bom tempo os computadores usaram . 1024x768 e 1280x1024.777. fazemos 2^16 = 65.216 cores) e 32 bits (4. estamos dizendo que há 800 pixels na horizontal e 600 na vertical. Assim. inclusive. que são usadas de acordo a aplicação. 32. Também. Não adianta colocar uma resolução suportada por um mas não pelo outro. chamados de pixels (Picture Elements). é preciso verificar no manual ou no site do fabricante. Atualmente.768 e 65. para facilitar a escrita. 24 bits (16. Há outras resoluções.536 cores). em 800x600.777. pois essa quantidade permitia representar duas cores (preto e banco). a quantidade de cores desejada. Para uma placa suportar 256 cores. pode ser representada como 16M. Por exemplo: usando 16 bits. Existiram muitos outros padrões. Para saber a quantidade de cores. as resoluções mais encontradas são as de 640x480.777. via software.

é necessário uma placa de vídeo com pelo menos 32 MB de memória. Os tipos de memória usadas costumam ser as encontradas para uso pelo computador. o que permitia o funcionamento correto de programas que surgiram antes do VGA. O padrão SVGA SVGA é a sigla para Super Video Graphics Array e nada mais é do que a evolução natural do VGA. são os modems mais caros.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI poucas cores (2 a 8). Sua função é controlar todo o envio e recebimento de dados através da rede. As antigas placas no padrão VGA trabalhavam com 256 KB de memória. porém. Na primeira. Isso é bom. Além da arquitetura usada. pois é capaz de representar várias resoluções. por sua vez. a imagem é transmitida para o conversor digital/analógico (DAC . Na terceira fase. apenas determina a qualidade do áudio. Modem Atualmente. Placa de Som A placa de som não influencia em nada o desempenho do micro. Os hardmodems. encontrará tanto hardmodems quanto softmodems. Os softmodems são os modems mais baratos. a resolução de 800x600 com 16 cores. Este efeito é muito interessante em jogos. porém tornam o micro mais lento (quanto mais potente for o processador menor será a perda) e não se dão muito bem como jogos multiplayer jogados via modem ou com linhas ruidosas. Placas mais caras farão diferença caso você pretenda trabalhar com edição musical.Digital Analog Converter). as placas de vídeo SVGA precisam de pelo menos 1 MB de memória. você jamais poderá usar uma placa de rede Token Ring em uma rede Ethernet. inclusive com 32 bits. que custam apartir de 80 dólares. sendo as mais comuns as de 800x600 e 1024x768. é necessário passar por 3 fases. suportanto. pois proporcionou imagens com resolução de 640x480 e 256 cores. geralmente equipadas com chipsets Yamaha. . mesmo usando caixas acústicas comuns. que geram sons que parecem vir de todas as direções. mas executam eles mesmos todas as funções. suportado pelo monitor. uma placa de som simples como uma Sound Blaster 32. o processador envia os dados ao barramento usado pelo vídeo (ISA. o VGA foi aperfeiçoado e passou a suportar resoluções de até 800x600 com 16 cores. por sua vez. O VGA também era compatível com padrões mais antigos. que costumam custar entre 20 e 40 dólares. ou faça questão de ouvir músicas em MIDI com o máximo de qualidade. você só encontrará à venda modems de 56K. cabos de rede suportados e barramento utilizado. recebe as imagens do DAC. para que seja possível rodar aplicações cotidianas com um mínimo de conforto visual. como a Turtle Beath Montego e a Sound Blaster Live. o SVGA é o padrão encontrado em praticamente todas as placas de vídeo. Cada arquitetura de rede exige um tipo específico de placa de rede. com as memórias SDRAM e DDR. o chipset envia os dados processados para a memória do vídeo. no máximo. Imagine ouvir o som de um tiro como se ele tivesse sido disparado por alguém que está bem atrás de você. o SVGA suporta praticamente todos as quantidades existentes. Existem também placas de som 3D. Hoje em dia. Como a imagem vai para o monitor Para o computador enviar as imagens para o monitor. Na fase seguinte. para guardar a imagem que será mostrada no monitor. pois ela simplesmente não conseguirá comunicar-se com as demais. Placas de Rede A placa de rede é o hardware que permite aos micros conversarem entre sí através da rede. Estes dados chegam ao chipset da placa de vídeo e lá são processados. Quanto as cores. PCI ou AGP). o VGA trouxe um grande avanço. Hoje em dia. ou mesmo uma daquelas placas “genéricas”. Posteriormente. que converterá os dados da imagem (até em então em formato digital) para um formato analógico. as placas de rede à venda no mercado diferenciam-se também pela taxa de transmissão. Para uso normal. pois proporciona menos custos. Memória de vídeo Para trabalhar com resoluções altas e grande quantidade de cores. Este. dão conta do recado. pois oferece uma sensação de realidade muito maior.

Devido às exigência de uma topologia em estrela das redes Token Ring. O mais comum em placas Ethernet. Muitas placas mais antigas. Naturalmente. é a existência de dois encaixes. Usando uma placas de 100 mbps o requisito mínimo a nível de cabeamento são cabos de par trançado blindados nível 5. ou então cabos coaxiais. temos placas Ethernet de 10 mbps e 100 mbps e placas Token Ring de 4 mbps e 16 mbps. e cabos de par trançado blindado categoria 4 para placas de 16 mbps. devemos utilizar cabos de par trançado de categoria 3 ou 5. conector com um encaixe bastante parecido com o conector para joysticks da placa de som. uma para cabos de par trançado e outro para cabos coaxiais. A existência de 2 ou 3 conectores serve apenas para assegurar a compatibilidade da placa com vários cabos de rede diferentes. os requisitos são cabos de par trançado categoria 2 (recomendável o uso de cabos categoria 3) para placas de rede de 4 Mbps. Cabos diferentes exigem encaixes diferentes na placa de rede. nenhuma placa de rede Token Ring suporta o uso de cabos coaxiais.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Quanto à taxa de transmissão. você só poderá utilizar um conector de cada vez. Usando placas Ethernet de 10 mbps por exemplo. No caso de redes Token Ring. também trazem encaixes para cabos coaxiais do tipo grosso (10Base5). devemos utilizar cabos adequados à velocidade da placa de rede. Placas que trazem encaixes para mais de um tipo de cabo são chamadas placas combo. . Como vimos na trecho anterior.

apesar de ainda serem bastante raras devido ao preço salgado. são uma exceção. Para que as placas possam “se encontrar” dentro da rede. Atualmente você encontrará no mercado placas de rede ISA e PCI usadas em computadores de mesa e placas PCMCIA. o sistema operacional de rede ordenará à placa de rede que transmita os dados ao “Micro 2”. porém. cada placa possui também um endereço de nó também chamado de Mac ADRESS. Este recurso é usado algumas vezes para fazer espionagem. a placa usará o endereço de nó e não o endereço de fantasia “Micro 2” como endereço. sendo inalterável. porém. usadas em notebooks e handhelds. Finalmente.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Placa combo As placas de rede que suportam cabos de fibra óptica. O endereço físico é relacionado com o endereço lógico do micro na rede. pois apenas ela terá o endereço de nó indicado no pacote. Existem também placas de rede USB que vem sendo cada vez mais utilizadas. Os dados trafegarão através da rede e será acessível a todas as os micros. instalada no micro do espião também receba todos os dados endereçados ao outro micro. Se por exemplo na sua rede existe um outro micro chamado “Micro 2”. fazendo com que a placa clonada. o circuito que converte os impulsos elétricos recebidos em luz e vice-versa que ainda é extremamente caro. . substituindo o chip onde ele é gravado. já que o endereço de nó da rede poderá ser alterado para o endereço de nó de outra placa da rede. pois possuem encaixes apenas para cabos de fibra. apenas a placa do “Micro 2” lerá os dados. e o “Micro 1” precisa transmitir dados para ele. Sempre existe a possibilidade de alterar o endereço de nó de uma placa de rede. Estas placas também são bem mais caras. as placas de rede diferenciam-se pelo barramento utilizado. Este endereço de 48 bits é único e estabelecido durante o processo de fabricação da placa. de 5 a 8 vezes mais do que as placas convencionais por causa do CODEC.

ou seja Particionado e Formatado. em média de 30 a 60 minutos. 24 MB de Memória RAM. coloque o CD ROM do Windows. se deseja salvar os arquivos de Sistema (X) Sim . o tempo de instalação varia conforme a configuração do computador. e finalmente em instalar. verifique na página FORMATAÇÃO. Passos para instalação de um Disco Rígido novo . 6)Após a conclusão da instalação. Gravar um novo DISCO DE BOOT. -Com a finalidade de instalar o Windows em um Disco Rígido NOVO ou FORMATADO. siga as instruções. em média 250MB de espaço no Disco Rígido 1)Inicie o computador normalmente. 4)Será dado início a instalação. tendo um ganho médio de 100MB de espaço em Disco Rígido. caso a instalação não inicie automaticamente. deverá estar pronto para receber a gravação do S/O (Sistema Operacional). 3)Dando inicio a instalação. ou Windows 98 para Windows ME. confirmar data e hora. em média 400MB de espaço no Disco Rígido. confirmar itens do Windows (acessórios e Ferramentas) a ser instalados (TÍPICO ou PERSONALIZADO). -Com a finalidade de atualizar a versão instalada. reparar erros e arquivos deletados. 32 MB de Memória RAM. . 2)Após acabar de carregar o Windows. para isto basta usar a Ferramenta Limpeza de Disco. " REPARAR ARQUIVOS DELETADOS " " ATUALIZAR A VERSÃO DO WINDOWS" ( Recomendado para quem não tem o Disco de Boot de uma nova versão ) Requisitos : -Windows ME. Instalação do Windows Os exemplos aqui de instalação. 5)Você será solicitado a colocar o SERIAL (numero de controle do CD ROM).Preparação . INSTALAÇÃO DO WINDOWS 98 E WINDOWS ME EM HD (Disco Rígido) NOVO OU FORMATADO (Verifique na Página Disco de Boot como obter o seu) OBS:-O Disco Rígido. no leitor de CD ROM.Windows. você poderá excluir o assistente de atualização. EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO -Com a finalidade de reparar a instalação já existente. confirmar País. como preparar o Disco Rígido para gravação. atualizar o Windows 95 para Windows 98 ou ME. clique em Iniciar . -Windows 98. os requisitos mínimos são:. são para equipamentos que atenda os requisitos do (S/O) Sistema Operacional .Adicionar e Remover Programas. .Painel de Controle . confirme quando for solicitado. os requisitos mínimos são:-CPU (processador) 486DX.recomendado. e antes do fim da instalação.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI UNIDADE IX Instalação de Software Nesta unidade iremos aprender a instalar e configurar o sistema operacional Windows e Linux. e que todos os componentes acoplados atenda a um funcionamento normal. etc . Máquina que esteja configurada perfeitamente.Configurações .CPU (processador) de 150MHZ .

OBS:Caso encontre dificuldades. como o Disquete de inicialização (Disco de Boot) usou a letra de Drive ( D: ) o CD ROM estará na letra ( E: ) digite: E:Instalar[ENTER] Será dado inicio o SCANDISK. . clique em Vídeo. após ter carregado os arquivos contidos no disquete. copie para uma pasta na área de trabalho. tente a AJUDA DO WINDOWS. clique em aplicar e OK. -Caso tenha Ponto de interrogação em um dos itens instalados.Criando o disco de inicialização . inicie a máquina. aparecerá 3 opções: (1-Com suporte a CD ROM ?) (2-Sem suporte a CD ROM ?) (3-Ajuda) escolha a opção "1" Com suporte a CD ROM Em seguida. sem problemas. poderá significar falta dos DRIVERS de instalação.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI . na instalação de outros Software. digitar a Senha (chave) do CD ROM. clique em atualizar driver. verificação do HD. para uma melhor atualização e desempenho do Monitor. clique na guia de propriedades. SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE INSTALAÇÃO Problemas de M Í D I A -Verifique o CD ROM . . a leitura dos arquivos contidos no disquete se iniciará. e escolha em Cores o numero máxmo de cores exibidas. Confirmar Idioma. em seguida. verifique se há problema. os arquivos de instalação. verifique o Driver do CD ROM . clique em Driver. clicando em iniciar . q -No "GERENCIADOR DE DISPOSITIVOS" abra clicando em cada sinal de "+" (sinal de mais) verificando assim todos os componentes instalados. sem a necessidade da ajuda do usuário -Finalmente com a instalação do Windows completa. o CD ROM pode estar perfeito. verifique o resolução do Vídeo. também o CD ROM. Criar ou não um novo disco de inicialização (Disco Boot) Salvar ou não os arquivos de Sistema.Formatando as unidades . teremos que aceitar o Contrato de Licença. abrirá a Propriedade de Vídeo.Painel de Controle. junto a Página do Fabricante de Hardware. -Coloque o DISQUETE ou CD ROM que tenha o DRIVER do componente e siga as instruções. podendo passar para outro item -Leitor do CD ROM.Instalando o Windows Caso o Disco Rígido já esteja instalado e formatado. será necessário reiniciar a Máquina. -Clicando com o lado direito do mouse em MEU COMPUTADOR . etc . caso já tenha configurado a Internet. "PROPRIEDADES" em seguida "GERENCIADOR DE DISPOSITIVOS". terá a opção de fazer Download dos Drivers. escolha a guia Adaptador e escolha a opção Otimizado. em seguida clique em avançadas.Utilizando o Fdisk para particionar o disco rígido . caso a cópia seja concluída sem problemas.Particionando o disco rígido . a seguir clique em Configurações. Segue a instalação: -Será dado inicio a Instalação. execute apenas as duas últimas etapas. até o ponto onde apresentou problema. a seguir devemos verificar os Drivers e componentes instalados. Data. no Drive A. -A máquina irá reiniciar. ou localize no CD ROM do Windows.tente instalar o mesmo CD ROM em outro computador. no leitor de CD ROM. -Clique no dispositivo com ponto de interrogação. atualizar as informações do Sistema (automaticamente). INICIANDO A INSTALAÇÃO EM UM Disco RÍGIDO NOVO OU FORMATADO -Coloque o disco de inicialização (disco de Boot).

caso esteja como Padrão. iniciar a instalação da nova versão do Windows. outra saída é reinstalar a versão do Windows corrompida. e o Boot não é dado primeiro no Drive A. -Há processadores que executa a instalação do Windows de uma determinada versão muito bem. para executar a instalação.. deixará de efetuar a primeira leitura no Disco Rígido. . MENSAGENS DE ERROS DO WINDOWS -A MÁQUINA NÃO INICIA PELO DISCO DE BOOT -Quando se inicia a máquina. clique com o lado direito do mouse sobre Meu Computador. SETUP CONFIGURAÇÃO ERRADA). em seguida em propriedade. -O SETUP é um item muito importante. Configuração do SETUP. tente primeiro reinstalar o programa que esta apresentando defeito. a instalação existente na máquina com problema. Anti-Vírus não desativado para instalação.(para entrar em Propriedade de Sistema. -Quando o Hardware esta configurado perfeitamente. e não formatou o Disco Rígido.. alem de confirmar a qualidade da gravação do Disco de Boot -Erros encontrados no Disco Rígido. configuração na montagem. -Isto pode ocorrer ? -Sim ! -Caso tenha uma versão anterior instalada.exe /all -Ou na linha de comando. o Software tem a instalação sem problemas. CONFIGURAÇÃO PLACA MÃE. -Execute o scandisk completo. -Há erros de arquivos corrompidos.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI -Disco de Boot. escolha a guia Gerenciador de Dispositivos. clique nos sinais de " + " . -Existe vários tipos de problemas que pode interromper a instalação do Windows: -Exemplo: Vírus . -Após a correção dos problemas. pode ser efetuada. -AO INICIAR A INSTALAÇÃO DO WINDOWS. propriedades. isto irá ajudar em melhor qualidade e desempenho dos Hardware. junto ao site da Microsoft. Memória RAM com problema. -Para corrigir problemas no disco rígido no Prompt do MS-DOS: -Insira o CD de instalação do Windows e digite: d:win98scandisk. clique no dispositivo. alguns destes erros poderá ser corrigido com o Scandisk. para reinstalação: Scandisk/all -Falha onde o CD ROM não funciona. confira o nome dos dispositivos.EXE (verifique nesta ordem =CPU. podemos no inicio da instalação mudar o local onde será instalado o Windows . e passará para o Floppy Disc "Drive A". mesmo tentando instalar a nova versão. após a instalação.ETC. para Windows 98 e Windows ME. o leitor de CD ROM pode precisar do Driver fornecido pelo fabricante. alterar a sequência de Boot. substituir por Driver especifico para esta finalidade. atualizar Driver. para corrigir este tipo de erro. entrar no SETUP da máquina. OBS:-Após concluir a instalação não esquecer de verificar em Propriedade de Sistema. MEMÓRIA. ha mensagem de erros. -A atualização dos Drivers. para o bom funcionamento da máquina. Processador com defeito. Disco Rígido defeituoso. -SCANDISK aviso de erro encontrados e corrigidos. conforme a versão do Windows a ser instalada. os Driver que estão como Padrão. mas o problema volta.Exemplo de C:windows para C:Xwindows. e carregado pelo MS DOS. SURGE A MENSAGEM DE ERRO: SUWIN OU A MENSAGEM DE ERRO: USER. ou seja. ou seja. acompanhe a atualização. em outra versão do Windows causa erro de instalação. visite a pagina SETUP neste site. de C/A para A/C. abrirá a Propriedade de Sistema. e verifique os itens de configuração de seu computador. no caso a versão anterior. com o Disquete ou CD ROM que contenha o Driver. ou localizar o arquivo defeituoso e efetuar a correção. Driver.

SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI -MENSAGEM DE ERRO NA INSTALAÇÃO MENSAGEM : ARQUIVO CAB (verifique nesta ordem = Defeito do CD ROM. -MENSAGEM DE ERRO DE DIVISÃO (erro de Software. aplicativo. CPU. memória ou processador. poeira. risco. Controladora de ID-substituir drive) -ERRO 06H (Placa mãe com problema) -ERRO DE PROTEÇÃO DO WINDOWS. Drive. (aquivo do Windows corrompido.OEH (Memória RAM. erro de Drive. memória) -FALHA DE PILHA (Memória (ChipSet). Memória Cache. HD) -ERRO DE EXCEÇÃO FATAL . Drive danificado. VOCÊ PRECISA REINICIAR O COMPUTADOR. Memória defeituosa) Boa Sorte! . -ERROS DE LIMITES (Software) -OPERAÇÃO DE FPU ILEGAL ou SEGMENTO DE ESTADO DE TAREFA INVALIDO (processador. CPU. ou o Leitor do CD ROM com defeito. Drive com erro) -GENERAL PROTECTION FAULT (falhas gerais de proteção que não se encaixa no Windows) -ERRO DE GPF (Próprio Windows.

1) Tela escura.Em casos de ausência de POST.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI UNIDADE X Manutenção Corretiva Estudaremos alguns conceitos da manutenção corretiva. O procedimento recomendável neste caso é desconectar todos os módulos do PC e conectá-los por parte.Que independente de técnica. se o causador do problema for a conexão da fonte de alimentação. . ou o POST pode travar nas suas etapas iniciais. é possível que algum componente esteja causando um curto-circuito ou outro efeito que resulte em travamento. Trocar e Testar Uma técnica simples e utilizada tanto por iniciantes quanto por técnicos mais experientes. Desta forma o processador pode não funcionar. porém devemos tomar muito cuidado neste caso. sem sons Se ao ligar o computador a tela ficar apagada e o gabinete não emitir som algum. podemos suspeitar de algumas peças como. você deverá executar a seqüência de testes a seguir. quero enfatizar tópicos abaixo: . A aplicação dessa técnica está condicionada a disposição de peças sobressalentes. é o Trocar e Testar (Claro que técnicos mais experientes.Que freqüentemente problemas são solucionados com a limpeza dos componentes internos retirando-os limpando e recolocando. ou ainda na Fonte de alimentação. pode vir a queimar o Drive em funcionamento. Quando há algum defeito no PC. Podemos ainda fazer o inverso colocar um drive Bom no PC ruim. por exemplo. pois provavelmente o problema se encontra em alguns desses componentes: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) Cheque se o monitor está ligado e conectado corretamente Verifique se a chave 110/220 na parte traseira da fonte está correta Confira as conexões da fonte Veja se as placas de expansão estão bem encaixadas nos slots Verifique o cabo flat IDE Teste a fonte Verifique as memórias Verifique a placa de vídeo Memórias Processador Use uma placa de diagnóstico Desmontar para testar . na Interface IDE onde está conectado o equipamento. sabem chegar mais rápido a problemas diversos. se o mesmo funcionar o defeito está em outro componente. experiência e etc. no cabo Flat. através de fóruns. Aplicar a Técnica de Trocar e testar neste caso é fácil. se o HD apresenta erros. por exemplo. Por isso sempre é necessário medir antes a fonte neste caso. Antes de dar início a essa Unidade. a Internet será sempre uma grande aliada em muitos casos de solução de problemas. pois é só retirar o HD e instalar em outro Pc onde o HD esteja funcionando. O defeito pode estar no próprio HD. para que não haja problemas. Problemas Comuns Irei apresentar abaixo sintomas típicos de problemas que acontecem freqüentemente em computadores. blogs e sites diversos. . devido sua vivencia com defeitos muitas vezes idênticos ou parecidos). como num laboratório de manutenção ou num local com diversos computadores.

que o BIOS não foi capaz de identificar. tente executar um boot por disquete4) Conecte o disco rígido. você finalmente conseguir ouvir beeps emitidos pelo PC Speaker. representa um determinado problema. verifique se o speaker está ligado à placa mãe corretamente. Se não retornar. O PC está melhor que antes. você verá que o problema retornou. significa que alguma conexão estava errada. Experimente antes de mais nada retirar os pentes de memória.Pode ter sido uma conexão errada. passar borracha de vinil em seus contatos e recolocá-la. pois nem estava conseguindo emitir beeps. limpar seus contatos usando uma borracha de vinil (aquelas borrachas plásticas de escola) e recoloca-los com cuidado. Isto pode ser causado por um defeito nas memórias ou na própria placa mãe. Tente retirar a placa. Este problema pode ser tanto nos módulos de memória quanto nos próprios circuitos de paridade. Para solução desse problema você também pode utilizar o item Desmontar para testar apresentado acima. tente executar um boot limpo pelo disco rígido 5) Conecte o mouse e tente executar um boot limpo 6) Conecte a impressora tente executar um boot limpo 7) Conecte cada uma das placas de expansão e tente executar um boot limpo Em um desses testes. Significa que o componente causador do problema é um daqueles que você retirou. . Para determinar a causa do problema. temos um bom sinal. 2 bips curtos: Falha Geral: Não foi possível iniciar o computador. foi detectado um erro de paridade na memória RAM. Monte o PC aos poucos. que dependendo de sua forma. até o problema se manifestar novamente. As instruções a seguir lhe servirão como referência caso não tenha em mãos o manual da placa mãe: 1 Bip Curto: Post Executado com sucesso: Este é um Bip feliz emitido pelo BIOS quando o POST é executado com sucesso. 4 Bips Longos: Timer não operacional: O Timer 1 não está operacional ou não está conseguindo encontrar a memória RAM. ou então algum mau contato. adicionando os componentes originais. caso não tenhamos o manual da placa mãe em mãos. o problema foi solucionado. Você poderá desta forma investigar a causa do problema. é possível que a oxidação e a própria poeira estejam causando mau contato. Caso o seu sistema esteja inicializando normalmente e você não esteja ouvindo este Bip . Este problema é causado por uma falha grave em algum componente. Podemos utilizar a tabela de códigos abaixo como base. 2) Tela escura com beeps Neste caso temos um auxílio que é a emissão de beeps pelo Speaker. Caso esteja utilizando pentes de memória sem o Bit de paridade você deve desativar a opção “Parity Check” encontrada no Setup. Na maioria das vezes este problema é causado por mau contato. 3 Bips longos: Falha nos primeiros 64 KB da memória RAM (Base 64k memory failure) > Foi detectado um problema grave nos primeiros 64 KB da memória RAM. ligue para testar 3) Conecte o drive de disquetes. podendo às vezes variar de acordo com o fabricante. talvez em outro slot. isto pode ser causado por danos na placa mãe ou falhas nos módulos de memória RAM 1 Bip longo e 2 bips curtos: 1 Bip longo e 3 bips curtos: Falha no Vídeo: Problemas com o BIOS da placa de vídeo. 1 Bip longo: Falha no Refresh (refresh Failure) : O circuito de refresh da placa mãe está com problemas. ligue para testar 2) Conecte o teclado. Outra possibilidade é o problema estar sendo causado por um simples mal contato. basta fazer um teste com outros pentes de memória. Faça então uma limpeza geral de contatos. Recomendo a seguinte ordem: 1) Conecte a placa de vídeo e o monitor. pois contamos com auxílio sonoro.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Se durante o processo de desmontar. Você deve consultar a tabela de códigos de erro existente no manual da sua placa mãe. Se as placas estiverem com poeira. tornando o problema mais fácil de ser resolvido. Consulte a tabela de Beep error codes no manual da placa de CPU para identificar o problema detectado. e ao desmontar e montar. Em geral o problema é na placa mãe ou nos módulos de memória 2 Bips longos: Erro de paridade: Durante o POST. O problema pode estar na placa mãe (mais provável) ou nos módulos de memória.

SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI 5 Bips: Erro no processador: O processador está danificado.COM. conseguimos executar um boot através de um disquete e acessar o drive C. 4) “Keyboard Error” durante o boot Ao ser ligado o computador.Gate A20 failure): O gate 20 é um sinal gerado pelo chip 8042. onde está gravado o BIOS. Esta interface está localizada no Super I/O. deixando de lado a interface de teclado comum. Quando isto ocorre. Uma solução é utilizar um teclado USB. provavelmente a placa de vídeo está danificada. e se por descuido você não esqueceu de baixar a alavanca do soquete Zif (acontece nas melhores famílias :-) 6 Bips: Falha no Gate 20 (8042 . Este problema também ocorre quando os parâmetros do disco rígido no CMOS Setup são alterados depois que o sistema operacional já está instalado. Caso não resolva. Use o comando: SYS C: Os arquivos necessários para o boot serão copiados do disquete para o drive C. Nesse caso será um problema físico do chip. como no caso das memórias. e a substituição por um novo será a solução. Significa que o processador está apresentando um comportamento errático. 11 Bips: Problemas com a memória cache (cache memory bad): Foi detectado um erro na memória cache. Verifique se o processador está bem encaixado. 10 Bips: Falha no CMOS shutdown register (CMOS shutdown register error): O chamado de shutdown register enviado pelo CMOS apresentou erro. Uma coisa a ser tentada é entrar no Setup e aumentar os tempos de espera da memória cache. pois deteriora muito o desempenho do sistema. ou mal encaixado. considere uma troca. que podem estar sendo causados também por mal contato. o problema poderia ser algum dano no processador ou mesmo problemas relacionados com o chip 8042 localizado na placa mãe 7 Bips: Processor exception (interrupt error): O processador gerou uma interrupção de exceção. claro. Geralmente quando isso acontece. . Isso acontece às vezes no caso de um overclock mal sucedido. Para resolver este problema é preciso executar um boot com um disquete contendo o programa SYS. Feito isto. pode aparecer a mensagem: Keyboard Error – Press <F1> to continue Esta mensagem pode ocorrer pelo fato do teclado estar defeituoso. o BIOS consegue inicializar o sistema normalmente. Experimente. Para evitar este problema. Neste caso. ou quando existe algum problema no setor de boot. desabilitando a memória cache. então provavelmente está localizado na interface de teclado. 9 Bips: Erro na memória ROM (rom checksum error): Problemas com a memória Flash. portanto em caso de defeito na interface a placa de CPU estará perdida. 3) Teclado troca caracteres O problema pode ser um defeito no teclado. Se o problema persistir mesmo com um teclado bom. passar borracha em seus contatos e recolocar cuidadosamente no slot. eliminando o problema. porém o boot pelo drive C não funciona. mas normalmente ocorre quando a rotina de teste de teclado do POST é feita antes que o microprocessador existente dentro do teclado realize a sua inicialização. retirar a placa de vídeo. 8 Bips: Erro na memória da placa de vídeo (display memory error) : Problemas com a placa de vídeo. Mas. procuramos no Standard CMOS Setup o comando Keyboard e o programamos como Disabled. por um upgrade de BIOS mal sucedido ou mesmo pela ação de um vírus da linhagem do Chernobil. Muitas vezes com esse “refresco” conseguimos que ela volte a funcionar normalmente. não restando outra opção senão trocar a placa mãe. isso não é desejável. Deve ser da mesma versão que a existente no disco rígido. já será possível executar um boot pelo drive C. Caso não dê certo. Este problema é causado por algum defeito no CMOS. responsável por colocar o processador em modo protegido. Isto pode ser causado por um dano físico no chip do BIOS. logo depois do POST e antes do carregamento do sistema operacional. Isto significa que o teclado não será testado durante o POST. 5) Sistema operacional inválido Esta é uma mensagem de erro que ocorre quando alguns dos arquivos envolvidos no boot estão em falta. Se o problema for persistente. Isto dará tempo ao chip do teclado para fazer sua inicialização. Outra forma de evitar este problema é comandar um teste de memória mais demorado. experimente baixar a freqüência de operação do processador. Habilite a opção Above 1 MB Memory Test e desabilite a opção Quick Boot ou Quick Power on Self Test. e desta forma o erro será eliminado.

Ao contrário do que muitos pensam. no modo MS-DOS. ou o cabo flat está defeituoso. mas fica fora de sincronismo quando é iniciado o Windows. Quando este problema ocorre apenas no Windows ou quando é ativado algum modo gráfico de alta resolução. Problema na fonte de alimentação ou no seu conector. Existe erro na configuração de jumpers do disco rígido. Conexão errada no cabo flat para drives. Cabo flat defeituoso. não garante o bom estado de funcionamento do mesmo. não existe defeito algum. Por outro lado. Aqui estão algumas causas possíveis. ou a interface IDE. nem na placa de vídeo. este problema não está necessariamente na interface IDE. O problema está nas freqüências horizontais usadas pela placa de vídeo. Esta mensagem de erro ocorre durante o POST quando é detectado algum problema no acesso ao disco rígido. Uso de conectores de outra placa. O ajuste é feito através do quadro de configurações de vídeo. não se trata de um defeito. Placa de vídeo defeituosa. o problema de falta de sincronismo estará solucionado. O erro pode ter várias causas: Erro na declaração dos drives de disquete no CMOS Setup. É preciso por tanto ajustar as freqüências da placa de vídeo para que se tornem compatíveis com as do monitor. Drive de disquetes defeituoso. Mouse ligado na COM2. desde que o PC é ligado A imagem do monitor fica rolando na tela. nem no cabo. As suas causas possíveis são: O disco rígido. . Interface para drive de disquetes defeituosa. Fonte de alimentação defeituosa (sem tensões de +12 e –12 volts). Interface para mouse defeituosa. Com este pequeno ajuste. Mouse defeituoso. quando desde o instante em que o PC é ligado a imagem fica instável. Cabo de vídeo defeituoso. A interface do mouse pode estar desabilitada. 8) Mouse inativo Muitos são os problemas que podem levar o mouse a não funcionar. 10) Imagem sem sincronismo no Windows Quando o monitor apresenta imagens perfeitas durante o processo de boot. Erro na conexão entre a placa de CPU e o conector da interface do mouse. O disco está com parâmetros errados no CMOS Setup. pois no teste é feito somente uma comunicação com o Drive. O disco rígido não está declarado no CMOS Setup. provavelmente temos um problema sério: Monitor defeituoso. Essa inatividade é representada pela ausência do cursor do mouse na tela. Pode estar no próprio disco rígido. 7) FDC Controller Failure Significa “Falha na controladora de drives de disquete”. 9) Imagem sem sincronismo. por estarem acima dos valores permitidos pelo monitor. Obs: O drive passar pelo teste. totalmente distorcida e na maioria das vezes impossível de ler. ou então por um cursor imóvel. Conexões frouxas no drive ou na interface.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI 6) HDD Controller Failure Significa “Falha na controladora do disco rígido”. mas de um erro na programação da placa de vídeo. ou então quando é executado algum programa gráfico que use imagens de alta resolução. nem no monitor. Esta é outra mensagem que pode aparecer durante o POST. Conflito de hardware.

Mau contato nos módulos de memória. mas também pode indicar que a memória não tem paridade e a checagem de paridade foi habilitada indevidamente. o chipset fará a geração de paridade nas operações de escrita e a checagem de paridade nas operações de leitura. e que façamos a troca dos módulos de memória. é muito provável que uma reinstalação do Windows e dos aplicativos resolva o problema. Muitos usuários simplesmente de. Se durante o teste de memória forem apresentados erros. que pode estar fraca.Na pesquisa de problemas na memória. Quando a memória não possui paridade. devemos testar novamente as memórias para verificar se os erros continuam. Por exemplo. perda de dados e outras anomalias. mas pode ter ocorrido um problema na fonte. O procedimento correto é usar um programa de diagnóstico para detectar as posições de memória defeituosas. Transientes na rede elétrica. significa que a troca resolveu o problema. Nessa situação. ou na memória ou em outro componente que causa o seu mau funcionamento. o teste de memória deixar de apresentar erros. então a checagem de paridade deve ser desabilitada no CMOS Setup. Os bits podem sair da memória em perfeitas condições e ao passarem pelo chipset sofrerem erros. 12) Parity Error durante o POST A detecção de um erro de paridade pode significar que existe um módulo de memória defeituoso. Em geral indica um problema no chip CMOS. é muito útil executar os testes de memória dos programas de diagnóstico. Se você trocar a fonte. durante o processo de boot. Supondo que as memórias realmente possuem paridade. ou se fizer ajustes no CMOS Setup. CMOS Setup infectado. o PC apresentará travamentos. as memórias podem estar boas e ter ocorrido um mau contato.Os erros na memória podem não ser originados na memória. Defeito na memória. nem no POST. Aquecimento do processador. Problemas no processador . Este procedimento é errado. Se você instalar um estabilizador. Desta forma a mensagem Parity Error não ocorre nunca. significa que existem posições de memória defeituosas. ou uma interferência na rede elétrica. descarregada. pois se existem memórias defeituosas. Digamos então que tenha ocorrido o seguinte: a) As memórias possuem paridade b) A checagem de paridade está habilitada no CMOS Setup c) Apareceu a mensagem Parity Error em uso normal do PC A mensagem de erro pode ter aparecido depois do POST. Se você fizer uma limpeza nos contatos. a mensagem Parity Error durante o POST indica que foi detectada uma posição de memória defeituosa. Também podem chegar ao processador e dentro dele serem adulterados. Esses erros são manifestados através de travamentos e operações . as memórias e os contatos podem estar bons. arquivos de programas podem estar corrompidos. 13) Erros na memória durante o uso normal do PC Se as memórias do PC não possuem bits de paridade. normalmente o BIOS faz o carregamento automático de valores default. teste as memórias. ou ainda pode ser o resultado de uma programação mal feita no Advanced Chipset Setup. Se depois desta troca. Ou ainda. Ou então. Falha na placa de CPU. Software de diagnóstico . Podemos citar as seguintes causas possíveis para o os erros na memória: Fonte defeituosa. teste as memórias. ou mesmo durante o uso normal de programas no PC. A cada tentativa de solução. eventuais erros na memória serão manifestados através de travamentos e operações ilegais no Windows. danificada ou desabilitada. Reinstalação de software .Um critério errado para saber se as memórias ficaram boas é verificar se os travamentos e operações ilegais no Windows cessaram. teste as memórias. ou mais provavelmente na bateria. Se todos os módulos de memória instalados possuem paridade e deixamos o item Parity Check habilitado no Advanced CMOS Setup. pois mesmo com as memórias já boas. Isso é errado. Nessas condições. Quando isto ocorre. chegando até o módulo defeituoso e realizar a sua substituição. ou então quando possui e está desabilitada a sua checagem. digamos que sempre ocorra erro no teste de memória.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI 11) CMOS Ckecksum Error – Defaults Loaded Esta mensagem indica que ocorreu um alteração indevida nos dados do CMOS Setup. causando as anomalias. Até mesmo o aquecimento do processador ou uma falha na placa de CPU pode causar este erro. significa que realmente existe algo de errado. nem depois do boot.sabilitam a checagem de paridade e trabalham normalmente com o computador.

Pode ocorrer nas seguintes situações: Processador usando overclock. Habilite novamente a cache externa. defeitos de hardware em geral podem danificar dados do disco rígido. Se com a cache externa desabilitada os problemas cessarem. Se esta não for a causa do problema. um eventual erro não será detectado. Cooler danificado ou mal instalado. Problemas de software . Conflitos gerados por programas residentes. é imediatamente apresentada a mensagem Parity Error. O programa realiza sua tarefa de forma errada. Conflitos de hardware . como travamentos e operações ilegais. Conflitos na memória superior. Utilize as técnicas usuais para eliminar conflitos de hardware. se possível alguns dias de uso normal. de aplicativos e de drivers resolve os problemas. Arquivos corrompidos. pode formatar o disco rígido e reinstalar o Windows centenas de vezes. Os mesmos problemas que causamos erros de paridade também causam travamentos nos PCs que operam sem paridade. O PC continuará trabalhando mesmo com o erro.Arquivos corrompidos também podem causar diversas anomalias. experimente desabilitar a cachê externa. causando problemas. Ao detectar um erro. Um bit errado pode fazer o que deveria ser uma adição ser executado como uma subtração. Mesmo depois que os defeitos de hardware forem resolvidos. Os arquivos corrompidos podem surgir por instabilidades na rede elétrica. o Windows pode não detectar que se trata de uma instrução inválida. esses arquivos continuam corrompidos. pode fazer quantas reinstalações quiser que os problemas continuarão. Os circuitos de paridade monitoram constantemente a integridade dos dados transmitidos e recebidos da memória. Os problemas somente serão solucionados se estiverem realmente sendo causados por arquivos corrompidos. através do Advanced CMOS Setup. As falhas no Windows podem ter outras causas: Memória cache defeituosa ou mal configurada no Setup. ou porque a checagem de paridade está desabilitada no CMOS Setup).SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI ilegais no Windows. aumentando os tempos de acesso a esta memória. mas o erro continuará. Execute testes repetitivos na memória DRAM. usando um programa de diagnóstico. e se desta vez ocorrer erro. Por exemplo. O aquecimento do processador é um dos principais causadores de problemas. Conflitos de hardware. Cache – Podem ocorrer problemas nos casos de placas de CPU que possuem cache externa. Antes de partir para a reinstalação de software. Quando o PC não utiliza paridade (ou porque o chipset da placa de CPU não tem circuitos de paridade. Voltagem do processador errada. devemos ter certeza absoluta de que o hardware está em perfeitas condições. Se isso não resolver será preciso trocar os chips de cache. Se for uma instrução a ser executada pelo processador. tudo indica que aí está o problema. este arquivo ficará corrompido. Por isso muitas vezes fazer a reinstalação do Windows. Deixe o computador funcionar durante algum tempo. Para tirar a dúvida. apresentando mensagens como: Este programa executou uma operação ilegal Pior ainda. Processador sem pasta térmica. . Repita a instalação do software no qual os problemas ocorrem. ou trocar a placa de CPU. Para solucionar o problema você deverá inicialmente fazer ajustes no Advanced Chipset Setup. no processador e na placa de CPU. 14) Travamentos e falhas no Windows A maior parte da atividade do computador ocorre entre a memória e o processador. Se este erro fizer parte de um arquivo que está sendo gravado.Os travamentos e operações ilegais podem estar sendo causados por conflitos de hardware. Ventilação do gabinete deficitária. Conflitos entre programas e drivers. esta será considerada uma instrução inválida. Cheque eventuais conflitos usando o Gerenciador de Dispositivos. caso esses chips sejam soldados. O Windows pode detectar certas instruções ilegais. Programas com bugs. desligamento de forma errada. Portanto. travamentos e falhas no Windows podem ser causados pelo mesmo tipo de erro que resulta na mensagem Parity Error. e pode gerar dados inconsistentes e arquivos corrompidos. se a cache externa estiver defeituosa. O computador ficará um pouco mais lento. ou porque as memórias não têm bits de paridade. ficará comprovado que o problema realmente está na cache externa. Para solucioná-los você precisa pesquisar todos os pontos discutidos no item 19 – Erros na memória durante o uso normal do PC.

modem. Tome cuidado. colocando-os em outro lugar para que não sejam executados. operações ilegais e travamentos ocorrerão quando a placa for usada na gravação e reprodução de sons digitalizados. Os fabricantes descobriram que se tratava de um conflito entre os drivers deste chip gráfico e da Sound Blaster 16. significa que aquele dispositivo desabilitado era o causador do problema. Verifique quais são os programas existentes em Iniciar / Programas / Iniciar. Não é uma boa idéia utilizar versões beta de programas. Modo de segurança . selecione a guia Geral. não hesite em fazer a sua desinstalação. Reinicie o computador e teste se os problemas cessaram. Na janela apresentada. Experimente removê-los do grupo Iniciar. ocorriam anomalias no funcionamento da placa de som. não precisará dos UMBs. há alguns anos atrás. Alguns desses programas podem estar causando problemas. placas SVGA equipadas com o chip GD5428 funcionavam bem no Windows. Utilize os drivers que o acompanham. pressione a tecla F8 e no menu de inicialização apresentado. Programas do menu Iniciar . Defeito de hardware .Uma vez que tenha sido detectado um dispositivo causador do problema (placa de som. e produziram novos drivers isentos desses erros. Por exemplo.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Programas com bugs . Muitas vezes a solução para um defeito é reinstalá-lo corretamente. existe grande chance do motivo ser um problema de hardware na placa de CPU. como mostra a figura 1. Acesse o site do fabricante do software e verifique se existem atualizações. processador. Conflitos de software . se uma placa de som estiver com o acesso aos canais de DMA sendo feito de forma errática.Uma forma de testar dispositivos suspeitos é deixá-los instalados no PC. Driver atualizado . Você pode entretanto acessar as áreas de FAQs dos sites dos fabricantes à procura de soluções para problemas semelhantes aos seus. assim como as placas Sound Blaster 16. Se sempre ocorrerem durante a reprodução ou gravação de sons. eles podem causar problemas. Se isto resolver o problema você pode experimentar faixas de endereços menores. podemos ter um defeito de hardware no próprio dispositivo. selecione o dispositivo suspeito. é possível que algum dispositivo esteja com problemas de funcionamento que resultem em conflitos. Pode também ser um problema nos softwares utilizados. mas desabilitá-los. tendo sido substituída por memória RAM (UMB) causando conflitos e problemas de mau funcionamento. Se nessas condições os problemas também ocorrerem. memórias ou disco rígido. Você pode ter instalada nocomputador alguma placa que utilize ROM ou RAM na memória superior (entre os endereços 768k e 960k). No início do processo de boot. existe grande chance do culpado ser um dos dispositivos ou drivers desabilitados. e esta memória não ter sido detectada pelo gerenciador de memória. ou então Adicione à linha de comando do EMM386. de tal forma que os problemas não ocorram e ainda assim sejam criados os UMBs. ou então fazer logo o download das versões mais recentes dos seus drivers. Verifique se existe alguma lógica nos travamentos. suspeite da placa de som. Através do Gerenciador de Dispositivos. quando era feita a instalação de uma placa SVGA com este chip gráfico. inclusive atrapalhando programas bons. escolha a opção Modo de Segurança. ou então um problema no seu driver. e depois a pasta Iniciar.EXE do CONFIG. Clique sobre o botão Iniciar da barra de tarefas usando o botão direito do mouse e no menu apresentado escolha a opção Abrir. Basta executar um boot no modo de segurança. operações ilegais e anomalias podem ser causados por programas com bugs. Testando hardware suspeito . Arraste os ícones desta pasta para a áreade trabalho do Windows. e no seu quadro de propriedades.Existe um outro método de testar se os problemas do PC estão sendo causados por algum dispositivo ou driver defeituoso.SYS. Se você desconfia de um determinado software de má qualidade. Reinstalação de hardware . Memória superior . Se você não precisa usar programas do MS-DOS. Os sons apresentavam saltos e ruídos. placa de vídeo. Se os travamentos e operações ilegais nas mesmas condições anteriores (tente reproduzir as condições nas quais os problemas ocorriam) deixarem de acontecer.).Os travamentos e falhas no Windows podem estar sendo causados por programas que são executados automaticamente quando o Windows é iniciado.Os conflitos na memória superior também podem causar travamentos e outras anomalias. Entretanto. com erros de projeto. Se no modo de segurança os problemas não ocorrerem.Os conflitos entre programas e/ou drivers também podem afetar o funcionamento do PC. obtenha um driver atualizado através do site do fabricante na Internet. Apenas os fabricantes têm condições de detectá-lo e resolvê-lo. pois alguns dos programas encontrados neste menu podem ser .Os travamentos.Mesmo que não existam conflitos de hardware.Repita a instalação do dispositivo. abra a pasta Programas. suspeite do modem. o parâmetro X=C800-EFFF. ou então se o driver for muito antigo. Experimente fazer o seguinte: Retire o EMM386. Se sempre ocorrem no uso de programas de comunicação. O dispositivo pode também ter sido instalado de forma errada. ou seja. Por exemplo. marque a opção Desativar neste perfil de hardware e desmarque a opção Existe em todos os perfis de hardware. e uma Sound Blaster 16 no mesmo PC. Este é um exemplo de problema cuja solução está fora do alcance do usuário. etc. Se você não possuir os disquetes ou CD com este driver. ou pelo menos soluções para eventuais problemas.

BIOS que só reconhece discos até 2 GB. Função LBA desativada ou BIOS sem LBA. BIOS que só reconhece discos até 8 GB. Um software que ajuda bastante neste tipo de investigação é o MSCONFIG. BIOS que só reconhece discos de até 32 GB. execute um boot no modo de segurança e coloque de volta na pasta Iniciar os programas que você retirou. 17) Erros de leitura no disco rígido Algumas possíveis causas para este problema são: . apesar de mesmo assim continuarem sob suspeita. Use Iniciar / Executar / MSCONFIG. Se ao remover alguns desses ícones o PC apresentar problemas sérios (por exemplo. o código que identifica o módulo no qual ocorreu o travamento. A seqüência geral de testes realizadas pelo POST é a seguinte: 1) Teste dos registradores internos do processador 2) Teste do checksum do BIOS – verifica se o BIOS tem erros 3) Inicialização do chipset 4) Teste da RAM do CMOS 5) Inicializa e testa o Timer 6) Inicializa e testa o controlador de DMA – 8237 7) Verifica se a RAM está funcionando 8) Testa a interface de teclado 9) Testa os primeiros 64kB da memória 10) Inicializa e testa os controladores de interrupções 8259 11) Faz testes adicionais nos timers 8254 12) Inicializa o controlador de cache e testa a memória cache externa 13) Carrega valores de inicialização presentes no CMOS 14) Inicializa o vídeo 15) Testa a memória acima dos 64 kB 16) Inicializa o teclado 17) Checa a presença do drive A 18) Inicializa portas seriais. Caso o vídeo não possa ser usado.spider. paralelas e de joystick 19) Inicializa a interface de drives 20) Inicializa a interface de disco rígido 21) Procura ROMs nas placas de expansão e as inicializa 22) Inicia a carga do sistema operacional Dependendo do ponto onde o erro ocorre. dos arquivos de inicialização. Se nem mesmo isso é possível. Observe que podemos encontrar ainda na seção RUN do arquivo WIN. 16) Disco rígido reconhecido com capacidade inferior Isto pode ocorrer por vários motivos: Parâmetros do HD programados de forma errada no Setup. Isso torna menos difícil a identificação de softwares problemáticos.br) que indicam através de um display hexadecimal. Erro no uso do FDISK. 15) PC trava depois da contagem de memória Quando ligamos o computador. a única forma de encontrar o motivo do erro é usando placas de diagnóstico (www. do Registro. outros programas que são executados automaticamente na inicialização do Windows.com. a mensagem de erro pode ser indicada no vídeo. Com este programa podemos desmarcar itens do menu Iniciar. o POST (power on self test) entra em execução.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI realmente necessários ao funcionamento do computador.INI. Por isso muito usuários fazem reclamações como “depois que instalei este software. Experimente remover as linhas correspondentes neste arquivo e verifique se os problemas foram resolvidos. o vídeo não funcionar). etc. o erro é indicado através de uma seqüência de beeps pelo alto falante. o computador passou a apresentar problemas”. Esses programas de execução automática são adicionados durante a instalação de determinados softwares.

mas fica muito sensível a quedas de tensão. o problema pode estar na interface IDE. A tela fica paralisada sem prosseguir. e o circuito de RESET da placa de CPU poderá disparar. Usar memórias de fabricantes diferentes dentro do mesmo banco. Conflitos de hardware . mas sem apresentar a mensagem Seu computador já pode ser desligado com segurança. Se o problema ocorre sempre durante o uso de um certo programa. a não ser esperar pela sua próxima versão.Também os conflitos de hardware.Devemos ainda executar testes repetitivos de acesso ao disco rígido. seja na interface IDE. dentro do mesmo banco. principalmente os de IRQ e DMA podem fazer o computador apresentar diversas anomalias.É possível que você esteja executando um programa que realiza uma operação ilegal a ponto de resetar o computador. mesmo que em bancos diferentes. Verifique portanto se a chave está configurada com a tensão correta.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Problemas na fonte ou na rede elétrica. Faça então uma limpeza de contatos nas memórias e nos soquetes. usando programas de diagnóstico. 19) PC reseta sozinho Problemas de hardware podem fazer um PC resetar sozinho. aparece aquela tela dizendo: Aguarde enquanto o seu computador está sendo desligado.Verifique também se os tipos de memória estão corretos. Disco rígido está com setores defeituosos. para verificar se os problemas realmente ocorrem com freqüência (por exemplo. ou deixar um banco de memória incompleto. ou então um mau contato nos seus soquetes. As causas desse problema são quase tão obscuras quanto os travamentos e falhas no Windows.Um erro nesta contagem indica que existem memórias defeituosas. de capacidades diferentes (ex: 8M + 16M). ou na fonte. e sim por conflitos entre softwares. Além disso podem estar ocorrendo outros problemas apresentados a seguir: 110/220 volts . pois o disco rígido poderá deixar de funcionar a qualquer momento. ou se ocorrem de forma mais aleatória. Seja por um defeito no disco rígido.Quando a fonte está configurada para 220 volts. a ocorrência de erros de leitura é um mau sinal. ou na rede elétrica. São três as principais fontes deste problema: a) Gerenciamento de energia b) Conflitos na memória superior c) Programas ativos d) Bugs no driver de vídeo . Use um software de diagnóstico . mas nem sempre é permitido misturar SDRAM com outros tipos de memória. 18) Contagem de memória incompleta Defeito nas memórias . O que não funciona de forma alguma é misturar. É preciso realizar um backup dos dados importantes. Use as técnicas usuais para eliminação de conflitos de hardware. mas o PC é ligado em uma rede de 110 volts. inclusive resetar sozinho. um problema sem solução. Se for mesmo aleatória. ou então fica toda escura. isto pode ser um bug do próprio programa. pode não funcionar. portanto para resolver este tipo de problema você deve ler o item 14 deste roteiro. Um problema de hardware está prestes a acontecer. memórias de tipos diferentes (FPM x EDO). sempre que for acessada uma determinada trilha). FPM e SDRAM. 20) Travamento na finalização do Windows Ao usarmos o comando Desligar do Windows. ou então com tempos de acesso diferentes. Em geral não é causada por defeitos no computador. e experimente fazer testes por substituição. Memórias erradas . Observe também que muitas placas de CPU podem operar com memórias EDO. em geral funciona. Problema de software . São os mesmos tipos de anomalias que causam travamentos e falhas no Windows.

.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI 21) Vírus É preciso utilizar um bom programa antivírus para resolver esse problema.

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22) Windows trava na inicialização Ao ligarmos o PC, é dado início ao carregamento do Windows, e durante este processo já durante o carregamento do ambiente gráfico, ocorre o travamento. Algumas possíveis causas deste problema são: Componentes sensíveis à temperatura; Conflitos de hardware; Conflitos entre drivers; Programas do menu Iniciar. Temperatura - Quando o travamento da inicialização do Windows ocorre apenas quando o computador é ligado pela primeira vez, não ocorrendo novamente quando é resetado ou mesmo desligado e ligado novamente, significa que o problema ocorre apenas quando o computador “está frio”. Recomendamos que seja tentado o boot no modo MS-DOS. Se mesmo assim ocorrer o travamento, significa que o problema não tem nenhuma relação com o Windows, e sim com algum componente sensível à temperatura, ou seja, não funciona quando está muito frio. Se o travamento ocorre também no modo MS-DOS significa que o componente comprometido é um dos que é utilizado em um boot pelo MS-DOS: placa de CPU, placa de vídeo, memória, disco rígido. Leia mais adiante neste capítulo a seção Componentes sensíveis à temperatura. Conflitos de hardware - Se o travamento na inicialização do Windows ocorre várias vezes seguidas, mesmo depois de usar o botão RESET, significa que o problema não tem relação alguma com a temperatura. Pode ser um problema causado por hardware ou por software. A melhor coisa a fazer é executar um boot no modo de segurança e procurar por conflitos de hardware através do Gerenciador de Dispositivos. Investigando os dispositivos de hardware - Se depois de iniciar o Windows em modo de segurança não for detectado nenhum conflito, o problema pode estar em determinados drivers, entrando em conflito com outros drivers ou causando incompatibilidades no seu carregamento. Digamos que estejamos suspeitando que o problema é causado pelo modem. Devemos acessar o quadro de propriedades do modem no Gerenciador de Dispositivos e marcar a opção Desativar neste perfil de hardware. Executamos então uma nova partida normal no Windows. Se o travamento deixar de ocorrer, significa que o conflito está relacionado com o modem. Podemos repetir este processo para cada um dos demais dispositivos instalados, até descobrir qual é o responsável pelo conflito. BOOTLOG.TXT - Neste arquivo, localizado no diretório raiz do drive C, é registrada toda a atividade realizada no processo de boot. Se ocorrer um travamento, podemos checar o final deste arquivo para saber qual foi a última atividade executada. Sabendo o nome do arquivo envolvido podemos descobrir onde está localizado e descobrir com que este arquivo está relacionado. O arquivo BOOTLOG.TXT não é gerado de forma automática a cada operação de boot. Para que seja gerado, pressione F8 no início do boot para que seja apresentado o menu de inicialização do Windows. No menu de inicialização apresentado, escolha a opção 2 – LOG (BOOTLOG.TXT). Programas do menu Iniciar – É possível que o problema esteja sendo causado por algum programa do menu Iniciar, ou então pela seção RUN do arquivo WIN.INI. Faça a checagem desses pontos, conforme mostramos no item 14 deste roteiro. Travamento no início do boot - O boot também pode travar durante o processamento do CONFIG.SYS ou do AUTOEXEC.BAT, ou mesmo durante o carregamento de alguns drivers de modo real que são automaticamente inicializados pelo Windows. Para verificar, pressione F8 no início do processo de boot. Quando for apresentado o menu de inicialização, pressione Shift-F8 para que seja feita a confirmação passo a passo. No menu, escolha a opção Normal. O processo de boot prosseguirá, a cada carregamento será perguntado S/N. Responda S para as perguntas e verifique o nome do programa ou driver no qual ocorreu o travamento. Atualize os drivers – Muitas vezes os problemas ocorrem devido a bugs e conflitos nos drivers, mesmo quando o hardware está em perfeitas condições. Antes de mais nada, atualize os drivers do chipset, encontrados no site do fabricante da placa de CPU. Depois atualize os drivers de vídeo, som, modem e demais dispositivos. Componentes sensíveis à temperatura Este é um dos piores defeitos, mais difíceis de serem detectados. Podemos dividi-los em duas categorias. São defeitos que ocorrem nas situações: • Quando o PC está frio • Depois que o PC esquenta Em ambos os casos, temos algum componente que não está funcionando na faixa de temperatura normal. Os componentes eletrônicos em geral podem operar em temperaturas baixas como 0 C e altas como 50 C. Certos componentes admitem faixas ainda mais amplas, como os processadores que podem chegar a quase 100 C. Por defeitos de fabricação, ou até mesmo deterioração, alguns componentes podem apresentar desvios na sua faixa de funcionamento. Os seus componentes analógicos são os mais sensíveis a desvios de temperatura. A forma de fazer a detecção deste tipo
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de problema é através de substituições, mas a sensibilidade à temperatura é um fator que pode complicar. Se o defeito só aparece depois que o computador está ligado por alguns minutos, é preciso fazer a substituição da peça suspeita e deixar o PC ligado durante alguns minutos para decidir se a troca resolveu ou não o problema. Se o problema só ocorre com o computador frio, é preciso esperar o computador esfriar antes de fazer a troca de uma placa suspeita. Neste tipo de testes podemos utilizar dois recursos que facilitarão a investigação: aquecedor e spray congelante. Se o problema só ocorre quando o equipamento está frio, aplique o spray congelante sobre os componentes suspeitos para verificar se o problema se manifesta. Se não for manifestado, significa que o componente que você trocou deve ser o culpado. Da mesma forma, use um secador de cabelos para esquentar as placas do computador. Se o defeito não se manifestar depois de um aquecimento, significa que a peça que você trocou deve ser a problemática. O uso de aquecedor/secador e spray congelante requer muita paciência. Problemas de aquecimento continuarão sendo difíceis de detectar, mas com a ajuda desses dois recursos, a pesquisa ficará um pouco menos difícil. Limpeza de contatos As placas do computador podem apresentar maus contatos causados pela poeira e umidade. A limpeza de contatos deve ser feita tanto na manutenção preventiva como na corretiva. Em ambos os casos o procedimento é o mesmo: 1) Desmontar o computador 2) Limpar a poeira 3) Limpar os contatos eletrônicos 4) Montar o computador

Limpando a poeira Para fazer uma boa limpeza de poeira em um computador, você precisará do seguinte material:
• • • Pincel seco Perfex Míni aspirador de pó

Depois de retirar as placas e drives, comece com a limpeza do gabinete.Passe o pincel no ventilador da fonte de alimentação, no qual existe em geral muita poeira. Use o pincel também nos cantos internos do gabinete. O gabinete em geral possui, na sua parte frontal, ranhuras para entrada de ar. Passe o pincel também nessas ranhuras. Passe então um pano tipo Perfex umedecido em água pura em todas as partes lisas do interior do gabinete. Lave o pano e repita o processo. Depois do gabinete estar bem limpo, passe outro Perfex seco. Não é possível limpar placas, conectores e drives com Perfex. Nesse caso deve ser usado o pincel. Passe o pincel pelas placas e pelos conectores como se estivesse "varrendo" a poeira. Passe por dentro dos slots mas cuidado para não deixar cair nenhum pêlo do pincel dentro dos slots. Passe nos drives de disquetes, no disco rígido e no drive de CD-ROM. Os cabos flat podem acumular muita poeira. Remova a poeira dos seus conectores usando o pincel. Pode usar também o míni-aspirador. Use o perfex úmido para limpar toda a extensão do cabo. Passe o perfex úmido também nos fios que partem da fonte de alimentação. Limpe também com pincel o cooler que é acoplado ao processador. Sua pequena hélice normalmente acumula muita poeira. Limpando os contatos Todos os conectores do tipo edge (ou de borda) podem ser limpos com o auxílio de uma borracha. São eles: Conectores das placas de expansão Conectores dos módulos de memória DRAM Conectores dos módulos de memória COAST (cache) Conectores dos drives de disquetes de 5 1/4"

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Esses conectores são cobertos por um a finíssima camada de ouro, que nunca deve ser raspada ou lixada, pois dessa forma o ouro será removido, deixando exposto o cobre que fica por baixo, que se oxida facilmente.A borracha remove o mau contato nesse tipo de conector sem o perigo do desgaste da camada de ouro. Durante a limpeza com borracha, a placa a ser limpa deve estar longe do computador e das outras placas. Os resíduos de borracha não devem ficar na placa que está sendo limpa e nem cair sobre outras placas. Usamos o pincel seco para remover os resíduos de borracha do conector. O mau contato também pode ser eliminado através de raspagem, mas este método requer muito cuidado, e deve ser usado apenas quando temos certeza de que o conector está oxidado. Não devemos usar a raspagem em conectores banhados a ouro, pois a fina camada será removida, deixando o cobre exposto. A raspagem pode ser feita com uma ponta de metal afiada, uma lixa de unhas ou uma lixa de metal fina. Pode ser aplicada nos seguintes pontos: a) Pernas de chips b) Pinos de conectores de alimentação da placa de CPU e de drives c) Qualquer conector do tipo "macho", desde que não seja dourado. A raspagem deve ser feita levemente, caso contrário o conector pode ficar deteriorado. O componente raspado não deve ficar próximo de outras placas para que resíduos de metal não caiam sobre estas. Após a raspagem usamos o pincel para limpar os resíduos. Por último, devemos limpar bem o pincel para eliminar eventuais resíduos de metal. Alguns chips de encapsulamento DIP (o BIOS, o 8042 e memórias SRAM, por exemplo) podem ficar com as “perninhas” bastante oxidadas. Quando as pernas de um chip forem raspadas, alguns cuidados devem ser tomados: 1) Evitar tocar nas pernas dos chips. 2) Não forçar demais para não dobrar as pernas dos chips. 3) Não raspar excessivamente. Os chips também possuem seus pinos cobertos por uma camada de estanho, não tão fina quanto a de ouro existente nos conectores, mas que pode terminar em caso de exagero. Depois de eliminar toda a poeira de limpar os contatos usando uma borracha, ou eventualmente por raspagem, devemos fazer uma aplicação de spray limpador de contatos eletrônicos. Devemos aplicá-lo nos seguintes pontos: a) pernas de chips b) interior dos soquetes c) qualquer tipo de conector, macho ou fêmea Duas precauções importantes devem ser tomadas na limpeza com spray: 1) Antes da limpeza com spray, toda a poeira deve ser eliminada. 2) Antes de refazer uma conexão devemos esperar o spray secar. O spray limpador de contatos é totalmente inofensivo para as placas e os circuitos. Pode ser usado em qualquer ponto do computador. Não esqueça que devemos evitar o uso de sprays baseados no gás freon, pois ele ataca a camada de ozônio. Dê preferência aos sprays “ecológicos”, que não usam freon. Limpadores de ferrugem como o WD-40 não devem ser usados em componentes eletrônicos. Limpeza rápida Em manutenção corretiva, nem sempre fazemos como primeira tentativa, uma limpeza geral de contatos. Por exemplo, se temos a desconfiança de que existe um mau contato nos módulos de memória, fazemos a limpeza apenas nesses módulos e nos seus soquetes. Depois de descobrir o defeito, podemos com mais calma fazer uma limpeza completa de poeira e contatos em todo o computador.

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UNIDADE XI Manutenção Preventiva
Nesta Unidade iremos estudar sobre conceitos da manutenção preventiva.

Manutenção preventiva é um conjunto de cuidados que devem ser tomados com um equipamento, visando prevenir vários tipos de defeitos. No caso de PCs, certos cuidados estão relacionados com software, como fazer backups e usar programas anti-vírus. Outros estão relacionados com hardware, como usar um estabilizador de voltagem e capas plásticas para proteger o PC da poeira e da umidade. Certos cuidados devem ser tomados no dia-a-dia, pelo próprio usuário, como evitar ligar e desligar o PC várias vezes por dia, e salvar periodicamente um arquivo que está sendo editado. Outros cuidados já devem ser realizados em um nível mais especializado e com uma periodicidade maior, como usar o programa Scandisk ou similar, easycleaner, e desmontar o PC para fazer uma limpeza geral de poeira e de contatos. Devemos tomar alguns cuidados, para evitar problemas a curto e longo prazo. Abaixo estará listado, pontos onde devemos tomar medidas de precaução. Os dados são valiosos Qual é a parte mais cara do PC? Será o Hardware ou os dados? Talvez você não saiba, mas provavelmente a parte mais cara e mais importante do PC podem ser seus dados. Por exemplo, suponha que você tenha gravado no disco rígido uma planilha bastante complexa, na qual você estava trabalhando há dois meses. Dependendo da importância desta planilha (deve ser importante, já que você trabalhou tanto tempo nela), o seu valor pode ser muito maior que o do próprio computador. Se você ainda não ficou convencido, suponha que no computador que você utiliza, desapareceu misteriosamente um arquivo com o cadastro de todos os clientes da empresa onde você trabalha. Se você não realizou previamente um backup deste arquivo, certamente seu emprego estará em risco. Esses são típicos casos em que o software vale mais que o hardware, o que ocorre na maioria das vezes. Por outro lado, suponha um usuário que não faça nada de útil com o computador, além de utilizar jogos. Nesse caso, o valor dos dados é quase nulo, e o hardware vale mais que o software. Se este usuário acidentalmente apagar todos os jogos do seu disco rígido, não há problema, pois certamente poderá instalá-los novamente a partir dos seus originais em disquete ou em CD-ROM. Apresento abaixo, cuidados que devemos tomar para proteger os dados:

• • •

Grave seu trabalho enquanto o cria e/ou edita Faça backup dos dados, pelo menos o trabalho principal Onde está aquele arquivo? Algumas secretárias têm o hábito de dizer que arquivos desapareceram do computador. Se realmente desapareceram, o problema pode ser sério. Pode ser um defeito no disco rígido, ou no caso mais comum, o resultado de desligamentos errados, quando ainda existem gravações pendentes na memória. Desta forma, um ou mais arquivos podem realmente ser perdidos. Muitos chefes não sabem, mas diversas secretárias têm o hábito de gravar todos os arquivos com o mesmo nome.

Cuidados de hardware no dia-a-dia Como vimos, os cuidados de software no dia-a-dia são poucos e bem simples de serem implementados, sempre baseados em proteger os dados, salvando arquivos e evitando acessos indevidos. Muito mais numerosos são os cuidados que um usuário comum deve ter diariamente com o computador propriamente dito. Vejamos então quais são eles. Falta de energia elétrica

formando uma corrente elétrica maior que a normal. A poeira impregnada com enxofre. nos soquetes das memórias. Nesse instante. Ocorrerá mau contato nos conectores. Tudo tem sua hora. pode-se dizer adeus ao computador. Isto não significa que o computador deve ficar ligado permanentemente. e portanto devemos tentar obter o mais próximo do ideal. um. É como se o aparelho fosse desligado pelo interruptor. Entretanto. uma "avalanche" de elétrons os atravessa durante uma fração de segundo. Se neste dia chover. um dia o usuário sairá e esquecerá a janela aberta. nos pinos do processador e nos contatos do seu soquete. esta súbita interrupção na energia elétrica pode causar danos aos dados gravados no disco rígido. como o aquecimento dos circuitos e a deterioração dos materiais plásticos. pois a água da chuva o danificará totalmente. Infelizmente na prática não é possível conseguir um ambiente ideal. a pior hora do dia é aquela quando são ligados. resulta em uma umidade com teor ácido. o computador pode ser também desligado no horário do almoço. Para um computador. O sol é muito bom para as pessoas. Também ocorre uma brusca variação de temperatura. Essa umidade ácida tende a causar mau contato nos circuitos do computador dentro de poucos meses. O mesmo ocorre com os chips. tendem a diminuir a sua vida útil. . Aparelhos de áudio e vídeo podem funcionar precariamente com maus contatos. que da mesma forma como a alta corrente inicial. quando entra em contato com a umidade. Ao longo dos anos. Lembre-se que as lâmpadas sempre queimam no instante em que são ligadas. até o final do expediente. a poeira e a fumaça dos cigarros produzem oxidação e corrosão nos contatos metálicos dos componentes do computador. os computadores terão seus contatos lentamente oxidados ao longo do tempo. Quanto menos vezes o computador for ligado e desligado. dependendo da quantidade de fumaça e do tipo de contato usado nos componentes (contatos banhados a ouro resistem mais que os banhados a estanho) mas quando isto ocorre. mas um computador só funciona corretamente se todos os seus contatos estiverem em perfeitas condições. já que é impraticável limpar os seus milhares de contatos. dois ou mais anos a aparecer. Umidade. Finalmente resta lembrar que. essas várias vezes em que os circuitos são ligados. Se for necessário. A umidade. o usuário deve saber que esta prática tem três problemas: Poeira. O ideal é ligar o computador de manhã e deixá-lo ligado durante o dia. o computador pode ficar completamente inutilizado. O que não se deve fazer é ligar e desligar o computador várias vezes durante o dia. Não se deve querer tomar sol e usar o computador ao mesmo tempo. A poeira que ataca o computador neste caso é impregnada com óxido de enxofre. que é muito mais prejudicial ao computador que a umidade pura. O resultado é a ocorrência de maus contatos. É proibido fumar na mesma sala onde está instalado um computador. sol e chuva. Isto é particularmente verdadeiro no caso em que a janela fica voltada para uma rua com muito tráfego. use os comandos de gerenciamento de energia: modo standby e hibernação. contribui para o desgaste dos circuitos. desde que em quantidade moderada. onde existe um pouco mais de ar puro e claridade. uma das várias substâncias resultantes da combustão da gasolina.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Para um aparelho eletrodoméstico. Para evitar o desperdício de energia enquanto o computador estiver sem atividade. mas ao iluminar o computador produz vários efeitos prejudiciais. a falta de energia elétrica em geral não traz problemas. melhor. incluindo madrugadas e finais de semana. Esses maus contatos podem demorar poucos meses. Se esta norma não for respeitada. se o computador fica localizado próximo a uma janela. Cuidado com as janelas Muitas pessoas gostam de trabalhar perto da janela. Um PC mais próximo de uma janela está mais sujeito a ser empoeirado. Liga-desliga Para os circuitos eletrônicos. poeira e fumaça O ar ideal para o computador deve ter pouca poeira e pouca umidade.

principalmente em ambientes com pouco espaço. ou até mesmo impossível recuperar este teclado. em diversos tamanhos. Com esta providência. ou na mesa onde está o computador. o ar entra pela parte frontal do gabinete. para só então desligar o computador. usam o comando Salvar. Para remover manchas de cola deixadas por etiquetas (alguns têm o hábito de colar etiquetas no computador). é preciso ter certeza de que não existem gravações pendentes. muita poeira é espalhada no ar. pode ser usado um pano umedecido com álcool. para reduzir a quantidade de umidade no ambiente. bem como o disco rígido terão a temperatura aumentada. pois acham a temperatura mais alta bastante agradável. Os chips do computador. Não sabem que mesmo quando um arquivo é salvo e o LED do disco rígido apaga. Antes de desligar o computador. um pano umedecido com água pura é a melhor opção para limpeza. a entrada de ar será prejudicada. Será muito difícil. perto da orla marítima). devemos instalar o computador o mais distante possível da janela. . manuais ou livros em frente ao computador. Capas plásticas são vendidas em lojas de suprimentos para informática. Cuidado com a faxina Tanto o computador como o local de sua instalação devem estar limpos. usam o comando Sair. A mesa onde está o computador também deve estar sempre limpa. o próprio Rio de Janeiro. dados a serem gravados ainda ficam pendentes na memória. Na maioria dos casos. Muitos usuários têm o mau hábito de empilhar CDs. o disco rígido e todos os componentes internos em uma temperatura aceitável. o que pode causar danos e falhas no funcionamento. como fios. Em geral os insetos adoram morar dentro de aparelhos eletrônicos. através de ranhuras. Carpetes devem ser limpos preferencialmente com um aspirador de pó. a circulação de ar no interior do gabinete será reduzida. a quantidade de poeira que atinge o interior do computador é bastante reduzida. pois pode atrair insetos que farão ninhos dentro do computador. Isto é muito ruim. pois ao varrer um carpete ou tapete. Ao editarem um arquivo. Como resultado. o uso do ar condicionado é recomendável. Desligamento repentino Usuários não técnicos têm o hábito de desligar o computador de forma indevida. evitando o uso de vassouras. Um menos desastrado poderá deixar cair farelos de biscoito sobre o teclado. não apenas para evitar o calor. Os insetos acabam comendo peças plásticas. circula pelo seu interior e sai pela parte traseira da fonte de alimentação. Em cidades muito úmidas (por exemplo. Não faça seus lanches perto do computador. mas é preciso tomar cuidado com os produtos de limpeza. e deixando detritos orgânicos sobre os circuitos. Quando a sala onde está o computador não possui ar condicionado e janelas precisam ficar abertas. Não obstrua a entrada de ar Os PCs possuem um sistema de ventilação que visa manter o processador. o que causa curto-circuitos e danos irreparáveis. Alguns um pouco menos descuidados. Também é seguro aplicar sobre o pano. Comes e bebes longe do computador Um usuário desastrado pode deixar cair café sobre o teclado. Outra providência importantíssima é manter o computador coberto com capas plásticas sempre que estiver desligado. tanto da mesa como do computador. e imediatamente desligam o computador. O procedimento para desligar corretamente o computador depende do sistema operacional utilizado. É muito importante que a entrada de ar na parte frontal do gabinete esteja desobstruída.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI O ambiente onde o computador está instalado deve estar sempre limpo. um pouco de sabão ou detergente neutro. mas principalmente. Sempre que possível. e a temperatura interna aumentará.

Se for absolutamente necessário manter o computador ligado durante uma noite. Se é inevitável manter o computador ligado à noite. Os danos não são físicos e sim lógicos. o que é muito prejudicial. Para causar perigo. e também por técnicos a administradores de sistemas. Conexão na linha telefônica Praticamente todos os PCs domésticos e de pequenos escritórios são ligados à linha telefônica. Esses programas são criados com as seguintes características: 1) São agregados a programas normais. que muitas vezes danifica permanentemente o modem. é preciso fazer um backup também dessas áreas. As pessoas pensam que essas coisas acontecem com os outros. Para ter uma segurança completa. os vírus normalmente trazem danos ao computador. A tensão induzida na linha telefônica. normalmente com algum tipo de frustração sexual e que não têm coisa alguma melhor para fazer do que prejudicar o trabalho dos outros. o raio não precisa necessariamente cair nas proximidades. pode até mesmo danificar as outras placas do computador. Duas regras muito simples evitam este tipo de desastre: . para troca de dados com outros computadores. vamos abordar alguns cuidados de manutenção preventiva que devem ser tomados por usuários especializados. o usuário deve saber que corre um risco. causa dos pelo apagamento de dados. O perigo em potencial neste caso é a queda de um raio durante uma tempestade. não danificam o hardware. Se a energia elétrica do local é interrompida com muita freqüência. Protegem apenas os seus dados. O pior de tudo. removem e previnem a contaminação do vírus de computador. 2) Quando um vírus é ativado. mas nunca com elas próprias. corre-se o risco da falta e retorno da energia elétrica. de modo que podem ser ativados sem que o usuário perceba. Uma das melhores formas de fazer isso é através de utilitários que fazem parte do famoso pacote Norton Utilities. Deve também ser analisada seriamente a possibilidade da aquisição de um no-break. o risco é muito maior e esta prática deve ser evitada. isto é.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Vírus Os vírus de computador são programas criados por indivíduos de má índole. É necessário que esses programas sejam usados. que detectam. passa a copiar-se para outros programas. Existem. a sobretensão propaga-se por vários quilômetros. desde que próximo às linhas telefônicas (no caso de fiações instaladas em postes). mas resultam em um prejuízo muito maior devido à perda de dados que causam. setor de boot e FAT. caso contrário o usuário corre o risco de ter um dia o seu computador infectado e seus dados perdidos. Mesmo caindo em outro bairro. ou mesmo durante um final de semana. Muitos usuários não estão a par do sério problema que os vírus de computador representam. Este processo é chamado de contaminação. transmitir receber FAX e acessar a Internet. Salvando áreas vitais do disco rígido Programas de backup não são capazes de proteger integralmente o disco rígido. É muito importante que sejam tomados os devidos cuidados contra os vírus. Muitas pessoas que não acreditaram que seus computadores pudessem ser um dia contaminados. entretanto áreas que não são dados: tabela de partições. Felizmente existem programas anti-vírus. é fundamental a realização de backup diariamente. A energia elétrica pode retornar com uma sobretensão instantânea. Cuidados avançados de hardware Finalmente. longe dos olhos do operador. Horário noturno Quando um PC fica ligado durante a noite.

É preferencial. Sem essas providências. Deixe o computador desligado. Se você pretende que o computador fique mais protegido contra problemas na rede elétrica. Se você achar isto muito trabalhoso. Quando existem esses nós. 2) Habitue-se a desligar o computador da rede elétrica e da linha telefônica ao final do dia. na medida do possível (exceto a saída de ar do ventilador. usar ar condicionado. também será mais baixa a temperatura no interior do gabinete. e sim tampada através de lâminas apropriadas que acompanham o gabinete. um para os drives de disquete e outro para o drive de CD-ROM. as extensões de tomadas vendidas em lojas de suprimentos de informática são chamadas de filtros de linha. De um modo geral. Para evitar este efeito. Infelizmente muitos dos chamados filtros não têm na verdade filtro algum. mesmo o ar condicionado pode não garantir o resfriamento adequado. . prendendo-os de forma que não fiquem no caminho do fluxo de ar. faça-o pelo menos antes dos finais de semana. melhorando a eficiência do sistema de ventilação. quando a temperatura ambiente é mais baixa. ou quando você pretender ficar alguns dias ausente. são apenas uma extensão de tomadas com um fusível. O ar sai pela parte traseira do gabinete. contribuindo para reduzir mais ainda a temperatura interna do gabinete. Fendas localizadas na parte traseira do gabinete funcionam como entradas de ar. Para resolver o problema é preciso organizar os cabos flat. Em média existem 3 cabos flat: um para o disco rígido. desconecte-o da rede elétrica e da linha telefônica. é claro). 8 fendas correspondentes às posições reservadas para placas de expansão. Mantenha livre uma distância de no mínimo 15 centímetros entre a parte traseira do computador e a parede ou móvel eventualmente localizado atrás do computador. por todas as suas fendas. Em geral ficam embaralhados por serem mais longos que o necessário. Se existirem muitas fendas na parte traseira. Todos os computadores possuem um sistema de ventilação. Desta forma. será menor a quantidade de ar que entrará pela parte frontal do gabinete. O ventilador está localizado na fonte de alimentação. A arrumação dos cabos é uma boa providência. Outras fendas eventualmente existentes podem ser fechadas com uma etiqueta adesiva. Desta forma. menos quentes ficarão os chips e o disco rígido. Os cabos flat existentes no interior do computador são razoavelmente largos. Por elas temos acesso à parte traseira das placas de expansão. apesar de não ser estritamente necessário. podemos até mesmo dispensar o uso do ar condicionado. Como este ar quente está sempre sendo empurrado para trás do computador. ou seja. use um estabilizador de voltagem. deixando o computador menos vulnerável. Desta forma entrará mais ar pela parte frontal do gabinete. um raio que cair nas proximidades tende a danificar apenas o cabo. Quando um slot está vazio. Com essas providências. O ventilador puxa o ar de dentro do computador. um no-break. este sistema evita o aquecimento dos componentes. O sistema de ventilação do gabinete O calor é bastante prejudicial ao computador. Um verdadeiro filtro de linha tem como função principal. funcionando como obstáculos ao fluxo de ar. e a sua saída de ar fica na parte traseira do gabinete.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI 1) Nunca use o computador durante uma tempestade. proteger o computador de certas irregularidades que ocorrem na rede elétrica. Existem entretanto outras providências que devem ser tomadas. ou preferencialmente. o ar frio entra continuamente pelo gabinete. Dê alguns nós no cabo que liga a tomada telefônica até o computador. Muitas vezes o fabricante a chama apenas de extensão. e tendem a atrapalhar o fluxo de ar. O ar quente terá dificuldade para sair quando a parte traseira do computador fica muito próxima a uma parede ou móvel. e em conseqüência. não devemos deixar a fenda correspondente aberta. Falsos filtros de linha Na maioria das vezes. capaz de filtrar apenas uma pequena parte das imperfeições da rede elétrica. menos ar frio passará sobre o processador e o disco rígido. Outros possuem um filtro interno simplificado. mantenha as fendas da parte traseira do computador fechadas. Existem na parte traseira do gabinete. mas a loja a chama de filtro.

Use um filtro de linha adicional caso os cabos de força fiquem muito esticados ao serem ligados no estabilizador ou no primeiro filtro. Nesses casos procede-se da seguinte forma: 1) Coloca-se uma pequena tira de papel ou plástico cobrindo o contato a ser protegido. é seguro manter o computador no chão desde que o piso seja de algum material que não acumule poeira (tacos. Esses computadores tendem a ficar muito mais empoeirados internamente que os que ficam instalados sobre mesas. sobre os quais existem guias para fixação dos cabos. Até quando uma pessoa anda pelo carpete. 2) A seguir coloca-se. Outro problema é que ao simplesmente esbarrar com os pés em uma tomada. com risco de tocar nas placas e causar um curto-circuito. Este conector pode acidentalmente tocar sua parte metálica sobre os circuitos de alguma placa. Esta é uma das vantagens dos gabinetes tipo torre. Esses conectores não podem ser cobertos diretamente por nenhum tipo de fita. Os resultados vão desde erros físicos no disco rígido à perda total do trabalho em andamento. Por outro lado. mais espaço livre na mesa de trabalho. causando até mesmo a queda do computador. O espaço sob a mesa do computador deve ficar livre. pelo menos prenda os cabos sem uso de tal forma que não fiquem soltos. em muitos PCs. Tratam-se de suportes que são presos na mesa. piso sintético) e que esteja sempre limpo. fita durex para prender a tira de papel Se você não quiser ter este trabalho. um pouco de poeira é levantada para o ar. esta pode ser desligada momentaneamente. pois este procedimento não é nada recomendável quando o chão é forrado por carpete ou tapete. você pode adquirir organizadores de cabos. fios desorganizados sob a mesa do computador. pois a cola gruda em seus contatos impossibilitando seu uso no caso de uma futura conexão. alguns conectores da fonte de alimentação ficam sem uso.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Fiação elétrica Tomadas e extensões inadequadas. preferencialmente. e o computador ser repentinamente desligado. deixando assim. O grande perigo é que a qualquer instante o usuário pode tropeçar em um desses fios. Desta forma os cabos ficam mais organizados e menos espalhados sobre o chão. fios muito esticados ou fios muito longos estendidos de qualquer forma sobre o chão podem ser um perigo constante. ligue um estabilizador de voltagem ou filtro de linha. encontrados em algumas revendas de informática. Por exemplo. A partir da tomada de força existente na parede. A quantidade de poeira próxima ao chão é muito grande. e não ocupado por um emaranhado de fios e cabos. Para facilitar a organização dos cabos que partem da traseira do computador. monitor ou impressora. Computador no chão Muitos usuários são tentados a manter o computador no chão. enrole a parte excedente para que não fiquem espalhados pelo chão. pedra. Tome cuidado. Quando os cabos ficarem muito longos. . Conectores não utilizados Conectores não utilizados podem ser protegidos contra curto-circuitos. causando um pequeno curto-circuito que resulta na danificação de componentes.

mas faça-o pelo menos uma vez por ano para evitar problemas. Dilatação térmica – Quando o PC é ligado. Faça o mesmo com todos os conectores de cabos. Outros deixam cair. Isso tudo resulta em flexionamento excessivo do cabo do teclado. Além de ser muito melhor para jogar que o teclado. sempre que você abrir o computador para fazer uma limpeza semestral ou anual de contatos. Esta limpeza pode ser feita. dos drives de disquete e drive de CD-ROM) podem fazer com que os chips. Este imperceptível movimento pode ocorrer por dois motivos: Vibração – A vibração causada pelos diversos motores existentes em um PC (motores dos ventiladores. ou então quando abrir para instalar alguma placa de expansão. o joystick evitará que o teclado seja estragado devido aos maus tratos que normalmente sofrem durante os jogos. o que provoca mau contato devido ao rompimento de fios.SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA CETEP JAPERI Aperte os chips e conectores Chips encaixados em soquetes podem. por exemplo). talvez ansiosos ou irritados com o computador. depois de volta na mesa. serem lentamente desencaixados espontaneamente. principalmente os de luta e combate. conforme já foi abordado neste capítulo. a corrente elétrica que passa pelos chips provocará um pequeno aumento de temperatura. depois chegam o teclado para o lado para abrir espaço na mesa. Outros cuidados porém devem ser tomados com o teclado. É comum o caso de usuários desastrados que deixam cair café sobre o teclado. deve ser também feita uma limpeza no teclado. considere seriamente a possibilidade de comprar um joystick para o seu computador. e) Quando for realizada uma limpeza de poeira no seu computador. . suas teclas devem ser todas retiradas e a poeira e sujeiras devem ser limpos com um pincel seco ou mini-aspirador. do disco rígido. aproveite para re-apertar todos os chips que são encaixados em soquetes (o BIOS. Cuidados com o teclado A proteção do teclado contra a poeira e a umidade é feita através de uma capa apropriada. O resultado do afrouxamento é o inevitável mau contato. farelos de biscoito. ou tem um computador doméstico e filhos que gostam de jogar. batem com muita força ao pressionar as teclas. c) Evitar flexionar demais o cabo do teclado. Alguns usuários. Não precisa fazer isso toda vez que você abrir o computador. colocando-o sobre o colo. por exemplo. ao vibrarem de forma quase imperceptível em seus soquetes. Quando o PC é desligado. b) Pressionar as teclas com educação. Alguns usuários têm o triste hábito de mudar o teclado de lugar a todo instante. por exemplo. dos drives. Esses ciclos de aumento e diminuição de tamanho que ocorrem diariamente fazem com que os chips tendam a ficar frouxos em seus soquetes. os chips esfriam e encolhem. sejam lentamente afrouxados ao longo dos meses. Para evitar este problema. Isso fará com que os chips sejam discretamente dilatados. d) Se você é adepto dos jogos. para prolongar sua vida útil: a) Não comer e nem beber perto do teclado. com o passar dos meses. uma vez por ano. O teclado deve ser aberto.