You are on page 1of 7

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA

A REDESCOBERTA DO SAGRADO NA ULTRAMODERNIDADE
Sebastião Jacinto dos Santos sebastiaojacinto@hotmail.com Natal/RN, 2006

Antes mesmo de elaborar comentários iniciais sobre a temática proposta, faz-se necessário fazer um percurso histórico para entendermos melhor o fenômeno da busca ao Sagrado na Ultramodernidade.

1. IDADE MÉDIA: DEUS É A CAUSA DE TUDO
A influência da igreja na Idade Média foi marcante na vida medieval: a elaboração da cultura desenvolveu uma espaço mental em que o conhecimento do mundo, e de si mesmo pressupunha a tarefa de encontrar em toda a parte a ordem de Deus. Os conhecimentos produzidos, não poderiam em hipótese alguma contrariar as idéias religiosas, mesmo porque o próprio clero estava envolvido na elaboração e veiculação dos conhecimentos da época. O papel da razão, portanto, era justificar as doutrinas cristãs. A única fonte de conhecimento que se tinha era a Bíblia. Todo saber constituído subordinava-se a fé e toda visão de mundo era determinado por ela: a vontade de Deus exercia o papel de fundamento do raciocínio. Pensar em gerar conhecimento significava combinar opiniões tradicionais sobre as coisas, seguindo as regras aristotélicas. O saber é mediado, isto é, a pessoa não vai a realidade para comprová-la, mas as opiniões para falar sobre algo. A priori todos os problemas já estão solucionados. Deus é centro e a causa de todo fenômeno natural. Toda verdade é revela por Ele. Porém, vários acontecimentos a partir do século XVI vão enfraquecendo o poder da Igreja: o surgimento da burguesia; a reforma protestante que foi uma violenta campanha contra a tradição e contra a infabilidade papal; o surgimento de novos métodos científicos; a autonomia da filosofia em relação à teologia e a rejeição da filosofia nos moldes aristotélicos– escolástica que representou uma reviravolta no pensamento humano sendo, o filósofo Descartes, através da sua obra O Discurso do método, o principal responsável por essa mudança radical. Tendo em vista esses acontecimentos, o homem passa a não ser mais condicionado por um ser divino mas, pela sua própria razão. É ele que dá sentido a tudo que existe. Ele passa a procurar uma explicação racional para tudo que existe no mundo. A razão não é revelada e tem origem na própria estrutura cognitiva humana. É o período de um novo momento histórico chamado modernidade.

trazendo à tona o horror a vida. quando começa a emergir um novo tipo de humanidade consciente de sua própria autonomia e de sua própria força racional. É o fenômeno do "secularismo". Ela é garantia absoluta do destino progressista da humanidade. se Deus não é lógos. Stalinismo. entre estes e a sociedade. reduziu-se apenas ao controle técnico da natureza e dos homens. Vale dizer que valores comuns. fazendo com que as relações fossem regidas por um pragmatismo das ações tornando-as coisificantes e violentadoras. Ora. logo existo). As esferas da vida humana tornam-se sempre mais autônomas. Nesse período. a razão que antes emergira para combater o mito e promover a emancipação. a razão começa a celebrar o seu triunfo. que brota da certeza do progresso incontível rumo a condições de bem-estar generalizado. e se deslocou para a economia (produção e trabalho) e a política. e a racionalidade. a religião não conta. A religião passou para o domínio privado. A transcendência nada mais diz ao homem da modernidade. Este novo período chamado de modernidade desemboca na sociedade que denominamos "secularizada". O eixo da civilização deixou de ser a religião. O que conta na vida do ser humano é este mundo. empurrando a fé (no caso. Nazismo. a perspectiva teocêntrica dá lugar à antropocêntrica. No momento em que Descartes cunha o famoso axioma "Cogito. A ciência surge como o único meio para resolver. Desligando-se do Deus incognoscível. a . portanto. é a imanência. não pode ser conhecido pela razão humana. A MODERNIDADE: DEUS É A CIÊNCIA A modernidade é um processo que tem sua origem no século XVI. Para a sociedade moderna. Vê-se assim gerar uma Cultura do simulacro em que a representação artificial vale mais que o conteúdo. é escanteada e reduzida aos interesses do poder e do dinheiro que são a linguagem própria utilizada no mundo capitalista. como foi no passado. ao longo do tempo. O progresso. a fé cristã!) sempre mais para a periferia. armando-se com a "luz da razão". a proposta de tornar todos os indivíduos universalmente morais através da transferência de suas responsabilidades morais para o legislador falhou. que seria um limite à sua onipotência. A razão instrumentalizada criou um mundo artificial que invadiu o mundo humano através da robótica e do tecnicismo. não veio para todos. ergo sum" (Penso. A ética. Porém. a razão volta-se para o que pode conhecer. que se aguardava pelo desenvolvimento da inteligência do homem. Trata-se de um otimismo geral. todos os problemas humanos e sociais. A ciência não foi capaz de resolver todos os problemas sociais que afligiram e afligem a humanidade. tornar-se um atributo exclusivo do homem. como a fome. Trata-se de um momento histórico marcado pela valorização da razão e da autonomia do indivíduo em contraposição à fé e à submissão a superiores hierárquicos (fossem membros do clero ou governante)s. destruição da natureza e aumento da pobreza. assim como o projeto de igualdade e liberdade.2. Assim. trazendo conseqüências sérias para a vida humana: duas Guerras mundiais. ideais a perseguir comunitariamente são dissolvidos por uma razão autônoma e irracional que gera seres coisificados. Deus deixa de ser lógos. inserida em relações de trabalho e dominação. Tratava-se de vencer as "trevas da ignorância e do preconceito". A razão Cartesiana enraizou-se numa técnica e numa ciência que supervalorizou a racionalidade instrumental como único meio norteador e propulsor das ralações entre os indivíduos e. o mundo físico e o mundo humano. Entre os objetivos da modernidade aparecem dois como fundamentais: o esclarecimento e a emancipação dos homens.

A ética: Os filósofos modernos ficaram mais preocupados com a prática do que a teoria. ficando. A responsabilidade: além de proclamar a auto-suficiência da razão humana e de rejeitar a pretensão de Deus em ditar a sorte humana. o movimento moderno pulverizou qualquer chão sobre o qual se funda conceitualmente os mandamentos morais . subordinada aos efeitos causais. está perdendo seu valor como fonte de sentido e como princípio válido de orientação cultural. portanto. uma moralidade sem código ético. trazendo. Em vez do progresso sonhado. A ciência. Esta decepção tem a sua razão de ser ao considerar a situação cada vez pior em relação à vida humana e ao meio ambiente. como o que defino como uma metafísica brasileira: Teoria Inventiva da Realidade. a má distribuição de renda.minou a moralidade como tal: as responsabilidades não vão além das obrigações contratuais. Não existe uma justificabilidade. Tudo ficou reduzido ao campo prático. Vejamos as principais conseqüências aos efeitos drásticos causados pela modernidade. A ULTRAMODERNIDADE: CRISE MODERNA E RETORNO AO SAGRADO DA RACIONALIDADE Trata-se de um novo momento histórico conhecido como "crise da racionalidade moderna". Surge. Desse modo. um novo momento histórico chamado de ultramodernidade.4. considerando as guerras que prosseguem. Ela é crítica de si . houve regresso: concentração de riquezas nas mãos de poucos e aumento acelerado da pobreza. A ética ficou escanteada. A obediência: a obediência só se dá pelo cumprimento da lei. Esta crise das forças de configuração dos tempos modernos tem necessariamente seus efeitos sobre o que há de mais íntimo no homem do Ocidente e coloca em xeque seu pensar. O que se chegou a associar-se como a noção ultramoderna da moralidade é muitíssima vezes a celebração da morte do ético. deduz-se que o projeto da modernidade – este período governado pela deusa ciência e pela técnica – faliu. que estão presentes na ultramodernidade 3. 3. mais que acaba sendo a mesma coisa.3. as doenças sexualmente transmissíveis. Assim. da substituição da ética pela a estética. A modernidade entrou numa profunda crise. assim. 3. tudo passou a ser justificado. A fé que tanta gente fazia na razão humana para programar. as experiências atômicas que continuam. seu agir e seu sentir. 3. A moral não tem fundamento: a moral ultramoderna é fundamento sem fundamento por que nada é absoluto. Nenhuma norma é dogma. projetar alternativas e resolver as grandes questões humanas não satisfez as expectativas. Este ideal mostrou-se e mostra-se irrealizável. Ela vive flutuando e pode recair na cabeça de que nada tem haver. A responsabilidade pelo outro e pela a coletividade é negligenciada e só é sentida quando ela falta.1. assim. A ultramodernidade é neste caso. minando assim o mais sólido fundamentos em que se apoiou no passado a instrução moral. as injustiças e distâncias crescentes entre ricos e pobres e o fracasso de muitas previsões otimistas. com ligeiras mudanças. a repetição da modernidade.2. assim. É um momento histórico marcado pela descrença na razão e na ciência. então. etc. A pós-modernidade não acredita num progresso necessário e infinito.desigualdade social. A moralidade ultramoderna é. traduzindo-se assim. várias conseqüências para o novo momento histórico que estamos vivendo: 3.

6.9. virou anarquia: a responsabilidade desapareceu em meio a massa. assim com a responsabilidade moral de todo homem e de toda mulher. A verdade passa a ser interna a cada homem.7. e na racionalidade científica. nada no mar da incerteza. que pode ser a morte”. pois a realidade é uma ilusão. O mais universal de nosso slogan é nenhum excesso. Nossa responsabilidade moral e coletiva. As regras normativas passaram a ser o próprio indivíduo. o que fazer. e secundariamente evitar o desprazer”. A moralidade é não-universalizável. A moralidade é incuravelmente aporética: poucas escolhas (e apenas as que são relativamente triviais e de menor importância existencial) são boas sem ambigüidade. a responsabilidade que guia a pessoa moral está sempre adiante do que foi e do que pode ser feito. Percebe-se que raramente atos morais podem trazer completa satisfação. A concepção de verdade Não existe mais um fundo ontológico em relação a verdade. A sociedade tornou-se pluralista: não existe apenas uma cultura ou um pensamento. O grande tema. e os idealistas de ontem tornaram-se pragmáticos. que garantiria o futuro. sente e age em contexto de ambivalência e é acometido pela incerteza. Tudo é transitório. A mentalidade imediatista A ultramodernidade forma uma mentalidade imediatista no homem. 3. O singular é monótono. 6. e assim por diante. Enquanto a modernidade se baseia no ideal de trabalho (surgido principalmente após a "Revolução Industrial"). a ultramodernidade nega o interesse pelo futuro e procura a sensibilidade ao invés da racionalidade. pois cada homem possui a verdade dentro de si (panteísmo) e faz parte de um todo (Holos) que se percebe necessariamente no imanente. limitada só pela exigência de tolerância. até mesmo aquilo em que eu suponho acreditar). A maior parte das escolhas morais são feitas entre impulsos contraditórios onde o eu moral move-se. Para o homem pós-moderno existe apenas um propósito subjetivo: “acima de tudo experimentar fortes sentimentos de prazer. O seu lema é: "Aproveitar o máximo o presente e não se preocupa com o que vem depois. não mais exterior e transcendente. A incerteza moral: as normas éticas se tornam impotentes. 3. A autoridade e a inefabilidade são negadas pois não confiamos em nenhuma plenamente por logo tempo pois tudo é questionado e tido como suspeito. Trata-se de um individualismo não-adulterado e de busca de boa vida.8. Para o ultramoderno. 3. o único bem a ausência de bem. Deslegitimou-se a idéia de auto-sacrifício: as pessoas não estimuladas ou desejosas de se lançar na busca de ideais morais e cultivar valores morais. enquanto a moral moderna era crítica da religião e da ciência. liberdade e igualdade. e assim por diante. a única verdade seria a ausência de verdade. 3. O pacifismo consensual ultramoderno Não havendo pelo que lutar ou o que defender (tudo é relativo. 3. Cada um tem a capacidade de decidir sobre como viver.mesma.5. 5. os políticos depuseram as utopias. 4. a Ultramodernidade gera uma sociedade . Só é possível ser uno no plural.

exigiam o trabalho de várias gerações têm lugar atualmente em só geração. A fé que tanta gente fazia na razão humana para programar. vive-se um momento caracterizado pela carência de projetos concretos e coletivos. ao corpo e a aparência é uma constância. entre o ante e o depois. Trata-se de um pacifismo onde todos não lutam pelo que acreditam. muito menos matar ou morrer por alguma coisa que não vale a pena. 9. O adeus a tradição e a autoridade O homem ultramoderno não é mais o homem que sofre a ruptura entre o passado e o presente. então. de verdades pelas quais lutar. . 10. Assim.marcada pela sua pluralidade . Não há uma objetividade de juízo sobre os seres. ou não acreditam no que lutam. os conteúdos doutrinais e as religiões institucionalizada. de ideologias. deduz-se que o projeto da modernidade – este período governado pela deusa ciência e pela técnica – faliu. pois toda ideologia é falsa. Essa busca é caracterizada pela experiência emocional e pela valorização a subjetividade e tudo aquilo que diz respeito aos sentimentos. a péssima distribuição da renda a nível mundial.uma resposta eficiente para compensar as crises existenciais. em nível individual. logo. necessidades e feridas que a sociedade altamente tecnificada tem produzido: o horror de duas guerras mundiais neste século.íntima e sincretista. procura-se. projetar alternativas e resolver as grandes questões humanas não satisfez as expectativas da grande maioria. cria sempre algo que o ajude a viver mais. As inovações que. Será criador aquilo que rompe com o passado. não há como lutar por coisas incertas. desde suas formas pagãs. sem qualquer tipo de distinção. a tradição se torna inútil. antigamente. Já que não é possível encontrar respostas satisfatórias na razão humana para resolver os dramas pessoais e coletivos. A satisfação prazerosa é o princípio que justifica tudo o que se faz. está sempre superando a si mesma. mas o homem que carrega em si mesmo a ruptura como o mesmo de sua vontade. de certezas e objetivos. colocando em destaque uma experiência pessoal extremamente epidérmica . então. os artefatos bélicos atômicos capazes de destruir várias vezes toda a vida no planeta. O Sagrado vem sanar. uma emergência do Sagrado. Por esse motivo. A apatia política No campo político-social. um monte de lixo da história. Através da técnica o homem ultrapassa seus próprios limites.pacifista e consensual. É um retorno ao Sagrado. na experiência religiosa . até as manifestações conservadoras e fanáticas. onde o culto a estética. a ultramodernidade se traduz por uma profunda apatia e desinteresse. explicado pela própria ausência de ideais. mas um sagrado que nega a exigência da fé comunitária. No campo religioso: Retorno ao Sagrado Alguns propósitos e referências que guiaram a humanidade durante muito tempo desapareceram nesta virada de século. Desse modo. 8. Trata-se de uma fé sentimentalista que acaba na própria individualidade e que faz com que as pessoas provem todas as coisas. Percebe-se. as carências. a progredir na vida. A tecnologia A tecnologia entra como elemento que proporciona a humanidade uma vida melhor. 7.

Temas de filosofia. Maria Helena Pires. onde cada um faz o que quer e o que lhe agrada. pois demonstra a sede que todo homem tem de encontrar-se consigo mesmo e com Deus. rompendo com os esquemas tradicionais. Considerações Finais A onda mística destes últimos anos reflete forte dose compensatória da carência existencial. práticas de ocultismo mágico. 1986. os ares. quiromancia. é místico também. por isso.com a espantosa diferença entre o assim chamado "primeiro mundo" e o "terceiro mundo". ajuda-nos. a cultivar mais o elemento místico. pois nos permite a valorizar e a respeitar mais a subjetividade do indivíduo. É um verdadeiro “mélange” ecumênico. passagens pelo fogo. como no "terceiro" mundo. o homem reage buscando o oposto: a harmonia. Tradução de Antônio Ramos Rosa. Maria Lúcia de Arruda e MARTINS. Por outro lado. Nicola. o solo e o subsolo. Portanto. a angústia. técnica. que obedecem a uma fórmula de muita emoção e pouca razão. São Paulo: Moderna. assim. muitos procuram experiências religiosas mais adequadas ao novo contexto: esoterismo. a falta de sentido. como é justificável todos os problemas pela religião. Filosofando: introdução à filosofia. desgastando os relacionamentos humanos.1995. a "globalização da economia" que traz consigo o espectro do desemprego. a emoção. para concentrar-se no indivíduo necessitado de conforto. Por esse motivo. subprodutos do desenvolvimento. __________ . Presença. Rasga-se então enorme espaço para o surto religioso de todo tipo: esoterismo. pois ela continua devastando a natureza. . cultos afros e seitas pentecostais. O olhar desvia-se do sagrado como valor absoluto em si e. destruindo a cada dia inúmeras espécies de vida. Assim. O sagrado vem consolar. Lisboa: Ed. através da oração pessoal e da contemplação. Já não se pode confiar na razão instrumental. resolver os problemas imediatos. seja no "primeiro". Vol. poluindo as águas. 1992. o homem se volta para a religião em busca de paz e de bem estar para resolver os seus problemas espirituais é uma maneira de compensar e preencher as lacunas do seu mundo vazio e solitário. ARANHA. a intuição. 3ª ed. a busca do Sagrado não é um fenômeno religioso tipicamente negativo. impõem-se o medo. científica. VI. São Paulo: Ática. a fé na virada do tempo para uma Nova Era do homem aquariano. Entregue à frieza da técnica. cheio de descrença e ilusão. BIBLIOGRAFIA ABBAGNANO. se matar em nome de um deus ou de uma verdade religiosa. a razão fruitiva e comunicativa. à carência de sentido. normativo. astrologia. saunas hindus. Enfim. História da filosofia. E hoje. Alguns pontos merecem destaque. promessas de curas.

1995. 13º ed. 1993. Coleção filosofia. II. REALE. Educar e evangelizar na pós-moernidade. ___________ . São Paulo: Paulinas. Bárbara. Battista. TUGENDHAT. História da Filosofia. 1980. 2ª. Gilberto. 5ª ed. Tradução de João Azenhar. 1991. Col. GILSON. Lições sobre ética. Fundamentos da filosofia. Jostein. BOFF. São FREITAG. ed. Petrópolis: Vozes. São Paulo: Paulus. Filosofia. (Coleção filosofia). Vol. Dario. Marilena. ed. ANTISERI. 1983. Ernst. São Paulo: Saraiva. Mística e espiritualidade. São Paulo: Brasiliense. São Paulo: Paulinas. História e consciência do mundo. OLIVEIRA. Petrópolis: Vozes. História da filosofia cristã desde as origens até Nicolau de Cusa. MONDIN. Petrópolis: Vozes. Etienne. 1997. 3ª ed. CONTRIN. Manfredo Araújo de. Philotheus. Crítica da modernidade. São Paulo: Atual. . 1995. São Paulo: Saraiva. CHAUÍ. José Auri. Curso de filosofia. 1997. Alain. Giovanni. 2ª ed. 4ª ed. O Mundo de sofia.BOEHNER. Tradição de Raimundo Vier. São Paulo: Ática. Convite à filosofia. 4ª ed. Tradução de Benôni Lemos. 1993. São Paulo: Loyola. Introdução à filosofia. Tradução de Renard. 1997. 3.1992. GASTALDI. GAARDER. ___________. A teoria crítica ontem e hoje. I. Ética e racionalidade moderna. L. Filosofia: iniciação à investigação filosófica. TOURAINE. 3. ed. CUNHA. 1991.