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IMPLANTAÇÃO DE TRILHA INTERPRETATIVA EM ÁREAS DE MATA CILIAR E CERRADO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE IPAMERI (GO) Israel Gamboa1
E-mail: israelgamboa@gmail.com

Vitor Corrêa de Mattos Barretto2
E-mail: barrettovitor@yahoo.com.br

Marcus Vinicius Moreira Xavier3
Email: marcusilpf@hotmail.com

Resumo: O processo de degradação de uma considerável parte das matas ciliares foi resultado da expansão desordenada das fronteiras agrícolas. Com o objetivo de contribuir para a formação da consciência ambiental de estudantes universitários, de nível fundamental e médio e despertar uma visão crítica do meio em que vivem, foi implantada uma trilha interpretativa em área de mata ciliar e Cerrado na Universidade Estadual de Goiás (UEG), Unidade Universitária de Ipameri (GO). A demarcação do trajeto da Trilha foi realizada no dia 12 de setembro de 2009, por membros do Núcleo de Estudos Ambientais (NEA). Foi realizada a manutenção e abertura da trilha dentro da Mata, bem como uma limpeza, abrindo uma “picada” de aproximadamente 1,0 m de largura, extraindose cipós, galharia e tocos do solo. O trajeto da Trilha possui 1,5 km de extensão, de baixo nível de dificuldade, intensidade leve e baixo nível técnico. O tempo necessário para percorrer os 09 pontos de interpretação alocados na Trilha do Lava-Pés varia de trinta minutos a duas horas. Foram alocados 09 pontos de interpretação. Palavras-chave: Educação ambiental. Mata ciliar. Trilha interpretativa. Abstract: The degradation of the Riparian forest was the result of the disorganized and thoughtless expansion of the agricultural borders. There was a focus on creating an environmental awareness starting at primary school all the way through to university. There has been an Interpretative Track using a section of the Riparian and Cerrado forest preserved at the State University of Goiás (SUG), Unity of Ipameri-GO. On the 12th September the direction of the track was realized by the members of the Environmental Studies Group (ESG). There has been a couple of things done to the track, a widening by around one meter, and the clearing of any plants that might have been on the track. There has also been a 1.5km extension with thought going into making it low impact and easier to

1

Graduando em agronomia. Estudante da Universidade Estadual de Goiás, UnU Ipameri (GO). Núcleo de Estudos Ambientais (NEA). 2 Docente da Universidade Estadual de Goiás, UnU Ipameri (GO). Núcleo de Estudos Ambientais (NEA). 3 Graduando em engenharia florestal. Estudante da Universidade Estadual de Goiás, UnU Ipameri (GO). Núcleo de Estudos Ambientais (NEA).
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manage. It takes approximately thirty minutes up to two hours to walk though all nine plots on the Lava-Pés. Key words: Environmental education. Riparian forest. Interpretative track. 1 Introdução O processo de degradação de matas ciliares historicamente tem resultado da expansão desordenada das fronteiras agrícolas, que na maioria dos casos contou com um planejamento ambiental prévio, que possibilitasse delimitar as áreas que deveriam ser ocupadas pela atividade agropecuária e as áreas que deveriam ser preservadas em função de suas características ambientais e legais (RODRIGUES; GANDOLFI, 2000). A ganância e a desinformação de proprietários rurais, vinculada a outras dificuldades em se fazer cumprir a lei e a pobreza são os motivos que tem contribuído para elevar o índice de degradação das matas ciliares (SOUZA et al., 2005). Em função disso, as matas ciliares em diversas regiões do Brasil estão reduzidas a fragmentos esparsos e profundamente perturbadas (PINTO et al., 2005). É importante ressaltar que a preservação das nascentes presentes nesta área, permite controlar e preservar a qualidade e quantidade da água disponível tanto sob a superfície, quanto em lençol freático (SOUZA et al., 2007). Por isto, Borges et al. (2005) ressaltam a importância de se promover uma maior consciência político-ambiental, integrada à educação e ao

cumprimento das leis de proteção à vida e ao meio ambiente por agentes sociais para reverter a maioria dos processos de degradação da paisagem aqui representada pelas matas ciliares. O Código Florestal (Lei Federal 4.771/65) é o principal instrumento jurídico brasileiro que normatiza a proteção dos recursos ambientais (BRASIL, 1965). Nesta Lei consta que é proibido qualquer uso ou manejo com fins econômicos em Área de Preservação Permanente (APP) e se preconiza que a floresta ou outra forma de vegetação natural é considerada APP quando situada ao entorno das nascentes, ao longo dos cursos d’água e na bordas de tabuleiros. Em relação a isto, o domínio do cerrado encontra-se em uma situação preocupante do ponto de vista da degradação sendo incluído na lista dos
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ecossistemas de maior diversidade e dos mais ameaçados do mundo (MYERS et al., 2000). Diante dessa situação, a interpretação ambiental é uma técnica didática, flexível e moldável às mais diversas situações, que busca esclarecer os fenômenos da natureza em linguagem acessível e adequada, utilizando os mais diversos meios. Procura promover no público o sentimento de pertinência à natureza, através da sua transformação íntima em relação aos recursos naturais, sua compreensão e entendimento, pela na e, esperança de gerar interesse, pela vida

consideração,

respeito

natureza

conseqüentemente,

(GUIMARÃES, 1998). É clara a estreita relação entre interpretação e educação Ambiental, uma vez que ambas, mesmo enquanto ciências distintas buscam a mudança de postura das pessoas frente à natureza. Porém, a diferença reside no fato de Educação Ambiental ser um processo continuado, que deve acontecer ao longo de todas as fases de formação do indivíduo, enquanto a Interpretação Ambiental é projetada para um momento específico e de curta duração, ou seja, enquanto o visitante permanece no local (SILVA et al., 2006). Nesse sentido, de acordo com Santos et al. (2007), as trilhas interpretativas se enquadram como alternativas na forma organizada e consciente de usufruir uma área natural, dando condições aos visitantes, de despertar a sensibilização para a preservação da natureza. A trilha de interpretação é definida como sendo um percurso em um sítio natural propiciando explicações sobre o meio ambiente, flora, fauna e fenômenos naturais locais, que promovem o contato mais estreito entre o homem e a natureza (GUILLAUMON et al., 1977). Por isto, o uso de trilhas para a interpretação de áreas naturais tem sido freqüentemente recomendado por oferecer oportunidades de contato direto com o ambiente natural, direcionado ao aprendizado e à sensibilização. Além disso, proporcionam oportunidades de reflexão sobre valores, indispensáveis a mudanças comportamentais que estejam em equilíbrio com a conservação dos recursos naturais (CURADO; ANGELINI, 2006). A trilha interpretativa é uma das ferramentas de educação ambiental que ajuda a promover a percepção das pessoas, de modo que possam despertar
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o interesse pela preservação de um espaço ao qual elas têm acesso e contato com as espécies. Há o reconhecimento crescente de que o envolvimento da população local é o elemento principal que está faltando nas estratégias de manejo e conservação (PRIMACK; RODRIGUES, 2001). As trilhas apresentam ônus baixo para sua estruturação, constituem um instrumento pedagógico prático e dinâmico, proporcionando uma aproximação à realidade dos temas abordados; suscitam uma dinâmica de observação, de reflexão e de sensibilização; proporcionam uma diversificação de atividades e também um comportamento a ser adotado. Seu inconveniente é que exigem manutenção e fiscalização permanente, principalmente em áreas onde há ocupação urbana nas adjacências (ESPIRITO SANTO, sem data). Bizerril (2003), Bizerril e Faria (2003) afirmam que a educação ambiental feita diretamente no campo é um forte instrumento na conscientização da riqueza e beleza do domínio cerrado, que muitas vezes, é tratado como um ecossistema pobre e sem valor para a conservação. Com o objetivo de contribuir para a formação da consciência ambiental de estudantes universitários, de nível fundamental e médio e despertar uma visão crítica do meio em que vivem, foi implantada uma trilha interpretativa em área de mata ciliar e Cerrado na Universidade Estadual de Goiás, Unidade Universitária de Ipameri (GO). 2 Materiais e métodos 2.1 Caracterização da área para implantação da trilha interpretativa A trilha localiza-se em área da fazenda experimental da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Unidade Universitária de Ipameri, com as seguintes coordenadas: 17º43’04”S e 48º08’23.54”O (Figura 1A). A trilha abrange uma área de Mata Ciliar, cortada pelo afluente do Córrego Lava-Pés, e Cerrado. A área de vegetação ciliar possui uma parte em bom estado de preservação e outra já alterada pela ação antrópica. As nascentes do Córrego Lava-Pés encontram-se em área rural de propriedade particular e em área pública, pertencente à Unidade Universitária de Ipameri da Universidade Estadual de Goiás. O Córrego Lava-Pés é um importante
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afluente do Ribeirão Vai-Vem, o qual corta a cidade na maior parte de sua extensão, desaguando no perímetro urbano de Ipameri (FIRMINO, 2003). 2.2 Implantação da trilha interpretativa O percurso da Trilha dentro da Mata Ciliar e no Cerrado foi definido por já existir caminhos demarcados na área, pois esta localiza-se próxima a um bairro e recebe visitação da população. A demarcação do trajeto da Trilha foi realizada no dia 12 de setembro de 2009, por membros do NEA da UEG. Os mesmos realizaram a manutenção e abertura de alguns trechos da trilha dentro da mata. Realizaram a limpeza do caminho, abrindo “picada” de aproximadamente 1,0 m de largura, extraindo cipós, galharia, tocos do solo e outros elementos que pudessem obstruir a passagem e oferecer segurança aos visitantes. O trajeto da Trilha possui, aproximadamente, 1,5 quilômetro de extensão (Figura 1B).

A)

B)

Figura 1 - Vista geral das matas ciliares da Universidade Estadual de Goiás, UnU Ipameri (GO) (A). Detalhe em amarelo do trajeto da Trilha Interpretativa do Lava-Pés e alguns pontos de restauração ecológica, na Universidade Estadual de Goiás, UnU Ipameri (GO) (B). Google Earth, 2007. 2.3 Determinação dos pontos interpretativos Os membros do NEA realizaram o percurso ao longo da trilha para definir os prováveis pontos de interpretação, no dia 12 de setembro de 2009. Foram alocados 09 pontos de interpretação, procurando ressaltar a beleza cênica natural, a importância da vegetação nativa e ciliar e das águas do Córrego LavaUFG-CAC | Gamboa, Israel; Barretto, Vitor Corrêa de Mattos; Xavier, Marcus Vinicius Moreira. IMPLANTAÇÃO DE TRILHA INTERPRETATIVA EM ÁREAS DE MATA CILIAR E CERRADO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE IPAMERI (GO)

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Pés. Os pontos de interpretação foram: P1 – recepção dos visitantes; P2 – Área de Preservação Permanente sem vegetação com poleiros artificiais; P3 – Área de Preservação Permanente sem presença de vegetação ciliar; P4 – Presença de coletores de sementes para auxiliar no enriquecimento de clareiras; P5 – Coroamento de regeneração natural; P6 – Transposição de galharia para auxiliar na disseminação e dispersão de sementes; P7 – Córrego Lava-Pés preservado; P8 – Transição Mata Ciliar com Cerrado; P9 – Espécies nativas do Cerrado (Ananas ananassoides Ananás, Stryphnodendron barbatiman Mart. –

Barbatimão, Qualea grandiflora – Pau-terra). 2.4 Definição do nome para a trilha Com a participação de todos os membros do NEA, foi realizada uma discussão para determinar o nome mais característico para a trilha. Algumas sugestões foram: Trilha da UEG, Trilha dos Ananás, Trilha do Lava-Pés, Trilha Água Limpa. Após o debate a decisão foi consensual em torno do nome Trilha do Lava-Pés. 3 Resultados e discussões A presença de clareiras dentro da mata, devido principalmente aos desmatamentos e efeito de borda e, consequentemente, sulcos de erosão foram primordiais na implementação de técnicas de restauração ecológica de áreas degradadas. Ainda, por se tratarem de modelos pouco onerosos e de fácil implementação, optou-se por implantar na área de mata ciliar, poleiros artificiais, transposição de galharia, coletores de sementes e realização de coroamento da regeneração natural como mostrado nas Fotografias 1 e 2. Os poleiros artificiais visam atrair aves e morcegos para áreas abertas, pois segundo Reis et al. (2003), sabe-se que estes são os animais mais efetivos na dispersão de sementes e propiciar ambientes para que esses animais possam pousar, constitui uma das formas mais eficientes de atrair sementes em áreas degradadas (Fotografia 1B). As leiras de galharia no campo constituem, além de incorporação de matéria orgânica no solo e potencial de rebrotação e germinação, abrigos e microclima adequados para diversos animais, como roedores, cobras e avifauna,
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pois são locais para ninhos e alimentação. As leiras normalmente são ambientes propícios para o desenvolvimento de larvas de coleópteros decompositores da madeira, cupins e outros insetos (REIS et al., 2003). A serapilheira por ser composta por folhas, frutos, sementes e outros componentes vegetais e eventualmente conter exemplares de insetos e outros organismos, a sua deposição em novas áreas poderá enriquecê-las com outras espécies ou mesmo com organismos benéficos (BRAGA et al., 2007). De acordo com Martins (2009), o coroamento da regeneração natural de espécies arbóreas ao redor dessas plantas auxilia a capacidade de autorecuperação que o ecossistema ainda pode possuir, pois estimula o crescimento de plântulas suprimidas em áreas invadidas por gramíneas ou em pastagens abandonadas. A Trilha do Lava-Pés é classificada como interpretativa, de curta distância e monitorada simples. Apresenta 1,5km de extensão sendo de baixo nível de dificuldade, intensidade leve e requer baixo nível técnico, de acordo com Andrade (sem data), a qual pode ser percorrida por visitantes de qualquer idade, principalmente crianças. O tempo necessário para percorrer a Trilha do Lava-Pés varia de acordo com as características de cada grupo, variando de trinta minutos a duas horas. A Trilha é de rápido acesso e com diversos pontos para descanso e pontos de interpretação (Fotos 1 e 2).

A)

B)

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D)

Foto 1 - Trilha interpretativa do Lava-Pés na Universidade Estadual de Goiás, Unidade de Ipameri (GO). Início da Trilha do Lava-Pés (A). Primeiro ponto de interpretação da Trilha Lava-Pés com poleiro artificial de bambu (B). Vista aproximada do poleiro artificial de bambu (C). Terceiro ponto de interpretação da Trilha Lava-Pés com um coletor de sementes (D).

A)

B)

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C)

D)

Foto 2 - Vista parcial da Trilha do Lava-Pés dentro da mata ciliar (A). Terceiro ponto de interpretação com o coroamento de regeneração natural (B). Quarto ponto de interpretação com galharia amontoada (C). Quinto ponto de interpretação no afluente do Córrego Lava-Pés e samambaiaçu (D). Os visitantes devem ser divididos em grupos de dez pessoas e cada grupo deve ser acompanhado por dois guias capacitados. Assim, a Trilha do Lava-Pés permite aos visitantes uma percepção do reflexo degradante da atividade antrópica em área de preservação permanente e, possibilita ressaltar o valor de atitudes de conservação, tais como as técnicas de restauração ecológica, na obtenção de um meio ambiente equilibrado. O percurso na Trilha do Lava-Pés tem ainda como atrativos a presença de espécies vegetais como Ananás (Ananas ananassoides), othonianum), Pequizeiro (Caryocar brasiliense), Cajueiro L.), (Anacardium Barbatimão

Pata-de-vaca-roxa

(Bauhinia

purpurea

(Stryphnodendron barbatiman Mart.), dentre outras. Segundo Magro & Freixêdas (1998), cabe ao planejador de trilhas despertar a curiosidade do visitante sobre os recursos existentes, preocupando-se sempre em aumentar a qualidade da experiência durante a visita. Na Trilha interpretativa do Lava-Pés também foram elaboradas e instaladas algumas placas informativas com explicações. Houve também a preocupação por parte dos idealizadores da Trilha com os aspectos ambientais do local, evitando causar o mínimo impacto ambiental na área. 4 Considerações finais

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O uso de trilhas interpretativas é um importante recurso didático de educação não-formal, que auxilia na educação ambiental. A implantação da Trilha do Lava-Pés está contribuindo como atividade de prática pedagógica para a educação ambiental de estudantes universitários, de nível médio e fundamental. Além disso, trata-se de um instrumento importante para a promoção da conscientização da população e comunidade científica sobre a importância da preservação e conservação do meio ambiente. REFERÊNCIAS ANDRADE, W. J. Manejo de trilhas. Disponível em: http://www.infotrilhas.com/Downloads/man_trilha.doc. Acesso em: 15 out. 2009. BORGES, M. J.; PISSARA, T. C. T.; VALERI, S. V.; OKUMURA, E. M. Reflorestamento compensatório com vistas à retenção de água no solo da bacia hidrográfica do Córrego Palmital, Jaboticabal (SP). Scientia Forestalis, Piracicaba, n. 69, p. 93-103, 2005. BIZERRIL, M. X. A. O Cerrado nos livros didáticos de geografia e ciências. Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 32, n. 192, p. 56-60, 2003. BIZERRIL, M. X. A.; FARIA, D. S. A escola e a conservação do Cerrado: uma análise do ensino fundamental do Distrito Federal. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, Porto Alegre, v. 10, p. 19-31, 2003. BRAGA, A. J. T.; GRIFFITH, J. J.; PAIVA, H. N.; SILVA, F. C.; CORTE, V. B.; MEIRA NETO, J. A. A. Enriquecimento do sistema solo-serapilheira com espécies arbóreas aptas para recuperação de áreas degradadas. Revista Árvore, Viçosa, n. 6, v. 31, p. 1145-1154, 2007. BRASIL. Lei Federal no 4.771, de 15 de setembro de 1965. Instituiu o Código Florestal Brasileiro. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4771.htm. Acesso em: 02 out. 2009. CURADO, P. M.; ANGELINI, R. Avaliação de atividade de educação ambiental em trilha interpretativa, dois a três anos após sua realização. Acta Scientiarum Biological Sciences, Maringá, v. 28, n. 4, p. 395-401, 2006. ESPIRITO SANTO, A. P. Trilhas ecológicas interpretativas. Disponível em: http://www.ufpa.br/npadc/gpeea/artigostext/trilhas.pdf. Acesso em: 20 out. 2009. FIRMINO, W. G. A ação antrópica na mata ciliar das nascentes do Córrego Lava-Pés em Ipameri (GO). 2003. 47 f. Monografia - Universidade Estadual de Goiás, Pires do Rio (GO). 2003. GUILLAUMON, J. R.; POLL, E.; SINGY, J. M. Análise das trilhas de interpretação. São Paulo: Instituto Florestal, 1977. 57 p. (Bol. Técn. IF, 25). GUIMARÃES, S. T. L. Trilhas interpretativas: a aventura de conhecer a paisagem. Ambiente e Sociedade, n. 5, p. 108-110, 1998.
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