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RESUMO AULA JUDAISMO MOCIDADE

JUDAISMO –a mais antiga das três principais religiões monoteístas (as outras duas são o
cristianismo e o islamismo).
Surgido da religião mosaica, o judaísmo, apesar de suas ramificações, defende um
conjunto de doutrinas que o distingue de outras religiões: a crença monoteísta em
YHWH (às vezes chamado Adonai ("Meu Senhor"), ou ainda HaShem ("O Nome") -
ver Nomes de Deus no Judaísmo) como criador e Deus e a eleição de Israel como povo
escolhido para receber a revelação da Torá que seriam os mandamentos deste Deus.

ORIGEM - De acordo com a visão religiosa o judaísmo é uma religião ordenada pelo
Criador através de um pacto eterno com o patriarca Abraão e sua descendência

ABRAÃO – Abraão é citado no livro de Gênesis como a nona geração de Sem, o qual
foi um dos filhos do patriarca Noé que tinha sobrevivido às águas dilúvio.
Segundo a Bíblia E estas são as gerações de Tera: Terá gerou a Abraão, a Naor e a
Harã; e Harã gerou a Ló. E morreu Harã, estando seu pai Terá ainda vivo, na terra de
seu nascimento, em Ur dos caldeus. (Gênesis 11: 27-28)
O Livro dos Jubileus, considerado como uma obra apócrifa entre os judeus e cristãos,
diz que Abraão, já aos catorze anos de idade, quando ainda residia com caldeus com sua
família, teria começado a compreender que os homens da terra haviam se corrompido
com a idolatria adorando as imagens de escultura. Então Abraão não aceitou mais
adorar ídolos com o seu pai Tera e começou a orar a Deus, pedindo-lhe que conservasse
a sua alma pura do erro dos filhos dos homens e também a de seus descendentes.
Diz também o livro de Jubileus, no seu capítulo 12:10, que Abraão casou-se com Sara,
no ano 49 de sua vida. E, quando o patriarca estava com 60 anos, ocorreu a morte
trágica de seu irmão Harã,

A Aliança de Abraão com Deus

No capítulo 15 de Gênesis, Deus aparece a Abraão. Tendo este oferecido um sacrifício a


Deus, foi-lhe revelado sobre o futuro de sua descendência que suportaria a escravidão
por quatrocentos anos e que depois retornaria para a terra prometida.
Então disse a Abrão: saibas, decerto, que peregrina será a tua semente em terra que
não é sua; e servi-los-á e afligi-la-ão quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a
gente à qual servirão, e depois sairão com grande fazenda. E tu irás a teus pais em
paz; em boa velhice serás sepultado. E a quarta geração tornará para cá; porque a
medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia. (Gênesis 15:13-16)

Nascimento de Ismael

Ao deparar-se na condição de não conseguir ter filhos, Sara sugere à Abraão que ele
tome por esposa sua escrava egípicia Agar e que tivesse um filho com ela e que através
disso ela seria mãe. "E disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de
gerar; entra pois à minha serva; porventura terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de
Sarai." Gênesis 16.2.
Hagar então gerou a Ismael, considerado pelos muçulmanos como o ancestral dos
povos árabes.

Porém DEUS havia falado com Abrãao que seria Isaque e não Ismael que seria o filho
da promessa, isso fica claro em Gênesis 17.19: "E disse Deus: Na verdade, Sara, tua
mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele estabelecerei a
minha aliança, por aliança perpétua para a sua descendência depois dele."

Com o nascimento de Isaque, surgem conflitos entre ele e Ismael e Sara, impelida pelas
provocações, exige que Abrãao mande embora Agar e Ismael.

Preocupado com isso, Abrãao consulta a DEUS que lhe garante a segurança do menino
e da mãe e que dele também fará uma nação. "E pareceu esta palavra muito má aos
olhos de Abraão, por causa de seu filho. Porém Deus disse a Abraão: Não te pareça
mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva; em tudo o que Sara te diz,
ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência. Mas também do
filho desta serva farei uma nação, porquanto é tua descendência." Gênesis 21.11-13.

Após isso Abraão enviou Agar e Ismael para o vale árido de Becá, ao sul. Ismael deu
origem a nação árabe, e Isaac origem a nação judaica.

A mudança no nome de Abraão e a instituição da circuncisão

Aos noventa e nove anos, novamente Deus aparece a Abraão, confirmando-lhe a sua
promessa. Deus ordena que Abraão e todos os homens de sua casa fossem
circuncidados. E que toda criança do sexo masculino que nascesse receberia esse sinal
ao oitavo dia.

O filho … de oito dias, pois, será circuncidado; todo macho nas vossas gerações, o
nascido na casa e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua
semente. (Gênesis 17:12)

É nesta ocasião que Deus muda também os nomes de Abraão e de Sara, os quais até
então chamavam-se Abrão e Sarai.

O nome Abraão significa pai de muitas nações.

Já a mudança do nome de Sarai para Sara é explicada na Bíblia com a promessa do


nascimento de um filho, pondo fim à sua esterilidade.

A morte de Abraão

A morte de Abraão é comentada no capítulo 25 de Gênesis, o qual teria vivido cento e


setenta e cinco anos e foi sepultado na Cova de Macpela por Isaque e Ismael.

Tudo o que tinha deixou de herança para Isaque, guardando apenas presentes para os
filhos de Hagar e de Quetura. Os registros referem que todas as propriedades de Abraão
foram para o seu filho Isaac, o filho de Sara que tinha o status de esposa. Agar não foi
esposa de Abraão, mas sim uma concubina. Quetura foi esposa de Abraão após a morte
de Sara.
Isaac casou-se com sua bela prima Rebeca, que foi sua única esposa. E Isaque orou
insistentemente ao Senhor por sua mulher, porquanto era estéril; e o Senhor ouviu as
suas orações. E o Senhor disse a Rebeca: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se
dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior
servirá ao menor (Gênesis 25;23). Falar que jacó enganou isaque e se tornou o
herdeiro

Levi, filho de Jacó


Levi era o terceiro Filho da união de Jacó e Lia, Quanto à sua vida sabe-se pouco

Levi teve 3 filhos, dos quais nasceram as famílias da tribo de Levi: Gérson, Coate e
Merari. Da linhagem de Coate nasceram Moisés e Arão.

Moisés foi um profeta israelita da Bíblia hebraica (Tanakh, conhecida entre os cristãos
como Antigo Testamento), da Tribo de Levi. De acordo com a tradição judaico-cristã,
Moisés foi o autor dos 5 primeiros livros do Antigo Testamento (veja também
Pentateuco). É encarado pelos judeus como o principal legislador e um dos principais
líderes religiosos. FALAR DA HISTÓRIA DOS HEBREUS NO EGITO E DE
MOISÉS casando-se com Séfora Quarenta anos depois (1512 a.C.[1]), no Monte de
Horebe, ele depara-se com uma sarça ardente que queimava mas não se consumia e
assim é finalmente "comissionado pelo Deus de Abraão" como o "Libertador de Israel".

Logo no início da jornada, no Monte de Horebe, na Península do Sinai, Moisés recebeu


as Tábuas dos Dez Mandamentos do Deus de Abraão, escritos "pelo dedo de Deus". As
tábuas eram guardadas na Arca do Concerto. Depois, o código de leis é ampliado para
cerca de 600 leis. É comumente chamado de Lei Mosaica. Os judeus, porém, a
consideram como a Lei (em hebr. Toráh) de Deus dada a Israel por intermédio de
Moisés. Em seguida, os israelitas vaguearam pelo deserto durante 40 anos até chegarem
a Canaã.

PRINCIPIOS BÁSICOS - O princípio básico do judaísmo é a unicidade absoluta de


YHWH como Deus e criador, onipotente, onisciente, onipresente, que influencia todo o
universo, mas que não pode ser limitado de forma alguma (o que carateriza em idolatria,
o pecado mais mortal de acordo com a Torá). A afirmação da crença no monoteísmo
manifesta-se na profissão de fé judaica conhecida como Shemá. Assim qualquer
tentativa de politeísmo é fortemente rechaçada pelo judaísmo, assim como é proibido
seguir ou oferecer prece à outro que não seja YHWH.

Conforme o relacionamento de YHWH com Israel, o judaísmo enfatiza certos aspectos


da divindade chamando-o por títulos diferenciados (ver Nomes de Deus no Judaísmo).

O judaísmo posterior ao exílio no entanto assumiu a existência de uma corte espiritual


na qual Deus seria uma espécie de rei, o qual controlaria seres para execução de sua
vontade (anjos). Esta visão era aceita pelos fariseus e passada para o posterior judaísmo
rabínico, mas no entanto desprezada pelos saduceus.

Fariseu ( o nome dado a um grupo de judeus devotos à Torá, surgidos no século II a.C..
Opositores dos saduceus, criam uma Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram
os criadores da instituição da sinagoga. Com a destruição de Jerusalém em 70 d.C. e a
queda do poder dos saduceus, cresceu sua influência dentro da comunidade judaica e se
tornaram os precursores do judaísmo rabínico.A palavra Fariseu tem o significado de
"separados", " a verdadeira comunidade de Israel", "santos".
Sua oposição ferrenha ao Cristianismo rendeu-lhes através dos tempos uma figura de
fanáticos e hipócritas que apenas manipulam as leis para seu interesse. Esse
comportamento deu origem à ofensa "fariseu", comumente dado às pessoas dentro e
fora do Cristianismo, que são julgados como religiosos aparentes.

Saduceus Também para esta seita ou partido é difícil determinar a origem. Sabemos
que existiu nos últimos dois séculos do Segundo Templo, em completa discórdia com os
fariseus. O nome parece proceder de Sadoc, hierarca da família sacerdotal dos filhos de
Sadoc, que segundo o programa ideal da constituição de Ezequiel devia ser a única
família a exercer o sacerdócio na nova Judéia. De modo que, dizer saduceus era como
dizer "pertencentes ao partido da estirpe sacerdotal dominante". Diferiam dos fariseus
por não aceitarem a tradição oral.. O conflito entre estes dois partidos foi o desastre dos
últimos anos da Jerusalém judia.

OS FARISEUS ACREDITAVAM EM ANJOS E RESSUREIÇÃO E OS


SADUCEUS NÃO

Judeus e não-judeus: as leis de Noé

O judaísmo não é atualmente uma religião proselitista, ainda que no passado já tenha
efetuado missões deste tipo. Mais precisamente apenas o patriarca Avraham o fazia,
HOJE se tornou uma prática proibida. Atualmente o judaísmo aceita a pluralidade
religiosa, e prega a obrigação dos cumprimentos da Torá apenas ao povo judeu. No
entanto defende que certos mandamentos (chamados de Leis de Noé, devido à terem
sido entregues por Deus a Noé depois do Dilúvio), devem ser seguidas por toda a vida.

Judaísmo e Cristianismo

Apesar do Cristianismo defender uma origem judaica, o judaísmo considera o


cristianismo uma religião pagã. Apesar da existência de judeus convertidos ao
Cristianismo e outras religiões, não existe nenhuma forma de judaísmo que aceite as
doutrinas do Cristianismo como a divindade de Jesus ou a crença em seu caráter
messiânico (ver Religiosidade judaica e Judaísmo messiânico). Algumas ramificações
tentaram ver Jesus como um profeta ou um rabino famoso, mas hoje esta visão também
é descartada pela maioria dos judeus.

Um judeu (em hebraico: ‫די‬ ִ ‫ְיהו‬, transl. Yehudi, no singular; ‫דים‬


ִ ‫ְיהו‬, Yehudim, no plural;
ladino: ‫ג׳ודיו‬, Djudio, sing.; ‫ג׳ודיוס‬, Djudios, pl.; iídiche: ‫ייד‬, Yid, sing.; ‫יידן‬, Yidn, pl.)
é um membro do grupo étnico e religioso originado nas Tribos de Israel ou hebreus do
Antigo Oriente. O grupo étnico e a religião judaica, a fé tradicional da nação judia, são
fortemente inter-relacionados, e pessoas convertidas para o judaísmo foram incluídas no
povo judeu e judeus convertidos para outras religiões foram excluídos do povo judeu
durante milênios.

Os judeus foram palco de uma longa história de perseguições em várias terras,


resultando numa população que teve frequentemente seus números e suas distribuições
alteradas ao longo dos séculos. A maioria das autoridades coloca o número de judeus
entre 12 e 14 milhões, representando 0,2% da atual estimada população mundial.[9] De
acordo com a Agência Judia para Israel, no ano de 2007 havia 13,2 milhões de judeus
mundialmente; 5,4 milhões (40,9%) em Israel, 5,3 milhões (40,2%) nos EUA, e o resto
distribuído em comunidades de vários tamanhos no mundo inteiro.[1] Esses números
incluem todos aqueles que se consideram judeus se ou não se afiliaram, e, com a
exceção da população judia de Israel, não inclui aqueles que não se consideram judeus
ou que não são judeus por halachá. A população total mundial judia, entretanto, é difícil
para medir. Além das considerações haláhicas, há fatores seculares, políticos e
identificações ancestrais em definindo quem é judeu que aumentam o quadro
consideravelmente.[1]

A palavra "judeu" originalmente era usada para designar aos filhos de Judá, filho de
Jacó, posteriormente foi designado aos nascidos na Judéia.[10] Depois da libertação do
cativeiro da Babilônia, os hebreus começaram a ser chamados de judeus. A palavra
portuguesa "judeu" se origina do latim judaeu e do grego ioudaîos. Ambas palavras vêm
do hebraico, ‫יהודי‬, pronuncia-se "iehudí". O primeiro registro do vocábulo em
português foi no ano de 1018.[11]

INSTITIUÇÕES FINANCEIRAS, HITLER