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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10.236, DE 130901.
PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS E ASSUNTOS ESTUDANTIS
COMISSÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL
PROGRAMA DE TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO

TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA
DO TRABALHO, NA UFPR – APOSTILA DO
CURSO

PARTE I – SEGURANÇA DO TRABALHO

2ª EDIÇÃO

CURITIBA, DEZEMBRO 2003
NOVA DATA: 270709

PROFESSOR ELISEU LACERDA
DETF/SCA/UFPR

TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 2
PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA - UFPR: A CARA DE CURITIBA!
UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236, DE 130901.

PARA MENÇÃO DESTE, NO TODO OU EM PARTE, EXIGE-SE A CITAÇÃO DA
FONTE: PROFESSOR ELISEU LACERDA

I (A VERDADEIRA) HISTÓRIA
A Universidade Federal do Paraná iniciou o processo de prevenção de acidentes e doenças
ocupacionais quando, em 1982, instituiu uma comissão de alto nível para realizar o “mapeamento
de riscos de insalubridade”, em toda a sua área física, que contava com 24 endereços postais
diferentes, incluindo as suas três áreas rurais: Cangüiri, Rio Negro e S. J. Triunfo. Já no início da
década de 70, alguns professores, em convênio com a Fundacentro, criavam os cursos de
especialização em segurança e em medicina do trabalho. Hoje, um dos convênios é com o
Instituto de Engenharia do Paraná.
A semente germinou, deu frutos: após três anos e seis meses de instituída, a “comissão de
insalubridade”, da qual este autor fazia parte, na condição de Engenheiro de Segurança, entregou
ao Magnífico Reitor o mapa de riscos de insalubridade. Por ele, o Departamento de Pessoal
contemplava o servidor que fizesse jus ao adicional salarial por insalubridade. Apesar de não ter a
atribuição, a comissão orientava os servidores (docentes e técnicos administrativos) quanto à
prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Na época, foram determinados quatro embargos
de ambientes com riscos desnecessários, na UFPR; só um foi acatado. A Comissão era presidida
pelo Dr. Pirajá, do HC.
A UFPR foi a primeira instituição pública, no Brasil, a pagar o adicional salarial por
insalubridade a trabalhadores rurais (ainda que os nossos não o sejam, até hoje). Também, foi a
primeira a iniciar o processo de criação de SESMT e CIPA (abril 1983), por proposta deste autor,
o que se concretizou alguns anos depois, na segunda metade dos anos 80. Infelizmente, com a
transformação dos servidores para o RJU, sem a necessidade legal daquelas instituições
domésticas, elas foram extintas.
Mas, uma comissão foi criada, mesmo com limitados poderes de ação.
A Universidade crescia. No final da década de 80, a sua área física, o número de
laboratórios, de cursos, de ambientes insalubres e/ou que apresentavam riscos de periculosidade,
eram diferentes de 10 anos atrás. Havia necessidade de um novo trabalho.
Então, solicitei ao Reitor que fosse atualizado o mapa, incluindo os riscos de
periculosidade. Para dar ao levantamento um caráter “mais confiável”, sugeri que eu fosse
acompanhado por um médico do Ministério do Trabalho. Assim foi feito. No início dos anos 90,
após nove meses de trabalho, a Comissão formada pelo Médico Dr. Farid Sabbag, da DRT-PR, e
este autor, entregou ao Reitor o novo mapa de riscos, completo. Em janeiro de 91, a “lei Sarney”
determinava que toda inspeção de local de trabalho, no âmbito do serviço público, fosse realizado
por Médico do Ministério do Trabalho. Era, de novo, o pioneirismo: primeiro mapa de risco
“legalizado”, segundo a lei de janeiro de 1991.
Em 2002, a história se repete e, no início de 2003, era instituída a atual comissão, formada
pelos servidores João Gualberto, Amauri, Silvânia e Eliseu Lacerda.
Em cerca de sete meses, o novo mapa estava pronto e entregue ao MTE, Delegacia
Regional do Paraná, para a homologação, prevista para março de 2004, após análise. Assim foi.

temos que considerar o social – e principalmente este. B – A CLASSIFICAÇÃO Quanto aos riscos oferecidos. A – A RESPONSABILIDADE Todo ambiente de trabalho oferece condições inseguras ao trabalhador. ou da Comissão de Saúde Ocupacional. quase imperceptíveis. ou menor que seja o risco de acidente. que começou em novembro de 1982: agora. pode ser responsabilizado (como solidário). o servidor. ele. enquanto que o custo operacional (motosserra + motosserrista treinado + EPI) . na questão da prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais. dos alunos. Entendendo que “segurança é dever de todos”. Como exemplo disso. no caso. ainda que de forma quase imperceptível. em qualquer situação.UFPR: A CARA DE CURITIBA! Faltava a continuidade do processo: a Comissão de Saúde Ocupacional passa a ter caráter permanente. e estabelece um programa de treinamento a ser oferecido aos servidores. a responsabilidade do acidente.RISCOS DE INSALUBRIDADE estes três podem ocorrer simultaneamente 4. Além do custo pecuniário (aquele que é representado pelo dinheiro). desse processo. em toda a vida útil da motosserra (2. não é apenas do Engenheiro. II O AMBIENTE DE TRABALHO Em toda atividade laborativa. inicia-se uma nova fase nesta história de pioneirismo. a prevenção tem custo significativamente menor que o do acidente. todos. além de sugerir a formação de 14 comissões setorizadas (também. Como exemplos. A família sofre tanto ou mais que o acidentado: todo acidente tem reflexo sobre a vida familiar. ficando comprovado o seu conhecimento. os colegas de trabalho.000h). para “arregaçar as mangas” e participarem. uma Comissão é instituída com a função de zelar pela segurança e saúde dos servidores. Sabendo-se que.00.PRATICAMENTE SEM RISCO 2. os ambientes de trabalho são classificados da seguinte forma: 1. é de cerca de US$ 9. proposta por este autor) para colaborar no esforço da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. E a responsabilidade. Negligenciar esta questão é assumir. os riscos estão presentes.Não há ambiente de trabalho totalmente seguro. conclamo os colegas das categorias citadas. também se envolvem direta ou indiretamente com o acidente. com motosserrista. e dos terceirizados da UFPR. Destarte. por mais simples que seja. há necessidade de que o servidor esteja sempre atento e cuidando para que não ocorra o acidente.000. Nesse primeiro caso. Quando um servidor percebe um risco. os amigos. ocorrem alguns tipos de riscos. também. é fácil concluir que “prevenir é melhor que remediar”. por um acidente que venha a ocorrer: "SEGURANÇA É DEVER DE TODOS".600.RISCOS DE PERICULOSIDADE 1. é de aproximadamente US$12. citamos: o custo de um acidente grave.TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 3 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA .00 . podemos citar: .CONDIÇÕES PERIGOSAS 3. e não toma providências para controlá-lo (comunicação à Chefia. também. em maior ou menor grau. por exemplo).

: Pode ocorrer de um ambiente não ser insalubre/periculoso. se caracterizarem como "riscos de insalubridade ou de periculosidade”. no entanto. etc. . é assim classificado quando os servidores se expõem demasiadamente a riscos de acidentes e/ou doenças ocupacionais.O ambiente que oferece "condições perigosas". (*) .UFPR: A CARA DE CURITIBA! uma sala de aulas escritório de contabilidade o gabinete do Professor a secretaria do departamento serviços burocráticos. por exemplo. que são uma classificação de ordem legal.TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 4 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA . para fins de percepção dos respectivos adicionais salariais. (*) – em volume igual ou acima de 200 litros.em peso igual ou acima de 135 quilos. OBS. gera condição de periculosidade. a radiação ionizante.É assim classificado o ambiente onde ocorre qualquer forma de periculosidade: explosivos líquidos (que geram gases) explosivos (*) eletricidade GLP (**) ambiente com possibilidade de explosão. 4.É assim classificado o ambiente onde ocorre qualquer forma de insalubridade: trabalho com agro-químicos e afins ambientes muito ruidosos trabalho com computador (digitador) ocorrência de temperaturas extremas a maioria dos laboratórios biotérios radiações não ionizantes radiações ionizantes (*) umidade no piso trabalho com produtos químicos em geral vibrações mecânicas pressões anormais. podemos citar alguns exemplos: trabalho dentro do bosque (trabalho florestal) piso escorregadio trabalho em plataformas (em alturas) acima de 2. etc. (**) . 2. os Raios-X. 3. sem. mas determinada atividade ali oferecer o(s) risco(s). e outros.0m trabalho no campo (trabalho agrícola) motorista.Legalmente. em geral. Assim.

estabelece 93 atividades vetadas a menores de 18 anos. como qualquer outro membro da família. o trabalho engrandece o ser humano e o ajuda na formação do seu caráter. optará por um deles. atualizando o texto da Convenção no 182. C. ao contrário. Para maior de 14 anos. estagiários e/ou terceirizados . os Riscos de Insalubridade são classificados. Aqui.PERICULOSIDADE Independente do agente e do tempo de exposição. da OIT.alimentação . na área rural) sentindo-se útil. . simultaneamente. estando o servidor na "área de risco”. mesmo à "insalubridade noturna" o menor não poderá se expor. em: Insalubridade Grau Pequeno.trabalho .sono .1. O menor de 18 anos não poderá exercer qualquer atividade laborativa em ambiente (ou trabalho) classificado como "insalubre" ou "com risco de periculosidade".O PAGAMENTO DO ADICIONAL SALARIAL É devido.outras ocupações igualmente positivas e objetivas.2.abordemos a questão.atividades espirituais . O Decreto no 6481. ocorrendo os dois. distração . principalmente junto aos seus familiares (por exemplo. C. a forma de ocorrência e outros fatores. todo trabalho a ele indicado. em um ambiente de trabalho: Insalubridade ou Periculosidade. ou Mínimo Insalubridade Grau Médio Insalubridade Grau Máximo O direito ao adicional depende do nível de ocorrência e o tempo de exposição ao risco. de 120608. D-) O TRABALHO DO MENOR Considerando-se a provável presença de menor de idade no âmbito físico da UFPR – alunos. quando o servidor se expõe a um dos tipos de riscos. cabem algumas considerações: Não se deve desestimular o menor ao trabalho.INSALUBRIDADE Dependendo do agente.estudos . terá direito a receber o adicional. a sua concentração. DE 130901. O menor precisa dedicar o seu tempo diário a: .lazer . C . o menor deve exercer uma atividade laborativa.brincadeiras. deverá ser remunerado.UFPR: A CARA DE CURITIBA! UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236. legalmente.TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 5 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA . nem se expor a condições perigosas com risco de morte.

não ofereça “condições perigosas”.não seja atribuído "como castigo”.em silos de estocagem de grãos 07. a instituição deve orientar no sentido da prevenção. c. também.na extração e no corte de madeira 08. . na emissão da CAT.o ambiente não apresente riscos de insalubridade ou periculosidade. e que sejam observadas as normas de segurança ditadas pelo Ministério do Trabalho e do Emprego. com risco iminente de morte.280).com respectivo nível de responsabilidade (para cada faixa etária). torna-se co-responsável (solidário) por toda e qualquer ocorrência de acidentes ou doenças do trabalho. f-.não seja realizado no período noturno (no vespertino.por exemplo. cavalariças.o desenvolvimento físico. b. e. quanto aos acidentes "de trajeto". a riscos de qualquer natureza. segundo o Decreto 6481. minas em subsolo e a céu aberto 14.em atividades que exijam mergulho 09.em sistemas de geração.na produção de cana-de-açúcar. Isto se aplica. e cuidar no atendimento .em escavações. areia e argila 10. mental e intelectual.na industrialização de fumo e da cana-de-açúcar 04. pedreiras. fumo. algodão. é concorrer para o comprometimento no seu crescimento físico. sim). sisal e abacaxi 03. currais.em trabalhos domésticos 13. e. Algumas das 93 atividades vetadas a menores de 18 anos. os seus empregados. desnecessariamente.na pulverização. bem como as Normas Técnicas emanadas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT (por exemplo: NBR-14.na extração de pedras. ou quem lhe preste serviços. referentes à segurança do trabalho.compatível com: . E – COMPETÊNCIAS Compete ao servidor estar atento para que a instituição não exponha. garimpos.na direção de tratores e máquinas agrícolas 02. Desde que: a.a capacidade mental e intelectual.não interfira nas outras necessidades diárias. . subterrâneos. de 120608: 01. Entretanto.UFPR: A CARA DE CURITIBA! Impedi-lo ao trabalho. .em estábulos. devemos ressaltar que a carga excessiva de qualquer das ocupações diárias mencionadas gera efeitos negativos. não permita que menores de 18 anos exerçam qualquer atividade vetada a eles. aos acadêmicos da instituição. transmissão e distribuição de energia elétrica.na construção civil pesada 11.em borracharias 12. o trabalho pode e deve fazer parte do "dia a dia" do menor de 18 anos. d.TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 6 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA . Ao mesmo tempo. no manuseio e na aplicação de agroquímicos 05.a idade. segundo a Convenção 182 da OIT. estrebarias ou pocilgas 06. o servidor que negligenciar estas questões.

Quanto às Causas Gerais (ver página 16): ⇒ Ato Inseguro. oferecendo todas as informações necessárias aos seus leitores: "..UFPR: A CARA DE CURITIBA! Finalmente. com direitos e deveres inerentes à sua atividade laborativa. 1. este deve ser classificado de tal forma que possa oferecer todas as informações possíveis e necessárias para o seu entendimento. 1. transmissões. trecho Curitiba/São Paulo. 1.. subterrâneo ⇒ outros agentes. por exemplo. tropeçar ou bater contra ⇒ prensagem em ou entre ⇒ sobre-esforço ou movimentos vigorosos ⇒ exposição ou contato com temperaturas extremas ⇒ exposição ou contato com corrente elétrica ⇒ exposição ou contato com substâncias perigosas ⇒ exposição ou contato com radiações ⇒ outros tipos de acidentes.Inicialmente.causando ferimentos graves em três passageiros e a morte de fulano de tal. estudemos as diversas classificações dos acidentes de trabalho: Quando ocorre um acidente qualquer. seguindo normas internacionais. radiações ⇒ ambiente de trabalho: interno. substâncias. etc. Quanto à questão "Afastamento" (quando “com lesão”): .e. rampas. III OS RISCOS PROFISSIONAIS 1 . ..b... cabe ao servidor cuidar para que todo colega de trabalho seja tratado como ser humano. Quanto à questão "Lesão": ⇒ sem lesão ⇒ com lesão. Quanto ao Agente Material envolvido: ⇒ máquinas. etc.. materiais. externo. dois filhos.a. DE 130901.... 1. UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236.TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 7 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA . 1. no trânsito. ⇒ Fator Pessoal Inseguro. fornalhas ⇒ componentes do edifício: escadas.acidente com ônibus na BR-116 . etc. Quanto ao Tipo de acidente: ⇒ queda de pessoas ⇒ batida por queda de objeto ⇒ pisar sobre..às 9 horas da manhã. suas causas e conseqüências. casado.devido à pista escorregadia.. Igualmente.". o jornal noticia a ocorrência. o jornal menciona os principais dados do acidente. ⇒ equipamentos de elevação e/ou transporte ⇒ outros equipamentos: vasos sob pressão. na altura do km 25.c. . 32.d. quando ocorre um acidente de trabalho. ⇒ Ambiente Inseguro. Aqui. motores.

..............9% e 1% ⇒ tronco: frente e costas........ Outras classificações: ⇒ sexo ⇒ idade ⇒ habilidade ⇒ experiência ⇒ antecedentes ⇒ tempo de ocupação na tarefa ....18% e 18% ⇒ localizações múltiplas ⇒ lesões gerais ⇒ lesões em locais não especificados. 1.....9% e 9% ⇒ membros inferiores............i..... Quanto ao Efeito da lesão: Temporário Parcial Permanente Total 1.........f.......g......... etc.... Quanto à questão “Óbito”: ⇒ com morte ⇒ sem morte......... exercendo a sua função) * em outra função.......TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 8 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA .....................k.. 1.. 1.....UFPR: A CARA DE CURITIBA! ⇒ sem afastamento ⇒ com afastamento: até 15 dias mais de 15 dias 1............................h..j... luxações ⇒ choques e lesões externas ⇒ amputações ⇒ outros ferimentos ⇒ lesões superficiais ⇒ contusões e esmagamentos ⇒ queimaduras ⇒ asfixias ⇒ efeitos elétricos da corrente ⇒ efeitos da radiação ⇒ múltiplas lesões de diferentes naturezas ⇒ efeitos da temperatura ⇒ envenenamento agudo.......... Quanto à Parte do Corpo atingida: ⇒ cabeça e pescoço. deslocações.... Quanto ao Local da ocorrência: ⇒ de trajeto ⇒ no local de trabalho: * típico (no posto de trabalho. Quanto à Natureza da Lesão: ⇒ fraturas..............18% e 18% ⇒ membros superiores.. 1... torções............

benzeno. etc.Riscos de Ambiente: ⇒ agentes físicos temperaturas extremas pressões anormais vibrações mecânicas excessivas: • localizadas (motosserras. Aqui. ⇒ agentes químicos ⇒ classificação física: (a forma como os agentes químicos se apresentam) 1) aerodispersóides: • Poeiras • fumos • fumaças • névoas • neblinas 2) gases 3) vapores 4) líquidos 5) sólidos ⇒ classificação fisiológica: (pela forma como atuam no organismo) • irritantes (amoníaco.a.) • asfixiantes (metano. Inerentes ao processo (normalmente. UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236. DE 130901. etc. etc. Conceito de Riscos Profissionais: “São aqueles decorrentes de condições inseguras ou precárias de trabalho. etc.) • de corpo inteiro (tratores. e inerentes ao ambiente. cianureto.Quanto à forma de agressão 2. 2.A classificação dos Riscos Profissionais: . dia da semana. Inerentes ao ambiente (normalmente.) ruídos elevados umidades. dia do mês.UFPR: A CARA DE CURITIBA! ⇒ hora do dia. geram acidentes): por agentes materiais e pessoais.b. Classificação: 2.Quanto à sua natureza 2. geram doenças): por agentes físicos. etc. etc.) radiações: • ionizantes (raios-x. etc. químicos e biológicos.c.d.a. mês do ano. álcoois.) • não ionizantes (solar. monóxido de carbono. etc.) • narcóticos (éter etílico. o trabalhador).a. ou ao processo” (incluindo. laser.TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 9 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA . acetona. aí. .Riscos ergonômicos 2. estuda-se a natureza dos agentes geradores dos riscos: a.) • intoxicantes sistêmicos (clorofórmio.Quanto à forma de ocorrência 2. acroleína.

E QUAL O SEU AMBIENTE DE TRABALHO. ATENÇÃO: SEGUNDO DISPOSITIVO LEGAL. ⇒ De periculosidade (para o eletricitário.(vigor físico. Quanto à forma de ocorrência: ⇒ reais ⇒ potenciais. RESPONDENDO PELA OCORRÊNCIA DE PAGAMENTO INDEVIDO. dimensões do corpo humano habilidades. pesos dos objetos distância de um painel altura da mesa.) • material particulado (com ação alergizante e/ou irritante): poeiras de sílica livre. equipamento obsoleto. PARA SER PROCESSADO O PAGAMENTO DO ADICIONAL.TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 10 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA . etc. de diversas madeiras. condições do edifício. conhecimento. bactérias.d. etc. treinamento.b. sinalização incorreta. de carvão. Quanto à forma de agressão (aspectos legais): ⇒ De insalubridade: • grau mínimo (ou pequeno) • grau médio • grau máximo.c. etc. etc. nível mental. vibrações. etc.). observar tempo de exposição). 2. ferramenta defeituosa. outros agentes formas. a.). 2. Riscos de Execução: ⇒ agentes materiais (EPI inadequado. etc. ⇒ fatores ambientais ruídos. polens. fungos. pressa.UFPR: A CARA DE CURITIBA! chumbo. bacilos.Riscos Ergonômicos: (ocorrem quando da adaptação do trabalho ao homem) ⇒ fatores individuais formas. ⇒ agentes biológicos vírus. mercúrio. . etc. ⇒ agentes psíquicos ou pessoais .decorrentes de inadaptações .b-. CABE À CHEFIA ADMINISTRATIVA IMEDIATA A RESPONSABILIDADE DA INFORMAÇÃO DA FUNÇÃO DO SERVIDOR SOB AS SUAS ORDENS. 2.

Quadro 02 . Tabela 1. etc. 3 .trab. há normas de usos de cores e símbolos adotados em segurança.Classificação dos principais riscos. Tabela 1.expostas etc. negra. NA SEGURANÇA DO TRABALHO Internacionalmente. Anexo IV): UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236. etc.NR-5.UFPR: A CARA DE CURITIBA! ⇒ fatores operacionais (surgem com a execução do trabalho) ritmo de trabalho jornada. DE 130901.defeituosa umidades prod. 1. etc. etc. de acordo com a sua natureza. tempo de execução posição de trabalho. em grupo.químicos fungos atos repetitivos engrenag. cinza elementos de ordem e limpeza estrela violeta radioatividade trevo .TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 11 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA .As cores e os símbolos: Quadro 03 . e os seus significados COR SIGNIFICADO SÍMBOLO amarela e negra. IV USO DE CORES E SIMBOLOS. Anexo IV GRUPO I GRUPO II GRUPO III GRUPO IV GRUPO V (verde) (vermelho) (marrom) (amarelo) (azul) riscos físicos: riscos químicos: riscos riscos ergonômicos: riscos de acidente: ruídos agro-químicos biológicos: posição incorreta arranjo físico vibrações produtos vírus prog. alaranjada obstáculo triângulo verde segurança e primeiros socorros cruz vermelha incêndio quadrado azul precaução círculo branca.inadequada EPI inadequado radiações veterinários bactérias jornada prolongada ferram. e a padronização das cores correspondentes (NR-5. fertilizantes insetos etc.Simbologia e cores.

UFPR: A CARA DE CURITIBA! UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236. DE 130901. .TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA 12 PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA .

e movimentação de equipamento que deve permanecer fora de serviço. gasolina. válvulas e hastes do sistema de aspersão de água. --- ALUMÍNIO Canalização: gases liquefeitos de petróleo (GLP). chuveiro de segurança. como partículas de madeira. de alarme. --- PALAVRAS DE ADVERTÊNCIA: PERIGO (PARA INDICAR SUBSTÂNCIAS QUE APRESENTEM ALTO RISCO) CUIDADO (PARA INDICAR SUBSTÂNCIAS QUE APRESENTEM RISCO MÉDIO) ATENÇÃO (PARA INDICAR SUBSTÂNCIAS QUE APRESENTEM RISCO LEVE) UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10. condições locais o aconselham. empregada em advertência a ser localizada nos pontos de comando de partida ou fonte de energia. entradas para cx. DE 130901. bomba de incêndio. 12 2. vigas de baixa altura. LILÁS Canalização com álcalis. avisos: elevadores. protetora de dispositivos elétricos. sinais. por meio de urgência. estufa. TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA NORMA ABNT . áreas destinadas a armazenagem. etc.COR NA SEGURANÇA DO TRABALHO (REF. face externa de polias e engrenagens. cabinas. AZUL Canalização: ar comprimido. Inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade: diesel. caldeira. asfalto. espelhos de degraus de escadas. reboques. sirene de alarme. liquefeitos.NBR 7195/82. PRETA Canalizações de inflamáveis e dispositivos e alta Indica coletores de resíduos.236. pisos e partes inferiores de escadas que apresentem perigo. ou combinado com este. localização de EPI. CINZA CLARO Canalização em vácuo. partes internas das guardas de máquinas que possam segurança ser removidas ou abertas. mangueira de acetileno LARANJA Canalização contendo ácido. andaime. de controle elétrico. botão interruptor de circuito elétrico para parada de emergência. cx. piche. AMARELA Indica “CUIDADO”. quando as viscosidade (óleo lubrificante. forno. localização de excepcionalmente com sentido de advertência de mangueira. Indica “CUIDADO”. BRANCA Passadiço e corredores de circulação por meio de Localização de coletores de resíduos. segurança. . etc. saída que não seja de emergência. caçambas. hidrante. avisos de segurança. botão de arranque de Partes móveis e perigosas de máquinas e equipamentos. ficando o seu emprego limitado a avisos contra o uso válvula. balde de areia ou água. Canalização com gases não Partes baixas de escadas portáteis. vagões. MARRON Material fragmentado. NR-26) Quadro 04: Resumo de algumas Normas: COR EMPREGO EXEMPLOS vermelha Prevenção e combate de incêndio. cx. É usada em substituição ao branco. colunas e partes salientes de estrutura em que se possa esbarrar. corrimões. canalização de água. face interna de cx. bordos desguarnecidos de abertura no solo e de plataformas que não possam ter corrimões. vigas. pilastras. PÚRPURA Indica PERIGO proveniente de radiações Portas e aberturas que dão acesso a locais onde se manipulam ou armazenam materiais radioativos ou eletromagnéticas penetrantes e partículas nucleares. VERDE Caracteriza “SEGURANÇA”: emblemas de Mangueira de oxigênio (solda oxiacetilênica). --- CINZA ESCURO Eletrodutos. subterrânea. contaminados pela radioatividade.). tanque. As refinarias poderão usar --- o lilás para identificação de lubrificantes. extintor e sua localização. Usada Cx. saída de emergência. querosene. postes. porta de “PERIGO”. de bebedouros. de equipamento de primeiros socorros. direção e circulação. escada. tubulações. lavolhos. áreas em torno de equipamentos de socorro de faixas.

Anteriormente. 13 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA V CONCEITOS DE ACIDENTES DO TRABALHO E DE DOENÇA OCUPACIONAIS A . estando o trabalhador. cabe à empresa o ônus do reparo ao dano físico. quando: a. Entretanto. excertos da Norma Brasileira NB-18. A. é acidente de trabalho.. a serviço da empresa.embora residindo em propriedade da empresa. e relacionado com o trabalho".ACIDENTES DE TRABALHO Há três conceitos correntes de acidentes de trabalho: A. não estando exercendo qualquer função do seu emprego. e diretamente relacionado com o trabalho. na página 11. e interpretando o texto legal. temporária ou permanente."(desde que gerada por questão não inerente ao seu trabalho). ou outras. anota uma "observação" a respeito do assunto. danoso para a vida ou para a capacidade laborativa do empregado. ali. esteja exercendo atividades não relacionadas com o seu emprego.. durante a refeição. transcreve. por exemplo. UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236. . d. ou doença.Do ponto de vista LEGAL. (O texto atualizado está inserto na Norma da ABNT. ou perda ou redução. "acidente de trabalho é um evento casual.em estacionamento proporcionado pela empresa para o seu veículo. e que provoque lesão corporal.empenhando atividades esportivas patrocinadas pela empresa (a "pelada" da hora do almoço. Roberto Riva de Almeida. Este conceito é "adotado" pelo Estado (poder público) e não leva em consideração os eventos que resultem em lesões leves. e só é classificado como acidente se o evento causar lesões graves no trabalhador. "acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho. e houver o acidente em decorrência de condições inseguras (ambiente inseguro). na área física da empresa. almoça. ou qualquer pessoa. referindo-se a dispositivos legais devidamente citados (o grifo e o comentário são nossos): "Observação: nos períodos destinados à refeição ou ao descanso.envolvido em luta corporal. no local de trabalho ou durante este. que cause a morte. Se o refeitório estiver no local de trabalho.. mas o acidente ocorrido no percurso local de trabalho x refeitório é acidente de trabalho. material ou outro. cai um galho de árvore em sua cabeça. c. pelas quais não receba qualquer pagamento direta ou indiretamente. e. DE 130901. da capacidade ao trabalho”.trata-se de um acidente de trabalho. O refeitório de uma empresa não é local de trabalho. b. perturbação funcional. Este conceito considera que o acidente ocorre por acaso. no seu trabalho "Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho". o empregado será considerado a serviço da empresa". "O empregado não será considerado a serviço da empresa.. ainda na página 11.Do ponto de vista GERAL. NBR-14280). ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas. Portanto. com o consentimento do proprietário. durante o almoço. ou apenas danos materiais e/ou perda de tempo..fora da área da. desconsideremos este conceito. em torneios patrocinados pela empresa). Por exemplo: o operador da motosserra recebe a sua alimentação "no mato" e.2..1. Em qualquer situação. o Prof.

mas é.8% provocam lesões leves. com perda de tempo". devemos abolir o "no de dias" como elemento de análise: o mais correto e lógico é considerarmos o No DE HORAS TRABALHADAS. de 06/5/99. Alguns exemplos: UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236. Decreto no 3048. A guisa de sugestão: a metodologia de levantamento de dados e a forma de exposição dos resultados devem ser alteradas. Primeiramente. por exemplo. temos que adotar outro conceito de perda de tempo. desde que não seja típica de determinada faixa etária" (e que não se caracterize como endêmica). Não sabemos qual empresa apresenta melhor desempenho na prevenção de acidentes. da publicação do Regulamento da Previdência Social (MPAS). "acidente de trabalho é toda ocorrência. enquanto a empresa B está há 65 dias. para efeito comparativo.Doenças Ocupacionais: . sem dúvidas. ou do trabalho. o mais lógico é considerarmos "com perda de tempo" o acidente em que o trabalhador fique 1 HORA OU MAIS. Segundo as estatísticas. em contato com fonte potencial. 90. que interfere no andamento normal do trabalho. e apenas 0. inesperada ou não. Assim. o conceito que todo servidor público deve adotar. sempre. simultaneamente". pode ocorrer um acidente de trajeto que não interfira no andamento normal de trabalho. ou as três coisas.3% provocam lesões graves ou morte. no exercício do trabalho. o acidente é considerado "com perda de tempo" quando o acidentado não trabalha "no dia seguinte" ao do acidente ("um dia ou mais afastado"). 14 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA A. também.DOENÇAS DO TRABALHO Há um conceito de doenças do trabalho. Apesar de mais abrangente. encontra-se nas páginas 200 a 273. A lista de agentes patogênicos causadores de doenças profissionais. Entretanto.9% dos acidentes provocam apenas perda de tempo e/ou danos materiais. na entrada da empresa. 1. com perda de tempo. a sua freqüência e a sua gravidade? Ou o "conceito do ponto de vista Técnico" não tem valor para nós? Com esta metodologia e este novo conceito. Em segundo lugar.3. AFASTADO. "120 dias sem acidente com perda de tempo!" As novas informações seriam mais próximas da realidade. E os técnicos e os trabalhadores (talvez) se empenhassem mais na prevenção de todo e qualquer tipo de acidente! Urge alterarmos as normas internacionais. As doenças podem ser "ocupacionais" e "não ocupacionais". Não é com base neste critério que calculamos os custos diretos do acidente? Por que não. Por exemplo: empresa A está há 120 dias sem acidentes. a ser observado: "Doença Ocupacional (do Trabalho) é aquela adquirida pelo trabalhador. DE 130901. 8. Segundo as Normas. temos condição de avaliação da empresa. dificilmente veríamos alguma empresa "estampar" na sua placa. este conceito também incorre em erros: "toda" pode incluir uma simples interrupção não causada por acidente ou incidente. Isto significa que apenas cerca de 3% dos acidentes ocorridos "aparecem" nas estatísticas oficiais (acidente do ponto de vista Legal). normalmente colocado em placas. causando perda de tempo e/ou danos materiais e/ou lesão no trabalhador.Do ponto de vista TÉCNICO. na questão de "número de dias sem acidentes. B .

dentro da empresa. e em função do quadro de metabolismo apresentado. mas interferem diretamente na vida do trabalhador. P. E o cliente. Ainda: tuberculose. e outros fatores. etc. estará bem atendido. sarampo. malária. o trabalho é classificado em: UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236.R. Saturnismo: doença ou envenenamento no trabalho com chumbo e seus compostos (pinturas.Doenças não ocupacionais: Caxumba. é acrescentada uma. miosite. eficaz e não cause efeitos colaterais sérios. AIDS. Não cabe aqui.O. DE 130901. economia na farmácia". etc. e é verdade. no rol das “condições mínimas para o uso de EPIs”: o médico deve definí-la como necessária. Intoxicação por agro-químicos. não estão no mundo de trabalho). em casa. silicose. cólera. Isto é boa qualidade na produção! Isso se aplica à nossa instituição.Distúrbios Osteomusculares Relacionados com o Trabalho (o mesmo que DMRT): tendinite. Hidrargirismo: intoxicação por mercúrio e seus sais.R. Lembramos que. síndrome do desfiladeiro.estado mórbido. o clima. bursite. o seu peso. Assim. e muitos outros. os acidentes e as doenças que soem ocorrer. dengue. câncer. Mas. epicondilite lateral.envenenamento por benzina ou qualquer dos seus compostos. A propósito. o mesmo que plumbismo. sinovite.). esquistossomose. . a ele. Benzinismo . Internacionalmente. e outras. Cada atividade laboral vai gerar um quadro de metabolismo correspondente. coqueluche. normalmente. Para o servidor público. . É função do Nutricionista.T. figura central de todo o processo empresarial. o trabalhador será vacinado "por conta da empresa". é fundamental que toda e qualquer doença que possa atingir o trabalhador ou a sua família deve ser prevenida. estabelecer para o "servidor" a dieta alimentar adequada para o seu trabalhado na instituição. Para o caso da vacina. 2 . e muitas outras. Para a área rural a aplicação da vacina contra tétano é obrigatória. além do aspecto humano (preocupação imediata) devemos considerar o desempenho do trabalhador (preocupação mediata).I. VI O QUADRO DE METABOLISMO Há um ditado popular que diz: "gasto no armazém. Em função deste quadro. da idade do trabalhador. atingem mais as crianças e os idosos (que.A. conseqüente da aspiração de certas poeiras (asbestose. . está a tarefa de zelar para que o seu colega esteja bem alimentado. o Nutricionista programará o serviço de alimentação equilibrada. tipografia.. tenossinovite. síndrome do túnel do carpo. independente da conceituação que o Estado apresente.. uma das mais perigosas doenças ocupacionais.). destacamos que vacina é EPI: em ocorrendo o risco. 15 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA D.Perda Auditiva Induzida pelo Ruído. Pneumoconiose . Uma alimentação sadia e equilibrada é o ponto de partida para a prevenção de doenças e de acidentes. "servidor".

desgalhamento. extraído da NR-15) Quadro 5 . uso de motosserras em derrubadas. empurrar ou arrastar peso (por exemplo. trabalho moderado de levantar ou empurrar 300 4 . b.. trabalho leve em máquinas ou bancada....sentado....... movimentos moderados com braços e pernas (dirigir automóvel) 150 c ...GRANDE -2a3 vezes o esforço físico c..Trabalho Moderado: a .. e estas causas são: a...trabalho fatigante 480 5 ..PEQUENO .MUITO GRANDE – 3 a 4 vezes o esforço físico b.....de pé. principalmente com os braços 150 3 .trabalho fatigante 550 c .de pé..de pé.Sentado....MODERADO . todo acidente é causado.Trabalho muito fatigante (Muito grande): a . 16 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA a.de pé.abaixo do limite OBS..em movimento..Ato Inseguro.Ambiente Inseguro.trabalho intermitente de levantar. trabalho moderado. trabalho leve em máquinas ou bancada. com movimentação para desgalhamento e traçamento .. em máquinas ou bancada e c/alguma movimentação 220 d .sentado..de pé... e com alguma movimentação 175 c .80 a 88% das ocorrências..Trabalho pesado (Grande): a . movimentos vigorosos com braços e pernas 180 b .12 a 20% das ocorrências.: OS ALUNOS DVERÃO APRESENTAR EXEMPLOS PARA CADA CLASSE Um exemplo de "Quadro de Metabolismo": (em parte.. uso de motosserras em derrubadas.. movimentos moderados com braços e tronco (ex: datilografia) 125 b .Trabalho leve (Pequeno): a .sentado. traçamento e com movimentos para a tarefa de empilhar as toras 590 VII AS CAUSAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO Com raríssimas exceções. em repouso: 100 2 .Quadro de metabolismo TIPO DE ATIVIDADE kcal/ht 1 ..no limite do esforço físico d. remoção com pá) 440 b . ..

carroçaria imprópria ao transporte de pessoal. . EPI inadequado. não obedecer a sinalização. ao abastecer veículos. iluminamento insuficiente e/ou inadequado. beber ou comer. 17 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA c. risco calculado (o principal). sinalização incorreta. EPI inadaptado ou sem condições de uso. layout inadequado. falta de atenção no serviço. não observar as normas técnicas de segurança.cerca de 2%. sem o necessário conhecimento. fumar. quando necessário. retirar o necessário EPC de um equipamento ou ambiente. vibração excessiva. piso escorregadio. ao aplicar agroquímicos. dirigir em alta velocidade. exige a devida explicação. AMBIENTE INSEGURO: equipamento ou ambiente sem o EPC necessário. mas.Fator Pessoal Inseguro.. usar ferramentas defeituosas ou inadequadas.. Alguns autores optaram por não adotar esta classificação. com má vontade.. tratorista: não observar limites de declividade. trator sem EPcC.. insistir na execução do serviço. ruído excessivo. executar o serviço. que é dada em sala): ATO INSEGURO: pressa. brincadeiras. em desobediência às normas técnicas. fumar. temperaturas muito baixas ou elevadas. DE 130901. dirigir embriagado. sobrecarga em instalações elétricas. engrenagens expostas. UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236.. extintor com prazo de validade vencido. é a melhor.. uso incorreto das cores. Os exemplos (o texto apresentado abaixo. ambiente mal arejado. outras situações. sem EPI. ferramentas defeituosas.. aplicador de agroquímico com vazamento.

d. microondas. o bosque: queda de galhos. eletricidade.. É fundamental entendermos que o uso de EPIs não é o mais importante instrumento no processo da prevenção. outros elementos perigosos. tido como ambiente de trabalho. f. A iniciativa de “cobrar” de quem gerou ou concorreu para a condição do risco ambiental. A instituição tem procurado realizar o trabalho através de comissões. desmaio. é inadmissível o descaso do legislador. inclusive em se tratando de ambiente natural.O Laudo conclusivo. segundo a lei sarney. é o último elemento.O mesmo se aplica ao Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP. outras presença de animais: biotérios.Quanto à CIPA e ao SESMT. também de sindicância. etc. A ação depende da gravidade ou das conseqüências do acidente. alguma limitação momentânea ao trabalho. O servidor que causa um acidente pode ser alvo de uma competente sindicância. do quadro do MTE. etc. e objeto. X. É oportuno lembrar que: a. b.A instituição responde por todos os acidentes que ocorrerem por ambiente inseguro. observando a qualidade do ambiente de trabalho. Exceção feita quanto à inspeção de ambientes de trabalho para reconhecimento dos riscos.. criadas com funções específicas. outras situações.Independente do aspecto legal quanto ao Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA – este deveria ser instalado na Universidade. Também. é uma questão a ser analisada em outra esfera. laser. o recebimento de um adicional salarial não pode . c. animais. 18 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA áreas de risco: explosão. toda prevenção obedece uma escala de prioridades: 1o Na fonte 2o Na trajetória chamadas “medidas de ordem geral” 3o No pessoal Esta escala sugere que devemos iniciar a prevenção.O acidente gerado por ato inseguro “penaliza” o causador. VIII A PREVENÇÃO DOS ACIDENTES E DOENÇAS OCUPACIONAIS Sob os pontos de vista: legal técnico econômico humano e ergonômico. FATOR PESSOAL INSEGURO: Mal-estar súbito. que é de competência exclusiva do Médico do Trabalho. para cumprir as finalidades daquelas organizações domésticas das empresas que contratam empregados. sob o regime celetista. na escala. e. radiação: ultravioleta. outras situações inesperadas. tratamento de. que vai subsidiar o processo (sindicância) deve ser emitido por profissional legalmente habilitado: Engenheiro de Segurança ou Médico do Trabalho.

treinamento. seleção.outras medidas. .confinamento ou enclausuramento do agente gerador.projeto adequado. eliminar o agente gerador do risco. buscando minimizar os efeitos dos riscos. . . superar o agente. . b.MEDIDAS DE ORDEM PESSOAL: 1. sabemos que a eliminação total do risco nem sempre é possível. .PRÉ-EXECUÇÃO: . quer na fonte.NA FONTE/NA TRAJETÓRIA (MEDIDAS DE ORDEM GERAL): . escolaridade.segregação ou isolamento do risco: no tempo: M x H no espaço: M x M. O ideal seria que nenhum ambiente gerasse o direito dessa percepção.modificação do processo usado. Destarte. . motivação ao trabalho. . educação e treinamento. . recrutamento adequado. .NA EMPRESA (durante ou após o processo produtivo): . . . .ordem e limpeza. mecânica geral. outras medidas. A propósito. 19 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA ser objeto principal da nossa preocupação.sinalização adequada.manutenção adequada. 2. . .substituição do agente gerador do risco. ou do ponto de vista pessoal. . exames médicos preventivos (por exemplo: admissional). . . lembramos que o controle efetivo do risco. apresentamos alguns exemplos de recursos utilizados na prevenção: a. alimentação. na trajetória. Mas. .ventilação industrial: natural. reduzir o nível do agente gerador. alimentação. mecânica localizada. dispensa o pagamento do adicional. mantendo-o no ambiente.

.adaptado ao usuário (servidor). j.o seu uso não deve ser imposto. mudança de função. d. motivação ao trabalho...). . isto é. 20 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA .. retorno ao trabalho.dentro do prazo de validade para a comercialização e/ou o uso. . f.. h.. observar as condições mínimas para o uso. . vestuário adequado. limitação do tempo de exposição ao agente gerador do risco. mudança de local de trabalho e exame demissional..com Certificado de Aprovação (C. . .especificamente para a vacina – que é um EPI – deve ser acrescida mais uma condição mínima: a palavra do médico (laudo). g.constituir-se na última medida a ser adotada.. reciclagem..em perfeitas condições de uso. . Com respeito aos EPIs. . USO DE EPI – última medida a ser adotada no controle do risco. e. . a instituição. b.necessidade do seu uso.. l.a aquisição é de responsabilidade da instituição. i. .. ------------outras medidas. c.. exames médicos: acompanhamento. cabe lembrar que o seu uso obrigatório está “atrelado” a determinadas condições mínimas. mudança definitiva de função. k.tempo de depreciação estabelecido pela instituição. a instituição só pode obrigar o servidor a usar um determinado EPI se ela. férias e descansos periódicos. rodízio.A. ...A... Exceção: para a vacina contra tétano..treinamento adequado ao uso. mas aceito pelo servidor. transferência de local de trabalho. verificação dos limites de tolerância. . .observar a especificidade mencionada no C. CONDIÇÕES MÍNIMAS PARA O USO DO EPI: a.

Brasília._____. OLIVEIRA. 39 p.R. 1976. 1975. E. Curitiba. 2007. 4. 22 p. . higiene e medicina do trabalho rural. P. HIGIENE E MEDICINA DO TRABALHO. p. G. São Paulo: FUNDACENTRO. 1983. São Paulo. 1982. 41 p. Potencialidade brasileira de mão-de-obra e a sua possibilidade de aproveitamento no processo produtivo. FUNDACENTRO. Curitiba: UFPR. M. O desempenho dos engenheiros florestal e agrônomo na segurança do trabalho agroflorestal. 28 p. 11.FUNDAÇÃO CENTRO NACIONAL DE SEGURANÇA.LACERDA. 13. A.1982. Departamento de Engenharia e Tecnologia Rurais. Controle integrado e receituário agronômico como fatores de segurança na utilização de defensivos agrícolas. Setor de Ciências Agrárias. 152-64.P. São Paulo. manual. 118-23. 09. ARQUITETURA E AGRONOMIA.ZUCHI. Eliseu Lacerda DETF/SCA/UFPR Gestão do Abastecimento Florestal Segurança do Trabalho Agroflorestal . parte. 1980. MUELLER.parte. 08-_____. .ed. 20.G. p. In: CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO.São Paulo:Sociedade Brasileira de Silvicultura. 1982. 14.C. Segurança do trabalho na empresa florestal. Anais. 1982._____.3.ed. Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal. “Apostila do 6. 1981. p. Curitiba: UFPR. 10. 02. 1979. R. Departamento de Engenharia e Tecnologia Rurais. C. UFPR. 04. São Paulo. 1978.L.1982. São Paulo. dezembro de 2003 Nova data: 270709 Prof. 2008. 12. In: CONGRESSO NACIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO. São Paulo. A. Anais. 1980. Segurança do trabalho agroflorestal – 2. Riscos profissionais : introdução à higiene do trabalho. 07-_____. In: CONGRESSO NACIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO. Curitiba: DETR.R. Curitiba: UFPR. no Brasil. Anais. São Paulo. .C. IX REFERÊNCIAS 01.CAMPANA.:FUNDACENTRO. LEAL.TAVARES._____.PEREIRA. nível superior. Nossa experiência com alguns problemas ocupacionais dos tratoristas. Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho”. Anais. Setor de Ciências Agrárias. A motosserra na explotação florestal – aspectos ergonômicos do seu uso – a segurança e a medicina do trabalho. Curitiba: UFPR. ALMEIDA.C. São Paulo.CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA.7. Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal. 1999. 17 p. 1982. 21 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236.. manual. no ano de 1977. Curitiba._____. 06. Departamento de Engenharia e Tecnologia Rurais. S..SA. Belo Horizonte. 20. J. . 03. .O. 15 p. 135-51. Curitiba: UFPR. UFPR/FUNDACENTRO. 34 p. . Publicado em Silvicultura. Manual de prevenção de acidentes no uso de ferramentas manuais no meio rural. Segurança do trabalho . A segurança do trabalho na indústria de conversão mecânica da madeira . In: CONGRESSO NACIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO. 1982.4.S. 415 p. 8(28): 584-6. 20. Manual de segurança. 05. Leis e decretos: resoluções do CONFEA anotados. 10 p. Levantamento dos acidentes de trabalho rural ocorridos e registrados pelo FUNRURAL em vinte e sete municípios mineiros. DE 130901. 1983. FUNDACENTRO. 185 p.

.parte. ENDEREÇO ELETRÔNICO: lacerdae@yahoo. 1. 2007.ed. ÍNDICE No ASSUNTO PG 01 I . 22p. . em grupo (NR-5.AS CAUSAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO 16 18 VIII.madeira.O QUADRO DE METABOLISMO 15 16 A classificação internacional do trabalho 16 17 VII . Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal.A PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS OCUPACIONAIS 18 19 As condições mínimas para o uso de EPI 20 20 IX . na UFPR – apostila do curso.com. Treinamento em segurança e medicina do trabalho.HISTÓRIA 02 02 II . NR-26) 12 12 V . DE 130901. NA SEGURANÇA DO TRABALHO 11 11 Cor na segurança do trabalho (NBR-7195/82.br MATERIAL TÉCNICO: www. Anexo IV) 11 10 IV .Curitiba: UFPR.br ARQUIVADA NA BIBLIOTECA CENTRAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. E. PARA CONTATO.OS RISCOS PROFISSIONAIS 07 07 A classificação dos acidentes de trabalho 07 08 A classificação dos riscos profissionais 08 09 A classificação dos riscos.USO DE CORES E SÍMBOLOS. desde 1982 UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236.REFERÊNCIAS 21 PARA CITAÇÃO BIBLIOGRÁFICA: LACERDA.O AMBIENTE DE TRABALHO 03 03 A classificação dos ambientes de trabalho 03 04 O pagamento do adicional salarial 05 05 O trabalho do menor 05 06 III . segurança do trabalho – 2.ufpr.CONCEITOS DE ACIDENTES E DE DOENÇAS OCUPACIONAIS 13 13 Conceitos de acidentes de trabalho 13 14 Conceito de doenças ocupacionais 14 15 VI . Tabela 1. 22 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA Segurança do Trabalho na Indústria Madeireira Engenheiro de Segurança da UFPR.

EXIGE-SE A CITAÇÃO DA FONTE: PROFESSOR ELISEU LACERDA UFPR – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – A CARA DE CURITIBA! LEI MUNICIPAL 10236. 23 TREINAMENTO EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO NA UFPR– APOSTILA – 1A PARTE: SEGURANÇA PROFESSOR ELISEU LACERDA – ENGENHEIRO DE SEGURANÇA PARA MENÇÃO DESTE. NO TODO OU EM PARTE. DE 130901. .