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1 INTRODUÇÃO

No mundo atual em que vivemos os meios de comunicação estão cada vez mais dinâmicos e rápidos. Aquele que não se
atualiza e está antenado com os acontecimentos acaba sendo deixado para trás. Para impedir que isso aconteça os aparelhos
eletrônicos estão aí, fundidos com o nosso cotidiano, presentes a cada momento. Eles se tornaram tão comuns que mal
percebemos o seu verdadeiro valor e a dimensão de sua importância.
Neste trabalho iremos mostrar vários destes aparelhos dentro do universo do áudio e do vídeo. Uma ampla pesquisa
foi feita com o intuito de buscar as últimas notícias e os mais recentes produtos lançados no mercado consumidor, com a
finalidade de transmitir sons e imagens na mais alta qualidade e velocidade, diminuindo as distâncias entre os homens.
Nos 4 primeiros capítulos serão estudados a fundo o funcionamento de cada tecnologia já feita para conectores,
televisores, caixas de som e cinema. Por fim, no último capítulo será mostrado o que há por vir, dispositivos ainda em
processo de fabricação que prometem revolucionar o modo de interação com o mundo digital.

2 CONECTORES
Um conector é um dispositivo que efetua uma ligação entre uma porta de saída de um determinado dispositivo e a porta de
entrada de outro dispositivo, por exemplo, um computador e o monitor. Existem vários tipos de conectores e para o propósito
deste artigo discursaremos apenas sobre conectores de áudio e vídeo relacionados à computação, dando ênfase especial aos
mais recentes e os projetos de conectores para o futuro.
Reproduzir um sinal de vídeo em um dispositivo de vídeo (um televisor ou monitor, por exemplo) é um processo
bem simples, mas que acaba se tornando complicado devido a multitude de fontes de sinais. DVDs, computadores e
videogames todos processam e enviam os sinais de vídeo usando métodos diferentes. Foram criados vários conectores que
utilizam diferentes métodos para tentar manter a clareza do sinal. Começaremos pelos conectores RCA.

2.1 Conectores RCA
Os conectores RCA são um tipo de conector elétrico utilizado para carregar sinais de áudio e vídeo (fig. 2.1). O nome “RCA”
deriva da Radio Corporation of America, que introduziu o conector no inicio dos anos de 1940 para minimizar a interferência
em sinais de pequena amplitude e ligar os antigos fonógrafos a amplificadores.
Assim como muitos outros conectores, o RCA é adotado para vários outros usos além do seu intuito original,
incluindo como conector de força, de sinais de rádio e também de áudio digital no formato S/PDIF (Sony/Philips Digital
Interconnect Format, sendo diferenciado por plugs laranjas), mas seu uso mais comum ainda continua sendo para
transferência de sinais de vídeo composto.
Vídeo composto é o formato do sinal de uma televisão analógica utilizado, por exemplo, antes de ser combinado
com áudio e enviado por ondas de rádio. Ele é composto de três sinais fontes denominados Y, U e V (ou YUV quando
juntos). Y representa o brilho ou luminance e inclui pulsos de sincronização, U e V representam matiz e saturação das cores
ou chrominance.
Porém a mixagem dos vários sinais no sinal de vídeo composto causa a perda da qualidade do sinal, e um tipo de
artefato (nome dado a anomalias durante representas visuais) conhecido como Dot Crawl (fig. 2.2).
Esse efeito é resultado de interferência entre os sinais de brilho e cor durante a modulação e transferência. Este tipo
de problema deu origem a proliferação de conectores como S-Video e Vídeo Componente, para manter os sinais separados.

2.2 S-Video
Separate Video ou S-Video (ou Y/C), é um conector de vídeo analógico que carrega os dados de vídeo em dois sinais
diferentes, luma (luminance ou brilho) e chroma (cor) sendo assim diferente do vídeo composto, que transfere brilho, matiz e

saturação em um só sinal de baixa qualidade, e do vídeo componente, que transfere a informação de vídeo em três sinais
separados de alta qualidade.
O conector de 4 pinos (fig 2.3) é o mais comum dos conectores S-Video, sendo os 2 superiores o sinal Y ou de
brilho (pino 3) e sinal C ou cor (pino 4) e os inferiores os respectivos terras. Existem algumas variantes que contêm até 7
pinos.
S-video mantêm os sinais Y (brilho que no caso se torna a imagem em escala cinza) e C (as cores da imagem)
separados eliminando o problema do Dot Crawl, mantendo mais informações do vídeo original intactas e oferecendo assim
melhor qualidade se comparado ao vídeo composto.
Devido a separação entre os componentes de brilho e cores da imagem, o S-Video pode ser considerado um tipo de
sinal de vídeo componente, mas o que separa o S-Video dos modelos de vídeo componente mais complexos como o RGB, é
o fato do sinal de cor ser transmitido como um só sinal, o que significa que as cores tem de ser codificadas de alguma
maneira.
Isso significa que além dos dispositivos de vídeo terem de ser compatíveis com S-Video, eles também tem de ser
compatíveis em termos de codificação e decodificação de cor. A introdução então do vídeo componente, oferecendo melhor
qualidade de imagem e compatibilidade com versões anteriores, substituiu o S-Video como alternativa para o vídeo
composto.

2.3 Vídeo Componente
Uma maneira de manter a clareza do sinal é separar os componentes do sinal de modo que eles não interfiram uns com os
outros. Um sinal separado dessa maneira é chamado de “vídeo componente”.
Geralmente quando se refere a vídeo componente (fig. 2.4) na verdade está se referindo ao esquema Y’PbPr. Por ser
um nome um pouco complicado de ser pronunciado algumas pessoas o chamam de Yipper, ou somente vídeo componente,
apesar do termo na verdade se referir a vários tipos de vídeo componente como dito anteriormente.
YPbPr é convertido de um sinal de vídeo RGB, e dividido em 3 componentes, Y, Pb e Pr respectivamente. Y sendo
o sinal de brilho (ou luma) e informações de sincronia, e em essência uma versão preto e branco da imagem original. Pb
carrega a diferença entre o azul e o brilho (B – Y) e Pr carrega a diferença entre vermelho e o brilho (R – Y). Enviar um sinal
carregando as informações da cor verde redundante, pois ela pode ser derivada utilizando o azul, o vermelho e o brilho.
Separando o sinal desta maneira (fig. 2.5.), YPbPr, ou qualquer outro tipo de vídeo componente, oferece ótima
isolação dos sinais, assim não causando interferência entre si e mantendo uma alta qualidade da imagem.
Outro exemplo de conector que utiliza sinais de vídeo componente é o conector VGA.

2.4 Conector VGA
O Video Graphics Array (VGA) é um conector introduzido no mercado pela IBM no ano de 1987, mas como foi muito bem
aceito, o termo VGA pode se referir tanto ao conector quanto a um monitor analógico ou até mesmo a resolução então
utilizada 640x480.
O conector VGA (fig. 2.6) é um conector de 3 linhas e 15 pinos. É até hoje o tipo de conector mais comum
encontrado em placas de vídeo, monitores e até mesmo em televisões e monitores de Alta Definição com suporte para
conectores VGA.
Eles carregam os sinais de componentes de vídeo analógico RGBHV (vermelho, verde, azul, horizontal sync,
vertical sync), sinal de Display Data Channel ou DDC, usado na comunicação do monitor com o adaptador de vídeo (um
exemplo seria o monitor informar para o adaptador quais as resoluções de vídeo suportadas), e dados (fig. 2.7).

somente a necessidade dos dados digitais. Foram desenvolvidos por um consórcio de indústrias chamado Digital Display Working Group (DDWG) para substituir o “legado da tecnologia analógica”. Este método não utiliza nenhuma compressão e também não impõe nenhum limite real na definição da cor ou da resolução. Dessa maneira. 2. mas contêm muita informação redundante já que cada canal contém pelo menos a mesma imagem na versão preta e branca. a Unified Display Interface (UDI) que foi proposta pela Intel para substituir as interfaces DVI e HDMI. Porém o conector DVI pode conter uma pinagem adicional para um segundo link. o conector DVI inclui pinos adicionais que fornecem o mesmo sinal analógico encontrado em um conector VGA. proposta pela VESA (Video Eletronic Standards Association) para suceder o DVI. aumentando a resolução máxima para 4. mas foi preterida em favor da DisplayPort.5 Conector DVI Os conectores DVI (Digital Visual Interface) são conectores (fig. apresentando capacidades de controle de direitos autorais digitais. A UDI junto com o DisplayPort eram competidores do padrão HDMI. cada pixel no buffer de saída do dispositivo fonte corresponde diretamente a um pixel no dispositivo de exibição. A interface DVI utiliza um protocolo digital no qual a desejada iluminação de pixels é transmitida como dados binários. porém a Intel (desenvolvedora do UDI) parou o desenvolvimento e agora também suporta o DisplayPort. 2. Sucessores propostos para o DVI são: a interface IEEE 1394 (também conhecida pela marca Firewire da Apple). conectar um DVI-D macho a um DVI-I fêmea. que consiste na utilização de um algoritmo avançado da redução de interferência eletromagnética através de cabos de cobre. portanto. O conector então recebe um nome diferente para cada tipo de sinal que ele implementa: • DVI-D para somente digital • DVI-A para somente analógico • DVI-I para integrado. resultando em uma transferência de alta velocidade de dados seriais entre os dispositivos. Esta característica foi incluída com o propósito de fazer o conector DVI universal. digital e analógico • DVI-DL para dual link Notável também que o pino longo e achatado de um conector DVI-I (digital e analógico) é maior do que o mesmo pino em um conector DVI-D (somente digital) tornando impossível conectar um macho DVI-I a uma fêmea DVI-D. É possível.8) projetados para transferir imagens de alta qualidade visual para dispositivos de display digital como monitores LCD e projetores digitais. um sinal analógico pode ter a aparência de cada pixel afetada pelo pixel adjacente ou por ruído elétrico e por outras formas de distorção analógica. 2. no entanto. O formato utilizado na transmissão dos dados é o Transition Minimized Differential Signaling (ou TMDS) desenvolvido pela Silicon Image Inc. Com um único link DVI é possível atingir uma resolução máxima de 2. .75 megapixels ou uma resolução de tela máxima de 1915x1436 pixels (numa proporção 4:3). permitindo que qualquer tipo de monitor (digital ou analógico) seja operado usando o mesmo conector (com o auxílio de um adaptador para monitores analógicos). Esse tipo de transmissão também é utilizado na interface HDMI. A maioria dos monitores LCD de tela plana tem somente a interface digital e. a High-Definition Multimedia Interface (HDMI). ao contrário que. Além dos sinais digitais.0 megapixels (fig.9). O vídeo componente aos poucos está perdendo popularidade sendo substituído pelo Digital Video (DVI). o conector padrão VGA. tornando possível a utilização do conector DVI-D no caso do dispositivo fonte ser um computador com saída DVI-I.

Enhanced Definition (definição melhorada) e High Definition (alta definição) respectivamente. qualquer formato de TV ou PC. • Tipo B: contem 29 pinos e pode carregar até o dobro da banda do Tipo A.2 Gbit/s). com até oito canais de áudio e uma Consumer Eletronics Control (CEC). em um único cabo.4 lançada em 28 de maio de 2009 aumentou a resolução máxima para 3840x2160p de 24 a 30hz e 4096x2160 a 24hz (que é a resolução utilizada em cinemas digitais). utilizando um adaptador é o suficiente para converter o tipo do conector. sendo possível converter o um conector tipo C para um tipo A apenas com um adaptador A-para-C. HDMI 1. suporte para alguns tipos de decodificação externa de áudio.4 devido à incerteza do mercado 3D.2a foi lançada em 14 de Dezembro de 2005 e implementava o suporte para CEC. 1. sendo até 3. • Tipo C: mini conector definido na versão 1.3a lançada em 10 de novembro de 2006 implementou algumas mudanças técnicas no conector Tipo C. sem causar perda na qualidade do vídeo. Uma HDMI Ethernet Channel. um dispositivo sem HDCP recebendo sinal com HDCP não irá mostrar nenhum conteúdo. teve um documento e um número de versão diferente. na capacidade do CEC e no suporte do SACD. nem todos os dispositivos DVI suportam o protocolo HDCP (High- bandwidth Digital Content Protection) e sem tal suporte.2 lançada em 8 de agosto de 2005 adicionou suporte para One Bit Audio. monitores e televisões digitais.10) suporta.9 Gbit/s de dados digitais. Representa a alternativa digital para os conectores de áudio/vídeo analógicos como os RCA ou cabo coaxial. permitindo que o usuário controle múltiplos dispositivos que tenham o suporte para CEC com apenas um controle remoto.1 foi lançada em 20 de maio de 2004 e adicionou suporte para DVD-Audio (um formato de áudio que possui altíssima fidelidade com o conteúdo do DVD). Sendo eles Standard Definition (definição padrão).3c somente descrevem testes com os conectores da versão 1. que possibilita uma conexão de 100mb/s entre os dispositivos HDMI conectados. e incluiu o novo conector Tipo C Mini para dispositivos portáteis. • Tipo D: micro conector definido na versão 1.3 aumenta a largura de banda para 340MHz (10. A versão 1. . A versão 1. A versão 1. normal ou de alta definição. Um conector micro tipo D. É menor que o conector tipo A mais tem a mesma configuração de 19 pinos.4. A versão 1. A versão 1. Mantêm o padrão dos conectores A e C de 19 pinos. Além disso. Os quatro tipos de conectores HDMI são: • Tipo A (fig. HDMI versão 1. utilizado em Super Audio CDs (SACD). previsto para dispositivos portáteis. 2. O conector DVI é compatível eletricamente com o sinal de vídeo do HDMI. um formato de cd de áudio de alta capacidade. Porém o áudio e o CEC (funções de controle remoto) não vão estar disponíveis. e o suporte para áudio e vídeo 3D.96 Gbit/s de banda de vídeo e 8 canais de 192 kHz/24-bit de áudio. O conector sofreu várias atualizações desde o seu lançamento em 9 de dezembro de 2002 e cada atualização. O HDMI estabelece conexões digitais de áudio/vídeo entre vários dispositivos fonte compatíveis com dispositivos de áudio digital. EDTV e HDTV.25 MHz e a Categoria 2 testada até 340MHz).2.3. Além de disponibilizar o conector HDMI Tipo A para computadores. definiu duas categorias de cabos (sendo a Categoria 1 testada até 74. O HDMI (fig. As versões 1.11): 19 pinos com banda suficiente para todos os modos SDTV. mas tão pequeno que parece um conector micro USB. O CEC é uma conexão bidirecional de um cabo só utilizado para funções de controle remoto.3b1 e 1.0 lançada em 2002 era capaz de transmitir 4.3b. Planejado para uso em dispositivos futuros de resolução muito alta.4a lançado em 4 de março de 2010 adiciona mais 2 formatos de vídeo 3D que foram adiados na versão 1.3a.2.6 Conector HDMI HDMI é uma compacta interface de transmissão de dados digitais de áudio/vídeo. Versão 1.

porém. permitindo um alcance bem maior entre a fonte e o display sem degradação do sinal. emitindo luz. 3. 2 ou 4 pares de dados em uma conexão principal (em taxas de 1.2. O DisplayPort (fig 2. 2. 3 MONITORES E APARELHOS DE TV Neste capítulo iremos abordar os mais novos monitores e suas respectivas tecnologias de formação da imagem. 3. verde e azul (RGB). Define um novo conector áudio/vídeo royality-free (uso de uma obra licenciada e patenteada. O gás então ionizado pela presença da corrente elétrica se transforma em plasma (quarto estado da matéria).Cenas escuras. com corte de luz.2 Gbit/s atuais contra os 8. Acer. Toshiba.1 Pixel Um pixel. A versão 1. o DisplayPort envia o clock junto com o sinal (funcionalidade chamada de auto-sincronização).12). mostrando melhoras significativas para com as versões anteriores. excitados pela luz ultravioleta do plasma. enquanto o HDMI custa 4 centavos americanos por dispositivo e um custo anual de $10. apesar de não apresentar suporte para sinais CEC e compatibilidade elétrica com DVI (encontrados no HDMI). ao longo da placa traseira de vidro. desde a função de cada pixel à imagem completa na tela.2 foi aprovada em 22 de dezembro de 2009. é formado por três sub-pixels: vermelho. Vantagens do Plasma . Os eletrodos emissores ficam atrás das células. proporcionando melhor brilho. Apesar de não ser compatível com HDMI e DVI. montadas entre duas partes de vidro (fig. em ambos os lados das células.7 e 5.13) suporta 1. Cada célula (fig. porque apesar de terem um clock de sinal diferente. tendo agora o dobro da largura de banda das versões anteriores (17. . sendo possível a conversão através de um cabo. O DisplayPort tem o suporte de empresas como Apple. ou um computador e um home theater.1). e também implementou o opcional DPCP (DisplayPort Content Protection) com suporte para o HDCP utilizado pelo HDMI. uma alternativa para os de cobre. ao longo do vidro da frente. O número de pixels no display e sua disposição determinam a resolução da tela. O brilho da tela é reforçado pela presença de uma camada de fósforos que brilham. sem ter que pagar royalties adicionais) intencionado para uso entre um computador e um monitor. Eletrodos extensos também são colocados entre as placas de vidro. é a menor unidade de uma imagem. Dell. Intel e a AMD/ATI entre outras. o DisplayPort pode transferir os sinais de HDMI e DVI. por exemplo.7 DisplayPort DisplayPort é uma interface digital desenvolvida pela VESA desde 2006 (fig. Os eletrodos de exposição transparentes. .1 adicionou o suporte para cabos de fibra ótica. 3. que emitem ondas eletromagnéticas quando excitadas pela corrente elétrica. 3.Emissão de luz pelas células da tela.62.64 Gbit/s anteriores). que combinadas no padrão RGB resultam em mais de 16 milhões de cores. são montados acima da célula. e é atualmente royalty-free.4 Gbit/s) que também transfere sinais adicionais de áudio. A versão 1.2) é capaz de emitir 256 tonalidades. contraste e resolução. que são cercadas por um material isolante dielétrico e cobertos por uma camada protetora de óxido de magnésio.000 dólares para fabricantes de larga escala. 2.2 Plasma Sua tela é formada por milhares de micro-células com gases nobres (Xenônio e Neônio) em seu interior.

Melhor ângulo de visão. Essa polarização é orientada de maneira diferente nas duas lâminas.Melhor eficiência comparando-se com os antigos televisores de tubos (CRT). reduzindo o contraste.Aparelho com maior profundidade e mais pesado. que armazena os padrões de imagem. .Ângulo de visão reduzido.3 LCD (Liquid Crystal Display) O LCD é formado por material que se denomina cristal líquido. Tela fina e leve. .Custo de manutenção menor do que os de plasma e CRT. cruza a camada de filtros (6). As moléculas desse material são distribuídas entre duas lâminas transparentes polarizadas. devido às fontes para excitar as células. . 3.5). Desvantagens do Plasma . que deixa passar apenas a luz polarizada no plano paralelo ao de polarização..Baixo consumo de energia. como se formassem um ângulo de 90º.Maior emissão eletromagnética – luz ultravioleta. cada ponto é um pixel.Melhor geometria. 3. A seguir é apresentado resumidamente o caminho da luz nos monitores LCD (fig.CCFL .3. a luz chega à matriz (4) de eletrodos (transistores).1 Monitor com lâmpadas CCFL A base da iluminação de um LCD convencional é a luz fornecida por uma lâmpada CCFL (Cold Cathode Fluorescent Lamp). assim tornando-se transparentes ou opacas. . . . Existe um transistor TFT para cada sub-pixel (fig. 3. Nos LCD monocromáticos. Friedrich Reinitzer. hoje existem menos de dez fabricantes de telas de cristal liquido. Desvantagens do LCD . Em seguida.3): A luz da fonte (1) incide sobre o filtro polaróide (2). 3. Estas lâmpadas ficam acesas constantemente (fig. A primeira tela de matriz ativa foi produzida no começo da década de 70 nos Estados Unidos. 3.Melhor uniformidade da luz em todas as partes da tela. . .Maior índice de desgaste e defeito. o vidro (7) e alcança o filtro polarizador horizontal (8). O TFT (Thin Film Transistor – Transistor de película fina) é composto por uma linha de dados e uma “linha de porta” (TFT on/off para transferência de sinal). que reproduz os padrões da matriz. Suas propriedades foram primeiramente observadas em 1888 por um botânico austríaco. .Falta de uniformidade da luz traseira provocando deformação da imagem. As moléculas de cristal líquido são capazes de orientar a luz. cada ponto da tela corresponde a um ponto da imagem. Já nos policromáticos.CCFL .4). Apenas os feixes que conseguem atravessá-lo chegam aos pixels do mostrador (9). ajustando assim o arranjo molecular dos cristais líquidos e determinando qual a intensidade da luz que passará. . Vantagens LCD .Iluminação mínima constante das partes pretas. de forma que estas formem eixos polarizadores perpendiculares.Dificuldade de montagem de telas menores do que 40”.Menor desgaste da tela (Display). que controla a diferença de tensão entre o eletrodo TFT de vidro e o eletrodo no filtro de vidro colorido. . A luz polarizada atinge o "sanduíche" de cristal líquido (5). Depois de atravessar o vidro (3).

ou diodos emissores de luz). Similar ao conceito do LED.Profundidade ainda mais reduzida . 3.LED . Vantagens do LCD – LED . 1 Vermelho e 1 Azul). o qual é composto de materiais metálicos. chegando ao negro quase que absoluto (fig. . essa disposição faz com que o monitor fique um pouco mais espesso. posicionadas nas bordas do monitor (Sidelight) ou num painel atrás da tela (Backlight).2 Monitor com lâmpadas LED Uma grande desvantagem da tela de LCD para as telas de Plasma é no quesito de contraste.Como é uma tecnologia nova. Esse outro modelo de posicionamento refere-se ao LED posicionado atrás da tela. Um polímero condutor usado nos OLEDs é a polianilina. formado por duas ou três camadas de material orgânico. não mostrando o negro total. e o LCD tendo sua fonte de luz constantemente ligada. assim como as lâmpadas CCFL. 3. um substrato. porém o nível de contraste não é tão alto quando comparado ao outro modelo de posicionamento do LED.Maior uniformidade da luz traseira.os Leds ocupam menos espaço que lâmpadas (backlight). Quando os LEDs são posicionados nas bordas do monitor são de luzes brancas e consegue-se uma espessura da TV muito reduzida. que podem ser ligadas ou desligadas sempre que necessário.Permanece com Baixo consumo de energia.estas camadas são feitas de moléculas orgânicas ou polímeros. porém sua capacidade de contraste é muito melhor. 3. o custo ainda está muito alto. que transportam elétrons do cátodo. Ele é um semicondutor de estado sólido.6). • Ânodo (transparente) -o ânodo remove elétrons (adiciona "buracos" de elétron) quando uma corrente passa através do dispositivo. . como uma folha de papel. • Substrato (plástico transparente.8).esta camada é feita de moléculas de plástico orgânico que transportam "buracos" do ânodo. . em que ele pode estar aceso ou completamente apagado.esta camada é feita de moléculas plásticas orgânicas (são diferentes da camada condutora). um ânodo e um cátodo (fig. porém pode ser constituído de LEDs brancos ou LEDs coloridos (2 Verdes. pois como plasma tem uma fonte de iluminação para cada sub-pixel da tela. Desvantagem do LCD . lâmina) – o substrato dá suporte ao OLED.  Camada emissiva . É aqui que a luz é gerada. economizando energia e tendo um nível de contraste muito grande (fig. permite que “muita” dessa luz passe pelo display.  Camada condutora . Para solucionar esse impasse do LCD. apenas um cinza escuro. 3.Melhor resolução em vídeo componente e HDMI.7).Também apresenta baixa resolução em vídeo composto analógico. • Camadas orgânicas .3. substituíram as lâmpadas CCFL por centenas de lâmpadas LED (Light- Emitting Diodes. 3. O display OLED pode ser flexível e extremamente fino. . vidro. o OLED quando excitado por uma corrente elétrica libera luz em uma freqüência determinada pela sua composição química e intensidade da corrente. .4 OLED (Organic Light-Emitting Diodo) Inventado no começo da década de 80 pela Kodak o Diodo Orgânico Emissor de Luz é baseado no conceito de substratos orgânicos capazes de emitir luz. Um polímero usado na camada emissiva é o polifluoreno.

3. • Quando isso acontece.1. A própria estrutura TFT é o circuito elétrico que determina quais pixels ficam ligados para formar uma imagem. maior será o brilho da luz 3. Quanto maior for a corrente. As interseções do cátodo com o ânodo formam os pixels onde a luz é emitida. moléculas orgânicas e ânodo. camadas orgânicas e tiras de ânodo. Não necessita de backlight adicional.2 PMOLED Os PMOLEDs (fig. o brilho de cada pixel é proporcional à quantidade de corrente aplicada. Os PMOLEDs são fáceis de fazer. 3. • O ânodo remove elétrons da camada condutiva das moléculas orgânicas. Vantagens do OLED . o elétron fornece energia na forma de um fóton de luz. adequados para vídeo. preenche o buraco (esse elétron cai no nível de energia do átomo que perdeu um elétron). Os fabricantes colocam vários tipos de filmes orgânicos no mesmo OLED para fazer displays coloridos.1 AMOLED Os AMOLEDs (fig. 3. portanto. mas consomem mais energia do que outros tipos de OLED.11) têm tiras de cátodo. isto é equivalente a entregar buracos de elétrons à camada condutiva. 3. A fonte de alimentação do dispositivo contendo o OLED aplica uma voltagem através do OLED. PDAs e MP3 players. Portanto. Os AMOLEDs também têm taxas de atualização mais rápidas. Os AMOLEDs consomem menos energia do que os PMOLEDs porque a estrutura TFT requer menos energia do que o circuito externo. 3.4. A cor da luz depende do tipo de molécula orgânica na camada emissiva.Melhor brilho e contraste.10) têm camadas completas de cátodo. Mesmo com o circuito externo. mas a camada de ânodo se sobrepõe a uma estrutura de transistor de filme fino (TFT) que forma uma matriz. • Cátodo . Uma corrente elétrica flui do cátodo para o ânodo através das camadas: • O cátodo fornece elétrons à camada emissiva das moléculas orgânicas. os OLEDs com matriz passiva consomem menos energia da bateria do que os LCDs que são usados atualmente nesses dispositivos. principalmente devido à energia necessária para alimentar o circuito externo. No limite entre as camadas emissiva e condutiva os elétrons encontram buracos de elétrons: • Quando um elétron encontra um buraco de elétron. 4. O circuito elétrico externo aplica uma corrente às tiras selecionadas de ânodo e cátodo. 5. Os PMOLEDs são mais eficientes para textos e ícones e mais adequados para telas menores (2 a 3 polegadas de diagonal) como aquelas que você encontra nos telefones celulares. 2.4.o cátodo injeta elétrons quando a corrente passa através do dispositivo. As tiras de ânodo são arranjadas perpendicularmente às tiras de cátodo.9): 1. O processo funciona da seguinte maneira (fig.pode ou não ser transparente dependendo do tipo de OLED . .1.Melhor ângulo de visão. A intensidade ou brilho da luz depende da quantidade de corrente elétrica aplicada.4. .1 AMOLED e PMOLED Assim como no LCD os OLEDs tem matriz ativa (AMOLED) e passiva (PMOLED): 3. . são eficientes para grandes displays.Emissão e corte de luz pelas próprias células da tela. determinando quais pixels serão ligados e quais permanecerão desligados.

Maior resolução.13). 3. claro que com toda a simplicidade de imagem e som da época.Americano (ATSC): privilegia uma televisão com alta definição. Aqui este sinal ficou denominado pela sigla SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre) e . com chuviscos.5 Monitor 3D Atualmente. podem são desconfortáveis. não chegando a 40”.. foi adotado o padrão japonês com algumas melhorias desenvolvidas aqui mesmo no país (fig. O padrão em operação comercial é capaz de transportar até 19 Mbps de dados. ela consiste na Barreira Paralaxe. Porém esta tecnologia também não é perfeita. capacidade suficiente para transmitir um programa em alta definição. O primeiro filme em 3D foi a ser exibido ao publico foi "Power of Love" em 1922. 3. (fig. Assim mesmo que o sinal esteja fraco. e caso o sinal esteja muito fraco. Desvantagens do OLED .Baixíssimo consumo. Hoje temos filmes em 3D com ótima qualidade de imagem e som. estas com a função de alternar a leitura entre os olhos esquerdo e direito (fig. ruídos etc. . uma para cada olho. ou proporcionam esta imagem.6 TV Digital A TV Digital teve inicio na década de 70 no Japão com o intuito de desenvolver TVs de alta definição.Custo ainda muito alto. 3. proporcionando uma transmissão sem perda e recepção com alta qualidade e quantidade de dados.Tela fina e flexível.12). nenhum monitor é capaz de criar imagens em 3 dimensões. ou eles são leves. para enviar vídeo.A durabilidade da tela ainda é baixa e depende da evolução dos processos de fabricação. A Televisão digital converte os dados em sinais binários. . que ocupa em media 15 Mbps ou quatro programas em simultâneo com definição padrão. podemos dizer que a TV analógica forma a imagem e o som de modo contínuo. áudio e sinais de dados aos aparelhos compatíveis com a tecnologia. Uma saída para isso é uma nova tecnologia de monitores 3D. então as linhas verticais do monitor alteram a visualização da imagem através das barras opacas. Se o usuário não estiver posicionado no local correto a imagem 3D não se forma corretamente e ainda pode ficar uma com uma imagem um pouco menos definida. De maneira simplificada. dispensando o uso de óculos. eles apenas iludem o cérebro para ele entender que a imagem em 2 dimensões possui profundidade.14). imagem e som serão perfeitos. como um computador. Um dos grandes empecilhos a esta tecnologia de imagem são os incômodos óculos. Para as necessidades brasileiras. .As telas ainda são reduzidas. as imagens são lançadas na tela simultaneamente. porém não proporcionam uma imagem com grande gama de cores. Neste método de autoestereoscopia. 3. simplesmente não haverá imagem e som. 3. esse efeito de simulação 3D vem fascinando o público desde então. privilegia a mobilidade do receptor. porem ainda apenas uma simulação. que ocupa em media 4 Mbps cada. . . O método de gravação de imagens em 3D para monitores é o mesmo usado para o cinema. . na maioria dos monitores 3D de hoje usa-se esses óculos para obter o efeito 3D.Japonês (ISDB): alem da alta definição.Europeu (DVB): privilegia a interação e multiprogramação. Existem três tipos padrões de TV Digital: . daí qualquer diminuição no sinal já é suficiente para fazer a imagem e som ficarem instáveis. ou seja.

ou bit depth. mas também de antenas transmissoras. Além de a TV Digital proporcionar vídeos de alta definição sem chuviscos e interferência. pode ser desenvolvido um meio específico para operar como canal de retorno.6. A onda do microfone é uma onda analógica. ou áudio digital. Na tecnologia digital. assim terá toda interatividade mencionada nos outros dois modelos. O primeiro sinal digital foi transmitido em São Paulo no dia 2 de Dezembro de 2007. O recebimento das informações ocorre via ar. na captação ou gravação. condições climáticas para região. o usuário pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor. AIFF. como consultar a programação. maior será a fidelidade do som digital em relação ao som analógico.freqüência de transmissão em UHF (470 MHz à 890 MHz). uma onda é gravada ou usada em sua forma original. No entanto. Na reprodução. consiste na representação digital de uma onda sonora por meio de código binário. e. A partir daí. de bandas sonoras de filmes digitais. a onda analógica é transformada em números. ou taxa de amostragem (sampling rate). etc. que permite que o som seja armazenado e reproduzido por meio de um CD. O processo de conversão do som analógico para digital acarreta uma perda. e é sabido que o som digital nunca poderá representar o som analógico de maneira plena. Um CD de áudio padrão. como uma linha telefônica.100 Hz e a profundidade de 16 bits. a conversão do som digital para analógico é o Digital to Analog Converter (DAC). Enquanto o sinal da TV digital terrestre é originado em torres de transmissão. Esta por enquanto é disponibilizada apenas para o estado do Rio de Janeiro. O som digital. MiniDisc ou DAT. Para isso. de 44. como WAV. como celulares. Quanto maiores esses valores. existe a TV digital rural (TVDR). MP3. por exemplo. grande mobilidade dos receptores. . fazer perguntas em programas educativos. a onda sobre a fita também é. amplificada e enviada a um alto-falante para produzir o som. A precisão da representação digital do som varia de acordo com a taxa de amostragem de freqüência e a quantidade (profundidade) de bits para cada amostra. mas o retorno à central de transmissão se dá pelo telefone. Hoje o sinal digital terrestre está presente em 21 capitais e 8 cidades pólo.1 Diferença entre as tecnologias analógicas e digitais Na tecnologia analógica. de arquivos de áudio em diversos formatos. a capacidade de transportar os sinais até a central de transmissão. assim o usuário pode fazer compras pela TV. Assim. com som em 6 canais. e de outros meios. por exemplo. o sinal é enviado para o satélite e este disponibiliza o sinal para quem possuir antenas parabólicas. portanto. OGG. a evolução tecnológica dos processos de conversão atingiu um grau elevado de precisão ao ponto de não deixar transparecer nenhuma distinção perceptível ao ouvido humano entre o som analógico e sua representação digital. como realizar operações bancarias. Alem da TV digital terrestre. na TVDR. Interatividade com Canal de Retorno Dedicado: Com a expansão das redes de banda larga. possui a taxa de amostragem de freqüência. Essa onda pode ser lida. o usuário da TV digital necessitaria não apenas de antenas receptoras. e o sistema. um sinal é levado diretamente do microfone e colocado em uma fita. O prazo para substituição total do sistema analógico para o digital é ate 2016. O processo que envolve. 3. 4 ÁUDIO 4. ela também oferece uma interatividade impensável nas TVs analógicas. Interatividade com Canal de Retorno Não-Dedicado: A interatividade é estabelecida a partir da troca de informações por uma rede à parte do sistema de televisão. que são armazenados no dispositivo digital.1 Interatividade Interatividade Local: O Conteúdo é transmitido para o receptor. em um gravador analógico. a conversão do som analógico para digital é o Analog to Digital Converter (ADC).

4. mapear de um por um.2. cada canal ao alto-falante. Assim. já que toda informação está gravada nos canais direito e esquerdo. . A Sony Dynamic Digital Sound (SDDS) é uma configuração 7.2. consiste numa técnica de gravação que utiliza um microfone de som surround. Se você tem um aparelho de som estéreo comum. back-surround). A tecnologia de som surround é aplicada em cinemas e em sistemas de home theater. gerando o número e a configuração do alto-falante. o termo "som surround" se refere tecnicamente ao sistema multicanal desenvolvido pela Dolby (em inglês). tais canais se localizam no centro. A esfera tridimensional (3D) da audição humana pode ser virtualmente alcançada através dos canais de áudio localizados acima e abaixo do ouvinte (left-surround. 4. computadores pessoais e outras plataformas. baseada no princípio de Huygens. é preciso conectar o terminal positivo do amplificador para o canal esquerdo no terminal positivo do alto-falante traseiro esquerdo. Sistemas de “Matrix” recuperam o número e o conteúdo dos canais da fonte e aplicam aos seus respectivos alto- falantes. deve-se conseguir um par de alto-falantes traseiros e posicioná-los ao lado direito e esquerdo do ouvinte.2 Mapeamento de canais para alto-falantes Na maioria dos casos. e também o mais simples. consoles de videogame. sistemas de som surround contam com o mapeamento de cada fonte do canal ao seu próprio alto-falante. Para fazer isso. Para balancear o som. com dois canais surround independentes. Dolby Digital ou DTS. utiliza de alto-falantes com o intuito de cercar o ouvinte para reproduzir o áudio vindo de diferentes direções. Uma segunda abordagem é o processamento de áudio com os métodos de localização de som psico-acústico para simular um campo bidimensional (2D) de som com fones de ouvido. As gravações surround adicionam mais canais de áudio. Muitas vezes. deve-se conectar os dois terminais negativos nos alto-falantes traseiros (fig.2 Som Surround É uma série de técnicas utilizadas para enriquecer a qualidade de uma fonte de áudio. não é a única forma de transmissão de sinais de som surround. e uma Low Frequency Effects (LFE). Formatos comerciais de som surround incluem videocassetes. 4. à frente. A informação do som surround é processada para um decodificador para ser repetida. DVDs de vídeo e transmissões HDTV codificados como Dolby Pro Logic. mas normalmente é usado como um termo genérico para os sistemas multicanal.1 de cinema que dispõe de 5 canais de áudio independentes na parte dianteira. o receptor também aumenta o volume do canal e faz pequenos ajustes de tempo. à esquerda e à frente à direita. é possível acessar o som surround. o meio de transmissão permite (pelo menos) o mesmo número de canais de origem e de destino. o som vem de três ou mais direções.1 Criando um som surround O som surround é criado de várias maneiras. e depois. O sinal transmitido pode codificar a informação (que define o campo original do som) para um maior ou menor grau. No entanto. Conectar o terminal positivo do amplificador para o canal direito no terminal positivo do falante traseiro direito. Outros formatos comerciais incluem os concorrentes DVD-Audio (DVD-A) e Super Audio CD (SACD) e MP3 Surround. O decodificador reorganiza a informação fora de fase que é transportada para um terceiro canal. right-surround. Depois. O primeiro método. Para terminar. O formato surround Cinema 5.2. reproduzida com canais de áudio. sendo em seguida distribuído para os alto-falantes disponíveis para repetição.1). A terceira abordagem. 4. para reprodução. Com som surround discreto. tenta reconstruir a frente do campo de ondas do som gravada dentro do espaço de escuta.4. Já no plano 2D.3 Acessando o canal surround A maneira mais fácil de acessar o canal surround é por meio de um receptor com um decodificador de som surround.1 inclui a Dolby Digital e DTS.

o sistema de gestão de grave pode direcionar o canal LFE para um ou mais dos alto-falantes principais. a corrente não vai mudar a posição do eletro-ímã.1" ou “7. o potenciômetro funciona como um controle de volume para os alto-falantes traseiros. esta configuração não vai dar a mesma qualidade de som que um receptor de som surround.1". Estes sinais fora de fase movem o eletro-ímã do alto- falante traseiro e controlam o som que vem deles. independentemente do canal. Há uma diferença de notação antes e depois do sistema de gestão de graves. o LFE era um canal separado que era interligado a um ou mais subwoofers. como por exemplo "5.4 Canal de Efeitos de Baixa Freqüência (LFE – Low Frequency Effects) Devido ao fato de que o canal LFE requer apenas um décimo da largura de banda de outros canais de áudio. há um sinal do subwoofer. No entanto. o princípio fundamental que é que o conteúdo de graves no sinal de entrada. Antes dele. e não apenas do canal LFE. isso permite que cinemas controlem o volume dos efeitos sub-bass. Quando os efeitos sub-bass estão em um canal diferente. mas é um ótimo exercício para entender o funcionamento do som surround analógico. Obviamente. 4. Além disso. Depois dele. Os sinais estéreos que estão em fase nos canais frontais se cancelam nos falantes traseiros. de modo que se adéqüe ao tamanho do seu sistema de reprodução de som e do ambiente acústico do seu cinema. O LFE é originado de alguma confusão no som surround. As correntes positivas do canal esquerdo e direito vão chegar aos terminais positivo e negativo de cada alto-falante ao mesmo tempo. dispositivo que aplica diferentes graus de resistência a uma corrente e com isso reduz a voltagem de um circuito. que é capaz de lidar com os efeitos sub-bass. Outra peça fundamental desta configuração é um potenciômetro. independentemente se estes são os alto-falantes do sistema principal ou de um ou mais alto-falantes especiais de baixa freqüência chamada subwoofers. O controle independente dos efeitos sub-bass também reduziu o problema da distorção de intermodulação na reprodução sonora de filme analógico. No entanto. Na implementação original de cinema.1 ". Dessa forma. 4. Como resultado. decodificadores modernos e sistemas incluem muitas vezes um bass management que permite o som grave em qualquer canal (principal ou LFE) para ser alimentado apenas para os alto-falantes que podem lidar com sinais de baixa freqüência. O ponto importante aqui é que o canal LFE não é o canal de subwoofer. O sistema pode direcionar o grave para um ou mais subwoofers (se houver) de qualquer canal.3 Bass Management Sistemas surround de repetição podem fazer o uso da gestão de graves (Bass Management). os sistemas de repetição em casa podem não ter um subwoofer separado. . Na configuração. os sinais que estão fora de fase no canal estéreo vão formar uma nova corrente. Pode-se colocá-lo em qualquer ponto do circuito que vai para estes alto-falantes. O canal LFE foi originalmente desenvolvido para transportar efeitos sonoros cinematográficos extremamente graves em seu próprio canal (por exemplo. há um canal de efeito de baixa freqüência LFE. ela vai reproduzir os dois canais ao mesmo tempo. deve ser direcionado apenas para os alto-falantes capazes de lidar com ele. Se for uma televisão mono. é referido como o "canal de . A corrente destes sinais sairá do terminal positivo do amplificador para o canal esquerdo enquanto o terminal positivo do alto-falante vai em direção ao terminal positivo do amplificador e então. se não houver nenhum subwoofer presente. o barulho alto de trovão ou explosões). Um equívoco comum é a crença de que o canal LFE é o canal de subwoofer. Para configurar um simples alto-falante central (o que une os alto-falantes estéreos direito e esquerdo) basta ligar a TV. para o canal direito.

por exemplo. o que dificulta seu uso. Mais um formato relativamente novo é o WDM da Microsoft. esquerdo e direito. o True Speech e o MPEG. "5. há apenas um microfone. ou canais são . passando a ter. remete à variedade de canais. No entanto. transformar as amostras novamente em uma onda analógica. por exemplo. que são transformadas em sinais digitais. Outro formato que vem ganhando bastante popularidade é o VQF. 4. mais popularmente conhecido como MP3. O objetivo principal deste formato é concorrer com o Real Audio no ramo de transmissões de áudio via Internet. Para contornar este inconveniente. O ADC e o DAC são os dois componentes básicos de uma placa de som.7 Compressão de Áudio Até certo ponto.1". por exemplo) Mas chega uma hora que é preciso abrir mão de um pouco da qualidade. para gerar arquivos menores. Além de remover as freqüências que não são audíveis. que possa ser tocada pelas caixas acústicas da placa de som. gerando arquivos até 30% menores. um formato de compactação extremamente eficiente e popular. o som precisa ser altamente compactado. exigindo um processador poderoso. devido à banda estreita. é preciso fazer o caminho inverso. e a síntese de áudio. um alto-falante. 4.1" para caracterizar o alcance limitado do canal LFE.8 Som Mono Mono ou reprodução de som monofônico (muitas vezes abreviado para mono) é canal único.5 Notação Esta notação. Por exemplo: • 2 alto-falantes estéreo básicos com nenhum canal LFE = 2.5 Megabytes. um arquivo muito menor. também pode ser adequadamente utilizado para se referir a som surround. assim como sacrificamos um pouco da qualidade de uma imagem gravada em BMP quando a convertemos para o formato JPG. que usa um algoritmo de compactação mais eficiente que o usado pelo MP3. recurso chamado de “ringing”. muito utilizado atualmente para transmitir músicas via Internet. a descompactação dos arquivos é extremamente trabalhosa. é um circuito chamado ADC.0 • 5 canais de alcance completo + 1 canal LFE = 5. Atualmente. já que rigorosamente significa som “sólido”. 4. porém.4. incluindo um "0. Quando é necessário tocar um som digital previamente gravado.6 Gerando Som Digital Quem faz a conversão do sinal analógico em sons digitalizados. é possível compactar o som sem nenhuma perda de qualidade (substituindo seqüências de sons iguais por códigos que dizem que o som deve ser repetido. Apenas um minuto de áudio gravado com qualidade de CD equivale a um arquivo WAV de 10. Mono significa que todo o som foi gravado em uma pista de áudio ou canal. embora popularizado em função dos dois canais de áudio. devido à complexidade do algoritmo. este não é mais um uso comum e som estéreo é quase exclusivamente usado para descrever dois canais de som. O problema do VQF é que. duas técnicas são utilizadas: a compactação de áudio. Estes sinais podem ser facilmente manipulados pelo processador e transmitidos como qualquer outro tipo de dado. um ADC extrai amostras da onda elétrica gerada por um aparelho analógico. O problema é que os arquivos gerados acabam sendo muito grandes. no qual. Normalmente. o único formato de áudio capaz de gerar arquivos menores que o MP3 mantendo a mesma qualidade ainda é o VQF. Exemplos de algoritmos de compactação de áudio são o ADPCM. permitindo que você converse com outras pessoas via Internet. este formato destaca os sons que são mais perceptíveis. como um microfone. Gravar os sons digitalmente permite reproduzir qualquer som com qualidade. Basicamente. ou seja.1 Nota: O termo estéreo.1 • 3 canais frontais + 2 canais laterais + 1 canal LFE = 3/2. Esta conversão é feita pelo DAC.

alimentados a partir de um caminho de sinal comum. Quando um som que está posicionado ao centro dos microfones é gravado. enquanto o segundo designa a presença de efeitos baixa freqüência LFE. Ao contrário da estereofonia tradicional. Existe uma terminologia associada. O som mono foi substituído pelo som estéreo na maioria das aplicações de entretenimento. existe uma configuração espacial dos alto-falantes que permitem aperfeiçoar o efeito desejado. O objetivo deste tipo de reprodução. aparelhos de som de alta fidelidade ainda usam principalmente a estereofonia. O primeiro número indica o número de canais principais destinados a cada um a ser restituído num alto-falante.1. daí o nome. que nos permite saber se um som vem da esquerda ou da direita e de qual distância provém. Assim. Assim.1 Configuração 5.1. um em cada lado do ouvinte. O som parece vir de um ponto médio entre as caixas acústicas. isto é. É a gravação e reprodução do áudio em múltiplos canais. e o . esse som terá o mesmo sinal em ambos os canais durante a reprodução e é escutado um som central.11. 6. No entanto.11 Configuração Espacial De acordo com o número de canais áudio.2). os caminhos são misturados em um caminho único de sinal em algum momento. sendo muito mais prazerosa que a reprodução monoaural. O canal de graves. No entanto. é envolver o ouvinte com caixas de som e simular a ambiência da gravação. graças a pequenos quadrados pretos (que representam cada canal) repartidos sobre um quadrado que representa a divisão (fig. Formatos populares de áudio multicanal são o DTS e os Dolby. etc. portanto temos uma audição estereofônica.).1. porém vem sendo substituído nos cinemas e em algumas gravações musicais pelo áudio multicanal (5. 7. 4. laterais e traseiros. 1. o áudio multicanal usa mais do que dois canais simultaneamente. constituída por dois números separados por um ponto (2. 4. fontes de som independentes entre si. que é reproduzido em alto-falantes. 4. No caso de vários microfones. Esse tipo de reprodução sonora foi baseado no fato de que temos dois ouvidos. No entanto.1/7.0 corresponde a uma fonte sonora estéreo.1 . 5. 4. 4. que provém de um único canal.1. Portanto um aparelho de som estereofônico procura reproduzir a posição em que os instrumentos musicais e os cantores estavam no momento da gravação de áudio. central. redes de telefone e loops de indução para uso com aparelhos auditivos. 6 ou 7 significa canais de médio-alta freqüência (médios e agudos) para caixas de som frontais.0 corresponde a um som áudio mono (subentendido monocanal) e 2. é normalmente usado por subwoofers para a reprodução das baixas freqüências.1 da sigla para 1 canal de graves. permitindo classificar o tipo de configuração espacial das colunas em função do número de pistas áudio utilizadas. ícones específicos presentes nos suportes multicanais permitem simbolizar o número de canais e a distribuição dos alto-falantes no espaço. quando o som está mais próximo de um microfone do que do segundo. durante a reprodução esse som terá mais volume no alto-falante correspondente. chamado de LFE. geralmente encontrada em cinemas e home theaters. A notação 5.1).9 Som Estéreo O som estéreo é a reprodução do áudio que utiliza dois canais de som monaurais distintos (direito e esquerdo) sincronizados no tempo. É o padrão de reprodução encontrado nos CDs de música.10 Som Multicanal O termo “som multicanal” designa a utilização de várias pistas áudio com vista à restituição sobre um sistema que comporta vários alto-falantes. ele continua sendo o padrão para comunicações de rádio telefone.

porque condiciona diretamente a qualidade de escuta e o realismo dos efeitos sonoros.1. O formato de disco de vídeo Blu-ray Disc pode suportar até oito canais de áudio sem perdas ou que não foram descompactados.11.1 é de uma importância primordial. • O alto-falante central deve ser colocado diretamente acima ou debaixo da TV. que é a sensação de reprodução do som dentro da cabeça do ouvinte. de maneira a formar um ângulo de 90° a 110° com o ouvinte.1 digital rodeia totalmente a pessoa. teoricamente. O melhor é testar diferentes posições na divisão.3. com o áudio vindo da parte dianteira. preferivelmente posto no chão para transmitir melhor as vibrações.1 A configuração 6. entretanto.1 é apenas esta nova caixa na parte de trás. da parte traseira e das laterais. deverão cada uma formar um ângulo de 25° a 45° com o ouvinte. além disso.4). centro e a configuração de alto-falante LFE (baixo). 4. A diferença para o 5. 4. Usando essa configuração de som. 4. do meio.6).1 proporciona o áudio vindo da parte dianteira.3 Configuração 7. Uma das mais recentes variações nos sistemas de home theater são os que oferecem recursos de som surround 7. 4.11. Enquanto que o som surround 5. O objetivo de se instalar duas caixas acústicas Surround Back no lugar de uma é aumentar a dispersão do som na parte traseira da sala.1 propõe preencher o “buraco” entre os dois alto-falantes traseiros não por um. ser capturados.3): • Os alto-falantes frontais devem ser idealmente colocados à altura de escuta do ouvinte sentado.11. quase todos os ângulos de som podem. Este canal pode. A configuração espacial dos alto-falantes de um sistema 5.1 é similar a uma configuração 5. Eles adicionam um canal traseiro central. do meio e da parte traseira. • A posição ideal para os alto-falantes traseiros é recuado em relação ao ouvinte. é possível usar 7 amplificadores no lugar de 6. o surround 7.1. .1? O Som surround digital pode fazer com que a experiência de assistir um filme em DVD se assemelhe mais a ver o filme em um teatro. mas o sistema não é necessariamente 7. Som surround 7. Essa configuração utiliza o padrão da frente. tendo o cuidado de respeitar o lado de cada uma delas. chamados respectivamente de Dolby Digital Surround EX e DTS Extended Surround. mono.5).1 Uma configuração 7.1 O que é áudio 7. Se for este o caso. Existem diversas regras a serem respeitadas a fim de posicionar o melhor possível cada alto-falante (fig. Já os traseiros (surround) devem ser posicionados ligeiramente acima desta linha de escuta. Na prática. • O subwoofer pode ser disposto em qualquer lugar da divisão.1. já que serve principalmente para os diálogos dos atores principais. Também se pode evitar o chamado “efeito de headphone”. como manda as especificações do som surround (fig. ao invés de ao redor dela.2 Configuração 6. • Os alto-falantes frontais da esquerda e da direita devem ser dispostos de um lado e doutro da televisão. ser usado para um subwoofer traseiro (o subwoofer tradicional fica na frente) ou ainda ser dividido em Surround Back Esquerdo e Direito (fig.1. 4. 4. chamado de Surround Back: são os sistemas 6. para uma experiência totalmente imersiva.1 é um padrão comercial de áudio que adiciona dois alto-falantes para os mais convencionais. mas por dois alto-falantes (fig 4. mas. inclui dois alto- falantes posicionados ao lado e dois na parte traseira. Dolby e DTS usam codecs para extensão do som surround estéreo. exceto que ela acrescenta uma via traseira central a fim de compensar o “buraco” entre as duas colunas traseiras.

Um canal “Left Height” e “Right Height” foram adicionados mais para recriar com exatidão a "profundidade" no estúdio. DTS-HD.2 A Repartição dos Alto-falantes Como um sistema de alto-falantes 7.4 Formatos Compatíveis de Áudio Equipamentos que possuem Dolby Digital Plus. o primeiro quesito a ser melhorado seriam os lados. Os sete principais alto-falantes compõem o 7 com o 0. Atualmente. A motivação por trás do 10. apesar de ondas graves inferiores a 80 Hz são omnidirecionais.1 é criado: dois alto-falantes na parte frontal transmitem o som espacial para a direita e para a esquerda. o que significa que o áudio não é comprimido. ele é recolhido no pós-processador DSP. Quando você coloca um DVD HD ou um disco Blu-Ray em um aparelho com um decodificador DTS interno.12 Introdução ao formato surround 10. o sinal de áudio DTS é enviado ao decodificador e ao mixer DTS do leitor de discos. amplitude da fonte. Um simples e discreto alto-falante surround traseiro é utilizado no 10. Na avaliação das alterações importantes que poderiam ser feitas para o padrão 5. 10. Uma vez que os limites de percepção humana já foram atingidos. Um alto-falante na frente.2 foi demonstrar que o foco das indústrias de áudio em atingir taxas de amostragem mais elevadas não vai produzir uma diferença mais perceptível ao ouvido humano. ele é enviado através do cabo HDMI para o receptor DTS.3.3 Como o áudio 7. proporciona o diálogo. mas o potencial para uma maior fidelidade existe com os canais subwoofer independentes “Left & Right”. Sendo assim. Pesquisas psicoacústicas dizem que os reflexos laterais são importantes na percepção da largura.2 acrescenta novos alto-falantes de amplitude “Left Wide” e “Right Wide” e canais (com um atraso de 35 ms para simular o primeiro reflexo de uma típica caixa de sapatos em formato de uma sala de concertos). a fim de melhorar o som surround. Audyssey ainda está realizando pesquisas para a ciência por trás desta decisão.11. Blu-Ray ou compatibilidade com o Dolby TrueHD.5 Mbps. Dois alto-falantes.1. um em cada lado. cada um gerenciado pelo bass management de seus respectivos lados e também disponíveis para as faixas de LFE separadas da esquerda e da direita. Do mixer. a configuração 7.7).3.1.11. isso permite que os canais 7. portanto. Este aumento da capacidade significa que o áudio agora pode ser armazenado nestes discos sem haver perdas de dados. em quesito comprimento de palavra e taxa de amostragem. 4.11. Finalmente. os discos de Blu-Ray e DVDs HDs podem lidar com até 6 Mbps. 4. a próxima revolução será inevitavelmente o número de canais de áudio para melhor corresponder à percepção sonora espacial humana.3. e a direção preferencial para tais reflexos é de 55 graus. o sinal de áudio é enviado para o DAC. De lá. dois canais subwoofer independentes são fornecidos. Em resposta a esta pesquisa.1 e emite o sinal correto para o devido alto-falante. posicionado no meio. oferecem um som espacial vindo dos lados. Eles acreditam que. Dois alto-falantes na parte traseira oferecem um som espacial vindo de trás do espectador. que separa o sinal em canais discretos 7.1 tenham uma freqüência de amostragem de 96 kHz e 24 bits de resolução.2 A praticidade deste formato é um pouco limitada. Na maioria das faixas isso ainda resultará em um sistema de subwoofer dual mono.2 para preencher a grande lacuna deixada pelos alto-falantes surround padrão a mais ou menos 110 graus (fig. devido à logística de integração dos alto-falantes adicionais.1. dependendo do formato. 4. Lá. 4. O sinal é então enviado ao amplificador. que está sendo atribuído ao LFE ou subwoofer. 4.1 funciona Os padrões de DVDs oferecem taxas máximas de 1. e devido ao fato de que ela não exige muito mais poder de processamento. Há evidências de pesquisa que .

ou para criar a ilusão de fontes de som colocados em qualquer lugar no espaço em três dimensões.2 refere-se à adição de um segundo subwoofer. modificando a informação de fase. principalmente considerando que durante o jogo normalmente você mexerá a cabeça. A primeira empresa a desenvolver uma API de som tridimensional foi a Aureal. O sistema de graves é gerenciado de tal forma que todos os alto-falantes do lado esquerdo usam o sub da esquerda. ou simplesmente A3D. O som surround 10. conseguindo enganar nossos ouvidos. Aqueles que incluem uma simulação completa em 3D. quanto com fones de ouvido ou sistemas de quatro caixas. aplicando filtros especiais para que o som realmente pareça vir de todas as direções. tirando seus ouvidos da posição mais adequada. direita e esquerda e frente e baixo. Aqueles que podem colocar sons fora da base estéreo. Todos os graves dos canais da esquerda são direcionados a um canal LFE da esquerda.mostram que o som estéreo de graves pode melhorar a sensação de envolvimento e adicionar um senso de realismo à experiência de surround.2 do 12. Aqueles que só ampliam a imagem estéreo. com seu Aureal 3D.13 Formato Surround 12.0 permite simular 3 eixos: frente e trás. fazendo-nos pensar que elas vêem de diferentes direções. Usando tanto um par de caixas acústicas quanto conjuntos de quatro caixas é preciso posicioná-las de modo a formar um ângulo de aproximadamente 45 graus com seus ouvidos. Nem sempre isso é fácil de conseguir. Uma das maiores dificuldades em conseguir aplicar os efeitos 3D é manter um posicionamento exato do espectador em relação às fontes de som. O "0. Existem vários tipos de efeitos de áudio 3D: 1. o FPS chega a subir mais de 10%. e que estejam mais ou menos na mesma altura destes. O alto- falante surround central e o de trás estão divididos entre os dois subwoofer. Estes filtros consomem uma enorme quantidade de poder de processamento e seu uso é o principal motivo dos chipsets de som atuais serem tão poderosos.2 são os canais de pontos de "surround". 2. principalmente o FPS nos jogos. O . o mais indicado é o uso de fones de ouvido. As primeiras placas de som compatíveis com esta API. Normalmente. não há quase utilização do processador principal. enquanto que o grave do canal direito é direcionado ao canal LFE da direita.2 acrescentara mais quatro canais na área frontal de escuta e apenas um canal surround.2 em relação ao 10. O A3D 1. Estes seriam colocados nos mesmos ângulos que os alto-falantes surround padrão em mais ou menos 120 graus. 4. além da melhora da qualidade sonora. e todos os alto-falantes da direita usam o sub da direita. Eles iriam emitir som para refletir nas paredes antes de chegar à área de audição do espectador. usando alto- falantes dipolo. as placas 3D podem trabalhar tanto com um par de caixas acústicas. Os dois subwoofer também servem como dois canais discretos LFE (fig. Estes filtros são capazes de distorcer sutilmente as ondas sonoras. mas seriam radiadores difusos. . como a Monster Sound foram lançadas no início de 97. Devido a isto. A vantagem é que como tudo é processado na própria placa de som. 4. pois mesmo mexendo a cabeça eles estarão sempre posicionados corretamente. não apenas um segundo subwoofer para aumentar a sensação de envolvimento.2" em 10.2 A única diferença entre o 12. incluindo atrás. substituir uma placa de som ISA antiga por uma placa de som 3D irá melhorar a performance geral do micro. Em alguns casos. já que estarão encaixados nos seus ouvidos.8).2 refere-se ao fato de que um canal LFE extra é adicionado. Isso ocorre porque a percepção espacial humana do som é muito mais precisa na frente do que na parte de trás. Na maioria dos casos. acima ou abaixo do ouvinte. 4.14 Placas de Som 3D Os efeitos de áudio 3D são um grupo de efeitos sonoros que buscam ampliar a imagem estéreo produzida por dois alto- falantes ou fones de ouvido estéreo. 3.

totalizando as quatro. mudança que tem sido considerada pelos profissionais da área algo tão importante quanto o advento do som e da cor nos filmes no início do século XX. Lançaram o padrão Digital Cinema Initiatives (DCI) e os filmes produzidos por esse poderoso grupo só poderão ser exibidos em salas com certificado DCI. o que significa que os exibidores digitais correm o risco de ficar sem conteúdo em suas salas por não terem o certificado DCI. A simulação 3D é o grupo mais avançado de efeitos de áudio 3D.como um filme é feito. Nessa época o cinema digital já tinha chegado a Europa e o Japão e já existiam mais de cem salas preparadas para esse formato. distribuição e projeção dos filmes. adequado para aplicações de performance ao vivo. No entanto. O cinema digital afeta as três áreas mais importantes da produção dos filmes. que deverão acoplar duas caixas em cada saída. • Produção . Quase sempre os drivers da placa de som incluem um utilitário que permite configurar se as duas ou as quatro caixas acústicas serão utilizadas. as companhias cinematográficas gastavam. o som 3D nos jogos ainda não é muito convincente. apenas duas salas estão no padrão DCI. . O resultado é a facilidade. há centenas de cinemas digitais espalhados pelo mundo. Isso começou a ser mudado quase um século depois e de lá para cá as transformações têm ganhado velocidade. pelos irmãos Lumière. considerado o primeiro filme digital de alta definição. Os efeitos de áudio 3D posicional surgiram na década de 1990 para PC e jogos. economia de tempo e de dinheiro na produção. • Projeção . Estes efeitos incluem a localização de fontes sonoras por trás.1 mil cinemas com projetores digitais. Os computadores passaram a ser utilizados na pós-produção dos filmes facilitando a edição das imagens. onde a luz é transformada em eletricidade e codificada em fileiras de zero e um. mas estão concentrados principalmente nos Estados Unidos. Em muitos casos também existe uma opção específica para fones de ouvido e até mesmo para outros tipos de conjuntos de caixas. Hoje. 5 CINEMA DIGITAL O cinema digital tem sido uma nova maneira de fazer e mostrar os filmes. apesar de algumas tecnologias parecerem funcionar melhor do que outras. em 1895. As placas de som que suportam quatro caixas possuem duas saídas line-out. O processo fotoquímico aplicado à película vem sendo substituído pelo processo fotoelétrico. • Distribuição . O projeto de pesquisa da Audioscape proporciona músicos com criação de conteúdo audiovisual 3D em tempo real e ambiente de processamento. Quatro caixas podem dar um efeito melhor do que apenas duas por tornarem mais forte o eixo frente e trás. e ainda gastam. No entanto. O sucesso do cinema digital está na vantagem do baixo custo na produção. Para ouvir perfeitamente o áudio 3D. O uso de quatro caixas só deve ser considerado se o espectador realmente tiver paciência para ficar procurando o posicionamento mais adequado. O ano de 2002 é marcado pelo lançamento de Star Wars II. o cinema sempre usou rolos de filme para transmitir as imagens. mas será bem mais trabalhoso lidar com elas. As técnicas de áudio 3D também têm sido incorporadas na música. a conversão ainda está insipiente. usar fones de ouvido é a melhor opção. Existem aproximadamente 145 salas e um total de 2.como a sala apresenta o filme.como o filme vai da produtora para as salas de cinema. pois os grandes estúdios uniram-se para criar um padrão de equipamentos e um formato para financiar essa troca. Com o sistema analógico. distribuição e recolha de filmes para os cinemas do mundo inteiro. especialmente nos alto-falantes. muito dinheiro com a gravação de fitas. Algumas tecnologias 3D também convertem gravações binaurais para gravações em estéreo. No Brasil. Em segundo lugar vem o uso de apenas duas caixas. Desde a existência do primeiro filme. acima e abaixo do ouvinte.

é preciso usar um equipamento especial: os óculos 3D. Essa técnica tem sido rejeitada nos cinemas atualmente por diminuir a qualidade das cores e causar dor de cabeça. porém é mais fiel e mantém as cores originais. de acordo com sua posição (fig. obtendo assim ângulos diferentes da mesma imagem. Há duas maneiras de projetar a imagem para os espectadores: Anáglifos A projeção anáglifa funde as duas imagens da estereoscopia com uma filtragem vermelha na direita e ciano ou verde na esquerda.2 Óculos 3D Para usufruir da tecnologia de efeitos de três dimensões. É dessa forma que funciona o olho humano (fig. o projetor mecânico acaba desgastando a qualidade do filme. Padrão de Criptografia Avançado. cores e efeitos especiais. sem ser necessário passar por qualquer processo de conversão. têm de inserir um smart card e obter uma autorização online para desbloquear o disco rígido e poderem projetar o filme. a nitidez de um filme feito em 2007 e exibido em 2057 deverá ser a mesma. que poderia ser facilmente copiada. a tela para projeção é prateada para aumentar o brilho da imagem. O seu uso faz com que o expectador sinta parte da ação . Com a ajuda dos computadores houve um grande avanço. um equipamento que literalmente era responsável pelos cortes na montagem. O sistema de projeção também desfrutou de facilidades e se tornou um ponto fundamental do novo cinema. o sistema digital também oferece saída. Polarizado Esse sistema é mais caro e complicado. 5. evitando assim os DVDs e a transmissão por difusão ou terrestre. quanto mais o filme é exibido mais sua imagem tende a piorar. e encontra no cinema digital um método que pode ser eficaz. 5. Os filmes digitalizados são cifrados e protegidos por um eficaz sistema chamado AES Advanced Encryption Standard. Além disso. O difundido sistema de reprodução ilegal provoca prejuízos de mais de três bilhões de dólares anuais para a indústria cinematográfica. Cada lente dos óculos possui filtro de polarização diferente.1 Cinema 3D O cinema tem evoluído desde que foi criado. Quando o assunto é pirataria. náusea. 5. Cada imagem é projetada com uma polaridade diferente e às vezes chega usar dois projetores simultaneamente. O principal objetivo da estereoscopia é simular o que cada olho vê. tontura e vômito a quem assiste. em português. mas agora é possível editar as imagens logo após a sua gravação. e guardados num disco rígido que é enviado para as salas de espetáculos. Antigamente. Agora o que tem revolucionado são as técnicas e tecnologia implantada para dar mais realismo.3). a edição do filme era feita na moviola. Para a visualização também são necessários óculos com lentes especiais. 5.1). Para visualizá-la é necessário um óculos com lentes que filtram as cores âncora de acordo com o olho. . Os óculos fazem o filme ou o programa de televisão que está sendo assistido parecer estar em 3D. A técnica usada no cinema 3D se chama estereoscopia e consiste em captar com uma câmera uma imagem do lado esquerdo.2 e 5. Passou a ter som. Os filmes analógicos produzem imagens com grande beleza e expressividade. o formato digital possibilita flexibilidades como maior manipulação da imagem e reprodução do filme em várias línguas. Assim aumenta a profundidade da imagem e dá mais realismo. uma lente filtra as ondas polarizadas na vertical e a outra na horizontal. ou seja. porém.não somente alguém que se senta e assiste a um filme. Por a lente polarizada escurecer um pouco as imagens. Com o cinema digital a imagem não perde qualidade conforme vai sendo exibida. o cinema 3D. Enquanto o filme estiver em trânsito encontra-se assim protegido e a cada vez que os cinemas pretendem exibir o filme. e com outra câmera captando a imagem do lado direto.

7). uma em vermelho e outra em azul ou verde. cada olho vê o mundo de uma perspectiva ligeiramente diferente.1 Visão binocular Mais do que dois olhos. distribuídas em 40 países. a única sala equipada com IMAX foi inaugurada em 16 de janeiro. 5. o sistema de visão binocular permite calcular com boa exatidão a que distância um objeto está.2 Assistindo em 3D Em um cinema. Os óculos permitem que apenas uma das imagens entre em cada olho.2. A chamada IMAX Experience promete levar o telespectador para dentro do filme. A tela. na Universal Studios e em outros estúdios 3D. O restante está dentro de museus e centros científicos. o método preferido é o de lentes polarizadas.4). Cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos. com maior curvatura.000 watts de potência. 5. o ser humano possui espetacular visão binocular. a razão para o uso de óculos tridimensionais é para exibir imagens diferentes para os olhos. em São Paulo. Esse efeito é criado pela combinação da projeção gigante. O nome é uma abreviatura para Image Maximum. na verdade. Os óculos fazem com que uma das imagens alcance um dos olhos e a outra. tecnologia que promete uma experiência inovadora aos telespectadores a partir de suas telas gigantes. 5.2. sistema de som digital sorround sound mais potente (são 12. .2. que serão especificados abaixo.3 IMAX IMAX é a nova tecnologia que pretende dar ainda mais impulso ao cinema. ele era usado em diversos filmes 3D antigos. Atualmente.1 metros de altura . no Unibanco Arteplex do shopping Bourbon. exibe duas imagens. cada uma com uma diferente polarização. o outro olho.as telas de cinema convencionais medem 12 metros por 5. 5. portanto.2. Este sistema permite assistir a televisões coloridas normais.1 Vermelho/Verde ou Vermelho/Azul Embora o sistema vermelho/verde ou vermelho/azul seja utilizado principalmente nos efeitos tridimensionais na televisão. Produzidas pela empresa canadense de mesmo nome. devido ao alto custo são pouco utilizados. as telas IMAX têm como padrão telas de 22 metros de largura por 16. Para objetos até aproximadamente 6 a 7 m de distância. 5. mas exigem a compra de equipamentos especiais. em um dos sistemas uma tela de TV exibe as duas imagens. existem mais de 300 salas IMAX. porque permitem a visualização de cores. e o sistema de visão binocular no cérebro usa a diferença para calcular a distância.2. tela de design especial. 5. Nesse sistema. Os filtros nas lentes permitem que apenas uma imagem atinja cada um dos olhos e o cérebro faz o resto (fig. alternando uma após a outra. duas imagens são exibidas na tela. Óculos especiais de LCD (fig. 5. Apenas 40% das salas ficam em shoppings ou centros comerciais. Mas não é só o tamanho da tela que diferencia o IMAX do cinema comum. porque elas contêm lentes com diferentes polarizações (fig. No entanto.1 metros (fig. Há dois sistemas para se fazer isso. Não se pode realmente ter um filme a cores quando usa a cor para fazer a separação.2 Polarização Na Disney World. 5. a qualidade da imagem não é tão boa como no sistema polarizado. O cérebro tem a capacidade de correlacionar as imagens que ele vê por dois olhos embora elas sejam ligeiramente diferentes. No Brasil. Por isso.6) bloqueiam a visão de um olho e depois do outro. O sistema de visão binocular se baseia no fato que os dois olhos são separados em aproximadamente 5 centímetros. 5.2. em rápidas sucessões. mais que o dobro de uma sala comum) e o ambiente montado de forma geometricamente favorável. Como exemplo.5). Existem também alguns sistemas mais complicados. Dois projetores sincronizados colocam duas visões respectivas na tela.

A matriz destes tipos de tela pode ser tanto ativa quanto passiva.3 Sonic Emotion 3D Sound . tornando o efeito 3D ainda mais real. o gamer precisa de uma placa de vídeo e um monitor compatíveis com gráficos 3D. anunciou neste ano uma TV completamente sem fios. na velocidade de 24 frames por segundo. São duas faixas de filme correndo pelo projetor ao mesmo tempo. por este motivo pouco se sabe sobre eles. 6. Muitos deles ainda são apenas protótipos e outros possivelmente jamais entrarão para o mercado consumidor.4 Games em 3D Outra mídia responsável pela “explosão” do 3D neste novo século é o videogame.1). quando desligados. Quando a tela é ligada ela permite que a luz passe por ela em ambas as direções (fig. lançou o 3D Vision (fig. É apenas um protótipo e está longe de ser fabricada em larga escala. Em janeiro de 2009. que não é realmente nova. 6 O FUTURO Após tantas tecnologias surpreendentes e inovadoras é difícil imaginar onde fica o limite para o imaginário dos cientistas. um óculos 3D feito para games em 3D. A imagem não treme e nem borra.2 TV wireless Haeir. 5. No entanto. mas voltada para alta definição. O OLED transparente consiste numa fina camada composta somente por componentes transparentes (substrato. no entanto o seu potencial estético pode atrair muitos consumidores. Neste capítulo mostraremos alguns produtos que servem como exemplo desta busca em expandir o horizonte tecnológico. Elas são conectadas por uma baixa freqüência de ondas.2). O sinal de vídeo é transmitido usando-se uma nova tecnologia. se é que ele existe.8). mas vamos dar uma idéia do que cada um faz. A empresa WiTricity é que possui este conhecimento de energização wireless e está aplicando-a a vários aparelhos eletrônicos. e a segunda possibilitará ao dono do PS3 ver filmes em Blu-Ray também com gráficos 3D. chegam a até 85% de transparência em relação ao substrato. A energia vem de uma bobina que fica numa caixa preta atrás da TV (fig. cada quadro fica perfeitamente imóvel quando projetado. a WHDI (Wireless Home Digital Interface). tanto para a transmissão de som e imagem quanto para a alimentação de energia. Assim. 6. mas nenhum deles ainda está disponível para venda. a Nvidia. famosa por suas placas de vídeo para PCs. cátodo e ânodo) que. para poder usufruir do 3D Vision. menos de 10 MHz. que aproveita o impulso dado pelos televisores 3D. 6. Ela foi feita em cima do modelo de 32 polegadas de uma TV CCFL LCD da própria Haier. podendo alcançar uma taxa de transferência de até 3 Gbps (1080p). Também é possível assistir filmes e fotos digitais em 3D com qualidade enorme. que é semelhante ao Wi-Fi. A tecnologia de energização sem fio é chamada de Dupla Ressonância Magnética. 6. o IMAX tem um sistema chamado "rolling loop" para movimentar o filme. A distância máxima para que a corrente seja criada é de 2 metros e sua eficiência é de 80%. em 2010. ficando com uma transparência de 40%.1 OLED Transparente Há alguns anos que este tipo de tela vem sendo desenvolvido pela Samsung e parece que já estamos próximos de vê- los disponíveis no mercado. 5. 6. Além do tamanho impressionante. mas foi aplicada a televisores pela primeira vez. O acessório é uma combinação de óculos sem fio de alta tecnologia com softwares avançados para transformar centenas de jogos em 3D estereoscópico. uma empresa chinesa. Agora. Dentro da TV está a bobina receptora. a Sony já se pronunciou a respeito da tecnologia 3D e lançará duas atualizações de firmware para o PlayStation 3: a primeira capacitará o console a rodar todos os jogos já lançados e os futuros lançamentos com gráficos 3D.

sem nem imaginar onde tudo isso vai parar. uma ferramenta que converte para 3D qualquer vídeo em 2D. dando a liberdade ao consumidor de colocar a caixa em qualquer local de qualquer ambiente. como o USB. Além destas implementações no vídeo. um filme em blu-ray em menos de 30 segundos. devido ao limite físico de velocidade e comprimento que eles possuem. etc. como no sistema clássico 5. VGA. 6. As imagens projetadas por laser são enviadas separadamente em cores (RGB) e em diversos frames. com pretensões de ser padrão num futuro bem próximo. Sua placa é um pouco menor do que uma placa de vídeo convencional (fig. 6. oito processadores de 3. É capaz de transferir dados entre componentes eletrônicos numa velocidade de 10 Gbps.5 Intel Light Peak O Light Peak é uma nova tecnologia desenvolvida pela Intel para transmissão de dados através de fibra óptica. inclusive multi-toque. 6. A grande inovação do Light Touch está na capacidade dele de criar interatividade na projeção. . disco rígido de 1 TB e acesso à internet. Promete substituir todos os meios já existentes que funcionam eletricamente. que nada mais é do que uma única caixa de som composta por 6 alto-falantes que é capaz de dar a sensação de som 3D ao espectador. 6. utilizando lasers e detectores fotossensíveis. 6.3). Esperamos que o leitor se sinta como nós nos sentimos ao fazer esta pesquisa.4) e poderá ser colocada em qualquer computador. o que permite exibir vídeos de alta resolução com tecnologia 3D. tal ritmo demanda uma comunicação rápida e efetiva. Seu último lançamento foi o surpreendente Sonic Emotion 3D Sound. A tela de uma Cell TV é feita de um tipo específico de tela de LED. ou seja. Não foi divulgado como isso é feito e muitos ainda desconfiam de sua real capacidade. DVI. E tudo isso é devido ao fato da vida do homem estar cada vez mais rápida e agitada. Desta maneira é possível utilizar na projeção qualquer software que precise de um mouse ou seja sensível a toque. uma sensação que mistura curiosidade e fascínio pelas possibilidades infinitas que a atual tecnologia nos oferece. O Light Peak consiste de um chip controlador e de um módulo óptico que irá converter sinal elétrico em luz e vice- versa. alcançando um nível inimaginável até hoje. tudo em tempo real. Sua capacidade interna de processamento é 143 vezes superior aos outros televisores do mercado. 7 CONCLUSÃO Somente após tanto estudo e empenho em pesquisas é que pudemos perceber o quão a tecnologia está desenvolvida. a TV ainda conta com um sistema wireless de HDMI. alcançando níveis antigamente inimagináveis. pois a superfície onde o vídeo está projetado se torna uma tela sensível ao toque.5).Sonic Emotion é atualmente a empresa líder no segmento de tecnologia em som 3D.4 Toshiba Cell TV A Toshiba anunciou neste ano uma nova engine para aparelhos de TV que promete tornar todas as experiências visuais de entretenimento muito melhores. se é que um dia vai.6 Light Touch Desenvolvido pela Light Blue Optics e utilizando-se da tecnologia HLP (Holographic Laser Projection) o Light Touch é um projetor de vídeos 2D com qualidade muito superior aos projetores comuns. Caso a imagem seja em 2D o TriVector entra em ação. devido a um sistema de correção de falhas e ruídos.1 (fig. isso possibilita a criação de imagens em full HD com perfeição. O modo como isso é feito não foi divulgado. por este motivo é que a tecnologia vem expandindo os seus limites a cada ano que se passa. 6. e trabalhar com ele como se estivesse num PC (fig. sem a necessidade de 6 caixas. favorecendo todos os ouvintes. resultando numa imagem limpa e extremamente colorida.2 Ghz. além de exibir imagens em menores resoluções com maior qualidade.