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SUMÁRIO

Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto-SP
Secretaria Municipal da Saúde Pág.
INTRODUÇÃO ......................................... 6
Comissão de Controle de Infecção CAPÍTULO I
(CCI-SMS) 1 Limpeza ................................................. 7
2 Classificação de Áreas ............................. 7
Recomendações importantes para áreas
críticas e semicríticas ............................... 8
3 Tipos de Limpeza ..................................... 9
3.1 Limpeza Concorrente .......................... 9
3.2 Limpeza Terminal .............................. 11

LIMPEZA E
E
4 Métodos e Equipamentos de Limpeza de

LIMPEZA superfícies ..............................................
4.1 Limpeza Úmida ..................................
14
14
DESINFECÇÃO
DESINFECÇÃO
4.2 Limpeza Molhada ...............................
4.3 Limpeza Seca ....................................
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14
DE SUPERFÍCIES
DE SUPERFÍCIES 5
6
Regras Básicas ........................................
Periodicidade da Limpeza .........................
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16
EM SERVIÇOS
EM SERVIÇOS DE
DE SAÚDE
SAÚDE 7
8
Procedimentos ........................................
Considerações Gerais ...............................
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18
CAPÍTULO II
1 Desinfecção ............................................ 20
2 Técnica de Desinfecção ............................ 20
3 Princípios Básicos do Controle de Infecção
em Unidades de Saúde ............................. 23
1ª Edição 3.1 Equipamento de Proteção Individual –
EPI ........................................................ 23
3.2 Higienização das Mãos ........................ 25
3.3 Imunizações .................................... 26
3.4 Riscos Ocupacionais e Acidentes de
Trabalho ................................................ 26
2006 Bibliografia Consultada ............................ 27

II

de Oliveira Zanin Felix – Enfermeira Silvia Renata Cicconi Barbin – Enfermeira Danilo Paiva – Cirurgião-Dentista Stênio José Correia Miranda – Médico Deise Therezinha Merlin – Enfermeira Dra. Marta Cristiane Alves Pereira – Enfermeira (Portaria nº 111/06) Marta Maria Noccioli Sanches – Enfermeira Mônica Penteado Trentin Lazzarini – Enfermeira Alessandra Claudia Castellucci – Cirurgiã-Dentista Otília Guilhermina Heer Oshiro – Enfermeira Ana Lúcia de Azevedo Barilli – Cirurgiã-Dentista Paula de Oliveira Tinoco – Técnica de Enfermagem Anazilda Carvalho da Silva – Enfermeira Rita Silvana Andreoli – Farmacêutica Aparecida Heloísa Capellaro Ferreira – Enfermeira Silvana Pastore Do Carmo – Médica Carmelita Ap. Maria das Dores Vale Oba – Enfermeira Eidí Terezinha Lausmann Gomes – Enfermeira Eliana Redigolo .Comissão de Controle de Infecção da Marlene Duarte Mendes – Enfermeira SMS Ribeirão Preto-SP.Farmacêutica Fernanda Ferreira Costa – Farmacêutica Gianny Bordin Catta Couto – Médica Gilza Marques do Nascimento – Enfermeira Jane Aparecida Cristina – Enfermeira Luci Rodrigues da Silva – Farmacêutica Luciana Mazucato Fontes Patrocínio – Enfermeira Margarete Marin Corat – Agente Administrativa Maria Cristina Jordão Ferrari – Enfermeira Maria Helena Abud da Silva – Enfermeira III IV .

janelas. balança. AUTORES LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE SUPERFÍCIES EM SERVIÇOS DE SAÚDE Sub-comissão de Protocolos da CCI-SMS INTRODUÇÃO Mônica Penteado Trentin Lazzarini O objetivo desta norma técnica é orientar os auxiliares de serviço. grades de aparelho de ar condicionado. ventilador. existem o desgaste e a corrosão precoce de artigos e Silvia Renata Cicconi Barbin superfícies. suporte para soro. exaustor. macas. vidros. paredes. para a poluição ambiental. para o melhor uso dos métodos de Ana Lúcia de Azevedo Barilli limpeza e desinfecção. tetos. V 6 . portas e maçanetas. divisórias. bebedouro. pisos. com alto custo Marlene Duarte Mendes aquisitivo no sistema de saúde. instalações sanitárias. entendem-se mobiliários Alcyr Barbin Filho-Médico (bancadas. e a racionalização do Eidí Terezinha Lausmann Gomes dispêndio de esforços. pias. O processamento descrito nesta norma técnica REVISÃO refere-se aos métodos de limpeza e desinfecção de superfícies. recursos e tempo. da Secretaria Municipal da Alessandra Claudia Castelucci Saúde. bem como os problemas da toxicidade para os manuseadores e os usuários. divãs. Marta Cristiane Alves Pereira Além do desperdício de produtos. equipamentos. computadores). luminárias. a seleção eficiente e eficaz dos produtos de limpeza. contribuindo. Como superfície. inclusive. aparelho telefônico e outros.

não-críticas. Áreas semicríticas (SC) .LIMPEZA Áreas não-críticas (NC) . Os procedimentos de limpeza. deverão ser de cor diferente da luva de PVC utilizada na limpeza geral (pisos. minimizada. da infra- onde se realizam procedimentos invasivos e/ou estrutura externa e da área comum. 2. teto. As luvas de PVC. ou ainda. tais como: pisos. mobiliários e demais instalações. luvas. É proibido o processo de varredura seca dentro da é. a utilização imunológico comprometido. paredes. química. como as áreas sujidades. luminárias. das diversas áreas das Unidades de Saúde. paredes/divisórias. Os serviços serão executados em todas as superfícies.são áreas ocupadas 6. utilizadas para limpeza do mobiliário. As mãos deverão ser lavadas. cuidados intensivos ou de isolamento. por pacientes com doenças infecciosas de baixa padronizados para cada procedimento. É imprescindível que 1. a serem adotados. num determinado período de tempo.são as que oferecem maior para o uso de equipamento específico destinado à limpeza risco de transmissão de infecções. isto 7.CAPÍTULO I 1 .são todas aquelas Definição áreas não ocupadas por pacientes e onde não se A Limpeza Técnica é o processo de remoção de realizam procedimentos. Usar panos. mediante a aplicação de energias administrativas e de circulação. no que tange ao controle de infecção. 7 8 . mecânica ou térmica. porta/visores. Os profissionais de limpeza deverão estar habilitados Áreas críticas (C) . sanitários). baldes.CLASSIFICAÇÃO DE ÁREAS 3. utilizem-se critérios de classificação das áreas deverão observar as práticas da técnica e das normas da legislação vigente. aquelas das luvas. ou seja. 2 . antes e após. para o adequado procedimento de limpeza. escovas e outros. Consiste-se na limpeza de RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES PARA todas as superfícies fixas (verticais e horizontais) ÁREAS CRÍTICAS E SEMI-CRÍTICAS e equipamentos permanentes. transmissibilidade e doenças não infecciosas. que possuem pacientes de risco ou com sistema 4. bem como as luvas de PVC. aquelas ocupadas por pacientes que não exijam Unidade de Saúde. áreas que por sua especificidade devem ter a presença de microorganismos patogênicos 5. semicríticas. áreas das áreas críticas.

OBSERVAÇÃO após o término de cada turno de trabalho.). papel toalha interfolhado etc. e transportados conforme o protocolo do Gerenciamento de sempre que Resíduos. em necessário recipiente fechado. e sempre que necessário ÁREAS COMUNS 1X POR Dia data e horário pré- estabelecidos. Os materiais em tecido deverão retornar. a coleta de resíduos de acordo com a sua classificação e a higienização molhada dos banheiros. o sempre que abastecimento e a reposição dos materiais de necessário consumo diário (sabonete líquido. CLASSIFICAÇÃO DAS FREQÜÊN. três vezes ao dia. estabelecidos.1 Limpeza concorrente: é o processo de ÁREAS EXTERNAS 2X POR data e horário pré- limpeza diária de todas as áreas da Unidade de SEMANA estabelecidos. com tampa. ou quando o conteúdo ocupar SEMICRÍTICAS 2X POR DIA data e horário pré- 2/3 do volume total. 9 10 . escovas.TIPOS DE LIMPEZA sempre que necessário 3. limpos e ÁREAS CRÍTICAS 3X POR DIA data e horário pré- secos. objetivando a manutenção do asseio. e 3 . seguindo toda a NÃO-CRÍTICAS 1X POR DIA data e horário pré- legislação vigente. estabelecidos.8. para uso nas áreas.). baldes etc. e sempre que 10. ÁREAS CIA 9. pelo necessário menos. papel higiênico. Os resíduos deverão ser estabelecidos. A coleta de resíduos deverá ser realizada. específico para o tipo de resíduo gerado. lavável. Todos os utensílios utilizados na prestação de serviços (panos de mobília e piso. proporcionando ambientes limpos e agradáveis. deverão FREQÜÊNCIA DE LIMPEZA CONCORRENTE ser lavados em locais designados pela chefia imediata. e Saúde.

água limpa). do mais distante para o mais próximo. procedimento que envolva exposição de utilizando baldes de cores diferenciadas secreções. Trocar as luvas para execução das demais etapas. sempre do lado de fora. Inclui todas as superfícies e 3. de todas as áreas da ÁREAS SEMANAL data. reduzindo a possibilidade de MÉTODO DE LIMPEZA TERMINAL 1. horário. Trocar a solução. em um só SEMICRÍTICAS QUINZENAL data. semana pré-estabelecido ÁREAS COMUNS MENSAL data. Colocar o carrinho de limpeza do lado da porta de áreas (crítica. dia da EXTERNAS semana pré-estabelecido Unidade de Saúde. 5. críticas. limpeza do banheiro (lavar). objetivando a redução da sujidade e. infra-estrutura conforme as normas vigentes. com data. DAS ÁREAS CIA 1. FREQÜÊNCIA DE LIMPEZA TERMINAL dos baldes. do fundo para a porta. NÃO-CRÍTICAS MENSAL data. dia da para a mais suja. é realizada em todas as superfícies horizontais e verticais. não-críticas. (um contendo solução detergente e MÉTODO outro. semana pré-estabelecido TÉCNICA 2. 3. 11 12 . periodicamente de acordo com a criticidade das 2. horário. para a limpeza de todas as semana pré-estabelecido superfícies. limpeza úmida para todas superfícies. da população microbiana. dia da semana e horário pré-estabelecidos em cronograma mensal. e área comum. MÉTODO DE LIMPEZA CONCORRENTE Deverá ser realizada ao final de cada 1. Realizar. Utilizar os EPIs necessários e indicados para a realização do procedimento de limpeza. iniciar sempre da área mais limpa ÁREAS CRÍTICAS SEMANAL data. semicríticas. Reunir e organizar todo o material necessário no contaminação ambiental. semicrítica e não-crítica). horário. Portanto. quando necessárias. mobiliários. dia da semana pré-estabelecido 3.2 Limpeza terminal: é o procedimento de limpeza e/ou desinfecção. entrada do ambiente. CLASSIFICAÇÃO FREQÜÊN OBSERVAÇÃO 2. consequentemente. dia da 4. supervisionada por Enfermeiro. a desinfecção/descontaminação de matéria orgânica. a cada ambiente. das áreas 4. É realizada carrinho de limpeza. horário. utilizar movimento único. dia da sentido. horário.

ou desinfetante. áreas que não possuam ralos. iniciando pela pia. Recolher os sacos de lixo do local. Realizar a limpeza do banheiro.3 Limpeza seca: consiste-se na retirada de sujidade. todavia higiênico. sendo utilizada Gerenciamento dos Resíduos. Repor os sacos de lixo.2 Limpeza molhada: consiste-se na limpeza 14. mobiliários e de pela SMS.MÉTODOS E EQUIPAMENTOS DE Protocolo de Gerenciamento de Resíduo da SMS. Proceder a limpeza do recipiente para resíduos. em seguida. o vaso sanitário e por último o piso e ralos (não esquecer de limpar o porta papel toalha. Reorganizar o ela é limitada para a remoção de sujidade muito ambiente. fechando-os com dois nós e depositando-os. 11. procedimento é indicado para a limpeza de 10. enxaguando.6. como a mecanizada. por meio de esfregação e de enxágüe 15. Proceder a limpeza do piso com solução padronizada paredes. no local indicado utilização de métodos mais eficientes para a pela chefia imediata. conforme Política de com água abundante. a válvula de descarga. Retirar e lavar as luvas. com solução detergente. principalmente em papel toalha e higiênico). Lavar as mãos. 13. com 9. aderida. realizar ou esponja. 4. 7. separados. o porta papel considerada a mais adequada e higiênica. umedecidos em solução detergente fricção com álcool 70%. Realizar o enxágüe e sempre que necessário. realização em pisos recomenda-se o uso de 17. remoção de sujidades. do visor e da maçaneta pano umedecido em água limpa. divisórias. aspiram ao mesmo tempo. Iniciar a limpeza pelo mobiliário com solução LIMPEZA DE SUPERFÍCIES detergente para remoção da sujidade.1 Limpeza úmida: consiste-se em passar pano 8. Esse com solução detergente. o É importante ressaltar que a limpeza úmida é box. seguindo o 4 . Desprezar as soluções. 4. dos baldes. 13 14 . máquinas automáticas que lavam. o espelho. equipamentos de grande porte. e/ou aspirador. Repor os produtos de higiene pessoal (sabonete. em local específico. principalmente na limpeza terminal. mediante a utilização de vassoura (varreduras seca). Na sua 16. Realizar a higienização dos baldes. Proceder a limpeza da porta. de pisos e de outras superfícies fixas e de mobiliários. 4. pó ou poeira. Na limpeza terminal é necessária a 12. enxáguam e 18.

Limpeza da sala de padronizada Limpeza e arrumação espera . Limpeza e de resíduos • Área semicrítica e não-crítica. Recepção. externas. Sala de espera. resíduos conforme (corredores). sempre. • Área crítica. usar três baldes: Recolhimento de comuns Limpeza e Balde 1: Água pura. acesso e carros dos comuns. Banheiros.REGRAS BÁSICAS panos. Limpeza úmida das Limpeza 4. Utilizar equipamento de proteção individual guardado em local apropriado. técnica Balde 1: Água pura uso. onde será desprezada toda água suja (contaminada). Todo material usado para limpeza (baldes. pela SMS. técnica padronizada Limpeza e de qualquer pela SMS. da unidade do 7. deverá ser limpo e 1. secretarias e outros úmida do chão 5. existentes no desinfecção procede a limpeza do outro. um lado livre para o trânsito de pessoal enquanto Aparelhos. 5 .PERIODICIDADE DAS LIMPEZAS 3. sendo proibido o seu uso em áreas 9. móveis de fácil das áreas 6. Proceder a varredura úmida. Iniciar a limpeza da área menos contaminada MANHÃ TARDE NOITE para a mais contaminada. vários aparelhos Limpeza e Corredores. sanitário. de cima para baixo e em linhas paralelas. 10. Limpar em único sentido. (EPI). Limpeza das áreas doente. 6 . usar dois Limpeza e arrumação desinfecção de conforme baldes: da copa após cada qualquer superfície. lavar por último o vaso internas de atendimento. 2. Balde 2: Água e sabão. desinfecção da superfície. desinfecção Balde 2: Água e sabão. Iniciar a limpeza pelo teto. vassouras etc. Nos banheiros. deixando Móveis. Começar do ambiente menos contaminado para o mais contaminado.). nunca em movimentos de vai A limpeza com vassouras é recomendável em áreas e vem. unidade do doente. Consultórios. Recolhimento SMS. Balde 3: Com solução padronizada pela Desinfecção da unidade do doente. serviço. Corredores: dividir corredor ao meio. da sala de reuniões. 8. Usar a técnica de dois ou três baldes: Superfícies. Recolhimento de Limpeza das pias das resíduos conforme 15 16 .

preconizado pela SMS. Secar padronizado pela SMS. Impermeável. OBSERVAÇÃO: se houver derrame de sangue e/ou matéria orgânica. seguir o protocolo da SMS. Secar Refrigeradores: Para refrigeradores que bem. Conforme o preconizado pela Banheira e lavatório Desinfetar conforme o SMS. na limpeza de móveis e de outras superfícies. bem. Secar bem. fazê-la quinzenalmente. técnica padronizada pela SMS. Lavar com água e sabão. 7 – PROCEDIMENTOS Retirar materiais passando-os para caixa de isopor com gelo. medicamentos ou contenham medicamentos. por doença infecto-contagiosa. A técnica de limpeza deverá respeitar sempre a seqüência do mais limpo para o mais sujo. braçadeira. Unidade do doente: Lavar com água Refrigeradores: fazer a limpeza interna e cama. 17 18 . Nas áreas ocupadas por pacientes em isolamento. 8 – Considerações Gerais Não utilizar material de limpeza de pisos e banheiros. biombos.salas e despejos. Passar álcool 70% 3x imunobiológicos fazer esta limpeza sob Na alta do paciente supervisão do enfermeiro/ Lavar com água e sabão próprio farmacêutico Chão para limpeza pesada. Devem ter cobertura recolocar os materiais. Alimentos externa com água e sabão. almofada Lavar com água e sabão. Colchão. ligar e verificar a temperatura. secar bem com pano limpo. escada. EQUIPAMENTO ATUAÇÃO desligar o refrigerador. Bebedouro Lavar com água e sabão. o material de limpeza deverá ser de uso exclusivo desta área. Maçanetas e telefones. mesa. suporte de e sabão. soro.

: Os equipamentos elétricos e eletrônicos devem 1. Pode ser realizada por meio de de todas as áreas e sob supervisão e orientação processos químicos ou físicos. Manter todos os pisos higienizados. Os corredores são limpos após todas as outras 2. Os equipamentos metálicos ou de madeira. Aplicar álcool 70%. Secar a superfície. que da água e/ou da solução utilizada. deixando secar naturalmente. embebido em água potável. da chefia imediata da unidade. com luvas apropriadas. para CAPÍTULO II as mais próximas das portas. são 2 – TÉCNICA DE DESINFECÇÃO limpos com água e pano úmido. Proceder à limpeza da superfície com água e ser limpos com pano seco/preconizado pela SMS. 19 20 . Freezer e geladeiras deverão ser limpos não garantindo a eliminação total dos esporos quinzenalmente. utilizando pano superfícies. usando A desinfecção de superfícies fixas horizontais detergente conforme a necessidade. unidirecional (em uma só superfície. telefones ou superfícies limpas calçando as luvas de trabalho. o material 1 . elimina microorganismos na forma vegetativa. consiste-se em. Não tocar em maçanetas. direção). e por três vezes consecutivas. os 3. As águas são renovadas de sala para sala. Enxaguar a superfície. assim como proceder à troca Processo aplicado às superfícies inertes. Ao término da limpeza de cada área. após elaboração de cronograma bacterianos.Começar das superfícies superiores para as inferiores e das superfícies mais afastadas. com Definição detergente neutro. sabão.DESINFECÇÃO deverá ser lavado em água corrente. panos devem ser higienizados de superfície para 4.

detergente neutro (luvas de PVC) remover a matéria orgânica. de látex. por três vezes consecutivas 21 22 . utilizando pano embebido em água limpa Secar cuidadosamente Mobiliários Pisos e paredes Aplicar álcool 70%. utilizando-se de papel absorvente. inclusive as luvas Enxaguar a superfície. Nada unidirecional. utilizando pano embebido em água limpa Limpar a superfície com água e detergente neutro (luvas de PVC) Secar cuidadosamente Enxaguar a superfície.FLUXO – LIMPEZA DE SUPERFÍCIE SEM FLUXO – LIMPEZA DE SUPERFÍCIE COM MATÉRIA ORGÂNICA: MATÉRIA ORGÂNICA: Limpar a superfície com água e Com luvas descartáveis. Desprezar tudo.

Protege os sirvam como vetores para transmitir doenças para olhos do impacto de partículas volantes. mecânico e químico. 23 24 . secos impermeável deve ser usado nos e armazenados em local arejado. procedimentos de limpeza e desinfecção de artigos e superfícies. sabão e desinfecção quando indicada. luvas e avental de acidente térmico. A adoção de atendimento a pacientes com tuberculose medidas de precaução-padrão ou universais. Dentre OCULAR luminosidade intensa. a imunização dos confortável. ser profissionais de saúde e a lavagem criteriosa das transparente. sendo trocada no final de cada MÁSCARA período de trabalho ou se ficar umedecida Os profissionais de saúde estão expostos a ou quando observar-se contaminação. ativa e no manuseio de produtos químicos. Deve ser descartável. permitindo 3 – PRINCÍPIOS BÁSICOS DO CONTROLE DE respiração normal sem irritar a pele. 3. com tripla camada de INFECÇÃO EM UNIDADES DE SAÚDE proteção. Deve cobrir boca e nariz. são normas de biossegurança que risco de contaminação por secreções. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Protege contra o contato com sangue e ATENÇÃO: Os EPI não descartáveis são de uso outros fluidos orgânicos e contra umidade individual. permitir lavagem com água e mãos. medidas básicas de prevenção adotadas utilizar máscaras especiais. Quando for atingido por gerada pelo aerossol e respingos provenientes do atendimento ao paciente e sangue/secreções. e de Diariamente os calçados. ter boa vedação. de radiação essas medidas estão o uso de equipamento de ultravioleta e de respingos de produtos químicos e material biológico. Deve ser proteção individual (EPI). indistintamente ou em todos os atendimentos de Utilizado nos procedimentos de limpeza e desinfecção de superfícies quando houver saúde. deve ser higienizado após o dos procedimentos de limpeza e uso. de PROTETOR outros pacientes ou para seus familiares. devem ser lavados. sendo que para o profissional de limpeza protege a roupa contra umidade. AVENTAL desinfecção de artigos e superfícies. impedem que os profissionais se infectem ou aerossóis e produtos químicos. desinfetados. O borracha. No diversos riscos ocupacionais.1 Equipamento de Proteção Individual–EPI A escolha do EPI dependerá do procedimento a ser realizado pelo profissional.

3. punhos. 1999.4 Riscos ocupacionais e Acidentes de atendimento individual. Praticada entre procedimentos. estão sujeitos a riscos banheiro. Após o uso de luvas trabalho. expostos a acidentes do Antes de calçar as luvas. Kit-Cat. denominado CAT . HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS devem comunicar seus acidentes em formulário 1. sem encostar-se à pia ou lavatório. Acidente de Trabalho. PASSOS os espaços interdigitais. trabalho. em 24 horas e encaminhados 2. 4. relógios de pulso). ocupacionais.3. friccionando a palma. exige sua inclusão como acidente de trabalho Devem ser retirados os acessórios que podem seguindo o protocolo da SMS-Ribeirão Preto. o dorso. unhas e extremidades. pois essas freqüentemente têm micro vírus das hepatites B e C. quando acidentados. 25 26 . ao adentrar e antes de trabalho: os profissionais de saúde. pode interromper a cadeia de Procurar a sala de vacina mais próxima transmissão de infecção entre pacientes e profissionais da área da saúde. como os sair do ambiente de trabalho. pelo seu caráter grave. para não contaminá-las. Fechar a torneira com o auxílio de papel toalha. e do As unhas devem estar sempre aparadas pois Ministério da Saúde do Brasil para Acidentes com podem abrigar microorganismos causadores de Materiais Biológicos. antes e após uso do demais trabalhadores. ATENÇÃO: Os profissionais. portanto. Ensaboar as mãos. furos. às doenças profissionais e às doenças do deve-se higienizar as mãos. com importantes medidas de prevenção de infecções técnica correta. pulseiras. profissionais: a vacinação é uma das mais Lavar as mãos com água e sabonete líquido. polegar. Abrir a torneira com a mão não dominante e próprio.2 Higienização das mãos: ato simples e 3. orientações do Protocolo da SMS. articulações. dedos. servir de reservatório para microorganismos Iniciar as medidas profiláticas conforme (anéis.Comunicação de molhar as mãos.3 Imunizações ou bloqueio epidemiológico fundamental para prevenção e controle de da transmissão de infecções e proteção dos infecção nos serviços de saúde. antes e após o 3. aos setores competentes. A transmissão ocupacional do HIV e dos também. Enxaguar as mãos. infecção.

(Autor Desconhecido) Rodrigues E. Rio de Janeiro: G. Infecção Hospitalar e suas interfaces na Área da Saúde. 1ª Edição. Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto. Brasil. e Cols. O hospital: manual do ambiente hospitalar. Secretaria de Saúde do Estado. Fernandes A. RIBEIRÃO PRETO Caldana R.Bibliografia Consultada Brasil. Desinfecção e Esterilização em de 12/09/2006.M. Processamento de Artigos e Superfícies em SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Estabelecimentos de Saúde. 2005. Memorial Descritivo SMS-RP. 1998. APOIO Orientações Básicas. Guia Prático de Controle de Infecção PROGRAMA MUNICIPAL DE DST/AIDS DE Hospitalar. et al.P. 1997. Uma ação sem visão é apenas um Mozachi N. Ed Atheneu. Curitiba: Os Autores. Rio de Janeiro Secretaria de Saúde do Estado. 2006. Koogan. São Paulo: Savier. passatempo.T. Manual de Mas uma visão com ação pode biossegurança para serviços de saúde — Porto Alegre mudar o mundo” PMPA/SMS/CGVS. “Uma visão sem ação não passa Goodman e Gilman. DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO Brasil.A. 2. Brasília-DF. Bases Farmacológicas da de um sonho”. Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar. 2000. Bahia. Unidades de Saúde.ed. 2003. DIVISÃO DE ENFERMAGEM Coordenação Estadual de Controle de Infecção Hospitalar. 1994. Terapêutica. 2004 27 28 . Oppermann. Infecções Hospitalares: Prevenção e Controle. & Pires L.ed. C.2 Ed.C. Bahia. 1991. São Paulo. Versão do manual aprovada em reunião da CCI-SMS Manual de Limpeza. 1999.