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20-04-2009 Principais objectivos : Ident ifi car, prever, preve nir e comunica r as consequências para
20-04-2009 Principais objectivos : Ident ifi car, prever, preve nir e comunica r as consequências para
Principais objectivos : Ident ifi car, prever, preve nir e comunica r as consequências para o

Principais objectivos:

Identificar, prever, prevenir e comunicar as consequências para o meio ambiente que podem decorrer da intervenção humana devido a uma instalação ou projecto.

Principais objectivos : Ident ifi car, prever, preve nir e comunica r as consequências para o
Principais objectivos : Ident ifi car, prever, preve nir e comunica r as consequências para o

F. Artilheiro Antunes - Gestão da Qualidade e Ambiental

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Etapas principais: ◦ Compilar e analisar a inform ação prévia e estudos já realizados ; ◦

Etapas principais:

Compilar e analisar a informação prévia e estudos já realizados; Examinar o processo produtivo; Identificar as operações susceptíveis de produzir impactes ambientais;

Identificação dos factores do meio susceptíveis de receber impactes ambientais;

Caracterizar as relações causa – efeito e iterações ecológicas; Prever os impactes e a sua gravidade para cada factor do meio; Valorizar os impactes ambientais; Seleccionar e adoptar medidas correctivas; Controlar os impactes ambientais durante os processos

Etapas principais: ◦ Compilar e analisar a inform ação prévia e estudos já realizados ; ◦
Etapas principais: ◦ Compilar e analisar a inform ação prévia e estudos já realizados ; ◦

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Os factores do meio susceptíveis de serem afectados podem ser: Atmosfera: composição de gases emitidos; Ruído

Os factores do meio susceptíveis de serem afectados podem ser:

Atmosfera: composição de gases emitidos; Ruído; Vibrações; Água superficial e água subterrânea; Solo; Vegetação; Fauna; Processos ecológicos; Processos geofísicos (inundações, erosão, sedimentação, instabilidade, etc); Morfologia e paisagem; Reservas energéticas; Factores culturais.

Os factores do meio susceptíveis de serem afectados podem ser: Atmosfera: composição de gases emitidos; Ruído
Os factores do meio susceptíveis de serem afectados podem ser: Atmosfera: composição de gases emitidos; Ruído

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Carácter genérico do impacte: benéficos ou adversos; Tipo de acção do impacte (causa-efeito): directos ou

Carácter genérico do impacte: benéficos ou adversos;

Tipo de acção do impacte (causa-efeito): directos ou indirectos;

Efeito de sinergia ou acumulação pela existência de efeitos pouco importantes individualmente que conjugados podem causar um impacte significativo;

Projecção no tempo: permanente ou não permanente; Projecção no espaço: localizado ou extenso; Proximidade da fonte do impacte; Reversibilidade por acção do meio ambiente; Recuperação por acções externas;

Carácter genérico do impacte: benéficos ou adversos; Tipo de acção do impacte (causa-efeito): directos ou
Carácter genérico do impacte: benéficos ou adversos; Tipo de acção do impacte (causa-efeito): directos ou

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Lista de efeitos; Mart riz Causa -Ef ei to; Métodos Cartográficos; F. Artilheiro Antunes -

Lista de efeitos; Martriz Causa-Efeito; Métodos Cartográficos;

Lista de efeitos; Mart riz Causa -Ef ei to; Métodos Cartográficos; F. Artilheiro Antunes -
Lista de efeitos; Mart riz Causa -Ef ei to; Métodos Cartográficos; F. Artilheiro Antunes -

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Lista de Efeitos ◦ Lista de Factores Ambientais Específicos Matriz Causa-Efeito: ◦ “Leopold Matrix” Matriz

Lista de Efeitos

Lista de Factores Ambientais Específicos

Matriz Causa-Efeito:

“Leopold Matrix”

Matriz de duas dimensões:

Actividades ligadas ao projecto / processo Condições ambientais e sociais

Etapa 1: Marcação com linha diagonal os elementos relacionados Etapa 2: Pontuar a interacção numa escala de 1 a 10 Etapa 3: Pontuar a importância do fenómeno numa escala de 1 a 10.

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Lista de Efeitos ◦ Lista de Factores Ambientais Específicos Matriz Causa-Efeito: ◦ “Leopold Matrix” Matriz

Condições ambientais e sociais:

Físicas

Solo

Qualidade do solo;

Erosão; Geomorfologia (formas da superfície terrestre);

Água:

Rios;

Zona costeira;

Águas subterrâneas; Água dos oceanos;

Ar:

Qualidade do ar

Odores Ruído

Biológicas

Flora

Fauna

Ecosistemas

Social

Uso dos solos

Partimónio Social (densidade populacional, etc)

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F. Artilheiro Antunes - Gestão da Qualidade e Ambiental 8

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Métodos cartográficos; ◦ Cartas trans p arentes p ara análise g ráficas dos impactes e

Métodos cartográficos;

Cartas transparentes para análise gráficas dos impactes e associações de riscos.

Eixos de análise:

Problemas económicos; Problemas sociais; Sistemas naturais;

Métodos cartográficos; ◦ Cartas trans p arentes p ara análise g ráficas dos impactes e
Métodos cartográficos; ◦ Cartas trans p arentes p ara análise g ráficas dos impactes e

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Sistema Battelle: ◦ Divisão dos im 4 grandes grupos: p actes em Ecologia Espécies e

Sistema Battelle:

Divisão dos im 4 grandes grupos:

p

actes em

Ecologia

Espécies e populações Habitats e comunidades Ecosistemas

Poluição

Das águas

Do ar

Do solo

Estéticas

Solo A r Água

Objectos produzidos pelo Homem

Composição

Interesse Humano

Pacotes educacionais e científicos

Pacotes históricos Culturas Disposição humana Padrões de vida Composição

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Qualidade e Ambiental
Ruído

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Sistema Battelle ◦ Defini ç ão de indicadores para cada um dos g rupos, atendendo

Sistema Battelle

Definição de indicadores para cada um dos grupos, atendendo à natureza do sistema em estudo;

Transformar os indicadores ambientais em qualidade ambiental (evolução no bom caminho e no mau caminho) (0 – Baixa Qualidade; 1 – elevada Qualidade);

Dividir 1000 pontos (PIU – Parameter Importance Units) pelo vários indicadores

Comparar a pontuação antes e após o projecto EIU (Environmental Inpact Unit):

m

Sistema Battelle ◦ Defini ç ão de indicadores para cada um dos g rupos, atendendo

*

I PIU I PIU

i

×

i

i

×

Sistema Battelle ◦ Defini ç ão de indicadores para cada um dos g rupos, atendendo

EIU

=

i = 1

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i

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20-04-2009 Sistema Battelle ◦ Defini ç ão de indicadores para cada um dos g rupos, atendendo
20-04-2009 Sistema Battelle ◦ Defini ç ão de indicadores para cada um dos g rupos, atendendo
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Significado real dos custos ambientais resultantes das actividades p rodutoras. Visa a minimização dos impactes

Significado real dos custos ambientais resultantes das actividades produtoras.

Visa a minimização dos impactes decorrentes.

“Do berço ao túmulo”.

Baseia-se num balanço mássico e energético do conjunto de processos que acompanham e determinam a produção do artigo em causa e as acções de ‘destino final’.

Significado real dos custos ambientais resultantes das actividades p rodutoras. Visa a minimização dos impactes
Significado real dos custos ambientais resultantes das actividades p rodutoras. Visa a minimização dos impactes

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Fases: ◦ Inventário de fluxos de entrada e saída de materiais e de energia do

Fases:

Inventário de fluxos de entrada e saída de materiais e de energia do processo produtivo

Avaliação dos impactes ambientais potenciais

Interpretação de resultados com vista à introdução de melhorias nos processos.

Fases: ◦ Inventário de fluxos de entrada e saída de materiais e de energia do
Fases: ◦ Inventário de fluxos de entrada e saída de materiais e de energia do

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Referências normativas: ◦ ISO 14040 ◦ ISO 14041 ◦ ISO 14042 ◦ ISO 14043 F.

Referências normativas:

ISO 14040 ISO 14041 ISO 14042 ISO 14043

Referências normativas: ◦ ISO 14040 ◦ ISO 14041 ◦ ISO 14042 ◦ ISO 14043 F.
Referências normativas: ◦ ISO 14040 ◦ ISO 14041 ◦ ISO 14042 ◦ ISO 14043 F.

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Qualidade e Ambiental
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Actuação da ACV: ◦ Identifica ç ão de possibilidades de melhoramento do artigo, nos diferentes

Actuação da ACV:

Identificação de possibilidades de melhoramento do artigo, nos diferentes estados da sua evolução.

Permitir a tomada de posições e decisões, a nível da indústria e dos organismos envolvidos no que respeita a planificação estratégica, estabelecimento de prioridades ou a reconcepção do artigo em causa.

Facilitar a escolha de indicadores de eficiência ecológica.

Influenciar a estratégia comercial (etiquetagem ecológica)

Actuação da ACV: ◦ Identifica ç ão de possibilidades de melhoramento do artigo, nos diferentes
Actuação da ACV: ◦ Identifica ç ão de possibilidades de melhoramento do artigo, nos diferentes

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Aspectos importantes da ACV: ◦ Credibilidade técnica dos seus estudos ◦ Manutenção da f lexibilidade

Aspectos importantes da ACV:

Credibilidade técnica dos seus estudos

Manutenção da flexibilidade e da relação custo- benefício

Atenção às análises globais cujas conclusões podem não ser válidas para as condições locais.

Disponibilidade de dados para uma análise aprofundada dos problemas e alternativas.

Devem ser realizadas de forma sistemática e não de forma individual e dispersa.

Levar em linha de conta que a ACV tem um carácter temporal e sujeito a revisões e actualizações (evolução de técnicas)

Aspectos importantes da ACV: ◦ Credibilidade técnica dos seus estudos ◦ Manutenção da f lexibilidade
Aspectos importantes da ACV: ◦ Credibilidade técnica dos seus estudos ◦ Manutenção da f lexibilidade

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Controlo Operacional

Controlo Operacional

Controlo Operacional
Energia Resí duos Emissões Atmosféricas Água Ruído Embalagens F. Artilheiro Antunes - Gestão da Qualidade

Energia Resíduos Emissões Atmosféricas Água Ruído Embalagens

Energia Resí duos Emissões Atmosféricas Água Ruído Embalagens F. Artilheiro Antunes - Gestão da Qualidade
Energia Resí duos Emissões Atmosféricas Água Ruído Embalagens F. Artilheiro Antunes - Gestão da Qualidade

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Bem escasso; Não in esgotá vel; Com impactes ambientais significativos; Aumento de 54% das ne

Bem escasso; Não inesgotável; Com impactes ambientais significativos; Aumento de 54% das necessidades de energia

entre o ano de 2005 a 2030 (World Energy Outlook 2030).

Conservação da energia / eficiência energética

Bem escasso; Não in esgotá vel; Com impactes ambientais significativos; Aumento de 54% das ne
Bem escasso; Não in esgotá vel; Com impactes ambientais significativos; Aumento de 54% das ne

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As necessidades de energia - Combustíveis fósseis lideram como fonte primária de energ ia. 1.8

As necessidades de energia - Combustíveis fósseis lideram como fonte primária de energia.

1.8 9.3 0.6 129.0 168.1 27.7 33.5 24.5 7.4 2.3 2.2 0.7 2.1 total 100 %
1.8
9.3
0.6
129.0
168.1
27.7
33.5
24.5
7.4
2.3
2.2
0.7
2.1
total
100 %
%
%
%
%
Nuclear
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Carvão
Petróleo
Gás Natural
Biocombustíveis
tradicionais
Biocombustíveis
modernos
%
Solar / Eólico
Hidroeléctrica
Total
10.5
462.3
(EJ)
98.1
44.4
%
36.4
21.2
9.6
0.5
2.0
0.1
2.3
Percentagem do
total em 2005
100 %
27.9
%
%
%
%
%
%
%
Quantidade
714.2
%
%
%
do
Percentagem
em 2030
15.1
4.9
em 2005
198.1
239.0
174.9
52.8
16.4
12.9
Quantidade (EJ)
em 2030

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20-04-2009
Até ao ano de 2030: ◦ Aumento de 2% ao ano nos transportes; ◦ Aumento

Até ao ano de 2030:

Aumento de 2% ao ano nos transportes;

Aumento de 2.8% ao ano na energia eléctrica;

Emissões de CO 2 resultantes:

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Desenvolver as energias renováveis; Ener gias renováveis (2005) : 12 , 7% do total ◦

Desenvolver as energias renováveis;

Energias renováveis (2005): 12,7% do total

75,6% Biomassa 17,4% Hidroeléctrica

3,2% Geotérmica

24

24

Restante solar e eólica

Produção de Energia Eléctrica:

Desenvolver as energias renováveis; Ener gias renováveis (2005) : 12 , 7% do total ◦
Ed.2007
Ed.2007

Distribuição das fontes na produção de energia eléctrica no mundo - 2005 (Fonte: OECD/IEA - Renewables Information

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Nas empresas: ◦ Gastar menos ! ◦ Optimização dos processos e procedimentos da empresa; ◦

Nas empresas:

Gastar menos ! Optimização dos processos e procedimentos da empresa; Sensibilização para a redução dos consumos; Optimizar o planeamento das actividades;

Optimizar o fluxo energético pelo aproveitamento da energia de outras fases;

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F. Artilheiro Antunes - Gestão da Qualidade e Ambiental 25

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Nas empresas: ◦ Gastar menos ! ◦ Optimização dos processos e procedimentos da empresa; ◦

Impactes ambientais:

Consumos de oxigénio

Emissões de CO 2

Gás Natural (55,82 ton/10 9 J) GPL (62,44 ton/10 9 J) Gasóleo (73,33 ton/10 9 J) Fuelóleo (76,59 ton/10 9 J) Carvão (96,30 ton/10 9 J)

Hierarquia dos impactes ambientais:

Biocombustíveis;

Gás Natural;

Fuel óleo

Carvão

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As fontes de energias renováveis: ◦ Biomassa ◦ Eólica ◦ Solar Térmica /Fotovoltaica ◦ Hídrica

As fontes de energias renováveis:

Biomassa Eólica Solar Térmica /Fotovoltaica Hídrica Ondas e Marés Geotérmica

As fontes de energias renováveis: ◦ Biomassa ◦ Eólica ◦ Solar Térmica /Fotovoltaica ◦ Hídrica
As fontes de energias renováveis: ◦ Biomassa ◦ Eólica ◦ Solar Térmica /Fotovoltaica ◦ Hídrica

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Gestão da Energia ◦ Consumidores intensivos de ener gia: Auditorias energéticas com periodicidade definida em

Gestão da Energia

Consumidores intensivos de energia:

Auditorias energéticas com periodicidade definida em

função da energia consumida (1000 tep/ ano - 6 /

6anos ; 500 tep/ano -

8 / 8 anos)

Instalações de queima / produção de vapor:

Manutenção de queimadores;

Manutenção dos isolamentos térmicos;

Garantia de qualidade dos combustíveis;

Gestão da Energia ◦ Consumidores intensivos de ener gia: Auditorias energéticas com periodicidade definida em
Gestão da Energia ◦ Consumidores intensivos de ener gia: Auditorias energéticas com periodicidade definida em

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Resíduos Resíduos: são quaisquer substâncias ou objectos de que o detentor se desfaz ou tem

Resíduos

Resíduos: são quaisquer substâncias ou objectos de

que o detentor se desfaz ou tem intenção de se

desfazer e que constam na Lista Europeia de

Resíduos.

Classificação dos Resíduos - Lista europeia

de resíduos (LER) - xx yy zz

01 – Minas e Pedreiras

03 – Madeira, fabricação de

04 – Indústrias do couro

10 – Inorgânicos de

11 – Tratamento de metais e

12 – Moldagem e

18 – Cuidados de saúde

– – 01 – Minas e Pedreiras – 03 – Madeira, fabricação de – – –
– –

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processos térmicos

02 – Agricultura, horticultura, caça, …

19 – Instalações de tratamento de resíduos

seu revestimento

20 - RSU

papel

tratamentos de superfície de

metais e plásticos

05 – Refinação do petróleo

13 – Óleos usados

06 – Processos químicos

inorgânicos

14 – Substâncias orgânicas usadas como solventes

07 – Processos químicos

orgânicos

15 – Embalagens

08 – Indústrias de tintas, vernizes 09 – Indústria fotográfica

16 – Resíduos não especificados 17 – RCD

Qualidade e Ambiental

 
Resíduos Resíduos: são quaisquer substâncias ou objectos de que o detentor se desfaz ou tem

Resíduo perigoso:

Identificados na Lista Europeia de Resíduos

Podem ser reclassificados como não perigosos por

justificação técnica do produtor.

Operações de gestão de resíduos

Eliminação (D xx)

Valorização (R xx)

Reciclagem

Energética

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F. Artilheiro Antunes - Gestão da Qualidade e Ambiental 30

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Operações de Gestão de resíduos: ◦ Só podem ser realizadas por entidades autorizadas; ◦ Transporte

Operações de Gestão de resíduos:

Só podem ser realizadas por entidades autorizadas;

Transporte de resíduos pelo produtor, entidade licenciada para transporte rodoviário ou pela entidade licenciada de gestão de Resíduos.

Se for considerado mercadoria perigosa – Obedecer ao Regulamento Nacional do Transporte de Mercadorias Perigosas por Estrada (RPE)

Preenchimento da Guia de Acompanhamento de Resíduos.

Modelo A – Resíduos Modelo B – Resíduos hospitalares

Operações proibidas:

Operações de armazenamento, tratamento, valorização, eliminação não licenciadas;

Abandono, incineração no mar, injecção no solo, descarga em locais não licenciados

Operações de Gestão de resíduos: ◦ Só podem ser realizadas por entidades autorizadas; ◦ Transporte
Operações de Gestão de resíduos: ◦ Só podem ser realizadas por entidades autorizadas; ◦ Transporte

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Operações de Eliminação de resíduos ◦ D1 – Deposi ç ão no solo ou no

Operações de Eliminação de resíduos

D1 – Deposição no solo ou no seu interior (aterro)

D2 – Tratamento no solo (lamas)

D3 – Injecção em profundidade

Operações de Valorização de resíduos

R1 – utilização como combustível

R2 – recuperação / regeneração de solventes

R3 – reciclagem / recuperação de compostos

orgânicos

Operações de Eliminação de resíduos ◦ D1 – Deposi ç ão no solo ou no
Operações de Eliminação de resíduos ◦ D1 – Deposi ç ão no solo ou no

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20-04-2009
20-04-2009
Hierarquia das opções de gestão de resíduos: ◦ Prevenção na Origem (supressão dos resíduos gerad

Hierarquia das opções de gestão de resíduos:

Prevenção na Origem (supressão dos resíduos

gerados)

Redução na Origem (prevenção, redução ou

eliminação de resíduos)

Reciclagem (reprocessamento dos resíduos)

Valorização Energética (utilização para incineração

e aproveitamento do calor)

Tratamento (destruição, neutralização ou redução

da perigosidade)

Deposição final (redução de volume,

contentorização, confinamento de lixiviados)

Hierarquia das opções de gestão de resíduos: ◦ Prevenção na Origem (supressão dos resíduos gerad
Hierarquia das opções de gestão de resíduos: ◦ Prevenção na Origem (supressão dos resíduos gerad

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Resíduos Urbanos. ◦ Plano Estraté g ico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) ◦ 4,29 milhões

Resíduos Urbanos.

Plano Estratégico dos Resíduos Sólidos Urbanos

(PERSU)

4,29 milhões de toneladas / ano (2000)

Crescimento de 5% ao ano

Resíduos Urbanos. ◦ Plano Estraté g ico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) ◦ 4,29 milhões
Resíduos Urbanos. ◦ Plano Estraté g ico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) ◦ 4,29 milhões

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Resíduos Urbanos. ◦ Plano Estraté g ico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) Taxa Municipal de

Resíduos Urbanos.

Plano Estratégico dos Resíduos Sólidos Urbanos

(PERSU)

Taxa Municipal de RSU

Valorização energética pela Incineração (Lipor /

Valorsul)

Reforço da recolha selectiva e reciclagem

Prevenção / Limpeza do País / Educação / Reciclagem

/ Mercado de resíduos / Monitorização

Princípio do Poluidor – Pagador

Último recurso – aterro sanitário.

Resíduos Urbanos. ◦ Plano Estraté g ico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) Taxa Municipal de
Resíduos Urbanos. ◦ Plano Estraté g ico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) Taxa Municipal de

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Resíduos Urbanos. ◦ Plano Estraté g ico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) Desincentivar a deposição

Resíduos Urbanos.

Plano Estratégico dos Resíduos Sólidos Urbanos

(PERSU)

Desincentivar a deposição em aterro aumentado a

capacidade de encaixe dos aterros;

Separação / Valorização na origem;

Valorização multimaterial, orgânica e energética;

Integração dos sistemas de gestão RSU (optimização

dos sistemas)

Elaboração de planos de gestão de resíduos.

Resíduos Urbanos. ◦ Plano Estraté g ico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) Desincentivar a deposição
Resíduos Urbanos. ◦ Plano Estraté g ico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) Desincentivar a deposição

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20-04-2009
20-04-2009
Resíduos Industriais. ◦ Estimam-se em 30 milhões de toneladas / ano. ◦ Princípios associados: Responsabilidade

Resíduos Industriais.

Estimam-se em 30 milhões de toneladas / ano.

Princípios associados:

Responsabilidade do Produtor;

Hierarquia de preferência:

Evitar / reduzir.

Valorização pela Reciclagem. Valorização Energética. Tratamento com deposição em aterro.

Separação na origem.

Resíduos Industriais. ◦ Estimam-se em 30 milhões de toneladas / ano. ◦ Princípios associados: Responsabilidade
Resíduos Industriais. ◦ Estimam-se em 30 milhões de toneladas / ano. ◦ Princípios associados: Responsabilidade

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Resíduos Industriais perigosos: ◦ CIRVER - Centros Integ rados de recupera ç ão, Valorização e

Resíduos Industriais perigosos:

CIRVER - Centros Integrados de recuperação,

Valorização e Eliminação de resíduos perigosos.

Exportação.

Resíduos Industriais perigosos: ◦ CIRVER - Centros Integ rados de recupera ç ão, Valorização e
Resíduos Industriais perigosos: ◦ CIRVER - Centros Integ rados de recupera ç ão, Valorização e

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20-04-2009
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Resíduos Específicos: ◦ Embalagens e resíduos de embalagens – Sociedade Ponto Verde; ◦ Veículos em

Resíduos Específicos:

Embalagens e resíduos de embalagens – Sociedade

Ponto Verde;

Veículos em fim de vida – Valorcar;

Resíduos de equipamento eléctrico e electrónico –

Amb3E / ERP Portugal

Pilhas e acumuladores usados - Ecopilhas

Pneus usados - Valorpneu

Óleos usados - Sogilub

Resíduos de construção e demolição

Medicamentos - Valormed

Fluxos emergentes

Óleos alimentares usados Fraldas descartáveis usadas

Resíduos Específicos: ◦ Embalagens e resíduos de embalagens – Sociedade Ponto Verde; ◦ Veículos em
Resíduos Específicos: ◦ Embalagens e resíduos de embalagens – Sociedade Ponto Verde; ◦ Veículos em

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Resíduos hospitalares: ◦ Estimada em 25 000 toneladas / ano. ◦ G era dos em

Resíduos hospitalares:

Estimada em 25 000 toneladas / ano.

Gerados em hospitais / postos médicos públicos e de

empresas;

Classificação:

Grupo I – resíduos equiparados a urbanos (proveniente dos serviços gerais / embalagens).

Grupo II – resíduos hospitalares não perigosos (material não contaminado) – RSU.

Grupo III – resíduos hospitalares de risco biológico (contaminado com sangue / doentes infecciosos) – resíduo perigoso sujeito a incineração / esterilização.

Grupo IV – resíduos hospitalares específicos (peças anatómicas, material cortante) – incineração obrigatória.

Resíduos hospitalares: ◦ Estimada em 25 000 toneladas / ano. ◦ G era dos em
Resíduos hospitalares: ◦ Estimada em 25 000 toneladas / ano. ◦ G era dos em

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Obrigações das empresas: ◦ Op ç ões de Gestão de Resíduos Prevenção da sua produção

Obrigações das empresas:

Opções de Gestão de Resíduos

Prevenção da sua produção

Redução da quantidade

Redução da nocividade

Promoção da sua reutilização

Optimização das condições de valorização –

reciclagem

Eliminação adequada

Registo dos Resíduos Industriais

Envio anual (até ao fim de Março) de um registo de

resíduos produzidos (SIRER).

Obrigações das empresas: ◦ Op ç ões de Gestão de Resíduos Prevenção da sua produção
Obrigações das empresas: ◦ Op ç ões de Gestão de Resíduos Prevenção da sua produção

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Promoção da melhoria da qualidade do ar Prin cipais poluentes: ◦ CO, CO , COV,

Promoção da melhoria da qualidade do ar Principais poluentes:

CO, CO 2 , COV, SO x , NO x , Partículas, Fumos.

Proibição que queima a céu aberto de resíduos (excepto materiais lenhosos ou resíduos agricolas/florestais)

Fontes de emissão:

Fixas (chaminés)

Difusas

Promoção da melhoria da qualidade do ar Prin cipais poluentes: ◦ CO, CO , COV,
Promoção da melhoria da qualidade do ar Prin cipais poluentes: ◦ CO, CO , COV,

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20-04-2009
20-04-2009
Fontes Fixas: ◦ Chaminés com adequada altura para permitir a di spersã o d os

Fontes Fixas:

Chaminés com adequada altura para permitir a

dispersão dos poluentes.

Proibida a diluição dos efluentes.

A altura das chaminés está regulamentada em

função das emissões, obstáculos próximos,

parâmetros climatológicos e condições de

descarga.

Mínimo de altura 10 metros + 3 metros da cota

mais elevada.

Chaminé de secção circular, sem “chapéus” e com

tomas para amostragem.

Fontes Fixas: ◦ Chaminés com adequada altura para permitir a di spersã o d os
Fontes Fixas: ◦ Chaminés com adequada altura para permitir a di spersã o d os

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Fontes Difusas: ◦ Através de j anelas, portas e afins. ◦ Deverá procurar-se captar e

Fontes Difusas:

Através de janelas, portas e afins.

Deverá procurar-se captar e canalizar as emissões

difusas para sistemas de exaustão

Confinar o armazenamento de produtos

pulverulentos e voláteis.

Fontes Difusas: ◦ Através de j anelas, portas e afins. ◦ Deverá procurar-se captar e
Fontes Difusas: ◦ Através de j anelas, portas e afins. ◦ Deverá procurar-se captar e

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20-04-2009
20-04-2009
Valores limite de emissão (VLE) ◦ Asse gurar a saúde humana e do ambiente. ◦

Valores limite de emissão (VLE)

Assegurar a saúde humana e do ambiente.

Estabelecido em função das tecnologias

disponíveis.

Limites em função do tipo de caracterização a que é

obrigado:

Contínuo

Pontual

São permitidas condições excepcionais em

arranque/paragem/emergência

Os limites estão expressos na Portaria 286/93.

Valores limite de emissão (VLE) ◦ Asse gurar a saúde humana e do ambiente. ◦
Valores limite de emissão (VLE) ◦ Asse gurar a saúde humana e do ambiente. ◦

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Monitorização das emissões: ◦ Autocontrolo das emissões su j eitas a VLE. ◦ Autorização ou

Monitorização das emissões:

Autocontrolo das emissões sujeitas a VLE.

Autorização ou licença da instalação.

Fontes pontuais: dispensa se emissão inferior a 25

dias / ano ou 500 horas (aprovação requerida).

Fontes múltiplas: carácter rotativo

Tipo de monitorização:

Pontual – caudal mássico reduzido: duas vezes por ano

Contínua – caudal mássico elevado.

Portaria 80/2006.

Monitorização das emissões: ◦ Autocontrolo das emissões su j eitas a VLE. ◦ Autorização ou
Monitorização das emissões: ◦ Autocontrolo das emissões su j eitas a VLE. ◦ Autorização ou

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20-04-2009
20-04-2009
Recurso escasso: a Água disponível para consumo humano é menor do que 1 % da

Recurso escasso: a Água disponível para consumo humano é menor do que 1 % da água total existente no planeta.

Licenciamento da utilização dos recursos hídricos:

Licença prévia (lista não exaustiva):

Captação de água (comunicação se potência inferior a 5 cv / 20 metros profundidade);

Rejeição de águas residuais; Imersão de resíduos;

Concessão (lista não exaustiva):

Captação de água para abastecimento público; Captação de água para produção de energia;

Recurso escasso: a Água disponível para consumo humano é menor do que 1 % da
Recurso escasso: a Água disponível para consumo humano é menor do que 1 % da

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Captação para a Indústria: ◦ Licenciável por um período de 10 anos ◦ Declaração do

Captação para a Indústria:

Licenciável por um período de 10 anos

Declaração do caudal a captar;

Declaração dos caudais a rejeitar e suas

características.

Estimativa dos volumes mensais captados para os

períodos de laboração;

Descrição geral do processo produtivo e matérias

primas utilizadas;

Captação para a Indústria: ◦ Licenciável por um período de 10 anos ◦ Declaração do
Captação para a Indústria: ◦ Licenciável por um período de 10 anos ◦ Declaração do

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20-04-2009
20-04-2009
Rejeição de águas residuais: ◦ Descar g a no solo / colector municiapal ◦ Obtenção

Rejeição de águas residuais:

Descarga no solo / colector municiapal

Obtenção de licença (válida por 10 anos)

Imposição de autocontrolo, com especificação dos

parâmetros a analisar e frequência e tipo de

amostragem.

Limites de descarga: Dec.Lei 236/98.

Rejeição de águas residuais: ◦ Descar g a no solo / colector municiapal ◦ Obtenção
Rejeição de águas residuais: ◦ Descar g a no solo / colector municiapal ◦ Obtenção

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Enfoque: ◦ Ruído emitido para o exterior dos estabelecimentos. Afecta o sistema auditivo, nervoso e

Enfoque:

Ruído emitido para o exterior dos

estabelecimentos.

Afecta o sistema auditivo, nervoso e cardio- vasculares.

Classificação das zonas:

Sensíveis (habitacional, escolas, hospitais…)

Mistas (sensíveis com comércio e serviços)

Enfoque: ◦ Ruído emitido para o exterior dos estabelecimentos. Afecta o sistema auditivo, nervoso e
Enfoque: ◦ Ruído emitido para o exterior dos estabelecimentos. Afecta o sistema auditivo, nervoso e

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20-04-2009
20-04-2009
Limites: ◦ Sensíveis: 55 dB(A) em períodos diurnos (7 – 22 horas) 45 dB(A) em

Limites:

Sensíveis:

55 dB(A) em períodos diurnos (7 – 22 horas)

45 dB(A) em períodos nocturnos (22 – 7 horas)

Mistas:

65 dB(A) em períodos diurnos (7 – 22 horas)

55 dB(A) em períodos nocturnos (22 – 7 horas)

Cabe às Câmaras Municipais o estabelecimento dos mapas de ruído.

Limites: ◦ Sensíveis: 55 dB(A) em períodos diurnos (7 – 22 horas) 45 dB(A) em
Limites: ◦ Sensíveis: 55 dB(A) em períodos diurnos (7 – 22 horas) 45 dB(A) em

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Medidas de Prevenção / Protecção: ◦ Optar por máquinas/processos mais silenciosos; ◦ Aplicação de silenciadores

Medidas de Prevenção / Protecção:

Optar por máquinas/processos mais silenciosos;

Aplicação de silenciadores e atenuadores sonoros;

Manutenção dos equipamentos;

Redução da transmissão de ruído;

Isolamento contra vibrações;

Silenciadores no escapes;

Medidas de Prevenção / Protecção: ◦ Optar por máquinas/processos mais silenciosos; ◦ Aplicação de silenciadores
Medidas de Prevenção / Protecção: ◦ Optar por máquinas/processos mais silenciosos; ◦ Aplicação de silenciadores

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20-04-2009
20-04-2009
Resíduos de embalagens: diminuição da p rodu ção e da sua perig osidade. Tipos de

Resíduos de embalagens: diminuição da produção e da sua perigosidade.

Tipos de embalagem:

Venda / primária: destinada a construir uma

unidade de venda para o utilizador final ou

consumidor no ponto de compra;

Agrupada / secundária: destinada a agrupar um

determinado número de unidades de venda;

Transporte / terciária: destinada a movimentação e

transporte de uma série de unidades de venda ou

embalagens agrupadas.

Resíduos de embalagens: diminuição da p rodu ção e da sua perig osidade. Tipos de
Resíduos de embalagens: diminuição da p rodu ção e da sua perig osidade. Tipos de

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Sistemas de gestão de embalagens e resíduos de embala gem: ◦ Sistemas de consignação: consumidor

Sistemas de gestão de embalagens e resíduos de embalagem:

Sistemas de consignação: consumidor paga o valor

de depósito na compra e é-lhe devolvido quando

entrega a embalagem.

Sistema integrado: consumidor é informado que a

embalagem está a ser geridas por um sistema

integrado e que deve colocar a embalagem no local

apropriado (Sociedade Ponto Verde).

Sistemas de gestão de embalagens e resíduos de embala gem: ◦ Sistemas de consignação: consumidor
Sistemas de gestão de embalagens e resíduos de embala gem: ◦ Sistemas de consignação: consumidor

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