Projeto Copa 2014

Governo de Minas Gerais e Prefeitura de Belo Horizonte

Mensagens

A realização da vigésima edição da Copa do Mundo da FIFA – evento de elevada magnitude – surge como uma oportunidade de construção de um legado para a sociedade mineira. Com grande satisfação, antevejo pleno sucesso na realização do evento a partir da parceria entre o Governo do Estado de Minas Gerais e a Prefeitura de Belo Horizonte. Teremos não apenas o alcance dos objetivos imediatos do evento, mas, sobretudo, a ampliação dos efeitos no crescimento econômico, do desenvolvimento social e ambiental e a consolidação do espírito cívico em nosso estado. A gestão compartilhada das ações previstas no trabalho de “Planejamento Estratégico para a Copa de 2014” demonstra o compromisso de uma gestão responsável, voltada para resultados efetivos e atendimento às expectativas do torcedor e dos cidadãos, tendo como premissa fundamental o dispêndio racional de recursos públicos. Trata-se de um trabalho inserido em um modelo de estrutura pública empreendedora, ousada e inovadora. Tenho absoluta certeza de que Minas Gerais, na condição de anfitriã, está preparada para oferecer o melhor espetáculo e obter o máximo de benefícios para a sociedade mineira. Estamos diante da real perspectiva de consolidar Minas Gerais como praça do mundo, território protagonista no cenário global, ao exercer um papel de destaque na Copa de 2014.

Antonio Augusto Junho Anastasia
Governador do Estado de Minas Gerais

Mensagens
A possibilidade de sediar os jogos de uma Copa do Mundo sempre foi um sonho acalentado por milhões de brasileiros. Seja como forma de prestar um tributo a essa terra generosa em produzir jogadores com nível de excelência, seja pelo inadiável desejo de ver bem de perto esse espetáculo que atrai olhares de todas as partes do mundo. Sonho conquistado, é hora então de pensarmos como melhor executá-lo, transformando-o em realidade. Os desafios são enormes, não há tempo a perder. Por isso, a Prefeitura de Belo Horizonte e o Governo do Estado de Minas Gerais elaboram, com rara sintonia e competência, este documento, que pretende servir de norte para a concretização dos nossos projetos. A oportunidade que temos pela frente tem o tamanho da nossa responsabilidade. Será preciso nos anteciparmos para garantir os investimentos, identificarmos as prioridades para bem alocarmos os recursos e, assim, assegurarmos obras e intervenções que sejam um legado real de benfeitorias para os belo-horizontinos e os mineiros, além de cumprir o seu papel de estruturação para recebermos os jogos e os visitantes. Por isso, as ações dos Governos Federal, Estadual, Municipal e da iniciativa privada devem estar alinhadas e, nesse sentido, este documento pretende ser o fio condutor. O compartilhamento e a governança cooperada serão decisivos para o sucesso dos nossos esforços. O planejamento estratégico e a gestão orientada por resultados já se mostraram ferramentas efetivas para a execução de projetos complexos, que têm mais de um gestor e que exigem um alto nível de acompanhamento, de competência técnica e de austeridade com os gastos públicos. Além disso, precisamos pactuar o calendário das nossas intervenções conjuntas com os investimentos vindos da iniciativa privada, especialmente os dos setores hoteleiro e de turismo, vitais para preparação de nossa cidade. O Brasil vive um momento propício para avançarmos nos nossos projetos de desenvolvimento sustentável. A economia dá contínuos sinais de vitalidade, temos um forte aquecimento do mercado interno e este é o momento ideal para reforçarmos os investimentos nos setores de infraestrutura e mobilidade nas nossas cidades. Tenho certeza de que com muito planejamento e rigor metodológico na busca de resultados, iremos fazer da Copa de 2014 um espetáculo que ficará na história dos mundiais. Esta é uma chance única de transformarmos qualitativamente a vida da nossa cidade e da nossa população. Vamos fazer tudo que estiver ao nosso alcance, com humildade para receber críticas e sugestões, mas com a determinação dos que assumem as responsabilidades. Nestas páginas estão nossos primeiros passos, nossos projetos e nossos compromissos. Vamos trabalhar para aperfeiçoá-los e cumpri-los. Belo Horizonte merece.

Marcio Lacerda
Prefeito de Belo Horizonte

Lista de Abreviaturas
SECRETARIA / ÓRGÃO
ADEMG CBMMG CEMIG COPASA DEOP EpR INDI PMMG PRODEMG SEC SECOM SEDE SEDESE SEDRU SEDS SEE SEEJ SEF SEGOV SEMAD SEPLAG SES SETOP SETUR SISEMA Administração de Estádios do Estado de Minas Gerais Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais Companhia Energética de Minas Gerais Companhia de Água e Saneamento Departamento de Obras Públicas Estado para Resultados Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais Polícia Militar de Minas Gerais Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado de Cultura Secretaria de Estado de Comunicação Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Econômico Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana Secretaria de Estado de Defesa Social Secretaria de Estado de Educação Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude Secretaria de Estado da Fazenda Secretaria de Estado de Governo Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Secretaria de Estado da Saúde Secretaria de Estado de Transporte e Obras Públicas Secretaria de Estado de Turismo Sistema Estadual de Meio Ambiente

Lista de Abreviaturas
SECRETARIA / ÓRGÃO
ASCOM BELOTUR BH METAS BHTRANS FMC FPM FZB Gab. Pref. PRODABEL SMAES SMARI SMED SMMA SMPL SMPS SMSA SMSEG SMURBE SUDECAP URBEL Assessoria de Comunicação Social do Município Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte Programa BH Metas e Resultados Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte Fundação Municipal de Cultura Fundação de Parques Municipais Fundação Zoobotânica Gabinete do Prefeito Empresa de Informática do Município de Belo Horizonte Secretaria Municipal Adjunta de Esportes Secretaria Municipal Adjunta de Relações Internacionais Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Meio Ambiente Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Informação Secretaria Municipal de Políticas Sociais Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Patrimonial Secretaria Municipal de Políticas Urbanas Superintendência de Desenvolvimento da Capital Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte

Lista de Abreviaturas
ENTIDADES
FIFA COL Fédération Internationale de Football Association Comitê Organizador Local

Sumário

11 13 17 23 45 49 55 63 65 66 72

Introdução Capítulo I
O Modelo Integrado de Gestão

Capítulo II
Mapa Estratégico

Capítulo III
Carteira de Projetos

Capítulo IV
Estrutura de Governança Cooperada

Capítulo V
Estruturas de Controle

Capítulo VI
Níveis de Alinhamento

Considerações Finais Coordenação Técnica Lista de Participantes Glossário

Lista de Figuras
FIGURA 1 – Blocos do Modelo Integrado de Gestão ........................................................................................................15 FIGURA 2 – Mapa Estratégico....................................................................................................................................................19 FIGURA 3 – Modelo integrado de gestão no âmbito do planejamento e execução ............................................21 FIGURA 4 – Mapa Estratégico como instrumento de desdobramento da estratégia...........................................22 FIGURA 5 – Exemplo de relação entre projetos e objetivos estratégicos do eixo Infraestrutura através dos itens de controle ............................................................................................................................25 FIGURA 6 – Carteira geral dos projetos Copa 2014. ..........................................................................................................26 FIGURA 7 – Relação dos Projetos do Governo de Minas e da Prefeitura de Belo Horizonte .............................27 FIGURA 8 – Matriz de Transversalidade dos Projetos Governo de Minas e Prefeitura de Belo Horizonte .....41 FIGURA 9 – Matriz de alcance dos projetos .........................................................................................................................42 FIGURA 10 – Exemplo conceitual da matriz relacional de alcance dos projetos e investimentos ...................43 FIGURA 11 – Níveis de governança........................................................................................................................................47 FIGURA 12 – Exemplo de painel de controle.......................................................................................................................52 FIGURA 13 – Níveis de Alinhamento ......................................................................................................................................57 FIGURA 14 – Primeiro nível de alinhamento – Elaboração do Documento Referência .......................................58 FIGURA 15 – Segundo nível de alinhamento – Definição da Visão .............................................................................58 FIGURA 16 – Terceiro nível de alinhamento – Eixos estratégicos e grupos temáticos .........................................59 FIGURA 17 – Quarto nível de alinhamento – Mapa Estratégico e Carteira de Projetos .......................................60 FIGURA 18 – Quinto Nível de Alinhamento – Inserções Estratégicas de Projetos .................................................61

Introdução
A Copa do Mundo consolidou-se, ao longo das oito décadas de sua realização, como o maior evento esportivo do planeta. Segundo documento do Ministério do Turismo, a Copa da Alemanha, realizada em 2006, foi transmitida para 214 países e territórios, contando com uma audiência global acumulada de 26 bilhões de espectadores (considerando os múltiplos acessos), ao longo de 73 mil horas de transmissão de TV. Considerando-se o aumento populacional, a crescente integração global e os avanços das tecnologias de comunicação, a previsão é de que a Copa de 2014 terá uma audiência ainda superior à de 2006 e uma expressiva presença física no país de turistas, especialistas e profissionais de mídia e de setores correlatos. O Brasil deverá receber cerca de 500 mil estrangeiros1 entre os meses de junho e julho, quando se realizará a 20ª edição do evento, que terá a participação de 32 seleções, as quais disputarão 64 jogos. Além disso, o Brasil receberá consideráveis investimentos para infraestrutura e serviços, relativos a estádios, mobilidade urbana, aeroportos, turismo, segurança, saúde, entre outros. Nesse contexto, tornam-se essenciais as articulações estratégicas e operacionais entre as instâncias do Poder Público, das organizações do setor privado e instituições do Terceiro Setor para garantir o sucesso do evento. A ação conjunta desses segmentos da sociedade civil deverá gerar a sinergia necessária para consolidar o planejamento de todos os aspectos concernentes à realização do evento, que visa, em última instância, ao desenvolvimento social, econômico e cívico do país. Acredita-se que tais iniciativas devem ocorrer no âmbito federal e em todos os Estados com cidades-sede dos jogos, como é o caso de Minas Gerais e Belo Horizonte. Sendo assim, o Governo de Minas Gerais e a Prefeitura de Belo Horizonte se uniram, em 2009, após a escolha de Belo Horizonte como cidade-sede para os jogos da Copa de 2014, para desenvolver um planejamento estratégico integrado em âmbito local para a Copa do Mundo, consolidado no presente documento. Portanto, a elaboração deste documento teve como pressuposto a necessidade de integração e unidade entre as duas instâncias do Poder Público (Governo de Minas Gerais e Prefeitura de Belo Horizonte), com o objetivo de criar ferramentas de gestão que levem à utilização eficaz dos recursos necessários à implementação dos projetos.

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Documento Planejamento Estratégico de Organização Turística da Copa do Mundo de 2014 Brasil. Disponível em: www.turismo.gov.br

Além disso, esses instrumentos de gestão devem atender, simultaneamente, às exigências da FIFA e às expectativas de todos os públicos que terão as atenções voltadas para os jogos – especialmente os que forem realizados em Belo Horizonte. Tais iniciativas deverão, por fim, deixar um legado para a sociedade, em forma de benefícios permanentes decorrentes dos investimentos realizados, a princípio, em função do torneio. Vale ressaltar que muitos desses investimentos já estavam contemplados nos planejamentos de médio e de longo prazo do Governo de Minas Gerais e da Prefeitura de Belo Horizonte. Serão, no entanto, antecipados, diante da oportunidade de o Estado e a capital mineira sediarem um evento de tamanha importância. Para a elaboração e execução do Plano Estratégico, foi desenvolvido um modelo de gestão que considera, sobretudo, uma estrutura de governança cooperada que represente o grau de unidade e integração almejado por todos. Toda essa mobilização tem o propósito de alcançar a visão estabelecida de forma conjunta pelo Governo de Minas e pela Prefeitura de Belo Horizonte, qual seja:

MINAS GERAIS E BELO HORIZONTE INTEGRADOS NA GESTÃO DA COPA DE 2014 COMO ALAVANCA PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, SOCIAL E CÍVICO.


O presente documento está dividido em seis capítulos, envolvendo os temas que se revelam imprescindíveis para o êxito do Projeto Copa 2014. Nesses capítulos, serão tratados a composição do modelo integrado de gestão, o mapa estratégico, a carteira de projetos, a estrutura de governança cooperada, a estrutura de controle e os níveis de alinhamento.

Tadeu Barreto Guimarães
Presidente do Comitê Executivo das Copas – Governo do Estado de Minas Gerais

Tiago Nascimento de Lacerda
Presidente do Comitê Executivo das Copas – Prefeitura de Belo Horizonte

Capítulo I
O Modelo Integrado de Gestão

Preparar uma estrutura para sediar um evento como a Copa do Mundo pressupõe a articulação de diversos temas de naturezas distintas e, muitos deles, de alta complexidade, tanto de planejamento quanto de gestão. Portanto, a preparação dessa estrutura consiste na construção de um modelo que permita organizar temas imprescindíveis a essa articulação e que apresente uma síntese da proposta para a gestão do projeto. A constituição de blocos que representem cada tema disposto em posição sequencial pretende revelar essa integração (Figura 1).

FIGURA 1 – Blocos do Modelo Integrado de Gestão.

O modelo de gestão ilustrado na Figura 1 é composto por seis blocos que orientam a discussão sobre o que é relevante na condução do planejamento e na gestão das atividades inerentes à operação da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, nos âmbitos do Estado de Minas Gerais e do Município de Belo Horizonte. São eles: 1. Documento Referência; 2. Mapa Estratégico; 3. Carteira de Projetos do Governo de Minas Gerais e da Prefeitura de Belo Horizonte; 4. Estrutura de Governança; 5. Estrutura de Controle; 6. Alinhamento.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo I - O Modelo Integrado de Gestão

O primeiro bloco, Documento Referência – conjunto de informações utilizadas para a construção do modelo integrado de gestão – é formado pelo acordo de cidade-sede firmado entre a FIFA e os Governos Estadual e Municipal, o documento de candidatura de Belo Horizonte como cidade-sede do Governo do Estado e os estudos do Ministério do Turismo. O segundo bloco, Mapa Estratégico, é composto pelos objetivos estabelecidos no planejamento estratégico integrado. O terceiro bloco é formado pela Carteira de Projetos do Governo de Minas Gerais e da Prefeitura de Belo Horizonte, além da Carteira de Projetos transversais. O quarto bloco, relacionado com a Estrutura de Governança, remete-nos à governança de cada carteira de forma individualizada e à governança cooperada, que abarca os projetos transversais às duas estruturas. O quinto bloco apresenta as metodologias e ferramentas de gestão utilizadas como Estruturas de Controle, tais como gestão à vista, formalização e padronização de diagnósticos e planos de trabalhos. Finalmente, o sexto bloco contempla os níveis de alinhamento estabelecidos desde o processo de construção do modelo de gestão, perpassando o sistema de planejamento, execução e controle do Projeto Copa 2014, considerando inclusive o alinhamento necessário para a inserção de novos projetos provenientes de eventuais demandas que poderão surgir ao longo dos trabalhos.

1.1 Pressupostos para Funcionamento do Modelo
Foram considerados três pressupostos para o bom funcionamento do modelo de gestão: 1. Elaborar uma Visão substantiva do evento. Definir, com clareza e de forma singular, como o Estado e o Município desejam ser vistos pela sociedade com relação à capacidade de planejar e executar os projetos. Além disso, atender a um conjunto de expectativas dos públicos interessados no evento. 2. Alinhar expectativas da FIFA, dos torcedores e da sociedade. 3. Deixar um legado para a sociedade, considerando os limites das possibilidades. Entender e alinhar esse conjunto de pressupostos constitui o ponto de partida para o desenvolvimento dos trabalhos e forma a base na qual estão alicerçados o modelo de gestão e todos os seus componentes. Nesse contexto, a Visão foi construída com o seguinte conteúdo:

MINAS GERAIS E BELO HORIZONTE INTEGRADOS NA GESTÃO DA COPA DE 2014 COMO ALAVANCA PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, SOCIAL E CÍVICO.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo I - O Modelo Integrado de Gestão

Capítulo II
Mapa Estratégico

2.1 Apresentação do Mapa Estratégico
O Mapa Estratégico é o principal produto do trabalho de integração do Governo de Minas Gerais e da Prefeitura de Belo Horizonte para a Gestão do Projeto da Copa de 2014. Nele estão relacionados todos os objetivos estratégicos conforme apresentado na Figura 2.

FIGURA 2 – Mapa Estratégico.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo II - Mapa Estratégico

O Mapa Estratégico foi elaborado a partir das informações contempladas no Documento Referência e na Visão. O Documento Referência serviu de base para a definição dos eixos estratégicos e dos grupos temáticos, os quais funcionam como verdadeiras fronteiras estratégicas que ordenam o pensamento em busca da definição dos objetivos de uma forma mais clara e precisa. Os eixos estratégicos que constituem os orientadores no sentido horizontal do Mapa Estratégico impõem uma abordagem prática, tanto no planejamento quanto na estrutura de acompanhamento. Foram classificados em: x x x Eixo de Operação Eixo de Pré-operação Eixo de Infraestrutura

Os grupos temáticos descritos a seguir representam os orientadores no sentido vertical do Mapa Estratégico. Permitem o agrupamento dos objetivos por temas de natureza estratégica que são imprescindíveis à operação final do projeto. Portanto, são considerados fatores críticos de sucesso: x x x x x x Infraestrutura Esportiva Mobilidade Turismo e Rede Hoteleira Comunicação e Marketing Utilidade Pública (segurança, saúde, energia, telecomunicação, ação social e meio ambiente) Requisitos da FIFA

A Visão definiu o norte do Projeto da Copa de 2014. Foi estabelecida uma relação de causa e efeito entre os objetivos estratégicos e a Visão, de forma que os objetivos que se encontram no eixo de infraestrutura constituem a base para o alcance dos objetivos do eixo pré-operação, os quais sustentam os objetivos do eixo operação, que, por sua vez, viabilizam o alcance da Visão. A relação matricial entre os eixos e os grupos temáticos é encontrada no Mapa Estratégico, o qual revela, através dos objetivos estratégicos, a plataforma em que todas as prioridades são expostas. Trata-se de um poderoso instrumento de transição entre o planejamento e a execução das ações. A execução das ações deverá ser orientada por métricas estabelecidas para cada objetivo, o que evitará a parcialidade dos resultados na condução da estratégia. Tal postura se justifica por dois princípios muito simples mas de extrema importância: não se mede o que não se pode descrever e não se gerencia o que não se mede. Assim, de igual importância é a tarefa de atribuir indicadores aos objetivos, de forma que tenham significância e, de preferência, relativizem o alcance das metas. O poder maior do indicador está em prover a possibilidade de comparação interna e com outras cidades-sede no Brasil e no mundo. O modelo tem a finalidade de reduzir as abstrações de forma sucessiva e assim o faz quando parte da Visão – o elemento mais abstrato – e reduz essa abstração em cada desdobramento que se segue. A Visão é desdobrada em objetivos estratégicos, que, por sua vez, são desdobrados em projetos, os quais compõem a Carteira de Projetos, na qual são encontrados os elementos mais concretos do modelo. Nas atividades descritas na forma de projetos, concretizam-se as metas estabelecidas para os objetivos e, como consequência, a melhoria definida para os indicadores estabelecidos. Assim, relacionar a Carteira de Projetos com os indicadores também é um importante passo na estruturação da gestão. A Carteira de Projetos contempla projetos que são exclusivos do Governo de Minas Gerais e projetos que são exclusivos da Prefeitura de Belo Horizonte. Contudo, a grande maioria dos projetos atravessa as Estruturas de Governança do Estado e do Município e é gerida de forma compartilhada com o apoio do Grupo Executivo da Copa 2014. A Estrutura de Governança, eixo de integração e alinhamento, será tratada de forma detalhada no Capítulo IV.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo II - Mapa Estratégico

2.2 A Integração do Modelo no Âmbito do Planejamento e da Execução
A Figura 3 apresenta o Modelo Integrado de Gestão, considerando o seu fluxo de funcionamento desde o planejamento à execução. Visão e Documento Referência orientam a definição dos eixos estratégicos e dos grupos temáticos, que atuam como fronteiras para a elaboração do Mapa Estratégico, onde estão relacionados todos os objetivos do Projeto Copa 2014. Esses objetivos são desdobrados em projetos que compõem a Carteira de Projetos do Governo de Minas Gerais e da Prefeitura de Belo Horizonte. O Grupo Executivo é uma estrutura de governança criada para apoiar a gestão dos projetos transversais. Além disso, os indicadores e as metas são Estruturas de Controle estabelecidas para monitorar o alcance dos objetivos.

FIGURA 3 – Modelo integrado de gestão no âmbito do planejamento e execução.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo II - Mapa Estratégico

2.3 Mapa Estratégico como Instrumento de Desdobramento da Estratégia
O Mapa Estratégico é o instrumento de integração entre as etapas de formulação e implantação da estratégia. Essa integração ocorre a partir dos vínculos estabelecidos no desdobramento dos objetivos em projetos e no painel de controle. Funciona da seguinte maneira: a partir de um determinado objetivo estratégico, encontram-se vinculados um ou mais projetos que, por sua vez, se ligam a um ou mais subprojetos. Esses vínculos formam uma árvore de ações interligadas, criando uma unidade integrada entre a elaboração e a execução da estratégia. No Painel de Controle, que será discutido no Capítulo V, os objetivos do Mapa Estratégico são transformados na estrutura de controle do modelo. A execução da Carteira de Projetos é monitorada de forma a realizar intervenções pontuais, quando necessário, para que os objetivos sejam alcançados nos prazos preestabelecidos. Dessa maneira, a integração entre os níveis estratégico, tático e operacional encontra-se garantida a partir dos vínculos exemplificados na Figura 4.

FIGURA 4 – Mapa Estratégico como instrumento de desdobramento da estratégia.

Vale observar que o presente documento abrange os objetivos estratégicos e a Carteira de Projetos, não detalhando os subprojetos relacionados ao nível III de desdobramento. Isso se deve ao fato de ser possível desdobrar o nível III dos subprojetos somente depois de concluídos os detalhamentos dos projetos em conjunto com as Secretarias e os Órgãos relacionados ao Estado e à Prefeitura. Para cada projeto, será criada uma ficha específica em que estarão relacionados os subprojetos vinculados bem como alocadas as metas e os indicadores, o que facilitará o processo de monitoramento das ações ao longo da execução do planejamento.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo II - Mapa Estratégico

Capítulo III
Carteira de Projetos

A Carteira de Projetos é a principal saída do Mapa Estratégico. Os projetos representam as atividades prioritárias que a gestão deve observar em busca do alcance das metas e da melhoria dos indicadores. Selecionar os projetos é vital para a definição de foco dos gestores no que de fato é relevante, ou seja, separa o essencial do acessório. Conforme citado anteriormente, esta metodologia está baseada em dois princípios: não se mede o que não se pode descrever e não se gerencia o que não se mede. Tais afirmações consistem em um dos principais fatores de êxito na implantação do Mapa Estratégico. Nesse sentido, são estabelecidas as relações entre os projetos e os objetivos estratégicos através dos itens de controle – indicadores e metas – para cada um desses objetivos.

FIGURA 5 – Exemplo de relação entre projetos e objetivos estratégicos do eixo Infraestrutura através dos itens de controle.

A definição dos projetos por objetivo segue, prioritariamente, o propósito de que a Carteira de Projetos seja a maior síntese possível das ações. O número de projetos, assim como o de objetivos, deve ser aquele que procure a maior concentração possível, porém sem prejudicar a operação. Por outro lado, deve ser observado que os projetos não ocorrem simultaneamente e um pode ser consequência do outro, à medida que se desloca do eixo de operação. Assim, embora a carteira final abarque 54 projetos ao todo, apenas em torno de 20 ocorrerão simultaneamente. Vale observar que dos 54 projetos que compõem essa carteira, 39 serão descritos no item 3.2 deste capítulo, pois são prioritários, uma vez que estão correlacionados com os eixos estratégicos de infraestrutura e préoperação. Portanto, darão suporte ao desenvolvimento dos projetos de operação.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

FIGURA 6 – Carteira geral dos projetos Copa 2014.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

3.1 Relação dos Projetos do Governo de Minas e da Prefeitura de Belo Horizonte

FIGURA 7 – Relação dos Projetos do Governo de Minas e da Prefeitura de Belo Horizonte.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

3.2 Descrição dos Projetos
A seguir, é apresentada a relação dos projetos do Governo de Minas Gerais e da Prefeitura de Belo Horizonte com as suas devidas numerações, que remetem à Carteira Geral dos Projetos. Alguns são desenvolvidos somente no âmbito do Estado, como o de Modernização do Mineirão, ou somente no âmbito da Prefeitura, como é o caso do Projeto de Acesso Direto ao Mineirão. Por esse motivo, há uma descontinuidade nessa numeração. Os projetos do grupo temático Requisitos FIFA serão detalhados a medida que a FIFA/COL enviarem as novas exigências para a realização do evento. O que deve ocorrer no período compreendido entre o final da Copa de 2010 e a realização da Copa de 2014. Além disso, não há elementos suficientes para a descrição dos projetos do eixo operação, uma vez que esse eixo estratégico é finalístico, consequência do planejamento e execução dos eixos de infraestrutura e pré-operação.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

Descrição dos Projetos do Governo de Minas Gerais e da Prefeitura de Belo Horizonte

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: INFRAESTRUTURA ESPORTIVA

EIXO ESTRATÉGICO: INFRAESTRUTURA

PROJETO: P1 – Modernização do Mineirão

Descrição: Modernização do Mineirão com vistas a adequações de infraestrutura para a Copa 2014, promovendo a sustentabilidade após o evento. Responsáveis: EpR / DEOP / SEEJ

PROJETO: P2 – Estádios Alternativos

Descrição: Prover Minas Gerais de Estádios Alternativos que possibilitem a continuidade dos campeonatos de futebol enquanto o Mineirão estiver em obras e melhorar a infraestrutura para recebimento de eventos esportivos e culturais. Responsáveis: DEOP / SEEJ / EpR

PROJETO: P3 – Base Camps

PROJETO: P3 – Base Camps

Descrição: Assessorar os Municípios com potencial para Base Camp dentro do Estado de Minas Gerais para atração de seleções. Responsáveis: SETUR / SEDE / SETOP / SEEJ / BDMG

Descrição: Assessorar a preparação de Base Camps no Município de Belo Horizonte, para atração de seleções. Responsável: SMAES

PROJETO: P4 – Locais de Treino

Descrição: Definir e desenvolver locais de treino em Belo Horizonte que atendam aos requisitos exigidos pela FIFA. Responsável: SMAES

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: INFRAESTRUTURA ESPORTIVA

EIXO ESTRATÉGICO: PRÉ-OPERAÇÃO

PROJETO: P20 – Plano de Operação Mineirão

Descrição: Desenvolver plano de operação para o Estádio do Mineirão. Responsável: EpR / SEEJ

PROJETO: P21 – Modelo de Gestão Mineirão

Descrição: Desenvolver modelo de gestão do Mineirão, com foco na sua sustentabilidade após a Copa 2014. Responsável: EpR

PROJETO: P22 – Plano de Operação Base Camps

PROJETO: P22 – Plano de Operação Base Camps

Descrição: Desenvolver plano de operação para os Base Camps no Estado de Minas Gerais. Responsável: SETUR / SEEJ

Descrição: Desenvolver um plano de operação para os Base Camps no Município de Belo Horizonte. Responsável: SMAES

PROJETO: P23 – Modelo de Gestão dos Estádios Alternativos

Descrição: Desenvolver um modelo de gestão para os estádios Joaquim Henrique Nogueira (Arena do Jacaré) e Raimundo Sampaio (Independência). Responsáveis: SEEJ / ADEMG / EpR

PROJETO: P24 – Plano de Operação Locais de Treinos

PROJETO: P24 – Plano de Operação Locais de Treinos

Descrição: Desenvolver um plano de operação para os possíveis locais de treino nos estádios estaduais, dentro e fora do Município de Belo Horizonte. Responsáveis: SEEJ / ADEMG

Descrição: Desenvolver um plano de operação para os locais de treino no Município de Belo Horizonte. Responsável: SMAES

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: MOBILIDADE

EIXO ESTRATÉGICO: INFRAESTRUTURA

PROJETO: P5 – Sistema de Tráfego

Descrição: Modernização do sistema de controle de tráfego para atender às necessidades da Copa 2014. Responsável: BHTRANS

PROJETO: P6 – Acesso Direto ao Mineirão

Descrição: Realizar obras de mobilidade urbana visando à melhoria do acesso direto ao Mineirão para atender à demanda de tráfego durante a Copa 2014. Responsável: SMURBE

PROJETO: P7 – Acesso a Belo Horizonte.

PROJETO: P7 – Acesso a Belo Horizonte

Descrição: Realizar obras de mobilidade urbana visando à melhoria do acesso à cidade de Belo Horizonte, às cidades turísticas de Minas Gerais e potenciais Base Camps para atender à demanda de tráfego durante a Copa 2014. Responsáveis: SETOP / SETUR

Descrição: Criar e revitalizar terminais rodoviários para melhoria das condições de acesso a Belo Horizonte. Responsáveis: BHTRANS

PROJETO: P8 – Acesso Indireto ao Mineirão

Descrição: Realizar obras de mobilidade urbana visando à melhoria do acesso indireto ao Mineirão para atender à demanda de tráfego durante a Copa 2014. Responsável: SMURBE

PROJETO: P9 – Aeroporto Internacional Tancredo Neves

Descrição: Ampliar e modernizar o Aeroporto Internacional Tancredo Neves com vistas a atender à demanda da Copa 2014. Responsáveis: SEDE

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: MOBILIDADE

EIXO ESTRATÉGICO: PRÉ-OPERAÇÃO

PROJETO: P25 – Plano de Gestão de Tráfego

Descrição: Desenvolver e implementar planos de gestão de tráfego para o período da Copa 2014, promovendo maior facilidade de acesso direto e indireto ao Mineirão e aos principais pontos de eventos. Responsável: BHTRANS

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: TURISMO E REDE HOTELEIRA

EIXO ESTRATÉGICO: INFRAESTRUTURA

PROJETO: P10 – Atendimento ao Turista

Projeto: P10 – Atendimento ao Turista

Descrição: Desenvolver ações para melhoria da infraestrutura e dos serviços de informação com foco no atendimento ao turista, levando em consideração a demanda da Copa 2014. Responsável: SETUR

Descrição: Desenvolver ações para melhoria da infraestrutura e dos serviços de informação com foco no atendimento ao turista, levando em consideração a demanda da Copa 2014. Responsável: BELOTUR

PROJETO: P11 – Rede Hoteleira

Projeto: P11 – Rede Hoteleira

Descrição: Atrair investimentos de forma a ampliar a infraestrutura da rede hoteleira, aumentando sua capacidade de sediar grandes eventos da região metropolitana de Belo Horizonte. Responsáveis: SEDE / INDI

Descrição: Atrair investimentos de forma a ampliar a infraestrutura da rede hoteleira e dos centros de convenções em Belo Horizonte, aumentando sua capacidade de sediar eventos. Responsável: Gabinete do Prefeito / BELOTUR

PROJETO: P12 – Atrativos Turísticos

Projeto: P12 – Atrativos Turísticos

Descrição: Revitalizar e ampliar as atrações turísticas do Estado de Minas Gerais, patrocinando e incentivando a adoção de projetos que garantam a atração permanente de turistas. Responsáveis: SETUR / SEC / SEEJ

Descrição: Revitalizar e ampliar as atrações turísticas do Município de Belo Horizonte, patrocinando e incentivando a adoção de projetos que garantam a atração permanente de turistas. Responsáveis: SMURBE / FPM / FZB / FMC / URBEL / SUDECAP / BELOTUR

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: TURISMO E REDE HOTELEIRA
EIXO ESTRATÉGICO: PRÉ-OPERAÇÃO

PROJETO: P26 – Fan Fest e PVAs

Descrição: Preparar Fan Fest e PVAs com garantia de segurança e facilidade de acesso à população. Responsável: BELOTUR
PROJETO: P27 – Plano de Atendimento ao Turista PROJETO: P27 – Plano de Atendimento ao Turista

Descrição: Desenvolver e implantar plano de atendimento ao turista, levando em consideração a demanda da Copa 2014. Responsável: SETUR
PROJETO: P28 – Plano de Receptivo

Descrição: Desenvolver e implantar plano de atendimento ao turista, levando em consideração a demanda da Copa 2014. Responsável: BELOTUR
PROJETO: P28 – Plano de Receptivo

Descrição: Desenvolver plano de receptivo para Aeroporto Internacional Tancredo Neves e Aeroporto da Pampulha, considerando os públicos distintos com suas particularidades. Responsáveis: SETUR / SEGOV – Cerimonial do Governo
PROJETO: P29 – Plano de Entretenimento ao Turista

Descrição: Desenvolver plano de receptivo considerando todas as portas de entrada da cidade e os distintos públicos com as suas particularidades. Responsáveis: BELOTUR / ASCOM / SMARI

PROJETO: P29 – Plano de Entretenimento ao Turista

Descrição: Promover alternativas de entretenimento cultural à população e ao turista, nos 16 destinos indutores, visando atender à demanda da Copa 2014. Responsáveis: SETUR
PROJETO: P30 – Capacitação de Serviços

D e s c r i ç ã o : Pro m ove r a l te r n a t i v a s d e entretenimento cultural à população e ao turista, visando atender à demanda da Copa 2014. Responsável: FMC / BELOTUR

PROJETO: P30 – Capacitação dos Serviços

Descrição: Articular, estabelecer e desenvolver ações de qualificação e capacitação para atender à demanda da Copa 2014, considerando as necessidades pertinentes a cada um dos grupos temáticos e a cada um dos eixos estratégicos: infraestrutura, préoperação e operação do evento. Responsáveis: SEE / SETUR / SEDE / SEDESE

Descrição: Articular, estabelecer e desenvolver ações de qualificação e capacitação para atender à demanda da Copa 2014, considerando as necessidades pertinentes a cada um dos grupos temáticos e a cada um dos eixos estratégicos: infraestrutura, préoperação e operação do evento. Responsável: SMPS
PROJETO: P31 – Plano Local de Voluntariado

Descrição: Desenvolver plano para captação e qualificação de voluntários para trabalharem no período da Copa 2014, articulando parcerias e implementando a infraestrutura necessária para a coordenação desses voluntários. Responsável: SMAES

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: COMUNICAÇÃO E MARKETING

EIXO ESTRATÉGICO: INFRAESTRUTURA

PROJETO: P13 - Media Center

Descrição: Adequação do espaço do Mineirinho para Media Center. Responsável: SECOM

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: COMUNICAÇÃO E MARKETING

EIXO ESTRATÉGICO: PRÉ-OPERAÇÃO

PROJETO: P32 – Imagem de Minas Gerais

PROJETO: P32 – Imagem de Belo Horizonte

Descrição: Divulgar a imagem do Estado de Minas Gerais no contexto nacional e internacional, com foco na consolidação do Estado como destino turístico e de negócios no Brasil. Responsáveis: SETUR / SECOM / SEDE

Descrição: Divulgar a imagem de Belo Horizonte no contexto nacional e internacional, com foco na consolidação do Município como destino turístico e de negócios no Brasil. Responsável: ASCOM / SMARI / BELOTUR

PROJETO: P33 – Plano de Comunicação e Marketing

P RO J E T O : P 3 3 – P l a n o d e C o m u n i c a ç ã o e Marketing

Descrição: Desenvolver e implementar plano de comunicação e marketing, visando atingir todos os públicos na mobilização e comprometimento com a Copa 2014. Responsáveis: SETUR / SECOM

Descrição: Desenvolver e implementar plano de comunicação e marketing, visando atingir todos os públicos na mobilização e comprometimento com a Copa 2014. Responsável: ASCOM

PROJETO: P34 – Atração de Seleções

PROJETO: P34 – Atração de Seleções

Descrição: Atrair seleções para os Base Camps do Estado de Minas Gerais. Responsáveis: SETUR / EpR / SECOM

Descrição: Atrair seleções para os Base Camps do Município de Belo Horizonte. Responsável: ASCOM

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: UTILIDADE PÚBLICA
EIXO ESTRATÉGICO: INFRAESTRUTURA

PROJETO: P14 – Intervenções Ambientais

PROJETO: P14 – Intervenções Ambientais

Descrição: Realizar obras de meio ambiente, promovendo ações de despoluição da Lagoa da Pampulha e desenvolver projetos sustentáveis nas unidades de conservação. Responsáveis: SEMAD / COPASA / SEDRU / SEF / SISEMA

Descrição: Realizar obras de meio ambiente, promovendo ações de despoluição da Lagoa da Pampulha e a compensação das emissões de gases provenientes do evento Copa 2014. Responsáveis: SMMA / SMURBE / URBEL / SUDECAP

PROJETO: P15 – Adequação do Sistema de Segurança

Projeto: P15 – Adequação do Sistema de Segurança

Descrição: Prover a infraestrutura necessária ao sistema de segurança estadual para atender à demanda da Copa 2014. Responsáveis: SEDS / CBMMG / PMMG / Polícia Civil

Descrição: Prover a infraestrutura necessária ao sistema de segurança municipal para atender à demanda da Copa 2014. Responsável: SMSEG

PROJETO: P16 – Adequação do Sistema de Saúde

PROJETO: P16 – Adequação do Sistema de Saúde

Descrição: Prover a infraestrutura necessária ao sistema de saúde estadual para atender à demanda da Copa 2014. Responsável: SES

Descrição: Prover a infraestrutura necessária ao sistema de saúde municipal para atender à demanda da Copa 2014. Responsável: SMSA

PROJETO: P17 – Adequação do Sistema de Energia

PROJETO: P17 – Adequação do Sistema de Energia

Descrição: Prover a infraestrutura necessária ao sistema de energia para atender à demanda da Copa 2014. Responsável: SEDE / CEMIG

Descrição: Adequar o sistema de iluminação pública para atender à demanda da Copa 2014. Responsável: SUDECAP

PROJETO: P18 – Adequação do Sistema de Telecomunicação

PROJETO: P1 8 – Adequação do Sistema de Telecomunicação

Descrição: Adequar os serviços estaduais de telecomunicação para atender à demanda da Copa 2014. Responsável: SEPLAG / PRODEMGE

Descrição: Adequar os serviços municipais de telecomunicação para atender à demanda da Copa 2014. Responsável: PRODABEL

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

GRUPO TEMÁTICO: UTILIDADE PÚBLICA
EIXO ESTRATÉGICO: PRÉ-OPERAÇÃO

PROJETO: P35 – Serviço de Energia

Descrição: Garantir o abastecimento de energia na Copa 2014. Responsável: SEDE / CEMIG
PROJETO: P36 – Serviço de Telecomunicação PROJETO: P36 – Serviço de Telecomunicação

Descrição: Garantir o pleno funcionamento do sistema de telecomunicação estadual no período da Copa 2014. Responsável: SEPLAG / PRODEMGE
PROJETO: P37 – Plano de Segurança

Descrição: Garantir o pleno funcionamento do sistema de telecomunicação municipal no período da Copa 2014. Responsável: PRODABEL
PROJETO: P37 – Plano de Segurança

Descrição: Desenvolver e implantar plano de segurança estadual para atender à demanda da Copa 2014. Responsáveis: SEDS / CBMMG / PMMG / Polícia Civil
PROJETO: P38 – Ações Sociais

Descrição: Desenvolver e implantar plano de segurança municipal para atender à demanda da Copa 2014. Responsável: SMSEG
PROJETO: P38 – Ações Sociais

Descrição: Desenvolver ações sociais sustentáveis com foco na Copa 2014. Responsáveis: SEDESE / SECOM
PROJETO: P39 – Ações Sociais Esportivas

Descrição: Desenvolver ações sociais sustentáveis com foco na Copa 2014. Responsável: SMPS
PROJETO: P39 – Ações Sociais Esportivas

Descrição: Promover ações esportivas de cunho social no Estado de Minas Gerais visando a Copa 2014. Responsáveis: SEDESE / SEE / SEEJ / SEC

Descrição: Promover ações esportivas em interface com a área de desenvolvimento social no Município de Belo Horizonte, visando a Copa 2014. Responsável: SMAES

PROJETO: P40 – Plano da Área de Saúde

PROJETO: P40 – Plano da Área de Saúde

Descrição: Desenvolver e implantar plano da área de saúde que garanta atendimento hospitalar na Copa 2014. Responsável: SES
PROJETO: P41 – Meio Ambiente: Normatização e Controle

Descrição: Desenvolver e implantar plano da área de saúde que garanta atendimento hospitalar na Copa 2014. Responsável: SMSA
PROJETO: P41 – Meio Ambiente: Normatização e Controle

Descrição: Promover iniciativas sustentáveis na execução dos projetos vinculados à Copa 2014. Responsável: SEMAD

Descrição: Estabelecer e implantar metodologia para concessão do Certificado de Sustentabilidade Ambiental a empreendimentos no Município de Belo Horizonte. Responsável: SMMA

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

3.3 Matriz de Transversalidade dos Projetos do Estado e da Prefeitura
Os objetivos estratégicos são alcançados pela implantação da Carteira de Projetos do Governo do Estado e da Prefeitura de Belo Horizonte. Alguns serão geridos diretamente pelas estruturas independentes e não carecerão, portanto, de acompanhamento conjunto. No entanto, outros projetos exigirão a participação do Grupo Executivo do Governo do Estado e da Prefeitura. Identificar e classificar esses projetos de acordo com o grau de transversalidade pertinente a cada estrutura de execução torna-se uma etapa fundamental do planejamento estratégico e do modelo de gestão. Para tanto, foi elaborada a matriz de transversalidade dos projetos conforme a Figura 8. Dos 40 projetos descritos no capítulo anterior, 24 são transversais, envolvendo as estruturas de governança do Estado e do Município, 8 são específicos do Governo do Estado e 7 são específicos da Prefeitura. Com o propósito do prover o alinhamento de ações nos projetos transversais, foi inserida uma unidade de gerenciamento denominada Grupo Executivo, que tem a função de gerenciar os projetos transversais e acompanhar os resultados dos projetos de gestão específica em cada estrutura do Governo do Estado ou da Prefeitura. As responsabilidades do Grupo Executivo serão detalhadas no Capítulo IV. No entanto, deve ser observado que tanto na Carteira de Projetos do Governo do Estado como na da Prefeitura de Belo Horizonte, existirão transversalidades internas na gestão dos projetos. Assim, se essa ação transversal for de alta relevância para o projeto, o coordenador de cada carteira pode remeter seu gerenciamento para o Grupo Executivo. A formação do Grupo Executivo remete ao desenho da estrutura organizacional mais adequada à condução da estratégia definida. Entre as tipologias de estruturas organizacionais possíveis, a estrutura matricial se apresenta como a mais adequada a esse propósito.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

FIGURA. 8 - Matriz de Transversalidade dos Projetos do Governo de Minas e da Prefeitura de Belo Horizonte.

3.4 Matriz de Alcance dos Projetos
A Matriz de Alcance dos Projetos é o instrumento de alinhamento entre a base mais concreta do modelo de gestão representada pela Carteira de Projetos e a Visão definida para o Projeto Copa 2014. A Visão orienta que o evento Copa 2014 deve ser concebido para atender aos requisitos da FIFA, à expectativa do torcedor, mas, sobretudo, deve servir como instrumento de antecipação de investimentos que promovam o desenvolvimento econômico, social e cívico, deixando um legado para a sociedade. A Matriz de Alcance dos Projetos nos oferece essa visão síntese, de conjunto, da Carteira de Projetos e sua distribuição nos níveis de alcance.

FIGURA 9 – Matriz de alcance dos projetos.

Observa-se na matriz que as concentrações de projetos ocorrem nos campos do atendimento às expectativas do torcedor e ao legado, ou seja, dos 54 projetos relacionados com os 22 objetivos estratégicos apresentados no Capítulo II, 6 deles são para atender às exigências da FIFA, 24 são alocados no atendimento às expectativas do torcedor e 24 deixarão legado para a sociedade. É importante ressaltar que todos os projetos relacionados com o eixo estratégico de Infraestrutura deixarão legado para a sociedade. Esse aspecto alinha a Carteira de Projetos à Visão definida, ou seja, a orientação clara de que o evento deve servir para antecipar investimentos que estruturam o desenvolvimento econômico e social, amparado por uma sólida base de sustentação ambiental. Além disso, não deixa de atender aos requisitos da FIFA e às expectativas do torcedor cívico.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

3.5 Matriz de Alcance e Investimentos
A Matriz de Alcance e Investimentos relaciona o alcance dos projetos com os investimentos aportados e complementa a informação do alinhamento entre a Carteira de Projetos e a Visão definida. Nessa matriz é retratada a capacidade da Estrutura de Governança Cooperada de planejar e formatar uma Carteira de Projetos que consiga fazer mais com menos. Dessa maneira, a alocação objetiva de recursos em projetos que poderão deixar um legado, sem deixar de atender às exigências da FIFA e à expectativa do torcedor, torna-se um processo decisório dos mais relevantes.

FIGURA 10 – Exemplo conceitual da matriz relacional de alcance dos projetos e investimentos.

Essa matriz, como ferramenta de gestão da Carteira de Projetos, tem natureza prescritiva, ou seja, grande parte dos projetos ainda não conta com estruturas orçamentárias completas, pois se encontra em fase de desenvolvimento, a exemplo do Projeto de Modernização do Mineirão. Nesse contexto, à medida que os projetos vão sendo desenvolvidos, a matriz passa a ser preenchida e a orientar de forma clara as relações de investimentos e os níveis de alcance dos projetos. Contudo, projetos localizados no eixo estratégico da infraestrutura contam com uma classificação de investimentos considerada de média a alta, em termos de geração de um legado para a sociedade. São exemplos as intervenções esportivas em estádios, projetos de mobilidade que envolvam a construção e a melhoria de acesso ao Mineirão, melhoria e ampliação de aeroportos e modernização de sistema de controle de tráfego. Em síntese, deve ser considerado que, na medida em que a Carteira de Projetos avança em termos de execução, surgirão elementos para a inserção da arquitetura financeira no modelo de gestão, de forma a completar a sua estrutura final de operações. Esta ação complementa a estrutura final de operação, bem como tornará possível a utilização da Matriz de Alcance dos Projetos e investimentos como ferramenta de gestão.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo III - Carteira de Projetos

Capítulo IV
Estrutura de Governança Cooperada

A Estrutura de Governança está relacionada com o grau de descentralização do direito de decisão na estrutura definida. Além disso, os mecanismos de controle possibilitam que tais decisões sejam as mais acertadas possíveis na consecução dos projetos e, consequentemente, no alcance da Visão. No contexto do Projeto Copa 2014, a Estrutura de Governança movimenta-se em dois sentidos. No primeiro, promove o alinhamento entre as expectativas da FIFA, dos torcedores e da sociedade civil como um todo, e os limites das possibilidades. O segundo sentido está relacionado à execução da Carteira de Projetos, composta de quatro níveis de Governança. No primeiro está a Estrutura de Governança do Governo do Estado na consecução dos projetos identificados como específicos de seu gerenciamento. No segundo nível, está a Estrutura de Governança dos projetos específicos e de responsabilidade exclusiva da Prefeitura de Belo Horizonte.

FIGURA 11 – Níveis de governança.

No terceiro nível de Governança, está estabelecida a estrutura matricial dos projetos, que abarca as atividades transversais geradas pelas carteiras de projeto. Esse nível corresponde ao primeiro estágio da Governança Cooperada, composta por membros do Estado e do Município, com funções específicas, voltadas ao acompanhamento da Carteira de Projetos e a alguns níveis de deliberações operacionais. Essa estrutura foi denominada Grupo Executivo. O Grupo Executivo tem, prioritariamente, a função de assessoramento para prover o suporte às decisões da Estrutura de Governança Cooperada. Compõem suas responsabilidades, o acompanhamento dos projetos como corresponsáveis por suas execuções e o tratamento de todas as demandas de transversalidade, visando apoiar a gestão da Carteira de Projetos específica do Estado e da Prefeitura. Além disso, centralizará todos os contatos com a FIFA e o Comitê Organizador Local, bem como analisará todas as demandas de novas inserções.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo IV - Estrutura de Governança Cooperada

Assim estruturada, o grau de decisão sobre as demandas de novas inserções estará sempre no âmbito da Governança Cooperada – nível IV – ou no âmbito da gestão de cada Carteira de Projetos, nos níveis I e II. Caberá ao Grupo Executivo, portanto, se movimentar nas duas direções com o propósito de sempre prover as informações necessárias às tomadas de decisão. Ainda deve ser observado que as atividades de promoção e divulgação que se fizerem necessárias em cada um dos 54 projetos apresentados deverão ser articuladas com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Belo Horizonte (ASCOM), em conjunto com a Secretaria de Comunicação do Estado de Minas (SECOM). No quarto nível de Governança, está a Governança Cooperada, composta pela alta administração, que corresponde aos chefes do executivo ou seus representantes e aos dois gestores coordenadores do Grupo Executivo.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo IV - Estrutura de Governança Cooperada

Capítulo V
Estruturas de Controle

A Estrutura de Controle é utilizada pelas Estruturas de Governança em seus quatro níveis, ou seja, no âmbito do Governo do Estado, da Prefeitura de Belo Horizonte, do Grupo Executivo e da Governança Cooperada. As descrições que seguem estão concentradas na metodologia de acompanhamento para o nível III da governança, no que diz respeito ao Grupo Executivo, uma vez que as demais estruturas já aplicam seus sistemas de acompanhamento próprios. Não obstante, para o âmbito da Governança Cooperada, a estrutura de painel de controle consolidado deverá ser de grande utilidade para o processo de acompanhamento, controle e tomada de decisões.

5.1 O Mapa Estratégico e a Estrutura de Controle
O Mapa Estratégico deve representar a estrutura do sistema de medida de resultados. Se as sínteses de todos os objetivos relevantes da gestão estão no Mapa Estratégico, não faz sentido estruturar a central de resultados em outra base. Assim, a lógica de funcionamento do mapa é a mesma para a apuração dos resultados, ou seja, o Mapa Estratégico é o ponto de integração entre a elaboração e a implantação da estratégia. O entendimento desse conceito torna-se vital para a implantação da estratégia. Retomando o que já foi descrito, o fluxo é o seguinte: uma vez alocados os recursos nos projetos, as metas definidas para cada objetivo devem ser alcançadas e os indicadores – que relativizam esse alcance da meta internamente e com as demais cidades-sede – devem ser melhorados. É esse entendimento conceitual que nos permite desdobrar a estratégia do âmbito estratégico para o tático e o operacional. As decodificações das informações para tais níveis são feitas através da elaboração de um painel de controle da estratégia, que representa um instrumento operacional da Estrutura de Controle. Dessa maneira, o painel de controle passa a monitorar o alcance dos objetivos do Mapa Estratégico, a partir do acompanhamento da execução dos projetos. O painel de controle poderá abordar não só os objetivos estratégicos para monitoramento, como também os seus respectivos projetos e subprojetos, incluindo os níveis de desdobramento II e III.

5.2 Painel de Controle
A parte do documento intitulada Painel de Controle tem natureza prescritiva, ou seja, seu propósito é definir os padrões que devem ser seguidos nas ferramentas de avaliação e controle do planejamento. Para tanto, a padronização da comunicação torna-se um poderoso aliado na melhoria do processo de controle. A observação da situação em relação ao alcance das metas no painel de controle deve utilizar a gestão à vista como ferramenta de compartilhamento de comunicação, de gestão visual e de melhoria contínua da gestão como um todo. A gestão à vista tem como princípio geral oferecer informação acessível e simples, que facilita o trabalho e compartilha a informação com o maior número de pessoas possível. A utilização conjunta da estrutura do Mapa Estratégico com a ferramenta de gestão à vista permitirá o acesso rápido à informação relevante e ao foco nos problemas específicos de cada indicador, o que proverá um suporte adequado aos processos de controle e tomada de decisão. As convenções poderão ser adotadas de acordo com o grau de alcance da meta, isto é, conforme a distância em que o gestor se encontra, em determinado período, em relação ao cumprimento da meta. A cor verde será usada para valores em torno da meta; amarela, para resultados afastados da meta a um determinado valor para menos; vermelha, para resultados muito afastados da meta.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo V - Estruturas de Controle

A escala para a ocorrência das cores deve sempre ser elaborada levando-se em consideração a importância do indicador e a sua participação relativa no alcance dos objetivos finalísticos. Assim, os intervalos de tolerância devem ser mais apertados para aqueles indicadores de alto impacto nos resultados finais de cada eixo. Para efeito de exemplo, segue a demonstração de uma possível estrutura de Painel de Controle para acompanhamento dos indicadores relacionados com os objetivos do eixo estratégico de infraestrutura.

FIGURA 12 – Exemplo de Painel de Controle.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo V - Estruturas de Controle

Uma vez dispostas as metas que devem ser alcançadas, é necessário estabelecer os padrões de diagnóstico para os casos em que elas não sejam alcançadas. O procedimento de diagnóstico segue a metodologia de diagrama de causa e efeito, que permite separar as várias causas inerentes ao problema central e proceder o aprofundamento de cada uma, de forma a se chegar à raiz do problema. Nesse ponto, o gestor apresenta o seu plano de ação visando a solução do problema. O plano de ação deve ser estruturado na metodologia de gestão de projeto. Tal metodologia procura dispor todos os elementos essenciais à decisão de adoção ou não da solução proposta. Além disso, no caso de aceite da solução proposta, o plano de ação deve, ainda, apresentar a forma de acompanhamento da ação sugerida. Para tanto, deve constar no plano de trabalho, de forma estruturada, com os seguintes elementos: o que deve ser feito pelo coordenador; valores de investimentos, caso necessário; data final de conclusão; distribuição das etapas do plano pelo período de tempo; responsáveis por cada etapa. O funcionamento do acompanhamento, nessa estrutura, constitui uma das importantes bases para a gestão do conhecimento na organização e, de forma específica, na condução do Projeto Copa 2014. Ao orientar todos para resultados e ao cobrar o alcance da meta – bem como a explicação dos motivos pelos quais não se alcançaram essas metas – exige-se do gestor capacidade de realizar diagnósticos e propor soluções através dos seus planos de trabalho. E mais, esses planos serão discutidos, enriquecidos e validados numa estrutura colegiada orientada para resultados.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo V - Estruturas de Controle

Capítulo VI
Níveis de Alinhamento

O Alinhamento foi o propósito que norteou todo o desenvolvimento deste trabalho e é o ponto-chave da estrutura do modelo de gestão. Encontra-se presente na composição de cada um dos blocos de cada etapa e na composição de todos os elementos descritos nos cinco níveis a seguir: 1. Alinhamento para elaboração do Documento Referência. 2. Alinhamento para a formação da Visão. 3. Alinhamento entre os eixos estratégicos e os grupos temáticos para a construção do Mapa Estratégico. 4. Alinhamento entre o Mapa Estratégico e a Carteira de Projetos. 5. Alinhamento para definir inserções estratégicas no Projeto Copa 2014.

FIGURA 13 – Níveis de Alinhamento.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

O primeiro nível de Alinhamento, que ocorre na elaboração do Documento Referência, procura alinhar o conteúdo dos três documentos elaborados pelo Governo de Minas Gerais, pela FIFA e pelo Ministério do Turismo. Além disso, foram de grande utilidade as informações originadas de visitas técnicas à Alemanha, à África do Sul e a outros países que já sediaram grandes eventos. Outra importante fonte de informação foi o seminário ocorrido na Fundação Dom Cabral, com a participação de vários representantes do Governo do Estado, da Prefeitura de Belo Horizonte, do COL, da África do Sul, da Alemanha e de empresários.

FIGURA 14 – Primeiro nível de alinhamento – Elaboração do Documento Referência.

No segundo nível de Alinhamento, a Governança Cooperada estrutura as exigências da FIFA, as expectativas do torcedor e os limites das possibilidades orçamentárias e financeiras para definição da Visão.

FIGURA 15 – Segundo nível de alinhamento – Definição da Visão.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

No terceiro nível, alinha-se o conteúdo do Documento Referência ao Mapa Estratégico, através dos eixos estratégicos da infraestrutura, pré-operação e operação. Ainda nesse nível, o Mapa Estratégico alinha os 22 objetivos distribuídos por eixos e orientados por grupos temáticos, como infraestrutura esportiva, mobilidade, turismo e rede hoteleira, comunicação e marketing, utilidade pública e requisitos da FIFA.

FIGURA 16 – Terceiro Nível de Alinhamento – eixos estratégicos e grupos temáticos.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

No quarto nível encontra-se a Carteira de Projetos, que estrutura o alcance das metas de cada objetivo. O alinhamento dessa carteira com as demais estruturas do Estado e da Prefeitura compreendeu um conjunto de entrevistas e reuniões com as diversas secretarias e órgãos das administrações direta e indireta, que serviram para alinhar o conteúdo do modelo completo com ênfase nos projetos.

FIGURA 17 – Quarto nível de alinhamento – Mapa Estratégico e Carteira de Projetos.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

O quinto nível de Alinhamento leva em consideração as novas inserções estratégicas. Num projeto com esse grau de complexidade e de envolvimento de diversos agentes públicos e privados, o modelo de gestão deve ser preparado para receber novas demandas de inserções de natureza estratégica e até mesmo operacional. Assim, definir o caminho preferencial de entrada dessas inserções no modelo torna-se essencial para o seu adequado funcionamento de forma integrada com todas as partes interessadas. As propostas de novas inserções estratégicas serão introduzidas no modelo via Grupo Executivo, que compartilhará a análise no terceiro nível da governança, e as remeterá para a Governança Cooperada, na forma de parecer opinativo para a decisão final. Esses procedimentos devem ser formalizados em estruturação de processo, pois trata-se de um dos processos críticos inerentes à Gestão Cooperada do planejamento integrado.

FIGURA 18 – Quinto Nível de Alinhamento – Inserções Estratégicas de Projetos.

Em suma, o alinhamento geral compreende quatro níveis internos e um externo. Isso significa que a gestão será orientada permanentemente por esses níveis de alinhamentos estratégicos que, uma vez ajustados, permitirão a concentração das ações no que é relevante para o êxito do projeto. Em outras palavras, separa o essencial do acessório e possibilita o andamento dos projetos por dentro das fronteiras estratégicas estabelecidas pela estrutura de governança.

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

Considerações Finais

Este documento revela o esforço de integração dos Governos Estadual e Municipal na elaboração de um instrumento de gestão que seja capaz de aproveitar a oportunidade de um evento da grandeza da Copa do Mundo da FIFA, para antecipar investimentos que, se não fosse por ocasião do evento, ocorreriam em etapas posteriores. Ao mesmo tempo, procura evidenciar o ímpeto da referida integração em realizar investimentos que sejam capazes de atender às expectativas geradas pela FIFA e pelos torcedores. Somente com unidade de propósito e gestão orientada para resultados torna-se possível construir essa engrenagem, que permitirá atender a essas expectativas com racionalização na utilização de recursos que geram benefício para a sociedade. Este é o cumprimento da nossa Visão:

MINAS GERAIS E BELO HORIZONTE INTEGRADOS NA GESTÃO DA COPA DE 2014 COMO ALAVANCA PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, SOCIAL E CÍVICO.

Fernando Ladeira Fernandes
Gerente do Projeto Copa 2014 – Governo do Estado de Minas Gerais

Flávia Rodrigues Rohlfs
Gerente do Projeto Copa 2014 – Prefeitura de Belo Horizonte

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

Coordenação Técnica
Antônio Augusto Junho Anastasia Marcio Araújo de Lacerda Governador do Estado de Minas Gerais Prefeito de Belo Horizonte

Tadeu Barreto Guimarães Fernando Ladeira Fernandes Ludimila Midori Kai

Presidente do Comitê Executivo das Copas – Governo do Estado de Minas Gerais Gerente do Projeto Copa 2014 – Governo do Estado de Minas Gerais Empreendedora Pública do Projeto Copa 2014

Tiago Nascimento de Lacerda Flávia Rodrigues Rohlfs

Presidente do Comitê Executivo das Copas – Prefeitura de Belo Horizonte Gerente do Projeto Copa 2014 – Prefeitura de Belo Horizonte

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

Lista de Participantes
SEPLAG – Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Renata Maria Paes de Vilhena André Victor dos Santos Barrence Secretária de Estado Diretor da Superintendência Central de Coordenação Geral

SEDESE – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social Ana Lúcia Almeida Gazzola Juliano Fisicaro Borges Aline Assis Fernando Antônio França Sette Pinheiro Larah Farah Valadares Cláudia Bolognani Pereira Secretária de Estado Secretário-Adjunto Assessora de Gabinete: Subsecretário de Trabalho, Emprego e Renda Coordenadora do Projeto Usina do Trabalho Empreendedora Pública II – Gerente do Projeto Travessia

SEE – Secretaria de Estado de Educação Vanessa Guimarães Pinto João Antônio Filocre Saraiva Joaquim Antônio Gonçalves Secretária de Estado Secretário-Adjunto Superintendente de Ensino Médio e Profissional

SEGOV – Secretaria de Estado de Governo Danilo de Castro Hugo Márcio Lemos Teixeira Secretário de Estado Superintendente de Imprensa da Subsecretaria de Governo

SEEJ – Secretaria de Estado de Esportes e Juventude Alberto Rodrigues Lima Gustavo de Faria Dias Corrêa Rogério Aoki Romero Marcio Eli Almeida Leandro Juliana Minard de Oliveira Secretário de Estado Ex-Secretário de Estado Secretário-Adjunto Chefe de Gabinete Superintendente de Políticas Desportivas Regionais

SEMAD – Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável José Carlos Carvalho Thiago Alexsander Costa Grego Luiz Guilherme Melo Brandão Secretário de Estado Subsecretário de Inovação e Logística Superintendente da Superintendência de Planejamento e Modernização Institucional

SEDE – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Sérgio Alair Barroso Luiz Antônio Athayde Marcos Siqueira Moraes Secretário de Estado Subsecretário de Assuntos Internacionais Empreendedor Publico II – Superintendente da Unidade PPP

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

Lista de Participantes
INDI – Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais Adriano Magalhães Chaves Maurício de Oliveira Cecílio Rubens José Amaral de Brito Presidente Diretor de Promoção e Atração de Investimentos I Gerente da Diretoria de Promoção e Atração de Investimentos II

BDMG – Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais Paulo Paiva Saulo Marques Cerqueira Presidente Diretor Superintendente

SEDS – Secretaria de Estado de Defesa Social Moacyr Lobato de Campos Filho Maurício de Oliveira Campos Júnior Geórgia Ribeiro Rocha Secretário de Estado Ex-Secretário de Estado Superintendente Integração do Sistema de Defesa Social

CBMMG – Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais Coronel Gilvam Almeida Sá Coronel Hermes Antônio Pereira Tenente Coronel Marcello Tadeu de Souza Brito Major Edgar Estevo da Silva PCMG – Polícia Civil de Minas Gerais Delegado-Geral Marco Antônio Monteiro de Castro Delegado Anderson Alcântara da Silva Melo PMMG – Polícia Militar de Minas Gerais Coronel Renato Vieira de Souza Tenente Coronel Antônio de Carvalho Pereira Comandante Geral Comandante do Batalhão Chefe de Polícia Civil do Estado de Minas Gerais Assessor do Chefe de Polícia Comandante-Geral Chefe do Estado Maior dos Bombeiros Subcomandante do Comando de Operações dos Bombeiros Assessor de Planejamento Operacional

SETOP – Secretaria de Estado de Transporte e Obras Públicas Fuad Jorge Noman Filho Fabrício Torres Sampaio Diego H. Vettori Azevedo Secretário de Estado Subsecretário Assessor do Subsecretário

DEOP – Departamento de Obras Públicas João Antônio Fleury Teixeira Diretor Geral

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

Lista de Participantes
SETUR – Secretaria de Estado de Turismo Érica Campos Drumond Silvana Melo do Nascimento Secretária de Estado Empreendedora Pública II – Coordenadora do Programa Turismo de Negócios e Eventos

SES – Secretaria de Estado de Saúde Antônio Jorge de Souza Marques Fernanda de Oliveira Esteves Francisco Antônio Tavares Júnior Secretário de Estado Assessora Adjunta de Gestão Estratégica Assessor de Gestão Estratégica da Secretaria de Estado de Saúde

CEMIG – Companhia Energética de Minas Gerais Djalma Bastos de Morais Alexandre Francisco Maia Bueno Alexandre Heringer Lisboa Fabiano Mendonça Dias Ronaldo de Oliveira Resende Presidente Superintendente de Tecnologias e Alternativas Energéticas Gestor de Projetos Gerência de Relacionamento com Clientes – Engenheiro de Distribuição de Energia Engenheiro de Comercialização

PRODEMG – Companhia de Tecnologia de Informação do Estado de Minas Gerais. Isabel Pereira de Souza Evandro Nicomedes Araujo Roberto Silva Carneiro Raymundo Albino M. Moreira Sérgio Rocha V. Motta Marcelo Mario Damázio Trinchero Presidente Gerente de Redes Gerente de Infraestrutura Elétrica e Lógica Gerente de Gestão de Mudanças Analista Analista de Negócios

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Planejamento Estratégico Integrado Capítulo VI - Níveis de Alinhamento

Lista de Participantes
SMGO – Secretaria Municipal de Governo Josué Valadão Secretário Municipal BH Metas & Resultados Beatriz Góes Adriana Sayar Belmiro Damas Ana Luiza Trivellato Leonardo Guimarães Gabinete do Prefeito Eduardo Duarte Ananias José de Feitas Gustavo Zech Coelho Juliano Alves Antônio Eduardo de Noronha Amábile Gerente Projeto do Sustentador Atração de Investimentos Assessor Assessor Assessor Assessor Coordenadora do BH Metas e Resultados Gerente de Projetos Gerente de Projetos Gerente de Projetos Gerente de Projetos

SMPL – Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Informação Helvécio Magalhães Hipérides D. Ateniense Lêda Lúcia Couto de Vasconcelos Secretário Municipal Secretário Municipal Adjunto de Gestão Administrativa Gerente de Coordenação de Projetos Estratégicos

SMURBE – Secretaria Municipal de Políticas Urbanas Murilo Valadares Maria Fernandes Caldas Daniel Medeiros de Freitas Secretário Municipal Consultora Técnica Especializada Gerente de Projetos Urbanos Especiais

SUDECAP – Superintendência de Desenvolvimento de Capital Fernando Janotti Augusto César Santiago e Silva Superintendente Diretor de Iluminação

BHTRANS – Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte Ramon Vitor Cesar Célio Bouzada Geraldo Batista Kátia Leite Rogério Carvalho Presidente Diretor de Planejamento Chefe de Gabinete Gerente de Coordenação e Planejamento Estratégico Gerente de Coordenação de Mobilidade Urbana

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Lista de Participantes
SMF – Secretaria Municipal de Finanças José Afonso Bicalho Secretário Municipal

ASCOM – Assessoria de Comunicação Social do Município Regis Souto Conceição Baeta Chefe da Assessoria de Comunicação Social do Município Gerente de Publicidade e Propaganda

SMMA – Secretaria Municipal de Meio Ambiente Ronaldo Vasconcelos Weber Coutinho Ricardo Aroeira Raquel Faria Braga Ex-Secretário Municipal Gerente de Planejamento e Monitoramento Ambiental Gerente do Projeto Sustentador Recuperação Ambiental Engenheira do Núcleo de Execução de Projetos Especiais de Saneamento

SMSA – Secretaria Municipal de Saúde Marcelo Teixeira Márcia Faria Moraes Silva Susana Rates Secretário Municipal Gerente de Planejamento e Desenvolvimento Gerente do Projeto Sustentador Melhoria do Atendimento Hospitalar

SMED – Secretaria Municipal de Educação Macaé Evaristo Secretária Municipal

SMARI – Secretaria Municipal Adjunta de Relações Internacionais Rodrigo Perpétuo Camilla Alves Stephania Aleixo de Paula e Silva Secretário Municipal Adjunto Chefe de Gabinete Assessora

SMPS – Secretaria Municipal de Políticas Sociais Jorge Nahas Antônio David de Sousa Júnior Andréa Campos Secretário Municipal Chefe de Gabinete Gerente do Projeto Sustentador Capacitação

SMAES – Secretaria Municipal Adjunta de Esportes Fernando Blaser Rosana Ferreira Secretário Municipal Adjunto Gerente do Projeto Sustentador Promoção do Esporte

SMSEG – Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Patrimonial Coronel Bicalho Jorge Aleixo Secretário Municipal Gerente do Projeto Sustentador Espaço Urbano Seguro

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Lista de Participantes
BELOTUR – Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte Júlio Pires Arthur Viana Stella Kleinrath Ana Paula Azevedo Eduardo Cardozo Neuma Horta Ana Claudia Rodrigues Edmundo Vale Débora Rodrigues Presidente Diretor de Eventos Diretora de Assuntos Institucionais Diretora de Promoção Turística Diretor de Projetos Chefe de Assessoria de Capacitação Gerente de Segmentação Assessor da Diretoria de Promoção Gerente do Projeto Sustentador Turismo

PRODABEL – Empresa de Informática do Município de Belo Horizonte Paulo de Moura Ramos George Wilson Machado Lauro Sigaud Diretor-Presidente Diretor de Redes Diretor de Voz e Imagem

FMC – Fundação Municipal de Cultura Thaís Pimentel Luciana Ferron Solanda Silva Mariana Guimarães Brandão Carlos Henrique Bicalho Presidente Chefe de Gabinete Diretora de Ação Cultural Chefe de Departamento de Gestão e Monitoramento da Diretoria de Patrimônio Chefe de Departamento de Identificação e Documentação do Patrimônio Histórico

FPM – Fundação de Parques Municipal Eduardo Hermeto FZB – Fundação Zoobotânica Evandro Xavier Carlyle Mendes Coelho Gladstone Corrêa de Araújo Presidente Diretor do Departamento do Jardim Zoológico Diretor do Departamento do Jardim Botânico Presidente

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Glossário
x Fan Fest: Evento obrigatório e oficial da FIFA, cuja responsabilidade de organização é da cidade-sede. Trata-se de uma área pública, de preferência ícone da cidade, com capacidade mínima para 20.000 pessoas e com acesso gratuito onde serão exibidos, através de telões, todos os jogos da Copa do Mundo, com a possibilidade da cidade oferecer atrações musicais e artísticas. Apenas os parceiros oficiais da FIFA podem explorar comercialmente este local. PVA’s (Public Viewing Areas): Áreas para exibição pública dos jogos, com acesso gratuito, similares às Fan Fests, porém não são eventos oficiais FIFA, mas eventos licenciados pela entidade, produzidos por órgãos governamentais ou por parceiros locais. Base Camps: Conjugação de centro de treinamento e hotel, a ser ofertado às seleções participantes da Copa do Mundo. Devem estar disponíveis para as seleções aproxidamente 15 dias antes do início do torneio, e durante a competição. Devem dispor de toda infraestrutura necessária para a preparação e treinamento dos atletas. Locais de Treino (VSTS – Venue Especific Training Site): Campos de futebol que serão disponibilizados para treinamento das equipes que disputarão partidas oficiais na cidade-sede. Serão disponibilizados 2 VSTS’s, sendo um para cada equipe. Utilidade Pública: Grupo temático do planejamento estratégico no qual estão agrupados os projetos ligados às áreas de telecomunicações, energia, saúde, segurança, ações sociais e meio ambiente.

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