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DECRETO Nº 15.356 DE 26 DE DEZEMBRO DE 2005
(Publicação DOM de 28/12/2005:01) Regulamenta a Lei nº 12.392, de 20 de outubro de 2005, que ‘‘Dispõe sobre o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISSQN e dá outras providências’’ O Prefeito Municipal de Campinas, no uso de suas atribuições legais, DECRETA: Art. 1º O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN, instituído pela Lei nº 12.392, de 20 de outubro de 2005, fica regulamentado nos termos deste decreto, denominado ‘‘Regulamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN’’. CAPÍTULO I - DA INCIDÊNCIA Art. 2º O ISSQN – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, tem como fato gerador a prestação de serviços constantes da lista anexa, ainda que esses não se constituam como atividade preponderante do prestador. § 1º O imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação lá se tenha iniciado. § 2º Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa, os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. § 3º O imposto de que trata este Regulamento incide ainda sobre os serviços prestados mediante a utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente mediante autorização, permissão ou concessão, com o pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário final do serviço. CAPÍTULO II - DA NÃO-INCIDÊNCIA Art. 3º O imposto não incide sobre: I - as exportações de serviços para o exterior do País; II - a prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes-delegados; III - o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos bancários, o principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições financeiras. Parágrafo único. Não se enquadram no disposto no inciso I os serviços desenvolvidos no Brasil, cujo resultado aqui se verifique, ainda que o pagamento seja feito por residente no exterior. Art. 4º Fica condicionado o reconhecimento da não-incidência do ISSQN, nos serviços de construção civil de habitação popular, definida no art. 5º, por intermédio de mutirão comunitário, mediante expressa indicação desta circunstância no projeto da obra respectiva. Parágrafo único. Nas hipóteses previstas no caput, as obras mencionadas sujeitar-se- ão ao acompanhamento em todas as fases de execução pelos órgãos de fiscalização, desde a análise prévia do projeto até sua conclusão, observando-se os requisitos e formalidades previstos neste Regulamento e em atos normativos. Art. 5º Para a obtenção do reconhecimento da não incidência do ISSQN prevista no art. 4º, considera-se: I - habitação popular: o imóvel residencial horizontal que possua área total construída não superior a 80,00 m² (oitenta metros quadrados). II - mutirão comunitário: o auxílio gratuito para a realização de obra de construção civil de habitação popular. Parágrafo único. O auxílio gratuito a que se refere este artigo é aquele realizado por pessoa natural, sem a participação de pessoa jurídica em qualquer etapa da construção e sem nenhuma vinculação contratual ou contra-prestação entre os partícipes. CAPÍTULO III - DA ISENÇÃO Art. 6º Qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito presumido, anistia ou

remissão, ou quaisquer outros benefícios ou incentivos fiscais, somente serão concedidos ou revogados por lei específica de iniciativa do Poder Executivo. Art. 7º Quando a isenção ou quaisquer outros benefícios ou incentivos fiscais depender de regulamentação ou de requisito a ser preenchido e não sendo satisfeitas estas condições, o imposto será considerado devido a partir do momento em que tenha ocorrido o fato gerador. Parágrafo único. O recolhimento do imposto devido, conforme previsto no caput deste artigo, far-se-á com atualização monetária, multa e juros, devidos a partir do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido, como se a prestação do serviço não fosse efetuada com a isenção ou o benefício fiscal. Art. 8º São isentos do imposto os espetáculos teatrais enquadrados no subitem 12.01 da lista anexa; os espetáculos circenses enquadrados no subitem 12.03 da lista anexa; os serviços enquadrados nos subitens 7.02, 7.04 e 7.05 da lista anexa relativos à conservação e reparação de imóveis tombados pelo Município de Campinas nos termos da Lei Municipal nº 5.885, de 17 de dezembro de 1987, e alterações, e os profissionais autônomos que exercem as seguintes atividades: I - estética e higiene pessoal; II - construção civil e seus serviços auxiliares; III - higienização, lavagem e limpeza em geral; IV - mecânica, funilaria, pintura, borracharia e eletricidade de automóveis; V - tapeçaria em geral; VI - segurança e vigilância patrimonial; VII - preparo e servimento de alimentos e congêneres; VIII - modelagem, afiação, instalação, montagem e conserto de utensílios, aparelhos, máquinas e equipamentos; IX - jardinagem; X - conserto, restauração, conservação e lustração de bolsas, calçados e congêneres; XI - alfaiataria e costuras em geral; XII - datilografia, digitação e congêneres; XIII - serviço de táxi; XIV - carregadores da Ceasa-Campinas. § 1º A isenção prevista nos incisos I a XIV refere-se somente aos serviços prestados por profissionais autônomos, com ou sem estabelecimento fixo, e desde que a prestação de serviços seja executada exclusivamente sob a forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte, sem auxílio de empregados, não compreendidas as atividades para cujo exercício exija-se escolaridade de nível superior ou técnico de nível médio. § 2º O reconhecimento administrativo das isenções previstas neste artigo independe de requerimento do interessado, exceto quanto aos serviços enquadrados nos subitens 7.02, 7.04 e 7.05, da lista anexa, relativos à conservação e reparação de imóveis tombados pelo Município de Campinas que deverá ser expressamente requerido pelo interessado em procedimento administrativo tributário específico. CAPÍTULO IV - DO FATO GERADOR Seção I - Do Momento da Prestação do Serviço Art. 9º O fato gerador do imposto ocorre no momento da prestação do serviço, sendo irrelevantes para sua caracterização: I - a denominação dada ao serviço prestado; II - a natureza jurídica da operação de prestação do serviço; III - a validade jurídica do ato praticado; IV - os efeitos dos fatos efetivamente ocorridos. § 1º Quando os serviços referidos no item 12 e subitens da lista anexa forem prestados mediante a venda de bilhetes, entradas ou ingressos de qualquer tipo por contribuinte não estabelecido no Município de Campinas, presume-se ocorrido o fato gerador no momento do início da venda, nos termos estabelecidos em ato normativo. § 2º A Administração Tributária poderá estabelecer em ato normativo outras hipóteses em que o fato gerador do imposto será considerado presumido ainda que o serviço não tenha sido prestado. Art. 10. Considera-se prestado o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação lá se tenha iniciado, no momento em que o mesmo é tomado ou intermediado neste Município. Seção II - Do Local da Prestação do Serviço Art. 11. O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local de domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas nos incisos I a XX, quando o

permanência ou ânimo de permanecer no local.da execução da varrição. no caso dos serviços descritos nos subitens do item 12. instrumentos e equipamentos necessários à execução dos serviços. onde o contribuinte desenvolva a atividade de prestar serviços. carga. XII . parques.da execução dos serviços de diversão.estrutura organizacional ou administrativa. onde ele estiver domiciliado. compartilhado ou não. sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de sede. 12. rodovia.04 da lista anexa. posto de coleta. no caso dos serviços descritos no subitem 11. portos e congêneres.da execução da obra.11 da lista anexa. II .04 da lista anexa. chaminés.17 da lista anexa. remoção. § 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no local do estabelecimento prestador nos serviços executados em águas marítimas. XIV .05 da lista anexa. XV . tratamento.19 da lista anexa.da feira. considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto neste Município pela extensão de rodovia explorada. ferroporto. ferroviário ou metroviário. posto de atendimento. arrendamento.da execução dos serviços de escoramento.10 da lista anexa. objetos de locação.01 da lista anexa. XX . segurados ou monitorados. no caso dos serviços descritos no subitem 11.inscrição nos órgãos previdenciários. Pode ser identificada a existência de unidade econômica ou profissional. escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. manutenção e conservação de vias e logradouros públicos.05 da lista anexa. congresso ou congênere a que se referir o planejamento. descarga.01 da lista anexa.01 da lista anexa.02 e 7. independentemente de titularidade. no caso dos serviços descritos no subitem 7. no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista anexa. para exploração econômica de atividade de prestação de . isolada ou conjuntamente: I . X . no caso dos serviços descritos no subitem 11.do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou. cabos.da execução da decoração e jardinagem. semeadura. máquinas.manutenção de pessoal.13 da lista anexa. entre outros. piscinas. XIX . II . jardins e congêneres.dos bens ou do domicílio das pessoas vigiados. palcos. excetuados os serviços descritos no subitem 20. no caso dos serviços descritos no subitem 7. XIII . VIII .onde o bem estiver guardado ou estacionado. na hipótese de serviço importado do exterior nos termos do § 1º do art. estradas. VII . adubação e congêneres. V . Seção III . Considera-se estabelecimento prestador o local. contenção de encostas e congêneres. filial.do armazenamento.do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou.09 da lista anexa. pontes. material. sucursal. dutos e condutos de qualquer natureza.imposto será devido no local: I . no todo ou em parte.16 da lista anexa. do corte e poda de árvores. Parágrafo único. IX . no caso dos serviços descritos no subitem 7. IV .das edificações em geral.neste Município. no caso dos serviços descritos pelo subitem 17. químicos e biológicos. no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.04 da lista anexa. no caso dos serviços descritos no subitem 7. no caso dos serviços descritos no subitem 7. arrumação e guarda do bem. XI . edificado ou não. coberturas e outras estruturas. organização e administração. VI .do florestamento. imóveis. exposição. III . aeroporto. 2º deste Regulamento. entretenimento e congêneres. no caso dos serviços descritos no subitem 7. na falta de estabelecimento. direito de passagem ou permissão de uso. postes. na falta de estabelecimento.18 da lista anexa. V .da instalação de andaimes. XVI . depósito. XVIII . exceto o 12. reciclagem.01 da lista anexa. no caso dos serviços descritos no subitem 7. considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto neste Município caso haja extensão de ferrovia.02 da lista anexa.do porto. no caso dos serviços descritos no subitem 7. de modo permanente ou temporário.da limpeza e dragagem. rejeitos e outros resíduos quaisquer. e que configure unidade econômica ou profissional. III . separação e destinação final de lixo. onde ele estiver domiciliado.da execução da limpeza.indicação como domicílio fiscal para efeito de outros tributos.Do Estabelecimento Art.10 da lista anexa.do controle e tratamento do efluente de qualquer natureza e de agentes físicos. coleta.da demolição. § 1º No caso dos serviços a que se refere o subitem 3.12 da lista anexa. terminal rodoviário.05 da lista anexa. § 2º No caso dos serviços a que se refere o subitem 22. agência. no caso dos serviços descritos no subitem 3. no caso dos serviços descritos nos subitens 7. IV . pelos seguintes elementos. XVII . lazer. sublocação. incineração. reflorestamento. no caso dos serviços descritos no subitem 7. no caso dos serviços descritos pelo subitem 16.

formulários. . da multa e dos juros: I . d) as sociedades seguradoras. quando. e) as agências de publicidade e propaganda. for superior a 10 (dez) Unidades Fiscais de Campinas – UFIC. apurando-o e recolhendo-o nos termos dos artigos 37 e 53. III . exteriorizada através da indicação do endereço em impressos.as pessoas jurídicas tomadoras ou intermediárias dos serviços descritos nos subitens 3. quando for o caso. V .02. Seção I . Para efeito de cumprimento da obrigação tributária.04. subconcessionárias e permissionárias de serviços públicos. da alíquota aplicada e do valor do imposto devido.Do Responsável Art.poderão reter na fonte o imposto incidente sobre a prestação de serviços pelo qual são responsáveis.10. 7. § 2º A Administração Pública Municipal Direta fica responsável pela retenção na fonte do imposto incidente sobre todos os serviços previstos na lista anexa tomados junto a terceiros quando o valor do imposto devido.11. 16. k) os planos de saúde e demais pessoas jurídicas enquadradas nos subitens 4.serviços.05. h) as empresas concessionárias. quando realize diretamente ou com ajuda de terceiros serviço previsto na lista anexa.responsável.23.10 da lista anexa.o proprietário do imóvel e o dono da obra.as pessoas jurídicas abaixo relacionadas.05. água. § 1º A Administração Pública Municipal Indireta assim como a Administração Pública Federal e Estadual Direta ficam responsáveis pela retenção na fonte do imposto incidente sobre todos os serviços previstos na lista anexa tomados junto a terceiros. independentemente do local onde tenha sido contratado o serviço ou efetuado o seu pagamento. Parágrafo único. g) os shopping centers. Art. sem revestir a condição de contribuinte.local da realização de eventos que configurem fato gerador do imposto. b) as operadoras de turismo. 7. j) as pessoas jurídicas que possuam área consolidada de terreno superior a 1.19.02.o tomador ou intermediário de serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação lá se tenha iniciado. Considera-se estabelecimento tomador o local em que a pessoa natural ou jurídica usufrui os serviços tomados ou intermediados neste Município.02. c) as instituições financeiras. 11. f) os órgãos da administração pública indireta da União e dos Estados. 15.000 m² (mil metros quadrados) e/ou área construída superior a 1. seu representante ou preposto. 7. da multa e dos juros. 7. da atualização monetária. CAPÍTULO V . ainda que em estabelecimento de terceiros. O sujeito passivo é a pessoa obrigada ao pagamento do tributo ou penalidade pecuniária. II . 14. gás. os condomínios e os loteamentos fechados. principal e acessória. sem prejuízo das demais formalidades estabelecidas neste Regulamento.12. tomadoras ou intermediárias de todos os serviços da lista anexa: a) as companhias de aviação.08 e 17.DA SUJEIÇÃO PASSIVA Art. 17. III . 7. contas de telefone. quando o prestador do serviço não for inscrito regularmente no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias.contribuinte.02. entende-se autônomo cada estabelecimento. IV . correspondência. II . VII – prestação de serviços da lista anexa quando forem prestados no Município de Campinas.17. II . 13. por prestação.09. de energia elétrica. O sujeito passivo da obrigação principal diz-se: I . 7. i) os hospitais.000 m² (mil metros quadrados). 3. propaganda e publicidade. contrato de locação do imóvel. independentemente de ter sido efetuada sua retenção na fonte. sua obrigação decorra de disposição expressa de lei.18. pelo imposto incidente sobre os serviços previstos nos subitens 7. desde que estejam inscritos com a situação cadastral ativa no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. independente da existência de estabelecimento. § 3º Os responsáveis a que se refere este artigo: I . estando obrigados ao recolhimento integral do imposto devido. São responsáveis pelo crédito tributário decorrente do ISSQN.deverão exigir que a nota fiscal de serviços contenha indicação da base de cálculo.04. 7. ainda que do mesmo sujeito passivo.16. 7. 7. salvo disposição de lei em contrário. VI . Art. 17.estão obrigados à apuração e ao recolhimento integral do imposto devido.22 e 4. 7. desde que sejam pessoas naturais. 7.as pessoas jurídicas tomadoras ou intermediárias de todos os serviços previstos na lista anexa.05 da lista anexa. em nome do prestador. independente da existência de estabelecimento. 11.05.04 e 7. 7. da atualização monetária.

transformada ou incorporada.14. A dispensa a que se refere este artigo fica condicionada à comprovação da inscrição do contribuinte com situação cadastral ativa no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias e à indicação das circunstâncias previstas nos incisos II e III do caput na nota fiscal de serviços nos termos de ato normativo. 16 aplica-se somente aos intermediários e tomadores de serviços estabelecidos no Município de Campinas. associação desportiva. clube. explorados em regime de concessão ou permissão. 57. que utilizar-se de serviços de empresa ou profissional autônomo. cultural e demais entidades congêneres. caso continue a respectiva atividade. 20. 12. (Ver Artigo 16 da Lei nº 12. de 20/10/2005) V . pelo crédito tributário devido pelo alienante. III . o qual responde.a pessoa natural ou jurídica. com a incidência de atualização monetária.05.a prestação do serviço se der sob a forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte. II .24 da lista anexa. sob a mesma ou outra razão social ou sob firma individual. solidariamente com o contribuinte: I . III . 12.03. 12. até a data do ato. II . quando adquirir fundo de comércio ou estabelecimento prestador de serviços e continuar a respectiva exploração. ainda que imunes e isentos.a pessoa jurídica que tenha absorvido patrimônio de outra em razão de decisão judicial. II . que deixar de exigir do contribuinte o comprovante de pagamento do imposto. dependências ou espaço em bem imóvel. apesar de obrigado nos termos do art.o prestador de serviço detiver reconhecimento de imunidade. 12. 16 estão desobrigados do pagamento do imposto quando: I . .a pessoa natural ou jurídica que tenha interesse comum na situação que tenha dado origem à obrigação principal. 19. 17. por este Município. pelo crédito tributário da pessoa jurídica extinta. quando dele não exigir: a) comprovação da inscrição com situação cadastral ativa no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. 16. São responsáveis pelo crédito tributário. II – o responsável. 18.a pessoa natural ou jurídica. pelo cumprimento integral da respectiva obrigação.392.Art.a pessoa jurídica que resulte de fusão. Parágrafo único. supletivamente àquelas. quando venha a adquirir fundo de comércio ou estabelecimento prestador de serviços. relativamente ao serviço contratado.o espólio. Art. b) emissão de nota fiscal de serviços.a pessoa natural ou jurídica. 12.07. a contar da data da alienação. 17. A responsabilidade das pessoas a que se refere o art. pelo crédito tributário devido pelo alienante. sob a mesma ou outra denominação ou razão social. abrangendo o transporte convencional e alternativo. ainda que pertencentes ou compromissados a pessoa jurídica imune ou isenta. inscrito no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. 12. como profissional autônomo ou sociedade de profissionais. até a data do ato.12. utilizados para realização dos serviços constantes nos subitens 12. não estiver inscrito com a situação cadastral ativa no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. na hipótese de cessação por parte deste da exploração da atividade. Art. Art. pelo crédito tributário da pessoa jurídica cindida. V .08.o prestador do serviço estiver amparado por isenção de caráter geral ou específico concedida por este Município. multa e juros. até a data da abertura da sucessão e o inventariante pelo crédito tributário devido pelo espólio. de 01/09/2007) I – não for efetuada a retenção do imposto. III . para o serviço contratado.EMDEC. desde que o substituto tributário tenha tomado as cautelas previstas na legislação municipal. transformação ou incorporação. sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis. 16 prefere à do contribuinte. quando: (Ver Instrução Normativa nº 03.todo aquele que efetivamente concorra para a sonegação do imposto. inclusive no que se refere a atualização monetária.11. Parágrafo único. na hipótese do alienante prosseguir na exploração ou iniciar dentro de 6 (seis) meses. Art. recreativa. 12. IV . pelo crédito tributário do de cujus. São também responsáveis solidariamente: I .a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas S/A . Na ocorrência da substituição tributária com o recolhimento a menor do imposto.o sócio remanescente ou seu espólio. na qualidade de gerenciadora do Sistema de Transporte Público Coletivo. VI .263/02. conforme definido na Lei Municipal nº 11. nos casos em que o prestador de serviço esteja obrigado a emiti-la. pelo crédito tributário da pessoa jurídica fusionada. Os responsáveis a que se refere o art.16. ou sob firma ou nome individual. nos termos da legislação municipal. 12. A responsabilidade prevista no art.o proprietário. 21. pelo imposto incidente sobre os serviços de transporte coletivo público. exceto as pessoas e os respectivos serviços previstos no art. IV .01.11 e 17. o locatário ou o cessionário que ceder locais. multa e juros de mora. nova atividade no mesmo ou em outro ramo de atividade. fica o contribuinte obrigado ao recolhimento da diferença entre o imposto retido e o devido.

quando houver comprovação do seu recolhimento. 24. 22. entretenimento e congêneres. 24. a base de cálculo será a parcela da receita obtida pela arrecadação de pedágio em toda a concessão da rodovia.subcontratado. admissão ou participação. Não se incluem na base de cálculo do ISSQN previstos nos subitens 7. ainda que os serviços mencionados neste artigo sejam executados por administração. a pessoa jurídica obrigada à prestação dos serviços a que se refere o inciso anterior. tutelado ou curatelado. considera-se base de cálculo o preço do serviço. bem como os destinados ao pagamento dos respectivos encargos trabalhistas e previdenciários. pelo crédito tributário da sociedade. CAPÍTULO VI . couvert e reserva de mesas e lugares e outros serviços similares.o valor cobrado pelo bilhete de ingresso em qualquer recinto. dutos e condutos de qualquer natureza.05 da lista de serviços anexa: I . § 2º Qualquer cortesia ou permuta não será abatida da base de cálculo prevista neste artigo. somente será aceita quando observado o disposto nos artigos 97 a 99 e em atos normativos. cortesia. somente podendo ser afastada por meio de prova plena. quando cobrado do público. . cabos. Art. incluídas todas as importâncias. § 6º Quando o serviço for remunerado em moeda estrangeira. lazer. bem como a promoção gratuita. multiplicada por um fator obtido pela divisão do trecho situado no Município de Campinas. reajustamento ou dispêndio de qualquer natureza. serviços ou direitos. 22.o valor dos materiais fornecidos pelo prestador dos serviços e incorporados na obra. o serviço total ou parcialmente executado por pessoa jurídica distinta daquela com quem foi ajustada sua prestação. § 2º Incluem-se na base de cálculo. II . Art. acréscimos. sujeita a modificações a qualquer tempo.04 da lista anexa. nos termos definidos no art. permuta. A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. § 1º Para os efeitos deste artigo. contratados pelo prestador de serviços.Da Base de Cálculo Art.DA OBRIGAÇÃO PRINCIPAL Seção I . II . pela extensão total da ferrovia. prevalecendo para todos os fins. III . § 1º A dedução de materiais e de subempreitadas tratadas nos incisos I e II do caput deste artigo. VIII .subcontratante ou empreiteiro.o valor das subempreitadas já tributadas pelo imposto.VII . § 1º Integram-se à base de cálculo. no caso de liquidação de sociedade de pessoas. multiplicada por um fator obtido pela divisão do trecho situado no Município de Campinas pela extensão total da concessão da rodovia. a base de cálculo será obtida pela sua conversão em moeda corrente no último dia útil do mês da ocorrência do fato gerador. entrada. 23. II . o tutor ou curador. IX – o administrador judicial. em decorrência de ajuste com o subcontratante. de 17/10/2008 – SMF) § 4º Na prestação do serviço a que se refere o subitem 22. a pessoa que executa os serviços de que trata o inciso I. mesmo que tais recebimentos sejam feitos a título de reembolso ou provisão. Na falta do preço do serviço. a base de cálculo é o valor corrente de serviço similar. § 2º Salvo o disposto no art. bens. em decorrência de ajuste com seu usuário.o sócio.os pais. considera-se preço tudo o que for devido em virtude da prestação do serviço.o valor cobrado a título de consumação mínima. § 3º O valor mínimo da prestação de serviços poderá ser fixado em pauta expedida pela Secretaria Municipal de Finanças. a base de cálculo será a parcela do valor total do respectivo serviço.01 da lista anexa. inclusive para pagamento de obrigações legais do prestador. inclusive a título de reembolso. despesas acessórias.prestado em regime de subcontratação ou subempreitada. entre outros: I . os valores recebidos para pagamento de salários dos empregados da obra. (Ver Resolução nº 01. somente poderão ser excluídos da base de cálculo do imposto os descontos ou abatimentos incondicionalmente concedidos. § 3º Para os efeitos do inciso II do caput deste artigo considera-se: I . é o preço do ingresso. bonificações ou outras vantagens financeiras. sem qualquer vantagem financeira para este. § 3º Nas demais situações não previstas no caput. § 5° Na prestação de serviços a que se refere o subitem 3. remuneradas em dinheiro. pelo crédito tributário devido pela massa falida ou pelo concordatário. respectivamente pelo crédito tributário de seus filhos menores. juros. ou por um fator obtido pela divisão do número de postes existentes no Município de Campinas pelo número total de postes da concessão.02 e 7. rodovia. A base de cálculo do imposto incidente sobre serviços de diversões. Art. 25.

§ 2º Quando não for possível individualizar os valores de cada atividade.por homologação. constituindo-se eventuais destaques mera indicação para fins de controle.05 da lista anexa. instalação. O montante do imposto integra sua própria base de cálculo. são: (Ver Lei nº 12.Da Alíquota Art. . desenvolvimento. em relação à Lei Municipal nº 11.4% (quatro por cento) para serviços de: a) recrutamento.04 e 7. b) outros serviços a serem estabelecidos em ato normativo. para os demais casos não previstos no inciso I deste artigo. c) licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação do subitem 1. Seção IV . O lançamento do imposto se fará: I . b) saúde do subitem 4.não prestar o sujeito passivo.não possuir ou não colocar o sujeito passivo. mesmo sem essa qualificação. ou apurados por quaisquer meios diretos ou indiretos. do ensino fundamental e da educação profissional técnica de nível médio. seleção e colocação de mão-de-obra do subitem 17.5% (três e meio por cento) para serviços de construção civil dos subitens 7. independente de qualquer aviso. configuração e manutenção de programas de computação dos subitens 1. 1. para a cobrança do imposto incidente sobre: a) os serviços prestados por profissional autônomo e sociedade de profissionais. O lançamento decorrente de arbitramento será realizado mediante procedimento administrativo.3% (três por cento) para os serviços de: a) transporte do item 16 da lista anexa e seu subitem. nos termos do § 1º. venha a ser modificado em razão de decisão processual. avulsos ou temporários.02 da lista anexa. pela redução da alíquota constante neste Regulamento. e prevalecerá até que.02.829. 7. contratados pelo prestador de serviço.fundada suspeita de atos qualificados em lei como crimes ou contravenções ou que. As alíquotas do ISSQN.declaração nos documentos fiscais de valores notoriamente inferiores ao preço corrente dos serviços prestados. II . II .01.serem os livros ou documentos fiscais omissos ou. II .Art. especificados na lista anexa. V . IV . 36. VII .serviços prestados sem a determinação do preço ou a título de cortesia. inclusive de empregados ou trabalhadores.04 e 1.5% (cinco por cento) para os demais serviços da lista anexa. a alíquota aplicável será a maior. fraude ou simulação.de ofício.05 da lista anexa. § 1º A pessoa jurídica que exercer atividades enquadradas em mais de um item da lista anexa calculará o imposto pela alíquota correspondente a cada atividade exercida. através de avaliação contraditória. III . poderá ser arbitrado pela autoridade fiscal na ocorrência de pelo menos uma das seguintes hipóteses: I . d) elaboração.04 da lista anexa. os elementos necessários à comprovação do preço.05 da lista anexa.Do Lançamento Art. 1.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação). 29. após regularmente intimado. III . b) fornecimento de mão-de-obra. mesmo em caráter temporário.Do Arbitramento Art. da Lei nº 9. extravio ou inutilização de livros ou documentos fiscais. incluídos os casos de perda. 26. O valor da prestação de serviço.03 da lista anexa. Parágrafo único.01 da lista anexa. condicionado à redução proporcional na tarifa praticada pelo transporte coletivo. c) ensino do subitem 8. 27.3. conforme disposto nos artigos 29 e 32. pela inobservância de formalidades intrínsecas ou extrínsecas. exclusivamente sobre as receitas provenientes da educação infantil. atos esses evidenciados pelo exame de livros e documentos do sujeito passivo. Seção II . notificação ou prévio exame da autoridade administrativa. mediante recolhimento pelo sujeito passivo do imposto correspondente às operações tributadas em cada mês. IV . agenciamento. à disposição da autoridade fiscal. 28. Seção III . d) resposta audível (telemarketing ou call-centers) do subitem 17. e § 2º do art.471. os esclarecimentos exigidos pela fiscalização ou prestar esclarecimentos insuficientes ou que não mereçam fé.02.fundada suspeita de que os valores lançados nos documentos fiscais não reflitam o preço real da prestação dos serviços. não merecerem fé. do subitem 17. VI . sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis. de 19 de dezembro de 2003.07 da lista anexa. permissionário ou não. de 10/01/2006 (benefício fiscal)) I . sejam praticados com dolo.

deve ser lançado no ato da inscrição ou do encerramento.que desenvolva atividade diversa daquela a que estejam habilitados profissionalmente os sócios. b) com mais de 3 (três) anos de exercício na profissão.desde que exerçam a mesma atividade profissional do sócio contribuinte autônomo .que tenha sócio não habilitado para o exercício da atividade correspondente ao serviço prestado pela sociedade. contados da data do registro da habilitação profissional no órgão correspondente: 285 (duzentas e oitenta e cinco) Unidades Fiscais de Campinas – UFIC. empregados ou não. b) com mais de 3 (três) anos.que tenha participação no capital de outra pessoa jurídica. II . 5.12. referente aos exercícios anteriores. A Administração Tributária poderá proceder ao lançamento de ofício para cobrança do imposto incidente nos serviços descritos na lista anexa ainda que o fato gerador não tenha ocorrido. 17. 32. Subseção I . Art. considera-se prestação de serviços sob a forma de trabalho pessoal aquela em que todas as etapas de elaboração e execução de seu objeto sejam efetuadas diretamente pelo profissional autônomo ou pelos profissionais habilitados. não compreendida a importância paga a título de remuneração do trabalho profissional do próprio prestador de serviços. e terá seu valor convertido em moeda corrente na data de pagamento do imposto. contados da data do registro da habilitação profissional no órgão correspondente: 570 (quinhentas e setenta) Unidades Fiscais de Campinas . no caso de sociedade com até 10 (dez) profissionais habilitados. assumindo. empregados ou não.01. CONSIDERANDO-se mês a fração ainda que de 1 (um) dia. IX . cujos profissionais. escritório de representação ou contato.UFIC.150 (um mil. sucursal.20 da lista de serviços anexa. II . e prestem serviço sob a forma de trabalho pessoal em nome da sociedade. bem como a exercícios anteriores a tais eventos. 4.14. contados da data da abertura da sua primeira inscrição na Prefeitura: 230 (duzentas e trinta) Unidades Fiscais de Campinas .11. correspondente ao exercício em que ocorrer a abertura ou o encerramento da inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. o valor do imposto será: I . VII . II . que prestem serviços em nome da sociedade. agência. contados da data da inscrição na Prefeitura: 115 (cento e quinze) Unidades Fiscais de Campinas . 30.constituída sob as formas de sociedades empresárias nos termos da lei civil.03. 10. empregados ou não. 4. 4. § 3º Para efeitos deste artigo. excluindo-se a participação desses auxiliares ou terceiros.16. no caso de sociedade com mais de 10 (dez) profissionais habilitados. § 5º O disposto no § 2º não se aplica à sociedade: I .16. sócios. que prestem serviços em nome da sociedade. para os demais casos não previstos no inciso I deste artigo. cento e cinqüenta) Unidades Fiscais de Campinas .atividade para a qual não se exija escolaridade de nível superior: a) nos 3 (três) primeiros anos do exercício na profissão.19.Do Lançamento de Ofício Art. sócios. Adotar-se-á regime especial de recolhimento do imposto quando a prestação de serviço ocorrer sob a forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte. III .administrativa. O lançamento de ofício será efetuado em Unidades Fiscais de Campinas – UFIC. posto de atendimento. empregados ou não das sociedades de profissionais. 4. assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga.01. 4. cada um dos profissionais habilitados. caso não se realize o fato gerador presumido.que tenha sócio que dela participe tão-somente para aportar capital ou administrar. responsabilidade pessoal nos termos da legislação específica. constituída sob a forma de sociedade simples nos termos da lei civil. sócios.em qualquer etapa da execução da atividade precípua da sociedade quando.que tenha pessoa jurídica como sócia. devendo o valor ser fixo e anual. o imposto devido será calculado mediante a multiplicação da importância anual prevista nos incisos I e II deste parágrafo pelo número de profissionais habilitados.14. sócios.que utilize do trabalho de auxiliares ou terceiros . empregados ou não. IV . .que seja ou possua filial. ou ainda. 7.1.575 (quinhentas e setenta e cinco) Unidades Fiscais de Campinas .01. § 4º O disposto no § 2º somente se aplica à sociedade uniprofissional. na seguinte conformidade: § 1º Para o profissional autônomo.UFIC.UFIC. 4. embora assumindo responsabilidade pessoal nos termos da lei aplicável: I .UFIC. sócios. 30.06. 33.08. torne-se inviável a prestação do serviço. § 2º Para as sociedades de profissionais enquadradas nos subitens 4. 4. VI . V . 17.que seja sócia de outra pessoa jurídica.13. 17. Art. ou qualquer outro estabelecimento descentralizado.atividade para a qual se exija escolaridade de nível superior: a) nos 3 (três) primeiros anos. 31. VIII . O imposto devido na forma do art. 17. sejam habilitados ao exercício da mesma atividade. Art. em tantos duodécimos da alíquota anual quantos forem os meses de atividade no ano da inscrição ou do encerramento.UFIC.

este poderá ser aproveitado nos recolhimentos subseqüentes independentemente de prévia autorização da Administração Tributária. resultado da operação do § 3º deste artigo. deverá ser novamente convertido em moeda corrente. II . no último dia de cada mês. Recebimento e Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. Parágrafo único.quando do aproveitamento do imposto.regime de estimativa. de acordo com as seguintes condições: I . em relação aos serviços pagos no mês. conforme modelo definido em ato normativo. § 4º O imposto devido.o prazo para aproveitamento será de cinco anos a partir do pagamento. Do Aproveitamento do Imposto Pago a Maior Art. com base no valor da UFIC do mês de competência em que se realizar o aproveitamento. § 5º O contribuinte que se enquadrar na condição de responsável observará. 35. § 2º O imposto devido. Subseção II . 34. a cujo pagamento o responsável esteja obrigado. 53. § 1º Ocorrendo o pagamento a maior do ISSQN.convertido em moeda corrente na data de pagamento do imposto. § 3° O aproveitamento do imposto fica sujeito a posterior homologação da autoridade administrativa. apurará o imposto devido no livro Registro de Notas Fiscais. 36. Art. Art. resultado das operações previstas neste artigo. a apuração do imposto independe da data ou do período da prestação dos serviços. deverão apurar o imposto devido no livro de Registro de Serviços Tomados e Termos de Ocorrências. por meio de documento de arrecadação específico. A Administração Pública Municipal Indireta e a Administração Pública Federal e Estadual Direta. Ocorrendo o pagamento a maior do ISSQN. no último dia de cada mês. § 2º O valor mensal apurado é o somatório dos valores resultantes das operações conforme o disposto no § 1º deste artigo. § 3º Do valor mensal apurado será deduzido o somatório dos valores dos impostos retidos pelo tomador de serviço. o disposto no art.o valor pago a maior deverá ser convertido em Unidades Fiscais de Campinas – UFIC. com base no valor da UFIC vigente na data do pagamento. também. Do Regime de Apuração Mensal Art. deverá ser recolhido no prazo estabelecido no art. apurado na forma do inciso I. ou nos créditos parcelados.UFIC. § 2° O contribuinte ou responsável que realizar o aproveitamento do imposto previsto no caput deste artigo deverá fazer as anotações correspondentes no Livro Fiscal. § 2º O imposto devido. 53. por meio de documento de arrecadação específico. 16. . em relação aos serviços tomados no mês. 37. independentemente de ter sido efetuada a retenção do imposto ou o pagamento da prestação do serviço. deverá ser recolhido no prazo estabelecido no art. nos créditos lançados pela Administração Tributária. 38. em documento de arrecadação específico ou na forma estabelecida em convênio. este não poderá ser aproveitado nos valores da parcela de estimativa. no regime de apuração mensal. Os responsáveis indicados nos incisos I a V do art. deverá ser recolhido no prazo estabelecido no art. O procedimento de recolhimento do imposto seguirá os dispositivos deste Regulamento e de atos normativos. II . § 3º Para efeitos deste artigo. o valor em Unidades Fiscais de Campinas . § 1º O valor mensal apurado é o somatório dos valores do imposto incidente em cada operação.regime de apuração mensal. 36. O sujeito passivo enquadrado no lançamento por homologação fará o recolhimento do imposto conforme os seguintes regimes: I . III .Do Lançamento por Homologação Art. conforme modelo definido em ato normativo. resultado das operações previstas neste artigo. § 1º O imposto devido em cada operação é o resultado da aplicação da alíquota fixada para a atividade sobre a respectiva base de cálculo. 53. apurarão o imposto devido no livro Registro de Serviços Tomados e Termos de Ocorrências. em relação às prestações de serviços realizadas no mês. devendo recolher o imposto incidente sobre os serviços tomados por meio de documento de arrecadação específico. § 1º O valor mensal apurado é o somatório dos impostos retidos quando do pagamento dos serviços tomados. O contribuinte enquadrado no regime de apuração mensal.

V . paga dentro de 30 (trinta) dias da data da interrupção ou cessação da aplicação do regime sujeitando-se à aplicação da atualização monetária. o valor aproveitado nos termos do art. CONSIDERANDO os valores aproveitados. O valor do imposto poderá ser fixado pela Administração Tributária. 46. O estabelecimento enquadrado no regime de estimativa deverá proceder. 48 e acarretará a emissão de novas parcelas de estimativa. Art.fixados por período certo.o preço corrente dos serviços. para a reclamação. ao fim de cada período estimado. II . 43. Art. da data da respectiva notificação de seu enquadramento e. II .se favorável ao sujeito passivo. da data da notificação do despacho que a tenha decidido.DRM) I .o tempo de duração e a natureza do acontecimento ou da atividade. 40. O aproveitamento de que tratam os artigos 42. Art. podendo observar outros contribuintes de idêntica atividade. a diferença a maior.se favorável ao sujeito passivo. Do Regime de Estimativa Art. pelo seu valor no primeiro dia do mês subseqüente ao da interrupção. multa e juros a partir dessa data. para o recurso. Art. a Administração Tributária levará em consideração. O sujeito passivo que possua uma ou mais parcelas de estimativa não pagas no período não poderá fazer a apuração que tratam os artigos 42 e 43. 41. III . § 1º A reclamação ou recurso previstos no caput deste artigo não suspendem a exigibilidade das parcelas estimadas. recolhida na pendência da decisão.§ 3° O aproveitamento do imposto fica sujeito a posterior homologação da autoridade administrativa. Na data em que. quando a diferença entre o imposto recolhido e o apurado será: (Ver Instrução Normativa nº 04. resultante da quitação das parcelas originais. multa e juros a partir dessa data. (Ver Instrução Normativa nº 04.o volume de receitas em períodos anteriores e sua projeção para os períodos seguintes. 39. III . prevalecendo enquanto não revistos. por meio de requerimento efetuado nos termos de ato normativo. para sujeito passivo ou grupo de sujeitos passivos cuja espécie. Para fixar a estimativa. A decisão que reduzir a parcela estimada determinará. IV . convertida em Unidades Fiscais de Campinas – UFIC.estimados em função dos dados declarados pelo sujeito passivo ou apurados de ofício.se favorável à Fazenda. será aproveitada nos termos do art. e restituída ou aproveitada. 47. quando for o caso. § 2º Julgados procedentes a reclamação ou o recurso. § 1º O sujeito passivo será enquadrado e mantido no regime de estimativa a critério exclusivo da Administração Tributária. modalidade ou volume de negócios ou de atividades necessitem de tratamento fiscal específico.expressos em Unidades Fiscais de Campinas – UFIC. apresentar reclamação ou recurso no prazo de 30 (trinta) dias contados. 46. por meio de requerimento efetuado nos termos de ato normativo. o porte e a estrutura física do estabelecimento. o sujeito passivo fará a apuração de que trata o artigo anterior. convertida em Unidades Fiscais de Campinas . Art. 44.se favorável à Fazenda. 45. até 30 (trinta) dias após o fim do período estimado. Art.os valores das despesas. paga independentemente de qualquer iniciativa fiscal. II . que estimará sua base de cálculo. por meio de requerimento efetuado nos termos de ato normativo. 43 e 45 será efetivado nos créditos do imposto a vencer após a decisão que o determinar.DRM) Parágrafo único. O sujeito passivo será notificado do seu enquadramento no regime de estimativa. Art. 42. sem prejuízo da apuração de eventuais diferenças.a localização. de 08/06/2005 . do período estimado e da parcela a recolher em cada mês. O sujeito passivo enquadrado no regime de pagamento por estimativa poderá. § 2º A base de cálculo e o valor do imposto a recolher serão: I . II . conforme o caso: I . de 08/06/2005 . por qualquer motivo. . Art.UFIC pelo seu valor no primeiro dia do mês imediatamente posterior ao do período estimado. e restituída ou aproveitada. cessar ou for interrompida a aplicação do regime de estimativa. sem acréscimos. sujeitando-se à aplicação da atualização monetária. a apuração do valor do imposto devido confrontando com a estimativa recolhida. A diferença de imposto verificada entre o recolhido e o apurado deve ser: I .

ficando a cargo da autoridade de hierarquia imediatamente superior a decisão do recurso apresentado. Art. 57.rever valores estimados. até o dia 10 (dez) do mês subseqüente ao da apuração.DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Art. O imposto lançado de ofício deverá ser recolhido. 51. Art. 54. multa e juros recolhidos na quitação das parcelas originais. mediante documento de arrecadação específico ou outra forma ou meio estabelecido pela Administração Tributária. Art. O imposto por homologação deverá ser recolhido.Do Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias Subseção I .Da Abertura e das Alterações da Inscrição Art. relativamente a cada estabelecimento. convertidas em Unidades Fiscais de Campinas . ainda que retroativamente: I . A decisão proferida para os requerimentos relativos ao Regime de Estimativa caberá à autoridade titular da unidade administrativa responsável pelo planejamento e programação fiscal. ainda que imunes ou isentas. devem.os contribuintes do ISSQN ou qualquer pessoa. CAPÍTULO VII . a outorga da isenção ou qualquer outro benefício fiscal não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias previstas na legislação vigente. II . o valor da parcela estimada produzirá efeitos a partir da data em que for notificado o contribuinte. O recolhimento do ISSQN devido pelos contribuintes sujeitos ao regime de lançamento de ofício indicados nos parágrafos 1º e 2º do art. Parágrafo único.cancelar a aplicação do regime. Seção V . de forma geral. § 2º O contribuinte que se enquadrar também na condição de responsável terá apenas uma inscrição na qual informará esta condição. no período alcançado pela revisão anterior à data da decisão. . manter escrituração fiscal destinada ao registro das operações de serviços prestados ou tomados. O despacho da autoridade que majorar. 49. O valor a ser aproveitado será o somatório das diferenças entre o valor da parcela original e o valor da parcela revista. manter a inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. 48. conforme disposto na legislação municipal. ainda que imunes ou isentos. 55.os responsáveis indicados no art. apuradas mês a mês. poderá ser efetuado em cota única com desconto financeiro ou parceladamente.Dos Prazos e Do Documento de Arrecadação Art. II . na data do vencimento. quando for o caso. 52.do art. emitir documentos fiscais. Parágrafo único. no prazo de 30 (trinta) dias. A parcela original paga após a decisão proferida para os requerimentos referidos nos artigos 42 e 45 será considerada como pagamento complementar à parcela devida e ficará sujeita à apuração de que tratam os referidos artigos. Seção I . O reconhecimento da imunidade. 16. conforme as operações de prestações de serviços realizadas. § 1º A inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias será concedida mediante requerimento do interessado dirigido à repartição fiscal competente. Os contribuintes ou responsáveis. 56. restituição ou aproveitamento. do início das atividades da pessoa natural: I . CONSIDERANDO os valores aproveitados. que preste serviços previstos na lista anexa. Parágrafo único. Inscrever-se-ão no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. Art. Art. Art. 48 e acarretará a emissão de novas parcelas de estimativa. a qualquer tempo. nos termos previstos em ato normativo. não cabendo pedido de compensação. ou ainda. Art. A Administração Tributária pode. incluídos na mesma proporção a atualização monetária. de ofício. e atender as exigências da Administração Tributária. 30. 50. inclusive para emissão de documentos por cupom fiscal ou por meios eletrônicos. O pagamento do imposto será feito por intermédio da rede arrecadadora autorizada. O aproveitamento ou restituição do valor estimado não impede a realização ou a revisão de levantamento ou verificação fiscal.UFIC. parcial ou individual. nos prazos consignados na notificação de lançamento ou nos documentos de arrecadação. a contar da constituição da pessoa jurídica. 53.

§ 1º Para efeito deste artigo. Quando do término de suas atividades. Art. Art. de 06/11/2009) Subseção III . considera-se início de atividade: I . § 3º A Administração Tributária poderá instituir a inscrição simplificada no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias de acordo com a forma. b) a data prevista no contrato social ou. contados de sua ocorrência.Do Encerramento da Inscrição Art. 58. . A Administração Tributária poderá promover. aquela prevalecerá para fins cadastrais. 64. a abertura. bem como nas declarações e informações prestadas à Administração Tributária ou por ela solicitadas. na omissão. 60. não implicando a inscrição reconhecimento da existência legal da pessoa jurídica ou da eventual habilitação profissional exigida pelos órgãos reguladores. se comunicado no prazo estabelecido no caput deste artigo. ajustes ou em qualquer outro documento emitido ou firmado com terceiros para prestação de serviço. Art. a data por esta declarada. 59. Subseção II . Os dados cadastrais são de exclusiva responsabilidade do declarante. considera-se término da atividade: I . a alteração. O encerramento de inscrição do contribuinte ou responsável condiciona-se ao lançamento dos eventuais créditos apurados. A inscrição não renovada será considerada encerrada.informará esta condição. ainda que imunes ou isentos. (Ver Instrução Normativa nº 02. a data da assinatura do contrato. em local visível ao público. o encerramento de sua inscrição. Art. § 2º Para a pessoa natural. Autorizada a inscrição. Art. II . a data do início da atividade poderá retroagir até o primeiro dia do 5º (quinto) exercício anterior ao do pedido de inscrição. que deverá ser substituído sempre que venha a ocorrer modificação em seus dados ou renovado quando venha a perder sua validade.837. c) outras situações previstas em ato normativo. 65. quando este for requerido fora do prazo estabelecido no caput deste artigo. a suspensão e o encerramento de inscrições com disponibilidade parcial ou total dos dados do contribuinte ou do responsável. mediante apresentação de prova plena. Qualquer alteração nas informações cadastrais do contribuinte ou responsável deverá ser comunicada à Administração Tributária no prazo de 30 (trinta) dias. de 03/04/2009 . A inscrição poderá ser concedida por prazo certo ou indeterminado.(Ver alteração no Decreto nº 16. o número de sua inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias e fazê-lo constar nos convênios. ex officio. quando por este informado. se comunicado fora do prazo estabelecido no caput deste artigo. Os contribuintes. b) a data do registro do distrato.para a pessoa natural. II .para a pessoa jurídica: a) a data determinada por disposição legal.Para a pessoa jurídica: a) a data de assinatura do distrato. § 2º A Administração Tributária poderá considerar como data de encerramento a data da efetiva cessação das atividades. o meio e as exigências estabelecidas em ato normativo. devem obrigatoriamente manter afixado no estabelecimento. Parágrafo único. 62. Para efeitos do art. o contribuinte ou o responsável ficará obrigado a requerer. contratos. quando este for requerido dentro do prazo estabelecido no caput deste artigo. 57. 66.DRM) Art. mesmo quando a prestação não for realizada integralmente no local. a renovação. 63. Art. A inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias será promovida para tantos quantos forem os estabelecimentos ou locais de atividade. no prazo de 30 dias.Dos Atos Ex officio Art. b) a data da protocolização do pedido de encerramento de inscrição. e cada inscrição terá um documento comprobatório intransferível. 61.Para profissional autônomo: a) a data declarada pelo contribuinte no pedido de encerramento da inscrição. sem prejuízo das penalidades cabíveis. § 1º Constatada pela Administração Tributária a prestação de serviços em data anterior à data do início de atividade. o contribuinte ou responsável receberá o documento de inscrição cadastral com o número correspondente. Parágrafo único.

o número de vias e sua destinação. ou cuja responsabilidade pelo pagamento do imposto seja atribuída ao tomador do serviço. a máquina ou por sistema eletrônico de . A inscrição mobiliária poderá ter uma das seguintes situações cadastrais: I . O contribuinte enquadrado no regime de lançamento por homologação emitirá nota fiscal de serviços de acordo com a prestação de serviço que realizar. 67. deverão ser observados os documentos.UFIC.os modelos. inclusive quanto às situações não previstas na legislação municipal. renovação. de 06/10/2009 – DRM/SMF) Parágrafo único. Nos casos de operações imunes.outros efeitos previstos em ato normativo. II . o formato e o tamanho. suspensão e encerramento de inscrição. (Ver Instrução Normativa nº 05.encerrada. preenchida manualmente a tinta. limitado a 5. As notas fiscais de serviços serão emitidas no ato da prestação do serviço. as séries.ficarão proibidas a participação em processo licitatório e a celebração de contratos com a Administração Pública Municipal Direta ou Indireta. IV . Art. 75. § 2º Ato normativo poderá indicar outras situações para emissão da nota fiscal de serviços.000 (cinco mil) Unidades Fiscais de Campinas . alteração. Ato normativo estabelecerá: I .sem prejuízo das penalidades cabíveis. 73. Art. A inscrição mobiliária poderá ser suspensa ou encerrada nas condições estabelecidas em ato normativo. Art.Das Disposições Gerais Art. Seção II . III . II . A decisão de que trata o caput poderá autorizar a redução ou o cancelamento dos créditos tributários lançados de ofício. 99. de 08/03/2006 – DRM) § 1º A suspensão produzirá os seguintes efeitos: I .outras especificações. Art. 72. A nota fiscal de serviços. III . Art. Para fins de inscrição. quando o sujeito passivo estiver regularmente inscrito.AIDF. 70. Os procedimentos cadastrais serão realizados por servidores designados pela Secretaria Municipal de Finanças. 76.suspensa. 74. será emitida por decalque a carbono ou em papel carbonado.não será concedida a Autorização para Impressão de Documentos Fiscais . IV . isentas. sem prejuízo das penalidades cabíveis. que não poderá conter emendas ou rasuras. o prestador do serviço deverá anotar no corpo da nota fiscal de serviços o texto que indique uma dessas situações. exceto o relativo à própria suspensão ou à emissão de documento de arrecadação. (Ver Instrução Normativa nº 04. 68. a critério da Administração Tributária. Ato normativo poderá determinar o recadastramento dos contribuintes ou responsáveis inscritos no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. § 1º As notas mencionadas no caput serão também emitidas em qualquer circunstância que implique aumento do valor original da prestação de serviço quando já tenha sido emitida a nota fiscal de serviços. Parágrafo único. quando o sujeito passivo embora inscrito deixar de cumprir uma das situações previstas na legislação.os documentos eventualmente emitidos serão considerados inidôneos. as exigências. devendo ser indicada no corpo da nota a data da efetiva prestação de serviços. II – os campos e suas indicações.ativa. § 3º O contribuinte ou responsável cuja inscrição tiver sido suspensa fica obrigado a regularizar as eventuais obrigações pendentes. independentemente do recebimento do preço do serviço prestado.Das Notas Fiscais de Serviços Art. salvo o disposto no § 2º do art. Art. quando do término das atividades do sujeito passivo. Art. Subseção IV . por período certo de tempo. fazendo prova apenas a favor da Administração Tributária. III . nos termos definidos em ato normativo. § 2º Qualquer requerimento do sujeito passivo não será analisado enquanto mantida a suspensão. 69. Art. A autoridade titular da unidade administrativa responsável pelo Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias é competente para decidir sobre todos os procedimentos e requerimentos cadastrais. os meios e os procedimentos definidos em ato normativo. 71.

Parágrafo único.com inserção de operações não tributadas pelo imposto.tenha sido emitida por estabelecimento diverso do prestador. tendo em vista setores. II . II . 16. § 1º . 73. o contribuinte deverá manter em cada estabelecimento. devendo os seus dizeres e indicações estar bem legíveis em todas as vias. Art. Na nota fiscal de serviços será permitido acrescentar as indicações: I – necessárias ao controle de outros tributos federais e estaduais. Art. de 06/11/2009) § 2º .única. com a declaração dos motivos do cancelamento e referência. desde que não prejudiquem a sua clareza.837. que envolva mais de uma prestação de serviços em que a obrigação pelo pagamento do imposto seja parte do tomador e outra parte do prestador. utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de notas fiscais de serviços para uso próprio ou para terceiros. Quando a nota fiscal de serviços for cancelada. cujos modelos. poderá estabelecer disciplina determinando que os impressos fiscais somente possam ser utilizados após prévia autenticação. III . mandar confeccionar ou utilizar os impressos fiscais previstos nesta seção. mediante prévia autorização da repartição competente.de interesse do emitente. Salvo disposição em contrário. Salvo disposição em contrário. quando necessário. para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. 81. Recebimento e Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. cuja responsabilidade pelo crédito tributário seja dos tomadores nos termos . 78. II . 92.Dos Livros Fiscais em Geral Art. bem como da entrada dos impressos de documentos fiscais confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário e lavratura de termos de ocorrências pela Administração Tributária ou pelo contribuinte.única. Art. conservar-se-ão no talonário todas as vias. Recebimento e Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências destina-se à escrituração das notas fiscais de serviços emitidas. o contribuinte considerado isoladamente. O livro Registro de Serviços Tomados e Termos de Ocorrências destina-se à escrituração das notas fiscais de serviços tomados. A Administração Tributária. Considerar-se-á desprovida de documentação fiscal a prestação de serviços acobertada por nota fiscal que: I . se for o caso. (Ver alteração no Decreto nº 16. os responsáveis definidos nos incisos I a V e § 1º do art. 83. forma e meios serão definidos em ato normativo: (Ver Instrução Normativa nº 02. de 01/09/2010 – SF) Seção III . com exceção dos casos expressamente previstos na legislação municipal. de27/01/2010 – SMF). de 06/11/2009) III . § 1º O livro Registro de Notas Fiscais. Parágrafo único. grupos ou categorias de atividades econômicas. os seguintes livros fiscais. Art.837. deverão manter em cada estabelecimento. Poderá ser autorizado o uso de cupom fiscal. 79. Art. de prestação de serviços que envolva alíquotas diferentes. O contribuinte somente poderá confeccionar. à nova nota fiscal emitida.tenha sido preenchida de forma que não permita identificar com clareza seus elementos obrigatórios.837. na forma que vier a ser disciplinada por ato normativo. desde que pessoas jurídicas.for emitida por contribuinte que não esteja com a situação cadastral Ativa no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. conforme as prestações de serviços que realizar.que não corresponda a uma efetiva prestação de serviços da lista anexa. 80. o livro Registro de Serviços Tomados e Termos de Ocorrências cujo modelo. Art. II . em relação aos serviços tomados. (Ver Instrução Normativa nº 01. utilizado por todos os contribuintes enquadrados no regime de lançamento do imposto por homologação. ou ainda.Registro de Impressão de Documentos Fiscais. na forma estabelecida no art. de 16/08/2007 – SMF) I . preenchida manualmente a tinta.(Ver acréscimo no Decreto nº 16. 82. 84. Art. em substituição às notas fiscais de serviços. 77.(Ver acréscimo no Decreto nº 16.carbono ou em papel carbonado. a máquina ou por sistema eletrônico de processamento de dados. § 2º O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais destina-se à escrituração da confecção de impressos das notas fiscais previstas no art. IV . de 06/11/2009). CONSIDERANDO-se base de cálculo o valor total grafado.Registro de Notas Fiscais. (Ver Instrução Normativa nº 03. forma e meio serão definidos em ato normativo. É vedada a emissão de nota fiscal de serviços: I .

para as notas fiscais de serviços e outros documentos relacionados ao imposto. quanto à guarda e conservação dos documentos relacionados com o imposto. e III . salvo: I . . Sem prévia autorização da Administração Tributária. ainda que em poder de terceiros. 89. visando o controle dos serviços prestados pelos contribuintes e dos serviços tomados pelos responsáveis.a demonstração das receitas e despesas ou custos por estabelecimento. Art.até a decisão definitiva. desde que individualizada: I . não poderá ser atrasada além de 5 (cinco) dias. Seção VI . 87. Seção IV . Art. Seção V . § 2º Os valores declarados e não pagos ficarão sujeitos à inscrição em dívida ativa independentemente de qualquer outra formalidade.data e veículo de comunicação em que foi publicado o edital de extravio. 90. quando relativos à prestação de serviços objeto de processo pendente. estiver expressamente indicado no documento de informação cadastral. Parágrafo único. no mínimo. § 2º A escrituração do livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais bem como a escrituração da entrada dos impressos de documentos fiscais do livro Registro de Notas Fiscais. 16 e lavratura de termos de ocorrências pela Administração Tributária ou pelo responsável. vigorarão as normas civis e comerciais. que poderá ser prorrogado por igual período. cuja responsabilidade pelo crédito tributário seja dos tomadores nos termos do art.nos casos expressamente previstos na legislação. II . com clareza. IV . em ordem cronológica das ocorrências. no caso de livro. 91. 88. O extravio ou a inutilização de livros. o novo titular do estabelecimento assumirá a responsabilidade pela guarda. 85.se permanecerem sob guarda de escritório ou de profissional contabilista que. exibição e entrega à Administração Tributária dos documentos fiscais referidos neste artigo. Recebimento e Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. quando necessário. II .para serem levados à repartição fiscal. § 1º Os livros não poderão conter emendas ou rasuras. II .espécie.período a que se referir a escrituração. Art. II . a critério da autoridade titular da unidade departamental responsável pela administração do imposto. os livros. 86.Do Extravio ou da Inutilização de Livros ou Documentos Fiscais Art. deverão ser conservados. Ato normativo poderá disciplinar a forma e as condições da reconstituição da escrita fiscal. no prazo de 5 (cinco) dias a contar da data da ocorrência. pelo prazo de 5 (cinco) anos contados: I .Das Declarações Art. identificando-os se for o caso. Recebimento e Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. nota fiscal ou outro documento. conservação. A escrituração dos livros fiscais deverá ser feita a tinta. nele fazendo constar de forma individualizada: I . periódica ou não. as notas fiscais e os demais impressos fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento. A Administração Tributária poderá instituir declaração.Das Normas Comuns a Notas e Livros Fiscais Art.a contabilização de cada operação realizada.da data do encerramento do livro fiscal. para esse fim.existência ou não de cópias do documento extraviado. os livros fiscais e demais documentos relacionados com o imposto. até a data do vencimento do imposto. Art.do primeiro dia do exercício seguinte à ocorrência do fato gerador. uma única vez. III . O contribuinte ou o responsável deverá reconstituir a escrita fiscal no prazo de 30 dias da ocorrência da inutilização ou extravio. § 2º Em caso de dissolução de sociedade. número de ordem e demais características do livro. § 1º Ocorrendo sucessão a qualquer título. III . É permitida a escrituração consolidada. notas fiscais ou documentos comerciais será publicado pelo contribuinte ou responsável em jornal local de grande circulação no Município ou no Diário Oficial do Município e relatada no livro Registro de Notas Fiscais. ressalvados aqueles para cuja escrituração forem atribuídos prazos especiais.notas fiscais de serviços tomados. § 1º A Declaração prevista no caput fará prova unicamente a favor da Administração Tributária. As notas fiscais.

relativamente ao pagamento do imposto. . o endereço completo da obra a que corresponde o documento fiscal. citando o nome da rua. III . se as composições gráficas guardam conformidade com as especificações dos respectivos modelos e se atendem aos demais requisitos estabelecidos pela legislação tributária. 92. segundo a forma e critérios por ela estabelecidos. 98. quando for o caso. bairro e o nome do condomínio. nome do condomínio e o número da inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias do responsável proprietário ou dono da obra.05 e 7. O estabelecimento gráfico somente poderá confeccionar impressos para fins fiscais mediante autorização prévia da Administração Tributária. somente seja efetuada por estabelecimento gráfico credenciado. número. § 1º O pedido será dirigido à autoridade titular da unidade administrativa responsável pela administração do Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias e instruído com as provas tipográficas dos modelos dos livros fiscais a imprimir. o CNPJ e o número do protocolado pelo qual tiver sido concedida a autorização. 96. o nome ou razão social do estabelecimento gráfico. as autoridades fiscais poderão determinar. não serão considerados: I .nota fiscal de serviços que não contenha as informações previstas no art. com rua. rasuras ou adulterações que prejudiquem sua clareza. § 2º Recebido o pedido. II .nota fiscal de serviços ou documento de arrecadação do imposto que não esteja preenchido de acordo com a legislação. pela autoridade titular da unidade administrativa responsável pelo Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. Seção VIII .nota fiscal de aquisição e de simples remessa de materiais. número.nota fiscal de serviços ou documento de arrecadação do imposto em desacordo com os modelos e padrões previstos na legislação.04. obrigatoriamente. a data e a quantidade de cada impressão. § 1º Ato normativo disciplinará a forma e outros documentos necessários à concessão do regime especial.Das Obrigações dos Estabelecimentos Gráficos Art.documento de arrecadação do imposto sem identificação da obra ou que contenha emendas. utilização de notas fiscais e outros documentos e escrituração de livros fiscais. Para impressão de livros fiscais. a autoridade competente verificará. sua inscrição estadual e municipal. o endereço. forma e meios definidos em ato normativo.nota fiscal de serviços ou cópia da 1ª via das notas fiscais de aquisição e de simples remessa de materiais. IV . 93.19 da lista anexa deverão emitir nota fiscal de serviços. 7. que contenha emendas.qualquer outra formalidade. § 2º Os requerimentos de regime especial serão decididos: I . o número da inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias do responsável proprietário ou dono da obra ou. o CNPJ. além dos elementos comuns às notas fiscais. O estabelecimento gráfico. a requerimento do interessado ou de ofício. Art. Para apuração da base de cálculo do imposto relativamente a cada obra. V . 95. VI .Do Regime Especial Art. Art. Seção IX .02. quando confeccionar impressos numerados. A Administração Tributária poderá determinar que a confecção de impressos. Art. o número de inscrição municipal e estadual. 97 e no § 1º do art. § 3º Deverão constar impressos nos livros fiscais. II . para fins fiscais. rasuras ou adulterações que prejudiquem sua clareza.relativamente à confecção. 99. Art. o estabelecimento gráfico deverá solicitar autorização específica da Administração Tributária. emissão. Seção VII . dela fazendo constar. Os contribuintes que prestarem serviços previstos nos subitens 7. A Autorização para Impressão de Documentos Fiscais – AIDF. neles fará constar sua firma ou razão social. quando for o caso. a adoção de Regime Especial para o cumprimento das obrigações fiscais. Em casos especiais e para facilitar ou compelir à observância da legislação tributária. quando for o caso. para fins fiscais. bem como o número da AIDF. extinto ou cassado a qualquer tempo. sem a devida identificação da obra que os incorporou. à vista das provas apresentadas. seja de natureza principal ou acessória. § 3º O regime especial concedido poderá ser alterado. Parágrafo único. na sua ausência. 7. 94. 97.Das Operações Relativas à Construção Civil Art. bairro. pela autoridade titular da unidade departamental responsável pela administração do imposto. terá modelo.

Parágrafo único. para comprovação dos preços.poderá ingressar no estabelecimento de contribuinte ou responsável a qualquer hora do dia ou da noite. este poderá ser deduzido do valor total da nota fiscal de serviços nos meses subseqüentes. CAPÍTULO VIII . deverá: I . O prestador dos serviços previstos nos subitens 7. o valor dos materiais fornecidos à obra e o valor das subempreitadas já tributadas. II .05 da lista anexa à Lei nº 12.cópia do comprovante de pagamento do imposto referente às subempreitadas do mês de competência. . acompanhado das correspondentes cópias das notas fiscais de compra. § 1º O prestador deverá destacar no corpo da nota fiscal de serviços. O tomador dos serviços previstos nos subitens 7. II . 101. A pessoa jurídica proprietária da obra escriturará o Livro Registro de Serviços Tomados e Termos de Ocorrência.serão encaminhados à unidade departamental responsável pela administração do imposto no prazo de 12 (doze) meses contados a partir da data dessa constatação. § 4º Se houver saldo após a apuração prevista no § 3º. por titulares do cargo de Auditor Fiscal Tributário . os materiais que não se incorporam à obra.804. Art.04 e 7. todo protocolado ou quaisquer documentos que se encontrem em trâmite nas repartições competentes. identificando a obra.cópia da primeira via da nota fiscal de serviços das subempreitadas do mês de competência. do seu respectivo parcelamento ou a da não-incidência do imposto. em guia específica.cópia da primeira via das notas fiscais de compra de materiais adquiridos e entregues diretamente na obra no mês de competência.DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Art.392/05. no exercício de suas atividades: I . Não são considerados para fins de apuração da base de cálculo do imposto. ou documento correlato. privativamente. II . nos quais se constate construção. dela fazendo constar a identificação da obra. 7.efetuar o recolhimento do imposto em seu nome e por obra.o valor das subempreitadas do mês de competência. Art. 7.02. Art. VII .AFT. III .o valor dos materiais fornecidos à obra no mês de competência. serão exercidas. quando for o caso.05 da lista de serviços anexa. A fiscalização mencionada no caput deste artigo refere-se às ações fiscais previstas no art. 99.nota fiscal de simples remessa de materiais quando não acompanhada da correspondente cópia da nota fiscal de compra para comprovação dos preços.não serão arquivados sem que conste a comprovação de que trata o art. 104.804. reforma ou demolição de imóvel: (Ver revogação no Decreto nº 15. de 11/04/2007) Art. 97. As funções inerentes à fiscalização do cumprimento das obrigações tributárias previstas na legislação municipal. obedecendo o disposto em ato normativo. 101. 103. desde que este esteja em funcionamento. exceto quando proprietário da obra. já tributadas. incluindo a aplicação de penalidades por infração a seus dispositivos. para fins de apuração da base de cálculo.05 da lista de serviços anexa.escriturar o livro Registro de Serviços Tomados e Termos de Ocorrências.o valor dos serviços próprios prestados no mês de competência.02 e 7. (Ver revogação no Decreto nº 15. 102. II . de 11/04/2007) I . III .deverá exibir documento de identidade funcional expedido pela Secretaria Municipal de Finanças. além das indicações previstas no art. § 2º O prestador poderá emitir uma única nota fiscal de serviços para cada obra no final de cada mês. Art. Parágrafo único. do pagamento integral do ISSQN incidente sobre as atividades realizadas na obra.Receitas Mobiliárias do responsável proprietário ou dono da obra.02. II . por obra e em folha apartada. previstas nos subitens 7.04 e 7. pelo interessado. após comprovação. englobando: I . deverá fornecer ao tomador destes serviços: I . Parágrafo único. IV . 106. nos termos disciplinados em ato normativo. observado o limite nele mencionado. O Auditor Fiscal Tributário. A repartição competente somente expedirá o ‘‘Certificado de Conclusão da Obra’’. § 3º A dedução do valor dos materiais e das subempreitadas limitar-se-á a 90% (noventa por cento) do valor total da nota fiscal de serviços. 100. Sob pena de responsabilidade funcional. parcial ou total.cópia da primeira via das notas fiscais de simples remessa dos materiais fornecidos no mês de competência para a obra. quando solicitado.

IV . Recebimento e Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências ou no livro Registro de Serviços Tomados e Termos de Ocorrências. cujo descumprimento dos prazos nele fixados de modo algum invalida o lançamento ou o crédito tributário regularmente constituído. a juízo da Administração Tributária. podendo ser considerados. III . hipótese em que poderá ser prorrogado pelo supervisor imediato.prestar. Nas ações fiscais. as eventuais infrações apuradas.auditoria. lucro e outros elementos informativos a serem estabelecidos em ato normativo. A ação fiscal é o procedimento que objetiva verificar e controlar o cumprimento das obrigações fiscais por parte do sujeito passivo que pode resultar.que este esteja em funcionamento. sempre que possível. § 3º Para efeito do § 2º deste artigo.comunicar à Administração Tributária dentro de 30 (trinta) dias. § 1º No levantamento fiscal podem ser usados quaisquer meios indiciários. Art. segundo as normas deste Regulamento e de atos normativos. bem como de quaisquer outras informações de interesse da fiscalização. a relação dos livros e documentos examinados. porte do estabelecimento. Art. terão precedência sobre os demais setores da Administração Pública. obrigatoriamente.apresentar declarações e guias. quando vítima de embaraço ou desacato no exercício de suas funções.Dos Que Estão Sujeitos à Fiscalização Art. os valores dos serviços prestados. 110. serviços recebidos. Seção I . ramo de atividade. não exclui a espontaneidade a verificação fiscal sumária prevista no inciso II do § 1º deste artigo. O Auditor Fiscal Tributário que tiver conhecimento de ilícito tributário deverá comunicar o fato ao superior imediato que encaminhará o relatório circunstanciado à unidade administrativa responsável pelo planejamento e programação fiscal. com cópia para o interessado e. de algum modo. em constituição de crédito tributário. desde que fundamentados. § 1º Os termos serão lavrados em documento próprio.outros procedimentos fiscais definidos em ato normativo.verificação fiscal sumária. As atividades da Administração Tributária. II . materiais. § 2º A fiscalização será concluída em 60(sessenta) dias. III . sempre que solicitadas pelas autoridades competentes. livros ou assemelhados. § 3º O disposto no § 2º deste artigo constitui medida de ordem meramente administrativa.franquear à Administração Tributária o acesso aos estabelecimentos e lugares onde se exerçam atividades tributárias e o exame de qualquer documento que. 108. sujeito passivo ou não. se refira a operações ou situações que constituam fato tributário. § 1º Constituem ação fiscal: I . se refiram a fato imponível de obrigação tributária. Parágrafo único. por todos os meios a seu alcance. termo de conclusão. § 2º O início da ação fiscal ou a notificação de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento exclui a espontaneidade do sujeito passivo quanto a fatos anteriores e. fazendo constar as datas inicial e final da execução dos trabalhos. 107. dentro de sua área de competência e vinculação. o lançamento. a falta de disponibilidade dos documentos necessários à auditoria ou a falta de informações solicitadas por notificação não permitirem conclusão neste prazo. entre outros. despesas. o Auditor Fiscal Tributário lavrará. Art. salvo se a complexidade dos serviços. ao término dos procedimentos. e a escriturar em livros próprios as operações de que decorra obrigação tributária. modificar ou extinguir obrigação tributária. ficando especialmente obrigados a: I . a dos demais envolvidos nas infrações verificadas. Os sujeitos passivos do imposto facilitarão. O movimento tributável realizado em determinado período pode ser apurado por meio de levantamento fiscal. § 2º O levantamento fiscal pode ser revisado sempre que surjam fatos não considerados anteriormente quando de . III . 109. informações e esclarecimentos que. 106. entre outros. Art. contados da ocorrência. qualquer alteração capaz de gerar. II . ou quando necessário à efetivação de medida prevista na legislação tributária. a indicação das eventuais medidas preventivas ou repressivas adotadas. inclusive aqueles armazenados em meio magnético ou em qualquer tipo de mídia. encargos diversos. 105. ou que sirva como comprovante da veracidade dos dados consignados em guias e documentos fiscais. independentemente de intimação. termo de início e. lavratura de auto de infração e imposição de multa ou apreensão de documentos de qualquer espécie. inclusive às que gozem de imunidade ou isenção. ainda que não se configure fato definido em lei como crime ou contravenção. a fiscalização e a arrecadação tributária. transcritos no livro Registro de Notas Fiscais. A legislação tributária aplica-se às pessoas naturais ou jurídicas.solicitará auxílio policial ou da guarda municipal. Art.

são obrigados a colocar à sua disposição os impressos. os bancos. os programas e os arquivos magnéticos e eletrônicos. papel. devendo ser efetuada através de termo de devolução. documento.Da Apreensão e Devolução de Bens. papel. ressalvada a exigência de prévia autorização judicial. Da apreensão administrativa deverá ser lavrado termo. Seção II . quando necessárias à verificação do cumprimento das obrigações tributárias. caso nomeado depositário. § 1º Havendo fundada suspeita de infração ou irregularidade. contra recibo. 112. X . 114. as instituições financeiras.os leiloeiros. acompanhada de outro Auditor Fiscal Tributário como testemunha. livro. III . duplicatas e triplicatas. atividade ou profissão. VII . impresso. contrárias à legislação tributária. os livros. armazenados por quaisquer meios. Art. IV . assinado pelo detentor. § 3º A diferença apurada por meio de levantamento fiscal será considerada decorrente de operações de serviços tributadas. os elementos de verificação a que se refere o caput permanecerão à disposição da Administração Tributária. documento. ofício. os documentos. os corretores. intermediários ou prestadores de serviços. pelo depositário designado pela autoridade que fizer a apreensão. impresso.os serventuários de justiça. 115. II . determinar a lacração de imóveis. Art. os responsáveis e os servidores de empresas públicas. função. com relação a bens. ou sendo o caso. ainda que armazenados por processo magnético ou eletrônico. os estabelecimentos de crédito em geral. VI . a critério da Administração Tributária. impressos.§ 2º O levantamento fiscal pode ser revisado sempre que surjam fatos não considerados anteriormente quando de sua elaboração. a indicação do lugar onde ficarão depositados. na presença do responsável pelo estabelecimento e da autoridade fiscal responsável pelo ato. O termo de apreensão conterá descrição dos bens ou dos documentos apreendidos e. Livros e Documentos Art. V . não prejudicar a comprovação da infração ou a apuração do imposto.as empresas de administração de bens. equipamentos e demais utensílios onde presumam-se arquivados quaisquer elementos que possam constituir prova do ilícito. programa e arquivo magnético ou eletrônico devam permanecer . a mesma se dará mediante termo específico. § 2º Até o término da fiscalização. promissórias e outros documentos que se relacionem com o ISSQN. relacionados com o imposto.as pessoas naturais ou jurídicas responsáveis pela escrituração fiscal relativa ao sujeito passivo.os funcionários públicos. para fins de instauração ou instrução de procedimento administrativo. A devolução do bem. § 3º A recusa do recibo ou a impossibilidade de assinar notificação regularmente expedida pela autoridade fiscal não implica nulidade do ato. relacionados ao imposto devido neste Município. Art. não abrange a prestação de informações quanto a fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão do cargo. Ficam sujeitos à apreensão livros. de sociedades de economia mista ou de fundações. as instituições financeiras e outros estabelecimentos de crédito são obrigados a franquear à Administração Tributária o exame de contratos. somente será feita se. papéis.os administradores judiciais e os inventariantes. IX . a fim de que não se altere o estado de fato. inclusive cartórios. mediante notificação escrita. documentos. as empresas de arrendamento mercantil (leasing). Parágrafo único. § 2º No caso de deslacração.os que. Os estabelecimentos referidos no caput são obrigados. bens e mercadorias que constituam prova material de infração à legislação tributária. As empresas seguradoras. armazenados por quaisquer meios. VIII . 111. embora não sujeitos à inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias. a prestar à autoridade administrativa todas as informações de que dispuserem. Parágrafo único. de sociedades em que o Poder Público seja acionista majoritário. § 1º A obrigação prevista neste artigo. sejam tomadores. ainda. ministério. programa e arquivo magnético ou eletrônico apreendidos. negócios ou atividades de terceiro. § 1º Quando o livro.as pessoas inscritas ou obrigadas à inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias ou que tomem parte nas operações ou prestações sujeitas ao imposto. móveis. seu cliente ou não. as empresas seguradoras e as empresas de arrendamento mercantil (leasing). programas e arquivos magnéticos e eletrônicos. e a prestar informações solicitadas: I . bem como proceder a sua apreensão. Não podem embaraçar a ação da Administração Tributária e.os bancos.os concessionários e os permissionários de serviços públicos. Art. o Auditor Fiscal Tributário poderá. 113. os despachantes e os liquidantes.

quando constatado por meio de ação fiscal.UFIC. fica sujeito às seguintes penalidades: I . fraude ou simulação. com respeito aos fatos tributários e à base de cálculo de obrigações tributárias. cópia para entrega ao contribuinte. exceto nos casos de dolo. retendo os originais. que deles se extraia. IV . acumulada mensalmente. Além dos demais acréscimos legais.Penalidades pelo Descumprimento de Obrigação Tributária Acessória Art. Seção II . Ajuizada a dívida.Penalidades pelo Descumprimento de Obrigação Tributária Principal Art. Art. CAPÍTULO IX .contradição evidente entre os livros e documentos da escrita fiscal e os elementos das declarações e guias apresentadas às repartições municipais. Parágrafo único. para cada documento utilizado. 116. presume-se o dolo em qualquer das seguintes circunstâncias: I . observada a imposição máxima de 10% (dez por cento). papel. sobre o valor atualizado do imposto devido e não pago. serão devidos também custas e honorários advocatícios. 119. calculada a partir do primeiro dia do mês subseqüente ao do vencimento até o último dia do mês anterior ao do pagamento. § 2º A Administração Tributária poderá autenticar as cópias dos documentos necessários à instrução processual que ficarão retidas no processo administrativo tributário. O descumprimento da obrigação tributária principal. a pedido do interessado. divulgada pelo Banco Central do Brasil ou outra que venha a substituí-la. Salvo prova inequívoca feita em contrário.DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES Seção I .manifesto desacordo entre os preceitos legais e regulamentares no tocante às obrigações tributárias e a sua aplicação por parte do contribuinte ou responsável. nos termos das normas regulamentadoras. ou pago a menor. fichas. III . desde o seu vencimento até a data de sua efetiva liquidação. de 10/09/2009-DRM-SMF) § 1º Em nenhuma hipótese os juros de mora mensais previstos no caput deste artigo poderão ser inferiores a 1% (um por cento). fraude ou simulação: multa de 45 (quarenta e cinco) Unidades Fiscais de Campinas . 120. Parágrafo único.falta de emissão. determinar.multa de 120% (cento e vinte por cento). O crédito tributário não pago em seu vencimento será atualizado monetariamente. As infrações às normas estabelecidas na legislação municipal sujeitam o infrator às seguintes penalidades: I . atualizados monetariamente. (Ver Ordem de Serviço nº 01. de escrituração ou de apresentação de documento fiscal: multa de 15 (quinze) Unidades Fiscais de Campinas . segundo sua avaliação.33% (trinta e três centésimos por cento) ao dia sobre o valor do crédito devido e não pago.remessa de informes ou comunicações falsas à Administração Tributária.omissão de lançamento nos livros. atualizado monetariamente. II . dados inexatos ou incompletos: multa de 15 (quinze) Unidades Fiscais de Campinas . aplicada ao contribuinte ou responsável.UFIC.§ 1º Quando o livro.UFIC. escrituração ou apresentação de documento fiscal com rasuras. ou denunciado após o seu início. ou pago a menor. 117.emissão. nos termos da legislação própria. § 2º A taxa SELIC acumulada a que se refere o caput corresponde à somatória das taxas mensais. Seção III . programa e arquivo magnético ou eletrônico devam permanecer retidos. para cada documento. instituída pela legislação do ISSQN. . aplicada ao contribuinte ou responsável.utilização de documento fiscal com vício. de bens e atividades que constituam fatos geradores de obrigações tributárias. declarações ou guias. documento. 118. II . II . fraude ou simulação.Efeitos do não Pagamento do Crédito Tributário Art. equivalentes à taxa referencial do Sistema de Liquidação e de Custódia – SELIC. (Ver Ordem de Serviço nº 01. de 10/09/2009-DRM-SMF) Art. III . e de 1% (um por cento) no mês do pagamento. a partir do dia imediatamente seguinte ao de seu vencimento. a autoridade fiscal poderá. quando verificado dolo. Sem prejuízo das demais medidas administrativas e judiciais cabíveis. inscritos em dívida ativa ou não. ou pago a menor. para cada documento. os créditos tributários. a falta ou atraso no pagamento do crédito tributário implicará a cobrança de multa de mora de 0.multa de 60% (sessenta por cento). ficarão sujeitos à incidência de juros de mora. total ou parcialmente. sobre o valor atualizado do imposto devido e não pago. impresso. mediante aplicação de coeficientes de atualização.

Art. caso verificada. Parágrafo único. no prazo legal. A imposição de penalidade administrativa por infração a dispositivo da legislação municipal. 30: multa de 100 (cem) Unidades Fiscais de Campinas . exceto as previstas na alínea "b" do inciso V e alínea "c" do inciso VI deste artigo. aplicada ao impressor. § 1º Considera-se reincidência a repetição de infração de um mesmo dispositivo.UFIC.UFIC. No concurso de infrações. para si ou para terceiros.UFIC. uma para cada infração. armazenamento ou transmissão de documentos fiscais com vício. o sujeito passivo que sanar irregularidades relacionadas com o cumprimento de obrigação pertinente ao imposto. impressos e declarações que sejam exigidos pela Administração Tributária. Antes de qualquer procedimento da Administração Tributária. IV . b) por profissional autônomo: multa de 100 (cem) Unidades Fiscais de Campinas .falta de comunicação.Fiscais de Campinas . Art. b) por profissional autônomo enquadrado no inciso I do § 1º do art. aplicam-se as disposições dos artigos 116 a 118. no prazo legal: a) por pessoa jurídica ou equiparada: multa de 200 (duzentas) Unidades Fiscais de Campinas . § 1º Tratando-se de infração que implique falta de pagamento do imposto. a seu critério. 123. § 1º Para os efeitos deste artigo considera-se documento fiscal todos os livros. a imposição de penalidade para uma infração não exclui a aplicação de penalidade fixada para outra. 121. desde que a irregularidade na obrigação principal ou acessória seja sanada no prazo cominado. . c) por profissional autônomo enquadrado no inciso II do § 1º do art. § 2º A aplicação das penalidades previstas neste artigo será feita sem prejuízo da exigência do imposto e das providências necessárias à instauração da ação penal quando cabível. pela mesma pessoa natural ou jurídica. As multas por infrações às normas estabelecidas na legislação municipal serão dobradas a cada reincidência. CAPÍTULO X . ainda que arroladas no mesmo dispositivo legal.UFIC.DOS CRIMES DE SONEGAÇÃO FISCAL E CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA Art. de qualquer alteração cadastral ou encerramento de atividade: a) por pessoa jurídica ou equiparada: multa de 300 (trezentas) Unidades Fiscais de Campinas . não elide a responsabilidade criminal do infrator. devendo-se noticiar às autoridades competentes qualquer fato que constitua ilícito penal. VI . lugar e outros elementos de convicção o qual. instruído com as principais peças do feito. para cada documento utilizado. será encaminhado à autoridade titular da unidade departamental responsável pela administração do imposto que.qualquer infração à legislação tributária para a qual não haja penalidade específica: multa de 200 (duzentas) Unidades Fiscais de Campinas – UFIC. tempo. as penalidades serão aplicadas conjuntamente. deve ser considerado o valor da UFIC vigente na data da lavratura do auto de infração e imposição de multa. contados do primeiro dia do exercício seguinte à aplicação da penalidade. VIII . depois de transitada em julgado a decisão administrativa referente à infração anterior. autoria. Art. fica a salvo das penalidades previstas. 124. o enviará à Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos. Art.UFIC.UFIC. 120. V . O processo fiscal instaurado na esfera administrativa não se vincula nem depende da apuração do ilícito penal e do seu resultado. 122. inclusive para os casos de desacato e desobediência. 30: multa de 200 (duzentas) Unidades Fiscais de Campinas . VII .falta de inscrição no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias.UFIC. documentos.utilização de equipamento de processamento de dados para emissão.UFIC.UFIC. fraude ou simulação: multa de 450 (quatrocentos e cinqüenta) Unidades Fiscais de Campinas – UFIC por equipamento. 125. por infração. excetuando-se os incisos V e VI do art. § 2º Não será considerada reincidência a repetição de fato decorrido após 2 (dois) anos. § 5º Quaisquer das infrações previstas neste artigo terá a imposição mínima de 200 (duzentas) Unidades Fiscais de Campinas . de livros fiscais ou de impressos fiscais sem prévia autorização da Administração Tributária: multa de 200 (duzentas) Unidades Fiscais de Campinas . § 2º O início do procedimento alcança todo aquele que esteja envolvido na infração apurada pela ação fiscal. nem a adoção das demais medidas fiscais cabíveis. O Auditor Fiscal Tributário que tiver conhecimento de fato que possa caracterizar infração penal de natureza tributária fará relatório circunstanciado sobre fato. § 3º Para cálculo das multas baseadas em Unidades Fiscais de Campinas .confecção. autorizações. § 4º Ressalvados os casos expressamente previstos na legislação municipal.

26 de dezembro de 2005. As outorgas administrativas para prestadores de serviços ficam condicionadas à comprovação prévia da inscrição com a situação cadastral ativa no Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias quando o estabelecimento prestador se situar dentro do Município. Art. 135. os modelos. (Ver Ordem de Serviço nº 01. de 20/08/2008 – DRM/SMF). de 18/08/2008 – DRM). com o objetivo de assegurar a melhoria da arrecadação. ROSELY NASSIM JORGE SANTOS Secretária-Chefe do Gabinete do Prefeito Respondendo pela Secretaria Municipal de Finanças .DRM). (Ver Resolução nº 01. (Ver Instrução Normativa nº 04. 130. as indicações. Art. bem como. Art. desde que o valor total seja igual ou inferior a 30 (trinta) Unidades Fiscais de Campinas . de 26 de janeiro de 2004. os termos: I .UFIC. a destinação e outras especificações das notas fiscais de serviços. sem a correspondente designação. Art. declarações. sendo-lhe facultado expedir instruções e demais atos administrativos com este relacionados. assim entendido o que é exercido no horário habitual. Este decreto entra em vigor no dia 1º de janeiro de 2006.CAPÍTULO XI . (Ver Instrução Normativa nº 01. a forma de escrituração e outras especificações dos livros fiscais em vigor na data da publicação deste Decreto. de 30/09/2009 .DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 128. o formato. 133. o tamanho. Os responsáveis previstos no art. A unidade departamental responsável pela administração do imposto poderá expedir normas regulamentadoras que entender necessárias para disciplinar e assegurar a aplicação da legislação tributária relativa ao imposto. § 2º Os atos normativos citados neste Regulamento serão expedidos pela unidade departamental responsável pela administração do imposto. DR. Enquanto não forem expedidos atos normativos: I – ficam recepcionados os atos expedidos anteriormente à publicação deste Decreto naquilo que com ele não conflitarem. Art. Será desconsiderada pela Administração Tributária eventual diferença ocorrida ao final da apuração ou na verificação do recolhimento de tributos. 126. A contagem dos prazos só se inicia e o seu vencimento somente ocorre em dia de expediente normal da repartição. de 03/10/2008 – DRM). os prazos fixados neste Regulamento contam-se em dias corridos. equivale a Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISSQN. HÉLIO DE OLIVEIRA SANTOS Prefeito Municipal DRA. 127."Cadastro Municipal de Receitas Mobiliárias" corresponde ao cadastro municipal de receitas mobiliárias do Município de Campinas. modalidade de apresentação e validade definidos em ato normativo expedido pela unidade departamental responsável pela administração do imposto. Distrito Federal. da fiscalização tributária e do combate à sonegação. Art. meio. Municípios e outras Entidades. especialmente o Decreto nº 14. Estados. (Ver Instrução Normativa nº 05. excluindo-se o dia do início e incluindo-se o do vencimento. (Ver Instrução Normativa nº 03. de 31/03/2010 – DRM) § 1º Os formulários."imposto".590. (Ver Resolução nº 01. Parágrafo único. 16 poderão ser denominados ‘‘substitutos tributários’’ na legislação e nas normas expedidas pela Administração Tributária. multas e juros. 134. Salvo disposição em contrário. 132. Art. (Ver Instrução Normativa nº 06. Quando citados neste Regulamento. Campinas. Fica o Município autorizado a celebrar convênios com a União. Art. fichas. Revogam-se as disposições em contrário. modelos e quaisquer outros meios de controle previstos neste Regulamento poderão ser criados e modificados a qualquer tempo. de 10/09/2009DRM-SMF). na forma. Art. de 17/10/2008-SF). 131. II . 129. II – deverão ser utilizados os modelos. de 17/10/2008-SF). atualização monetária. os números de vias.

Serviços de saúde. quadras esportivas.Outros planos de saúde que se cumpram através de serviços de terceiros contratados. 4.Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação. 4.Locação.04 .Elaboração de programas de computadores. escritórios virtuais. sublocação. para realização de eventos ou negócios de qualquer natureza. embelezamento. 4.01 . olhos. 4. órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie. 4. 4.02 .Medicina veterinária e zootecnia. 5. 4.Serviços de informática e congêneres. manutenção e atualização de páginas eletrônicas. pele. 1.03 .Programação. sêmen.12 .02 . 5. fertilização in vitro e congêneres. dutos e condutos de qualquer natureza. radioterapia.Serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer natureza. parques de diversões. direito de passagem ou permissão de uso. 4.23 .01 . ambulatórios. 3.Terapia ocupacional.Psicologia. 3. fertilização in vitro e congêneres.03 . 5. óvulos.Planos de medicina de grupo ou individual e convênios para prestação de assistência médica. leite.21 . credenciados.356 1 . compartilhado ou não. tecidos.17 .15 . coberturas e outras estruturas de uso temporário.Unidade de atendimento. leite. 1. eletricidade médica.Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda.01 .03 . stands. casas de saúde.04 . ginásios.13 . 1.06 .(VETADO) pela Lei Complementar 116/03. confecção.Coleta de sangue.18 .16 .Assessoria e consultoria em informática. 4 . ambulatórios e congêneres.Terapias de qualquer espécie destinadas ao tratamento físico.Bancos de sangue e de órgãos e congêneres.05 . 5. postes. 4. prontos-socorros e congêneres. hospitalar.Processamento de dados e congêneres.Hospitais. manicômios.Psicanálise. cooperados ou apenas pagos pelo operador do plano mediante indicação do beneficiário. quimioterapia.11 .Ortóptica.02 . 3 . arrendamento. tecidos. assistência ou tratamento móvel e congêneres.Enfermagem. 4. clínicas. 3.Casas de repouso e de recuperação.06 . 4. inclusive serviços auxiliares. 2 .05 . 4. estádios.08 .06 . centro de convenções. 3.Análises clínicas. casas de espetáculos. rodovia. na área veterinária. inclusive instalação.01 .Exploração de salões de festas. asilos e congêneres. 4.Nutrição.Suporte técnico em informática. creches.Bancos de sangue.20 . auditórios.Unidade de atendimento.04 .07 .Hospitais.Serviços de medicina e assistência veterinária e congêneres. configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados.19 . clínicas. de ferrovia.Serviços prestados mediante locação. 1. 4.07 .Laboratórios de análise na área veterinária. sanatórios. canchas e congêneres. odontológica e congêneres.. alojamento e congêneres.05 .02 . 5. 4. 5.07 .03 . LISTA DE SERVIÇOS ANEXA AO DECRETO Nº 15.10 . assistência ou tratamento móvel e congêneres. 4. 4.08 . . leite.14 . ultrasonografia. ressonância magnética. 2. laboratórios. orgânico e mental. tomografia e congêneres.22 .Coleta de sangue. 5.Inseminação artificial. sêmen.Serviços farmacêuticos. 4. patologia. 1. 1. 4.Próteses sob encomenda.01 . inclusive de jogos eletrônicos.Cessão de andaimes.04 . sêmen e congêneres. amestramento.Planejamento.Odontologia. prontossocorros. 5.Acupuntura. órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie.09 .05 .Análise e desenvolvimento de sistemas.Instrumentação cirúrgica. 1.Guarda. 3. 1. 5 . tratamento. 4.Serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer natureza. assistência médica e congêneres. fisioterapia e fonoaudiologia.Inseminação artificial. 4. radiologia. 4. palcos.Medicina e biomedicina. cessão de direito de uso e congêneres. 4. cabos.08 .Obstetrícia.

ensino.Agenciamento. agrimensura. cimentação. suite service. urbanismo. mergulho. arquitetura.01 . estudos de viabilidade. 7.05 . dança.Calafetação.08 . embelezamento.22 . represas. químicos e biológicos. 7. hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. relacionados com obras e serviços de engenharia.(VETADO) pela Lei Complementar 116/03. carpetes. 8. manutenção. instrução.14 . remoção. geológicos. 7. intermediação e execução de programas de turismo. fica sujeito ao Imposto Sobre Serviços). gás natural e de outros recursos minerais. 6. arquitetura e urbanismo. estradas. 7. inclusive corte e poda de árvores. 7. 5. estética. saneamento e congêneres. orientação pedagógica e educacional. portos. arquitetura. com material fornecido pelo tomador do serviço.Banhos. raspagem. separação e destinação final de lixo.Recuperação. 6 .Esteticistas. canais.Varrição. parques. treinamento. assoalhos. 7. apart-service condominiais. 10 . estudos organizacionais e outros.Serviços de cuidados pessoais. natação. geográficos. 7. perfuração.Hospedagem de qualquer natureza em hotéis. testemunhagem.15 . hospedagens e congêneres.Serviços relativos a engenharia. peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços. imóveis. incineração.Centros de emagrecimento.Barbearia. aparthotéis. 7.Reparação. 7 . residence-service. motéis. de seguros. jardins e congêneres. desinsetização. reciclagem. empreitada ou subempreitada. higienização.Acompanhamento e fiscalização da execução de obras de engenharia.Serviços de intermediação e congêneres.06 . projetos básicos e projetos executivos para trabalhos de engenharia. organização. promoção. esportes. semeadura.02 . massagens e congêneres. perfuração de poços. piscinas.Serviços relativos a hospedagem. viagens e congêneres. atividades físicas e congêneres. pensões e congêneres. 9. geologia. conservação e reforma de edifícios. cortinas. batimétricos. corretagem ou intermediação de câmbio. 7.08 .04 .03 . perfilagem. 7. fundamental. escavação. lagoas. viagens.Decoração e jardinagem. 7. pedicuros e congêneres.09 . 8.03 . cabeleireiros. vidros. geologia.Serviços de educação.Aerofotogrametria (inclusive interpretação). tratamento. revestimentos de parede.Controle e tratamento de efluentes de qualquer natureza e de agentes físicos. polimento e lustração de pisos e congêneres.02 . rejeitos e outros resíduos quaisquer.Guarda. 7. imunização. duchas. divisórias. pulverização e congêneres.03 .09 . de obras de construção civil. ocupação por temporada com fornecimento de serviço (o valor da alimentação e gorjeta.Execução. placas de gesso e congêneres. por administração. 7. pescaria.21 . 10. geofísicos e congêneres. 6.02 . 9. coleta. urbanismo.5. excursões. manicuros. açudes e congêneres.12 .Guias de turismo.Planos de atendimento e assistência médico-veterinária.17 .Elaboração de planos diretores. agronomia. elaboração de anteprojetos.01 . flat.Escoramento. sauna. tratamento.01 .Colocação e instalação de tapetes. limpeza. 7. quando incluído no preço da diária. estimulação e outros serviços relacionados com a exploração e explotação de petróleo. concretação.02 .01 .20 . 7.04 .05 . 9. 9 .19 . pontes. geodésicos. que fica sujeito ao ICMS).07 . avaliação de conhecimentos de qualquer natureza. concretagem e a instalação e montagem de produtos. 7. de cartões de crédito.Nucleação e bombardeamento de nuvens e congêneres. mapeamento. spa e congêneres. médio e superior. 6. 7. adubação e congêneres.10 . hotéis residência. de planos de . artes marciais e demais atividades físicas. 6.11 . 8 . lagos. meio ambiente.01 .Florestamento. passeios.Limpeza. fora do local da prestação dos serviços.18 . cartografia. baías.Dedetização. orientação pedagógica e educacional. reflorestamento. depilação e congêneres. contenção de encostas e serviços congêneres.Demolição. que fica sujeito ao ICMS). 7.16 . manutenção e conservação de vias e logradouros públicos. turismo. terraplanagem.Instrução. 6.13 . 7. 7. desratização. pavimentação. drenagem e irrigação. inclusive sondagem.Limpeza e dragagem de rios. levantamentos topográficos. 7.Engenharia. amestramento. desinfecção. alojamento e congêneres. treinamento e avaliação pessoal de qualquer grau ou natureza.Pesquisa. chaminés.Ensino regular pré-escolar. tratamento de pele. hotelaria marítima. paisagismo e congêneres. 7.(VETADO) pela Lei Complementar 116/03. construção civil.Agenciamento. portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços.Ginástica.

mediante transmissão por qualquer processo. mediante ou sem encomenda prévia.05 . corretagem ou intermediação de contratos de arrendamento mercantil (leasing). que ficam sujeitas ao ICMS). zincografia. entrevistas. tingimento. festivais e congêneres. desfiles. beneficiamento. 10. de objetos quaisquer. 12. 12. 14.Feiras. bailes. 14. 12. 13 . entretenimento e congêneres.Boates. recitais.Espetáculos teatrais. arrumação e guarda de bens de qualquer espécie. 14.Distribuição de bens de terceiros.Fonografia ou gravação de sons.04 . 14. óperas. . clicheria. trucagem e congêneres.02 . 12.Agenciamento de publicidade e propaganda.Instalação e montagem de aparelhos.03 . concertos.Agenciamento de notícias. taxi-dancing e congêneres. festivais e congêneres.08 . recondicionamento. microfilmagem e digitalização. acondicionamento. 12.Tapeçaria e reforma de estofamentos em geral.Serviços de guarda.Agenciamento. corretagem ou intermediação de bens móveis ou imóveis. litografia.Serviços de diversões. carga. anodização. pintura. conserto.Shows. inclusive aqueles realizados no âmbito de Bolsas de Mercadorias e Futuros. 12.06 .Alfaiataria e costura.07 . corretagem ou intermediação de títulos em geral.02 . desfiles.Fotografia e cinematografia.Agenciamento.08 . 12.13 . corretagem ou intermediação de câmbio.07 .Parques de diversões. secagem.03 .Composição gráfica.Encadernação. concertos.Restauração. manutenção e conservação de máquinas.09 . inclusive o agenciamento de veiculação por quaisquer meios. 13. 12. 11 .08 . bailes. prestados ao usuário final. estacionamento.Tinturaria e lavanderia. 10.Fornecimento de música para ambientes fechados ou não. teatros. 11.12 .03 . fotografia. blindagem. 13. 14.Competições esportivas ou de destreza física ou intelectual. óperas. 14. musicais.11 .Corridas e competições de animais.10 .04 . inclusive de veículos e cargas. 10. limpeza. aparelhos. centros de lazer e congêneres. 11. inclusive revelação. concertos. quando o material for fornecido pelo usuário final. desfiles.Colocação de molduras e congêneres. máquinas e equipamentos.Recauchutagem ou regeneração de pneus. exposições. lavagem.10 .16 . reprodução. 10. de destreza intelectual ou congêneres. lustração.Exibições cinematográficas. lazer. restauração. de eventos.Bilhares. elevadores ou de qualquer objeto (exceto peças e partes empregadas.06 .Escolta.Serviços relativos a bens de terceiros.05 .Vigilância.05 . ballet. vigilância e congêneres.Programas de auditório. inclusive trucagem. 14 . que ficam sujeitas ao ICMS). 14. de franquia (franchising) e de faturização (factoring). 10.07 .11 . artística ou literária. por quaisquer meios.Armazenamento. 12.04 .02 . 12. 14. espetáculos.05 . carga e recarga. inclusive montagem industrial.02 .Agenciamento. 13.03 . boliches e diversões eletrônicas ou não. espetáculos.Agenciamento marítimo.06 .Serviços relativos a fonografia. armazenamento.Espetáculos circenses. ballet. corretagem ou intermediação de direitos de propriedade industrial.Guarda e estacionamento de veículos terrestres automotores. descarga.Recreação e animação. competições esportivas. polimento. danças.03 . corte. 14.Execução de música. galvanoplastia. gravação e douração de livros.Desfiles de blocos carnavalescos ou folclóricos. cinematografia e reprografia.10. 10. revisão. com ou sem a participação do espectador. fotocomposição.01 . segurança ou monitoramento de bens e pessoas.Exibição de filmes.Produção.14 . entrevistas. 13. 12.Assistência técnica. dublagem.01 . veículos. congressos e congêneres.01 . mixagem e congêneres. ampliação.Agenciamento. recorte. não abrangidos em outros itens ou subitens. inclusive comercial. de planos de saúde e de planos de previdência privada.Recondicionamento de motores (exceto peças e partes empregadas. 11. 12. fotolitografia. shows.Lubrificação.10 .(VETADO) pela Lei Complementar 116/03. de aeronaves e de embarcações. óperas.04 .09 . de seguros.02 . 12.01 . 12. 13. valores mobiliários e contratos quaisquer. 12. 12. exceto aviamento.15 . inclusive em festas e eventos de qualquer natureza.17 . exclusivamente com material por ele fornecido. 14. motores. cópia.04 .Agenciamento. 14. plastificação e congêneres. recitais. 10. revistas e congêneres.01 . de cartões de crédito. 11.Representação de qualquer natureza. 10. 10.09 . 12 . depósito. shows. danças. equipamentos. 12. trios elétricos e congêneres.Reprografia.

Compensação de cheques e títulos quaisquer. cancelamento e baixa de ordens de pagamento.Carpintaria e serralheria. e demais serviços relacionados ao arrendamento mercantil (leasing). 15. 15. inclusive entre contas em geral. 15. 15. emissão de registro de exportação ou de crédito. impressos e documentos em geral. não contida em outros itens desta lista. comercial e congêneres.04 . abono de firmas. fornecimento e cancelamento de cheques de viagem. atestado de capacidade financeira e congêneres. 16 . análise técnica e jurídica.11 .11 . 16. atendimento e consulta a contas em geral. protesto de títulos.13 . reemissão e fornecimento de avisos. 15.Fornecimento. de títulos quaisquer. por qualquer meio ou processo. anuência e congêneres. emissão. inclusive por telefone. fac-símile.Acesso.14. inclusive cessão de direitos e obrigações.01 .01 .07 .Serviços de transporte de natureza municipal. substituição de garantia. renovação e manutenção de cartão magnético. 15. compilação e fornecimento de dados e informações de qualquer natureza. inclusive os efetuados por meio eletrônico. emissão e reemissão do termo de quitação e demais serviços relacionados a crédito imobiliário. inclusive cadastro e similares.17 .18 . de câmbio. cancelamento e baixa de contrato de câmbio. 15. por qualquer meio ou processo. de terminais eletrônicos. emissão.15 . de cheques pré-datados e congêneres.Arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens. avaliação e vistoria de imóvel ou obra. devolução de bens em custódia. acesso a terminais de atendimento. emissão. avulso ou por talão. cobrança ou depósito no exterior. reemissão. emissão. 14. alteração. estenografia. internet e telex. coleta e entrega de documentos. análise.12 . transferência. 15. ordens de crédito e similares. fichas de compensação.Emissão. de consórcio. agenciamento fiduciário ou depositário. 14. análise e avaliação de operações de crédito. 15 . inclusive em terminais eletrônicos e de atendimento.09 . 17. 17 . serviços relativos a abertura de crédito. . 17.Assessoria ou consultoria de qualquer natureza. 15. inclusive conta-corrente. digitação. inclusive aqueles prestados por instituições financeiras autorizadas a funcionar pela União ou por quem de direito. bens e valores. transferência e renegociação de contrato.Emissão. no País e no exterior. estudo. expediente.Serviços relacionados a crédito imobiliário. dados. e demais serviços a eles relacionados.Emissão. apoio e infra-estrutura administrativa e congêneres. alteração. 15.06 . revisão.Devolução de títulos. conta de investimentos e aplicação e caderneta de poupança. 15. comunicação com outra agência ou com a administração central. pagamentos e similares. cancelamento e registro de contrato de crédito. substituição. liquidação. serviços relacionados a depósito. prorrogação. tradução.Serviços relacionados a operações de câmbio em geral. cartão de débito. automático ou por máquinas de atendimento. cessão.02 . por qualquer meio ou processo.Serviços relacionados ao setor bancário ou financeiro.03 . exame. para quaisquer fins.Administração de fundos quaisquer. alteração. inclusive de títulos e valores mobiliários. fornecimento. inclusive depósito identificado. de cartão de crédito ou débito e congêneres.02 . 15. fiança. de carteira de clientes. recebimentos ou pagamentos em geral.Datilografia.Emissão. redação.Custódia em geral.Serviços de apoio técnico. cartão salário e congêneres.01 . envio e recebimento de mensagens em geral relacionadas a operações de câmbio.Fornecimento ou emissão de atestados em geral. edição. edição. bem como a manutenção das referidas contas ativas e inativas. acesso a outro banco e a rede compartilhada.16 . concessão. reapresentação de títulos. emissão de carnês. manutenção de títulos. coleta. fornecimento de posição de cobrança. resposta audível. transferência de veículos. reemissão. reemissão. 15.Tapeçaria e reforma de estofamentos em geral. contábil. fornecimento. licenciamento eletrônico de veículos. reemissão. cancelamento e registro de contrato. exportação e garantias recebidas. sustação. comprovantes e documentos em geral.14 .CCF ou em quaisquer outros bancos cadastrais. fundos.Locação e manutenção de cofres particulares. renovação cadastral e congêneres. jurídico. inclusive atestado de idoneidade. sustação de protesto. cancelamento e demais serviços relativos a carta de crédito de importação. 15. fornecimento de saldo. cartão de crédito. inclusive vinte e quatro horas. alteração.12 . pesquisa. 15. cancelamento e oposição de cheques quaisquer. movimentação. recebimento ou pagamento. 15. serviços relacionados à transferência de valores. alteração. por qualquer meio ou processo. interpretação.13 . inclusão ou exclusão no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos . secretaria em geral.10 . a saque de contas quaisquer.Serviços de transporte de natureza municipal.Abertura de contas em geral. 15.Funilaria e lanternagem. extrato e demais informações relativas a contas em geral. administrativo.Serviços relacionados a cobranças.08 . alteração ou contratação de aval. de tributos e por conta de terceiros. elaboração de ficha cadastral. de terminais de atendimento e de bens e equipamentos em geral. devolução.05 .Cadastro. 15. de contas ou carnês.

17. urna ou esquifes. aluguel de capela. serviços de praticagem.Serviços funerários. embelezamento. pules ou cupons de apostas. inclusive os decorrentes de títulos de capitalização e congêneres. agenciamento. atracação.Serviços de registros públicos. 17. armazenagem de qualquer natureza. essa e outros adornos.Cobrança em geral. gerenciamento de informações.Serviços de exploração de rodovia mediante cobrança de preço ou pedágio dos usuários. 17. 17. inclusive suas operações. metroviários. embalsamento.Recrutamento. conservação ou restauração de cadáveres. inclusive fornecimento de caixão. sorteios. utilização de aeroporto. 20 . bufê (exceto o fornecimento de alimentação e bebidas.Advocacia. logística e congêneres. ferroportuários.Consultoria e assessoria econômica ou financeira. 25 .Auditoria. movimentação de passageiros. 23.Franquia (franchising). prêmios. sinalização visual. análise.Leilão e congêneres. inspeção e avaliação de riscos para cobertura de contratos de seguros. adesivos e congêneres.07 . ferroviários e metroviários.23 . seleção e colocação de mão-de-obra. inspeção e avaliação de riscos para cobertura de contratos de seguros. 18 . 17.04 . prevenção e gerência de riscos seguráveis e congêneres. tradução.24 . serviços de apoio aeroportuários. ferroviários. coordenação. placas. capatazia. sinalização visual. monitoração. desenho industrial e congêneres. manutenção.Propaganda e publicidade. confecção de carimbos.Administração em geral. movimentação de passageiros.Contabilidade.18 . fornecimento de véu.Apresentação de palestras.01 .Serviços de regulação de sinistros vinculados a contratos de seguros. 17. 17. desatracação.01 . 20.Serviços de registros públicos.01 . movimentação de passageiros. pules ou cupons de apostas.12 . revisão. melhoramentos para adequação de capacidade e segurança de trânsito. laudos. serviços acessórios. atos de concessão ou de permissão ou em normas oficiais.17 .Serviços de programação e comunicação visual.Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais produtos de loteria.02 .Serviços aeroportuários. aeroportuários. 22. transporte do corpo cadavérico. avulsos ou temporários. 17. serviços acessórios.Análise de Organização e Métodos. seminários e congêneres. 17.03 . fornecimento de flores.(VETADO) pela Lei Complementar 116/03.03 . adesivos e congêneres. cadastro. conferência. serviços de apoio marítimo.Planejamento. logística e congêneres. confecção de carimbos. capatazia. congressos e congêneres.13 . inclusive serviços técnicos e auxiliares. de movimentação ao largo.01 . conferências. 17.21 .19 . operação. coroas e outros paramentos. mercadorias. 17.Planejamento.Organização de festas e recepções.Serviços de exploração de rodovia. seleção. 25. textos e demais materiais publicitários. utilização de porto. 17.Serviços portuários. assistência aos usuários e outros serviços definidos em contratos.Arbitragem de qualquer espécie. planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade.Assessoria.Cremação de corpos e partes de corpos cadavéricos. serviços de armadores. 17. estiva. ferroportuários. 17. consulta. 21. banners. prêmios. desenho industrial e congêneres. contratados pelo prestador de serviço.05 . cartorários e notariais. 24.08 . 21 .Serviços de chaveiros. 24 . 17. exposições. relacionados a operações de faturização (factoring). rebocador escoteiro. desembaraço de certidão de óbito. bingos.Serviços portuários. 22 .22 . 18. 17. 17. logística e congêneres.16 . movimentação de mercadorias.01 . 17. organização e administração de feiras. 20. administração de contas a receber ou a pagar e em geral.Serviços de programação e comunicação visual.15 .interpretação.01 . movimentação de aeronaves.Serviços de terminais rodoviários. 17.Estatística.Atuária e cálculos técnicos de qualquer natureza.01 . 20. sorteios. que fica sujeito ao ICMS). mesmo em caráter temporário.11 . 23 . financeira ou administrativa.Perícias.Funerais. atendimento. elaboração de desenhos. envolvendo execução de serviços de conservação. inclusive os decorrentes de títulos de capitalização e congêneres.Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais produtos de loteria. cartorários e notariais. 19. programação ou organização técnica.09 .Fornecimento de mão-de-obra. apoio e infra-estrutura administrativa e congêneres. reboque de embarcações. prevenção e gerência de riscos seguráveis e congêneres.20 . 17. 17.06 . 19 . cartões. movimentação de mercadorias. inclusive de empregados ou trabalhadores. avaliação. exames técnicos e análises técnicas. bingos. cartões. banners. de terminais rodoviários. inclusive promoção de vendas. 17.14 .02 .Serviços de regulação de sinistros vinculados a contratos de seguros. armazenagem de qualquer natureza.01 . inclusive de bens e negócios de terceiros.10 . . placas.Serviços de chaveiros. 25. inclusive jurídica.

33. 39 . 34. 35.03/09/2010. detetives e congêneres.01 . 31 . telecomunicações e congêneres.Serviços de meteorologia.Serviços de biologia. inclusive pelos correios e suas agências franqueadas. telecomunicações e congêneres.Serviços de investigações particulares. eletrônica. despachantes e congêneres.Serviços de ourivesaria e lapidação.Obras de arte sob encomenda. 36. 33 . 29.01 .Serviços de coleta.Serviços de meteorologia. remessa ou entrega de correspondências. comissários. 29 . . detetives e congêneres. 31. 39. 25.Serviços de desenhos técnicos. 25.01 .01 .01 .Serviços de reportagem.Serviços de artistas. 37.Serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza. 40 .01 . 37 .02 . 26 . remessa ou entrega de correspondências. objetos.01 .01 .01 .01 . SMAJ .Serviços de artistas.Serviços de coleta. 27. modelos e manequins.Serviços de ourivesaria e lapidação (quando o material for fornecido pelo tomador do serviço).Coordenadoria Setorial de Documentação Biblioteca Jurídica .01 .Serviços de biblioteconomia. biotecnologia e química.Serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza. 36 . courrier e congêneres. modelos e manequins.Serviços de desembaraço aduaneiro.01 .04 . 32. mecânica.Serviços de assistência social. assessoria de imprensa.Cremação de corpos e partes de corpos cadavéricos. courrier e congêneres. 30.25. 34 . 35 . 38 . atletas. bens ou valores. bens ou valores.Serviços relativos a obras de arte sob encomenda. 40.Serviços de reportagem. despachantes e congêneres.Serviços técnicos em edificações.Serviços de biologia. objetos.Serviços de desembaraço aduaneiro.01 . 26. mecânica.Manutenção e conservação de jazigos e cemitérios. assessoria de imprensa. eletrotécnica.Serviços de assistência social. comissários.01 .Serviços técnicos em edificações. 38. eletrônica.01 . atletas. 28 .Serviços de museologia. documentos.Serviços de biblioteconomia. 27 . jornalismo e relações públicas. documentos. eletrotécnica. 32 .Serviços de investigações particulares. 28.03 . jornalismo e relações públicas.Serviços de desenhos técnicos.Serviços de museologia.Planos ou convênio funerários. inclusive pelos correios e suas agências franqueadas. biotecnologia e química. 30 .