Assuntos Tratados 1º Horário Organização Administrativa Administração Pública Direta Administração Pública Indireta 2º Horário Autarquias Fundações Empresas

Estatais 1° HORÁRIO 1 – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA CR/88: ARt. 18; 37, caput, XIX, 173. A organização política e administrativa está presente na União, Estados e Municípios, nos termos da constituição. Os municípios sofrem restrições, atuando conforme suas especificidades e estrutura. Não há entre os entes vínculo de subordinação. A relação não é de verticalidade, mas de horizontalidade. Esta organização está prevista no art. 18, da CF/88. Já o art. 37, caput, da CF/88 prevê que a Administração Pública se organiza em Administração Pública Direta e Indireta, que existem no âmbito dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Por que posso afirmar que existe Administração Pública em todos os poderes? Porque a Administração Pública pode ser tomada no seu sentido objetivo ou subjetivo. No seu sentido Objetivo é o mesmo que função executiva. Esta função não pertence apenas ao Poder Executivo. Assim, nos três poderes há realização de função executiva. Ex. Judiciário quando realiza concurso público; Assembléia quando realiza uma obra. No âmbito da Administração pública é possível, por exemplo, haver empresa publica ou autarquias vinculadas ao Poder Legislativo ou Judiciário. 1.1) Administração Pública Direta, Administração Pública Central ou Administração Pública Centralizada Estas expressões se justificam pelo fato de ser o próprio poder público que se insere na classificação (Poder Executivo, Legislativo, Judiciário, Defensoria, MP, etc). A Administração pública se apresenta como um conjunto de órgãos públicos. Estes não têm personalidade jurídica. São apenas centros de competência, que mantêm relações entre si e com terceiros. Eles integram os nossos entes federados (U, E, DF, M), pessoas jurídicas. Ex. Polícia militar é órgão do Estado membro. A) Conceito Legal Lei 9784/99 – Lei do Processo Administrativo – Aplica-se no âmbito da União 1

Surgiu para explicar que tipo de relação existe entre a Pessoa Jurídica ESTADO e a pessoa física agente público. ESTADOS Toda esta estrutura supra.Não está em Poder algum. STJ. tribunais regionais. quanto da Administração pública Indireta. Ex. Equivale dizer que as 2 . Este último é titular do controle externo. Poder não é pessoa jurídica. Regida pelo Princípio da Imputação Volitiva. CGUC Legislativo >> Congresso Nacional (topo) > > Câmara e Senado > > Comissões Judiciário >> STF. 92.Duas correntes: 1ª corrente . Para esta teoria o MP estaria vinculado ao executivo.Está vinculado ao Poder legislativo. um centro. Exemplos: UNIÃO Poder Executivo > > Órgãos: Presidência da República (topo) >> Ministérios. juízes (art. Obs: Com base na Lei do Processo Administrativo podemos afirmar que o TRT é um órgão? Sim. podendo ser aplicado esse conceito a todos os exemplos supra. militar Poder Legislativo >> Assembléia >> Procuradores Poder Judiciário >> TJ >> Juizados >> Juízes (órgãos singulares) MUNICIPIOS Poder Executivo > > Prefeituras > > Secretarias >> Guardas municipais Poder Legislativo >> Câmara Municipais >> Demais órgãos Toda essa estrutura organizada no âmbito da Administração Publica Direta é denominada Desconcentração. 2ª corrente – O MP não se localiza em órgão algum. Desconcentração é uma técnica ou fenômeno administrativo por meio do qual uma pessoa jurídica se divide internamente em órgãos. Teoria do Órgão . É como se ele fosse um 4º poder. Está sempre subordinado a um Ente. CF) Observações importantes: 1) O CNJ é o único órgão previsto no art. 3) MP . o qual é pessoa jurídica com unidades de atuação (órgãos). §2º. A AGU é uma desconcentração federal. traçada no âmbito federal.Apresenta o conceito de órgãos em seu art. tanto da Administração pública Direta. tem status de órgão independente. onde as tarefas são realizadas. Nesta não há criação de pessoas. 92. integra o Poder Executivo. 2ª corrente . Executivo Estado >> Governadoria >> Secretarias estaduais >> policia civil. 4) Tribunal de Contas 1ª corrente . 2) Defensoria Publica não é órgão do Poder Judiciário. I. contando para isso com o auxílio do Tribunal de Contas. Teoria pensada por Otto Gierke. da CF/88 que é formado por membros estranhos à magistratura e aos servidores da justiça. Os órgãos são unidades de atuação que integram a estrutura. substituiu as ideias de mandato e representação.Órgão não pode estar fora de Poder. AGU. pode ser aplicada no âmbito estadual. É uma unidade. 1º. Há um movimento para conceder independência à defensoria. TST.

não há transferência de titularidade. 37. O que eles podem ter é capacidade judiciária. Território. Energia Elétrica. Prefeitura e Câmara. exclusivamente.vontades proferidas dos órgãos são imputadas às pessoas jurídicas e não a seus agentes. Para que a descentralização ocorra é necessário que exista lei específica que crie ou autorize. Isso porque é o Poder Executivo que administra os repasses de verbas. Eventuais danos serão suportados pela pessoa jurídica. Desta maneira. Telefonia). Ex. Estudar individualmente a classificação dos órgãos.2) Administração Publica Indireta ou Administração Publica Descentralizada Registre-se que a palavra descentralização tem um âmbito maior no Direito Administrativo. CF. não se restringindo ao conceito de AP Indireta. na qual o vencedor será o descentralizado. Equivale ao que denominamos outorga (Hely Lopes) ou delegação legal (José dos Santos Carvalho Filho). Existem três modalidades: A) Descentralização Territorial ou Geográfica Poder haver descentralização para criação de um território. a descentralização é fenômeno exógeno. o qual terá personalidade jurídica de direito público (Art. o Estado delega para o particular apenas a executoriedade. CC/2002). A prefeitura tem o dever de repassar verbas para a câmara municipal. A exemplo temos que o TJ. CF/88. A jurisprudência brasileira admite que os órgãos de hierarquia superior – os quais Jose dos Santos chama de Independentes e Hely Lopes de independentes e autônomos – tenham personalidade judiciária quando as suas atribuições são violadas. 18. Será criado pela União (pessoa jurídica) que por sua vez criará outra pessoa jurídica. O fato de um órgão ter inscrição no CNPJ não quer dizer que tenha personalidade. desrespeitadas por outros órgãos. eis que não está no art. capacidade processual para atuar em juízo. B) Descentralização Técnica. Haverá licitação. XIX. o MP. nem toda descentralização é funcional. qual seja o contrato de concessão ou permissão. Caso não o faça. Neste caso. existindo sempre duas pessoas jurídicas diferentes. Para isso. 1. Entretanto. 41. nosso objeto de estudo. não será ente federado. pois ela se dá através de relação negocial. Funcional ou de Serviço Esta modalidade está prevista no art. Jose dos Santos denomina delegação negocial. Assim. a delegação não é de lei. União cria pessoa jurídica Banco do Brasil. estará desrespeitando atribuições da Câmara. o Estado de Minas Gerais criou o IPSEMG. Destarte. o TC possuem CNPJ e não possuem personalidade jurídica. Os órgãos inferiores não têm capacidade jurídica. como comumente tratamos. poderão então litigar. 175. C) Descentralização por colaboração Previsão constitucional no art. 3 . o Município de BH criou a SUDECAP. Esta necessidade de inscrição é mera questão de política financeira e orçamentária. Alguns doutrinadores ressaltam que certos órgãos podem adquirir personalidade judiciária. por haver desrespeito à atribuição funcional de uma das partes. devem fazer parte da mesma pessoa jurídica. CR/88 e será esta. concessionário ou permissionário (Transportes. Ex. entretanto. o que é diferente de personalidade jurídica.

11) A AP Direta realiza controle de resultados (finalístico). As associações são vistas como nova modalidade autárquica. 37.Empresas Publicas . está defasado e juristas apresentaram recentemente o anteprojeto para a nova lei orgânica da estrutura da administração federal. parte da Administração Pública Indireta.2. 41. 1. Ex. Ex. o estudo deve ser feito embasado na constituição. É integrada por: . CC) Obs: o Decreto-Lei 200/67 auxilia neste estudo. O poder público. Não se relaciona à autonomia política. Importante se faz acompanhar a evolução destes debates. 4) Não há relação de subordinação com a Administração Pública Direta. 5) Respondem diretamente pelos seus atos.Sociedade de Economia Mista . Isso porque toda vez que a Administração Pública descentraliza é porque deseja uma especialização na referida área. Ministério Meio Ambiente faz controle do IBAMA. a qual é restrita aos entes federados. 2) São autônomas. Pontos Comuns entre as entidades integrantes da Administração Pública Indireta 1) Todas possuem personalidade jurídica própria. Assim.Autarquias . deverá responder diretamente. Possuem autonomia técnica. CF/88 com a redação dada pela EC 19/98. pessoas jurídicas de direito público se unam para formar pessoa jurídica de direito privado. 9) Observância dos princípios administrativos. (incluída no art. Celso Antônio Bandeira de Melo considera inconstitucional o consórcio publico de direito privado. Há relação de vinculação ou coordenação.2) AUTARQUIAS Pessoa Jurídica de direito público.107/05 Podem ser de direito público ou privado. No entanto. poderá ser demandado subsidiariamente. MEC faz controle da UFMG. 6) Possuem patrimônio próprio. o controle no âmbito da União é feito através de Supervisão Ministerial. Obs.Associações Públicas* * As associações públicas sãs os Consórcios Públicos – Lei 11. entretanto. etc. o qual normalmente é feito pelo ministério da pasta. 8) Sujeitas ao controle externo da Administração Pública pelo Tribunal de Contas.1) Administração Pública Indireta A) Conceito Art. Enquanto aguardamos. XIX. Se o Banco do Brasil causar algum dano a um correntista. Foi a 1ª grande reforma administrativa que a União realizou. 10) São regidas pelo Princípio da Especialidade.1. 7) Devem realizar concurso público e licitação.Fundações . operacional. visto que considera absurdo que os entes. 4 . A doutrina também chama de TUTELA ADMINISTRATIVA.2. administrativa.

perante os danos causados a terceiros. §6º. 37. CF). Por conseguinte. inclusive a OAB. Dispensável comprovação culpa ou dolo (responsabilidade subjetiva). Destarte. Obs: O anteprojeto à lei orgânica prevê que todos os conselhos profissionais passarão a ser chamados de paraestatais.2. ANAC. impenhoráveis. a. presunção de legitimidade. o Poder Público terá responsabilidade subsidiária. ou seja. CC. não poderiam ter personalidade jurídica de direito privado . nem a Indireta. apenas nexo causal. bem público é aquele cujo titular é pessoa jurídica de direito público. A) Prerrogativas 2º HORARIO 1) Processuais (prazos em dobro. Obs: Modernamente. Os bens são imprescritíveis (não admitem usucapião). Lei 9649/98 – Os conselhos se tornariam pessoa jurídica de direito privado. há transferência de titularidade e execução. e assim. não pode ser submetida a regras rígidas de direito publico. foram criadas as agencias reguladoras (ANVISA. 4) Prazos Prescricionais dos créditos – Aplica-se o prazo quinquenal ( DEC 20910/32). Quanto aos demais conselhos são autarquias corporativas. CF. os bens das autarquias são também bens públicos. Em regra. ANEEL. A elas se aplicam todas as regras supra e ainda outras específicas. Ela desempenha serviço público independente e não integra nem a Administração Pública Direta. C) Natureza Jurídica de seus bens Nos termos do art. da CF) 3) Equiparação com a Fazenda Pública. para serem alienados é necessário seguir as prescrições legais. não havendo registro em cartório.OAB – ADI 3026 – Entendeu o STF que este conselho profissional tem uma posição diferenciada em face da previsão constitucional e o papel de função essencial à justiça. Decidiu-se que. a forma de pagamento é via precatório (Art. 100. Gozam de fé pública. Entretanto. 98. como os conselhos exercem o poder de polícia das profissões.3) FUNDAÇÕES 5 .Criação por lei específica. 1. isenções) * Foro: Justiça Federal 2)Tributárias (art. portanto. D) Poderes Admite-se o exercício do poder de polícia. se a as autarquias se extinguirem ou não tiverem condições econômicas para se manter. VI. etc). conforme previsão art. 150. pois é uma extensão do próprio Estado. Decreto Lei 200/67 prevê que será criada para exercer uma atividade de natureza típica da Administração Pública. Motivou a ADI 1717. não admitem os institutos de direitos reais sobre coisas alheias e possuem alienabilidade condicionada (José dos Santos). diretamente. pois são chamadas de AUTARQUIAS DE REGIME ESPECIAL. B) Responsabilidade Responde objetivamente e.

Entretanto. lazer. Por outro lado. 6 . todas as fundações devem ter personalidade jurídica de direito publico. ela nasce com lei específica e não precisa ser registrada em cartório. D) Bens São consideradas entidades que titularizam bens privados e por isso não gozam da prerrogativas aplicáveis. CF. F) Responsabilidade Civil Aplica-se a responsabilidade civil objetiva. . atualmente. uma vez que o art. criado por meio de lei específica para realizar. contratual. Por outro lado. recebendo a denominação de Fundação autárquica ou Autarquia fundacional. A) Conceito É um patrimônio personificado. saúde. atividades de interesse público (cultura. meio ambiente. ciência e tecnologia). 150. entende-se majoritariamente que se a fundação estatal for de direito público. Entende-se que não se aplica o art. C) Criação Criada por lei específica autorizativa. . pois é este é um instituto do direito civil. E) Vinculo Laboral De natureza trabalhista. 109. É majoritária e é adotada pelo STF. Para Celso Antonio Bandeira de Melo. não há unanimidade na doutrina sobre o tema. Corrente mista defendida por Maria Sylvia Zanella Di Pietro e Hely Lopes Meireles admite que a fundação pode ter personalidade de direito publico ou privado. admite o STF que podem ser de direito público ou privado. A exemplo citemos as universidades federais. uma vez admitida a existência de fundação de direito privado. B) Prerrogativas . A maioria é constituída sob personalidade jurídica de direito público. É uma típica autarquia. Para José dos Santos devem ter personalidade de direito privado. CF não fez diferenciação entre elas. a FUNASA. Assim. eis que exerce atividade de interesse publico. a FUNAI. teria esta o mesmo regime das autarquias. esta terá regramento distinto: *José dos Santos trata de forma mais elaborada acerca do tema.O melhor termo para designá-las é Fundação Estatal. Esta definição independe de esta ser de direito público ou privado.Não gozam das prerrogativas processuais previstas no CPC.Gozam de imunidades tributárias. como visto acima. sem fins lucrativos. com o posterior registro de seus atos constitutivos em cartório.Foro: Justiça Estadual. educação. Mas.

Sociedades de Economia Mista Pontos Comuns 1) Tanto a empresa pública quanto a sociedade de economia mista são pessoas jurídicas de direito privado. § único da lei 8666/93 – Limites de dispensa de licitação. o que quebraria a isonomia em face dos demais concorrentes privados.Privada. > Exploração de atividade econômica . Somente em 1987 esta inclusão foi feita. Noutra banda. Corrente majoritária – Se a estatal for prestadora de serviço público.Art. CF.Direta e Subjetiva. 3) São regidas por normas de direito público e de direito privado. Por este artigo.Obs 1: Polêmica. XIX. São chamados de empregados públicos. CF. 5) Não se aplica o Processo falimentar. Obs2: A fundação não constava do rol das entidades da Administração Pública Indireta previstas do DL 200/67. caso o bem esteja afetado à prestação do serviço público. a única interpretação possível é pela existência apenas de fundação de direito privado. incorporado ao direito publico. será bem privado > Exploração de atividade econômica . Regra: Obra e serviços de engenharia – R$ 15. 37.00 Outros objetos – R$ 8.a doutrina majoritária entende que tem natureza privada.4) Empresas Estatais São elas: . Celso Antônio entende que não há responsabilidade subsidiária do Estado. 6) Ver art. § 6º.00. 2) Criação: Lei específica autorizativa e posterior registro dos atos constitutivos em cartório. A responsabilidade civil é objetiva. Não estão sujeitas à falência. parcialmente derrogadas pelo direito público 4) Vínculo Laboral: Regime contratual regido pelas normas do direito do trabalho. 8) Natureza dos bens > Prestação de serviço público .2. 7 . com a redação dada pela EC/19 – Este artigo não equiparou a fundação à autarquia. justificando talvez a dificuldade de tratamento deste instituto de direito civil. Alguns defendem que.00 Exceção: Para as empresas estatais há dispensa pelo dobro dos valores supra previstos para os demais licitantes. 1. 24.000. Caso contrário. será bem público. 37.Empresas públicas . já que fala em autorização. o estado teria responsabilidade subsidiária com relação a estes créditos. a interpretação em sentido contrário se faz possível com fulcro em diversos outros pontos da constituição e do ordenamento pátrio. 7) Responsabilidade > Prestação de serviço público – Aplicabilidade art. caso o patrimônio desta estatal seja insuficiente e ainda restarem dívidas.

entretanto. Malheiros. §1º. etc). mas a presença do Estado garante a diretriz e a gestão do governo. CF. 2) Composição do capital Empresa pública é 100% publico. Entretanto. Entretanto este diploma ainda não foi criado. Hely Lopes Meirelles. justificando que o regulamento atende à constituição e foi amparado em um decreto autorizativo do presidente.A. Malheiros. doutrina majoritária afirma que não é possível que elas criem suas próprias regras. CF – O legislador previu a possibilidade de regramento próprio tendo em vista suas peculiaridades. 173. Maria Sylvia Zanella Di Pietro. A Petrobrás. alguns dizem que deve seguir somente os princípios da licitação. 3) Foro Empresas publicas FEDERAIS . Direito Administrativo. em face da maioria das ações com direito a voto. S. >Prestação de serviço público .Devem licitar.9) Licitação – Devem licitar utilizando normas gerais da União. 42 DO STJ Referências para esta aula: Curso de Direito Administrativo. Sociedades de Economia mista – Justiça Estadual Obs: Para os municípios e estados não se aplica esta diferença. Mas em face do art. Direito Administrativo Brasileiro. Lumen Júris. Mas há tratamento pela doutrina e jurisprudência. entende que este regulamento não se aplica. tem encontrado no STF autorização para tal sob a justificativa de que ela compete no mercado com grandes empresas e a ingerência excessiva pode causar dificuldades para suas atividades e. para a economia. 173. exceto em matérias especializadas trabalhistas. Ed. por sua vez. III. Obs. Celso Antônio Bandeira de Mello.Justiça Federal . sendo sempre estaduais. Manual de Direito Administrativo. Ed. Obs: Art. Sociedades de Economia Mista só podem ser Sociedade por ações. Correios. CEF. >Exploração atividade econômica – Devem licitar. etc. § 1º. podendo dispensar regras específicas ou adequá-las. Ed. Ed. Atlas. de forma reflexa.SUMULA 517 E 556. TCU. Pontos Divergentes 1) Forma Societária Empresa Publica admite qualquer forma societária prevista em lei brasileira (comandita. . Sociedade de Economia Mista o capital pode ser misto. 8 . S.A. eleitorais. Petrobrás – Criou um regulamento interno sobre licitação. José dos Santos Carvalho Filho. uma vez que a lei regulamentar prevista neste artigo ainda não foi criada. Ex.