I Encontro Nacional dos Trabalhadores no Vestuário da CGTB

Emprego . Qualificação Profissional . Desenvolvimento
Apoio:

do vestuário

Secretaria nacional

Desembolsos por setor de atividade

Desembolsos Jan-Ago 2008

11

12

ATUAÇÃO SETOR TÊXTIL E CONFECÇÕES

Desembolsos - Setor Têxtil e Confecções

Desembolso por Produto – Confecções e Vestuários 2008

5 milhões 4.950 R$ 165.do vestuário Secretaria nacional Estatísticas Setor Têxtil e Confecções CARTÃO BNDES Cartões Emitidos Limites N0 de Transações Desembolsos Fornecedores Credenciados 4.279 R$ 60.1 milhões 195 Política de Desenvolvimento Produtivo • • • Setor Têxtil e Confecções .Prioritário Programa para Fortalecer a Competitividade Objetivos: Ampliar a competitividade do setor Aproveitar nichos de mercado Aumentar vendas internas e externas Gerar trabalho e renda Desafios do Setor • • • Inovação – de produtos e processos Profissionalização da gestão Redução do grau de informalidade 13 .

instalações. aquisição de máquinas e equipamentos novos.14 • • Capacitação gerencial e operacional Cooperação dos elos na cadeia produtiva O que Apoiamos • Projetos de implantação ou expansão (obras civis. A análise do projeto é realizada pelo seu próprio corpo técnico. nacionais e importados. • • • • • • • Operações Indiretas contratadas com as instituições financeiras credenciadas como repassadoras de recursos do BNDES . credenciados no BNDES) Aquisição de bens de produção (novos. e capital de giro associado Aquisição de máquinas e equipamentos (novos. localizadas em municípios selecionados com ocorrência de Aglomerações Setoriais Produtivas (Programa PROGEREN) Inovação (Linha Capital Inovador e Inovação Tecnológica) Operações Diretas contratadas diretamente com o BNDES. montagens. Nas operações diretas. Pequenas e Médias Empresas (MPME). o risco da operação é do BNDES. credenciados no BNDES) Produção e comercialização para exportação (pré-embarque e pós-embarque) Capital de giro isolado para Micro. de fabricação nacional.

Nas operações indiretas. o BNDES acompanha e fiscaliza estas operações. o risco do empreendimento é das instituições financeiras que analisam o projeto. além de prestar qualquer informação sobre a operação diretamente ao empresário. aproximando-o de seus clientes. Contudo. Cartão BNDES 15 . caso solicitado.do vestuário Secretaria nacional A atuação por meio dos Agentes Financeiros aumenta o alcance do BNDES.

16 16 .

do vestuário Secretaria nacional Arquivo MDIC Apresentação de Armando Meziat. Indústria e Comércio Exterior (30/10/08) A política industrial e a indústria de confecção 17 . secretário do Desenvolvimento Industrial do Ministério do Desenvolvimento.

faz-se necessária uma ação coordenada. os bons fundamentos de longo prazo da nossa economia permanecem. Quando o ano se encerrar. apesar do agravamento da crise internacional. Dessa forma. o Governo trabalha fortemente no sentido de não faltar crédito. Apenas em setembro passado. A crise de liquidez por que passa a economia global por certo terá seus efeitos no País. linhas de crédito do BNDES e recursos do Tesouro Nacional. o Brasil vem recebendo investimentos bastante significativos no setor produtivo. somente por volta de 1844 esta indústria iniciou sua fase de implantação efetiva. o Investimento Estrangeiro Direto no País atingiu US$ 6. mas ainda assim vigoroso para atender às necessidades da sociedade brasileira. E serão mais US$ 3. o segundo maior fluxo mensal de investimento da série histórica iniciada em 1947. de apoio a setores estratégicos e geradores de emprego. . No entanto. acredito que ainda haverá espaço para o crescimento: menos intenso do que o observado neste ano de 2008. A partir de 1970 o setor se consolidou como um dos mais importantes da economia nacional. neste tão conturbado mês de outubro. A história da indústria têxtil brasileira registra que este foi um dos primeiros setores industriais a se instalar no País. Independente da crise atual. tanto pela grande oferta de empregos. Isto reflete uma política econômica bem sucedida.3 bilhões. Para isto. conta com reservas internacionais de mais de US$ 200 bilhões. quanto pelo volume de receitas e arrecadação tributária. Quanto às necessidades de financiamento de curto e médio prazo. E para continuarmos nesta rota de crescimento.5 bilhões. entre o Governo e a iniciativa privada. a expectativa é que teremos recebido mais de US$ 36 bilhões de investimento direto do exterior. por ele gerados. mas o Governo está preparado para atuar. sempre que for necessário. em especial para os setores preponderantemente exportadores.18 18 OS DESAFIOS DO SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÕES Nos últimos anos. de manutenção da estabilidade com crescimento sustentado. de forte impacto social. como é a indústria têxtil e de confecções.

do vestuário Secretaria nacional Com o acirramento da concorrência internacional. principalmente. tem feito a sua parte. isto acontece. que exigiu maior esforço no sentido da inovação tecnológica e da modernização do seu parque produtivo. sabiamente o setor aproveitou o momento para modernizar seu parque produtivo. com a implementação de diversas medidas.2% do faturamento e 17. o setor deparou-se com um novo panorama. Quase 12 bilhões de dólares foram investidos na aquisição de máquinas e equipamentos têxteis de última geração para fiação e tecelagem.9% em relação aos montantes de 2006. Atualmente. devido à grande importância desta atividade produtiva para a economia brasileira. que alterou alíquotas de importação de diversos produtos do setor têxtil e de confecções. principalmente no segmento confeccionista.8% em 2007. sendo que a importação de máquinas cresceu 10. A indústria têxtil e de confecção enfrentou este grande desafio. Os investimentos em máquinas atingiram 702 milhões de dólares em 2007. neste caso.3% do emprego total da indústria de transformação. Conforme a última publicação do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI). Tal iniciativa determinou que as alíquotas do Imposto de Importação que compõem a Tarifa Externa Comum (TEC) fossem elevadas para 26% para tecidos. Dentre elas. a indústria têxtil e confeccionista contribui com 5. no período compreendido entre 1990 e 2007. como por exemplo a necessidade de maior escala produtiva. o apoio ao desenvolvimento do Setor Têxtil e de Confecções apresenta-se como uma prioridade para o Governo Federal. Outra medida de grande impacto foi a assinatura do Acordo de Restrições Voluntárias entre Brasil e China. O Governo Federal. atingindo o limite consolidado na OMC. Apesar das dificuldades enfrentadas no período de valorização do real. a balança comercial encontra-se deficitária. ciente do momento de adaptação frente ao acirramento da concorrência internacional. Temos um universo de 30 mil empresas e mais de um milhão e meio de trabalhadores que tiram dessa atividade a sua principal fonte de renda. cito a publicação da Resolução CAMEX nº 40 de 27 de setembro de 2007. e 35% para confecções. Mas alguns gargalos ainda persistem. Mesmo com o grande esforço despendido pelos empresários brasileiros na promoção de exportações. 19 . um crescimento de 5.

a Siderurgia. dos programas para fortalecer a competitividade. É o caso dos Bens de Capital. Sob coordenação do MDIC. Pautada por medidas que visam à redução dos custos do investimento. Os setores estão abrangidos em programas estruturantes para sistemas produtivos. Cito. Energia Nuclear e Indústria da Defesa. são os programas mobilizadores em áreas estratégicas como o Complexo Industrial da Saúde. cujo principal objetivo é sustentar o ciclo atual de expansão da economia. feito no dia 12 de maio pelo Presidente Lula. O Acordo encerra-se no final deste ano e o Governo já está negociando um novo instrumento que o substituirá. São sistemas produtivos geradores de encadeamentos. Tecnologias de Informação e Comunicação. programas para consolidar e expandir a liderança. órgãos governamentais e entidades privadas reuniram-se durante alguns meses para elaborar esta PDP. . do complexo automotivo e dos Setores Intensivos em Mão-de-obra. O primeiro caso. o lançamento da Política de Desenvolvimento Produtivo. Estes programas estão divididos em: programas mobilizadores em áreas estratégicas. ainda. que são os setores “portadores de futuro” e que necessitarão de ações inovadoras para atingirmos um maior grau de competitividade. Destaco. no médio e no longo prazo. um terceiro bloco. a PDP dará um especial tratamento para o fortalecimento de 25 setores econômicos. e programas para fortalecer a competitividade. feitas a partir da China. mas com potencial competitivo. Temos.20 Este acordo limita sobretudo as importações brasileiras de tecidos sintéticos e restringe mais de 60% das importações de produtos têxteis e de confecções. dentre as iniciativas do Governo. a PDP. são sete programas sobre os quais a PDP prevê ações para manter ou posicionar o sistema produtivo e empresas entre os maiores players mundiais. O segundo bloco é formado pelo conjunto de setores altamente competitivos. Neste caso. Celulose e Papel e outros com reconhecida competência em relação ao resto do mundo. a Nanotecnologia e a Biotecnologia. como a Mineração. com potencial exportador e/ou afetados por importações. também. promoção das exportações e desenvolvimento da inovação tecnológica.

que detalharei a seguir. A política para o setor prevê a implantação de 37 ações visando o estímulo à atividade produtiva. ter sido da própria indústria têxtil e confeccionista. a Política busca ampliar a competitividade do Setor. empresários. realizado pelo Ministro Miguel Jorge. Desta maneira. Das medidas aprovadas pelo Comitê Executivo e que formam a Agenda de Ações. que contempla regras de qualidade.do vestuário Secretaria nacional É neste bloco que está o setor têxtil e de confecções. o Fórum. na qual sou Secretário. reuniu-se por diversas ocasiões e formatou uma proposta de Agenda de Ações para a Política de Desenvolvimento Produtivo Têxtil e de Confecções. aproveitar nichos de mercado. a nova política priorizou o setor têxtil e de confecções. já que representará um incentivo à inovação produtiva. Desta maneira. composto por trabalhadores. no dia 13 de maio. à agregação de valor ao produto e à valorização dos trabalhadores do Setor. 15 já foram aprovadas pelo Comitê Executivo e estão em fase de implantação. propostas por vocês representantes de parte importante da sociedade brasileira. aumentar vendas externas e internas e gerar emprego e renda. fato evidenciado pelo lançamento da primeira política setorial. com uma política de desenvolvimento própria. Dentre estas 37 ações que citei. Notadamente. a conquista e a ampliação de acesso a mercados. acadêmicos e membros do governo. Esta ação terá um forte impacto sobre a produção nacional de têxteis e confecções. instrumento de Política Industrial coordenado pela Secretaria do Desenvolvimento da Produção. citarei algumas que interessam aos trabalhadores. A primeira ação de destaque é a implementação do selo QUAL. 21 . Possui como estratégias a diferenciação de produtos. Este conjunto de ações é fruto do grande esforço de articulação realizado pelo Fórum de Competitividade da Cadeia Produtiva Têxtil e de Confecções. de respeito ao meio ambiente e de responsabilidade social para setor de roupas profissionais. já no dia seguinte ao do lançamento nacional da PDP.

Neste novo panorama. O objetivo é facilitar o processo exportador. Outra relevante medida é a criação do Conselho da Moda. a adesão do Brasil à Convenção de Istambul sobre admissão temporária de bens.22 Neste caso. quando da participação em eventos internacionais. também. Ademais. Com isto. de implementação de certificação confiável aos processos produtivos do Setor. Também importante é a medida de estímulo às compras governamentais de produtos nacionais com maior nível de agregação tecnológica. especificamente no que diz respeito à liberação de amostras e mostruários para feiras internacionais. incentivaremos a aquisição. de produtos de alta qualidade e cujos fabricantes respeitem os direitos dos trabalhadores brasileiros. do mesmo tratamento dado ao produto nacional quanto ao cumprimento da legislação vigente de etiquetagem de produtos têxteis e confeccionados. o que representará um forte incentivo às empresas que nunca exportaram. poderemos futuramente restringir a importação de produtos de qualidade inferior e de bens nocivos à saúde do povo brasileiro. como um instrumento para promover o diálogo entre os elos da Cadeia Produtiva Têxtil e de Confecções e entre Cadeias Produtivas. que muitas vezes se depara com produtos importados sem informações mínimas. pelo Governo. eliminando a burocracia para a expedição de amostras. para receber o Selo QUAL a empresa deverá ter cumprido também as leis trabalhistas pelas quais. buscaremos a aplicação. ganharemos agilidade nos procedimentos. para começar a vender seus produtos em outros mercados. Desta maneira. Com isso. será possível proteger o consumidor brasileiro. requeridas pela legislação de defesa do consumidor. especialmente os chineses. . que cumprem uma série de exigências. por meio da certificação. a sociedade brasileira lutou. principalmente na área de uniformes profissionais. Devo citar. por tanto tempo. Esta medida busca complementar a ação anterior. Ademais. possibilidade de competir em igualdade de condições com os produtores externos. sobre os produtos importados. daremos aos produtores nacionais.

investirá 140 milhões de reais até 2010. mas não menos importante. advindo do BNDES. na melhoria do processo produtivo e especialmente na capacitação de gestores e de trabalhadores do Setor. ampliar e aprimorar o Programa TexBrasil. a interação entre os setores produtivos. mas que contam com capital estrangeiro. obviamente. Busca-se. buscam desenvolver produtos com maior valor agregado. fortalecer a cadeia produtiva. Todas as medidas que aqui citei e as demais constantes da política para o setor. tais como calçados. com o aumento das exportações do setor. modernizar a estrutura dos seus elos e apoiar a consolidação empresarial. Também importantes são as ações para fortalecer. nosso grande parceiro. 23 . Queremos com isso atrair novos investimentos para nosso país. jóias e. Precisamos estimular a participação de novas empresas em projetos de promoção comercial externa. de eventos com participação multi-setorial e de outras ações coordenadas. ressalto a inclusão do Setor Têxtil e de Confecções no rol de atividades de alto interesse nacional. Considerando as características da indústria têxtil. o que culminará em promoção de coleções conjuntas. investindo em design. O resultado que buscamos é uma participação mais agressiva no mercado internacional. expandir exportações. Por meio desta iniciativa. o SEBRAE. para o desenvolvimento das micro e pequenas empresas no setor. desta forma. Por último. geram emprego e renda para a população brasileira. a empresas que produzem no Brasil. destaco também o Projeto de apoio ao Desenvolvimento da Cadeia Produtiva das Micro e Pequenas Empresas do Setor Têxtil e de Confecções. combater práticas desleais de comércio. vestuário.do vestuário Secretaria nacional O Conselho reunirá representantes das indústrias relacionadas à Moda. especialmente de produtos de alto valor agregado. gerando novos postos de trabalho para o Setor e possibilitando uma vida mais confortável ao operário brasileiro da atividade têxtil e de confecções. Esta medida possibilitará a obtenção de crédito. Programa Estratégico da Cadeia Têxtil Brasileira com o apoio da ApexBrasil.

Para obtermos sucesso nas ações previstas para o setor. pretendemos chegar à meta de ampliação de faturamento do Setor para 41. reitero a importância do estabelecimento de um diálogo permanente e a mobilização da iniciativa privada e dos trabalhadores. que agregam mão-de-obra ao mercado de trabalho. . frente aos 33 bilhões de dólares de faturamento verificado no ano de 2006. Concluo lembrando que o trabalho para o desenvolvimento desse e de outros setores. junto ao Fórum de Competitividade da Cadeia Produtiva. tanto na implantação como no aperfeiçoamento e gerenciamento da PDP.6 bilhões de dólares em 2010. Indústria e Comércio Exterior.24 Com isto. é permanente e constitui-se uma busca incessante do Ministério do Desenvolvimento.

do vestuário Secretaria nacional Bianca Sorrentino Apresentação de Carlos Simões. do Instituto Ricardo Almeida (30/10/08) A importância do mercado confeccionista no Brasil 25 .

segundo o BNDES. • .474. é o setor que tem maior potencial. diretos 45 MIL INDÚSTRIAS TÊXTEIS E DE CONFECÇÕES COM CNPJ 90% são confecções. 105 mil pontos de vendas especializados US$ 43 bilhões – vendas em 2007.26 A INDÚSTRIA DE CONFECÇÕES (empregos no mundo) 360 milhões total 60 milhões formais 300 milhões informais 170 milhões na Ásia Brasil 189. dentre toda a indústria de transformação 8 MILHÕES DE EMPREGOS sendo 1 milhão 650 mil. micro e pequenas + 50 mil confecções na informalidade 7 BILHÕES E 200 MILHÕES DE PRODUÇÃO PEÇAS/ANO 99% atende o mercado interno.948 Fontes: Werner International No Brasil • • • • • Segundo maior gerador do Primeiro Emprego Maior empregador formal da indústria de transformação Artigos do vestuário .

27 .Brasil Década de 80 Década de 90 2006 Europa e EUA 6.1% Participação no PIB Industrial 17.3 kg (per capita) 10.4 kg (per capita) 35.2% US$ 8 bilhões em investimentos 2005-2010 US$ 33 bilhões faturamento total do setor 2006.6 kg (per capita) Mercado de Vestuário no Brasil (perfil de demanda) • • • • • • • • • • • 70% é consumido pela classes B e C (63% da população) 18% é consumido pela classe A (5% da população) 61% do consumo ocorre nas 150 maiores cidades do Brasil Em 12 anos 30 milhões de consumidores a mais no mercado Em 12 anos a renda per capta aumentou em 15% Mais consumidores com maior poder de compra 7º MAIOR PRODUTOR MUNDIAL DE ARTIGOS CONFECCIONADOS Participação no PIB Nacional 4.do vestuário Secretaria nacional Consumo de produtos confeccionados .4 kg (per capita) 9.

Suas marcas estão começando a competir no mercado exterior.000 na indústria de confecção 136 km da cidade do Rio de Janeiro 800 confecções sendo a maioria – 68. vestuário. metalúrgicas e turismo).34. Indústria e Comércio Exterior SEBRAE NACIONAL – Serviço Nacional da Micro e Pequena Empresa Nova Friburgo. Fontes: MDIC – Ministério do Desenvolvimento. associações empresariais.Brasil Atividades econômicas: indústria de moda íntima.5% de pequeno porte . tais como: governo.102 habitantes . • • • População 178. ensino e pesquisa. A cidade é conhecida como a Capital Nacional da Moda Intíma. interação. cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais.28 205 APL´S – CONFECÇÃO Arranjos Produtivos Locais Aglomerações de empresas localizadas em um mesmo território. instituições de crédito. Rio de Janeiro . que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação. caprinocultura e indústria (têxteis.

Cosméticos 29 . 45% para vendedores independentes e o restante para prontaentrega e butiques R$ 600 milhões de faturamento anual Fonte: FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. Têxtil e Confecção 2.Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comercio Exterior. 2007 • 76 entidades representativas do setor. em todo o País • • Sindicatos Associações ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial MDIC . prioriza os seguintes setores industriais 1.do vestuário Secretaria nacional • Produção anual de 140 milhões de peças sendo 8% para magazines.

hospitalares e odontológicos 6.Doutorado . Aeronáutico 66 cursos de moda no País .1990 .Mestrado . SP) . Autopeças. Cadeia Couro .Graduação Superior . Frutas processadas 4.Pós-Graduação . construção civil.calçadista 8.Média de abertura de 3.Graduação técnica .Primeiro curso (Universidade Anhembi Morumbi.2008 – Último curso (Faculdade Ítalo-Brasileira. Plásticos 5. Automação industrial (eletro-eletrônicos) 9.Especialização .30 3.8 cursos / ano Setor de moda oferece cursos . Móveis 10. alimentos funcionais 7. SP . Equipamentos médico.MBA Eventos de moda • • 58 eventos 19 com a participação da mídia e negócios internacionais .

Revista Veja 31 .do vestuário Secretaria nacional 251 produções nacionais de teledramaturgia (novelas e mini-séries) • • • • 11 confecções (moda. joalherias 3 hospitais 3 agro negócios Fonte: TV Globo Mídias – Publicidade com foco nas indústrias de confecções Fonte: Campanha “Nossa Caixa” . lojas) 5 segmentos diversos com estaleiros. bancos.

32 Mídias – reportagens com foco nas indústrias de confecções Fonte: Revista Veja – matéria de capa da Veja São Paulo Fonte: Jornal Agora SP – matéria de capa – 12 de agosto de 2007 .

do vestuário Secretaria nacional Fonte: Jornal Valor Econômico – matéria – 20 de agosto de 2007 33 .

34 Mídias – Matéria sobre empresas da Coteminas Transferência de empresas da Springs Global. Independente da tecnologia. Fonte: Revista Veja – Propaganda – 07 de outubro de 2007 A Indústria de Confecções • • Dependência tecnológica Competitividade Tecnologia utilizada 1ª Geração – máquina de costura manual. da China para o Vietnã e dos EUA. para o Brasil e Argentina. (BRASIL) 3ª Geração – máquina de costura semi eletrônica. o Operador é indispensável . 2ª Geração – máquina de costura motorizada. 5ª Geração – máquina de costura eletrônica automática. 4ª Geração – máquina de costura eletrônica. 6ª Geração – máquinas de costura eletrônica automática com até 4 cabeçotes (estações de trabalho).

baixa produtividade BRASIL 35 . Grandes Volumes Custo baixo.334.otimização do tempo do Costureiro(a) Industrial Estudo Comparativo de Competitividade PONTOS POSITIVOS CHINA CENTRO CHINA COSTA ÍNDIA PAQUISTÃO TURQUIA MÉXICO Custo baixo. segmento novo Falta de qualidade e de seriedade Preços pouco competitivos. 2 meses para entrega Preconceito contra o país.924 Competitividade Empresa Competitiva 90% Eficiência e 85% Performance Eficiência . falta de seriedade e de qualidade. segmento novo Sem escala competitiva. Grandes Volumes Custo baixo Custo baixo Proximidade geográfica da Europa Proximidade geográfica EUA Diversificação de produtos. falta de qualidade Sem tradição exportadora.do vestuário Secretaria nacional Máquinas industriais instaladas (Estações de trabalho) 1. posição geográfica próxima dos grandes mercados PONTOS NEGATIVOS Preconceito contra o país.organização da empresa Performance . 4 meses para entrega Sem tradição. preços pouco competitivos.

avaliação do aluno e controle de materiais Manter a relação Instituto / indústria /aluno Curso (presencial) Operadores de Máquinas e Equipamentos de Confecção – Costureira(o) Industrial Polivalente .A) com 497 lojas em 36 países. Formatar o sistema de acompanhamento. Instituto Ricardo Almeida MISSÃO “Ser reconhecido como impulsionador do processo de profissionalização da Indústria de Confecções e agente na formação e qualificação de mãode-obra especializada.p.36 “Se o Brasil trabalhar com um delivery time de 3 a 4 semanas para alguns produtos. Garantir a manutenção de conteúdos. com faturamento em 2006 foi de 284 milhões de € com vendas de 44 milhões de peças/ano (isso representa 12% do que o Brasil produz em 1 ano). mesmo com preços pouco mais elevados” Enzo Fiomichelli – diretor de compras do Grupo Terra Nova* Delivery Time CHINA TURQUIA BRASIL 8 Semanas 2 Semanas 6 Semanas * Grupo varejista Italiano (Teddy S. aplicabilidades e materiais didáticos. em conformidade com as necessidades do mercado” • • • • Desenvolver e implementar produtos. será mais atrativo que a China e Turquia. desempenho.

Legislação trabalhista e Encaminhamento ao mercado de trabalho. malha e não tecido) em diferentes tipos de equipamentos: máquina reta. o aluno começa a trabalhar com tecidos (plano. • 37 . • • • • • • Valoriza o ser humano Motiva constante Incentiva a pró-atividade (independência profissional) Desperta a responsabilidade profissional Transmite o conteúdo de forma acumulativa e evolutiva Utiliza a potencialidade máxima do(s) equipamento(s). Palestras sobre Marketing pessoal.do vestuário Secretaria nacional O Método Internacional cuja metodologia é utilizada nos principais centros produtores de moda e artigos confeccionados. galoneira e especiais. Metodologia aplicada • • O aluno exercita o domínio do equipamento e a habilidade manual (gabaritos em papel). overloque. Com experiência acumulada.

4. Apresentação das vídeo . durante as aulas. Sistema de Gestão do Método de Ensino Apresentação das vídeo .38 Rotina de aulas 1.aulas . 5.aulas. Avaliação constante. 3. 2. Distribuição dos materiais para os exercícios. Aplicação de ginástica laboral. pelo Tutor sobre o desempenho de cada aluno.

do vestuário Secretaria nacional Distribuição dos materiais para os exercícios 39 .

40 Aplicação de ginástica laboral .

A amostra seria com 25 empresas (foi incluída a Long Walk. elevando o número de empresas pesquisadas para 26). das primeiras 37 empresas contatadas. 26 se predispuseram a responder a seguinte pergunta: “ Você contrataria uma costureira(o) qualificada – com alta produtividade e performance?” Total de confecções pesquisadas Total de costureiras empregadas Total de confecções que contratariam 26 1. O operador começou o contato por ordem alfabética e.561 26 (100%) 41 .do vestuário Secretaria nacional Perfil do aluno – em curso Faixa etária Pesquisa de aceitação de mão-de-obra qualificada Foi liberada uma lista com nomes e contatos de 114 empresas de confecções instaladas no município de São Paulo.

Relação Anual de Informações Sociais SEBRAE – Serviço Nacional da Micro e Pequena Empresa Werner International • • .83 60. Indústria e Comércio Exterior MTE / CAGED / RAIS 2005 – Ministério do Trabalho e Emprego.93 4. Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.71 Alta geração de empregos FONTES: • • • • • • • • ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção ALOBRAS – Associação dos Lojistas do Brás BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social CDL Bom Retiro – Câmara de Dirigentes Lojistas Coats Corrente IEMI.52 18.42 Preço médio de exportação Relação: preço US$ / Kg Fibras Fios Tecidos Linha de costura Vestuário Moda praia 1.23 2.68 9.Instituto de Estudos Mercadológicos e Industriais MDIC – Ministério do Desenvolvimento.

do vestuário Secretaria nacional Júlia Cruz Apresentação de Clayton Campanhola. diretor da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) (30/10/08) Panorama setorial e apostas para o futuro do setor têxtil e confeção brasileiro 43 .

Mercearia. • Setor público: ABDI. Cedro Cachoeira e Santista • • O Grupo Gestor se reuniu quatro vezes.44 Objetivos Produtos PLANEJAMENTO EM AMBIENTE DINÂMICO 1 . de julho/2007 a julho de 2008 1. Coteminas. CGEE. Guararapes. ABRAPA. Osklen. SEBRAE/NA. FINEP. ABRAFAS. BNDES. Dystar. SENAI/CETIQT e o Banco do Nordeste .BNB Setor privado: ABIT. MDIC. Hering. INPI. Sinditêxtil/SP Empresas: Rosset. Color Têxtil.Apresentação e validação do Panorama Setorial .Mapear a situação atual em que nos encontramos 2 – Projetar o futuro (15 anos para frente) 3 – Traçar as rotas estratégica e tecnológica desejáveis 1 – Panorama Setorial 2 – Relatório de Perspectivas Setoriais 3 – Relatório Prospectivo (rotas tecnológica e estratégica) METODOLOGIA DE TRABALHO Em meados de 2007 foi criado um grupo gestor com representantes do setor público e privado.Apresentação da metodologia de trabalho 2. APEX-Brasil. INMETRO.

Consolidação da visão de futuro do setor 4.Talentos 2.Apresentação e validação do relatório final Entre os encontros do Grupo Gestor aconteceram diversas Oficinas de Trabalho com especialistas e com todo o grupo.do vestuário Secretaria nacional 3.Infra-estrutura física 6.Tecnologia 3. PANORAMA SETORIAL Seis Dimensões: 1.Investimentos 5.Mercado 4.Infra-estrutura político-institucional MAIORES EXPORTADORES ENTRE 2004 E 2007 45 .

Design e Individualização do Consumo (Itália.233 bilhões. 36. menos da metade da Europa (25kg/hab.252 bilhão. França e Bélgica) MERCADO Em 2007.36 US$/Kg • jan-jul 2008: 3.Bases de Ciência Tecnologia e Inovação (Alemanha e EUA) 3. importamos U$S 2. consumimos cerca de 11kg/hab.Políticas governamentais com mão-de-obra barata (Ásia) 2.47% a mais que no mesmo período de 2007 Contudo.12 US$/kg jan-jul 2008: 3. 6.) O setor atua com margens reduzidas: Limitação de preços + limitação de margens = necessidade de inovar Competição com outras cadeias de melhor desempenho Tendência ao aumento das importações com maior valor agregado Diminuição do valor agregado das exportações em US$/kg De janeiro a julho de 2008 exportamos US$ 1.99 US$/Kg • Exportamos: jan-jul 2007: 3. maior que os US$ 641 milhões de todo o ano passado!!! .70 US$/kg O déficit na balança jan-jul 2008 foi de US$ 981 milhões.44% a mais que no mesmo período de 2007 Em valor agregado: • Importamos: jan-jul 2007: 2.46 • • • • • • • • • TRÊS ESTRATÉGIAS DISTINTAS PARA O SUCESSO NAS EXPORTAÇÕES 1.

não atrai talentos Na visão das empresas a experiência supre necessidades novas As empresas mais modernas consideram o treinamento de pessoas muito importante para realizar atividades inovadoras Mas os dispêndios com treinamento ainda não revelam esta relevância.do vestuário Secretaria nacional TALENTOS • • • • • 96% das pessoas empregadas no setor não têm ensino médio O setor está envelhecendo... TECNOLOGIA • A opção tecnológica adotada pela fiação e tecelagem no início da década de 90 para substituição de equipamentos foi a da produtividade em detrimento à flexibilidade e diferenciação Base insuficiente para atender as exigências das novas empresas de marca Base inadequada para fabricação de produtos têxteis de alto desempenho e de artigos industriais de alto grau de inovação de vestuário • • 47 ...

. observamos indícios de que os investimentos procuraram adequar-se à competição por custos.48 INVESTIMENTOS Na distribuição dos gastos na aquisição de máquinas. A PDP foi lançada em maio de 2008 com diversas medidas para o fortalecimento do setor O fórum de competitividade já elencou 37 medidas que deverão ser implementadas pelas entidades O estado está trabalhando em sinergia. . mas as coisas estão mudando. como nunca se viu antes A questão não se resolverá somente no âmbito das empresas ou das instituições: é necessária a construção de compromissos compartilhados.. equipando o parque com máquinas mais produtivas para enfrentar os asiáticos INFRA ESTRUTURA POLÍTICO-INSTITUCIONAL • • • • • A importância do ambiente institucional para a inovação no setor ainda é baixa.

são imunes a manchas.customizados. transmissão e de geração de energia Tecidos que mudam de cor.do vestuário Secretaria nacional VISÃO DE FUTURO PARA O SETOR T&C “Ser reconhecida e admirada pela relevância econômica. que despertem a emoção e atendam às exigências dos diferentes segmentos de consumo. funcionais e inovadores -. um ator da cadeia de valor: • • • • • • • • • 49 . distribuição. dobras e líquidos. um elo da cadeia. comercialização e sistema de produção.” TENDÊNCIAS PARA O FUTURO • O uso intensivo de conhecimento científico no desenvolvimento de novos materiais e estruturas têxteis deverá intensificar a interação da roupa com o usuário. o que torna o consumo. política e social de suas atividades. interagindo com outras cadeias produtivas e formando uma cadeia de valor ágil e versátil. intensiva em conhecimento e integrada desde a concepção até a disposição final de seus produtos . Roupas integradas a sistemas eletrônicos e fotônicos Smart textiles capazes de sentir e de reagir de acordo com instruções Integração comunicativa entre consumidor. e bloqueiam raios uv Fibras manufaturadas com propriedades características das fibras naturais. aumentando a funcionalidade do vestuário Formas. liberam fragrâncias e absorvem odores. possuindo como diferencial: • • • • a utilização ética e sustentável da diversidade de recursos naturais e de competências humanas. ou melhor. enfatizando com criatividade a identidade brasileira. cores e sensações dinâmicas Integração com tics Proteção biológica e barreira físico-química Base de armazenamento. competitiva globalmente e exportadora de destaque no cenário mundial. definitivamente.

vendedores e engenheiros do futuro serão multi-funcionais devendo ter conhecimentos científicos e tecnológicos básicos muito mais amplos A cadeia. novos tratamentos e incorporação de dispositivos tecnológicos.50 • • • 1. fibras naturais orgânicas e naturalmente coloridas que propiciam a redução da carga orgânica no tratamento Insumos e produtos auxiliares mais eficientes desenvolvidos em conjunto com fabricantes de equipamentos: redução da carga orgânica e melhoria do controle de parâmetros ambientais Novos símbolos introduzidos na moda pela ampliação e diversificação da base de consumo (aspectos étnicos e socioeconômicos) Consumidor monitorado por RFID e integrado pela roupa à cadeia de valor Lojas/clubes reais/virtuais para geração de experiências de consumo Compra on-line viabilizada pelo body-card. Interatividade 3. Design sustentável. introduzirão novas técnicas e outras necessidades de qualificação Costureiras. e a produção de efluentes. Personalização 4. Inteligência coletiva 2. deixará de ser intensiva em mãode-obra Equipamentos e processos que promovem redução dos consumos de água e energia. emissões e ruídos nocivos Matérias primas sintéticas recicláveis. que deixa de ser uma atividade de produção para adotar um papel estratégico • • • • • • • • • . Cultura de redes As carências atuais de profissionais e de máquinas industriais na confecção serão enfatizadas pela intensificação tecnológica ao longo de toda a cadeia Novas fibras. em todos os seus elos. técnicos. novos métodos de montagem. Ambientes colaborativos 5.

mas com possibilidade de transferi-la para a confecção Rede controlada por indicadores socioeconômicos e ambientais Integração global com ênfase na identidade nacional Pode vir a se configurar em um desacoplamento definitivo da indústria têxtil do perfil atual da cadeia de valor T&C. uniformes • • Entendeu-se a aposta na linha “Uniformes e Roupas Profissionais” é a opção que mais vantagens poderá trazer: Linha que abrange uniformes de uso militar. o que garante o aporte sistemático de recursos para a descoberta de inovações. Japão e EUA. alta costura. clássico.do vestuário Secretaria nacional • • • • • Integração com outras cadeias de valor. o valor da roupa deverá estar associado a outras utilidades Produção enxuta governada pelo varejo. APOSTAS TECNOLÓGICAS Casual. 51 . esporte. segmento intensivo em pesquisa e desenvolvimento em países da Europa. praia.

academia e empresas para atrair e reter talentos em áreas estratégicas de conhecimento científico Implementar e promover o funcionamento de plataformas de acesso a informações para a competitividade global Criar incentivos para os investimentos em atividades sustentáveis nas empresas do setor Impulsionar a integração da hélice tríplice • • • . OBJETIVOS ESTRATÉGICOS • • • Promover a integração da cadeia de valor apoiada em TICs Identificar de tecnologias-chave e linhas de pesquisa estratégicas para o setor Promover iniciativas conjuntas entre governo. considerando-se que muitos dos desenvolvimentos hoje esperados para as roupas de uso informal deverão incorporar funcionalidades que também estarão presentes no ambiente de trabalho Novas fibras especiais e compósitos fibrosos para produtos têxteis inovadores Funcionalização de materiais têxteis e processos relacionados Materiais de base biológica. biotecnologias e processos têxteis não agressivos ao meio ambiente Novos produtos têxteis para melhoria do desempenho humano Têxteis e roupas inteligentes Customização em massa Novo design e tecnologias de desenvolvimento de produtos integradas Gestão do Ciclo de Vida do produto. quarto item mais bem avaliado.52 • • • • • • • • • • Linha que apresenta interseções com a linha “Esporte”. As estruturas têxteis e as modelagens dessa linha aproximam-se dos requisitos da linha “Casual”.

economista-chefe da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) (30/10/08) A indústria têxtil e de confecção no Brasil: diagnóstico e propostas 53 .do vestuário Secretaria nacional Júlia Cruz Apresentação de Haroldo Silva.

2 mlhões tons/ano1 US$ 32 bilhões em venda US$ 269 milhões expostados US$ 189 milhões investidos2 IEMI 2007 Concentração Regional 25% Até 15% Até 10% Até 5% .Volume de produção (2) .54 DIAGNÓSTICO Dimensões do Setor Têxtil no Brasil SETOR TÊXTIL 28 mil indústrias 1.Sul e Sudeste somam 78% da produção têxtil nacional .08 milhões de empregos 1.4 bilhões exportados US$ 702 milhões investidos2 (1) .O Nordeste soma 17% 54 Até 1% 0% .77 milhões tons/ano1 US$ 41 bilhões em venda US$ 2.65 milhões de empregos 1.Em equipamentos SETOR VESTUÁRIO 25 mil industrias 1.

cresceu 9% 55 . maior produtor mundial Responde por cerca de 3% da produção e do consumo global No comércio internacional sua participação é pouco representativa (0.No acumulado do período a produção simplesmente não cresceu . porém.5%) O modelo atual do país é o de “Produtor/Consumidor” As pretensões são de migrar para um modelo “Produtor/Exportador” A estabilidade e o desenvolvimento econômico atual vem garantindo o fôlego necessário à ampliação da produção e dos investimentos no segmento O efeito colateral vem sendo o rápido crescimento das importações. porém. favorecidas pelos novos patamares do câmbio no Brasil O posicionamento do Brasil nos acordos internacionais. impedem qualquer pretensão maior à expansão das exportações.Nos últimos 4 anos. • • Mercado de Vestuário no Brasil Evolução da produção Fonte: IEMI .do vestuário Secretaria nacional Autorretrato do Vestuário no Brasil • • • • • • O Brasil é o 6º.

19% mais consumidores. acima da inflação .Crescimento real da renda de 15% nos últimos 12 anos . com maior poder de compra Participação do Emprego Têxtil na Indústria de Transformação Fonte: MTE/CAGED A Cadeia Têxtil e de Confecção é o 2º maior empregador formal da Indústria de Transformação. .56 Evolução da renda .Aumento de 90% no salário mínimo.

9% 17.2% 100.2% 30.947 8.4% 42.436 366.802 63.0% A Cadeia Têxtil e de Confecção é o 2º maior gerador do Primeiro Emprego Empregos criados a cada R$ 10 milhões a mais na produção Fonte BNDES 57 .3% 3.171 PART % 26.do vestuário Secretaria nacional Primeiro Emprego: Geração Formal Fonte: RAIS 2005 (MTE) TIPOS DE INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO Fabricação de produtos alimentícios e bebidas Fabricação de Têxteis e Confecção de artigos do vestuario e acessórios Preparação de couros e fabricação de artefatos de couro Fabricação de produtos minerais não metálicos Outros Total EMPREGOS GERADOS (PRIMEIRO EMPREGO) 98.538 19.977 174.

406 10.910 4.60 2. segundo o modelo de geração de empregos do BNDES.67 -5.084 47.10 -4.447 54.018 -0.04 Variação nos últimos 12 meses 2.91 .76 Até agosto/08 2.94 -3.58 Artigos do Vestuário.14% Pessoal Ocupado na Indústria Pessoal ocupado assalariado (em%) Brasil Indústria de Transformação Têxtil Vestuário Fonte: IBGE Elaboração: Depto de Economia .ABIT Até agosto/07 1. dentre toda a Indústria de Transformação Empregos formais gerados na Cadeia Têxtil e de Confecção Período Set/07 Set/08 Variação setembro 07 x setembro 08 No ano (2007) acumulado até setembro 07 No ano (2008) acumulado até setembro 08 Variação no ano 2007 x ano 2008 Em 12 meses (2007) Em 12 meses (2008) Variação em 12 meses 2007 x 2008 Fonte MTE/CAGED Brasil 10.030 -3.61% 52.70% 47. é o setor que tem o maior potencial.37 -3.75 -5.

ABIT Até agosto/07 5.96 0. IBGE 59 .346 Total: 1.89 Volume de Vendas do Com.84 3.87 Variação nos últimos 12 meses 6.do vestuário Secretaria nacional Produção Física Industrial Produção Física Industrial (em%) Brasil Indústria de Transformação Têxtil Vestuário Fonte: IBGE Elaboração: Depto de Economia . Varejista Indice de volume de vendas no comércio varejista (em%) Brasil Tecidos.770 Fonte BNDES. vestuário e calçados Fonte: IBGE Elaboração: Depto de Economia .27 4.60 Até agosto/08 5.43 Estimativa de empregos gerados na Cadeia Têxtil e de Confecção Total: 467.397.ABIT Até agosto/07 10.03 2.05 5.47 Até agosto/08 10.44 2.21 Variação nos últimos 12 meses 10.

60 Estimativa de empregos gerados na Cadeia Têxtil e de Confecção Energia Variação (%) das tarifas .1995 a 2007 758 452 421 281 445 416 NORTE NORDESTE SUDESTE SUL CENTRO-OESTE BRASIL Fonte: ANEEL .

do vestuário Secretaria nacional AMEAÇAS Problemas nas Importações • • • • • • • Indícios de Dumping Indícios de Subfaturamento Inconsistência de dados de comércio Indícios de Falsa Classificação Fiscal Indícios de Falsa Classificação de Origem Indícios de Faturas Falsificadas Pirataria Inconsistência de Dados de Comércio (Vestuário de Tecido Plano e de Malha) Fonte: Sistema ALICEWEB / GTIS .Global Trade Information Service 61 .

62 Indícios de Subfaturamento Comparativo de Preços das Importações de Vestuário Provenientes da China O Brasil importa 29% mais barato do que a Argentina Fontes: USITC – United States International Trade Commission / MDIC – Sistema ALICEWEB GTIS – Global Trade Information Service/Sistema NOSIS *Dados de 2007 – Não Disponível Indícios de Dumping e Subfaturamento: Comparativo de Preços (produtos selecionados) .Global Trade Information Service ** Produtos entre os 30 principais NCM´s de vestuário importados no período .2006 Fonte: Sistema ALICEWEB / USITC .United States Trade Commission / GTIS .

Exemplos de Resultados Importações Brasileiras de Vestuário Fonte: Sistema Aliceweb .MDIC 63 .do vestuário Secretaria nacional Balança Comercial Brasileira de Produtos Têxteis e Confeccionados Fonte: Aliceweb 2008: Projeção. com base no primeiro trimestre.

C.64 O Sistema Tributário do País é Antagônico com o Desenvolvimento ? • • • • • • Desvantagem competitiva ao setor produtivo nacional: no mercado externo e no mercado doméstico Distorce alocação de recursos e prejudica eficiência Tributa bens de capital e desestimula investimento Excessivamente complexo e dificulta a harmonização (62 tributos diferentes) Estimula a evasão. gera competição desigual e iniqüidade na distribuição da carga tributária Propicia guerras fiscais em torno de produtos e cria conflitos na federação. 2006 . Evolução Histórica da Carga Tributária no Brasil Fonte: PANZARINI.

4% CSSL.6% 54. (BNDES).R.do vestuário Secretaria nacional Carga Tributária do Setor Têxtil (2003) IMPOSTOS SOBRE PRODUÇÃO 32. 2006 9.4% IMPOSTOS DIRETOS (IR. 12.4% Carga Tributária no Mundo Fonte: AFONSO. 2004 65 . CPMF) CONTRIBUIÇÕES SOBRE FOLHA TOTAL Fonte: GV-Consult. IPVA. J. IPTU.

57 1.27 2.Local Currency Total Cost per Hour Local Currency Exchange Rate as of February 6.29 17.64 5.26 7.2007 Australia Direct Wages Local Currency Other Casts paid to Operator .63 2.06 4.63 104 Bangladesh 17.02 12 Fonte: Werner Direct Wages .60 7.69 4 Fonte: Werner .54 2.65 5 China Inland 2.97 71.73 3.12 3.27 19 3.21 37 India 20.52 7.77 0.65 6.Local Currency Other Casts paid to Operator Local Currency Other Casts paid by Company Local Currency Total Cost per Hour Local Currency Exchange Rate as of February 6.60 0.46 44.34 2.66 Custo do Trabalho = América do Sul Average Cost Per Operator Hour .264 2.77 6.62 6.Local Currency Other Casts paid by Company .73 0.36 9.271 2.55 3 Hong Kong 39.77 1.77 0.57 30.10 3.09 0.2007 Argentina Brazil Colombia Peru 4.623 683 975 5.51 0.59 2.85 1.69 1.10 15 4.24 4.32 14 Custo do Trabalho = Ásia e Oceania Average Cost Per Operator Hour .25 0.97 0.38 0.51 6.00 40. 2007 US$1 = Total Cost in US$ Ratio to US Cost (%) 16.92 0.66 3.25 2 China Coastal 3.00 2.24 22.99 1.13 19.25 6.22 0. 2007 US$1 = Total Cost in US$ Ratio to US Cost (%) 6.

67 .do vestuário Secretaria nacional Novos padrões de competitividade Fonte: O Estado de São Paulo. 25 setembro de 2008 OPORTUNIDADES Comércio Mundial de Têxteis e de Confecções Fonte: Werner *Estimativas Embora seja o 7º maior produtor mundial.5% do comércio. o Brasil participa apenas com 0.

68 Mapa das Importações de Vestuário (1) – não inclui México (2) – inclui Oriente Médio . Set 2004 .Países desenvolvidos representam 80% das importações mundiais de vestuário .Asiáticos e Am. Latina tendem a crescer Correlação entre o PIB per capita e o Consumo de Têxteis Fonte: Student of the World.

União Européia. como Índia. Proteção dos interesses do setor em acordos comerciais que possam trazer ameaças por parte dos grandes concorrentes internacionais. Desoneração dos investimentos produtivos. 69 . Paquistão e outros. México e Japão). China. • Desoneração tributária da cadeia • • Reduzir os tributos incidentes sobre a Energia Elétrica.do vestuário Secretaria nacional PROPOSTAS Propostas de Política Industrial para o setor Têxtil e de Confecção Principais Pontos para a Cadeia Têxtil e de Confecção Acordos Internacionais • Assinatura de acordos comerciais para obtenção de maior acesso aos principais mercados importadores do Mundo (EUA.

Palestras de Tendências. Fortalecimento da Imagem (vinda de jornalistas e ações de mídia internacional). Desoneração da Confecção – Simples Geral. Fortalecimento da Confecção • • • Ampliar o Convênio com a ABDI. Estimular a incorporação de inovação. Combate à importação ilegal • • • Aumentar a fiscalização na aduana brasileira sobre produtos têxteis e confecionados. consultoria em Comércio Exterior). Implementar mecanismos de controle das operações com os principais países que têm grande volume de comércio com o Brasil. Promoção comercial (feiras. Oficina de Processos Criativos. por meio das compras governamentais. Aplicar mecanismos de defesa comercial contra as importações desleais que prejudicam o setor no Brasil.70 • Introduzir mecanismo semelhante ao Reintegro. Pleno Desenvolvimento da capacidade exportadora do setor. Programa de Incentivo às Exportações . como ocorre em países vizinhos. Capacitação para exportação (Clínica de Produtos.Texbrasil • • • Apoio às indústrias do setor Têxtil e de Confecções visando o aumento das exportações. encontros de negócios e missões comerciais). • • .

Tarifária: 12% .9.34% das exportações brasileiras Balança Comercial: USD 98.20% UE: 9.5 milhões Prot.do vestuário Secretaria nacional Alternativa para o Brasil: Acordos Bilaterais com os Principais Mercados Importadores do Mundo América do Norte: Importância para o Brasil (2007) Fonte: SECEX/OMC/OTEXA UE: Importância para o Brasil União Européia Atual • • • • • • Importação(extra): USD 110 bilhões Exportação Brasileira: USD 221 milhões Participação: 0.6% (SGP) 71 .

semi-industrializados. incorporando tecnologia de ponta para agilizar seus processos desde a concepção ao descarte. funcionais e inovadores. . possuindo como diferencial competitivo o uso criativo dos valores culturais. com produtos customizados. que despertem a emoção do consumidor e atendam o custo-benefício positivo para os diferentes segmentos de consumo. de recursos naturais e humanos. com interação com outros setores produtivos. Consumidores conscientes & empreendedores conscientes. P&D será essencial para desenvolver produtos e processos nativos. a utilização ética e sustentável da diversidade de materiais. uma indústria puxada pelo consumo e empurrada pela tecnologia Visão da rede de valor do Vestuário para 2023 Ser competitiva globalmente e exportadora de destaque. Integração comunicativa: TIC + novos materiais = consumidor integrado na rede. Novo espectro de funcionalidades. No futuro.72 • • • • • • Tendências Cadeia geradora de empregos qualificados e intensiva em conhecimento científico. Design sustentável assume papel de liderança.

Lucíola Rodrigues Jaime. 1º secretário da CGTB e presidente do Sindvestuário de Guarulhos. 2º vice-presidente da CGTB Bianca Sorrentino 73 . presidente da Fetivest. Antonio Neto. José Avelino (Chinelo). Alvaro Egea. presidente da CGTB.do vestuário Secretaria nacional Imagens Júlia Cruz João Lima. superintendente Regional do Trabalho e Emprego em São Paulo.

74 Bianca Sorrentino Bianca Sorrentino .

assessora de economia da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI) (30/10/08) Indicadores do setor têxtil e de confecções 75 .do vestuário Secretaria nacional Júlia Cruz Apresentação de Karla Cristina Braz.

logo depois. 2. para 18%. incremento da produtividade com o objetivo de enfrentar a concorrência asiática.76 Anos 70 • • INDICADORES SETORIAIS 1) SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÕES HISTÓRICO ciclo de investimentos forte crise redução da atividade econômica (choque do petróleo em 73) Anos 80 • recuperação do setor Anos 90 • • • • • abertura comercial as tarifas de importação de tecidos passaram de 70% para 40% e. . consumo da população de renda mais baixa e a forte concorrência de tecidos artificiais e sintéticos importados da Ásia = substituição da produção de tecidos planos por malhas de algodão (investimentos mais baixos e o produto mais barato). aumento da concorrência externa recessão econômica no início dos anos 90 estabilidade monetária (1994 – Plano Real) Induziram as transformações importantes na cadeia nacional têxtil 1. investimentos em modernização.

do vestuário Secretaria nacional 3. .6. devido ao grande número de pequenas e médias empresas. Setor têxtil tem grande importância na economia brasileira.0 bilhões CARACTERÍSTICAS • • heterogeneidade da estrutura organizacional das empresas.possibilidade de descentralização da produção. por meio do aumento das exportações.65 milhão US$ 1.potencialidade do setor para contribuir para a melhoria da balança comercial nacional. . • • • 6º maior produtor têxtil do mundo auto-suficiência no algodão 3° maior produtor mundial de malha 77 . por ser um forte gerador de empregos. Número de Empresas Número de Empregos Investimentos Valor da produção do setor / 2007 25 mil 1.0 bilhão por ano US$ 34. capacidade de geração de empregos. deslocamento para o Nordeste e demais regiões em função de incentivos fiscais além de reduzir custos de mão de obra. com grande volume de produção e exportações crescentes.

em US$ fob .78 Balança comercial brasileira de produtos têxteis e confeccionados .em toneladas Balança comercial brasileira de produtos têxteis e confeccionados .

março a setembro – há pequeno aumento no nível de emprego com a produção da coleção de inverno.do vestuário Secretaria nacional Fabricação de produtos têxteis .2005 2) A INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO BRASILEIRA CARACTERÍSTICAS • • • • • • Predominam as empresas de micro e pequeno porte Abertura de mercado é fator positivo de desenvolvimento de processo de produção. e pode-se perceber 3 fases distintas: • novembro a março – há queda no nível de emprego em novembro. de modernização em algumas empresas Cerca de 80% do trabalho produtivo envolve a operação de costura Ao mesmo tempo. Nesse período. • 79 . neste segmento. decorrente do fator “moda”. após a entrega da coleção verão. é fortemente influenciado pela sazonalidade. a pulverização produtora do setor apresenta limites à modernização em empresas menores e com pouco capital 1 máquina = 1 posto de trabalho O emprego. o movimento ocorre no comércio.

80 • setembro a novembro – há elevação significativa do nível de emprego em função da produção da coleção verão e para as festas de final de ano.0 milhão 5.6 bilhões de US$ 21 bilhões . PROBLEMAS • • elevada informalidade baixa qualificação técnica e gerencial INDICADORES • • pequenas oscilações nos últimos anos na produção queda na participação relativa das exportações Levantamento da ABRAVEST (Associação Brasileira do Vestuário) mostra que existiam. em 2005: Número de Empresas Número de Empregos Produção do setor / 2005 peças Faturamento em 2005 19 mil 1.

Distribuição regional dos estabelecimentos de confecção de artigos do vestuário e acessórios – em 2005 81 .do vestuário Secretaria nacional Balança comercial brasileira vestuário em milhões us$ fob Os países desenvolvidos são grandes importadores de confeccionados e existe uma preocupação mundial em exportar produtos com maior valor agregado.

82 Distribuição da comercialização da produção – em 2005 POLÍTICA INDUSTRIAL • • • competição externa processo de desestatização desregulamentação SETOR INDUSTRIAL .

do vestuário Secretaria nacional Produção física da indústria. por classe e gênero Taxas reais de crescimento (%) Fonte: IBGE Evolução do emprego formal no setor têxtil e vestuário Fonte: CAGED Elaboração: DIEESE 83 .

PROEX (Portaria MDIC nº 58. • • Desembolsos do BNDES.84 Programas e incentivos fiscais • Financiamento à exportação com a inclusão do vestuário (código NCM 62) no Programa de Financiamento à Exportação . de 10 de abril de 2002. Apoio do BNDES por meio das linhas de apoio financeiro com o objetivo de estimular empreendimentos que criem emprego e renda e que contribuam para a geração de divisas. segundo os gêneros de atividade indústria de transformação . Redução Tarifária na importação de bens de capital para a modernização do parque têxtil.1995/2005 .em R$ milhões Fonte: BNDES Elaboração: DIEESE .

2008 Mercosul (argentina) – restrições aos produtos brasileiros 85 . dando início à implementação do Plano de Desenvolvimento Setorial (PDS) para a indústria têxtil FAT Giro Setorial REVITALIZA Nova Política Industrial POLÍTICA DE COMÉRCIO EXTERIOR Política industrial nos anos de 1990. política econômica contribuíram para: • • • • Falta de competitividade internacional dos produtos brasileiros de uma maneira geral Entrada de produtos chineses Fim do acordo de têxteis e vestuário .do vestuário Secretaria nacional Programas APEX • • TEXBRASIL BRASILIAN FOOTWEAR Programa ABDI .2006 • • • • ABDI e a ABIT assinaram um convênio.

86 Fonte: MDIC .Sistema Alice Elaboração: DIEESE RELAÇÕES DE TRABALHO Anos 90 Elevação do desemprego => Aumentou a precarização do trabalho Terceirização Flexibilização da legislação trabalhista Relações de trabalho de uma maneira geral Setor têxtil • • • inovações tecnológicas foram muito acentuadas células de produção ou minifábricas terceirização = trabalho em domicílio (facção) .

Brasil 2006 Fonte: MTE .2006 Fonte: MTE .do vestuário Secretaria nacional PERFIL DO TRABALHADOR DO VESTUÁRIO Distribuição dos trabalhadores na Confecção de Vestuário e Acessórios.RAIS Distribuição dos trabalhadores na Confecção de Vestuário e Acessórios.RAIS 87 . segundo o grau de instrução . segundo o gênero Brasil .

Brasil 2006 . segundo o tempo de emprego .88 Distribuição dos trabalhadores na Confecção de Vestuário e Acessórios .Brasil 2006 Distribuição dos trabalhadores na Confecção de Vestuário e Acessórios.

00 fiação e tecelagem os pisos da categoria variaram de R$352.00 vestuário os pisos variaram de R$ 380. 89 .00 (SM à época) a R$ 732.00. a R$ 550. NEGOCIAÇÃO COLETIVA E CAMPANHA SALARIAL Pisos Salariais em 2007 • • • artefatos de couro o piso é de R$ 606.do vestuário Secretaria nacional Reajustes Salariais 85% dos acordos analisados para categorias de artefatos de couros e fiação e tecelagem em 2007 apresentaram reajustes acima do INPC-IBGE e 15% conseguiram repor o índice acumulado em 12 meses A categoria vestuário apresentou 100 % dos acordos com reajustes acima do INPC/IBGE acumulado em 12 meses.00.

90 .

presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário de São Paulo (Sindivest) (30/10/08) Situação do setor do vestuário 91 .do vestuário Secretaria nacional Júlia Cruz Apresentação de Ronald Moris Masijah.

92 A VERDADE SOBRE A CHINA A fábrica do mundo .

campo de futebol e pista de atletismo Mais prédios dormitórios 93 .do vestuário Secretaria nacional FÁBRICA SUPERTECNOLÓGICA ESPECÍFICA DE LINGERIE Prédio de dormitório.

94 Fachada de um dos prédios dormitórios .

do vestuário Secretaria nacional Setor de corte 95 .

96 .

do vestuário

Secretaria nacional

Setor de costura

97

98

Testes de qualidade

Máquinas de Ultrasom

do vestuário

Secretaria nacional

Setor de embalagem

99

100 Setor de distribuição .

do vestuário Secretaria nacional Estoque de matéria-prima 101 .

102 FÁBRICA DE ARTIGOS DE VESTUÁRIOS DIVERSOS .

8 %. Se examinarmos o IPC desde 1994.do vestuário Secretaria nacional SITUAÇÃO DO SETOR DO VESTUÁRIOS Balança comercial brasileira Ao contrário de outros setores como indústria automobilística. já empregou 2 milhões de pessoas a 10 anos. O vestuário. commodities etc.3 %. Desinteresse Pode-se notar que o setor têxtil e vestuário está com suas margens de lucro absurdamente represadas. 2º maior empregador e 1º maior empregador de mulheres (83%). Isso acarreta o fechamento de grandes empresas estimulando o aparecimento de milhares de micro e pequenas empresas (75% hoje). contra uma inflação acumulada de 192.1 milhão. 103 . Desemprego Toda esta situação acaba por criar um grande desemprego no setor. Hoje não passa de 1.5 bilhão.. o setor têxtil e vestuário está amargando um déficit na balança comercial que deverá chegar em dezembro/08 a -US$ 1. o índice acumulado do setor é de 16.

104 Atividade Industrial Dez/06 x Dez/07 Fonte: IBGE Emprego Industrial Maio/07 x Maio/08 Fonte: IBGE .

105 .do vestuário Secretaria nacional Emprego x Produção Maio/07 x Maio/08 Fonte: IBGE Dúvida Mestre Vestuário reduziu pessoal empregado e aumentou a produção????? Mágica?????? Conforme IBGE isto se deve principalmente porque estão sendo produzidos produtos com menor valor agregado. além de um pequeno aumento de produtividade devido à este fato.

o aumento de poder aquisitivo se deu na população da faixa D (5%) que passou a consumir como faixa C.106 Comparativo de distribuição da População por faixas 2007 x 2008 Na realidade. SÃO PAULO X BRASIL N0 de empresas do Vestuário por região de um total de 20.100 empresas no país 56% .

do vestuário Secretaria nacional Distribuição % das Indústrias do Vestuário no Brasil Produção Industrial do Vestuário em 2008 Das 6.5 bilhões de peças de vestuário estimadas para 2008 no Brasil.6 bilhões (40%) serão produzidas no Estado de São Paulo 107 . 2.

Fonte: CAGED Comparativo de IPC de 1995 a agosto de 1998 . existem hoje 20.100 indústrias formais no Brasil. Conforme o CAGED. A maioria de 4 a 19 empregados.108 Qual o perfil da Indústria do Vestuário hoje? • • 77% das indústrias de confecção são micro ou pequenas empresas.

Guerra Fiscal entre Estados da União 3. Importação Legal de vestuário a preços sem realidade Brasileira 4.Federal. Importação Ilegal 5. competição com a Menor carga tributária Guerra Fiscal 109 . Sobretaxa na Importação de Matérias Primas sem similar nacional. Estadual e Municipal 2. Alta Taxa Tributária .do vestuário Secretaria nacional Problemas que corroem o setor 1.

110 IMPORTAÇÃO LEGAL Importação Legal e Ilegal + IMPORTAÇÃO ILEGAL = DIMINUIÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO Balança Comercial Brasileira do Vestuário Em Milhões de Dólares .

do vestuário Secretaria nacional Origem das Importações de Vestuário CHINA .8% BANGLADESH .7% ITÁLIA . dados do 2º semestre em relação à mão de obra 111 .3% Aumento progressivo das importações MENOS EMPREGOS IMPORTAÇÕES Conforme CNI.52% EMIRADOS ARÁBES .3.

112 Fonte: CAGED Fatores de Competividade .

a fim de subsidiar as futuras análises que tratarão dos impactos da crise financeira mundial no Brasil.. o emprego em calçados e artigos de couro (-3. aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11. Observa-se.. No outro extremo.Há um grupo que cresce a taxas muito elevadas.no caso. Assim. Análise Iedi. os segmentos tradicionalmente empregadores (os setores de bens salários) estão desempregando. máquinas e equipamentos (10. cabe observar que o emprego industrial. que. meios de transporte (8. Um grupo bem menor de segmentos industriais cresce próximos da média geral da indústria.0%) e coque e refino de petróleo (9.do vestuário Secretaria nacional Emprego Industrial.4%). levando-se em conta sua série histórica. máquinas.5%) vem sofrendo um forte revés.1%). É importante ressaltar aqui as características desse dinamismo . Antes de tudo.7%). Sem meio termo Os dados de emprego industrial referentes a agosto divulgados hoje pelo IBGE estão em um contexto de “pré-crise” e.. vestuário (-5. por exemplo.4%) e madeira (-10. nesse dinamismo. portanto. no confronto agosto de 2008 e agosto de 2007. Sinergia 2009 113 . enquanto outro evolui a elevadas taxas negativas. produtos químicos (10. .5%) vêm apresentando uma expansão significativa do emprego..6%).6%). têxtil (-6. apresentou resultados positivos em agosto. do emprego industrial -. portanto. ainda retratam o dinamismo que o país vivia até então. resultado de convênio de cooperação firmado pela Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP/CIESP) com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI).

114 Sinergia Trabalhadores x Indústrias Indústrias CGTB Vamos salvar as Indústrias do Vestuário de São Paulo Vamos injetar energia Vamos deixar as engrenagens se movimentarem livres Vamos salvar os postos de trabalho Acelera Indústria do Vestuário .

do vestuário Secretaria nacional Arquivo CGTB Secretaria Nacional do Vestuário da CGTB 115 .

: (19) 3234-3592 E-mail: cristiano.com.louco@hotmail.: (11) 4163-4158 E-mail: presidencia@vestuariobarueri.br Arquivo CGTB JOÃO MANOEL DA SILVA STI Confecções de Campinas e Região End.: Rua Cesario Mota.SP CEP: 13020-330 Tel.: Rua Dr.116 Mauricio Motta MARILENE MARIA GUEDES STI Confecções de Roupas de Barueri e Região End.br Arquivo CGTB ELISEU PEREIRA LIMA STI Calçados e Vestuário em Geral de Jundiai e Região End. Boa Vista – Barueri-SP CEP: 06411-090 Tel.org. Almeida. 173 – Botafogo Campinas. 306 – Centro – Jundiaí-SP CEP: 13201-040 Tel.com .: Rua Brasil.: (11) 4523-0086 | 4523-0089 E-mail: vestuariojundiai@terra. 256 – Vl.

com.com.com 117 .: (19) 3936-6929 E-mail: sintconfindaiatuba@yahoo.: (12) 3921-3742 | 3907-1327 | 3021-5044 E-mail: sind.: Rua Koneji Kodama.br aventureiro342@hot-mail.: Rua João Walsh.vest@terra.do vestuário Secretaria nacional Arquivo CGTB SILVETE APARECIDA BRUNIS DA SILVA STI Confecções de Roupas em Geral de Indaiatuba End.: Rua Elza B. D´Avila. 88 – Jd.br Arquivo CGTB JOSÉ LAURINDO PORTELA STI Vestuário de São José dos Campos e Região End.br Valdo Albuquerque ALDO RIBEIRO DE QUEIRÓS STI Calçados de Suzano End. 76 – São Dimas São José dos Campos-SP CEP: 12245-381 Tel.com.: (11) 4746-2071 E-mail: sticalcadossp@ig. 1449 Vila Figueira – Suzano-SP CEP: 08676-010 Tel. Morada do Sol – Indaiatuba-SP CEP: 13340-470 Tel.

Renato de Andrade Maia.SP CEP: 07114-000 Tel. 306 – Centro Jundiaí .SP .CEP: 13201-040 Tel. 1449 Vila Figueira – Suzano-SP CEP: 08676-010 Tel.com.118 Suplentes Arquivo CGTB MÁRCIA REGINA ALVES EGEA STI Confecção e de Vestuário de Guarulhos End.: Rua Dr.: Rua Koneji Kodama.com mafrafeba@ig. Dr.br .br Valdo Albuquerque LEONI MATIAS STI Calçados e Vestuário em Geral de Jundiai e Região End.com.br Claudia Mifano MAFRA FERREIRA BARRETO STI Calçados de Suzano End.: (11) 2468-3238 E-mail: marcia@sindvestuario.: Av. Almeida.org. 190 Cid.: (11) 4523-0086 | 4523-0089 E-mail: vestuariojundiai@terra. Maia – Guarulhos .: (11) 4746-2071 E-mail: mafrafeba@hotmail.