Simples - Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) - Impressão

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Simples - Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP)
110 O que é o Simples ? O Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples) é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido, aplicável às pessoas jurídicas consideradas como microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP), nos termos definidos na Lei no 9.317, de 1996, e alterações posteriores, estabelecido em cumprimento ao que determina o disposto no art. 179 da Constituição Federal de 1988. Constitui-se em uma forma simplificada e unificada de recolhimento de tributos, por meio da aplicação de percentuais favorecidos e progressivos, incidentes sobre uma única base de cálculo, a receita bruta. 111 Quais os atos legais que disciplinam a sistemática do Simples? O Simples foi instituído pela MP nº 1.526, de 1996, posteriormente convertida na Lei nº 9.317, de 1996. Sofreu alterações posteriores, a seguir apresentadas: Lei no 9.528, de 1997, art. 4o; Lei no 9.732, de 1998, art. 3o; Lei no 9.779, de 1999, art. 6o; Lei no 10.034, de 2000, arts.1o e 2o; MP no 1.990-29, última edição com o no 2.189-49, de 2001, art. 14); MP no 1.991-15, art. 40 e art. 47, inciso IV), última edição com o no 2.158-35, de 2001, arts. 40 e 93, IV; MP nº 2.113-30, de 2001, última edição com o no 2.158-35 (art. 57); MP no 2.158-34, de 2001, última edição com o no 2.158-35, de 2001, art.73; Lei nº 10.194, de 2001, art. 1º; Lei nº 10.426, de 2001, art. 7º; Lei no 10.637, de 2002, art. 26; Lei nº 10.684, de 2003, arts. 23 e 24; Lei nº 10.833, de 2003, arts. 19 e 82; 112 O que se considera como microempresa (ME) para efeito do Simples? Considera-se ME, para efeito do Simples, a pessoa jurídica que tenha auferido, no ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$120.000,00 (cento e vinte mil reais). 113 O que se considera como empresa de pequeno porte (EPP) para efeito do Simples? Considera-se EPP, para efeito do Simples, a pessoa jurídica que tenha auferido, no ano-calendário, receita bruta superior a R$120.000,00 (cento e vinte mil reais) e igual ou inferior a R$1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais). NOTA: A Lei no 9.964, de 2000 (art. 10) dispõe que o tratamento tributário simplificado e favorecido das microempresas e das empresas de pequeno porte é o estabelecido pela Lei no 9.317, de 1996, e alterações posteriores, não se aplicando, para esse efeito, as normas constantes da Lei no 9.841, de 1999 (Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte). 114 No caso de período inferior a 12 meses, qual o limite da receita bruta a ser considerado para efeito de enquadramento como ME ou EPP? Início de Atividade: Para a pessoa jurídica que iniciar atividade no próprio ano-calendário da opção, os limites para a ME e para a EPP serão proporcionais ao número de meses em que houver exercido atividade, desconsideradas as frações de meses. Considera-se início de atividade, o momento da primeira operação após a constituição e integralização do capital, que

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traga mutação no patrimônio da pessoa jurídica, sendo irrelevante se a alteração é de ordem qualitativa ou quantitativa. Na hipótese de início de atividade no ano-calendário imediatamente anterior ao da opção, os valores limites para a ME, R$10.000,00 (dez mil reais), e para a EPP, R$100.000,00 (cem mil reais), serão multiplicados pelo número de meses de funcionamento naquele período, também desconsiderando-se as frações de meses. Encerramento de Atividade: No caso de encerramento de atividade no decorrer do ano-calendário, o limite para enquadramento, como ME ou EPP, será proporcional ao número de meses em que a pessoa jurídica houver exercido a atividade, desconsideradas as frações de meses. NOTA: Se o valor acumulado da receita bruta no ano-calendário de início de atividade for superior a R$100.000,00 (cem mil reais) multiplicado pelo número de meses de funcionamento, a pessoa jurídica estará obrigada ao pagamento da totalidade ou diferença dos impostos e contribuições devidos de conformidade com as normas gerais de incidência, desde o primeiro mês de início de atividade. Caso o pagamento ocorra antes do início de procedimento de ofício, incidirão apenas juros de mora, determinados segundo as normas previstas para o imposto de renda. Exemplo 1: Uma empresa entrou em atividade no dia 5 de setembro do ano-calendário. Considera-se o período de 3 (três) meses completos (outubro, novembro e dezembro), sendo, nesse caso, o limite para enquadramento como ME o de R$30.000,00 (trinta mil reais) e como EPP o de R$300.000,00 (trezentos mil reais). Exemplo 2: Uma empresa entrou em atividade no dia 5 de dezembro do ano-calendário. Considera-se o período de um mês completo (dezembro), sendo, nesse caso, o limite para enquadramento como ME o de R$10.000,00 (dez mil reais) e como EPP o de R$100.000,00 (cem mil reais). 115 Quais os benefícios concedidos à pessoa jurídica que optar por se inscrever no Simples? A pessoa jurídica que optar por se inscrever no Simples terá os seguintes benefícios: a. tributação com alíquotas mais favorecidas e progressivas, de acordo com a receita bruta auferida; b. recolhimento unificado e centralizado de impostos e contribuições federais, com a utilização de um único DARF (DARF-Simples), podendo, inclusive, incluir impostos estaduais e municipais, quando existirem convênios firmados com essa finalidade; c. cálculo simplificado do valor a ser recolhido, apurado com base na aplicação de alíquotas unificadas e progressivas, fixadas em lei, incidentes sobre uma única base, a receita bruta mensal; d. dispensa da obrigatoriedade de escrituração comercial para fins fiscais, desde que mantenha em boa ordem e guarda, enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações, os Livros Caixa e Registro de Inventário, e todos os documentos que serviram de base para a escrituração; e. para opções pelo Simples exercidas até 31/03/1997, parcelamento dos débitos existentes, de responsabilidade da ME ou da EPP e de seu titular ou sócio, para com a Fazenda Nacional e Seguridade Social, contraídos anteriormente ao ingresso no Simples, relativos a fatos geradores ocorridos até 31/10/1996, em até 72 prestações mensais; f. dispensa a pessoa jurídica do pagamento das contribuições instituídas pela União, destinadas ao Sesc, ao Sesi, ao Senai, ao Senac, ao Sebrae, e seus congêneres, bem assim as relativas ao salário-educação e à Contribuição Sindical Patronal (IN SRF no 355, de 2003, art.5o, § 7o); g. dispensa a pessoa jurídica da sujeição à retenção na fonte de tributos e contribuições, por parte dos órgãos da administração federal direta, das autarquias e das fundações federais (Lei no 9.430, de 1996, art. 60; e IN SRF no 306, de 2003, art. 25, XI); h. isenção dos rendimentos distribuídos aos sócios e ao titular, na fonte e na declaração de ajuste do beneficiário, exceto os que corresponderem a pró-labore, aluguéis e serviços prestados, limitado ao saldo do livro caixa, desde que não ultrapasse a Receita Bruta. 116 O Simples abrange o recolhimento unificado de quais tributos e contribuições? A inscrição no Simples implica pagamento mensal unificado dos seguintes impostos e contribuições (Lei no 9.317, de 1996, art. 3o, § 1o; e IN SRF nº 355, de 2003, art. 5o, § 1o): a. Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); b. Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/Pasep; c. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); d. Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins); e. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); f. Contribuições para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que tratam o art. 22 da Lei no 8.212, de 1991 e o art. 25 da Lei no 8.870, de 1994.

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117 Caberá a incidência de outros tributos além dos mencionados na pergunta 116, sendo a pessoa jurídica optante pelo Simples? O pagamento do Simples não exclui a incidência dos seguintes impostos ou contribuições, devidos na qualidade de contribuinte ou responsável, em relação aos quais será observada a legislação aplicável às demais pessoas jurídicas > > (IN SRF no 355, de 2003, art. 5o, § 2o): 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF); Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros (II); Imposto sobre Exportação, para o Exterior, de Produtos Nacionais ou Nacionalizados (IE); Imposto de Renda, relativo aos pagamentos ou créditos efetuados pela pessoa jurídica e aos rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda fixa ou variável, bem assim relativo aos ganhos de capital obtidos na alienação de ativos; Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR); Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF); Contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); Contribuição para a Seguridade Social, relativa ao empregado >.

118 O que se deve entender por receita bruta para fins de enquadramento e tributação no Simples, e quais as exclusões permitidas? Considera-se receita bruta o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia, não incluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionalmente concedidos. Ressalvadas essas exclusões, é vedado, para fins da determinação da receita bruta apurada mensalmente, proceder-se a qualquer outra exclusão, em virtude da alíquota incidente ou de tratamento tributário diferenciado, tais como, substituição tributária, diferimento, crédito presumido, redução de base de cálculo e isenção (Lei no 9.317, de 1996, art. 2o, §§ 2o e 4o; e IN SRF no 355, de 2003, art. 4o, § 1o, e art. 19). Não se incluem no conceito de receita bruta, com vistas à tributação pelo Simples, os ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda fixa ou variável, nem os resultados não-operacionais relativos aos ganhos de capital obtidos na alienação de ativos. Será definitiva a incidência do imposto de renda na fonte relativa aos rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda fixa ou variável e aos ganhos de capital (IN SRF no 355, de 2003, art.5o, § 3o). 119 A receita bruta proveniente da venda de produtos não-tributáveis, isentos ou cuja alíquota foi reduzida a zero, sujeitar-se-á à incidência do percentual adicional de 0,5% (meio por cento) relativo ao IPI? A pessoa jurídica que vende apenas produtos não-tributáveis (NT) ficará dispensada do acréscimo de 0,5% (meio por cento), pelo fato de não ser contribuinte do IPI. Portanto, a totalidade da receita bruta auferida estará fora do campo de incidência do imposto. De outra parte, em relação aos produtos isentos e com alíquota reduzida a zero, caberá o acréscimo de 0,5% (meio por cento), por se tratar de contribuinte do IPI. Assim, se além de produtos NT a pessoa jurídica também produzir produtos isentos ou com alíquota reduzida a zero ou positiva, estará sujeita ao acréscimo de 0,5% (meio por cento) sobre todo o faturamento, caso faça opção pelo Simples. NOTA: Contribuinte que exerça a atividade de industrialização, por conta própria ou por encomenda, de bebidas, cigarros e demais produtos classificados nos Capítulos 22 e 24 da Tabela de Incidência do IPI (TIPI), sujeitos ao regime de tributação de que trata a Lei no 7.798, de 1989, não podem optar pelo Simples desde 01/01/2001, mantidas as opções exercidas até 31 de dezembro de 2000 (alteração da Lei no 9.317, de 1996, art.9o, XIX pela MP no 1.990-29, de 2000, art.14, atual MP no 2.189-35, de 2001, art.14, e IN SRF no 355, de 2003, arts. 20, XVIII e 24, VI). 120 Compõem a base de calculo do Simples as receitas oriundas de doações, bonificações de mercadorias, amostra grátis, brindes, e demais receitas mesmo que não vinculadas à atividade da pessoa jurídica? Não são tributadas no Simples por falta de previsão legal. 121 Compõe a base de calculo do Simples as receitas de venda de livros, jornais e periódicos? Sim, pois a imunidade de que trata a Constituição Federal é uma imunidade objetiva, protegendo somente as mercadorias dos impostos que potencialmente as gravariam. Assim sendo, a pessoa jurídica que aufere renda na venda de livros,

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em registro individual. considerado o ágio ou deságio. e periódicos não possui imunidade. até o seu limite. nas vendas a prazo. Uma livraria optante pelo Simples. NOTAS: Código de Receita de Ganho de Capital: 6297 Valor contábil é o valor de aquisição diminuído da depreciação. poderá ser considerado o regime de competência ou de caixa. a entrega do bem ou do direito ou a conclusão dos serviços. 123 Quando a Receita Bruta será tributada pelo Simples no caso de venda para entrega futura estipulada em contrato? No Simples. de 2001. emissão de nota fiscal quando da entrega do bem ou direito ou da conclusão do serviço. obrigatoriamente. de 1998. pagará IPI normalmente. 126 Qual tratamento tributário. na qual. c. e IN SRF no 355. os ganhos líquidos e os ganhos de capital auferidos pela pessoa jurídica inscrita no Simples? Os ganhos e rendimentos auferidos em qualquer das citadas modalidades são tributados consoante as regras a seguir: a. Entretanto.5% (meio por cento) previsto nas normas do Simples incide sobre a receita bruta. 18). art. o que primeiro ocorrer. para fins de determinação da receita bruta. terá. por exemplo. o que não http://www. no caso de renda fixa os rendimentos são tributados exclusivamente na fonte à alíquota de 20% (vinte por cento). houver algum desconto no valor da prestação.gov. sendo recolhidos pela própria pessoa jurídica. do adquirente do bem ou direito ou do contratante dos serviços serão considerados como recebimento do preço ou de parte deste. Não haverá. a cobrança de ICMS sobre a venda dos livros. de 2003.receita. deverá lançar o valor integral (valor da prestação sem levar em conta o desconto concedido) como receita. conseqüentemente. de mora ou de ofício. por conta de venda de bens ou direitos ou da prestação de serviços. até o último dia útil do mês subseqüente ao da percepção dos ganhos. relativamente ao IPI vinculado à importação. serão tributados à alíquota de 15% (quinze por cento). Nas vendas a prazo. de 2003. serão computados como receita do mês em que se der o faturamento. 122 No caso de recebimento de prestações em atraso. os ganhos de capital auferidos em alienações de bens do ativo permanente da pessoa jurídica e de ouro não considerado ativo financeiro. pois só há previsão legal para excepcionar os descontos incondicionais. Caso a pessoa jurídica mantenha escrituração contábil. 124 A Pessoa Jurídica tributada até o ano-calendário anterior pelo Lucro Real e que opta pelo Simples deverá considerar realizados integralmente os valores controlados na parte B do Lalur. expressos em reais. conforme o caso.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .Simples .Impressão Page 4 of 30 jornais. a receita da venda de livros.fazenda. deve ser dispensado a empresas importadoras enquadradas no Simples? O importador. inclusive o Lucro Inflacionário acumulado. por ocasião do desembaraço aduaneiro. O cômputo da receita em período de apuração posterior ao do recebimento sujeitará a pessoa jurídica ao pagamento do imposto e das contribuições com o acréscimo de juros de mora e de multa. será indicada a nota fiscal a que corresponder o recebimento. resultantes da diferença positiva obtida entre o valor da alienação e o valor contábil. nos termos da IN SRF no 25. art. entretanto. 125 Como serão tributados os rendimentos. calculado na forma da legislação vigente. na forma da legislação comercial. amortização ou exaustão acumulada e. Recebimentos a qualquer título. no caso de investimentos. nas hipóteses de operações de renda variável os ganhos líquidos são apurados e pagos pela própria Pessoa Jurídica optante pelo Simples à alíquota de 20% (vinte por cento). em cada lançamento. em conformidade com a legislação específica. no livro Caixa. que computar na base de cálculo do Simples.asp 5/11/2011 . A adoção do regime de caixa implicará as seguintes obrigações: a. 4o.br/prepararImpressao/ImprimePagina. ou poderá manter diferimento da tributação dessas importâncias? A opção pela forma de pagamento dos tributos pela modalidade do Simples ocasionará o pagamento em até 30 (trinta) dias do início dos efeitos da opção. da nota fiscal a que corresponder cada recebimento. § 2o). b. mantido o critério para todo o ano-calendário (IN SRF no 104. deverá controlar os recebimentos de suas receitas em conta específica. Os valores recebidos adiantadamente. apenas o custo do financiamento contido no valor dos bens ou serviços integra a receita bruta. de todos os valores diferidos (IN SRF no 355. a multa e os juros de mora compõem a receita bruta do Simples? Não. se houver o recebimento de prestações antes de seu vencimento e. 2o. art. b. indicação. O percentual de 0.

Nesse caso. e alcançará. Tal restrição não impede.00 Alíquotas 3% http://www. Tabela S1: Percentuais aplicáveis às ME (regra geral) Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 60.br/prepararImpressao/ImprimePagina. obrigando-a ao pagamento dos citados tributos de acordo com o Simples. A ME ou a EPP não poderá pagar o ICMS na forma do Simples. Também não haverá redução do percentual a ser aplicado sobre a receita bruta mensal. a ser recolhido pela ME. Para fins de determinação da receita bruta apurada mensalmente. a faixa de receita bruta acumulada em que se encontra a ME.gov. Portanto. dispõe que o IPI não incidirá sobre produtos industrializados destinados ao exterior. Já o valor devido mensalmente. em virtude da alíquota favorecida e do tratamento tributário diferenciado utilizado pelos integrantes do Simples. a empresa que atue exclusivamente na exportação de produtos industrializados para o exterior estará fora do campo de incidência do IPI. A Constituição Federal. art. será o resultante da aplicação sobre a receita bruta mensal auferida da alíquota correspondente. pois o IPI vinculado à importação incide na entrada do produto. § 3o. de 2003. a pessoa jurídica deverá verificar o total da receita bruta acumulada. a exclusão do ICMS ou do ISS da sistemática do Simples somente produzirá efeito a partir de 1o de janeiro do ano-calendário subseqüente. mesmo no caso de substituição tributária e naqueles casos de tributação concentrada. até o próprio mês em que está fazendo a apuração. a pessoa jurídica inscrita no Simples deverá incluir o ICMS e o ISS no cálculo do valor devido? Não. obedecidas as ressalvas apresentadas. atividades de transporte interestadual ou intermunicipal. ainda que a unidade federada onde esteja estabelecida tenha aderido ao convênio.5% (meio por cento) de IPI? Não. 153. inciso III.Simples .Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . ou a ambos. Page 5 of 30 127 Empresa exclusivamente exportadora também estará sujeita ao acréscimo de 0. Nesse caso. primeiramente. 6o). se for devido. automática e imediatamente. são as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. a receita bruta auferida naquele mês (IN SRF no 355. para as pessoas jurídicas optantes pelo Simples.fazenda. dentro do ano-calendário. com o auxílio da Tabela S1 abaixo. Nesse caso. que a pessoa jurídica faça opção pelo Simples em relação aos impostos e contribuições da União. O mesmo entendimento aplica-se ao contribuinte que possua estabelecimento em mais de um município. entretanto. o convênio firmado entrará em vigor a partir do terceiro mês subseqüente ao da publicação de seu extrato no Diário Oficial da União. Trata-se de imunidade específica e objetiva. é vedado proceder-se. estará impedido de pagar o ISS pelo Simples. venha a ele aderir mediante convênio. 129 Sempre que existir convênio firmado com a unidade federada ou com o município. NOTA: Em caso de denúncia do convênio. em seu art. art. 6o). quando. tendo por base.receita. como se calcula o Darf-Simples? E se a pessoa jurídica também for contribuinte do IPI? Para determinação do percentual a ser utilizado.Impressão é o caso da importação. inclusive. ainda que o município venha a firmar convênio com a União. 131 No caso das ME. em que esteja estabelecida a pessoa jurídica. então. ainda que parcialmente. a qualquer outra exclusão. 130 Como deverá proceder o contribuinte que explore atividade cuja contribuição para a Cofins e para o PIS seja de responsabilidade do seu substituto tributário? As únicas exclusões da receita bruta permitidas.5% (meio por cento) à alíquota do Simples.asp 5/11/2011 . NOTA: A sistemática do Simples não exclui o imposto de exportação. quando possuir estabelecimento em mais de um estado ou exercer. também ao ICMS (IN SRF no 355. sendo incabível o acréscimo de 0. poderá exercer a opção relativamente aos impostos e contribuições federais e. 128 Em quais hipóteses o Simples poderá incluir o ICMS e o ISS? O Simples poderá incluir o ICMS e o ISS. relativamente ao ICMS ou ao ISS. a pessoa jurídica optante ali estabelecida. desde que a unidade federada ou o município.000. é necessário identificar. de 2003.

01 a 120.000.5%. obteve até agosto de 2003.000. os percentuais referidos nas Tabelas S1 e S2.00. receita bruta acumulada de R$60.00.000.00. em relação à ME contribuinte do ICMS e do ISS: de até 0.01a 90. a tributação no mês de setembro deverá ser feita da seguinte maneira: Receita bruta acumulada de janeiro a setembro = R$80. 82). 132 Todas as ME se sujeitam às mesmas alíquotas ou há alíquotas diferenciadas? Em se tratando de estabelecimentos de ensino fundamental.000.5%.5%: Tabela S2: Percentuais aplicáveis às ME.000. 7º. de 2003. de centros de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga. b. a empresa auferiu receita de R$20. não contribuinte do IPI.Simples .00 No caso de ME contribuinte do IPI.5% Exemplo 2: Empresa industrial.receita. observado o disposto no respectivo convênio (IN SRF nº 355. Tabela S3: Percentuais diferenciados aplicáveis às ME http://www. ficam acrescidos de 50% (cinqüenta por cento) (Lei nº 10. em relação à ME contribuinte exclusivamente do ICMS: de até 1%.000. Caso o município em que esteja estabelecida a ME tenha aderido ao Simples. § 4º): a. a título de pagamento de ICMS.01a 90. art.00 De 90.br/prepararImpressao/ImprimePagina. a alíquota correspondente é a de 4.000. 7º. observado o disposto no respectivo convênio (IN SRF nº 355.asp 5/11/2011 .684.000.000.5% 4.00 Alíquotas 3.00 4% 5% Exemplo 1: Empresa comercial.gov. Nesse caso.5%) = R$900.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . de 2003. sem haver convênio celebrado com estado ou município. a título de pagamento de ISS. optante pelo Simples na condição de ME. e Lei nº 10. os percentuais referidos nas Tabelas S1 e S2 serão acrescidos.000. art.00 De 90.fazenda. § 3º): a.00. obteve até agosto de 2003. contribuinte do IPI. em relação à ME contribuinte exclusivamente do ISS: de até 1%. de agências lotéricas e de pessoas jurídicas que aufiram receita bruta decorrente da prestação de serviços em montante igual ou superior a 30% (trinta por cento) da receita bruta total acumulada.00 De 60. de 2003.000. os percentuais referidos nas Tabelas S1 e S2 serão acrescidos. No mês seguinte.5% 5.000. art. art.000. quando contribuintes do IPI Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 60. sem haver convênio celebrado com estado ou município. a tributação no mês de setembro deverá ser feita da seguinte maneira: Receita bruta acumulada de janeiro a setembro = R$80. os percentuais referidos na Tabela S1 serão acrescidos de 0.000 x 4. de 2003.000. a empresa auferiu receita de R$20. optante pelo Simples na condição de ME.Impressão Page 6 of 30 De 60.5% DARF-Simples = (20. No mês seguinte.00 NOTAS: Caso haja convênio com a unidade federada em que esteja estabelecida a ME optante pelo Simples. em relação à ME contribuinte do ISS e do ICMS: de até 0. constantes da pergunta 131.00 Logo.000 x 4%) = R$800.01 a 120.00 Logo.833.000. b. a alíquota correspondente é a de 4% DARF-Simples = (20. receita bruta acumulada de R$60. Nesse caso. 24.

§ 4º): a.000. No mês seguinte.00 Logo.00. Nesse caso.fazenda.000.75% 8. Nesse caso. contribuinte do IPI.000 x 6.000. até o próprio mês em que está fazendo a apuração. Nesse caso. § 3º): a.00.75%. a ser recolhido pela EPP.000.01 a 120.00 De 90.000.00.000. a empresa auferiu receita de R$20.Simples . com o auxílio da Tabela S5 abaixo. sem haver convênio celebrado com estado ou município. a título de pagamento de ICMS. observado o disposto no respectivo convênio (IN SRF nº 355. a tributação no mês de agosto deverá ser feita da seguinte maneira: Receita bruta acumulada de janeiro a agosto = R$70. 133 No caso das EPP. obteve até julho de 2003. os percentuais referidos nas Tabelas S3 e S4 serão acrescidos. a alíquota correspondente é a de 6. como se calcula o Darf-Simples? E se a pessoa jurídica também for contribuinte do IPI? Para determinação do percentual a ser utilizado.receita. os percentuais referidos na Tabela S3 serão acrescidos de 0.gov.5%.00 Alíquotas 4.01a 90.350. art.75%: Tabela S4: Percentuais diferenciados aplicáveis às ME.00 No caso de ME contribuinte do IPI.00 De 90.25% Exemplo 2: Estabelecimento de ensino fundamental. Já o valor devido mensalmente.01a 90. em relação à ME contribuinte do ISS e do ICMS: de até 0.000.5% Exemplo 1: Estabelecimento de ensino fundamental. os percentuais referidos nas Tabelas S3 e S4 serão acrescidos. 8º.00 De 60.000 x 6%) = R$1.75% Darf-Simples = (20. optante pelo Simples na condição de ME.br/prepararImpressao/ImprimePagina.000. em relação à ME contribuinte do ICMS e do ISS: de até 0. em relação à ME contribuinte exclusivamente do ICMS: de até 1. a alíquota correspondente é a de 6% Darf-Simples = (20. será o resultante da aplicação sobre a receita bruta mensal http://www.01 a 120.000. dentro do ano-calendário.00 Alíquotas 5. No mês seguinte.5% 6% 7.75%) = R$1. sem haver convênio celebrado com estado ou município.75%. b. a empresa auferiu receita de R$20.00 NOTAS: Caso haja convênio com a unidade federada em que esteja estabelecida a ME optante pelo Simples.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .00 De 60. a tributação no mês de agosto deverá ser feita da seguinte maneira: Receita bruta acumulada de janeiro a agosto = R$70.Impressão Page 7 of 30 Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 60.000.000. em relação à ME contribuinte exclusivamente do ISS: de até 1.5%. quando contribuintes do IPI Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 60. é necessário identificar.000. receita bruta acumulada de R$50. 8º. observado o disposto no respectivo convênio (IN SRF nº 355. a título de pagamento de ISS. primeiramente.000.00. optante pelo Simples na condição de ME. não contribuinte do IPI. a faixa de receita bruta acumulada em que se encontra a EPP.25% 6. b.000. de 2003. receita bruta acumulada de R$50. obteve até julho de 2003.000.000. de 2003. Caso o município em que esteja estabelecida a ME tenha aderido ao Simples. art. a pessoa jurídica deverá verificar o total da receita bruta acumulada.asp 5/11/2011 .200.00 Logo.

000.000 x 7.000.00 De 720.000.00 De 840.000.br/prepararImpressao/ImprimePagina.01 a 960.5%: Tabela S6: Percentuais aplicáveis às EPP.200.4% 7.3% 6.000.00 De 360.000.8% 8.000.000.000.00.01 a 1.00 De 1.000. obteve até julho de 2003.2% 8.00 De 960. receita bruta acumulada de R$700.000.000.000. obteve até julho de 2003.6% 7% 7.00 Alíquotas 5.01 a 480.3% 8.00 De 240.00 De 480.00 No caso de EPP contribuinte do IPI.00 Acima de 1.8% 6.01 a 840.7% 9.00.9% 6. não contribuinte do IPI. Nesse caso.5% 7.01 a 360.4%) = R$7.000.asp 5/11/2011 .00 Logo.000.000.00.9% 8.01 a 720.00 De 240. sem haver convênio celebrado com estado ou município.000.000.080.00 De 480.00 Acima de 1. contribuinte do IPI.000.400.00 De 720.000.4% Darf-Simples = (100. No mês seguinte. sem haver convênio celebrado com estado ou município.000. Tabela S5: Percentuais aplicáveis às EPP (regra geral) Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 240. a tributação no mês de agosto deverá ser feita da seguinte maneira: http://www.6% 10.000.gov.00 Alíquotas 5.000. No mês seguinte.000.00.receita.01 a 600.000.32% Page 8 of 30 Exemplo 1: Empresa comercial.01 a 1. receita bruta acumulada de R$700.000.000.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . a alíquota correspondente é a de 7.01 a 600.fazenda. a empresa auferiu receita de R$100.000.080.01 a 1.92% Exemplo 2: Empresa industrial.Impressão auferida da alíquota correspondente. a tributação no mês de agosto deverá ser feita da seguinte maneira: Receita bruta acumulada de janeiro a agosto = R$800. Nesse caso.000.000.000.Simples .000.000.000.000.00 De 600.200.01 a 360.2% 6. optante pelo Simples na condição de EPP.7% 7.080.00 De 960. a empresa auferiu receita de R$100.01 a 1.1% 10.000.01 a 960.200.01 a 840.01 a 480.00 De 600.080.4% 5.01 a 720.00 De 840.000.000.200.000.000. os percentuais referidos na Tabela S5 serão acrescidos de 0.00 De 1. quando contribuintes do IPI Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 240.000.1% 7. optante pelo Simples na condição de EPP.00 De 360.

os percentuais referidos nas Tabelas S5 e S6.5%.00 No caso de EPP contribuinte do IPI. § 4º): a. e Lei nº 10. art. Tabela S7: Percentuais diferenciados aplicáveis às EPP Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 240.00 De 360.000.9%) = R$9. os percentuais referidos na Tabela S7 serão acrescidos de 0. a título de pagamento de ISS. observado o disposto no respectivo convênio (IN SRF nº 355.900. b.1% 8.000.receita. b. em relação à EPP contribuinte exclusivamente do ICMS: de até 2.833.000.900.000. de 2003. art.01 a 1. de 2003.000. de 2003. a título de pagamento de ICMS.200.75%: http://www. receita bruta acumulada de R$400. em relação à EPP contribuinte do ISS e do ICMS: de até 0.00 De 600.00 Logo. 24.080.01 a 840.1% 11. de agências lotéricas e de pessoas jurídicas que aufiram receita bruta decorrente da prestação de serviços em montante igual ou superior a 30% (trinta por cento) da receita bruta total acumulada.000.000. 82).00. optante pelo Simples na condição de EPP.000.9% 10.00 Acima de 1.000.gov.9%) = R$7. de 2003.01 a 600. 10. constantes da pergunta 133.br/prepararImpressao/ImprimePagina.9% 15.000. No mês seguinte. os percentuais referidos nas Tabelas S5 e S6 serão acrescidos. 10º.00 De 840.200. não contribuinte do IPI. Caso o município em que esteja estabelecida a EPP tenha aderido ao Simples.01 a 720.000.5% 11.00 NOTAS: Page 9 of 30 Caso haja convênio com a unidade federada em que esteja estabelecida a EPP optante pelo Simples.00 Alíquotas 8.00.000. art. em relação à EPP contribuinte do ICMS e do ISS: de até 2%.000.00 De 480. Nesse caso.080.000 x 7. § 3º): a.5%. a alíquota correspondente é a de 9.9% Darf-Simples = (100. ficam acrescidos de 50% (cinqüenta por cento) (Lei nº 10.000.fazenda.7% 9.01 a 360.3% 12.684. 134 Todas as EPP se sujeitam às mesmas alíquotas ou há alíquotas diferenciadas? Em se tratando de estabelecimentos de ensino fundamental. a tributação no mês de agosto deverá ser feita da seguinte maneira: Receita bruta acumulada de janeiro a agosto = R$500.00 De 720.000.Impressão Receita bruta acumulada de janeiro a agosto = R$800.000 x 9.5%.7% 12.48% Exemplo 1: Estabelecimento de ensino fundamental. de centros de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga.00 De 960.000.00 De 1.000.9% Darf-Simples = (100. obteve até julho de 2003.01 a 960.000. em relação à EPP contribuinte exclusivamente do ISS: de até 2.00 De 240.asp 5/11/2011 .000. os percentuais referidos nas Tabelas S5 e S6 serão acrescidos.Simples .01 a 1.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .3% 9.000.00 Logo. a empresa auferiu receita de R$100. observado o disposto no respectivo convênio (IN SRF nº 355. art. sem haver convênio celebrado com estado ou município. a alíquota correspondente é a de 7.01 a 480.000.000.

01 a 1.000.75%. com o advento da Lei nº 10.080. a empresa auferiu receita de R$100. em relação à EPP contribuinte exclusivamente do ICMS: de até 3.000.01 a 360.00 Alíquotas 8.000.00 De 720.000.01 a 960.01 a 480.00 NOTAS: Caso haja convênio com a Unidade Federada em que esteja estabelecida a EPP optante pelo Simples.080.asp 5/11/2011 .000.01 a 720. a alíquota correspondente é a de 10. em relação à EPP contribuinte exclusivamente do ISS: de até 3. os percentuais referidos nas Tabelas S7 e S8 serão acrescidos.25% 11. as empresas já existentes. Após 31/05/2003.000. de 2003. em relação à EPP contribuinte do ICMS e do ISS: de até 3%.65%) = R$10.000. optante pelo Simples na condição de EPP. em relação à EPP contribuinte do ISS e do ICMS: de até 0. receita bruta acumulada de R$400.684. b. passaram a poder.000.receita.65% 11.65% 16.000.000 x 10. a título de pagamento de ICMS. os percentuais referidos nas Tabelas S7 e S8 serão acrescidos. de 2003. contribuinte do IPI.000. 39).000. observado o disposto no respectivo convênio (IN SRF nº 355.000. a partir de 1º de janeiro de 2004. 135 A partir de quando devem ser aplicados os percentuais diferenciados referidos nas perguntas 132 e 134? Pessoas jurídicas que aufiram receita bruta decorrente da prestação de serviços em montante igual ou superior a 30% (trinta por cento) da receita bruta total acumulada: A partir de 1º/01/2004 (IN SRF nº 355.75%.38% Page 10 of 30 Exemplo 2: Estabelecimento de ensino fundamental. art.br/prepararImpressao/ImprimePagina.000. 12.000.05% 10.200.650.01 a 840. art.00 De 600.fazenda.85% 12.45% 10. art. 12.000.00.65% Darf-Simples = (100.00 De 960.00 Acima de 1.Impressão Tabela S8: Percentuais diferenciados aplicáveis às EPP. obteve até julho de 2003.75%. Caso o município em que esteja estabelecida a EPP tenha aderido ao Simples. Nota: Essas pessoas jurídicas não podiam optar pelo Simples.00 De 360.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .05% 13. de 2003.000.00.00 De 240. No mês seguinte. sem haver convênio celebrado com estado ou município. de 2003.00 De 1.85% 9.000. b. Nesse caso. Centros de formação de condutores e agências lotéricas: Regra geral.000.000. a título de pagamento de ISS.00 De 840. observado o disposto no respectivo convênio (IN SRF nº 355.000.00 Logo.01 a 600.200. § 4º): a.45% 13.01 a 1.000. Como a sistemática de opção pelo Simples não foi modificada.Simples .gov.00 De 480. http://www. a tributação no mês de agosto deverá ser feita da seguinte maneira: Receita bruta acumulada de janeiro a agosto = R$500. quando contribuintes do IPI Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 240. § 3º): a.

br/prepararImpressao/ImprimePagina. primeiramente. de 2003. a tributação no mês de janeiro deverá ser feita da seguinte maneira: RBAsv = R$5. Dividindo-se RBAsv por RBAtot encontraremos um número. Estabelecimentos de ensino fundamental: Mesmo antes da publicação da Lei nº 10. Essa lei determinava que essas empresas estariam sujeitas aos percentuais majorados em 50%. Nesse caso.00 RBAnsv = R$3. Uma vez aplicados os percentuais majorados.Simples . o valor devido mensalmente será determinado mediante a aplicação. e não há convênio celebrado com estado ou município. multiplicando este por 100 obteremos o percentual equivalente à prestação de serviços.fazenda. No caso de em determinado mês a empresa se sujeitar aos percentuais majorados. já estavam sujeitos aos percentuais diferenciados. Para quem iniciou atividades durante o ano de 2003. poderá recolher. Com o advento da Lei nº 10. separadamente. sobre a receita bruta mensal auferida.684.00. é não contribuinte do IPI. é necessário. mesmo no caso da redução da relação percentual ? Não necessariamente.000. o Darf-Simples sem se utilizar dos percentuais diferenciados. totalizando uma receita bruta no valor de R$8. Creches e pré-escolas: Não se sujeitam mais aos percentuais majorados a partir de maio de 2003 (ver questão 153). RBAnsv = valor da receita bruta acumulada não decorrente da prestação de serviços. Apenas no caso de PERsv ser maior ou igual a 30% (trinta por cento) é que devem ser aplicados os percentuais majorados.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .000)x100 = 62.00 RBAtot = RBAsv + RBAnsv = R$8. RBAtot = receita bruta acumulada total (soma algébrica de RBAsv e RBAnsv). os seguintes valores: RBAsv = receita bruta acumulada de serviços. e após a publicação da Lei nº 10. estão sujeitas.000. ficou sujeita aos percentuais majorados em 50% desde o início de atividades até o mês de novembro de 2003. Essa empresa obteve em janeiro de 2004 receita bruta da venda de produtos no valor de R$3. passaram a poder optar pelo Simples já em 2003. Exemplo 1: Considere um salão de beleza que também efetua a venda de produtos. que chamaremos de PERsv.684. 136 As empresas com receita bruta acumulada da prestação de serviços maior ou igual a 30% (trinta por cento) da receita bruta acumulada total estão sujeitas a percentuais diferenciados. de 2003.00.00 PERsv = (RBAsv/RBAtot) x 100 = (5. de 2003.000. No caso de início de atividades. já em 2003. dos percentuais constantes das perguntas 132 e 134. neste último caso. já podem ser Simples no próprio ano de 2003.000. Franqueadas dos Correios: Só passaram a poder optar pelo Simples com a publicação da Lei nº 10. mas.000/8.5% http://www. de 2003. No mesmo mês a sua receita bruta de serviços foi de R$5.receita. após 31/05/2003. as franqueadas dos correios deixaram de estar sujeitas aos percentuais majorados em 50%.asp 5/11/2011 . identificar.000.684. isso terá de ser feito até o final do ano. mas em mês posterior isso não acontecer. aos percentuais majorados em 50%.Impressão Page 11 of 30 anteriormente impedidas. O referido salão é optante pelo Simples na condição de ME.00. O que a legislação determina é que se a pessoa jurídica auferir receita bruta acumulada decorrente da prestação de serviços em montante igual ou superior a 30% (trinta por cento) da receita bruta total acumulada.gov.833. nesse caso. Para determinação do percentual a ser utilizado. mas essa opção só surte efeitos a partir de 1º/01/2004.000.

000 8. receita bruta da venda de produtos no mês (RBMnsv) no valor de R$4.000 4.000 35.Impressão Page 12 of 30 Como PERsv foi maior ou igual a 30%.000.000 MAR 1.Simples . a empresa deve utilizar novamente os percentuais majorados indicados na Tabela S3.2% Como PERsv foi maior ou igual a 30%.000 5.receita.5% = R$360. neste exemplo.000.000 8.000.gov.000 34.000.000 46.3% http://www.000.000.5% = R$225.000 62. a alíquota correspondente é a de 4.000 6.00 Exemplo 3: Continuando o exemplo anterior.000 FEV 1.000 17.000 5. Logo.000 8. a empresa deve utilizar os percentuais majorados indicados na Tabela S3 constante da pergunta 132.00 x 4.2% 12.000 10.00 Exemplo 2: Considerando que a empresa do exemplo anterior obteve.2% 7. RBAtot = R$13. a receita bruta mental total é igual à receita bruta acumulada total): Darf-Simples = 8. multiplica-se o valor da receita bruta mensal (RBMtot) pela alíquota correspondente: Darf-Simples = 5.5%.000/13.00.00 Logo. a alíquota correspondente é a de 4.asp 5/11/2011 .000 33.00 RBAsv = R$6. RBAtot = R$8.000 RBMnsv RBMtot RBAsv RBAnsv RBAtot PERsv 5. no mês de fevereiro.000. constante da pergunta 132. a tributação no mês de fevereiro deverá ser feita da seguinte maneira: RBMsv = R$1.00.00 e receita bruta de serviços no mês (RBMsv) de R$1.000.000 11.00 PERsv = (RBAsv/RBAtot) x 100 = (6.000 ABR 5.00 RBMtot = R$5.br/prepararImpressao/ImprimePagina.000 29.000.000 42.000 28.00 RBMnsv = R$4.00. a tabela abaixo demonstra o cálculo do Darf-Simples para os meses de março a maio: JAN RBMsv 5.5% Para se calcular o Darf-Simples. Nesse caso.000 MAI 2.000)x100 = 46.000.00 x 4.000.00 RBAtot = RBAsv + RBAnsv = R$13.3% 14.000 24. totalizando uma receita bruta mensal (RBMtot) no valor de R$5.000. Para se calcular o Darf-Simples.00 RBAnsv = R$7.5% 6.000.000 10.000 3.000 7.000 3. multiplica-se o valor da receita bruta mensal total pela alíquota correspondente (como trata-se do mês de janeiro.000 22.fazenda.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .000 13.

5%" majorados em 20%.5 ponto percentual. Exemplo 1: Considere a empresa comercial "A". 23 da Lei nº 9. ela poderá utilizar o percentual sem a majoração. a alíquota básica correspondente é a de 7. a tributação referente aos meses de julho e agosto deverá ser feita da seguinte maneira: Receita bruta acumulada de janeiro a julho = R$700. optante pelo Simples na condição de EPP. ficam acrescidos de 0. 14). pois há que se observar a receita bruta acumulada. 10 da IN SRF nº 355.000) x (7%+2.5% R$360 Observações: a. de 2003: Darf-Simples julho = (100. no ano-calendário. 2.4%+3%) = R$8. considerando-se apenas o mês de fevereiro.00 (setecentos e vinte mil reais) (IN SRF nº 355. Mesmo assim a pessoa jurídica deverá utilizar os percentuais majorados. de 1996: Darf-Simples agosto = (80. contribuinte exclusivamente do ICMS. Como a receita bruta acumulada é menor ou igual a R$720. no mês de abril voltou a utilizar os percentuais majorados. e no mês de agosto a sua receita foi de R$ 80. Exemplo 2: Considere a empresa comercial "B". em que seja considerada como EPP pessoa jurídica com receita bruta superior a R$720.000. 10 e 12 da IN SRF nº 355. 137 No caso de convênio com estado ou município.000.5% R$450 4.00.000.000. como fica o cálculo do Darf-Simples? E se o ente federado considerar como EPP pessoa jurídica com receita bruta superior a R$ 720.5%) = R$9. aplica-se o inciso I do § 3º do art. ficam acrescidos de 1 ponto percentual. conforme visto nos exemplos 1 e 2.5% R$360 4.br/prepararImpressao/ImprimePagina. a empresa auferiu receita de R$100. de 2003.receita. de 2003.000.Simples .00.00 Logo.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .000)x100 = 20%. o percentual de serviços acumulado: o resultado da conta (RBAsv/RBAtot)x100.500.asp 5/11/2011 .320. seja superior a R$120.000.00 e a ela exceder esse valor. pois PERsv ficou maior do que 30%.fazenda.000.000.00.000. mas em março.00 e igual ou inferior a R$720.000. b.000/5. situada em estado em que há convênio e que esse Estado considera como EPP tão-somente aquelas cuja receita bruta.000. Suponha que "A" obteve até junho de 2003. de 2003.gov.000.00 Nota: "3%" são referentes a "2. c.000. os incisos I dos §§ 3º e 4º dos arts. não contribuinte do IPI. os incisos II dos §§ 3º e 4º dos arts. § 1º): 1. optante pelo Simples na condição de EPP. no anocalendário.00? Os convênios de adesão ao Simples poderão considerar como EPP tão-somente aquelas cuja receita bruta. ou seja.00 Receita bruta acumulada de janeiro a agosto = R$780. art. os percentuais a que se referem (IN SRF nº 355. em que seja considerada EPP pessoa jurídica com receita bruta de até R$720.4% Como a receita bruta acumulada até agosto ultrapassou o valor de R$720.000) x (7.00 Logo. não contribuinte do IPI.Impressão Page 13 of 30 Alíquota DARF 4. uma ver que PERsv ficou menor do que 30%.317. 14.00. de 2003. a pessoa jurídica se sujeitou aos percentuais majorados em 50% em janeiro e fevereiro. aplica-se o disposto no § 3º do art.000.00 (cento e vinte mil reais) e igual ou inferior a R$720. a alíquota básica (ver tabela S5 na pergunta 133) correspondente é a de 7%. art.00. Nesse caso. No caso de convênio com unidade federada ou município.00.00 (setecentos e vinte mil reais). receita bruta acumulada de R$600. contribuinte http://www. 10 e 12 da IN SRF nº 355. No mês de julho.5% R$225 3% R$330 4. seja superior a R$120. o percentual de serviços desse mês foi de (1.

000. §§ 5o e 6o. Desse modo.720.000. mês de dezembro.Impressão Page 14 of 30 exclusivamente do ICMS.00 Como há convênio e este considera EPP as PJ com receita bruta superior a R$720. Igual entendimento é extensivo ao ISS dos municípios que não houverem celebrado convênio para adesão ao sistema (Lei no 9. No mês de julho. poderá ser aplicado sobre o valor da receita bruta até o limite de R$120. http://www. por exemplo.000.000.00 (dez mil reais).000. isenção. No ano de 2004. Entretanto. efetuar a alteração cadastral para EPP até o último dia útil de janeiro de 2004.4% Darf-Simples agosto = (80. § 5º). temos: a. a tributação referente aos meses de julho e agosto deverá ser feita da seguinte maneira: Receita bruta acumulada de janeiro a julho = R$700.000.000) x (7%+2. bem assim a apropriação ou a transferência de créditos relativos ao IPI e ao ICMS.asp 5/11/2011 . nos meses de outubro. percentual de ME (3%) sobre R$20. além daqueles expressamente previstos na legislação específica.000. 140 Existem outros incentivos fiscais de que poderão beneficiar-se as ME ou as EPP ? A inscrição no Simples veda a utilização ou destinação de qualquer valor a título de incentivo fiscal. aplicáveis às demais pessoas jurídicas.4%) sobre R$10. de 2003. poderá ser usufruído normalmente. b. as ME e as EPP inscritas no Simples não poderão gozar de nenhum outro benefício ou tratamento fiscal diferenciado ou mais favorecido. c. crédito presumido. e IN SRF no 355.fazenda.br/prepararImpressao/ImprimePagina.4%+3. e no mês de agosto a sua receita foi de R$80. mês de outubro. a alíquota básica (ver tabela S5 na pergunta 133) correspondente é a de 7%.19).000) x (7. 14 da IN SRF nº 355. de 2003: Receita bruta acumulada de janeiro a agosto = R$780. aplica-se o inciso I do § 1º do art. ainda que a pessoa jurídica seja optante pelo Simples. 139 Para efeito do cálculo do valor devido mensalmente pela EPP. a alíquota básica correspondente é a de 7.5%) = R$8.000.00. Como a receita bruta acumulada é menor ou igual a R$720.000. art. diferimento.00. com vistas à aplicação dos respectivos percentuais. R$30. de 2003.00 Logo. de 1996.00. Suponha que "B" obteve até junho de 2003. percentual de EPP (5. inclusive em relação a substituição tributária.500.00 (cento e vinte mil reais) os percentuais aplicáveis às ME? Não. nem mesmo em relação aos valores inferiores a R$120. situada em estado em que há convênio e que esse Estado considera como EPP pessoa jurídica com receita bruta superior a R$720.000. Quais os percentuais utilizados para cálculo do Simples? Essa pessoa jurídica estará excluída do Simples na condição de ME para o ano de 2004? Considerando que a pessoa jurídica em questão não está sujeita a alíquotas majoradas.00.000. variáveis de acordo com a faixa de receita bruta. não podendo ser aplicados quaisquer percentuais estabelecidos para as ME.317. Para efeito do cálculo dos valores a serem recolhidos pelas EPP. novembro e dezembro. caso a unidade federada em que esteja localizada a ME ou a EPP não tenha aderido ao Simples.00 (cento e vinte mil reais) (IN SRF nº 355.4%) sobre R$ 40. de 2003: Darf-Simples julho = (100. mês de novembro. a título de impostos e contribuições. respectivamente.00. a empresa estará excluída do Simples na condição de ME.gov.00. podendo. aplica-se o inciso I do § 3º do art.00 (quarenta mil reais).000. tal vedação não se aplica ao aproveitamento de créditos relativos ao ICMS.000 e R$40.000. Um incentivo fiscal relativo ao IPTU.000.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .5%) = R$9. com relação aos percentuais aplicáveis às receitas recebidas em 2003.receita. Nesse caso. 5o. percentual de ME (3%) sobre R$10.Simples . Suas receitas são de R$10.00 Logo.00 138 ME inscrita no Simples inicia atividade em 1º/10/2003. 10. art. a empresa auferiu receita de R$100. no mês de julho.00 (dez mil reais). a pessoa jurídica enquadrada nessa condição deverá considerar a totalidade da receita bruta auferida no ano-calendário.000. redução da base de cálculo. 10 da IN SRF nº 355.00 (vinte mil reais). porém. e percentual de EPP (5. art. receita bruta acumulada de R$600.000. NOTA: A impossibilidade de utilização ou destinação de qualquer valor a título de incentivo fiscal alcançará somente os tributos e contribuições abrangidos pelo Simples.

000. sem prejuízo do enquadramento da empresa em outras figuras penais cabíveis.br/prepararImpressao/ImprimePagina. e na condição de EPP. qual é a data a ser considerada para fins de apuração do limite para o ingresso no Simples? A expressão "início de atividade" deve ser entendida como o momento da primeira operação após a constituição e integralização do capital. Ressalte-se que o pagamento efetuado por outro regime de tributação não caracteriza a intenção de opção pelo Simples ainda que o contribuinte tenha entregue a Declaração Anual Simplificada.Simples . crime contra a ordem tributária (Lei no 8. se houver convênio. NOTA: Cabe. adulteração de documentos.317.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . cumulativamente. continuando a recolher os demais de acordo com as regras aplicáveis às pessoas jurídicas em geral? Não.000.receita. 142 Quais as pessoas jurídicas que poderão exercer a opção pelo Simples? Poderão optar pelo Simples as pessoas jurídicas que. configurando-se. sendo irrelevante se essa mutação é de ordem qualitativa ou quantitativa. pela comprovação de entrega das Declarações Anuais Simplificadas ou a apresentação dos comprovantes de pagamento (Darf-Simples). Se no próprio ano-calendário da opção. Essa comprovação pode ser feita. mas com início efetivo em 10/02/1998.Impressão Page 15 of 30 141 A pessoa jurídica poderá fazer opção pelo Simples somente em relação a alguns dos impostos ou contribuições. art. Na condição de ME. desde que seja possível identificar a intenção inequívoca de o contribuinte aderir ao Simples (ADI SRF nº 16.00 (cento e vinte mil reais) e igual ou inferior a R$1. não estejam expressamente impedidas de valer-se desse benefício por imposição do art. inclusive o ICMS e o ISS. Portanto. com vistas à obtenção da indevida inclusão no sistema. é irrelevante a data de registro no CNPJ e também a data prevista no contrato ou estatuto social para início de funcionamento da empresa. a inclusão retroativa de ofício. Qual será o limite aplicável? 10 meses x R$10. 145 Quais as pessoas jurídicas expressamente vedadas da possibilidade de opção pelo Simples? http://www. A opção pelo Simples implica cálculo e pagamento unificado e integral de todos os impostos e contribuições abrangidos pelo sistema. que traga a mutação no patrimônio da pessoa jurídica. superior a R$120. 144 No caso de início efetivo das atividades em data posterior ao registro no CNPJ. haverá a obrigatoriedade da entrega da declaração de rendimentos a partir do exercício financeiro seguinte.00 para ME e 10 meses x R$100. não havendo possibilidade de a pessoa jurídica escolher quais tributos devem ser incluídos e recolhidos em conformidade com essa sistemática. de 1996. falta de emissão de nota fiscal. comprovada a ocorrência de erro de fato. a que também estão sujeitos os titulares ou sócios da pessoa jurídica (Lei no 9.137. 22). para fatos ocorridos até o exercício de 2003 (ano-calendário 2002). 9o da Lei no 9. 143 Pode o Delegado ou Inspetor da Receita Federal retificar de ofício a Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica (FCPJ) para inclusão no Simples de pessoas jurídicas inscritas no CGC/CNPJ? O Delegado ou o Inspetor da Receita Federal. com previsão para início em março de 1998. no caso de o contribuinte comprovar sua intenção de promover a alteração cadastral exigida pela Lei nº 9. 1o). de 1996. por decorrência. de 1990. nos casos de não apresentação do TO e da não formalização da opção de adesão ao Simples mediante a FCPJ. Exemplo: Empresa constituída em agosto de 1997.00 (cento e vinte mil reais). e alterações posteriores.gov. igual ou inferior a R$120. desconsideradas as frações de meses. satisfizerem as seguintes condições: a. tenham auferido no ano-calendário anterior receita bruta dentro dos limites estabelecidos em lei.asp 5/11/2011 . de 2002).317. de 1996.00 para EPP. os limites da receita bruta.000. Prevalece sempre a data do efetivo início das atividades. b.200.317. Ocorrendo o início das atividades segundo este entendimento. entretanto. caracteriza crime de falsidade ideológica (Código Penal.00 (um milhão e duzentos mil reais). serão proporcionais ao número de meses em que a pessoa jurídica houver exercido atividade. pode retificar de ofício tanto o Termo de Opção (TO) quanto a Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica (FCPJ) para a inclusão no Simples de pessoas jurídicas inscritas no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas (CNPJ).000.fazenda.000. art. NOTA: A falsidade das declarações. para fins de cálculo do tributo devido. art. 299).

Simples . músico. de 1998). direta ou indireta. constituída sob qualquer forma. prestação de serviço de vigilância. que tenha sócio de nacionalidade estrangeira. sociedade de crédito. representante comercial. cujo titular. ao loteamento. estatístico. por sua natureza. cujo titular ou sócio que participe de seu capital com mais de 10% (dez por cento).317. o. 651. que realize operações relativas a: locação ou administração de imóveis. q. Nesse sentido para identificar serviços semelhantes aos de corretor ou representante comercial. que exerça a atividade de industrialização. dentista. pessoa jurídica: a. de bebidas. g. a lista das atividades ali elencadas não é exaustiva. sujeitos ao regime de tributação de que trata a Lei no 7. constituída sob a forma de sociedade por ações. auditor. de pessoa jurídica com sede no exterior. inciso I).Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . cantor.gov. que seja resultante de cisão ou outra qualquer forma de desmembramento da pessoa jurídica. diretor ou produtor de espetáculos. e alterações posteriores (alterações consolidadas no art. p. cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa. caixa econômica. contador. NOTA: Uma forma objetiva de identificar possíveis atividades semelhantes ao do dispositivo em exame. de 1986). veterinário. classificados nos Capítulos 22 e 24 da Tabela de Incidência do IPI (TIPI).317. químico. empresário. tendo em vista que naquele contexto. 2º. dançarino. alterado pelo art. o termo "assemelhado" deve ser entendido como qualquer atividade de prestação de serviço que tem similaridade ou semelhança com as atividades enumeradas no referido dispositivo legal. cooperativa de crédito. 20 da IN SRF no 355. de 1989. despachante. ator. art.Impressão Page 16 of 30 Não poderá optar pelo Simples. outra pessoa jurídica. administrador. limpeza. de 2003). fisicultor.732. economista. jornalista. de 1996. salvo em relação aos eventos ocorridos antes da vigência da Lei no 9. de 1984. f. no ano-calendário imediatamente anterior àquele da opção. que prestem ou vendam serviços que sejam assemelhados aos referidos no item "a". c. armazenamento e depósito de produtos de terceiros. o qual.fazenda. b. factoring. art. vale dizer. de cujo capital participe. regulamentada ou não (PN CST no 8. engenheiro. residente no exterior. 20. cuja atividade seja banco comercial. propaganda e publicidade. como estatui o art. na condição de ME ou EPP que tenha auferido.317. como sócio. mantidas até 31/12/2000 as opções já exercidas. que participe do capital de outra pessoa jurídica. empresa de seguros privados e de capitalização e entidade aberta de previdência complementar.asp 5/11/2011 .317. valores mobiliários e câmbio. que seja filial. 9o da Lei no 9. i. inciso XIII) 147 Qual o alcance da expressão "assemelhados" constante do inciso XIII do art.798. federal. banco de desenvolvimento. sociedade de crédito a microempreendedor. e de qualquer outra profissão cujo exercício dependa de habilitação profissional legalmente exigida. cigarros e demais produtos. d. h. identifica serviços que. cuja exigibilidade não esteja suspensa. psicólogo. ou assemelhados. que tenha débito inscrito em Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). sociedade corretora de títulos. arquiteto. art.256. revelam-se inerentes ao exercício de qualquer profissão. quando se tratar de EPP. à incorporação ou à construção de imóveis. que prestem ou vendam serviços relativos às profissões expressamente listadas no citado inciso. ainda que para outro fim (imposto de renda na fonte em serviços prestados por PJ para outra PJ). excluídos os veículos de comunicação. 9o da Lei no 9. banco de investimentos. programador. sucursal. distribuidora de títulos e valores mobiliários. n. j. 3o da Lei no 9. médico. sociedade de crédito imobiliário. m. advogado. que preste serviços profissionais de corretor. receita bruta superior aos limites estabelecidos para os respectivos portes (Lei no 9. http://www. 647 do RIR/1999. analista de sistema. agência ou representação. é verificar os serviços elencados no parágrafo 1o do art. serão tidos como assemelhados quaisquer serviços que traduzam a mediação ou intermediação de negócios e que resultem no pagamento de "comissões. quando se tratar de ME. esteja inscrito em Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). corretagens ou qualquer outra remuneração pela representação comercial ou pela mediação na realização de negócios civis e comerciais" (RIR/1999. professor. b.317. empresa de arrendamento mercantil. no país. de cujo capital participe entidade da administração pública. desde que a receita bruta global ultrapasse o limite estabelecido para a empresa de pequeno porte.br/prepararImpressao/ImprimePagina. de 1996. por conta própria ou por encomenda. l. físico. consultor. e. ressalvados os investimentos provenientes de incentivos fiscais efetuados antes da vigência da Lei no 7. enfermeiro. conservação e locação de mão-de-obra. ou sócio com participação em seu capital superior a 10% (dez por cento). bem como os que lhe são similares. de 2003. publicitário. cuja exigibilidade não esteja suspensa. 146 Sócio ostensivo de sociedade em conta de participação pode ser optante pelo Simples? Não (IN SRF nº 355. que se dedique à compra e à venda. estadual ou municipal. de 1996. de 1996. adquira bens ou realize gastos em valor incompatível com os rendimentos por ele declarados.receita. ou antes da vigência da Lei no 9. de 1996? O referido inciso impede a opção pelo Simples por parte das seguintes pessoas jurídicas: a. k. financiamento e investimento.

No caso proposto.000. O ingresso no Simples já era permitido às creches. participe com mais de 10% (dez por cento) no capital de outra pessoa jurídica (optante pelo Simples ou não). porém. 150 Se constar do contrato social que a PJ pode exercer alguma atividade que impeça a opção pelo Simples. com a publicação da Lei nº 10. instalações elétricas e hidráulicas. pré-escolas e estabelecimentos de ensino fundamental.asp 5/11/2011 .684. 153 Creche pode optar pelo Simples? O que mudou com a publicação da Lei nº 10.br/prepararImpressao/ImprimePagina. quaisquer outras benfeitorias agregadas ao solo ou subsolo.000. As pessoas jurídicas que prestem ou vendam os serviços de medicina. aplicável à atividade de construção de imóveis.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . passou a ser permitido o ingresso no Simples às pessoas jurídicas que se dediquem exclusivamente às seguintes atividades: a. de 2003. fonoaudiologia e psicologia não podem optar pelo Simples. conforme vedação estabelecida no inciso XIII do art. d.317. abrange as obras e serviços auxiliares e complementares da construção civil. f. de 1998. pessoa física. no ano-calendário examinado.200. b. de 30/05/2003. 9o da Lei no 9. construção de estradas e logradouros públicos. tal fato é motivo que impeça sua opção por esse regime de tributação? Se no contrato social constarem unicamente atividades que vedam a opção. aplicação de tacos e azulejos. carpintaria. e agências terceirizadas de correios.Simples . independentemente da relevância da atividade impeditiva. valendo a alteração para o ano-calendário subseqüente. viadutos e monumentos. De outra parte.732. veda a opção pelo Simples de pessoa jurídica cujo titular ou sócio.000. creches e pré-escolas. de acordo com o seu faturamento do anocalendário anterior. ainda que não venha a obter receita dessa atividade. embora exerçam diversas atividades permitidas. 151 As clínicas médicas. 9o da Lei no 9. colocação de vidros e esquadrias. também estará impedida de optar pelo Simples a pessoa jurídica que obtiver receita de atividade impeditiva. de 1996 (ADN Cosit no 2. sendo apenas uma delas vedada e de pouca representatividade no total das receitas pode optar pelo Simples? Não poderão optar pelo Simples as pessoas jurídicas que. os percentuais das creches e pré-escolas passaram a ser os mesmos http://www. sendo que a partir da vigência da Lei nº 10. poderá enquadrar-se no Simples? Sim. agências lotéricas. também exerçam pelo menos uma atividade vedada. observará os limites constantes dos incisos I e II do art. b. ainda que não prevista no contrato social. 149 As pessoas jurídicas que tenham atividades diversificadas.gov.317. cujo faturamento foi de R$452. a pessoa jurídica deverá alterar o contrato para obter a inscrição no Simples.receita. fundações e escavações.684.fazenda.317. 2º da Lei n° 9. desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do art. a.684. e. centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga. Quanto ao enquadramento como ME ou EPP. condicionando-se neste caso. a possibilidade de opção e permanência no Simples. construção de pontes. 152 Empresa que preste serviços auxiliares ou complementares da construção civil pode optar pelo Simples? A vedação ao exercício da opção pelo Simples. sondagens. ao exercício tão-somente das atividades não vedadas. de 2003? A partir de 31/05/2003.Impressão Page 17 of 30 148 PJ (A) que faturou em determinado ano R$78. no entanto. O inciso IX do art. de 1999): edificações. cada uma destas empresas. d. alterado para R$1. c. de fonoaudiologia e de psicologia podem optar pelo Simples ? Não. consideradas as alterações posteriores. a existência no contrato social de atividades impeditivas juntamente com não impeditivas.00 e que tenha sócio PF que participe com mais de 10% no capital de outra PJ (B). em qualquer montante. de 1996. c. de 2000). pintura. de 1996. terraplenagem e pavimentação. estabelecimentos de ensino fundamental. e.00 (um milhão e duzentos mil reais) pela Lei no 9. a empresa "A" enquadra-se como ME e a empresa "B" como EPP. e g.00. 2o do referido dispositivo legal. tais como (ADN Cosit no 30. Admite-se.

As franqueadas dos correios também passaram a poder optar pelo Simples com a publicação da Lei nº 10.00 De 90.5% 6% 7.000.receita.01 a 480.01 a 120.3% 12.fazenda.000. terão os percentuais acrescidos de 50% (cinqüenta por cento).01 a 360.00 Alíquotas 4.Simples .01a 90.1% 11. Essa lei determinava que essas empresas estariam sujeitas aos percentuais majorados em 50%.00 Acima de 1.684.00 De 60. de pré-escolas e de estabelecimentos de ensino fundamental estavam autorizadas a ingressar no Simples. de 2000.000.00 Alíquotas 8.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .1% 8. de 2000. inscritas no Simples.00 De 840.000. Conforme explicado na pergunta 153. entretanto.01 a 600. Para estas atividades eram aplicados os percentuais resultantes do acréscimo de 50% (cinqüenta por cento) sobre aqueles percentuais previstos para as demais ME e EPP. as franqueadas dos correios deixaram de estar sujeitas aos percentuais majorados em 50%.7% 12.00 De 360. a partir de maio de 2003 as creches e pré-escolas não mais se sujeitam aos percentuais acrescidos de 50%. as pessoas jurídicas que exerciam as atividades de creches.00 De 600.000.00 De 480. Logo.000.asp 5/11/2011 .200.000. de 2003.01 a 1.000.01 a 720. centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga.000. de 2003. bem como as que aufiram receita bruta acumulada decorrente da prestação de serviços em montante igual ou superior a 30% (trinta por cento) da receita bruta total acumulada. ou http://www. conforme determinava a Lei nº 10. As pessoas jurídicas com atividades de estabelecimentos de ensino fundamental. assim como era feito para as creches até o advento da Lei nº 10.034.gov.75 (setenta e cinco centésimos) de ponto percentual.3% 9.00 De 1. Com relação às pessoas jurídicas que aufiram receita bruta decorrente da prestação de serviços em montante igual ou superior a 30% (trinta por cento) da receita bruta total.01 a 840.000.000. e agências lotéricas.000.000.000.200.000.000.5% Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 240.000.9% 10.9% 15.00 De 240.000.000. em função do disposto na Lei nº 10.48% No caso de ME ou EPP contribuinte do IPI.080.000.00 De 720.7% 9. 154 Quais os percentuais a serem utilizados pelas creches durante o ano de 2003? Até o mês de abril de 2003. Tabela 1: Percentuais aplicáveis às creches e pré-escolas até o mês de abril de 2003. a partir de maio de 2003 as pessoas jurídicas que se dediquem exclusivamente às atividades de creches e de pré-escolas se sujeitam aos mesmos percentuais que as outras pessoas jurídicas em geral.01 a 960.00 De 960. os percentuais referidos na Tabela 1 anterior eram acrescidos de 0.080.000.br/prepararImpressao/ImprimePagina.01 a 1.000. inclusive: Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 60. os percentuais acrescidos em 50% somente aplicar-se-ão a partir de 1º/01/ 2004 (ver questão 135).Impressão Page 18 of 30 das outras pessoas jurídicas em geral. muito embora passaram a poder optar pelo Simples.5% 11.684.833. de 2003.034. Com o advento da Lei nº 10.000.

000.4% 7.8% 8.000 x 4.000.000.6% 10.Simples .00.00 De 360.000.000.000.00 Alíquotas 3% 4% 5% Page 19 of 30 Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 240.00 Alíquotas 5.00 De 90.000.br/prepararImpressao/ImprimePagina.00 De 960.4% 5.5%) = R$750.01 a 840.fazenda. obteve em janeiro de 2004 receita bruta da atividade de creche no valor de R$10. mas referentes à sua atividade de estabelecimento de ensino fundamental.000.000.000.01 a 1.000. 155 Quais os percentuais a serem utilizados pelas pessoas jurídicas que exercem a atividade de creche conjuntamente com a de estabelecimento de ensino fundamental? E se a pessoa jurídica for contribuinte do IPI? As creches se utilizam dos percentuais das pessoas jurídicas em geral.000.000.000 x 3%) + (10. Darf-Simples = (10.000.00. inclusive: Receita Bruta Acumulada (em R$) Até 60.00 Acima de 1.080.2% 6.receita.01 a 600. sem a majoração de 50%.01 a 720. optante pelo Simples na condição de ME.000.00 De 600.8% 6.2% 8. Nesse mesmo mês obteve outros R$10.00 De 60.000.000.01 a 120.00 De 240.01 a 480.000.000.000.5 (cinco décimos) ponto percentual.01 a 1.gov.01 a 960.asp 5/11/2011 .00 referente à elaboração de material didático.200.00 De 1.000.000.Impressão seja.200. Exemplo 1: Pessoa jurídica.00 Exemplo 2: Considere o mesmo caso do exemplo anterior levando em conta que houve também uma receita de R$1.00 De 840.000.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . os percentuais referidos na Tabela 2 acima serão acrescidos de 0.000.32% No caso de ME ou EPP contribuinte do IPI.01 a 360. Já os estabelecimentos de ensino fundamental estão sujeitos aos percentuais majorados em 50% (ver pergunta 153). Tabela 2: Percentuais aplicáveis às creches e pré-escolas a partir de maio de 2003.080.01a 90.00 De 480. Ressalte-se que a atividade de creche e de ensino fundamental devem ser exclusivas para que a pessoa jurídica possa http://www.00 De 720.000. No caso de uma mesma pessoa jurídica obter receita dessas duas atividades deverá segregar as receitas para calcular o Darf-Simples.6% 7% 7.000.

000 x 8.050. R$ 5.500 + 2. deverão ser recolhidos utilizando-se dos percentuais de EPP. o que inviabiliza o ingresso no Simples das pessoas jurídicas que atuem nessa área.000 R$45.000. o próprio contribuinte deverá discriminar a parcela referente à atividade de creche (R$350. mediante os seus controles de receita bruta.00). corte. Levando-se em conta que.650 x (4.asp 5/11/2011 .000.00 que obteve de receita no mês de março. dos R$75. qual parcela desses R$15.000 x 4.000.000 R$20.00. determinar.350 x 3.000 Março R$35.5%)) + (10. Logo.000 R$180.000 R$60. R$60.4%) + (10.00 podem ser recolhidos com os percentuais de ME e o restante.000.000 x 7. R$15.5% + 0.000 como receita de sua atividade de estabelecimento de ensino fundamental.00 157 Pessoas Jurídicas que desenvolvem as atividades rurais de produção.000.1%) = 250 + 1.000 x 5.000 x 3%) + (20. colheita.fazenda.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . 158 As empresas que prestam serviços de prótese dentária podem enquadrar-se no Simples? Não.00 são referentes à atividade de creche e R$10.000.00 A empresa está com uma receita bruta acumulada de janeiro a fevereiro de R$105.00.620 + 750 + 2. Exemplo: Pessoa jurídica.000. Darf-Simples = (10. mediante seus controles de receita.000 R$45.000 DARF-Simples Janeiro: (25.75%) = (10.receita.00 se referem à atividade de creche e qual parcela é referente à atividade de ensino fundamental.br/prepararImpressao/ImprimePagina.000 R$30. Tanto a prática dos serviços dentários quanto a de laboratório de prótese dentária exigem habilitação profissional prevista em lei para seu exercício.000 e R$40.37 156 Como uma pessoa jurídica. optante pelo Simples na condição de ME. consideremos o valor de R$650. desde que não pratiquem a locação de mão-de-obra para execução das tarefas e cumpram as demais exigências constantes das normas legais.000 x 5%) + (30.gov.250 = R$3.5%) = 1. obteve em janeiro.25%) = R$921. que exerce a atividade de creche conjuntamente com a de estabelecimento de ensino fundamental deve calcular o Darf-Simples no mês que ultrapassar o limite de receita bruta estipulado para as ME? A pessoa jurídica deverá. então.000. A pessoa jurídica em questão deve ser capaz de provar que a elaboração desse material didático é inerente às atividades de creche e/ou ensino fundamental.000.Simples .fundamental RB no mês RB acumulada R$25.000 x 7. R$30.5%) = 750 + 900 = R$1.430 = R$5. nesse caso.Impressão Page 20 of 30 optar pelo Simples.350 x (3% + 0. determinar qual parcela dessa receita é referente à atividade de creche e qual é referente à atividade de ensino fundamental.00. optante pelo Simples na condição de ME.00 DARF-Simples Fevereiro: (30. Desses R$1.000.00 (cento e vinte mil reais). empilhamento e outros serviços gerais podem optar pelo Simples? Sim. R$30.650 x 5.5%) + (10.00.000.000 R$40.000. Atualmente o limite de receita bruta para as ME é de R$120.000 x 5%) + (30.000 R$75. respectivamente.000 Fevereiro R$30. Janeiro RB creche RB ens.00 – por exemplo) e qual referente à de ensino fundamental (neste exemplo. como o limite de ME é o de R$120.000. A pessoa jurídica em questão deverá.00. fevereiro e março de 2004 receita bruta da atividade de creche no valor de R$25.000. descasque.000 R$105.5%) + (30. à atividade de ensino fundamental: DARF-Simples Março: (5.750. e R$35. Nesses mesmos meses obteve R$20. http://www.650.

Mesmo que prestadas por técnicos de nível médio ou superior.317. manutenção de equipamentos eletrônicos e instalação de sistemas de comunicação e telecomunicação podem optar pelo Simples? Não. de 2000).gov. de 2000.receita. o que impede o enquadramento no Simples (Soluções de Divergência no 13 e 14. O dispositivo legal tem por finalidade evitar que a pessoa jurídica. placa http://www. por terceiros em geral. em local visível ao público. data de vigência da Lei no 9. para que a pessoa jurídica resultante de desmembramento possa aderir ao Simples.br/prepararImpressao/ImprimePagina. mister se faz que tal evento haja ocorrido antes de 1o/01/1997. em separado. proceda ao desmembramento da sua empresa em duas ou mais. de modo a beneficiar-se do limite fixado para o respectivo enquadramento como ME ou EPP. a partir da divisão de uma pessoa jurídica e constituição de outra. em conformidade com a legislação de regência. não há mais impedimento para que as pessoas jurídicas que se dediquem exclusivamente às atividades de agência de viagem e turismo optem pelo Simples. no intuito de se adequar à nova sistemática e se utilizar das prerrogativas do Simples. objetivando a exploração. pois tratam-se de atividades típicas de engenheiro. exigem habilitação profissional para seu exercício. 167 As agências de viagem e turismo podem optar pelo Simples? Sim.317. seguida da transmissão para esta de parte do ativo e passivo do patrimônio da primeira pessoa jurídica. inclusive no que se refere ao desmembramento. de 1976). não podem optar pelo Simples. e a formação de outra ou de várias empresas. inspeção e gerenciamento de riscos para quaisquer ramos de seguros podem optar pelo Simples? Não. 168 Como poderão ser identificadas.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . de 2002. 164 O exercício da atividade de limpeza e manutenção de cisternas e caixas d´água permite a pessoa jurídica a opção pelo Simples? Não. podem fazer parte dessa sistemática de tributação. 160 As prestadoras de serviços de regulação. Em vista disso. As pessoas jurídicas que tenham por objeto social o desentupimento de tubulações não podem optar pelo Simples. uma vez que enquadram como sendo de limpeza de bens imóveis.asp 5/11/2011 . averiguação ou avaliação de sinistros. mas também os centros de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga. ambas de 2001. ou de separar a exploração de atividade com adesão permitida pelo novo sistema de outra cuja vedação é clara na forma do art. 9o da Lei no 9. de 1996. com a conseqüente diminuição do capital daquela considerada como primeira (PN CST no 78. dispõe que as prestadoras de serviços de cobrança.Simples . classificadas como bens imóveis. de 2000). de 2003. Pessoa jurídica que exerce atividade de limpeza e manutenção de cisternas e caixas d´água. Está vedada a opção para a prestação dos serviços mencionados (ADN Cosit no 12. 159 As pessoas jurídicas que prestam serviços de cobrança podem inscrever-se no Simples? Page 21 of 30 O ADN Cosit no 7. 161 As pessoas jurídicas franqueadas da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos podem aderir ao Simples? Sim.637. Após a publicação da Lei nº 10. médicos e hospitalares podem optar pelo Simples? Não.fazenda. ressaltando-se os termos do ADN Cosit no 5. A partir da publicação da Lei nº 10.684. 165 As empresas que prestam serviços de desentupimento de tubulações podem exercer a opção pelo Simples? Não. bem como as agências lotéricas passaram a poder optar pelo Simples (ver perguntas 135 e 153). as pessoas jurídicas inscritas no Simples? As ME e as EPP. optantes pelo Simples. de atividades diferentes. manutenção eletromecânica de veículos. 163 As empresas que prestam serviços de enfermagem. deverão manter em seus estabelecimentos. de 2000). não só as franqueadas dos correios. montagem. 166 Pessoa Jurídica resultante de desmembramento pode ingressar no Simples? O desmembramento caracteriza-se pela transferência de bens patrimoniais para formação de capital de nova empresa.Impressão (ADN Cosit no 12. de 2000. e ADN Cosit no 12. 162 As empresas que exploram atividades de montagem e manutenção de equipamentos industriais. desde que extrajudiciais. de 1996.

Caso esses pagamentos.".. dentro do mesmo ano-calendário. O documento hábil para formalizar a opção é a Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica. desde que preenchida em letra de forma legível e sem rasuras. A opção formalizada dentro desse prazo submeterá a pessoa jurídica à sistemática do Simples a partir do 1o dia do ano-calendário da opção.00 (cem mil reais). multiplicados pelo número de meses de funcionamento.36). imediatamente. obrigatoriamente. Por ocasião da inscrição.. mesmo tendo exercido a opção pelo Simples. enquadrada na condição de ME ou EPP. de 1996. considera-se que a pessoa jurídica não está submetida a esse regime? Não produzirá qualquer efeito a opção exercida.000. NOTA: Os recolhimentos relativos ao Simples. enquanto perdurar a infração (Lei no 9.317. de 2003. no mínimo. Pessoas Jurídicas já cadastradas no CNPJ: Na hipótese de a pessoa jurídica já se encontrar em atividade. 169 Como a pessoa jurídica que pretende ser incluída no Simples deve fazer a opção? A opção pelo Simples dar-se-á mediante a inscrição da pessoa jurídica. devendo ser aplicada. sendo que ambas no mês de janeiro. mensalmente. NOTAS: A placa indicativa a que se refere pode ser confeccionada pelo contribuinte.art. no próprio mês em que for constatada a irregularidade.. com indicação do código próprio de opção. desde o primeiro mês de início de atividade.16). §§ 2o e 3o). ICMS E ISS) e sobre o seu porte (ME ou EPP). se o valor acumulado da receita bruta. referentes à totalidade ou à diferença dos impostos e contribuições devidos ocorram antes do início de procedimento de ofício. tidos como pagamentos indevidos. art. no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas (CNPJ). for superior a R$100.art.receita. de 2003.. serão prestadas informações pela empresa sobre os impostos dos quais é contribuinte (IPI.. http://www.Simples . de 2003. de 2003. ela será definitiva para todo o período. art. no ato da inscrição. 20 e parágrafo único. com utilização do código de evento próprio (IN SRF no 355. os efeitos da opção dar-se-ão a partir do 1o dia do anocalendário da opção. 171 Em que hipótese. de 2003. O descumprimento dessa obrigatoriedade sujeitará a pessoa jurídica à multa de 2% (dois por cento) do total dos impostos e contribuições devidos de conformidade com o Simples. os efeitos dar-se-ão a partir do 1o dia do ano-calendário subseqüente. em início de atividade. Caso a opção seja formalizada fora desse prazo. a opção exercida? Não.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . 170 A partir de que data a pessoa jurídica poderá considerar-se incluída no Simples e submetida ao seu disciplinamento? Início de atividade: A opção pelo Simples passa a produzir todos seus efeitos. mediante preenchimento do CNPJ. Page 22 of 30 A placa indicativa deverá ter dimensões de. o termo "Simples" e a indicação "CNPJ no. NOTAS: Caso a pessoa jurídica. usando papel e caneta. 297 mm de largura por 210 mm de altura e conterá. art. Nesse caso.17).asp 5/11/2011 . ainda assim. No caso de mudança de opção. submetendo a pessoa jurídica à respectiva sistemática. esta formalizará sua opção para adesão ao Simples.. os efeitos decorrentes serão observados a partir do primeiro dia do anocalendário subseqüente (IN SRF no 355. poderão ser objeto de pedido de restituição ou compensação. apenas. considerando-se a pessoa jurídica como não submetida ao Simples. com observância das determinações legais. no caso de início de atividade. cadastre-se no CNPJ em uma data e só faça a opção pelo Simples em data posterior. deverão ser recolhidos todos os tributos e contribuições de acordo com as normas aplicáveis às demais pessoas jurídicas. na qual constará o número de inscrição completo do respectivo estabelecimento (IN SRF no 355. e IN SRF no 355. juros de mora determinados segundo as normas previstas para o imposto de renda (IN SRF no 355. 30). nesse período. na hipótese de início de atividade.3o. 172 Após a adesão ao Simples é permitido à pessoa jurídica alterar. Exercida a opção pelo Simples. art.gov. na forma da legislação que disciplina a matéria..fazenda. mediante alteração cadastral efetivada até o último dia do mês de janeiro do ano-calendário.Impressão indicativa que esclareça essa condição.br/prepararImpressao/ImprimePagina. sobre os mesmos incidirão.

00. A alteração de sua condição deverá ser formalizada por meio de alteração cadastral.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . 175 Caso o último dia do prazo para pagamento dos impostos e contribuições abrangidos pelo Simples seja considerado como não-útil.00. 176 Quais as conseqüências para a ME. a partir.Impressão Page 23 of 30 173 Os benefícios da Lei no 9.317. em relação aos valores excedentes. do mês em que for verificado o excesso. no ano-calendário. além de preencher os requisitos exigidos para inclusão no sistema (Lei no 9. 177 Em que caso a pessoa jurídica que perder a condição de ME em um período-base poderá retornar ao Simples sob essa condição? A exclusão da pessoa jurídica da condição de ME. que. inclusive. Nesse caso. no decurso do ano-calendário. art.gov. é indispensável que se encontre regularmente constituída. Entretanto. sujeitar-se-á.000. inciso I). domingo.Simples .receita.fazenda. desde que atenda os demais requisitos exigidos para opção pelo sistema. 22. lhe é permitido fazer a opção para EPP. de 2003. a ME estará.000. e que seja exercida a opção por uma das condições.00 (um milhão e duzentos mil reais). e R$20. a pessoa jurídica poderá retornar a esta condição.000.317. Para que a pessoa jurídica possa valer-se das prerrogativas do Simples. de 1996. na hipótese do último dia do prazo de pagamento recair em dia considerado como não-útil (sábado. a pessoa jurídica auferiu receita de R$30. deverá ser adotado o entendimento de que. Ainda. receita bruta em montante acumulado superior a R$120. 9o). art. e qual o prazo de recolhimento? Os impostos e contribuições devidos pelas ME e pelas EPP optantes serão pagos de forma centralizada. até o décimo dia do mês subseqüente àquele em que houver sido auferida a receita bruta (IN SRF no 355. registro de comércio ou registro civil. no decorrer do ano-calendário. o prazo será prorrogado para o primeiro dia útil subseqüente. enquadrada como EPP. no ano-calendário subseqüente. mediante alteração cadastral. com os seus atos constitutivos devidamente registrados nos órgãos competentes.28). optante pelo Simples.000. 9o e art. até o último dia útil do mês de janeiro do ano-calendário subseqüente àquele que voltou a auferir receita dentro do limite de ME http://www.000.317. No mês seguinte. quando deverá ser efetuado o recolhimento? Para efeito do recolhimento dos impostos e contribuições incluídos no Simples. sem qualquer acréscimo. mediante alteração no CNPJ. ao pagamento dos impostos e contribuições de acordo com os percentuais e normas aplicáveis às EPP. Essa alteração cadastral deverá ser feita até o último dia útil do mês de janeiro do ano-calendário subseqüente àquele em que se deu o excesso de receita bruta. com relação aos limites de receita bruta. automaticamente excluída do Simples nessa condição.00 (cento e vinte mil reais). sendo seus efeitos observados a partir do início do próprio ano-calendário em que se procedeu a alteração (IN SRF no 355. com a alteração da Lei no 9. de 1996. a tributação deverá ser feita da seguinte forma. Entretanto. NOTA: Mesmo no mês em que a empresa exceder o limite do porte de ME o pagamento deverá ser feito por intermédio de um único Darf. no ano-calendário subseqüente.732. de 1996. somente a obriga a proceder a alteração cadastral para EPP (observado o limite de receita bruta fixado pela Lei no 9. mesmo que não inscrita no Simples como ME ou EPP ? Não. 174 Como se dará o pagamento dos impostos e contribuições abrangidos pelo Simples. 3o) no mês de janeiro do ano-calendário subseqüente àquele em que houver ocorrido o excesso. devendo o recolhimento dos impostos e contribuições ser efetuado com os percentuais de EPP a partir. §§ 2o e 3o. do mês em que for verificado o excesso.00 à alíquota de 5%.00 à alíquota de 5.200. art. considerando-se que a pessoa jurídica não seja contribuinte do IPI e a inexistência de convênios celebrados com os estados ou municípios: R$10.br/prepararImpressao/ImprimePagina.000. Exemplo: Até determinado período do ano-calendário.00? No caso de a ME auferir. poderão ser usufruídos por qualquer empresa que atenda os requisitos da lei. inclusive.00 (cento e vinte mil reais). feriado ou em dia que os estabelecimentos bancários não funcionem). a receita bruta acumulada foi de R$110. ME ou EPP.000. por haver excedido o limite da receita bruta acumulada de R$120. exceder o limite da receita bruta acumulada de R$120.000. de 2003. se a receita bruta anual tiver ficado dentro do limite estabelecido para ME. de 1998. art.4%. se não ultrapassado também o limite de receita bruta anual de R$1. com utilização do Darf-Simples. na hipótese de ser verificado o citado excesso.asp 5/11/2011 .

na condição de ME. no ano-calendário subseqüente. e R$ 50. inclusive.000. entretanto.9%.60%. art.100. caso seja contribuinte desse imposto.art. acrescidos de 20%. parágrafo único). b.000. caso a receita bruta acumulada em 1999 estivesse dentro do limite de R$1.00 (um milhão e duzentos mil reais). a pessoa jurídica estará. 11. do Simples. 180 Em que caso a pessoa jurídica que perder a condição de EPP e for excluída do Simples.48%. a receita bruta acumulada foi de R$1.00 (cento e vinte mil reais). e. de 2003. a título de impostos e contribuições abrangidos pelo Simples: IRPJ.000. §§ 2o e 3o). b. desde que atendidas as demais exigências previstas em lei. a título de IPI. a partir. 181 Quais as obrigações acessórias a que está submetida a pessoa jurídica inscrita no Simples? A pessoa jurídica submetida ao Simples está obrigada ao cumprimento das seguintes obrigações acessórias: http://www. mediante alteração cadastral.00. exceder o limite de receita bruta acumulada de R$1. PIS/Pasep. CSLL. a pessoa jurídica auferiu receita de R$150.200. a título de IPI. do mês em que for verificado o excesso.receita.00 (um milhão e duzentos mil reais) sujeitar-se-á. Cofins. aos seguintes percentuais: a.32% ( 8. a tributação deverá ser feita da seguinte forma. nesse ano-calendário. Entretanto. uma auto-escola. dos percentuais máximos atribuídos nos convênios que hajam sido firmados pela unidade federada e pelo município para as EPP. de acordo com os percentuais aplicáveis às EPP. poderá retornar ao sistema? Na hipótese de ser verificado excesso do limite de receita bruta estabelecido para as EPP.Simples .6%. PIS/Pasep.000.00. a hipótese de a pessoa jurídica obter receita bruta anual inferior ao limite de R$120. No caso de a EPP ser um estabelecimento de ensino fundamental. como saber quando a pessoa jurídica excluída da condição de ME poderá retornar ao Simples? Para fins práticos. 0. de 2003. Page 24 of 30 178 Na prática. por decorrência.200. a partir. caso não se encontrasse inserida em qualquer das hipóteses impeditivas. 179 Quais as conseqüências para a EPP. caso seja contribuinte desse imposto. ela poderia inscrever-se na condição de ME para o ano subseqüente. Nesse caso. acrescidos de 20%. a título de impostos e contribuições abrangidos pelo Simples: IRPJ. no ano-calendário de 2000. do mês em que for verificado o excesso.000. por inscrever-se como EPP.00 à alíquota de 10. sendo-lhe permitido. inclusive. sujeitar-se-á. 11): a. previsto para a permanência nessa sistemática? No caso de a EPP auferir receita bruta em montante acumulado excedente ao limite de R$1. de 2003.000.60).00 à alíquota de 8. Contribuições para a Seguridade Social a cargo da pessoa jurídica. c. retornar ao sistema no ano-calendário subseqüente àquele em que a receita bruta anual tenha ficado dentro dos limites estabelecidos para enquadramento na condição de ME ou de EPP. Exemplo: Até determinado período do ano-calendário. obrigatoriamente. optante pelo Simples. inciso II. em um período-base. c.gov. 15. art. 10. por exemplo.00 (um milhão e duzentos mil reais) não poderia optar pela inscrição como EPP para o ano-calendário de 2000. poderá ser utilizado o seguinte exemplo: no ano-calendário de 1999 a pessoa jurídica preencheu todos os requisitos e se inscreveu na condição de ME. excluída dessa condição e. a partir. Cofins. dos percentuais máximos atribuídos nos convênios que hajam sido firmados pela unidade federada e pelo município para as EPP. Contribuições para a Seguridade Social a cargo da pessoa jurídica. estaria excluída do sistema. superior a R$120. automaticamente.000. Ocorrendo. do mês em que foi verificado o excesso. em relação aos valores excedentes. tendo auferido receita bruta. considerando-se que a pessoa jurídica não seja contribuinte do IPI e a inexistência de convênios celebrados com os estados ou municípios: R$100.00 (cento e vinte mil reais).Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .200. CSLL. inclusive. se no ano-calendário de 1999 a ME auferisse receita bruta anual superior a R$1. com a alteração do porte da empresa no cadastro CNPJ. No mês seguinte. no decorrer do ano-calendário de 2000.br/prepararImpressao/ImprimePagina. A opção pelo Simples somente poderia ser exercida novamente quando a pessoa jurídica auferisse receita bruta anual situada dentro dos limites previstos para os enquadramentos como ME ou como EPP. mediante preenchimento da FCPJ (IN SRF no 355.000.60% + 20 % x 8.22. que no decurso do ano-calendário exceder o limite da receita bruta acumulada. uma agência lotérica ou ainda uma pessoa jurídica que aufira receita bruta acumulada decorrente da prestação de serviços em montante igual ou superior a 30% da receita bruta total acumulada.000. ao pagamento dos impostos e contribuições de acordo com os seguintes percentuais (IN SRF nº 355. em relação aos valores excedentes.asp 5/11/2011 .fazenda.000. 0.32%. Deveria passar a recolher os impostos e contribuições. podendo optar.200. até o último dia útil do mês de janeiro de 2000. se no decurso do ano-calendário.Impressão (IN SRF no 355.00.

quando ultrapassado. de mora ou de ofício. os livros obrigatórios abaixo relacionados (IN SRF no 355. 2. espontaneamente e a qualquer tempo. conforme o caso. de 2003. Aplicam-se à ME e à EPP todas as presunções de omissão de receita existentes nas legislações de regência dos impostos e contribuições de que trata a Lei no 9. quando ela incorrer nas situações excludentes previstas na legislação. de 2003. 13 da Lei no 9. e. no ano- http://www. será indicada a nota fiscal a que corresponder o recebimento.317. no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término de cada anocalendário. excepcionalmente. deverá controlar os recebimentos de suas receitas em conta específica. por conta de venda de bens ou direitos ou da prestação de serviços. ou ainda. do adquirente do bem ou direito ou do contratante dos serviços serão considerados como recebimento do preço ou de parte deste. o que primeiro ocorrer. manutenção de placa indicativa da condição de pessoa jurídica inscrita no Simples. O optante pelo sistema que. ainda que fundamentadas em elementos comprobatórios obtidos junto a terceiros (IN SRF no 355. Livro Caixa. no livro Caixa. manutenção da opção para todo o ano-calendário. por opção da própria pessoa jurídica. ser adotado o arbitramento dos seus resultados. nas hipóteses previstas na lei fiscal. 183 Em que casos ocorrerá a exclusão do Simples e a perda da condição de ME ou de EPP? A exclusão do Simples poderá ocorrer (IN SRF no 355. de 2003. que as pessoas jurídicas mesmo enquanto submetidas ao Simples mantenham escrituração adequada às suas circunstâncias. no caso de eventual desenquadramento ou obrigatória exclusão do sistema.317/1996.asp 5/11/2011 . a entrega do bem ou do direito ou a conclusão dos serviços. isto é. 33). Os valores recebidos adiantadamente. em boa ordem e guarda.Impressão Page 25 of 30 a. na forma da legislação comercial. 22 e 23): a. obrigatoriamente. art. Regime de escrituração: A adoção do regime de Caixa. todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração dos respectivos livros. entretanto. c. c. nas hipóteses previstas no inciso II do art. até o último dia útil do mês de maio do ano-calendário subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. Livro Registro de Inventário. quando a mesma. NOTAS: A dispensa de escrituração não impede. A dispensa de escrituração tampouco desobriga as pessoas jurídicas optantes pelo Simples do cumprimento das obrigações acessórias previstas na legislação previdenciária e trabalhista. selagem. desde que mantenham. apresentação de declaração anual simplificada.fazenda. opcionalmente. no qual deverá estar escriturada toda movimentação financeira. por qualquer razão. indicação. de 2003. incluir-se em qualquer das hipóteses para as quais é vedada a opção pelo Simples. 32): a.Simples . em cada lançamento. A dispensa de escrituração comercial para fins fiscais. serão computados como receita do mês em que se der o faturamento. for excluído do Simples sujeitar-se-á às normas de tributação aplicáveis às demais pessoas jurídicas. O cômputo da receita em período de apuração posterior ao do recebimento sujeitará a pessoa jurídica ao pagamento dos impostos e das contribuições. b. em registro individual. b. Caso a pessoa jurídica mantenha escrituração contábil. na qual. calculado na forma da legislação vigente. somente se aplica às ME e às EPP enquanto se mantiverem dentro das condições exigidas para seu enquadramento.gov. ou ainda. poderá. 182 Quais as regras de escrituração aplicáveis às pessoas jurídicas inscritas no Simples ? As ME e as EPP são dispensadas de escrituração comercial para fins fiscais. quando seja permitido. f. implicará as seguintes obrigações: 1. até o seu limite. obrigações previstas na legislação previdenciária e trabalhista. 3. quando por opção a pessoa jurídica desejar sair do sistema ou quando obrigatoriamente tiver que fazê-lo. desde que apuráveis com base nos livros e documentos a que estiverem obrigadas aquelas pessoas jurídicas. d. inclusive bancária. art. enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. livros e documentos fiscais. Recebimentos a qualquer título. emissão de nota fiscal quando da entrega do bem ou direito ou da conclusão do serviço. b. art. ou. desejar sair do sistema. comunicação da exclusão do Simples. para as empresas que produzem produtos cuja selagem é obrigatória. de 1996 (IN SRF no 355. com o acréscimo de juros de mora e de multa.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . art. 22). efetivação da alteração cadastral sempre que houver mudança em sua condição de enquadramento no Simples. por opção da pessoa jurídica.br/prepararImpressao/ImprimePagina. da nota fiscal a que corresponder cada recebimento. pelo lucro presumido. pois. vez que a adesão ao Simples constitui-se em uma faculdade legal. tais pessoas jurídicas deverão sujeitar-se às regras previstas para o lucro real.receita. g.

00). por opção. b. mediante alteração cadastral (FCPJ) até o último dia útil do mês de janeiro do ano-calendário subseqüente. Exemplo: crime contra a ordem tributária ocorrido em fevereiro de 2000. nos casos de exclusão obrigatória. ou ainda. e. insusceptível de redução. c. NOTAS: Para excluir-se do Simples. quando seja permitido. d. podendo inscrever-se como EPP. quando a pessoa jurídica resistir à fiscalização. A ME que ultrapassar. de 2003.000.00 (cem mil reais). Se a exclusão é obrigatória em face de ter sido ultrapassado os limites de receita bruta definidores do porte da empresa. g. mas os efeitos da exclusão retroagirão a fevereiro de 2000. a partir do período em que se processarem os efeitos da exclusão. assim como pelo não-fornecimento de informações. mas com decisão definitiva em novembro de 2001. a falta de alteração cadastral implicará a exclusão da pessoa jurídica do Simples. retroativos os seus efeitos. quando da comercialização de mercadorias.Simples . excepcionalmente. 200 do CTN e do art. negócio ou atividade. 2.. no caso de firma individual. assegurado o contraditório e a ampla defesa. a pessoa jurídica deverá comunicar que incorreu em atividade impeditiva dos benefícios do Simples até o último dia útil do mês subseqüente àquele em que o fato tiver ocorrido. sendo. porém. A pessoa jurídica só poderá ser excluída em novembro de 2001. observada a legislação relativa ao processo tributário administrativo (IN SRF no 355. o limite de receita bruta correspondente a R$120. caracterizado pela negativa não justificada de exibição de livros e documentos a que estiver obrigada. movimentação financeira. pelo lucro presumido. 184 Em que hipóteses dar-se-á a exclusão de ofício da empresa optante pelo Simples? a. ao domicílio fiscal ou a qualquer outro local onde se desenvolvam suas atividades ou se encontrem bens de sua posse ou propriedade. nos termos do art. a partir do mês subseqüente ao da ciência do ato declaratório executivo expedido pela Secretaria da Receita Federal. objeto de contrabando ou descaminho.fazenda. ela deverá comunicar a sua exclusão até o último dia útil de janeiro do ano-calendário subseqüente.br/prepararImpressao/ImprimePagina.317. ou. quando a pessoa jurídica causar embaraço à fiscalização. sobre bens. tomando como base as regras previstas para o lucro real. a pessoa jurídica deverá efetuar comunicação. sujeitar-se-á às normas de tributação aplicáveis às demais pessoas jurídicas. inclusive com relação à forma de apuração dos seus resultados. de 1990. não podendo ser inferior a R$100. quando a pessoa jurídica for constituída por interpostas pessoas que não sejam os verdadeiros sócios ou acionistas. deverão proceder à alteração cadastral com vistas à atualização da situação. 919 do RIR/1999. 13 da Lei no 9.000. ou o titular. definidos na Lei no 8. A exclusão de ofício dar-se-á mediante ato declaratório executivo da autoridade fiscal da Secretaria da Receita Federal que jurisdicione o contribuinte. mediante alteração cadastral. no ano-calendário imediatamente anterior. própria ou de terceiros. A comunicação em razão de excesso de receita bruta só será admitida até o início do procedimento de ofício.Impressão Page 26 of 30 calendário de início de atividades. o limite de receita bruta correspondente a R$100.00 (cem reais).00 (cento e vinte mil reais) estará excluída do Simples nessa condição. com decisão definitiva. quando a pessoa jurídica incorrer em crimes contra a ordem tributária. de ofício nas hipóteses citadas na pergunta 184. parágrafo único). por opção ou obrigatoriamente. NOTAS: 1. quando intimada. sujeitando a pessoa jurídica à multa de 10% (dez por cento) sobre o Simples devido no mês de dezembro (valor mínimo de R$100. art. http://www.asp 5/11/2011 . por opção. 186 Quais os efeitos da exclusão do Simples? A pessoa jurídica excluída do Simples. multiplicados pelo número de meses de funcionamento. previstos no inciso II do § 2o do art. nas hipóteses previstas na lei fiscal. opcionalmente. c. de 1996.gov. Iniciado o procedimento de ofício. quando verificada a prática reiterada de infração à legislação tributária. 185 Quais as exigências impostas às pessoas jurídicas que desejarem ou forem obrigadas a sair do Simples? As pessoas jurídicas que forem excluídas do Simples.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .receita. caracterizada pela negativa de acesso ao estabelecimento. Neste período fica assegurada a condição de EPP a partir de janeiro do ano-calendário subseqüente àquele em que se deu o excesso em relação ao limite fixado para ME.137. É necessária a decisão definitiva nos casos de crimes contra a ordem tributária. obrigatoriamente ou de ofício. f. 23. pelo lucro arbitrado. A falta de comunicação ensejará a aplicação de penalidade correspondente a 10% (dez por cento) do total de impostos e contribuições devidos de conformidade com o Simples no mês que anteceder o início dos efeitos da exclusão. e pela inocorrência nas demais hipóteses que autorizam a requisição de auxílio da força pública. Nas demais hipóteses de exclusão obrigatória. quando não realizada a comunicação da pessoa jurídica.

de 1o/01/2002. 20 da IN SRF no 355.798. comercialização de mercadoria objeto de contrabando ou descaminho. de 2003. NOTAS: Para as pessoas jurídicas enquadradas nas situações excludentes de que tratam os incisos III a XVII do art. 1. de 2003 (prática de atividades vedadas). b. a partir. anualmente. deverão apresentar. art. poderá retornar ao sistema? Quando? A pessoa jurídica que seja resultante de cisão ou de qualquer outra forma de desmembramento não poderá optar pelo Simples.Impressão Page 27 of 30 A pessoa jurídica que. para o imposto de renda. na hipótese de que trata o inciso XVIII do art. inclusive. na hipótese em que o valor acumulado da receita bruta neste período seja superior a R$100. a partir da respectiva documentação de aquisição. o montante dos créditos que serão passíveis de aproveitamento nos períodos de apuração subseqüentes. a partir de 1o/01/ 2001. do mês seguinte àquele em que se proceder a exclusão. 190 A partir de quando começará a surtir efeito a exclusão do Simples? Os efeitos da exclusão do Simples dar-se-ão (IN SRF no 355. sujeitos ao regime de tributação de que trata a Lei no 7. àquele em que foi ultrapassado o limite estabelecido para enquadramento como ME ou como EPP. Na hipótese de exclusão do Simples.fazenda. por qualquer razão. optar por ser excluída do sistema.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . constituição de pessoa jurídica por interpostas pessoas que não sejam os verdadeiros sócios ou acionistas ou titular. de 2003. 3. de bebidas.br/prepararImpressao/ImprimePagina. 31).receita. 23 da IN SRF no 355. de 2003. por conta própria ou por encomenda. quando efetuada em 2001. incidência em crimes contra a ordem tributária com decisão definitiva). art. uma vez excluída. for excluída do Simples deverá apurar o estoque de produtos. cigarros e demais produtos classificados nos Capítulos 22 e 24 da Tabela de Incidência do IPI . de 2003 (embaraço e resistência à fiscalização. de 10 de julho de 1989). inscritas no Simples. poderão ser estabelecidas formas de aproveitamento dos créditos relativos ao ICMS (IN SRF no 355. art. Não sendo contribuinte de IPI. de 1998). e que tenham optado pelo Simples até 27/07/ 2001.00 (cem mil reais).TIPI. nas hipóteses de que tratam os incisos III a XVIII do art. ressalvada a hipótese de já serem optantes por esta sistemática de pagamento quando da cisão (IN SRF nº 355. a escrituração do Registro de Inventário deverá ser feita até o término do anocalendário da mudança do sistema de tributação. 2. declaração simplificada a ser entregue até o último dia útil do mês de maio do ano-calendário subseqüente àquele da ocorrência dos fatos geradores dos impostos e contribuições incluídos no Simples (IN SRF no 355. com efeitos retroativos da exclusão para janeiro de 2002. a partir do início de atividade da pessoa jurídica. poderá aproveitar os créditos relativos às entradas das mercadorias. 20 da IN SRF no 355. 188 Empresa que seja resultante de cisão e que tenha sido optante pelo Simples. 187 Empresa excluída do Simples em junho de 2002. Na existência de convênio. e determinar. o efeito da exclusão dar-se-á a partir: a. espontaneamente. pode aproveitar os créditos de IPI referentes a este período? Sim. 25). 24): 1. 189 No caso de cisão a empresa cindida também está impedida de optar pelo Simples? As pessoas jurídicas remanescentes da cisão (cindidas) não poderão optar pelo Simples. de 2003 (exercício da atividade de industrialização. § 10). matérias-primas. de 2003. 4. a partir desta data. do mês de ocorrência de qualquer dos fatos mencionados nos incisos II a VII do art.732. a partir do mês subseqüente àquele em que incorrida a situação excludente. poderá a pessoa jurídica ficar sujeita à entrega de duas declarações no mesmo http://www. de 2003. prática reiterada à infração tributária. salvo em relação aos eventos ocorridos antes de 1o/02/1997. b.gov. produtos intermediários e materiais de embalagens.000. como os demais contribuintes do IPI.asp 5/11/2011 .Simples . quando a situação excludente tiver ocorrido até 31/12/2001 e a exclusão for efetuada a partir de 2002. existentes no último dia do último mês em que houver apurado o IPI ou o ICMS. 191 Como e em que prazo deverá ser apresentada a declaração simplificada. de conformidade com aquele sistema. Se os efeitos da exclusão retroagem a janeiro de 2002. pelas pessoas jurídicas optantes do Simples? A ME e a EPP. art. 20 da IN SRF no 355. a partir do ano-calendário subseqüente: a. no caso de a pessoa jurídica. multiplicado pelo número de meses de funcionamento (Lei no 9. 20. para as pessoas jurídicas inscritas no Simples até 12/03/2000.

após a dedução do valor de Simples devido e até o limite da receita bruta) são isentos de imposto de renda na fonte e na declaração de ajuste do beneficiário. multa de 10% (dez por cento) incidente sobre o total dos impostos e contribuições devidos em conformidade com o http://www. de 1996. ultrapasse o limite para enquadramento na condição de EPP.asp 5/11/2011 . 2. excluídas aquelas com tributação definitiva (ganhos de capital) e aquelas de tributação exclusiva na fonte (aplicações financeiras). enquanto perdurar o descumprimento da obrigação a que se refere.fazenda. a declaração deverá ser entregue até o último dia útil do mês subseqüente ao do evento. 9o da Lei no 9. art. 33. de 1999. de acordo com os percentuais progressivos fixados em relação à receita bruta acumulada. aluguéis ou serviços prestados serão tributados na fonte segundo a tabela progressiva e na declaração de ajuste do beneficiário.Simples . art. 33). 196 Quais as penalidades aplicáveis às pessoas jurídicas inscritas no Simples? Especificamente. multa de 2% (dois por cento) incidente sobre o total dos impostos e contribuições devidos em conformidade com o Simples no próprio mês em que for constatada a irregularidade. a retificação da declaração independe de autorização administrativa e terá a mesma natureza da declaração originariamente apresentada (IN SRF nº 355. fusão. deverão ser tributados na fonte e na declaração de ajuste do beneficiário (Lei no 9. e o ADN Cosit no 9. Entretanto. de 1996. de 2003. 3o).receita. de 2000. observada a legislação relativa ao processo tributário administrativo. correspondente ao período restante do ano-calendário. Assim. cisão ou incorporação.Impressão Page 28 of 30 exercício: uma declaração simplificada para o período em que se manteve no Simples. 38). De acordo com a MP no 1990-26. de 2003. relativamente à inobservância. art.34 a 37): 1. os valores efetivamente pagos e devidamente escriturados em Livro Caixa (saldo do Livro Caixa no final de cada período. § 2º). surtindo efeitos a partir do mês subseqüente àquele em que incorrida a situação excludente (Lei no 9. na forma da pergunta 194? Na hipótese de ser constatada diferença entre o valor da receita bruta oferecida à tributação e a efetivamente auferida pela ME ou pela EPP.732.gov. na hipótese de ser constatada omissão de receitas pela ME ou pela EPP? Estende-se às ME e às EPP. mediante a expedição de ato declaratório. são aplicáveis às pessoas jurídicas inscritas no Simples as seguintes penalidades (IN SRF no 355. ainda que fundamentadas em elementos comprobatórios obtidos junto a terceiros (IN SRF no 355/2003. ou a prática de qualquer outro procedimento que possa ensejar a caracterização de infração ou irregularidade fiscal. por parte da ME ou da EPP. 195 Qual o tratamento a ser dado pela autoridade fiscal à receita omitida pela pessoa jurídica optante pelo Simples. nos seus estabelecimentos.317. caso a receita omitida somada à receita já computada no período. NOTA: Nos casos de extinção. 194 Qual o procedimento fiscal aplicável às pessoas jurídicas inscritas no Simples. apurada diretamente ou por presunção legal. a autoridade fiscal deverá recompor o resultado do período e tributar o valor apurado como omitido. de placa indicativa da sua condição de optante pelo Simples. art.317. e IN SRF no 355. da obrigatoriedade da manutenção. todas as presunções legais de omissão de receita existentes nas legislações de regência dos impostos e contribuições abrangidos pelo Simples desde que apuráveis com base nos livros e documentos a que estiverem obrigadas aquelas pessoas jurídicas. Os valores efetivamente pagos. resultante da prática de omissão de receita.317/1996. 193 Como se dá a tributação dos rendimentos distribuídos pelas ME e EPP optantes pelo Simples aos seus sócios ou ao titular? A opção pelo Simples não obriga a pessoa jurídica a manter escrituração comercial completa. com as alterações da Lei no 9.br/prepararImpressao/ImprimePagina. A multa será aplicada mensalmente. assegurado o contraditório e a ampla defesa. de 2003. 25.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) . e uma DIPJ. a pessoa jurídica será excluída do sistema a partir de janeiro do ano-calendário subseqüente. art. de 1998. contidos no saldo do livro caixa. que extrapolarem o montante da receita bruta do período. Os valores decorrentes de pró-labore. deverá a autoridade fiscal que jurisdicione o contribuinte proceder à exclusão de ofício. ou já declarada. Caso a verificação da infração ou irregularidade implique qualquer das hipóteses de vedação expressamente previstas no art. arts. 192 A Declaração Anual Simplificada admite retificação? Sim.

29). Excepcionalmente. poderão ser objeto de parcelamento em até 60 prestações mensais e sucessivas (Lei nº 10.317. previstas para o imposto de renda. quando for o caso. 10). aplicável às ME e às EPP optantes pelo Simples. Portanto. e alterações posteriores. de 1996.22 da IN SRF no 355.gov. sendo seu valor mínimo de R$200. 199 Considerando a edição da Lei no 9. de 1999. Nesse caso. em relação ao ICMS e ao ISS (IN SRF n >o > 355. em caso de declaração falsa. art. 10 da Lei no 9. Estatuto da ME e da EPP. e. A imposição das multas supramencionadas não exclui a aplicação. de 1994. de 2003. § 2º). não poderão ser objeto de parcelamento (Lei nº 9. de 1999. apurados pelo Simples. não inferior a R$100. as normas relativas aos juros e multas de mora e de ofício. 13 da Lei no 9.841. inclusive. de 2003. das sanções previstas na legislação penal. em regra. 200 O contribuinte optante pelo Simples é obrigado a emitir nota fiscal.34). art. aplica-se o percentual de 0. 202 Estará sujeita a retenção de imposto de renda na fonte as importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a empresas optantes pelo Simples por serviços prestados por estas? Não estão sujeitas à incidência do imposto de renda na fonte as importâncias pagas ou creditadas por pessoa jurídica a outra pessoa jurídica. de 2004.964. http://www. de 1996. de 2003. as normas constantes da Lei no 9. art. de adulteração de documentos e de emissão de nota fiscal.00). ou a receita bruta poderá ser comprovada com base em estimativa fiscal a que está sujeito ao aplicar a legislação do ICMS/ISS? No âmbito federal.asp 5/11/2011 . não têm efeitos tributários. pela prestação de serviços de natureza profissional. sobre os tributos e contribuições informados na declaração simplificada. os débitos junto à Secretaria da Receita Federal ou à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. entre os quais as ME e as EPP. 198 Poderá a pessoa jurídica optante pelo Simples valer-se do parcelamento para regularizar seus débitos em atraso? Os impostos e contribuições devidos pelas pessoas jurídicas inscritas no Simples. NOTA: Apor na nota fiscal a condição de optante pelo Simples. assim como as multas de lançamento de ofício. o tratamento tributário simplificado e favorecido.864. nos prazos determinados no § 3º do art.1o). inclusive pelo atraso na entrega da declaração simplificada (2% ao mês ou fração.fazenda. de 1996 e no § 3º do art.Impressão Page 29 of 30 Simples.925. no mês que anteceder o início dos efeitos da exclusão. São também extensivas às ME e às EPP todas as penalidades previstas para o IRPJ. limitada a 20%. 197 No pagamento em atraso do Simples devido quais acréscimos serão devidos? Aplicam-se aos impostos e contribuições devidos pelas ME e pelas EPP.receita. inscritas no Simples. é o instituído pela Lei no 9. A condição de optante deverá ser comprovada mediante a apresentação do termo de opção ou do espelho da Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica (FCPJ) (IN SRF no 355.Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) .317. em desacordo com a operação efetivamente praticada. estão obrigados à emissão de notas fiscais.Simples . quando for o caso.00 (cem reais). art. ao titular ou sócio da pessoa jurídica. relativamente ao descumprimento da obrigatoriedade de comunicação da exclusão da pessoa jurídica do Simples. art.5% (meio por cento) sobre a receita bruta mensal. os contribuintes. 201 Empresas que optarem pelo Simples deverão destacar e classificar o IPI na nota fiscal? Não deverá ser procedido o destaque do IPI na nota fiscal pelas empresas optantes pelo Simples. independentemente do valor da operação e do fato de estarem desobrigados pela legislação estadual ou municipal (Lei no 8. qual é a legislação a ser observada pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples? Com fulcro no art. NOTA: Apor na nota fiscal a condição de optante pelo Simples.841. inscrita no Simples. aquelas previstas para o ICMS e o ISS. com vencimento até 30/06/2004. de 2000. 6º.br/prepararImpressao/ImprimePagina.317.

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