Esse trabalho foi realizado através de dois experimentos.

No primeiro utilizamos o colchão de ar, colocando sobre ele 6 massas acopláveis de 50g cada, resultante em uma massa total de 300g. Ajustando também o ângulo do braço metálico, resultando em =1. Alinhando-se a parte traseira do móvel sobre a marca dos 10mm, a sombra da haste ativadora do carro ficou sobre a fotocélula do sensor 1, com isso verificamos que a posição inicial x 0 da traseira do móvel será: x0 = 10mm = 10x10-3. Sabendo-se que os módulos das posições devem estar afastados de 200mm entre si, determinamos estas posições através da seguinte tabela: X0 10 0,01 X1 210 0,21 X2 410 0,41 X3 610 0,61 X4 810 0,81

mm m

Em seguida, determinamos o módulo do deslocamento que o m óvel sofreu para ir da posição x0 à x1 ( x0,1=0,2m) e em maneira análoga montamos a tabela 2: Módulo da posição inicial (m) X0=0 X1=0,2 X2=0,4 X3=0,6 X4=0,8 Módulo da posição final (m) X1=0,2 X2=0,4 X3=0,6 X4=0,8 X5=1,0 Módulo do deslocamento (m) X1- X0=0,2 X2- X1=0,2 X3- X2=0,2 X4- X3=0,2 X5- X4=0,2

No colchão de ar disparamos o móvel e cronometramos o tempo t0,1 para o móvel ir de X0 à X1: t0,1= 2,507s, para um deslocamento x0,1=0,2m.

De forma análoga com o sensor 2 na marca 200 determinamos t0,2: t0,2= 3,640s, para um deslocamento x0,2= o,4m.

Com esses dados verificamos o significado físico da razão x/ t = velocidade média. Para cada intervalo de tempo , seu respectivo deslocamento e velocidade média, montamos a tabela 3: Deslocamento acumulado x0,1 = 0,2 x0,2 = 0,4 x0,3 = 0,6 x0,4 = 0,8 Tempo acumulado t0,1 = 2,507s t0,2 = 3,640s t0,3 = 4,535s t0,4 = 5,301s Velocidade Média Vm= 0, 079 m/s Vm= 0,109 m/s Vm= 0,132 m/s Vm= 0,150 m/s

Com esses dados construímos o gráfico Vm X t:

uma esfera metálica e um cronômetro. Determinamos que a posição final será x=60 cm.Classificamos esse movimento estudado em função da trajetória e do comportamento das velocidades médias obtidas. Posicionamos assim a esfera metálica na posição inicial da canaleta x0 = 10 cm. X = x0 + v0t + at2/2 . encontramos a aceleração. primeiramente estendemos a trena ao longo da canaleta usando-a para anotar a posição da esfera. e utilizando a função posição do MRVA. percorrendo assim um total de 50 cm. construímos o gráfico da posição pelo tempo acumulado ( x X t): EXPERIMENTO 2 No segundo experimento usamos uma caneleta. Com esses dados. Com os dados da tabela 3. resultando em um período total t=1. Nele. sendo que a grandeza que informa de quanto varia a velocidade do móvel na unidade de tempo é a aceleração: a = v/ t (com unidade em m/s2 ). como MRUA (Movimento Retilíneo Uniformemente Variado).25 s. Ao largar a esfera soltamos também o cronômetro. uma trena .

64 = 9.317/9.0.µ) 0.µ µ = 0.81(sen 5.sen 5.1.0975 0.317) = (.64 = 9.64 = 0.763).sen Ax = 9.95 => Não deram valor aproximado por causa do atrito da canaleta Calculamos assim também o coeficiente de atrito da canaleta: Ax = g(sen cos .6 sen = 0. sen = CO/H sen = 8.763. usamos a trena para calcular o ângulo da inclinação da canaleta.5/0.098 = 5.6 cos 5.95 m/s2 0.µ (-0.µ) 0.64 m/s2 Usando nossos conhecimentos de trigonometria.8.81.60 = 0.6 Ax = g.5/8.6.9952.25)2/2 0.µ) 0.64 = 0.81(0.6 = 0.957 9.10 + 0.25 + a(1.0324 .78 = a a = 0.763 = 0.

Universidade Federal do Pampa Centro de Tecnologia de Alegrete Curso de Engenharia Mecânica / Civil O MRUA . SENSORES E CANALETA DE PAPELÃO Eliana Reis Angst ALEGRETE 2009 .MÓVEL COM HASTE ATIVADORA.

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