abril/2011

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ÍNDICE
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EM EM PE EM PE IN S S N PE S EM EM M SI EM IN PE TODOS OS CARGOS DOS CPONCURSOS DE INGRESSO, PARA PROFESSOR DE ENSINO FUNPE PROFESSOR M EE E S CAR M ARGOS CON ONCURSOS INGRESSO, PARA ENSINO E EM N N P M M SI SI PE PE M EE EE AMENTAL E ACESSO, PARA N GEST EDUCACIONAL DAMENTAL II PEEMÉDIO, SINDE ACESSO, PARASIGESTOR EDUCACIONAL E N N M EE SI NP NP N SI EE SI SI SI NP EM M SI M NP EM PE Constituição da República Federativa do Brasil - 1988 .......................................................................... 5 SI M EM EE M PE IN M M E P E S N EE EE EE IN PE Lei nº 8.069/1990SI...............................................................................................................................................P17 EM NP P P S M N N NP SI PE IN IN SI SI EE EM SI S S N M PE SI NP EE M EM SI IN EM Lei nº 9.394/1996 ............................................................................................................................................... 19 EM S M E EM NP EM PE EE PE SI NP PE EM IN PE P I M E S M N IN N N E S EE SI 10.172/2001 S ............................................................................................................................................. 33 SI SI Lei nº M NP PE SI EM NP E N M SI EM PE SI EM PE M EE EM EM PE LeiIN 10.436/2002 .............................................................................................................................................34 SIN PE EE S nº EM PE NP PE IN M M IN S N E E S SI N PE SI SI PE PE IN MLei nº 10.793/2003 .............................................................................................................................................34 S N N EM E S SI SI EM M EM PE PE M EE PE PE IN IN M EM EE S S N E P Lei SIN 11.114/2005 ............................................................................................................................................. 35 EM nº NP M PE EM SI PE IN SI EE IN PE S N PE P S M M N SI M IN M nº 11.274/2006............................................................................................................................................. 36 IN SI EE S S ELei P EE M M PE M IN EE M EE NP M S N P E EE SI M EE SI Lei nºIN EM NP PE EE S 11.494/2007 ............................................................................................................................................. 37 NP SI EM NP I PE P I N M S M S N N E PE SI SI EE SI EM PE Lei nº 11.645/2008 ............................................................................................................................................ 48 SIN EM EM NP IN S EM EM SI EM PE PE M EM PE PE IN PE IN Resolução CNE/CEB nº 03/1998 ..................................................................................................................EM EE E S N N S N PE P 48 SI SI EM EM SI NP PE IN IN S S N SI PE PE M SI M IN IN M EM EE Resolução CNE/CEB n° 03/1999 .................................................................................................................. 53 S S E EE EM M EM NP PE M EM EE PE NP SI I M PE P IN N M EE S Resolução CNE/CP nº 01/2004 .................................................................................................................. 55 PE E I S N N E S N PE SI SI NP PE SI SI M IN EM IN E M S EM E S M PE EE Resolução CNE/CEB nº P04/2006 .................................................................................................................. 57 NPE EM EM NP EE IN M EM SI EM PE N PE SI SI EE PE NP EM IN PE IN I P E S ................................................................................................................. 58 N S SResolução CNE/CEB nº 05/2009 N N M SI SI NP SI EM E EE SI EM P PE M M E M NP E N E E P N 59 Resolução CNE/CEB nº 03/2010 .................................................................................................................. SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN S S N N S N PE M SI SI EM SI Resolução M CNE/CEB nº 04/2010 .................................................................................................................. 62EEM IN EE S E PE P P M E N N IN EM EE EM SI SI M EM NP CNE/CEB nº 07/2010 ...................................................................................................................S76 E E PE Resolução PE SI EM NP EM PE IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E EE LEGISLA INPEEM LEGISLMAÇÃO FEDERAL NP I

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EM M PE M M EE M N M M EE M EE EE NP SI EE EE EE SI NP NP EM NP SI SI NP NP SI NP PE SI SI EM EM SI EM IN S EM PE PE CAR ARGOS CON ONCURSOS INGRESSO, P PARA PROFESSOR ENSINO E TODOS OS CARGOS DOS CONCURSOS DE INGRESSO, M ARA PROFESSOR DE ENSINOPFUNM E N N N E E M M EM SI SI SI AMENTAL II ACESSO, PARA GEST PE EDUCACIONAL DAMENTAL INP E MÉDIO, E DE ACESSO, PARA GESTOR EDUCACIONAL EM PE EE M EE PE P S N N EE PE SI NP IN SI EM IN SI EM NP EMLei Orgânica do Município deS São Paulo (LOM - 1990) .......................................................................87 S E PE S SI EM PE M N N NP PE EM SI M EE SI EM SI N M PE EE EM PE NP Lei SI 13.304/2002 ............................................................................................................................................ 90 EEM nº EE IN SI PE NP IN S EM M SAlteração da Lei nº I13.304 ....................................................................................................... 91 INP N SI EM NP PE M SI S S E PE N EM EM SI PE IN M M S N E PE PE 14.660/2007 ............................................................................................................................................M92 M SI Lei nºPEE EM PE IN IN M EE ELei nº 14.660/2007 I....................................................................................... 117 EE S S EM N Alterações da P P IN M EE S NP S E PE P I IN IN M S S N S E PE M IN M SI IN EE M Lei nº 14.715 ....................................................................................................................................................... 126 S EE S M EM EE NP M EM NP M SI EE PE EM SI NP EE PE P E I EM M N Decreto nº 50.069/2008 ...............................................................................................................................PEE P I P S N N E 118 I I S N E PE N S S N SI N EM M SI SI NP SI M EE PE SI E P M N nº 15.215/2010 ........................................................................................................................................... 121 M M Lei N E E PE M SI EM SI EM PE PE M IN EE M PE S P E PE IN IN 51.762/2010 ................................................................................................................................. 122 EE N M Decreto nº E I N S S P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE M EE S S E N M M M IN SI NP PE M Decreto nº 51.946/2010................................................................................................................................. 123 S EE M EE EE SI E E P P P IN S N N N EM EM PE PE SI SI SI EM PE PE IN IN M 4.755/2010 .................................................................................................................................. 124 S S N PortariaEE nº N PE SI SI N EM PE M P SI EM EM PE IN EE IN M S S N E PE PE EM M Lei nº 14.715/2008........................................................................................................................................... 125 NP SI PE IN IN EM SI EE PE EM S S N N M PE PE SI EM NP SI EE IN M SI IN EM Decreto nº 45.415/2004 ................................................................................................................................ 126E P P S E M S E N N E P M PE SI SI PE IN M EE IN EM M S EM N E P M S E Decreto nº 51.778/2010 ................................................................................................................................ 128 SI PE PE PE IN EE M M PE N S N E N E N M M SI NP SI SI PE SI PE M EE SI EE N Deliberação CME nº 03/2006 ..................................................................................................................... 131 M EE SI NP NP M EE SI SI EM NP EM EM EE SI E NP EM PE PE PE P M Indicação CME nº 07/2006 ..........................................................................................................................N132 SI N N PE PE IN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP EE SI NP EM IN M S E M EM NP EM PE PE SI EM EE PE PE IN EM M N S E PE IN IN NP EM SI EE S S N P SI NP M PE PE SI SI IN M EE IN IN S S S EM M M EE NP EE PE EE EM SI EM NP N EM SI NP EM NP EM PE SI EM SI SI PE PE IN PE M N S PE N N M M EE SI N SI SI SI M EE SI EE NP EM P P I M EE E S N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE SI SI NP PE EM PE P P I M S N N E N M PE M SI SI SI PE EE IN M M EE S N M EE EE NP S SI NP M EE SI M SI NP EM NP P EE I I E E S S N EM M PE NP SI EM NP EM M SI PE EE IN SI E E PE P S N M N E N PE SI NP M SI SI PE SI IN EM M EE S N PE EE EM SI NP PE M M M IN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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LEGISLAÇÃO FEDERAL
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S PE EM M EM IN PE M EE S E EM P N PE M M M cumARTIGOS 5º - 37NAO 41, PE SI I PE INobrigação legal a todos imposta ePrecusar-se aM EE EE EE S S prir prestação alternativa, fixada em lei; N P M EE 205NAO 214 E 227 AO 229SIN NP SI IN EE SI SI EMé livre a expressão daSatividade SINP M IX intelectual, M NP EM PE SI e de comunicação, independenEM EE M PE IN artística, científica TÍTULO II M M EM E P E S EE EEDIREITOSIN GARANTIAS PE IN PE SE EM NP P temente de M censura ou P licença; E DOS S N N NP SI P I IN SI SI EE invioláveisNa intimidade, a vida privada, EM SI S S N X - são FUNDAMENTAIS M PE SI NP EE M EM S IN a honraI e a imagem das pessoas, assegurado o di- EM EM S E EM NP EM PE EM CAPÍTULO I reito a indenização pelo dano material ou moral de-PE SI NP PE EM IN PE PE I N E S N N N EM EM SI corrente de sua violação;P DOS DIREITOS S DEVERES INDIVIDUAIS E SI SI SI PE IN PE M EM N N XI - a casa é asiloS inviolável do indivíduo, ninEEE M SI EM PE SI EM P COLETIVOS M E EE N EM EM guém nela podendo penetrar sem consentimento do SIN PE EE SI NP EM PE NP ITodos são IN M a lei, sem morador, salvo em caso de NPE M N E E S iguais perante SI flagrante delito ou deArt. 5º -S PE SI SI PE PE I Mdistinção de qualquer natureza, Igarantindo-se aos sastre, ou paraNprestar socorro, ou, durante o dia, S N EM E IN S S EM M EM PE PE brasileiros e aos estrangeiros residentes noS País a EM determinação judicial; EE PE PE IN IN M EM E por S S N M NP M E XIIP- Eé inviolável o sigilo daNcorrespondência inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igual-NP PE EM SI SI I SI EE IN telegráficas, de dados e das PEE PE S P termos se- e das IN S dade, à segurança e à propriedade, N nos M N S comunicações N EM M M SI SI SI E comunicações telefônicas,E salvo, no PE último caso, M EEguintes: EEM P N E M M SI NP EM que I - NP homens e mulheres sãoM iguais em direitos e Epor ordem judicial, nas IN PE EE S hipóteses e na forma M SI EE E N EE SI NP SI obrigações, nosINP termos desta Constituição; EM NP a lei estabelecer para fins de investigaçãoPEcrimiI SI N NP EM PE S será obrigado a fazer ou deixar deS nal ou instrução EEM processualPEpenal; (Vide Lei nº IN II - ninguém SI SI EM S E de EM alguma coisa senão em virtudeM lei; EM NP IN M 9.296, de 1996). fazer S SI EM PE PE M M E EE E N E N P PE III -Nninguém será submetido a torturaNP E SI EM SI PE PE I nem a SIN XIII - éMlivre o exercício de qualquer trabalho, I M S S E E NP PE IN ofício ou profissão, atendidas as Squalificações protratamento desumano ou degradante; IN E S N SI PE M SI NP MIV - é livre a manifestação do pensamento, sen- fissionais que a leiSIestabelecer; IN M EM EE S E P EE EM M XIV - é assegurado a EEM o acesso à infor-EM todos do PE E PE NP vedado PoEanonimato;N SI EM IN SI PE EM IN mação e resguardado o sigilo da fonte, quando neV - éIN assegurado o direito deSresposta, proporNP EM PE E I S E IN S S agravo, além da indenização por dano NP Pexercício profissional; SIN S M cional ao EM IN SI cessário ao EM Sé livre a locomoção no território nacional EE E PE à imagem; M M M M XV material, moral N ou P E PE E E M EE IN M EM IN SI PE NP PE tempo de paz, podendo EE SI E PE NP VI - é inviolável a liberdade deNconsciênciaE e em EEM I P qualquer pessoa, nos S IN I S S Sde crença,Msendo assegurado o livre exercício Pdos termos da lei, nele entrar, IpermanecerIN dele sair N P IN S ou S E Sa pro- com seus bens; EM IN M E E S cultos religiosos e garantida, na forma da lei, E P PE M M E M NP E N locais de culto e a EE E P N sem M M SI XVI - E todos podem reunir-se pacificamente, teçãoSI aos N SI EM PE P suas liturgias; EE EE SI NP EM PE IN IN termos da P a presta- armas,SIem locaisINP abertos aoIN público, independen- M S N lei, S PE M M VII - é assegurada, nos S SI S IN M EE ção EE de assistência religiosa nas entidades civis e temente de autorização, desde que nãoPfrustrem ou-EE S E P M N NP N PE tra reunião anteriormente convocada para o mesEM EE SI SI SI militaresNde internação coletiva; EM M EM E P E PE SI EM E por E VIII - ninguém Pserá privado de direitosM mo- SINmo local, sendo apenasE exigido prévio aviso à autoIN NP IN M PE PE filosófica ridade competente; INP S M E SI EM N tivo de crença religiosa ou S convicção de IN S EE PE SI EM PE para S M E XVII - é plena a liberdade de associação ou política, M salvo se asEM invocar para eximir-seE de IN N S SI E E EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E EM PE N SI

CONSTITUIÇÃO MDA REPÚBLICA M M EM EE EE PE N EE M NP NP EM SI FEDERATIVA DO BRASIL - 1988 INPEEM SI SI EE NP PE I P S EM N IN

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EM EM M PE a de caráter paramilitar; PE M M EE M XXX - é garantido o direito de herança; fins lícitos, vedada N P N M EE M EE EE SI EM SI EE XVIII - a criação deNassociações e, na forma da EE SI NP NP EM XXXI - a Isucessão deEbens de estrangeiros siNP S SI lei, a deMcooperativas independem de autorização, tuados no País será regulada pela Ilei brasileiraMem NP NP SI NP PE SI SI E EM S E IN M PE PE P sendoEvedada a EE interferência estatal em seu funcio- S benefícioMdo cônjuge ou dos filhos brasileiros, semM N N E E M P IN EM SI SI EM pre que não lhes Eseja mais favorável a lei pessoal S namento; PE PE EE IN M EM PE S N P EE PE NP IN SI do “de cujus”; IN XIX - as associações só poderão ser compulM SI IN S EM NP EMsoriamente dissolvidasS ou ter suas atividades susEE S E S XXXII - o Estado promoverá, naPforma da lei, a SI EM PE N N NP pensas Epor decisão judicial, exigindo-se, no primei- EEM P EM SI defesa do M consumidor; SI EM SI N M M M PE EE SI PE NP XXXIII - todosEEtêm direito a receber dos ór- PEE ro caso, o trânsito em julgado; EE IN M SI P NP IN S M S N SI EE N EM NP de SI SI EM XX - ninguém poderá ser compelido a asso- gãos públicos informações P seu interesse parti-SI PE N M M E ciar-se ou a permanecer associado; I N que serão cular, ou de interesse coletivo ou geral, S EE M EE SI NP EM EE SI EM prestadasEEM prazo da lei, sob pena de responsano XXI - as entidades associativas, quando expres- PE NP NP EM SI SI EM E aquelas cujo sigilo seja imNP autorizadas, têm legitimidade para repre-SIN bilidade, Pressalvadas M PE PE samente SI EM PE PE IN IN IN M S S N S E PE M M prescindível à segurança daNsociedade e do Esta- SIN sentar seus filiados judicial ou extrajudicialmente; SI I EE M EE S P E do; (Regulamento). o EM XXII -Né garantidoM direito de Ppropriedade; M EM N M PE SI - a propriedade atenderá a suaINfunção EE PE SI EM EE XXXIVP- E a todos assegurados, independenPE P E são XXIII EM M N P I S N N E PE I S N temente do pagamento de taxas:SI E PE N S N social; SI EM M SI IN SI NP M EE PEXXIV - a lei estabelecerá o procedimento para SI petição aos Poderes Públicos S a) o direito de E P M N M M E M N E E M SI emPEE defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abudesapropriação por necessidade ouPutilidade públiSI EM PE PE M IN EE M S P PE IN INinteresse social, mediante justa eNprévia so de poder; EE EE N M ca, ou por I S S P N E P S EM M SI SI IN PE indenização em dinheiro, ressalvados os casos preIN PE M b) a obtenção de certidões em repartições púEE S S E N M M M IN SI NP de e vistos nesta Constituição; NPE M EE EE blicas, para defesaEE direitosEM esclarecimento de S SI E P P P I S N N EM EM PE PE IN SI XXV -Mno caso de iminente perigo público, a situações de interesse pessoal; SI E PEXXXV - a S não excluirá da apreciação do M PE IN IN de propriedade S S lei autoridade competente poderá usar PE IN IN M EE S S N E PE M P EM EM particular, assegurada ao proprietário indenização Poder Judiciário lesãoMou ameaça a direito; SI PE IN EE IN S S M N E PE PE M XXXVI - a lei não prejudicará o direitoM adquiriulterior, se houver dano; EE NP SI PE IN IN EM SI EE P E S S IN N M XXVI - a pequenaSIpropriedade rural, assim do, o ato jurídico Sperfeito e a PE coisa julgada; PE EM NP EE IN M SI IN EMlei, desde que trabalhada pela famíPE Pdefinida em E M XXXVII - não haverá Sjuízo ou tribunal de exS E N N E M PE SI SI lia, não INP objeto de penhora para pagamento ceção; PE será M EE IN EM M S EM N E P M S E PE XXXVIII - é reconhecida a instituição do júri, com de débitos decorrentes de sua atividade produti- SI PE PE IN EE M M PE N S N P E N E N M SI SI SI va,M PE SI PE EE dispondo a lei sobre Eos meios de financiarMo a organização queNlhe der a lei, assegurados: SI E N M a plenitude de defesa; EE seu a) SI NP desenvolvimento;INP M EE SI S pertence o direito IexcluEM NP EM EM XXVII - aos autores EE S E NP b) o sigilo das votações; EM PE PE PE P I M N N N PE sivo de utilização, publicação ou reprodução de S c) a NPE soberania dos veredictos; IN M EE EM SI SI SI N S P M EE SI PE SI suas obras, transmissível aos herdeiros pelo temd) a competência para oSIN julgamento dos criEE NP EM IN M S E M EM NP EM po que a lei fixar; mes dolosos contra a vida; PE M PE SI EE PE PE IN EMXXXIX - Inão há crime sem lei anterior quePEE M N S XXVIII - são assegurados, nos termos da lei: o E IN IN NP EM S EE P S S N SI M PE a) PE proteção às participações individuais em SIN a defina, nem pena semINP prévia cominação legal; I S M EE IN IN S S S M M obras coletivas Ee à reprodução da imagem e voz XL E-EM lei penal não retroagirá, salvo para bea EE NP EE Po réu; E EM SI EM NP N humanas, inclusive nas atividades desportivas; EM neficiar SI NP EM NP EM PE M SI SI SI PE b) o direito de fiscalização do aproveitamento XLI - a lei PE punirá qualquer discriminação aten-E IN PE M N S PE N N M EE SI SI SI econômico das obras que criarem ou de que parti- Etatória dos direitos e liberdades fundamentais; SIN EM SI M EE NP EM P I M EE racismo constitui crime inaE aos criadores, aos intérpretes e às respec- INP S ciparem XLII - a prática do N EE M EM SI S fiançávelMe imprescritível, sujeito à pena de reclu- EEM NP NP EE EE tivas representações sindicais e associativas; SI SI NP PE EM P M SI NP NP M PE IN M XXIX - EE lei assegurará aos autores de invena são, Inos termos da lei; E SI S S E N P PE SI EM N EM PE S SI EM I M P PE tos industriais privilégio temporário para suaNutiliza- EM XLIII -NaElei considerará crimes inafiançáveis e IN E S S ção, bem como proteção às Ecriações industriais, à E insuscetíveis de graçaPou anistia M prática da EE a tortuI IN EM S S N P E M P NP SI propriedade das marcas, aos nomes de empresasN ra , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, EEM EM M SI PE EE IN SI E E P P S N eNa outros signos distintivos, tendo NP vista o inteo terrorismo e os definidos como crimes hediondos, IN EM PE SI I em M S SI EM Ne o desenvolvimento tecnológico e eco- porPE S E resse social SI N eles respondendo os mandantes,E os executoEM M PE SI e os que, P PE PE M IN podendo Eevitá-los, seNomitirem; EM EE M nômico do País; P M res I S N E E S IN E I M E N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE SI SI LVIII -No civilmente identificado não será subXLIV - constitui crime inafiançável e impres- EEM PE I IN S S N EM M M critível a ação M grupos armados, civis ou milita-NP metido a identificação criminal, salvo nas hipóteses de SI I PE EE EE S P EM N P M res, contra a EE EM S EM P ordem constitucional eI o Estado De- previstas em lei;M IN PE IN Smocrático;IN E S PELIX - seráEadmitida ação privada nos crimes de PE IN M S N E S N M SI NP SI PE PE ação pública, se esta não for intentada no prazo leXLV - nenhuma pena passará da pessoa do M EE SI EM M E P IN IN o dano gal; E S S N EM condenado, podendo a obrigação de reparar PE PE M M EM PE SI PE IN IN EE M- a lei só poderá restringir a publicidade dos Ndo perdimento de bens ser, nos ter-E E PE S S LX e a decretação N P SI M N EE NP SI EM IN SI EE EM atos P defesa da intimidade ouE mos da lei, estendidas aos sucessores e contraSeles N processuais quando a SI P P E I M S N E N M M executadas, até o limite do valor do patrimônio trans- o interesse social o exigirem; NP SI SI N PE M M SI EMpreso senão em flagrante EE ferido; PEE SI E N P LXI - Eninguém será M EE PE SI N N E I SXLVI - a leiEM NP SI EM NP EM individualização da pena E delito ou por ordem IN S escrita e fundamentada de au- EM SI SI E regulará a E NP PE P SI N N EM toridade judiciária competente, salvo nos casos de PE e adotará, entre outras, Ias seguintes: NP SI S N PE SI EM a) privação ou restrição da liberdade; EM ou crime propriamente militar, M M E SI E transgressãoPmilitar N E P E EE SI EM EM P N N P M M M b)Eperda de bens; SI SI PE IN PE M INdefinidos em lei; EE E EE S E N S N P LXII - a prisãoEM qualquerP pessoa e Eo local de SI N Nc) multa; INP SI E SI SI d) prestação social alternativa; S NP EMencontre serão comunicados imediatamente M ondePse E SI M NP EM SI EM M PE IN aoSjuiz competente e à família do preso ou à pessoa e) suspensão ouNinterdição de direitos; PEE M M EM E E EE EE - não haverá penas:INP PE IN PE SI EM por ele indicada; XLVII P P S M N IN NP S PE IN IN morte, salvo em caso de guerra declara- EM SI E-E o preso será informado de seus SdireiSI S S N LXIII a) de M PE SI NP M da, nos termosEE art. 84,EXIX; do M EM SI IN tos, entre os quais o de permanecer calado, sen- EM S E EM NP EM PE EM b) de caráter perpétuo; do-lhe assegurada a assistência da PE família e dePE SI NP EM IN PE PE N S N SI N EM PE EM SI c) de trabalhos forçados; advogado; SIN SI SI PE IN PE M banimento; S EM N N d)Ede LXIV - o preso tem direito à identificação dos M SI EM PE SI EM PE M E M EE N EM responsáveis por sua prisão ouEpor seu interrogató- SIN PE EE SI e) cruéis;INP EM PE NP PE M INcumprida EM estabeleci- rio policial; XLVIII - Sa pena será N S SI N PE E em EE SI SI imediatamente relaPdeliIN Mmentos distintos, de acordo com Ia P LXV - a prisão ilegal será S N natureza do N EM E S S SI EM EM PE PE to, a idade e o sexo M apenado; M xada pela autoridade judiciária; PE EE do PE IN IN M EM EE S S N E IN M LXVI - ninguémEserá levado à prisão ou nela NP P EM SI SXLIX - é assegurado aos presosEoMrespeito àNP E PE I SI IN admitir a liberdade provisória, PEE PE S P IN integridade física e moral; mantido, quando a lei S M N S N N EM M M L - àsMpresidiáriasSIserão asseguradas condi- com ou sem fiança; SI SI PE EE M EE P N E EE M EM SI IN NP ções para que possam permanecer com seus filhos EEM LXVII -Enão haveráSprisão civil por dívida, salvo PE M NP SI EE EM N P E P M SI durante o períodoPde amamentação; SI IN PE PE IN a do responsável pelo inadimplemento voluntário e PEE N M S M N E SI brasileiroSIserá extraditado, salvo oS inescusável de obrigação alimentícia e a doNdeposi- N LI - nenhum SI EE EM PE SI EM praticado tárioMinfiel; EM NP IN naturalizado, em caso de crime comum, M E I E S EM S EE EE EM NP EM NP PE envolviE SI EM NP SI antes da naturalização, ou de comprovado IN NP LXVIIIEM conceder-se-á “habeas-corpus” semPE PE I E ou NP PE mento S tráficoSilícito de entorpecentes S drogas SIpre que alguém sofrer M se achar ameaçado de em e IN IN E S N SI PE M SI NP afins, na forma da lei; sofrer violência ou Icoação em sua liberdade de loM IN M EM EE S S E P EE LII - não M M EM M PE IN M E EE será concedida extradição de estran- comoção, por ilegalidade ouEabuso de Epoder; PE NP Sou de opinião; I geiro por crime político M LXIX - conceder-se-á Pmandado de segurançaE P IN N M E S PE E I S N N E P E I S N SI PE SI LIII S- ninguémMserá processado nem senten- INP para proteger direito líquido e certo,Nnão amparado SI M E IN E M S por “habeas-corpus” ou “habeas-data”, quando o EM S ciado senão pela E M PE EE PE EM EM NP autoridade competente; M EE IN SI PE NP PE privado da liberdade ouEde responsável pela ilegalidade EEM abuso de Epoder for SIN ou EM E NP LIV - ninguém será SI EM IN P IN ou agente de pessoaPjurídica no I P N S Sseus bensM N sem o devido processo S legal; autoridade pública PE SI SI E litigantes, em processo judicial SIN ad- exercício de atribuições do Poder Público; EM IN M E LV PEaos ou S PE M M EE M NP Eo mandado de segurança coletivoIN N E Pacusados EE geral são asseguM E ministrativo, e aos LXXPSI SI N EM S pode EM PE P em EE SI EM PE IN PE IN IN defesa, Icom os meios ser impetrado por:NP rados o contraditório e ampla S S N S N PE M M SI S EM SI IN e a a) partido político com representação no Con-EE EE recursos EMela inerentes; S PE P P N M N EM N LVI - Esão inadmissíveis, no M processo, as progresso Nacional; P M SI SI SI M EE PE IN por meios ilícitos; PEE M EE P S EM N E vas obtidas b) organização sindical, entidade de classe ou EE P IN SI NP IN M e em funcionaPE PE S N M S E SI LVII - ninguém será considerado culpado até o associação legalmente constituída EM N IN SI EE PE EM em julgado de sentença penal SI PEdos inte- S M E trânsito condenatória; mento há pelo menos um ano, em defesa M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM EE PE membrosEEM associados; M M M cluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004). INP resses de seus ou IN M M EE EE EE NP S EM EE EE LXXI -S conceder-se-á mandado de injunção SI NP NP EM § 4º - OSIBrasil se submete à jurisdição de TriNP P P PE I I E S sempre M a falta de norma regulamentadora tor- bunal Penal Internacional a cuja criação tenha M N N S N P SI SI E maEM SI E que IN EM PE PE PE ne inviável o exercício dos direitos e liberdades cons- S nifestadoMadesão. (Incluído pela Emenda ConstituM N N N E E M PE M EM SI SI SI cional PE 45, de 2004). nº titucionais e das prerrogativas inerentes à nacionaPE EE IN M EM EE PE P S N N EE PE SI lidade, à soberania e à Icidadania;SIN NP S EM IN SI EM NP EM S E PE S CAPÍTULO VII LXXII - conceder-se-á “habeas-data”: SI EM PE M N E N NP EM SI M DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA a)Ppara assegurar o conhecimento de informa- PEE SI EM SI N E M PE EE EM SI EM ções relativas INP pessoa do impetrante,E constantesN à E IN M SI PE NP PE S M S SI EE N EM NP SEÇÃO I SIN M SI SI Ede registros ou bancos de dados de entidades goPE NP M M E vernamentais ou de caráter público; I N DISPOSIÇÕES GERAIS S EE EE SI NP EM EM SI EM b)PE para a retificação de dados, quando não se PE NP NP EM EM SI EM EM 41 M N fazê-lo porSIprocesso sigiloso, judicial ou ad-SIN PE PE PE prefira ARTIGOS 37E AO SI E PE P IN IN IN M S S N N S E PE M ministrativo; EEM SI SI IN M EE S M para EM LXXIII P qualquer cidadão é parte legítimaEE NM CAPÍTULO VII EM NP SI PE propor ação popularPEE vise a anular ato lesivo ao EM SI EM NP EE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PE E I que EM M N P I P S N N E PE I I ou de entidade de que o Estado IN S E PE N S S N patrimônio público S N EM M SI SI NP SI M meio amEE PE SI participe, à moralidade administrativa,E ao SEÇÃO I P M N M M N E PE M SI EM EE biente e aoPpatrimônio histórico e cultural, ficando o SI EM PE M IN EE M PE DISPOSIÇÕES GERAIS E PE IN IN comprovada má-fé, Sisento deINP EE N M autor, salvo E I custas S S P N E P S EM S SI PE judiciais e do ônusEM sucumbência; IN PE M Art. 37 - A administração pública direta eIN indiE da S S E N M M M IN SI NP PE da EE M EELXXIV - oSIEstado prestará assistência jurídicaE reta de qualquer dos PoderesEM União, dos Esta- S E E P P P IN S N N N EM PE integral e gratuita aos que comprovarem insuficiêndos,EEM DistritoSIFederal e dos Municípios obede- M do PE SI SI E P aos princípios de legalidade, impessoalidaPE IN IN M S S cia de recursos; cerá PE IN IN M EE S S N E PE M P LXXV - o Estado indenizará o condenado por de, moralidade, publicidade e eficiência e, SI tamEM EM PE IN EE IN M E S S P N PE EM EE erro judiciário, assim comoEo que ficar IN preso alémEM bém, ao Pseguinte: P(Redação EM dada pela Emenda SI IN IN S E P EM S S IN M N M do tempo fixado na sentença; Constitucional nºS19, de 04/06/98). PE PE NP SI EE LXXVIE-M gratuitos para os reconhecidamenINe funçõesSpúblicas sãoEE M SI IN P P S E M I - os cargos, empregos E são N N E P M PE SI SI te pobres, na formaM lei: PE acessíveis aos brasileiros que preencham os requiIN M EE IN E da M S EM N E P M S E SI sitos estabelecidos em lei, assimEcomo aos M a) o registro PE de nascimento; PE civil estranPE IN EE M P N S N E N E N M M SI NP SI geiros, na forma da lei; (Redação dada pela Emen- SI PE SI PE M EE b) a certidão de óbito; SI EE N EE NP LXXVII - são gratuitas as ações de “habeas- da EConstitucional nº 19, de 04/06/98); SI EM NP M SI corpus” e E“habeas-data”, e, na forma da lei, osPatos SI EM N EM ou emprego público EM E SI E NP II - a investidura em Ecargo EM PE P PE P I Sdepende de aprovação prévia emEconcurso público N N EM N PE PE necessários ao exercício da cidadania. IN M EM SI SI SI N S N E EE SI SI NP LXXVIII - aPtodos, no âmbito judicialM adminisprovas e títulos, de acordo com a EE e SI NP EM de provas ou de EM IN M S M NP trativo, são assegurados Ea razoável duração do pronatureza e a complexidade do cargo ou M PE EE emprego,M PE SI EE PE INsua na EM EE P cesso e os meios queIN S garantam a celeridade de M NP E forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações IN EM I S E IN NP EE (IncluídoSpela Emenda Constitucional nº INP cargo em comissão declaradoSem lei deSlivre P I S tramitação. M PE P S para IN M EE IN IN2004) M S S S EM M 45, de nomeação e exoneração; (Redação dada pela EE NP EE PE Constitucional nº 19,Pde 04/06/98); EE EM SI EM NP N EM S N EM NP EM § 1º - As normas definidoras dosI direitos e Ega- Emenda PE M SI SI SI PE rantias fundamentais têm aplicação imediata.NP III - o prazo de validade do concurso públicoE IN PE M S PE N N M EE SI N SI SI § 2º - Os direitos e garantias expressos nesta Eserá de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual EM SI M EE SI NP EM P Iexcluem outros decorrentes do NP período; M EE E Constituição nãoS N M EE M EM SI SI NP EM NP EE regime e dosMprincípios por ela adotados, ou dos IV E- durante oSIprazo improrrogável previsto no PEE SI NP PE EM P P I E S N E N M tratados internacionaisEM que a República Fedeem edital de convocação, aquele aprovado P concur- IN S SI SI PE EE IN em M M E N parte. so público deE provas ou de provas S títulos será e M E EE rativa doSIBrasil sejaINP NP S E M P P M SI S PE EE § 3º - Os tratados e convenções internacionais EE convocadoNcom prioridade sobre novos concursaI IN EM S S N P M EM M PE NP SI sobre direitos humanos que forem aprovados, emN dos para assumir cargo ou emprego, na carreira; EM M EE SI PE EE IN SI E P Casa do ECongresso SNacional, em dois turnos, N M- as funções de confiança, exercidas exclusi- INP cada V E N PE SI NP M S SI PE SI IN dos votos dos respectivos membros, vamente por PEE EM M por três quintos servidores ocupantes de cargo efetiS N PE EE EMemendas constitucionais. (In- vo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos SI N PE P M E N M equivalentesPàs SI EM serão M EM SI IN EE IN EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE E N N EM PE por servidores de carreira nos casos, condições e EM SI SI NP PE IN E gislativo e Ido Poder IJudiciário não poderão ser suM S S M pelo percentuais mínimos previstos em lei, Pdestinam-seNP periores aos pagos S N Poder Executivo; EE EM I M EE Edireção, chefia e assesS P EM P M M XIII - é vedada a vinculação ou equiparação de apenas às atribuições de IN EE M E S P IN PE M IN Ssoramento;N(Redação dada pela Emenda Constitu- quaisquer espécies remuneratórias paraE o efeito de S PE I PE IN M EE S N E S N M SI NP PE PE remuneração de pessoal do serviço SI público; (RedaM cional nº 19, de 04/06/98); PEE SI EM M E IN IN o direi- ção dada pela Emenda Constitucional nº 19,Pde 04/ E S S N EM VI - é garantido ao servidor público civil EE PE M M EM SI PE IN IN EE NP EE 06/98);M PE S S toIN livre associação sindical; à SI M N EE NP S EM NP SI EE EM XIV VII - o direito de greve será exercido nosSIterSI NP - os acréscimos pecuniários percebidos porE P P E I M S IN IN M M mos e nos limites definidos em Slei específica; (Re- servidor público não serão computados nem acuEE NP N M M SI EM EE dação PEE pela Emenda Constitucional nº 19, de mulados para fins de concessão deP acréscimosS ulSI N P EE M EE PE SI N dada N EE SI M NP IN SI EM NP EM 04/06/98); SI SI EE NP teriores; (Redação Sdada pelaMEmenda Constitucio- EEM PE PE SI N N nal nº 19, de 04/06/98); VIII - aINP reservará percentual dos cargos e lei EE M SI SI NP S EM M portadoras de M XV - o subsídio e os Ivencimentos dos ocupanE empregos públicos para as pessoas SI EE NP E EE S EM EM NP deficiência e definirá os critériosEde sua admissão; NP tes NP EM EM SI SI NP de cargos e empregos públicosEM irredutíveis, PE I PE M I E são E E S N N P M E contratação S ressalvado o disposto nos incisos XI e XIVE deste NP NIX - a lei estabelecerá os casos de SI NP SI EE S SI tempo determinado para atender a necessida- artigoEeMnos arts. 39, § 4º, 150,I II, 153, III, P 153, § SI Ne E M P por SI M EM P IN EM EE M temporária de excepcional interesse público; PE 2º, IN (RedaçãoS dada pela Emenda Constitucional I; de M M EM E P E N EE EEremuneração dos servidores públicos e o nº S19, de 04/06/98); PE IN PE SI EM NP X -P a P I S N N NP EM PEremunerada de IN de que trata o § 4º doS art. 39 somente po- EM SI SI Eé vedada aIN SI S acumulação S N XVI P subsídio M PE SI N EE derão ser fixados ou alterados por EEM específica, lei M IN cargosSIpúblicos, exceto, quando houver compatibi- EM EM P S E EM EM EM oE observada SINiniciativa INP a privativa emNP PE EM I cada caso, as- lidade de horários, observado em qualquer casoINP PE PE M E S M N S N N E S disposto no inciso XI. (Redação dadaI pela Emenda mesma S SI SI segurada revisão geral anual, sempre naPEE NP PE S EM EM distinção de índices;” (Vide Lei Inº 10.331, SINConstitucional nº 19, deI 04/06/98); N data eEsem M EM PE S EM P M EE E de a) EaM dois cargos de professor; deS18/12/2001) PE (Redação dada pela Emenda ConsEM IN IN PE EE EM P a de um cargo de professor com outro técni- S NP PE IN de 04/06/98); M M IN I E S b) titucional nº 19, N E E S S N SI NP SI PE PE co ou científico; XI - M remuneração e o subsídio dos ocupana SI EM EM IN IN S S S EM M E P PE tes de cargos, funções e empregos públicos da ad- EM c) a de dois cargos ou empregos privativosEde EE PE PE IN IN M EM E S S N N M ministração direta, autárquica e fundacional, dosNP profissionais de saúde, com profissões regulamenNP M EE PE EM SI SI I SI E IN pela Emenda Constitucional PEE PEPoderes daE União, dos tadas;INP S P (Redação dada membros de qualquer dos S M N S N EM IN M SI EM SI PE M M EEEstados, Edo Distrito Federal e dos SMunicípios, dos nº 34, de 13/12/2001); PE E N E M S IN a proibição Sde acumularI estende-se a e NP detentores de mandato eletivo M dos demais agen- EEM XVII - EEM PE M NP SI EE N P E EE SI autarquias, Pfundates políticos e os P pensões ou I outra es- INP empregos e funções e abrangeM S EM IN N proventos,PE S M S ções, empresas públicas, sociedades de economia PE N N E SI pécie remuneratória, percebidos cumulativamente SI EE SI EM PE IN EM EM não, incluídas as vantagens pessoais ou de qual- mista, suas subsidiárias, e sociedades controladas, S NP IN ou M E I M E S EM S M E EE EE NP EM NP EE E SI EM NP NP SI quer outra natureza, Enão poderão excederSIo subsí- Idireta ou indiretamente, pelo poder Ppúblico; (RedaNP P SI EM E Constitucional nº 19, de 04/ NP PE dio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo S ção dada pela EmendaM IN IN S S N SI PE PE M SI 06/98); IN Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos MuM IN M EM EE S S M EE M EE XVIII - a administraçãoEEM fazendária M seus ser-EM e nicípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados eEE NP EE P no NP SI mensal P Governador vidores fiscais M N EE SI Distrito Federal, o subsídio PE EM IN SI do NP NP E terão, dentro de suas áreas de comS IN SI SI do Poder Executivo, o subsídio dos De- NPE NP os demais PE S petência e N jurisdição, precedência SI sobre M no âmbito EM SI setores administrativos, na forma da lei; EM SI EE EM PE M putados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder M M P E PE E E N P EE IN EM SI EM PE PE XIX - somente por lei específica poderá ser SIN Legislativo e o subsídio SIN DesembargadoresEdo dos EM PE NP EM IN PE INe autorizada a instituição de emI S N S STribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e criada autarquia N PE NP SI SI EM centésimos por cento do subsídio presa pública, de sociedade de economia mistaM SI IN M E E EE e vinte e cinco S E NP EM N EM mensal,Pem espécie, dos Ministros do Supremo Tri- de fundação, cabendo à lei complementar, INP EM PE M M E SI SI N EM S neste PE PE EE SI âmbito doPPoder Judiciário, apli- M último caso, definirPas áreas deEEsua atuação; (ReE PE IN P IN IN bunal Federal, no S S N S N PE IN M M SI EM SI IN cável este EM limite aos membros do Ministério Públidação dada pelaS Emenda Constitucional nº 19, deEE EE S PE P P M E N M N N M Procuradores e aos Defensores Públicos; 04/06/98); M EE SI SI SI co, aos INP M EE EE M nº 41, INP XX - PEE P P S EM E (Redação dada pela Emenda Constitucional depende deEEautorização legislativa, em P IN S N IN M das entidades PE PE N M S E SI de M 19/12/2003); S cada caso, a criação de subsidiárias N EM N SI EE PE E XII - os vencimentos dos cargos SI Poder Le- mencionadas no inciso anterior, assim como a par- SI PE M E do M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M EE M § 5º - A lei estabelecerá os prazos de prescri-INP ticipação de Iqualquer delas em empresa privada; N E P M M EE EE S S EM PE EE EE ção para ilícitos praticados por qualquer agente, XXI - ressalvadosINos casosNespecificados na S NP NP EM P P I PE I I E S S legislação, as obras, serviços, compras e alienações servidor ou não, que causem prejuízos ao erário, N N S N P SI SI EM EM SI EM IN EM PE PE P serão Econtratados mediante processo de licitação S ressalvadas as respectivas ações de ressarcimenM M N N N E E M PE M EM SI SI SI to. pública que assegure igualdade de condições a toPE PE EE IN M EM EE PE S N N EE PE NP SI§ 6º - As pessoas jurídicas de direito público M e dos os concorrentes, com cláusulas que estabeleNP M SI SI IN SI E NP EMçam obrigações de pagamento, mantidas as Icondi- as de direito privado prestadoras dePserviços públiEE S E S S EM PE M N N NP ções efetivas da proposta, nos M PE E termos da lei, o qual PEEcos responderão pelos danos que seus agentes, SI M SI EM SI N M M PE EE EM SI PE qualidade, causarem a M terceiros, assegura- PEE somente permitirá as exigências de qualificação téc-N nessa NP EE IN SI PE IN S I M S N EE EM NP do o S direito de regresso contra o responsável nosSIN cumM SI SI Enica e econômica indispensáveis à garantia do M PE NP N E EM casos de dolo ou culpa. SI das PE primento M obrigações. SI E - as administrações tributárias da EUnião, EEM § 7º - AMlei disporá sobre os requisitos e as M P PE IN M S XXII N N E E PE M EE resSI SI EM NP PE PE IN EE emprego da admidos SEstados, do Distrito Federal e dos Municípios,SI trições ao ocupantePde cargo ouM NP E PE I IN IN M E S S S E M IN IN M nistração direta eSindireta que P atividades essenciais ao funcionamento do Estado, IN possibilite o acesso a S EE M EE S P M informações privilegiadas.(Parágrafo EM incluído pela exercidas INP servidores de carreiras específicas, por EM EE M IN S EE PE terão recursos prioritários para aSrealização Ide suas Emenda Constitucional M 19, de 04/06/98) EM EM NP EE PE P E nº EM N P I P S N N E PE I I de forma integrada, inclusive IN S E PE N A autonomia gerencial, orçamentária e S S N § 8ºSIatividades e atuarão S EM M IN SI NP M EE PE o compartilhamento Pde cadastros e de infor- financeira dos órgãos e entidades da administração S SI com E M N M M E N E M SI EM EE direta e indireta poderá serPampliada mediante conmações fiscais, na forma da lei ou Iconvênio. (Inciso SI NP EM PE M EE M PE S P N E PE IN pela Emenda Constitucional nº 42, de trato, a ser firmado entre Iseus administradores PEE N M acrescentado E I eo N S S E P S IN EM M SI IN PE 19/12/2003). PE M poderIN público, que tenha por Sobjeto a fixação EE S S N M M M EE IN SI NP M EE M EE§ 1º - A publicidade dosPatos, programas, obras,E de metas de desempenho para o órgão ou entida- S E SI E E P P P IN S N N N EM EM PE de, cabendo à lei dispor sobre: (Parágrafo incluído M serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá PE SI SI SI P IN IN de orientação pelaEEmenda Constitucional nº 19, de PE M EE S ter caráter educativo, informativoSou IN IN 04/06/98) P M EE S S N E PE EM SI I - o prazo de duração do contrato; dela EM EM social,INP não podendo constar nomes, Esímbolos PE IN M E S S P E PE IN EM II - INP controlesEe critériosEde avaliação de deos ou imagens queScaracterizem promoçãoNpessoal deEM M P IN SI E PE EM S S P IN N M sempenho, direitos, obrigações e responsabilidade EM autoridades ou servidores públicos. PE PE IN SI EE § 2º - AMnão observância do disposto nos Sinci- dos dirigentes; S IN M IN E PE P S E M S PE IN IN M EE III - a remuneração do pessoal.” PE ato e a punição S S sos II e IN implicaráMa nulidadeNdo EE E M S III EM NP M SI termos daEM E lei. SI E PE NP dispostoEno inciso XIEaplica-se M em§ 9º I- O às da autoridade responsável, nos PE P E M P N S E E IN N IN M M SI NP PE SI PE M EE § 3º - A lei disciplinará as formasSde participa- presas públicas eSIàs sociedades de economia mis- S EE IN EE ção NP do usuário na administração pública diretaPe in- ta, EeM E suas subsidiárias, que receberem Srecursos da NP M SI direta, regulando especialmente:M(RedaçãoNdada União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos MuSI EM EM E EE SI E NP EM PE PE PE P I M Snicípios para pagamento de despesas de pessoal N N N PE PE pela Emenda Constitucional nº 19, de 04/06/98. IN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP I - as reclamações relativas à prestação dos EE SI NP EM ou de custeio em geral. (Parágrafo incluído pela IN M M S M EM NP Emenda Constitucional nº 19, de 04/06/98) serviços públicos em geral, asseguradas a manuPE EE EE SI EM EE PE Patendimento ao usuário e a IN EM§ 10 - É INP S E EM PE IN IN NP tenção deMserviços de E S vedada aPEpercepção SsimultâneaNde P SI avaliação periódica, S PE PE proventos de aposentadoria decorrentes do art. 40 externa e EM interna, da M qualidade SIN SI IN E IN IN S S S EM M ou dos arts. 42 e 142 com a remuneração de cardos serviços; EM EE NP EE PE E dos usuários a registros adminis- go, emprego ou função pública, ressalvados os EM SI EM NP P N EM SI NP EM EM II - o acesso PE M SI IN SI PE PE cargos acumuláveis na forma desta SConstituição,E trativos e a S informações sobre atos de governo, obIN PE M N PE N I N M EE N SI SI servado o disposto no art. 5º, X Ee XXXIII; S EM SI M E Eos cargos eletivos e os cargos em comissãoSIdeNP EM P I M EE E - a disciplina da representação contra o exer- INP clarados em lei de livre nomeação e exoneração. S III N M EE M EM SI S (Parágrafo incluídoINP Emenda Constitucional nº EEM NP EE cício negligente ou abusivo de cargo,EE emprego ou S pela SI NP PE EM P P M SI NP M PE M função na administração pública.” SIN 20, SIN 15/12/98) de EE E SI E N P E PE SI EM N EM § 4º I- Os atos NP improbidade administrativa de § 11 - Não serão computadas, para efeito M dos S S EM IN PE PE I M E S S EE importarão a suspensão dos M IN IN E direitos políticos, a PEE limites remuneratóriosP de que trata o incisoPXI do S M S N E M N SI EE perda da função pública,INP indisponibilidade dosN caput deste artigo, as parcelasPde caráter indeniza- EEM a EM M SI EE SI E P e o ressarcimento ao erário, naE forma e gra- tório EM S N pela Emenda Cons- NP bens previstas em lei. (Incluído N PE SI NP M SI SI PE SI da ação pe- titucional nº 47,EM 2005) IN M E de dação previstas em lei, sem prejuízo S EE E P M IN P E S § 12 - Para os fins M dispostoNno inciso XI do N PE PE M SI PE EM nal cabível. EM SI IN EE do IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM PE PE caput deste artigo,Sfica facultado aos Estados e ao EM I - a natureza, o grau de responsabilidade e a IN SI PE IN IN E M S S M cargos componentes de cada Distrito Federal fixar, em EM seu âmbito,E medianteNP complexidade dos SIN I PE M EE E S P EM P M M carreira; emenda às respectivas ConstituiçõesNe Lei OrgâniI EE E S EM P IN PE M IN Sca, como limite único, So subsídio mensal dos DeN PEII - os requisitos para Ia investidura; IN PE M EE S N E S N M SI III - as peculiaridades dos cargos.” NP SI PE Tribunal de PE Justiça, M sembargadores do respectivoPEE SI EM M E IN INcentésiS S EM § 2º - A União, os Estados e o Distrito Federal limitado a noventa inteiros eIN EE PE PE M EM S vinte e cinco PEpor cento INP subsídio mensal dos Ministros doEM manterão escolas de governo para a formação e o IN IN EE M E PE S S mos N S do M N EE NP SI EM NP SI EE EM aperfeiçoamento dos servidores públicos, consti-E Supremo Tribunal Federal, não sePaplicando oSIdisSI NP P E I M S N IN M M posto neste parágrafo aos subsídios dos Deputa- tuindo-se a participaçãoM cursos PEE dos requisinos um NP SI N M EE M SI E EE dos Estaduais e Distritais e dos S SI N P EE Vereadores. (Inclu- EM tos para aPpromoção na carreira, facultada, para isso, EE PE SI NP N P N SI M N SI EM EM ído pela Emenda Constitucional nº 47, IN 2005) NPE a celebração de convênios ou contratos Eentre os EM SI SI S de EE P PE SI N N entes federados. (RedaçãoMdada pela Emenda PE Art. 38INPAo servidor público da administração EE SI SI N S EM M exercício de ConstitucionalEEM 19, de 04/06/98) M E direta, autárquica e fundacional, no SI nº NP E P P E EE SI EM EM P N mandato eletivo, aplicam-se as seguintes Edisposi- P N M M M § 3º -SIAplica-se aos servidores ocupantes de SI P IN PE M IN EE EE EE S N IN EE ções:P (RedaçãoNP dada pela Emenda Constitucional S cargo público o disposto no art. P IV, VII,PVIII, IX, SI N7º, N EM SI XX, XXII e XXX, S SI de 04/06/98). SI N EM XV, XVI, PE M XII, XIII, nº 19, SI M N XVII, XVIII, XIX, EM PE SI EM E M IN podendo a lei estabelecerMrequisitos diferenciados I - tratando-se de PE mandato eletivo federal,E esM EM E P E S N EE E PE PE tadual ouE distrital, ficará afastado de seuIN SI EM NP natureza do cargo o exigir. P S cargo, Mde admissão quando a P M N E N NP SI IN IN ou função; SI nº SI E E (ParágrafoEincluído pela Emenda P SI S S N Constitucional emprego P M PE SI IN EE II - investido no mandato de Prefeito, será afasM EM IN 19, de S04/06/98) M EM P M E S M EM E IN EE M EE EE do cargo, emprego P função,INP § 4º - O membro de Poder, o detentor de man-PE tado ou sendo-lhe faculS N P M N EE S M SI NP NP IN SI dato eletivo, os MinistrosNP Estado eSos Secretários de EE SI EE SI tado optar pela sua remuneração; P I P Minvestido no mandato de Vereador, haven- INEstaduais e MunicipaisSserão remunerados exclusiEM N III EM S EM PE SI EM PE M EE E por subsídio fixado em parcela única, ve- IN vamenteM doScompatibilidade de horários, perceberá as vanEM PE IN PE M EE P NP PE INcargo, emprego ou função, sem pre- dadoNoE acréscimoE de qualquer gratificação, adicio- S M M IN S tagens de seu E E S SI N PE I SI PE PE IN Mjuízo da remuneração do cargo Ieletivo, e, não ha- nal,Sabono, prêmio, verba de representação ou ouS N N EM E S S SI EM M EM PE PE vendo compatibilidade, será aplicada a norma do EM espécie remuneratória, obedecido, em qualquer tra EE PE PE IN IN M EM E P S S N E P IN M art. XI. inciso anterior; IN EE EM SI EM IN caso, o disposto no P 37, X e S (Parágrafo inclu- PEE S IN PEque exija oEafastamento ído pelaP Emenda Constitucional nº 19, deM S P 04/06/98) N IN IV - em qualquer caso S M N S N M M SI EE SI SI § 5º - Lei da União, Pdos Estados, do Distrito EE M M EEpara o exercício de mandato eletivo, seu tempo de E NP E P serviço será contado para todos os efeitos Elegais, Federal e dos Municípios poderá estabelecer a reM EM SI IN N PE EM P SI EE P EM IN PElação entreE a maior e Sa menor remuneração M IN EE dos E S N exceto para promoção por merecimento;S EM N NP SI SI servidores públicos,M NP NP EM qualquer caso, PE SI V - para efeito de benefício prevideasnciário, SI EE obedecido, em SI EM PE IN M EM caso deEafastamento, os valores Eserão determi- o disposto no art. 37, XI. (Parágrafo incluído pela S NP IN no M E I M E S EM S E EE EM NP EM NP PE Emenda Constitucional nº 19, de 04/06/98) E SI EM NP SI nados como se no exercício estivesse. SIN NP PE PE SI EM SI NP § 6º -EOs PoderesEM Executivo,IN Legislativo PE Jue IN E S S N SI P M NP diciárioIN publicarão Ianualmente os valores SI subdo MSEÇÃO II M EM EE S S E EE DOS SERVIDORES P EM M sídio e da remuneração dos cargos e empregosEM EM N PÚBLICOS PE EE PE NP SI EM I M PE pela Emenda ConstiP IN N M S PE públicos. (Parágrafo incluído S PE EE IN IN SI EE IN P S S N P de 04/06/98) S (Redação dada pela Emenda Constitucional nº IN tucional nº N SI M EM I 19, S EM EE EM M 18, EM 05/02/98) PE de § 7º S- Lei da União, dos Estados, do Distrito M P E PE E E N E IN M EM SI EM PE NP PE Municípios disciplinará a Eaplicação SIN S EE P NP Art. 39 - A União, osI Estados,So Distrito Fede- Federal e dos SIN EM IN PE I Sral e os Municípios instituirão conselho de política de PE recursos orçamentáriosIN IN NP S provenientes da econoEM SI inte- mia com despesas correntes em cadaSórgão, autarEM IN M E e S PE PE M M de administração PEEremuneração de pessoal, M NP E N servidores designados pelos respectivos quia e fundação, para M E E N M gradoSIpor SI E aplicaçãoEno desenvolvimenN SI EM PE PE PE EE SI dada pela EmendaPConstitucio- M to de programas dePE E IN P produtividade, treiIN IN Poderes. (Redação S S N qualidadeNe N S PE M M SI SI EM SI IN nal namento e desenvolvimento, modernização, reapa-EE M EE nº 19, de 04/06/98) S E PE P P M N EM N M § 1º PEA fixação Edos padrões de vencimento e relhamento eMracionalização do serviço público,SIinIN SI M E E PE EE IN componentes do sistema remunerató- Nclusive sobEa forma de Eadicional ou Sprêmio de proM P P S EM E dos demais E I P IN NP IN M PE Consti- S dutividade. (Parágrafo incluído pela Emenda Cons- NPE S N M S E SI rio M observará: (Redação dada pela Emenda EM N SI EE PE SI SI E PE M E tucional nº 19, de 04/06/98) titucional nº 19, de 04/06/98). M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M § 8º - AIN EE M na forma da lei. (Redação dada pela Emenda Cons-INP remuneração dos servidores públicos M M EE EE EE S NP S EM EE EE SI N NPorganizados em carreira poderá Iser fixada nos ter- titucional nº 41,P de 19/12/2003) EM NP P P I PE I E S mos do § 4º. (Parágrafo incluído pela Emenda ConsN N S N P § 4º - É S vedada a adoção de requisitos e critéSI SI EM EM N SI EM SI rios diferenciados para a concessão de aposentaEM PE PE PE titucional nº 19, de 04/06/98) M M N N N E E M PE M EM SI SI Art. 40 - Aos servidores titulares de cargos efe- doria aos abrangidos pelo regime de que trata este SI PE PE EE IN M EM EE PE S N N EE PE NP SI artigo, ressalvados, nos termos definidos em leis tivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e NP SI SI EM I SI EM NP EMdos Municípios, incluídas suas autarquias eSIfunda- complementares, os casosNde servidores (Redação S E PE S EM PE M N N NP ções, é Eassegurado regime deEM P Emenda ConstitucionalSI 47, de 2005): nº previdência de cará- PEE dada pela M SI EM SI N M E M M PE EE SI I - PportadoresEEde deficiência (Incluído pela PEE ter contributivoNP solidário,Smediante contribuição doN EE IN M SI P N Ie M S N SI EE N EM NP 47, M SI SI SI Erespectivo ente público, dos servidores ativos e ina- Emenda Constitucional nº INP de 2005); PE M M E tivos e dos pensionistas, observados critérios que N II - que exerçam atividades deSrisco (Incluído S I EE M EE NP EM EE SI preservem o equilíbrio financeiro e atuarial P o dis- PE pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005); EEM Ne NP EM EM P SI SI EM N EM P PE PE M III -Ncujas atividades sejamEexercidas sob conpostoNneste artigo. (Redação dada ao artigo pelaSI SI PE PE IN IN I M S S E PE M M diçõesSespeciais SIN prejudiquem a saúde ou a in- SIN que Emenda Constitucional nº 41, de 19/12/2003) IN EE M EE S P M Os EM § 1º I-NP servidores abrangidos pelo regime tegridade física. EE M EM S EE PE de previdência de que trata esteIN EM S artigo serão apo- PEE § 5º - Os requisitos de idade PE de tempoEM NP P E I e EM M N S PE de IN os seus proventos a partir dos IN contribuição serão reduzidos emIN SI EE PE NP S cinco anos, em S N sentados, calculados P S EM M SI IN SI M EE PE fixados na forma dos §§ 3º e 17: (Redação relação ao dispostoIN § 1º, III, a, para o professor S S no valores E P M N M M E M N E E M SI queEEcomprove exclusivamente tempoMde efetivo dada pela Emenda constitucional INP 41, de 19/12/ nº SI PE PE M EE M P EE S EE M 2003). SIN E IN exercício das Efunções deNmagistérioPna educação NP SI P E P S IN EM M SI IN PE IN PE M infantil e no ensino fundamental e S médio. I - por invalidez permanente, sendo os provenEE S S N N M M EE SI NP EM SI § 6º - Ressalvadas as aposentadorias decortosEproporcionais ao tempoPde contribuição, excetoE M EE M E SI E E P P P IN M S N N EM PE desta Cons- M se PE IN SI SI decorrente de acidente em serviço, moléstiaSpro- rentes dos cargos acumuláveis na forma EE E PE IN IN Mdoença grave, contagiosa ou incurável, tituição, é vedada a percepção de maisPde uma apoS S fissional ou PE IN IN M EE S S N E PE M P M EM na forma da lei; (Redação dada pela Emenda Cons- sentadoria Eà conta do regime de previdênciaSIprePE IN EE IN M S S PE PE EM M visto neste artigo. PEE titucional nº 41, SIN 19/12/2003) de NP IN IN EM SI EE PE EM S S N P N M II - compulsoriamente, aos setenta anos de ida§ 7º - Lei disporá sobre aEconcessãoEdo bene- EM SI SI NP EE com proventos proporcionais ao tempo de SIN NP M EM PE Pde, S fício de pensão por morte, I que será igual: (RedaconE M SI E P IN M EE dada pela Emenda Constitucional nº 41, de SIN PE S tribuição; N E P ção 19/ N M EM M SI EM SI que cumprido tem- SIN12/2003).NPE EE EM EE PE III - voluntariamente, desde PE P I E M M P N S P E N E IN N M SI I - ao valor daIN SI poEmínimo de dez anos deM PE SI PE M E S totalidade dos proventos do ser- S EE efetivo exercício no serN E viço SI NP público e cinco anos no cargo efetivo emPEque vidor falecido, até o limite máximo estabelecido para EM NP M SI se dará aEaposentadoria, observadas as seguintes os EbenefíciosM regime geral de previdência social SI EM N EM EM E SI E NP E do PE PE PE P I Sde que trata o art. 201, acrescidoMde setenta por N N N PE PE condições: IN M EE EM SI SI SI N S N EE SI PE SI NP excedente a este limite, caso apoa) sessenta anos de idade e trinta M cinco de EE e SI NP EM cento da parcela EM IN M EM NP Ee sentado à data do óbito; (Inciso acrescentado pelaM contribuição, S homem, M cinqüenta e cinco anos se PE PE SI E EE PE PE IN EM P de idade EMtrinta de contribuição, se mulher; S N Emenda Constitucional nº M de 19/12/2003) PE e N E N SI EE 41, IN SI SI anos de idade, se homem, INP II - ao valor da totalidade da remuneraçãoNdo E P S M PE b) P sessenta e cinco SI S IN M EE IN IN S P S S M servidorEEM cargo efetivo em que se deu o falecino e sessenta anosM idade, Ise mulher, com provende EE EE Paté o limite máximo estabelecido M EE ao tempoNde contribuição. EM S E para os NP P N mento, tos proporcionais EM SI NP EM EM PE M SI IN SI PE benefícios do NPE regime geral de previdência social deE § 2º - SOs proventos de aposentadoriaNe as IN PE M S PE N M EE SI N SI SI pensões, por ocasião de sua concessão, não po- Eque trata o art. 201, acrescido de setenta por cento EM SI M EE SI NP EM P I M Eexceder a Sremuneração do respectivo ser- INP da parcela excedente EE este limite, caso em atividaderão a N M EE M EM SI S de na data do óbito. I(Inciso acrescentado pela Emen- EEM NP NP M EE EE vidor, no cargo efetivo em que se deu a aposenS SI NP PE P P M EE SI NP M IN IN tadoria ou Pque serviuEM referência para a Econde da Constitucional nº 41, de 19/12/2003)P EE E SI S S N M P SI N EM PE § 8º - É PEE asseguradoEo reajustamento dos beneM S SI IN M PE cessão da pensão.IN M S PE EE § 3º - Para o cálculo dosEproventos de Saposen- EE fícios paraIN preservar-lhes, em caráter permanente, IN EM S S N P M EM M NP SI tadoria, por ocasião da sua P E M SI PE EE IN concessão,Mserão con-N o valor real, conforme critérios estabelecidos em lei. PEE SI E E P S utilizadas como base (Redação dada pela EmendaNConstitucional nº 41, N M sideradas as Eremunerações E N P SI NP M M SI SI SIaos regimes de de PE IN M EE para as contribuições do servidor S EE E P M IN 19/12/2003) E E S § 9º - O tempo de M N PE NP o P SI P EM EM previdência de que Etratam este artigo e SINart. 201, EM SI IN EE contribuição federal,EestaM N S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE M N N PE PE dual ou municipal será contado para efeito de apo- EM EE SI SI IN IN E derados para o cálculoPdo benefício previsto no § 3º S S N EM M M sentadoria e oMtempo de serviço correspondenteNP serão devidamente atualizados, na forma da lei. (PaSI I PE EE EE S P EM N P M rágrafo acrescentado pela Emenda Constitucional para efeito deE disponibilidade. EM SI EM PE IN PE M IN S S PE IN PE nºN41, de 19/12/2003) § 10 -SA lei não poderá estabelecer qualquer forIN M EE E S N M SI § 18 - IIncidirá contribuição sobre os provenNP SI PE PE contribuiçãoNfictício. M M ma de contagem de tempo de PEE S M E IN I 37, XI, à tos de aposentadorias e pensões concedidasEpelo S S E 11 § M - Aplica-se o limite IN EE PE PE M M EM S fixado no art. PE total dosNP IN IN EE EE regime M que trata este artigo que superem o li- M PE S S soma N P SI proventos de inatividade, inclusive M N EE de NP SI E SI EE mite Pmáximo estabelecidoSIpara os benefícios doE quando decorrentes daEM acumulação de cargosINou S N P P PE como deNoutras atividades regime geral de previdência social EEM que trataNo SI SI SI EM N IN EM empregos públicos,Sbem M Pde M SI EM P EE PE sujeitasEa contribuição para o regime geralEde previ- EM art. 201, com percentual igual ao SIN E estabelecido para E P N N N SI NP SI EM NP EM dência social, EeM montante resultante da adição E os servidores titulares de cargos efetivos. (Pará- EM E ao SI SI SI NP PE PE I N N EM grafo acrescentado pela Emenda Constitucional nº PE de proventosPde inatividade com remuneração Sde N SI SI N PE SI EM EM M M E cargo acumulável na forma destaEConstituição, car- 41, de 19/12/2003) SI E N P P E EE SI EM EM N go em Ecomissão declarado emPlei de livreE nomea- P N M M § 19 -SIO servidor de que trataM SI P IN PE M IN EE este artigo que E EE S E S tenha completado as exigênciasPpara aposentadoN M çãoINP exoneração, e de cargo eletivo. SIN e NP SI PE IN EE S § 12 - Além do disposto neste artigo, o regime ria voluntária estabelecidas noS§ 1º, III, a, eNque opte SI EM M SI M NP EM PE SI EM EE M previdência dos servidores públicos titulares de porIN PE permanecer em atividade fará jus a um abono de M M EM E S N PE NP EE EE PE PE cargo efetivo observará, no queNcouber, osSIrequisi- de permanência equivalente ao valorMda sua contriSI E P M N N NP SI NP PE IN SI SI EE EMbuição previdenciáriaSIaté completar as exigências SI N tos e S critérios fixados para o regime geral de previ- E M P SI NP dência social.PEE M EM SI IN para aposentadoria compulsória contidas no § 1º, EM EM S EM EM PE EM § 13 - SAo servidor PE E IN II. (Parágrafo acrescentado M exclusivamente, N ocupante, IN PE E pela Emenda Constitu-P PE PE I M E S em lei de livre cional nº 41, de 19/12/2003) M N IN S N N E E S SI SI SI de cargo em comissão declarado NP PE PE SIa existência de mais de um EM EM e exoneração bem como de outro cargo SIN N § 20 - Fica vedada nomeação M EM PE SI EM PE E M N EM regimeEpróprio de previdênciaEsocial para PE servi- SIN os temporário ou de emprego PE público, aplica-se o regiEM PE EE SI EM P N P e de mais de uma IN M M IN S dores titulares de E me geral de previdênciaSsocial. N E E SI N P cargos efetivos, SI SI PE PE IN do respectivo regime em cada ente M unidade gestora § 14M A União, os Estados,IN Distrito Federal o S N EM E S S SI EM 142, § 3º,E X. M E P PE e os Municípios, desde que instituam regime de EM estatal, ressalvado o disposto no PE art. EE PE IN IN M EM E S S N N previdência complementarEEM para os seus respecti-NP (Parágrafo acrescentado pela Emenda ConstitucioNP M EE PE SI SI EM I SI EE IN P cargo efetivo, poderão nal nº INP de 19/12/2003) S PE P 41, vos servidores titulares Ide S M N S N N EM M M S SI SI § 21 - A contribuiçãoEE prevista no E§ 18 deste o P M EEfixar, paraEM valor das aposentadorias e pensões a N E NP M SI concedidas Epelo regime de que trata este Eartigo incidiráM NP serem NPE EM PE EE apenas sobre as parcelas de provenSI M SI E EM N P E S artigo, Io limite máximo estabelecido paraI os bene- INP tos de aposentadoria e de pensão que superem o S EM IN PE PE NP M S M N N E SI geral de previdência social de queS dobro do limite máximo estabelecido paraSos bene- NPE I fícios do regime EE SI EM PE I EM EM o art. EM NP IN fícios do regimeI geral de previdência social de que S trata 201. E M E S EM S M E EE EM NP NP trata o art. 201 desta Constituição, quando o bene§ 15 P-E O regimeEE previdência complementar de E SI EM NP N SI NP PE P I M SI EM NP PE de queStrata o § 14 será instituído por lei de iniciati- SIficiário, na Eforma da lei, for portador de doença inIN IN S S N SI PE PE M SI capacitante. (Incluído pela Emenda Constitucional va EM respectivo Poder Executivo, observado o disdo IN IN M EM EE S S E M EM M EE nº 47, de 2005) posto no art. E202 e seusINP parágrafos,Pno que couber, M M EE E PE NP S I por intermédio de entidades fechadas de previdênM Art. 41 - São estáveisPapós três anos de efeti-E P IN N M EE S PE E I S N N E S N E PE SI SI NP SI vo de SI M cia complementar,EM natureza pública, que ofere- SIN exercícioPos servidores nomeados para cargo de IN E M EM E S provimento efetivo em virtude de concurso público. cerão aos respectivos participantes planos de beM PE EE PE EM EM NP E M EE IN M EM SI NP PE (Redação dada pela Emenda EConstitucional nº 19, SIN nefícios somente na modalidade deP contribuição SI EE PE NP EM IN PE IN I S Sdefinida. (Redação dada pela Emenda Constitucio- de PE N 04/06/98) S IN NP M SI Ede 19/12/2003). SI IN § 1º - O servidor público estável Ssó perderáM M E E EE o nal nº 41, S E NP EM NP - Somente medianteEM préviaM expres- cargo: (Redação dada pela Emenda Constitucional EM PE NP M § I16 SI S N Ee SI EM PE PE PE sua EE SI EM PE PE IN IN14 e 15 poderá ser apli- nº 19, SIN 04/06/98)P de sa opção, o disposto nos §§ S N N S N PE M M M SI SI SI IN I - em virtude de sentença judicialE transitadaEE cado ao servidor que tiver ingressado no serviço M EE S E PE P P E N M N EM N do SI SI SI público Iaté a data da publicaçãoM ato de institui- em julgado;EEM M NP EE EE previdência com- NPE II - mediante processo administrativo em que M P EM E ção do Scorrespondente regimePde EE P IN SI NP IN M PE PE I S M S E plementar. lhe seja SasseguradaNampla defesa; EM N IN SI EE PE SI EM § 17 - Todos os valores de remuneração consiPE peri- S M E III - mediante procedimento de avaliação M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M E M e ingresso exclusivamente por concurso público deINP ódica de desempenho, na Eforma de lei complemenN M M EE EE EE SI NP S EM EE EE provas e títulos; (Redação dada pela Emenda S NP NPtar, assegurada amplaI defesa.] INP EM P P I PE I E S S S judicial aNdemis- Constitucional nº 19, SIN 04/06/98)N P de § 2º - Invalidada por sentença SI EM EM SI EM IN EM PE PE V - Evalorização dos profissionais da educação são NPE servidor Eestável, será ele reintegrado, e o S do M M N E M P IN M EM SI SI M escolar, garantidos, na formaEda lei, planos de car- S eventual ocupante da vaga, se estável, reconduziPE PE EE IN M EE PE P S N EE PE SI do ao cargo de origem,IN NP S sem direitoNa indenização, reira, com ingresso exclusivamente Epor concurso SI EM I SI EM NP EMaproveitado em outro cargo ou posto em disponibi- público de provas e títulos,Naos das redes públicas; S E P S SI EM PE N N NP lidade PE remuneração proporcional ao tempo de EEM EM S (RedaçãoM alterada pela EmendaI Constitucional com SI EM SI N P M PE EE EM SI EM PE de serviço. (Redação dada pela EmendaEE Constitucio-N nº 53, NP 19/12/2006) IN M SI PE IN PE S E M S SI EM NP IN VI - gestãoSdemocráticaEdo ensinoEpúblico, naSIN M SI Enal nº 19, de 04/06/98) P NP N E des- forma da lei; EM § 3º M Extinto o cargo ou declarada a suaM SI PE M SI E PE PE IN necessidade, o servidor estável ficará emNdisponi- EE VII - garantia de padrão de qualidade. EM M M S N E E PE E SI SI EM NP EM PE PE IN VIIIN- piso salarial profissional nacionalINP para os bilidade, com remuneraçãoNproporcional ao tempoSI S EM PE PE I I M S S N S E PE M M profissionais da educação escolar pública, nos ter- SIN de serviço, até seu adequado aproveitamento em SI IN EE M EE S P M mos de lei federal. (Inciso acrescentado pela outro cargo. (RedaçãoM dada pela Emenda ConstituEM EE M NP IN M EE EE PE cional nº S19, de 04/06/98) EM SI NP EE P E I Emenda Constitucional nº 53, de P 19/12/2006)E EM M N P I P S N N E PE I I S N E - A lei disporá sobre IN caPE N S Parágrafo único §M4º - Como S condição para a aquisição da es- SI E M SI IN S as NP M EE PE SI tegorias de trabalhadores considerados profissio- S tabilidade, é obrigatória a P avaliação especial de deE M N M M M N E PE SI EE EM nais Eda educação básica ePE sobre a fixação de prasempenho Ppor comissão instituídaNpara essaEfinaSI EM M I M PE S P E PEde seus plaIN EE N para a elaboração ouIN M lidade. (Parágrafo incluído pela Emenda Constitu- zo E I N S adequação S P N E P S EM M SI SI IN PE cional nº 19, de 04/06/98) EM IN PE nos de carreira, no âmbito da União, dos Estados, EE S S N M M M IN SI NP PE M E M EE EE do Distrito Federal Ee dos Municípios. (Parágrafo S SI E E P P P IN E S N N N EM EM P Constitucional nº 53, M acrescentado pela Emenda E SI SI ARTIGOS 205 AO 214 INP SI E PE PE IN M S S de 19/12/2006). PE IN IN M EE S S N E PE M P SI Art. 207 - As universidades gozam de autonoCAPÍTULO III E EM EM P IN EE IN M S S P N E PE PE EM M mia didático-científica, administrativa e deMgestão DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA IN SI PE IN IN EM S EE PE E S S N M E DO DESPORTO SIN financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio EM PE PE SI NP EE IN M SI IN EM PE P S de M indissociabilidade entre ensino, pesquisa e exE S PE IN IN M EE PE S S N E P SEÇÃO I N M EM M SI EM Ntensão. PE SI EE SI EE PE NÉ facultadoEM universidades admitir pro§ 1º IDA EDUCAÇÃO PE P E às M M P N S N P E N E N M M SI SI fessores, técnicosIN cientistas Iestrangeiros, na for- SI PE S PE M EE Se EE N P M EE de SI NP Art. 205 - A educação, direitoM todos e dever ma Eda lei. (Parágrafo incluído pela Emenda ConstiE SI do Estado M da família,N SI será promovida e incentiva- tucional nº 11, de 30/04/96) EM NP EM E EE e SI E NP EM PE PE PE P I EM N PE IN § 2º - PE disposto Sneste artigo Eaplica-se àsIN O da com a colaboração da sociedade, visando ao ple- S IN M EM S instiSI N S N P M EE SI PE SI eN no desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o EE NP EM tuições de pesquisa científica SI tecnológica. (ParáIN M S E M EM NP grafo incluído pela Emenda Constitucional nº 11, deM exercício da cidadania eEEM qualificação para o PE sua traPE SI EE PE P IN EM M EE P balho. EM S 30/04/96) N E IN N EE IN SI SI NP E 206 - O ensino será ministrado com base INP Art. 208S- O dever do Estado com a educação P S M PE P Art. SI S IN M EE IN IN M S S S M M será efetivado mediante a garantia de: nos seguintes princípios: INP EE EE EE Pensino fundamental, obrigatório e M EE de condições para Po acesso M EM S E gratuito, N P IN Ee SI EM NP EM I - igualdade PE M SI IN SI PE PE assegurada, inclusive, suaSoferta gratuita para to-E permanência na escola; IN PE M N S PE N E N SI SI SI IN EM II - M liberdade de E aprender, EEM ensinar, pesquisar e Edos os que a ele não tiveram acesso na idade SpróSI M NP E P pria; (Redação dada pela EmendaM I EE E o pensamento, a artePe o saber; S divulgar N N EE Constitucional nº EM M EM SI SI NP EM NP EE 13/09/96) SI SI III - pluralismo de idéias e de concepções pe- 14, dePE NP PE EM PE P M SI N M III - progressiva universalização do PE IN M ensino mé- IN dagógicas,PeEcoexistência de instituições públicas e E S S S N EE M M EE SI IN dio gratuito; PEE (Redação dada pela Emenda ConstituM EE privadasSde ensino;INP NP S E M P M SI M S PE EE IV - gratuidade do ensinoEpúblico em estabele- EE cional nº 14, de 13/09/96 IN IN S S N EM M PE NP SI NP III - atendimento educacional especializado aos EEM cimentos oficiais; EM M SI PE EE IN SI E P N EE EM NP V - valorização dos Sprofissionais do ensino, portadores de deficiência, preferencialmente na rede IN SI NP M S SI EM NP forma da lei, planosSIde carreiraMpara regular de ensino; PE garantidos, na SI EE N E PE M SI IV - atendimento em creche Ie Ppré-escola às PE PE M IN EE com pisoMsalarial profissional N M S P EM o magistério público, E S IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE E N EM PE crianças de zero a Sseis anos de idade; IN M SI NP PE IN EE ao DistritoSIFederal e aos Municípios; (Redação dada S N EM M - educação infantil, em creche eEpré-escola,NP pela Emenda constitucional nº 14, de 13/09/96). M IV SI I P M EE EE de idade; (Redação S E EM N M §M2º - Os Municípios atuarão prioritariamente àsP crianças até 5 (cinco) P anos M E SI PE IN PE M IN Salterada pela Emenda Constitucional nº 53, de no ensino fundamental e na educaçãoPEE S PE IN infantil. (ReIN M EE S N E S N P M SI SI PE PE dação dadaIN M 19/12/2006) EE S pela Emenda constitucional nº 14, de EM M E P IN INdo ensi- 13/09/96). S S N VM EE PE PE M EM EE - acesso aos níveis mais elevados SI Pda pesquisaP e da criação artística, segundo aEM IN EE M - Os Estados e o Distrito FederalIN N E PE S atuarão M S §EE 3º no, N SI M N NP SI E NP SI EE EM prioritariamente no ensino fundamental M médio. (Pa-E e capacidade de cada um; SI SI NP P PE noturno P SI E N regular, adequa- rágrafo incluído pela Emenda constitucional nº SIN M 14, VI - Eoferta de ensino SI N IN EM M PE SI EM EM PE EE PE do àsNcondições doS educando; IN E M de 13/09/96). E P S N I P N SVII - atendimento ao educando, noNensino fun- EE M NP SI EM EM § 4º - Na organização de seus sistemas de en- EM SI SI SI EE NP PE PE I N EM sino, os Estados e os Municípios definirão formas PE damental, através de programas suplementaresSde IN NP SI N P SI EM EMde modoNaEassegurar S universaliM alimentação e deM E material didático-escolar, transporte, SI E colaboração, a E P P E EE SI EM EM P N assistência à saúde. N P M M M SI SI PE IN PE M INzação do ensino obrigatório. (Parágrafo incluído pela EE EE EE S E N S N P M SI NP N§ 1º - O acesso ao ensino obrigatório e gratuito Emenda constitucional nº 14, de 13/09/96) PE NP SI M EE SI SI SI subjetivo. E5º - A educação básica pública IN M § é direito público S atenderá M NP EM PE M SI EE M PE IN prioritariamente ao ensino regular. (Parágrafo § 2º - M não-oferecimento doEE O ensino obrigatóM EM P E S N EE EE IN im- acrescentado pela Emenda Constitucional nº PE PE rio pelo PPoder Público, ou sua INP SI EM P S M N 53, N NP S oferta irregular, PE IN IN SI SI EE EMde 19/12/2006) SI S N porta Sresponsabilidade da autoridade competente. E M P SI NP M EE Art. 212 - A M União aplicará, anualmente, nun- EM § 3º - Compete ao Poder Público Erecensear SIN os M SI EM P E E EM E EM ca menos de dezoito, e os Estados, o Distrito Fede-PE educandos SIN ensino fundamental,Ifazer-lhes a chano NP NP PE EM PE PE N S SI N N EM PE EM SI ral e os Municípios vinteNe cinco por SIN cento, no mínizelar, junto aos pais ou responsáveis, pela SI SI mada eM PE I PE S EM N E N freqüência à escola. M SI mo, da receita resultante de impostos, compreendiEM PE SI EM PE M E EE N EM da a proveniente de transferências, na manutenção SIN livre à iniciativa privada, EM PE EE SI Art. 209 I-NO ensino é P EM PE NP PE M M IN e desenvolvimento do ensino. atendidas asSseguintes condições: EE N E S SI N PE SI SI P PE IN M M § 1º - A parcela da arrecadação de impostos I - cumprimento das normasNgerais da educaS N E EE S SI SI EM Distrito PFeM EM PE ção nacional; M transferida pela União M Estados, ao aos EE PE PE IN IN M E EE S S N E IN aos NP M PE EM SI SII - autorização e avaliação de qualidade peloNP deral e PE Municípios, ou pelos Estados aos res- EEM I SI EE IN não é considerada, para efeito P PE S N pectivos Municípios, Poder Público. S M N SI N NP EM M SI S SI EM Art. 210 - Serão fixados conteúdos mínimos do cálculo previsto neste artigo, receitaEdo governo I P EE M M E N E M EE NP M SI NP para o ensino fundamental, de maneira a assegurar Eque a transferir. EM PE EE SI M NP SI EE EM N E SI NP § 2º I- Para efeito do cumprimento do disposto formação básicaNP comum e respeito aos valores cul- INP SI EM PE PE M S M S no “caput” deste artigo, serão EE N os sis- PE N SI nacionais e regionais. turais e artísticos, SI EE SI EM Pconsiderados IN EM EM § 1º - OMensino religioso, de matrícula facultati- temas de ensino federal, estadual e municipal e os S NP IN E I M E S EM S M E EE EE NP EM NP EE E SI EM NP NP SI va, constituirá disciplina dos horários normais das Irecursos aplicados na forma do art.P213. NP PE I SI EM S NP PE escolas públicas SIN ensino fundamental. S de § 3º -EEM distribuição dos recursos públicos asA IN S N SI P PE M SI ao M§ 2º - O ensino fundamental regular será mi- segurará prioridadeIN atendimento das necessidaIN M EM EE S S M E EE nistrado emEEM língua portuguesa, assegurada às EE obrigatório, nos termos do plano na-EM EM NP PE P co- desMdo ensino M NP SI EM I munidadesP indígenas também a utilização deNsuas cional de educação. PE IN S PE S PE EE IN IN SI EE IN P § 4º - Os programas suplementares de alimenS S N P S e SI M línguas maternasEEM processos próprios de apren- SIN N EM SI EE EM P M dizagem. tação e assistênciaEM saúde previstos no art. 208, à M P E PE E N E M EE IN M EM SI NP PE serão financiados com recursos provenientes SIN EE NP SI EE PE NP Art. 211 - A União, os Estados,SIo Distrito Fede- VII, EEM IN sociais e Poutros recursos orçaI N S Sral e os Municípios organizarão em regime deINP N colade Pcontribuições SI SI EM sistemas de ensino. S EM IN M E E mentários. M S PE M boraçãoP seus EE M NP E ensino fundamental M N - A União organizaráE o sistema M E P N M § I1º § 5º PEO E SI S N Efederal de M S E público teráI como PE EE SI E NP PE IN PE a contribuição soIN Ifinanciará Ias instituições fonte adicional deINP ensino e o dos Territórios,S financiamento S S N N PE M M M S S SI IN de M EE ensino públicas federais e exercerá, em matéria cial do salário-educação, recolhida pelasEempresas,EE S E PE P P N EM N e PE IN EM SI SI educacional, função Eredistributiva M supletiva, de for- na forma daMlei. (Redação dada Spela Emenda PE EE IN M educa- INConstitucional nº 14,Ede 13/09/96) EM EE P S EM E ma a garantir equalização de NP oportunidades P IN S NP I M terá como fonPE PE N M S S cionais e padrão S mínimo de qualidade do ensino me§ 5º I- A educação básica pública N EM EE IN SI EE EM assistência técnica e financeira Saos Estados, te adicional de financiamento Pa contribuição social SI PE M E diante M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M EE do Estado assegurar à criança e ao adolescente,INP do salário-educação, recolhida pelasMempresas na N M EE EE EE SI NP EM S EM EE prioridade, oEdireito à vida, à saúde, à SI NPforma da lei. (Redação alterada pela Emenda com absolutaINP EM NP P P PE I I E S à educação, ao lazer,IN profissionaliS Constitucional nº 53, de 19/12/2006) N N S P M SI SI EM S à EM INalimentação, EE EM PE P cultura, à dignidade, ao respeito,NP liberà § E6º - As cotas estaduais e municipais da arre- S zação, àM M N E E M PE IN M EM SI SI dade eEà convivência familiarM comunitária, além S cadação da contribuição social do salário-educação P PE EE IN M Ee EE PE P S N E N EE SI de colocá-los a salvo de Itoda forma Ede negligênserão distribuídas proporcionalmente ao número de NP IN M SI NP SI EM NP EMalunos matriculados na educaçãoS básica nas res- cia, discriminação, exploração, violência, crueldaS E PE S SI EM PE N M N NP pectivas redes públicas de Eensino. (Parágrafo EEM e opressão. PE SI M de SI EM SI N P M E M PE EE SI EM § 1º - O EstadoEE acrescentadoNP Emenda Constitucional nº 53,N EE IN SI P promoveráMprogramas de assis- PE NP I pela S M S SI EE EM NP IN tência integral à Ssaúde da criança e do adolescente,SIN M SI Ede 19/12/2006) PE NP EM EM admitida a participação de entidadesIN Art. M - Os recursos públicos serão destina213 SI PE M S não governaE PE PE IN dos às Eescolas públicas, podendo ser dirigidos a EE M M S N N E E P mentais e Eobedecendo os seguintes preceitos: EM SI SI EM N EM NP PE PE P M I - aplicação de E escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas,SI SI P percentualEdos recursos públi- NPE IN IN IN M S S S E PE M M cos destinados àIN definidas em Elei, que: S saúde naNassistência materno- SI I E M EE S M e EM I - comprovem finalidade não-lucrativa PEEapli- infantil; NP M EM NP SI EE PE quem seus excedentes financeiros em educação; EM SI EM N EE II - criação de programas de prevenção e atenPE P E I EM M N P I P S N N E PE I I a destinação de seu patrimônio IN dimento especializadoE para os portadores de N S PE N S S IIM assegurem I deficiS EM SI IN NP M EE PE escola comunitária, filantrópica ou confes- ência física, sensorial ou mental, bem como Sde inte- S SI a IN outra E P M M M N E E PE M S EM M gração social do adolescente portadorEde deficiênsional, ou ao Poder Público, no caso de encerraSI PE PE M IN EE M PE S P PE IN IN EE N medianteEE treinamento para o trabalho e a conM mento de suas atividades. I cia, o N S S P N E P S EM M SI SI IN PE PE M vivência, eIN facilitação do acesso aos bens eSservia § 1º - Os recursos de Eque trata este artigo EE S N N M M E SI NP EM SI poderão ser destinados a Pbolsas deEM estudo paraE ços coletivos, com Ea eliminação de preconceitos e EE E SI EM P P P IN E E S N EM EM oN IN SI ensino fundamental e médio, Ina forma da I lei, obstáculos arquitetônicos. INP S E NP PE§ 2º - A leiS disporá sobre normas Ede constru- M P M demonstrarem insuficiência de recurS S para os que PE IN IN M EE S S N E PE M P SI EM EM sos, quando houver falta de vagas e cursos regu- ção dos logradouros e dos edifícios de uso público PE IN EE IN M S S P N PE PE EM veículos de M lares da rede pública na localidade daNresidênciaEM e de fabricação de PEE SI M IN IN E transporteEcoletivo, SI E PE S S N N M a fim de garantir acesso adequado às pessoas por- EM do educando, ficando o IPoder Público obrigadoPa PE PE SI N S EE IN M de sua rede tadoras de deficiência. SI IN EM PE Pinvestir prioritariamente na expansão S E M S PE IN IN EE § 3º - O M PE S S na localidade. N proteção especial abrangerá N M EE direito a M EM M SI EM NP SI EE E SI os seguintes aspectos: EE PE NP § 2º - As atividades universitárias de pesquisa PE P I E M M P N S N E N E N M SI NP SI I - idade mínima de quatorze anosPE para ad- SI e Eextensão poderão receber apoio financeiro do EM SI PE M SI EE N EE missão ao trabalho, observado o disposto no art. Poder Público. SI NP EM NP M SI SI EM NP EM EM plano nacional 7º,EXXXIII; M E Art. E214 - A lei estabelecerá o SI E NP E PE PE PE P I M N N PE PE IN II - garantia de direitos previdenciáriosSe trade educação, de duração plurianual, visando à arti- S IN M EE EM SI SI N S N M EE SI PE SI NP culação e ao desenvolvimento do ensino em seus EE SI NP EM balhistas; IN M S M EM NP EM III - garantia Ede acesso do trabalhador adoles- M diversos níveis e à integração das ações do Poder PE E SI EE PE PE IN EM à escola; P M EE P Público que conduzam à: N S cente M N N SI EE PE IN SI SI analfabetismo; NP EE P S N IV - garantia de pleno e formal conhecimento M PE I-P erradicação do SI SI IN EE IN IN universalização do atendimentoEEM S S S EM M da atribuição de ato infracional, M igualdade na relaII escolar; NP EE PE EE da qualidade do ensino; EM SI EM NP N ção processual EM defesa técnica por profissional e EM SI NP NP EM III - melhoria PE M SI SI SI PE PE habilitado, segundo dispuser a legislação tutelarE IV - formação para o trabalho; IN PE M N S PE N IN EE SI N SI V -M promoção humanística, EM EM SI M E científica e tecnoló- PEespecífica; S SI NP E P I M EE princípios de brevidade, E País. S V -M obediência aos gica do N N M EE M EM SI SI excepcionalidade eINP NP EE EE condição peculiar de PEE S respeito àINP SI PE EM P P M S N E M PE pessoa em desenvolvimento, quando da aplicação IN ARTIGOS 227 EM 229 SIN AO S SI PE EE IN M M E S N P de qualquerPmedida privativa da liberdade; M EE EE NP S SI E N P M VI - estímulo do Poder Público, através deM SI SI PE EE asCAPÍTULO VII IN IN EM EE S S N EM M PE NP SI NP sistência jurídica, incentivos fiscais e subsídios, nos EEM M SI PE EE DA FAMÍLIA, DA CRIANÇA, DOEEM IN SI P S M EE termos da lei, ao acolhimento,Nsob a forma de guar- IN NP ADOLESCENTE E DO IDOSONP SI EE I S SI EM NP Pde criança ou adolescente órfão ouEEM S da, abandonado; SI N EM PE M SI VII - programas de prevençãoNP atendimento PE PE IN EE da família, da sociedade e M M M Art. 227 - É dever I e EM S P N E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE especializado à criança e ao adolescente dependen- EM § 7º - No atendimento dos direitos da criança e SI SI PE IN IN E M S S N P M M te de entorpecentes e drogas afins. PEE SI IN do adolescente levar-se- á emMconsideração o disM EE EE S P E M IN EE EM NP EM IN § 4º - A Plei punirá severamente So abuso, a vio- posto no art. 204. PE EArt. 228 -EM Slência e a Iexploração sexual da criança e doM N SI P PE adoIN E São penalmente inimputáveis os S N E S N P M SI PE PE menores deNdezoito anos, sujeitosSIàs normas da M lescente. EE SI EM M E P IN IN S N E 5º legislação especial. EM § M - A adoção será assistida pelo S Poder PúEE PE PE M SI PE na formaINP lei, que estabelecerá casos e con-EM IN IN EE M 229 - Os pais têm o dever de assistir, criar E PE S S Art. blico, N S da M N EE NP SI EM NP SI EE EM e educar os filhos menores,SIe os filhosM maiores têmE dições de sua efetivação por partePde estrangeiros. SI NP P E I S N M o dever de ajudar e amparar os pais EE velhice, SIN ca§ 6ºEM Os filhos, NP havidos ouSInão da relação do N M P na E M EE casamento, ou por SI SI EM E direi- M rência ou enfermidade.E P E P IN E adoção, terão os mesmos E P S N N E I N M NP SI EM NP E quaisquerSIdesignações E tos eSqualificações, proibidas M SI SI EE EM NP PE PE SI EM discriminatórias relativasNà filiação. PE IN NP I S S N PE SI EM EM M SI EM IN PE PE M EE E S E EM P N N P M M M SI SI PE IN PE M IN EE EE EE S N S N M EE SI NP NP NP SI EE SI SI SI NP EM M SI M NP EM PE SI EM EE M PE IN M M EM E P E S N EE EE PE IN PE SI EM NP P P S M N N NP SI PE IN IN SI SI EE EM SI S S N M PE SI NP EE M EM SI progressiva extensão da obrigatoriedade e EM IN EM Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do II S E EM NP EM PE EM PE SI Adolescente e dá outras providências. gratuidade ao ensino médio; NP PE EM IN PE PE I M E S M N IN S N N E E S SI SI SI NP PE III - atendimento educacional especializado aos PE SI EM Nportadores de deficiência, preferencialmente na rede EM N M ARTIGOSE53 AO 59M M SI PE SI E PE M EE N N EM EM PE PE regularEde ensino;EM EE SI SI P NP PE IN M M IN I E S IV N - atendimento em creche e pré-escola às E E S S N CAPÍTULO SIIV NP SI PE PE SI EM EM crianças de zero a seis anos de idade; DO DIREITO À EDUCAÇÃO, À CULTURA, IN IN S S S EM M EM PE PE M V - acesso aos níveis mais elevados doIN ensiAO ESPORTEE E AO LAZER E PE PE IN M EM EE S S N N E E P M NP M EM SI da SI PE IN no, daNpesquisa eINP criação artística, segundo a PEE SI EE PEadolescente têm direito capacidade de cada um; S P I S M S N IN N EM M M Art. 53 - A criança Se o SI SI PE EE M M VI - oferta de ensino Pnoturno regular, adequaEEà educação, visando ao pleno desenvolvimento de N E M EE N M SI NP EM PE EE SI M NP SI sua pessoa, preparo para o exercício da Icidadania PEdo às condições do adolescente trabalhador;EEM EE N E SI NP S EM N VII - Iatendimento no ensinoM e qualificação para o trabalho, E NP S M NP NP assegurando-se-lhes: I E fundamental, atraSI de condições para o acesso eS vés de programasEsuplementares de material didá- NPE E SI SI I - igualdade EM PE SI EM EM NP IN M E I M E S tico-escolar, transporte, alimentação e assistência permanência na escola; EM S P E EE EE EM EM NP à Psaúde. M II - INP direito de ser respeitadoNpor seusINP educaE SI EM SI N PE PE S S E acesso ao M E ensino obrigatório e gratuito SI NP PE IN IN § 1º PEO dores; S S N SI PE SI MIII - direito de contestarEM I IN M EM E critérios avaliativos, po- é direitoNpúblico subjetivo. S S E EE EM M EM NP PE § 2º - O não oferecimento do ensino obrigató-EM dendo recorrer às instâncias escolares superiores; EE PE NP SI EM I M PE P IN N em rioEpelo poderEpúblico ou Isua oferta irregular imporM S PE S N N IV - Idireito de organização e participação PE E SI E IN P S S N P I M entidades estudantis; ta IN responsabilidade da autoridade Scompetente.S N EM EM SI EE EM PEescola pública e gratuita próxima S M M poder público recensear os M - acessoIN P E § 3º - Compete ao V à PE E E N EE IN M EM S EM PE NP PE educandos no ensino fundamental, fazer-lhes a cha- SI de sua residência. SI EE PE NP EM IN PE IN S N S SI N PE NP mada e zelar, junto aos pais ou responsável, pela Parágrafo único - É direito dos pais ou resSI SI EM SI EM IN M processo pedagógico, bem freqüência à escola. E S PE PE M M ponsáveis ter ciência do EE M NP E N E E P N SI N EM Art. PE - Os paisEM responsável têm a obriga55 ou comoSI participar da definiçãoPE das propostas educa- M SI EM PE SI N E PE PE Imatricular seus filhos ouEpupilos na rede reP IN IN ção deS cionais. S N S N PE IN M SI EM EM SI IN EE Art. 54M É dever do Estado assegurar à crian- gular de ensino. S S E PE PE P E N EM N M IN - Os adolescente:EM SI SI ça e ao INP M E PE Art. 56EEM dirigentes de estabelecimentosS de EE M P S ensino fundamental, NP EM E gratuito, SINensino fundamental comunicarão ao Conselho TuEE IE P IN NP I obrigatório Pe M PE I S N M E N EM N telar os S casos de: SI inclusive para os que a ele S não tiveram acesso na EE PE SI SI EM PE M E M IN N E I - maus-tratos envolvendo seus alunos; idade própria; S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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LEI Nº 8.069

DE 13 DE JULHO DE 1990

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M EM M EE PE de faltas injustificadas e de evaM II - reiteração EE M a) requisitar M serviços públicos nas áreas deINP N M M EE EE EE SI NP S EM EE saúde, educação, serviçoEE social, previdência, traSI NP NPsão escolar, esgotados os recursos escolares; EM NP P P I PE I I E S S N N S N P I III E-Melevados níveis de repetência. SI EM EM SI INbalho e segurança; S M PE PE PE b) representar junto à autoridade judiciária nos Art. 57 - OEE poder público estimulará pesqui- S M M N E E M P IN IN M EM SI casos PE descumprimento injustificado de Ssuas de- S de sas, experiências e novasEpropostasPrelativas a caPE EE IN M EM EE P S N N EE PE N SI liberações. lendário, seriação, currículo, metodologia, didática NP SI SI EM IN SI EM NP EMe avaliação, com vistas à inserção de crianças e E S IV - encaminhar ao SMinistérioNPE Público notícia SI EM PE M N NP adolescentes excluídos do EM PE SI M infração administrativa ou peensino fundamental PEE de fato que constituaM SI EM SI N E M PE EE E SI EM N nal contra os direitos da criança ou adolescente; obrigatório. INP EE IN M SI PE NP PE S M S N SI EE EM NP V - encaminhar à autoridade judiciária os ca-SIN SI SI EM Art. 58 - No processo educacional respeitarPE NP N EM EM PE se-ão os valores culturais, artísticos e históricos pró- sos de sua competência; SI M M SI PE PE IN prios do Econtexto social da criança e do adolescen- EE VI - providenciar a medida estabelecida Epela M M M E S N N E E P M SI SI E NP PE PE PE IN autoridade judiciária,Mdentre as previstasNno art. PEE te, garantindo-se a estes a Iliberdade da criação e oS N SI EM PE I IN M S S N S E PE M M 101, de I a VI, para o adolescente autor de ato SIN acesso às fontes de cultura. SI IN EE M EE S P E M EM Art. 59 - Os municípios, comPapoio dos Eesta- infracional; M M EM N IN EE PE dos e da SUnião, estimularão e facilitarão a IdestinaE SI EM NP EE VII - expedir notificações;u PE P E EM M N P I P S N N E PE I Iespaços para programações cul- IN S E PE N S VIII SI requisitar certidões deS nascimento e de ção de recursos e IN S EM M IN NP M E voltadas para a infância óbito de criança ou adolescente quando Sneces- S PE esportivas e de lazer E SI turais, E P M N M M N E E PE M SI EM sário; e a juventude. SI EM PE PE M IN EE M PE S P E PE IN IN EE N IX - assessorar o Poder Executivo local na elaM E I N S S P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE boração da proposta orçamentária para planos e ARTIGOSP136 E 137M EE S S E N M M M IN SI N PE M EE M EE EE programas de atendimento dos direitos da criança S SI E E P P P IN S N N N EM PE e doEEM adolescente; PE SI SI CAPÍTULO II SI E P X - representar, em nome da pessoa e da famí- M PE IN IN M S S DAS EATRIBUIÇÕES DO CONSELHO PE IN IN M E S S N E PE M P S lia, contraEEMviolação M direitos previstos noI art. a dos EM PE IN EE IN S S N E P PE EM Art. 136 - São atribuições do Conselho Tutelar:EM 220, § 3º, inciso II, da Constituição Federal; NP SI PE IN IN EM SI E PE EM S N P N M I - atender as crianças e adolescentes nasINhiXIS - representar ao Ministério Público, para EM PE PE SI SI EE IN M aplicando as efeito das ações de perdaSou suspensão do pátrioE S IN EM S NP EE NPpóteses previstas nos arts. 98 eP105, EM PE SI SI medidasNprevistas no art. 101, IINa VII; EM PE poder. M E SI EM N EM PE M S EM Art. IN 137 - As decisões doPEConselho M Tutelar II - atender e PE aconselhar os pais ou responsável, SI PE PE EE M N S N E N E N M M SI NP S somente poderãoSIser revistasSIpela autoridade judi- SI aplicando as medidas previstas no art.I 129, I a VII; PE PE M EE EE N P M EE NP III - promover a execução de suas decisões, ciária a pedido de quem tenha legítimoSIinteresse. M M EE SI podendoEpara tanto: SIN E NP EM EM E P M SI E PE PE PE P IN M EE S N N N PE P IN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP EE SI NP EM IN M S E M EM NP EM PE PE SI EM EE PE PE IN EM M N S E PE IN IN NP Anotações EM SI EE S S N P SI NP M PE PE SI SI IN M EE IN IN S S S EM M M EE NP EE PE EE EM SI EM NP N EM SI NP EM NP EM PE SI EM SI SI PE PE IN PE M N S PE N N M M EE SI N SI SI SI M EE SI EE NP EM P P I M EE E S N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE SI SI NP PE EM PE P P I M S N N E N M PE M SI SI SI PE EE IN M M EE S N M EE EE NP S SI NP M EE SI M SI NP EM NP P EE I I E E S S N EM M PE NP SI EM NP EM M SI PE EE IN SI E E PE P S N M N E N PE SI NP M SI SI PE SI IN EM M EE S N PE EE EM SI NP PE M M M IN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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PE P EM M PE IN IN S S N EM EE PE M M EM SI PE IN EE M- valorização do profissional da educação NP as diretrizes e bases da educa-E E PE S VII N Estabelece SI M N EE NP SI EM NP SI EE EM ção nacional. escolar; SI SI NP PE P E I M S VIII - gestão democrática do ensino público, Ina N E N M M NP S SI N PE M EE M SI EM EE SI N P OP EE M forma desta Lei e da ElegislaçãoSIdos sistemas de P N PRESIDENTE DA REPÚBLICA PEE N I N SFaço saberM o Congresso Nacional decreta EE ensino; INP SI EM N EM SI S SI EE que EM NP PE PE SI IX - garantia de padrãoEEM qualidade; de e eu sanciono a seguinte Lei: PE IN NP IN S S P SI EM IN EM M EM X - valorização da experiência extra-escolar;S IN PE PE M EE E S E EM P N N P M M M XI - vinculação entre a educação escolar,M trao TÍTULO I SI SI PE IN PE IN EE EE EE S N S balho e as práticas sociais. N P M EE SI NP NDA EDUCAÇÃO NP SI EE SI SI SI NP EM M P SI M EM PE IN M E M PE INTÍTULO IIIS Art. 1º - A educação abrange EE processosEforos M M EM P E S N EE EE PE IN PE mativos Pque se desenvolvem na vida familiar, na SI EM NP DO DIREITO À EDUCAÇÃO E P S M N N NP SI P IN IN SI SI EE EM SI S S E DO DEVER DE EDUCARIN convivência humana, no trabalho, nas instituições E M P S NP EE de ensino e pesquisa, nos movimentos sociaisSIN e M EM SI EM P M E M M EM E P P IN EE M EE EE Art. 4º - OPdever do Estado com educação es-PE organizações da sociedade civil eNnas manifestaS N P M N EE SI M SI NP IN SI colar públicaSserá efetivado medianteIN garantia de: EE Sa EE SI ções culturais. NP I M - Esta Lei disciplina a educação Pescolar, INP I - ensino fundamental, obrigatório e gratuito, S EM §EE 1º N M S EM PE SI EM P M EE E para os que a ele nãoM inclusiveM queNse desenvolve, predominantemente, por meio E tiveram acesso na SIN PE PE EE SI EM PE NP PE INinstituições próprias. EM M IN S idade própria; PE do ensino, em N E S SI N SI SI da obrigatoriedade M PE PE IN M II - progressiva extensão § 2ºM A educação escolar deverá vincular-se S N N M EE e EE S SI SI EE EM EE gratuidade ao ensino médio; M NP NP ao mundo do trabalho e à prática social. EM E P P I I M E E S S N P III -Patendimento E NP M EE PeducacionalIN EM S especializado gra- EEM SI IN SI EE IN com necessidades M PE S tuito SIN educandos aos especiais, NP TÍTULO II S M IN NP EE EM SI EM DOS EPRINCÍPIOS SE FINS DASI preferencialmente na rede Eregular de ensino; M P NP EM PE N M EM SI EDUCAÇÃO NACIONAL M N PE EM IV - atendimento gratuito em creches e pré-esPE SI SI EE EM PE E IN PEcolas às crianças de zero a seis anos de idade; IN S S EM IN PE PE IN NP M S M S N N E elevadosSIdo ensi- PE SI E V - acesso aos níveis mais Art. 2º - A educação, SI dever da família e do EsEM PE IN PE EM EM inspirada nos princípios de liberdade e nos M Ne da criação artística, segundo a S IN da tado, M E I E S E ide- no,EM pesquisa E S E E EM NP EM NP PE capacidade de cada um; solidariedade Ehumana, tem por finalidade o E SI EM NP SI ais de SIN NP PE P I EM EM NP PE VI - oferta de ensino noturnoIN regular, adequapleno desenvolvimento do educando, seuS preparo SI IN S S N SI PE PE SI do às condições doNeducando; para o exercício da cidadaniaM sua qualificação para M IN I M EM EE e E S S M E VII - oferta de educação escolar regular paraEM oE trabalho. EEM EM NP EE PE M NP SI será ministrado com NP I M e adultos, com característicasEEe modalidaPE P - O ensino IN M S PE Art. I3º S N P EE IN SI base jovens EE IN P adequadas às suas S S N e disponibiliP S des necessidades N SI M nos seguintes princípios: N EM SI dades, garantindo-se aos que forem trabalhadores EM SI EE EM PE I - igualdade de condições para EM acesso e o M M P E PE E N P EE IN M EM SI EM PE PE as condições de acesso e permanência na escola; SIN permanência na escola; SIN EE PE NP EM IN PE IN S N S SI II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e PEVIII - atendimento ao Seducando, no ensino funIN NP SI EM SI EM IN M E E damental público, por meio de programas suplemenS PE M M divulgarPa cultura, PoEpensamento, a arte e o saber; E M NP E N pluralismo de idéiasEe de concepções pe- tares de material didático-escolar, transporte, alimenE E N M IIII SI S N EM SI EM PE PE P EE SI EM tação eIN Pà saúde; PE PE IN IN dagógicas; S assistência S N S N PE IN M M M SI SI IN IX - padrõesS mínimos de qualidadeEde ensino,EE M EE IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância; S E PE P P N N EM N M definidos como a variedade e quantidade mínimas, V - coexistênciaEM instituições públicas e pride PE SI SI SI EM PE EE IN ensino; PE M EM P S EM Npor aluno, PE insumos Eindispensáveis ao desenvolE de vadas de I IN N IN M PE PEestabele- S vimentoSdo processo P ensino/aprendizagem. I S N M S E VI - gratuidade do ensino público em N EM N SI de EE PE SI SI EM PE M E Art. 5º - O acesso ao ensino fundamental é dicimentos oficiais; M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M DE 20EMDE DEZEMBRO DE 1996 EE

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EM LEI Nº 9.394 PE M IN EE NP SI

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EM EM M PE PE M M EE M ração, os respectivos sistemas de ensino. reito públicoIN subjetivo, podendo qualquer cidadão, N EE M EE EE S NP EM EM SI orgaEE SI NP NPgrupo de cidadãos, associação Icomunitária,PE EM § 1º - Caberá à UniãoEa coordenação da polítiNP SI SI nizaçãoM NP N S NP PE SI SI EM EM SI E sindical, entidade de classe ou outra legal- SINca nacional de educação, articulando os diferentes EM PE PE P níveis eEM sistemas e exercendo função normativa, menteE constituída, e, ainda, o Ministério Público, M N N E M PE IN M EM SI SI redistributiva e supletiva em relação às demais ins- S acionar o Poder Público para exigi-lo.EE PE PE IN M EM EE PE P S N EE PE SI tâncias educacionais. § 1º - Compete aosNEstados eIN Municípios, aos NP SI EM IN SI EM NP EMem regime de colaboração, e comSa assistência da S E PE S § 2º - Os sistemas de ensino terão liberdade SI EM PE M IN N NP União:PE EM M EEde organização nos termos desta SLei. SI EM SI N M PE EE EM SII - recensearEa população em idadeEescolar paraNP P EM Art. 9º - A União incumbir-se-á de: (Regula- PEE IN M SI PE NP IN P S M S N SI EE N EM e IN M SI SI Eo ensino fundamental,M os jovens Se adultos que a mento). PE NP M E ele não tiveram acesso; I N E I - elaborar o Plano Nacional deSEducação, em S I EE NP EM EM PE SI EM colaboração com os Estados, o Distrito Federal e II PEfazer-lhes INPchamadaEEM a pública; IN EM PE S S EM EM N - zelar, junto aos paisPou responsáveis, pelaSIN os Municípios; PE PE I SIII EM PE PE IN IN IN M E S S N E M II S organizar,IN freqüência àEEM escola. S manter e Idesenvolver os órgãos SI NP M EE S P M e instituições oficiais do sistema federal de ensino e administrativas, o EM § 2º -NEm todas Eas esferas INP EE M EM SI E PE Poder Público assegurará em primeiro lugarINPaces- o Edos Territórios; EM S EM E PE P E o EM M N P I P S N N E PE I I S N E PE N S S N III - prestar assistência técnica e financeira aos so aoMensino obrigatório, nos termos deste artigo, SI E M SI IN SI NP EE demaisEM PE SI Federal e aos Municípios para S Estados, ao Distrito contemplando em seguida os níveis e moP M N M M N E E PE M SI EM o desenvolvimento de seus Esistemas de ensino e o dalidades de ensino, conforme as prioridades consSI EM P PE M IN EE M PE S P E PE obrigatória, IN INe legais. EE N M titucionais I atendimentoPEprioritário à escolaridade N S S P N E S EM M SI SI IN PE PE M exercendoIN sua função redistributiva e supletiva; § 3º - Qualquer das partes mencionadas no EE S S E N N M M M SI NP SI PE IV - estabelecer, em colaboração com os Estacaput deste artigo tem legitimidade para peticionarE M EE M EE E SI E E P P P IN M E E S N EM no § IN IN EE SI Poder Judiciário, na hipótese do P 2º do art.S208 dos,Eo Distrito Federal e os IMunicípios,Pcompetênci- M NP E P diretrizes S IN M S asN e para a educação infantil, o ensino da Constituição Federal, sendo S gratuita e de rito PE I IN M EE S S N E PE M SI fundamental e o ensino médio, que nortearão os EM EM sumárioPa ação judicial correspondente. EE PE IN IN M S S P N E PE PE EM modo a § 4º - Comprovada a negligência daNautoridadeEM currículos e seus conteúdos mínimos, de M SI PE IN IN EM SI E PE E S S N E M assegurar formação básica comum; competente para garantirIN oferecimento do ensino PE SI EM NP S o EE NP IN M por crimeI de S IinformaçõesE EM P Pobrigatório, poderá ela ser imputada E M V - coletar, analisar eSdisseminarS E N N E P M PE SI SI responsabilidade. M PE sobre a educação; IN M EE IN E M S EM N E P M S E PE VI - assegurar processo nacional de avaliação § 5º - Para garantir o cumprimento da obrigato- SI PE PE IN EE M M PE N S N E N E N M SI NP do rendimento escolar no ensino fundamental, mé- SI SI riedade de ensino, o PoderM alPE SI PE EE SI EE Público criará formasEM E dio EMsuperior, em colaboração com os SIN e sistemas de ternativas de acesso aosPdiferentesM níveis de ensino, NP M M M SI independentemente daIN S escolarização anterior. P N E E PE I M E ensino, objetivando a definição de prioridades PeE a EE E E S E N E P P P I M N N PE da IN Art. 6º - ÉMdever dosSIpais ou responsáveis Smelhoria NPE qualidadeIN ensino;EE M E SI S do N S P I M EE SI PE VII S baixar normas geraisSsobre cursos de graefetuar a matrícula dos menores, a partir dos seis IN EE NP EM IN M S E M EM NP E fundamental. anos de idade, no ensinoM duação e pós-graduação; PE PE SI EM EE PE PEé livre à iniciativa privada, IN EMVIII - assegurar processo nacional de avaliaM N S Art. E7º - O ensino M E PE IN IN NP SI EE P S S N E SI atendidas as seguintes condições: M PE IN das instituições de Peducação superior, com a ção SI IN NP M EE IN I- cumprimento das normas gerais Eda educa- S cooperação dos sistemas que tiverem responsabiliS S EM M IS E NP EM EE PE este nível de ensino; Edo respectivo sistemaINP ensino; M EM SI EM N ção nacionalNP e dade Isobre E S de NP EM EM PE M S SI SI PE PE II - autorização de funcionamento e avaliação IX - autorizar, reconhecer, credenciar, supervi-E IN PE M N S PE N N M EE SI N SI SI de qualidade pelo Poder Público; EM SI EE S Esionar e avaliar, respectivamente, os cursos das IinsEM NP EM P I E - capacidade de autofinanciamento, ressal- INP tituições de educaçãoEsuperior e EM estabelecimenS III os N M M EM SI S tos do seu sistema Ide ensino. PE NP EM NP EE EE vado o previsto no art. 213 da Constituição Federal. S SI N PE EM PE P P I M E S N N E N M M SI SI§ 1º - NaMestrutura educacional,NP SI PE EE I haverá um M EE S N TÍTULO IV Conselho Nacional de Educação, com funções norM EE EE NP S SI NP M EE SI M SI NP supervisão e atividade permanente, EM NP P EE DA ORGANIZAÇÃO DAEEDUCAÇÃO I E mativas eSI de S N M EM M PE NP SI NP criado por lei. EM M EE SI PE EE NACIONAL IN SI E E P S N M - Para o cumprimento do disposto nos inci- INP § 2º E N PE SI NP M S SI S IN A União, os Estados, oI Distrito Federal sosPE a IX, a União terá acesso a todos os dados e EM M EE Art. 8º S NV P PE EE EM SI N PE P M N M em SI PE EM e os Municípios organizarão, EEM regime de colabo- informações necessários de todos os estabeleciSI IN EE IN M EE N S S E PE P M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE mentos e órgãos educacionais. M VI - assumir o transporte escolar dos alunos da SI SI PE IN IN EE S S N M 3º - As atribuições constantes doMinciso IXNP rede municipal. (Incluído pela Lei nº 10.709, de M § EE SI I M EE EE EstadosNP ao Distrito 31.7.2003) S P EM M poderão serPEE delegadas NP aos M EM SI e IN PE M I EE SFederal, desde que mantenham instituições deM S PEParágrafoEúnico - OsNMunicípiosPpoderão opIN eduI E S N E S N P M SI SI PE PE tar, ainda, SIN se integrar ao sistema estadual de por M cação superior. M EE EM N E P IN Ide: E S S M EM ensino ou compor com ele umMsistema único de Art. 10 - Os EEstados incumbir-se-ão PE PE IN PE - organizar, manter e Sdesenvolver os órgãosEM educação básica. PEE IN IN EE M NP E S S N I SI M N EE NP SI EM NP SI EE EM Art. 12 - Os estabelecimentos de ensino, res-E e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino; SI SI NP P P E I M S N N M M EE peitadas as M normas comuns e as do seu sistemaSIde II - definir, com Ios Municípios, formas de colaNP SI N E M S EM EE boração Ena oferta do ensino fundamental,Eas quais ensino, terão a incumbência de: INP SI P EE M E PE S NP N E SI M NP SI EM NP EM I -SIelaborar e SIN executar sua proposta Epedagó- EM devem assegurar a distribuição proporcional das E SI EE NP P PE SI N N EM gica; responsabilidades, de acordo com a população a PE NP SI SI PE SI EM atendida e os recursos financeiros disponíveis IN EM M S E pessoal e seus recursos EM II - administrar seuSIN PE ser M EE EM NP PE M M M IN em cada uma dessas esferas INP Poder Público; Ifinanceiros; EE do S S P PE M INmateriais e EE EE EE S N N P III - assegurar o M cumprimento dos dias PEE letivos e planos edu- S NP NIII - elaborarPe executar políticas e SI N SI EE SI SI SI N EM estabelecidas; M horas-aula cacionais, em consonância com as diretrizes e plaSI M NP EM PE SI EM EE M PE INIV - velar pelo cumprimento do plano de trabanos nacionais de educação, integrando e coordeM M EM E P E S N EE E PE IN PE nando as Esuas ações e as dos Iseus Municípios; SI EM NP lho de cadaM docente; P P S N NP N PE Ipara a recuperação dosIN IN- autorizar, reconhecer,S credenciar, supervi- EM S aluSI EE SI S N V - prover meiosS IV M PE SI NP E sionar e avaliar,Erespectivamente, os cursos das insM EM IN nos deSImenor rendimento; EM P M M S M EM PE PE IN EE EE VI - articular-se com asM famílias e PEE a comunida-PE tituições deSeducação superior e osNestabelecimenN M N EE SI M SI NP NP SI de, criando processos deP integração IN sociedade EE S da SI EE SI tos do seu sistema de ensino; N P I P o seu INcom a escola; M S EM N VEE baixar normas complementares para M S EM PE SI EM P E M M N VII E- informar M pais e responsáveisPE os sobre a IN sistema de ensino; EM PE PE EE SI E PE N PE IN M M IN fundamental e ofere- freqüência e o rendimento dos alunos, Sbem como S I S VI - assegurar o ensino N E E S N PE SI SI PE PE IN de sua proposta pedagógica. EM Mcer, com prioridade, o ensino médio. sobre a execução S N IN M EE S SI EM PE VIII - notificar ao Conselho Tutelar do MunicíVIIEE assumir EEM o transporte escolar dosS alunos EM NP PE P IN I M EM E S S N N E M da rede estadual. (Incluído Epela Lei nºEM 10.709, deNP pio, ao juiz competente da Comarca e ao respectivo NP PE SI SI EM PE I SI E IN PE S P IN 31.7.2003) representante do SMinistério M Público a relação dos NPE M M S IN IN M Parágrafo único - SAo Distrito SFederal aplicar- alunos que apresentem quantidade dePfaltas acima I EE S EE M M EE P se-ão asPcompetências referentes aos Estados e aos de cinqüentaEM cent o do percentualNpermitido em I EE M EE NP M S por N E SI M EE N SI EM NP PE PE EE SI Municípios. incluído pela Lei nº 10.287, de 20.9.2001) SI EM NP lei.(IncisoIN PE P I N M S M N N E PE SI Municípios incumbir-se-ão de: S Art. 11 - Os Art. 13 - Os docentes incumbir-se-ão Ide: S EE SI EM PE IN EM EM I - organizar, manter e desenvolver os órgãos NP elaboração da proposta peda- S IN I M E I M - participar da E S EM S EE EE EM NP EM NP PE ensino, gógica do estabelecimento de ensino; E SI EM NP SI e instituições oficiaisEdos seus sistemas deIN NP PE P S SI EM EM NP PE integrando-os às SIN políticas e planos educacionais da SI II - elaborar e cumprir planoIN trabalho, sede S N SI PE PE M SI União e dos Estados; gundo a proposta pedagógica do estabelecimento M IN IN M EM EE S S E EE II - exercer ação redistributiva em relaçãoEEM M ensino; EM NP PE EM EE P às de M NP SI EM I suas escolas; PE P IN N M aprendizagem dosEalunos; PE S E III - zelarEpela I S N N P E I S N SI PE IN SI III - S baixar normas complementares para o seu INP IV - estabelecer estratégias Sde recuperação M EM IN E M S para os alunos de menor rendimento; EM E S sistema de ensino; M PE EE PE EM EM NP E EE IN M EM SI EM PE NP os V - ministrar os dias letivos e horas-aula esta- SIN SI NP PE NP IV - autorizar, credenciar e supervisionar EE EM IN P Ide participar Eintegralmente dos peI S N Sestabelecimentos do seu sistema de ensino; INP N belecidos, alémS PE SI SI EM S EM IN M E E V - Poferecer a Eeducação infantil em creches e ríodos dedicados ao planejamento, à avaliação e S E PE M M M NP E N E E P prioridade, o ensino fundamen- ao desenvolvimento EM N pré-escolas, e, com profissional; M SI SI N EM SI E PE PE PE SI EM PE I-NcolaborarNPE as atividades de articulação PE IN INoutros níveis de ensino tal, permitida a atuação em VIS com S N S PE IN M SI SI EM EM IN somente quando estiverem atendidas plenamente da escola com as famílias e Sa comunidade. M EE S E PE PE P N M N EM N sua PE EM SI SI as necessidades de EE área deEcompetência e com PE Art. 14EM Os sistemas de ensino definirãoSIas M IN acima dos percentuais mínimos M P P S EM E vincula- SINnormas da Egestão democrática do ensino público recursos EE P IN NP IN M as suas pecuPE PE S N M S SI dos pela Constituição Federal à manutenção e dena educação básica, de acordo Ecom N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E senvolvimento do ensino. liaridades e conforme os seguintes princípios: M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PE PE M M I - participação dos Pprofissionais da educação EE M (Regulamento) N N M M EE EE EE SI N SI EM EE EE SI NP NPna elaboração do projeto pedagógico da escola; EM I - particulares em sentido estrito,Eassim entenNP I SI NP NP SI NP PE II -EM participação das comunidades escolar e lo- Ndidas as queSsão instituídas e mantidas por uma ou SI SI EM EM SI I M S mais pessoas físicas ou jurídicas de direito privado PE PE PE cal em conselhosE escolaresMou equivalentes. M M E N N N E E M M SI SI Art. 15 - INP sistemasE de ensinoEEassegurarão que não apresentem as características dos incisos SI Os PE PE M EM EE PE P S N N EE PE SI abaixo; às unidades escolaresSIpúblicas deIN básiNP S educaçãoNP EM IN SI EM EMca que os integram progressivos graus de autonoS E PE S II – comunitárias, assim entendidas as PE que SI EM M N N NP mia pedagógica eEM PE EM SI M administrativa e de gestão finan- PEE são instituídas por grupos de pessoas físicas ou por SI SI N M PE EE EM SI PE EM ceira, observadas as normas gerais deEdireito finan-N uma ouPmais pessoas jurídicas, inclusive cooperati- PEE IN M SI PE N IN S M M S N SI EE NP IN vas de pais, professores e alunos, que EE M SI SI Eceiro público. P incluam emS NP M M federal de ensino compre- sua entidade mantenedoraI representantes da comuE N Art. M - O sistema 16 S EE EE SI NP EM SI ende: PEE nidade; (Redação dada pela Lei nº 11.183, de EEM 2005) NP NP EM EM PE M E SI SI EM N PE I EE III - confessionais, assimM entendidas P que IN- as instituições deINP ensino mantidas pelaSI Nas S E PE P I IN M E S S S E M M são instituídas porIN pessoas físicas ou por SIN União; S grupos deINP EE M EE S pessoas jurídicas que atendem a oriEM II - as P N instituições de educação superiorEEcria- uma ou mais M M EM NP EM M SI PE das e mantidas pela Einiciativa privada; E SI NP EE PE P E I entação confessional eMideologia específicas eE ao EM N P I P S N N E PE I I federais de educação. S N disposto no inciso anterior; E PE N S S N III - os órgãos SI N EM M SI SI NP SI M PEArt. 17 - Os sistemasPEE ensino dos Estados e SI na forma da lei. IV - filantrópicas, de E M N M M E N E E M SI EM do Distrito Federal compreendem:INP SI EM PE PE M EE M PE S P E PE IN IN EE N TÍTULO EV M I I - as instituições de ensino mantidas, respectiN S S P N E P S EM M SI SI PE vamente, pelo Poder PúblicoEestadual e pelo DistriIN PE M DOSSNÍVEIS E DAS MODALIDADES SIN EE N N SI NP EM EM EM SI PE DE EDUCAÇÃO E ENSINO to Federal; SI EM EM PE PE PE IN S N N N EM EM PE instituições de educação PE superior mantiSI SI II - as M SI EM PECAPÍTULO I PE IN IN S S N das pelo EE Poder Público municipal; N PE SI SI N EM PE M SI DA COMPOSIÇÃO DOS IIIIN-P as instituições de ensino fundamental e EM EM PE IN EE M S S N E PE PE EM NÍVEIS ESCOLARES médio criadas eSImantidas pela iniciativa privada; EM NP PE IN IN EM SI E PE EM S S N M N M IV - os órgãos de educação estaduais e do DisPE PE SI NP SI EE EE Federal, respectivamente. EM IN SI IN EM Ptrito S M Art. 21 - A educação escolar compõe-se de:NP S E N E P PE SI SI EM PE I - educação básica, formada pela educação Parágrafo único - No Distrito Federal, as insIN M IN EM S EM E PE M S criadas e Emantidas SINinfantil, ensino fundamental e ensino médio; E EM P tituições de educação infantil, PE P IN EE M M PE N S N P E N E M M SI IN SI SI pela iniciativa privada, integram seu sistema de enII - educação IN PE PE M EE S superior. S EE N M EE sino. SI NP NP M EE SI SI municipais de ensino P EM NcomEM EM Art. EE - Os sistemas 18 SI E NP CAPÍTULO II EM PE PE PE P M SI N N N PE PE preendem: DA EDUCAÇÃOSIBÁSICA PEE IN M EM SI SI N S N M EE SI PE SI N I - as instituições do ensino fundamental, méEE SI NP EM IN M S M EM NP EM dio e de educação infantil mantidas Ipelo Poder PE PúSEÇÃO I EE P S EM EE PE PE IN EMDAS DISPOSIÇÕESEM N S E PE IN NP blico municipal; EM SI E GERAIS SIN P S N P SI M PE II NPas instituições de educação infantil criadas SIN -E SI IN M EE IN I M S S S M e mantidas pela M iniciativa privada; Art. E22 - A educação básica tem por finalidaEE NP EE PE EE municipais de educação. EM SI EM a forNP P N des desenvolverEM educando, assegurar-lhe o E EM SI NP EM III - os Sórgãos M SI IN SI PE NP Art. 19 - As instituições de ensino dos diferenmação comumPE indispensável para oSIexercício daE PE M N PE N N M EE SI N SI SI tes níveis classificam-se nas seguintes categorias Ecidadania e fornecer-lheM EM meios para progredir noItraSI EE S NP EM P P balho e em estudos posteriores. EM I EE E S administrativas: (Regulamento) N N M M M EM SI SI NP NP PE EE EE Art. 23 - A educação básica poderá organizar- PEE SI SI I - públicas, assim entendidas asPcriadas ou inPE EM P IN M S N N M PE corporadas,EE e Poder se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, IN S SI SI P mantidas EEMadministradas pelo PEE IN M M S P alternância regular de períodos de estudos, grupos M EE EE Público; SIN N S E N M P P M SI SI PE EE II - privadas, assim entendidas as mantidas e EE não-seriados, com base na idade, na competência IN IN EM P S S N E P EM M SI IN administradas M pessoas Pfísicas ouEM por jurídicas deN e em outros critérios, ou por forma diversa Sde orga- EEM PE EE IN SI P S N PE EE direito privado. nização, sempre que o interesse do processo de IN EM NP SI IN S SI EM NP As instituições privadas de ensino se aprendizagemEassim o recomendar. EM PE S Art. 20 SI N EM P M PE SI § 1º - ANescola poderá reclassificar os alunos, PE PE EE M M enquadrarão nas seguintes categorias: IN M IN EM SI P E E S IN E M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE PE PE inclusive quando seN tratar de transferências entre EM e) obrigatoriedade EEM estudos SIN recuperação, SI de P de IN IN E M S S IN M M País ePEE exterior,NP de preferência paralelos ao período letivo, para os estabelecimentos situadosE no no S E I M PE EM PE M casosM baixo rendimento escolar, a serem discide tendo como PEE as normas curriculares gerais. S base IN M E S IN PE M IN EE S N S PE plinados pelas EinstituiçõesNde ensino Pem seus re§ 2º -SIO calendário escolar deverá adequar-se I M E N E S N P M SI SI PE PE M às peculiaridades locais, inclusive climáticas e eco- gimentos; SIN EE EM M E P IN IN ensino, S N EM VI - o controle EM freqüência fica a cargo da de nômicas, a critérioE do respectivo sistema S de E PE PE M SI EM E PE IN IN NP EE escola,M Pdisposto noEseu regimento e nas M S I S o sem com issoSreduzir o número de horas letivas preN M EE conformeIN NP SI E NP S EE EM normas do respectivo sistema de ensino, exigida aE visto nesta Lei. SI SI NP P PE básica,Nnos níveis funda- freqüência mínima de setenta e cinco M cento Ido SI NP E por M Art.E24 - A educação N S SI N EM M PE E SI SI EM EM PE mentalPe médio, será organizada de acordo com as EM total de horas letivas PEE aprovação; IN E para E S N N P M N E SI M SI NP VII IN cabe a cada instituição de ensinoEexpedir EM seguintes regras comuns: EEM SI SSI EE NP PE P SI N N EM históricos escolares, declarações de conclusão de PE I - a carga horária mínima anual será de oitoNP SI SI N PE SI distribuídas por um mínimo de duzen- série e diplomas ou certificados de conclusão de EM EM M M E centas horas, SI E N E P P E EE SI EM EM P N tos diasM efetivo trabalho escolar, excluídoEo tempo P N M M SI SI P IN PE M INcursos, com as especificações cabíveis. EE EE de EE N S N EE Art. 25 - Será EM objetivo permanente das autoreservado aos exames finais,Squando houver; SI NP NP NP SI E SI SI II - a classificação em qualquer série ou eta- ridadesMresponsáveis alcançar relação adequada SI NP E M SI M NP EM PE S EM EE M excetoM primeira do ensino fundamental,Ppode entre o número I de alunos e o professor, a carga PE IN pa, a M EM E E S N M EE PE IN PE ser feita:EE SI Edo estabeleciNP horária e as condições materiaisE P P S M N N NP SI P IN INpor promoção, para alunos que cursaram, EMmento. EE SI SI SI S S N a) M PE SI NP EE Parágrafo único - Cabe ao respectivo siste- EM com aproveitamento, a série ou fase anterior, na próM EM SI IN EM P M M S E PE EM IN EE ma de ensino,PEE vista dasEM à condiçõesPdisponíveisPE pria NP IN PE escola;S M N S N SI N N PE EM SI eEE b) por transferência, para candidatos procedenSI SI SI P das características regionais e locais, estabeleIN PE M S EM N N tes deEE outras escolas; M SI cer parâmetro para atendimento do disposto nesEM PE SI EM P M EE N EM EM PE IN PE EE SI c) independentemente de escolarização ante- te artigo. PE 26 - Os EEM NP PE ensino fundamental S IN M M IN pela escola, que defiI S Art. currículos Ido rior, mediante avaliação Sfeita N E E S N E SI NP S PE de doP SI EMna o grauM desenvolvimento e experiência SIN can- e médio devem ter uma base nacional comum,EM IN M E a E S S EE EM EE ser M NP NP didato Pe permita Psua inscrição na série ou etapa EEM complementada, em cada sistema de ensino e E P I I M E S S N N E M adequada, conforme regulamentação EM respecti-NP estabelecimento escolar, por uma parte diversifido N PE EM SI SI PE I SI E IN características regionais e lo- PEE PE S P cada, IN exigida pelas vo sistema de ensino; IN S M S N EM M M III - nos estabelecimentos queIN S S S adotam a pro- cais da sociedade, da cultura, da economia e da I PE EE M M EE N E EE NP M SI NP gressão Pregular porEsérie, o regimento escolar pode Eclientela. EEM EM PE SI M N SI E EM N P E S § 1ºIN Os currículos a queMse refere o Ecaput admitirI formas de progressão parcial, desde que INP SI EM P PE NP S M N N currículo, observadasS devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da lín- PE E SI preservada a seqüência do SI EE SI EM PE IN EM normas EM respectivo sistema deEM NP da matemática, o conhecimento S IN gua M portuguesaI e as do E ensino; EM E S S E EM NP EM NP PE doE mundo físico e natural e da realidade social e IV -Npoderão organizar -se classes, ou NPE turmas, E SI EM SI NP PE PE SI SI EM E do NP PE com alunos de séries distintas, com níveis equiva- SIpolítica, especialmente M Brasil.SIN IN S N SI PE PE SI lentes de adiantamento naEM § 2º - O ensinoNda arte constituirá componente M IN I M EM E matéria, para o ensino S S E EE EM M de línguas estrangeiras, Iartes, ou outros componencurricular obrigatório, nos diversos níveis da educa-EM EM NP PE EE PE NP S EM I tes curriculares; Mbásica, deM PE P IN N S PE ção forma a promover o desenvolvimenS PE EE IN IN SI EE IN S verificação do rendimento escolar obser- NP cultural dos alunos. S N P S V-a to SI M EM IN M SI EM EE P M vará M seguintesE critérios: EE os § 3º S A educação física, integrada à proposta M P PE E E N EE IN M EM IN SI EM PE NP PE S EE PE NP a) avaliação contínuaIe cumulativa do desempe- pedagógica da escola, é componente curricular obri- S EM IN PE IN I S S Snho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitati- gatório da educação básica, sendo sua prática faN IN PE NP SI EM quantitativos e dos resultados ao lon- cultativa ao aluno: (Redação dada pelaSLei nº 10.793, SI EM IN M E S PE PE M M vos sobre os EE M NP E N E E P os de eventuais provas finais; N M go doSIperíodo sobre de 1º 12.2003) SI N EM SI EM PE PE PE EE SI EM PE IN cumpraPjornada de PE IN IN b) possibilidade de aceleração deNestudos para I -Sque trabalho igual ou suS N S PE M M IN M SI SI IN alunos com M atraso escolar; perior a seis horas; (IncluídoS pela Lei nº E10.793, deEE EE S E PE P P N N N c) possibilidadeEM avançoEM nos cursos e nas 1ºEM PE E 12.2003) EM SI SI SI M E de E IN M E P S EM NP II - maior de trinta EE E séries mediante verificação doP aprendizado; anos de idade; (Incluído pela P IN SI NP IN M PE PE S M S SI d) aproveitamento de estudos concluídos com Lei nº 10.793, de 1ºIN EM N IN S 12.2003) PEE EE SI EM PE inicial S M E êxito; III - que estiver prestando serviço militar M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M EE M às peculiaridadesMda vida rural e de cada região,INP ou que, em situação similar, estiver obrigado à práN M M EE EE EE SI NP S EM EE EE SI N NPtica da educação física; (Incluído Ipela Lei nº 10.793, especialmente:P EM NP P P I PE I E S S de 1º 12.2003) N N S N P I - conteúdos curriculares e metodologias aproSI SI EM EM SI EM IN EM PE PE PE às IV - amparado pelo Decreto-Lei no 1.044, de S priadas EM reais necessidades e interesses dos aluM N N E M PE IN EM SI SI nos da Ezona rural;EM 21 Sde outubroIN 1969; (Incluído pela EE nº 10.793, de Lei P PE M EM E PE S N N EE NP SIII - organização escolar Eprópria, incluindo adede 1º 12.2003) NP M SI NP SI SI EM NP de quação do calendário escolar às fasesEdo ciclo agríEM SI I M E PE S V-E (VETADO) (Incluído pela Lei nº 10.793, S PE M N N NP 1º 12.2003) PE EM M EEcola e às Econdições climáticas; SI SI EM SI M IN M M PE E SVI - que tenha prole. (Incluído pela Lei nº 10.793,NP PE IIINPadequação E natureza do trabalho na zona PEE EE IN M SI PE à IN S I M S N EE N EM NP rural.S M SI SI SI Ede 1º 12.2003) PE NP M MHistória do Brasil levará em E I N § 4º M O ensino da S EE EE SI NP EM E SI conta asE contribuições das diferentes culturas e et- PE EM SEÇÃO II NP NP EM EM S SI EM EM NP a formação do povo brasileiro, Iespecial-SIN PE PE PE DANEDUCAÇÃO INFANTIL niasSIpara EM PE PE IN IN I M S S N N S E PE M M mente das matrizes indígena, africana e européia. SI SI IN EE M EE S P P M da EM § 5º -NNa parte diversificadaINdo currículoEEserá M Art. 29 -EA educação infantil, primeira etapa M EM M EE PE incluído, SI S da quintaPsérie, PEE N PE P E I educação básica, tem EM como finalidade o desenvolobrigatoriamente, a partir EM N EE S IN IN SI N vimento integral da criança até seis anos deINP E PE NP S S o ensino de pelo menos umaM língua estrangeira mo- SI EM SI IN S idade, NP E PE cuja escolha ficará Ea cargo daEM SIfísico, psicológico, intelectual e S em seus aspectos derna, comunidade P M N M M E N E E M SI EM social, complementando a PE ação da família e da coescolar, dentro das possibilidades INP instituição. da SI EM PE M EE M PE S N E PE IN I26-A - Nos estabelecimentos deINP EE N M I munidade. PE Art.S ensino S P N E S EM M S SI IN PE fundamental e médio, oficiaisEe particulares, tornasIN PE M Art. 30 - A educação infantil será oferecida em: EE S S N N M M M SI NP SI P I - creches, ou entidadesMequivalentes, para se obrigatório oIensino sobreEHistória e M Cultura Afro-E EE EE E S E E P P P IN S N N EM EM crianças de atéStrês anos dePE Brasileira.(Incluído pela Lei nº 10.639, de 9.1.2003) PE IN SI SI N idade; PEII - pré-escolas, paraSIas criançasPE quatro EEM IN M conteúdo programático a que se refere S N a § 1º EEO N de M SI SI NP PE M o caput P EE EM SI seis anos EEM idade. M de deste artigo incluirá o estudo da História da E P IN E IN S S N E PE EM Art. P - Na educação infantil a avaliação farÁfrica e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil,EM NP SI PE IN 31 IN EM SI E PE EM S S N se-á mediante acompanhamento e registro do seu EM aEM cultura negra brasileiraIN o negro na formaçãoNP da PE PE SI Se E IN M SI do desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mes-E IN EM S a S NP NPsociedadeEnacional, resgatandoPEE contribuição EM SI SI povo negro nas áreas social, econômica eMpolítica mo para o acesso ao ensino fundamental. NP EM PE M N E SI EM N E PE M SI EM PE pertinentes à História do Brasil.(Incluído PE pela Lei nº SI PE IN EE M M PE N S N P E N E N M M SI SI SI SEÇÃO III SIN 10.639, de 9.1.2003) PE SI PE M EE EE M ENSINO FUNDAMENTAL SIN EE DO NP § 2º -MOs conteúdos referentes à História e NP EE SI Cultura Afro-Brasileira Iserão ministrados no âmbito S EM NP EM EM E P I E E S E N EM PE PE P P I M N N PE P Art. 32E- O ensinoIfundamental obrigatório,Ncom de todo o currículo escolar, em especial nas áreas S IN M EE EM SI S SI N S N E M EE SI SI NP de Educação NP EE SI NP EM I Artística eMde Literatura e História duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola públiM S E M EM NP Brasileiras.(Incluído pelaELei nº 10.639, de 9.1.2003) ca, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá porM PE PE SI EE PE PE IN EM a formação básica do cidadão, mediante: M EE P N S § 3º E- (VETADO)(Incluído pela Lei nº 10.639, objetivo M N N SI EE PE IN SI SI NP E S de 9.1.2003) N M PE P dada pela LeiP nº 11.274, de 2006) SI SI (RedaçãoM IN M EE IN IN 27 - Os M S S S M Art. conteúdos Icurriculares da educação I - oE desenvolvimento da capacidade de aprenEE NP E PE como meios básicosEo pleno domínio da EE ainda, as seguintes P EM S EM N diretrizes:EM N básica observarão, der, tendo SI NP EM NP EM PE SI E EM SI SI PE I - a difusão de valores fundamentais ao P inteleitura, da escrita e do cálculo; IN PE M N S PE N N M EE SI N SI SI resse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, EEM II - a compreensãoM ambiente natural e socido SI EE SI NP EM P I comum eNà ordem democrática; NP al, do sistema político, da tecnologia, das artes e M EE E S de respeito ao bem M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE SI SI II - consideração das condições de escolarida- dos valores em que se fundamenta a sociedade; NP PE EM PE P P I M S N N E N M PE de dos alunos em cada M estabelecimento; S SIIII - o desenvolvimento da capacidade de I SI PE EE IN M M EE o trabalho; S P III - SIN orientação para aprendizagem, tendo em vista a aquisição deM coM EE EE NP S IN EE SIe apoio EM E Sdo desportoM NP e habilidades e a formação de EatituNP P IV - promoção I I E educacional E nhecimentos S S N M EM PE NP SI NP des e valores; às EEM práticas desportivas não-formais. EM M EE SI PE IN SI E E P Art. 28 -ENa oferta de educaçãoPbásica para a S N M - o fortalecimento dos vínculos de família, INP IV E N P SI N M M S SI PE SI IN M EE população rural, os sistemas de ensino promovedos laços de solidariedade humana eEE tolerância S N P P de EE EM SI N PE P M N SI P EM rão as adaptações Enecessárias à sua adequação recíproca em que se assenta a vida social. EEM EM SI IN EE IN M N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE SI SI dadania do educando,PE para continuar aprendendo, § 1º - É facultado aos sistemas de ensino des- EEM IN IN M S S N P M M dobrar o ensino fundamental em ciclos.EE SI IN de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidaP M EE EE S P EM N P M M aperfeiçoaOsE SI IN § 2º - NPE estabelecimentos que utilizam pro- de aEEnovas condições de ocupação ouEEM PE M IN Sgressão regular por série podem adotar no ensino mento posteriores; S P I P IN M EE S N E S N M SI III - o aprimoramento do educando como pesNP SI PE PE M fundamental o regime de progressão continuada, EE SI EM M E P IN IN ensino/ soa humana, incluindo a formação ética e o desenS S EM sem Eprejuízo daPEE avaliação do processo de PE PE IN M M EM P IN IN EE M Nobservadas Sas normas do respecti-E volvimento da autonomia intelectual e do pensamenE PE S S aprendizagem, N SI M N EE NP SI EM NP SI EE to crítico; vo sistema de ensino. EEM SI SI NP PE P I M S IV - a compreensão dos fundamentos científicoN E IN M M § 3ºE- O ensino fundamentalSregular será minisNP SI N PE E M SI EM EE trado em língua portuguesa, assegurada às comu- tecnológicosM processos produtivos, relacionando SI N P EE dos M EE PE SI NP N P N EE SI M NP SI EM EM nidades indígenas a utilização de suasIN SI S línguas ma- a teoriaSIcom a prática, no ensino de cada disciplina. EEM EE NP PE PE I N N Art. 36 - O M currículo do EM ensino médio observa- P ternas e processos próprios de aprendizagem. S NP SI SI N S EM § 4º - OIensino fundamental será presencial, sen- rá M disposto Ena Seção INPE E M E SI o deste Capítulo e as seE P P E EE SI EM EM P N do o ensino a distância utilizado como complementa- P N M M M SI SI PE IN PE M INguintes diretrizes: EE EE EE S N N EE I - destacará a EM educação tecnológica básica, a çãoINP aprendizagem ou em situações emergenciais. S da SI NP NP SI E S S Art. 33 - OI ensino religioso, de matrícula facul- compreensão do significado daI ciência, das letras e S NP EM M SI M NP EM PE SI EM M PE I artes; o processo histórico de transformação da dasN tativa, é parte integrante da formação básica PEE cido M M EM E E S N EE PE IN PE dadão ePconstitui disciplina dos horários normais das sociedade e da cultura;PEE língua portuguesa como SI EM NP a S M N N NP SI PE IN IN públicas de ensino fundamental, assegura- EMinstrumento de comunicação, acesso ao conheciSI SI EE SI S S N escolas P PE SI EM IN do o respeito àEdiversidadeM M EM IN E cultural religiosa do Bra- mento Se exercício da cidadania; M M S M EM E NP PE EE M EE vedadas IquaisquerINP II - adotaráEE metodologias de ensino e de ava-PE sil, formas de proselitismo. (ReN S P M N EE SI M S NP NP SI liação que estimulem a iniciativa dos IN EE S estudantes; SI EE SI dação dada pela Lei nº 9.475, de 22/07/1997) NP P M - Os sistemas de ensino regulamentarão INP III - será incluída SI EM N uma língua estrangeira mo§EE 1º M S EM PE SI EM P E M M EM derna, Ecomo disciplina obrigatória, escolhida pela IN os Sprocedimentos para a definição dos conteúdos PE IN PE PE EE EE EM P IN M normas para comunidade escolar, e uma Psegunda, SIN caráter S M IN S em do ensino religioso e estabelecerão Eas N E S N PE EE SI SI P INdas disponibilidades da instituição. M Ma habilitação e admissão dos professores. INP optativo, dentro S N E EE S SI S EM M EM Os sistemas de ensino ouvirão entidade M § 1º - Os conteúdos, as metodologias e asPforPE § PE 2º EE PE IN IN M EM EE P S S N N avaliação serão organizados de tal forma que civil,SIconstituídaIN pelas diferentes denominações re-NP mas de PEE M PE EM SI EM I S EE IN PE conteúdos do ensino ao final do ensino Smédio o educando demonstre: S PE P IN ligiosas, para a definiçãoNdos M S N N EM M M SI SI SI I - domínio dos princípios científicos e tecnolóPE EE M EEreligioso.EEM N E M NP M SI Art.P 34 - A jornada escolar no ensino Efunda- Egicos que pres idem a produção moderna; NP EM P EE SI M N SI EE EM N P E S II - conhecimento das formas contemporâneas mentalI incluirá pelo menos quatro horas Ide traba- INP S EM IN PE PE NP M S M S de linguagem; N E PE SI de aula,IN lho efetivo em sala SI EE S sendo progressivamenEM PE IN EM EMampliado M período de permanência na escola. NP conhecimentos de Filosofia e de S IN III te o E M - domínioI dos E S EM E S E EE EM NP EM NP Sociologia necessários ao exercício Eda cidadania. § 1º - ESão ressalvados os casos do ensino noE SI EM NP NP SI NP P PE I SI EM NP PE § 2º EEM ensino Emédio, atendida a formação - O turno eSdas formas alternativas de organização au- SI IN IN S S N SI P P M torizadas nesta Lei. geral doNeducando,IN poderá prepará-lo paraSIo exerM I M EM EE S S E EE § 2º - OMensino fundamental será ministrado cício de profissões técnicas.EM EM NP PE M EM E (Regulamento) EE PE NP SI N EE SI progressivamente em tempo integral, a critério dos PE EM § 3º - OsEM cursos do Iensino médio terão equiIN SI NP NP S N PE S SI NP PE S valência legal e habilitarão ao prosseguimentoI de SI M sistemas de ensino. IN EM IN E M S estudos. S EM E M PE EE PE EM EM NP EE IN M EM SI EM PE NP PE §M4º - A preparação geral para o trabalho e, SIN SI EE PE NP SEÇÃO IV E IN PE INa habilitação profissional, poderão S N S SI N DO ENSINO MÉDIO facultativamente, PE NP SI SI EM SI IN desenvolvidas nos próprios estabelecimentos EM M E E E de ser S E M NP EM NP 35 - O ensino médio, Eetapa final M educa- ensino médio ou em M EM PE NP Art. SI SI E cooperação com instituições N Eda SI EM PE PE PE SIduração mínima de três anos, terá M especializadas em PE E PE IN PE IN IN ção básica, com profissional. S S N educaçãoIN N S PE M SI SI EM EM S IN como finalidades: M EE S E PE PE P M N EM SEÇÃO M N M I - a consolidação e o aprofundamento dos coV PE IN SI SI EE EE fundamental, pos- NPE DA EDUCAÇÃO EEM JOVENS S ADULTOS IN M EE P P S EM E nhecimentos adquiridos no ensino DE E P IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI sibilitando o prosseguimento de estudos; N EM N SI EE PE SI SI EM II - a preparação básica para o trabalho e a M PE E Art. 37 - A educação deNjovens e adultos será M I N E ciS SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM PE que nãoMtiveram acesso ou con- educação profissional de nível médio, quando re- PE M M EE M destinada àqueles N N M EE M EE EE SI NP EM SI EE nacional. PEE SI NP NPtinuidade de estudos no ensino fundamental Pe mé- gistrados, terão validade PE EM NP I SI dio na idade própria. N N SI PE Art. 42 S As escolas técnicas IN profissionais, M SI SI EM Se EM IN M E1º - Os sistemas de ensino assegurarão gra- S além dos seus cursos regulares, oferecerão PEE E PE P cursos § M M N N E E M PE IN EM SI SI especiais, abertosEM comunidade, condicionada a S tuitamente aosNjovens e aos adultos, PEE não pudeque PE PE I M EM E à PE S N E EE N IN SI matrícula à capacidade dePaproveitamento e não ram efetuar os estudosSna idade regular, oportunidaNP SI EM SI EM NP EMdes educacionais apropriadas, consideradasSIas ca- necessariamente ao nívelIN escolaridade. (ReguS de E PE S EM PE M N N NP racterísticas do alunado, seus EM PE SI interesses, condições PEE lamento).EM SI EM SI N PE E EM SI EM PE EM de vida e de trabalho, mediante cursosEe exames. SIN IN M PE NP IN PE S M S N SI EE N EM NP CAPÍTULOSIIV SI SI EM § 2º - O Poder Público viabilizará e estimulará PE NP M M E o acesso e a permanência do trabalhador naEescoI N DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SI S E M EE NP EM EE SI la, mediante açõesPintegradasMe complementares PE EM NP N E EM M SI SI EM NP PE PE PE - A educação superior tem por finalidade: PEE IN Art. 43 entreI si. S S EM PE IN IN IN M S S E PE M I I -Sestimular SaNcriação cultural e o desenvolvi- SIN Art. 38 -EOs sistemas de ensinoEM manterão curIN E M E S M sos EM e exames supletivos, que compreenderão a mento do espírito científico e do pensamento reEE NP M EM NP SI EE PE base nacional comum do currículo, habilitando ao flexivo; EM SI EM NP EE PE P E I EM M N P I P S N N E PE I I estudos em caráter regular. S N E PE N S S II - formar diplomados nas diferentes áreas de prosseguimento de IN SI EM M SI IN NP M PE§ 1º - Os exames a PEE se refere este artigo conhecimento, aptos para a inserção em S SI setores S que E M N M M N E E PE M SI EM profissionais eMpara a participação noEM desenvolvirealizar-se-ão: SI PE PE M IN EE PE S N PE EE M EE IN mento da sociedade brasileira, e colaborar na sua I - noNnível de conclusão do ensino fundamenNP SI SI P N E P S EM M SI SI IN PE tal, para os maiores de quinze anos; IN PE M formação Scontínua; EE S E N P N M M SI EM SI PE III - incentivar Eo trabalho EM pesquisa e invesde M EEII - no nívelIN conclusão do ensino médio, paraE E S de E P P P IN M S N N N EM tigação científica, visando oE desenvolvimento da M os PE EE SI SI maiores de dezoito anos. SI NP E PE IN M conhecimentos e habilidades adquiri- ciência e da tecnologia eSIda criaçãoNP difusão da S § 2º EEOs PE IN I e M S S N E PE M P SI EM EM dos pelos educandos por meios informais serão afe- cultura, e, Edesse modo, desenvolver o entendimenPE IN EE IN M S S N E P PE EM M to do homem e do meio em que vive; ridos e reconhecidos mediante exames. NP SI PE IN IN EM SI EE PE EM S N M IVS - promoverNa divulgação de conhecimentos EM PE PE SI NP SI EE CAPÍTULO III IN que constituem pa-E M SI IN EM S culturais, científicos e técnicos E S NP NP EM PE PE SI SI EM PE trimônio da Ehumanidade e comunicar o saber atraDAIN EDUCAÇÃO PROFISSIONAL M N E M S EM N EM P M SI SI vés do ensino, de publicações ou Ede outras M PE formas PE PE IN EE M PE N S N P E E N IN M M SI SI de comunicação;SIN às PE SI PE EE Art. 39 - A educação Eprofissional,S integradaEM E N M - suscitar o desejo permanenteSIde aperfeiV diferentes formas de educação, ao trabalho, à PE ciênNP NP M EE SI cia e à tecnologia, conduz ao permanente desen- çoamento cultural e profissional e possibilitar a corSI EM N EM EM EE SI E NP EM PE PE PE P I M N N PE PE volvimento de aptidões para SINvida produtiva. (Re- Srespondente concretização, integrando os conhea IN M EE EM SI SI N S N E M EE SI SI NP sendo adquiridos numa estrutugulamento) NP EE SI NP EM cimentos que vãoM I S M Parágrafo único E-EM aluno matriculadoPE EM NP ra intelectual sistematizadora do conhecimento deM O ou EE SI EE PE P IN EM geração;NP M EE P egresso do ensino fundamental, médio e superior, cada S M N E N SI EE IN SI NP EE o trabalhador em geral, jovem ou adulto, INP VI - estimular o conhecimento SI problemas P S bem como M PE P dos SI S IN IN IN com a possibilidade PEE acesso àEM S S EM M M contará E educação do mundo presente, Sem particular os nacionais e Nde EE PE prestar serviços especializados M comuEE EM SI Eà NP N regionais, profissional. NP EM SI NP EM EM PE M SI SI SI PE PE nidade e estabelecer com esta uma relação de reci-E Art. 40 - A educação profissional será desenIN PE M N S PE N I N M EE N SI volvida M articulação com o ensino regularSou por Eprocidade; SI em EM SI M EE SI NP E P I de educação continuada, em NP M EE E S VII -Mpromover a extensão, Eaberta à participadiferentes estratégias E N M EM SI SI ção da Epopulação, Ivisando à difusão das M NP EM E NP EE instituições especializadas ou no ambiente de traS SI NP PE E conquis- PE P P I M E N M PE tas SINbenefícios resultantesS da criação cultural e IN e balho. (Regulamento). EM S SI PE EE IN M M E S N P Art.SI41 - O conhecimento adquirido naINP educada pesquisaPcientífica e tecnológica geradas na M insM EE EE S E N P M S M SI PE EE ção profissional, inclusive no Etrabalho, poderá ser EE tituição. SIN IN S N P EM M PE NP SI objeto de avaliação, reconhecimento e M Art. 44 - A educação superior abrangerá os EEM E certificaçãoN M SI PE EE IN SI S N PE EE para prosseguimento ou conclusão de estudos. (Reseguintes cursos e programas: (Regulamento) NP EM NP SI IN M SI SI EM NP PEI - cursos Eseqüenciais por campo Ede saber, de S gulamento). SI N EM M PE SI NP PE PE EE - Os diplomas de cursos de diferentes níveis de abrangência, abertos a candiM M M Parágrafo único IN EM SI P N E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE EM P PE datos que atendamN aos requisitos estabelecidos EM antes deEcada período letivo, osIN S programas dos SI PE IN IN E dos, S P cursos e Sdemais componentes curriculares, sua EM IN Minstituições de ensino; M pelas S N E E PE M SI PE II - de graduação, abertos a candidatos que te- duração, requisitos, qualificação dos professores, EM PE M M IN EE E S EM P IN PE M IN Snham concluído o ensino médio ou equivalente e recursos disponíveis e critérios de avaliação, obriS PE IN PE IN M EE S N E S N M SI NP SI PE PE gando-se aSIcumprir as respectivas condições.EM processo seletivo; M tenham sido classificados em PEE M E IN IN prograS S N EM § 2º - Os alunos que tenham extraordinário III - de pós-graduação, compreendendo EE PE PE M EM SI PEde mestrado e doutorado, cursos de especiali-EM aproveitamento nosEestudos, demonstradoSpor meio IN IN EE M NP E P S mas N SI M N EE NP SI EM NP SI Ee de Iprovas e outros instrumentos de avaliação espe-E zação, aperfeiçoamentoM outros, PEE abertos a candiSI SI NP P E M S N E M M datos diplomados emP cursos deIN N SI S graduação e que cíficos, aplicados por banca examinadora especial, N PE M E SI EMduração Idos seus cursos, EE atendamE às exigências das instituições de M SI N P EE EE ensino; EM poderão ter abreviadaEa P S NP N I M N SIV - de extensão, abertos a candidatos que aten- E de acordo com as normas dos sistemas deEensino. M M NP SI NP EM SI SI SI EE E NP PE PE M P SI N § 3º - É obrigatória a freqüência SIN alunos e PE de dam aos requisitos estabelecidos em cada caso EE IN M M SI S E IN M M professores, PEE salvo nos programas de educação Sa NP PE pelas instituições de ensino. PEE EE SI EM EM N M M M distância. SIN Parágrafo único - Os resultados do PE processo INP SI IN PE M EE EE EE N N M EE § 4º - As instituições de educação superior ofeseletivo referido Pno inciso II S caput deste artigo S do SI NP NP N SI E SI SI tornadosI públicos pelas instituições de ensi- recerão, no períodoE noturno, cursos de graduação S NP EM M serão SI M NP EM PE SI EM EE M superior, sendo obrigatória a divulgação da re- nosN esmos padrões de qualidade mantidos no pePE I no M M EM E P E S N EE EE PE IN PE lação nominal dos classificados, a respectiva or- ríodo diurno, sendo obrigatória a oferta noturnaNnas SI EM NP P P S M N NP SI PE IN IN classificação, bem como do cronograma EMinstituiçõesE públicas, Sgarantida aNnecessária SI SI E SI S previdem de M PE SI NP são orçamentária. das chamadasEEpara matrícula, de acordo com SIN os M EM SI EM P M E M EM EM PE IN EE M EE Art. 48 - OsEdiplomas de cursos superiores reco-PE critérios para preenchimento dasINP vagas constanS N P M N EE S M SI NP NP SI nhecidos, quando registrados, terão SIN validade nacio11.331, EE SI SI tes do respectivo edital. (Incluído pela Lei nºPEE NP P I M S EM N E N prova da formação recebida por seu M titular. de 2006) SI nal comoM EM PE SI EM PE M E E EE N E § 1º - Os diplomas expedidos pelas universida- SIN superior será ministrada EM EE SI Art. 45 - IAP educação P N E PE por elasM NPaqueles PE M INsuperior, públicas ou EM E próprias N S des IN serão em instituições de ensino priE S SI I registrados, e S NP PE PE Mvadas, com variados graus de abrangência Iou es- conferidos por Iinstituições S não-universitárias serão S N EM E IN S S EM pelo ConM EM PE PE pecialização. (Regulamento) S M registrados em universidades indicadas EE PE PE IN IN M EM EE S S N E M IN M NP M PE SArt. 46 - ASIautorização Ee o reconhecimento deNP selho Nacional de Educação. SI PE I EE instituições IN de graduação expedidos por PEE PE S P §IN - Os diplomas 2º cursos, bem como o credenciamento de S M N S N N EM M M SI SI SI PE EE M EEde educação superior, terão prazos limitados,Msen- universidades estrangeiras serão revalidados por N E EE NP M SI NP do renovados, periodicamente, após processo re- EniversidadesEM EM PE E públicas que tenham curso do mesmo SI M NP SI EE EM N P E P M os gular SI avaliação. (Regulamento) de SI IN PE IN nível e área ou equivalente, respeitando-se NPE acor- PEE NP M S N E SIum prazoSpara saneamento de de-S dos internacionais EEMreciprocidade ou equiparação. N I de § 1º - Após SI EM PE I EM pela avaliaEM NP IN § Mestrado e de Doutora- S ficiências eventualmente identificadas M E I M 3º - Os diplomas de S E EM S E EE EE EM NP EM NP só este E SI NP NP SI ção a que se refere PE artigo, haverá reavaliação, Ido expedidos por universidades estrangeirasEM NP PE SI SI EM EM NP P que poderá resultar, conforme o caso, em desativa- S poderão ser reconhecidos por universidades Eque IN IN S S N SI PE PE SI possuam cursos deN çãoM cursos e habilitações,M intervenção na insde IN I pós-graduação reconhecidos e M EM EE em S S E EE EM avaliados, na mesma área EEM conhecimento e emEM de tituição, em Esuspensão temporária de prerrogativas NP EM PE PE NP SI EM N SI da autonomia, ou em descredenciamento. (Regula- nível equivalente ou superior. PE EM IN SI NP NP EM PE E I I S E IN P Art. 49P- As instituições de educação superior S S N S N SI M mento) EM I SI aceitarão SaNtransferência de alunos regulares, para EM EE EM PE M § 2º - No caso de instituição pública, o Poder M M P E PE E E N M EE IN M SI EM PE NP PE Executivo responsável por sua manutenção acomcursos afins, na hipótese de existência deE vagas, e SIN SI EE PE NP EM IN IN seletivo.PE I S N S Spanhará oMprocesso de saneamento e fornecerá mediante processo N PE NP SI SI E SI EM IN Parágrafo único - As transferências ex officio M necessários, para a superaE S PE PE M M recursos adicionais,Ese E M NP E forma da lei. (Regulamento) IN N deficiências. E E P ção das dar-se-ão Ena E SI SI EM N EM S EM P PE SI educaçãoP superior, PE ano letivo M E PE IN 50 - As instituições de Eeducação superior, P IN IN Art. 47 - Na Art. S S N No S N PE M M SI SI EM SI IN regular, independente do ano civil, tem, no mínimo, quando da ocorrência de vagas, abrirão matrículaEE M EE S E PE P P E N M N EM N M M SI SI SI duzentosPdias de trabalho acadêmico efetivo, ex- nas disciplinas de seus Ecursos a alunos não regulaEE PE EE IN M quan- INres que demonstrarem E M EE P S EM E cluído o tempo reservado aos P exames finais, capacidade de cursá-las com P IN S NP IN M prévio. PE PE S M S E IN S do M houver. proveito, I mediante Sprocesso seletivo EM N IN EE PE SI E § 1º - As instituições informarão aos interessaPEsuperior S M E Art. 51 - As instituiçõesIN educação de M N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PE PE M M EE M vênios com entidades públicas e privadas. credenciadas como universidades, ao deliberarM soN N M EE EE EE SI NP SI EM EE EE S N NPbre critérios e normasI de seleção e admissão de EM ParágrafoP único - Para garantirEa autonomia NP SI SI estudantes, levarão em conta os Iefeitos desses cri- didático-científica das universidades, caberá M NP NP S NP PE SI SI E aos EM SI EM IN EM PE PE tériosPE sobre a orientação do ensino médio, articu- S seus colegiados de ensino e pesquisa decidir, denM M N M N E E PE IN M EM SI SI EE tro dos Erecursos orçamentários disponíveis, sobre: S lando-se comIN órgãos PnormativosPEdos sistemas os P PE M EM EE S N E N EE N SII - criação,NP expansão, P de ensino. SI SI EM IN modificação e extinção EM NP plu- de cursos; SI EM S E PE S Art.EM - As universidades são instituições 52 SI PE NP ridisciplinares de Eformação dos quadros profissio- EEM II - ampliação e diminuição deIN PE M EM S vagas; SIN M SI P M IN M PE EE EM PE IIIN-P elaboração Eda programação dos cursos; naisSde nível superior, deSpesquisa, deEextensão SIN e E IN M PE IN PE M M S N SI EE NP IV - programação das pesquisas e EE ativida-SIN M SI SI Ede domínio e cultivo do saber humano, que se caP das NP N EM EM des de extensão; SI PE racterizam por: (Regulamento) SI EM PE medi- EEM V - contratação e dispensa de professores; PE IN M M E S EM I -Pprodução intelectual institucionalizada N N E E P SI SI EM EM N estudo sistemático dos temas e problemasSIN PE PE PE VI I- planos de PE carreira docente. ante Io S EM N PE IN IN M S S S E PE M M Art. 54 - As SIN universidades mantidas pelo Po- SIN mais relevantes, tanto do ponto de vista científico e IN EE M EE S M M der Público gozarão, na forma da lei, de estatuto cultural, quanto regional e nacional; EM EE NP M NP EE SI terço do corpo docente, pelo menos, com jurídico especial para atender às Ppeculiaridades EE PE EM SI EM NP EE P E I II - um EM M N P I P S N N E PE I I de mestrado ou doutorado; S N de sua estrutura, organização Se financiamento E PE N S titulaçM acadêmica IN SI E ão M SI IN NP M E PEIII - um terço do corpoE docente em regime de pelo Poder Público, assim como dos seusSplanos S SI E P M N M M M N E E PE M SI de Pcarreira e do regime jurídico do seu pessoal. tempo integral. SI EE EM PE PE M IN EE M S a criação de (Regulamento) P E PE IN IN EE N M E I Parágrafo único - É facultada N S S P N E P S EM M SI SI IN PE universidades especializadas M campo do saber. IN PE § 1º -SNo exercício da sua autonomia, além das por EE S E N M M M IN SI NP PE M EE M EE(Regulamento) EE atribuições asseguradas pelo artigo anterior, as uni- S SI E E P P P IN S N N EM EM PE PE IN SI Art. 53 - No exercício de suaNautonomia,SIsão versidades públicas poderão: E PEI - propor S seu quadro de pessoal docente, M PE IN I M às universidades, Ssem prejuízo de S o asseguradas PE IN IN M EE S S N E PE M P SI técnico e EEM administrativo, assim como um plano de EM outras,Nas seguintes atribuições: PE IN EE I M S S N E PE EM I - criar, organizar e extinguir, em sua sede,EM cargos e P NP M SI PE INsalários, atendidas asEnormas gerais pertiIN SI E PE EM S N P N M nentesSe os recursos disponíveis; cursos e programas de educação superior previsPE PE SI EM SI EE nesta Lei, obedecendo às normas geraisIN IN de seuIN M S da EM PE Ptos S E M II - elaborar o regulamento S pessoal em E N N E P M PE SI SI União e,Nquando forMo caso, doNrespectivo M PE sistema conformidade com as normas gerais concernentes; I EE I E M S EM N E M S E SI PE NP de ensino; (Regulamento) III - Iaprovar e executar planos, programas e PE PE EE M M PE N S E N E IN N M SI NP SI EM PE SI PE M EE II - fixar os currículosEdos seus cursos e progra- projetos de investimentos referentes a obras, servi- S SI N M EE mas, observadas as diretrizes gerais pertinentes; çosEe aquisições em geral,M acordo com os recurde SI NP NP M E SI SI NP E Poder mantenedor;EM EM P III -PEE estabelecer planos, programas e projetos sos alocadosMpelo respectivo SI E E PE PE PE IN EM N PE M produção artística e ativida- S PE INorçamentos anuais e SIN IN de pesquisa científica, IV - elaborar seus pluriaI M E E S S N S N M EE SI PE SI NP des de extensão; EE SI NP EM nuais; IN M M IV - fixarSo númeroEde vagas de P EM N EM V - adotar EE PE P regime financeiro e contábil que SI acordo com a EE PE Pe as exigências do seuSmeio; atenda às suas peculiaridades de organização EEM IN EM N N EM Pe IN NP capacidade institucional EM SI PE SI PE IN SI PE PEelaborar e Sreformar EM seus estatutos e SIN VNos funcionamento; S IN M E IN I S S S M regimentos emEM consonância com as PEE normas geVI - EM realizar operações de crédito ou de fiNP EE PE E EM SI EMcompeN N rais atinentes; nanciamento, com aprovação do Poder EM SI NP EM NP EM PE M SI SI SI PE PE VI - conferir graus, diplomas e outros títulos; tente, para aquisição de bens imóveis,NinstalaçõesE I PE M N S PE N N M EE SI N SI SI VIIM firmar contratos, acordos e convênios; EM SI M EE SI Ee equipamentos; NP E P Mquitações e toEE E - aprovarI e executar P S VIII VII - efetuar transferências, N planos, programas e IN M EE EM SI S mar outras providências de ordem orçamentária, EEM NP NP EM M EE projetos de investimentos referentes aEobras, serviSI SI NP PE P P P M EE SI M IN IN M ços e aquisições em geral, bem como administrar financeira e patrimonial necessárias NP seu bom IN ao EE E S S S E P M PE SI N EM PE desempenho. EE S SI EM IN M PE rendimentos conforme dispositivos institucionais; IN M § 2º -INP S S P EE IX - administrar os rendimentos e deles dispor EE Atribuições Ede autonomia universitária IN EM P S S N E P M EM SI IN na EEM forma prevista no ato de P I EM M PE IN constituição, nas leis SeN poderão ser estendidas a instituições que Scompro- PEE E E P respectivos estatutos; S N M qualificação para oSIensino ou para a pes- IN nos vemEE alta N PE NP S SI EM P com base em avaliação realizada pelo PoSI IN EM M X - receber subvenções, doações, heranças, quisa, S E PE M IN PE E E financeira resultante Pde con- der Público.IN S PE M N M S PE EM legados e cooperação EM SI IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE E N N EM PE SI SI pecializado, Pbem como professores do ensino reArt. 55 - Caberá à União assegurar, anualmen- EEM PE IN IN M S S N M M te, em seu Orçamento Geral, recursosEEsuficientesNP gular capacitados para a integração desses educanSI I P M EE M EE S E P P M dos nas classes comuns; EE para manutenção e desenvolvimento SIN instituições das EM EM PE IN P M IN Sde educação superior por ela mantidas. S PEIV - educação especial para o trabalho, visanIN PE IN M EE S N E S M IN SI NP PE PE do a sua efetiva integração na vidaSem sociedade, Art. 56 - As instituições públicas de educação M M EE SI M E P IN IN demo- inclusive condições adequadas para os queE não S S N EM superior obedecerão ao princípio da gestão EE PE PE M EM SI PE assegurada a existência de órgãos colegia-EM revelarem capacidade de inserção no Strabalho IN IN EE M NP E PE S crática, N SI M N EE NP SI EM NP SI EE EM competitivo, mediante articulação com os órgãosE dos deliberativos, de que participarão os segmenSI SI NP P P E I M S N N M M tos da comunidade institucional,SIlocal e regional. oficiais afins, bem comoM para aquelesEque apresenNP SI N PE M EE M SI E EE SI P habilidade superior nas SIN áreas artística, inParágrafo único - Em qualquer caso, os do- EM tam uma PEE EE PE NP N N SI M SI EM NP centes ocuparão setenta EEM cento dos assentos E telectualNou psicomotora; por SI SI SI EE EM NP PE P SI EM V - acessoMigualitário aos benefícios dos pro- PE em cada órgão colegiado e comissão, inclusive nos IN NP IN S S PE SI EM IN E M gramas sociais suplementares disponíveis para So modificações estaEM IN PE que tratarem da elaboração e PEE PE M E S E EM N tutáriasMe regimentais, bem como da escolha de P M M IN SI PE IN PE M INrespectivo Snível do ensino regular.E E EE EE S N S N P M EE Art. 60 - Os órgãos normativos dos sistemas dirigentes. SI NP NP SI IN EE SI SI Art. 57 - SNas instituições públicas de educa- de ensino estabelecerão critérios de caracterização NP EM M SI M NP EM PE EM EE M superior, o professor ficará obrigado ao mínimo dasNinstituiçõesSIprivadas sem fins lucrativos, espePE I ção M M EM E P E S N EE exclusiva M educação EE PE IN PE de oito horas semanais de aulas. (Regulamento) SI E em NP cializadas e com atuação P P S M N E N NP SI IN SI SI EMespecial, PEE fins de SIN técnicoPe financeiro pelo SI S N para apoio M PE SI N EE Público. M CAPÍTULO V M EM IN Poder SI EM P M E S M EM E PE IN EE M EE DA EDUCAÇÃO IESPECIAL INP Parágrafo Eúnico - O EPoder Público adotará,PE S N M N E S M NP S NP NP SI como alternativa preferencial, a ampliação do atenEE SI SI EE SI NP P I P M 58 - Entende-se por educação Nespecial, INdimento aos educandos com necessidades espeS EM E Art. M S EM PE SI EM PE M M E EE N ciais naEprópria rede pública regular de ensino, in- IN para os efeitos Pdesta Lei, aE modalidade de educaEM P M EE SI N PE NP PE Ioferecida preferencialmente na rede dependentementeE do apoioNàs instituições previs- S M M IN ção escolar, S E E S SI PE IN SI PE PE IN Mregular de ensino, para educandos portadores de tas S neste artigo. S N N EM E S SI SI EM M EM PE PE necessidades especiais. M EE PE PE IN IN M EM EE S S N E IN TÍTULO VI NP M PE EM SI S§ 1º - Haverá, quando Enecessário,Eserviços deNP EM PE I SI E para atenIN P S PE P DOS PROFISSIONAIS M EDUCAÇÃO DA IN apoio especializado, na Iescola regular, S M N S N N EM M S SI SI PE EE M M EEder às peculiaridades da clientela de educação esE N E M NP M SI -M NP pecial. NPE PE M SI M EE Art. 61EE A formação de profissionais daEeduSI EE N P E objetivos dos dife§SI2º - O atendimento educacional será feito em INP cação, de modo a atender aos M SI EM IN PE PE NP S M N SI ou serviços especializados, sem-S rentes níveis e modalidades deE ensino e SIN carac- NPE às classes, escolas EE SI EM PE I EM EM que, emMfunção das condições Eespecíficas M NPfase do desenvolvimento do edu- S IN pre I M E S E dos terísticas de cada S E EE EE EM NP EM NP como fundamentos: (Regulamento)EM E SI NP NP SI alunos,SInão for possível a sua integração nas clas- Icando, terá M NP PE PE SI E EM S NP I - a associação entre teoriasIN práticas, PE e incluses comuns de ensino regular. IN S S SI PE PE IN M M§ 3º - A oferta de educação especial, dever sive mediante a capacitação em serviço; S IN IN M EM EE S S E EE EM II - aproveitamento da Eformação eM experiênci-EM constitucionalMdo Estado, Ptem inícioPE faixa etária na EM N EE PE NP SI I de zero a seis anos, durante a educação infantil. M P P IN N M instituições de ensinoEe outras atiE S PE asEanteriores em I S N N E S IN SI SI59 - Os sistemas de ensino assegurarão NPE NP PE S vidades. N Art. SI M EM SI EM SI EE EM M aosEeducandosNPE necessidades especiais: com Art. 62 - A formação de docentes para atuar na M M P E PE E E M E IN M SI EM PE NP PE nível superior, em cur- SIN EE SI EE NP I - currículos, métodos, técnicas, recursos edu- educação básicaNfar-se-á em E EM IN P I de graduação plena, Pem univerI N S Scativos e organização específicos, S N para atender às so PE licenciatura, de NP SI SI EM SI EM IN M E sidades e institutos superiores de educação, admiS PE PE M M suas necessidades;E E M NP N terminalidade específica para aqueles que tida, comoE formação M E E P N do M II ISI S E mínima para o exercício N EM SI PE PE PE EE SI EM PE PE IN IN IN exigido para a conclu- magistério na educação infantilPe nas quatro primeinão puderem atingir o nível S S N N S N PE M M SI SI EM SI são deras séries do ensino fundamental, a oferecida emEE M EE do ensino fundamental, em virtude de suasIN S E PE P P E N M N EM N na EM S SI SI ficiências,Pe aceleração para concluir em menor tem- nível médio,EM modalidade Normal.I (RegulamenM EE PE Esuperdotados; IN M E P P S EM Nto). E po o programa escolar para os EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S S III - professores com especialização adequada Art. I63 - Os institutos superiores de educação IN EM N EE SI EE S SI EMnível médio ou superior, para atendimento es- manterão: (Regulamento) NP PE M em PE IN M EM M SI EE S E N M EE M PE SI EM NP PE EE EE IN M NP SI EM P I PE P S IN E M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PE M M I - cursos formadores de profissionais para a exercidas por professores e especialistas em edu- NPE EE M N M M EE EE EE SI NP SI EM EE EE SI NP NPeducação básica, inclusive o curso normalPsupe- cação no desempenho de atividades educativas, EM NP P I PE I I E S S rior, destinado à formação de docentes para a edu- quando exercidas em estabelecimento de educaN N S N P SI SI EM EM SI EM M Einfantil e para as primeiras séries do ensino SINção básica em seus diversos níveis e modalidaE PE PE P cação M M N N E E M PE IN M EM SI SI des, incluídas, além do exercício da docência, as S fundamental;SIN PE PE EE M EM EE PE P N E N PE SI de direção de Iunidade escolar e as de coordenaII - programas deSIformação SIN pedagógica PE para NP M IN S EM N EMportadores de diplomas de educação superior que ção e assessoramento pedagógico.PEE S E S (Incluído pela SI EM PE M N N NP queiram se dedicar à educação básica; PE EM SI M EELei nº 11.301, de 2006). SI EM SI IN M PE EE EM SIII - programas de educação continuada paraNP EM PE EE IN M SI PE NP IN PE S M S SI EE N EM NP TÍTULO VII IN M S SI SI Eos profissionais de educação dos diversos níveis. PE NP M de profissionais deM E I N DOS RECURSOS FINANCEIROS Art. M - A formação 64 S EE eduEE SI NP EM SI cação PEE administração, planejamento, inspeção, PE EM para NP NP EM EM M SI SI EM N PE PE PE - Serão recursos públicos destinados à PEE IN Art. 68 supervisão e orientação educacional para a educa-S SI EM PE IN IN IN M E S S N N S E M M educação os originários de: INP ção básica, será feita em cursos de Egraduação em SI SI EE M E S P pedagogiaNou em nívelM pós-graduação, a critério de EM EE M I - receita de impostos próprios Eda União, dos EM NP SI EE PE da instituição de ensino, garantida, nesta formação, Estados, doEDistrito Federal e dos Municípios; EM EM SI NP EE P P I EM M N S PE IN IN SI NP EE PE NP S N II - receita de transferênciasS constitucionais e a base comum nacional. SI N EM SI SI NP EM SI M PEArt. 65 - A formação Edocente, exceto para a outras transferências; SI E P M N M M E N E E M SI EM M educação superior, incluirá prática Ide ensino de, no SI NP PE PE M EE M PE III - receita do salário-educaçãoEEe de outras S P E P IN IN EE N M mínimo, S I contribuiçõesE sociais; S trezentas horas. N P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE IV - receita de incentivos fiscais; Art. 66 - A Ppreparação M para o exercício do EE S S E N N M M M SI N SI PE V - outros recursos previstos em lei. magistério superior far-se-á em nívelMde pós-gra-E M EE EE E SI E E P P P IN N N EM EM PE Art. 69 - ASUnião aplicará, anualmente, nunca duação, prioritariamente Sem programas de mestraPE IN SI SI E PE de dezoito, e os Estados, o Distrito Federal M PE IN IN M S S menos do e doutorado. PE IN IN M EE S S N E PE P EM e os Municípios, vinteMe cinco por cento, ou oSIque Parágrafo único - O notório saber, EreconheEM EM PE IN IN S S M N E PE PE cido por universidade com EE curso de doutorado emEM consta nas respectivas Constituições ou Leis OrgâNP SI PE IN IN EM SI E P EM S N E M área afim, poderá suprir IN exigência de título acanicas, S receitaSIresultante de impostos, compre- EM da PE NP Sa NP EE Iconstitucionais, na ma-E M SI IN EM P endidas as transferências S E S NPdêmico. PE EM IN PE SI EM PE Art.N67 - Os sistemas de ensino promoverão a nutenção e Edesenvolvimento do ensino público.S M N E SI EM N EM P M SI EM valorização dos NPE profissionais da educação, assegu- SI § 1ºIN A parcela Eda arrecadação de impostos PE PE E M M PE S N E N E N M M SI NP SI rando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos transferida pela União aos Estados, ao Distrito Fe- SI PE SI PE M EE SI EE N M EE planos de carreira do magistério público: deral e aos Municípios, ou pelos Estados aos resSI NP NP M M EE SI SI EM NP E será considerada, para Epor concurso pú- pectivos Municípios, não M I - ingresso exclusivamenteE EE SI E NP EM PE PE P P I Sefeito do cálculo previsto neste EEM N N N PE M PE blico de provas e Etítulos; artigo, receita do IN M SI SI SI N S N EE SI PE SI NP II - aperfeiçoamento profissionalEEM continuado, SI NP EM governo que a transferir. IN M S M EM NP EM inclusive com licenciamento periódico remunerado § 2º - SerãoEE PE P consideradas excluídas das recei-M SI EE PE PE IN EM impostos mencionadas neste Iartigo as opeM EE P para esseM N S tas de N N E fim; SI EE PE IN S NP Episo salarialSIprofissional; S N M PE P IIINSI NP SI rações de crédito porSIantecipação de receita orçaM IN I - progressão funcionalEE M S S M IV EE NP baseadaPna titulação mentáriaEde impostos. EM PE - Para fixação inicialEE Ee na avaliação do desempenho; M EM SI EM corresN ou habilitação, §N E SI NP dos valores EM NP EM PE M SI 3º SI SI PE PE V - período reservado a estudos, planejamento pondentes aos mínimos estatuídos neste artigo, seráE IN PE M N S PE E I N IN M N SI e avaliação, incluídoEna carga de trabalho; S EM SI M EE SI Econsiderada Sa receita estimada na lei do orçamento NP EM P P anual, ajustada, quando for o caso, por lei que autoI M EE E - condições adequadas de trabalho. S VI N N P M EE M EM SI SI EM NP IN EE EE SI § 1º - A experiência docente é pré-requisito para rizar aPabertura de Scréditos adicionais, comM NP PE E base no PE P I M E S N N M o exercício PEE profissional EM quaisquerIN de SI SI S outras funções eventual excesso de arrecadação. INP E M M E das normas de cadaE sisP S E N § 4º - AsEdiferenças Eentre a receita e a despesa M EE de magistério, nos termos S SI NP IN M E M SI NP efetivamente realizadas, que resulNP tema de ensino. (Renumerado pela Lei nºS 11.301, EEM P EE previstas Se as I I E P S N EM PE SI IN NP tem no não atendimento dos percentuais Smínimos EEM de EEM 2006) EM M PE IN SI E P S N PE EM NP § 2º - Para os efeitos do disposto no § 5º do obrigatórios, serão apuradas Ie corrigidas a cada tri- IN PE S IN M S SI EM N§ 8º do art. 201 da Constituição Fede- mestre do exercício financeiro. PE S E E art. 40 e no SI N EM M PE SI § 5º - O Prepasse dos valoresINreferidos neste PE PE M IN EE funções de magistério as M S P EM ral, são consideradas EM S IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM PE PE artigo do caixa da SUnião, dos Estados, do Distrito EM IN SI PE IN IN E assistência médico-odontológica, farmacêutica e M S S M Federal e dos M Municípios EM ocorrerá imediatamente P psicológica, e outrasIN EE S formas de assistência social; I EE E educação,P observadosN S EM P M M V - obras de infra-estrutura, ainda M aoP órgão responsável pela IN EE E S E que realiP IN PE M IN Sos seguintes prazos: S PE IN PE zadas para beneficiar direta ou indiretamente a rede IN M EE S N E S N P M SI SI PE PE escolar; SIN I - recursos arrecadados do primeiroNao déciM EE EM M E P IN I S N EM VI - pessoal docente e demais trabalhadores mo dia de cada PEE até o vigésimo dia; S mês, PE PE M EM SI PE - recursos arrecadados do décimo primeiroEM da educação, quando em desvio de função ou em IN IN EE M N E PE S S N II SI M EE IN NP SI EM NP E mês, até PEE atividade alheiaSà manutenção e desenvolvimentoE ao vigésimo dia de cadaM o trigésimo dia; SI SI NP P E I M N E N M M doS ensino. M III - recursos arrecadados do vigésimo primeiNP SI SI N PE M SI EM e despesas com manuEE ro dia PEE final de cada mês, até o décimo dia do SI N P Art. PEE - As receitas 72 M EE PE SI N ao N I N EE M SI EM NP EM IN mêsSsubseqüente. SI SI EE NP tençãoSe desenvolvimento do ensino serão apura- EEM PE PE P SI N N EM das e publicadas nos balanços do Poder Público, P § 6º - ONatraso da liberação sujeitará os recurSI SI N SI EM a correção monetária e à responsabilização ci- assim como nos relatórios PE que se refere o § 3º do EM M M E sos SI E Na E P P E EE SI EM EM P N vil e criminal das autoridades competentes. P M M M IN SI PE IN PE M INart. 165 daS Constituição Federal.PEE EE EE S N S N P M EE Art. 73 - Os órgãos fiscalizadores examinarão, SI N NArt. 70 - Considerar-se-ão como de manutenNP SI E SI e desenvolvimento do ensino as despesas rea- prioritariamente, naEprestaçãoSIde contasINP recurSI EM M ção S de M NP EM PE M SI E M PE I públicos, o cumprimento do disposto no art. 212 sosN lizadas com vistas à consecução EE objetivosEbádos M EM P E S N EM E IN PE sicos das EinstituiçõesI educacionais de todos os ní- da Constituição Federal,Eno art. 60Edo Ato das NPE S EM NP DisP P S M N NP SI P IN IN SI SI EE EMposições PConstitucionais Transitórias e na legislaSI S S N veis, compreendendo as que se destinam a: M PE SI N EE I - remuneração e aperfeiçoamento do pessoal M EM SI IN ção concernente.M EM P M E S M EM PE IN EE Art. 74 - APEE União, em EM colaboração EE com os Es-PE docente e demais profissionais daINP educação; S N M N S NP SI N NP PE SI tados, o Distrito FederalNe os Municípios, estabeleII - aquisição, manutenção, construçãoEEM cone EE SI SI SI P I M de instalações e equipamentos NP EM E servação necessá- SINcerá padrão mínimo deSoportunidades educacionais M EM PE SI EM PE M EE para o EEM ensino fundamental, baseado no cálculo do IN riosIN ensino; PE EM PE EE S ao EM P NP P INmanutenção de bensEe serviços vin- custo mínimo por Ealuno, capazEde assegurar ensino S M M IN III - uso S e N E S SI N P SI SI PE PE IN M Mculados ao ensino; de qualidade. S N N E M EE S SI S EM M Elevantamentos estatísticos, estudosIe pes- M Parágrafo único - O custo mínimo de quePtraPE IVPE EE PE IN IN M EM EE S S N N artigo será calculado pela União ao final de quisas visando precipuamente ao aprimoramento daNP ta este PEE NP M PE EM SI SI EM I SI IN PE ensino; PEE S cada Sano, com validade para o ano subseqüente, NPE IN qualidade e à expansão Ido S M N N EM M M V - realização de atividades -meio necessárias considerando variações regionais no custo dos in- I S S SI PE EE M M EE P ao funcionamento dos sistemas de ensino; EE M INensino. EE M NP M E S N E E SI M Esumos e asEdiversas modalidades de NP SI EM NP P PE EE S Art. IN - A ação supletiva M redistributiva da 75 e VII - concessão de bolsas de estudoI a alunos INP S EM PE P N M S União e S Estados será exercida de modo a corri- PE N N E SI dos de escolas públicas e privadas; SI EE SI EM PE IN EM VII - amortização e custeio deEM NP IN M E operações de gir,Eprogressivamente, as disparidades de acesso e S I M E S EM S E EE E EM NP EM NP E S EM NP NP SI crédito Sdestinadas aE atender ao I disposto Snos inci- Igarantir o padrão mínimo de qualidade de ensino. NP PE P I I E ação a queM refere este artigo obedeE se S NP PE sos deste artigo; SIN § 1º -EAM IN S N SI P PE M SI e cerá a fórmula de domínio público que inclua a caMVIII - aquisição de material didático-escolar M IN IN M EM EE S S E EE E M manutençãoEde programas de transporte escolar. pacidade de atendimento e EEM a medida doM esforço fis-EM NP PE E PE NP SI N P SI E do Art. I71 - Não constituirão despesas de Smanucal M respectivo Estado,Ndo Distrito PEE Federal ou NPE do IN SI NP EM E SI PE SI M tenção eS desenvolvimento do ensino aquelas reali- INP Município em favor da manutençãoIN do desenvole S EM M S vimento doNensino. EM EE SI zadas com: M PE EE PE EM EM NP M EE IN M SI EM PE NP PE §M2º - A capacidade de EatendimentoE de cada SIN S EE PE NP I - pesquisa, quandoI não vinculada às instituiE IN P IN I S N S Sções de ensino, ou, quando efetivada fora dosINP sistegoverno será definida pelaIN PE S S razão entreI os recursos EM que não vise, precipuamente, ao apri- de uso constitucionalmente obrigatório na manutenS EM IN M E S PE PE M M mas deNensino, PEE M NP E E E à sua expansão; N E moramento de sua qualidade E ção e desenvolvimento do ensino e o custo I anual SI SI EM N EM S EM PE P ou SI a instituições públicas ou priva- M do aluno,P relativo aoE padrão mínimo de qualidade. E P PE IN PE IN IN II - subvenção S S N N S N PE M M SI SI EM SI IN das § 3º - Com base nos critérios estabelecidos nosEE M EE de caráter assistencial, desportivo ou cultural; S E PE P P N N EM N M III - formação de M União poderá fazer a transferênciaSIdiPE E quadros especiais para a ad- §§ 1º e 2º, aEM SI SI M PE EE IN pública,E sejam militares ou civis, inclu- Nreta de recursos a cadaEestabelecimento de ensino, M E P P S EM E ministração E P IN SI NP IN Mque efetivamente PE PE S N M S E SI sive diplomáticos; considerado o número de alunos N EM IN SI EE PE SI EM IV - programas suplementares deSalimentação, frequentam a escola. PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PE supletiva e redistributiva não po- valorização de suas línguas e ciências; PE M M § 4º - AIN EE M ação N M M EE M EE EE S NP SI EE E favor do Distrito Federal,E dos EE NP NPderá ser exercida em SI EM II - garantir aos índios, suas comunidades e NP SI SI Estados e dos Municípios se estes oferecerem va- povos, o acesso às informações, INP NP NP SI PE SI SI EM EM S conhecimentos EM IN M PE PE e gas,NPE área deEEensino deMsua responsabilidade, S técnicosEM científicos da sociedade nacional e dena M N E M P IN E SI SI M mais sociedades EEM indígenas eEnão-índias. S conforme o inciso VI do art. 10 e o inciso V do art. PE PE EE IN M PE P S N N EE PE SIArt. 79 - AINP União apoiará técnicaEe financeira11 desta Lei, em número inferior à IN capacidade M SI S sua IN S EM NP EMde atendimento. S E PE S mente os sistemas de ensino no provimento da eduSI EM PE M N N NP PE EM SI M Art. 76 - A ação supletiva e redistributiva pre- PEE cação intercultural às comunidades indígenas, deSI EM SI N E M M PE EE EM SI vista no artigoINP anterior ficará condicionada ao efeti-N senvolvendo programas integrados de ensino e PEE EE IN M SI PE NP S M S N SI EE N EM NP M SI SI SI Evo cumprimento pelosMEstados, Distrito Federal e pesquisa. PE NP M E Municípios do disposto nesta Lei, sem prejuízo de I N E § 1º - Os programas S serão planejados com auEE M SI NP EM PE EE SI outras PprescriçõesINlegais. EEM EM diência dasM NP E comunidades indígenas. PE M SI S EM N 77 - Os recursos públicos serão destinadosSIN PE P P-E Os programas a queEM refere este arti- PEE I § 2º se SArt. PE IN IN IN M S S N S E PE M M go, incluídos nos IN às escolas públicas, podendo ser dirigidos a escolas S Planos Nacionais de Educação, SI IN EE M EE S M terão os seguintes objetivos: comunitárias, confessionais ou filantrópicas que: EM EE NP M EM NP M SI EE PE EM SI NPe não PEE I - fortalecer as práticas sócio-culturais e a ElínPE E I I - comprovemPfinalidade não-lucrativa EM M N I P S N N E PE I I S N gua materna de cada Ecomunidade indígena;IN PE N S S distribuam resultados, dividendos, bonificações, SI EM M SI IN S NP M EEseu patrimônio sob nePE SI II - manter programas deM formação de pessoal S participações M parcela de ou E P M N N E E PE M SI EM M especializado, M destinado à EeducaçãoEEescolar nas nhuma forma ou pretexto; SI P PE M IN EE PE S financeiros em comunidadesEEindígenas; IN P P IN EE N M I II - apliquem seus excedentes N S S P N E P S EM M SI SI IN PE educação; IN PE M III - desenvolver currículos e programas SespeEE S E N M M IN SI NP EM PE M EEIII - assegurem a destinação de seu patrimônioE cíficos, neles incluindo os conteúdos culturais cor- S E SI EM E PE P P IN S N N EM EM PE aN PE SI SI outra escola comunitária, filantrópica ou confessi- respondentes às respectivas comunidades; SI E PEIV - elaborar e publicar sistematicamente ma- M PE IN I MPoder Público, no casoNde encerramenS S onal, ou ao PE IN IN M EE S S N E PE M SI terial didático específico e diferenciado. suas EM EM to de SINP atividades; PE IN EE M E S M E PE Art. P79-A - (VETADO) (Incluído pela Lei nº IV - prestemNcontas aoEPoder Público dos re-EM NP SI PE IN IN EM SI E PE EM S S N N M 10.639, de 9.1.2003) cursos recebidos. PE PE SI EM NP SI EE § 1º - Os recursos de que trata este artigo IpoIN escolar SIN M S EM PE P S incluirá o dia E M Art. 79-B - O calendário E N E N E M SI SI derão ser P PE IN destinados a bolsas de P M EE IN estudo para a edu- IN20 de novembro como ‘Dia Nacional da ConsciênEM M S EM E P M S E cação básica, na PE forma da lei, para os que demons- S cia Negra’.(Incluído pela Lei nº 10.639, de 9.1.2003) PE PE IN EE M M PE N S N E N E N M M SI NP Art. 80 - O Poder Público IincentivaráPE desen- SI o SI trarem insuficiência de recursos, quando houver falta S PE M EE SI EE N E de de SI NP vagas e cursos regulares da rede pública deEdo- volvimento e a veiculação M programas de ensino EM NP SI micílio doEM SI EM N Eníveis e modalidades Ede EM Público Pobri- a PE M Poder E educando, ficando o PE SI E N distância,EEem todos os P PE P I M N PE de gado SIN a investir prioritariamenteNna expansão da sua Sensino, eNP educaçãoNcontinuada. (Regulamento) M EE EM SI SI SI N M EE SI PE SI NP § 1º - A educação a distância, organizada com rede local. EE SI NP EM IN M E M § 2º - As S EM NP EM atividades Euniversitárias de pesquisa e abertura e regime especiais, será oferecida por ins- M PE PE SI EE PEpela União. P INPo- tituições especificamente EM EM EE P extensãoEM N S poderão receber apoio financeiro do N N SI E credenciadas PE IN SI S NP E inclusiveI medianteM P I S der Público, N § 2º - A União regulamentará os requisitos Spara PE P bolsas deM estudo. SI IN EE IN IN S S S EM M M a realização de exames e registro de diploma relatiEE NP EE PE EE EM SI EM NP P P vos aIN distância. PE EM SI EM EM TÍTULONVIII M S cursos deEeducação aIN S SI PE N P DAS DISPOSIÇÕES GERAIS § 3º - As normas para produção, controle e ava-E PE M N SI PE N N M EE SI N SI SI EM SI M EE Eliação de programas de educação a distânciaSIe a NP EM P I M caberão aos E 78 - O Sistema de Ensino da União, com a INP autorização para suaPEE S Art. implementação, E N M M EM SI S respectivos sistemas de ensino, Epodendo haver co- EEM N NP EE EE colaboração M agências federais de fomento à das SI SI NP PE EM P P P SI M PE IN IN M cultura e de Eassistência aos índios, desenvolverá operação e integração entre os diferentes sistemas. IN E E S S S E N P PE SI EM N EM PE (Regulamento) S SI EM IN M PE PE programas integrados de ensino e pesquisa, para EM IN S S P oferta de educação escolar bilingüe e intercultural E § 4º - IN educação Ea distância gozará de EE A trataIN EM S S E P IN M EM M NP aos Epovos indígenas, comINP seguintes objetivos:SIN mento diferenciado,Sque incluirá: os EM M EE SI PE E E P I - proporcionar aos índios, suasPE S N Mcustos de transmissão reduzidos em canais INP IE N PE SI N comunidades M M S SI PE SI IN M EE e povos, a recuperação de suas memórias históricomerciais de radiodifusão sonora e PEE sons e imade S N P EE EM suas identidades étnicas; a gens; SI N PE P M N M SI EM cas; aMreafirmaçãoPEde EM SI IN EE IN EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE E N N EM PE SI S do II - concessão I de canais com finalidades ex- EEM com as Inormas fixadas pelos sistemas de ensino. NP PE IN S S N P EM M Art. 84 - Os discentes da educação superior clusivamente educativas; EM SI IN PE M EE E S E P EM N P M em M EM SI PE IN III - reserva de tempo mínimo, sem ônus para o poderão ser aproveitados NPE tarefas de ensino e M IN SPoder Público, pelos concessionários de canais co- pesquisa pelasErespectivas instituições,Eexercendo S PE IN PE I M E S N E S P M IN SI PE PE funções de SIN monitoria, de acordo comSseu rendimento M merciais. EE EM M E P IN IN cursos e seu plano de estudos. S EM Art. 81 - É PEE permitida aSorganização Sde PE PE IN M EM EM PE IN IN M 85 - Qualquer cidadãoEhabilitado com a tituN ensino experimentais, desde queE E PE S S Art. ouNinstituições Ide P S M N EE SI EM NP IN SI EE EM lação própria poderá exigir Sa aberturaM concursoE de obedecidas as disposições desta Lei. SI NP P P E I S N E N M M público de provas e títulos para cargoEde docenteSIde Art.E82 - Os sistemas de ensino estabelecerão NP SI N P E M SI EM que estiver sendo ocuEE as normas para realização dos estágios dos alunos instituição EEM SI N P pública de ensino M EE PE SI NP N E P N SI M NP SI EM regularmente matriculadosEEM ensino SIN no médio ou su- E pado por professor não concursado, por mais de seis EM SI SI EE NP PE P SI EM anos, ressalvados os direitosEassegurados pelos arts. PE perior em sua jurisdição.N IN NP I N SI EM Parágrafo único - S estágio EM EM Federal P 19 do Ato S DisposiE SI E 41M Constituição da das O realizado nas conNe P P M E SI Eempre- PEE Constitucionais Transitórias. M EM P N dições EM N M SI SI PE IN PE M INções EE E deste artigoEnão estabelecem vínculo E N N P M Art. 86 - As instituições deNeducação PEE superior gatício, podendo P estagiário S receber bolsa de está- S SI NP No SI E SI SI estar segurado contra acidentes e ter a cobertu- constituídas como Euniversidades integrar-se-ão, SI N EM M gio, SI M NP EM PE SI EM EE M previdenciária prevista na legislação específica. PE IN também, na sua condiçãoEde instituições de pesquira M EM E P E S N EM E83 - O ensino militar éINP PE INlei es- sa, ao Sistema NacionalE de CiênciaM Tecnologia, PE SI Ee Art. P P S M N N NP S regulado em PE IN IN admitida a equivalência de estudos, de acor- EMnos termos da legislação específica. SI SI EE SI S S N pecífica, M PE SI NP EE M EM SI IN EM P M M S M EM PE PE IN EE M EE EE PE N S N M N EE SI M NP SI NP NP SI EE SI SI EE SI NP P I P M S EM N E N M SI EM PE SI EM PE M EE N N EM EM PE PE EE SI SI EM PE NP PE IN M M IN I E S N E E S S N SI NP SI PE PE SI EM EM IN IN S S S EM M EM PE PE M EE PE PE IN IN M EM EE S S N N E P M NP M PE EM SI SI PE IN SI EE EE IN PE S P S Aprova o Plano Nacional de Educação e dá §IN - A primeira avaliação realizar-se-á no NP 2º M N S N EM M M SI SI SI PE EE quarto ano de vigência desta Lei, cabendo ao ConM M EEoutras providências. P E N E P M EM SI N PE EM gresso Nacional aprovarNas medidas legais decorPE SI SI EE E P EM IN PErentes, comEvistas à correção de deficiênciasEeM IN E S disO PRESIDENTE DA REPÚBLICA S EM IN IN NP M NP NP EM PE SIque o Congresso Nacional decretaS torções.S Faço saber SI EE SI EM PE IN EM EM sanciono a seguinte lei: NP IN o Sistema Nacional S M Art. 4º - ASIUnião instituirá e E M E eu S EM E P E EE EM EM NP deEAvaliação e estabelecerá os mecanismos necesArt. P - Fica aprovado o SIN Plano Nacional de E EM NP N 1º SI NP PE PE M SI SI EM NP PE acompanhamento das Smetas constantes Educação, constante do documento anexo, com SIsários ao EE IN IN E S N SI P M SI NP do Plano Nacional Ide Educação. duração de dez anos. M IN M EM EE S S E EE EM Art. 5º - Os planos plurianuais daM União, dos M -M EstaEM NP PE NP Art. 2ºPEEA partir daSIvigência desta Lei, os NPE I dos, o Distrito Federal e os Municípios deverão, com Estados, do Distrito FederalEe dos Municípios serãoE M P IN M EE S PE E I S N N E P S IN PE SI SI PE modo a dar suporte IN metas consS elaborados de S às M base no Plano Nacional de Educação, elaborar pla- SIN EM IN EM EE EM PE M tantes doS Plano Nacional de Educação e dos resnosEdecenais correspondentes. M M P E PE E E N E N E IN M EM SI EM PE NP SI SI EE NP PE NP Art. 3º - A União, em articulação com os Esta- pectivos planosSIdecenais. PE EM IN I S Sdos, o Distrito Federal, os municípios e a sociedade da IN PEArt. 6º - Os Poderes IN União, Sdos Estados, NP EM SI EM IN Distrito Federal e dos S M E S do Municípios empenhar-sePE PE M M civil, procederá a avaliações EM EE NP E N E Pimplementação do Plano Nacio- ão na divulgação deste Plano e da progressiva reaN E periódicas da SI SI EM N EM SI EM PE PE SI NP EM lização Ide seus objetivos e metas, para que a sociPE PE PE IN IN E nal de Educação. S S N S N IN M M SI EM NP SI edade o conheça amplamente e acompanhe suaEE O intermédioSIdas EE § 1º - EM Poder Legislativo, por S PE P P M M N N M PE IN EE SI SI Comissões de Educação, Cultura e Desporto da implementação. M EM EE EE IN MEduca- INP Art. 7ºE- Esta lei entra em vigor Sna data de sua P P S EM E EE Câmara dos Deputados e daNComissão de P IN NP I M PE PEexecução S publicação. S N M S E SI N ção do Senado Federal, acompanharáIN a EM SI EE PE SI S EM PE M E do Plano Nacional de Educação. M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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LEI Nº 10.172

DE 9 DE JANEIRO DE 2001

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E EM M EM PE PE PE EM P IN 3º - As Einstituições Epúblicas M empresas E PE N IN S Art. N Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais S N M SI Ee SI EM NP SI M EE (Libras)Ee dá outras providências. PE S SI concessionárias de serviços públicos de assistênPE M N N NP PE EM SI M EE cia à saúde devem garantir atendimento e tratamenSI EM SI IN M PE EE EM SArt. 1º - ÉPEreconhecida como meio legal deNP to adequado aos portadores de deficiência auditi- EEM EE IN SI PE NP IN P S EM M M N SI NP IN va, de acordo com as normas legais emE vigor. comunicaçãoS e expressão a Língua Brasileira de PE M E SI SI S M M EE IN NP EE M EE SI NP Sinais (Libras) e outros recursos de expressão a ela EEM Art. 4ºM- O sistema Seducacional federal e os M EE SI associados. NP NP EM E P sistemas educacionais estaduais, municipaisEe do SI SI EM EM NP PE curPE IN Distrito NPE M N SIParágrafo único - Entende-se como LínguaS PE PE IN I Federal devem garantirEa inclusão Inos M S S N N S E PE M sos de formaçãoI de Educação Especial, de Fo- SI Brasileira de ESinais - Libras a forma M comunicaS IN E M EE de S EM e expressão, emEM o sistema lingüístico de EE noaudiologia M de Magistério, em seus níveis mée ção que NP M EM NP E PE naturezaSIvisual-motora, com estrutura gramatical E SI NP EE e superior, do ensino da Língua BrasileiraEM PE P E I EM dio M N S PE de IN IN SI NPSinais - Libras, comoE parte integrante dosNParâE PE NP S S própria, constituem um sistema lingüístico de trans- SI EM M SI IN SI NP EE PE de idéias e fatos, oriundos de EM SI Nacionais (PCNs), conforme S metros Curriculares missão comunidades P M N M M N E E PE M SI EM SI legislação vigente. de pessoas Esurdas do Brasil. EM PE P M IN EE M PE S E PE IN IN - Deve ser garantido, por parte do Ppoder N Parágrafo único - SA Língua Brasileira dePEE M E I N SiArt.S2º N E P S EM SI SI E IN PE público em geral EeMempresas concessionárias de IN PE M nais (Libras) não poderá substituir a modalidade S S E N N M M M SI NP SI PE serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar EE M EE EE escrita da língua portuguesa. EM SI E P P P IN S N N EM 5º - Esta lei entra em vigor na EEM de suaM PE PE Art. data IN SI So uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais I (LiE PE IN IN Mmeio de comunicaçãoSobjetiva e deSutiliS N E NP publicação. bras) como PE I I M E S S N E PE M SI NP EM EM zação Icorrente das Ecomunidades surdas do Brasil. P IN EE M S S N E PE PE EM M NP SI PE IN IN EM SI EE PE EM S S N N M PE PE SI EM NP SI EE IN M SI IN EM PE P S E M S E N N E P M PE SI SI PE IN M EE IN EM M S EM N E P M S E SI PE PE PE IN EE M M PE N S N E N E N M M SI NP SI SI PE SI PE M EE SI EE N M EE SI NP NP M EE SI SI EM NP EM EM EE SI E NP EM PE PE PE P M SI N N N PE PE IN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP EEe do art. 92 gatório da educação básica, sendo sua prática faSI NP EM IN M Altera a Sredação do art. 26, § 3º, M E EM NP PE M EM EE PE SI Eda Lei nº 9.394, de 20Pde dezembro de 1996,Nque cultativa ao aluno: PE I EM M EE N S E IN IN NP “estabelece as Diretrizes e Bases da Educação EM SI EE de trabalho igual ouINP S S P SI NP I - que cumpra jornada M PE PE S suSI perior a seis horas; SIN EE IN IN Nacional” e dá M outras providências. EEM S S EM M NP E EE IIN-PE maior de M trinta anos de Eidade; EM SI EM NP EM SI NP E NP EM O PRESIDENTE DA REPÚBLICA SI - que estiver prestando serviço NPE III militar inicialEM SI SI PE PE PE M N SI PE N N ou que, em situação similar, estiver M EE SI SI SI IN EM E SI P M S Faço saber que o Congresso Nacional decreta PE PE obrigado à práticaEM educação física; IN M E da EE S N N P EE M EM SI SI E amparadoINpelo Decreto-Lei no 1.044, de EEM NP e eu sanciono a seguinte Lei: IV E- M EE S SI NP PE EM P SI Art. 1º E-EM § 3o doM 26 da Lei no 9.394, de 21 de P O art. NP M PE IN outubro de 1969; IN E SI S S vigorar com a E N P 1996, passa a V - (VETADO) PE SI EM EM20 de dezembro de PE IN S EM IN M PE PE seguinteS redação: SIN M VI - que tenha prole. S PE EE IN IN EM EE S S N “Art. ..................................................................” (NR) EM M 26 ............................................................INP PE NP SI EM EM M SI PE EE ........................................................................... IN S E E PE P Art. 2º - (VETADO) S N M E N E N SI NP M SI SI NP § 3º - IA educação física, integrada à proposta no PEArt. 3º - Esta Lei entra em vigorEEM ano letivo SI M EE S N P P EE EM SI data PE M M M pedagógica da escola, é componente curricular obri- seguinte à SIN de suaEpublicação.IN M PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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SI NP DE 24 DE ABRIL DE 2002 SI M EM

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LEI Nº 10.793

DE 1º DE DEZEMBRO DE 2003

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EM PE PE EM M PE IN IN 9.394, S S N EM Altera os arts. 6º, 30, 32 e 87 da Lei nº “Art. 87. ............................................................... EE PE M EM SI PE de dezembro de 1996, com o objetivo de M IN EE M NP EE PE S de 20 ......................................................................................... M N SI M N EE NP SI E NP SI EE EM tornar obrigatório o início do ensino fundamen§ SI SI NP 3º .....................................................................E E Pidade. SI I - matricular todos os educandos a partir dos NP EM NP N SI SI EM N EM tal aos Eseis anos de M PE SI SI EM idade, no Eensino fundamental, atendiEM P E PE IN M seis anos Ede E P S N N I N EE SO PRESIDENTE DA REPÚBLICA P M NP SI EM N EM cada sis- EM SI SI EE NP das asSIseguintes condições no âmbito dePE PE SI N N EM tema de ensino: Faço saber que o Congresso Nacional decreta PE NP SI SI PE condições de oferta SI EM eu sanciono a seguinte Lei: EM IN EM S observância das N EM a) plenaPE PE e M SI EM PE M as redes esM 1º - Os arts. 6º, 30, 32 e 87 da LeiPEE 9.394, NPE M IN IN todas Art. nº S S IN PE M I fixadas por esta Lei, no caso de PEE EE EE N IN M EE de 20 de dezembro de 1996, Spassam aSvigorar com S colares; N NP NP SI EE SI SI SI NP EM M I b) escolarizaa seguinte redação: M NP EM PE atingimento de taxa líquida de S M SI E M PE I çãoNde pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) “Art.EM - É deverNdos pais ou EE 6º responsáveisEefeEM P E S EM I E PE IN anos da faixa etária de sete a Ecatorze anos, no casoNdas PE tuar a matrícula dos Smenores, aINP EM P P S M N NP S partir dos seis PE IN IN no ensino fundamental.” (NR) SI SI EE EMredes escolares públicas; e SI S S N de idade, M PE SI NP EE c) I não redução média de recursos M aluno EM por “Art. 30. ............................................................... M EM S IN EM P M S M PE PE IN EE M EE EE ....................................................................................... do ensino fundamental na Erespectiva rede pública, E N S N P P P NP SI SI EM IN PE dos alunos de seis anos IN EM IN SI resultante da incorporação II - (VETADO)” S S S N PE PE M SI EM “Art. 32º - O ensino fundamental, com dura- SIN de idade; M EE IN M M E PE S E P M EE EM ..................................................................” (NR) SIN çãoNmínima dePE oito anos, PE obrigatório e gratuito na EM M EE SI PE 2º - EstaElei entra emE vigor na data de sua NP P INa partir dos seis anos, terá por objeM M IN S Art. escola pública N S SI N PE EE EE SI SI IN eficácia a partir do início do ano M tivo a formação básica do cidadãoP mediante:NP publicação, com S N EM E S SI SI (NR) M EM M EM PE PE letivo subseqüente. M .................................................................” EE PE PE IN IN M E EE S S N N E P NP M PE EM SI SI EM PE IN SI EE IN PE S PE P IN S M N S N N EM M M SI SI SI PE EE M M EE N E M EE M NP M SI NP PE EE SI M EE NP SI EE EM N P E P SI SI EM IN PE PE IN NP M S Anotações M S N N E PE SI SI EE SI N EM PE SI EM EM NP IN M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI NP PE PE SI SI EM EM SI NP PE IN IN S S N SI PE PE M SI M IN IN M EM EE S S E EE EM M EM NP PE M EM EE PE NP SI I M PE P IN N M EE S PE E I S N N E S N PE SI SI NP PE SI SI M IN EM IN E M S EM E S M PE EE PE EM EM NP N EE IN M EM SI EM PE NP PE SI SI EE PE NP EM IN PE IN S N S SI N PE NP SI SI EM SI EM IN M E S PE PE M M EE M NP E N E E P N SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN S S N N S N PE M SI SI EM EM SI IN M EE S E PE PE P N M N EM N M PE M SI SI SI M EE PE EE IN M EE P P S EM N E EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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DE 16 DE MAIO DE 2005 EM
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LEI Nº 11.114 EM PE
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E E EM PE EM PE PE EM PE IN E PE N IN arts. 29, 30, 32 e 87 da S“Art. 87 .............................................................. N N M SI Altera a redação S dos EM SI EM NP SI EE Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que PE S SI EM PE M ................................................................................... N NP PE EM SI M poder público deverá recensear osIN EE S eduEM SI N § 2º EEO estabelece as PE diretrizes ePEbases daEM educaçãoNP EM SI EM I M SI candos P ensino PE N no IN fundamental, com especial aten- PE nacional, dispondo sobreNa duraçãoEde 9 (nove) P S M S N SI EE N EM IN M SI Eanos para o ensino fundamental,Scom matrícula ção para o grupo de 6 (seis) a 14 (quatorze) anosSI PE NP M M E I N E EE M de idade e de 15 (quinze)Sa 16 (dezesseis) anos de dos 6 (seis) anos de idade. SI NP obrigatória a partirPE EM EE SI EM NP N EM EM PE M SI SI EM NP PE PE IN idade. NPE I EE S SO PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM PE IN IN I § 3º ..................................................................... NP M S S S E PE M I IN M I - matricularStodos os educandos a partir dos 6 S Faço saber que o Congresso Nacional decreta IN EE M EE S P M E P N M EM EM EE e eu sanciono a seguinte Lei: SIN (seis) anos de idade no ensino fundamental; M PE SI EM EE PE PE EE IN EM M NP P I P S N a) (Revogado) EE Art. 1º - (VETADO) N PE I I S N PE N S S N SI N EM M SI b) (Revogado)INP SI SI M PEArt. 2º - (VETADO) PEE S E M N Art. 3º -EM art. 32 da Lei nº 9.394, de 20M M c) O de N E PE SI EM (Revogado) SI EM PE PE M IN EE M dezembroNde 1996, passa a vigorar com a seguinte PE ..................................................................” (NR) S P E PE IN I EE N M redação:S I Art. 5º -PE Municípios, os Estados e o Distrito N S P N E S EM Os M SI SI IN PE IN prazo até 2010 para implementar a PE M EE S S E N “Art. 32 - O ensino fundamental obrigatório, com M Federal terão M M IN SI NP PE M EE M EE de 9 (nove) anos, Igratuito na escola pública,E obrigatoriedade para o ensinoEfundamental dispos- S E SI duração N E P P P M S N N N EM PE PE to no art. 3º desta Lei e a abrangência PEE pré-esco- M da iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por IobSI SI S E PE IN IN M S S PE M EE laIN que trata o art. 2º desta Lei. SIN de jetivo a formação básica do cidadão, mediante: S N E PE M P M SI EM PE IN EE IN Art. 6ºE - Esta lei EM entra em vigor na data de sua .................................................................” (NR) S S P N PE PE EM M SI PE IN Art. 4º - O § 2º e o inciso I do § 3º SIN art. 87 daE publicação. do IN EM E PE EM S S N N M PE PE SI EM NP Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passam SI EE IN M SI IN EM PE Pa vigorar com a seguinte redação:E S M S E N N E P M PE SI SI PE IN M EE IN EM M S EM N E P M S E SI PE PE PE IN EE M M PE N S N E N E N M M SI NP SI SI PE SI PE M EE SI EE N M EE SI NP NP M EE SI Anotações SI EM NP EM EM EE SI E NP EM PE PE PE P M SI N N N PE PE IN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP EE SI NP EM IN M S E M EM NP EM PE PE SI EM EE PE PE IN EM M N S E PE IN IN NP EM SI EE S S N P SI NP M PE PE SI SI IN M EE IN IN S S S EM M M EE NP EE PE EE EM SI EM NP N EM SI NP EM NP EM PE SI EM SI SI PE PE IN PE M N S PE N N M M EE SI N SI SI SI M EE SI EE NP EM P P I M EE E S N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE SI SI NP PE EM PE P P I M S N N E N M PE M SI SI SI PE EE IN M M EE S N M EE EE NP S SI NP M EE SI M SI NP EM NP P EE I I E E S S N EM M PE NP SI EM NP EM M SI PE EE IN SI E E PE P S N M N E N PE SI NP M SI SI PE SI IN EM M EE S N PE EE EM SI NP PE M M M IN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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E PE PE EM M PE IN IN S S N EM EE PE M EM Regulamenta o Fundo de Manutenção eEM Art. 2º - Os Fundos destinam-se à manutenSI PE IN EE M NP E PE S N E SI M N Desenvolvimento da Educação Básica e de IVa- ção eEao desenvolvimento da Peducação básica pú- EM N SI NP SI EE EM SI S NPe à valorização dos trabalhadores em educa-E lorização dos Profissionais da Educação - FUN- blica PE SI NP EM NP SI N IN EM DEB, deEM trataSo art. 60 doSIAto das Disposi- ção, incluindo sua condigna remuneração, obserM PE que M M E SI N PE ções NPE EE EE a Lei EM vado o disposto nesta Elei. P SI N N E SI Constitucionais Transitórias; Ialtera M NP SI EM NP EM SI SI S nº 10.195, deEE14 de fevereiro de 2001; revoga EM NP PE PE SI EM PE IN NPdas LeisSnos 9.424, de 24 de dezemIN E dispositivos CAPÍTULO II S N SI EM EM SI NP EM EM DA COMPOSIÇÃOSIFINANCEIRA PE bro de 1996, 10.880, de 9 dePEjunho de 2004, e PE M E E EM N N P M M M SI SI PE IN PE 10.845, de 5 de março de 2004; e dá outras pro- SIN M EE EE EE S N N P M EE SI NP NP SI vidências. SIN SEÇÃO I EE SI SI NP EM M SI M NP EM DAS FONTES DE RECEITA DOS FUNDOS PE SI EM EE M PE REPÚBLICA IN M M EM E P E S O PRESIDENTENDA EE EE PE IN PE SI EM cada Estado NP P P S N N Art. 3º M Os Fundos, no âmbitoEde NP SI P IN IN SI SI EE EM SI S S N Faço saber M o Congresso Nacional decretaPE e do Distrito Federal, são compostos por 20% (vinte que SI NP EE seguinte EM M EM SI IN por cento) das seguintes fontes de receita: M e M sancionoP a eu S EM EM PE PE lei: IN EE M Esobre transmissão causa mortis ePE EE N S N M I - imposto EE SI M NP IN SI NP NP EE SI SI EE SI NP ou direitos previsto S doação de quaisquer bens no CAPÍTULO I P I P M S EM N E N M SI inciso I do caput do art. 155 da Constituição FeDISPOSIÇÕES GERAISM EM PE SI E PE M M EE N N EM PE PE EE deral; PEE SI SI EM NP PE IN M M IN I E S É instituído, no âmbito de cada EstaN - imposto Psobre operações relativas à circuE E S S N Art. 1º SIII N SI PE PE SI EM EMdo e do Distrito Federal, um Fundo de Manutenção lação de mercadorias e sobre prestações de serviIN IN S S S EM M EM PE PE M EE PE e intermunicipal e e Desenvolvimento da Educação Básica e de Va- EE ços de transportes interestadual NPE IN IN M EM P S S N E P M M PE EM SI SI lorização dos SIN Profissionais da Educação - FUNPE IN de comunicação previsto no inciso II do caput do PEE EE IN PE S P do art. 60 art. 155 combinado com o inciso IV do caput do art. N IN S M N S DEB, de natureza contábil, nos termos N EM M M SI SI SI PE EE M EEdo Ato dasM Disposições Constitucionais Transitó- 158 da Constituição Federal; P E N E P N M EM SI N PE EM III - imposto sobreSIa propriedade de veículos PE M ADCT. SI rias - SIN EE PE EM PE IN M EE S IN PE NP III do ParágrafoSúnico - A instituição dos Fundos pre-SIN automotores previsto no incisoEM do caput P art. PEE I S M N N SI EE SI EM 155 combinado com o incisoNPE do caput do art. 158 SIN III vistos no caput deste artigo e a aplicação de seus EM EM NP I EM EM ConstituiçãoI Federal; S S P PErecursos não isentamEos Estados, oEDistrito Federal da EM M EM PE PE IN M IN e os Municípios da obrigatoriedade da aplicação na NPE IV - parcela do produto da arrecadação doEimE E S N N S PE P SI SI EM SIposto queEEMUnião eventualmenteINinstituir no PE NP IN manutenção e no desenvolvimento do ensino, na S S N exerSI Pa PE M SI M IN M EM cício daIN competência que lhe é atribuída pelo inciso forma prevista no art. 212 PEE Constituição FederalM da e S S E EE M E EM PE IN Federal pre-EM no 10 EE NP inciso VIEdo caput e Sparágrafo único do art. PE e I do caput do art. 154 da Constituição EM I M P IN N M do caput P art. 157 Eda ConstituiS no inciso IINdo caput do art. 11 da Lei nº 9.394,Ide 20 vista no inciso II PE E S Ndo E S IN PE SI S NP PE S SI M de dezembro de 1996, de: M IN Federal; N M EM ção SI EE E EE PE 5% (cinco por cento) do mon- S M M M - pelo menos P E E V - parcela do Eproduto daM arrecadação do im- NP I N EE IN M EM I SI E PE NP PE postoM tante dos impostos e transferênciasIN que compõem SI EE PE NP E sobre a propriedade territorial rural, relativa- S PE IN I P E S N S situados nos Municípios, prevista Sa cesta de recursos do Fundeb, a que se referem mente a imóveis N N M SI SI NP SI EM M E EE SI Ecaput e o M 1º do art. 3º desta no inciso II do caput do art. 158 da Constituição P PE M § M os incisos I a IX do E NP E N E E P N M SI SI EM N SI EM PE Lei, de modo que os recursos previstosE no art. 3º M Federal; PE PE SI E PE PE IN PE IN IN E S N S N VIS - parcela SIN produto da arrecadação do im- M do desta Lei somados aos referidos neste inciso gaM SI EM NP SI Icin- posto sobre renda e proventos de qualquer nature-EE M EE E PE P rantam a aplicação do mínimo de 25% (vinte eS M E N M NP N EE SI SI za e do imposto sobreMprodutos industrializados e transferências em SI co por cento) dessesE impostos EEM EM NP P M E PE P SI EM EE EE Participação dos Estados e do favor da manutenção e desenvolvimentoPdo ensino; SINdevida ao P IN NFundo deINP IN M PE S M S E SI N EM N S a EE PE SI EM II - pelo menos 25% (vinte e cinco por cento) Distrito Federal – FPE e prevista na alíneaPE do inci- SI M N E demais M M IConstituição Federal e N E P so IEM caput do art. 159 daS do e SI E impostos PEEtransferências. Ndos PE M SI EM PE EM PE IN N EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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DE M DEEMJUNHO DE 2007 20
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M EM M EE PE M M EE M Art. 5º - A complementação da União destina-INP no Sistema Tributário Nacional de que trata a Lei nº N M M EE EE EE SI NP S EM EE EE seEM exclusivamente a assegurar recursos financeiSI NP NP5.172, de 25 de outubro de 1966;NP P P I PE I I E S S N N do im- ros aos Fundos, aplicando-se o disposto no caput S N P VII M parcela do produto da arrecadação SI SI EM EM SI EIN EM PE PE postoPE sobre renda e proventos de qualquer nature- S do art. 160 da Constituição Federal. M M N M E E M PE IN IN M SI § PE - É vedada a utilização dos recursos oriun- S 1º za Se do imposto sobre PEE produtos industrializados PE EE IN M EM EE P S IN N EE PE dos Sda arrecadação da contribuição social do saládevida ao Fundo de Participação SIN Municípios – dos NP M SI IN S EM NP EMFPM e prevista na alínea b do inciso I do caput do rio-educação aI que se refere o § 5ºPdo art. 212 Eda EE S E S SI EM P N NP art. 159E da Constituição Federal e no Sistema Tri- EEM P EM SI M Constituição Federal M complementação da SIN na União EM SI N P M PE EE E SI EM PE butário Nacional de que trata a Lei nºPEE 5.172, de 25N aos Fundos. IN M SI PE NP IN PE S E M S N SI EM N § 2º - A vinculação de Erecursos para manu-SIN M SI SI Ede outubro de 1966; M PE NP M tenção e desenvolvimento do ensinoNestabelecida VIII - parcela doE produto da arrecadação do SI PE EE SI Pdevida EEM art. 212 M Constituição Federal suportará, no PE IN impostoEM M E sobre produtos industrializados S EM N N E E da P no M M E SI SI NP PE PE IN máximo, P30% (trinta Epor cento)Mda complementa- PEE I aos SEstados e ao DistritoINFederal e prevista noS E PE IN IN M S S N E PE M M ção daS União. SIN inciso II do caput do art. 159 da Constituição FeSI IN EE M EE S P M deral e naNLei Complementar nºNP de 26 de de61, EM EE M Art. 6º -EA complementação da União será de, EM M SI PE zembro de 1989; e PEE SI EM NP EE mínimo,P10% (dez por cento) do PE dos recurE I no total EM M N P I S N N E PE Ida dívida ativa tributária relativa IN sos a queNse refere oE inciso II doI caput do art. 60 S PE S N IX - receitasS S N EM M SI SI NP SI M EE PEimpostos previstos neste artigo, bem como ju- do ADCT. SI aos E P M N M M N E E PE M SI EM ros e multas eventualmente incidentes. SI EM PE PE M IN EE M PE § 1º - A complementação da União observará S P E da programação financeira do TePE IN IN EE N M E oI cronograma § 1ºS- Inclui-se na base de cálculo dos recursos N S N E P S EM M SI NP SI PE referidos nos incisos do caput deste artigo o mon- souro Nacional e contemplará pagamentos SImenIN PE M EE S E N N M M SI NP EM SI P tante de recursos financeirosEtransferidos pela UniãoE sais de, no mínimo, 5% (cincoM M EE E SI E por cento) da comE PE P P IN M M S N N N PE aos PE EE EE SI SI Estados, ao Distrito Federal eNaos Municípios, plementação anual, a serem realizados até o últi- M SI E Pdia útil de cada mês, asseguradosPos repasses IN I M S S mo conforme Edisposto na Lei Complementar nº 87, de PE IN IN M E S S N E PE M P SI de, no mínimo, 45% (quarenta e cinco por cento) EM EM 13 deSsetembro de E1996. P IN EE IN M E S PE IN EM 85% § 2º - AlémSdos recursos mencionados nos in-EM até 31 deP julho, de PEE (oitenta e cinco por cento) NP IN IN EM SI E PE EM S N E N M até 31 S dezembro de cadaPano, e de 100% (cem EM de cisos do caput e no § 1º deste artigo, os Fundos PE SI NP SI EE I M S IN EM a complementação da União, nos Iter- por cento) até 31 de janeiroNdo exercício imediata-E S S E NP EE NPcontarão com EM SI SI mos da ISeção II deste Capítulo. P NP EM PE mente subseqüente. M N M E E M S N EM M SI EE SI PE NP § 2º I- A complementação daEE PE EE M M P União a maior ou INP N S E N E N M M SI NP a menor em função da diferença entre a receita uti- S SI PE SI PE M EE SEÇÃO II SI EE N E M lizada para o cálculo e a receita realizada do exercíSI NP DA COMPLEMENTAÇÃO DA UNIÃO PE NP M EE SI SI EM N EM no 1º (primeiro) quaEM cio de referência será ajustada EE SI E NP EM PE PE PE P I M N N PE PE Art. 4º - A União complementará os recursos SdrimestreNdo exercícioIN IN M EE EM SI S imediatamente subseqüente SI N S EE SI PE SI NP EM dos Fundos sempre que, no âmbito de Ecada Estado S NP EM e debitada ou creditada à contaI específica dos FunIN M P E S E EM dos, conforme oEcaso. eM Distrito Federal, o EEM médioIN no valor por P S ponderado P EM EE PE P do Anexo desta Lei,Nnão I EM§ 3º - O não-cumprimento do disposto no caM N S forma E PE IN NP aluno, calculado na SIN EM SI EE N P SI alcançarE o mínimo definido nacionalmente, fixado INP deste artigo importará em crime S responsabiM PE P de SI S put IN EE IN IN a que M complementação daEEM M S S S M de forma a NP P União não lidade daE autoridade competente. EE PE 7º - Parcela da complementação EM União, EE valores previstos noINinciso VII do EM SI N Art. seja inferior NP aos EM S NP EM EM PEda M SI SI SI PE PE a ser fixada anualmente pela Comissão Intergover-E caput do art. 60 do ADCT. IN PE M N S PE N IN EE SI SI IN § 1º - O valor anual mínimoM aluno definido Enamental deSFinanciamento para a Educação BásiEM SI M EE por NP EM P valor de referência NP ca de Qualidade instituída na forma da Seção S do I M EE E S II nacionalmente constitui-se em E N M M EM SI SI Capítulo M desta Lei, limitada PE até 10% M NP NP EE III EE (dez por PEE relativo aos anos iniciais do ensino fundamental urSI SI Na PE E P P I M S N N N M PE M bano e seráEE SI SI SI P determinado contabilmente em função cento) de seu valor anual, poderá ser distribuída para EE IN M M EE União. S N P os Fundos porEmeio de programas direcionados para E EE da complementaçãoNda NP S SI EM SI SI mínimoM aluno será defini- EEM melhoriaINP qualidadeEda educação básica, naM NP P EE fora da § 2º - O valor anual I E por S S P IN M EM PE NP do EEM nacionalmente, considerando-se a complementa-N ma do regulamento.S EM M EE SI PE IN SI E E P da União após a dedução da parcela de que trata S N distribuição da par- NP M ção Parágrafo M único - ParaI a E N PE S NP M SI SI P SI IN Lei, relativa a programas direcionados celaEde recursos da complementação Ea que se reM EE o art. 7º desta S E E P M IN E E S PE M NP M melhoria da PE qualidade daM fere o caputIN S deste artigo aos Fundos de âmbito esNP EM para aM E educação Ibásica. SI IN EE EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE M N N PE PE tadual beneficiáriosSIda complementação nos termos EM EE SI IN IN E projetos pedagógicos;P S S N EM M M V - ter certificado do Conselho Nacional de Asdo art. 4º desta Lei, levar-se-á em consideração: INP SI PE M EE EE projetos Iem regime de sistência Social ou órgão equivalente, na forma do S E P EM N P M de EM S EM PE IN I - a apresentaçãoIN PE M Scolaboração por Estado e respectivos Municípios ou regulamento. EE S PE IN PE IN M S N E N M SI § 3º - Admitir-se-á, S NP S PE PE pelo prazoI de 4 (quatro) M por consórcios municipais; PEE SI EM M E IN IN no que anos, o cômputo das matrículas das pré-escolas, E S S N EII M o desempenho do sistema de ensino EE PE M M EM SI NP PE IN EE M NP de habilitação dos professoresE comunitárias, confessionais ouPfilantrópicas,Isem fins E PE S S seN refere ao esforço SI M N EE N SI EM NP SI EE EM lucrativos, conveniadas comI o poder público e queE e aprendizagem dos educandos e melhoria do fluxo S SI NP P P E I M S N IN M escolar; EM atendam àsM crianças de M (quatro) ePEE (cinco) anos, 4 5 NP SI N E M SI E previstas nos incisosSI a EE SI N P EE III P- o esforço fiscal dos entes federados; M observadas as condições EE PE SI N N I N SIV - a vigência de planoMestadual ou municipal EE V do § 2ºPdeste artigo, efetivadas, conformeM cen- M M N SI NP E P SI EE o SI SI EE PE IN Ma data deINP P EE S so escolar maisM atualizado até de IN EE IN M educação aprovadoSpor lei. M S publicação P N S E M SI desta Lei. PEE NP PE EE EE SI EM EM P N N P M § 4º - Observado o disposto noM único CAPÍTULO IIIEM SI SI PE IN PE IN EE parágrafoM EE E S E N S do art. 60 da Lei nº M N P 9.394, de I20 de dezembro de SI NP NDA DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS NP SI PE EE S SI SI EM § 2º deste artigo, admitir-se-á SoNcômputo M I 1996,Ee no M NP EM P SI M EM EE M PE I matrículas efetivadas,Econforme o censo escolar dasN SEÇÃO I M M E P E S N EE E EE IN PE SIGERAIS INP EM oferecida P mais atualizado, na educação especial DISPOSIÇÕES P P S M N em N NP S PE IN IN SI SI E EMinstituiçõesEcomunitárias, confessionais ou filantrópiSI S S N M PE SI NP Art. 8º - PEE distribuição de recursos que comA M EM SI IN cas sem fins lucrativos, conveniadas com o poder EM EM S E EM N EM PE EM público, com atuação exclusiva na modalidade. põem os Fundos, no âmbito de cada Estado e do PE SI NP PE EM IN PE PE I M E S M N anual por IN S N N E I S Federal, dar-se-á, entre o governo estadual SI EE SI Distrito M NP PE § 5º - Eventuais diferenças do valor Pnúmero INaluno entre as instituições públicasSda etapa e da SI EM E seus Municípios, na M N e os de proporção do M S EM PE SI E PE M M EE N modalidade referidas neste artigo e as instituições SIN deSIalunos matriculados nas respectivas redes de EM PE PE EE EE Pse refere oEM 1º deste Eartigo serão aplicaNP P IN públicaINpresencial, na forma EM M S a que educação básica do N E S SI N PE § SI SI PE PE INde infra-estrutura da rede escolar MAnexo desta Lei. das na criação S N N EM E S SI SI EM M EM Admitir-se-á, para efeito da distribuição M PE PE pública. § PE 1º EE PE IN IN M EM EE S S N IN § 6º E- Os recursos destinados às instituições dos Srecursos previstos no inciso II do caput do art.NP NP M PE EM SI EM PE I SI EE IN PE instituições comunitá- de queNtratam os §§ 1º, 3º e 4º deste artigo somente PE S P I 60 do ADCT, em relação às S M M N S N N M M SI EE SI SI EE M M EErias, confessionais ou filantrópicas sem fins Elucra- poderão ser destinados às categoriasPde despesa P E N M E S IN conveniadasMcom o poder público,Po côm- Eprevistas noEart. 70 daSLei nº 9.394,I de 20 deMdeNP tivos e NPE EM E M SI EE N EE EE SI NP puto das matrículas efetivadas na educação infan- INP zembro de 1996. SI EM NP SI M NP recur- PE NP EM SI creches Spara crianças de até 3S E I Art. 9º - Para Eos fins da distribuição dos til oferecida em SI EM PE IN EM EM anos. M NP Lei, serão consideradas exclusi- S IN sosEM que trata Iesta de (três) E E S EM S P E EE E EM EM NP matrículas presenciais efetivas, conforme § 2ºN-PAs instituições a que seIN E S refere o § I1º deste Ivamente as M EM NP SI NP PE PE S SI E S os dados apurados no EEM escolar mais atualizado, NP PE censo artigo deverão obrigatória e cumulativamente: IN IN S S N SI PE P S realizado anualmente pelo Instituto Nacional I de Espara o acesMI - oferecer igualdade deM IN IN EM EE condiçõesM S S E EE EM M tudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira -EM so e permanência na escola e atendimento educaEM NP PE EE PE NP SI seus alunos; EM I cional gratuito a todos os M considerando as ponderações aplicáveis. PE PE P IN N M S INEP, S PE EE IN IN SI N EE S N P SI M II - comprovarEfinalidade não lucrativa e aplicar INP § 1º - NOs recursos Sserão distribuídos entre o SI M M I E M S S EE seusMexcedentes E PE EE EM EM NP financeiros em educação na eta- Distrito Federal, osEEstados e seus Municípios, con- NP E M IN M SI EM PE NP P pa E modalidade previstas nos §§ 1º, 3º e 4º dessiderando-se exclusivamenteEas matrículas nos res- SI EE SI EE NP ou EM IN IN atuaçãoPprioritária,INP I S S Ste artigo; M pectivos âmbitos de PE IN NP S conforme os M E SI IN 2º e 3º do art. 211 da S M E III -PE assegurar Ea destinação de seu patrimônio §§ Constituição Federal, EE S E P obM M M NP E Nescola comunitária, filantrópica ouMconfessi- servado oEdisposto noM§ 1º do art. 21 desta Lei. E E P N a outra E SI SI E N E SI EM P PE SI na etapa Pou modalidade previs- M E PE PE IN - Serão consideradas,E para a educação P IN IN onal com atuação §S 2º S N S N PE IN M M M SI SI IN tas ao M EE nos §§ 1º, 3º e 4º deste artigo ou S poder públi- especial, as matrículas na rede regular Ede ensino,EE S E PE P P M N EM N M em classes comuns ou em classesINespeciaisSIde PE M S SI co no caso do encerramento deEsuas atividades; EE PE E I-Natender aPpadrões mínimos de qualidade Nescolas regulares, e em M M EE P EM E IVS EE escolas especiais ou espeI P IN NP IN M PE PE de ensi- S cializadas. S N M S E SI definidos pelo órgão normativo do sistema EM N IN SI EE PE SI EM PE educa- S M E no, inclusive, obrigatoriamente, ter aprovados seus § 3º - Os profissionais do magistério da M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM EE Prede públicaM ensino cedidos para tempo integral e Esobre os anos iniciais e finais do PE M M EE de M ção básica da N N M E M EE EE SI NP EM SI EE 4º EE SI NP NPas instituições a que se referem osP§§ 1º, 3º e E do ensino fundamental. EM N I SI art. 8º desta Lei serão considerados como em efetiNP NP SI NP PE § 4º - OS direito à educação infantil será asseSI SI EM EM SI EM IN M PE PE PE vo exercício na EE educação básica pública para fins S gurado às crianças até o término do ano letivo em M M N E E M P IN IN EM SI E que completaremE6M(seis) anos de idade. S do Sdisposto no art. 22 desta Lei. PE PE EE IN M EM PE S N EE PE NP IN SIArt. 11 - A P § 4º - Os Estados,So Distrito Federal e os MuniNapropriação dos recursos em funSI EM IN SI EM NP EMcípios poderão, no prazo de 30 (trinta) diasSIda pu- ção das matrículas na modalidadePEde educação S E S EM PE M N NP blicação dos dados do censo EM PE S escolar no Diário Ofi- PEE de jovensMe adultos, nos termosI da alínea IN do Sc EM SI M IN E M M PE EE III do do cial S União, INP da apresentar Srecursos para retificaçãoN inciso NP do caputPEE art. 60 M Ato das Disposi- PEE EE IN SI I M S N EE EM NP ções SConstitucionais Transitórias - ADCT, obser-SIN M SI SI Edos dados publicados.M PE NP I E vará, em cada Estado eSno Distrito IN perArt. M - A distribuição proporcional deEEM 10 recurPE M S Federal, M P PE IN sos dos EFundos levará em conta as seguintes dife- EE M M 15% (quinze por cento) dos recurE S E N N E P centual deEaté E SI SI EM N EM NP PE PE renças entre etapas, modalidades e tipos de esta-SI sos do IFundo respectivo. SI EM NP PE PE IN IN M S S N N S E PE belecimento Ede ensino da educaçãoEM básica: EM SI SI IN M E S M EM I - creche em tempo integral;NP EE NP M SEÇÃOEII EM M SI EE tempo integral; PE SI EM NP EE DA COMISSÃO INTERGOVERNAMENTAL PE E I II - pré-escolaNP em EM M N P I P S N E PE I I tempo parcial; S N E PE N S S N DE FINANCIAMENTO PARA A EDUCAÇÃO III - creche em SI N EM M SI SI NP SI EE PEIV - pré-escola em tempo parcial; M SI BÁSICA DE QUALIDADE E P M N M M E PE M SI V - anosEiniciais doSensino fundamental urbano; IN EM EM PE PE M IN EE M PE P N PE IN no âmbito do MinistéIanos iniciais do ensinoS fundamental no EE N Art. 12 P-EE M I Fica instituída, VI -S N S P N E S EM M SI SI IN PE campo; IN PE M rio da Educação, a Comissão Intergovernamental EE S S E N P M M M IN SI PE IN M EE M EEVII - anos Sfinais do ensino fundamental urbano;E de FinanciamentoPpara a Educação Básica de Qua- S E E E P P IN M S N N EM PE anos finais do ensino fundamentalIN PE SI SI VIII - M S no lidade, com a seguinte composição: PEE E PEI - 1 (um) representante do Ministério da Edu- M IN IN S S campo; EE PE IN IN M S S N E PE M SI cação; EEM IXNPensino fundamental em tempo integral; EM PE IN EE IM S S N E PE EM M II - INP(um) representante dos secretários estaX - ensino médio urbano; 1 NP SI PE IN EM SI EE PE EM S S N M XI - ensino médio noNcampo; duais de educação de cada uma das 5 (cinco) regi- EM PE PE SI NP SI EE XII - ensino médio em tempo EM IN Brasil indicado pelasPE SI IN EM integral; ões político-administrativasSdo S N NP EM PE PE SI SI EM PE XIIIIN ensino médio integrado à educação proseções regionais do Conselho Nacional de SecreM M E IN E M S EM N E M S E SI tários de INP PE fissional; Estado da Educação (Consed); M PE PE EE M PE N S N E N E M M SI NP SI III - 1 (um) representante SIN secretários muni- SI dos PE PE M EE XIV - educação especial; SI EE E IN M cipais de educação de cada uma das 5 S(cinco) regiNP XV - educação indígena e quilombola; PE NP M M EE SI SI jovens e Eadultos com ava- ões político-administrativas do Brasil indicado peEM N EM XVI EE educação de SI E NP EM PE PE PE P I M Slas seçõesE regionais IN União Nacional dosNDiriN PE P liação IN processo; no M EE EM SI S da SI N S N M EE SI PE SI NP XVII - educação de jovens e adultos integrada de EE SI NP EM gentes MunicipaisM Educação (Undime). IN S E EM NP EM àM educação profissionalEde nível médio, com avalia§ 1º - As deliberações da Comissão Intergo-M PE PE SI EE PE Educação P IN EM M EE P ção no processo. IN S vernamentalSde Financiamento para a M N E IN EE IN SI S NP EE- A ponderação entre diferentes etapas, INP P S M PE § NP 1º SI S Básica de QualidadeSserão registradas em ata cirIN M EE IN I M P S S M M modalidades e tipos de estabelecimentoEde ensino cunstanciada, lavrada conforme seu regimento inEE PE IN EE EE EM Sfator 1 (um)Npara os anos terno.NP EM adotará como P EM SI NP EM N referência o EM PE M SI SI SI PE PE iniciais do ensino fundamental urbano, observado o § 2º - As deliberações relativas à SIN especificaçãoE PE M N PE N E N SI SI SI disposto no § 1º do PE 32 destaM art. EM baixadas em resolução IN SI EE Lei. S puEdas ponderações serãoM N EM P I M EE E2º - A ponderação entre demais etapas, mo- INP blicada no Diário Oficial da União até o dia 31 de S § N M EE EM SI S julho deEM NP NP EM M E cada exercício, para INP dalidades e tipos de estabelecimento Eserá resultavigência noEexercício PEE SI SI PE P P M S N N E N PE do da multiplicação doEM fator de referência porEM SI SI SI PE E um seguinte. IN M M E entre 0,70 (setenta centésiS E N § 3º - A Eparticipação na Comissão IntergoverM EE fator específico fixado NP S SI NP EE SI obser- EM EM SI NP Financiamento para a Educação EBásiNP mos) e 1,30 (um inteiro e trintaM P I I E centésimos), E namental Sde M S N P M PE NP SI vando-se, em M qualquer hipótese, o limite previstoN ca de Qualidade é função não PEE remunerada Ide rele- EEM EM S EE IN SI P S N PE EE no art. 11 desta Lei. vante M público, e seus membros, quando IN E interesse M NP SI I M S SI E NP os fins do dispostoNneste artigo, o convocados, farão jus a transporte e diárias. PE S § 3º -SIPara EE N EM PE M SI Art. 13 I-NNo exercício de suas atribuições, comPE PE em M EE sobre a EM NP M educação básica S P EM regulamento disporá SI IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N IN PE PE pete à Comissão Intergovernamental de Financia- EM I - a estimativa da EEM SI P receita totalS dos Fundos; IN IN E S S P EM M M II - a estimativaIN valor da complementação mento para a Educação Básica de Qualidade: S do I PE M EE EE as ponderações apli-N da União; S P I - especificar anualmente EM P M M IN EE E S EM P IN PE M IN Scáveis entre diferentes Setapas, modalidades eM PEIII - a estimativa dosSvalores anuais por aluno IN PE tipos IN EE S N N M EE SI NP SI PE M de estabelecimento de ensino Pda educaçãoPbásica, no âmbito do Distrito Federal e de cada Estado; EE SI EM M E IN INlevando M S S M IV - o valor anual mínimo M aluno definido por observado o disposto no art.IN desta Lei, EE PE PE EE S 10 Pconsideração a correspondência ao custo realEM nacionalmente. PEE IN IN EE M NP E S S em N SI M N EE NP SI EM NP SI EM Parágrafo único - Para o ajuste da comple-E da respectiva etapa e modalidade PEE e tipo de estabeSI SI NP P E I M S N M lecimentoM educação básica, segundo estudos de mentação da União de M trata oPEE 2º do art.SIN que § 6º de NP SI N EE SI E EE custo realizados e publicados pelo Inep; EM SI EM Estados Ee o DistritoIN P P M desta Lei, Eos E P S Federal deverão N N E P I N SII - fixar anualmente o M M SI NP E limite proporcional de E publicarIN imprensa oficial e encaminhar EEM à Secre- M SI S na SI EE NP PE I P recursos pelas diferentes etapas, taria do Tesouro Nacional doMMinistérioINP Fazen- PEE S E da apropriaçãoINde IN E M S S N S EM M SI da, até o dia PEE de janeiro,Pos valores da arrecada31 ensino EM IN PE modalidades e tipos de estabelecimento deEM EE E S EM P N da educação básica, observado o disposto no art. P N M M M transferências de SI SI PE IN PE M INção efetiva dos impostos e dasPEE EE EE S N S que trata o art. 3º desta Lei referentes ao exercício N M EE 11 desta Lei; INP SI N NP SI EE SI SI III - fixar anualmenteM parcela da complemen- imediatamente anterior. S NP EM M SI M NP Ea PE SI EM E M PE INArt. 16 - Os recursosEM Fundos serão dispodos tação da União a ser distribuída para os FundosEpor EM E P E S N EM E PE IN PE meio dePEprogramasSIdirecionados para a melhoria nibilizados pelas unidades transferidoras ao Banco EM NP P S M N NP SI PE IN Econômica Federal,IN IN S que SI EMdo BrasilPEE SI S S N S.A. ou Caixa da qualidade daM educação básica, bem como res- E P SI N EE pectivos critérios de distribuição, observado o disM EM SI IN realizará a distribuição dos valores devidos aos Es- EM EM P M S E EM PE EM tados, ao DistritoE Federal eEM Municípios. aos posto no art.N desta Lei; PE SI 7º NP PE IN PE PE I M E S M N transferidoIN S N E I P IN E S IV - elaborar, requisitar ou orientar a elaboraSI PE Parágrafo único S-I São unidades PE que INras a União, Sos EstadosNe o Distrito S EM EM N Federal em reção de estudos técnicos pertinentes, sempre M S EM PE SI EM PE M EE N E respectivas parcelasEdo Fundo cuja arre- IN lação àsM necessário; EM PE PE EE SI EM PE e disponibilização para distribuição sejam S NP P IN seu regimento interno, baixado EM M IN S V - elaborar N E S SI N PE E em cadação SI SI PE IN Mportaria do Ministro de Estado daNEducação.INP de sua responsabilidade. S EM E S S EM M EM Serão adotados comoI base paraSa deci- M Art. 17 - Os recursos dos Fundos, provenienPE PE § PE 1º EE PE IN IN M EM EE S S N E IN M são Sda Comissão Intergovernamental de Financia-NP tes da União, dos Estados e do Distrito Federal, NP M PE EM SI PE I SI EE INautomaticamente para contas PEE PE S serãoIN repassados mento para a EducaçãoN Básica deNP Qualidade os S M S N I EM M M SI SI únicas e específicas dos PGovernos Estaduais, do censo escolarS anual mais atualizado reaPE EE M EEdados doEEM E M IN IN NP lizado pelo Inep. EM EM PE EE M EDistrito Federal e dos SMunicípios, Svinculadas ao NP SI E EM N P E §SI2º - A Comissão Intergovernamental de Fi- INP respectivo Fundo, instituídas para esse fim eEmanSI EM IN P PE NP M M N N E SI a Educação Básica de Qualida-S tidas na Sinstituição Efinanceira de que trataSIo art. 16 NPE nanciamento para E SI EM PE SI EM EM exerceráM NP IN desta Lei. de suas competências emEobservância às I M E S EM S EE EE EM NP EM NP P eE E SI EM NP SI garantias estabelecidas nos incisos I, II, IIIIN IV do INP § 1º - Os repasses aos Fundos provenientes PE PE SI EM EM NP PE o caput do art. 208 Sda Constituição Federal S às me- S das participações a que se refereIN inciso II do cae IN E S N SI PE M SI NP put do art. 158 e as Ialíneas a e b do inciso I do caput tasEM universalização da educação básica estabede IN M EM EE S S E E EM M e inciso II do caput do art. 159 da Constituição Fe-EM lecidas no plano nacionalPde educação. EM N PE EE PE NP SI EM I M PE P - As despesas da Comissão Intergo- deral, bem como os repasses aos Fundos à conta IN N M S PE Art. I14 S N PE EE IN SI EE IN P compensações financeiras aosIN S S P S das S Estados, DistriM vernamental de Financiamento para a Educação SIN N EM EM SI EE EM PE M to Federal e Municípios a que se refere a Lei ComBásica de Qualidade correrão à conta das dotações M M P E PE E E N I EE IN M EM EM PE NP PE plementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, cons- SIN orçamentáriasS anualmente consignadas ao MinisSI EE PE NP EM IN PE IN I S S Stério da Educação. N tarão dos orçamentos da União, dos SIN Estados e do PE NP SI EM SI EM IN M E E Distrito Federal e serão creditados pela União Eem S E P P M M E M NP E N E E P N M favor dos EGovernos Estaduais, do Distrito Federal CAPÍTULO IN IV SI SI EM SI EM P PE PE EE S EM e dos Municípios nas contas específicas a que se PE IN PE IN IN E DA INP DA TRANSFERÊNCIA S S N S N PE M M SI EM SI IN refere este artigo, respeitados os critérios e as fi-EE M EE GESTÃO DOS RECURSOS S S E PE P P M N EM N M nalidades estabelecidas nesta Lei, SIN observadosSIos PE M SI M EE PE EE IN15 - O Poder Executivo federal publicará, Nmesmos prazos, procedimentos e forma de divulM EE P P S EM E Art. EE I P IN NP IN M PE vigên- S gação adotados para o repasse do restante des- NPE S N M S E SI atéM de dezembro de cada exercício,Npara 31 EM I SI EE PE SI E no exercício subseqüente: PE desses S M E sas transferências constitucionais em favor cia M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M EE M Municípios na forma prevista no § 5º do art. 69 daINP governos. IN M M EE EE EE S NP S EM EE EE LeiM 9.394, de 20 de dezembro de 1996. § 2º - Os repasses aos Fundos provenientes SI NP NP E nº NP P P I PE I I E S dos impostos previstos nos incisos I, II e III do caput N N S P Art. 18 S- Nos termos do § 4ºIN art. 211 da SI SI EM EM S do EM IN EM PE PE PE do art. 155 combinados com os incisos III e IV do S Constituição Federal, os Estados e os Municípios M M N N E E M PE IN EM SI SI poderão celebrar EEM convênios para a transferência de S caput do art. 158 da Constituição Federal constarão PE PE EE IN M EM PE P S N E E N SI alunos, recursos humanos, P fidos orçamentos dos Governos Estaduais e doPE DisNP IN SI N materiais EeM E encargos EM SI N EMtrito Federal e serão depositadosS pelo estabeleci- nanceiros, assim como deSItransportePescolar, acomE S SI EM PE N E N NP mento Poficial de crédito previsto no art. 4º da Lei EEM EM SI panhados M transferência imediata de recursos fida SI EM SI N P M PE EE EM SI PE EM ComplementarNnº 63, de 11 de janeiroEde 1990, noN nanceiros correspondentes aoMnúmero de matrícu- PEE IN SI PE NP I S M S N SI EE N EM NP M SI SI SI Emomento em que a arrecadação estiver sendo rea- las assumido pelo ente federado. PE NP M M E lizada nas contas do EFundo abertas na instituição I N Parágrafo único - (VETADO) SI S EE M E NP EM M EE SI financeira de que trata o caputEM Art. 19M Os recursos disponibilizados aos EFundeste artigo. NP NP EPE E SI EM EM NP - A instituição financeira de que SI PFedePE IN dos pela PE I trata o ca-S S§ 3º EM PE PE IN IN IN União, pelos Estados Ee pelo Distrito M S S N S E M M ral deverão ser registrados INP forma detalhada a SIN de put deste artigo, no que se refere aos recursos dos SI EE M EE S P P M M impostos e participações mencionados no § 2º E EM E des- fim de evidenciar as respectivas transferências. M M IN EE EE PE te artigo, Screditará imediatamenteNas parcelas deviEM SI E NP EE Art. 20E- Os eventuais saldos Pde recursos fiP I EM M N P S PE IN SI NP E PE NdisponíveisEnas contasIN S específicas dos S N das ao Governo Estadual, ao Distrito Federal e aos SI nanceiros EM M SI IN SI NP M EE PE SI Fundos cuja perspectiva de M utilização seja supe- S Municípios nas contas específicas referidas neste E P M N M E N E E SI EM M aplicados em artigo, observados os critérios e as PfinalidadesEM SI PE PE M IN E es- rior Ea 15 (quinze) dias deverão ser PEE M P S P E IN IN nesta Lei, procedendo à divulgação dos operações financeiras de curto prazo ou de merEE N M tabelecidas E I N S S P E P S IN EM SI IN PE valores creditados EM forma similar e com a mesma cado aberto, lastreadas em títulosS da dívida SpúbliIN PE M E de S E N N M M SI NP EM SI P periodicidade utilizada pelosEEstados em relação aoE ca, na instituição financeira responsável pela moM EE E SI EM E PE P P IN N N EM EM P modo a preservar seu M vimentação dosSIrecursos, de E restante da transferênciaS do referidoEimposto. SIN P SI E PE PE IN I provenientes da poder de compra. M recursos dos FundosN S S § 4º EEOs PE IN IN M S S N E PE M P S Parágrafo únicoM Os ganhos financeirosI auEM EM parcela do imposto E P sobre produtos industrializados, IN EE IN S S N E PE PE EM de que trata o inciso II do caput do art. 159 da Cons-EM feridos em decorrência das aplicações previstas no NP SI PE IN IN EM SI E PE EM S S N M caput deste artigoIN na tituição Federal, serão creditados pela União NP em PE S deverão ser utilizados PE mesma EM SI EE N I MDistrito Federal finalidade e de acordo comNos mesmos critérios eE SI EM Pfavor dos Governos Estaduais e do S E M SI E NP N E PE SI SI nas contas específicas, segundo os critérios e res- condições estabelecidas para utilização do valor NP EM PE M N E E SI EM N EM M SI EM PE NP peitadas as finalidades estabelecidas PE nesta Lei, SI principal Ido Fundo. EE PE M M PE S N E N E IN N M NP SI SI observados osS mesmos Eprazos, procedimentosMe EM PE SI PE EE SI N M EE CAPÍTULO V forma de divulgação previstos na M ComplemenLei SI NP NP EE SI tar nº 61,EEM 26 de dezembro deE1989. SI EM NP EM RECURSOS E de SI E NP DA UTILIZAÇÃO DOS EM PE PE P P I M N N N PE PE § IN - Do montante dosSIrecursos do imposto S 5º M EE EM SI SI N S N E M EE SI SI NP Art. 21 - Os recursos dos Fundos, inclusive sobre produtos P EE SI NP EM IN industrializados de que trata o inciM M NP E da aqueles oriundos de complementação EM União,M so II do caputSdo art. 159 M Constituição Federal a PE EE E da SI E EE PE IN EM utilizadosP pelos Estados, pelo INP P parcela devida aos Municípios, na forma do dispos- serão S Distrito FedeM E IN EM N PE S IN S SI EE5º da Lei Complementar nº 61, de 26 de INP e pelos Municípios, PE exercício financeiroIN S to no art. M PE P ral S em IN no EE IN IN de 1989, será repassada peloMGoverno S que lhes Eforem creditados, em ações consideradas M S S S M M dezembro EE E NP EE EE EM SI e os recursos serão comoINP manutenção e desenvolvimentoEdo ensino EM NP M Estadual ao NP respectivo Fundo SI NP EM EM M S de EE SI SI NP PE para a educação básica pública, conforme dispos-E creditados na conta específica a que se refere P este PE M N SI PE N N M EE SI N SI artigo, observados os mesmos prazos, procedimen- Eto no art. 70SIda Lei nº M 9.394, de 20 de dezembro EM SI EE SI NP EM P P de 1996. I M EE E S tos ePforma de divulgação doNrestante dessa trans- IN M M EE M EM SI S NP N EE EE § P1º - Os recursos poderão ser aplicados pe- PEE ferência aos Municípios. SI SI NP PE EM P I M S N M PE M los Estados e Municípios indistintamente entre eta- IN § 6º - PA instituição financeiraSIN disponibilizará, EE S SI EE IN M M EE conselhos referidos nos in- pas, modalidades e tipos de estabelecimento de S N P M EE EE permanentemente, Iaos NP S SI E N M P P M SI S EE educaçãoNPE básica nosM seus respectivos cisos II, III e IV do § 1º do art. EM desta Lei os extra- EE ensino da IN 24 IN S S M PE NP S NP âmbitos de atuaçãoI prioritária, EconformeSIestabe- EEM tosEEbancários referentes àNconta do fundo. EM M PE I SI E P S PE E NP § 7º - OsE recursos depositadosNna conta espe- lecidoMnos §§ 2º e 3º do art.N211 da Constituição IN SI I M S SI EM NPse refere o caput deste artigo serão Federal. PE S cífica a que SI EE N EM PE M SI § 2º - Até 5% (cinco por cento) dos recursos PE PE M IN EE Distrito Federal, Estados e NP M União, S EM depositados pela NP EM SI IN EE IN M EE S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE recebidos à conta dos Fundos, inclusive relativos à EM CAPÍTULO VI SI SI PE IN IN E S S N EM M M DO ACOMPANHAMENTO, complementação da União recebidos nos termos doNP SI Io PE M EE EE S E P EM P M CONTROLE SOCIAL, COMPROVAÇÃO §N1º do art. 6º Edesta Lei, poderão ser SIN utilizados no 1 EM EM P I PE M IN S(primeiro) trimestre do exercício imediatamente subS PEE FISCALIZAÇÃO DOS RECURSOS IN PE IN M EE S N E S N M SI NP SI PE PE M seqüente, mediante abertura deE crédito adicional. E SI EM M E P IN IN cento) M S N Art. 24 - O acompanhamento e o controle soArt. EE PE PE M EM EE 22 - Pelo menos 60% (sessenta Spor SI Precursos anuais totais dos Fundos serão desti-EM cial sobre a distribuição, a transferência eSa aplicaIN IN EE M NP E PE S dos N E P SI M M N SI NP PE S EE E remuneração dos profissi- çãoNdos recursosIdos FundosNserão exercidos, juntoEE nados ao pagamento daM SI SI P P E I M S N E M M onais doEmagistério Ida educaçãoIN NP SI S básica em efetivo aos respectivos governos, no âmbitoEda União, dos N P M E M S EM EE exercício na rede pública. SI N P do M Estados, PEE Distrito Federal e dos Municípios, por EE PE SI NP N I N EE SParágrafoEúnico - Para os fins doINP M N SI EM EM esse fim. EM SI SI S disposto no conselhos instituídos especificamente para E E NP P PE SI N N EM § 1º - Os conselhos serão criadosSIpor legisla- PE caput desteINP artigo, considera-se: SI N PE S EM I - remuneração: o total de pagamentos devi- ção específica,EM M M E SI E editada no pertinente âmbito goverN E P P E EE SI EM EM P N dos aos profissionais do magistério da educação, P N M M M comSI SI PE IN PE INnamental, observados os seguintesEcritérios deM E EE EE S E N P IN em IdecorrênciaNdo efetivo exercício emSIcargo, em- S posição: NP NP EM PE SIno mínimoN14 (qua- S S ou função, integrantes da estrutura, quadro SI EM âmbitoPE M I prego SI M N federal, por EM PE- em S E Distrito Federal torze) membros,I sendo: M EE M tabela de servidoresEdo Estado, M P IN ou M EM E P E S N EE EE PE IN PE ou Município, conforme o caso,INP SI EM do Ministério a) até 4 (quatro) representantes P P S M N N NP S inclusive os encar- EM PE IN IN SI SI EE SI S S N da Educação; gos sociais incidentes; M PE SI NP EE b)SI1 (um) representante do Ministério da Fa- EM II - profissionais do magistério EEM educação: da M IN EM S E EM NP EM P EM docentes, profissionais P PE SI N que oferecem suporte pe- zenda; PE EM IN PE PE I M E S M N IN S N N E S direção SI SI SI dagógico direto ao exercício da docência:PEE NP PE c) 1 (um) representante do Ministério do PlaEM Nnejamento, OrçamentoSIe Gestão; EM N ou administraçãoEM escolar, planejamento, Iinspeção, SI M PE S EM PE E M N E (um) representante do M d) E1M Nacional SIN supervisão, orientação educacional e coordenação E Conselho PE PE PE EE SI EM P N PE IN M M IN de Educação; PE pedagógica; S N E E S SI N SI SI do Conselho Nacional PE PE IN M e) 1 (um)Srepresentante III - efetivo exercício: atuaçãoN efetiva no desemN EM E S SI SI EM M EM PE PE penho das atividades de magistério previstas no in- EM Secretários de Estado da Educação - CONSED; de EE PE PE IN IN M EM E S S N E IN f) 1 E(um) representante daSIConfederação NacisoSII deste parágrafo associada à suaEM regular vin-NP NP PE EM EM P I SI E IN PE S P cionalIN Trabalhadores em EducaçãoE(CNTE); NPE dos culação contratual, temporária ou estatutária, com S M M N S N M M SI SI SI g) 1 (um) representante da União Nacional dos sendo PE EE M EEo ente governamental que o remunera, não EM P E P descaracterizado por eventuais afastamentos tem- Dirigentes Municipais deNEducação SIN M EM (Undime); M N PE EM PE SI SI PE representantes dos pais de alunos IN previstosPEE lei, comEM IN empre- NPE EE E ônus para o S h) 2 IN (dois) porários em S EM P N S SI da educação básicaMpública; EEM NP PE SIimpliquemIN gador, que não SI EE S rompimento da relação EM P IN EM EM NP IN dos estudantes da S i) jurídica existente. M E M 2 (dois)SIrepresentantes E S EM E E EE EM NP EM NP educação básica pública, um dos quais indicado pela Art.NPE - É vedada a utilização dos recursos 23 E SI EM NP SI NP PE PE SI SI EM EM SIUnião Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes); NP PE dos Fundos: IN IN E S S N SI PE M S NP II - Iem âmbito estadual, por no mínimo 12I (doze) MI - no financiamento das despesas não consiIN M EM EE S S E EE EM M membros, sendo: deradas como de manutenção e desenvolvimento M EM NP PE M EE PE NP SI N I da educação básica, conforme o Iart. 71 da ILei nº M a) 3 (três)Mrepresentantes do Poder ExecutivoE PE P N EE S PE E S N N E P S N PE SI SI PE SI estadual, dos quais pelo menos 1IN 1996; S (um) do órgão M 9.394, de 20 de dezembro deM IN EM IN E S estadual responsável pela educação básica; EM E S II contrapartidaMde operaM - como garantia ou PEE PE PE E EM NP EE IN M EM SI E dos PE PE b) 2 (dois) representantes M Poderes Execu- SIN ções de crédito, internasNou externas, contraídas SI EE PE NP EM IN PE IN I S N S Spelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos IMuni- tivos Municipais; N PE NP SI SI EMnão se destinem ao financiamento de S EM IN c) 1 (um) representante do Conselho Estadual M E E que S PE M M cípios INP EE M NP E E E P programas considerados como de Educação; N E projetos, ações ou SI S EM N EM SI EM PE PE SI NP E PE PE do ensino M I1 (um) representante daEseccional da União P IN IN d)S ação de manutenção e desenvolvimento S N N S N PE M M M SI SI SI IN Nacional dos Dirigentes Municipais deE EducaçãoEE para M EE a educação básica. S E PE P P N M N EM N M (Uundime); M PE SI SI SI M EE PE EE IN M EE P P S EM N E e) 1 (um) representante da seccional da ConEE P IN SI NP IN M PE PE S M S E SI federação Nacional IN Trabalhadores emEM N S dos E Educa- SIN EE PE SI EM M E ção M (CNTE); M IN NP E S SI EM EE E NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PErepresentantes dos pais de alunos incisos I e II do E§ 3º deste artigo, o Ministério da PE M M f) 2 (dois) EE M N N M M E EE EE SI NP SI EM EE EE Educação designará os Pintegrantes Edo conselho SI NP NPda educação básica pública; EM NP I SI SI NP NP PE § g)EM (dois) representantes Sdos estudantes da Nprevisto no inciso I do SIN1º deste artigo, e o Poder 2 SI EM EM SI I M PE PE PE educação básica E pública, 1 (um) dos quais indicado S Executivo competente designará os integrantes dos M M N M N E E M PE IN M SI SI conselhos previstos nos incisos II, III e IV do § 1º S pela entidadeIN estadual deEestudantesE secundarisPE PE E M EM EE PE S N P N EE PE NP SI deste artigo. IN tas; SI SI EM IN S EM NP EM S E P S § 5º - São impedidos de integrarE os conselhos III - EM Distrito Federal, por no mínimo 9SI(nove) no PE N N NP membros, sendo Ea composição determinada pelo EEM que se refere o caput deste artigo: PE M EM SI M a SI SI N P M M PE EE EM SI PE I -NP cônjuge e parentes consangüíneos ou afins, PEE disposto no inciso II desteIN parágrafo,PEE excluídos osN M SI PE IN S M M S SI EE N até 3º (terceiro) SIN do presidente e doEvice-presi-SIN grau, M SI Emembros mencionados nas suas alíneas b e d; PE NP M EM dente da República, dosSIministros Sde Estado, do IV - M em âmbitoEEmunicipal, por no mínimo 9 PE IN M E PE P IN (nove) membros, sendo: M M M do vice-governador, do prefeito Ee do EE E S N E E P governador e IN SI EM EM NP 2 (dois) representantes do Poder SExecutivoSIN vice-prefeito, e dos secretários estaduais, distritais PE PE PE I Sa) EM PE PE IN IN IN M S S N S E PE M M ou municipais; SIN Municipal, dos quais pelo menos 1 (um) da SecreSI IN EE M EE S M taria Municipal de Educação ou órgão educacional EM EE NP M II - tesoureiro, contador ou funcionário de emEM NP SI EE PE equivalente; EM SI EM NP EE PE P E I presa de assessoria ou consultoria que prestem EM M N P I P S N N E PE I I S N serviços relacionadosE à administração ou controle PE N S S N b) 1 (um) representante dos professores da SI EM M SI IN SI NP M EE PE SI do Fundo, bem como cônju- S interno dos recursos educação básica pública; P E M N M M N E E PE SI c) 1 (um) representante dos diretores dasEM EM consangüíneos ou afins, M 3º (terSI PE PE M IN E es- ges, parentesEM PE EE até S N N EE M colas básicas públicas; IN ceiro) grau, PE desses profissionais; INP NP SI SI P E S EM M SI S IN PE IN PE III - estudantes que não sejam emancipados; d) 1 (um) representanteEM servidores técnidos EE S S N N M M M SI NP SI PE IV - pais de alunos que: EM co-administrativos das escolas básicas públicas; EE EE M EE SI E P P P IN E S N N N EM EM PE a) exerçamSIcargos ou funções públicas de livre M SI e) 2 (dois) representantes dos Ppais de alunos SI E PE PE IN âmbito dos órgãos do IN M básica pública; S nomeação e exoneração S no da educação PE IN IN M EE S S N E PE M SI respectivoEPoder Executivo gestor dos recursos; ou f) INP (dois) representantes dos estudantes da 2 EM EM PE IN EE M S S M N E PE b) Iprestem serviços terceirizados, noMâmbito educação básica Ipública, umE dos quais indicado pelaEM NP S NP PE IN EM SI E PE E S S IN N M dos Poderes Executivos em que atuam os respecti- EM entidade de estudantes secundaristas. PE PE NP SI M E EE § 2º - EIntegrarão ainda os conselhos munici- vos conselhos. S IN M SI IN P S E M S NP PE IN M EE § 6º - OEpresidente dos conselhos previstosSIno PE 1 (um) represenS pais dosNFundos, quando houver, M IN EM SI EM NP PE M EM EE PE Conselho SMunicipal Pde Educa- SI caput deste artigo será eleito por seus pares em tante do respectivo PE IN EE M M PE N S N E N E N M M SI NP SI ção e 1 (um) representante do Conselho Tutelar a reunião do colegiado, sendo impedido dePE ocupar a SI SI PE M EE SI EE N M EE que de SI NP se refere a Lei nº 8.069, de 13 M julho de 1990, função o representante do governo gestor dos reNP M EE SI indicadosEpor seus pares. SI EM NP EM da União, dos Estados, E cursos do Fundo no âmbito E SI E NP EM PE PE PE I M N N N NP PE § I3º - Os membros dos conselhos previstos no Sdo Distrito PE Federal e dos Municípios. M EE EM SI SI SI N S N P EE SI PE SI caput deste artigo serão indicados até 20M § 7º - Os conselhos dos SIN Fundos atuarão com EE (vinte) dias NP EM IN M S M EM NP EM antes do término do mandato dos conselheiros PE anautonomia, semEE P vinculação ou subordinação insti-M SI EE PE PE IN EM ao Poder Executivo local e Iserão renovaEE P teriores: EM N S tucional N E EM N SI IN S SI dos órgãos federais, esta- INP periodicamente ao PE de cada mandato Idos NP E S M PE I-P pelos dirigentes S S dos IN final M EE IN IN S E S S EM M M duais, municipais e do Distrito Federal e Edas entidaseus membros. NP EE PE - A atuação dos membros dos conselhos EEorganizadas, nos casos das repreEM SI EM NP des de classes §N EM SI NP EM NP EM PE SI 8º EM SI SI PE sentações dessas instâncias; dos Fundos: NPE IN PE M N S PE E I N M N SI SI II -M nos casos PE representantes dos Sdireto- EEM I - não será remunerada; dos SI M EE SI N E P I M EE atividade Ede relevante inteE de alunos e estudantes, pelo conjunto dos INP S res, pais II - é considerada N M M EM SI S resse social; NP EM NP PE EE EE estabelecimentos ou entidades de âmbito nacional, SI SI PE EM PE P P IN M S N N M PE estadual ouEEmunicipal,EM conforme oIN S SIIII - assegura isenção da obrigatoriedade de I S caso, emE proP IN M M E para esse fim, pelos Eres- testemunhar sobre informações recebidas ou presS N M EE EE cesso eletivo organizado NP S SI NP M EE SI M NP do exercício de suas atividades de EM NP pectivos pares; SI P EE I I E E tadas em Srazão S P IN M EM M PE NP de M SI P EE III - nos casos de representantesEEM professo-N conselheiro e sobre Sas pessoasEque lhes confiarem PEE IN SI E P e servidores, pelas entidades sindicais da res- ou deles receberem informações; S N M res N E N PE SI NP M SI SI PEIV - veda, Equando os conselheiros forem reSI IN EM M E pectiva categoria. M S N PE EE E SI NP PE M M § 4º - Indicados os conselheiros, na forma dos presentantes de professores e diretores ou de M serIN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE vidores das escolas públicas, no curso do man- EM SI SI PE IN IN E Fundos assim como Ios referentes às despesas reS S N P EM M M dato: S IN alizadas ficarão permanentemente à disposição dos PE M EE EE S E P EM N P M órgãos feEM S PE IN a) exoneração ou Sdemissão do I cargo ou em- conselhos responsáveis, bem como dosEM PE M IN Sprego sem Ijusta causa ou transferência involuntária derais, estaduais e municipais de controle interno e N PE PE IN M EE S N E S N M SI NP SI PE PE externo, e ser-lhes-á dada ampla publicidade, incluM do estabelecimento de ensinoPem que atuam; EE SI EM M E IN IN E S S N EM b) atribuiçãoEde falta injustificada ao serviço em M sive por meio eletrônico. PE PE M EM SI PE das atividades do conselho; IN IN EE M NP EE PE - Os conselhos referidos nos M S S Parágrafo único função N P SI N EE NP SI E EM SI EM incisos II, III e IV do § 1º do Iart. 24 desta Lei pode-E c) afastamento involuntário e EinjustificadoINda S S NP PE antes do P SI NP EM N término do man- rão, sempre que julgarem conveniente: N SI SI E de N EM condição M conselheiro M PE SI SI EM PE EE PE dato para o qual tenha sido designado; EEM IN E I - apresentar aoPPoder Legislativo local e aos M S N N I N SV - veda, quando os conselheiros Iforem repre- EE órgãos Ide controleSIinterno e externo manifestação M M NP SI EM NP EM S S EE E NP PE PE M SI N N formal acerca dos registros contábeis e dos demons- PE sentantes de Pestudantes em atividades do conseEE IN M M SI SI N S E E M M SI trativos gerenciais do Fundo; injustiNP PE lho, no curso do mandato, atribuição de falta M PE EE EE SI E EM P N ficada nas atividades escolares. P M M II - porIN SI S decisão da maioria deEM PE IN PE M IN E seus membros, EE EE S N S N P M EE SI NP N§ 9º - Aos Iconselhos incumbe, ainda, supervi- convocar o Secretário de Educação competente ou SI NP EE SI SI o censoSescolar anual e a elaboração da pro- servidor equivalente para prestar esclarecimentos NP EM M P sionar SI M EM PE IN EM M PE IN acerca do fluxoSde recursos e a execução das desposta orçamentária anual, no âmbito de suasEE resM M EM E P E S N EE PE IN PE pectivasPEE SI EM NP de atuação, com pesas do Fundo, devendo a autoridade convocaesferas governamentais P I S M N IN NP PE IN IN de concorrer para o S SI EE EMda apresentar-se em Sprazo não Isuperior a 30S (trinSI S N o objetivo regular e tempestivo E M P S NP EE tratamento e encaminhamento dos dados estatístiM EM SI IN ta) dias; EM P M M S M EM E PE IN EE EE e financeiros que INP III - requisitar ao PoderM Executivo PEE cópia de do-PE cos alicerçam aNoperacionalizaS M N EE SI M N S NP NP SI cumentos referentes a: NP EE SI SI EE SI ção dosMFundos. P I P S EM E a) licitação, empenho, liquidação e pagamen§E10 - Os conselhos dos M Fundos nãoNcontarão SIN M EM PE SI E P M EE N EM to de obras e serviços custeados com recursos SIN com estrutura administrativa própria, incumbindo à EM PE PE EE SI EM PE NP PE IN M e aos Muni- do Fundo; M IN E S União, aos Estados, ao Distrito Federal N E E S SI N SI NP SI PE PE Ide pagamento dos profissionais da M Mcípios garantir infra-estrutura e condições materiais b) folhasS N N E EE S SI SI EM aquelesPem M EM PE adequadas à execução plena das competências dos EM educação, as quais deverão discriminar EE PE PE IN IN M EM E S N N E conselhos e oferecer ao Ministério da Educação osNP efetivo exercício na educação básica e indicarSo resNP M PE EM SI SI EM PE I SI IN PE criação eEE S P composição pectivo nível, modalidade ou tipo de estabelecimento NPE IN dados cadastrais relativos à S M N S N EM M M SI SI SI a que estejam vinculados; EE PE M M EEdos respectivos conselhos. P E N E P N M EM convênios M com § 11E - Os membros dos conselhos deEacom- EEM c) documentos referentes aos SI N P P SI SI EE E PE EM IN IN no má- NP as instituições a que se refere o art. 8º desta ELei; P S N panhamento e controle terãoE mandato de, S EM N SI M NP NP 1 (uma) reconduçãoSI EM PE SI d) outros documentos necessários aoI desem- IN ximo, 2 (dois) anos, permitida S EE SI EM PE S EM EM igual período. NP IN penho de suasSfunções; S por M E I M E EM E E P P M E ENa hipóteseM inexistência de estudantes E E N E da N P para § 12 P E SI SI NP IV - realizar visitas e inspetorias in loco EEM PE PE IN acom- SIverificar: EM IN M S S E NP P emancipados, representação estudantil poderá IN IN S S SI PE PE IN M a) o desenvolvimento regular de obrasSe servipanhar as reuniões do conselho com direito a voz. M IN IN M EM EE S E EE § 13 - Aos conselhosPincumbe, também, acom- ços efetuados nas Sinstituições escolares com recur- M EM M EM N PE EE PE NP SIrecursos federais transferi- sosMdo Fundo;M EM I panhar a aplicação dos EE PE P IN N S S PE EE IN IN SI NP EE S P M dos à conta do Programa Nacional de Apoio ao INP b) a adequação doS serviço deNtransporteSIesSI EM M S colar; SIN EM EE E E P M Transporte do Escolar - PNATE e do Programa de M M P E PE E E N E EE IN EM SI EM NP P Apoio aos Sistemas de Ensino para NP Atendimento M c) a utilizaçãoEem benefício do sistema de en- SIN SI EE à PE NP EM I PE IN I P S S SEducação M Jovens e Adultos e, ainda, receber e sinoEde bens adquiridos com recursos IN Fundo.M N de P S do SI E prestações de contas referentesSIN esIN Art. 26 - A fiscalização e o controle referentes M E EE analisarPE as a S E NP EM N EM ses Programas, formulando pareceres conclusivos ao cumprimento do disposto no art. 212 da ConstiEM PE NP E SI SI EM N EM SI EM PE PE SI dessesNP EM PE PE IN PE IN I recursos eNencaminhan- tuição Federal e do disposto nesta Lei, especialmenacerca da aplicação S S S N PE IN M M M SI SI do-os ao Fundo Nacional de DesenvolvimentoINda te em relação à S aplicação da totalidadeEdos recur-EE M EE S E PE P P M N EM N M sos dos Fundos, serão exercidos: SIN PE M SI SI Educação - FNDE.PEE M EE IN25 - Os registros contábeis e os Edemons- NPE I - peloEE M P S EM Art. órgão de Pcontrole interno no âmbito da EE I IN NP IN M PE PE relativos S União e Spelos órgãos de controle interno noM I S N M S E trativos gerenciais mensais, atualizados, N SI EE âmbito N EE PE S EMrecursos repassados e recebidos I à conta dos dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; SI M E aos M IN NP E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM EE EM PE M M II - pelos TribunaisPEde ContasEM panhamento, fiscalização e controle interno e ex-INP dos Estados, N M M EE EE E SI N S EM EE EE SI NP NPdo Distrito Federal e dos Municípios, junto aos res- terno; EM NP P P I PE I I E S S pectivos entes governamentais sob suasIN N S P II - na capacitação dos membrosNdos conselhos; M SI S jurisdi- IN EM SI EM EE S EM PE P III -Ena divulgação de orientações sobre P opea ções; E M M N M N E M PE IN SI SI III - pelo Tribunal dePContas da União, no que racionalização doEEM EE Fundo e de M PE PE EE IN M E dados sobre a previ- S P S N N EE PE S são, I a realização e a utilização dos valores finantange às atribuições aSIcargo dos Sórgãos federais, NP IN EM IN SI EM NP EMespecialmente em relação à complementação da ceiros repassados, por meio de publicação e distriS E PE S SI EM PE M N N NP União.PE EM SI EEbuição deEM documentos informativos e em meio eleSI EM SI IN M PE E EM SArt. 27 - Os Estados,No Distrito Federal e osNP trônico de livre acesso público; EM PE EE I M SI PE NP IN PE S E M S N SI EM NP IV - na realização de PE estudos técnicos comSIN FunM SI SI EMunicípios prestarão contas dos recursos dosM PE N N EM SI PE dos conforme os procedimentos adotados pelos Tri- vistas na definição do valor referencial anual por M EE SI PE IN bunais EEM Contas competentes, observadaPa regu- EE M M S EM padrão mínimo de qualidade de N N E P aluno queEEassegure EM SI SI EM NP PE PE P IN do ensino; lamentação aplicável. S SI EM PE PE IN IN IN M E S S N E M M V S- no monitoramento daP aplicação dos recur- SIN Parágrafo único - As prestações de contas seSI IN EE M EE M M rão EM instruídas com parecer do conselho responsá- sos dos Fundos, por meio Sde sistema de informaEE NP M NP M EE SI PE vel, que deverá ser PEE SIao Poder Executi- PEE EM NP EE I ções orçamentárias e EM financeiras ePde cooperação apresentado EM N I P S N N PE I I 30 (trinta) dias antes do venci- IN com os Tribunais de Contas dos Estados e MunicíS E PE N S N vo respectivo em S até S N EM M SI SI NP SI M EE PE do prazo para a apresentação Eda prestação pios e do Distrito Federal; SI mento P M N M M E N E M SI EM M EE de contas prevista no caput deste Iartigo. SI NP PE M EE M PE VI - na realização de PavaliaçõesEEdos resultaS P N E P I28 - O descumprimento do disposto no dos da aplicação desta SIN com vistas na adoção EE N M E I Lei, Art.S N P N E P S EM M SI SI IN PE art. 212 da Constituição Federal e do disposto nes- de medidas operacionais e de natureza político-eduIN PE M EE S S E N P N M M M SI SI P devendo aEM primeira dessas meta Lei sujeitaráIN EstadosEe o Distrito Federal àE cacional corretivas,EE M EE E S os E P P P IN N E se PE didas M realizarNem até 2 (dois) anosEEM após a im- M intervenção da União, eSos Municípios à intervenPE IN SI SI E PE IN INpertencem,Snos plantação do Fundo. M S S N ção dos respectivos Estados a que E NP PE I I M E S S N E PE M P SI e EM EM termosNda alínea PE do inciso VII do caput do art. IN EE I M S S M E PE PE ......................................................................... 34 e do inciso IIIN caput EE art. 35 da Constitui-EM do NP SI do PE IN IN EM SI E P EM S S N P N M ção Federal. PE PE SI EM EE Art. 29M A defesaSIda ordemMjurídica, doIN IN S reIN EPE P S E M SEÇÃO II S E N N E P M PE SI SI gime democrático, M interesses sociaisM indiviPE DISPOSIÇÕES FINAIS e IN EE IN E dos M S EM N E P M S E PE duais indisponíveis, relacionada ao pleno cumpri- SI PE PE IN EE M M PE N S N P E N E N M M SI S Art. 37 - Os SMunicípios poderão integrar, nos SI mento desta Lei, competeEao MinistérioI Público dos IN PE SI PE M EE E IN M termos da legislação local M específica e Sdesta Lei, M o Estados e do Distrito Federal e Territórios e aoEE MiNP NP M EE SI nistério Público Federal, especialmente quanto às Conselho do M SI NP E EM E P I EE Fundo ao Conselho Municipal de EduE E S E E PE IN M Scação, instituindo câmara específica para o acomNP NP NP PE M PE transferências deErecursos federais. IN M EE SI SI SI N S N EE SI PE SI NP § 1º - A legitimidade do MinistérioEEM Público preS NP EM panhamento e o controle social Isobre a distribuição, IN M S M EM NP EM a transferência e Ea aplicação dos recursos do Fun-M vista no caput deste artigo não exclui a de terceiros PE PE SI EE PE § 1º e nos PE IN in- do,EM EE P para a propositura deNações a que se referem o S M E observadoNo disposto EM inciso IVNdo SI E no IN NP EE do caput SI art. 5º e M § 1º do art. 129 da INP 2º, 3º, 4º e 5º do art. P24 desta lei.SI S ciso LXXIII PE P do o SI S §§ IN M EE IN IN S S S M M § 1º E-M câmara específica de acompanhamenA Constituição Federal, sendo-lhes assegurado o EE NP EE PE EEaos documentos mencionados nos to e controle social sobre a distribuição, aMtransfeEM SI E NP N acesso gratuito EM SI NP EM NP EM PE M SI SI SI PE PE rência e a aplicação dos recursos do IN Fundeb teráE arts. 25 e 27 desta Lei. PE M N S PE N IN M EE SI N SI § 2º - Admitir-se-á litisconsórcio facultativo en- EcompetênciaS deliberativa e terminativa. EM SI M EE SI NP EM P I EE para aEM EMinistérios SPúblicos daNUnião, do Distrito Fe- INP tre os § 2ºM- Aplicar-se-ão E constituição dos M EM SI S Conselhos Municipais de Educação as regras pre- EEM NP NP EE EE deral e dos Estados para a fiscalização da aplicaSI SI NP PE EM P P M SI NP PE IN IN M ção dos recursos dos Fundos que receberem EEM comvistas no § 5º do art. 24 desta Lei. EE SI S S E N P I M P N EM PE Art. 38 PEE União, os Estados, o S -A Distrito FedeS SI EM IN M PE plementação da União. IN M e os Municípios deverão assegurar no financiaS S PE EE Art. 30 - O Ministério daEEM Educação atuará: IN IN EE ral S S P IN M EM M P NP EM M S PE EE I - no apoio técnico relacionado Eaos procedi-N mento da educaçãoSbásica, previsto no art.I 212 da PEE IN SI E P S N M mentos e critérios de aplicação dosP recursos dos Constituição Federal, a melhoria da qualidade do IN E N PE SI N M M S SI PE SI IN aos Estados, Distrito Federal Ee Mu- ensino, de forma a garantir padrão mínimo de quaM EE Fundos, junto S EE N P EM responsáveis pelo Eacom- lidade definido nacionalmente. NP SI N PE P M M SI PE EM nicípios e às instâncias EM SI IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE E N N EM PE SI SI Art. 43 P- Nos meses de janeiro e fevereiro de Parágrafo único - É assegurada a participa- EEM PE IN IN S S EM M M a ção Epopular e da comunidade educacional no pro-NP 2007, fica mantida SINsistemática de repartição de I PE M E EE nacional de qualida- recursos prevista na Lei nº 9.424, de 24 de dezemS P EM P M M cesso de definição do padrão IN EE E S EM P IN PE M IN E Sde referidoIN caput deste artigo. S P coeficientes broPde 1996, mediante a utilização dos E no IN M EE S N E S N M SI NP SI PE PE de participação do Distrito Federal, de cada Estado Art. 39 - A União desenvolverá e apoiará políM M EE SI M E P IN IN de qua- e dos Municípios, referentes ao exercício dePEE E S S N M 2006, ticasEEM estímuloEàs iniciativas de melhoria de PE M SI N P do ensino, acesso e permanência na escola,EM sem o Epagamento PEE complementação da IUnião. IN EE M NP E S S de lidade N SI M E IN NP SI EM NP EE EM Art. 44 - ASpartir de 1ºI de março de 2007, aE promovidas pelas unidades federadas, em especial S SI NP P P E I M S N E N M M aquelas voltadas paraPa inclusão Ide crianças e ado- distribuição M dos recursos dos Fundos é realizada N SI S N PE EE M SI EM EE lescentes em situação de risco social. SI N P prevista nesta Lei. M na forma PEE EE PE SI NP N I N SParágrafoEúnico - A União, os Estados e o Dis- EE M N SI EM NP EM Parágrafo único - A complementação da EM SI SI SI E NP PE PE SI N N União prevista no inciso I doM 3º do art. 31 desta PE trito FederalINP desenvolverão, em regime de colaboEE § SI SI N S EM EM M para conclu- Lei, referente Eao ano de INP M E ração, programas de apoio ao esforço SI 2007, será integralmente E P P E EE S EM EM N são daEM M M IN distribuída Sentre março e dezembro. básica dos INP alunos regularmente INP SI PE PE M EE E educaçãoEE S N S N P M EE Art. 45 - O ajuste da distribuição dos recursos matriculados noNsistema público de educação: SI NP NP SI EE SI SI I - que cumpram pena no sistema penitenciá- referentes ao primeiro trimestre de 2007 será realiSI NP EM M SI M NP EM PE SI EM EE M ainda que na condição de presos provisórios; PE IN zado no mês de abril de 2007, conforme a sistemário, M M EM E P E S N EE EE quais tenham sido INP PE IN PE SI EM Lei. II - P aos S M E N NP S aplicadas medidas EMtica estabelecida nesta P IN O ajuste Preferente àSIN IN SI EE SI S S N Parágrafo único difesocioeducativas M termos da Lei nº 8.069, de 13 E nos P SI NP EE de julho de 1990. M EM SI IN rença entre o total dos recursos da alíneaMa do inci- EM EM M E P EM Art. 40 INPOs Estados, o DistritoE Federal e S E so I e da alíneaPaEdo inciso IIM § 1º do PEE 31 destaPE art. os SNP E do IN PE S N IN SI EM PE IN EM IN Municípios deverão implantar Planos de Carreira e Lei e os aportes referentes a janeiroSIe fevereiro Sde S S PE IN PE bási- IN2007, realizados na forma do disposto neste artigo, M S EM E N remuneração dosMprofissionais da educação M S E PE SI EM PE E M N EM será pago no mês de abril de 2007. ca, Ide modo a assegurar: PE EM PE IN PE EE S EM PE 46 - Ficam revogados, a partirNde 1º de S PE IN Mprofissionais M IN I E S Art. I - a remuneração condigna dos N E E S S N SI NP SI PE PE janeiro de 2007, os arts. 1º a 8º e 13 da Lei nº 9.424, SI EM EMna educação básica da rede pública; IN IN M S S S e a M 24 de dezembro de 1996, e o art. 12 da LeiE no EM EintegraçãoEM P PE de II P-E E entre o trabalho individual PE IN IN M EM EE S S N P 10.880, de 9 de junho de 2004, eIN § 3º do art. 2º da EM proposta pedagógica da escola; NP EE PE EM So SI EM I SI Eensino e daN Lei nº INP INde março de 2004. M PE S PE P III - a melhoria da Iqualidade do 5 M N S 10.845, de S M IN M S EE de vigên- IN S S Eaprendizagem. Art. 47 - Nos 2 (dois)Pprimeiros anos P EE M M PE M IN EE M EE N M - Os Planos de Carreira de- Ecia do Fundeb, a União Ialocará, além dos destinaS Parágrafo único N E EE S M NP SI EE EM NP EE NP verãoSIcontemplarPcapacitação profissional especi- INP dos à complementação ao Fundeb, recursosE orçaSI EM I P P N M S M N N PE SI à formação continuada com vistasS mentários para a promoção deEE almente voltada SI EE SI EM P programa emergen- IN E EM melhoriaM qualidade do ensino. M NP IN e para reforço do pro- S na cialEde apoio ao Iensino médio M S EM E da S PE PE M EM IN Art.NPE - O poder público deverá fixar, PE lei 41 em grama nacional de apoio ao transporte escolar.EM PE IN EE E S N S N PE P SI SI E EM NP PE específica, até 31 IN agosto de 2007, piso salarial SI de Art. 48M- Os Fundos terão vigência até 31 de IN S S N SI PE PE SI profissional nacional para Eos profissionais do madezembro de 2020.N EM M IN I M EM S S E EE EM M gistério público da educação básica.E Art. 49 - Esta lei entra em vigor na M data da suaEM EM NP P EE PE NP SI I M PE P único. (VETADO)SIN N M EE S PE E Parágrafo publicação. E I N N S IN PE SI SI42 - (VETADO) NP PE S Art. N SI M N EM SI EM SI EE EM PE M M M P E PE E E N N EE IN M EM SI EM PE NP PE SI SI EE PE NP EM IN PE IN S N S SI N PE NP SI SI EM SI EM IN M E S PE PE M M Anotações EE M NP E N E E P N SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN S S N N S N PE M SI SI EM EM SI IN M EE S E PE PE P N M N EM N M PE M SI SI SI M EE PE EE IN M EE P P S EM N E EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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E E EM PE EM PE PE EM PE IN E PE IN de 20 SIN dezembro de S § 1º - O conteúdo programático a M se refeN P Altera a Lei nº 9.394, de S N M E que SI EM SI EE 1996, modificada pela Lei nº 10.639, de 9 de SIN PE S EM PE janeiro M este artigo incluirá diversos aspectos da história re IN N NP PE que estabelece as EEM M EEe da cultura que caracterizam a Sformação da poSI EM SI de 2003, diretrizes e bases da P N E EM SI EM PE N pulaçãoPE EM NP M educação nacional, paraSIincluir no PE currículo ofiSI P N brasileira, Ea partir desses dois grupos ét- PE IN M S N SI EE N EM N M SI da da SI Ecial da rede de ensino a obrigatoriedade da temá- nicos, tais como o estudoNP históriaPE África eSI M M E I N povos indídos EE M EE SI NP tica “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. EEM africanos, a luta dos Snegros e dos EE SI NP NP EM EM P genas no EBrasil, a cultura negra e indígena EEM P SI SI EM N EM P brasiPE P IN SI leira e oNnegro e o índio na formação da sociedade PE SO PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM PE IN IN I M S S N N S E PE M M SI nacional, resgatando as suas contribuições nas SI IN EE M EE S P M EM FaçoINP EE áreas social, M pertinentes à oM decreta M S saber que EE CongressoNNacionalINP PE E econômica e política,EE SI EM EE P P E EM M N e eu sanciono a seguinte Lei: P história do P Brasil. I S N N E PE I I S N E PE N S S I EM § 2ºS- Os conteúdos referentes à históriaNe culArt. 1º - O art. 26-A da M nº 9.394, de 20 de SI Lei IN SI NP M EE vigorar com a seguinte tura afro-brasileiraSIe dos povos indígenas brasilei- S PE E M dezembro de M 1996, passaPa N M N E E PE M SI EM SI EM PE rosPE serão ministrados no âmbito de todo o currículo redação: PE M IN EE M S P N E PE Iáreas de educação artístiIN EE N M E I S S 26-A - Nos estabelecimentos deIN P N escolar, em P especial nas “Art. ensino E S EM M SI PE fundamental e deEEensino médio, públicos Se priva- ca e de literatura e história brasileiras.” (NR) SIN IN PE M S E N N M M M SI NP SI PE EE E E Art. 2º - Esta Plei entra emEM vigor na data de sua dos,E torna-se obrigatório o estudo da EM história e cul-E SI P P IN S N N N EM EM PE PE publicação. tura SI SI afro-brasileira e indígena. SI EM PE PE IN IN M S S N E N PE SI SI N EM PE M PE SI EM EM PE IN EE IN M S S N E PE PE EM M NP SI PE IN IN EM SI EE PE EM S S N N M PE PE SI EM NP SI EE IN M SI IN EM PE P S E M S E N N E P M PE SI SI P Institui diretrizes curriculares nacionais para NaE educação Ecom o mundo do trabalho e a prática IN M E IN EM M S EM E P S E E preparação para o exercício SI social, consolidando EaM o ensino médio PE PE PE IN M M PE N S N E N E N M M SI NP SI da cidadania e propiciando preparação básica para SI PE SI PE M EE SI EE N P M EE SI NP O presidente da Câmara de Educação Básica o trabalho. M EE SI do Conselho NacionalIN Educação, de conformiS de EM NP EM curricular de cada esEM -A EE SI E NP Art. 2ºEEM organização PE PE PE P I N N EM PE P dade Scom o disposto no art. SIN § 1º, alínea “c”, da Scola seráNorientada pelos valoresEapresentados na 9º IN M EM SI SI N EE SI PE SI NP Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995,EM artigos E nos SI NP EM Lei 9.394, a saber: IN M S E M EM NP EM I - os fundamentais ao interesse social, aos di26, 35 e 36 da Lei Nº 9.394, de 20 de dezembroPE de PE SI EE PE PEParecer CEB/CNE 15/1998, reitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bemM IN EM M EE P 1996, e tendo em vistaNo N S M N E SI EE IN SI SI NP EE pelo senhor ministro da Educação e INP P S homologado M PE P à SI S comum e M ordem democrática; IN M EE IN IN S S S E M II - os que fortaleçam os vínculos de família, os do Desporto em M de junhoPde 1998, eEE 25 que a esta N PE solidariedade humanaEE de tolerância recíEE EM SI EM NP N laços Ide se integra, NP EM SI NP e EM EM PE S EM SI SI PE PE proca. IN PE M N S PE N E N M M SI N SI SI RESOLVE: PE SI M EE SI EE Art. 3º - Para observância dos valores menN EM P P cionados no artigo anterior, a prática administrativa I M EE E S E N N M M EM SI SI NP EM NP PE EE EE As SI SI Art. 1º - M Diretrizes Curriculares Nacionais e pedagógica dos sistemas deNensino e deM PE E suas es- PE P P I S N M PE IN M colas, as formas de convivência no ambiente esco- IN do Ensino PMédio (DCNEM), estabelecidas nesta EE S SI EE M M EE num conjunto de defini- lar, Sos mecanismos de formulação e IN S implementaN P M EE EE Resolução, se constituem NP S SI E N M P P M SI SI PE alocações doutrinárias sobre princípios, fundamentos e EE ção de política educacional, os critérios de PEE IN IN EM S M S N P M PE N SI M procedimentosM serem observados naEorganizaçãoN ção de recursos, a organizaçãoEdo currículo e das EEM a SI PE EE IN SI E E P S cada unidade escolar situações de ensino aprendizagem e os procedimen- NP N M P pedagógica PE curricular de e N SI EE IN SI SI Pde avaliaçãoMdeverão ser coerentesMcom princíIN diversos sistemas deSensino, emM EE integranteSdos EE E aten- tos P M IN E S N PE PE M NP SI PE EM dimento ao que manda a lei, tendo em vista vincular pios estéticos, políticosE e éticos, abrangendo: EM EM SI IN E IN M E N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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I NP DE 10 SMARÇO DE 2008 SI M EM M

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RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 03/1998

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EM EM EM PE EM PE M N N PE PE EE S S dades necessárias aoPexercício da I cidadania e do I - a Estética daISensibilidade, que deverá subs- EEM IN IN S S N EM M tituirEM da repetição e padronização, estimulando aNP trabalho; a SI I PE M E EE S P EM N P M IV - domínio dos princípios e fundamentos cicriatividade, PEEespírito inventivo, a curiosidade pelo o EM SI EM IN PE M IN Sinusitado, eN afetividade, bem como facilitar a cons- entífico-tecnológicos que presidem a produção moS PE Ia PE IN M EE S N S N M EE SI NP SI PE de M M tituição de identidades capazesEE suportarPa inqui- derna de bens, serviços e conhecimentos, tanto em SI M E P IN IN aco- seus produtos como M seus processos, dePEE M S S N modo etação, conviverPcom o incerto e o imprevisível, EE PE M M E em EE SI Pe conviverIN IN IN EE M EE a ser capaz de relacionar a teoria com a prática e o M PE S S lher N S com a diversidade, valorizar a qualiM N EE NP SI E NP SI EM desenvolvimento da flexibilidade para M novas condi-E dade, a delicadeza, a sutileza, as PEE formas lúdicas e SI SI NP PE o mundoNe fazer do lazer, ções de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; SI NP E N SI SI EM N EM alegóricas de conhecer M PE SI SI EM EM PE EE uso da língua portuguesa, PE da sexualidade e da imaginação um exercício de EM IN E V - competência P no E S N N N E SI M NP SI EM NP EM liberdade responsável. SI SI SI EE NP das línguas estrangeiras e outras linguagens con- EEM PE PE SI N N EM temporâneas como instrumentos de comunicação P II - a Política da Igualdade, tendo como ponto NP SI SI N PE S EM partida oI reconhecimento dosEdireitos humanos e como processos de constituição de conhecimenEM M M E de SI E N P P E EE SI EM EM N e dos EM N E to visando à INP e de exercício de cidadania. EEM NP EM SI SI PE M Edeveres ePEdireitos da SIcidadania,INP E IN M Art. 5º - Para cumprir as finalidades doEensino constituição deINidentidades que busquem e prati- S S NP NP EE SI organizarão seus S SI a igualdade no acesso aos bens sociais e médioEEM S NP M P quem SI M EM P previstasSpela lei, as escolas IN EM EE M P IN currículos de modo a: culturais, EMrespeito ao Ebem comum, o protagoniso EM E P E S N EM Eos conteúdos curriculares E PE IN PE mo e a responsabilidade no âmbito públicoSe privaSI EM NP I - ter presente que P P M N N NP SI PE IN IN SI SI EE EMnão são fins em si mesmos, mas meios básicos para SI S N do, o S combate aM todas as formas discriminatórias e E P SI NP M constituir competências cognitivas ou sociais, prio- EM oM respeito aosEE princípios Edo Estado Ede Direito SIN na M EM SI M E EM NP P E rizando-as sobreE as informações; forma do sistema federativo e do regime democrátiPE SI NP PE EM IN PE PE I M E S M N são indisIN S N N E S SI SI EE SI co e republicano. NP PE II - ter presente que as linguagens SI EM EM a Ética da Identidade, buscando Psuperar SINpensáveis para a constituição de conhecimentos e N III M EM PE SI EM PE M M E EE N EM competências; dicotomias entre o mundo Pda moral e o mundo da PE IN EE EE SI EM PE adotar metodologias Pde ensino diversifica- S NP IN e o privado, para constituir identiM M IN I E S III matéria, o público N E E S S N E SI NP SI PE conhecimento noP SI EM EMdades sensíveis e igualitárias SIN testemunho de das, que estimulem a reconstrução doM IN S S E M PE valoresEEM seu tempo, praticando um humanismo EM mobilizem o raciocínio, a experimentação, a NPE e EE PE P de I soluIN M EM E P S S N N contemporâneo,N pelo reconhecimento,Mrespeito eNP ção de Pproblemas e Eoutras competências cognitiEE P EM SI SI EM I SI EE PE outro ePpela incorpo- vas superiores; SIN S PE IN acolhimento da identidade do M N S N N EM M M SI SI SI IV - reconhecer que PEE situaçõesPE aprendias de solidariedade, da responsabilidade M da e EEração daEEM N E M N SI orientadoras de seus PE atos na Ezagem provocam também sentimentos e requerem NP reciprocidade como M EM EE SI M NP SI EE EM N P P P EE SI a vida profissional,Nsocial, civil Pe pessoal. SI EM PE IN trabalhar IN afetividade do aluno.M S M S N Identi- PE E SI propostasIN Art. 6º - Os princípios pedagógicos da Art. 4º - As SI EE S pedagógicas das escoEM PE IN EM EM e os currículos constantes dessas propostas in- dade, Diversidade e Autonomia, da Interdisciplina- S NP IN las M E I M E S EM S M EE EE NP EM NP e PE EE E SI EM NP SI cluirão Scompetências básicas, conteúdos SINformas Iridade e da Contextualização, serãoPadotados como NP PE I EM EM NP PE ensino médio. de tratamento dosIN conteúdos, previstas pelas finali- S estruturadores dos currículos do SIN S N SI PE PE M S Art. 7º - Na observância da Identidade,I Diverdades do ensino médio estabelecidas M pela lei: M IN IN EM EE S E EE I - desenvolvimentoNP capacidade de apren- sidadeS e Autonomia, os sistemas de ensino e as M EM M da EM PE EE PE NP SI EM I der e continuar aprendendo, da autonomia intelec- escolas, na busca da melhor adequação possívelE M PE P IN N M S PE S PE EE IN IN SI EE S S pensamento crítico, de modo a ser capaz NP necessidades dos alunos e do meio social: SIN N P às SI M tual e do N EM SI EM SI EE EM M I - desenvolverão, mediante a institucionalizade prosseguir os PE estudos e de adaptar-se com flexiM M P E PE E E N EE IN M EM SI EM PE NP PE ção de mecanismos de participação da comunida- SIN bilidade a novas condições de ocupação ou aperSI EE PE NP EM IN PE IN organização institucional que I S N S Sfeiçoamento; N de,PE alternativas de NP SI SI EM SI EM IN Mde significados socialmente possibilitem: E II - PE constituição S PE M M EE M NP E N E E P N de construídos e reconhecidosPcomo verdadeiros soa) identidade própria enquanto instituições E SI SI EM N EM SI EM PE PE SI e natural, sobre a realidade so- M ensino de adolescentes, jovens Ee adultos, respeitaE PE PE IN P IN IN bre o mundo físico S S N N S N PE M M M SI SI SI IN cial das as suas condições e necessidades Ede espaçoEE M EE e política; S E PE P P N M N N M III - compreensão do significado das ciências, e EM tempo de aprendizagem; PE M SI SI SI EE EE IN e das artes e do processo de transforma- NPE b) usoEE váriasEEM M P P S EM E das letras das possibilidades pedagógicas I P IN NP IN M PE PE as do S de organização, inclusive espaciais e temporais; S N M S E SI ção da sociedade e da cultura, em especial N EM N SI EE PE SI SI EM de modo a possuir as competências e habiliPE M E Brasil, c) articulações e parcerias entre Iinstituições M IN N E S S EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE E I M N S EM P I PE P S IN E M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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E EM EM PE SI M PE E PE IN E N S N SI M SI NP EM EM SI de problemas concretos, ou para o desen- PEE EM PE PE M M comum E públicas e privadas, contemplandoEM preparação a N P N M M EE M EE E SI SI IN volvimento de NP projetos de investigação EE de ação; e/ou EE organizaçãoEE inteNPgeral para o trabalho,Sadmitida aINP EM E III - as disciplinas escolares são recortes M SI SI grada dos anos finais do ensino S NP NP NP das fundamental com o NP SI SI EM SI EM I áreas de conhecimentos que representam, PcarreEE E médio; EM S PE P ensino M M N N N E E M PE EM S SI II - fomentarão a diversificação de programas gam sempre um EEM de arbitrariedade e Inão es- SI grau PE PE EE IN M EM PE S N N EE PE NP gotam isoladamente a realidade dos fatos físicos M e SI ou tipos de estudo disponíveis, estimulando alterNP M SI SI IN SI NP EMnativas, a partir de uma base comum, de Sacordo sociais, devendo buscar entre si interações que perEE S I M EE E S E NP NP NP com as Ecaracterísticas do alunado e as demandas EEM P EM mitam aos alunos a compreensão mais ampla da SI M SI EM SI N E M PE EE EM SI EM NP do meio social,NP EE IN M SI PE NP I admitidas as opções feitas pelos pró- realidade; PE S E M S N SI NP IV - a aprendizagem é PE decisiva paraMo desen- IN M EE SI SI Eprios alunos, sempre que viáveis técnica e financeiN esta razão as discipli-S M M E ramente; NP volvimento dos alunos, e SI por EE M EE SI NP EM EE nas ser SI EM IIIP- instituirãoINP sistemas deM NP E avaliaçãoSIe/ou utili- PE devemEM didaticamente solidárias para atingir S EM EM Nos sistemas de avaliação operados pelo Mi-SIN esse objetivo, de modo que disciplinas diferentes PE PE PE zarão SI EM PE PE IN IN IN M S S N S E PE M estimulem competências comuns, e cada disciplina SIN nistério da Educação e do Desporto, EMfim de acoma SI IN EE M E S contribua para a constituição de diferentes capaciM panhar os NP resultados EM diversificação, tendo como da EM EE M NP S E PE referênciaI as competências básicas a serem P EMindispensável buscarPEE complemenSI EM N alcan- PEE dades, sendo a P E I EM M N I P S N N E PEaos I I do ensino, estas diretrizes e as IN taridade entre as disciplinas a fim de facilitar S E PE N S S N çadas, a legislação S EM M SI IN SI NP EE escolas; EM PE alunos um desenvolvimento intelectual, social e afe- S SI propostas pedagógicas das P M N M M N E E PE SI IV - criarão os mecanismos necessários aoM EM SI EM PE PE M IN EE fo- tivo Emais completo e integrado; M P S P E PE IN IN EE N V - a característica do ensino escolar, tal como M mento e Sfortalecimento da capacidade de formular E I N S P N E P S EM M SI SI IN PE e executar propostas pedagógicas escolares carac- indicada noNinciso anterior, amplia significativamente I PE M EE S S E N M M IN SI NP EM PE terísticas do exercício da autonomia; EM M EE EE a responsabilidade Eda escola para a constituição de S SI E P P P IN M S N identidades que integram conhecimentos,Ecompetên- M N N EM PE PE SI SI IV - criarão mecanismos que garantam liberdaSI P P IN IN escolares na cias Ee valores que permitam o exercício Epleno da PEE M ciS S N de e responsabilidade das instituições E N SI SI N EM PE PE M formulação de sua Eproposta pedagógica,EeMevitem dadania e aM inserção flexível no mundo do trabalho. E SI E E P IN IN M E S S N E PE EM Art. P - Na observância da Contextualização que as instâncias centrais dos sistemas de ensinoEM NP SI PE IN 9º IN EM SI E PE EM S S as escolas terão SIN presente que: M M burocratizem e ritualizemNo que, no espírito da NP lei, PE PE SI EE IN e aprendizagem, oEE M escolas, SI IN EM P Pdeve ser expressão de iniciativa EE S das com M I - na situação de ensino S E N N E P M P SI protagonismo de todos os elementos diretamente conhecimento é transposto da situação em queSIfoi PE IN M EE IN EM M S EM N E P S E produzido, PeE por causa desta SI criado, inventado ouEEM E interessados, emPespecial dos professores; PE PE IN M M N S E N E M M SI transposição didática deve serN relacionado com a SIN NP SI PE SI PE M EE V - instituirão mecanismos e procedimentosEde SI EE prática ou a experiência do aluno a fim IN adquirir E avaliação de processos Pe produtos, de divulgação S de NP EM N M M SI dos resultados e de prestação deMcontas, visando significado; M SI EM NP E E PE I EE E E S E N E PE P P P I M N PE II - a relação entreIN aN PE desenvolver a cultura da responsabilidade pelos re- S IN M EE EM S teoria e prática requer SI conSI N S N M EE SI PE SI NP cretização dos conteúdos curriculares em situações sultados e utilizando os resultados para orientar EE NP EM mais próximas e Efamiliares doSIaluno, nas quais se IN M S M EM NP EM ações de compensaçãoEde desigualdades que posPE E SI EE PE cidadania; M P da autonomia. IN EM as doINP M EE P sam resultar do exercício incluem trabalho e do exercícioIN da S M E N S EE IN S SI NP EE - Na observância da Interdisciplinarida- INP III - a aplicação de conhecimentos constituídos P S M PE P Art. 8º SI S IN M EE IN IN S S S na escolaM situações da vida cotidiana e da expeM M de as escolas terão presente que: EE EE às NP EEentendimento, crítiEE EM SI nas suas mais varia- riência P EM NP P N espontânea permite seu EM SI NP EM EM I - a Interdisciplinaridade, PE SI IN EM SI PE ca e revisão. PE das princípio de que todo conheIN PE formas,S partirá do M N S PE N E N M SI N SI cimentoMmantém umE diálogo permanente com ou- EEM Art. 10 SI A base nacional comum dos currícuSI M EE SI NP E P I que pode ser de questionamen- NP los do ensino médio Pserá organizada em áreas de M EE E S tros conhecimentos, N P M EE M EM SI SI conhecimento, a saber: N EM IN EE EE to,Sde negação, de complementação, de ampliação, SI NP PE EM PE P P I M E S N N E N M de iluminação de aspectos não distinguidos; EEM S SII - Linguagens, Códigos e suas ITecnologias, I SI NP PE M M EE além da descrição e procu- objetivando a Econstituição de competências e habiP S N II - o Iensino deve ir E EE S S EM NP IN M M SI NP EM NP rar constituir nos alunos a capacidade de S lidades que permitam PE educando: ao EE analisar, E I I E S M S N E P M NP S a) CompreenderI e usar osPsistemas simbólicos EEM EE explicar, prever e intervir,INP objetivos que são maisN EM M SI EE SI N PE EE das diferentes linguagens como meios de organiza- INP facilmente alcançáveis seSas disciplinas, integradas EM NP SI IN S SI EMrealidade pela constituição de sigNP conhecimento, puderem contribuir, çãoPE S EM M da em áreasSIde N cognitiva PE M PE Eespecificidade, para oPEE SI N PE M nificados, expressão, comunicaçãoNe informação. M SI PE EM cada uma com sua EM SI IN EE IN estudo M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E E PE N SI EM PE N SI

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE SI sobre valores de variáveis, representados em gráfib) Confrontar SI opiniões e pontos de vista sobre EEM PE IN IN S S N EM M as diferentes linguagens e EM suas manifestações es-NP cos, diagramas ou expressões algébricas, realizanSI I PE M EE M E S P N P M do previsão de tendências, EE pecíficas. PEE EM SI EM IN Pextrapolações e interM IN S S PE IN PE polações e interpretações.IN c) Analisar, interpretar e aplicar os recursos M EE S N E S N M SI f) Analisar qualitativamente dados quantitativos NP SI PE PE M expressivos das linguagens, Prelacionando textos EE SI EM M E IN IN função, representados gráfica ou algebricamente relacionaS S N EM com Eseus contextos, mediante a natureza, EE PE PE M M EM SI P IN IN EE M NP EE dos a Econtextos sócio-econômicos, científicos ou M PE S S organização, estrutura das manifestações, de acorN P SI M N E NP SI SI EE E produçãoPEE recepção. IN cotidianos. do com as condições deM e SI S NP PE usar a língua portuguesa SI g) Apropriar-se dos conhecimentos da física, NP EM N d) Compreender e N SI SI EM N EM M PE M SI SI EM PE EE PE comoNlíngua materna, geradora de significação e EM da químicaE e da biologia e aplicar esses conheciIN E E P S N N E SI NP SI EM NP EM integradora da EM SI S S E organização do mundo Ie da própria mentos I para explicar o funcionamento do mundo EEM NP PE PE M SI N N natural, planejar, executar e Eavaliar ações de inter- P identidade. INP SI SI N PE S EM e) Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) venção na realidade natural. EM M M E SI E N E P P E EE SI EM EM N moderna(s) como instrumento NP acesso a E N M M M h) Identificar, representar e utilizar o conheciSI SI P informa- INP I de PE M EE EE EE S N S mento geométrico para o aperfeiçoamento da leituN M EE ções P a outrasNP culturas e grupos sociais. SI NP Ne SI EE SI sobre a realidade. SI f) Entender os princípios das tecnologias da ra, daEEM SI NP M SI M NP EM P compreensão e da ação SI EM M PE INi) Entender a relaçãoEM entre o desenvolvimento comunicação e da informação, Eassociá-lasEE aos M EM P E S N EE PE IN PE conhecimentos científicos, às linguagens que lhes das ciências naturais e oE desenvolvimento tecnolóSI EM NP P P S M N N NP SI PE IN IN SI SI EE EMgico e associar as diferentes tecnologias aos proSI S S N dão suporte e aos problemas que se propõem so- E M P SI NP EE lucionar. M EM S IN blemasI que se propuseram e propõem solucionar. EM EM E EM NP EM PE EM g) Entender a natureza das tecnologias da S j) EntenderEo impacto das tecnologias associa-PE inSI NP PE EM IN P PE N E S M N SI N N EM SI na SI SI EE SI formação como integração de diferentes meios de das às ciências naturais P sua vida pessoal, nos PE IN Pcomo a INprocessos de produção, no desenvolvimento do M S EM E N comunicação, linguagens e códigos, bem M S EM PE SI EM PE M M EE N conhecimento e naMvida social.EM função integradora que elas exercem na sua relaPE IN PE EE EE SI E PAplicar asEtecnologias EassociadasPàs ciên- S N P IN M M IN I S l) ção com as demais tecnologias. EE N E S S N E SI NP SI P cias naturais na escola, no trabalho e em outros conh) Entender o impacto das tecnologias Ida coSI NP EM EM IN S S EM M EM PE PE municação e da informação na Ssua vida, nos pro- EM textos relevantes para M vida. PE sua EE PE IN IN M E E S S N m)PCompreender conceitos,N procedimentos e cessos de produção, no desenvolvimento do conhe-NP NP M EE PE EM SI SI EM I SI EE IN PE S P estratégias matemáticas e aplicá-las a situações di- NPE IN cimento e na vida social.N S M S N EM M M i) Aplicar as tecnologias da comunicação e da versas no contexto das ciências, da tecnologia e das I SI S SI PE EE M M EE P informação na escola, no trabalho e em outros con- atividades cotidianas. INP M IN EE M EE M S N EE S M EE NP SI EE EM NP EE NP III - ICiências Humanas e M suas Tecnologias, textosSIrelevantes P para sua vida. SI EM NP PE P I N S M N N E SI da Natureza, Matemática e suasS objetivando a constituição de competências e habi- NPE II - Ciências SI EE SI EM PE SI EM de habilida- lidades que permitam ao educando: EM NP IN Tecnologias, objetivando a constituição M E I M E S EM S M E EE EE NP EM NP EE E SI EM NP NP SI des e competências Eque permitam ao educando: NP a) Compreender os elementosPcognitivos,EafeP I SI EM EM NP P a) S Compreender as ciências como construções SItivos, sociais e culturais que constituem a identidaIN IN S S N SI PE PE M SI de própria e dos outros. humanas, entendendo como elas se desenvolvem M IN IN M EM EE S S E EE EM M b) Compreender a sociedade, sua gênese e M por acumulação, continuidade ou ruptura de paraEM NP PE EE PE NP SI desenvolvimento científico transformaçãoM os múltiplos fatores EEM nelas in-E I digmas, relacionando o M PE P IN N S PE E que S N N Ee SI IN PE SI SI NP PE produtos da ação humana; a si mesS tervêm, como N SI M com a transformação da sociedade. EM SI mo como SIN EM EE EM M b) EntenderPE aplicar métodos e procedimene agente social; e os processos sociais como M M P E PE E E N E M E M IN M IN SI NP PE tosEpróprios das ciências Inaturais. NP orientadores da dinâmica dosEdiferentes EE S EE P grupos de S NP EM I PE IN S N S SI N c) Identificar variáveis relevantes e selecionar indivíduos. PE NP SI SI EM SI EM IN c) Compreender o desenvolvimento da socieM E S E PE PE M M os procedimentos Enecessários para a produção, M NP E Ne interpretação de resultados de processos dade como processo de ocupação de espaços físiE E P N análise SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI científicosNe tecnológicos. EM cos e asNrelações daEvida humana com a paisagem, P PE I PE IN I ou experimentos S S N N S N PE M M SI SI EM SI deem seus desdobramentos político-sociais, culturais,EE M EE d) Compreender o caráter aleatório e não IN S E PE P P N M N EM N M PE M SI SI SI terminístico dos fenômenos naturais e sociais e uti- econômicosEe humanos. EE EE medidas, deter- NPE d) Compreender aEM IN M E P S EM E lizar instrumentosNP adequadosNpara E produção e o papel históriP I SI NP I M e econômicas, PE PE S M S E IN SI minação de amostras e cálculo de probabilidades. co das instituições Ssociais, políticas N EM N EE PE SI SI EM e) Identificar, analisar e aplicar conhecimentos associando-as às práticas dos diferentesPE M E M IN N grupos e E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M EE M tas) horas, estabelecido pela lei como carga horáriaINP atores sociais, aos princípios que regulam a conviN M M EE EE EE SI NP S EM EE EE médio; NPvência em sociedade,SIaos direitos Pe deveresPda ci- para o ensinoINP EM N P PE I I E S S dadania, à justiça e à distribuição dos benefícios N S N P IV - além da carga IN S mínima deSI2.400 horas, as SI EM EM N EM SI escolas terão, em suas propostas pedagógicas, liEM PE PE PE econômicos. M M E N N N E E M M EM SI SI e) TraduzirPos conhecimentos sobre a pessoa, berdade de organização curricular, independente- SI PE PE EE IN M EM EE PE S N E E N NP SI mente de distinção entre INP base nacional comum e a sociedade, a economia, as práticas sociais e EculNP SI SI EM SI EM NP EMturais emM S E PE S parte diversificada; probleE condutas de indagação, análise, SI PE N NP matização e protagonismo diante de situações no- EEM V - a língua estrangeira moderna, tanto aIN PE EM SI M S obriEM SI E P IN E M M PE EM PE vas,S problemasPou questões da vidaPEE pessoal, so-N gatóriaNquanto as optativas, serão incluídas no côm- PEE IN M SI PE IN S M S N SI EE EM N IN puto da carga horária da parte diversificada. M SI Ecial, política, econômica e cultural. SI PE NP M M E I dissociação entre a for-S N Art. 12 - Não haverá f) Entender os princípios das tecnologiasEassoS E M EE SI NP EM SI ciadasPEE conhecimento do indivíduo, daINP EM mação geral e a preparação básica para o trabalho, ao socieda- PE NP EM EM E S SI EM EM N cultura, entre as quais as de planejamento,SIN nem estaPúltima se confundirá com a formação proPE PE de e Ida S EM PE PE IN IN IN M S S N N S E PE M organização, EM SI SI IN E gestão, trabalho de equipe, e associá- fissional. M EE S M preparação básica para oM las EM aos problemas que se propõem resolver.PEE NP M § 1º - A EM E trabalho deNP SI EE PE SItecnologias asso- PEE estar presente tanto na base nacional comum EM N PE E I verá g) Entender o P impacto das EM M N I P S N N E PE I I humanas sobre sua vida pesso- IN como na Iparte diversificada. S E PE N S S N ciadas às ciências S EM M S IN SI NP M EE PE processos de produção, o desenvolvimento SI médio, M § 2º - O ensino atendida a formação S al, os E P M N M E N E E M SI EM M geral, incluindo a preparação básica para o trabado conhecimento e a vida social. INP SI PE PE M EE M PE EE S tecnologias con- lho, poderá preparar paraNo exercícioPde profissões P E I IN EE N M E I h) Entender a importância das N S S P N E P S EM M SI SI IN PE temporâneas de comunicação e informação para o técnicas, por articulação com a educação profissioIN PE M EE S S E N P N M M M SI SI PE IN planejamento, Sgestão, organização, fortalecimentoE nal, mantida a independência Eentre os cursos. M EE M EE E E P P P IN M S N N N EM PE Art. 13 - Estudos concluídos no ensino médio, M do PE EE SI SI trabalho de equipe. SI E PE IN IN M as tecnologias das ciências humanas tanto da base nacional comum quantoP da parte diS S i) Aplicar PE IN IN M EE S S N E PE M P SI E poderão ser aproveitados para a obtenEM e sociais na escola, no trabalho e outros contextos versificada, M PE IN EE IN M S S M E PE PE IN M ção de uma habilitação profissional, em cursos rearelevantes para Ssua vida. EE NP PE IN IN EM SI EE P EM S N E N M § 1º - A base nacional comum dos currículos lizadosS concomitante ou seqüencialmente, até o li- M PE SI NP S EE ensino médio deveráI contemplar as três áreas mite de 25% (vinte e cincoSpor cento) doPtempo mí-EE IN M SI IN EM E S E NP NPdo EM PE SI SI do conhecimento, M NP EM PE nimo legalmente estabelecido como carga horária com tratamento metodológico N E SI EM N EM PE M SI EM que evidencie a PE interdisciplinaridade ePE contex- SI para o ensino médio. E a PE IN E M M PE S N E N E IN N M M NP Parágrafo único - Estudos estritamente pro- SI SI tualização. S PE SI PE M EE SI EE N EE As S NP § 2º -M propostas pedagógicas das escolas fissionalizantes, independentemente deI serem feiEM NP SI deverão assegurar tratamento interdisciplinarINPcon- tosE na mesma escola ou em outra escola ou instituiSI EM EM EM EE Se E NP EM PE PE PE P I M Sção, de forma concomitante ou posterior ao ensino N N N PE PE textualizado para: M IN M EE E SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP a) Educação Física e Arte, como componentes ser EE SI NP EM médio, deverão EM realizados em carga horária IN P S M EM E curriculares obrigatórios; M adicional às 2.400 horas (duas mil e quatrocentas)M PE E IN EE PE PE filosofia Se sociologia ne- horas mínimas P IN EM EE P N S b) Conhecimentos de M N EM N SI previstas Ena lei. PE IN SI SI NP EE ao exercício da cidadania. S cessários M PE P IN Art. 14 - Caberá, Irespectivamente, aos órgãos SI NP EE IN IN 11 - Na base nacional comumEEMna parte S normativos e executivos dos sistemas de ensino o S S S EM M M Art. e NP EE PE EE observado que: INP EM SI EM e poN diversificada NP será estabelecimento Ede normas NP complementares M EM S EM PE M SI SI SI PE PE I - as definições M doutrinárias sobre os fundalíticas educacionais, considerando asIN peculiarida-E PE N S PE N E N M SI N SI SI mentos M axiológicos eEos princípios pedagógicos que Edes regionais ou locais,M EM observadas as disposições SI EE SI NP E P P destas diretrizes. I M EE E as DCNEM aplicar-se-ão a ambas; S integram N N M M EE M EM SI SI NP NP EE EE Parágrafo único - Os órgãos normativos dos PEE SI SI II - a parte diversificada deverá Pser organicaNP PE EM P I M E S N N E N mente integrada com a M base nacional comum,EM SI SI SI NP PE E por sistemas de ensino deverão regulamentar o aproM M EE complementação, diversifi- veitamento deEestudos realizados e de IconhecimenS N M E EE contextualização e Ipor NP S SI NP M EE SI M S NP NP cação, enriquecimento, desdobramento, entre ou- EEM constituídos tanto na experiência escolarPEE P tos como I I E S S N E M EM M N NP na extra-escolar. SI trasEformas de M integração;INP EM EE SI PE E SI E E P III - a base nacional comum deverá compreenS N M 15 - Esta resolução entra em vigor na INP P Art. E N PE SI M IN S SI PE de sua publicação e revoga asEM Scinco por EM IN EE der, pelo S menos, 75% (setenta e N PE disposições Ecento) data EM SI contrário.P N PE P M N M SI PE EM do tempo mínimoNde 2.400 (duas mil e quatrocen- em EM SI IN EE IN M EE S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM M M PE M EE EE E P EM N P M EM SI EM PE IN PE M IN S S PEIII - suas formas de produção de conhecimenPE Fixa SIN diretrizes nacionais para o funcionaIN M EE N E S N M SI NP SI PE PE M mento das escolas indígenas Ee dá outras provi- to, processos próprios e métodos de ensino/aprenE SI EM M E P IN IN S S N EM dências. EE PE PE M M dizagem; EM SI PE IN IN EE M suas atividades econômicas; NP EE PE S S IV N SI M N EE NP SI EM NP SI EE EM V O presidente da Câmara de Educação Básica SI SI NP - a necessidade de edificação de escolas queE P P E I M S N E N M M do Conselho NacionalPde Educação, no uso de suas atendam aos interesses das comunidades indígenas; N SI SI N PE M EE M SI EM EE atribuições regimentais e com base nos artigos 210, SI N P VI - PEEuso de materiais didático-pedagógicos o M EE PE SI NP N E P N SI M N SI EM EM § 2º, e 231, caput, da Constituição SIN Federal, nos E produzidos de acordo com o contexto sociocultural EM SI SI EE NP PE PE I N EM de cada povo indígena. arts. 78 e 79 P Lei 9.394, de 20 de dezembro Sde PE N da IN SI PE SI 9.131, de S de novembro de 1995, e EM IN EMescolas indígenas, respeitados os M S As 25 N E EM Art 4º - PE PE 1996, na Lei M SI EM PEhomologado pelo PE M fundamentam M IN ainda no ParecerEM IN EE S S P IN PE M INpreceitos constitucionais e legaisPque EE EE E CEB 14/99, S N P IN M EE Senhor MinistroNde Estado da Educação, em 18 de S a sua instituição e normas específicas de funcionaSI N NP EE SI Estados, desen- S SI SI NP EM M mento, editadas pela União e pelos outubro de 1999, SI M NP EM PE SI EM EE M PE IN volverão suas atividades de acordo com o proposto M M EM E P E S N EE EE PE IN PE SI EM e regimentos NP nos respectivos projetos pedagógicos RESOLVE: P P S N IN NP SI EM PE IN IN SI EMescolares Ecom as seguintes prerrogativas: S SI S S N P M PE SI IN I -Sorganização das atividades escolares, inde- EM Art. 1º - PEE Estabelecer, M âmbitoEEM educação da M IN E no S E EM N EM P EM pendentes do ano civil, respeitado o fluxo das ativi-PE básica, a estrutura e oINP funcionamento das Escolas SI PE EM IN PE PE M N S N S N N PE EM SI EE S SI SI Indígenas, reconhecendo-lhes a condição de esco- dades econômicas, sociais, culturais I e religiosas; IN PE Mnormas e ordenamento jurídico próprios, e INP II - duração diversificada dos períodos escolaS EM E N las com M S EM PE SI EM PE M M EE N EM res, ajustando-a às M condições eEespecificidades pró- SIN fixando as diretrizes curriculares do ensino interculPE PE EE SI E PE NP IN visandoIN valorização plena das priasNde cada comunidade. NPE M M S tural e bilíngüe, E S à SI PE EE SI SI PE INformulação do projeto pedagógico M Mculturas dos povos indígenas e à P Art. 5º - A e S N afirmaçãoIN maE EE S SI S EM M E Ppor PE nutençãoMde sua diversidade étnica. M próprio, por escola ouM povo indígena, terá por EE PE PE IN IN M E EE S S N E IN M NP M PE EM SI SArt. 2º - Constituirão elementos básicos para aNP base: PE I SI EE IN Curriculares Nacionais referen- PEE PEo funcionamento da esS P ISI-Nas Diretrizes organização, a estruturaIN e S M N N EM M M S SI SI tes a cada etapa da educação básica; PE EE M M EEcola indígena: N E M EE NP M SI indíI - sua localização em terras habitadasPE co- EEM II - as características próprias das escolas M por NP EE SI M NP SI EE N E P EE SI NP munidades indígenas, aindaPE que se estendam por INP genas, em respeito à especificidade étnicocultural SI EM I N M NP N ou Municípios con-S de cada Spovo ou comunidade;EEM PE SI territórios de diversos Estados SI EE SI EM P IN EM EM NP IN III tíguos; M E I M - as realidades sociolínguística, em cada si- S E S EM S M E EE EE EM NP NP tuação; II - exclusividadeE de atendimento a comunidaE SI EM NP NP SI NP PE PE SI SI SI NP PE IV - osEM conteúdos EM curricularesN des indígenas; SIN I especificamente S N SI PE PE M SI MIII - o ensino ministrado nas línguas maternas indígenas e os modos próprios de constituição do IN IN M EM EE S S M E EE M saber e da cultura indígena; EM das comunidades atendidas, como uma das formas NP EE PE M EM E EE NP SI sociolingüística deNP N SI de preservação da realidade PE EM V - a participação daP respectivaEE comunidade I cada SI N NP EM S N PE SI SI NP PE SI ou SI M povo; IN povo indígena. EM IN E M S EM E S Art. 6º - A formação dos professores das escoIV M - a organização escolar própria.EM PE EE PE EM NP M EE IN M SI EM PE NP PE orientar-se-áEpelas Di- SIN SI EE PE NP Parágrafo único. A escola indígena será criada las indígena será específica,PE EM IN IN Nacionais e será desenvolvida I S Sem atendimento à reivindicação ouSpor iniciativa de retrizes Curriculares N IN PE NP EM interessada, ou com a anuência da no âmbito das instituiçõesSIformadorasS de professoSI EM IN M E S PE PE M M comunidade EE M NP E N respeitadas suas formas de representação. res. E E P N mesma, SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI organização de escola indígena M E PE - Será garantida aos profesPE IN PE IN IN Parágrafo único Art. 3º - Na S S N N S N PE M M SI SI EM SI IN sores indígenas a sua formação em serviço e, quan-EE deverá ser Econsiderada a participação da comuniM EE S PE P P N M N E for N do M o caso, concomitantemente com a sua próorganização e gesPE M SI SI SI dade, na definição doEmodelo de EM M PE E IN como: PE M EE P S EM Npria escolarização. PEE E tão, bem IN SI NP IN M PE PE S N M S E S Art. I 7º - Os cursos de formação de professo- IN I - suas estruturas sociais; EM N SI EE PE S EM II - suas práticas sócio-culturais eI religiosas; PEde com- S M res indígenas darão ênfaseSà constituição IN N E PE M EM M SI PE IN EE M PE EE EM S EM N P E P N SI EM PE IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 03/1999

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M EM M EE PE M M M ser admitido mediante concurso público específico; INP petências referenciadasPEE conhecimentos, valoem N M M EE EE EE SI N S EM EE EE continuada de SI NP NPres, habilidades, e atitudes, na elaboração, no deEM e) promover a formação inicial e PE NP P P I I I E S senvolvimento e na avaliação de currículos e pro- professores S N N S N P indígenas.SI SI EM EM SI EM IN M PE PE PE f) elaborar e publicar sistematicamenteNmaterigramas próprios,Ena produção de material didático S M M N E E M PE I IN M EM SI al didático, específico e diferenciado, paraS uso nas S e na utilizaçãoNde metodologias adequadas de enPE PE EE I M EM EE PE S N N EE PE NP SI escolas indígenas. sino e pesquisa. NP SI SI EM IN SI EM NP EM I E S III - aos ConselhosS EstaduaisPE Educação de Art.EM - A atividade docente na escola Sindíge8º PE M N N NP na seráE exercidaEM P EM SI prioritariamente por professores PEE competirá:M SI SI N E M M M PE SI PE N PE a)NestabelecerEE para cria- PEE indígenas oriundos da respectiva etnia.E E IN M SI P critérios específicos M IN S M S N SI EE N NP EE SI SI EM Art. 9º - São definidas, no plano institucional, ção e regularização das escolas indígenas e dosSI NP M E administrativo e organizacional, as seguintesEM I NP indígenas; S E esfe- cursos de formação de professores SI M EE NP EM M EE SI ras de Pcompetência, em regime de colaboração: b) autorizar o funcionamento das escolasEindíNP NP EM EM PE S SI EM EM N à União caberá legislar, em âmbitoInacional,SIN genas, bem como reconhecê-las; PE PE PE I SI EM PE PE IN IN IN M S S E PE M M c)SregularizarIN vida escolar dos alunos indíge- SIN sobre as diretrizes e bases da educação nacional Sa IN EE M EE S M nas, quando for o caso. e, EM em especial: EE NP M EM NP SI EE PE EM SI EM NP EE § 1º - Os municípios poderão oferecer educaPE P E I a) legislar privativamente sobre a educação P EM M N I P S N N E PE I S N ção escolar indígena, em regimeI de colaboração E PE N S N escolar indígena;S SI EM M SI IN SI NP M PEb) definir diretrizes e PEE SI Estados, M com os respectivos desde que se tenham S políticas nacionais para a E M N M N E E PE M SI EM constituído emM sistemas de E próprios, diseducação escolar indígena; SI P educação EEM PE M IN EE PE S N N P EE M IN ponham de PEE condições técnicas e financeiras adec) apoiar técnica e financeiramente os sistemas NP SI SI P N E S EM M SI SI N IN PE de ensino no provimento dosEM PE quadas eSIcontem com a anuência das comunidaprogramas de educaEE S N N M M M SI NP SI PE ção Eintercultural das comunidades indígenas, noE des indígenas interessadas. EM EE M E E SI E P P P IN S N N N E 2º EM PE §M - As escolas indígenas, atualmente man- M desenvolvimento de programas integrados de ensiPE SI SI SI E PE PE IN M com a participaçãoINdessas comuni- tidas por municípios que não satisfaçam as exigênS S no e pesquisa, PE IN IN M EE S S N E PE M SI para EM EM dades INP o acompanhamento e a avaliação dos cias do parágrafo anterior passarão, no prazo máxiPE IN EE M S S N PE PE EM M mo de três anos, àPresponsabilidade dos Estados, EE respectivos programas; NP SI IN IN EM SI EE PE EM S S N M M d) apoiar técnica eSIN ouvidas as comunidades interessadas. PE financeiramente os sistePE SI NP EE de ensino na formação de professores indígeN IN da educação escolarEE M SI EM P Pmas S E M Art.10 - O planejamento SI E N N E P PE SI SI nas e doNpessoal técnico especializado; M PE indígena, emM I EE cada sistema de ensino, deve contar IN EM M S EM N P M S E EE de profese) criar ou NPE redefinir programas de Pauxílio ao SI com a participação EE representantes de M PE IN M PE S N P E N E N M M SI sores indígenas, Sde organizações indígenas e de SI SI desenvolvimento da educação, de modo a atender IN PE SI PE M EE EE N M EE apoio aos índios, de universidades eSIórgãos goàs NP necessidades escolares indígenas; NP M EE SI SI EM NP EM EM o desenvolvi- vernamentais. f) orientar, acompanhar e avaliar EE SI E NP EM PE PE PE P I M N N N PE mentoIN ações na área da formação inicial e conti- S de Art. NPE - Aplicam-se às escolas indígenas os 11 M EE EM SI SI SI N S M EE SI PE SI NP nuada de professores indígenas; EE SI NP EM recursos destinados ao financiamento público da IN M S M g) elaborar e publicar, sistematicamente, ma- educação. EM NP EM PE EE SI EM EE PE PE e diferenciado, destinado IN EMParágrafoP único - As necessidades especíM N S E PE IN IN NP terial didático específico EM SI EE S S N P SI às escolas indígenas. NP M PE PE escolas indígenas serão contempladas SI SI ficas das M IN M EE IN IN aos Estados competirá: S E S S M II por custeios diferenciados na EM alocação de recurEE NP PE M E EE EM SI oferta eNexecução da sos aINP se referem os artigos 2º e 13º Eda Lei nº EM SI NP EM NP EM a) responsabilizar-se pela PE S que EM SI SI PE PE educação escolar indígena, diretamente ou porNmeio 9.424/96. IN PE M S PE N IN M EE SI SI de regime de colaboração comEEM municípios; IN seus de indígena queSnão SI EE Art. 12 -S Professor M escola M NP EM P I EE E regulamentar administrativamente as esco- INP satisfaça as exigências desta Resolução terá gaS b) N EE M EM SI S rantida EEMcontinuidade do exercício do magistério EEM NP NP M E lasSIindígenas,M nos respectivos Estados,Eintegrandoa SI NP PE P P EE SI NP M IN M as como unidades próprias, autônomas e específipelo Iprazo de três anos, exceção feita NP professor IN ao EE E S S S E P M PE SI N EM PE indígena, atéEE S SI EM IN M P que possua a formação requerida. PE cas no sistema estadual; IN M Art. 13 - A educação infantil será ofertada quanS PE EE c) prover as S escolas indígenas de recursos EE IN IN EM S S N P EM M PE NP SI humanos, materiais e financeiros, paraEM seu plenoN do houver demanda da comunidade indígena inte- EEM o M SI PE EE IN SI S N PE EE funcionamento; ressada. NP EM NP SI IN SI SI EM NP e regulamentar a profissionalização e PEArt. 14 - Os casos omissos serão M S E E d) instituir SI N EM M PE resolvidos: SI I - pelo PConselho NacionalINde Educação, PE PE M IN EE M magistério indígena, a S P EM o reconhecimentoNpúblico do EEM S IN EE IN M EE S S E PE P M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE EM IN PE quando a matéria Sestiver vinculada à competên- EM Art. 16 P-E Ficam revogadas asSdisposições em IN PE IN IN E S S N P EM M M cia da União; M SI IN contrário. PE EE EE S E P EM N P M de ULYSSES DE OLIVEIRA PANISSET EM EM P IN II - pelosEConselhos Estaduais SI Educação. PE M IN S S PEPresidenteE da Câmara de Educação Básica IN PE Art. 15 - Esta resolução entra em vigor na data IN M E S N E S N M SI NP SI PE PE M de sua publicação.M EE SI EM E P IN IN S S N EM EE PE PE M M EM SI PE IN IN EE M NP EE PE S S N SI M N EE NP SI EM NP SI EE EM SI SI NP PE P E I M S N E N M M NP SI SI N PE M EE M SI EM EE SI N P EE M EE PE SI NP N N EE SI M NP SI EM NP EM SI SI SI EE EM NP PE PE SI EM PE IN NP IN S S N PE S EM InstituiI diretrizes curriculares nacionais para mentos para oEEM M SI EM IN PE P planejamento, execução e avaliação M EE E para o PE Educação, e têm porS meta, promover a educaEM P N a educação das relações étnico-raciais e N M M M SI SI PE IN PE M INda EE EE EE N N M ensino de história e culturaSafro-brasileira e afri- S ção de cidadãos atuantes e conscientes noPEE da seio SI NP NP NP SI EE SI SI SI N EM multicultural e pluriétnica do Brasil, busM cana. sociedade SI M NP EM PE SI EM EE M PE cando relações étnico-sociais positivas, rumo EM à IN M M E E S N NP EE EE PE PE S NP construção M nação democrática. EEM de O presidente do IConselho INacional de IEducaP P S N N NP S P IN IN em vista o disposto no art. 9º, § 2º, alí- EM SI SI EE educação das relações étnico-raciais SI S S § 1º P- A ção, tendo N M PE SI N M E a nea “c”, da Lei Enº 9.131, Epublicada EEM 25 de noem M SI IN tem por objetivo M divulgação e produção de co- EM S E EM NP E P EM eE vembro de 1995, e com P SI Nfundamentação no Parecer nhecimentos, bem como Ede atitudes,PEposturas INP EM IN PE PE I M S de 2004, Ehomo- valores que eduquem cidadãos quanto S à M N S N N E SI SI SI CNE/CP nº 3/2004, de 10 de março NP PE PE maio INpluralidade étnico-racial, tornando-os capazes de SI EM EM logado pelo ministro da Educação em 19 de N M S EM PE SI EM PE M E EE N Ee interagir M de negociar objetivos comunsPque ga- SIN de 2004, e que Pa este se integra, EM PE EE SI EM PE a todos, Erespeito aosEdireitos legais e vaN P IN M M IN S rantam, N E E S SI N P SI SI PE PE IN M lorização de identidade, na busca da consolidação RESOLVE: S N N EM E S SI SI EM M EM PE PE M democracia brasileira. da EE PE PE IN IN M EM EE S S E IN IN § 2ºEE O ensinoPde História Se Cultura Afro-BraNP M EM SArt. 1º - ASIpresente resolução institui diretri-NP EM I EE IN PE para a educação das sileiraINPAfricana tem por objetivo o reconhecimento PE S P e zes curriculares nacionais S M N S N N EM M M SI SI SI eE EE M M EErelações Eétnico-raciais e para o ensino de Ehistó- e valorizaçãoMda identidade, históriaINP cultura dos E NP M S NP ria e cultura afro-brasileira e africana, a serem ob- Eafro-brasileiros, bem como a garantia de reconheciEM PE EE M SI M NP SI EE N P EE SI servadas pelas Instituições PEE ensino, que atuam INP mento e igualdade de valorização das raízesPafricade NP SI EM I N M S M N N Educação BrasileiraS nas da nação brasileira, ao lado das indígenas, eu- PE E SI nos níveis e modalidadesSIda SI EE N EM PE SI EM EM NP IN ropéias, asiáticas. e, em especial, por Instituições que desenvolvem M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP dos E S NP NP SI programas de formação inicialI e continuada de INP § 3º - Caberá aos conselhos deEEducaçãoEEM P PE SI SI EM EM S Estados, do Distrito Federal e dos Municípios deNP professores. P IN IN S S N SI PE PE SI M§ 1º - As instituições deMensino superior inclui- senvolver as Diretrizes Curriculares Nacionais instiIN IN M EM EE S S P EE EM M tuídas por esta resolução, dentro do regime de co-EM rão nos conteúdos deNdisciplinasEEe atividades EM P EE PE NP SIque ministram a Educação laboração e da autonomia Ede entes EEM I curriculares dos cursos E M P P IN N M S federativos Pe E S N N E SI IN PE respectivos sistemas. SI SI NP PE S seus SI M das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamen- SIN EM IN EM EE EM M Art. S - A Educação das Relações Étnico3º to de questões NPtemáticas que dizem respeito aos eE M M P E PE E E EE IN M EM SI PE NP Raciais e o estudoEde HistóriaEM Cultura Afro-Brasi- SIN e afro-descendentes, nos termos explicitados no PaP SI EE PE NP EM IN PE INCultura Africana seráNdesenvolviI S Srecer CNE/CP nº 3/2004. N leira, e História Se PE NP SI SI EMO cumprimento das referidas diretrizes da por meio de conteúdos, competências, atitudes SI EM IN M E § 2ºE S E P PE M M E M NP E serem estabelecidos M N E E P N e valores,Ea curriculares, porIN parte das PE instituições EM ensino, de SI SI EM SI E pelas Instituições P PE S EM de ensino e seus professores, com o apoio e superPE PE IN PE IN IN será considerado na avaliação das condições de S S N S PE IN M IN M SI EM IN visão dos sistemas de S ensino, EE funcionamento do estabelecimento. S M EE S E P entidadesE P P N M N EM N M mantenedoras e coordenações pedagógicas, atenArt. 2º - As diretrizes curriculares nacionais para PE M SI SI SI M EE PE EE IN das relações étnico-raciais e para o en- Ndidas as indicações, recomendações e diretrizes M EE P P S EM a educação E EE I P IN NP IN PE PE africanas S explicitadas no Parecer CNE/CPM 3/2004.M S N M S E nº sino de história e cultura afro-brasileiraNe SI N SI EE EE PE SI SI e fundaEM M N E § 1º - Os sistemas de Iensino e asNP entidades constituem-se de orientações, princípios M E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE incentivarão e criarão condições e comprometidos M M EE M com a educação de negros e nãoINP mantenedoras N M EE EE EE SI NP EM S EM EE SI NP NPmateriais e financeiras, assim como proverão as negros, sendo capazesE de corrigir posturas, EM NP P P I PE I I E S S escolas, professores e alunos, de material bibliográ- atitudes, palavras queINimpliquemINdesrespeito e N S P M S SI EM EM S IN EE EM PE PE fico ePde outros materiais didáticos necessários para S discriminação. M M N N E E M PE IN M EM SI SI Art. 6º - Os órgãos colegiados dos estabeleci- S a educação tratada no “caput” destePartigo. PE PE EE IN M EM EE PE S N EE PE IN SI mentos de ensino, em suas finalidades, responsa§ 2º - As coordenações pedagógicas promoveNP IN EM IN SI NP EMrão o aprofundamento S estudos,Spara que Sos pro- bilidades e tarefas, incluirão o previsto o exameEM S I E PE S de EM PE e P M M IN PE IN M IN fessores concebam e desenvolvam unidades de es- EEencaminhamento de solução paraSsituações de disE M S E S N P E M M PE EE EM SI situações educativas PEE tudos, projetos P programas, abrangendo os dife-N criminação, buscando-se criar M EE IN SI PE NP IN e S I M M S N EE NP IN para S reconhecimento, valorização e EE o M SI Erentes componentes curriculares. SI P respeito daS NP M M E I N diversidade. § 3º M O ensino sistemático de História eEE CultuS EE SI NP EM EE SI ra Afro-Brasileira e PAfricana na Educação PBásica, PE EM Parágrafo únicoM Os casos que caracterizem N N EM EM M SI SI E NP PE PE PE IN racismoNserão tratados como crimes imprescritíveis PEE nos SI termos da Lei nº 10.639/2003, refere-se, em es-S EM PE IN IN I M S S N S E PE M e inafiançáveis, conforme prevê o Art. 5º, XLII da SIN pecial, aos componentes curricularesM Educação de SI IN EE M EE S P Constituição Federal de 1988. Artística, Literatura e EM História do Brasil. EM EE NP M EM M SI Os sistemas de ensinoNincentivarão pesE PE SI EM NP EE Art. 7º E-E Os sistemas de ensino orientarão e PE P I § 4º EM M N P I P S N N E PE I I S N supervisionarão a elaboração e edição de livros e E PE N S S quisas sobre processos educativos orientados por SI IN N EM M SI NP M afro-bra- outros materiais didáticos, em atendimentoSao dis- SI PE visões de mundo, EE SI valores, E P conhecimentos M N M M N PE M SI EM EE EE posto no Parecer CNE/CP Pnº3/2004. EEM sileiros, aoPlado de pesquisas de mesma natureza SI M IN EE M PE N N P EE M junto aos Ipovos indígenas, com o S IN Art. 8º P-EEOs sistemas de ensino promoverão objetivo de ampliNP SI S P N E S EM M SI SI IN PE ação e fortalecimento de bases teóricas para a edu- ampla divulgação do Parecer CNE/CP nº3/2004 e IN PE M EE S S E N M M M IN SI NP PE cação brasileira. M EE M EE EE dessa Resolução,Pem atividades periódicas, com a S SI E E P P IN E S N N N EM EM escolas públicas e priPE S SI Art. 4º - Os sistemas e os estabelecimentos participação dasI redes das P SI E PE de exposição, avaliação e divulgação dos M PE IN IN M S S vadas, de ensinoE poderão estabelecer canais de comuniPE IN IN M E S S N E PE M SI com EM EM cação INP gruposE do Movimento Negro, grupos êxitos e dificuldades do ensino e aprendizagens de P IN EE M S S M E PE PE culturais negros,IN NP S instituiçõesEformadoras de profes-EM HistóriaINe Cultura Afro-Brasileira e Africana e da PE IN EM SI E PE EM S S N P M Educação das Relações Étnico-Raciais. PE sores, núcleos de estudos e pesquisas, comoNos PE IN SI EM EE IN M SI EM Estudos SAfro-Brasileiros, com a PE PNúcleos de S as E M § 1º - Os resultados obtidos com SIN atividades E N N E M PE SI SI finalidadePde buscarM PE IN M EE IN E subsídiosSe trocar experiências INmencionadas no caput deste artigo serão comuniM S EM E P M E PE forma detalhada ao Ministério da M Educapara planos institucionais, planos pedagógicos e S cados deIN PE PE EE M PE N S N E IN M EE M SI NP SI ção, à SecretariaSIEspecial de IN projetos de ensino. S PromoçãoPda Igual- S PE M EE EE E M dade Racial, ao Conselho M Nacional de SIN Educação M e proNP Art. 5º - Os sistemas de ensino tomarãoPE NP M EE SI vidênciasEno sentido de garantir EEM SI N E Estaduais e Municipais P I M EE aos respectivos Conselhos o direito deSalunos E E E PE IN M NP NP NP PE PE afro-descendentes de freqüentarem estabeleci- Sde Educação, para que encaminhem providências, IN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP mentos de ensino de qualidade, que Econtenham E SI NP EM que forem requeridas. IN M P E M EM EM instalações eSequipamentos sólidosNe atualizados, PE PE SI MArt. 9º - Esta resolução entra em vigor na dataM EE PE PE IN Esua publicação, revogadas as disposições em M EE P em cursos ministrados por professores de N S M N N SI EE PE IN SI SI NP EE P S competentes no domínio de conteúdos de ensino IN M PE P SI S contrário.M IN M EE IN IN S S S E M M EE NP EE PE EE EM SI EM NP N EM SI NP EM NP EM PE SI EM SI SI PE PE IN PE M N S PE N N M M EE SI N SI SI Anotações SI M EE SI EE NP EM P P I M EE E S N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE SI SI NP PE EM PE P P I M S N N E N M PE M SI SI SI PE EE IN M M EE S N M EE EE NP S SI NP M EE SI M SI NP EM NP P EE I I E E S S N EM M PE NP SI EM NP EM M SI PE EE IN SI E E PE P S N M N E N PE SI NP M SI SI PE SI IN EM M EE S N PE EE EM SI NP PE M M M IN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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E S N P PE M EE SI PE IN IN M EE acrescentados ao Partigo 10 da S o artigo 10 da Resolução CNE/CEB N Art. 2º - PSão E S N Altera SI EM SI PE PE IN EM M EM nº 03/1998, que institui as Diretrizes Curricula- Resolução SCNE/CEB nº 3/98, os § 3º e 4º, com a PE IN IN M S S N EE PE PE M M EM EE SI res PNacionais NP para o Ensino Médio. IN IN EE M EE seguinte redação: PE S S N E SI M N §E 3º - No caso de escolas que adotarem, no EM NP SI NP SI EE EM SI SI NPou em parte, organização curricular estrutura-E todo A presidente da Câmara deINP Educação Básica PE SI NP EM SI S EM N IN EM do Conselho Nacional de Educação, no usoM suas da por disciplinas, deverão ser incluídas as de FiloM PE M E S de E SI N PE EE EE o dis- EM sofia e Sociologia. PE SI NP N P atribuições legais, e de conformidadeNcom N E SI M NP SI EM EM I M SI SI EE NP PE § 4º - Os componentes História e Cultura Afro- EE posto na alínea “c” do § PE do artigoS 9º da LeiSInº 1º EM IN NP a redação dada pela Lei nº 9.131/ brasileira e Educação Ambiental serão, em todos P IN S S N 4.024/1961,I com PE S EM EM M SI E casos, tratados de forma transversal, permeanIN PE 1995, com fundamento no Parecer CNE/CEB nº osM PE M EE E S E EM P N N P M M E EM SI SI IN PE M EE EE 38/2006, homologado por despacho do INP Senhor Mi- SINdo, pertinentemente, os demaisPEcomponentes do S N M EE S N NP NP SI currículo. nistro de Estado da Educação, publicado no DOU EE SI SI SI NP EM M P I M EM PE 3º - OsN currículos dos cursos Sde Ensino Art. de SI EM EE M 14/8/2006, PE IN M M EM E P E S N Médio deverão ser adequados a estas disposições. EE EE PE IN PE SI EM NP P P S M N N NP SI Parágrafo único. No caso do PE 3º, acrescenta§ RESOLVE: IN IN SI SI EE EM SI S S N M PE do ao artigo 10 da Resolução CNE/CEB nº 3/98, os SI NP EE M EM SI IN EM 10 da Resolução CNE/ sistemas de ensino deverão, no prazo deM ano a EM S E O EM PE EM Art. 1º S-INP § 2º do artigo EE um M PE NPa seguinte redação: M IN PE PE M contar da publicação destaEResolução,Pfixar as meCEB nº 3/98 passa a SI ter E S N IN N N E I P S SI EE SI PE das disciplinas § EM - As propostas pedagógicas de Pescolas Ndidas necessárias paraINa inclusão S 2º S EM N I EM PE SI PE escolas que adotarem organizaçãoEEM curricular flexível, não S de Filosofia e Sociologia no currículo das EEM M N N EM EM PE P P EE SI SI de ensino médio.EEM estruturada por disciplinas, deverão M assegurar traPE PE IN M IN IN S N E E S S E SIArt. 4º - Esta resoluçãoIN tamento interdisciplinar e contextualizado, visando NP S entra em vigor na data PE SI NP EM EMao domínio de conhecimentos deNFilosofia e ISocio- de sua publicação, revogadas as disposições em I S S S EM M EM PE PE M E EE PE IN IN EM logiaINP necessáriosPao exercício da cidadania. EE contrário.EM S S N P N M PE EM SI S EM PE IN SI EE IN PE S PE P IN S M N S N N EM M M SI SI SI PE EE M M EE Anotações N E M EE M NP M SI NP PE EE SI M EE NP SI EE EM N P E P SI SI EM IN PE PE IN NP M S M S N N E PE SI SI EE SI N EM PE SI EM EM NP IN M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI NP PE PE SI SI EM EM SI NP PE IN IN S S N SI PE PE M SI M IN IN M EM EE S S E EE EM M EM NP PE M EM EE PE NP SI I M PE P IN N M EE S PE E I S N N E S N PE SI SI NP PE SI SI M IN EM IN E M S EM E S M PE EE PE EM EM NP N EE IN M EM SI EM PE NP PE SI SI EE PE NP EM IN PE IN S N S SI N PE NP SI SI EM SI EM IN M E S PE PE M M EE M NP E N E E P N SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN S S N N S N PE M SI SI EM EM SI IN M EE S E PE PE P N M N EM N M PE M SI SI SI M EE PE EE IN M EE P P S EM N E EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM M RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 04/2006 PE M EE EM P M IN EE M

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N N N M SI SI EM EM NP SI M EE SI E PEcomPE P M M supervisionados por órgão N N NFixa as Diretrizes CurricularesMNacionais parcial,Eregulados eM E E PE EM SI SI SI P PE EE IN M Ee EE petente do sistema de ensino M submetidos a conP para a Educação InfantilE S N P N EE PE NP SI SI trole social. SIN SI EM IN EM NP EM S I E PE S SBásica M § 1º - É dever do Estado garantir a ofertaPEde EM O presidente da Câmara de Educação N N NP PE EM SI e de qualidade, SI EM de Educação, no uso de suas PEEeducaçãoEM SI N do Conselho Nacional PE E infantil pública, gratuita EM SI EM PE N EM IN M SI NP sem requisito de NPE seleção. atribuições legais, com fundamento noE art. 9º, § 1º, IN PE S E M S SI N EM NP PE M SI § 2º - É obrigatória aNmatrícula na educaçãoSI SI Ealínea “c” da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de PE M M E I N 5 anos até E S M EE S NP 1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 infantil de crianças que completam 4 Iou EM PE M EE SI de novembro de 1995, e tendoM vista oNParecer PE dia 31 deEmarço do ano em que ocorrer a matrícuEM NP E em I P I M o E E S S EM E N PE P P IN SI EM PE PE IN IN CNE/CEB nº 20/2009, homologado por DespachoS la. IN M S S N S E PE M IN M SI § 3º - As crianças que SIN completam 6 anos após S do Senhor ministro de Estado da Educação, publiEE M EE P M EM EE NP M EM o dia 31 de março devem ser matriculadas na eduM SI EE PE cado no DOU de 9 de dezembroIN 2009, resolve: S de EM NP PE P EE Ias Dire- PEE EM M N I P cação infantil. Art. 1º - A presente Resolução instituiS N N E PE I I S N E PE N I S S N EM M § 4ºSI- A frequência na educação infantil não SIN trizes Curriculares Nacionais para a educação in- S SI NP M EE PE SI a matrícula no ensino fundaM N é pré-requisito para fantil a serem observadas na organização de proEE M NP EM EM SI EM SIeducação Iinfantil. EE NP EM PE PE mental. postas pedagógicas na EM S PE EM PE IN IN NP M E I § 5º - As vagas em Screches e pré-escolas PE N S 2º - As Diretrizes Curriculares Nacionais N E P deArt. S EM SI SI IN PE para a educação EEM IN PE M S S E próximas às residências das infantil articulam-se com as Dire- M vem ser oferecidas M N N M SI NP SI PE M EE M EE EE crianças. SI trizes Curriculares Nacionais da Educação Básica E E P P P IN E S N N EM EM PE IN SI Se reúnem princípios, fundamentos IePprocedimentos SI E N PE§ 6º - É considerada educação infantil em tem- M PE IN M S E PE IN I M po parcial, a jornada de, S mínimo,Nquatro horas no definidosEpela Câmara de Educação Básica M Condo S S N E PE P M SI EM selho SNacional de PE IN E as IN diárias e, EE tempo EM em integral, a jornada com duraEducação,M para orientar E polítiS P PE IN E NP M PE cas públicas na S área e a elaboração, planejamento,EM ção igual ou superior a sete horas diárias,EcompreIN IN EM SI E PE S S N M M PE PE SI NP execução e M avaliação deIN S propostas pedagógicas e endendo o tempo total que a criança permanece naEE EE IN M SI IN E P Pcurriculares. S E M S E instituição. M N N P EE PE SI SI I M M IN Art. 6ºEE As propostas pedagógicas de eduArt.N3º - O currículo da educação infantil é con- INP EM M S E P M S E E EE PE IN EE M M os cebido como um P conjunto de práticas Ique buscam S cação infantil devem respeitar PE seguintes prin- INP N S E N E N M M SI NP S PE SI PE cípios: articular as experiências EE os saberesSdas crianças e M EE SI N P P M - Éticos: da autonomia, da responsabilidade, EE SI N N P M EE I SI com os conhecimentos que fazem parte doNpatriSI EM EM EM EE S E NP da solidariedade e do respeito ao bem comum, Eao mônio cultural, artístico, ambiental, científicoI e tecEM P PE PE P M SI N N N PE PE IN M EE EM SI SI SI meio ambiente e às diferentes culturas, identidades nológico, de modo a promover o desenvolvimento N S N M EE SI PE SI NP EE integral de crianças de 0 M 5 anos dePidade. a SI NP EM e singularidades.EM IN S M EM N E PE PE SI EM EE Art. 4º - As propostas pedagógicas da educaPE PE IN EMII - Políticos: dos direitos de cidadania, do exerM N S E PE IN cício da criticidade e do PEE respeito à ordem democráconsiderar que a criança, cenNP ção infantil deverão SIN EM SI S N E SI NP M PE SI tro doINP planejamento curricular, é sujeito EM histórico e SI tica. IN EE IN M S S S M M E NP III PEEstéticos: da sensibilidade, da criatividade, -E de direitos que,Enas interações, relações e práticas EE E EM SI EM NP N EM SI da ludicidade e da liberdadeINP expressão nas dife- M de cotidianas quePvivencia, constrói sua identidade pesEM N EM PE SI E S SI PE PE IN PE S PE EM IN IN IN soal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, rentes manifestações artísticas e culturais. M S N S aprende, observa, experimenta,E narra, questiona e EEM Art. 7º S Na observância destas Diretrizes, a SI PE M M SI PE IN M EE sentidosSsobre a natureza e a sociedade, INP proposta pedagógicaPEE instituições de educação N constrói M EE M EM SI S N das EM NP EE EE SI que elasINP SI PE EM P infantilP deve garantir cumpram plenamen- NPE produzindo cultura. M S N E N M PE M SI SI SI te sua função sociopolítica e pedagógica: Art. 5º E A educação infantil, primeira etapa da PEE IN M M EE P S E E IN Básica, é Poferecida em crechesNe préM S S que N PE PE Educação M I - oferecendo condições e recursos paraEM EE SI SI E IN IN EM EE as crianças usufruam P escolas, as quais se caracterizam como espaços P S S N seus direitos civis, humanos EM M PE NP SI EM EM M SI PE EE institucionais não domésticos que constituem es-N e sociais; IN SI E E PE P S N M N E PE SI IN NP M de SI Stabelecimentos educacionais públicos ou privados PEII - assumindo a responsabilidadeM comparSI IN E M EE S N M tilhar e complementar a educação PE cuidado das e que educam e cuidam de crianças de 0 a EE anos 5 SI NP PE M M de idade no períodoEdiurno, em jornada integral ou crianças com as famílias; M IN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

M M RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 05/2009 EM EE EE EM P P PE E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE SI SI III - possibilitando tanto a convivência entre EEM turais e àsIN possibilidades de vivência da infância; PE IN S S N EM M crianças e entre adultos eEM crianças quanto a am-NP V - construindoSInovas formas de sociabilidade I PE M EE E S E P EM P M M pliação de saberes e conhecimentosINde diferentes e de Esubjetividade comprometidas com a ludiciS EM PE IN PE M IN Snaturezas; IN S PE PE IN M dade, a democracia, a sustentabilidade do planeEE S N E S N P M SI SI PE PE IV - promovendo a igualdade de oportunidades ta e com o IN M EE S rompimento de relações de dominaEM M E P IN IN clasM S S N educacionais entre as crianças de diferentes EE ção etária, socioeconômica, étnico-racial,NPE gêde PE M EM EE SI Psociais no INP se refere ao acesso a bens cul-EM nero, regional, linguística e religiosa. I IN EE M E PE S S ses N S que M N EE NP SI EM NP SI EE EM SI SI NP PE P E I M S N E N M M NP SI SI N PE M EE M SI EM EE SI N P EE M EE PE SI NP N N EE SI M NP SI EM NP EM SI SI SI EE EM NP PE PE SI EM PE IN NP IN Diretrizes formulados no S N S EM InstituiI DiretrizesSOperacionais para a Edu- cípios, os objetivos e as NPE EM M SI EM I PE cação de Jovens e Adultos nos aspectosM PE Parecer CNE/CEB nº 11/2000, que estabeleceu as relatiEE E S E EM P N N P M EM EM SI SI PE vos àEduração dos cursos SINidade mínima para SINDiretrizes Curriculares Nacionais Epara a Educação e PE M EE N N P P M EE SI NP SI de Jovens e Adultos e, quantoINà Resolução CNE/ ingresso nosSIN cursos de EJA; idade mínima e EE S SI NP EM M P SI CEBPE 1/2000,IN nº amplia o alcance do disposto no certificação nos exames de EJA; M EducaçãoM e de EM S E meio daPEdu- artigo 7º para definir a idade mínima também para EM EE M PE IN M E E Jovens e Adultos desenvolvidaPpor S EM Ea IN M N PE cação aPEE PE IN SI NP frequência EM cursos de EJA, bem EE em como substitui o Distância. S N NP S P IN IN SI SI E EMtermo “supletivo” por S“EJA”, no caput do artigo 8º, SI S N E M SI NP EE da Câmara de Educação Bási-P que determina idade mínima para o ensino médio M M EM SI IN EM S E EM NP EM PE EM O presidente EE SI NP P EM IN ca PE PE do Conselho Nacional de Educação, de con- emMEJA, passando os mesmos a terem,Erespectiva-P S M N IN SI N N E PE SI SI SI formidade com o disposto na alínea “c” doPEE 1º do mente, a redação constante nos artigos 4º, 5º eS6º § PE IN M S EM E N IN M artigo E9º da Lei Enº 4.024/61, M EM PE SI E com a redação dada S desta Resolução. P M M E EE N EM P EE Art. 4º - Quanto à duraçãoE dos cursos presen- SIN pela Lei nº 9.131/95, nos NP nº SI EM PE NP PE IN M I artigos 39Ea 41 da Lei M I E N PE ciaisIN EJA, mantém-se a Iformulação S Parecer do 9.394/96, noSDecreto nºS5.154/2004, e com fundaS de S PE PE IN Mmento no Parecer CNE/CEB nº 6/2010, homologa- CNE/CEB nº 29/2006, acrescentando o total de hoS N N EM E S SI SI EM M EM PE PE E EE PE ras do porPDespacho Pdo Senhor Ministro de Estado da EEM a serem cumpridas, independentemente da forIN IN M EM S S N N E E P N M EM SI SI EM Educação, publicado no DOU de 9/6/2010 resolve:N ma de organização P PE I SI EE INcurricular: PE S P I-Npara os anos iniciais do ensino fundamental, NPE S M N IS Diretrizes OpeEM M M Art. 1º - Esta Resolução instituiIN SI SI S PE EE M M EEracionaisEEpara a Educação de Jovens e Adultos a duração deve ficar a critério dos sistemas de ensiP N E P N M EM SI N P EM PE SI à duração dos cursos PEno; SI (EJA)Snos aspectosE relativos EEM E EM PE IN IN EM IN PE P NP II - para os anos finais do ensino fundamental, e idade mínima para ingresso nos cursosSe examesSIN M S M N N E PE SI I E I EM P 1.600 (mil eS seiscen- SIN a duração mínima E deve ser de E de EJA, à certificação nosS exames de EJA, à EduEM EM NP IN S tas) M cação de Jovens e Adultos desenvolvida porEmeio EM EM SI E horas; PE PE M EM P PE IN da Educação a Distância (EAD),IN serem obrigato- NPE III - para o ensino médio, a duração mínima EE E Sa EM N N S PE P M SI SI observadas pelos sistemas de ensino, na SIdeve ser deM1.200 (milEe duzentas) horas. PE E NP IN IN riamente S S N SI PE PE M SI M IN IN M Parágrafo único - Para a Educação Profissiooferta e na estrutura dos cursos e exames de ensiEM EE S S E EE M EM M M NP PE Técnica de Nível Médio EE com no EE PE NP fundamental e ensino médio que se desenvol- nal M SI I P integrada EEM o ensinoE P IN N M S vem em instituições próprias integrantes dos I siste- médio, reafirma-se a duração de 1.200 (mil e duPE E S N N E S N PE SI SI NP PE SI SI M mas de ensino federal, estaduais, municipais e do SIN zentas) horas destinadas à educação geral, cumuEM IN E M EM E S M PE EE EM lativamente com a EEM horária mínima para a res- NPE carga Distrito Federal. P N EE IN M EM I SI EM PE NP P Médio, tal S SI EE NP Art. 2º - Para o melhor desenvolvimento da EJA, pectiva habilitação profissional de NívelPE EM IN PE IN I P E S N S a Resolução CNE/CEB nº 4/2005, Scabe a institucionalização de um sistema educacio- como estabelece N P N M SI M SI SI E EE de Educação Básica de jovens e adul- e IN S para o ProJovem, a duração estabelecida noPEE EM P PaM M nal público E M NP E N E E P N SI SI EM N EM SI EM PE PE tos, como política pública de EEstado e não apenas M recer CNE/CEB nº 37/2006. P SI E PE PE IN 5º - Obedecidos o disposto no artigo 4º, PE IN IN S S N Art. de governo, assumindo a S gestão democrática, conN PE IN M M M SI SI IN M diversidade de sujeitos aprendizes, incisos I e VII, daSLei nº 9.394/96 (LDB)PEE a regra daEE EE S e P P templando Ea N M N EM N PE M prioridade para o atendimento da escolarização obripúblicas SI SI SI proporcionando a conjugação deMpolíticas M M EE PE EE IN EE P S e fortalecendo sua NP EM E instru- SINgatória, será considerada idade mínima para os curEE setoriais P IN NP Ivocação como M PE PE S M N M S SI N sos de EJA e para SI realizaçãoEE examesEde con- SIN a mento para a educação ao longo da vida. EE P de SI EM PE M N M E PE Art. 3º EM presente EResolução mantém os prin- clusão de EJA do ensino fundamental aSde 15 (quin-A IN M SI PE IN E M PE EE EM S EM N P E P N SI EM PE IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M anos completos. EE M II - a competência paraM fazer e aplicar examesINP ze) N P M EE EE EE SI E S EM IN EE emMoutros Estados Nacionais (países), podendo Parágrafo únicoS- Para que Ihaja oferta variada NP NP E NP PE P I PE I E S para o pleno atendimento dos adolescentes,Njovens delegar essaS competência a alguma unidade da feN S N P SI SI EM EM SI EM IN EM PE PE PE M e adultos situados na faixa M 15 (quinze) anos ou S deração;M de N N E E M PE IN M E SI SI IIIPE a possibilidade de realizar exame intrago- S PE EE IN mais, com defasagem idade-série, tanto sequencialM EM EE PE P S N E PE SI NP IN mente no ensino regularIN S quanto naSEducação deE Jo- vernamental para certificação nacionalM parceria M E em IN SI NP EM S E vens e Adultos, assim como nos cursos destinados à com um ou mais sistemas, sob a forma de adesãoEe PE S SI EM PE IN N NP formação profissional, nos termos do § 3o do artigo EEM PE EM M como consequência do regime deScolaboração, deSI EM SI N M M PE EE SI PE NP vendo, nesse caso, EEM uma base PEE EE IN 37 da Lei nº 9.394/96, torna-se necessário: M SI Pgarantir a exigência deM NP IN S M S N SI EE N NP EE SI SI S EM I - fazer a chamada ampliada I de estudantes nacional comum. NP M M E para o ensino fundamental em todas as modalidaI NP a dimenIV - garantir, como função supletiva, S EE M EE SI NP EM M SI des, talEEcomo se Ifaz a chamada das pessoas de PE ética daM são NP NP EM E certificação que deve obedecer aosEprinSI S EM NP PE PE IN cípios dePElegalidade,EM S S EM faixaI etária obrigatória do ensino; PE impessoalidade, moralidade, NPE IN IN IN M S S N S E PE M publicidade e eficiência; SI SI II - incentivar e apoiar as redesEM sistemas de IN EE M Ee S e financeiro aos EsP M E poP V - oferecer apoio técnico estabelecerem, de forma colaborativa, EM N EM EE ensino a SIN M PE EM SI EM PE PE E IN tados, ainda Ecomo função supletiva, para a oferta EM M NP lítica própria para No atendimento dos estudantes PE I P S N E PE I I S N de exames de EJA; PE PE N S S N adolescentes de 15 (quinze) M 17 (dezessete) anos, SI a EM SI IN SI N Mespecíficos EE PE SI VI - realizar avaliação das aprendizagens dos S E garantindo a utilização dePmecanismos M N M M N E E PE M SI EM estudantes da M Educação deEJovens e EEM Adultos, inteSI para esse PE de alunado que considerem EE tipo suas P M IN PE N N P EE M potencialidades, necessidades, Sexpectativas em grada às avaliações já existentes para o ensino funEE IN NP SI SI P E P S IN EM M SI IN PE relação à vida, àsEEculturas juvenis e ao mundo do damental SeNo ensino médio, capazS de oferecer daI PE M S N N M M M EE SI NP SI para subsidiar o estabelecimenM trabalho, tal como prevê oINP artigo 37 da M nº 9.394/E dos e informações EE Lei EE E SI E E P P P E S N N EM EM PE 96, aceleraçãoIN SI SI inclusive com programas deNP S da to de políticas públicas nacionais compatíveis com M E PE IN certificarPE desempeI M quando necessário; S S N a Irealidade, sem o objetivo de PE aprendizagem, IN o M EE S S N E PE P EM SI nho de estudantes. M EM EM IIIIN- incentivar Ea oferta de EJA nos Eperíodos P IN S S M N E PE PE M § 3º - Toda certificação decorrente dessas comNP S escolares diurnoI e noturno,EE PE IN IN EM SI E P com avaliação em pro-E EM S S IN M petências possuiSvalidade nacional, garantindo pa- EM PE cesso. IN PE NP M E EE IN SI IN E- ObservadoS o dispostoMno artigo 4º, in- drão de qualidade. P S E M S Art. 6º NP PE IN EE Art. 8º -EM poder público deve inserir a EJASIno PE S ciso VII,INda Lei nº 9.394/96, aINidade mínima para M EO EM S EM NP S EM EE PE de EJA de ensino médio e ins- SI Sistema Nacional deEEM NP Avaliação da Educação BásiPE P matrícula em cursos I M M PE N S N E N E N M M SI NP ca e ampliar sua ação para além das avaliações que SI SI crição e realização de exames de conclusão de EJA PE SI PE M EE SI EE N M EE visam identificar desempenhos cognitivos e fluxo SI do médio é 18 I(dezoito) anos completos. NP ensino M NP EE SI S O direito dos menores Ieman- escolar, incluindo, também, a avaliação de outros EM NP EM EM EE Parágrafo único S E NP EM PE PE PE P I M N N N PE PE IN M EE cipados para os atos da vida civil não se aplica para Sindicadores institucionais das redes públicasSIe priEM SI SI N S N M EE SI PE SI NP e o da prestação de exames supletivos. EE SI NP EM vadas que possibilitam a universalizaçãoM a qualiIN M E S E M E NP EM dade do processo educativo, tais como EparâmetrosM PE S EE Art. 7º - Em consonância comI o Título SIVP da PE IN EM EE P Lei nº 9.394/96, que estabelece a forma de organi- deE infraestrutura, gestão, formação e valorização dos M NP IN EM N S E P IN SI SI NP EE P S zação da educação nacional, EM certificação decor- IN PE P SI S profissionais da educação, financiamento, jornada IN M Ea IN IN S S M M escolar EEM e organização pedagógica. EE renteSdos exames de EJA deve ser competência dos NP EE P 9º - Os cursos de EJA desenvolvidos por EE EM SI EM NP Art. E sistemas de INP ensino. IN EM SI NP EM EM M SI S melhor cumprimento dessa compe- meioS da EAD, PE PE NP como reconhecimentoSIdo ambienteE PE § 1º - Para M N PE N E N M SI N SI tência, M sistemas Epodem solicitar, sempre que Evirtual como SI EM espaço de M aprendizagem, serão restriSI EE SI NP E os P P tos ao segundo segmento do ensino fundamental e I M EE E N necessário, apoioStécnico e financeiro doM INEP/MEC IN M EE EM SI S ao ensino médio, com as seguintes características: EEM NP NP EE EE SI SI para a melhoria de seus exames para certificação NP PE EM P P P M SI M IIN- a duração mínima dos cursos NPE EJA, de- IN IN M de EE E de EJA. P S S S E M E PE SI EM senvolvidos Ppor meio da M EE § 2º IN Cabe à IUnião, como coordenadora do S SE EAD, será de 1.600 (mil e NP IN PE M E S EM S fundaIN IN EM sistema nacional de educação: EE seiscentas) horas, nosPanos finais do ensino PE S S N E P M EM M N SI de NP M PE EE I - a possibilidade deSIrealização EEM exame fe-N mental, e de 1.200 (mil e duzentas) horas,SIno ensi- PEE SI E P N M E no médio; N E exercício, ainda que residual, dos estuSI IN NP SI Sderal comoNP PEII - a idadeEM SI Isistema federal (cf. artigo 211, § EM da EM E mínima para o desenvolvimento da dantes doS N PE E 1º, EM SI NP PE M M M Constituição Federal); M EJA com mediação da EEAD será aIN mesma estabeSI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE lecida para a EJA presencial: 15 (quinze) anos com- EM SI SI PE IN IN E autoavaliação e avaliação em grupo, sempre preM S S N M M pletos para o segundo segmento do ensino funda-NP senciais; EE SI I M EE EE completosPpara o ensiS P EM N P M mental e 18 P(dezoito) anos EE b) haja avaliação periódica das instituições esEM SI EM IN PE M IN Sno médio; IN E S PE PE IN M colares como Eexercício da gestão democrática e S N E S N M SI NP SI PE PE III - cabe à União, em regime de cooperação garantia doSIefetivo controle social de seus desemM EE EM M E P IN IN S S EM comEos sistemasEE ensino, IN estabelecimento pa- M penhos; de PE PE M EM So P IN IN EE M desenvolvida avaliação rigorosa para a NP EE PE S S dronizado de SI normas e procedimentos para os proc)E seja N M E IN NP SI EM NP EE cessos de autorização,EM reconhecimento e renovaSI oferta de cursos,Sdescredenciando práticas mercan-E SI NP P P E I M S N N M M ção de reconhecimento dos cursos a distância e de tilistas e instituições que não zelemPpela qualidade EE NP SI SI N M EE M SI EM EE credenciamento das instituições, garantindo-se SI N P M de ensino;EE EE PE SI NP N M EE SI NP IN SI NP EM sempre padrão M qualidade; XII I- os cursosSde EJA desenvolvidos EE meio EM S SI EE de NP P por PE SI N EM IV - os Iatos de credenciamento de instituições da EAD, autorizados antes da vigência SIN desta Reso- PE NP SI N S de cursos a distância da Educação lução, terão o Eprazo de 1 NPE ano, a partir da data EM EM M M SI I (um) PE para a oferta P EE EM ficar PEE sua publicação, paraSadequar seus projetos poEM P N BásicaEM âmbito Eda unidadeNfederada deve N M M SI SI PE I PE M INde EE E no E E S lítico-pedagógicos às presentes P N P M ao Iencargo dosNsistemas de Sensino; SIN N normas. E NP SI EE SI S V - para a Ioferta de M S N EM 10 - O Sistema Nacional PúblicoPde ForM EJA Art. SI M NP Ecursos de M a distância PE SI E EE Mfora da unidade da federação em que estiver sedia- mação de Professores deverá estabelecer políticas PE IN M M EM E P E S N EE PE IN PE da, a instituição deverá obter credenciamento nos e ações específicas paraEE formaçãoMinicial e contiSI E NP P a P S N N NP SI EM PE IN SI SI EMnuada de EprofessoresINde Educação Básica de joSI S S N Conselhos de Educação das unidades da federa- E P M P SI IN EE ção onde irá atuar; M EM IN vens eSadultos, bem como para professores do en- EM EM E EM NP EM PE EM VI - tanto no ensino fundamental quanto S M no sino regular queEatuam comEadolescentes, cujas ida-PE SI NP PE IN P PE M N S N SI N N PE EM SI EE SI SI SI ensino médio, a EAD deve ser desenvolvidaEem co- des extrapolam a relação idade-série, desenvolviIN P M de aprendizagem em rede, com aplica- INP S EM E N munidade M S das em estreita relação com o Programa UniversiEM PE SI EM PE M EE N EM ção, dentre outras, das Tecnologias de Informação PE dade Aberta do Brasil (UAB),EEM as Universida- SIN com PE EE SI EM PE NP P de ensino. IN (TIC) naN“busca inteligente” eEM M I S e Comunicação na N des Públicas e com os sistemas S SI N PE EE SI SI PE IN aproveitamento de estudos e coM interatividade virtual, com garantia P ambiente preArt. 11 - SO N de N EM E S SI SI EM M PE PE sencialEEM nhecimentos realizados antes do ingresso nos curEE PE P escolar devidamente organizado para as EEM IN IN M EM S S N N E M práticas relativas à formação profissional, de avali-NP sos de EJA, bem como os critérios para verificação NP M PE EM SI SI PE I SI EE EE IN PE S IN ação e gestão coletiva do trabalho, NP conjugando as S do rendimento escolar, devem ser garantidos aos NP M N S EM M M SI SI SI P em EE jovens e adultos, tal comoPprevê a LDB E seu artiM M EE diversas Epolíticas setoriais de governo; E N E P N M EM SI VII P- a interatividade pedagógica seráPE desenN EM go 24, transformados em horas-atividades a serem SI SI EE EM PE EM INpor professores licenciados na disciplina ou NPEincorporados ao currículo escolar do(a) estudante, IN S volvida S EM IN PE PE I NP M S M N adequada de profes-S o que deve ser comunicado aoE respectivoIN PE SI atividade, garantindo relação S sistema IN EE SI EM PE S EM por número de estudantes; EEM NP IN sores M de EM ensino. S EM SI P PE M M Elivros EE E N VIIINP aos estudantes serãoN fornecidosP PE Art. 12 - A Educação de JovensEe Adultos Ee o M E SI SI PE PE IN I e de literatura, além de oportunidades de SIN S S EM EM NP P com didáticos ensino regular sequencial para osSadolescentes E IN IN S N SI PE PE M SI consulta nas bibliotecas dos polos deM apoio pedadefasagem idade-série devem estar inseridos na M IN IN EM EE S S E EE EM M gógico organizados para P fim; PE concepção de escola unitária e politécnica, garan-EM EM N tal EE PE NP SItecnológica como polo de EM I M a integração dessasNfacetas educacionais em PE P IN N M S PE IX - IN infraestrutura tindo S PE EE I SI EE IN P S como consignado Snos S N P M todo seu percurso escolar, SI M apoio pedagógico Eàs atividades escolares que ga- SIN IN EM EE EM P M ranta acesso dos Eestudantes à biblioteca, rádio, teartigos 39Se 40 da Lei nº 9.394/96 e na Lei nº 11.741/ M M P E PE E E N EE IN M EM IN SI EM PE NP PE levisão e internet abertaSIàs possibilidades da cha2008,M EE NP E com a ampliação de experiências Etais como S IN PE IN e ProJovem e comPo incentivo I S N S Smada convergência digital; N os programas Proeja PE NP SI SI EM reconhecimento e aceitação deSItransEM IN M E E X -Phaja S institucionalMpara a adoção de novas experiências PE M EE M NP E N entre os cursos de EEJA presencial e os pedagógicas, promovendo tanto M EducaçãoN ProE P ferências SI SI EM N EM SI Ea PE PE PE SI mediação da EAD; E EM fissionalNquanto a elevação dosE níveis de escolariPE P I P IN IN desenvolvidos com S S N N S PE IN M SI SI EM EM IN M EE XI - será estabelecido, pelos sistemas de ensi- dade dos trabalhadores. S S E PE PE P N M N EM N M PE SI SI SI no, processo de avaliação de EJA desenvolvida por PE Art. 13E- M M E Esta Resolução entra em vigor na data EE EE INEAD, no qual: M P P S EM Nde sua publicação, ficando revogadas as disposiE meio da EE P I P IN IN M PE PE estudan- S ções em IN S M S E S contrário. SIN a) a avaliação da aprendizagem dos N EM N EE PE SI SI EMseja contínua, processual e abrangente, com PE M E tes M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M SI PE PE PE ea M EE M NDefine Diretrizes CurricularesMNacionais deve subsidiar a formulação, a execução SIN avali- SIN P I para aNEducação EBásica. M E EE projeto político-pedagógico da escola de S E Gerais ação do EE M EM P SI NP PE EE PE NP IN SI Educação Básica; N P S N M SI EM SI EM SI IN EE PE S III - orientar os cursos de formação inicial e conO presidente da Câmara de Educação SBásica EM PE N NP do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas EEM PE EM SI tinuada deM docentes e demais profissionais daIN S EduEM SI N P M M PE EE EM SI PE Básica, os sistemas educativos dos diferen- PEE atribuições legais, e de conformidade com o dispostoN cação NP EE IN M SI PE IN S M S N SI EE N EM NP os M SI SI Ena alínea “c” do § 1º do artigo 9º da Lei nº 4.024/ tes entes federados e as escolas que PE integram,SI NP M M E 1961, com a redaçãoEdada pela Lei nº 9.131/1995, indistintamente da rede aSIque pertençam. N EE M E SI NP EM EE SI nos artigos 36, 36-A, 36-B, 36-C, 36-D, 37,P39, 40, PE EM Art. 3ºM- As Diretrizes Curriculares Nacionais N NP EM E SI EM EM NP da Lei nº SI P PE com a redação dadaSIN específicas para as etapas e modalidades daE EduPE 41 eSI42 9.394/ 1996, EM PE PE IN IN IN M S S N E PE M cação S Básica devem evidenciar o seu papel de indi- SIN pela Lei nº 11.741/2008, bem comoEM Decreto nº no SI IN EE M E S P M M cador de opções políticas, sociais, culturais, educa5.154/2004, e com fundamento no ParecerPEE CNE/ EM NP M EE SI EE PE CEB nº 7/2010, homologado porIN EM S DespachoNdo Se- PEE EM P I cionais, e aE função da M educação,NP sua relação na EM N I P S N E PE I S N com um projeto de Nação, tendoI como referência E PE N S S N nhor EM Ministro de Estado da Educação, publicado no SI M SI IN SI NP M EE PE de 9 de julho de 2010. SI os objetivos constitucionais, fundamentando-se na S DOU E P M N M M N E E PE M SI EM M cidadania e naM dignidade da pessoa, o Eque pressuSI PE PE M IN EE PE S P E P I IN EE N igualdade, liberdade,Npluralidade,E diversidade, M E I põe RESOLVE: N S S P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE M respeito, justiça social, solidariedade e sustentabiliEE S S E N P N M M M SI SI PE M EE M EEArt. 1º - AIN E S presente IResoluçãoEdefine Diretri-E dade.M N E E P P P S N N E EM PE zes P IN SI Curriculares Nacionais GeraisINpara o conjunto SI EM PETÍTULO II S PE IN M S N orgânico,EE sequencial M articulado S e das etapas e moN PE SI SI N E PE M P SI REFERÊNCIAS CONCEITUAIS EM EM dalidades da Educação Básica, baseando-se no diPE IN EE IN M S S M N E PE PE reito de toda pessoa ao seuE pleno desenvolvimen-EM NP SI PE IN IN EM SI E PE EM S S N N M Art. 4º - As bases que dão sustentação ao pro- EM to, à preparação para o exercício da cidadania ePà PE PE SI N SI EE IN M SI IN o poderE EM de responsabilizam E S E NP NPqualificação para o trabalho, na Evivência e convi- jeto nacional M educação S EM SI vência em ambiente educativo,NP tendo como fun- público, a família, a sociedade e a escola pela SI NP E PE gae M E SI EM N EM PE M SI EM PE damento a responsabilidade que o Estado brasilei- SI rantia a todos os educandos de um ensino ministraPE PE IN EE M M PE N S N E N E N SI NP SI SI ro,EM família e a sociedade M PE SI PE M Ea S EE têm de garantir a demo- do de acordo comI os princípios de: N M - igualdade de condições para oSIacesso, inEE I cratização do acesso, Ia Pinclusão, M permanência e a NP N M EE SI a conclusão com sucesso das crianças, dos Ijovens clusão, permanência e sucesso na escola; S EM NP EM E EE S E NP EM PE PE PE P I M N N N PE PE II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e e adultos na instituição educacional, a aprendiza- S IN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP o gem para continuidade dos estudos e Ea extensão E SI NP EM divulgar a cultura,M pensamento, a arte e o saber; IN S E M EM E gratuidadeNP Educação III - pluralismo de ideias e de concepções pe-M da obrigatoriedade e da M PE PE SI da EE PE PE IN EM M EE P Básica. EM S dagógicas; SIN N N EE PE IN SI SI NP E P S N IV - respeito à liberdade e aos direitos; SI M PE P SI IN M EE IN IN S S EM M V - Ecoexistência Sde instituições públicas e priTÍTULO I EM EE NP EE P ensino; E EM SI EM NP vadasNde EM SI NP EM NP EM OBJETIVOS PE M SI SI SI PE PE VI - gratuidade do ensino públicoSem estabele-E IN PE M N PE N N M EE SI N SI SI Art. 2º - Estas Diretrizes Curriculares Nacionais Ecimentos oficiais; EM SI EE SI EM NP EM P I M Edo profissional da educação E para a Educação Básica têm por objetivos: INP S VII - valorização Gerais N EE M EM SI S escolar;EM NP EM NP E diretrizes geSI SI I - sistematizar os princípios e asPEE NP PE EM PE P I M E S N N E M M rais da Educação Básica contidos SIN Constituição, na S SIVIII - gestão democrática do ensinoPpúblico, na I PE EE IN M M EE S EE EE na Lei deIN NP S S Diretrizes IePBases da Educação Nacional forma da legislação e das normas dos respectivos EM N M SI M S NPensino; PE NP (LDB) e demais dispositivos Elegais, traduzindo-os EEM EE sistemas SI de I P S N P M EM PE SI M IX - garantia de padrão de Equalidade; SIN emEEM orientações que contribuam para Eassegurar SaN I M EE P IN E E P S N M- valorização da experiência extraescolar; INP X formação básica comum nacional, tendo como foco E N PE SI NP M S SI PEXI - vinculação entre a educação EEM SI IN dão vida ao currículo e à escola; M EE os sujeitos que S N P P escolar, o traEE EM SI PE P M E N balho e as SIN práticas sociais. II - estimular aPreflexão crítica e propositiva que EM EM EM SI IN EE IN EM PE N SI N SI EM PE N SI PE IN S S EM PE N SI EM PE N SI NP SI EM PE N SI PE IN S S

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M M EM RESOLUÇÃO NCNE/CEB Nº 04/2010 EE EE EM P P PE E N N P SI SI SI

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EM EM PE PE M M M N N E EE EE SI SI N PE LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE SI SI com redução da evasão, da retenção e da distorArt. 5º - A Educação Básica é direito universal EEM PE IN IN M S S N M e alicerce indispensável para o exercícioEda cidada-NP ção de idade/ano/série, resulta na qualidade social SI EM I PE M EE Edepende aNpossibilidade da educação, que é uma conquista coletiva de toS E P EM P M nia em plenitude, da qual EM SI EM PE IN PE M IN Sde conquistar todos os S PE IN P dos os sujeitos Edo processo educativo.E demais direitos, definidos na IN M E S N E S N M SI Art. 9º -INPescola de qualidade social adota como SI PE PE M M Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do EE SA M E P IN IN e nas centralidade o estudante e a aprendizagem,PEE que S S N EM o Adolescente (ECA), na legislação ordinária EE PE M EM SI PE disposições que consagram as prerrogati-EM pressupõe atendimento aos seguintes requisitos: IN IN EE M NP E PE S S demais N SI M N EE NP SI EM NP SI EE EM I vas do cidadão. SI SI NP - revisão das referências conceituais quantoE P P E I M S N I M M EE aos diferentes espaços e tempos educativos, abranArt.E6º - Na Educação Básica,Né necessário conNP SI N M M E M SI EE siderarPas dimensões do educar S do cuidar, em sua gendo espaços sociais Ena escola Ie P SI N P EE e M EE PE S fora dela; N N P P N EE SI M SI EM II - IN inseparabilidade, buscandoEM recuperar,IN SI S consideração sobre a inclusão, a Evaloriza- EEM S para a funEE NP P PE SI N N EM ção das diferenças e o atendimento à pluralidade e P ção social desse nível da educação, a sua centraliNP SI SI N PE SI o educando, pessoa M formação na à diversidade EEM EM M E dade, que é SI cultural, resgatando e respeitando as N E em P P E EE SI EM EM P N sua essência humana. N P M M M SI SI PE IN PE INvárias manifestações de cada comunidade; EM EE EE EE S N S N M III - foco no projeto político-pedagógico, E gosno SI NP NP NP SI EE SI SI TÍTULO IIII S NP EM M to pela aprendizagem e na avaliação das aprendiSI M NP EM PE SI EM M PE IN zagens como instrumentoM contínua progressão de SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO PEE M EM E E S N EE EE PE IN PE SI EM NP dos estudantes; P P S M N N NP SI PE IN IN 7º - A concepção de educação deve orien- EM SI SI EE SI S N IV - inter-relaçãoSentre organização do currícuArt. M PE SI NP EE tar a institucionalização do regime deEM colaboração M SI IN lo, do trabalho pedagógico e da jornada de trabalho EM EM P S E EM EM PE EM professor, tendo como objetivo a aprendizagemPE entre União,IN S Estados, Distrito Federal e Municípios, do M NP PE EM IN PE PE N S N SI N N E PE EM SI SI SI SI no contexto da estrutura federativa brasileira, em do estudante; PE IN PE M S EM E N V - preparação dos profissionais da educação, que convivem sistemas educacionais autônomos, SIN M EM PE SI EM PE M E E EE N EM gestores, professores, especialistas, técnicos, mo- SIN para assegurarPefetividadePao projeto da educação EM EE SI PEe outros; EEM NP PE IN a fragmentação das políticas EM M IN S nacional, vencer N E S SI N P E pú- nitores SI SI a proposta curricular PE IN Mblicas e superar a desarticulaçãoNinstitucional.P VI - compatibilidade entre S N EM E S SI SI EM M EM Essa institucionalização é possibilitada M a infraestrutura entendida como espaço formativo PE PE e § PE 1º EE PE IN IN M EM EE S N de para a por um Sistema Nacional deEEM Educação, no qual cadaNP dotado PEE efetiva disponibilidadeN tempos S NP PE SI de SI EM EM I SI IN P peculiares Ecompetênci- sua utilização e acessibilidade; S PE P IN ente federativo, com suas S M N S N N EM M M SI SI SI VII - integração dos profissionais da educação, EduPE EE M EEas, é chamado a colaborar para transformar aM N E M EE NP M SI NP cação Básica em um sistema orgânico, sequencial Edos estudantes, das famílias, dos agentes daMcoEM PE EE SI M NP SI EE N P P EE EE SI e articulado. SI EM IN munidadeNinteressados na educação; NP SI M NP NP EM PE SI caracteriza um sistema é a ativida-S VIII - valorização dos profissionais da educa- IN § 2º - O que SI EE SI EM PE EM EM intencional e organicamente concebida, que se ção,Mcom programa de formação continuada, crité- S NP IN de S EM EM SI E PE PE M EM PE PE IN PE IN justifica Ipela realização de atividades voltadas para rios de acesso, permanência, remuneração compaEE E S EM N N S N PE P SI S NP PE a jornada deEM trabalho definida no projeto as mesmas finalidades ou para a concretização dos SItível com EEM IN IN S S N SI P PE M SI político-pedagógico; mesmos objetivos. M IN IN M EM EE S S EE § 3º - OEregime de colaboração EE EM M IX - realização de parceria com órgãos, tais M EM NP P entre os entes E PE NP SIestabelecimento de regras como os de assistência social e desenvolvimentoE EM I federados P M PE IN N M S PE S PE EE IN INpressupõe o SI EE IN P S S N P S humano, cidadania, ciência e tecnologia, esporte, SI M de equivalência entre as funções distributiva, suple- SIN N EM EM SI EE EM M tiva, M normativa,NPE supervisão e avaliação da edude turismo, cultura e arte, saúde, meio ambiente. M P E PE E E EE IN M EM SI EM PE NP PE cação nacional, respeitada a autonomia dos sisteArt. 10 - A exigência legal de definição de pa- SIN SI EE PE NP EM IN P IN qualidade Eda educação traduz a I S N Smas e valorizadas as diferenças regionais. INP N drões mínimos S de PE SI SI EM S EM IN M E necessidade de reconhecer que a sua avaliação S PE PE M M EE M NP E à ação planejada, coletivamente,IN N E E P TÍTULO IV IN associa-se SI SI EM EM S pelos EM PE PE PE S PERMANÊNCIA PARA A EM sujeitosIN escola. PE PE PE IN IN ACESSO E S da S N S N PE IN M M SI EM SI § 1º - O planejamento das ações coletivas exer-EE M EE CONQUISTA DA QUALIDADESSOCIAL SIN E PE P P N M N EM N M cidas pela escola supõe M os sujeitos tenham claque PE M SI SI SI EE PE EE IN 8º - A garantia de padrão de qualidade, Nreza quanto: M EE P P S EM E Art. EE I P IN NP IN M da educação, PE PE dos su- S S M N M SI com pleno acesso, inclusão Se permanência I - aos princípios e às finalidades N EE IN SI EE EE EM das aprendizagens na escola e SI sucesso, além do reconhecimento e da P Pdados in- S M E jeitos seu M INanálise dos N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M EE M Art. 12 - Cabe aos sistemas educacionais, emINP dicados peloIN Índice de Desenvolvimento da EducaM EE M EE EE S NP EM S EE de de SI Nprograma PE escolas PEE tempo parNPção Básica (IDEB) e/ou outros indicadores, Pque o geral, definir So P EM NP I I I E S complementem ou substituam; S N N P diurno (matutino ouINvespertino), tempo parcial S SI EM EM SI EM INcial EM PE PE P e II E- à relevância de um projeto político-pedagó- S noturno,EM tempo integral (turno e contra-turno ou M N N E M PE IN M EM SI SI turno único com jornada escolar de 7 horas, no mí- S gico concebido e assumido colegiadamente pela PE PE EE IN M EM EE PE S N N EE PE NP SI nimo, durante todo o período letivo), tendo em vista comunidade educacional, respeitadas as múltiplas NP SI SI EM IN SI EM NP EMdiversidades e a pluralidade cultural; S E PE S a amplitude do papel socioeducativo atribuídoPE ao SI EM M N E N NP EM SI orgânico da Educação Básica, o que reIIIP- à riqueza da valorização das diferenças PEE conjunto EM SI EM SI N M M PE E EM SI PE manifestadas pelos sujeitos do processo educativo,N quer outra organização e gestão do trabalho peda- PEE EE IN M SI PE NP IN S M S N SI EE EM NP IN M SI SI Eem seus diversos segmentos, respeitados o tempo gógico. PE NP M M E e o contexto sociocultural; I a jornada escolar, emS N § 1º - Deve-se ampliar S EE EE SI NP EM EM M SI EM único ou diferentes espaços educativos, nos Equais IVPE aos padrões mínimosEde qualidade (Custo PE NP NP EM M SI SI EM N PE PE IN a permanência do estudante vincula-se tantoNP quan- PEE Aluno-Qualidade Inicial – CAQi); S SI EM PE Ià IN IN M E S S N E M M tidade Se qualidade do tempo Pdiário de escolariza- SIN § 2º - Para que se concretize a educação escoSI IN EE M EE S M diversidade de atividades de aprendilar, de EM exige-se um padrão mínimo NP insumos,E que ção quanto à M E NP M EM S EE PE tem comoI base um investimentoSIcom valor Icalcula- zagens. E EM NP EE PE P E EM M N P I P S N N E PE I I S N E PE NA jornadaPem tempo integral comNqualiS S § 2ºSIdo a EM partir das despesas essenciais ao desenvolvi- SI M IN SI N M EE PE dos processos e procedimentos formativos, dade implica a necessidade da incorporação efeti- S SI mento E P M N M M M N E PE M SI EE va PEEorgânica, M currículo,Pde atividades e estudos e no que levem,PE gradualmente, a uma educação integral, SI EM M IN EE S P E PE IN e acompanhados. EE INqualidade social: N M dotada de E I pedagogicamente planejados N S S P N E S EM SI SI NP EM IN PE PE M § 3º - IOs cursos em tempo parcial noturno deI - creches e Eescolas que possuam condições S S E N N M M M SI NP SI PE adequada às idades, de EE infraestrutura e adequados equipamentos; EE M EE vem estabelecer metodologia EM SI E P P P IN E S N N N EM EM de PE S SI II - professores qualificados com remuneração à maturidade e à Iexperiência P aprendizagens, para M SI E PE PE IN M compatível com a deIN S S outros profissio- atenderem aos jovens e adultos emIN escolarização adequadaE e PE IN M E S S N E PE M P SI EM EM nais com igual nívelEde formação, em regime de tra- no tempo Eregular ou na modalidade de Educação P IN EE IN M S S P N P PE EM balho de 40 (quarenta) horas em tempoIN integral emEM de Jovens e Adultos.E SI PE IN IN EM S E PE EM S S N N M uma mesma escola; PE PE SI EM NP SI EE III - definição de uma relação adequada entre o IN M SI IN EM PE P S E M CAPÍTULO I S E N N E M PE SI SI número INP alunos por turma eNpor professor, que PE FORMAS PARA A ORGANIZAÇÃO de M EE I EM M S EM N E P M S E SI PE CURRICULAR EE assegure aprendizagens relevantes; PE PE IN M M PE N S N E N E N M M SI NP SI SI PE SI PE M EE IV - pessoal de apoio técnico e administrativo SI EE N M 13 - O currículo, assumindo como referênEE Art. que SI NP responda às exigências do que se estabelece NP EE SI no projeto M SI EM NP EM garantidos à educaEM cia os princípios educacionais EE político-pedagógico. PE SI E NP EM PE PE P I Sção, assegurados noIN N EM N PE PE desta Resolução, IN M EM SI S artigo 4º PE SI N S N E M EE SI SI N de e TÍTULO V P EE NP EM configura-se como o conjunto SI valores M práticas IN M S E M ORGANIZAÇÃO CURRICULAR: NP EM que proporcionam a produção, a socialização deM PE EE PE SI EE PE IN EM EE P S significados no espaço social e contribuem intensaCONCEITO, LIMITES, POSSIBILIDADES M NP E IN EM N S E P IN SI SI NP EE P S M PE P mente para a construção de identidades sociocultuIN SI M EE IN IN 11 - A escola de Educação Básica é o es- S rais dos educandos. SIN S S EM M M Art. EE NP EE PE - O currículo deve difundir os valores funEE ressignifica e se recria a cultura EM SI EM NP §N paço em que Pse EM SI NP EM N EM PE M SI 1º SI SI PE damentais do NPE interesse social, dos direitos e deve-E herdada, reconstruindo-se as identidades culturais, IN PE M N S PE E N SI N SI SI em queMse aprende Ea valorizarEM raízes próprias Eres dos cidadãos, do respeito ao bem comumSIe à EM SI M E as NP E P P ordem democrática, considerando as condições de I M EE E S das diferentes regiões do País. N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE em SI SI Parágrafo único - Essa concepção de escola escolaridade dos estudantesINP cada estabeleci- PE PE EM P P M S N E N PE M mento, a orientação para o trabalho, a promoção de IN exige a superação do rito escolar, desde a construEM S SI SI PE IN M M EE critérios que orientam Ea or- práticas educativas formais e não-formais. S N P M EE EE ção do currículo atéNos NP S SI E M P M § 2º -INP organização da proposta curricular, SI SI PE EE Na ganização do trabalho escolarM sua multidimen- EE IN E em S S P IN EM M PE NP sionalidade, privilegia trocas, acolhimento e acon-N deve-se assegurarS o entendimento de currículo EEM EM M SI PE EE IN SI E E P S N chego, para PE garantir o bem-estar de P EM NP SI IN crianças,Mado- como experiências escolares que se desdobram em IN M S SI EM N PE do conhecimento, permeadas pelas relações S torno lescentes,SIjovens e adultos, no relacionamento enEE N E PE M SI PE PE M IN EE NP sociais, articulando vivências e saberes dos EM estuS P EM tre todas as pessoas. EM SI IN EE IN M E N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE dantes com os conhecimentos historicamente acu- EM SI SI PE I IN E uma formaNde organizar o trabalho pedagógico, liM S S M M mulados e contribuindo para construirPEE identida-NP mitando a dispersão IN conhecimento, fornecendo as S do I M EE EE S P EM P M M o cenário no qual se constroem objetosEde estudo, des dos educandos. IN EE M E S P IN PE M IN S S PE PE propiciando a concretização da proposta pedagógi§ 3º SIN organização do percurso formativo, - A IN M EE N E S N P M SI SI PE PE M aberto e contextualizado, deve Eser construída em ca centradaIN visão interdisciplinar, superando o E S na EM M E P IN INcaracte- isolamento das pessoas e a compartimentalização S S N EM função das peculiaridades do meio e das EE PE PE M EM SI PE interesses e necessidades dos estudantes,EM de conteúdos rígidos; IN IN EE M NP E PE S S rísticas, N P SI M N EE NP SI EM SI EM VII incluindo não só os componentes PEE curriculares SIN cenSI NP - estímulo à criação de métodos didático-E P E I M P S N IN M M trais obrigatórios, previstos na legislação e nas nor- pedagógicos utilizando-se recursos PEE tecnológicos Ide N IN EE EM EE mas educacionais, Smas outros, Stambém, EM modo informaçãoEM comunicação, a serem inseridosS no SI N P E e M E de PE SI NP N E N SI M NP SI EM NP E cada projeto escolar, e E cotidiano escolar, aSIfim de superar a distância entre M flexível e variável, conforme M SI SI EE E NP PE PE SI N N estudantes que aprendem a EEM receber informação com PE assegurando:P IN M M SI SI N S E E M SI rapidez utilizando a linguagem digital e professores I - concepção e organização M espaço curriNP PE PE M EE do SI Eincluin- PEE dela ainda não se apropriaram; EM N cular eEfísico que se imbriquem P alarguem, N M M M SI SI PE IN e PE M INque EE E EE S N N M EE VIII - constituição de redeNP aprendizagem, de do Iespaços, ambientes e equipamentos que não S SI NP NP SI EE SI S SI de aula da escola, mas, igualmen- entendida como um conjunto de ações didático-peNP EM M apenas as salas SI M NP EM PE S EE M os espaços de outras escolas eEEM socioculturais dagógicas, com I foco na aprendizagem e no gosto PE IN te, os M EM P E S N EM EE P PE e esportivorecreativos do entorno, da cidadeIN mes- de aprender, subsidiada Epela consciência de queE o SI EM NP P P Se M N E N NP SI IN IN SI proSI EMprocessoPEE comunicação entreINP SI S S de estudantes e mo da região; M PE S N EE fessores é efetivado por meio de práticas e recur- EM II - ampliação e diversificação dos temposSIN e M EM SI EM M E EM NP PE EM sos diversos; PEE espaços curriculares que pressuponham profissioPE SI NP PE EM IN PE I M E S M a N IN S N N E P E S de educação dispostos a inventar e construir SI SI SI nais da M PE IX - adoção de redeIN aprendizagem, também, PE S EM Ede qualidade social, com responsabilidade SINcomo ferramenta didático-pedagógica relevante nos N escola M EM PE SI EM PE E M E N EM programas de formação inicial EeM compartilhada com as demais autoridades que resE continuadaEde pro- SIN PE EE SI NP EM PE da educação, sendo que esta INP P Igestão dosIN M M pondem pelaS N E S órgãos doEpoder público, fissionais S opção reN PE E SI SI PE até quer planejamento sistemático integrado estabeleIN Mna busca de parcerias possíveis Ie P S N necessárias, N EM E S S SI do M entre sistemas educativos ou EEM M PE PE porque EEM cido EE Pconjunto de uniP educar é Presponsabilidade da família, IN IN M EM EE S S N N E P escolares; PE Estado e da sociedade; EEM N M SI SI EM IN dades NPE SI EE IN P S P §I 4º - A transversalidadeM entendidaEcomo uma NPE é III - escolha da abordagem didático-pedagógiS M M N S N M SI SI SI PE EE M M EEca disciplinar, pluridisciplinar, interdisciplinar ou forma de organizar o trabalho didáticopedagógico P E N P transdisciplinar pelaMescola, que oriente o EE M N SI N PE EM P projeto em que temas e eixos temáticos são integrados às EE SI SI EE EMpacto estabelecido PEdisciplinas Pe às áreas ditas convencionais, deMforIN IN EE E S N político-pedagógico e resultePde S EM N NP SI M SI ma a estarem presentes em todas elas. INP N EM PE SI entre os profissionais da escola, conselhos escolaS EE SI EM PE IN EM e comunidade, subsidiando a EEM NP IN difere da interdiscipli- S § res organização da M I M 5º - A transversalidade E S EM S E EE EE EM NP EM NP naridade e ambas complementam-se, rejeitando a eixos temáticos e a E EM NP NP SI matriz curricular, a definição de SI NP PE PE I SI N EM SIconcepçãoEM conhecimento que Itoma a realidade NP PE de constituição de redes de aprendizagem; S IN S S N SI PE PE M SI pronto e acabado. MIV - compreensão da matriz curricular entendi- como algo estável, IN IN M EM EE S S E EE EM M § 6º - A transversalidadeM à da como propulsora de movimento, PE dinamismo curNP EE refere-seEM dimensão M EE PE NP SI tal modo que os diferentes didático-pedagógica, e a Pinterdisciplinaridade, PàE N E E SI ricular e educacional, de EM IN SI N NP EM S IN SI dos objetos de conheciSI conhecimento possam se coadunar com NPE NP PE S abordagem epistemológica SI M campos do EM SI mento. SIN EM EE EM PE o conjunto de atividades educativas; EM M M P E PE E N N EE IN M EM SI EM PE NP PE matriz curricular entendida SI EE PE NP V - organização da SI EM IN PE IN I S S Scomo alternativa operacional que embase a gestão N IN PECAPÍTULO II NP SI EM escolar M represente subsídio para a SI EM IN FORMAÇÃO BÁSICA COMUM S E S PE PE M M do currículo EE e M NP E Nda escola P(na organização do tempo e do E E N E PARTE DIVERSIFICADAEM gestão SI SI EM N EM SI PE PE PE SI distribuição e controle do tempo M E PE PE IN PE IN IN espaço curricular, S S N N S N PE M M SI SI EM SI IN Art. 14 - A base nacional comum na EducaçãoEE dos M EE trabalhos docentes), passo para uma gestão S E PE P P E M N EM N M IN M SI SI centrada Pna abordagem interdisciplinar, organiza- Básica constitui-se de Econhecimentos, saberes e M EE PE EE IN temáticos, mediante interlocução entre Nvalores produzidos culturalmente, S M EE P P EM E expressos nas da por S eixos E P IN SI NP IN M PE PE S M S E IN políticasSIpúblicas eSgerados nas instituiçõesM os M diferentes campos do conhecimento; N EE produ- N EE PE SI E VI - entendimento de que eixos temáticos são toras do conhecimento científico e tecnológico; no SI M E M IN NP E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PE PE M M EE M nacionalização de toda ordem de relações. mundo do trabalho; no desenvolvimento das linguaN P N M M EE M EE EE SI SI IN EE EE EE NP NPgens; nas atividades SdesportivasP e corporais; na EM § 3º - ASIlíngua espanhola, por força da Lei nº N SI produção artística; nas formas diversas deINP NP SI NP PE ensiSI S exercí- IN11.161/2005, é obrigatoriamente ofertada noEEM EM SI EM M S no médio, embora facultativa para o estudante, bem P PE P cio daEcidadania; Ee nos movimentos sociais. M M N E E M PE IN IN EM SI § 1º - Integram a base Enacional comum nacional: como possibilitadaEM ensino EM fundamental,S do 6º ao S PE PE EE IN M E no P S N N EE PE NP SI 9º ano. a) a Língua Portuguesa; NP SI SI EM IN SI EM NP EM S E PE S Art. 16 - Leis específicas, que complementam b) a M SI E Matemática; PE M N E N NP EM SI M c)Po conhecimento do mundo físico, natural, da PEE a LDB, determinam que sejam incluídos componenSI EM SI E N E M EE EM SI EM NP realidade socialPe política,SIespecialmente do Brasil,N tes não P EE M SI PE N disciplinares, como temas relativos ao trân- PE IN M M S N SI EE NP IN sito, ao meio ambiente e à Pcondição eEE AfroM SI SI Eincluindo-se o estudo da História e das CulturasM P direitos doS N E Brasileira e Indígena,EM I N idoso. S EE M E SI NP EM EE SI EM Art. 17 - No ensino fundamental e no ensino d)Pa Arte, em suas diferentes formas de expres- PE NP NP EM EM M SI SI E N PE PE IN médio, destinar-se-ão,Mpelo menos, 20% doNPE da PEE são,SIincluindo-se a música;IN S EM PE I total IN M S S N S E PE M M carga horária anual ao conjunto de programas e pro- SIN e) a Educação Física; SI IN EE M EE S M jetos interdisciplinares eletivos criadosM EM f) o Ensino Religioso. EE NP M E pela escola, NP M SI Tais componentes curriculares são orga- previsto no projeto pedagógico, de modo que osEesEE PE EM SI NP EE PE P E I § 2º EM M N P I P S N N E PE I S N tudantes Ido ensino fundamentalSIe do médio posE PE N S N nizados pelos sistemas educativos, em forma de SI EM M S IN SI NP M EE PE de conhecimento, disciplinas, eixos temáticos, sam escolher aquele programa ou projeto com que S SI áreas E P M N M M E M N E E M SI se PEE identifiquemM que lhes permitam melhor lidar com e preservando-se a especificidade dos P camSI EM PE PE M IN diferentes EE S P de- oIN E e a experiência. PE IN IN EE M pos do conhecimento, por meio dos quaisIN E conhecimento se S S P N E S EM M SI NP IN PE senvolvem as habilidades indispensáveis S exerPE M § 1º -SITais programas e projetos devem ser deao EE S E N N M M SI NP P compatível com as eta-EM senvolvidos de modo dinâmico, criativo e flexível, SI cício da cidadania, em ritmo E M EE M EE E SI E E P P P IN E S N N EM EM PE em articulação com a comunidade em que a escola M pas IN SI do desenvolvimento integral doPcidadão. SI E PE PE IN M base nacional comumIN a parte diversi- esteja inserida. S S Se § 3º EEA PE IN IN M S S N PE M EE SI § 2º -EA interdisciplinaridade e a contextualizaNP EM EM ficadaSInão podem Pse constituir em dois blocos disIN EE M S N E P PE EM tintos, com disciplinas específicas para cada umaEM ção devem assegurar a transversalidade do conheNP SI PE IN IN EM SI E PE EM S S N E N M cimento de diferentes disciplinas e eixos Ptemáticos, EM dessas partes, mas devem ser organicamente plaPE SI NP SI EE IN M as tecnologias perpassando todo o currículo e propiciando a inter-E SI IN EM S E S NP NPnejadas e Egeridas de tal modo que EM PE SI SI de informação e comunicação perpassem transver- locução entre os saberes e os diferentes campos NP EM PE M N M E SI EM N PE M SI EM EE PE salmente a proposta curricular, desde aPEducação SI do conhecimento. EE PE IN M M PE N S N E N E N M M SI NP SI S Infantil até o Ensino Médio, imprimindoI direção aos PE SI PE M EE SI EE N M EE TÍTULO VI projetos político-pedagógicos. SI NP NP M M EE SI SI EM NP EM EenriqueceSe comI Art. EE - A parte diversificada 15 E NP ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM PE PE PE P I M N N N PE PE plementa a base nacional comum, prevendo o estu- S IN M EE EM SI SI SI N S N P M EE SI PE SI Art. 18 - Na organização SIN educação básica, da do das características regionais e locais da socieEE NP EM IN M S M EM NP EM devem-se observar as Diretrizes Curriculares Nacidade, da cultura, da economia e da comunidade PE esEE SI EE PE PE os tempos e espaçosNcur- onais comunsINPtodas as suas etapas, modalidadesM I EM EE P colar, perpassando todos S M N E EM N Sa IN SI SI do ensino fundamental e do INPorientações temáticas, E NP EE P S riculares constituintes M PE P e SI IN respeitadas as suas espeM EE IN INmédio, independentemente do ciclo da vida S cificidades e as dos sujeitos a que se destinam. S P S S EM M M ensino EE M EE PE - As etapas e as modalidades do Eprocesso EE tenhamIN EM S acesso à Iescola. NP §N no qual os sujeitos EM S NP EM NP EM PE M SI 1º SI SI PE PE de escolarização estruturam-se de modo orgânico,E § 1º - A parte diversificada pode ser organizaIN PE M N S PE N E N SI SI da em temas gerais,E na forma Ede eixos temáticos, Esequencial eSIarticulado,Mde maneira complexa,SemIN EM EM SI NP EM Ppelos sistemas edu- NP bora permanecendo individualizadas ao logo do perI M EE E S selecionados colegiadamente N P M EE M EM SI SI curso doM NP EE estudante,Napesar das mudanças por que PEE EE cativos ou pela unidade escolar. SI SI NP PE EM P P I M S N N N M PE passam: § 2º - PAE LDB incluiMo estudo de, pelo menos, E SI SI SI EE IN M M EE moderna na parte diversifiP S N I - a dimensão orgânica é atendida quando M são M EE EE uma língua estrangeira S SI NP IN EE M S NPas especificidades e as diferenças de NP cada, cabendo sua Iescolha àEcomunidadeSescolar, EEM P EE observadas I I S M S N P M PE NP SI dentro das possibilidades da escola, que deve con-N cada sistema educativo, sem PEE perder o que lhes é EEM EM M SI EE IN SI P PE EE siderar o atendimento dasS características locais, recomum: as semelhanças e SIN identidades que lhe IN as EM NP IN M S SI EM NP PE S gionais, nacionais e transnacionais, tendo em vissão inerentes;E SI EE N EM P M SI II - a dimensão sequencial compreende os M PE PE interM IN EE NP e proS P EM ta as demandas do mundo doM E trabalho SINda SI IN EE M EE N S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM PE PE cessos educativos SIN acompanham as exigências EM SI que PE IN IN E previsão de idades próprias, as quais, no entanto, S S EM M de aprendizagens definidas M cada etapa do per-NP são diversas quandoN se atenta para sujeitos com em SI I PE M EE EE progressivo, da Educa- características que fogem à norma, como é o caso, S E P formativo, contínuoPe EM N M curso EM SI EM PE IN PE M IN Sção BásicaNaté a educação superior, constituindo- entre outros: EE S PE I PE IN M S N S N M EE SI I - de atraso na matrícula e/ou no percurso esNP SI PE M se em diferentes e insubstituíveis momentosPda vida EE SI EM M E P IN IN S S EM colar; dos educandos;PEE PE PE IN M EM PE - a articulação das Sdimensões orgânica eEM IN IN E M retenção, repetênciaE e retorno Sde quem N E PE S IIEE de N III P SI M N NP SI EM SI EE havia abandonado os estudos; sequencial das etapasEEMdas modalidades da SIN e eduSI NP PE P I M S III - de portadores de deficiênciaElimitadora; IN N M M cação básica, e destas com a educação superior, E NP S SI N M EE M SI EE implicaPação coordenada e integradora doEseu conSI EM NP EE P Iescolarização ou E IV - de jovens e adultos sem M E P S N N N EE SI M NP SI EM NP EM junto. SI SI SI EE EM NP com esta incompleta; PE PE SI EM V - de habitantes de zonas rurais; SIN § 2º - AINP transição entre as etapas da educação PE IN S N PE S EM EM M SI quilombolas; EM VI - de indígenas e SIN PE básica e suas fases requer formas de articulação PE M EE E E EM P N das dimensões orgânica e sequencial que Eassegu- P M M M VII - deIN SI S adolescentes em regime de acolhimento P IN PE M IN EE EE EE S N N em remNP educandos, sem tensões e rupturas, a con- S ou internação, jovens e adultosINP situaçãoEE priaos SI NP SI EM P de M S SI SI processos peculiares de aprendi- vaçãoEEde liberdadeE nos estabelecimentosNpenais. M tinuidade de seus SI M NP EM P SI EM EE M PE IN zagem e desenvolvimento. M EM E P E S N EM EE E19 - Cada etapa é delimitada por sua finaPE IN PE SI EM NP Seção M I Art. P P S N N NP SI PE IN IN SI SI EE EM SI S S N Educação infantil lidade, seus princípios, objetivos e diretrizes educa- E M P SI NP EE cionais, fundamentando-seM inseparabilidade dos M EM SI IN E na P M M S M EM E PE IN EE M EE Art. 22 - APEE educação infantil tem por objetivo oPE conceitos referenciais:INP cuidar e educar, pois esta é N S M N EE SI M NP S N NP SI EE S SI EE SI uma concepção norteadora do projeto político-pe- desenvolvimento integralPda criança,I em seus asN P I P M elaborado e executado pela comunidade INpectos físico, afetivo, psicológico, intelectual, sociS EM E N dagógico M S EM PE SI EM PE M EE N EM al, complementando a ação daEEM família e daPcomuni- SIN educacional. PE PE EE SI EM N P IN respeitoIN educandos e a seus dade. PE M M Art. 20 S O N S aos SI N PE EE EE SI SI de diferentes e sinIN Mtempos mentais, socioemocionais,Pculturais e P § 1º - As Scrianças provêm N NidenEM E M S SI SI EM M PE PE titários éEum princípio orientador de toda a ação edu- EM gulares contextos socioculturais, socioeconômicos EE PE PE IN IN M EM E S N N de cativa, sendo responsabilidade dos sistemas a cria-NP e étnicos,E por isso devem ter a oportunidade S ser NP M PE EM SI SI EM PE I SI EE IN PEcrianças, adolescentes, acolhidas e respeitadas pela escola e pelos profis- PE S P IN ção de condições para que S M N S N N EM M SI EM SI SI PE M M EEjovens e Eadultos, com sua diversidade, tenham a sionais da educação, comE base nosNprincípios da E E M NP M S NP oportunidade de receber a formação que correspon- Eindividualidade, igualdade, liberdade,I diversidade e EM PE EE SI M NP SI EE EM N P EE SI NP da à idade própria de percurso escolar. SI EM NP pluralidade. I PE P I N M S M S N das PE N E SI E § 2º - Para as crianças, independentemente SI EE SI EM IN NP EM EM CAPÍTULO I NP físicas, Isensoriais, intelectuais, S diferentes condições M E I M E S EM S P EE EE EM EM NP IN linguísticas, étnico-raciais, socioeconômicas, deEoriETAPAS DA EDUCAÇÃO SBÁSICA NPE M E NP SI NP PE PE M SI SI EM SIgem, de religião, entre Eoutras, as Srelações sociais e NP PE IN IN S SI PE PE IN EM MArt. 21 - São etapas Ecorrespondentes a dife- intersubjetivas no espaço escolar requeremS a atenIN IN M EM S S E EE EM M ção intensiva dos profissionais da educação, duranteEM rentes momentos constitutivos do desenvolvimento EM NP PE EE PE NP SI EM I educacional: M de desenvolvimento das atividades que lhes PE P IN N M S PE o EE tempo S PE IN IN SI EE IN P peculiares, pois este é o momento em que a S Seducação M N P I S são I-a infantil, que compreende: a cre- IN M N S curiosidade deve ser estimulada, aS partir da brincaEM EE SI EE EM M che, M englobandoPas diferentes etapas do desenvolM P E PE E E N P N EE IN M EM SI EM PE PE deira M vimento da criança até SIN(três) anos e 11 (onze) 3 SI EE PE NP E orientada Spelos profissionais da educação. IN PE IN I S Smeses; e M pré-escola, com duração de 2 I(dois) a IN PE§ 3º - Os vínculos de Sfamília, dosSlaços de soliIN NP M E S IN M E E dariedade humana e do respeito mútuo em que Ese S PE M M anos; INP EE M NP E E E obrigatório e gratui- assenta a Evida social Edevem iniciar-se na educação P N M II - o ensinoIN fundamental, SI S EM SI EM PE PE S de 9 (nove) anos, é organizado EEM infantil Ie Psua intensificação deve ocorrer ao longo N PE PE PE IN IN to, com duração S S N N S N Pe M SI SI EM EM SI IN tratado em Eduas fases: a dos 5 (cinco) anos iniciais da educação básica. M EE S PE PE P M EM § 4º - Os sistemas educativos SIN N 4E devem envidar IN M SI e a dos INP(quatro) anos finais; EEM EE PE M de 3 INesforços promovendo Eações a partir das quaisS as EM EE P P EM E III S- o ensino Imédio, comNduração mínima N P S NP I M PE PE S N M S SI (três) anos. unidades de Educação Infantil Esejam dotadas de N EM N SI EE PE SI e fases têm condições para acolher as crianças, em estreita re- SI EM Parágrafo único - M PE M E Essas etapas IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M M mentos e habilidades e a formação de atitudes eINP lação com aIN família, comEEagentes sociais e com a M M EE EE EE S NP S EM EE EE SI NP NPsociedade, prevendo programas Ie Pprojetos em par- valores; EM N P P I PE I E S S ceria, formalmente estabelecidos. N S P V - fortalecimento SIN vínculosNde família, M dos SI E dos EM SI EM IN EM PE PE P solidariedade humana e de respeito recí§ E5º - A gestão da convivência e as situações S laços de M M N N E E M PE IN EM SI SI proco PE que se EEM em assenta a vida social. S em que se torna necessária a solução de problePE EE IN M EM PE S N E N NP SIArt. 25 - Os sistemas PE mas individuais e coletivos pelasSIcrianças devem NP M PE SI N estaduais e municipais SI EM EMser previamente programadas, com foco nasNmoti- devem estabelecer especial forma deE colaboração SI E PE S SI EM PE N N NP vações E P estimuladas e orientadas pelos professores EEM EM SI M visando àEoferta do ensino fundamental e à articulaSI EM SI N P M M M PE E SI PE fase, no geral assu- PEE e demais profissionais da educação e PEE outros de áre-N ção sequente entreEE primeiraM IN SI P a NP IN S M S N SI EE EM N Estado, paraSIN M SI SI Eas pertinentes, respeitados os limites e as potencia- mida pelo município, e a segunda, pelo PE NP N EM EM SI PE lidades de cada criança e os vínculos desta com a evitar obstáculos ao acesso de estudantes que se M SI EM P IN família ou com o seuE responsável direto. NPE M M uma rede para outra para completar EE E S EM de N E P transfiramEE M SI SI EM NP PE PE P IN esta escolaridade obrigatória, garantindo aNorgani- PEE S SI EM PE I IN IN M S S N E PE M cidadeSe a totalidade do processo formativo do es- SIN Seção IIEM SI IN E M EE S M colar. EM Ensino fundamental EE NP M EM NP SI EE PE EM SI EM NP EE PE P E I EM M N P I P S N N E PE I I S N E PE N III S S N Seção Art. 23 - O ensino fundamental com 9 (nove) SI N EM M SI SI NP SI M EE PE de duração, de matrícula obrigatória para as SI Ensino médio anos E P M N M M E N E M SI EM EE crianças a Ppartir dos 6SI(seis) anosPde idade, Etem EM PE M IN E M PE S P P IN IN sequentes com características próprias, EE N Art. 26 P- EO ensino Smédio, etapaEfinal do proM duas fases E I N S P N E S EM SI SI IN PE chamadas de anosM IN PE M EE iniciais, com 5 (cinco) anos de cesso formativo da Educação Básica, é orientado S S E N N M M M SI NP SI PE duração, em regra para estudantes deM (seis) a 10E por princípios e finalidades que preveem: 6 M EE EE E SI E E P P P IN E S N N N EM IEM a consolidação e o aprofundamento dos co- M (dez) anos de idade; e anos finais, PE com 4 (quatro) SI SI SI NP E PE PE Iensino fundamental, posIN M S nhecimentos adquiridos no anos de EE duração, para os de 11 S (onze) a 14 (quaPE IN IN M S S N E PE M SI sibilitandoEoMprosseguimento de estudos; NP E EM torze)SIanos. PE IN EE M S N E PE EM II -INP preparação básica para a cidadania e o a Parágrafo único - No ensino fundamental, aco-EM NP SI PE IN EM SI E PE EM S S N N M trabalho, tomado este como princípio educativo, para M lher significa também cuidar e educar, como forma PE PE SI NP SI EE garantir EMaprendizagem dos conteúdos curricu- continuar aprendendo, de modo a ser capaz de en-EE IN M SI IN S E S Ea NP NPde EM PE SI SI lares, para que o estudante desenvolva interesses frentar novasM NP E condições de ocupação e aperfeiçoaPE M N E SI EM N EM PE M SI EM e sensibilidades NPE lhe permitam usufruirE dos bens SI mento posteriores; EE que PE P IN M M PE S N E N E M M SI IN NP SI III - o desenvolvimento doSeducando como pes- SI culturais disponíveis na comunidade, na sua cidade PE PE M EE SI EE P EE humana, incluindo a formação éticaIN estética, ou S e NP na sociedade em geral, e que lhe possibilitem soaEM M M E SI ainda sentir-se comoSIN EM NP EM E M o Pdesenvolvimento da autonomia intelectual ePEdo produtorPE valorizado SI desses EE E E N E P P I M Spensamento crítico; IN N N PE PE bens.SIN M EE EM SI S SI N IN EE SI PE NP IV -S a compreensão dos fundamentos científiArt. 24 - Os objetivos da formação M EE básica das SI NP EM IN M S E M EM E educaçãoINP e crianças, definidos paraEaM PE PE S Infantil, prolon- cos M tecnológicos presentes na sociedade contem-M EE PE P iniciais do ensino funda- porânea, relacionando a teoria com aNprática. IN E M EE P gam-se durante os anos N S M E N SI EE IN SI SI no primeiro, e completam- INP § 1º - O ensino médio deve ter uma base unitáNP EE P S mental,P especialmente M PE SI IN M IN INanos finais, ampliandoEE intensificando, gra- S ria sobreEM qual podem se assentar possibilidades S S S M M a se nos EE NP e EE PE como preparação geral para o trabalho ou, EE EM SI EM NP P N diversas dativamente,No processo educativo, SI mediante: EM NP EM EM PE M SI SI SI PE PE facultativamente, para profissões técnicas; na ciên-E I - desenvolvimento da capacidade de aprenIN PE M N S PE N N EE SI SI SI der, tendo como meios básicosEEMpleno domínio da Ecia e na tecnologia, como iniciação científica eStecIN o EM SI M NP EM P P nológica; na cultura, como ampliação da formação I M EE E da escritaSe do cálculo; leitura, N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE ao SI SI II - foco central na alfabetização,PEE longo dos cultural. NP PE EM PE P I M E S N N E M IN 3 (três) primeiros anos; M S SI§ 2º - A definição e a gestão do Icurrículo ins- I E NP PE EE M Edo ambienteSnatural e social, crevem-se em M S P III - SIN compreensão M EE uma lógica que se dirige aos jovens, EE NP S M IN EE SI M NP suas singularidades, que se situam NP do sistema político,Sda economia, da tecnologia, das EEM P EE considerando I I E S M S N P M M PE NP SI artes, da cultura e dos valores em que se funda-N em um tempo determinado. PEE EM M EE SI EE IN SI E E P S N M3º - Os sistemas educativos devem prever INP menta a sociedade; § E N PE SI NP M S SI PE SI IN EM M EE com diferentes alternativas, para IV - o S desenvolvimento da capacidade de aprencurrículos flexíveis, N M PE EE Evista a aquisição de conheci- que os jovensPtenham a M SI N PE P N M SI P EM dizagem, tendo emE EM SI IN EE oportunidade de escolher o IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM PE PE percurso formativoINque atenda seus interesses, EM nas aulas e seu melhor aproveitamento e deSI S PE IN IN E ção M S S N M necessidades e aspirações,Mpara que PEE assegureNP sempenho; se SI E I M EE Ena escola,IN S E P EM P M VI - realizada, sistematicamente, aMformação aNpermanência dos jovens EM S com proveito, PE I PE M IN E EE Saté a conclusão da educação básica. N E S N continuada, destinada, especificamente, aos eduSI NP EM SI NP PE SI EM N SI PE PE cadores deSIjovens e adultos. EM M EM PE IN IN S S N EM CAPÍTULOPEE II PE PE M M EM SI PE IN IN EE M II N EE PE S S Seção N MODALIDADES DA EDUCAÇÃO BÁSICA P SI M EE IN NP SI EM N EE EM Educação S especial SI SI NP PE P E I M S N E N M M Art.E27 - A cada Ietapa da educação básica pode NP SI SI N PE M E M S EM Especial, como modaliEE corresponder uma ou mais das modalidades de enSI N P Art. PEE - A Educação 29 M EE PE SI NP N E SI N SI EM NP E todos os níveis, etapasEe moda- EM sino: EducaçãoMde JovensMe Adultos, Educação E dade transversal a SIN SI SI EE NP P PE SI N EM lidades de ensino, é parte integrante daNeducação PE Especial, Educação Profissional e Tecnológica, EduNP SI SI N PE SI EM EM ser prevista no projeto políticoM M E cação do Campo, Educação Escolar Indígena e regular, devendo SI E N E P P E EE SI EM EM P N Educação a Distância. N P M M M SI SI PE IN PE M INpedagógico da unidade escolar. PEE EE EE S N S IN M EE § 1º - Os sistemas de ensino devem matricular SI N NP NP EE SI transtornosP globais S SI Seção I SI N EM M os estudantes com deficiência, E SI M NP EM SI NP EM EE M PE doSIdesenvolvimento e altas habilidades/superdotaEducação de Jovens e Adultos M M EM E P E N EE ensino regular e no AtenEE PE IN PE SI EM NP ção nas classes comunsP do P S M N N NP SI PE (AEE), compleIN 28 - A Educação de Jovens e Adultos (EJA) EMdimento Educacional SIN SI SI EE SI S N Especializado Art. PE SI NP EM destina-se aosEque se situam na faixa EM etária superiM IN mentarSIou suplementar à escolarização, ofertado em EM EM E S E EM NP EM EM E or NP SI NP PE EM PE PE à considerada própria, no nívelSIde conclusão do salas de recursos multifuncionais ou em centros deP I M E M N comunitáriIN S N E P S AEE da rede IN SI S pública ouNde instituições SI ensino fundamental e do ensino médio. PEE PE SI EM EM - Cabe aos sistemas educativosNviabilizar SINas, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrati§E1º M EM PE SI EM P M EE N vos. EEM a oferta de cursos gratuitosEaos jovens e aos adulEM PE IN P EE SI EM P2º - Os sistemas e asPEescolas devem criar S NP IN M educacioM IN I E S § tos, proporcionando-lhes oportunidades N E E S S N E SI NP SI PE M SI NP EMnais apropriadas, consideradasSIas características condições para que o professor da classe comum IN EE S S vida e M EM todos osPesEM PE do alunado, seus EEM possa explorar as potencialidades Ede interesses, condições de P PE IN IN M EM EE S S N N M M uma pedagogia dialógica, intede trabalho, mediante cursos, exames,EM ações inte-NP tudantes,Eadotando PE NP E SI SI EE I SI E IN e inclusiva e, na interface, o PEE Pentre si, estruturados em rativa,INP S P interdisciplinar gradas e complementares S M S N IN EM M IN M SI professor do AEE deve identificar habilidades e nepedagógico S próprio. S PE EE M EEum projetoM N E EE NP SI dos § 2ºP- Os cursosM EJA, preferencialmente ten- EcessidadesEEM estudantes, organizar e orientar de NP EM PE SI M N SI EE EM N P E SI do a Educação Profissional PE articulada com a edu- INP sobre os serviços e recursos pedagógicos e deEacesSI EM IN P NP M S M S sibilidade para a participação eE aprendizagem dos PE N N SI cação básica, devem pautar-se pela flexibilidade, SI EE SI N EM PE SI EM de currículo quanto de tempoEEMespaço, Epara estudantes. NP IN M tanto e M I M E S S E EE EE EM NP EM NP sisE SI NP NP SI que seja(m): NP § 3º - Na organização desta modalidade, os EM PE PE I SI EM NP PE ensino devem observarIN seguintes orias I -S rompida a SIN simetria com o ensino regular para SItemas de EEM S N SI P PE SI entações fundamentais: crianças e adolescentes, EEM modo a M de permitir perM IN IN EM S S E EE EM M I - o pleno acesso e a efetiva participação dosEM cursos individualizados INP conteúdos significativos e EM PE EE PE NP S EM I para os jovens e adultos; M PE P IN N M S PE estudantes no ensino regular; S PE EE IN IN SI EE IN P II - a oferta do atendimento educacional espeS S N P S II - providos oEM suporte e a atenção individuais IN SI M M S cializado;SIN EM EE PE M às diferentes necessidades EE estudantes no prodos M M P PE E E N P M EE IN M SI EM PE PE III - a formação de professores paraEo AEE e SIN cesso de aprendizagem,Smediante atividades diverIN EE PE NP EM IN PE IN I S S Ssificadas; M N para o desenvolvimento de práticas Seducacionais IN PE NP SI E SI EM IN Mrealização de atividades e vi- inclusivas; E III -PE valorizadaEa S E PE M M M NP E N socializadoras, culturais, recreativas e esE E P N M IV - PE participação da comunidade escolar; a vências SI SI EM N SI EM PE PE EE SI de enriquecimento Pdo percurso M E PE IN acessibilidade arquitetônica, nas comuniPE IN IN VS a portivas, geradoras S N N S N PE M M SI SI EM SI IN formativo dos estudantes; cações e informações, nos mobiliários e EE M EE S E P equipamen-E P P N N N M IV - desenvolvida a agregação de competêncitosMe nos transportes; M PE EM EE SI SI SI EM EE IN trabalho;PE M P S EM NP VI - a PE E as para o articulaçãoPdas políticas públicas interseEE IN SI N IN M PE PE S N M S E V - promovida a motivação e a orientação pertoriais. SI N EM N SI EE PE SI SI participaEM PE M E manente dos estudantes, visando maior M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M Seção III EE M das ou no ambiente de trabalho, incluindo os pro-INP N M M EE EE EE SI NP S EM EE gramas e cursos de aprendizagem, Eprevistos na Educação profissional e tecnológica PEE SI NP NP EM NP P I P I I E S das Leis do TrabalhoIN S N N S P SI SI EM S (CLT). EEM EM INConsolidação M PE PE Art.M - A organização curricular da NP 33 EducaArt. 30 - A EE educação profissional e tecnológi- S M E E M P I IN IN EM ção Profissional EEM e Tecnológica por eixo Stecnoló- S ca,S no cumprimento dos objetivos daPEE educação naPE PE IN M EM PE S N N EE PE N S gico Ifundamenta-se na identificação Edas tecnolocional, integra-se aos diferentes níveis e modalidaNP M SI SI IN SI EM NP EMdes de educação e às dimensões do trabalho, da gias que se encontram na base de Puma dada forE S E S SI EM PE N NP ciênciaPE da tecnologia, e articula-se com o ensino EEM EM S M mação profissional eMdos arranjosI lógicos porN e SI elas EM SI N P M PE EE E SI EM PE regular e comNoutras modalidades educacionais:N constituídos. EE IN M SI PE NP I PE S M M S SI EE NP IN Art. 34 - OsNconhecimentos e as EE M SI SI EEducação de Jovens eMAdultos, Educação Especial P habilidadesS NP M E e Educação a Distância. I de educação profissioN adquiridos tanto nos cursos S EE M EE SI NP EM EE SI EM nal Art. 31 - Como P NP N modalidade da Educação Bási- PE e tecnológica, como os adquiridos na prática laEM EM P SI SI EM EM NEducação ProfissionalPE Tecnológica ocorreSIN boral pelos trabalhadores, podem ser objetoNPE avaPE ca, aI S EM PE PE I de IN e IN M S S N E PE M liação,Sreconhecimento e certificação para prosse- SIN na oferta de Ecursos de formação inicial e continuaEM SI IN M EE S M da nos EM ou qualificação profissional e INP de Educação guimento ou conclusão de estudos. EM EE NP M E SI PE Profissional TécnicaPEE nível médio. EM S EM NP EE EM P IN PE SI NP N de EM PE I I S N E PE N IV S S N Seção Art. 32 - A Educação Profissional Técnica de SI N EM M SI SI NP SI M E PE médio é desenvolvidaEnas seguintes formas: SI Educação Básica do Campo nível E P M N M M E E PE M SI I - articulada com So Ensino Médio, sob duas IN EM EM PE PE M IN EE M PE S P PE IN IN EE N Art. 35 P-EENa modalidade de Educação Básica M formas: S I N S P N E S EM M SI SI PE I PE M do Campo,Na educação para a população ruralIN está a) integrada, EE mesma Einstituição; ou na S S N N M M M SI NP SI PE distintas ins-E prevista com adequações necessárias às peculiariM EE EEb) concomitante, na mesma ou emM E SI E E P P P IN S N N N E EM PE dadesMda vida no campo e de cada região, definin- M tituições; PE SI SI SI PE orientações para três aspectos PE IN IN M EE S S do-se II - subsequente,M cursos destinados a quem em IN IN essenciaisP à EE S S N PE M EE SI organização da ação pedagógica: EM EM já tenhaPconcluídoPo ensino médio. IN EE IN M S S P N E PE PE EM I - conteúdos curriculares e M § 1º - Os cursos articulados com oIN ensino mé-EM SI PE IN IN E metodologias aproS E PE EM S S N N M priadas às reais necessidadesE e interesses dos es- EM dio, organizados na forma integrada, são cursosNP de P PE SI SI EE M educandos à tudantes da zona rural; SIN SI IN EM PE Pmatrícula E os M S P única, que conduzem EE IN IN M EE II - organização escolar própria, incluindo adeP nível médio ao S S habilitação profissional técnicaNde N EE EM M SI EM NP EM M SI EE PEque concluem a últimaE etapa da SI quação do PcalendárioEescolar àsPfases do ciclo agríN mesmo tempo em PE P I E M M N S N E N E M M SI NP SI SI cola e às condições climáticas;N educação básica. PE SI PE M EE SI EE N M - adequação à natureza do trabalho na zona EE III técnicos articulados com o SI NP § 2º -MOs cursos INP EE SI ensino médio, ofertados na forma concomitante, rural. S EM NP EM EM EE SI E NP EM PE PE PE P M SI N N PE Art. NPE - A identidade da escola do campo é 36 com dupla matrícula e duplaIN IN M EE EM SI SI S certificação, podem N S M EE SI PE SI NP inerentes ocorrer: EE SI NP EM definida pela vinculação com as questõesM IN M S M I - na mesma instituição de ensino, aproveitan- à sua realidade,EEcom propostas pedagógicas queM NP EM PE EE P SI M EE PE educacionais disponíveis; IN EE P do-se as Eoportunidades S contemplam Ssua diversidade em todos os aspecM NP EE IN EM N E IN SI SI NP E instituições de ensino distintas, apro- INP tais como sociais, culturais, políticos, econômiP S M PE II NPem SI S tos, IN M EE IN I S S S cos, de EEM gênero, geração e etnia.M veitando-se asEM oportunidades educacionais disEE NP EE P E EM SI EM NP P M N Parágrafo único - Formas de organização e poníveis; NP SI EM EM PE M SI IN EE SI III - em instituições de ensino distintas, NP medimetodologias NPE pertinentes à Srealidade do campo de-E IN PE M S PE N M EE SI SI SI ante convênios de Pintercomplementaridade, com Evem ter acolhidas, como a pedagogia da terra, SIN EM pela SI M EE N EM P de projeto peda- NP qual se busca um trabalho pedagógico fundamenI M EE E S planejamento e desenvolvimento N P M EE M EM SI SI tado no Eprincípio daNsustentabilidade, paraM EM NP E EE gógico unificado. SI SI NP PE E assegu- PE P P I M S N E N M PE M § 3º - São admitidas, nos cursos de Educação rar aIN S S preservação da vida das futuras gerações, e a I SI PE EE IN M M EE nível médio, a organização pedagogia daEalternância, na qual o estudante parS N P M E EE Profissional TécnicaNde NP S SI M EE SI M S NP NP e a estruturação emI etapas que possibilitem qualifi- EEM E ticipa, concomitante e P alternadamente, de doisEamI I E S S N EM M PE NP S NP bientes/situações deI aprendizagem: o escolar e o EEM cação profissional intermediária. EM M SI PE EE IN SI E E P S N EM NP § 4º - AE educação profissional Pe tecnológica laboral, supondo parceria educativa, em que am- IN SI IN M S SI EM NP PE partes são corresponsáveis pelo aprendizaS pode ser desenvolvida por diferentes estratégias de bas as SI EE N EM PE M SI PE PE M IN EE em instituições especializa- do e pela formação do Eestudante. INP M S P EM educação continuada, EM S IN E IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM PE N EM Educação escolar quilombola SI PE E E E P EM N P M EM SI EM PE IN PE M IN S S N PEArt. 41 - AEEducação Iescolar quilombola é deIN PE Art. 37 - A educação escolar Indígena ocorre M E S N E S N P M SI SI PE PE IN M em unidades educacionais inscritas em suas terras senvolvida Sem unidades educacionais inscritasMem EE E M E P IN IN S S EM e culturas, as quais têm umaIN EE PE PE M EM S realidade singular, re-EM suas terras e cultura, requerendo pedagogia próPE IN IN EE étnico-cultural de Mrespeito à PE NP E S S pria em querendo pedagogia própria em respeito à especifiN SI M N especificidade EE NP SI EM NP SI E EM cadaP comunidade e formação específica de seuE cidade étnico-cultural de cada povoE ou comunidaSI SI N P P E I M S N E N M M de e formação específica de seu quadro docente, quadro docente, observados os princípios constituNP SI SI N PE M EE SI E comum e Ios princípios que EE observados os princípios constitucionais,Ma base cionais, a base nacionalM SI N P EE M EE PE S NP N E M N SI NP SI NP EM nacional comumM os princípios que orientam a edu- E orientam a educação básica brasileira. EE SI SI SI EE e EM NP P PE SI Parágrafo M único - NaEEM estruturação e no fun- PE cação básica Pbrasileira. IN IN N S N P SI EM Parágrafo único S Na estruturação e no fun- cionamento das escolas quilombolas, bem com nas E M SI EM IN PE PE M EE E S E EM P N cionamento das escolas indígenas, é reconhecida P N M M M valorizada a M diverSI SI PE IN PE INdemais, deve ser reconhecida e PEE EE EE S N N M EE a sua condiçãoINP possuidores de normas e orde- S sidade cultural. de SI N NP SI EE SI SI S próprios, com ensino intercultural NP EM M namento jurídico SI M NP EM PE SI M EM EE M bilíngue, M PE INTÍTULO VII e visando à valorização plena das culturas M E P E S N EE EE EE IN PE dos povos indígenasI e à afirmação e manutenção S EM PARA ANP NP ELEMENTOS CONSTITUTIVOS P S M N NP SI NP PE IDAS DIRETRIZES INdiversidade étnica. SI SI EE EM SI S S N ORGANIZAÇÃO de sua M PE SI NP EE CURRICULARES NACIONAIS GERAIS Art. 38 - PNa organização de escola indígena, M EM SI IN EM M M S M EM E PE IN EE EE PARA A EDUCAÇÃOEM BÁSICA PEE deve ser considerada Ia P participação da comunidaPE N S N N SI M N S NP NP EM PE SI SI SI SI de, na definição do modelo de organizaçãoEEe ges- PE IN P M como: S EM N E N Art. 42 - São elementos constitutivos para M opea tão, bem SI EM PE SI EM PE E M N EM racionalização destas Diretrizes o projetoPE político- IN EM PE PE EE SI I - suas estruturas sociais; EM PE N PE o sistema de ava- S IN Mreligiosas; M IN pedagógico e o regimento escolar; II - suasSpráticas socioculturais E N E S SI N PE Ee SI S Pde conhecimen- liação; a gestãoNdemocráticaI e a organização da esPE I M III - suas formas de produção S N N EM E S SI SI EM M EM PE PE to, processos próprios e métodos de ensino-apren- EM cola; o professor e o programa de formação docente. EE PE PE IN IN M EM E S S N N E P dizagem; NP M PE EM SI SI EM PE IN SI EE IN PE S PE P CAPÍTULO IS IN IV - suas atividadesIN econômicas; M S N EM M M V - edificação de escolas que SIN S SI O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO atendam aos inPE EE M M EE P E M IN M EE M IN NP teressesPE EE M EE E O REGIMENTO SESCOLAR S N das comunidades indígenas; INP SI EE EM P E S VII - uso de materiais didático-pedagógicos pro- INP S EM IN PE PE NP M S M S N inter- PE E SI com o SIN Art. 43 - O projeto político-pedagógico, duzidos de acordo contexto sociocultural de SI EE EM PE IN EM EM povo EM NP da autonomia pedagógica, admi- S IN dependentemente cada indígena. E I M E S EM S E E EE EM NP EM NP nistrativa e de gestão financeira da instituição eduE SI EM NP NP SI NP PE PE SI SI EM EM SIcacional, representa mais do queNum documento, NP PE Seção VI SIN I S N SI PE PE S sendo um dos meios de viabilizar a escola I demoMEducação a distância M IN IN M EM EE S S E EE EM M crática para todos e de qualidade social. M EM NP PE M EE PE NP SI I M § 1º - A autonomia daEinstituição EeducacionalE P P - A modalidade Educação a Distância IN N M E S PE E Art. I39 I S N N E S N PE SI S NP PE baseia-se na busca de sua identidade, que seSIexSI M caracteriza-se pelaMmediação didático-pedagógica SIN E IN E M EM E S pressa na construção de seu projeto pedagógico e nosEM processos dePensino e aprendizagemM ocorre PE EE PE E que EM N P M E IN M EM IN SI PE do seu regimentoPE com a utilização de meiosIN tecnologias de informaEE Se EE N escolar, enquanto manifestação S PE NP EM IN Ieducação e Pque permite uma nova I S N Sção e comunicação, com estudantes e professores de PE ideal deS N seu NP SI SI EM SI ou e IN EM M E S democrática ordenação pedagógica das relações PE PE M M desenvolvendo atividades educativas em lugares EE M NP E N diversos. P E E N escolares. tempos SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI credenciamento paraPE oferta de M E IN - Cabe à NPE PE IN IN §S 2º Art. 40 - O S S N PE I escola, considerada aEsua identi- M IN a M M SI IN dade e a de seusS sujeitos, articular a formulação doEE cursos e programas de Educação de S Jovens e AdulM EE S E PE P M E NP N planos de eduEM EE E Educação Profis- projeto político-pedagógico com os SIN SI SI tos, de IEducação Especial e deM M EM NP E P E E S EM EM sional Técnica de Inível médio NPTecnológica, na mo- INcação – nacional, estadual, municipal –, o contexto eE NP PE S NP I M PE PE S M S dalidade a distância, compete aos sistemas estaem que SI escola seIN a necessidades locais IN EM N S situa e asPEE EE S SI EM de ensino, atendidas a regulamentação fede- e de seus estudantes. PE M N duais PE IN M EM M SI EE S E N M EE M PE SI ral e as normas complementaresEdesses sistemas. EM NP PE EE E IN M NP SI EM P I PE P S IN E M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E
Seção V M E Educação escolar indígena EM M

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M EM EE EM PE M § 3º - AN missão daPEunidade escolar, o papel sico da instituiçãoM M escolar de tal modo que este sejaINP M M EE M EE EE SI N S EE EE EE SI NP NPsocioeducativo, artístico, cultural, ambiental, as compatível com as características dePseus sujeitos, EM NP P P I I I E S S questões de gênero, etnia e diversidade cultural que que atenda as normas Ide acessibilidade, além da N N S N P S SI EM EM SI EM IN EM PE PE PE e compõem as ações educativas, a organização e a S naturezaM das finalidades da educação, deliberaM N N N E E M PE EM SI SI SI EM das e PE assumidas Epela comunidade educacional. gestão curricular são componentes PEE integrantes do PE IN M EM PE S N E N EE SIArt. 45 - OINP regimento Iescolar, discutido e aproprojeto político-pedagógico, devendo ser previstas IN SI NP EM S NP EMas prioridades institucionais que aSidentificam, defi- vado pela comunidade escolar e conhecido por EEM S E PE S SI EM P toN NP nindo o E P conjunto das ações educativas próprias das EEM constitui-se em um dos instrumentos deIN EM SI M dos, S exeEM SI N P M M PE EE EM SI PE do etapas da Educação Básica assumidas, de acordoN cução NP projeto políticopedagógico, com transpa- PEE EE IN M SI PE IN S M S N SI EE N EM NP que M SI SI SI Ecom as especificidadesM lhes correspondam, pre- rência e responsabilidade.INP PE M E servando a sua articulação sistêmica. Nescolar trata Parágrafo único - O regimento S EE M EE SI NP EM M EE SI da Art. 44 - O projeto político-pedagógico, instân- PE natureza e da finalidade da instituição, da ErelaNP NP EM EM SI S EM EM NPconstrução I coletiva que respeita os sujeitosSIN ção da gestão democrática com M órgãos NPE PE PE cia de SI E os PE Icolegia- NPE IN IN M E S S N S E M I dos, das atribuições de seusNP das aprendizagens, entendidos comoM cidadãos com SI I órgãos e sujeitos, das S EE M EE P M Econ- suas normas pedagógicas, Sincluindo os critérios de P M M EM N IN EE direitos àSproteção e àEparticipação social, deve M PE SI EM EE PE PE EE IN acesso, promoção, mobilidade do estudante, dos diEM M NP templar: P I P S N N E PE I da realidade concreta dos su- IN reitos e deveres dos seus sujeitos:I estudantes, proS E PE N S S N I M o diagnóstico P S EM SI IN SI IN M EE PE do processo educativo, contextualizados no fessores, técnicos Se funcionários, gestores, famíli- S jeitos E P M N M M M N E E PE M SI as,Prepresentação estudantil e função EEM suas insdas espaço e no tempo; SI EE PE PE M IN EE M S N N P EE M EE IN tâncias colegiadas. II - a Iconcepção sobre educação, conhecimenNP SI S P N E P S EM M SI SI IN PE to, avaliação da aprendizagem e mobilidade escoIN PE M EE S S E N N M M M SI NP SI PE CAPÍTULO II EE lar;EE M M EE SI E E P P P IN N N EM EM PE AVALIAÇÃO perfil real dos S sujeitos – crianças, jovens PE IN SI SI III - o M EM PE PE IN IN a vida da S na S S N e adultosE– que justificam e instituem e E N PE SI SI N EM PE M P SI Art. 46M A avaliação no ambiente educacional EEM escola,Ndo ponto de vista intelectual, cultural, emoPE IN EE I M S S N PE PE EM cional, afetivo, socioeconômico, como Ibase da re-EM compreende 3 (três)EE NP SI P dimensões básicas: EM IN IN EM S E PE S IN M M I -SavaliaçãoSda aprendizagem; flexão sobre as relaçõesIN PE PE NP S vida-conhecimento-cultuEE IN interna SINexterna; PEE M SI EM Praprofessor-estudante e instituição escolar; S e E M II - avaliação institucional E N N E P M PE SI SI PE III - avaliação de redes de Educação Básica. IV S-Nas bases EnorteadorasNda organização do M I M EE I M EM N E P M S E SI PE Seção I trabalho pedagógico; PE PE IN EE M M PE N S N P E N E N M M SI SI Avaliação daNaprendizagem SI PE SI PE M EE V - a definição de qualidade das aprendizagens SI EE N E M e, SI NP por consequência, da escola, no contextoPEdas NP M M EE SI desigualdades que seSIrefletem naM EM Eda aprendizagem baseiaE escola; SIN -A EE E NP Art. 47EEM avaliação PE PE PE P I M PE P IN VIN- os fundamentos daSIN gestão democrática, Sse na concepção de Seducação que norteia aIN I M EE EM S relaN S N E EE SI SI NP compartilhada NP participativa (órgãos EEM colegiados e SI NP EM ção professor-estudante-conhecimento-vida em Ie M S E M NP EM movimento, devendo ser um ato reflexo EM reconsde representação estudantil); PE E de PE SI EE PEacompanhamento deSaces- trução da prática pedagógica avaliativa, premissaM IN EM EE P VII - EMprograma Ide o NP E IN EM N S E IN SI S dos estudantes e de supera- INP NP E S so, de P M PE permanência SI NP S básica e fundamentalSIpara se questionar o educar, M EE IN IN retençãoM S S EM transformando a mudança em EM acima de tudo, ato, ção da escolar; INP EE E PE EE EM S EM NP e continu- político. P M N SI NP EM EM VIII - o Sprograma de formação inicial PE M SI EE IN SI PE § 1º - A validade da avaliação, na sua funçãoE ada e IN PE dos profissionais Eda educação, regentesINPnão M S PE N IN M E S N SI regentes; liga-se à aprendizagem, possibilitando EM SI M EE SI Ediagnóstica, S NP EM P M aprendeu, criar, E - as açõesSIde acompanhamento sistemático INP o aprendiz a recriar, PEE IX refazer o que N P EE M EM SI S N EM EM EE dosIN e, SI S resultados do processo de avaliação interna e proporPE nesse contexto, aponta para uma avalia- PE NP PE EM P I M S N E PE IN M externa (Sistema de Avaliação da SEducação EEM BásiçãoSIglobal, que vai além do aspecto quantitativo, IN S PE M M EE dados estatísticos, pes- porque identifica o desenvolvimento SIN autonomia N P da M EE EE ca – SAEB, Prova IBrasil, NP S SI E N P P M SI EM S PE quisas sobre os sujeitos da EEM Educação Básica), in- EE do estudante, que é indissociavelmente ético,EsociIN IN S S N P M EM M NP SI cluindo dados referentes aoPIdeb e/ou EM comple-N al, intelectual. que M EE SI PE EE IN SI E E P S desenvolvidos pelas uniN M2º - Em nível operacional, a avaliação da INP mentem ou substituam os § E N PE SI NP S SI EM PE SI IN M Etem, como referência, EEM dades da S federação e outros; aprendizagem o conjunto de N P EE EM organização do espaço fí- conhecimentos, habilidades, atitudes,Pvalores e emoSI N PE P M N M X - a concepção da SI PE EM EM SI IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM PE ções que os sujeitos do processo educativo proje- EM Art. 50 PEA progressão pode serN SI regular ou parSI PE IN IN E M S S N preservar a sequência do I tamEM para si de modo integrado e articulado comNP cial, sendo que estaSdeve EE EM SI EM definidos para a educação bási- currículo e observar as normas do respectivo sistePE EM NP PE M aqueles princípios EM SI EM PE IN PE M IN E Sca, redimensionados para cada uma de suas eta- maPde ensino,EE S IN PE requerendoNo redesenho da organiI M S N E S M IN SI NP PE PE previsão de hoM pas, bem assim no projeto político-pedagógico da zação das ações pedagógicas, com S EE SI EM M E P IN IN S S N EM escola. rário de trabalho e espaço de atuação para profesEE PE PE EM SI PE 3º - A avaliação na educação infantil é reali-EM sor e estudante, com conjuntoEEM IN IN M NP E PE S próprio de Srecursos M N § P SI M N EE NP SI SI EE EM zada mediante acompanhamento PEE e registro do IN SI S de- didático-pedagógicos. NP PE SI Art. 51 - As escolas que utilizamM NP E organização N objetivo de proSI EM N IN EM senvolvimento da criança, semSIo M PE SI EM P E PE moção, Emesmo emSse tratando de acessoEM ensi- EM por série podem adotar,Eno ensinoSfundamental, sem IN E E ao P N N N E SI NP SI EM NP EM no fundamental.M SI S SI EE NP prejuízoI da avaliação do processo ensino-aprendi- EEM PE PE P SI N EM § 4º - ANavaliação da aprendizagem no ensino zagem, diversas formas de Eprogressão,IN M S inclusive a P SI N SI e no ensino médio, de caráter formati- deM EM Econtinuada,P jamais entendida como M E fundamental SI E progressão N E P P E EE SI EM EM P N vo predominando sobre o quantitativo e classifica- P M M M IN automática, o que supõe tratar o conheSI PE IN PE M INpromoção S EE EE EE S E N N tório,Padota uma Pestratégia de progresso individual S cimento como processo e vivência que não Ese harSI NP N N SI EM SI SI SI favorece o crescimento do educan- monizaM a ideiaEde interrupção, mas sim de consNP E com M e contínuo que SI M NP EM PE S EM M preservando a qualidade necessária para PEEsua trução, em que I o estudante, enquanto sujeito da PE IN do, a M M EM E E S N EE E escolar, sendo organizada de acordo com ação, está em processo contínuo de formação, consPE IN PE formação E SI EM NP P P S M N N NP SI PE IN SI SI EE EMtruindo significados. SIN SI S N regras comuns a essas duas etapas. M PE SI NP EE M EM SI IN EM P M M S M EM PE PE IN EE M EE SeçãoSII Seção III PEE PE N N M N EE SI NP SI N NP SI Promoção, aceleração de estudos EEM EE Avaliação institucional SI SI SI NP P I P M S EM N N eEE classificação M SI EM PE SI EM P M EE N E 52 Art.M - A avaliação institucional interna deve IN EM PE PE EE SI EM PE NP PE IN promoçãoN a classificação no ensi- ser prevista no projeto políticopedagógico e deta- S M M Ie E Art. 48 -SA N E S SI N EE SI NP SI PE Mno fundamental e no ensino médio podem serP utili- lhada no planoIde gestão, realizada anualmente, leS N N EM E S SI SI EM contidasEna M EM P PE zadas em qualquerEano, série, ciclo, módulo ou ou- EM vando em consideração as orientações E PE PE IN IN M EM E S S N N E M tra unidade de percurso adotada, exceto na primei-NP regulamentação vigente, para rever o conjunto de NP M PE SI SI EM PE EE I SI EE IN Palicerçando-se na orien- objetivos e metasSa serem concretizados,Mmediante PE S P ra do ensino fundamental, IN M N S N N E M M SI SI SI que PE EE M EEtação de EEM a avaliação do rendimento escolar ob- ação dos diversos segmentos da comunidade eduE M IN NP M NP servará P seguintes critérios: M EM PE E S Ecativa, o queE pressupõe IdelimitaçãoSde indicadores N os SI EE EM P E IN I SI avaliação NP contínua e cumulativa doSdesempe- INP compatíveis com a missão da escola, além PE clade EM IN PE M S N N E SI com prevalência dos aspectos qua-S reza quanto ao queEM qualidade social da apren- NPE nho do estudante, SI E seja SI EM PE SI EM EM NP IN litativos sobre os quantitativos e dos resultados aoM M E I M E S E lon- dizagem e da escola. S M E EE EE EM NP NP EE E SI EM NP NP SI go do período sobre Pos de eventuais provasSIfinais; NP PE I E IV EM NP PE II -Spossibilidade de aceleração de estudos para SI Seção M IN IN E S S N SI PE M SI NP estudantes com atraso escolar; Avaliação de Iredes de educação básica M IN M EM EE S S M E EE III - possibilidade de P M M EM N avanço nos cursos ePnas EE PE M EE NP SI I séries mediante verificação do aprendizado; IN M Art. 53 - A avaliação NPE redes de educação bá-E P IN M EE S PE E de S N E E I S N SI NP PE SI IV - S aproveitamento de estudos concluídos com INP ocorreNperiodicamente, é realizada por órgãos sica SI M EM I E M S externos à escola e engloba os resultados da avaliEM E S êxito; M PE EE PE EM EM NP EE IN M EM SI PE NP institucional,PE sendo queEM resultados dessa SIN os S EE PE NP V - oferta obrigatória Ide apoio pedagógico des- açãoEM IN IN para aNPE I S N S Stinado à recuperação contínua e concomitante de avaliação sinalizam PE NP S SI sociedadeI se a escola EM de estudantes com déficit deSIrendi- apresenta qualidade suficiente para continuar funEM IN M E S PE PE M M aprendizagem EE M NP N E E P previsto Eno regimento escolar. cionando EE N M mentoI escolar, aIN ser SI S SI EM Pcomo está.EM PE P EE S EM PE IN PE IN IN estudos P Art. 49 - A aceleração de a S S N N destina-sePE S N M SI SI EM EM SI I estudantesEcom atraso escolar, àqueles que, porNalM EE S PE PE P E N M N EM N M M SI SI SI gum motivo, encontram-se em descompasso de ida- PE M NP EE Irazões como ingresso PEE M difi- IN EE P EM E de, porS tardio, retenção, EE P IN S NP IN M PE PE S N M S E SI culdades no processo de ensino-aprendizagem ou N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E outras. M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE III M CAPÍTULO EE M tos burocráticos, EM assumindoM com pertinência e rele-INP N E EE SI NP E EM S EM PE M GESTÃO DEMOCRÁTICA E PE vância: os planos pedagógicos, os objetivos instituSI NP N PE PE IN PE I I EE S S N as atividades de avaliaN S N P ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA S SI EM EM Ncionais e educacionais,I e SI EM SI ção contínua; EM PE PE PE M M E N N E E M IN M EM SI SI Art. 54 - É P IIIPE a práticaEEem que osEM sujeitos constitutivos S PE EE IN pressuposto da organização do traM PE P S N E P EE balho pedagógico e da IN SI educacionalPdiscutam EM a própria práIN S gestão daSescola conceber da comunidadeN IN S EM NP EMa organização e a gestão das pessoas, do espaço, xis pedagógicaI impregnando-a de entusiasmo e Ede S E PE S SI EM P N NP dos processos e procedimentos que viabilizam o tra- EEM PE EM SI M compromisso com a M própria comunidade,IN sua S valoEM SI N P M M PE EE E SI PE balho expresso no projeto político-pedagógico e emN rizando-a, situando-a no contexto das relações so- EE EE IN M SI PE NP IN P S E M M S SI N NP planos da escola, em que se conformam as condiciais e buscandoIN conjuntas; EE S soluçõesNPE SI SI EM P M M E ções de trabalho definidas pelas instâncias colegiaI relações IN IV - a construção de S EE M EE S interpessoais NP EM SI das. PEE EM solidárias,EEM geridas de M modo que os professores tal NP NP EM PE SI SI EM E N 1º - As instituições, respeitadas as normasSIN se sintam estimulados a conhecer melhor osE seus P PE P I S§ EM PE PE IN IN IN M S S N S E PE M M legais e as do seu sistema de ensino, têm incumpares (colegas deIN S trabalho, estudantes, famílias), a SI IN EE EE exigemM S P bências complexas e EM abrangentes, que EM EE ou- expor as suas ideias, a traduzir as suas dificuldaNP M EM SI E PE tra concepção de organização doNtrabalho pedagó- des e expectativas pessoais e profissionais; EM EM SI NP EE PE P E I EM M N E P S IN IN da carga horária, remunera- INP SI E PE NinstauraçãoE de relações entre osNP S M S gico,Ecomo distribuição V - SI a S M SI estu- SIN NP EE PE ção, estratégias claramente definidasEM para a ação SI dantes, proporcionando-lhes M espaços de convivênM N E M NP E EM SI didático-pedagógica coletiva que inclua a pesquisa, EM ciaPeEsituações M aprendizagem, por meio dos quais de SI E NP EM PE PE M I PE E PE IN IN novas abordagens eSpráticas metodo- aprendam a se compreender e se organizar em equiEE N M a criação de E I N S S P N E P S EM SI SI IN PE lógicas, incluindo EEM IN a produçãoEM recursos didáticos de PE pes de estudos e de práticas esportivas, artísticas e S S N P N M M SI SI adequados às Scondições daEescola e da comunida-EM políticas; P IN M EE M EE E E E P P em que esteja ela inserida. P IN M S N N N EM de PE VI - a presença articuladora e mobilizadora do M PE EE SI SI SI E PE IN MÉ obrigatória a gestãoINdemocrática no gestor no cotidiano da escola e nos NP S § 2ºEE S PE IN I espaços com M S S N E PE público e prevista, em geral, paraEEM todas as SI os quais aEEM escola interage, em busca da qualidade EM ensinoINP PE IN M S S N E P PE instituições de ensino, o queEM implica decisões cole-EM social das aprendizagens que lhe caiba desenvolNP SI PE IN IN EM SI comunidaE PE EM S S N tivas que pressupõem a participação da N M ver, com transparência e responsabilidade. PE PE SI EM NP EE escolar na gestão da SI IN M SIdos IN EM PE Pde escola e aEobservância S M S E N N E M PE SI SI princípiosPe finalidades da educação. PE CAPÍTULO IV IN M EE IN EM M S EM N E P M S E § 3º - No exercício da gestão democrática, a SI PE O PROFESSOR EE A FORMAÇÃO PE PE IN E M M PE N S N E N E M M escola deve seSIempenharEpara constituir-se em esNP SI INICIAL E CONTINUADAN SI PE SI PE M EE SI E N P M paço das diferenças e da pluralidade, inscrita naEdiE SI NP EE SI versidadeEM processoN tornado Epossível porNP SI EMcuidar e educar, queEM EM de E do SI meio INP Art. 56 EM A tarefa PE E PE a P M NP PE M de relações intersubjetivas, cuja meta é a de se fun- Sfundamentação da ação docenteEEe os programas PE IN IN IN I M E S S S N S N M EE SI PE SI NP damentar em princípio educativo emancipador, exEE SI NP EM de formação inicial e continuada dos profissionais IN M M E S E presso na liberdade deEEM aprender, ensinar, pesquiNP da educação instauram, refletese na eleição de um M EM EE PE SI M Esar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte P o P IN e Eoutro método de aprendizagem, aINP M EE P N S ou partir do qual M N SI EE PE IN saber. EE S SI NP S M PE P é IN determinado o perfil Ide docente para a educação SI NP M EE IN IN 55 - A gestão democrática constitui-se em S básica, em atendimento às dimensões técnicas, S E S S EM Art. M M NP PE PE EEhorizontalização dasINrelações, de políticas, éticas e estéticas. PEE EM SI EM instrumento NP de N EM S EM EM PE M SI IN SI vivência e convivência colegiada, superando NPEauo P § 1º - Para Ea formaçãoS inicial e continuada, asE IN PE M S PE N N EE SI N SI SI toritarismo no planejamento e Ena concepção e or- Eescolas de formação dos profissionais da educação, EM EM SI M SI NP EM curricular, educando para a conquista da P P I M EE E ganização S N IN sejam gestores, professores ouEEespecialistas, de- EM M M EM SI NP NP E cidadania plena e fortalecendo a ação EE conjunta queS verão PEE incluir em seus currículos e programas: SI SI NP PE EM M SI N o conhecimento da escola comoE organiza- INP Erecriar o trabalho da e na escola mediNP M P Ia) I busca criarPe M E S S S E N EE M M SI PE ção complexaEque tem aEfunção de promover a eduM E EE ante: SIN NP S N I M P P SI I - a compreensão da globalidade da Spessoa, EEM PE EE cação paraNe na cidadania; I IN EM P S S E P IN M EM M enquanto ser que aprende, P b) a pesquisa, S análise e Ea aplicaçãoIN a Ee M S dos re- PEE P EE IN que sonha M ousa, emN SI E P de umaEconvivência social libertadora funda- sultados de investigações de Iinteresse da área edu- N S N M E busca E S IN NP M SI Smentada na P EM PE SI IN ética cidadã; M cacional; S EE E PE M IN S c) a participação na gestão deINP N PE PE M M II - a superaçãoE dos processos e procedimenSI PE EM EM S processosEeduIN EE IN M E N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM IN PE PE cativos e na organização e funcionamento de siste- EM c) compreender, interpretar e Saplicar a linguaSI PE IN IN E S N P gem e os S EM M instrumentos produzidos ao longo da evomas M instituições de ensino; e SI I PE M EE M EE democrática, dandoN lução M S E P N P M gestão E tecnológica, econômicaE e organizativa; SI EM PE IN d) a temática da SIN PE M Sênfase à construção do projeto políticopedagógico, PEd) desenvolver competências para integração IN PE IN M EE S N E S N M SI NP SI PE PE M mediante trabalho coletivo de que todos osIque com- com a comunidade e para relacionamento com as EE SI EM N M E P IN S S põemEM comunidade escolarIN a EE PE PE M EM S são responsáveis. EEM famílias. PE IN IN EE M 58 - A formação inicial, nos cursos de liNP PE S S Art. N Art. 57 -SIEntre os princípios definidos paraPa M EE IN NP SI EM N EE Ea cenciatura, não S esgota o desenvolvimento dos co-E educação nacional está M valorização do profissioSI SI NP P P E I M S N IN M M nal da educação, com P compreensão de que valori- nhecimentos, saberes e habilidades Ereferidas, SraNa SI N PE M M SI EM de formação continuaEE zá-lo éPEE SI N P qual gestorial, EM zão pela PEE um programa PE SI N valorizar a escola, com qualidadeEE N SI M N SI EM NP EM educativa, social, cultural, ética, estética, ambiental.PE da dosSIprofissionaisNda educação será contempla- EM SI SI EE N PE PE M P SI N do no projeto político-pedagógico. § 1º - ANvalorizaçãoNdo profissional da educaPE I EE SI S EM escolar I vincula-se S obrigatoriedade da garanIN EM sistemasPeducativos devem instiM S Os à N E EM Art. 59 -PE PE ção M SI EM PE M M IN tia de qualidade e Eambas se associam à exigência NPE orientações para que o projeto EM formação dos IN EE S S P IN PE M I tuir E de EE E S N N M EE de programas de formação inicial e continuada de S profissionais preveja: SI NP NP NP SI EE SI SI SI docentes, no contexto do conjunto EM consolidação da identidade dosINP M a) docentes e não S profissioM NP EM PE a SI EE M múltiplas atribuiçõesEdefinidas EEM os sistemas nais da educação, nas suas relações com a escola P IN de para M M EM P E S N EE EE PE PE educativos, em que se inscrevem P funçõesIN pro- e com o estudante; SI EM N as P P S do M N N NP SI PE o resgate da IN IN SI SI EE EM SI S N b) aPcriação de Sincentivos Ipara fessor. M PE S N § 2º - Os PEE programas de formaçãoEM inicial e conM SI IN imagem social do professor, assim como da auto- EM EM M S E EM PE EM EE tinuada dos IN PE S profissionais da educação, vinculados nomia docentePtanto individual como coletiva; NP PE EM IN PE I M E S devem preparáM N IN S N N E E S SI SI SI às orientações destas Diretrizes, NP PE c) a definição de indicadores de qualidade soPE SI EM EMo desempenho de suas atribuições, consi- SINcial da educação escolar, a fim de que as agências N los para M EM PE SI EM PE M EE N EM formadoras de profissionais da M derando necessário: E educação Prevejam IN PE PE EE SI EM PE N PE IN um conjunto de habilidades cogniti- os projetos dos cursos de formação inicial e conti- S M M IN a) além S de N E E S SI N PE SI SI PE PE IN Mvas, saber pesquisar, orientar, Iavaliar e elaborar nuada de docentes, de modo que correspondam às S N EM E IN S S EM M EM PE PE propostas, isto é, interpretar e reconstruir oSconhe- EM exigências de um projeto de Nação. EE PE PE IN IN M EM E S S N N P Art.EE - Esta Resolução entrará em vigor na 60 cimento coletivamente; NP M PE EM SI SI EM SI EEequipe; SIN data dePsua publicação. IN PE PE P IN b) trabalhar cooperativamente em S M N S N N EM M M SI SI SI PE EE M M EE N E M EE M NP M SI NP PE EE SI M EE NP SI EE EM N P E P SI SI EM IN PE PE IN NP M S M S N N E PE SI SI EE SI N EM PE SI EM EM NP IN M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI Anotações NP PE PE SI SI EM EM SI NP PE IN IN S S N SI PE PE M SI M IN IN M EM EE S S E EE EM M EM NP PE M EM EE PE NP SI I M PE P IN N M EE S PE E I S N N E S N PE SI SI NP PE SI SI M IN EM IN E M S EM E S M PE EE PE EM EM NP N EE IN M EM SI EM PE NP PE SI SI EE PE NP EM IN PE IN S N S SI N PE NP SI SI EM SI EM IN M E S PE PE M M EE M NP E N E E P N SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN S S N N S N PE M SI SI EM EM SI IN M EE S E PE PE P N M N EM N M PE M SI SI SI M EE PE EE IN M EE P P S EM N E EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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P M SI SI EM EM SI M EE Diretrizes Curriculares Nacionais para SINrar a cada um e a todos o acesso ao conhecimento E PE PE P Fixa M M N N E E M PE IN EM SI SI o Ensino Fundamental de 9 (nove) EE anos. e aos PE elementos EEM cultura imprescindíveis para o S da PE IN M EM PE S IN N EE PE NP seuSdesenvolvimento pessoal e para aM NP SI SI E vida em soIN SI EM NP EM I E S ciedade, assim como os S benefícios PE uma formade O presidente da Câmara de Educação SBásica EM PE IN NP do Conselho Nacional de Educação, de conformi- EEM comum, independentemente Sda grande SdiverPE IN EM M ção EM SI N E P M M PE EM SI PE PE dade com o disposto na alínea “c” do PEE1º do artigoN sidadeNda população escolar e das demandas so- PEE § IN M SI PE IN S M S N SI EE N EM N M SI SI SI E9º da Lei nº 4.024/61, com a redação dada pela Lei ciais. PE NP M M E nº 9.131/95, no artigoE32 da Lei nº 9.394/96, na Lei I N Art. 5º - O direito à educação, entendido como S EE M E SI NP EM EE SI nº 11.274/2006, e com fundamento no Parecer CNE/ PE direito EEM um inalienável do ser humano, constitui EEM o funNP NP EM P M SI SI EM N PE M EE CEBIN 11/2010, homologado por Despacho doSI damento Pmaior destas Diretrizes. A educação, ao nº NP S E PE P I IN IN M S S N S E PE M M proporcionar o desenvolvimento do potencial huma- SIN Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado SI IN EE M EE M no, permite o M exercício dosSdireitos civis, políticos, no EM DOU deP9 de dezembro de 2010, resolve:PEE M EM NP IN S1º - A presente Resolução fixa asNDiretriEE PE E SI EM EE (*) Resolução CNE/CEB 07/2010. Diário EOfiPE P E I Art. EM M N P I P S N N E P I I S N cial da União, Brasília,E 09 de dezembro de 2010 soPE N S S N zes Curriculares Nacionais para o ensino fundamen- SI EM M SI IN SI NP M EE PE 9 (nove) anos a serem observadas na organi- ciais e do direito à diferença, sendo ela mesma tam- S SI tal de E P M N M M M N E E PE SI EM bémEum direitoM social, e possibilita a formação cidazação curricular dos sistemas de ensino e de Esuas SI EM PE PE IN PE EM S P E PE IN N e o usufruto dos bensIN M unidades escolares. E I dã N S sociais e culturais. PE S N E S EM M SI SI NP IN PE PE M §1º -SIO ensino fundamental deve compromeArt. 2º - AsPEE Diretrizes Curriculares Nacionais S E N N M M M SI SI P IN para o Ensino SFundamentalE de 9 (nove) anos arti-E ter-se com uma educação com qualidade social, M EE M EE E E E P P P IN S N N N EM EM igualmente entendida como PE direito humano. culam-se com as Diretrizes Curriculares Nacionais PE SI SI SI EM PE§ 2º - A educação deIN PE IN M a Educação Básica (Parecer CNE/CEB S qualidade, como um diS N Gerais para E N PE SI SI N EM PE M PE SI EM EM nº 7/2010 e Resolução CNE/CEB nº 4/2010) e reú- reito fundamental é, antes de tudo, relevante, pertiPE IN EE IN M E S S PE EM equitativa. PEE nem princípios, SIN fundamentos e procedimentos defi-EM nente eINP NP IN EM SI E PE EM S N E P N M I - S relevância reporta-sePà promoçãoEde apren- EM A nidos pelo Conselho Nacional de Educação, para SI IN SI M EE NP IN M Epolíticas públicas educacionais e aSela- dizagens significativas do Sponto de vista das exi-E P Porientar asE E M SI N E IN PE SI boração, P N implementação e avaliação das M EM PE gências sociais e de desenvolvimento pessoal. S orientaM N M SI EM N E PE M SI EE E II - A pertinência refere-se PàE possibilidade de ções curricularesPnacionais, das propostas curricu- SI PE PE IN EE M M N S N E N E M M SI NP S atender às necessidades e àsNcaracterísticas dos SI lares dos Estados, do Distrito Federal,I dos MunicíPE SI PE M EE SI EE N M EE estudantes de diversos contextos sociais e cultupios projetos político-pedagógicos das escoSI NP e dosM NP M EE SI las. SI NP EM EM rais e com diferentes capacidades e interesses. EE EE SI E NP EM P PE PE P I M N PE III - APE equidade SIN alude à importância deSItratar Parágrafo único - EstasINDiretrizes Curricula- S IN M EE EM S N S N E EE SI SI NP EM como deres Nacionais NP modalidades S NP EM de forma diferenciada o que se IapresentaM I aplicam-se a todas asPE M S M E EM sigual no ponto EE partida, com vistas Ea obter de-M de do ensino fundamental Eprevistas naNLei de DiretriPE SI M EE P IN à senvolvimentoNP aprendizagens equiparáveis, asseEE P zes e Bases da Educação Nacional, bem como S M NP EE Ie EM N S E IN SI S NP EE do campo,I à educação escolar Indígena INP P S educação M PE P SI S gurando a todos a igualdade de direito à educação. IN M EE IN IN M S S S M M § 3º E- Na perspectiva de contribuir para a errae à educação escolar quilombola. EE NP EE PEda pobreza e das desigualdades, EMequidaEE EM SI NP N dicação EM SI NP EM NP EM PE a M SI SI SI PE de requer que NPE sejam oferecidos mais recursos e me-E Os fundamentosM IN PE N S PE N M EE SI N SI SI EM SI M EE Elhores condições às escolas menos providas eSIaos NP EM P I M E E 3º - O ensino fundamental se traduz como INP alunos que deles mais Enecessitem. Ao lado das poS Art. N M EE M EM SI S líticas universais, dirigidas a todos sem requisito de EEM NP NP EE EE um Idireito público subjetivo de cada um e como deSI S NP PE EM P P P M SI M PE IN IN M seleção, é preciso também sustentar políticas repa- IN ver do Estado e da família na sua oferta a todos. EE E S S S E N P M E PE SI EM IN radoras quePassegurem Emaior apoio aos diferentes Art.S4º - É dever P Estado garantir a oferta do do M EE S IN M PE IN M S PE EE ensino fundamental público, Egratuito e de Squalida- EE grupos sociais em desvantagem.M IN IN EM S S N E P NP SI NP § 4º - A educação escolar,Ecomprometida com EEM de,EEM requisito de seleção. sem EM M SI P IN SI E P S N EE acesso de todos ao conhecimento e IN EM NP Parágrafo único - As escolasNP SI I que ministram a igualdade doEEM M S SI NPdeverão trabalhar considerando M PE S esse ensino SI EE N E essa especialmente empenhada em garantir esse acesP M SI aos grupos da população em desvantagem na PE PE M IN EE NP M da S P EM etapa M educação como aquela capaz de assegu- so EM SI IN EE IN EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

M M EM RESOLUÇÃO NCNE/CEB Nº 07/2010 EE EE EM P P PE E N N

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EM EM EM PE EM PE N N PE PE sociedade, será uma educação com qualidade so- EM II - a compreensãoEEM ambiente natural e sociSI SI P do IN IN E S S N EM M cial EMcontribuirá para dirimir as desigualdades his-NP al, do sistema político, das artes, da tecnologia e e SI I PE M E EE S P EM N P M dos valores em que se fundamenta a sociedade; toricamente PEE produzidas,Nassegurando, assim, o inEM SI EM IN PE M I Sgresso, a permanênciaSe o sucesso na escola, com PEIII - a aquisição de conhecimentos,Ehabilidades IN P IN M EE S N E S N M SI NP SI PE PE M a consequente redução da evasão, da retenção e e a formação de atitudes e valores como instrumenEE SI EM M E P IN IN CNE/ tos para uma visão crítica do mundo; S S N das EEM distorções de idade/ano/série (Parecer EE PE PE EM SI EM P nº 7/2010 P Resolução CNE/CEB n° 4/2010,EM IN M o fortalecimento dos Evínculos deINfamília, Ne E PE S S IV CEB N E P SI M N NP SI EM M PE IN SI E dosNlaços de solidariedade SI humana e M tolerânciaE de que define as DiretrizesECurricularesENacionaisSGeP P E I S N M rais paraEM Educação PBásica). SIN recíproca em que se assenta a vida EE a N SI N P social. M E M SI EM EE SI N P EE M EE PE SI NP N I N EE SOs princípios M NP SI EM NP EM Matrícula no ensino fundamental deE9 (nove) EM SI SI SI EE NP P PE SI N N anos e carga horária EEM PE NP SI SI P S EM Art. 6º I - Os sistemas de ensino e as escolas IN EM M S N E EM PE PE SI EM EM PE M M M IN adotarão como norteadores das políticas Eeducati- NPE Art. 8ºIN O ensino fundamental, com duração S SP IN PE M I EE EE EE S N N M EE vasINP das ações Ppedagógicas, os seguintes princí- S de 9 (nove) anos, abrange a população na faixa etáe SI NP N SI EE SI S SI N EM (seis) aos 14 (quatorze) anos dePidade e M ria dos 6 pios: SI M NP EM PE SI EM EE M PE IN seSestende, também, a todos os que, na idade próI - Éticos: de justiça, solidariedade, liberdade e M M EM E P E N EE EE IN PE autonomia; de respeito à dignidade da pessoa hu- pria, não tiveram condições de frequentá-lo. NPE SI EM NP P I S M N NP NP PE IN Ie de compromisso com Sa promoção do bem EM S SI EE obrigatória a matrícula no ensinoI funSI S N § 1º P- É manaS M PE SI N EE de todos, contribuindo para combater e eliminar M EM SI IN damental de crianças com 6 (seis) anos completos EM EM S E EM NP EM PE EM ou a completar Eaté o dia 31 de março Edo ano emPE quaisquer manifestações de preconceito de origem, SI NP P EM IN P PE N E S N SI N EM EM SI aN S SI raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de que ocorrer SI matrícula, Pnos termosI da Lei e das PE IN PE M S EM N E N discriminação. EM M SI normas nacionais vigentes. PE SI EM PE E M E N E § 2ºM- As crianças que completaremPE (seis) IN 6 dos EM PE EE SI II - Políticos: de reconhecimentoM direitos e EM NP PE N P IN M Irespeito aoE bem comum e anosNapós essa Pdata deverãoE ser matriculadas na S E S deveres de cidadania, de S SI N EE SI SI PE IN (Pré-Escola). Mà preservação do regime democrático e dosINP Educação Infantil recurS N EM E S SI S EM do ensino EM PE PE sos ambientais; daEEM § 3º - A carga horária mínimaPE anual busca da equidade no acesso à EM PE IN IN M EM E S S N E E M educação, à saúde, ao trabalho, aos bens culturaisNP fundamental regularPserá de 800IN NP M EM S (oitocentas) horas SI PE I SI EE IN em, pelo menos, 200 (duzen- PEE PE S relógio, distribuídas IN e outros benefícios; da exigência de NP diversidade de S M N S N EM M M SI SI SI tos) dias de efetivo trabalho escolar. PE para assegurar a igualdade de direitos EE M EEtratamentoM E N E M M NP M SI NP entre osPE PE EE SI M N alunos que apresentam diferentes neces- PEE SI EE EM N P E SI O currículo sidades; da redução da pobreza e das desigualda- IN SI EM IN PE PE NP M S M S N N E PE SI des sociais e regionais. SI SI EE EM PE IN EM EM III - Estéticos: do cultivo da sensibilidade juntaNP INensino fundamental é S Art. 9º - OI currículo do M E M E S EM E S P M E EE EM NP PE IN com M EE E NP SI mente SIN o da racionalidade; Sdo enriquecimento Ientendido, nesta Resolução, comoPconstituído EpeNP PE SI EM EM NP PE das formas de expressão e do exercício da criativi- S las experiências escolares que se desdobram em IN IN S S N SI PE PE M SI torno do conhecimento, permeadas pelas relações dade; da valorização das diferentes manifestações M IN IN M EM EE S S M P EE M EE sociais, buscando articular vivências e saberes dosEM culturais, especialmenteNa da cultura brasileira;EE da EM EE NP SI plurais IePsolidárias. P EM N I construçãoPde identidades M com osMconhecimentos historicamente acuPE N S PE alunos S PE EE IN IN SI EE IN Spara construir as identidaS7º - De acordo com esses princípios, e em NP N P S mulados e Ncontribuindo Art. SI M EM M SI des dos estudantes. EM SI EE PE M conformidade com os art. 22E e 32 da Lei nº 9.394/ M M P E PE E E N E E IN M EM SI EM NP §M1º - O foco PE experiências escolares signi- SIN nas 96 E(LDB), as propostas curriculares NP ensino fundo SI EE PE NP E I PE IN I S N S Sdamental visarão desenvolver o educando, assegu- ficaPE as orientações e propostas curriculares que N que NP M SI SI Eformação M SI EM IN E S PE PE M M rar-lheNa EEcomum indispensável para o provêm das diversas instâncias só terão concretuM NP E das ações educativas que envolvem os E E P N de por meio exercício da cidadania e fornecer-lhe os meios para E SI SI EM N EM SI EM PE PE SI EM NP PE PE PE IN Iestudos posteriores, me- alunos.IN progredir no trabalho e emS S S N N N PE M M SI SI EM SI § 2º - As experiências escolares abrangem to-EE diante os objetivos previstos para esta etapa daIN esM EE S E PE P P N M N EM N M dos os aspectos do ambiente escolar: aqueles que PE M SI SI SI colarização, a saber:E M E PE EE INdesenvolvimento da capacidade de apren- Ncompõem PEEparte explícita do currículo, bem como M P P EM E a I -S o EE P IN SI N IN M implícita, para PE PE N M S SI os que também contribuem, de EE forma der, tendo como Smeios básicos o plenoNdomínio da EM IN SI EE P SI EM da escrita e do cálculo; PErelevan- S M E a aquisição de conhecimentos socialmente leitura, M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M EE disciplinas científicas, no desenvolvimento das lin-INP tes. Valores,Natitudes, sensibilidadeEM orientações e M M EE EE E SI NP S EM EE EE mundo do trabalho, na cultura e na tecSI NPde conduta são veiculados não Isó pelos conheci- guagens, no SINP EM NP P P PE I E S mentos,M N N S rituais, normas de nologia, na produção artística, nas IN P M SI SI EM S atividades EdesE mas por meio de rotinas, IN EM PE PE PE convívio social, Efestividades, pela distribuição do S portivasEe corporais, na área da saúde e ainda inM M N M N E M P IN M SI SI corporam saberesEcomo os que advêm das formas S tempo e organização doPEE espaço educativo, pelos PE PE EE IN M EM E S N EE PE NP IN SI diversas de exercício da cidadania, dos movimenmateriais utilizados na aprendizagem e pelo recreio, NP M SI EM IN SI NP EMenfim, pelas vivências S S EE E PE S tos sociais, da cultura escolar, da experiência Pdoproporcionadas pela SI escola. EM M N M N NP PE M dos alunos. SI § 3º - Os conhecimentosEescolares são aque- PEE cente, doEcotidiano eM SI EM SI N M M PE E E SI PE Art. 13 - Os conteúdos a que se refere o art. 12 PEE les que as diferentes instâncias que produzemN EE IN M SI PE NP IN S M S SI EE N EM NP IN M SI Eorientações sobre o currículo, as escolas e os pro- são constituídosS por componentes curriculares que,SI PE NP M M E fessores selecionam Ee transformam a fim de que por sua vez, se articulam SI N de conhecicom as áreas EE M E SI NP EM M E ser SI possam E ensinados e aprendidos, ao mesmo tem- PE mento, a saber: Linguagens, Matemática, Ciências NP NP EM EM EE SI EM EM NPque servem de elementos para aSIformaçãoSIN da Natureza e Ciências Humanas. As áreas Pde coPE PE po em SI EM PE PE IN IN IN M S S N S E PE nhecimento favorecem a comunicação entre dife- SIN ética, estética M política do aluno. EM SI IN EE e M E S M rentes conhecimentos sistematizadosEM entre estes e EM EE NP M NP SI nacionalE comum e Ia parte INP E PE EM S EM EEoutros saberes, mas M PE P E e permitem que os referenciA base EM N P I P S N N E PE I I complementaridade S N ais próprios de cadaPE PE N S S N diversificada: SI EM M SI S N componente curricularI sejam SIN M EE PE SI preservados. P M N M EE M EM M SI Art. 10 EEO currículoIN ensino fundamentalEtem Art. 14 - O currículo da base nacional comum S do EE NP EM PE PM SI PE EM PE IN nacional comum, complementada em ensino fundamental deveIN EE NP M uma base E I N S abranger IobrigatoriamenS N E P S EM M SI NP S PE cada sistema de ensino e emEcada estabelecimento te, conforme o artigo 26 da Lei nº 9.394/96, oSIestuIN PE M EE S N M M IN SI NP EM PE escolar por uma parte diversificada. EM EE EE do da Língua Portuguesa e da Matemática, o co- S SI EM PE P P IN M E S N N N EM mundo físicoPe natural e Eda realida- M PE SI Art. 11 - A base nacional comum e a parte di- nhecimento do SI SI E PE PE IN IN M currículo do ensino fundamental cons- deNsocial e política, especialmente a do Brasil, bem S S versificada do PE I IN M EE S S N E PE M SI como o ensino da Arte, a Educação Física e o Ensiintegrado e não podemEser conNP EM EM tituem Iem um todoPE IN E M S S P M N E PE PE M no Religioso. sideradas comoSIdois blocos Edistintos. IN PE IN IN EM S EE PE EM S S IN N M § 1º - A articulaçãoSIentre a base nacional INP Art. 15 - OsScomponentes curriculares obriga- EM coPE PE EE IN M S IN EM diversificada do currículo do ensino tórios do ensino fundamental serão assim organi-E S parte E S NP NPmum e a PE EM PE SI fundamental possibilita a sintonia dos interesses zados em relação às áreas de conhecimento: SI N EM PE M N E SI EM N EM PE M SI EM I - Linguagens EE mais amplos de NPE formação básica do cidadão com a SI PE PE IN M M PE S N E N E I N M M NP SI Língua Portuguesa SI realidade local,S as necessidades dos alunos, as caPE SI PE M EE SI EE IN M EE Língua materna, paraM populações Sindígenas M racterísticas regionaisINP sociedade, da cultura e da NP M EE SI da economia e perpassa todo o EEM S E NP E E P I EstrangeiraPmoderna E E PE P currículo. S PE IN LínguaEEM M N N N N PE Arte NP § I2º - Voltados à divulgação de valores funda- S M EE EM SI SI SI N S M EE SI PE SI NP Educação Física mentais ao interesse social e à preservação da orEE SI NP EM IN M S E M EM NP EM dem democrática, os conhecimentos que fazem PE PE SI EM EE PE PE IN EMII - Matemática M N S E PE IN IN NP parte daEbase nacional comum a que todos devem EM SI EE S S N P SI ter acesso, independentemente da região e do lu- INP III - Ciências da Natureza M PE P SI IN M E IN IN que vivem, asseguramE a característica uni- S S S S M IV -EEM Ciências Humanas EM gar em EE NP E P EE EM SI EM NP N História tária das orientações curriculares nacionais, das EM SI NP EM NP EM PE SI EM SI SI PE Geografia PE propostas curricularesM dos Estados, do Distrito FeIN PE N S PE N N M EE SI N SI SI deral, dos Municípios e dos projetos político-peda- EEM SI M EE SI NP EM P P I M EE E das escolas. S V - Ensino religioso gógicos N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE § P1º - O ensino fundamental deve ser M conteúdos curriculares que compõem SI SI § 3º - Os M NP PE E ministra- PE P I E S N N E M IN M do em língua portuguesa, asseguradaNP a parte diversificada do currículo Sserão definidos SI SI PE EE I também às M EE e pelas escolas, de Pmodo comunidades EM S N P a E indígenas EMutilização de suas línguas EE pelos sistemas de ensino S SI IN M IN NPprocessos Epróprios de aprendizagem, NP a complementar e SenriquecerEM currículo, Sassegu- EEM P EE maternas SI e o I P S N P EM M PE SI Federal. EEM rando a contextualização dos conhecimentos esco-N conforme o art. 210, § 2º, da Constituição SIN EM M PE EE IN SI E P S N PE §M - O ensino de História do Brasil levará em N lares em faceE das diferentes realidades. E 2º NP P SI IN M S SI EM N- Os conteúdos que compõem base na- conta as contribuições das diferentes culturas e et- I PE S Art. 12 SI EE N EM PE M SI PE PE M povo brasileiro, especialEE diversificada têm origem nas nias para a IN NP M comum e a parte E S formação Edo P EM cional M EM SI IN IN EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE M N PE PE mente das matrizesNindígena, africana e européia EM EE SI SI IN IN E ficada do Scurrículo. INP S EM M § 1º - Outras leis específicas que complemen(art.EM § 4º, da Lei nº 9.394/96). 26, S NP PE M E EE SI P § 3º - A EE EM N P culturas indígena e afro- tam aM nº 9.394/96 determinam que sejam ainda M Lei história e as I E S EM P IN PE M IN Sbrasileira, presentes obrigatoriamente nos conteú- incluídos temas relativos àNcondição e Edireitos dos S PE IN P I M EE S N S N EE SI EM NP SI PE idosos (LeiSInº 10.741/2003) e à educação para o currículo M dos desenvolvidos no âmbitoPEde todo o INP EM M E IN E S S N EM escolar e, em especial, no ensino de Arte, Literatu- M trânsito (Lei nº 9.503/97). EE PE M EM SI NP PEHistória doP Brasil, assim como a História daE IN EE M - A transversalidade constitui uma Idas maN E PE S S §EE 2º raIN e P SI M N NP S EM SI EE EM África, deverão assegurar o conhecimento e oIN SI S re- neiras de trabalhar os componentes curriculares, asE NP P P E I M S N M M conhecimento dessesPpovos paraNa constituição da áreas de conhecimento M os temas PEE e sociais em uma N SI SI N M M SI E EE nação PEE SI P EE aN EE P N(conforme artigo 26-A da Lei nº 9.394/96, al- EEM perspectiva integrada,Econforme SI Diretrizes CurriN P N SI M NP SI EM EM terado pela LeiEnº 11.645/2008). Sua SIN inclusão posSI S E NP culares INacionais Gerais para a Educação Básica EEM PE PE I N N EM (Parecer CNE/CEB nº 7/2010 e a Resolução CNE/ P sibilita ampliar o leque Ide referências culturais Sde NP SI S N PE SI EM a população escolar e contribui para a mudan- CEB nº 4/2010). EM M M E toda SI E N E P P E EE SI EM EM P N ça das Esuas concepções de mundo, transformando P M M M IN § 3º - SAos órgãos executivosEEdos sistemas de SI PE IN PE M IN E EE S E N N M a os conhecimentos comuns veiculados pelo currícu- S ensino compete a produção eINP disseminação de SI NP NP SI PE EE S SI contribuindo para a construção de identidades materiais subsidiários ao trabalho docente,Nque conSI EM M lo e SI M NP EM PE SI EM EE M PE IN tribuam para a eliminação M discriminações, racisde mais plurais e solidárias. EM E P E S N EM E E- A MúsicaSIconstitui conteúdo obrigatório, mo, sexismo, homofobiaPeEoutros preconceitos e que PE IN PE EM NP § 4º P S M N N NP SI PE IN IN exclusivo, do componente curricular Arte, EMconduzam E adoção de comportamentos responsáSI SI Eà SI S S N mas não P M PE SI IN EE oM qual compreende também as artes EEM visuais, o teaM IN veis e Ssolidários em relação aos outros e ao meio EM EM S E EM NP EM P E tro art. Lei PE SI NP PE EM PE e a dança, conforme o § 6º do IN 26 da M nº ambiente. NPE I M E S N currículo Sdo IN S N E I P E do SI SI 9.394/96. PE Art. 17 - Na parte Sdiversificada S IN PE EM EM - A Educação Física, componente obriga- SINensino fundamental será incluída, obrigatoriamenN §E5º M EM PE SI EM P M M EE N te, a partir do 6º ano, o ensino de, pelo menos, uma IN tório do currículo do ensinoEfundamental, integra a EM PE P EE EE SI EM NP IN M M IN da escola e será Efa- línguaP estrangeira modernaNPE escolha ficará a S S cuja proposta político-pedagógica N E S SI PE E SI SI PE IN Mcultativa ao aluno apenas nas circunstânciasP pre- cargo da comunidade escolar. S N EM E IN S SI EM estrangeiM E§ PE PE vistas noM 3º do art. 26 da Lei nº 9.394/96. S M Parágrafo único MEntre as línguas EE PE PE IN IN M E EE S S N E IN NP M PE EM SI S§ 6º - O ensino religioso, de matrícula facultati-NP ras modernas, a língua espanhola poderá ser a op- EEM PE I SI EE I PE da formação básica ção, nos termos daNLei nº 11.161/2005. M S N va ao aluno, é parte integrante S M SI NP IN NP M EE EM SI SI curricular dos Edo cidadão e constitui S componente M PE NP EM PE EE M EM SI IN normais dasM PE IN horários P E escolas públicas de ensino fun- PEE O projeto político-pedagógico S N S E EM N PE EM SI damental, assegurado o respeito à diversidade cul- IN SI EM IN PE PE NP M S M S N E fundamental com PE SIdo Brasil eIN Art. 18 - O currículo do ensino tural e religiosa quaisquer forSI EE S vedadas M EM PE IN E EM de proselitismo, conforme o art. 33 da Lei nº 9 (nove) anos dePduração SIN N exige a estruturação de S mas M E I M E EM S E EE EE EM NP EM NP um projeto educativo coerente, articulado e integraE SI EM NP NP SI 9.394/96. NP PE PE I SI EM EM NP PE Art. 16 - Os componentes curricularesSe as áre- SIdo, de acordo com osEmodos de ser e de se desenIN IN S S N SI PE P SI das as Ede conhecimento devemM M I M EM EE articular em seus con- volver SIN criançasNe adolescentes nos diferentes S E E EM M contextos sociais. teúdos, a partir das possibilidadesPEabertas pelos M EM NP M EE PE NP SI N I seus referenciais, a abordagem de Itemas abrangenM Art. 19 - Ciclos, sériesE e outras formas de or-E P P N M EE S PE E I S N N E P S N E PE SI SI SI ganização NP que se refere a Lei nºIN S 9.394/96 serão M tes e contemporâneos que afetam a vida humana SIN EM Ia E EM E S EM compreendidos como tempos e espaços interdepenem Eescala global, regional Ee local, bem como na M PE PE EM EM NP E IN M EM SI EM PE NP PE dentes e articulados entre si, Eao longo dos 9 (nove) SIN esfera individual. TemasSIcomo saúde, sexualidade EE PE NP EM IN INdo ensino P I S N S Se gênero, M familiar e social, assim como Ios di- anos de duração N vida PE NP SI SI fundamental. E crianças eM S com EM IN E S PE PE M M reitos Idas EE adolescentes, de acordo M NP E democrática e participativa IN N da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/ E E P A gestão o Estatuto SI S EM N EM S EM PE PE PE SI do meio ambiente, nos termos da M E P PE IN garantiaEdo direitoPE educação IN IN como 90), preservação S S N N S N à PE M SI SI EM EM SI I política nacional de educação ambiental (LeiN nº M EE S E PE PE P N M N EM N M - As PE SI SI SI 9.795/99), educação E E para o consumo, educação fis- PE Art. 20EEM escolasMdeverão formular o projeto EE IN M P P S EM E cal, trabalho, ciência e tecnologia, e diversidade INpolítico-pedagógico ePelaborar o regimento escolar EE IN NP IN M PE dos con- S e de acordo com a proposta do ensino fundamental NPE S M N M S E SI cultural devem permear o desenvolvimento I IN SI EE EE Sparte diversi- de 9 (nove) anos, por meio dePE EM da base nacionalM Pparticipa- S M E teúdos comum e da IN processos N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE à gestão democrática. M M EE M mental deve empenhar-se M promoção de umaINP na tivos relacionados N M EE EE EE SI NP S EM EE cultura escolar Pacolhedora Ee respeitosa, que reco§ 1º - O projeto político-pedagógico da escola SI N NP EM NP PE P I PE I I E S S traduz a proposta educativa construída pela comu- nheça e valorize as experiências dos alunos atenN N S N P SI SI EM EM SI EM IN EM PE PE PE nidade escolar no exercício M sua autonomia, com S dendo as suas diferenças e necessidades específide M M N E E PE IN IN M E EM SI cas, deE modo a contribuir para efetivar aSinclusão S base nas características dos alunos eEnos profissioP PE IN M EM EE PE S N E N EE NP SI escolar e o direito de todos P educação. nais e recursos disponíveis, tendoSIcomo referência NP SI EM IN à SI EM NP EMas orientações curriculares nacionais e dos respecS E PE S Art. 23 - Na implementação do projeto políticoSI EM PE M N N NP tivos sistemas deEensino. PE M EM SI M EEpedagógico, o cuidarM o educar, indissociáveis fune SI SI IN M PE EE E S§ 2º - Será PE EM NP daP EE IN M SI PE INassegurada ampla participação dos ções SIN escola, resultarão emEações integradas que NPE S M S N E EM NP dos e M SI Eprofissionais da escola, da família, SI alunosM da buscam articular-se pedagogicamente no interior daSI PE NP N E própria instituição e também externamente, com definição das orientações imSI PE comunidade local naEEM M SI PE P IN primidasEM processos educativos e nas formas de EE M M M E aos S sistemas educacionais eEcom N E E P serviços de apoio aosEM IN SI EM NP PE PE apoio umS processoSIN as políticas de outrasEáreas, paraM PE implementá-las, tendo como N SI E assegurar Ia apren- PE P IN IN M S S N S E PE M dizagem, o bem-estar e o desenvolvimento do alu- SIN contínuo de EEM avaliação das ações, a Efim de garantir SI IN M E S M a EM distribuição social do conhecimento e contribuir noMem todas as suas dimensões. EE NP EM NP SI E PE para a construção deE uma sociedade democrática EM SI EM NP EE PE P E I EM M N P I P S N N E PE I I S N E PE N S S N Relevância dosP conteúdos, e igualitária. SI N EM M SI SI SI IN M EE PE§ 3º - O regimento escolar deve Eassegurar as Sabordagens integração e P M N M M E N E E M SI EM condições PE institucionaisI adequadasPpara a execuS EM PE M IN EE M PE P E P IN IN político-pedagógicoSe a ofertaIde uma EE N Art. 24 PEA necessária integração Edos conheciM ção do projeto I N S S P N E S EM S SI PE educação inclusivaM com qualidade social, igual- mentos escolares no currículo favorece a suaIN IN PE M conEE e S S E N N M M M SI NP SI PE mente garantida a ampla Nparticipação da comuni-E textualização e aproxima o processo educativo das M EE M EE E SI E E P P P I S N EM EM experiências dosNalunos. PE dade escolar na sua elaboração. PE IN SI SI E PE§ 1º - A oportunidadeIN conhecer e analisar M PE IN M projeto político-pedagógico e o S S de S § 4ºEE O regiPE IN IN M S S N E PE M SI experiências assentadas em diversas concepções escolar, em Econformidade com a legislação EM EM mentoINP P IN EE M S S N PE PE EM e as normas vigentes, conferirão espaço e tempoEM de currículo integradoEe interdisciplinar oferecerá aos NP SI PE IN IN EM SI E PE EM S S E P IN M docentes subsídios para desenvolver PE propostas M para que os profissionaisIN escola e, em especial, S da NP EE professores, possam participar M reuniõesINde pedagógicas queSavancemSIna direção de um traba-EE N S EM Pos E de M SI E NP N E PE SI SI trabalhoINP EM PE lho colaborativo, capaz de superarM fragmentação a coletivo, planejar e executar as ações eduM N E S EM N EM PE M SI PE cativas de modoNarticulado, avaliar os trabalhos dos SI dos componentes curriculares. PEE PE PE IN EE M M S N E N E N M M SI NP § 2º - Constituem exemplos de possibilidades SI SI alunos, tomar parte em ações de formação continuPE SI PE M EE SI EE de integração do currículo, entre outros,IN proposada comunidade. E S as NP e estabelecer contatos com aM EM NP PE M SI SI EM Eseu projetoINpolíti- tasE curriculares ordenadasMem torno de grandes EeiE P M § 5ºE- Na implementação de EE E S E N E P P P P I M N PE PE co-pedagógico, as M articularão com as ins- Sxos articuladores, projetos interdisciplinaresINcom IN M EE E escolas se SIN S SI N S N M EE SI PE SI NP tituições formadoras com vistas a assegurar a forEE SI NP EM base em temas geradores formulados a partir de IN M S E M NP EM questões da comunidade e articulados EEM compoaos mação continuada de seus profissionais. PE PE SI E EE PE político-pedagógico do en- nentes curriculares e às áreas de conhecimento, cur-M IN EM P S Art. EM - No projeto 21 NP E IN EM N PE S E IN SI SI regimento escolar, o aluno, INP Nde E P S sino fundamental e no M PE P SI S rículos em rede, propostas ordenadas em torno IN EE IN INdo planejamento curricular, seráEEM S P S S EM M M centro P considera- conceitos-chave ou conceitos nucleares que permiM EE PE EE que atribuiIN EM S sentidos àNnatureza eM Equestões P N questões cognitivas e as do como sujeito E à tam trabalhar asEEM SI NP EM PE M SI IN SI PE culturais numaP perspectivaS transversal, e projetosE sociedade nas práticas sociais que vivencia, produIN PE M N S PE N N M EE SI N SI SI zindo cultura e construindo sua Eidentidade pessoal Ede trabalho com diversas acepções. EM SI M E SI NP EM P P I EE propostosMpela escola, coE S § 3ºM- Os projetos e social. N N P EE M EM SI SI EM NP IN EE de SI Parágrafo único - Como sujeitoPEE direitos, o munidade, redes eSsistemas dePensino serão articu- PE N PE EM P I M S N E N M PE M lados ao desenvolvimento dos componentes curri- IN aluno tomará parte ativa na discussão e implemenS SI SI PE EE IN M M EE S P M EE EE tação dasNnormas que regem as formas de Irelacio- culares e áreas de conhecimento, observadas as NP S SI E N M P P M SI PE EE namento na escola, forneceráMindicações Srelevan- EE disposições contidas nas Diretrizes Curriculares NaIN IN E S M S P IN M PE NP E a tesEaMrespeito do que deveNser trabalhado no currí-N cionais Gerais para S Educação E EM M SI PE Básica (Resolução PEE I SI E E P e será incentivado a participar Pdas organiza- CNE/CEB nº 4/2010, art.17) e nos termos do Pare- N S N M culo N PE SI N EE M SI SI Pque dá baseMà presente Resolução. SI IN M EE cer ções estudantis. S EE E P M IN E S Art. 25IN Os professores levarão em conta a PE PE M NP M Art. 22 - O trabalho educativo no ensino fundaS PE EM EM SI IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE diversidade sociocultural da população escolar, as EM § 1º - Devem, portanto, adotarSIas providências SI PE IN IN E M S S N M M desigualdades M acesso ao consumo Pde bens cul-NP necessárias para que a operacionalização do prinde EE SI I EE EEinteressesNe necessida- cípio da continuidade não seja M S P E P M M turais e a multiplicidade de EE M SI IN PE traduzidaEcomo “proEE Sdes apresentadas pelosIN NP EM S alunos no desenvolvimen- moção automática” de alunos de um ano, série ou P I PE IN M E S N E S N M SI NP SI PE PE M to de metodologias e estratégias variadasNque me- ciclo para oSIseguinte, e para que o combate à repeEE EM M E P IN I E S S N EM lhor Erespondam Eàs diferenças de aprendizagem M tência não se transforme em descompromisso com PE PE M EM SI P os estudantes e às suas demandas. IN IN M NP EE o ensino e a aprendizagem. PEE PE S S entre N SI M N EE N SI EM NP SI EE EM § Art. 26 - Os sistemas de ensino e as escolas SI SI NP 2º - A organização do trabalho pedagógicoE P P E I M S N M M assegurarão adequadas condições de trabalho aos incluirá a mobilidade e aM E flexibilizaçãoEdos temposNe NP SI SI N M EE M S E EE seus profissionais eI o provimento de outros insu- espaços escolares, a diversidadeINP agrupamenSI E E P E P E M E P S nos N N P N EE SI SI EM NP EM IN mos, de acordo M SI SI EE com os padrões mínimos de quali- tos de Salunos, as diversas linguagens artísticas, a EEM NP PE PE M SI N N diversidade de materiais, osEvariados suportes lite- P dade referidos no inciso IX, do art.4º, da Lei nº 9.394/ NP SI SI N PE SI EM e em normas específicas estabelecidas pelo rários, as atividades que mobilizem o raciocínio, as EM M M E 96 SI E N E P P E SI EM cria- PEE EM P N Conselho NacionalEM Educação, com vistas à N M M SI SI PE IN PE M INatitudes investigativas, as abordagens complemenEE EE E de E N N de çãoINP um ambiente propícioS à aprendizagem com S tares e as atividadesM reforço, P articulação entre de SI NP SI PE INa EE S SI EM e a comunidade, e o Sacesso aosNespaços M a escola base: E SI M NP EM SI NP EM EE M PE deSIexpressão cultural. EM I - noEM trabalho compartilhado Ee no compromisEM E N NP E qualificadaM tecnologiE PE PE so individual e coletivo dos professores eSIdemais SI E das NP Art. 28M A utilização P P N N NP SI PE IN IN SI SI EE EMas e conteúdos das mídias comoNrecurso aliado ao SI S S profissionais da M escola com a aprendizagem dos E P SI NP EE do alunos; M EM SI IN desenvolvimento M currículo contribui para o im- EM EM M S E PE EM II - no SINP portante papel PEE tem a escola como PEE que ambiente dePE atendimentoPàs necessidades específiN EM IN PE I N S N N N EM PE E abor- inclusão digital e de utilização críticaSIdas tecnologiSI aprendizagemS de cada um mediante M SI SI cas de M PE IN PE S EM N E N dagens apropriadas; M SI as da informação e comunicação, requerendo o EM PE SI EM PE M E M E EE N aporte EEM sistemas de ensino Eno que se refere à: SIN dos recursos disponíveis na EE SI III - na utilização dos P NP E P provisão deM NP PE Iespaços sociais e culturais do entorM M IN Iescola e nosS N E E S SI PE recursosNmidiáticos atualizados SI SI o atendimento aos aluPE PE IN Mno; e em número suficiente para S N N EM E M S S SI EM M Ena contextualização dosI conteúdos, asse- M PE PE nos; IVPE EE PE IN IN M EM EE S S N IN II - Padequada formação do Sprofessor e demais gurando que a aprendizagem seja relevante e so-NP NP M EE PE EM SI EM I SI EE IN PE S PE P profissionais da escola. IN cialmente significativa; IN S M S N N EM M M V - noM S SI SI cultivo do diálogo e de relações de parPE EE M EE N E M EE M NP M SI NP ceria com as famílias. PE EE SI M EE Articulações e continuidade da NP SI EE EM N P E SI trajetória escolar Parágrafo NP único - Como protagonistas das INP SI EM IN PE PE M S M N Naos docentes equilibrarS E PE SI ações pedagógicas, caberá SI EE SI EM PE IN EM EM NP INde assegurar aos alu- S Art. 29 - ASInecessidade a reconhecimento e valorização da expeE M E ênfase no M S EM E E EE EM NP EM NP doPE E S EM NP SI riência SIN aluno e daEcultura localI que contribui para Inos um percurso contínuo de aprendizagens torna NP PE P SI E de NP a educonstruir identidades afirmativas, e a necessidade S imperativa EMarticulaçãoM todas Sas etapas daPE IN IN E S N SI PE M SI NP cação, Iespecialmente do ensino fundamental com de Elhes fornecer instrumentos mais complexos de M IN M EM EE S S M E E M a educação infantil, dos anosM dos análise da realidade queP possibilitem o acessoE a N PE EE iniciais eEM anos fi-EM EE PE NP SI SI níveis universais de explicação dosIN PE EM bem como do IN S fenômenos, pro- nais no interior ensino fundamental, PE NP NP EM S IN PE SIo ensino médio, garantinSI N PE S ensino fundamental com SI M piciando-lhes os meios para transitar entre a sua e SIN N EM EM SI EE EM P do a qualidade da educação básica. outras realidades Ee culturasEe participar M diferende M M P PE E E N E P M I E IN IN PE §M1º - O reconhecimentoEM que osEE do tesEesferas daSvida social,NeconômicaPe política.EEM SI P alunos já S NP E IN PE IN da sua entrada no ensino fundaP S N S SI N aprenderam antes Art. 27 - Os sistemas de ensino, as escolas e PE IN SI SI EM EM IN M apoio das famílias e S co- mental e a recuperação do caráter lúdico do ensino E da S PE PE M M os professores, com o EE M NP E para melhor qualificar a ação pedagóN envidarão esforços E E P N I munidade, SI SI EM N EM EM PE PE PE para assegurar o pro- contribuirão SIdos alunosNno que se refere ao seu M gica junto às crianças, sobretudo nos anos S E PE PE IN PE IN I iniciais gresso contínuo S S N N S N PE M M SI SI EM SI IN dessa etapa da escolarização. desenvolvimento pleno e à aquisição de aprendizaM EE EE S E P PE P M N EM § 2º - Na passagem dos anos SIN N M iniciais paraSIos lançando mão de todos os rePE SI gens significativas,PEE EM PE EE IN M EM P EM E cursos S disponíveis e criando renovadas oportunida- INanos finais Edo ensino Efundamental, especial atenP IN S NP IN M PE PE S N M S E S ção seráI dada: des para evitar que a trajetória escolar discente seja N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E retardada ou indevidamente interrompida. I - pelos sistemas de ensino, ao planejamento M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M M com licenciatura específica (conforme Parecer CNE/INP da oferta educativa dos PEE alunos transferidos dasMreN M EE M EE EE SI N S EE CEB nº 2/2008), deve serPEE asseguradaEE integração SI NP NPdes municipais para as estaduais; P EM N P I Pa I I E S S N N S N P os demais componentes trabalhados peloEM proII - M SI EM SI E pelas escolas, à coordenação dasSIdeman- SINcom M PE PE fessor de referência da turma. das NPE específicas EE feitas pelosMdiferentes professores M M N N E E M P M SI SI SI aos alunos, SINfim de que Eos estudantes possam a PE PE EE M EM EE PE N E N PE NP SIA avaliação: parte integrante do currículo M melhor organizar as suas atividades diante dasEsoNP SI SI EM IN SI E NP EMlicitaçõesM S E PE S SI E muito diversas que recebem. PE P M N E N N P EM SI M Art. 32 - A avaliação dos alunos, a ser realizaArt. 30 - Os Etrês anos iniciais do ensino funda- PEE SI EM SI N E M PE E SI N da pelos EprofessoresM pela escola como parte inte- EEM mental devemINP assegurar:SIN EE SI PE e NP P P I EM M M S N S grante da proposta curricular e da implementaçãoSIN IN PE M I - a alfabetização e o letramento; EE SI S N M M EE NP do currículo, é redimensionadora daSIação pedagóII - oMdesenvolvimento das diversas formas de SI EE EE NP EM EE SI expressão, incluindo o aprendizado da Língua Por- PE EM gica e deve: NP NP EM EM SI SI EM EM NP a Literatura, a Música e demais artes, aSIN PE PE PE E I - Iassumir um Pcaráter processual, formativo e tuguesa, SI EM N PE IN IN M S S S E PE M IN M participativo, ser Scontínua, cumulativa e diagnósti- SIN Educação Física, assim como o aprendizado da IN EE M EE S M ca, com vistas a: Matemática, da Ciência, da História e da Geografia; EM EE NP M EM NP SIcontinuidade da aprendizagem, tendo em EE PE EM SI NP EE identificar potencialidades e dificuldadesEM PE P E I III - a EM M N S PE de IN IN SI NP EE PE NP e detectar problemas de ensino; S S N contaM complexidade do processo de alfabetiza- SI aprendizagem Ea M SI IN SI NP M EE PE os prejuízos que a repetência pode causar no SI subsidiar decisões sobreMa utilização de estra- S ção e E P M N M E N E E M SI EM tégias e abordagens de acordo com asM ensino fundamental como um todo Ie,PparticularmenSI N E necessidaPE PE M EE M PE S N N PE EE M te, na passagem do primeiro para o segundo ano des dos alunos, criar condições de intervir de modo EE IN NP SI SI P N E P S EM SI SI IN PE de escolaridade eEEM PE imediato eIN mais longo prazo para sanar dificuldaa deste para M terceiro. o S S E N M M M IN SI NP o oE M M EE§ 1º - Mesmo quandoINP sistema de ensino ouPaE des e redirecionarPEE trabalho docente; manter a fa- S E SI E E P M S N N PE mília EinformadaSIsobre o desempenho EEM alunos; M dos escola, no uso de sua autonomia, fizerem opção SIN pelo PE SI E PE IN e da família de discuIN M S S N reconhecer o direito do aluno regime seriado, seráM necessário considerar os três E NP PE I I E S S N E PE P EM SI EM EM anos iniciais do ensino fundamental como Eum bloco tir os resultados de avaliação, inclusive em instânciPE IN IN M S S P N E PE PE EM pedagógico ou um ciclo sequencial nãoIN passível deEM as superiores à escola, revendoEprocedimentos semM SI PE IN IN S E PE EM S S N M pre que as reivindicações forem procedentes. interrupção, voltado paraIN todos os alunos PE PE SI EM NP S ampliar a M EE oportunidades de sistematização e aprofundaIN SI IN EM PE Pas S E M II - utilizar vários instrumentos e procedimentos, S E N N E P PE SI SI mento das aprendizagens básicas, imprescindíveis tais como a Eobservação, o registro descritivo e refleEM PE IN M IN EM M S EM N E P M S E SI xivo, os trabalhos individuais e coletivos, osM PE portfópara o prosseguimento dos estudos. PE PE IN EE M PE N S N E N E N M M SI NP lios, exercícios, provas, questionários, dentre outros, SI SI as dePE SI PE EE § 2º - ConsiderandoEE características de EM SI E tendo em conta a sua adequação à faixaIN senvolvimento dos alunos, cabe M aos professores S etária e às NP EM NP M M M SI adotar formas de trabalho que proporcionemINP SI E E PE M características de desenvolvimento do educando; E maior EE E E S E N E PE P P P I M N N PE PE IN II - fazer prevalecer os aspectos qualitativos da mobilidade das crianças nas Ssalas de aula e as le- S IN M EE EM SI SI N S N E EE SI SI NP EM vem a explorar P SI NP EM IN mais intensamente asEdiversas lin- aprendizagem doEaluno sobre os quantitativos, bem M M S M NP EM como os resultados ao longo do período Esobre o de guagens artísticas, a começar pela literatura, a utiliPE PE SI EE PE PE oportunidades de Sracio- eventuais provas finais, talMcom determina a alíneaM IN EM EE P zar materiais que ofereçam M E IN N IN EE IN SI e explorando as suas carac- INP do incisoSV, do art. 24, da Lei nºS9.394/96; INP EE P S cinar, manuseando-os M PE P S S “a”, IN M IN IN e propriedades. PEE S S S EM M M III - assegurar tempos e espaços diversos para terísticas EE N EE EE 1º ao 5º ano do ensino fundamen- que os PE EM SI EM conNP P P N EM SI EM EM Art. 31SI-NDo PE M SI alunos com menor rendimento tenham IN PE PE ao tal, PE os componentes curriculares Educação Física e dições de serNdevidamenteS atendidos IN longo doE M N S PE E N M SI N SI Arte poderão estar a Ecargo do professor de referên- Eano letivo; SI EM SI M EE SI NP EM P I M EE E turma, aquele com o Iqual os alunos perma- INP S VI - prover obrigatoriamenteEperíodos de recucia da N M EM S S peração,M preferência paralelos ao período letivo, EEM NP NP PE EE de EE necem a maior parte do período escolar, ou de proSI SI PE EM P P IN M S NP M PE IN I M como determina a Lei nº 9.394/96; fessores licenciados nos respectivosNcomponentes. EE E SI S S E N P I PE EM EM PE § 1ºSI-NNas escolas que optarem por incluir LínV - assegurar tempos e espaçosS de reposição S EM IN M PE PE IN M conteúdos curriculares, ao longo do ano letivo, S S PE EE gua Estrangeira nos anos iniciais do ensino funda- EE dos IN IN EM S S N E P EM M NP SI mental, o professor deveráNP licenciatura específi-N aos alunos com frequência insuficiente, evitando, EEM EM M SI PE EE I ter SI S N PE EE caP no componente curricular. sempre que possível, a retenção por faltas; NP EM N SI IN M SI SI EM NP casos em que esses componentes PEVI - possibilitar a aceleração de Eestudos para S E § 2º -SINos N EM PE M SI alunos com defasagem idade-série. PE PE M IN EE NP M S EM curriculares sejamP desenvolvidos por professores os EM SI IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE SI SI A educação em escola de tempo integral Art. 33 - Os procedimentos de avaliação ado- EEM PE IN IN M S S N M M tados pelos professores e pela escola PEE serão articu- P SI I M EE EE em nível nacional SeN E P EM N P M Art. 36 - Considera-se Ede período M integral a lados às avaliações realizadas EM SI PE IN P M IN EE Sàs congêneres nos diferentes Estados e Municípi- jornada escolar que se organiza em 7P(sete) horas S PE IN IN M EE S N S N P M EE SI S PE diárias, no Smínimo, perfazendo umaI carga horária sistemas IN M os, criadas com o objetivo de subsidiar osINP EE EM M E P IN S S N EM de ensino e as escolas nos esforços de melhoria da M anual de, pelo menos, 1.400 (mil e quatrocentas) EE PE PE M EM SI PE IN IN EE NP EE horas.EM PE S S qualidade da educação e da aprendizagem dos aluN SI M N E NP SI EM NP SI EE EM Parágrafo único - As escolas e, solidariamen-E nos. SI SI NP P P E I M E N M te,S os sistemas de ensino, conjugarão esforços SIN ob§ 1ºEMA análise Ido rendimento dos alunos com NP SI N PE E M S EM EE base nos indicadores produzidos por essas avalia- jetivando oEM SI N E P E aumentoSIda carga horária P E progressivo M E P N N E P M N SI M SI NP EM carga ho- EM ções deve auxiliar os sistemas de ensino e a comu- E mínima IN SI S diária e, consequentemente, da PEE SI EE NP PE SI N N EM rária anual, com vistas à maior qualificação do pro- PE nidade escolar a redimensionarem as práticas eduNP SI SI N PE SI vistas ao alcance de melhores resulta- cesso de ensino-aprendizagem tendo como horizonEM EM M M E cativas com SI E N E P P E EE SI EM EM P N dos. EM N P M M SI SI PE IN PE INte o atendimento escolar em período integral.M EE E EE S N S N P M EE Art. 37 - A proposta educacional da escola de SI NP N§ 2º - A avaliação externa do rendimento dos NP SI M EE SI SI refere-se apenas M uma parcela restrita do tempo Eintegral promoverá a ampliação de P SI N tempos, M alunos SI M NP Ea PE SI EM M IN espaços e oportunidadesEM educativas e o compartique é trabalhado nas NPE escolas, de sorte que as EE refeM EM E P E S E IN as lhamento da tarefa de educar e cuidar entre os NPE PE rências PEE o currículo devemINP SI EM propara P S M N NP S continuar sendo PE IN IN nas propostas político-pedagógicas das es- EMfissionais da escola eSde outras áreas, as famílias e SI SI EE SI S N contidas M PE SI NP EE atores sociais, sob a coordenação M escola EM da colas, articuladas às orientações e propostas curriM EM IN outros SI EM M S M NP PE PE EE M EE EE e de seus professores, visando a alcançar a melho-PE culares dosSIsistemas, sem reduzir Ios seus propósiN N P M N EE S M SI NP NP SI ria da qualidade da aprendizagem e SIN convivência da escala. EE SI SI tos ao que é avaliado pelos testes de larga PEE NP P I M 34 - Os sistemas, as redes de ensino e os INsocial e diminuir as diferenças de acesso ao conheS EM E N Art. M S EM PE SI EM PE M EE N cimentoEM aos bens culturais, em especial Pentre as SIN e projetos político-pedagógicos das escolas devem EM PE PE EE SI EM PE N PEvulneráveis. IN clareza oIN M M S expressar com N E E S que é esperado dos Ealu- populações socialmente mais SI N PE SI SI PE P IN Mnos em relação à sua aprendizagem. § 1º - O currículo da escola de tempo integral, S N EM E IN S SI EM integrado, M EM - Os resultados de Saprendizagem dos M PE PE concebido como um projeto educativo Art. 35 EE PE PE IN IN M EM EE S N N a ampliação PE jornada escolar diáriaSmedida alunos devem ser aliados àEavaliação das escolas eNP implica PEE NP M EM SI SI EM I SI IN P em contaEEos parâme- ante oIN S P desenvolvimento de atividades como o acom- NPE de seus professores, tendo S M N S N EM M M SI SI SI pedagógico,PoE reforço e oE aprofundaP E M M EEtros de referência dos insumos básicos necessári- panhamento M E N P os à educação de qualidade para todos nestaEetapa mento da aprendizagem,N experimentação e a pesM E SI N PE EM PE SI a SI EE PE EM IN PEquisa científica, a cultura e as artes, o esporteMe o IN EE E S da educação e respectivo custo aluno-qualidade ini- IN S EM IN NP S lazer, asStecnologiasMda comunicação e informação, PE NP NP EM SI cial (CAQi), consideradas SI inclusive as suas modaliSI EE N EM PE EM atendimento a afirmação da cultura dos direitos humanos, a pre- SI EM NP IN dades e asM formas diferenciadas Pde E I M E S EM S E EE EE EM N EM NP E SI EM NP NP SI como Sa educação do campo, a educação Iservação do meio ambiente, a promoção da saúde, NP PE PE I SI EM EM NP PE escolar indígena,Sa educação escolar quilombola e S entre outras, articuladas aos componentes curricuIN IN E S N SI PE M NP lares e Iáreas de conhecimento, a vivênciasSIe prátias Eescolas de tempo integral. M IN M EM EE S E E Parágrafo único - NP melhoria dos resultados cas socioculturais.S EM M A M EM PE M EE PE NP SI I de aprendizagem dos alunos e da qualidade da eduM § 2º - As atividades serão desenvolvidas den-E PE P IN N M EE S PE E I S N N E S N PE SI SI NP PE SI tro S M cação obriga: IN do espaço escolar conforme aI disponibilidade EM IN E M S EM E S I M - os sistemas de ensino, a incrementarem os da escola, ou fora dele, em espaços distintos da ciPE EE PE EM EM NP P EE IN M EM SI EM PE PE dade M do território em que está situada Ea unidade SIN dispositivos da carreira eSIN condições de exercício de EE P NP Eou IN PE IN a utilização de equipamentos soI S N S Se valorização do magistério e dos demais profissio- escolar, mediante N PE NP SI SI EM SI EM IN Ma oferecerem os recursos e ciais e culturais aí existentes e o estabelecimento E E S E PE M M nais da Peducação Ee M NP E com órgãos ou entidades locais,IN N E E P apoios que demandam as escolas e seusM SI SI EM N E profissio- M de parcerias S semEM PE PE PE SI a sua atuação; E pre deSacordo com PE respectivoEprojeto político-pePE IN P IN IN nais para melhorar S No N S N PE M SI SI EM EM SI IN M EE II - as Eescolas, a uma apreciação mais ampla dagógico. S PE PE P N M N EM N Ao a por PE SI SI das oportunidadesPeducativas EEM elas oferecidas PE § 3º - EEM restituir EMcondição de ambienteSIde EE IN M S EM E aos educandos, reforçando aNP responsabilidade INaprendizagem à comunidade e à cidade, a escola sua E P IN S NP I M PE PE S N M S E SI estará contribuindoSIpara a construção de redes so- IN de M propiciar renovadas oportunidades IN incentivos e EM EE PE S S E que delas mais necessitem. PE M N aos ciaisMe de cidades educadoras. PE IN M EM SI EE S E N M EE M PE SI EM NP PE EE EE IN M NP SI EM P I PE P S IN E M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PEórgãos executivos e normativos da M M § 4º - Os EE M § 1º - As escolas das M populações do campo,INP N M EE EE EE SI NP E S EM EE S NP NPUnião e dos sistemasI estaduais P municipais de dos povos indígenas e dos quilombolas, ao contar EM Ne PE P I PE I I E S S educação assegurarão que o atendimento dos alu- com a participação ativa das comunidades locais N N S N P SI SI EM EM SI EM IN M PE PE nos NPE escola deEtempo integral possua infraestru- S nas decisões referentes ao currículo, estarão amna M M N N M E E PE M EM SI SI SI EE pliandoEas oportunidades de: EM tura adequadaNe pessoalPqualificado, Ealém do que, P PE I M EE S N EE PE NP SII - reconhecimento deNseus modos próprios de esse atendimento teráIN NP S caráter obrigatório e Pserá SI EM I SI EM N EMpassível de avaliação em cada escola. S E PE S vida, suas culturas, tradições e memórias coletivas, SI EM PE M N N NP PE EM SI M EEcomo fundamentais para a constituição da identidaSI EM SI IN M PE EE EM SA educação do campo, a educação escolarNP de das crianças, adolescentes e adultos; EM PE EE IN M SI PE NP IN PE S M S N SI EE EM NP II - valorização dos saberes e do papel dessasSIN SI SI EM indígena e a educação escolar quilombola PE NP I EM EM populações na produção Sde conhecimentos sobre PE IN EM - A Educação do Campo, tratada como EEM PE PE IN M M ambiente natural e S E S EM seu cultural, assim Art. 38 N N E P o mundo, E SI EM EM NP rural naSIlegislação PE PE que IN como as PE educação SI EM PE PE IN IN brasileira, incorpora osS IN práticas ambientalmente sustentáveis M S S N N S E PE M utilizam; espaços da Efloresta, da pecuária, das minas e da EM SI SI IN M EE S M no agriculturaNP se estende, também,NP espaços E e aos EM E pesM III - reafirmação do pertencimento étnico, M EM SI EE PE queiros, caiçaras, ribeirinhos e extrativistas,INP EM SI EE das comunidades quilombolas e dos povos PE P E caso confor- P EM M N EE P IN IN a Educação Básica S Cam- IN indígenas, e do cultivo E língua materna na escola SI E da PE NP S S N me as Diretrizes para do S EM M SI IN SI NP M EE PE SIcomo elementos importantes de S para estes últimos, po (Parecer CNE/CEB nº 36/2001 e Resolução CNE/ E P M N M M E N E E M SI EM M construção da M identidade; PE CEB nº 1/2002; ParecerI CNE/CEBNP 3/2008 eEReS PE M I nº E PE EE S P E Pdo calendário IN EE N IV - flexibilização, seIN M solução CNE/CEB nº 2/2008). E I N S necessário, S P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE M escolar, das rotinas e atividades, tendo em conta as Art. 39 - A Educação Escolar Indígena e a EduEE S S E N P N M M M SI SI cação Escolar SIN Quilombola NPE respectivamente ofe-E diferenças relativas E atividades econômicas e culsão M E às M EE E E E P P P I S N N E PE turais,Mmantido SINtotal de horas anuais EEM o obrigatórias M recidas em unidades educacionais inscritas em suas PE SI SI E PE IN IN M S S N no currículo; terras e culturas e, para essas populações, estão E NP PE I I M E S S N E PE M P S V - superação das desigualdades sociais eI esEM EM assegurados direitos específicos na Constituição PE IN EE IN M E S S M E PE que Federal que lhesIN valorizar e preservar asEM colares INP afetam Eessas populações, tendo por NP S permitemPEE P IN EM SI E EM S S IN M garantia o direitoSà educação;E suas culturas e reafirmarIN seu pertencimento étniP PE EM NP So EE IN M SI IN das es-E EM P Pco. S E M § 2º - Os projetos político-pedagógicos S E N N E P M PE SI SI PE colas do campo, indígenas e quilombolas devem § 1º - As escolas indígenas, atendendo a norIN M EE IN EM M S EM N E P M S E PE mas e ordenamentos jurídicos próprios PE a Diretri- SI contemplar a diversidade nos seus aspectos socie PE IN EE M M PE N S N E N E N M SI NP ais, culturais, políticos, econômicos, éticosEe estéti- SI SI zesMCurriculares Nacionais específicas, terão ensiP SI PE M EE SI EE N EE de etnia. no SI NP intercultural e bilíngue, com vistas à afirmação e cos, M gênero, geração eM NP M EE SI à manutenção da diversidade étnica e linguística, SI EM NP Eatendem a essas populaEM EE SI E NP § 3º - AsM E escolas que PE PE PE P I M N N PE PE assegurarão a participação daNcomunidade no seu Sções deverão ser devidamente providas pelos sisIN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP de educaciomodelo de edificação, organização e gestão, e deEE SI NP EM temas de ensino EM materiais didáticos e M IN P M S M nais que subsidiem o trabalho com a diversidade,M verão contar com materiais didáticosNproduzidos E de E EE EE SI M NP EE Pcultural de cada povo (Pare- bem como deINP EE P acordo com o contexto SI recursos que assegurem aos alunos M NP EE EM N I S IN SI e Resolução CNE/CEB nº 3/ INP acesso a outros bens Eculturais e Slhes permitam NP EE P S cer CNE/CEB nº 14/99 M PE P SI So IN M EE IN IN S S M estreitarEEMcontato com outros modos de vida e ouo 99). S EE EM NP P EE EM SI da Educação Escolar tras formas de conhecimento.PE EM NP P M N SI N EM EM § 2º - O detalhamento PE M SI EE IN SI PE § 4º - A participação das populações locais podeE QuilombolaSdeverá ser definido pelo ConselhoP NaIN PE M N S PE N N EE SI N SI SI cional de EducaçãoPpor meio de M EM SI M EE Diretrizes Curricu- PEtambém subsidiar as redes escolares e os sistemas SI N EM P I M EE E S lares PNacionais específicas. IN E N de ensino quanto à produção e Eoferta de materiais M M EM S SI NP EM N EE E O SI SI Art. 40 - M atendimento escolar àsEpopulações escolares e no que diz respeito ao transporte e a PE NP PE EM P P I N N M PE M equipamentos que atendam S características am- IN as do campo,PEE povos indígenas e quilombolas requer S SI SI EE IN M M EE S P IN neM EE EE respeito Sàs suas peculiares condições de vida e a bientais e socioculturaisEdas comunidades e asM NP S N I P P M SI PE EE utilização de pedagogias condizentes comSas suas EE cessidades locais e regionais. M IN IN EM S S N E P E M NP SI EM formas próprias de produzir P EM M SI PE EE IN conhecimentos, obser-N SI E E PE P S Meducação especial SIN A vadas as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais N E N PE NP M SI SI PE SICNE/CEB M 7/ IN EM EE para a Educação Básica (Parecer S N M PE EE nº SI Art. 41INPO projetoM PE M 2010 e Resolução PEE CNE/ CBE EM 4/2010). INP nº IN E político-pedagógico daMesSE S IN E M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM P PE cola e o regimentoSIescolar, amparados na legisla- EM assegureEisonomia em relação ao ensino fundaSI PE IN IN E lhe S S N EM M ção EM vigente, deverão contemplar a melhoria das con-NP mental regular; SI I PE M E EE S E P EM N P M IIM um modelo pedagógico próprio, Eque permidições de acesso e de permanência dos alunos com M ESI PE IN PE M IN Sdeficiência,Ntranstornos globais do desenvolvimen- ta a Eapropriação e contextualização das Diretrizes S P I PE IN M EE S N E S N P M SI SI PE PE M to e altas habilidades nas classes comunsNdo ensi- CurricularesINNacionais; EE S EM M E P IN I S S M EM III - a implantação de um sistema de monitorano regular, intensificando o processo de inclusão nas M EE PE PE IN M PE públicas e privadas S buscando a universa-E mentoEe avaliação;PEE IN IN EE M NP E S S escolas e N SI M N E NP SI EM NP SI EE E IV lização do atendimento. M SI SI NP - uma política de formação permanente deE P P E I M S N E N M M seus professores; Parágrafo únicoP - Os recursos de acessibiliSI SI N IN PE M EE M EM recursos para que seja EE dade são aqueles Sque asseguram condições de SI N P EE V - maior alocação de M EE PE SI NP N E P N SI M NP SI EM EM acesso ao currículo dos alunos com Sdeficiência NPE ministrada por docentes licenciados. e IN SI SI EE EM PE PE SI Art. 45 - A idade mínimaEM para ingresso nos cur- PE mobilidade reduzida, porNmeio da utilização de maIN NP I S S N PE SI EM EM M SI sos de Educação de Jovens e Adultos e para a reaequipaEM IN PE teriais didáticos, dos espaços, mobiliários e EM PE EE E S EM P N mentos,Mdos sistemas de comunicação e E M lização de SIN exames de conclusão deM de SI P informa- INP IN PE EE EJA será M 15 EE EE S S (quinze) anos completos (Parecer CNE/CEB nº 6/ N P P M EE ção,Ndos transportes e outros serviços. SIN NP SI IN EE SI 3/2010). INP SI Art. 42 - SO atendimento educacional especi- 2010 EEM M P S M EM P e Resolução CNE/CEB nº IN EM M INParágrafo S único - Considerada a prioridade de alizado aos alunos da PE educação especial seráEE proM M EM E P E S N EE IN PE movido PEE SIcom o apoio dos órgãos com- atendimento à escolarização obrigatória, para NPE EM NP que e expandido P I S N NP EM IN IN Ele não substitui a Sescolarização, mas EMhaja ofertaEcapaz de contemplar o NPE atendimento SI SI SI S S pleno petentes. M PE SI NP contribui para PEE ampliar o acesso ao currículo, ao proM EM SI IN dos adolescentes, jovens e adultos na faixa dos 15 EM EM M S E EM N PE EM (quinze) anos PEE mais, com defasagem idade/sé-PE ou porcionar independência aos educandos para a reSI NP PE EM IN PE N S N SI N N EM PE EM SI SI SI alização de tarefas e favorecer a sua autonomia rie, tanto naSIsequênciaINdo ensino regular, quanto PE PE M Decreto nº 6.571/2008, Parecer CNE/ INem Educação de Jovens e Adultos, assim como nos S EM E N (conforme M S EM PE SI EM PE M EE N EM cursos Edestinados M formaçãoEM à profissional, torna- SIN CEB nº 13/2009 Ee Resolução CNE/CEB nº 4/2009). P PE EE SI P NP PE IN único - OIN M educacional se necessário: PEE M S Parágrafo N E E S atendimento SI N SI SI PE PE IN Mespecializado poderá ser oferecido no contraturno, I - fazer a chamada ampliada dos estudantes S N N EM E S SI SI E fundamental; M E de PE PE em salasM recursos multifuncionais na própria es- EM todas as modalidades do ensino M em EE PE PE IN IN M EM E S S N M M II -Papoiar as redes e os sistemas de ensino a cola,IN outra escola ou emEcentros especializadosNP NP M EE PE SI S em I SI EEe profissio- estabelecerem política própria para o atendimento PEE IN PE S P IN e será implementado por professores S M M N S N M IN M SI EE SI suas potenciEE M EEnais comEEformação especializada,S de acordoMcom desses estudantes, que considere asINP P E M M S NP plano de atendimento aos alunos que identifique Ealidades, necessidades,IN EM PE EE S expectativas em relação à M NP SI EE EM N P EE SI NP suas necessidades educacionais específicas, defi- INP vida, às culturas juvenis e ao mundo do trabalho, SI EM I PE P N M M N N as atividades a seremS inclusiveS com programas de aceleração da apren- PE E SI na os recursos necessáriosI e SI EE S N EM PE SI EM EM NPnecessário; IN dizagem, quando desenvolvidas. M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI NP III - incentivar a oferta de Educação de Jovens PE PE I I N E diurno e noturno, com PE SIe Adultos EEM períodos M NP nos avaliAS Educação Ide Jovens e Adultos S IN S S N SI P PE M SI ação em processo.IN M IN M EM EE S S EE Art. 43 EM sistemas de ensino Eassegurarão, EM E Art. 46 - A oferta de cursos de Educação deEM EM NP E - Os PE NP SI e adultosPque não pude- Jovens e Adultos, nos anos iniciais do M I gratuitamente, aos jovens M PE P IN N M EE ensino funS PE E S N N E SI IN SI SI os estudos na idade própria, oportuni- NPE NP PE presencial e a sua Sduração ficará a I S damental, será M ram efetuar EM SI critério de IN EM S cada sistema de ensino, nos termos do EE EM PE dades educacionais adequadas às suasM caracterísM M P E PE E E N M EE IN M IN SI EM PE NP P Parecer CNE/CEBE nº 29/2006, tal comoEE ticas, interesses, condições de vidaNe de trabalho SI EE P remete o S NP EM I P IN nº 6/2010E e a Resolução CNE/ I S N S Smediante cursos e exames, conforme estabelece o Parecer CNE/CEB PE IN NP SI EM da Lei nº 9.394/96. SI EM IN nº 3/2010. Nos anosSfinais, ou seja, do 6º ano M E CEB S PE PE M M art. 37,N§ 1º, EE M NP Eos cursos poderão ser presenciaisNou a E E P M ao 9º ano, Art. 44 - A Educação de E Adultos, volSI SI EM N SI EM PE PE P Jovens e PEE SI EM distância, devidamente credenciados, e terão 1600 PE IN PE IN IN tada para a garantia de formação integral, da alfaS S N N S N PE M M SI SI EM SI I (mil e seiscentas) horas de duração. PEE betização às diferentes etapas da escolarizaçãoNao M EE S E PE P N EM N Tendo em SIN conta as situaem PE M EM SI SI longo da vida, inclusive àquelesEEM situação de pri- PE Parágrafo único - M IN liberdade,Eé pautadaPpela inclusão e pela Nções, os perfis e as faixas etárias dos adolescenM EE P S EM E vação de EE P IN SI NP IN M PE PE N M E SI qualidade social Se requer: S tes, jovens e adultos, o projetoEpolítico-pedagógico N EM N SI EE P SI EM I - um processo de gestão e financiamento que da escola e o regimento escolar viabilizarão um mo- SI PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM EE PE próprio EEM essa modalidade de M M M II - a formação continuada dos professores eINP delo pedagógico para N P M M EE EE EE SI S EM IN EE EE NP NPensino que permita a SapropriaçãoPe contextualiza- demais profissionais da escola em estreita articulaEM N P P I PE I I E S ção dasMDiretrizes Curriculares SNacionais assegu- ção com as SinstituiçõesNresponsáveis pela formaN N P SI SI EM EM N SI E SI ção inicial, dispensando especiais esforços quanto EM PE PE P rando:E M M N N E E M PE IN M EM SI SI I - a identificação e oEreconhecimento das for- à formação dos docentes dasEM modalidades especí- S PE PE EE IN M EE P S N E P N PE NP S ficasI do ensinoNfundamental e àqueles que trabamas de aprender dos adolescentes, jovens e adulPE SI SI EM IN SI EM EMtos e a valorização de seus conhecimentos eIN S E PE S lham nas escolas do campo, indígenas e quilomboS expe- M EM PE N N NP riências; PE EM SI M EElas; SI EM SI E P IN M M EE EM SII - a distribuição dosINP PE IIIN-P a coordenação do processo de implemen- PEE componentes curricula-N EE M SI PE IN S M S N SI EE N EM NP M SI SI Eres de modo a proporcionar um patamar igualitário tação do currículo, evitando a fragmentação dosSI PE NP M M E de formação, bem como a sua disposição adequa- projetos educativos no interior de uma mesma reaI N E S M EE SI NP EM PE SI da nosPEE EM lidade educacional; M tempos e espaços educativos, emIN face das PE NP EM EM S SI EM E N PE proPE estudantes. PEacompanhamento e aM IN IV I-No necessidades específicas dos S N SI E avaliaçãoSIdos PE PE IN M E S S E M gramas e ações SIN educativasINP respectivas redes SIN nas Art. 47 EEA inserção de Educação de Jovens e -M M EE S E P M e escolas e o M suprimento das necessidades detecAdultos no Sistema Nacional de Avaliação daEEduEM NP M EM SI EE PE cação Básica, incluindo, além daIN E S avaliaçãoINP ren- PEE EM PE P E tadas. do EM M N I P S N N E PE I I a aferição de indicadores insti- IN S E PE N - O Ministério da Educação, emIN S S I Art.S49 articudimento dos alunos, S EM M IN NP M EE e privadas, concorrerá lação com os Estados, os Municípios e o SDistrito S PE SI tucionais das M redes públicas E P M N M N E E PE M SI EM Federal, deverá encaminhar ao Conselho Nacional para a universalizaçãoSIe a melhoria da qualidade EM PE PE M IN EE M PE S P N IN educativo. EE N Educação,E precedida Ide consulta PE M do processo E I de pública nacioN S S P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE M nal, proposta de expectativas de aprendizagem dos EE S S E N N M M M SI NP SI PE devem ser atingidas EE M EEA implementação destas Diretrizes: EE conhecimentos escolares queEM SI E P P P IN E S N E alunos emIN EM PE pelos M sistemas SIN S diferentesNestágios doEensino fun- M SI compromisso solidário dosINP E PE P I M de ensino S damental (art. 9º, § 3º). S e redes PE IN IN M EE S S N E PE M P SI Parágrafo únicoM- Cabe, ainda, ao Ministério EM EM PE IN EE IN S S N E PE PE EM Art. 48 - Tendo em vista a implementação des-EM da Educação elaborar orientações e oferecer outros NP SI PE IN IN EM SI E PE EM S S N M subsídios para a SIN implementação destas Diretrizes. EM tas Diretrizes, cabe aos sistemas e às redes de enPE PE NP SI E EE prover: M IN M SI IN E Psino S E M Art. 50 - A presente Resolução entrará em IviS NP PE IN M EE PEà ampliação dos gor na data de sua publicação, revogando-se as disS S N I -SIos recursosMnecessários N EE E M EM NP EM SI EM SI posiçõesINP contrário, especialmente a Resolução EE PEdedicados ao trabalho E em tempos e espaços PE P educativo E M M P N S N P E N E N M M SI SI SI CNE/CEB nº 2/98.IN nas escolas e a distribuição de materiais didáticos e PE SI PE M EE S EE N M EE escolares adequados; INP SI NP M EE SI S EM NP EM EM EE SI E NP EM PE PE PE P M SI N N N PE PE IN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP EE SI NP EM Anotações SIN M E M EM NP EM PE PE SI EM EE PE PE IN EM M N S E PE IN IN NP EM SI EE S S N P SI NP M PE PE SI SI IN M EE IN IN S S S EM M M EE NP EE PE EE EM SI EM NP N EM SI NP EM NP EM PE SI EM SI SI PE PE IN PE M N S PE N N M M EE SI N SI SI SI M EE SI EE NP EM P P I M EE E S N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE SI SI NP PE EM PE P P I M S N N E N M PE M SI SI SI PE EE IN M M EE S N M EE EE NP S SI NP M EE SI M SI NP EM NP P EE I I E E S S N EM M PE NP SI EM NP EM M SI PE EE IN SI E E PE P S N M N E N PE SI NP M SI SI PE SI IN EM M EE S N PE EE EM SI NP PE M M M IN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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LEGISLAÇÃO MUNICIPAL
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M NP EM EM SI EE EM PE PE EM PE IN NP IN M S S N PE SI EM ARTIGOS 200 A 211 M SI ráEM dispostoE na Lei Federal nº 9.394/96 e será ao IN PE PE M EE E S E EM P N N P M M M SI SI PE IN PE M INcomplementado por um programaEde educação inE EE EE S N S clusiva cujo custeio utilizará recursos que excedam N P M EE SI NP NTÍTULO VINP SI EE SI SI DA ATIVIDADE SOCIAL DO MUNICÍPIO SI EM estabelecido no artigo 212, § 4º,NP ConsM ao mínimo SI da M NP EM PE SI EM EE M PE IN tituição Federal. M M EM E P E S N EE ações que integrarãoE o EE P IN PE SI EM NP § 5º - A lei definiráPas CAPÍTULO I P S E N IN NP SI EM IN IN EDUCAÇÃO SparáSI EMprograma Ede educação inclusivaNP SI S S referido no DA M PE SI NP EE M EM SI IN grafo anterior.(Acrescentados pela Emenda 24/01) EM EM M S E EM P EM Art. 200NPA educação ministradaEcom base nos Art. 201 -PEE organização e manutenção doPE Na SI NP PE EM IN PE N S M N SI N N EM PE SI de SI SI princípios estabelecidos na Constituição da ERepú- seu sistema SI ensino, o Município atenderá ao disPE IN M Constituição Estadual e nesta LeiPE S EM N Orgâni- SINposto no art. 211 e parágrafos da Constituição da blica, EE na M EM PE SI EM P E M N EM República e garantirá gratuidade e padrão PE quali- SIN de ca, Ie inspirada nos sentimentos de igualdade, liberEM PE PE EE S PE ensino. EEM N PE IN M IN responsabilidade EM S dadeNde dade e solidariedade, será do E S SI N P SI SI integrada ao sistema PE PE IN MMunicípio de São Paulo, que a organizará como sis§ 1º - A educação infantil, S N N EM E S SI SI EM M EM PE PE tema destinado à universalização do ensino funda- EM ensino, respeitará M características próprias de as EE PE PE IN IN M E E S N N P dessa faixa etária, garantindo um processoScontí- EM mental e da educação infantil. NP M EE PE EM SI SI I SI EE abrange-N nuo de P IN PE S N PE P § 1º - O sistema municipal de ensino M M N SI educação Sbásica. EM IN IN M os níveis fundamentalI e da educação infantil esS EE S S Erá § 2º - A orientação pedagógica da P educação inE M PE tabelecendo normasMgerais de funcionamentoMpara fantil assegurará o desenvolvimento SIN M EE M EE NP psicomotor, sóN E EE SI M EE NP SI EM NP PE EE SI NP as escolas públicas municipais e particulares nes- INP cio-cultural e as condições de garantir a alfabetização. SI EM I PE P N M S M S N N competência. E PE SI § 3º - A cargaEhorária mínima a ser SI oferecida IN tes níveis, no âmbito de sua E SI EM PE EM EM § 2º - EM NP de ensino é de 4 (quatro) ho- S IN no EM sistema municipal Fica criado o Conselho Municipal de S EM SI PE PE M EM PE PE IN PE IN Educação, órgão normativo e deliberativo, Icom es- ras diárias em 5 (cinco) dias da semana. EE E S EM N N S N PE P I S N EM NP PE § 4º - EEM O ensino fundamental, atendida a demantrutura S colegiada, Icomposto por representantes do SI IN S S N SI P PE M SI da, teráINextensão de carga horária até se atingir a Poder Público, trabalhadores da educação e da M IN M EM EE S S E P EE M EM em comunidade,M PE IN M EE segundoSlei que definirá igualmente jornada de tempo integral,PEE caráter Eoptativo pe-EM PE NP I suas atribuições. M P IN N M S PE los pais ou responsáveis,Na ser alcançada pelo auS PE EE I IN SI EE IN P S S - O Plano M N P S mento progressivo da atualmente verificada na rede § 3º de SI M N E Municipal M Educação previsto SIN EM SI EE E PE M pública municipal. EM no art. 241 da Constituição EEstadual será elaboraM P PE E N E IN M EM SI EM PE NP PE §M5º - O atendimento da Ehigiene, saúde, prote- SIN do Epelo Executivo em conjunto com o Conselho SI EE PE NP E IN P INàs crianças será garantido, assim I S S SMunicipal M Educação, com consultas a: órgãos ção E assistência N de IN Pe NP SI E SI de como a sua guarda durante o horário Sescolar. EEM IN M E E descentralizados deEgestão do sistema municipal S P NP EM dever do Município, através daNrede NP EM ensino, comunidade educacional, organismos repreEM PE E § 6ºP- É SI SI EM N EM SI EM PE PE SI EM própria,IN PE PE PE IN IN provimensentativos de defesa de direitos de cidadania, em S com a cooperação do Estado, o M S N N S N PE M M SI SI SI IN to em todo o território municipal de vagas, em nú-EE específico, EM educação, de educadores e da crianda EE EE S P P P E N M N EM N e M EM SI SI SI ça e do IadolescenteEE deverá considerar as neces- mero suficiente para atender à demanda quantitatiM NP PE Edo Município. (Alte- Nva e qualitativa do ensino fundamental obrigatório e M EE P P S EM E sidades das diferentes regiões EE P IN SI NP IN M infantil. M PE PE S M E SI progressivamente àIN educação rado pela Emenda 24/01) S N N S da EE EE PE SI SI EM § 4º - O Plano Municipal de Educação atendeM N E § 7º - O disposto no § 6º Inão acarretará a transM NP E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO (LOM) EM M M EM PE EE EE
DE 04 DE ABRIL DE 1990
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M EM EE EM PE M M o Município diligenciará para que seja estimuladaINP ferência automática dos Ealunos daEM rede estadual N E M M EE E SI NP S EM PE EE EE a cooperaçãoNtécnica e financeira com o Estado e S NPpara a rede municipal. I EM NP P P I PE I I E S S N S recensearIN edu- a União, conforme estabelece o art. 30, inciso VI, N P § 8º - Compete ao Município SI S os EM EM SI EM IN M PE PE PE candos do ensinoEfundamental, fazer-lhes a chama- S da Constituição da República.(Alterado pela EmenM M N N M E E M PE IN M SI SI da 24/01) da Se zelar, junto aos pais EE responsáveis, pela frePE PE EE IN M EM EE Pe S N N EE NP SIArt. 204 -INP Município EgarantiráEM educação O a qüência à escola. SI NP SI S EM NP EM SI I M A atuação do Município dará prioridade visando o pleno desenvolvimento daE pessoa, preE P S § 9º S E PE M N NP ao ensino fundamental e de educação infantil. PE EM S M EEparo paraEo exercício M consciente daIcidadania SIN e para EM SI IN M PE E E SArt. 202 - Fica o Município obrigado a definirNP o trabalho, sendo-lhe assegurado: EM PE EE IN M SI PE NP IN PE S I M S N EE EM NP IS - igualdade de condições de acesso e per-SIN M SI SI Ea proposta educacional, respeitando o disposto na PE NP EM EM SI PE Lei de Diretrizes e Bases da Educação e legisla- manência; IN M EM PE PE IN ção aplicável. M M M EE II - o direito de organização e S representaE S de N N E E P EE SI SI EM EM NP1º - O Município responsabilizar-se-á pelaSIN ção estudantil no âmbito do Município, a serPdefiniPE PE I S§ EM PE PE IN IN IN M S S N N S E PE M do no RegimentoSIComum das Escolas. integração dos recursos financeirosMdos diversos SI IN EE M EE S M o programas P pela EM EE N em funcionamento eINP implantação M Parágrafo único - A lei definiráEM percentual SI EE PE da política educacional. EM S EM NP EE PE P I máximo de PE servidores da área de educação municiEM M N P I S N N E PE I I S N pal que poderão ser Pcomissionados em outros órE PE N S S N §M2º - O Município responsabilizar-se-á pela SI N E M SI SI N SI M EE à autorização de fun- gãos da administração pública. PE SI definição de normas quanto E P M N M M N E E PE SI EM M cionamento, fiscalização, supervisão, direção, M SI PE PE M IN EE coPE Art. 205 EMO Município proverá PoEensino funE S P IN IN pedagógica, orientação educacional e damental noturno, regular e adequado às condiEE N M ordenação E I N S S P N E P S EM M SI SI PE assistência psicológica escolar, das instituições ções de vida do aluno que trabalha, inclusiveIN IN PE M para EE S S E N N M M M SI NP SI de EE educação integrantes NPE sistema Ede ensino noE aqueles que a eleEEnão tiveram acesso na idade do M M E SI E P P P I S N EM EM PE própria. Município. PE IN IN SI E PEArt. 206 - SO atendimento especializado aos M PE IN IN M Município deverá apresentar as SmeS S § 3ºE- O E PE IN IN M S S N E PE M P M SI portadoresEde deficiência, dar-se-á na rede regular rede escolar em relação à uniEM tas anuais de suaPE IN EE IN M S S P E PE PE EM versalização doSIN ensino fundamental eNda educa-EM de ensino e em escolas especiais públicas, sendoPE IN IN EM SI E PE EM S S N P N M lhes garantido o acesso a todos os benefícios con- EM ção infantil. PE PE SI SI EE Art. 203 - É dever do Município garantir: SIN IN municipalIN ensino eE M EM S feridos à clientela do sistema E S de NP NP EM PE PE SI SI EM PE provendo sua efetiva integração social. I - SIN educação igualitária, desenvolvendo o espíM N E EM N EM PE M SI EM PE § 1º IN O atendimento aos portadores de defirito crítico em relação a estereótipos sexuais, raci- SI PE PE EE M M PE N S P E N E IN N M SI ciência poderá serIN SI ais M sociais das aulas,EEcursos, livros didáticos, PE SI PE M EE e S efetuado suplementarmente me- S M EE diante convênios e outras M modalidadesIN colabomanuais escolares e literatura; M S de NP NP M EE SI SI EM NP E E desenvolvimento ração com instituições sem fins lucrativos, sob suE P I M II - Peducação infantil para Po E E E S E N E PE P I M N N PE dos integral da criançaM seis anos de idade, em seus Spervisão NPE órgãosSIpúblicos responsáveis,Nque IN M EE E até SI SI N S E M EE SI SI NP aspectos físico, Ppsicológico, intelectual Ee social; M objetivem a qualidade de ensino, a preparação para E SI NP E IN M S E M III - ensino fundamental gratuitoP a partir de 7 o trabalho e a plena integração da pessoa deficien- M EM N EM PE PE SI M EE PE PE para os que a ele nãoIN Enos termosNda lei. M EE P (sete) anos de idade,IN S tive- te, ou M N SI EE PE IN SI S NP EE na idade própria; M S ram acesso PE P IN § 2º - Deverão serPgarantidas aos portadores SI IN EE IN IN- educação inclusiva que garanta EEMpré-con- S de deficiência a eliminação de barreiras arquitetôniS S S EM M M IV as NP M EE PE EE EM SI Ea adoção NP N dições de aprendizagem e acesso aosI serviços educas dos edifícios Eescolares já existentes PE e M EM S NP NP EM M SI SI SI PE PE cacionais, a reinserção no processo de ensino de de medidas semelhantes quando da construção deE IN PE M N S PE N N M EE SI N SI SI crianças e jovens em risco social, o analfabetismo Enovos. EM SI M EE SI NP EM P I M o uso pela coEE E a educação profissionalizante e a provisão INP S digital, Art.M 207 - O Município permitirá N P P EE M EM SI S munidade do prédioNescolar e de suas instalações, EEM IN EE EE deScondições M para que o processo educativo utilize SI NP PE EM P P P SI PE IN IN M meios de difusão, educação e comunicação; EEM durante os fins de semana, férias escolares e feria- IN EE S S S E N P E P SI EM EM V - aIN no dos, S S matrículaINP ensino fundamental, a par- M na forma da lei. EEM IN M PE PE S S N EE tir dos 6 (seis) anos de idade, desde que plena- EE § 1º - IÉ vedada a P cessão deM prédios escolares IN EM P S S P IN E M PE mente atendida a demanda a partir EM 7 (sete)N e suas instalações S de para funcionamento doNensino EEM M SI PE EE IN SI S N PE EE anos de idade. privado de qualquer natureza. NP EM NP SI IN M S SI E área contígua às unidades de ensi- I NP único - Para atendimento das mePE§ 2º - Toda M S M Parágrafo SI EE N PE M EE SI PE Pinfantil, no do Município, pertencente à Prefeitura do MuniM IN EE NP M S P EM tas deMensino fundamental eEda educação EM SI IN EE IN EE N S S E PE P M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM PE PE cípio de São Paulo,Nserá preservada para a cons- EM SI SI PE IN IN E processo Sde ensino-aprendizagem, bem como da M S N M M trução de quadra poliesportiva, creche,EE centros de P educação infantil e inclusiva. SI I M EE EE e outrosPequipamen-N S E P EM N P M §M - A eventual assistência financeira do Mueducação e cultura, bibliotecas E 3º SI EM PE IN PE M IN Stos sociaisIN S PE PE nicípio às instituições de ensino filantrópicas, comupúblicos, como postos de saúde.EM (AlteIN EE S N S N P M SI SI PE PE nitárias ou Sconfessionais, não poderá incidir sobre 24/01) IN M rado pela EmendaM EE EM E P IN IN E S S EM no Art. 208 - OE Município IN E PE EM S aplicará, anualmente, M a aplicação mínima prevista M “caput” Pdeste N PE Itambém IN M NP (trinta e um por cento) da receitaE artigo.(alterado pela EmendaPEE E PE S 24/01, queS noNmínimo 31% SI M N EE N SI EM NP SI EE revogou os §§ 4º e 5º) resultante de impostos, EM compreendida a provenienSI SI NP PE P E I M P S Art. 209 - O Município publicará, até 30 (trinN E N M M te de transferências,Nna manutenção e desenvolviSI SI N PE M M SI EM EE mento PEE ensino fundamental, da educação infantil ta) dias após o encerramento deINcada semestre, SI P EE M EE PE S N do N N EE SI NP SI EM NP EM receitas arrecadadas, EM e inclusiva. EEM SI SI SI NP informações completas sobreM PE PE SI N N E § 1º - O P N MunicípioSIdesenvolverá planos e dili- transferências e recursos recebidos e Idestinados PE M N SI o recebimento e aplicação dos recur- à educação nesse período,Ebem como Sa prestação EM M M E genciará para SI EE NP E P P E SI EMsocial PEE contas das verbas utilizadas, discriminadas por EM N sos adicionais, provenientes daP contribuição N M M M SI SI PE IN PE M INde EE EE EE S N N M EE do salário-educação de que trata o art. 212, § 5º, da S programas. SI NP NP NP SI EE S SI SI República, assim como de outros NP EM 210 - A lei do EstatutoI do Magistério disciM Art. Constituição da SI M NP EM PE M SI EE M IN plinará as atividades dos EM profissionais do ensino. EM recursos, EM conforme o NPE 211, § 1ºE da Constituição art. E S PE NP E PE PE da República. SI EM Art. 211 - Nas unidades escolares do sistema PE IN SI I NP S NP IN N EM M PE a gestãoNdeI I2º - A lei definirá as despesas que se carac- E municipal Ede ensino será assegurada S S SI S S N § M PE SI NP mocrática, na forma da lei. terizam como PEE manutenção e desenvolvimento SIN de do M EM SI EM M M M EM PE PE IN EE M EE EE PE N S N M N EE SI M NP SI NP NP SI EE SI SI EE SI NP P I P M S EM N E N M SI EM PE SI EM PE M EE N N EM EM PE PE EE SI SI EM PE NP PE IN M M IN I E S N E E S S N SI NP SI PE PE SI EM EM Anotações IN IN S S S EM M EM PE PE M EE PE PE IN IN M EM EE S S N N E P NP M PE EM SI SI EM PE IN SI EE IN PE S PE P IN S M N S N N EM M M SI SI SI PE EE M M EE N E M EE M NP M SI NP PE EE SI M EE NP SI EE EM N P E P SI SI EM IN PE PE IN NP M S M S N N E PE SI SI EE SI N EM PE SI EM EM NP IN M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI NP PE PE SI SI EM EM SI NP PE IN IN S S N SI PE PE M SI M IN IN M EM EE S S E EE EM M EM NP PE M EM EE PE NP SI I M PE P IN N M EE S PE E I S N N E S N PE SI SI NP PE SI SI M IN EM IN E M S EM E S M PE EE PE EM EM NP N EE IN M EM SI EM PE NP PE SI SI EE PE NP EM IN PE IN S N S SI N PE NP SI SI EM SI EM IN M E S PE PE M M EE M NP E N E E P N SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN S S N N S N PE M SI SI EM EM SI IN M EE S E PE PE P N M N EM N M PE M SI SI SI M EE PE EE IN M EE P P S EM N E EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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E E EM M EM PE PE NP EM P Ida presente Elei correrãoE por conta das dotaE PE N IN S N Reconhece, no âmbito do Município dePSão ção S M N M SI EM SI N SI EE EE Paulo, aMLíngua Brasileira de Sinais (Libras) ções orçamentárias próprias, suplementadas sePnePE S SI E M N M N NP como PE SI língua deEEM instrução e Emeio de comunica- PEE cessário. EM SI SI IN M M PE E EM ção Sobjetiva INPde uso corrente da PEE e comunidadeN Art. 7º - O Executivo regulamentará a presente PEE IN M SI PE NP S M M S N SI EE N lei em 90 (noventa) dias a Pcontar da PEE de suaSIN data M SI Esurda, e dá outras providências. SI N N EM EM SI PE publicação. SI EM P PE prefeita M município E São EEM Art. 8ºM Esta lei entrará em vigor na data de IN E S EM N N E do MARTA SUPLICY, EP SI de S EM EM NPno uso dasI atribuições que lhe são conferi-SIN sua publicação, revogando-se as disposições em PE PE PE Paulo, SI EM PE PE IN IN IN M S S N N S E PE M contrário. das por lei, faz saber que a CâmaraMMunicipal de SI SI IN EE M EE S M EM São Paulo, Pnos termos do disposto no inciso EI do E M EM NP IN EE PE artigo 84 Sdo seu Regimento Interno, decretou e eu EM SI EM NP EE PE P E I EM M N P I P S N N E PE I I S N E PE N S S N REPUBLICAÇÃO promulgo a seguinte lei: SI N EM M SI SI NP SI M EE PEArt. 1º - Fica reconhecida oficialmente, no muSI E P M N M M N E E PE M SI EM M nicípio de São Paulo, aSILíngua Brasileira de Sinais PE PE M IN EE M LEI Nº 13.304/02 PEE PE S PassoE IN IN EE N M (Libras) e outros recursos de expressão a ela E I N S S P N E P S EM M SI SI IN PE ciados, como língua de instrução e meio de comuIN PE M Reconhece, no âmbito do município de São EE S S N M M M EE IN SI NP nicação objetiva e de usoNP corrente da M comunidadeE Paulo, a Língua PEE Brasileira Ede Sinais (Libras), S M EE E SI E P P I S N N E EM surda. comoMlíngua deNinstrução PE meio de Ecomunica- M e PE SI SI SI E PE P IN IN M S S Parágrafo único - Compreende-se como Línção objetiva e de uso corrente daINcomunidade PE IN M EE S S N E PE M P SI E EM gua Brasileira de Sinais, um meio de comunicação surda, e dáMoutras providências. PE IN EE IN M S S N E PE PE EM NP de natureza visual-motora, Ecom estrutura gramati-EM SI PE IN IN EM SI E P EM S S M cal própria, oriunda de Scomunidades de pessoas José EduardoNCardozo, presidente da Câmara EM PE IN PE SI NP EE IN M forma de I ex- Municipal de São Paulo, faz saber que a CâmaraE S IN EM P S S EE NPsurdas do EBrasil, traduzindo-se como EM IN SI pressãoINP surdo e M língua INP EM PE do sua natural. EM Municipal de São Paulo, de acordo com o § 7ºS do E E S EM N M S EM SI artigo 42 Ida Lei Orgânica do Município de São PauPE NP Art. 2º - (VETADO) PE PE EE M M PE N S N E N E M M SI NP SI SI lo, promulga a seguinte lei: SIN PE PE M EE Art. 3º - (VETADO)PEE SI N E M SI NP Art. 4º - A capacitação dos profissionais e Edos IN EE ................ SI servidoresM Spara atendimento ao que disEM NP EM município, os estabeleEM E EE municipais SI E NP Art. 3ºE- M âmbitoPdo E No PE PE P M SI N N PE IN põe esta lei será EM comprovadaIN bancários, hospitalares,Pshoppings centers M EE SI SI S através de Certifica- cimentosINP N S M EE SI PE S N do de Curso de Formação em LIBRAS, expedido visando o EE SI NP EM e outros de grande afluência de público, M IN M S M N E habilitadas P formação atendimento aosE surdos, disponibilizarão pessoalM por quaisquer entidades M PE EE PE SI em M EE PESinais - LIBRAS. IN EE P de LínguaM S NP Brasileira de habilitado em IN língua de sinais, facultando-se a esEE EM N S E IN SI SI NP EE - Fica incluída na rede pública munici- INP estabelecimentos treinarem funcionários para o P S M PE P Art. 5º SI S tes IN M EE IN IN S S S EM M EE pal de ensino e nas instituições que atendem ao alucumprimento do disposto nesteEM artigo. NP E PE EE EM SI de Sinais.P EM N P N no surdo a Língua Brasileira ................ EM EM SI NP EM PE SI IN EM SI PE PE IN PE Art. 6ºS - As despesas decorrentes da execuM N S PE N N M M EE SI N SI SI SI M EE SI EE NP EM P P I M EE E S N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE SI SI NP PE EM PE P P I M S N N N Anotações EE M PE M SI SI SI P EE IN M M EE S N M EE EE NP S SI NP M EE SI M SI NP EM NP P EE I I E E S S N EM M PE NP SI EM NP EM M SI PE EE IN SI E E PE P S N M N E N PE SI NP M SI SI PE SI IN EM M EE S N PE EE EM SI NP PE M M M IN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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NP DE 21 DESI JANEIROM DE 2002 SI M E

LEI PENº 13.304 EM M EE
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EM PE EM PE IN S N EM PE M EM SI PE IN EE E DE 14 DEEMMAIOMDE 2002 PE S N M N EE NP SI EM NP SI EE EM SI SI NP PE P E I M P S N E N M M SI SI N PE Regulamenta SINLei nº 13.304, de 21 EM janeia de M EE Educação, Epor intermédio da Diretoria de OrientaEM EE SI N P P E PE S N2002, que reconhece, no âmbito Edo Muni- EEM ção Técnica - Educação Especial, Iorientar as ações N ro de M N SI M NP SI NP EM M SI EE SI SI NP de formação dos servidores M cípio de São PEE Paulo, a Língua Brasileira de Sinais PE que atuam Pdireta ou EE I E IN N IN de instrução, meio Sde indiretamente com alunos surdos, a serem desen- P E I S S EM LIBRAS Scomo língua IN EM M NP EM IAção Educativa - NAEs.S PE comunicação objetiva e de uso correnteEM co- volvidas nos PE EE da E Núcleos deS EM P N P M M IN EM SI PE IN PE IN EE E munidade surda. E Art. 3ºS- Aos Núcleos de Ação E Educativa - EM NAEs, S N S N M E SI NP NP NP SI EE da Secretaria Municipal de Educação, caberá realiSI SI SI NP EM M M SI NP PE MARTA SUPLICY,E Prefeita do Município M levantamento anual da demanda de alunos surSI EM EE de zarIN M PE M M EM E E S N M NP EE EE PE São Paulo, no uso de suas atribuições queSIlhe são dos atendidos na rede municipal deEensino. NPE SI NP P P M N conferidas por lei, NP SI PE Art. 4°E - Procedido o levantamento previsto no IN IN SI SI E EM SI S S N M PE SI NP EE M EM SI IN artigo anterior, os Núcleos de Ação Educativa - NAEs EM EM S E EM adotarão as medidas pertinentes, visando à forma-PE NP EM PE EM DECRETA: SI NP EM IN PE que atuam direta ou PE PE N S N ção dos servidores SI N N EM PE EM SI SI indiretamenSI SI PE PE M Art. 1º - A Lei nº 13.304, de 21 de janeiro de INte com alunos surdos. SIN EM E N M EM PE SI EM PEque reconhece, no âmbito do Município de S 2002, M E Art. M - As despesas decorrentes da execução IN 5º EE N EM PE EE EE SI NP EM NP São Paulo, aSILíngua Brasileira de Sinais - LIBRAS PE M deste P decreto correrão por conta das dotações or- S M IN N E E S SI N PE SI SI PE PE IN Mcomo língua de instrução, meioINde comunicação çamentárias próprias, suplementadas se necessáS EM E IN M S S EM M PE rio. PE objetiva Ee de uso Ecorrente da comunidadeS surda, EM E E PE I IN M - Este decreto entrará P vigor naNdata EM E P S fica regulamentada na conformidade das disposi- P S N E E Art. E6° IN em M M EM IN SI IN de sua Ppublicação, Prevogadas Sas disposições em PEE EE ções previstas S neste decreto. IN PE S P IN S M N S N N EM M M Art. 2º - Competirá I à Secretaria Municipal de contrário. S SI SI PE EE M M EE N E M EE M NP M SI NP PE EE SI M EE NP SI EE EM N P E P SI SI EM IN PE PE IN NP M S M S N N E PE SI SI EE SI N EM PE SI EM EM NP IN E I M EAnotaçõesEM S EM S E E EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI NP PE PE SI SI EM EM SI NP PE IN IN S S N SI PE PE M SI M IN IN M EM EE S S E EE EM M EM NP PE M EM EE PE NP SI I M PE P IN N M EE S PE E I S N N E S N PE SI SI NP PE SI SI M IN EM IN E M S EM E S M PE EE PE EM EM NP N EE IN M EM SI EM PE NP PE SI SI EE PE NP EM IN PE IN S N S SI N PE NP SI SI EM SI EM IN M E S PE PE M M EE M NP E N E E P N SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN S S N N S N PE M SI SI EM EM SI IN M EE S E PE PE P N M N EM N M PE M SI SI SI M EE PE EE IN M EE P P S EM N E EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E EM PE N SI

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ALTERAÇÃO DA LEI Nº 13.304/02 EM EM PE
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DECRETO Nº 41.986

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E M EM EE PE NP EE PE NP nº 11.229, compreendendo Pos cargosNde provimento efetivo M IN SI N e Dispõe sobre alterações dasI Leis P S M S EM SI E SI IN EE de 26 deM PE S em E junho de 1992, nº 11.434, de 12 Sde no- M comissão, constantes dos Anexos I e III, intePE N N NP vembro de 1993, M legislação subsequente; re- EEgrantes desta lei, onde se discriminam quantidades, PE EM SI M SI Ee SI N P M M PE EE EM SI PE vencimentos, Partes, PEE organiza o Quadro dos Profissionais de Educa-N denominações, referências de M EE IN SI PE NP IN S M S SI EE EM NP IN Tabelas, lotaçãoIN formas de provimento. pela M Se SI Eção, com as respectivas carreiras, criado M PE NP M E Lei nº 11.434, de 1993, e consolida o Estatuto I Quadros Idos Profissio-S N E S Os EE M S NP EM § 2º - M cargos dos PE EE SI dos ProfissionaisNda Educação Municipal. EM NP nais de Educação ficam incluídos nas seguintes EM E PE I P I M E E S S EM N PE P P IN partes eNtabelas: EE S SI EM PE P IN IN I M S S N E PE M M I -S Parte Permanente (PP-III): cargos de provi- SIN GILBERTO KASSAB, prefeito do município de SI IN EE M EE S EM Paulo, P uso dasM que São atribuições P que lhe são E E con- mento efetivoM não comportam substituição; M N no M EM SI EE PE feridas por lei, faz saber que a SIN E NP EE II - Parte Permanente (PP-II): cargos de proviPE P E I Câmara Municipal, P EM M N EE S IN IN SI N mento efetivo que comportam substituição; INP EE PE NP S em sessão de 18 S dezembro de 2007, decretou e SI de EM M SI IN S NP M EE PE SI III - Parte Permanente (PP-I): cargos de provi- S eu promulgo a seguinte lei: E P M N M M N E E PE M SI EM mento em comissão que comportam substituição; M SI EM PE PE IN EE M PE E S P E PE IN IN I N IV - Parte Suplementar (PS): cargos destinaTÍTULO S S PE IN EM PE SI IN EM M S S IN PE IN PE M dos à extinção na vacância. CAPÍTULO PEE ÚNICO S S E N N M M M SI N SI PE Art. 3º - Os cargos dos Quadros dos ProfissioM EE M EE EE SI E E P P P IN S N N N EM EM PE e nºE SI SI Art. 1º - Esta lei altera as LeisINP 11.229, de 26 naisE de Educação ficam com as denominações EEM SI P PE IN M 1992; nº 11.434, de 12 de novembro de referências de vencimentos estabelecidas na conS S N de junho EE de N P SI SI N EM PE M SI EM EM 1993;SnºP 12.396, de 2 de julho de 1997; nºE 13.168, formidadeEdo Anexo III, integrante desta lei, obserPE IN E IN M S P N PE EM EE de 6 de julho deSI2001; nº 13.255, de 27Nde dezem-EM vadas asPseguintesPregras: IN IN EM SI E PE EM S N M I -Scriados, os que constam na coluna “Situa- EM bro de 2001; nº 13.500, SIN 8 de janeiro de 2003; nº de PE PE SI NP EE IN S EM de maio de 2003 e EM 13.695, deI 19 ção Nova”, sem correspondência na SIN PE P13.574, deE 12 S coluna “Situnº M P IN IN EE PE o Quadro dos ação Atual”;EM S S de dezembro de 2003, reorganizando N P N E EM M SI EM EM M SI Ecarreiras, SIN Eque constam nas duas coluEE PE NP II - mantidos, os Profissionais deNEducação e respectivas PE P I E M M P S N E N E I N M NP S nas, com as alterações eventualmente PE ocorridas SI e Econsolida o SEstatuto do MagistérioI Público do EM SI PE M SI EE N M EE constantes da coluna “Situação Nova”.SI Município de São Paulo. NP NP M EE SI SI EM NP EM decorrência das modifiEM Em EE SI E NP Parágrafo único - PE EM PE PE P I M Scações ora Eoperadas Ificam alterados o Quadro do N N N PE P TÍTULO II EM IN M EE SI S SI N S N EE SI PE SI NP QUADRONDOS PROFISSIONAIS EM E SI NP EM Magistério Municipal e o Quadro de Apoio à EducaI M S M DE EDUCAÇÃO EEM NP ção, bem como aEestrutura das carreirasEM o núme-M PE Ee PE SI EE P IN EM EE P S M roEdos cargosIN elas abrangidos. INP por EM N S E P IN S SI NP EE P S N M PE P CAPÍTULO I SI SI IN M EE IN IN S S EM M M CAPÍTULO II S DA COMPOSIÇÃO DO PQUADROPEE N EE PE EE EM SI EM N P P N DAS ESCALAS DE PADRÕES PE EM SI EM EM SI IN IN EM PE N PE DE VENCIMENTOS S Art. 2º S- O Quadro dos Profissionais de EducaPE M N SI PE N N M EE SI SI SI ção ficaM IN composto pelos cargosEde provimento efe- EEM SI M E NP E P I M Escalas deS PaEE E comissão distribuídos da seguinte forma: INP S Art.M - Ficam P 4º instituídas EE as tivo eP em N M EM SI S N EM N M EE EE drões Pde Vencimentos dos Icargos dos EQuadros PE SI SI I - Quadro do Magistério Municipal; NP PE P M S N E N M PE M dosSIProfissionais de Educação, compreendendo IN II - Quadro de Apoio à Educação. S SI PE EE IN M M EE S P I as referências, os graus e valores constantesMdo M § 1ºS-NOs Quadros dos Profissionais deINP EducaEE EE S E N P P M S SI P Tabelas “A”NaE“F”, integrante desta PEE lei. ção a que se referem os incisos I e II deste artigo, EE Anexo II, SIN IN EM M S P M PE SI IN EE § 1º - Na composição dasPEscalas deSPadrões EEM privativos da Secretaria Municipal de Educação, fi-N EM M EE IN SI E E P compostos pelos cargos dos níveis superior, de Vencimentos, observar-se-á, sempre, no mínimo, NP S N M cam E N PE SI NP M M SI SI PE SI IN cujas atribuições sejam efetivamen- o percentual existente entre o valor de Euma referênM EE médio e básico, S E E P M IN E S PE PE M IN NP cia e a queSlhe for imediatamente subsequente.M unidades daEM referida Secretaria, EM te exercidas em NPE SI IN EE IN M EE S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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S N SI DE E26 DE DEZEMBRO DE 2007 M M M EE EM

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE SI SI SEÇÃO II § 2º - Observar-se-á, ainda, entre cada grau, EEM PE IN IN M S S N M M DO PROVIMENTO DOS CARGOS DA no mínimo, o percentual existente em PEE cada EscalaNP SI I M EE EE S P EM N P M CARREIRA DO MAGISTÉRIO MUNICIPAL ora instituída.EE EM SI EM P IN PE M IN S N PE PE § 3º -SIAs Escalas S Padrões de Vencimentos de IN M EE N E S N M SI Art. 8º I- P provimento dos cargos da carreira N SI PE PE M de que trata este artigo serão atualizadas aNpartir do EE S O EM M E P IN I os rea- do magistério municipal far-se-á: S S EM mês Ede novembroE de 2007,Sde acordo com E PE PE IN M EM P e revalorizações concedidos aos servidoresEM IN IN EE de provas ou de M NP E PE S S I E-E mediante concurso público justes N P SI M IN NP SI EM E EM provas e títulos Spara os cargos da classe dos do-E municipais, nos termosEda legislaçãoEespecífica.IN SI S NP P P I M S N E N M M centes; NP SI SI N PE M EE M SI EM de acesso, de provas e EE SI N P EE II - mediante concurso CAPÍTULO III M EE PE SI NP N I N SDA CARREIRA DO MAGISTÉRIO IMUNICIPAL EE títulos, para os cargos da classe de gestores edu- M M NP SI EM NP EM SI SI S EE E NP PE PE M P SI N N cacionais. PE EE IN M M SI SI N S E M M SI EE Administração, no momento da abertuSEÇÃO I NP PE EE EE § 1º - ANP SI EM EM N P M M DAMCONFIGURAÇÃO DA PCARREIRA SI SI PE IN PE M INra do concurso público estabelecerá, no edital,Ea área EE EE EE S N S de atuação de acordo com suas Pnecessidades. N P M E SI N NP SI IN EE SI SI Art. 5º - AScarreira doM NP EM - Os docentes que iniciarem exercício após a M § que SI NP E magistério municipal, EM PE2º SI EM E M P IN publicação desta lei no cargo de professor de educacompreende as classesE de docentes e de gestores M M EM E P E S N EE EE PE IN PE educacionais, fica composta dos P SI Ncargos constantes ção infantil e professor de educaçãoEEM infantil e ensino P P S M N N NP SI P IN IN I, Tabela “B”, integrante desta lei. SI SI EE EMfundamental I serão enquadrados Inas categorias preSI S S N do Anexo M PE S NP E ParágrafoE único - Todos os cargos da carM EM SI IN vistas na Tabela “B” dos Anexos I e III, na seguinte EM EM M S E EM NP PE EM conformidade: PEE reira do magistério municipal situam-se inicialmenPE SI NP PE EM IN PE I M E S e a eleEM N de habilitaIN S N N E S retorSI SI SI te no grau “A” da respectiva classe NP PE I - categoria 1: docente portador PE S EM Nção profissional para oI magistério, correspondenEM N nam quando vagos. M SI EM PE SI EM PE M M E EE N AE do EM IN M EE EE SI Art. 6º - INP carreira INP magistério municipal, te ao ensino médio; P- categoria E3: docentePEportador dePhabilita- S N M de 1992, e M I E II de que trata S art. 6º daS Lei nº 11.229, o N E E S N E SI NP SI PE SI NP EM EMlegislação subsequente, passaSIa ser configurada ção profissional específica para o magistério, corIN S S EM EM PE PE da seguinte forma:EM M respondente a licenciatura plena. PE E PE IN IN M EM EE P S N N P M § 3ºEE CategoriaPE o elemento indicativo S poé da M EM SI IN SI - classesSdos docentes: PIN IN educação infantil e M profes- PEE PE infantil;EE S P siçãoSdo professor de do IN a) professor de educação S M N N N E M b) professor de educação infantil e ensino fun- sor de educação infantil e EEM SI SI SI ensino fundamental I na PE M M EE E N E M NP M SI classe, segundo sua habilitação profissiNP damentalE I; EM PE SI M Erespectiva PEE NP SI EE EM N E P S c)I professorNde ensino fundamental SI e médio; INP onal. II EM IN PE PE M S M S N N E do integrante da PE SIdos gestores educacionais: § 4º - Acesso Eé a elevação II - classes SI E SI EM PE IN EM a) coordenador pedagógico; EEM NP IN carreira do magistério municipal à classe superior S M I M E S EM S E E EE EM NP EM NP daE carreira, observada a habilitação profissional b) diretor de escola; E SI EM NP NP SI NP PE PE I SI EM SIexigida para o cargo.EEM NP PE c) Ssupervisor IN escolar. IN S S N SI PE P M SI Art. 9º - Os concursos de acesso e de ingresso MArt. 7º - Compreende-se por classe: IN IN M EM EE S E EE I - para os docentes: P agrupamento de cargos para os cargos daScarreira do magistério municipal M EM M EM No PE EE PE NP SI EM I de mesma Pnatureza, denominaçãoNe categorias di- serão realizados, obrigatoriamente, quando: EE M PE I N M S S PE EE IN IN SI NP EE I S N M versas; S NP I - o percentual dos cargos vagos atingirS 5% SI NP EM M SI (cinco por Icento) do total de cargos da classe; EM EE S II M - para os P PE EE PE E EM N gestores educacionais:Mo agrupaE EE IN M EM SI EM NP PE mento de cargos de natureza técnicaPe denominaIIM- não houver concursados excedentes do SIN SI EE PE NP E IN PE IN para a carreira, com Iprazo de vaI S N S Sção diversa, na forma do disposto no art. 6º, inciso concurso anterior N PE NP S SI EM SI EM IN em vigor. M E E lidade S PE M M II, destaP lei. EE M NP E - Será indeferida liminarmente a IinscriN E E P - Observadas as respectivas N Parágrafo único Art. PE 10 SI SI EM N EM S EM PE PE SI EM PEacesso doPE PE IN IN carreira Ido magistério ção emIN classes, os integrantes da profissional que, no S concurso Ide S N N S PE M IN M S S EM IN municipal serão enquadrados por evolução funcioano imediatamente anteriorS ao da inscrição, tiverEE M EE S E PE P P E N M EM N M termos do art. 35, nas referências previstas sofrido penalidade de suspensão, aplicada em SIN deM SI SI nal, nosINP M EE PE EE desta lei.EM EE P P S EM Ncorrência de procedimento disciplinar processado no Anexo IV, Tabela “A”, ambos EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S S na formaI da legislação vigente. E N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E Parágrafo único - Na hipótese do Iservidor reM IN N E S S EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE E I M N S EM P I PE P S IN E M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M verão comprovar M sua habilitação específica nestaINP verter a penalidade emPEE decorrência de processo N E M M EE EE SI N S EM PE EE EE SI Nde NPadministrativo ou judicial não seINaplica o disposto área, em nível P graduação ou especialização. EM P P I PE I E S S no “caput” deste artigo. N N S N P SI SI EM EM N SI EM SI EM PE PE PE SEÇÃO IV M M E N N E E M IN M EM SI SI SEÇÃO III P DAS JORNADAS DE TRABALHO S PE PE EE IN M EM EE PE P S N N EE PE SI DAS ÁREAS DE ATUAÇÃO SIN NP SI EM IN SI EM NP EM E P S Art. 12 - As jornadasS de trabalhoE dos integranSI EM PE M N M N NP PE SI M Art. 11 - Observadas as EE condições e requisitos PEE tes da carreira do Magistério Municipal passam a SI EM SI N M M P EE SI EM PE seguintes: PEE previstos no Anexo I, Tabela “B”, destaE lei, os inte-N ser as NP E IN M SI IN PE S I M S EE EM NP IS- professorIN educação infantil: jornada bási-SIN magistério municipal atuarão M S de SI Egrantes da carreira do M PE NP I N EM ca de 30 (trinta) horas deStrabalho semanais; PE nas seguintes áreas:EE M SI EM de docência: PE P IN M M EE II - professor de educação infantil e ensino M S I -PE área N N E M EE funEE SI SI EM NP PE IN M EE a) professor de educação infantil: na educaçãoSI damentalP I e professor de ensino fundamental II e NP S E PE P I IN IN M S S N E PE M M médio:S Jornada Básica do Docente, corresponden- SIN infantil; SI IN EE M EE P M EM b) professor de educação infantil e ensinoEfun- doM30 (trinta) horas/aula deStrabalho semanais; E NP EM M I M EE PE damentalSII: na educação infantil SeNno ensino P PE P EE INfunda- PEE III - gestor educacional: Jornada BásicaE do EM M N I P S N N E PE I I S N Gestor Educacional, correspondendo a 40 (quarenE PE N S S N mental I; SI N EM M SI SI NP SI M E fundamental II e médio: ta) horas de trabalho semanais. PEc) professor de ensino E SI E P M N M M N E E PE SI EM de no ensino fundamental SI e no ensino médio; EEM II EM PE PE IN M PE § 1º - A Jornada Básica de 30 (trinta) horas EEM S P E PE IN trata o inciso I deste artiIN de gestão educacional: N M E I trabalho semanais, de que II - área N S S P E P S IN EM M SI IN PE IN PE M go, será cumprida exclusivamenteS nos Centros de a) coordenador pedagógico: na educação inEE S S E N P N M M M SI SI PE fantil, no ensinoNfundamental e no ensino médio; EE Educação Infantil. EE M M EE SI E E P P P IN S N N N E PE §M2º - A sujeição à Jornada BásicaEM Gestor M PE E do SI SI b) diretor de escola: na educação infantil,I no S E PE IN inciso III Pdeste artigo IN M S S N Educacional, de que trata o ensino fundamental e no ensino médio; E N PE I I M E S S N E PE M SI implica exclusão, por M incompatibilidade, de vantac)INP supervisor PE escolar: na educação infantil, no EM EM IN EE S S P N PE PE EM M gens decorrentes deE outras jornadas ou M regimes ensino fundamental e no ensino médio.N SI PE IN IN EM SI EE PE E S S N N M § 1º - A atuação, na Iárea de docência, far-se-á especiais de trabalho, inclusive sob formaEde gratifi- EM PE SI NP EE regênciaMde turmas, Sclasses ouM NP IN SIde- cação ou adicional, previstos em legislação especí-E E Pem S E aulas e nas M SI E NP E N E SI SI mais atividades docentes que INP NP EM PE fica. envolvem o desenM E SI EM N EM PE M S EM PE Art. IN - Observadas as condições previstas 13 volvimento do processo pedagógico, inclusive as SI PE PE EE M M PE N S N E N E N M M SI NP SI nesta lei, os docentes titulares Ide cargos de profes- SI referidas no § 4º deste artigo. PE S PE M EE SI EE N M EE sor Ede educação infantil e ensino fundamental I M e A classes ou aulas SI NP § 2º - M regência das turmas, M NP E SI pelos docentes será disciplinada Eem ato do Isecre- professor de M SI NP EM E P EE ensino fundamental II e médio, podeE E S E E P PE IN M Srão ingressar nas seguintes jornadas especiais de NP NP PE PE tário municipal deEM Educação.SIN IN M EE SI SI N S N M EE SI PE SI NP § 3º - Os docentes poderão atuar nas áreas de EE SI NP EM trabalho: IN M M S E M NP I - Jornada Especial Integral de Formação; ensino correspondentesEM cargo que titularizam, ao PE M EE PE SI EE PE INnos EMII - Jornada EspecialEde Trabalho PExcedente; E M N S E PE IN I NP para as quais estejamNdevidamente habilitados, EM SI E S S N P SI termos PE lei, na forma e condições estabelecidas INP III - Jornada Especial de Horas/Aula ExcedenM PE da SI IN M EE IN IN do secretário municipal de Educação, de- S tes; S S S EM M por ato EE EM NP P-E Jornada Especial de E40 (quarenta) horas EE todas as situações, Pser priorizaEM SI EM N M N vendo sempre, em IV SI NP EM NP EM PE SI EE EM SI SI PE da de trabalho semanais (J-40). IN PE a regência de aulas, classes ou turmas. INP M S PE N IN M EE S SI IN § 4º - As atribuições na área de orientação de EEM § 1º - A S sujeição às jornadas especiais, deSque SI M EE NP EM P EE E leitura e I de laboratórios de informática e INP trata o “caput” deste artigo implicaMexclusão, por inS salasP de N P M EE M EM SI S compatibilidade, deNvantagens Pdecorrentes de ou- EEM N M EE EE regência de salas de apoio pedagógico e de apoio SI SI N PE P P P M EE SI IN M e acompanhamento à inclusão, serão exercidas M por trasSIN jornadas ou regimes especiais de NP trabalho, in- IN EE E S S E P PE SI EM N EM PE clusive sob forma de gratificação ou adicional, preS SI EM IN M PE PE docentes integrantes da carreira do magistério mu- EM IN S S PE EE nicipal ou docentes estáveis,Eeleitos pelo Conselho E vistos emSlegislação específica. M IN IN EM P S N M P SI NP de EEM Escola. § 2º - O titular de cargo de PEE Professor deIN EM M S Educa- PEE IN SI E E P § 5º - Para fins de atuação docente em escolas ção Infantil poderá ingressar nas jornadas espe- N S N M E N PE SI I NP M M SI P SI IN destinadas à educação especial, os ciaisE de que tratam os incisos II e IV deste artigo. S M EE exclusivamente S EE E P M IN E S Art. 14IN Observadas as condições previstas PE PE M NP M S PE EM integrantes da carreira do Magistério Municipal deEM SI IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE nesta lei, os docentes titulares de cargos de pro- EM SI SI aE IN IN E trabalho excedente eINP hora aula excedente do proS S EM M fessor de educação infantilMpoderão ingressar naNP fessor de educaçãoS infantil e ensino fundamental I I PE M EE EE S E P EM N P M M e do Eprofessor de ensino fundamental EII e médio Jornada Especial de Hora/Trabalho Excedente, M SI PE IN PE M IN Spara regência de turmas, exclusivamente nosM S PE IN PE terão a mesmaEduração daNhora aulaNda respectiva CenI E S N E S M SI NP SI PE PE Jornada Básica do docente. Infantil. M tros de Educação M EE SI EM E P IN IN exceS S N EM § 4º - As horas EM atividade que compõemPE Jora Parágrafo PEE único - A hora de trabalho PE SI E PE de que trata este artigo terá a mesma dura-EM nada Básica de 30P(trinta) horasM trabalho semaIN IN EE de M N E S S dente N SI M N EE NP SI EM NP SI EE E da nais P professor de educação infantilM destinam-seE ção da hora de trabalhoM respectiva jornada IbáSI S N do P P E I E N M M sica do professor. INP aoSdesenvolvimento de atividades educacionais, SIN traSI N PE M EE M S EM EE SI E E P 15 - As jornadas básicas e especiais de M balho coletivo com a Pequipe escolar, de formação E P IN E Art. E S N N P N EE SI M NP SI EM EM trabalho do docente correspondem: SIN SI SI EE EM NP permanente e reuniões pedagógicas. PE PE SI N N § 5º - A hora trabalhoEEM excedenteSIprevista no PE I - Jornada Básica Ide 30 (trinta) horas de traNP M S N SI EM M SI inciso V deste EE regênNP EM PE balho semanais: 25 (vinte e cinco) horas em M P artigo, terá Ia mesma duração da hora EE E S E EM N cia de turma e 5 (cinco) horas NP N P M M M horas SI SI PE I atividade semanais; SINda respectiva Jornada Básica deEE30 (trinta)EM PE EE EE S N P IN M E NP NII - JornadaP Básica do Docente: S25 (vinte e de trabalho semanais do professor de educação in- SI N EE SI SI horas aula e 5 (cinco) horas atividade se- fantil. EEM SI NP M cinco) SI M NP EM P M SI EE M PE INArt. 16 - Compreende-se por hora atividadeEEM o manais, correspondendo a 180 EE (cento e oitenta) M M P E S N EE EE P IN PE horas aula mensais; I S EMo desenvolviNP tempo de que dispõe o P docente para P S M N N NP SI PE IN IN- Jornada Especial Integral de Formação: EMmento de EE SI SI SI S S atividades extraclasse,Ndentre outras: III M PE SI NP EE I -SIreuniões pedagógicas; 25 (vinte e cinco) horas aula e 15 (quinze) horas M EM IN EM P M M S M EM PE PE IN M EE EE II - preparação de aulas, pesquisas,EE seleção dePE adicionais, correspondendo a 240 (duzentas e quaN S N M N EE SI M NP SI NP NP material pedagógico e correção de avaliações. SI EE SI SI EE SI renta) horas aula mensais; NP I P M Jornada Especial de Trabalho Excedente INP § 1º - Não são consideradas horas atividades S EM N IVE M S EM PE SI EM PE E M N aquelasEM e Jornada Especial de Horas/Aula Excedentes: EM PE PE E destinadas a reforço, ErecuperaçãoEde alu- SIN EE SI EM NP P IN M M IN(cento e dez) horas aula nos e P de a) até o S limite de 110 N reposição PE aulas. IN E E S SI SI S PE PE IN5 (cinco) horas atividade que comMmensais, quando o professor estiver submetido à § 2º - Das S N EM E IN M S SI EM3 (três) serão M PE PE JornadaEEspecial Integral de Formação; S M põem a Jornada Básica do Docente, EE PE PE IN IN M EM EE S S N E IN NP M PE EM Sb) até o limite de 170 E(cento e setenta) horasNP obrigatoriamente cumpridas naSIescola e 2 (duas) EEM PE I SI EE submeti- em local de livre escolha. IN P S N P aula mensais, quando oIN professor estiver S M M SI NP M E EM por horasE adicionais IN S Edo à Jornada Básica doS Docente; SI Art. 17 - Compreende-se PE EM NP EM PE E tempo de IN dispõeSIo docenteMem que V - Jornada Especial de Trabalho Excedente para EoM PE E período deM PE IN EM S N S E E N PE EM SI o titular de cargoNP professor de educação infantil: INP Jornada Especial Integral de Formação paraEo dede SI EM IN PE S M NP N EM SI (trinta) horas excedentes mensais; S senvolvimento deEEatividades Eextraclasse, dentre NPE até o limite de 30 SI SI EM P SI EM EM VI - Jornada Especial de Hora/Trabalho Exce- outras: NP IN M E I M E S EM E S E EE EM NP EM NP P inatéE E S NP SI dente: SIN o limite de 30 (trinta) Ihoras excedentes INP I - trabalho coletivo com a equipe escolar,EM PE PE SI EM S clusive o de formaçãoEM NP PE mensais; permanente e reuniões peIN IN S S N SI PE PE M SI MVII - Jornada EspecialEde 40 (quarenta) horas dagógicas; IN IN M EM E S S E EE EM de trabalho EEM semanais: quando no exercício de carII - preparação de aulas,EM NP PE E pesquisas, seleção deEM PE NP SI EM IN SI go de provimento em comissão e Sprestação de ser- material pedagógico, correção de avaliações; PE EM IN NP NP EM PE E I I S E IN P III - atividades com a comunidade e pais deSaluS S N P SI M viços técnico-educacionais. M IN EM IN E S EM E S § de alunos e M 1º - Ato Ido secretárioE municipalEM Educa- nos, exceto as de reforço, recuperação de M PE E PE EM NP E N EE IN M E S EM NP PE ção disciplinará o cumprimento da NP Jornada Básireposição de aulas. SI SI EE PE NP EM I PE IN I S N Sca do Docente e da Jornada Especial Integral de PEParágrafoSúnico - O IN NP SI S tempo destinado às hoEM quando o número de aulas atribuídas ras adicionais será cumprido: SI EM IN M E S PE PE M M Formação, EE M NP E N E E P N ao docente não Iatingir as quantidades aMque estia) 11E (onze) horas aula semanais obrigatoriaE SI SI EM N E SI EM P PE Sobrigado. INP EM mente Sna escola; PE PE IN PE IN ver legalmente S N N S PE M M IN M SI SI IN b) 4 (quatro) horas aulaS semanais EE local deEE M EE § 2º - A duração da hora aula será determinaS E P em P P N M N EM N M PE SI SI SI da por ato do secretário municipal de Educação, e livre escolha.M M E EE PE EE IN valor revisto proporcionalmente,M P P S EM E sempre SIN terá seu Art. 18E- Compreende-se por horas excedentes: EE P IN NP IN M pelo professor PE PE N M S E SI que for alterada.S a) as horas aula ministradas N EM N SI EE PE SI EM § 3º - A hora atividade, a hora adicional, a hora além de sua carga horária regular, quandoErelativas SI P M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M EE M § 1º - O pagamento das horas de trabalho ex-INP àEM Jornada Especial de Horas/Aula Excedentes;M N M EE E EE SI NP S EM EE EE cedentes e das horas/aula excedentes far-se-á b) as horas de trabalho prestadas pelo profesSI NP NP EM NP P P I PE I I E S S sor em M N sua mediante apontamento.IN S N P M S S EM SI E Projetos Especiais de Ação, alémI de IN EE EM PE P § 2ºM Na hipótese da efetiva prestação P hode carga Ehorária regular, quando relativas à Jornada S M N N E E M PE IN M EM SI SI ras trabalho excedentes e de M Especial de Trabalho Excedente. PEE PE PE IN M E horas/aula exceden- S EE PE S IN N EE PE N tes, Sa respectiva remuneração será devida na seArt. 19 - Em regime de acúmulo de cargos, inNP SI SI EM IN SI EM NP EMclusive em outros entes federativos, o Profissional guinte conformidade: S E PE S SI EM PE M N NP de Educação não M PE EM SI M I - férias: média das horas trabalho e horasN SI aula E poderá exceder a carga horária PEE SI N M PE EE EM SI EM PE N excedentes realizadas no ano M letivo anterior; de trabalho semanal de 70N EE I (setenta) horas. SI PE NP IN PE S M S SI EE EM NP II - sábadosINe domingos: a proporção do nú-SIN S SI EM Parágrafo único M Anualmente, o profissional PE NP N EM E S PE de educação deverá Eprestar declaração de acúmu- mero de horas/trabalho eI horas aula excedentes M SI EM P P IN lo de cargos, ou sempre que a M situaçãoEprofis- EE M semana; S EM na N N E sua P realizadosEE PE SI SI EM EM Nsofrer alterações, inclusive as decorrentes deSIN PEfaculPE P III -Nrecessos escolares, feriados, pontos sional SI EM PE PE IN IN I M S S N S E PE M tativos, afastamentos e licenças remuneradas con- SIN concurso deEacesso previsto nesta lei. EM SI IN M EE S M cedidas durante o ano letivo: o número de horas EM EE NP M EM NP M SI V EE PE EM SI NP EE PE P E I trabalho e horas/aula excedentes atribuídas; EE SEÇÃO EM M N P I P S N N E P I I S N Ee licenças remuneradas conPE N S S N IV - afastamentos DA REMUNERAÇÃO DAS SI EM M SI IN SI NP EE PEJORNADAS DE TRABALHO EM SI anterior àM cedidas em período atribuição de aulas: a S P M N M N E E PE M SI EM média das horas trabalho eEhoras/aulaEM SI P PE M IN EE M PE E excedentes S IN EE M E IN realizadas no Eano letivo SIN anterior. INP Art.S20 - Os padrões de vencimentos dos inteNP P E P S EM SI S IN PE grantes da carreiraM magistério municipal, sujeiPE M § 3º - IN remunerações relativas às Jornadas As EE do S S E N P N M M SI EM SI tosEàs jornadasNbásicas eNPE especiais, Esão os cons-E Especiais de Trabalho serão devidas se e enquanM EE M E SI E P P P I M E E S N N to noEM efetivo exercício nessas jornadas,Enas conditantes do Anexo II, Tabelas “A” a P“E”, integrante IN SI SI NP E PE previstas Snesta lei, SIcessando oPEpagamento M IN M S ções desta lei.EE PE IN IN M S S N E PE M SI quando o EEM profissional M dela se desligar. § 1ºP- Considera-se padrão de vencimentos, para EM PE IN EE IN S S E P PE EM Art. 22 - Para fins de descontos, o valorM hora da os efeitos desta SIN o conjunto de referência e grau.EM lei, NP PE IN IN EM SI E PE E S S N E N M § 2º - As faltas a que se refere o art. 92 daINP aula, da hora/atividade e da PE hora adicional corres- EM Lei SI SI EE 8.989, deM de outubro de 1979, para os docen- ponderá aos seguintes percentuais: INP IN M S E 29 PE Pnº S E M S PE IN IN M EE I - Jornada Básica do Docente: 1/180 (um cenPE efeitos de desS S tes, observarão o regulamento IN N para M EE EM SI EM NP S EM EE SI to e oitenta avos) doEM Epadrão deMvenciPE NP conto e apontamento. PE P I E respectivo M P N S N E E N IN M M SI NP SI mentos do Profissional de Educação; 2º PE SI PE EE § 3º - Do regulamento a que se Srefere o §EM SI EE N M - Jornada Especial Integral deSIFormação: E II deste artigo deverá constar o número de horasPaula NP NP M EE SI que corresponderá a uma falta dia. SI EM N EM EM 1/240 (um duzentos e quarenta avos) do respectivo EE SI E NP EM PE PE PE P I M N N PE vencimentos do profissional de educaArt. 21 - A remuneraçãoINrelativa às jornadas Spadrão dePE IN M EE EM SI SI S N S N EE SI PE SI NP especiais de que tratam os arts. 13 eEEM desta lei 14 SI NP EM ção. IN M S E M EM NP EM Parágrafo único - Os descontos compreende-M corresponderá ao número de horas/aula ou horas/ PE PE SI EE PE PE IN EM sábados, domingos, feriados,INpontos faculM EE P trabalho excedentes Iefetivamente realizadas, cujo rão os N S M N SI EE PE IN S S NP EE P S valor unitário corresponde a: EM N PE SI SI tativos e recessos escolares, na forma da legislaIN NP M E IN I- Jornada M M S S M IS Especial de P vigor. EE N Trabalho Excedente e ção emPEE EE EE EM SI EM das NP M N de Hora/Aula P Art. 23 - A Eremuneração dos docentes, M SI NP N Excedente: EM PE M SI EE SI SI PE a) 1/180 (um cento e oitenta avos) do Preshoras/aula prestadas em cada uma das JornadasE IN PE M N S PE N N M EE SI N SI SI pectivoMpadrão de Pvencimentos do docente em EEspeciais Integral de Formação, de Hora/AulaSIExEM SI EE N E P P cedente e de TrabalhoEM M E Excedente previstas no art. E Básica; SI Jornada N N EE M EM SI SI 13 destaM bem como da Hora/Trabalho Exceden- EEM NP NP EE lei, avos) do resSI SI b) 1/240 (um duzentos e quarenta EE NP PE EM P P M SI NP M PE IN M pectivo padrão de vencimentos doSIdocente, quante prevista no art. 14, poderá ser incluída na base IN EE E S S E N P E SI EM N EM PE de NP S SI EM PE PE do submetido à Jornada Especial IntegralSIde For- EM contribuição para o Regime Próprio de PrevidênIN EM S PE mação; IN IN EM E cia SocialSdo Município de São Paulo (RPPS),EinstiM S N P M M PE NP SI de 12E EM M SI EE II - Jornada EspecialSIN Hora/Trabalho Exce-N tuída pela Lei nº 13.973, de NPE de maio de 2005, PEE SI E E P M do servidor, na forma do § 2º de seu art. IN E dente: 1/180P(um cento e oitenta avos) do respectipor opção E N SI NP M S SI SI IN vencimentos da Jornada Básica do 1º, PE EM M EEas demais regras estabelecidas no vo padrão de S N observadas P PE EE EM infantil.M SI PE P M M regulamentoNa que alude o § 4º doIN SI PE EM professor de educação E S mesmo artigo. IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE E N N EM PE SI SI Art. 25P- O ingresso na Jornada Especial de § 1º - Na hipótese de que trata este artigo, a in- EEM PE IN IN S S N EM M M clusão da parcela correspondente nos benefícios deNP Hora-Aula Excedente e na Jornada Especial de SI I PE M EE EE S P EM N P M Hora-Trabalho Excedente dar-se-á porEM atribuição, aposentadoria E pensão dar-se-á na forma do § 3º do EM SI PE e IN PE M IN Sart. 1º da Lei nº 13.973, de 2005, e, na ocasião de mediante anuência do profissional, na forma que disS PE IN PE IN M EE S N E S N P M SI SI PE PE M sua fixação, o respectivo cálculo será proporcional puser ato doNSecretário Municipal de Educação. EE SI EM M E P IN IN S N EM Parágrafo único - Não poderão ingressar nas ao tempo mínimo Ede contribuição para a Saposenta- M E PE PE EM SI EM PE voluntária.P I IN M N EE jornadas referidasPE "caput" Edeste artigoN os do- M S S doria N P SI N no EE NP SI EM SI EE EM § 2º - A inclusão das parcelas Erelativas às IN SI S ho- centes: NP PE de aposentadoria e pensão SI I - portadores de laudo de readaptação; NP EM NP nos N SI SI N EM ras aulaEEM benefícios M PE SI SI EM EM P EE de trabalho semanal, em PE na forma deste artigo fica incompatível com: IN E II - cuja carga horária M E P S N N SII - a remuneração de outras jornadas ou regi- EE regime de acúmuloSlícito de cargos, inclusive consi- M M NP IN SI EM NP EM SI SI EE E NP PE PE P SI N N EM derando eventuais vínculos Ecom outrosSIentes fede- PE mes IN M especiais de trabalho; M SI N P S E E M SI rativos, excedam o limiteINprevisto no art. 19 desta II - parcelas decorrentes doEM PE PE M E exercício Ede car- PEE S EM P N gos em M N M M SI SI PE IN PE M INlei. (NR) (Caput e incisos: redação dada pela Lei EE EE comissão; E E S N S N P M EE SI NP NIII - parcelas decorrentes do exercício de ou- 14.976,Mde 5 de janeiro de 2009) NP SI EE SI SI cargos efetivos da Carreira do Magistério MuSI NP E 26 - O ingresso na Jornada Especial de M Art. tros SI M NP EM PE SI EM EE M PE IN Trabalho Excedente dar-se-á por convocação do nicipal. EM M EM E P E S N E Será garantida a inclusão das vantagens Diretor de Escola para PEEdesenvolvimento de proPE IN PE SI EM NP o § 3º P S M N N NP SI PE IN IN SI SI EE EMjeto pedagógico, após autorização do Supervisor SI S S N pecuniárias previstas neste artigo nos proventos e E P SI NP EM M EscolarI e mediante anuência do docente. pensões se oPEdocente aposentar-se Eno cargo SIN de M S EM M M EM EM PE PE IN EE M EE Parágrafo Eúnico - Não poderão ingressar naPE professor, sendo vedada a sua transferência para N S N M N EE SI M NP SI NP NP SI EE SI SI EE SI outro cargo ou carreira dos quadros de pessoal do Jornada Especial de Trabalho Excedente os doNP P I P M S EM N E N município. M SI centes: M EM PE SI EM PE M E M EE N N E I - Eportadores M laudo de Ereadaptação; de hipóteses dos arts. 89 e § 3º do art. PE EE SI SI § 4º - Nas P P- cuja cargaEhorária de PE NP IN se aplica o disposto neste artigo, M M IN I E S II trabalho semanal, em 91 desta lei não N E E S S N SI NP SI PE PE SI EM EMsendo obrigatória a incidência daNcontribuição pre- regime de acúmulo lícito de cargos, inclusive consiI IN S S S EM entes fedeM EM PE PE videnciária. M derando eventuais vínculos com outros EE PE PE IN IN M EM EE S N N E P M limite previsto no art. 19S desta NP M EE EM SI SI IN rativos, Pexcedam o P SI N EE Iincisos: redação dada pela Lei PEE PE S P lei. (NR) (Caput eS IN SEÇÃO VI M N S N N EM M M DO INGRESSO E SI SI SI 14.976, de 5 de janeiro deE2009) DESLIGAMENTO PE E M M EE E N E M NP M EM SI DASE JORNADAS DE TRABALHO PE NP SI M EE Art. 27E- O desligamento das Jornadas EspeciNP SI EE EM N P E P M SI SI IN P PE IN ais Integral de Formação e de 40 (quarenta) Ehoras PEE NP M S M N N SI ingressoSIdo docente na JornadaS de trabalho semanais dar-se-á Enas seguintes con- N Art. 24 - O SI EE EM PE SI EM mediante formidades: EM NP IN Especial Integral de Formação dar-se-á M E I M E S EM E S E EE EM NP EM NP PE anual, desde Eque completado o número de E SI E de NP SI opção SIN NP I - na hipótese da Jornada Especial Integral M PE P SI EM NP PE horas aula que obrigatoriamente compõem a referi- SIFormação:EM IN IN S S N SI PE PE M SI da Ejornada, na forma que dispuser ato do secretário a) a pedido, anualmente, na forma disciplinada M IN IN M EM EE S S E P E EM municipal deEM por ato do secretário municipal de Educação; M EM PE M E Educação.IN PE NP S acúmuloNlícito de cargos I M b) nos afastamentosNPEque se referem os arts.E P regime de I N M EE S PE E § 1º IN Em a I S E S N PE SI S NP PE SI 66 SI M docentes no magistério municipal, o profissional SIN e 69 desta lei; EM IN E EM E S EM somente poderá Poptar pela EJornada Especial Intec) em razão de inclusão em outra jornada M PE PE EM EM N P N EE IN M EM SI EM PE PE gral de Formação por umIN especial de trabalho; SI S dos cargos. EE PE NP EM IN PE IN S S SI N § 2º - M docentes portadores de laudo de P Os IN PEd) afastamentos previstos nos arts. 47 a 50, N reaS Eficam impedidos de ingressar na Jornada 149 e 153 da Lei nº 8.989,I de 1979; S SI EM IN M E S PE PE M M daptação EE M NP E N Integral de Formação. E E P N Especial II - naEhipótese daM SI SI E Jornada Especial de 40I (quaN EM S EM P PE PE SI E PE PE de cargos M renta) SIN PE (J-40): na cesIN IN § 3º - Em regime de Sacúmulo lícito horas de trabalho semanais E S N N IN M M SI EM NP SI da M EE classe dos gestores educacionaisSou cargosSItéc- sação de designação ou exoneração de cargo emEE E PE P P N N EM N M integrante da estruturaSIda Secretaria PE EM SI SI nicos ouNcientíficos, Eo profissional de educação do- comissão, EEM PE EE I poderá optar pela Jornada Especial Inte- NMunicipal da Educação,M M P P S EM E cente não EE para a qual foi o profissioI IN NP IN M PE PE Lei nº S nal, quando docente, Pconvocado. S N M S E SI gral de Formação. (NR) (Incluído Ipela EM N IN SI EE PE S EM PE inciso S M E 14.876, de 5 de janeiroEM 2009) de § 1º - Ficam excetuadosNdo disposto no I N E S SI EM E EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PEos afastamentos previstos nos arts. concurso anterior M EE M para a carreira com prazo de va-INP IIEM deste artigo, N M EE E EE SI NP EM S EM EE IX, da SI NP NP64, incisos I, II, III, IV, VI, VII, VIII,INP X e 143 PE Lei lidade em vigor. EM P I PE I E S S nº 8.989, de 1979, bem como nas Leis nº 9.919, de N N S N P SI SI EM EM SI EM IN EM PE PE P SEÇÃO III 21 de Ejunho de 1985 e nº 10.726, de 8 de maio de S M M N N N E E M PE EM SI SI SI DA ÁREA DE M 1989. PE PE EE IN M EM EE ATUAÇÃO E DA PE P S N EE PE SIJORNADA P TRABALHO § 2º - Em regime SIN acúmulo,IN desligamento de NDE So EM IN SI EM NP EMda Jornada Especial Integral de Formação eSda JorS I E PE S EM PE N N NP nada Especial deEM (quarenta) horas de trabalho EEM Art. 31 - Os integrantes da carreira de apoio à PE EM SI M 40 SI SI N P M M M PE EE SI PE nas semanais - J.40, dar-se-á,INobrigatoriamente, sem-N educação atuarãoPEE seguintes unidades da Se- PEE EE M SI NP IN S M S N SI EE N EM NP M SI SI SI Epre que o limite previsto no art. 19 desta lei for exce- cretaria Municipal de Educação: PE NP M M E dido. I N nas unidaI - agente escolar: exclusivamente S EE M EE SI NP EM EE SI EM des educacionais; NP NP EM EM PE SI SI EM EM de educação: nas unidades NP PE PE PE IN I II -IN auxiliar técnico S SCAPÍTULO IV EM PE PE IN IN M E S S N S E M M educacionais e nas unidadesP regionais e centrais SIN DA CARREIRA DE APOIO À EDUCAÇÃO SI IN EE M EE M daMSecretaria M Municipal de S Educação.M EM EE NP NP EE SI I EE PE SI EM NP EE Art. 32 E-E Os integrantes das carreiras do QuaP I SEÇÃO EM M N P I P S NP N E PE I I S N dro de Apoio à Educação ficam sujeitos à Jornada E PE N S S N DA CONFIGURAÇÃO DA CARREIRA SI EM M SI IN SI NP M EE PE SI Básica de 40 (quarenta) horas de trabalho sema- S E P M N M M E PE M SI Art. 28 EEO Quadro SIN Apoio à Educação é com- nais.EM de EM PE PM IN EE M PE P E PE IN IN seguintes carreiras: S EE N M posto pelas E I N S S P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE M CAPÍTULO V I - auxiliar técnico de educação; EE S S N N M M M EE SI NP SI DO ESTÁGIOEE PROBATÓRIO M M EEII - agente Iescolar. INP EE S E E P P P E S N N EM EM PE As de IN SI § 1º - M carreiras do QuadroINP Apoio à EduSI E PEArt. 33 - OSestágio probatório corresponde ao M PE IN S S cação ficam configuradas em classes únicas comPE IN IN M EE S S N E PE P EM 3 EM postasINdos cargos Econstantes do Anexo EI, Tabela período deEM (três) anos de efetivo exercícioSIque P IN M E S S M N E PE M se seguePao início de exercício M servidor no car“D”, integrante desta lei. EE NP SI PE IN IN E do SI EE P EM S S N M § 2º - Todos os cargos situam-se inicialmente go de provimentoIN PE PE S efetivo das carreirasNdo QuadroEEM NP SI M EE grau “A”Eda classe única e a elaM IN SI I S E retornam quan- dos Profissionais de Educação. S E NP NPno EM PE SI SI do vagos. NP E servidor em estágio M PE § 1º - O M probatório, para M N E SI EM N EM PE M SI E PE estabilidade, será submetido § 3º - Os integrantes das carreiras PE Quadro SI fins de aquisição deEE do PE IN M M PE N S N E IN N EE M SI NP SI por deEM SI PE M E Apoio à Educação serão enquadrados por evo- à avaliação especial de desempenho, INP comis- S SI EE EE sãoEM instituída para essa finalidade específica, de lução funcional nas referências constantes do AneS NP NP M M SI xo IV, Tabela “A”, na forma prevista no art. 35,P am- acordo com M SI N EM EM E PE I EE critérios aPEserem estabelecidos Pem E E S E N E P P I M Sregulamento específico, observadas, dentre outras, N N N PE PE bos desta lei. IN M EE EM SI SI SI N S N M EE SI PE SI NP § 4º - Categoria é o elemento indicativo da poEE SI NP EM as seguintes condições: IN M S M EM NP EM I - avaliaçãoEdo profissional de educação nosM sição do servidor na respectiva classe, segundo sua PE PE SI EE PE da função PE IN EM M EE P evoluçãoEfuncional. IN N S aspectos compatíveis com o exercício M N SI EE PE IN SI S NP E P S N M PE P SI SI pública; M IN M EE IN IN S S E M II - definição dos S níveis de responsabilidade de SEÇÃO II EM EE NP EE PE profissionais de educação queEM E EM SI CARGOS NP todosIN EM SI NP EM NP EM DO PROVIMENTO DOS PE deverãoEM S os SI SI PE PE atuar no processo de avaliação; IN PE M N S PE N N EE SI SI SI EMo provimento dos EEM III - fixação dos prazos necessários para a SIN avaArt. 29 - Os requisitos para SI P M M PE IN EE EEdas carreiras do Quadro de Apoio à Educa- INP liação e respectiva conclusão. EM S cargos N P M M M EM SI S NP PE EE EE § P2º - Na hipótese de mudança paraEM cargo de PEE çãoIN SI S são os constantes do Anexo I, Tabela “D”, intePE P IN M N N M PE M grante destaElei. carreira diversa do mesmo Squadro, em razão de IN S SI SI PE EE IN M M EE N P Art.SI30 - Os concursos de ingresso para os concurso público, durante o período aSque se refere M EE EE NP S E N M P P M SI SI cargos das carreiras do Quadro de Apoio à Educa- EE o “caput” SIN deste artigo, PE haverá nova avaliação,EE para IN EM S N P EM M PE NP SI ção Eserão realizados, obrigatoriamente, quando: SIN efeito do cumprimento do estágio probatório, reini- EEM EM M SI PE E IN P N PE EE EM NP I - o percentual dos Scargos vagos atingir 5% ciando-se a contagem do período de estágio proba- IN SI IN M S SI EM NP PE de que trata o “caput”. S I (cinco porScento) do total de cargos da classe; tório EE N EM PE M SI § 3º - Durante o período de estágio probatório PE PE M IN EE concursados excedentes de NP M II - não houver S P EM EM SI IN EE IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE os servidores integrantes do Quadro dos Profissio- EM SI SI PE IN IN E rado na forma da legislação vigente e respeitados M S S N M naisEM Educação permanecerão no Pgrau “A” daNP os mínimos progressivos estabelecidos no Anexo de EE SI I M E EE S E P EM N P M IV, Tabela “A”, integrante desta lei; referência inicial das respectivas carreiras. EM SI EM PE IN PE M IN S N E S PEb) títulos: Econsiderados o Certificado de ValoPE § 4º - IO servidor que após o cumprimento do IN M S N E S N M SI NP SI PE PE não a M estágio probatório M adquirirEE estabilidade será ração Profissional, cursos de graduação, pós-graSI EM E P IN IN S S N EM duação, especialização, e os promovidos, reconheexonerado, na forma da legislação específica. EE PE PE M EM SI PE 5º - ParaP os fins deste artigo considera-seEM cidos ou patrocinados pelo órgão técnico da SecreIN IN EE M N E PE S S N § SI M N EE NP SI EM NP SI EE EM taria P efetivo exercício os afastamentos em virtude de: SI SI N Municipal de Educação; PE P E I M S c) combinação dos critérios tempo e títulos;IN E N M M I - férias; NP S SI N PE M EE M SI EM educacionais: EE SI N P P EE II - para os gestores IIN- casamento, até 8 (oito) dias; M EE PE SI N P I N SIII - luto, pelo falecimento do cônjuge, compa- EE M SI EM NP EM IN a)Stempo de efetivo exercício na carreira, apu- EM SI SI EE NP PE PE SI N rado na forma da legislaçãoEM vigente e Srespeitados PE nheiro, pais,NP irmãos e filhos, inclusive natimorto, até IN SI N PE SI EM (oito) dias; EM M E8 SI E osM mínimos progressivosNestabelecidos no Anexo E P P E EE SI EM EM N M M IN IV, IVE- luto, pelo falecimento Ide padrasto, E NP SI P madras- INP Tabela S“A”, integrante desta lei;M PE M EE E EE S P IN M EE b) títulos: considerados a avaliação dePdesemta, sogros e cunhados, até 2 S(dois) dias;IN S NP NP IN EE SIpós-graduação, es- S SI V - faltas Sabonadas M N EM M penho, cursos deP graduação, nos termos do parágrafo SI M N PE EE SI EM EE M IN pecialização e os promovidos, reconhecidos ou paúnico do art. 92 da Lei Pnº 8.989, de 1979; M EM E E S EM NP EE Eexercício deNcargo deINP PE Iem co- trocinados pelo órgão técnico da Secretaria MuniciPE SI EM VI P P M N N NP S provimentoS PE INna administração direta, cuja natureza das EMpal de Educação; SIN SI SI EE SI S N missão M PE SI NP EE c)SIcombinação dos critérios tempo eM títulos; atividades esteja relacionada com as atribuições M EM IN EM P M S M EM E PE PE IN M EE EE III - integrantes das carreiras doPEQuadro dePE próprias doScargo efetivo titularizado pelo servidor; N IN M N EE SI M N NP NP SI Apoio à Educação: VII - (VETADO). S EE SI SI EE SI NP I P M - Na hipótese de outros afastamentos con- INP a) tempo de efetivo exercício na carreira, apuS EM E N §E6º M S EM PE SI EM P M EE N rado naEM forma da legislação vigente e respeitados SIN siderados ou não de efetivo exercício, não previsEM PE PE EE SI EM PE NP Anexo PE IN artigo, IN M M S tos no § 5º deste N S ocorrerá aEsuspensãoEda os mínimos progressivos estabelecidosSI no N PE SI SI PE PE Mcontagem do período de efetivo Iexercício para fins IV, Tabela “A”,IN S integrante desta lei; M N EM E IN S S térmi- M b) avaliação de desempenho; EE M EM PE PE de estágio probatório, que será S retomada ao EE P PE IN IN M EM EE S S N E c) títulos e atividades. no doNafastamento, quandoEEMservidor reassumir asNP o NP M PE SI SI EM PE I SI EE IN P S P §IN - Os integrantes doMQuadro dosM 1º Profissio- NPE atribuições do cargo efetivo. S M N S N M Art. 34 - O titular de Icargo de professor de edu- nais de Educação manterão, na evolução funcional, I S EE E S SI M M EE PE E NP E P cação infantil e de professor de educação infantil e oM M que detinham na situação anterior. I E E N M E S N E SI M EE mesmo grau NP SI EM NP PE PE EE S § 2º IN A evolução funcional de que trata este ensinoI fundamental I que apresentar a habilitação INP SI EM PE P N M S M N magistério, correspon-S artigo será feita mediante enquadramento,Na partir PE E SI profissional específica paraIo SI EE S N EM PE EM do estágio da obtenção dasPcondiçõesINnecessárias à passa- SI EM N dente a licenciatura plena, no período M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP referência imediatamente superior. EM E SI NP NP SI probatório, poderá ser enquadrado na categoria 3, Igem para aM NP PE PE SI SI N E de S NP na conformidade Sdo art. 36 desta lei. § 3º -EE contagem M tempoSIprevista no PE A paráIN N SI P PE M SI grafo único do art. 17 da Lei nº 11.229, de 1992, fica M IN IN M EM EE S S E EE CAPÍTULO VI EM M assegurada no primeiro enquadramento por evolu-EM EM NP PE EE PE NP SI I Mfuncional na carreira, para aquelesEEM PE P IN E N M S PE E DA EVOLUÇÃO FUNCIONAL ção profissionais S N N E SI IN PE até a data da publicação desta Ilei não se beneSI SI NP PE S OUTROS ENQUADRAMENTOS que N S M N EM SI ficiaram dessa contagem. EM SI EE EM PE M M M P E PE E E N M E EE IN M SI PE NP §M4º - O profissional de EEM educação não terá di- SIN EE SI EE NP NP SEÇÃO I E IN P Ifuncional enquanto não P S N S SI N EVOLUÇÃO FUNCIONAL reitoE à evolução o P NP SI cumpridoM SI EM SI IN M E E estágio probatório de que tratam os arts. 33 eEE 34 S E NP NP 35 - A evolução funcional dos integrantes desta lei. EEM EM EM PE NP M Art. SI SI EM N EM SI P PE PE EE SI EM PE PE IN - Os enquadramentosPdecorrentes da evoIN IN de Educação é a pasdo Quadro dos Profissionais §S 5º S N N S N PE M M SI SI EM SI IN sagem de uma para outra referência de vencimenlução funcional serão efetuados na referência ime-EE M EE S E PE P P N M N EM N M conformidade com o AnePE SI SI SI tos imediatamente Psuperior e será disciplinada em diatamente Esuperior, deM EM EE PE EE IN M S EM Nxo IV, Tabela “A”, integrante desta lei, observado o E regulamento, observados os NP seguintes critérios: EE P IN SI NP I M na referência, PE PE S N M E SI I - para os docentes: S interstício de, no mínimo, 1 (um) ano N EM N SI EE PE SI SI EM a) tempo de efetivo M PE M E exercício na carreira, apuparaMnovo enquadramento. SIN N E SI EM EE E NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PE ao secretário municipal de Edu- ção apresente índices insatisfatórios. PE M M § 6º - Caberá EE M N N M EE M EE EE SI NP EM SI processo de PEE certificaçãoPaEque se refeE SI NPcação autorizar os enquadramentos de queE trata EM § 2º - O SINP NP SI este artigo. N NP SI N PE M SI SI EM SI EM INre o “caput” deste artigo será anual e deverá:EE M E7º - A competência de que trata o § 6º poderá S E P PE P I - apresentar todos os indicadores pelos quais § M M N N N E E M PE EM SI SI SI os docentes serãoEM ser delegada.IN PE PE EE M E valorados;EM PE S N P N EE PE NP SIII - garantirNo devido processo legal. SI SI EM IN SI EM NP EM E PE S Art. 39 - A avaliaçãoSde desempenho a que Ese SEÇÃO II SI EM P M N NP PE EM SI M EEreferem os incisos II e III, alínea “b”, do art. 35,IN ENQUADRAMENTO POR HABILITAÇÃO S desEM SI N M PE EE EM SI PE NP ta lei, será feita na forma da Lei nº 13.748, de 16 de EEM EE IN SI PE NP IN P S EM M M S SI NP e PE M Art. 36 - Obtida a habilitação deSIgrau superior, o janeiro de 2004SIN contemplará, dentreEEoutros, osSIN N EEprofessor de educaçãoM NP deM SI M EE infantil e o professor PEE edu- seguintes critérios objetivos: SI NP EM SI cação PEE I - índices de movimento de lotação e deEM infantil e ensino fundamental I, ambos da ca- PE N NP EM EM E perS SI EM N 1, serão enquadradosPE categoriaI 3, manti-SIN manênciaEna unidade M exercício; P I M EE de tegoria na NP S E PE P I IN IN M E S S N E M II S- participação nos Itrabalhos coletivos e SIN do o mesmo EEM que detinham na situação anterior. grau SI NP M EE S EM Parágrafo único M O enquadramento deE que reuniões; M E NP M EM NP S E PE trata esteI artigo seráE feito de forma automática e E SI EM NP EE III - atualização e desenvolvimento profissional; PE P E I EM M N P I P S N N E PE I I da data da apresentação, pelo IN S E PE N S S N IV -SIresultados P surtirá efeitos a partir S N EM M SI N alcançados pelo Sistema de M da habilita- Avaliação Institucional, previsto no art. 40 desta lei. SI EE PE SI docente, do documento comprobatório E P M N M M N E PE M SI EM M EE ção obtida.PE SI M IN EE M PE § 1º - O processo de Pavaliação Pde desempeEE S P E IN EE N será anual e deveráINdar publicidade de seus M E I nho N S S P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE M parâmetros, tendo em conta, inclusive, as atribuiSEÇÃO III PEE S S E N M M M IN SI N PE M EE M EEENQUADRAMENTOINDECORRENTE EE ções próprias do profissional abrangido, bem como S SI E E P P P E S N N N EM EM garantir ao avaliado o devidoPE processo legal, obser- M SI SI DE CONCURSO DE ACESSOP SI E PE P INno CapítuloEVII do TítuIN M S S vando-se, ainda, o disposto PE IN IN M EE S S N E PE M P SI lo II desta Elei. Art. 37 - O enquadramento decorrente de noEM EM PE IN EE IN M S S N E PE EM § 2º P A avaliação de desempenho de que trata meação em razão de concurso de acesso será rea-EM NP SI PE IN IN EM SI E PE EM S S N P M este artigo será regulamentada em decreto especí- EM lizado automaticamente na referência correspondenPE IN PE SI EE ao critério tempo de Scarreira, apurado por SIN IN M IN EM PE Pte S fico. ocaE M S PE IN IN M EE PEquando não ocorS S sião do último enquadramento ou, N P N M EE EM M SI EM SI EE mais SIN EM EE PE NP CAPÍTULO VII E rer a correspondência, na referência inferior PE P I M M P N S N P E N E N M M SI SI SI DO SISTEMANDE AVALIAÇÃO próxima. PE SI PE M EE SI EE M INSTITUCIONAL DA M EDUCAÇÃOIN do deste artigo, EE não S NP § 1º - Na hipóteseINP “caput” M EE SI se aplicaEoM S EM E E 5º do art. SINPdesE interstício previsto no E P MUNICIPAL M § 35 E E N E PE P P P M SI N N N PE PE ta lei.SIN M EE EM SI SI SI N N M EE SI PE SI NP Art. 40 - O Sistema de Avaliação Institucio§ 2º - O enquadramento de que trata este artiEE SI NP EM IN M P M S E M EM nal da Educação Municipal tem por objetivos al-M go não acarretará nova contagem deNtempo ou conPE EE PE SI EE PE funcional. IN EM a melhoria na qualidade de INP M EE P cessão deMnova evolução N S cançar ensino, a vaE N SI EE IN S NP EE- EfetuadoSIo respectivo enquadramento INP P S M PE dos § NP 3º SI S lorização M Profissionais da Educação e maior IN M EE IN I S P S S E M em decorrênciaMde nomeação por concurso de eficiência institucional. EE EE PE EEresultar emNreferência P EM SI EM nesta N igual àquela M N acesso, se este Parágrafo único - ParaNP fins previstos os SI EM NP EM PE M SI I EE SI PE que o profissional de M educação possuía na NP situalei, considera-se Avaliação S Institucional o monitora-E IN PE S PE N E N M SI N SI SI ção anterior, será PE enquadrado na referência Emento sistemático e contínuo da atuação dasSIuniele EM SI M EE N EM P P dades da Secretaria Municipal deM I EE E S imediatamente superior. IN N M M EE Educação. M EM S SI NP NP M EE EE Art. 41 - Decreto do Executivo fixará Eos instru- PEE SI SI Art. 38 -MPara fins da Certificação de ValoraNP PE P P I S N N E M PE ção Profissional a queEM refere o IN se S SI S inciso I, alínea mentos pelos quais se dará o monitoramento insti- I PE IN M M E serão considerados PEE re- tucional, definindo os indicadores de resultados que S N P M EE EE “b”, do art. 35 destaNlei, N os S SI EE outros aspectos: EEM SI M SI NP NP sultados alcançados pelo Sistema de Avaliação Ins- EEM P deverão considerar, entre I I E S M S N E M M NP SI NP titucional, previsto no art. 40P desta lei. EM I - o alcance das metas e a EE M SI P realização das ativi- PEE EE IN SI E E P § 1º - A Secretaria Municipal de PEducação de- dadesMe projetos, previamente estabelecidos pela N S N E N PE SI N M SI SI PE SI IN as medidas necessárias destinadas equipe da escola e aprovados pelasEM M EE verá promover S E autoridades E P M IN P E S N PE PE M Certificacompetentes em âmbito regional Se central daM SeIN SI PE EM à melhoria profissional dos docentes cujaIN EM IN EE M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE M N N PE PE cretaria Municipal de Educação; M CAPÍTULO VIII PEE SI SI IN IN EE S S M - os fatores de desempenho EEM equipe,NP M DA REMOÇÃO IN II S I P da M EE EE pela própria equipe S P EM P M M auto-atribuídos por consenso IN EE E S EM P IN PE M IN Sde trabalho; S PEArt. 45 - Remoção é SoNdeslocamento dos inteIN PE I M EE S N E N P M SI SI PE PE grantes do SQuadro dos Profissionais de Educação III - os conceitos atribuídos pelos usuários à IN M EE EM M E P IN IN S S M EM de uma para outra unidade da M Secretaria Municirespectiva unidade. EE PE PE IN PE 1º - O regulamento aSque se refere o “caput”EM pal deEEducação. PEE IN IN EE M NP E S S N § P SI M N E NP SI EM SI EE EM Art. 46 - Os profissionais de educação efeti-E deste artigo deverá considerar, na avaliação, o SIN conSI NP P P E I M S N E N M texto e oEM vos poderão remover-se de suas unidades deSIlopeso de fatores externos que influenciam NP SI N M PE M E M SI Epor concurso, mediante reEE nos resultados. SI N P permuta ouE M tação, porEE EE P SI NP N I N S§ 2º - Os indicadores estabelecidosPno regula- EE querimento. M NP SI EM N EM SI SI SI EE EM NP PE PE SI EM Parágrafo M único - Ato Edo secretário municipal PE mento a que P refere oN“caput” deste artigo deveIN N se I S S N P SI EM E M SI com E EducaçãoPEdisciplinaráNo concurso anual de reI PE rão ser ponderados de acordo PEE sua relevância deM M S E e pon- PE EM N no conjunto e organizados em N M M M IN SI PE Iescala própria PE M INmoção e oSprocessamento das permutas, sem preEE EE EE S N S juízo da continuidade do processo de melhoria de N P M EE tuada. SI NP NP SI IN EE SI SI § 3º - Na Sapuração final dos resultados, cada qualidade nas respectivas unidades. NP EM M P SI M EM PE IN EM EE M PE INArt. 47 - A S remoção por permuta processar-seescala deEindicadores corresponderá a uma parceM M EM E P E S N EE E PE PE la específica do totalI máximo dePpontos daIN S EM N P P S avalia- Má precedendo o início do ano letivo. M N N NP SI PE IN IN SI SI EE Excepcionalmente, por motivo devidaE SI S S N § 1ºPção, conforme estabelecer o regulamento. M PE SI IN Art. 42 - PEE resultados obtidos pela avaliação Os M EM IN mente Sjustificado,Ma remoção por permuta poderá EM EM S E EM N E PE EM E de de SI NP PE EM IN PE que trata este capítulo constituirão fundamento ocorrer no mês PE julho, seEnão houverNprejuízo paraP I M S M IN S N N E S oEE SI SI SI para, dentre outros: NP P andamento das atividades escolares. PE M SI ser autorizada permuta ao EM Ea execução de programas de capacitação e SIN N § 2º - Não poderá IE M EM PE SI EM P M EE N EM profissional: requalificação profissional;PE EM PE IN EE SI EM PEque já tenha alcançado o tempo Ide serviço S NP PE IN M desenvolviM IN E S III - a execução de SprogramasEE de N E S N SI NP SI P PE necessário à aposentadoria ou para aquele a quem SI EM EMmento organizacional; IN IN M S S S EM M Ea ampliação da autonomia de gestão e pe- M apenas 3 (três) anos para implementar as PE PE E falte IIIPEE PE IN resIN M EM EE S S N N E E P dagógica das unidades escolares; NP M EM SI SI EM P IN pectivas Econdições; P SI EE IN PE S IIIN que se encontre na M condição deM readapta- NPE IV - a concessão do Prêmio de PDesempenho S M N S N M SI EE E SI SI M M EEEducacional; (Redação dada pela Lei nº 14.938, do, com laudo temporário; E P E NP E P de 30 deEjunho de 2009) M E unidade deNlotação conte com profisSI N EM III - cuja M PE SI NP SI EE PE EM I- o estabelecimento deEplanos de gestão das NPEsional excedente na mesma área de atuação.EM IN E S N V S EM NP SI M SI NP do PE NP EM SI e alocação dos recursos. E políticas públicas § 3º - Será tornada insubsistente a permuta SI EE SI EM IN NP EM EM Parágrafo único - A concessão da gratifica- profissional queINP Iexonerar no prazo de 3 S venha a seS M E M E EM S EE EE EM NP EM NP PE da M E SI NP SI ção prevista no inciso IV fica condicionadaSaNpartici- I(três) meses, contados M respectiva autorização. NP PE PE I EE SI EE NP pação do profissional na avaliação de que trata este S Art. 48M O concurso de remoção deverá PsemIN IN S S N SI PE PE SI capítulo, exceto no caso EEM profissional afastado do pre preceder ao deIN ingresso e de acesso para proM IN M EM S S EE EM EE para cumprirEM vimento dos cargos correspondentes. M M EM NP E mandato sindical. INP PE NP SI I M Art. 49 - Ao profissional de educação, quandoE PE P - Os resultados da Avaliação InstitucioN M EE S PE E Art. I43 I S N N E S IN PE SI S NP PE readaptado com laudo médico definitivo e desdeSque SI M nal da Educação EMunicipal serão apurados anual- SIN EM IN E M EM S mente, considerados os eventos ocorridos até o observado o módulo a ser estabelecido em ato do M PE EE PE EM EM NP I EE IN M EM EM PE NP PE encerramento Sde cada ano imediatamente anterior secretário municipal de Educação, fica assegurado SIN SI EE PE NP EM IN PE IN I S S Sao ano da M N apuração. o direito de permanecer em sua unidade de lotaIN PE NP SI E SI EM IN M - O ano de apuração definido ção, prestando serviços compatíveis Scom sua EcaE Parágrafo único S PE P M M EE M NP N deste artigo inicia-se em 1º de janeiro e pacidade EE E E P Nvaga no “caput” E SI SI EM N EM S EM P física ou psíquica, devendo a suaI PE SI dezembroPde cada exercício. EEM ser incluída no concurso de remoção. PE PE IN PE IN IN termina em 31 de S S N N S N P M M SI SI EM SI IN Art. 50 - O profissional de educação readapta-EE EE Art. 44M O Sistema de Avaliação Institucional S E PE P P N M N EM N M PE M SI SI SI de que trata este capítulo será periodicamente atu- do temporariamente, manterá sua lotação durante EE PE EE IN Mas polí- INo período de vigência EEM laudo. EE P P S EM E alizado, visando mantê-lo compatível com do P IN NP IN M PE PE da ges- S S M N M S E S ticas, as práticas e as inovações da área § 1ºI - Na hipótese de renovação subsequente IN N SI EE EE PE SI EMinstitucional. Pa 2 (dois) S M N tão de laudo temporário por período superior N E PE M EM M SI SI PE IN EE M PE EE EM S EM N P E P N SI EM PE IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PE ou interpolados, o Profissional de dadania e para oEM PE M EE M trabalho; M anos, contínuos N N M E M EE EE SI NP E SI EE como sujeito E processo E do NP NPEducação readaptadoSIperderá sua lotação. (RedaEM X - respeitar o aluno PE NP I SI SI ção dada pela Lei nº 14.709, deS3 de abril deP2008) educativo e comprometer-se com a eficiência deM N N NP PE SI SI E seu EM SI EM IN EM PE PE P § E2º - O profissional deMeducação readaptado, S aprendizado; M M N N E E M PE IN M E SI SI XI E- comunicar à chefia imediata as irregulari- S temporária ouINdefinitivamente, poderá ter lotação P PE EE M EM EE PE S N N EE PE NP SI dades de que tiver conhecimento, naEM área de sua e exercício, em unidades regionais e centrais da NP SI SI IN S EM NP EMSecretaria Municipal de Educação, na forma do atuação, ou àsI autoridades superiores, no caso Ede S E PE S SI EM P N M N NP disposto em ato do secretárioEmunicipal de Educa- EEM PE M omissão por parte da primeira; SI SI EM SI P M IN E M M PE EE XII P- assegurar Ea efetivação dos direitos perti- PEE ção,S medianteINP anuência expressa doPservidor. SIN EE IN M PE N S M S N SI EE N EM N SI SI EM § 3º - Para os fins do § 1º deste artigo serão nentes à criança e ao adolescente, nos termos doSI PE NP M M E consideradas as renovações ocorridas a partir da Estatuto da Criança e do SAdolescente, comunicanI N E EE M SI NP EM PE SI data daEE EM do publicaçãoNdesta lei. EEM NP EM PE à autoridade competente os casos de que teM M SI SI NP P PE IN nham conhecimento,Eenvolvendo suspeita NPE con- PEE S SI EM PE I ou IN IN M E S S N N S E M M firmação de maus-tratos; INP CAPÍTULO IX SI SI EE M EE S P DEVERES EM DOS DIREITOS E EM DOS INP EE M XIII - fornecer elementos para EaM E permanente IN S PROFISSIONAIS DA SEDUCAÇÃO E PE EM seus registros juntoPaos órgãosEM NP EE P I atualizaçãoPE de DOS EM M N S PE da IN IN SI NP EE PE N S S N SI Administração; EM M SI IN SI NP M EE PESEÇÃO I SI os princípios psicopedagógi- S XIV - considerar E P M N M M M E E PE M SI DOS DEVERES SIN cos, Ea realidade socioeconômica da clientela escoEM PE PE M IN EE M PE S P E PE IN IN E N as diretrizes da política educacional na escolaEe M E I lar, N S S P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE M utilização Sde materiais, procedimentos didáticos e Art. 51 - AlémEdos deveres e proibições previsE S E N P N M M SI EM SI P tosEnas normasNestatutáriasE para os EM demais servi-E instrumentos de avaliação do processo ensino/ M EE E SI E P P P IN S N EM EM PE aprendizagem; SIN dores municipais, constituem deveres de todosNos PE SI SI E PEXV - acatar as decisões do Conselho de Esco- M PE IN IN M da educação: S S profissionais PE IN IN M EE S S N E PE M la, em conformidade com a legislação vigente;SI I -INP conhecer ePE respeitar as leis; EM EM IN EE M S S N PE PE EM XVIN- participar EE processo de planejamento, II - preservar os princípios, os ideais e fins daEM NP SI P do I IN EM SI E PE EM S S N E M N M execução e avaliação das atividades escolares. educação brasileira, no seu desempenho profissioPE SI NP SI NP EE Ifaltas graves, além deEE M SI IN EM P Pnal; E M Art. 52 - ConstituemS S E N E N E P M SI SI PE outras previstas nas normas estatutárias vigentes III SIN - empenhar-se em prol Ido desenvolvimento NP M EE EM M EM N E P M S E PE do aluno, utilizando processos que acompanhem o SI para os demais servidores municipais: PE PE IN EE M M PE N S N E N E N M M SI NP SI I - impedir que o aluno participe das atividades SI progresso científico da educação; PE SI PE M EE SI EE N M EE SI NP IV - participar de todas as atividades educacio- escolares, em razão de qualquer carência material; NP EE SI nais queEEM forem atribuídas por força das P SI EM N suas EMpor preconceitos ou disEM lhes SI E NP II - discriminar o aluno EM PE PE PE P I M E Stinções dePqualquer espécie. N N N PE funções, dentro do seu horário de trabalho; IN M EE EM SI SI SI N S N EE SI PE SI NP V - participar no estabelecimentoEM E das metas SI NP EM IN M M S M NP EM propostas por sua unidade em decorrência do SisSEÇÃO II EE PE EE P SI EM EE PE IN EMDOS DIREITOS E VANTAGENS P M N E PE IN IN NP tema de EAvaliação Institucional da Educação SMuniEM SI EE P S S N P SI cipal, empenhando-se para a sua consecução; M PE P IN SI IN IN IN- comparecer ao local EE trabalhoEM assi- S M S S S M VI Art. E53 - Além dos previstosM outras normas em NP de PE com EE PE EE EM SI EM Nsuas tarefas estatutárias, constituem direitos dos profissionais de N duidade e pontualidade, executandoI EM S NP EM NP EM PE SI EM SI SI PE com eficiência, zelo e M presteza; educação: NPE IN PE N S PE I N M EE SI SI VII M manter o espírito de cooperação e Ssolida- EEM I - ter acesso a informações educacionais,NbiSI M EE SI NP E I M EE E com a equipe escolarPe a comunidade em INP bliografia, material didático e outros instrumentos, S riedade N M EE M EM SI S bem como contar com assessoria pedagógica, que EEM NP NP EE EE geral; SI SI NP PE EM P P P M SI PE IN I M VIII - incentivar a Eparticipação,No diálogoEM a e auxilie e estimule a melhoria de seu desempenho IN EE S S S N P M PE SI N EM PE demais educadores profissional eEE ampliação de seus conhecimentos; a S SI EM IN M PE cooperação entre educandos, M IN M II - terINP S S P EE e a comunidade em geral, visando à construção de EE asseguradaEa oportunidade de frequenIN E P S S N EM PE SI IN NP tar cursos de graduação, pós-graduação, Satualiza- EEM uma M EM M PE EE sociedade democrática; IN SI P S N PE EE e especialização profissional, na forma estabe- IN NP IX - promover o desenvolvimento do senso crí- ção EEM SI IN M S SI EM NP P em regulamento; I tico e da Sconsciência política do Seducando,Mbem lecida EE N E PE M SI III - dispor, no ambiente de trabalho, de instalaPE PE M IN EE o exercício consciente da ciNP M prepará-lo para S P EM como M EM SI IN EE IN EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM P PE ções e materiais suficientes e adequados, para que EM TÍTULOEIII SI SI PE IN IN E M S S N P M M REMUNERAÇÃO PELO EXERCÍCIO exerçam com eficiência suas funções;PEE SI I M EE EE de acordo com o ní-N S E P EM N P M DE CARGOS EM COMISSÃO E PELO EM SI EM PE IN IV - receber remuneração PE M IN Svel de habilitação, tempo de serviço e regime de S PEEXERCÍCIO TRANSITÓRIO DE PE IN IN M EE S N E S N M SI CARGOS EFETIVOS DO QUADRO NP SI PE PE da M trabalho, na forma M lei; EE SI EM E P IN IN S S N EDO MAGISTÉRIO MUNICIPAL VM ter assegurada a igualdade de tratamento M EE PE PE M EM SI PE IN IN EE M NP EE PE S S noNplano administrativo-pedagógico; M P SI EE IN NP SI EM E integrante EE ConselhoNde CAPÍTULOSI VI - participar, comoM do SI SI NP PE P E I M P S DA REMUNERAÇÃO DOS CARGOS N E N M M Escola, dos estudosNe deliberações que afetem o SI SI N PE M EE M SI EM COMISSÃO EE processo educacional; SI N P EE DE PROVIMENTO EM M EE PE SI NP N I N SVII - participar do processo de planejamento, EE M NP SI EM NP EM SI SI SI EE EM NP PE PE SI E devida aos profissio- PE Art. 54 - A M remuneraçãoM execução e Iavaliação das atividades em sua unidaIN NP IN S S N PE S EM E M SI nais de educação pelo exercício de cargos de proEM IN PE de de trabalho; PE M EE E S E EM P N M M vimento emN o na VIII - ter liberdade de expressão, manifestação INP SI SI comissão, observaráEEMdispostoEM lePE IN PE EE EE N N P E e organização, INP todos os S em níveis, especialmente S gislação vigente. EM SI NP SI IN E SI Sunidade educacional; M S NP EM M na SI M NP E PE SI EM E M INCAPÍTULO II IX - reunir-se na NPE unidade de trabalho paraEtraM M EM E P E S EE E DO EXERCÍCIO PE EE IN eduPE tar de assuntos de interesse daINP SI EM DAS SUBSTITUIÇÕES categoria eSda P M N N NP NP P IN CARGOS EDO Iem geral, sem prejuízo S atividades esco- EM SI SI EE SI S S N TRANSITÓRIO DE cação das M PE SI NP EE QUADRO DO MAGISTÉRIO MUNICIPAL lares; M EM SI IN EM P M E M S M EM PE EE M EE EE X - ter SIN assegurada a igualdade P tratamento, de PE N N P N EE SI M NP SI NP EM SI -N SI EE SI sem preconceito de raça, cor, religião, sexo ou PE Art. 55 SI Haverá substituição remunerada nos NP I M outro tipo de discriminação no NP S EM E qualquer exercício SINimpedimentos legais e temporários dos titulares dos M EM PE SI EM PE E M EM cargos Ede assistente técnico deM I, deSsua profissão; E educaçãoPE assis- SIN PE IN PE EE EM P N PE IN M M IN S tenteNtécnico educacional, assistente deI diretor de XI - participar do processo de avaliação Ede E S S N PE E SI SI PE IN Mdesempenho e de Certificação de ValoraçãoPPro- escola, coordenador pedagógico, diretor de escola S EM E IN IN S EM E de PE PE fissional, M forma EEM lhe sejaS garantido oS devido EM supervisor escolar. M e a que PE PE IN IN M E E P S S N N E E P Parágrafo único - A substituição remunerada processo legal; IN M EM SI SI EM PE IN S NP EE PE de 2 (dois) represen- dependerá de atoSIdo secretário municipal de Edu- PE S P IN XII - dispensa de ponto M N S N N EM M M SI SI SI PE EE M M EEtantes sindicais de entidades representativas do cação, respeitado o provimento do cargo. P N E EE M SI de NP magistério municipal, por unidade de trabalho, uma EEM Art. 56EE-MO titular SIN cargo efetivo estável da PE M M NP SI EE N P E I P M EE do vez a Scada bimestre; SI PE IN carreira SIN magistério municipalMpoderá serPdesig- PEE NP M N N direito de afastamen-S nado pelo secretário municipalE de Educação para SI XIII - ter asseguradoSIo SI EE EM PE IN EM EMpara participar de congressos de profissionais exercer, transitoriamente, cargos de que trata o art. S NP IN to M E I M E S EM S E P M EE EM NP 55Edesta lei que se encontrem vagos eEpara os quais prejuízo de SIN vencimentos Ee deE EM NP NP SI da educação, sem PE NP PE SI SI EM EM NP PE mais vantagens SIN cargo, na forma estabelecida SInão haja candidatos legalmente habilitados, desde do IN S N SI PE PE M SI que atenda aos requisitos para seu exercício. em M regulamento; IN IN M EM EE S S E EE XIV - terMassegurado o afastamento, com EEM Art. 57 - Os profissionais efetivosMque foremEM EM NP PE EE P toNP SI I dos os direitos e vantagens do cargo, quando in- designados naM M PE P IN N EE S PE E I S N E forma estabelecida nos arts. 55 e 56 IN SI Sem mandato sindical em entidadesSrepre- NPE lei, perceberão, a título de remuneração, aIN NP PE S didesta SI M vestidos N EM M SI ferença entre a respectiva referência de sua JornaEM SI EE PE M sentativas da Educação no EE município de São PauM M P PE E E N E P E IN M EM SI E ao PE da Básica e a correspondente M critérioEtempo de SIN lo,PE forma da legislaçãoNvigente. NP SI EE P N na EM I PE IN dos gestores educacionais, estaS N S SI N serviço da classe PE NP SI SI EM SI EM IN M E belecida noMAnexo IV, Tabela “A” integrante desta S PE PE M EE M NP E o grau que possuírem e observadas as N E E P N lei, mantido SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM disposições do § 3ºPE art. 37, PE PE IN IN IN S S N do N S N desta lei.EM PE M M SI SI SI IN § 1º - Para os profissionais de educação efeti-EE M EE S E PE P P N M N EM N M vos que ocupem os cargos de assistente de diretor PE SI SI SI M EM EE PE EE IN M P P S EM Nde escola, PE E assistente técnico de educação I e de asEE P IN SI N IN M PE PE I S N M S sistente Stécnico educacional, aEE remuneração a ser IN EM N SI EE P S SI EM PE M N tomada como base será a relativa à de coordenador PE IN M EM M SI EE S E N M EE M PE SI EM NP PE EE EE IN M NP SI EM P I PE P S IN E M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM EE PE os doisEEM M M desde que exerçam nessas unidades atividadesINP pedagógico, IN para primeiros eM diretor deM esM EE EE EE S NP S EM EE próprias do cargo de queEEsão titulares, mediante NP NPcola, para o último. SI EM NP P P I PE I I E S S N N ativi- autorização específica do Secretário Municipal de S N P § 2º - O profissional de educação queSIna M SI EM EM SI IN EE EM PE PE dade Ptiver assegurada a permanência de gratifica- S Educação. M M N E E M PE IN IN EM SI Art. 2º - ParaEM ao ção de função e for nomeado ou designado para PE PE EE IN M E fazer jus EEM Prêmio deS Desem- S PE P S N E SI penho Educacional, o servidor deverá:M exercer os cargos em SIN comissão deNque trata oEart. NP M NP SI SI NP EM55 desta M deverá optar pela percepção Sde um SI até 31 deEmaio do PEE I E PE S I - ter iniciado exercício ano E lei, M N N NP deles, PE EM SI M vedada a percepção cumulativa dessas van- PEE a que se refere o prêmio, nas unidades da SecretaSI EM SI N E PE EE EM SI EM EM tagens, ainda Ique referentes a cargosEdiversos. SIN ria Municipal de Educação; M IN NP PE NP PE S M S N SI EE EM NP II - ter completado, no mínimo, 6 (seis) mesesSIN SI SI EM Art. 58 - A remuneração de que trata o art. 57 PE NP N EM EM PE desta lei implica exclusão, por incompatibilidade, de: de efetivo exercício nasSIunidades SIda Secretaria EM PE PEde jornadas ou regimes espe- EEM IN M M Educação. S EM I -PE remuneração N N E E P Municipal Ede M SI EM N trabalho; SI PE P3º - Os valores correspondentes NPE Prê- PEE IN Art. ciais Ide S S EM PE I ao IN IN M S S N E PE M M mio deSDesempenho Educacional serão calculados SIN II - parcelas decorrentes do exercício de carSI IN EE M EE S E considerando-se o tempo de exercício real do progos referência DA; EM em comissão de EM NP M EM NP PE SI E PE EM ou função, na forma a ser fixada SI exercícioNde ou- PEE EM PE P I fissional noPE cargo III - parcelas decorrentes do EM M N I S N N E PE I I da carreira do magistério muni- IN em regulamento. S E PE N S S N tros cargos efetivos S EM M SI IN SI NP M EE PE SI Art. 4º - Na hipótese de aposentadoria, em qual- S cipal; E P M N M M E E PE SI IV - gratificação deIN EM M bem S função, instituída pela M PE M IN EE Lei quer de suas modalidades, PE comoPde falecimenM PE EE S P E IN INde 29 de fevereiro de 1988 e legislação toNem atividade, o pagamento do Prêmio de DesemEE M nº 10.430, E I N S S P N E P S EM M SI SI IN PE posterior. IN PE M penho Educacional será proporcional aos dias de EE S S E N M M M IN SI NP PE M EE M EE EE exercício real no ano de competência em que ocor- S SI E E P P P IN S N N N E esses eventos, na forma e na proporção que M EM PE reremM PE SI SI TÍTULO IV SI E PE a ser estabelecidasIN regulamento. PE IN M S em S vierem GRATIFICAÇÕES PE IN IN M EE S S N E PE M P S Art. 5º M O desempenho das unidades da ISeEEM PE IN EE IN M E S S PE EM M cretariaINP Municipal deE Educação será aferido até o CAPÍTULOSIIN NP PE IN EM SI EE PE EM S N E M M DO PRÊMIO DE SIN dia 30 S mês de Inovembro de cada ano. do PE S NP NP EE DESEMPENHO EDUCACIONAL IPoder Executivo fixará,EE M SI IN EM P P E M Parágrafo único - OS S E N N E P PE SI SI EM PE em decreto,Eos indicadores de desempenho das uniIN M M IN EM M S N E P M S EE P Secretaria EE Municipal deEE Observação: E instituído em substituição à SI dades daIN PE M M P Educação, consi- INP N S E N E N M M SI NP SI derando-se, dentre outros fatores, as diretrizes do S Gratificação de Desenvolvimento Educacional PE SI PE M EE SI EE N M E Sistema de Avaliação Institucional da Educação Mu(GDE), revogada pelaNP nº 14.938, de 30 de EjuLei SI NP M EE SI nho de 2009, conforme segue:EEM SI EM NP EM nicipal. EE SI E NP EM PE PE P P SI N EM N PE Art. NPE - O valor IN Prêmio Ede Desempenho 6º IN M EM SI S do SI N S M EE SI PE SI NP fixado anualmente, mediante deLei nº 14.938/09, de 30 de junho de 2009 EE SI NP EM Educacional seráEM IN S M EM NP EM creto específico,E considerada a disponibilidade or-M PE P SI EE PE PE IN EM EE P N S çamentária eSIfinanceira. EEM “.... EM N N PE IN SI SI NP E P S N § 1º - Existindo disponibilidade para pagamenM PE P SI SI IN M IN IN 1º - Fica instituído o EE S E S S EM M fixado para o exerArt. NP Prêmio deE Desempe- to do prêmio em valor superior aoM PE EE a ser concedido anualmente aos cício anterior, o valor do ano deEE EM SI EM obserNP M N nho Educacional, SI NP competência EM NP EM PE M SI EE SI SI PE vará, no mínimo, o fixado no exercícioIN anterior. PEE servidores lotados e em efetivo exercício nasPuniPE M N S N N EE SI N SI dades da Secretaria MunicipalEM Educação, em EEM § 2º - OSIPrêmio de Desempenho Educacional SI M E de SI NP EM P I M EE Eda avaliação de desempenho dessas unida- INP será concedido no mês de janeiro do ano subseS razão E N M EM SI S quente Eao da competência. PE NP EM EM NP EE des. SI SI N PE EM PE P P I M S N N E N M PE Parágrafo único - M Prêmio de Desempenho O S SI§ 3º - A critério do Poder Executivo, conside- I SI PE EE IN M M EE concedido aos professo- rando o processo negocial na data-base da categoS N M EE EE Educacional será também NP S SI NP EE SI desen- EM poderáNP concedida a antecipação de Eparte EM SI NP res de educação infantil e aos M P I ser I E auxiliares de E ria, S S P IN EM M PE NP volvimento infantil do quadro de profissionais daN do valor do PrêmioS de Desempenho Educacional EEM EM M SI PE EE IN SI E P S N PE educação emEefetivo exercício nos Centros de Conno ano de competência, naSIforma que dispuser o IN EM NP IN M S SI NP (CCIs), Centros Integrados de Pro- regulamento. EEM PE S vivência Infantil SI EE N EM M SI Art. 7º INPO valor do Prêmio deP Desempenho PE PE M EE N M à SP EM teção M Criança (Cipcs) e unidades equivalentes, EM SI IN EE IN EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE Educacional será calculado e pago individualmen- EM SI SI PE IN IN E tuída pelas Leis nº 8.645, de 21 de novembro de S S N EM M M te, de acordo com as disposições do decreto a queNP 1977, e legislação subsequente; nº 9.480, de 8 de SI I PE M EE EEart. 5º desta lei, combi- junhoMde 1982, e legislaçãoMsubsequente, e nº S P E N M alude o parágrafo único NP do EE M SI IN PE EE Snado com a P N jornada a que estiver submetido o ser- 10.224, de 15 Ede dezembro de 1986,PEE legislação EM SI P I e IN M S N S N M EE SI NP SI PE M vidor no respectivoMano letivo, Pobservada Ia Pseguin- subsequente; EE SI EM N E IN S S N EM VI - os honorários advocatícios distribuídos na te proporcionalidade: EE PE PE M EM SI PE - Jornada Básica do Professor (JB): 50% (cin-EM forma EM Lei nº 9.402, de 24 de EdezembroSde 1981, IN IN E NP E PE S N I SI M N Eda NP SI EM NP SI EE EM e legislação subsequente, bem como a parcela tor-E quenta por cento) do valor do prêmio; SI SI NP P P E I M S N M M EE nada permanente nos termos do art. 2º da Lei IN II - Jornada Básica do Docente (JBD): 75% (seNP S nº SI N M EE M SI EM 2002, IePlegislação subEE tenta ePcinco por cento) do valor do prêmio; SI E1º de agosto de N E E P E M 13.400, de E P S N N E I N SIII - Jornada EspecialEM M NP SI EM NP Integral de Formação E sequente; SI SI SI EE EM NP PE PE SI EM VII - a remuneração, gratificação, SIN adicional ou PE (Jeif), Jornada Básica de 30 horas de trabalho seNP IN S N PE SI EM EM SI doM EM IN PE manais (J-30), Jornada Básica PEE Gestor Educaci- qualquer espécie de vantagem pecuniária, vinculaPE M E S E EM N onal (JB-40), Jornada Especial de 40 (quarenta) P a produtividade ou desempenho. N M M M SI SI PE IN PE M INdas EE EE EE S N N P M EE Parágrafo único - Os servidores que,Pnos terhoras de trabalho semanais - J-40 e Jornada Bási- S SI NP NP SI IN EE Sde 40 (quarenta) horas semanais (JB-40): 100% mos daM SI N condiE legislaçãoPespecífica, SI M preenchamI as ca S M N EM PE SI EM EE M PE IN ções para percepção de Emais de uma das vanta(cem por cento) do valor do prêmio. M M EM E P E S N E E E8º - O Prêmio de Desempenho Educacio- gens previstas neste artigo poderãoEM PE IN PE SI NP realizar opção Art. P P S N N NP SI EM PE IN SI SI EMpela mais Evantajosa. SIN SI S N nal instituído porM esta lei: PE SI NP E ...”I I - não temEnatureza salarial ou remuneratória; M EM S IN EM M M S M EM NP PE PE EE M EE EE II - não Ise incorpora à remuneração; PE N S IN M N EE SI NP NP NP SI III - não deve ser S computado para efeitoEEM cálde EE CAPÍTULO II SI SI SI NP P I P M S EM E N DA GRATIFICAÇÃO POR culo do décimo terceiro salário, férias e Iaposenta- SIN M EM PE S EM PE M EE N N EM LOCAL DE TRABALHO EEM doria; PE PE EE SI SI EM PE NP P IN M M IN de cálculo de contribuiI E IV - nãoSconstitui base N E E S S N SI NP SI PE PE Art. 60 - Fica instituída a Gratificação por Local SI EM EMção previdenciária. IN IN S S S EM M EM - O Prêmio de Desempenho Educacio- M Trabalho, com o objetivo de remunerar os profisPE PE de Art. 9º EE PE PE IN IN M EM EE S S N N E P M de nal não será devido aos: EEM NP M PE SI SI IN sionais PE educação que tenham exercício em uni- PEE SI EE IN P S P dadesIN cujas condições de trabalho sofram interfe- N I - servidores aposentados e pensionistas, resS M N S EM M IN M SI SI rências da conjuntura socioambiental. PE EE M M EEsalvado o Edisposto no art. 4º destaSlei; P N E P N M EM SI II - servidores apenados na forma dos arts. 186 EEM § 1º - Para os efeitos deste artigo, serão consiN PE PE M SI SI EE EM IN Lei nº 8.989, de 29 de outubro de 1979; NP deradas asPE IN EE e 187Sda S EM IN unidades que apresentam, entrePoutros PE I NP M S M N N E PE SI afastados e licenciados a qual-S aspectos, histórico Ede: III - servidores SI E SI N EM PE SI EM EM título durante o ano de competência queEM NP de lotação de profissionais; IN I quer não M E I M - dificuldade E S S EE EE EM NP EM NP PE desenvolvimento humano. E S EM NP SI atenderem ao disposto no art. 2ºI desta lei;SIN NP II - baixo índice deM PE PE I E NP PE IVS- servidores que recebam as vantagens pe- SI § 2º - EM Decreto do Executivo IN regulamentará a IN S S N SI PE PE M SI cuniárias referidas no art. 10 desta lei.M concessão da Gratificação por Local de Trabalho, M IN IN EM EE S S EE Art. 10 - M inacumuláveis comEo prêmio ins- identificando as unidades que se enquadram nas M EM EM NP PE EE São PE NP SI EM I tituído por esta lei: EE M PE P IN N M1º deste artigo. S hipóteses do § S PE EE IN IN SI NP EE S N SI I - oS Prêmio deMProdutividade de Desempenho INP Art. 61P- A Gratificação por Local de Trabalho SI N E EM M EM Enº 14.713, Ede 4 de abril de 2008; S será mensal e corresponderá a 15% (quinze por SI de que trata a Lei M PE E PE EM EM NP E EE IN M EM IN SI EM NP PE oP SI EE PE NP II - o Prêmio de Desempenho eIN Bônus Espe- cento) da referência QPE 11-A, na Jornada Básica S EM PE IN I S N S Scial instituídos pela Lei nº 14.590, de 13 de novem- do PE Docente, constante daIN II, NP S Tabela “A”SIdo AnexoEM EM SI IN M E E bro de 2007; integrante desta lei, sendo paga ao profissionalE da S E NP EM NP a remuneração devida em razão da sujei- educaçãoEque estiver M exercício real de suasPfunEM EM PE N IIII SI S E no EM SI EM P PE IN PE Sde Dedicação Profissional Exclusi- M ções naNunidade. PE E PE I PE IN IN ção ao Regime S S N N S N PE M M SI SI EM SI IN va Parágrafo único - É vedada a concessão daEE EE (RDPE); M S E PE P P N M N EM N M IV - PE Gratificação por Desempenho de Ativia Gratificação por Local de Trabalho nas hipóteses Ide M SI SI EE PE EE de 27 deMnovem- Nafastamento Edo exercícioMdo cargo na unidade, à SexIN E P P S EM E dade instituída pela Lei nº 14.600, EE P IN SI NP IN M PE PE S M S IN SI broM 2007; de ceção dos impedimentos e afastamentos legais preN EM N EE EE SI E V - a Gratificação de Produtividade Fiscal insti- vistos nos arts. 64, I Sa IV, VI a XPe 143 da LeiEnº 8.989, SI P M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M EE M IV - titularizar, em regime de acúmulo remune-INP de 1979, bem como nas Leis nº 9.919, de 1985, e nº N M EE M EE EE SI NP EM S EE rado lícito deINP cargos, um Ecargo em Pcomissão, ou EE SI NP10.726, de 1989. EM NP P P I I E S S N Nart. 60 ainda, exercer em substituição, transitoriamente, S N P Art. 62 - A gratificação instituída peloI SI S EM EM SI EM IN EM PE PE não NPE servirá de base de cálculo de qualquer vanta- S cargo vago da carreira, desde que comprovada a M M N E E M PE IN EM SI SI EM incompatibilidadeEde horário ou ultrapassado o limi- S gem pecuniária, sendo incompatívelPcom a GratifiPE PE EE IN M EM PE S IN EE PE N cação de Difícil Acesso,IN NP S instituída pela Lei Orgânica te aSque se refere o art. 19Ndesta lei; EEM SI I SI EM NP EMdo Município, podendo ser incluída por opção do S E P S V - exercer, nos termos do § 1º do art. 45 Eda SI EM P N NP servidor na base Ede cálculo da contribuição previ- EEM nº 8.989, de 1979, atividades SIN magistério em PE M EM M Lei de SI SI N M PE EE EM SI PE NP quaisquer dos Poderes Judiciário, Legislativo, Exe- EEM denciária prevista na Lei nºN13.973, deEE 2005. I SI PE NP IN P P S EM M M S N SI cutivo, fundações públicas, PE autarquias eE entidadesSIN IN M E SI S N M EE NP estatais, de âmbito federal, estadual, distrital ou CAPÍTULO III EEM SI EE M SI NP EM EE SI EM municipal;EEM DA GRATIFICAÇÃO PORM NP NP E PE SI SI EM EM NP PE da PE P IN I VI I- exercer, nos termos doM§ 1º do art. 45 S SSERVIÇO NOTURNOIN E N PE PE IN M S S N E PE M M Lei nº S8.989, deSI1979, cargos em comissão em SIN IN EE M EE S M EM Art. 63P- Pelo serviço noturno Pprestado das 19 quaisquer dos Poderes Judiciário, Legislativo, ExeEE N M EM N SI EE PE (dezenove) às 23 (vinte e três) horas, os profissio- cutivo, fundações públicas, autarquias e entidades EM SI EM NP EE PE P E I EM M N P I P S N N E PE I Iem exercício nas unidades edu- IN estatais, Ide âmbito federal, estadual, distrital ou S E PE N S S N nais EM educação de S N M S SI NP SI M EE PE SI municipal; cacionais, terão o valor da respectivaEhora aula ou P M N M M N E E PE M SI EM M sindical, nos hora trabalho, acrescidaI de 30% (trinta por cento). S PE PE M IN EE M PE VII - exercer mandato de dirigenteEE P N E IN XIV doP art. 53 desta I- Nos horários mistos, S EE N M E I termos do disposto no inciso § 1ºS assim consideraN S P N I E P S EM M SI IN PE dos os que abrangem períodos diurnos S notur- lei; IN PE M e EE S S E N P N M M M SI SI PE VIII - exercer EE atividades de magistério em órnos, somente SIN horas prestadas emM as período no-E M EE E E E P P P IN S N N EM PE gãosEM administração pública, direta Eou indireta, M da turno serão remuneradas com o acréscimo deSque PE IN SI SI E PE P IN IN M deste artigo. S S do Município de São Paulo; trata o “caput” PE IN IN M EE S S N E PE M S IX - prestar serviços técnico-educacionaisI em § I2º - As frações de tempo iguais ou superiores NP EM EM PE IN EE M E S S N E PE EM a 30 (trinta) minutos serão arredondadas para umaEM unidadesP da Secretaria Municipal de Educação, NP SI PE IN IN EM SI E PE EM S N P N M para: S hora. PE PE SI EM SI EE Art. 64EM A remuneração relativa ao serviço IN IN M S noIN regime deE P P E M a) exercer cargos em Scomissão em S E N N E M PE SI SI turno seráP devida proporcionalmente nos descansos acúmulo remunerado e lícito de cargos; PE IN M EE IN EM M S EM N E P M S E PE b) atender a situação de caráter excepcional, semanais, feriados, dias de ponto facultativo, férias, SI PE PE IN EE M M PE S N E N E IN N M M NP SI devidamente justificadas e acolhidas peloEsecretá- SI recesso escolarS e demais licenças e afastamentos reP SI PE M EE SI EE N M EE rio municipal de Educação. munerados. SI NP NP M EE SI SI EM EM afastamentos dos proEM serviçoINP E Art. E65 - O acréscimo relativo ao E S notur- INP Parágrafo único -POs E EM PE PE P M N N N PE de no emIN hipótese alguma se incorporará à remunera- SfissionaisNPE educação, concedidos sem prejuízo de M EE EM SI SI SI N S P M EE SI PE SI ção do Profissional de Educação. (Redação dada IN EE NP EM vencimentos, para prestação Sde serviços à admiIN M S M EM NP nistração direta,EE pela Lei nº 14.709, de 3EM abril de 2008) de PE P indireta ou fundacional da União,M SI EE PE municíPE IN EM M EE P S dos Estados,Sdo Distrito Federal e de Ioutros M N IN N EE PE IN S SI NP o EE V P S N M PE P TÍTULO SI SI pios, serão autorizados exclusivamente mediante IN M EE IN IN S S S EM M reembolso pelo órgão cessionário. AFASTAMENTOS INP EE EM PE 67 - Os titulares dePEcargos efetivos das EE EM S EM NP P M N Art. SI N EM EM PE M SI EE IN SI PE carreiras do Quadro de Apoio à Educação poderãoE Art. 66S- Os titulares efetivos de cargos daPcarIN PE M N S PE N I N M EE SI SI reira doMmagistério Pmunicipal poderão ser S cargos, por autorizaçãoINdo afasta- Eser afastados de seus M EM SI EE S N E P I EE E exercício Sde seus cargos, por autorização INP Prefeito, exclusivamente para: EM dos do N P M M M EM SI S NP PE IN M EE doSprefeito, exclusivamente para: I PEexercer cargos em comissão em Eunidades PEE -E SI PE P IN M E S N N E N M I - exercer cargosEM comissão em unidades em da Secretaria Municipal de Educação; NP SI SI SI PE EE I M M E de Educação; S N II - exercer mandato de dirigente sindical, M nos EE EE da Secretaria Municipal NP S SI EM NP Einciso XIV do art. 53 EE SI M SI exercer Etransitoriamente car- EEM NP NP P II - substituir ou termos doI disposto no desta I S S N P M EM M PE NP SI gos Eda carreira do magistério municipal em unida-N lei. EM M EE SI PE E IN SI E E P da Secretaria Municipal de Educação; S N M 68 - Os Profissionais de Educação pode- INP des E N PE SI NP EArt. M S SI SI conveniadas rãoPtambém se EM IN M E afastar do exercício de Eseus cargos, III - ministrar aulas em entidades S E N EE EM SI hipótesesPdos arts. 46 a 50, 64,INP N PE P M M Prefeitura doE MunicípioEde São Paulo; nas SI P EM EM com aM S incisos I aEIV, VI IN EE IN N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE a X; 138 e 150, da Lei nº 8.989, de 1979, bem como EM integrante da carreira do Magistério Municipal, SI SI PE IN IN E ção M S S N M M das ELeis nº 9.919, de 1985 Ee nº 10.726,EE 1989. INP com prejuízo de vencimento, exceto quando se traSI P de M E E de educação integran- tar deMafastamento para exercício junto à Câmara S P EM N P M EE E SI EM IN Art. 69N-POs profissionais PE M IN Stes das carreiras do magistério municipal e de apoio Municipal de São Paulo. IN S PE I PE M EE S N E S M SI Parágrafo único - Fica vedadaN a concessão NP SI PE PE M à educação poderão ser afastados do exercício dos EE SI EM M E P IN IN com do afastamento a que se refere este art., aosPprofisE S S N EM respectivos cargos, a critério Ida administração, EE PE EM S PE prejuízo de vencimentos, para frequentarEM sionais M educação, docentes,EM integrantes da IN IN E não NP E PE S S ouNsem SI M N EE de NP SI EM NP SI EE carreira do magistério municipal, bem M como os titu-E cursos de graduação, EEM pós-graduação ou especialiSI SI NP P P I S N E M M zação, na forma do Iregulamento.N lares dos cargos de inspetor de alunos, auxiliarSIde NP SI N PE M EE M S EM EE SI N P auxiliar administrativo de ensino e secreParágrafo único - Dentre outras, deverão cons- EM secretaria,EE EE PE SI NP N P P N SI M SI EM EM tar do regulamento a que se refere o SIN “caput” deste E tário deIN S escola. SI EE EM NP PE PE SI EM Art. 74 - Fica estabelecido o percentual máxi- PE artigo, as seguintes condições: IN NP IN S S N PE SI EM I - número de afastamentos permitidos em cada mo de 0,5% (meio por cento) do número de profisEM M SI EM IN PE PE M EE E S E EM N área deM N P M M ser anualmente; INP SI SI PE PE M INsionais de educação que poderão EE afastados nas EE atuação PEE S N S hipóteses dos incisos V e VI do art. 66, desta lei. N P M EE SI NP NII - tempo mínimo na respectiva carreira; N SI EE SI SI III - que osI cursos sejam ministrados por estaS NP os carEM M Parágrafo único - Serão considerados SI M NP EM PE SI EM E M PE I gosNou funções em situação de acúmulo para fim belecimentos que possuam em seus quadros,E em M M EM P E S N PE EEprofissionais afastados. EE PE IN PE cada área, professores titularesNconcursados; SI EM de fixação do número de P P S M N N NP SI PE IN IN- compromisso de permanência no serviço EM SI SI EE SI S S N IV M PE SI NP M EE TÍTULO VI M público municipal, quandoEo afastamento excederIN a M EM SI P M E S M EM E I E M EE EE (noventa)Ndias, pelosPseguintesINP DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICASEPARA OSPE 90 prazos: S P IN M N EE S M NP NP S EDUCAÇÃOI a) de 1 (um) ano,Squando exceder a 90 (novenEE ATUAIS IN S PROFISSIONAIS DA SI EE SI NP P I M não ultrapassar 6 (seis) meses;NP S EM N E ta) dias e M SI EM PE SI EM PE E M E E N E 75 Art.M - Aos docentes estáveis aplicam-se as SIN EM PE EE SI b) de 2 (dois) anos, quando exceder a 6 (seis) NP EM NP PE PE 12 a 23; IN Iultrapassar I1 (um) ano;M M disposições contidas nos arts. meses e nãoS E S S arts. 60 a N PE IN EE SI PE P(um) 62; S IN art. 66, incisos I, III, V e VII, todos M arts. 63 a 65; c) de 4 (quatro) anos, quando exceder a I1 S N N EM E S SI S EM M PE PE ano. EEM M desta lei. EE PE P IN IN M EM EE S S N IN § 1ºEE Na hipótese dos incisos V e VI do art. 66, NP M PE EM SI SArt. 70 - Os afastamentos previstos nos inci-NP EM PI SI EE IN PE lei, bem como nos ter- os afastamentos sem prejuízo de vencimentos so- PE S P IN sos IV e VI do art. 66 desta S M N S N EM M IN M SI SI mente serão autorizados mediante o reembolso pelo 1º 8.989, de 1979, PE EE M EEmos do §EM do art. 45 da Lei nº S N E M E NP M SI de NP serão concedidos com prejuízoM vencimentos, di- Eórgão cessionário, nos termos da legislação vigente. EM PE EE SI NP SI EE EM N E I P NP § 2º I- Os docentes estáveis poderão serE afasreitos Se demais vantagens doE cargo. SI EM P P IN NP M M N N E SI profissionais de educação que fo-S tados doSexercício Ede seu cargo, por autorização do NPE E Art. 71 - Os SI SI EM PE I EM EM afastados para exercício em órgãos ou entida- Prefeito, para substituir ou exercer transitoriamente S NP IN rem M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP Assistente de Diretor de Eescola, obserE SI EM NP NP SI des deSIoutros entesE federativos, bem assim para Io Pcargo de M N P P SI E EM NP PE outras unidades não integrantes da Secretaria Mu- S vados os requisitos previstos paraN seu provimenIo IN S S N SI PE PE SI nicipal de Educação, com EEM sem prejuízo de venou to. (Incluído pela Lei nº 14.709, de 3 de abril de M IN IN M EM S S E EE EM M cimentos, perderão a lotação na unidade educacio2008) M EM NP PE M EE PE NP SI I nal. M Art. 76 - Aos docentesE não estáveis, não inte-E P P IN N M EE S PE E I S N N E E S N E SI SI NP SI Parágrafo único - Excluem-se das disposições INP grantes da NP SI M EM I carreira do magistério municipal aplicamE M S EM E S do “caput” deste Partigo os afastamentosM arts. M PE EE E para exer- se as disposições contidas nos M 12 a 23; arts. 60 NPE EM N M EE IN M SI E PE NP P art. cício de mandato de dirigente sindical nas entidaa 62; arts. 63 a 65, E 66, inciso VII, todosEdesta lei. SI E SI EE NP EM IN PE IN atuais ocupantes dosPcargos de I P S N S Sdes representativas dos servidores do magistério N PEArt. 77 - Os SI SI EM para Câmara Municipal de São SIN EM IN M E Paulo. professor adjunto, da classe I da carreira do magisS PE PE M M municipal, e EE M NP E N 72 - Os afastamentos dos profissionais de tério municipal deverão, no prazo de 90 (noventa) E E P N Art. SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI observar, quando for o caso, as M dias a contar da publicação desta lei, manifestarE PE PE IN PE IN IN educação deverão E S S N S N IN M M M SI NP SI disposiçõesM relativas à Lei nº 13.973,S de 2005 e Iseu se, expressamente, pela manutenção Pdo cargo deEE EE EE S E P P M EM N professor adjunto, nas condições da IN PE IN M EM S legislação Saté SI regulamento. EE PE IN73 - O afastamento a Eque se refere o art. Nentão vigente para esseMcargo. M EE P P S EM E Art. EE I P IN NP IN M PE PE de 1979, S S N M E SI 45,M 1º, da Lei nº 8.989, de S de outubro § 29 Parágrafo único - Aos docentes queEoptarem N EM N SI EE PE SI de educa- na forma deste artigo, fica assegurado o Pdireito de SI E M E somente será concedido ao profissional M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PE na situação em que M se encon- prazo de 90 (noventa) dias a contar da data da en- PE M M EE permanecerem ora N E P N M M M EE EE SI SI PE IN EE EE EE NPtram, inclusive no queSdiz respeito P jornada de tra- trada em vigorNdesta lei, findo o qual adquirirá caráEM Nà P SI SI balho, vedado seu ingresso nas SI NP NP PE houver a expressa manifesnovas jornadas ins- Nter irretratável, se não SIN SI EM EM SI EM I S tação contrária. EM PE PE PE tituídas por esta Elei. M M N M N E E IN M SI SI Art. 78 - INP titularesEEde cargosEEM professor Art. 82 - Os profissionais M educação mante- S Os de PE PE M E de EE P P S IN N EE PE rão,Sna nova situação decorrente destaMlei, as mesadjunto que não realizarem a opçãoNa que se refere NP I SI E IN SI EM NP EMo art. 77 desta lei, serão lotados emSunidadesSeduca- mas referências e graus Sde vencimentos que posI E PE S EM PE N N NP cionaisPE respectiva Coordenadoria de Educação EEM EM S suírem na M data de sua publicação.I da SI EM SI N P M M PE EE EM SI PE Parágrafo único - Os titulares de cargos de PEE de origem, a título precário,Naté o primeiro concursoN EE I M SI PE NP IN S M S SI EE EM NP auxiliar técnico SIN educação das classes I e II daSIN de M SI Ede remoção. PE NP M N carreira do quadro de apoio à Educação reconfiguParágrafo únicoEMNo primeiro concurso Ede reSI PE M SI PE P IN moção,EEMpontuaçãoE dos docentes referidos neste EE por esta lei, serão enquadrados na carreira de M M S EM a N E E P rada IN EM EM NPserá feita Sna forma que dispuserSIo regula-SIN auxiliar técnico de educação, na M PE PE PE artigo, SI E seguinte conformi- PE PE IN IN IN M S S N N E PE M dade: S mento, respeitados os direitos dos EM atuais titulares SI SI IN EE M E S M de titular. EM cargo de professor M EE NP M I - auxiliar técnico de educação -E classe I: auxiNP SI - Os titulares de cargos das atuais clas- liar técnico deMeducação - categoriaP1E - QPE 3; EM EE PE E SI NP EE P E I Art. 79 EM M N S PE IN IN do magistério municipal deve- INP SI E PE NP técnicoE de educação - classeNII: auS M S II - auxiliar ses IEe II da carreira S M SI IN SI NP M EE PEno prazo de 90 (noventa) dias, contados da data xiliar técnico de educação - categoria 2 - QPE 7." S SI rão, E P M N M M M N E E PE M SI (NR)E (Parágrafo único e PE incisos incluídos pela da publicação desta lei, manifestar-se expressamenSI EM PE M IN EE M PE S P E P IN IN ingresso na Jornada Básica do Docente Lei nº 14.715, de 8 de abril de 2008)E EE N M te pelo não E I N S S P N E P S EM SI SI I PE instituída no art. 12 M IN PE Art. 83 - Os atuais titulares de cargos deNproEE desta lei.EM S S N P N M M M E SI SI profissionaisPdocentes Eque se mani-E fessor de desenvolvimento infantil poderão optar M EE M EE§ 1º - Os SIN E E P P P IN M S N N EM PE expressamente, Iuma única vez, pela transformação M festarem nos termos do “caput” ficamEsujeitos àSJorP IN EE S SI E IN cargo de PE IN M do professor de 20 (vinte) horas aula, doNP S S nada Básica PE I cargo que titularizam em IN professorNde M EE S S E PE M P S infantil e ensino fundamental I, desde Ique EM correspondente a 18 (dezoito) horas aula eE2 (duas) educação EEM PE IN E IN M S S E P PE EM horas atividade SIN semanais, perfazendo 120 (cento eEM existamINcargos vagos nessa classe, hipótese em NP PE IN EM SI E PE EM S N N M que osScargos vagos, em igualEnúmero, serão trans- M vinte) horas aula mensais. P PE SI NP S EE § 2º - EM 2 (duas) Ihoras atividade que com- formados em cargos de professor de educação in-EE IN M SI IN S E S EDas NP NP EM PE SI SI põem aINP EM PE fantil. jornada deM que trata este artigo, M (uma) 1 N E E S EM N E M SI EM PE NP § 1º I- A opção deEque trata este artigo precedehora semanal será cumprida obrigatoriamente na SI PE PE E M M PE S N E N E IN M NP rá o primeiro concurso públicoNque vier a Ese reali- SI própria escola,Se 1 (uma)EEM semanal emSIlocal livre.M P SI PE EE SI EE zar,EM partir da publicação M a desta lei. SIN descontos, o valor da Phora NP § 3º - Para fins deNP E SI aula e daEEM atividade corresponderá a 1/120 (um SI EM N E EM M dos dos hora SI E NP § 2º - AEefetiva transformação M cargos PE PE PE I N NP PE IN ocorrerá noSmomento da posse dosIN centoSIe vinte avos) do respectivo padrão de venci- Soptantes NPE M EE EM S canSI N M EE SI PE SI NP mentos do profissional de educação docente. EE SI NP EM didatos nomeados para os cargos de professor de IN M S E M § 4º - Aos docentes a que seNP EM EM § I refere o NPE1º educação infantil. PE EE PE e a res-M PE a Escala S Padrões de I EM§ 3º - A opção de queM EE P deste artigo aplica-se N S de M N N SI EE trata este Iartigo PE IN S SI NP EE P S Vencimentos constante do Anexo II, Tabela “E”, IN M PE P SI S pectiva transformaçãoNserão regulamentadas por I M EE IN IN S E S S M integrante desta lei. decreto.EEM NP EM PE E P 84 - O cargo de auxiliar E desenvolvimento Evedado o ingresso dosNprofissionais EM SI EM M N Art. SI NP de EM NP EM § 5º - Fica PE M SI EE SI SI PE docentes que se manifestarem nos termos doP“cainfantil do Quadro dos Profissionais SIN PromoçãoE da PE M N PE N N M EE SI N SI put” deste artigo em qualquerEEuma das jornadas ESocial, bem SI EM como o de M diretor de equipamentoSISoSI E NP EM P cial, titularizados por Eservidores Elotados nos CenI M E previstas no art. 13 P S especiais Ndesta lei. M N M EM SI SI NP EM NP E PE Aos Infantil da rede direta, que foram PEE SI Art. 80 - M profissionais que se Eencontrarem tros deEEducação SI PE EM P P IN E S N N E N M M afastados por motivos Ede doença,SIférias e outros, transferidos da Secretaria Municipal de P SI SI PE EE INAssistência M M E S M EE EE exceto noNcaso de Ilicença para tratar de interesse e Desenvolvimento Social para a Secretaria MuniNP S SI NP EE transformados, nosEM SI M S NP NP particular, os prazos consignados nos arts. 77, 79, EEM P E tercipal da Educação, serão I I E S S N E P M EM NP SI 87 EEM 3º do art. 107, serão P e§ EM M S PE IN computados a partir daN mos da Lei nº 13.574, de 2003, em cargosI de pro- PEE SI P em que EE Sserviço. PE Mde educação infantil SINde diretor de escola, IN data fessor e E N Pvoltarem ao N M S SI PE SI IN - As manifestações de que tratam os respectivamente, à medida que seus Etitulares comEM M EE Art. 81 S N P P EE EM serão provisórias, durante o provarem possuir a habilitação exigida e o preenSI N PE P M N M SI PE EM arts. 77, 79, 87 eN107 EM SI IN EE IN M EE S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE chimento das exigências específicas para o provi- EM SI SI PE IN IN E desta lei serão efetuados na conformidade do AneM S S N P M M mento desses cargos. EE SI IN xo V integrante desta lei. (Incluído pela Lei nº M EE EE cargosINP S E P EM P M abril de 2008) Aos EM S mencionados 14.715, de 8 deM EM IN § 1º - NPE titularesNdos PE I Sneste artigo que não preencham os requisitos neS PEArt. 86 - Para os atuais profissionais de educaI PE IN M EE S N E S N SI EM NP SI PE PE M cessários, fica assegurada, atéE31 de dezembro de ção não optantes pelos padrões de vencimentosM SI E insM E P IN IN E S S 2011,EM transformação de SIN trata o “caput”, na M tituídos para o Quadro dos Profissionais de Educaa que PE PE M EM PE PE em queNpreencherem os requisitos exigidos.E ção, oEM IN EE carreira SIN E PE S instituída M medida N P SI M N E enquadramento na nova SI NP SI EE E estabelecido no § 1º deste porINP lei fica condicionadoNà realização de opçãoEE esta § 2º - Após o prazo M SI SI PE S NP EM NP nos termos M Lei nº 11.434, de 1994, e legislação da SI SI E não apresenta a habilitação exigida: N IN EM artigo, seM M PE E M S E SI N PE EE IINPos servidores que titularizam cargos de au- EM subsequente. EE PE SI N M NP SI EM NP EM § 1º - A opção SIN que trata o “caput” deverá ser EM de xiliarS de desenvolvimento infantil deverão permane- E SI SI EE NP PE PE I P N EM realizada no prazo de 90 (noventa) diasIN data de PE cer nos Centros de Educação Infantil exercendoSas IN S da SI N PE Sinerentes aos cargos que ocupam; EM EM lei. M M E atribuições SI E publicação desta N E P E SI EMde di- PEE § 2º - OsPprofissionais de educação de que traEM P N N M M II - M servidores que titularizam cargos SI SI PE IN PE M IN EE EE os EE S N N P M E retor P equipamento social serão aproveitados em S ta este artigo que não realizarem a opção noE prazo SI NP N de SI IN EE S SI órgãos Sda administração, observado o dis- previsto no § 1º, permanecerãoI na situaçãoPem que N EM M outros SI M NP EM PE M SI M EE M oraIN encontram, ficandoMassegurado o direito de se posto no art. 26 da LeiPE 11.633,EE 31 de agosto nº de M P E S N EE EE PleIN PE de 1994.EE SI EM NP perceberem seus vencimentos de acordo comIN a P S M N NP SI NP PE IN I3º - Serão transformados em cargos da car- EMgislação vigente paraSo Quadro Geral de Pessoal e S SI EE SI S N § M PE SI NP EE reira do magistério municipal, a medida em que M EM SI IN de acordo com aMLei nº 11.229, de 1992, para o EM EM P S E EM E PE EM Quadro do Magistério Municipal, devidamente rea-PE vagarem, osNcargos titularizados pelos servidores SI NP PE EM IN PE PE I N S N N N EM PE EM SI justados de conformidade com as normas em vigor, trata o § 2º. S SI SI SI de que M PE IN PE trans- INmantido o respectivo padrão de vencimentos. S EM E N §E4º - Na medida em que M operarem as se M S EM PE SI E P M E EE N E 87 Art. M - As designações Epara o exercício das SIN formações previstas nestePartigo, a quantidade de EM PE EE SI EM PE de auxiliar de direçãoPserão automaticamenNP IN IN acrescidaM númeroEM E S atividades cargos transformados será de N E ao S SI N SI NP SI PE PE Mcargos respectivos do Anexo I, Tabela “B”, integrante te cessadas na Imedida em que forem providos e lotaS N N EM E S SI SI EM M E PE PE desta lei.M M dos, nas respectivas unidades educacional, os carEE PE PE IN IN M EM EE S N E P IN auxiliar técnico de educação, de que S trata o NP M PE EM SI S§ 5º - (VETADO) EM IN gos de PE SI EE PE integrantes das atuais AnexoINIII, Tabela SIN integrante desta lei,Mconforme PE S P “D”, Art. 85 - Os docentes M N S N E M IN M SI SI disposto na alínea “g” do inciso I do art. PE desta lei. S 96 II, plena, EE EEclasses I EeM que não possuam licenciatura EM E N NP SI - As situação a M categoria 2,PE corres- EEM Art. 88EEM convocações de docentes para a NP manterão na nova EM SI NP SI E EM N E SI NP pondente à habilitação para PE magistério Iem licen- INP Jornada IEspecial de 40 (quarenta) horas, em deo S EM PE NP M S M S corrência da prestação de serviços técnico-educa- PE N N E SI ciatura de curta duração, e SI serão enquadrados como SI EE N EM PE EM de educa- cionais em unidades da Secretaria Municipal de SI EM NP IN professor de educação infantil, professor M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI ção infantil e ensino Efundamental I ou professor de IEducação, ficam cessadas na mesma quantidade e NP PE P I M SI NP PE ensino Sfundamental II e médio, observado, respec- S na medida Eem que: EEM IN IN E S S N SI P M SI NP I - Iforem providos os cargos em comissão de tivamente, os cargos queEEatualmente titularizam, M IN M EM S S E EE EM M assistente técnico de educação I, previstos no Ane-EM mantida a atual referência de vencimento. (RedaEM NP PE EE PE NP SI EM I ção dada pela Lei nº 14.709, de 3 de abril de I2008) xoEI, Tabela “A”, integrantePE M P IN N M S PE S E IN desta lei; PE IN S EE IN S- Os enquadramentos decorrentes de evo- NP II - forem providos Snas respectivas unidades N P S § 1º SI M N EM SI os cargos Iefetivos de auxiliar técnico de educação EM S EE EM M lução funcional NPE docentes de que trata este artidos M M P E PE E E E IN M EM SI E “D”, integrante des- SIN PE NP PE go,Eenquanto permanecerem na Categoria 2, serão de que trata o Anexo I, TabelaM SI EE PE NP EM IN PE IN I S N S Sefetuados na conformidade do Anexo IV, TabelaP“B”, ta lei, conforme disposto na alínea “g” do inciso I N PE N SI SI EM SI EM IN art. 96 desta lei. M E do S PE PE M M integrante desta lei.E E M NP E N - O docente que apresentar a habilitação E E P N das § I2º Parágrafo único MPara os fins da cessação SI S EN EM SI EM PE PE PE SI à licenciatura plena será enqua- M convocações de queE trata o “caput” ficam fixados, a E P PE IN PE IN IN correspondente S S N S PE IN M M IN M SI IN drado na Categoria 3, aplicandose-lhe o disposto partir da data da Spublicação Sdesta lei, PEE seguintesEE os M EE S E P P N M EM N M prazos: PE IN M SI SI no art. 36 desta lei. EE M EE decorrentes de NPE I - 2 (dois) anos, para o provimento do totalS de IN85-A - Os P M EE P S EM E Art. enquadramentos EE P I P IN IN M do “caput” deste PE PEeducação S cargos aIN S N M S S que se refere o incisoE II evolução funcional dos profissionais da N EM N SI EE PE SI SI do art. M EM PE E referidos noM inciso II doEM parágrafo único IN N E 82 artigo; S SI E E EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M M II - 90 (noventa) dias,Epara as nomeações preE M § 2º - No cálculo paraM fixação da parcela deINP N M EE EE EE SI NP E S EM EE que trata esteINP artigo deverão ser observadas as reSI NPvistas no inciso I do “caput” deste P EM Nartigo. PE P PE I I E S S N N S para fins Ide apo- gras estabelecidas no regulamento Ia que aludeMo § N P Art. 89 - Ficam assegurados, SI S E EM S EM IN EM PE PE PE sentadoria e pensão, os direitos de incorporação S 4º do art.M1º da Lei nº 13.973, de 2005. M E E M PE IN IN IN EM Art. 91 - ParaMos efeitos M fixação S das apo- S da Sparcela relativa à Jornada Especial de 40 (quaPE PE EE IN M E da EE PE P S N E E N SI sentadorias e pensões, na Pforma do EM 23 desta art. renta) horas de trabalho semanais,Nprevista naE Lei NP SI SI IN SI EM NP EMnº 11.434, de 1993, em decorrência de convoca- lei, poderão ser computados, a critério do docente, S E PE S SI EM PE M N N NP ção doPE EM SI M docente EEM a prestação de serviços téc- PEE as horas aula prestadas nas jornadas especiais prepara SI SI N M M PE EE EM SI P nico-educacionais em unidades da Secretaria Mu-N vistas na Lei nº 11.434, de 1993, durante o período PEE EE IN M SI PE NP IN S M S N SI EE N EM NP M SI SI Enicipal de Educação,Mimplementados até 10 de compreendido entre a publicação da Lei nº 13.973,SI PE NP M E agosto de 2005, observadas as incompatibilidades de 2005 e a desta lei. SI N EE M EE SI NP EM EE SI previstas por estaINP e legislação de regência an- PE EM § 1º -EEM critério do docente, poderão serEcomA lei NP EM SI S EM EM NP PE para outros cargosSIN putadas, Ppara o fim Eestabelecido no “caput”P deste terior, vedada a transferência SI EM PE P IN IN IN M S S N E PE artigo, Sas horas aula prestadas nas jornadas espe- SIN ou carreiras Edos quadros de pessoalM Município. do EM SI IN M EE S P M M ciais previstas na Lei nº 11.434, de 1993, incorporaNa trata EM § 1º -INP hipótese dos servidores de queEE M IN E PE o “caput”Sdeste artigoEpassaremSa perceber, P ati- das na forma M lei até M de agosto Ede 2005 para E da EM N na EE PE P E I 11 EM N P I P S N N E PE I lei, a remuneração correspon- IN efeito de aposentadoria e pensão,I hipótese em que S E PE N S N vidade, na forma S da P S EM M SI IN SI M EE PE ao benefício incorporado somente para fins a parcela referenteIN incorporação será absorvida S Sà dente E P M N M M M N E E PE SI EM na Pparcela correspondentePE novas EEM às jornadas, imde aposentadoria, incidirá, obrigatoriamente, aEconSI EE PE M IN M S P IN IN M tribuiçãoSsocial de que trata a Lei nº 13.973, deP2005, plicando suaEEexclusão, Spor incompatibilidade,PEE IN na N N E P S EM M SI SI IN PE sobre a referida vantagem, enquanto perdurar a si- composição dos proventos ou pensões. IN PE M EE S S E N N M M M SI NP SI PE § 2º - No cálculo para fixação da parcela de tuação que enseja seu pagamento. EM M EE EE EE SI E P P P IN S N EM EM PE que Etrata este SIN artigo, deverão ser observadas as M Fixados os proventos ou PE pensões,Nos as SI § 2º - M SI E P IN INdo disposto no regras estabelecidas no regulamento NPE S S benefícios incorporados na forma PE IN I a que alude o M EE S S N PE M P EE SI 1º EM “caput”Nintegrarão Pa base de incidência da contri- § 4º do art.EM da Lei nº 13.973, de 2005. IN EE I M E S S E PE EM § 3º P- Aos docentes que não computarem as buição social aoNRegime Próprio de PrevidênciaEM NP SI PE IN IN EM SI E PE EM S N E P N M horas S aula incorporadas na Pforma do §E 1º deste EM Social do Município (RPPS). SI SI EE Art. 90 M Ao servidor que nãoEM enquadreNna artigo, ficam assegurados, IN NP SI EP S para fins de aposenta-E se M SI E NP N E P PE SI SI situaçãoNprevista no art. 89 desta lei e que tenha doria e pensão, os direitos dessa incorporação EM PE M N M SI EM N EM PE M SI EE EE optado por incluirPna base de contribuiçãoEas parce- SI implementada até 10Ede agostoPde 2005, observaPE P IN E M M N S N E N E N M SI NP das as incompatibilidades eSIvedações PE previstas SI SI las M Especial de 40 (quarenta) PE M EE relativas à Jornada PEE SI N M nesta lei e na legislação de regência anterior, obhoras de trabalho semanais - J.40,M forma do EE 2º na § SI NP N M EE SI do art. 1º Eda Lei nº 13.973, de 2005, a partirINP 11 servado o disposto no §E5º deste artigo. SI EM EM E E S de E NP EM PE P PE P I M N N N PE § 4º NPNa hipótese do § 3º, sobre a remunera- E de agosto de 2005, até a sua Icessação, em decor- S IN M EE EM SI SI S N S EE SI PE SI NP por rência de convocação do docente para EMprestação Ea NP EM ção estabelecidaEM esta leiSIpara as horas aula IN P S M EM EM correspondentes às incorporadas, que venha a ser de serviços técnico-educacionais em unidadesPE da IN PE EE PE PEEducação, Sfica assegurada percebida a partir de sua Epublicação,Nincidirá, obri-M IN EM M EE P SecretariaMMunicipal de N S E N SI E IN SI SI NP a EE dessas parcelas no cálculo dos respecti- INP P S a inclusão M PE P SI S gatoriamente a contribuição social de que trata IN M EE IN IN S S S EM M Lei nº 13.973, de 2005, enquanto perdurar a situavos proventos ou pensões, Pobservado EE disposto o EM EE PE E23 desta lei,Nno que se P EM SI EM N refere à sua ção que enseja seu pagamento. N no § 1º do art. EM SI NP EM NP EM PE M SI SI SI PE § 5º - A NPE incorporação da Jornada AmpliadaE fixação e respectivo cálculo, bem como as incomIN PE M N S PE I N M EE SI SI patibilidades previstas nesta lei Ee legislaçãoS de re- EEspecial é incompatívelM IN com o padrão de vencimenEM SI E E NP EM P P tos dos docentes queEingressarem na JornadaS BáM E anterior. SI gência N N EE M EM SI SI NP EM EM NP EE S SI § 1º - Para fins de fixação da parcela de que sica doEDocente naI forma prevista nestaElei. NP PE EM PE P P I M S N E N M Para os efeitos do art. 91 desta lei, IN trata este artigo, poderão ser computados, a EEM critéS SIArt. 92 - M SI NP PE M EE SI E E rio do docente, os valores utilizados comoP base fica considerado como Jornada Especial Integral de P IN M E E N S S E N I M P P M SI EE o de efetivo corresponpara a contribuição recolhida M InstitutoSde Pre- EE Formação IN período NPE trabalho M IN E ao S S P M E M PE NP SI vidência Municipal de SãoNPaulo - IPREM, na for-N dente à Jornada Especial de Tempo Integral. EM M EE SI PE EE I SI E P da Lei nºEE10.828, deS 4 de janeiro de 1990, e N M 93 - Para fins de aposentadoria e pensão INP ma Art. E N SI NP M S SI NP S Ianterior, para a mesma Ijornada especi- sãoPE EM M EE entre si: legislação S N incompatíveis P M PE EE E11.434, de 1993. SI I - a parcela incorporada na conformidade do N PE P M N M SI PE EM al prevista na LeiNnº EM SI IN EE IN M EE S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM PE PE disposto no art. 89Sdesta lei; IN M SI PE IN IN EE na Avaliação Institucional da Educação Municipal, S EM M - a parcela correspondente à Jornada Espe-NP instituída S arts. 40Na 44 desta lei. M nos II SI PE M EE M EE SI E P de 40 horas (J-40) incluída na base de contriN P M Art. 96 - As unidades daE SecretariaMMunicipal cial EM SI E PE IN PE M IN E Sbuição previdenciária por opção do servidor, na con- de Educação terão QuadroNde LotaçãoEde ServidoN E S SI NP EM SI NP PE SI EM N SI PE PE res fixado em ato do secretário municipal de EducaSI EM M EM formidade do disposto no art. 90 desta lei;N PE IN I S S N EM III - a parcelaE incorporada na conformidade do M ção, observados, para as unidades educacionais, E PE PE M EM SI PE IN IN EE M NPdo art. 91 desta lei; EE os seguintes critérios: PE S I S disposto no § S3º N P M N EE NP SI EM SI E EM I ProfissionaisE IV - a parcela correspondente Eàs horas SIN aula SI NP - para os cargos do Quadro dos M P P E I S N E M incluídas M base deINP na contribuiçãoIN SI S previdenciária por de Educação: N PE M M S EM número Ide unidades eduEE opção PEE servidor, na conformidade do disposto no SI N P EE a) supervisor escolar: M EE PE S Ndo N N EE SI M NP SI EM NP EM “caput” e § 1º do art. 91 desta lei; SI SI SI EE EM NP cacionais da Diretoria Regional de Educação; PE PE I EM b) diretor de escola: a unidade educacional; PE V - a parcela correspondente às horas aulaSinIN NP IN S S N PE SI EM EM SI EM EM c) coordenador pedagógico: número de clasIN PE cluídas na base de contribuiçãoEprevidenciária por PE M E S E EM P N opção EM servidor,Ena conformidade do disposto no P da unidade educacional; N M M SI SI PE IN PE M INses EE Edo E S E N S N d) professor deEM ensino fundamental II eEmédio: art. INP desta lei; P 23 SI NP N SI E SI S VI - a remuneração dos cargos de provimento númeroMde blocosPde aula no ensino fundamental II SI NP E M SI M N EM PE SI M EM EE M comissão; PE IN e ensino médio; em M M E P E S N EE EE EE PE SI EM e ensinoINP NP exercícioIN oue) professor de educação infantil funVII P parcelas decorrentes Ido P S de M N NP S PE IN S SI E EMdamentalPI:E número deIN SI S classes na educação infantil S N tros cargos efetivos da carreira do Magistério Muni- E M P SI N EE cipal; M EM SI IN e no ensino fundamental I; EM P M S M EM EM PE PE IN M E EE VIII - vantagens decorrentes Ide outras jornaf) professorE de educação infantil: Enúmero dePE N S N M N EE S M NP SI NP NP SI turmas na educação infantil; regimes especiais de trabalho. EE SI SI EE SI das ou M NP I P lega- INP g) auxiliar técnico de educação: número de clasS EM E N Art. 94 - Os Eproventos, as pensões Ie os M M S PE S EM PE M E E EE EM ses da Eunidade educacional; EEM dosIN se garantia constitucional da IN EE S aos quaisINP aplica aINP EM P agente escolar: número de classes da uni- S NP P M as novasEM I E S h) paridade serão fixados de acordo com siN E S S N SI NP SI PE PE SI EM EMtuações determinadas por esta Slei, levando-se em dade educacional; IN IN S S EM M EM PE PE consideração as alterações sofridas pelo cargo ou EM II - para os cargos em comissão: EE PE PE IN IN M EM E S S N IN a) PEE assistente deEdiretor de Sescola: número de função em que Ise deu a aposentadoria ou a pen-NP NP M P EM SI EM I S EE IN educacional; PE III. S PE P classes da unidade IN são, de acordo com o Anexo S M N S N N EM M M SI SI SI b) secretário de escola: a unidade escolar de PE EE M M EE N E M EE NP SI TÍTULO VII EM NP EM PE EE M SI M Eensino fundamental e médio. NP SI E N P E P EE SI DAS DISPOSIÇÕES FINAIS § 1º I-NAs atribuições referidas no § 4º doPart. 11 SI EM PE IN NP M S M S desta lei, observarão o númeroE de classes, combi- PE N N SI SI EE SI N EM PE SI E EM Art. 95M A Secretaria MunicipalMde Educação nado com o de Iturnos de funcionamento. NP IN E M E S EM S M E EE EE NP EM NP O oE E SI EM NP NP SI ampliará, progressivamente, o grau de autonomia INP § 2º - M ato a que se refere PE “caput” deste PE SI SI E prazo de SIN (sessenta)Edias NP P das unidades educacionais, especialmente nos se- S artigo será E expedido noM 60 IN S N SI PE PE M SI guintes aspectos: da promulgação desta lei. M IN IN M EM EE S S EE I - orientação e desenvolvimentoE do processo EM M Art. 97 - Fica caracterizada a excedência deEM EM NP PE EE PE NP SI EM I pedagógico; M de docentes e deNgestores educacionais tiPE P IN N M S PE lotação S PE EE I IN SI EE IN S Sgestão deMseus recursos humanos, em NP N Pedagógico e P S II tulares dos cargos de Coordenador SI M N E M SI de Supervisor Escolar, na respectiva unidade eduEM SI EE PE especial atribuição de aulas eEindicação EM o exerpara M M P E PE E N EE IN M EM SI EM PE NP PE cício de cargos em comissão e funções aos profiscacional ou Diretoria Regional de Educação, nas SIN SI EE PE NP EM IN PE IN I S N S Ssionais de M N educação lotados e em exercício na P PE N res- seguintes hipóteses: SI SI E SI EM IN I - docentes: M E E unidade educacional; M S PE M M pectiva P EE NP E N aquisição Pe manutenção de equipamentos, E E N lotaM IIII a) quando houver alteração Eno quadro de SI S EM N EM SI PE PE PE SI EM ção desses cargos,PE hipóteseE de redução do núPE IN P IN IN mobiliários e materiais. S S S N N PE IN na M SI EM EM SI IN M EE Parágrafo único - A progressão da autonomia mero de classes,S blocos de aula ou turmas; S E PE PE P E N M N EM b) quando o número de docentes lotados eSIno N refere o “caput” deste EM artigo será discipliM SI SI a que se P M EE PE E IN ato do Secretário Municipal deMEduca- Nexercício das atribuições próprias do cargo na uniEE P P S EM E nada em EE I P IN NP IN M PE resulta- S dade ultrapassar a quantidade fixada para aEcompo- NPE S M M S E IN SI ção e considerará, obrigatoriamente,Nos I E EE SIeducacional, sição do Quadro deSLotação dePE EMobtidos anualmenteM Pda unida- S M E dos pela unidade IN Servidores N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM EM PE fixado naEforma do art. 96 desta lei; PE M M M VII - direito de greve. M de educacional, N P N M EE M EE EE SI SI IN EE EE piso II - coordenador Spedagógico Pe de supervisor EE NP EM § 1º - O SINP salarial profissional,Pa que se refeN P SI escolar:M NP SI N PE M número desses gestoresIN SI S educa- INre o inciso IV deste artigo, será fixado anualmente, EM SI E quando oM E lotados eE no exercício das atribuições pró- S no mês de maio, em negociação coletiva, que Eserá PE PE P cionais, M M N N M N E E M PE M SI SI SI prias do cargoNna unidadeEE PE PE EE I M EM EE P educacional ou Diretoria submetida à aprovação da Câmara Municipal. P S N EE PE SI§ 2º - O piso salarial profissional será reajustaRegional de Educação,IN NP S ultrapassarIN quantidade fiSa EM IN SI EM NP EMxada para a composição do Quadro de Lotação de do de acordo com a legislação que rege os reajusS E PE S SI EM PE N M N NP Servidores, fixadoEM forma doEart. 96 desta lei. (NR) EEM salariais dos servidores municipais. PE SI M tes na SI SI N P M M M PE EE SI PE Art. 101 - Para Efins de fixação dos parâmetros PEE (Caput e incisos: redação dada pela ELei 14.876,N E IN M SI PE NP IN S M S N SI EE EM NP e critérios previstos para a contagem de tempo deSIN M SI SI Ede 05 de janeiro de 2009). PE NP N EM EM serviço, titulação da evolução funcional, Sistema de Art. 98 - O docente considerado excedente, na SI PE M SI E PE PE IN forma doMdispostoNno art. 97, EM M EE E S da poderá permanecer P Avaliação EInstitucionalM Educação Municipal, M N E EE proSI SI EM N NP PE I EE probatório eINP concurem exercício na respectiva Iunidade educacional deSI cesso dePavaliação Pdo estágio EEM N S PE IN M S S N E P M M sos deS acesso, serão ouvidas as entidades repre- SIN lotação, desde que: SI IN EE M EE P M sentativas das carreiras e Srespectivas classes do área EM I - assuma atribuições relativas a mesmaEE NP M EM SI EE PE de atuação ou atuação diversa,INpara a qual seja Quadro dos EProfissionais de Educação. EM S EM NP EE PE P I EM M N P I P S N N E PE I I S N PE N - Fica o EExecutivo autorizado aNaproS S I Art.S102 habilitado. SI EM M IN SI NP M EE PEII - for expressamente autorizado, mediante veitar, para provimento dos cargos de que trata esta S SI E P M N M M E M E E M SI IN lei,PEE candidatos aprovados nos concursos públios proposta daEdireção daSescola. INP EM PE P M EE M P N E PE IN I- Na hipótese do incisoS II deste artigo, a cos realizados ou iniciados anteriormente à sua PEE N M E I pu§ 1ºS N S N E P S EM M SI SI I valiPE permanência do docente excedente será objeto de blicação, observados os respectivos prazos deN IN PE M EE S S E N N M M M SI NP SI PE análise e parecer da respectiva Diretoria RegionalE dade. (Redação dada pela Lei nº 14.715, de8de M EE M EE E SI E E P P P IN S N N N EM EM PE de PE SI Educação, previamente à decisão do secretário abril de 2008) SI SI E PEParágrafo único - OSaproveitamento a que se M PE IN IN M Educação. S municipal Ede PE IN IN M E S S N E PE SI art. § I2º - A competência de que trata o § 1ºM NP EM PE IN EE poderá refere esteEM dar-se-á obrigatoriamente no cargo M S S E PE PE EM M transformado, de acordo com o M integrante ser delegada. SIN NP PE IN IN E Anexo III EEM SI EE PE S S N P M N M Art. 99 - Os profissionais de educação das clas- desta lei. PE SI SI EE dos docentes e dos gestores educacionais SIN NP INo exercício de cargosEE M EM P Pses S conE M Art. 103 - Fica vedado SI E N N E M PE SI SI sideradosP excedentes serão inscritos de ofício em de diretor deEescola e coordenador pedagógico, bem PE IN M E IN EM M S EM N E M S EE PE NP concurso de remoção, garantida prioridade na es- SI como do Icargo em comissão dePassistente de direPE PE EE M M N S N P E N E N M M SI tor de escola, emINacúmulo com cargo ou função SI SI colha. (NR) (Redação dada pela Lei 14.876, de 05 PE SI PE M EE S EE N M EE docente, na mesma unidade educacional. de SI NP janeiroMde 2009) INP M EE SI S EM NP EM Municipal de Educação Ede educação doE Art. E99-A - Os profissionais SI E NP Art. 104M A Secretaria EPE PE PE P M SI N N N PE PE centes, titulares deM IN M EE E cargos criados pela Lei nº 8.694, desenvolverá, em parceria com aPSecretaria MuniciSI SI SI N S N M EE SI PE SI N de 31 de março de 1978, terão sua lotação fixada EE SI NP EM pal de Gestão, programas de formação dirigidos aos IN M S E M E EducaçãoINP exercício PE em Diretoria Regional de M em profissionais de educação que possibiliteEM atuaçãoM E a PE Se EE PEda Secretaria Municipal de compatível com sua capacidade laborativa. IN EM EE P unidadesEM S educacionais NP E IN EM N E IN SI S NP E conformeI critérios a serem fixados por INP Art. 105S - O Sistema de Avaliação InstitucioP S Educação, M PE P SI IN M EE IN INSecretário Municipal de Educação." (Incluí- S nal, de que tratam osSarts. 40 a 44 desta lei, produS S EM M M ato do EE NP M EE PE a partir do ano-base de 2008, Eexercício EE EM SI fevereiroPde 2009) M N N do pela Lei 14.896, de 3 de zirá efeitos E SI NP EM NP EM PE SI EM SI SI PE PE Art. 100 - A valorização dos profissionais de de 2009. IN PE M N S PE N E N SI SI SI educação, a que sePE refere o art.M40 desta lei, será EEM Art. 106 - As férias dos docentes que, emNjaSI M EE SI N EM P P neiro de cada ano, nãoEtenham completado o períoI M E E S assegurada mediante: N N M EE M EM SI SI do aquisitivo previsto no § 3º do art. 132 da Lei nº EEM NP NP M EE EE SI SI I - formação permanente e sistemática; NP PE P P M EE SI NP M IN IN M II - condições dignas de trabalho; 8.989, de 1979, serão antecipadas. NP EE E SI S S E P I E PE EM EM III - SIN progressãoNP carreira; na § 1º - O EacréscimoEde um terço S também será M S IN M P PE I M S S PE EE IV - piso salarial profissional; IN EM EE adiantado.IN S S P IN EM M PE NP § 2º - As fériasSantecipadas serão compensa- EEM EM M SI PE EE V - garantia de proteção da remuneração, emN IN SI P N PE EE especial contra os efeitosS inflacionários; das EEM quando o docente implementar o período aqui- IN NP SI IN M S SI EM NP P S E VI - exercício doM direito à livre negociação ensitivo. SI EE N EM SI § 3º - NaPhipótese de desligamento do serviço PE PE M IN EE NP M partes; S P EM tre as M EM SI IN EE IN EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM IN PE PE público anteriormente à implementação do período EM SI PE I educação, Ref. DAS-15.S(Redação dada IN E regional deN S S EM M M de aquisitivo, os valores relativos às férias antecipa-NP pela Lei nº 14.709, SIN 3 de abril de 2008) I PE M EE EE adiantado, serão desS E P EM P M M Art. 110 - Ficam criadosEno QuadroEdos Profisdas, inclusiveEo valor do terço IN M E S P IN P M IN Scontados da remuneração devida ao docente M S PE IN sionais da Administração, instituídoPE pela Lei nº pelos IN EE S N E S N P M SI SI PE PE IN M M serviços prestadosMno mês doPdesligamento e, não 11.511, de S19 de abril de 1994, 100 (cem) cargos EE E IN IN deve- de assistente técnico administrativo, ReferênciaEDAIE E S S N E esta suficiente, o débito remanescente sendoM PE M EM PE SI NP PE cobradoNna conformidade da legislação emEM 6, de livre provimento em comissão peloSIprefeito, IN EE M E PE S ráIN ser SI M N EE NP S EM NP SI EE EM dentre integrantes da carreira de auxiliar técnico deE vigor. SI SI NP P P E I M S N E N M M educação, lotados nos órgãos centrais e regionais Art.E107 - Os titulares de cargos de especialisNP SI SI N PE M E M SI E da EE ta em informações técnicas, culturais e desportivas, da Secretaria Municipal M Educação. SI N P EE M EE PE SI NP N E N SI NP SI EM NP Art. 111 - Ficam mantidas as gratificações e o EM no desempenhoMexclusivo EEM atribuições específi- E das SI SI SI EE NP PE P E SI N EM cas de Educação FísicaIN NP SI S ficam submetidos à Jorna- abono complementar instituídos pela Lei nº 14.244, P PE SI EM de 40 (quarenta) horas de trabalho semanais (J- deM de novembro de 2006, bem como as gratifiIN EM M S N E E 29 PE da PE M SI EM PE PE M de 25 de maio M IN 40). EM IN EE S S P IN PE M INcações instituídas pela Lei nº 14.411, EE E EE S N S N P M EE SI NP N§ 1º - A remuneração dos servidores a que se de 2007, e o disposto no art. 3º Ida Lei nº 14.464, de SI NP EE S SI este art.SIé a constante da Tabela da Jornada 4 de EEM de 2007. (Redação dada pela Lei nº NP M refere SI M NP EM P julho S EM EE M 40 (quarenta) horas PE trabalhoEsemanais (J-40), 14.709, de 3 de Iabril de 2008). IN de de M M EM P E S N EE de cargos de professor E PE IN PE constanteE do AnexoSIII, Tabela INP que instituiu o EM Art. 112 - Os titulares P P S M N N NP S “C”, PE suas atribuiIN SI SI EE EMde educação infantil SIN SI N poderão exercer novo S plano de carreiras dos servidores integrantes E M P SI NP M EE do Quadro dePPessoal deENível Superior. M EM SI IN ções nas EscolasMMunicipais de Educação Infantil, EM S E EM E PE EM § 2º - SIN servidores de que trata este artigo, na medida em que houver correspondência na du-PE Os NP PE EM IN PE PE M N S N SI N N PE EM SI EE SI SI SI atualmente submetidos à Jornada de 20 (vinte) ho- ração da hora aula e a da sua jornada de trabalho. IN PE prazo INP M S EM ras deEE trabalho semanais (J-20), poderão,Nno M S EM PE SI EM P M EE N EM TÍTULO VIII M deS60 (sessenta) dias, a contar da data da publicaEM PE IN PE EE SI E PE NP PE IN M (quarenta) M IN I E S CONSOLIDAÇÃO ção desta lei, optar pela jornada de 40 N E E S S N SI NP SI PE PE que SI EM EMhoras de M trata o “caput”. SIN IN S S EM E - Aos que EM se manifestarem, fica asse- M CAPÍTULO I PE PE § PE 3º E não PE IN IN M EM EE P S S N N M DASE DISPOSIÇÕES GERAIS gurado o direitoINde permanecer na jornada de 20NP PE SI SI EM EM PE EE I S IN Psemanais - EJ.20, perceS PE P IN (vinte) horas de trabalho S M N S N N EM M M SI SI SI Art. 113 - Ficam consolidadas neste título as tabela PE EE M EEbendo seus vencimentos de acordo com a EM N M EE NP M SI NP de vencimentos para ela prevista. EM PE E SI M Ematérias dasE Leis nº 11.229, de 1992, nº 11.434, de NP SI EE EM N P E 12.396, de 1997, tratadas nos capítulos §SI4º - A opção de que trata este artigo é irre- INP 1993, nº IN SI EM PE PE NP M S M S seguintes. N N E PE SI tratável. SI EE SI N EM PE SI EM EM Art. 108 - Poderão ser contratados profissioNP IN M E I M E S EM S E EE EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI nais deSIeducação pelo prazo máximo de 12 (doze) INP CAPÍTULO II PE PE SI EM E DE NP PE DA LEI Nº 11.229,M 1992SIN meses, para o desempenho das funções inerentes S IN S N SI PE PE SI aosM cargos de professor deM IN IN EM EE educaçãoMinfantil, proS S E EE EM M Art. 114 - Esta lei dispõe sobre o M Estatuto doEM fessor de educação infantil e ensinoEfundamental I EM NP P EE PE NP SI I e professorPde ensino fundamentalIN e médio, Iquan- Magistério Público Municipal, que temEE M PE N M S PE E como princíS II N N E S IN SI SI necessidade inadiável para o regular fun- NPE NP PE S pios: SI M do houver N EM SI EM SI EE EM I - gestão democrática da educação; cionamento das PE unidades educacionais.M M M P E PE E E N EE IN EM SI EM PE NP PE IIM- aprimoramento da qualidade do ensino pú- SIN § M S PE NP Parágrafo único - AI vedaçãoScontida no PEE2º E IN PE IN I Sdo art. 3º da Lei nº 10.793, de 21 de dezembro de blico municipal S N IN PE N M SI Ese aplica aos contratados para as funções SI IN III - valorização dos profissionaisSdo ensino;EM M E E 1989, não S E PE NP EM pública gratuita, de qualidadeNe laiNP EM a queSse refere o “caput”, que poderão ser M EM PE I IV - escola SI EM E novamenSI EM PE PE IN PE Ssempre pelo prazo máximo de 12 M ca, paraNtodos. E PE PE I PE IN IN te contratados, S S N S N PE IN M M SI EM SI IN (doze) meses. Art. 115 - ASgestão democrática da educaçãoEE M EE S E PE P P M N EM N M Art. PE 109 - As Coordenadorias de Educação consistirá naMparticipação das comunidades interIN SI SI M EE PE EE INa denominar-se Diretorias Regionais de Nnas e externas, na forma colegiada Se representatiM EE P P S EM E passam EE I E P IN NP IN M PE Pcoordena- S va, observada a legislação federal pertinente. N M S E SI Educação, e os Srespectivos cargos de N EM N SI EE PE SI SI EM Ref. DAS-15, passam a denominar-se diretor PE M E dor, Art. 116 - O ensino público municipal garantirá M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE M E ção da demanda,Eturnos de funcionamento, distribui-INP àEM criança, aoNadolescente Ee ao alunoM trabalhador: M M E E EE SI NP S EM E EE ção de séries INPclasses porEturnos, utilização do ese I - aprendizagemSIintegrada ePabrangente, obNP EM N P P PE I I E S S jetivando: N a demanda e a qualidade N S N P SI SI EM EM SI EM INpaço físico, considerando M PE PE PE a) superar aEE fragmentação das várias áreas do S de ensino; M M N N E E M P IN M EM SI SI M b) Egarantir aEEocupação Eou cessão do prédio S conhecimento, observando as especificidades de P PE EE IN M PE S N N EE PE NP SI escolar, inclusive para outras atividades além das cada modalidade de ensino; NP SI SI EM IN SI EM NP EM S E PE S de ensino, fixando critérios para o uso e preservab) propiciar ao educando o saber organizado SI EM PE M N N NP para que possa reconhecer-seEM PE SI M como agente do pro- PEE ção de suas instalações, a serem registrados no SI EM SI N M PE EE EM SI EM PE Escolar; cesso de construção do conhecimento e transfor-N Plano NP EE IN M SI PE IN PE S M M S SI EE NP IN VI - indicarSao secretário municipal Ede Educa-SIN M S Emação das relações entre o homemI e a sociedade; PE NP M N EM ção, após processo de escolha, mediante critérios II - preparo doEEeducando para o exercício SI PE M SI EM PE P IN consciente da cidadania e para o trabalho; M M em regulamento, os nomes dosEM EE S estabelecidos N N E E PE M E proSI SI EM NP PE PE IN EE ocupar, transitoriaIII - igualdade de tratamento, sem discrimina-SI fissionais de educação para, EEM NP S PE P I IN IN M S S N E M M mente Sou em substituição, INP cargos da classe dos SIN ção de qualquer espécie; SI EE M EE S P EM IV - igualdade deM EE NP M EM E condiçõesNde acesso à ins- gestores educacionais da carreira do magistério SI PE trução escolar, bemPEcomo a permanência IePtodas municipal, por período superior a 30 E(trinta) dias; EM SI EM N EE P E EM M N P I P S N N E PE I I S N E PE N S S VII - I analisar, aprovar e acompanharIN as condições necessárias à realização do processo SI EM M S IN S projeNP M EE especializado aos por- tos pedagógicos propostos pela equipe escolar ou S PE SI educativo, com atendimento E P M N M M E M N E SI EE pelaE comunidade escolar,PEpara serem desenvoltadores de Pnecessidades especiais Pem classesMda SI EM M IN EE M PE S P E PE IN IN de ensino; EE N na escola; M rede regular E I vidos N S S P N E P S EM SI SI EM IN PE PE M VIII - SIN arbitrar impasses de natureza administraV - direito deEorganização e de representação S E N M M IN SI NP EM PE estudantil no âmbito do município. EM M EE EE tiva e pedagógica, Eesgotadas Eas possibilidades de S SI P P P IN S N N EM EM P solução pela equipe escolar; E PE IN SI SI EM PEIX - propor S PE INpara solução de probleIN M I S S N alternativas SEÇÃO E N PE E SI SI N EM PE M mas de natureza pedagógica e administrativa,SItanDOPCONSELHO DE ESCOLA EM EM PE IN EE IN M S S N E PE PE EM M to aqueles detectados pelo próprio Conselho, como NP SI PE IN IN EM SI EE PE EM S N N M Art. 117 - O Conselho de Escola é um colegia- os queSforem a ele encaminhados; PE PE SI EM NP SI EE com função deliberativa e direcionada à defesa IN M SI IN EM PE Pdo procedimenE M X - discutir e arbitrar Scritérios e S E N N E P M PE SI SI dos interesses dos M PE e IN M EE E educandosIN das finalidades e INtos de avaliação relativos ao processo educativo M S EM E P M S E PE comuobjetivos da educação pública do município de São S e a atuação dos diferentes segmentos daM PE PE IN EE M PE N S N P E N E N M M SI SI nidade escolar; SIN SI Paulo. PE SI PE M EE EE M - decidir procedimentos relativosNà integraEE XI SI NP Art. 118 - CompetePao Conselho de Escola: N M EE SI SI EM NP EM EM I - PEE discutir e adequar, no PE âmbito da unidade ção com as EM instituições PE auxiliares da escola, quanSI E NP PE M E SI N N PE educacional, as diretrizes daIN IN M EE EM SI SI S política educacional do houver,Pe com outras Secretarias Municipais; N S IN EE SI PE NP estabelecida pela Secretaria Municipal M EducaXII S traçar normas disciplinares para o funcioEE de SI NP EM IN M M S E M EM NP ção e complementá-lasEEnaquilo que as especificinamento da escola, dentro dos parâmetros da le-M PE PE SI EE PE P IN EM M EE P dades locais exigirem; N S gislação em vigor; N E N EM SI EE IN SI SI NP Edefinir as diretrizes, prioridades e metas INP XIII - decidir procedimentos relativos à prioriP S M PE II N-P SI IN M EE IN I da escola para cada período Eletivo, que S zação deEM S E S S M de ação aplicação de verbas. EM NP E PE 119 - O Conselho dePEscola seráEM EE a elaboração do Plano Escolar; M EM SI NP N deverão orientar Art. E SI N EM NP EM PE compos-EM SI SI SI PE PE III - elaborar e aprovar o Plano Escolar e acomto pelos seguintes membros: IN PE M N S PE N N M I - membro nato: diretor da escola; EE SI SI SI panhar M sua execução; IN EM a SI P M S EE PE EE eleitos: EM EE- participarIN avaliação institucional da es- INP S da IV II - representantes N P M M EM SI S NP EM PE EE colaNface às diretrizes, prioridades e metas estabea) EE equipe docente: professores de M da SI SI PE E todas as PE P P IN M N N N M PE M lecidas; PEE áreas de atuação da escola;S SI SI SI EE IN M M EE organização e o funcionaS N V - decidir quanto à b) da equipe técnica: assistente de diretor e M EE EE NP S SI NP M EE SI M S NP pedagógicos; NP mento da escola, oI atendimento à demanda e de- EEM P EE coordenadores I I E S S N E P EM NP SI maisM pertinentes,INP acordo com as orien-N de c) da equipe de apoio à educação: secretário EEM EM SI PE EE aspectosEM SI P S PE E tações fixadas pela Secretaria Municipal de Educade escola, agente escolar e SIN auxiliar técnico de edu- IN EM NP IN M S SI EM NP PE S E ção, particularmente:M cação; SI EE N EM SI d) dos INP PE PE M EE o atendimento e acomodaNP a 9º anos do M a) deliberar sobre I S discentes: Ealunos de S5º P EM EM IN E IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE N EM IN PE PE ensino fundamental, alunos de todos os anos do EM SI magistério municipal, no Sprimeiro enquaPE IN E cente no SIN S N EM M M ensino médio, alunos de quaisquer termos da Edu-NP dramento por evolução funcional, após o ingresso SI I PE M EE EE S E P EM N P M por concurso público, na carreira do magistério mucação de Jovens e Adultos; EM SI EM PE IN PE M IN S S PE PE nicipal. e) dosIN pais e responsáveis: pais ou responsáIN M EE S N E S M IN SI VI - licença sem vencimentos, Snos termos da NP PE PE estágios, anos e terM veis pelos alunos de quaisquerPEE SI EM M E IN IN S S N EM legislação em vigor; EM mos Edas escolas. E E PE PE M SI P § 1º - Poderão participar das reuniões do Con-EM IN IN EE M- readaptação, nos termos da legislação viNP E PE S S VII N P SI M N EE NP SI EM SI E EM gente; selho de Escola, com direito a vozPeEnão a voto,Nos SI SI NP PE E I M S VIII - aposentadoria por invalidez permanente N IN M M profissionais de outras secretarias que atendem às EE NP SI N M E M SI EM EE escolas, Erepresentantes da Secretaria Municipal de com proventos integrais, quando Pdecorrente Sde SI N P EE M EE PE SI NP N E N SI M NP SI EM NP EM Educação, profissionais eErepresentantes de enti- E acidente de trabalho, moléstia profissional, ou do- EM SI SI SI EE NP PE P SI N EM incurável, especificadas PE dades conveniadas ouIN NP SI S parceiras e membros da ença grave, contagiosa ou PE N SI EM EM M M E comunidade. SI E em lei, e comPproventos proporcionais, nos demais N E P E SI EMalíne- PEE EM N N M M M § 2º - Os membros eleitos, Preferidos nas SI SI PE IN PE M INcasos de invalidez; EE EE EE S N P EE IX - proventosEM aposentadoria e pensões, na as “a”, “b” e “c”INdo inciso II do “caput” SIN deste artigo S NP NP SI E SI SI S NP EMnas mesmas bases, condições, limites, resM devidas deverão obrigatoriamente encontrar-se em exercíSI M NP EM PE SI EM EE M na unidade escolar. E P IN trições e incompatibilidades previstas para os docio M EM E P E S N EM EE E120 - Os membros do IConselho deIN PE PE SI EM NP Art. P P S Escola Mcentes públicos; M N NP S PE INpor permuta, desde queN IN SI não SI EE E SI S S N X - remoção anual e seus suplentes serão eleitos em assembléia, por E M P SI NP EE seus pares, respeitadas as respectivas categorias M EM SI IN haja prejuízo ao ensino; EM P M E M S M EM PE M EE EE o critério SIN proporcionalidade. INP XI - exercício dos direitos comunsEE todos osPE a e da IN M N EE S M NP NP NP SI profissionaisSIde educação; § 1º - O mandatoSdos membros eleitos do ConEE SI EE SI NP P I M anual, permitida sua reeleição. P S EM N N XII - sujeição ao regime próprio de previdência selho EE será M SI EM PE SI EM P M M E EE N EM IN PE EE EE SI § 2º - O Imandato inicia-se em 30 (trinta) dias social Pdos servidores municipais; NP EM NP normas S PE M M IN e será prorrogado até a I E XIII - demais direitos IN previstos nas após o inícioSdo ano letivo N E E S S SI NP S PE PE estatutárias vigentes, compatíveis com sua situaSI EM EMposse doMnovo Conselho de Escola. IN IN S S S EM M E PE PE M funcional. ção EE PE PE IN IN M EM EE P S S N P IN Art.EE III M PE EM SI SCAPÍTULOIN P 122 - AosNprofissionais docentes, titulares EEM IN S EE I pela Lei nº 8.694, de M PE 1993 S N de cargos criados 1978, não NP DA LEI Nº 11.434, DE S M N SI NP SI EE EM SI SI EM estáveis, ficam mantidos osEseguintes direitos e vanP EM NP EM PE N EM SI tagens dentre os constantes dos arts. 73, 74 e 77 Art.PE 121 - Aos EM profissionais docentes, PE titulares N EM SI SI E EM N EM IN criadosPpela Lei nº 8.694, de 31 Ide março NPEda Lei nº NPE S de cargos S EM I11.434, deM1993: PE PE I N M S S N N E PE SI I - aposentadoria por invalidez permanente IN de 1978, considerados estáveis no serviço público SI EE SI EM PE S EM das Disposi- comM proventosINP EM IN M municipal, por força do art. 19 do PE Ato M S integrais, Squando decorrente de E PE M M EE os acidente de trabalho, moléstia profissional, ou doEE E E E N P P Transitórias,IN ficam mantidos E EM SI ções Constitucionais E NP PE IN IN direitos ePvantagens, Sdentre os Sconstan- SIença grave M M incurável, especificadas S E contagiosa ou E NP PE seguintes IN IN S S SI PE PE IN M tesEM art. 70 da Lei nº 11.434, de 1993: do em lei, e com proventos proporcionais, nosSdemais IN IN M EM EE S E I - exercício da função docente,EE respectiva casos S invalidez; EM M de M EM NP P na M EE PE NP SI I área de atuação, enquanto permanecer na condiM II - restrição de função, temporária ou perma-E PE P IN N M EE S PE E I S N N E S N E PE SI SI NP SI nente, para P que apresentarem comprometimenSI M ção de estável; EEM IN IN os E M S EM II M - inscriçãoPde ofício nos concursos públicos a to parcialSpermanente ou parcial e temporário, de PE EE PE EM EM N E EE IN M EM SI EM NP PE serem realizados após a promulgação P desta lei, para saúde física ou psíquica, atribuindo-se-lhes encar- SIN SI EE PE NP EM IN PE IN I S N S Sprovimento dos cargos de professor corresponden- gos Emais compatíveis comIN capacidade; P NP SI M S sua EM SI IN III - exercício dos direitos comuns a todosEEos M E E S P M M tes; INP EE M NP E de educação; E P serviço no Emagistério M N E III - tempo de SI S EM N E municipal profissionais SI EM PE PE SI título, quando aprovados em con- M NP E PE I- sujeição NPE Regime NPE IN IN computado como IVS ao Próprio de PrevidênS N S PE M M SI SI EM SI IN curso público para provimento de cargos da carreicia Social dos servidores municipais; PEE M EE S E PE P M N EM V - demais direitos previstos nasNnormas estaN M PE M SI SI SI ra do magistério municipal; M EE PE EE do estágio proba- Ntutárias vigentes compatíveis com sua situação funIN M EE P EM E IVS- dispensaINP cumprimento do EE P SI NP IN M PE PE S N M S E tório; cional. SI N EM N SI EE PE SI SI EM V - contagem de tempo de serviço como doPE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM M EE PE IV M M CAPÍTULO EE M § 1º - O prazo previsto M neste artigo poderá serINP N P M EE M EE EE SI E S EE prorrogado, por igual período, a juízoPda autoridade DA LEI Nº 12.396,NDE 1997 NP EE SI NP NP EM PE P I I I E S S N N S N P SI SI EM EM SI EM INcompetente para dar posse. M PE PE PE § 2ºM O servidor que não entrar em exercício Art. 123 - OE ato de nomeação de candidatos S M N N E M PE IN M EM EE SI SI dentroPdo prazo será exonerado do cargo.S habilitados emNconcursos Epara provimento, em caPE EE I M EM EE P S N E PE NP SIArt. 127 - O P ráter efetivo, de cargos IN Quadros dos Profissiodos N disposto nesta lei aplica-se, no que PE SI EM IN SI EM EMnais de Educação fica Scondicionado a préviaIN S E PE S couber, aos servidores admitidos, observadasPEas S esco- M EM N N NP lha de PE EM SI M EEreferências de vencimentos previstas nesta lei. local de exercício. SI EM SI IN M PE EE EM S§ 1º - A convocação para escolhaEM local deNP PE Art. 128 - Ficam criados no Quadro dos Profis- PEE E de IN M SI PE NP IN S M M S N SI EE N NP no M EE SI Eexercício será feita por publicação SI Diário Oficial sionais da Administração,P instituído Ppela Lei nºSI N M M E da Cidade e obedecerá, rigorosamente, a ordem de 11.511, de 19 de abril deI 1994, 39 (trinta e nove) N S EE M EE SI NP EM EE SI classificação no respectivo concurso. EM cargos deEAssistente Técnico II, de referência EDASNP NP EM EM PE M SI SI EM NP - Sem prejuízo daPE P P IN 11, de livre provimento em comissão pelo Prefeito, PEE I S§ 2º EM PE IN IN publicação a que seS IN M E S S N S E M nas Diretorias Regionais de IEducação, na seguinte SIN refere o § 1º,Ma Secretaria Municipal de EducaSI NP EE M EE S M ção EM enviará correspondência, com Aviso deE Re- conformidade: E NP M EM NP SI EE PE cebimento, aos candidatos habilitados, INP EM SI EM EE a) 13 (treze) cargos providos dentre portadoPE P E dando- P EM M N I P S N N E PE I S N res de diploma de engenheiro; SI E PE N M S N lhes Eciência da convocação. SI M SI IN SI NP M E PE§ 3º - O procedimentoEde escolha de local de SI b) 13 (treze) cargos providos dentre portado- S E P M N M M M N E E PE M SI resPEE diplomaMde Ciências EJurídicas eEM de Sociais; M exercício será disciplinado por ato do secretário SI P PE IN EE E PE M municipalIN Educação e deveráSocorrer no Pprazo EE IN c) 13 (treze) cargosIN N S providos Identre portadoS de PE N I E P S EM M S S IN PE de 15 (quinze) dias, contadosEda publicação da con- res de diploma de contador. IN PE M EE S S N N M M M SI NP SI PE Art. 129 - As despesas com a execução desta vocação, podendo ser prorrogado, por igual perío-E M EE M EE E SI E E P P P IN E S N N EM EM PE lei correrão porSconta das dotações orçamentárias M do, IN SI a critério da administração. INP SI E PE PE IN M candidato convocado que não compa- próprias, suplementadas se necessárias. S S § 4º EE O PE IN IN M S S N E PE M P SI Art. 130 - O art. 84 da Lei nº 14.591, de 13 de EM EM recer Spara a escolha a que se refere esteE art. não PE IN E IN M S PE PE EM M novembro de 2007,Ppassa a vigorar com a seguinte EE será nomeado. SIN NP IN IN EM SI EE PE EM S S N P N M Art. 124 - CompeteSIao secretário municipalNde redação: “Art. 84. IFica cessado, para os PE servidores M PE S EE N IN de especialistas deEE SI EM posse aos candidatosM PEducação E S dar E nomeados para optantes pelas novas carreiras M SI NP E N E SI SI o provimento efetivo dos cargosP que compõem os que trata esta lei, o pagamento das seguintes gratiNP EM PE M N E SI EM N EM PE M SI EM PE Quadros dos Profissionais de Educação,E observa- SI ficações:IN PE P EE M M PE S N E N E IN N NP I - Gratificação Especial pela Prestação de Ser- SI daEM legislaçãoS aplicável EEM a espécie. SI PE SI PE M Ea SI N P M EE SI NP Parágrafo único - A competência de quePtrata viços em Unidades Assistenciais de Saúde, na conM EE SI o “caput”Edeste artigo SIN N EM nº 13.652, de 2003; EM EM E P formidade doM 118 daELei poderá serEdelegada a IautoriS E E art. PE P P IN EM NP PE M PE IN na IN IN mediante Portaria S II - Gratificação Especial de E Serviço Social dade Shierarquicamente inferior, I M E S S S N N EE SI PE SI NP do secretário municipal de Educação. EEM SI NP EM Saúde (GES), de Eque trata a Lei nº 13.511, de 10 de IN M M Art. 125 S A posse EEMcargos dosPQuadros dos janeiro de 2003 E legislação subsequente.” EM N de PE Pe SI EM EE PE P IN no EMArt. 131 I-NEm decorrência do disposto no art. M S E PE IN IN NP Profissionais de Educação deverá se verificar EM S EE S S N P SI prazo de 15 (quinze) dias, contados da publicação INP M PE PE SI S anterior, os servidoresNoptantes pela nova carreira I M EE IN IN ato de M S S S EM oficial do provimento. P de Especialista em Assistência M Desenvolvimene EE EE PE EE previstoIN EM S neste artigo poderá ser to Social, na disciplina Assistente Social,EM NP P P N prazo EM SI EM EM § 1º - OIN PE poderão M SI IN PE PE prorrogado,Spor igual período, a juízo da autoridade desistir da opção realizadaS nos termos do § 1º doE IN PE N S PE EM N M 29 da LeiIN 14.591, de 2007. SI S nº SI competente para darE posse. EEM IN E SI P M S Eart. EM P I M EE E2º - O termoNinicial do Iprazo para a posse de INP S § Art.M 132 - Permanecem em vigor as disposiN EE M EM S S ções das Leis nº 11.229, de 1992, nº 11.434, de EEM NP NP EE E servidores em férias ou licença, excetoE no caso de SI SI NP PE EM P P P M SI PE IN IN M licença paraEE tratar de interesse particular seráEoMda 1993, e nº 12.396, de 1997, cujas matérias não es- IN E S S S E N P I P EM EM PE IN tejam tratadas nos Capítulos II a IV Sdo Título M VIII S EM IN PE PE data em Sque voltarSao serviço.M IN M S PE EE § 3º - Se a posse não se der dentro do prazo EE desta lei. SIN IN E S E P IN EM M NP legal, o ato de M provimento INP tornadoM será Art. 133 - EstaS lei entraráEem vigor em 1º de EEM E sem efeito.N SI P EE SI E P S N M PE NP Art. 126 E- O exercício de cargos dos Quadros janeiro de 2008, exceto quanto às opções previs- IN SI EE IN M S SI E 79, NP Pnos arts. 77,M 87 e 107, observado o disposS M E dos Profissionais de Educação terá início noEprazo tas SI EE N M SI no art. 81. P PE PE M IN EE NP M (quinze) dias, contados EM data da Iposse. da to S P N EM de 15 M SI IN EE EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM PE E N EM EM M SI EM DE P22 DE FEVEREIRO DE 2008INP PE PE M EE E S E EM N N P M M M SI SI PE IN PE M IN EE EE EE S N S N M EE SI NP NP NP SI EE SI SI Regulamenta a opção pela Jornada de 40 deverá M realizada em formulário próprio, conforSI NP E ser M I E NP EM (quarenta) horas de trabalho semanais - EEM J-40 me NP modelo aprovado por portaria da S Secretaria SI EM M PE I M EM E P E S N EM PE IN PE prevista Eno § 2º doSIartigo 107 P Lei nº S14.660, Municipal de Gestão. PEE EM N da N N de 26 Ide dezembro de 2007, para os titulares de M NP SI NP § 3º. EEM A opção pela nova jornada surtirá efeitos PE IN SI SI E SI S S N M SI cargos de Especialista em Informações Técni-PE a partir Ido primeiro dia do mês da sua formalização. NP EE M EM S IN M EM P M E M S M cas, Culturais e Desportivas, no Pdesempenho § 4º. A opção de que trata este artigo é irretra- EE PE IN EE M EE EE P N S N M N EE SI M NP SI NP NPexclusivo das atribuições específicas de Educa- tável. SI EE SI SI EE SI ção Física. NP encontrar afastado por P § 5º. O servidor que se I P M S EM N E N M SI motivo de doença, férias e outros poderá realizar a EM PE SI EM PE E M M E N EM PE IN PE M EE EE SI GILBERTO KASSAB, P PE IN M M IN prefeito do municípioEde opçãoPprevista noE“caput” deste artigo noNprazo de S I E S N E S S N I NP SI São Paulo, no uso das atribuições que lhePE são até S (sessenta) dias, contados a partir da data de 60 PE SI EM EM IN IN S S S EM sua opção pela carreira de Especialista em InforEM PE PE conferidas por lei, EEM M PE PE IN IN M EM EE mações Técnicas, Culturais e Desportivas, formuP S S N E E P IN M EM IN SI P termos doINP4º do artigoS29 da Lei nº 14.591, EEM IN lada nos E EE D E C R EST A: § PE S N S M M N SI NP NP SI EE de 2007. EM SI SI EM M PE NP EM PE EE Art.P1º. A opçãoM pela Jornada de 40 (quarenta) que EM SI IN EM § 6º. Para o servidor de que trata o § 5º, M PE IN E E S S E EM IN IN horas Sde trabalho PE semanais - EJ-40, prevista no § 2° NPEoptar pela P carreira de Especialista em Informações E N S EM I N SI NP NP EM do artigo 107 daI Lei n° 14.660, de 26 de dezembroS Técnicas, CulturaisEM Desportivas até 12 de março NPE e S SI E SI EM PE I EM de 2007, para os titulares de cargosEde Especialista de 2008, aplica-se o disposto no § 1º deste artigo. S EM NP IN M I M E S EM S E EE EE Art. 3º. Aos titulares de cargos de Especialista EM NP EM NP em Informações Técnicas, Culturais e Desportivas, E SI EM NP NP SI no desempenho exclusivo das atribuições Sespecífi- Iem Informações Técnicas, CulturaisE e Desportivas NP P PE I SI EM EM S NP PE IN IN E S S N SI PE M casM Educação Física, fica regulamentada nos de que não P manifestarem nos termos do artigo 2º SI IN se IN M EM EE S EE M EM termos deste M decreto. NP deste decreto, ficaS assegurado o direito de perma- M EE P NP Art. 2º.EE servidores de queINP o artigoE1º, necerem na Jornada de 20EE SI EM I M P (vinte) horas de traba-E P Os trata N M S PE S PE EE IN IN SI EE J-20, percebendo seus vencimentos IN S S à Jornada de 20 (vinte) horas de traba- NP semanais N P S SI M submetidos I lho N EM M EM SI EE lho semanais - J-20, poderãoEoptar pelaEJornada de S de acordo com a Tabela de Vencimentos prevista PE M M M P E PE E N E I IN M EM IN 40 E(quarenta) Shoras de trabalho semanais - J-40 para essa jornada.E EM PE NP P SI E PE NP EM 4º. O disposto nesteE decreto aplica-se aos S IN de 2007.E P IN I S N S Sprevista no artigo 107 da Lei nº 14.660, N PEArt. NP SI SI EMopção poderá ser realizada no prazo de servidores admitidos ou contratados nos termosEEM SI IN M E § 1º.E A da S E NP EM EM até 60INP EM a partirM 12 de Lei n° 9.160, de 3 deEdezembro de 1980, queINP PE M SI S (sessenta) dias, contados E de S realiEM PE PE IN PE M E PE IN PE IN março de 2008,Sdata em que se encerrará o prazoE zarem Sopção paraNP função correspondente ao cara IN S N S N PE M M SI SI EM SI para a opção pela carreira de Especialista em Inforgo de Especialista em Informações Técnicas, Cul-EE IN M EE S E PE P P E N M N EM N M Técnicas, Culturais e Desportivas, nos terturais e Desportivas, na forma do disposto no artigo M SI SI SI maçõesINP EE PE EE nº 14.591, de 13 N44 da Lei nºE14.591, deEM M E P S EM E mos do “caput” doNartigo 29 daPLei E 2007. P I SI NP IN M em vigor na data PE PE N M S E S de M novembro de S2007. Art. I 5º. Este decreto entrará N EM N SI EE PE SI SI E § 2º. A opção pelo M PE M E ingresso na nova jornada de sua publicação. IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EE EM TERAÇÕES DA 14.660/0 4.660/07 OUTRAS ALTERAÇÕES DA LEI Nº 14.660/07 M PE ALTERA NP I M EE N SI S EM PE N SI EM PE N SI

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DECRETO Nº 49.242

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EM PE E N M S EM EM NP SI DE 01 DEINOUTUBRO DE 2008 M EE SI E PE PE P M M N N N E E M PE M EM SI SI SI PE PE EE IN M EM EE PE S N PE Regulamenta a evolução funcional dosEEincarreira do magistério municipal terão M assegurada NP IN SI NP SI IN S EM NP EMtegrantes da carreiraS do magistério municipal, a contagem deI tempo prevista no parágrafo único EE S I M E P S S E PE N NP do Quadro dos ProfissionaisM Educação, con- EEM artigo 17 da Lei nº 11.229, deIN de junho de PE do E da S 26 M SI EM SI N P E M PE EE EM SI forme previsto P Lei nº 14.660, de 26 M dezem-N 1992, caso não tenham se beneficiado dessa con- EE na EE de IN M SI PE NP IN P S M S N S N NP bro de 2007, com as alterações introduzidas pela tagemI até 27 de Idezembro PEE 2007. EEM de S SI SI EM N M E Lei nº 14.715, de 8 deMabril GILBERTO KASSAB, NP Parágrafo único. OSIprimeiro enquadramento EE M EE SI NP EM E uso na SI prefeitoEdo município de SãoM EM NP E Paulo, noINP das PE carreira:M E S SI são conferidas por lei, EM EM NP PE opPE PE IN atribuições que lhe I - Idar-se-á porPE tempo ou títulos, mediante S SI EM N PE IN IN M E S N E M M ção doSinteressado, sendo-lheP garantido oScômputo SIN SI IN EE M EE S doM tempo de efetivo exercício no Magistério MuniciEM D E C R E T A: EM EE NP EM NP SI E PE EM SI EM NP EE como tempo e título; PE P E pal I EM M N P I P S N N E PE I I S N E PE N S Art. 1º. A evolução funcional dos integrantes SI II - far-se-á diretamente na S referência ScorresIN EM M SI IN NP M EE PE SI obtidoM da carreira doMmagistério municipal, do Quadro dos pondente ao resultado mediante os critérios S E P M N N E E PE SI EM EM Profissionais de Educação, é a passagem deEuma estabelecidos M tabela deEopção doEEM na interessado, SI P PE M IN PE S P IN EE M para outraN EE IN NP SI referência de vencimentos imediatamente ou, quando Pnão houver Scorrespondência, na refeP N E S EM M SI SI IN PE superior, de acordo com osEM IN PE EE critérios previstos na rência imediatamente inferior. S S N P N M M SI EM SI PE LeiEnº 14.660, SIN 26 de dezembro de E2007, deven-E de Art. 5º. Nos PEE demais enquadramentos, serão M M E E P P IN E S N N EM EM PE as seguintes critérios: IN Sdo o seu processamento observar P disposições observados os SI SI EM PE PE IN IN M S S N I - nos enquadramentos que se Iefetuarem por E N PE deste decreto. SI S N EM PE PE EM SI E considerado somente o tempo de efetiEM Art. 2º. São condições mínimas para oEintegrantempo, seráM PE IN IN M S S M N E PE PE NP S te da carreira doI magistérioE municipalSIter direito àEM vo exercício na carreira do magistério municipal; PE IN IN EM E PE EM S S N E P E N M evolução funcional: II - nos enquadramentos P que se efetuarem pela EM SI IN SI EE NP IN M Sque combinação de tempo e títulos, no que Ise refere aoE EM S E S E I - cumprimento do estágio probatório de NP NP EM PE SI SI trata o artigo 33 da Lei nº 14.660, de 2007;M NP EM será computado o de efetivo exerPE M N SI EM E PE M SI INtempo de serviço, EE EM PE PE EE II - interstícioPmínimo de 1 (um) ano na referên- S cício no SIN magistério municipal, atendidos os EM critérios M PE N P N E IN E M SI IN SI PE cia M M EE para novo enquadramento, considerando como mínimos de tempoNde serviçoSe de títulos Pestabele- S SI EE N M EE SI NP NP referência a data do último enquadramencidos na tabela constante no Anexo Único deste EE SI início na EEM SI EM NP EM EM SI E to por evolução funcional; decreto; EEM NP PE PE PE P SI N N EM N PE P M EM SI IIIIN tempo, respeitados os mínimos progressiIII - nos enquadramentos que E efetuarem pela se SI SI N S N M EE SI PE SI NP EE vos estabelecidos na Tabela A do Anexo IV da Lei SI NP EM combinação de tempo e títulos, será computado o IN M E S E EM NP EM EM PE S Enº 14.660, de 2007, substituído pelo Iartigo 17 daPLei tempo de regência na função de monitor de MobralM PE PE IN EM M EE P N S M N abril eE educação deEadultos, exercida na PreE IN nº 14.715, de 8 de SIN de 2008, e/ou pontuação NPmonitor de SI SI NP EE P S M PE P SI prevista para os títulos, prevista na tabela de op- SI feitura do M município deNSão Paulo; I M EE IN IN S S S M M EE NP ção. IV PEE hipótese de regime Ede acúmulo de car- na E EE EM SI EM NP M N SI NP E na NP EM Art. 3º.SIO enquadramento por evolução funcio- gos do magistérioM Prefeitura do município de São M PE SI EE SI PE IN PE dos integrantes da carreira do magistérioPmu- Paulo, a contagem de tempo obedecerá ao dispos-E M S PE N IN N nal M M EE SI SI nicipal em referência superior,EEobservadosSos cri- Eto no artigo 66 da Lei nºM INde E SI P M S 29 P P IN EE 8.989, deM de outubro EE N P EE térios fixados nasStabelas constantes no M Anexo Úni-SIN 1979; EM EM SI NP EM IN E EE SI Sdeste decreto, processar-se-á mediante opção NP de efetivo exercí- PE PE EM P I co VP- para o cômputo do tempo M S N E N M PE IN M SI SI PE EE cio S magistério municipal, na carreira e na refeno IN M Mdo profissional: EE P S N P M EE EE S SI M I - por tempo SIN efetivo exercício na SIN de carreira, M EE M NP E rência, adotar-se-á como base o estabelecido no NP P EE I I E vigente; E artigo 64 da Lei nº 8.989, de 1979, não sendo PconsiS S N apurado na forma da legislação M EM M PE N SI NP EM M S PE de fériasI e de li- PEE EE II - por títulos; IN SI deradas as averbações em dobro E E P S N M N E N III - combinação dos critérios tempo e títulos. PE SI NP cença-prêmio.EEM SI SI PE SI IN EM M S N PE Art. 4º. Excepcionalmente, no primeiroPEE enquaSerão considerados títulos, para efeito EM SI Art. 6º.INP PE M M M IN EM S PE funcional, os integrantes da N E E S IN E I M EE dramento por evolução N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM DECRETO Nº 50.069 EM PE

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EM EM EM PE EM PE N N EM P PE de evolução funcional dos integrantes da carreira EM § 2º. Os Etítulos serão computados 1 (uma) úniSI SI PE IN IN E S S N P EM M do magistério municipal: EM SI IN ca vez. PE M EE E S E P EM N P M §M3º. Somente serão computados M títulos E SI E os PE IN I - cursos de graduação: PE M IN S S PE IN PE IN M a) licenciatura plena, presencial ou a distância; EE obtidos durante a permanência do profissional em S N E S N M SI NP SI PE PE b) bacharelado ou titulado; E M cada referência. E SI EM M E P IN IN S S N EE PE PE II M cursos deE pós-graduação: § 4º. Excetuam-se do disposto no § 3ºNos curM M EM SI PE I IN EE no inciso I e os NP EE sos de M PE S S N SI M N EE graduação discriminados NP SI a)doutorado; EM NP SI EE EM SI SI b)mestrado; NP de pós-graduação referidos nas alíneas “a”E cursos P P E I M S N E N M M NP SI c) especialização “lato sensu”, presencial ou a SI N e “b” do inciso II, todos Edeste artigo,PE quais serão os M M EE M SI EE SI N P EE E distância, conforme legislação do ensinoE superior EM computados em qualquer tempo para fins de evoluPE SI NP N N E SI M NP SI EM NP EM SI em vigor; SI SI EE EM NP ção funcional. PE PE I EM IN licenci- PE NP e eventos em área de interesseSda IN § 5º. Não EM serão consideradas 2 (duas) E S S N SI EM III - cursos M SI NP EM PE educação, promovidos, reconhecidos ou patrocina- aturas ou 2 (dois) cursosSIde graduação, quando um PE M EE E E EM P N N P M M SI SI dos pelo órgão técnico da Secretaria Municipal de INfor complementação do outro. EEM PE IN PE M EE EE S N S N EE SI NP NP NP SI Educação; § 6º. Não serãoMconsiderados os títulos referiEE SI SI SI NP EM M P S IV - trabalhos realizados em área de interesse M dos nos incisos INe II deste artigo quandoI constituíI EM PE S EM EE M educação; PE INpré-requisito para o provimento do cargo titulaM M EM E P E da S rem N EE EE PE IN PE SI ValoraçãoPProfissional, para EM N P S N VINP - Certificado de N rizado peloEM NP SI PE SI SI E servidor. SIN EM SI S N os profissionaisEdocentes da carreira do magistério;PE M § 7º. Não serão computadas as licenciaturas SI NP E M EM SI IN que forem consideradas para fins do enquadramento EM EM Desempenho, S E EM NP EM EM VI - o resultado da Avaliação dePE E SI NP PE 16 da Lei EM 11.229, NPE 1992, e noP para os gestores educacionais daIN carreira do maPE I previsto no artigo de M E nº S M IN S N N E E S SI SI SI gistério;M NP PE PE SI EM Nartigo 36 da Lei nº 14.660, de 2007. E I VII - regência de classe, mérito porIN EM § 8º. Computar-se-ão pontos a título de EM bachaPE S docência S EM PE M M E E N N EM PE EE em I classes integrantes Ide projetosMespeciais M da S rel, desde que nãoEM relativo Eà licenciatura que já SI seja NP PE NP PE IN E S N sido considerada paraNos mesmosI efeitos. E E S S P Secretaria Municipal de Educação e E SI SI P participação em tenha PE IN Sos títulos a que se refere o incisoM EMatividades de escolas da Prefeitura do município de IN IN M M EE I E § 9º. Se S S S EE EM EE M NP NP São Paulo; EM E P P I M E E deste artigo forem complementares a outros jáI comS S N E P IN M NP M PE E SI SVIII - regência de classeM PE IN SI ser-lhes-á PEE EE IN PE como professor muni- putados em enquadramentos anteriores, M S P IN S M N S N M cipal em entidades conveniadas com a Prefeitura atribuída apenas a diferença de pontosEE compreen- IN M SI S SI EE M M EEdo Município de São Paulo, em centros públicos de dida entre o total correspondente ao INP e a pontítulo P M EE M EE NP M S N P E EE M SI M SI apoio SeNprojetos aPpessoas com deficiênciaPe mobi- PEtuação anteriormente atribuída. EE N I EE EE NP SIconvivên- IN EM I Serão computados como títulos asPregênP N como em centros de M S lidade reduzida, Ibem M § 10. S N N E PE S E SI EE SI EM cia infantil; cias e atividades Pa que se Ireferem os incisos VII, SIN NP EM EM N EM EM SI EM PE PE IX - prestação de Eserviços técnico-educacionais M VIII, IX e X deste artigo. S EM PE PE IN IN e exercício de atividades de assessoria, assistên- NPE E E S EM N N S PE P Art. 7º. O Certificado de Valoração ProfissioSI SI EM EM SI NP PE IN IN S S N SI P cia, encarregatura, direção,Mchefia, planejamento, nal e a NPE Avaliação deE Desempenho, referidos resSI M I IN M EM EE S E coordenação,Morientação Ptécnica e supervisão em pectivamente nos S incisos V e VI do artigo 6º deste M EE EM EM N PE EE PE NP SI unidades escolares, órgãos centrais e regionais da I decreto, somente serão consideradosEM títulos apósE E M PE P IN N M S I S N PE EE IN Municipal de Educação, incluídasSas ati- sua regulamentação porSIdecretos específicos. INP EE Secretaria P S N P S SI M vidades dos profissionais readaptados e dos auxili- SIN N EM EM Art. 8º. Observadas as demais disposições do SI EE EM PE M M M P E PE E E N M ares de direção; EE artigo 6º deste decreto, são Econsiderados títulos IN IN M EM SI PE NP PE S SI NP X - exercício de mandato em sindicatos ouPEE EM de pontuação, se na área de NPE IN PE IN aspassíveis S S SI I interesse da PE IN N S S N E representativas dos profissionais SI en- educação: sociações M do EM M E SI PE PEesM M sino municipal ou Pdo funcionalismo municipal, nos EE M NP E N E E I - pós-graduação “lato sensu” em nível de N SI SI EM N EM SI EM PE PE PE S termos do incisoI XIV do artigo 76 da Lei nº 11.229, M pecialização, presencial ou a PE E distância, conforme PE PE IN IN IN S S N N S N PE M M M de do SI SI SI I EE 1992, e M inciso XIV do artigo 53 da LeiN nº legislação do ensino superior em vigor,EEcom cargaEE S P P P 14.660, de E2007. horária mínima de 360 (trezentos e IN sessenta) hoM N EM N M PE M S SI SI EE PE EE IN EM § 1º. A pontuação dos títulos a que EM refere INras; se EE P P S EM E P IN NP IN portariaE expedida S M PE P S este artigo será estabelecida em M N M II - SI extensão universitária,Epresencial, Enos ter- IN S E N SI E EE P SI EM pelo secretário municipal de Educação. mos da legislação superior Iem vigor emPconvênio S M N N E PE M EM M S SI PE IN EE M PE EE EM S EM N P E P N SI EM PE IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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E EM EM PE SI M PE E PE IN E N S N SI M SI NP EM EM SI 12. Serão desprezados os pontos atribuí- PEE PE MunicipalEEM Educação; PE M M Secretaria M Art. com de N N M M EE M EE EE SI NP SI dos aos títulos P EE EE EE III – cursos presenciais na Iárea de interesse SI N que excederem a pontuação necesNP EM NP SI SI da educação, promovidos, reconhecidos ou Ppatro- sária e suficiente à referência imediatamente supeNP N S NP PE M SI SI EM SI EM IN EE EM PE PE M M cinados pelo órgão técnico M Secretaria Municipal S rior, conforme Tabelas II e III do Anexo Único deste INP da N E E PE IN M E EM SI S decreto. PE PE de SEducação,IN com carga PE horária igualEou superior a M EM EE S N P EE PE NP IN SIArt. 13. OsNtítulos passíveis de pontuação para S M N M12 (doze) horas; SI EM SI NP SI M EE EE PE S evolução funcional deverão estar devidamente PcaSI IV - Ecursos na modalidadeM distância, na área a M N NP PE E SI EE dastrados M sistemaM no informatizado “Escola OnN SI Line EM SI de interesse da educação, homologadosM pelo órgão P N E PE E SI EM PE N - EOL”. PE EE IN M técnico da Secretaria Municipal de Educação, com SI PE N IN PE P S M S SI EE EM IN Art. 14. OsSenquadramentos por evolução fun-SIN M superior a 20IN S (vinte) horas; Ecarga horária igual ou M PE NP N EM SI PE cional de que trata este decreto produzirão efeitos V - EM eventos na PEE de interesse da educação área SI EM PE IN M Ea partir doEM imediatamente posterior à dataMem S N N E dia PE promovidos, reconhecidos ou Epatrocinados pelo ór- NP M EE SI SI EM P PE IN M EE SI que o funcionário completar o tempo e/ou aINP pontuaE PE P gão Stécnico da SecretariaSMunicipal de Educação, IN IN M E S N N S E M ção exigida nas SI Tabelas I, II P III do Anexo Único SI quando se referirem à participação EEM conferencomo IN e EE M S P M M EM EE NP deste decreto. M participante. IN M EE SI PE cista, debatedor ou PEE S EM NP EE Art. 15. EO processamento dosPenquadramenE I partici- P EM M N I P S Parágrafo único. Os comprovantes de N N E PE I I S N E PE N na evolução funcional será realizado I S S N N EM SI pação nos cursos referidosEM incisos III e IV de- S tos previstos SI NP SI M E nos PE SI M N conter, M mínimo, P período PEE sua realiza- pela Unidade de Recursos Humanos da Secretaria M verão de No E E no M SI EM SI EM Municipal de Educação, CONAE 2, Epor meio da PE PE M IN EE M ção, a carga horária respectiva e, quando for oPcaso, PE S E P IN IN EE N M a nota de aproveitamento. E Enquadramento. I N S S P N Comissão de E P S EM M SI SI IN PE IN À Secretaria Municipal de Educação PE M EE considerados trabalhos realizaS Art. S 16. E N P Art. M M 9º. Serão M IN SI PE M M EEna área deNinteresseNda educação, conformeE caberá expedir osPEE complementares, alocar os S E atos SI E dos E P P I S N N N EM EM PE PE recursos humanos e materiais necessários à exe- M SI SI S previsto no inciso IV do artigo 6º deste decreto:I E PE PE IN IN M S S PE IN IN M cução deste decreto, bem como apreciar e decidir EE I - livros publicados, de natureza científica, diS S N E PE M SI NP EM EM dáticaSIou literária; PE IN EE os casos omissos. EM S N PE PE EM M NP SI PE Art. 17. Compete ao secretário municipal de IN IN EM II - artigos publicados PE livros e periódicos deE em SI E EM S S N N M PE PE SI NP Educação autorizar os enquadramentos dos inte-EEM SI natureza científico-cultural. EE IN M SI IN EM S E S E NP grantes da carreira do magistério municipal por evoNP EM Parágrafo único. Os artigosPE que configurarem SI SI NP EM podendo delegar M PE M N E SI EM EM repetição de trabalhos anteriores serão considera- SINlução funcional, PE M SI E esta competênPE PE PE IN EE do artigo 35 da Lei nºE14.660, M M PE cia nos termos do § P 7º S N N dos uma únicaSvez. E IN N M M N SI SI PE SI PE M EE Art. 10. A participação em atividades escola- de 2007. SI EE N M EE SI NP NP entrará em vigor na data M EE Art. 18. Este decretoEM VII SI res no ensino municipal, nos termos do incisoINP do SI EM EM EE S E NP sua publicação, revogados o Decreto nº 33.792, EM PE PE PE P M artigo 6º deste decreto, será computada conforme SIde N N PE PE IN IN M EE EM SI S1993, o Decreto nº 34.867, de SI N S N de 3 de novembro de as seguintes especificações: M EE SI PE SI NP EE SI 1995, o artigo 2º do Decreto nº NP EM IN de classe em unidades educacio- 8 de fevereiro deM I - regência E S EM NP EM EE EM 41.055, de 29 Pde agostoMde 2001, o EDecreto nº M Enais da Prefeitura do município de SI Paulo;INP P São PE EM EE P N S M N E N EE 45.871, de 5 SI maio deP2005, o Decreto nº 46.548, de IN SI SI NP EE II -Pmérito por docência em classes participan- INP S M PE SI S de 27 de M IN M EE outubro de S2005, e o Decreto nº 47.339, IN INprojetos M tes de especiais da SecretariaE Municipal S S E M E NP de 1º de junho de 2006. EE PE de Educação;PEE EM SI EM NP N EM S NP EM N EM III - participação como membroI de Conselho PE SI EM SI SI PE PE IN PE M N e de S PE N N M M EE SI N SI SI de Escola, de Associação de Pais e Mestres SI M M EE do horário regu- PEE SI EinstituiçõesINP outrasE auxiliares,NP fora M EE S P IN M EE M EM SI NP EM larSde trabalho, correspondendo a 1 (uma) gestão; S IN EE EE SI NP PE EM PE P P I M S N N E N IV - participação em projeto pedagógico, indiviM PE M SI SI SI PE IN M Mdual ou coletivo, correspondente a 1 (um) ano PEE EE S N P M EE EE N letivo. S SI M IN EE SI Art. 11. SerãoSatribuídos EM pontos para evolução EEM NP NP P EE I I S S N EM M PE NP funcional aos títulos referidos nos incisos V, VI, VII,NP SI EM M SI PE EE IN decreto,EEM SI PE P IX e X do Eartigo 6º deste S N M VIII, P quando relaN E PE SI IN M SI Stivos ao cargo pelo qual será SIN PE IN EM enquadrado na M EE S N PE EE EM SI NP PE M M referencia imediatamente superior. M IN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E E PE N SI EM PE N SI

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EM M PE EE EM P M IN DE S25 DE JUNHOMDE 2010 E EM PE M IN S PE PE IN M EE N E S M IN SI NP PE PE M EE Dispõe sobre o reajustamento dasNEscalas 14.244, de 29 de novembro de 2006, S modificado M SI E pela M E P IN I S S N EM EE PE PE de Padrões de Vencimentos do Quadro dos Pro-EM Lei nº 14.709, de 3 EEM abril de 2008, nos novos vade M SI PE IN EE M NP E P TabelasP“A” a “C” doIN S Anexo I M S N fissionais da SI Educação, mantém a concessão do lores EE constantes Idas M N N SI E NP M S EE SI SI Abono ComplementarEque especifica e introduz desta lei, observado o disposto nos arts. 12 e 15 doE NP PE SI NP EM NP de novembro mesmo diploma legal. N SI S EM N EM alterações na Lei nº 14.244, deI 29 PE SI SI EM único.EEM Abono Complementar de EM PE PE de 2006; reconfigura a carreira de agente esco- EM IN E Parágrafo E P O S N N P M M N SI M NP SI lar, do quadroEde apoio à EEducação,IN Quadro E que trata este artigo será devido a partirPEE 1º de EM de SI SI S do E NP PE SI N EM dos Profissionais da SIN Educação, prevista na Lei maio de 2010 eMseu pagamento cessará em 30 de PE NP SI N EM 14.660, SI 26 de dezembro de 2007, e legisla- abril de 2013, Eocasião em PE será extinto. E M M E nº SI de Nque E P P E EE SI EM EM P N ção subsequente.M P M M Art. 3º.N inciso III do art. 12 da Lei nº 14.244, SI SI O PE IN PE M IN EE EE EE S N S de 2006, passa a vigorar com a seguinte redação: N M EE SI NP NP NP SI EE SI SI GILBERTO KASSAB, prefeito do município de SI NP EM 12. ............................................................ M “Art. SI M NP EM PE SI EM São Paulo, no uso das atribuições que lheEE são II M PE INIII - aposentados emEcargos das Classes I eEEM M M E E S N M NP E EE P PE conferidas por lei, faz saber que P CâmaraSIMunici- da carreira M Magistério MunicipalEEe pensionistas, SI do Na P P N N NP SI E P IN IN SI SI pal, em sessão de 24 de junho de 2010, decretou e EEMaos quais Ese aplica a Sgarantia constitucional da paSI S N P SI NP EM eu promulgo a Eseguinte lei: M EM IN ridade;SI M EM P M M S M PE PE ..........................................................................”PEE IN EE M EE EE N S N M N EE SI M NP SI NP NP Art. 1º. As Escalas de Padrões de Vencimen(NR) SI EE SI SI EE SI NP I P (QPE) INP Art. 4º. A carreiraSde agente escolar, do QuaM tos doEQuadro dosM Profissionais da Educação EM E N M E SI EM P reajustadas em 33,79% (trinta e três inteiros S dro de Apoio à Educação, do Quadro dos Profissio- NPE M ficam EE N EM EM PE I PE M EE SI PE NP PE IN e setenta e nove centésimos por cento), na seguinnais da Educação E(QPE), prevista na Lei Inº 14.660, S M M IN E S N E E S S N I NP SI PE PE de S26 de dezembro de 2007, e legislação SI EM EMte conformidade: IN IN S S EM M I - E10,19% (dez inteiros e Sdezenove centési- M subsequente, fica reconfigurada na conformidadeEdo EM P PE N EE PE P cento), aPpartir de 1º de maio de 2011; IN M EE disposto no Anexo II EEM lei, acrescida de 4 I(quamos Ipor desta S S N N E M EM SI SII - 10,19%IN(dez inteiros e dezenove centési-NP tro) Categorias. NP EM PE I S EE I PE S PE P IN S M N S N EM M mos por cento) sobre as EscalasSIde Padrões de Art. 5º. Os atuais integrantes da Ecarreira de IN M SI S P EE M M EEVencimentos devidamente reajustadas nos termos agente escolar permanecerão na situação em que P M IN EE M EE NP M S N E P E EE SI M NP SI do inciso I do “caput” deste artigo, a partirNde 1º de PEse encontrarem na data da publicação desta Elei. EM PE EE SI NP SI EM N I6º. Os enquadramentos por evolução funP P I N M M maio de 2012; SI Art.S S N N E PE SI EE SI EM PE IN EM EM III - 10,19% (dez inteiros e dezenove centési- cional dos integrantes da carreira de agente esco- S NP IN M I Emos por cento) sobreMas Escalas Ede Padrões de lar,EM reconfigurada, serão efetuados em conforS EM S EE E ora EM NP E NP PE E SI NP SI Vencimentos devidamente reajustadas nosNtermos Imidade com o Anexo III desta lei, observado EEM NP PE o inPE I SI EM EM NP P IN deste artigo, a partirSde 1º de S terstício de, no mínimo, 1 (um) SIN na referência S N do inciso II do “caput” ano SI PE PE M SI M de 2013. IN enquadramento. IN M EM EE maio para novo S S E EE EM M EM NP PE M Art. 7º. A primeira evolução funcional dos inte-EM EE PE NP § 1º. Os percentuais fixados neste artigo incidiSI I M PE P IN N M S rão sobreIN valores das Escalas de Padrões de Ven- grantes da carreira de agente escolar EE PE S P enquadrados EE IN SI os EE IN P S S N P S SI M cimentos reajustados em cumprimento ao disposto no SIN Categoria 4, na data da publicação desta lei, será N M EM na SI EE EM EE PE M 2002. M P E art.EEM da Lei nº I13.303, de 18 de janeiroEE 1º de realizada considerando-se exclusivamenteM crité- NP os E N IN M I S EM P NP PE EE mínimos constantes do Anexo III a que se refe- S SI EE NP § 2º. Ficam reajustados, nos mesmos percen- rios EEM IN PE IN I P S NP S Stuais estabelecidos neste artigo, os proventos dos re o art. 6º. N N M SI M SI NP SI E EE SI Parágrafo único. O enquadramento de que EE EM P P traM M aposentados, as pensões e os legados, aos quais E M NP E N E E P N SI SI EM N EM S se aplica a garantia constitucional da paridade. ta este artigo será processado naM E forma a serI reguPE PE PE SI E P PE decreto M lamentada medianteE decreto. PE IN IN IN S S N N S N PE M M § 3º. O Executivo divulgará, mediante SI SI EM SI IN EE específico, EM novos valores das Escalas de Padrões os Art. 8º. As despesas com a execução desta leiEE S PE P P M N EM N M PE IN M SI SI de Vencimentos decorrentes dos reajustes previs- ocorrerão por conta das dotações Sorçamentárias M EE PE EE IN M EE P S artigo. NP EM Npróprias, suplementadas se necessário. E EE tos neste P I SI NP IN M PE PE S M N M S SI N N Art. 2º. Fica mantida a concessão do Abono Art. 9º. Esta lei Ientrará em EE S EE P vigor a partirEda data SI SI EM PE M E M Complementar instituído pelo art. 11 da LeiE nº de sua publicação. IN N S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E EM PE N SI

LEI Nº 15.215

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NP SI EM PE N SI

EM PE E N IN M EM DE 03 DE SSETEMBRO DE EM NP SI M EE SI E PE PE P M M N N N E E M PE M EM SI SI SI PE PE EE IN M EM EE PE P S N P N EE SIArt. 3º. OsNtitulares de PE M SI Regulamenta o artigo 83 daNLei nº 14.660, N cargos deEprofessor de SI SI EM NP EM SI E de 26 de M PE S SI E dezembro de 2007, que dispõe sobre a M PE desenvolvimento infantil, transformados em cargos N NP PE IN EM SI M EEde professor de educação infantil na forma daSLei nº EM SI N transformação de cargos de professorM desen- P de PE EE EM SI EM PE N EE IN M SI 14.660, Pde 2007, PE realizarem a opção de que PE que volvimento infantil em cargos de professor de N IN S M M S N SI EE N NP M EE SI SI Eeducação infantil e ensino fundamental I medi- trata este decreto serão classificados, Ppara fins deSI NP M M E I N E E S escolha de vaga, em ordem decrescente, pelo soM SI NP ante opção de seusE respectivos titulares.E EM EE SI EM NP NP EM EMpontos obtidos em razão da: PE matório dos SI SI EM EM NP PE PE PE IN I N SGILBERTO KASSAB, Iprefeito do município deS N P I -SIapuração doEtempo deEEM efetivo exercício no NPE IN M S S N E P M I M SI cargo de professor de desenvolvimento infantil e S São Paulo, no uso de suas atribuições que lhe M são IN EE EE S P M E P professor de educação infantil, considerado até M 31 M EM N EE conferidasNpor lei, EEM M PE SI SI EE dezembroE de 2009, M PE P E IN EM NP EE de S P IN SI NP EEinclusive; SIN PE NP N SI EM M SI II - apresentação de títulos, conforme especifi- SIN D E C R E T SA: SI NP M EE PE SI deste decreto. E M N cado M Anexo Único no NP EM EM PE SI EM SI EE 1º. Ao tempo de efetivo exercícioM cargo e E no PE P § Art. 1º.EOs titulares de cargosIN professor de de E M P EM S N N PE M desenvolvimento infantil, transformados emINP EE IN títulos será atribuídaSIa pontuação constantePE SI N do E P S EM M S cargos aos SI IN PE de professor de educação infantil pela Lei nº 14.660, Anexo Único deste decreto. IN PE M EE S S E N N M M M SI NP SI PE EE M E §M Em casoPde empate, EM preferência, pela 2º. terá dePEE de dezembro de 2007, poderão, nos termosE 26 SI E P IN E S N N N E EM PE ordem, o servidor que: do pela SI SI artigo 83 do referido diploma Ilegal, optar SI EM NP PE PE IN M S S N I - encontrar-se no desempenho das atribuições E N PE transformação do cargo que titularizam em M cargo SI SI N EM PE PE SI EM EM próprias do cargo; EM deNprofessorNPE educação infantil e ensino funde IN EE I S S P M PE PE M S II - IN obtiver maior pontuação em títulos; damental I, uma I única vez,EE caráterIN PE IN EM S irretratável,E E P em EM S S N P N M PE SI III - contar com mais tempo de efetivoEexercícioEEM na forma e condições estabelecidas neste decreto. IN SI EE NP IN EM transformação a queMse refere oSarti- no M P S E SI E A Art. 2º. NP N E cargo; M PE SI SI go 1º deste decreto fica condicionada ao atendimenNP E PE IV - contar com mais tempo de efetivo exercíM N SI EM N EM PE M SI EE EM SI cio na carreira do magistério municipal; PE PE IN EE to das seguintes P exigências: M M PE N S N P E N E N M M SI SI SI PE SI PE V - tiver mais IN opção pelo interessadoEno M EE I - formalização da PEE S idade. N M E SI NP IN M M EE Art. 4º. Deverá ser publicada, no Diário Oficial SI prazo e forma fixados Sem portariaEdo secretário muEM NP EM EE SI da Cidade, EEMlista prévia com a classificação PE a dos nicipal de Educação; E NP PE PE P M SI N N N PE M EE optantes.NP EM II I-Napresentação de habilitação profissional exiSI SI SI N S M EE SI PE SI NP Parágrafo único. Da lista prévia referida no gida para o provimento do cargo dePEE professor de SI NP EM IN M E S E EM N EM “caput”caberá pedido de revisão quanto à pontua-M EM PE SI Eeducação infantil e ensino fFundamental I. SINP PE PE EM M EE P N E IN N ção § 1º.EM EE IN SI SI NP E Para fins de comprovação da habilitação INP atribuídaS ao interessado, no prazo de 3 (três) P S profissional exigida, não será Eaceito o diploma do dias corridos, contadosNda sua publicação no Diário M PE P SI S I M E IN IN S E S S EM M M Oficial da Cidade. Programa Especial de Formação Inicial E Serviço em NP EE PE EE EM SI EM de vaNP oferecido N EM Art. procedimentos para escolha na Modalidade Normal em Nível Médio, SI NP NP EM PE SI 5º. Os EEM SI SI de cargos de auxiliar de desenvolvi- gas serão fixados pela Secretaria Municipal de Edu-EM PE P IN PE M N S PE N N aos titulares M EE SI SI SI mento infantil pela Prefeitura doM IN E município de São Ecação mediante comunicado. E SI P M M S PE P IN M EE EE S E N N Parágrafo único. Serão oferecidas, para escoPaulo. M EM SI SI NP EM NP EM PE EE SI SI § 2º. Os cargos titularizados pelosEprofissionais lha, vagas remanescentes doINConcurso Ede Remo- PE PE EM P P M S N E N M P IN M S SI ano de 2010 e da escolha definitiva I PE EE IN Mda educação docentes, transformados nos termos çãoSrelativo aoM EE E P M EE do artigo IN da LeiINnº 13.574, de 12 de maio de dos titularesPEde cargos Ede professor Sde educação NP S S 10 M SI M S N NP 2003, em cumprimento provisório de decisão judici- EEM PE EE I I E infantil e ensino fundamental I, nomeados emP2010. S S N P M EM M PE N SI Art. 6º. Respeitada a ordem de classificação, PEE al,Pserão transformados em cargos deEEM professor deN M SI PE EE IN SI E S N M E N E SI IN NP M S Seducação infantil e ensino fundamental I, também serão transformados em cargos de professor de I NP PE Iprovisório até a decisãoSIfinal a ser Eprofe- educação infantil e ensino fundamental EM 332 (treM EE S N em caráter PE I até E EM SI NP PE M M rida na respectiva ação judicial. M IN EM SI PE NP zentos e trinta e dois) Ecargos de professor deEeduE E S IN I M E N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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DECRETO NºM 51.762 EM E PE

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E PE N SI M EE P SI 2010N

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE cação infantil titularizados por profissionais de edu- EM SI SI PE IN IN E cício no cargo de professor de educação infantil e M S S M M cação docentes que efetuarem escolhaE de vagas,NP ensino fundamentalSIINna unidade de lotação escoI PE M EE EE S E P EM N M lhida. M desconsiderando-se as NP demais opções. E SI EM PE IN PE M I S S PE§ 1º. Serão cessados,IN partir da data da transIN PE a Art. 7º. A partir da data da transformação, os M EE S N S N P M EE SI SI PE formação doNrespectivo cargo, os efeitos do afastasubmetiM profissionais de educação docentes ficamINP EE SI EM M E P IN S S N dos àEM Jornada Básica do Docente, prevista no inci- M mento dos titulares de cargos de professor de eduEE PE PE M EM SI PEdo artigo 12 da Lei nº 14.660, de 2007. IN IN EE M NP EE cação Einfantil que se encontrarem afastados. PE S S soN II SI M N E NP SI EM NP SI EE § professor deE Parágrafo único.EEM profissionais de educaOs S SI NP 2º. Reverterão para a Iclasse deM P P I S E N IN M M ção docentes referidos no “caput” poderão ingres- educação infantil, em igual quantidade de cargos NP SI N PE M M SI EM do artigo 83 da LeiS nº EE sar nasEE SI N P EE força de e SI NP jornadas especiais M trabalho PEEdelas se EEM transformados por NPE N SI M NP I SI EM N E desligar, na forma e condições previstas na Lei nº S SI EE NP 14.660,I de 2007, eSdeste decreto, o corresponden- EEM PE PE SI N EM te número de cargos vagos Ede professorNde educa- P 14.660, de 2007. I NP SI N P S EM Art. 8º.I Os profissionais de Eeducação docen- ção Infantil e ensino fundamental I, de Sforma a ser EM M M E SI E N P P E SI EM ter- PEE EM P N tes que M M M IN SI PE IN PE M INmantido o Snúmero dos cargos existentes naquela EE EE tiverem seus cargos transformados nos EE S N IN EE mosNP deste decreto manterão, na novaSsituação, a S classe, conforme previsto na Tabela “B” (cargos de NP NP SI EM SI SI NP EM efetivo Edo QuadroSIdo Magistério MuniM referência e o grau que detinham na situação anteprovimento SI M NP EM PE SI EM EE M PE IN rior. cipal - classe de professorM educação infantil) do de EM E P E S N EM EE E9º. A transformação do cargo de que trata Anexo I do mesmo diploma legal. EM PE IN PE SI NP Art. P P S M N E N NP SI IN IN S SI EE Este decreto entrará P vigor na Idata EM SI S S N em este decreto surtirá efeitos a partir de 2 de fevereiro E Art. P 10. M P SI N EE de 2011, quando os optantes deverãoM M E iniciar exer- de suaSIpublicação. IN EM P M M S M EM PE PE IN EE M EE EE PE N S N M N EE SI M NP SI NP NP SI EE SI SI EE SI NP P I P M S EM N E N M SI EM PE SI EM PE M EE N N EM EM PE PE EE SI SI EM PE NP PE IN M M IN I E S N E E S S SI N P PE DE 25E DE NOVEMBRO DEP 2010 SIN SI EM EM IN IN S S S EM M EM PE PE M EE PE PE IN IN M EM EE S S N E IN NP M I - tempo mínimo de 20 (vinte) anos de efetivo PE EM SI SRegulamenta a evolução funcional dos in-NP EM PE I SI EE nos ter- exercício na carreira; IN PE S PE P IN S tegrantes da carreira de agente escolar, M N S N N EM M M SI SI SI EE II - avaliação de desempenho; NPE M M EEmos previstos no artigo 7º da Lei nº 15.215, de M EE EE NP M SI NP 25 de junho de 2010, e substitui a TabelaP“B” do EEM III - títulos e atividades. EE SI M NP SI EE EM P I Único do PDecreto nºEE IN de ju- NP S N S Anexo Art. I3º. Para a apuração do tempo de PE efetivo EM P 50.648, de 1º I N M S M S N N E Escolar e Sdos pon- PE SI I nho de 2009. exercício na carreira de Agente EE SI EM PE IN EM EM NP IN M tos Erelativos à SI avaliação de desempenho, títulos e S E M E S EM E EE E EM NP EM NP atividades, serão considerados os critérios fixados GILBERTO KASSAB, prefeito do município de E SI EM NP NP SI NP PE PE I M SI NP P de São Paulo, no uso das atribuições queS lhe são SIno DecretoE nº 50.648,EEM 1º de junho de 2009.E IN IN S S N SI PE P M SI § SIN Excepcionalmente, na primeira evolução 1º. conferidas por lei, M IN M EM EE S E EE EM M funcional a que se refere o EEM artigo 1º deste decreto,EM NP PE M EE PE NP SI N E EE SI EM não será observado o interstício de,Pno mínimo, P1 D E CPR E T A: IN SI NP N EM E I I S E IN P ano na P S S NenquadramenI S (um) N M N referência QPE-4 paraSo EM SI EM SI EE EM PE M to na Categoria 5, Ref. QPE-5. Art. 1º. A primeira evolução funcional dos inteM M P E PE E E N EE IN M EM SI EM PE NP PE §M Nas evoluções funcionais posteriores, será SIN grantes da carreira de agente escolar que se enSI EE PE NP E 2º. IN PE IN I S N S ScontravamM observado o interstício de S1N(um) ano de permanênenquadrados na categoria 4, Ref. IQPEPE I NP SI E IN M da Lei nº 15.215, deS25 de cia na referência para novo enquadramento. EEM E E S 4, na data da publicação E NP EM Em decorrência do M NP EM junhoSde 2010, conforme previsto em seuM EM PE NPartiI E Art. 4º. disposto nos SI EM N E artigo 7º, SI PE PE SI nos termos deste decreto. EEM gos 4º a P da Lei nº 15.215, deE2010, e neste dePE PE IN 7º PE IN IN fica regulamentada S S N N S N P M M M SI SI SI IN A EE Art. 2º.M evolução funcional a que se refere o creto, a Tabela “B” do Anexo Único doEEDecreto nºEE S E P P P N M N EM N M PE 2009, SI SI SI artigo 1ºNdeste decreto será realizada considerando- 50.648, de EEM fica substituída pela tabela consEE PE EE I M cons- INtante do Anexo Único EEM decreto. P S EM E deste se exclusivamenteINP critérios contidos na tabela os P NP IN M PE PE relativa S S M N M S E S Art. I 5º. Este decreto entrará em vigor Ena data IN tante do Anexo Único deste decreto, na parte N SI EE PE S SI EM PE M N de sua publicação. à Ecarreira deMAgente Escolar, conforme segue: E P IN EM M SI E S E N M EE M PE SI EM NP PE EE EE IN M NP SI EM P I PE P S IN E M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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DECRETO Nº 51.946

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EM PE E N IN M EM EM DE 08 DE SSETEMBRO DE NP SI M EE SI E PE PE P M M N M N E E M PE IN M SI SI PEacesso ao ESistema Escola On Line/ EOL – S PE EE IN normasPEE procedimentos para a M EM E Estabelece b) S N Ne EE PE NP SI NP M SI M SI – Opção PEI E– NP EMformalização da opção pela transformação do operacional –SIservidoresIN opção:PEE S E S EMprofessor de educação infantilSIno de M PE E listagem de servidores IN N NP cargo Pde EM S da unidade. M EE SI pela EM SI N M professor de educação infantil e ensino funda-NP b.1) seleção do professor que manifestou opção M PE EE EM SI PE IN 83 da PEE nº 14.660, transformação e conferência dos dados funcionais, PEE M SI PE NP IN S mental I, nosStermos do artigo M N SI EE N EM NLei M SI SI SI Ede 26 de dezembro de 2007. PE em especial, registro e vínculo funcional; NP M M E I N S EE M EE SI NP EM b.2) formalização da opção no sistema, na M preEE SI NP NP EM EM PE I P secretárioSImunicipal de Educação, no uso N sença do E M M EE E S O N P P P professor; EE EE SI SI EM IN IN considerando: IN emissão NP comprovante da opção pela INP M b.3) do S S de suas atribuições legais, e S E PE M M S SI EE M EE transformação do cargo, emIN duas vias: uma do proS P M M EM - as disposições contidas no Decreto nº 51.762, EE NP M N EE fessor e outraM unidade; SI PE de 3 de setembro deEE E da 2010; SI EM NP EE EM IN PE SI NP NP de estabelecer normas e pro- INP EM PE I S b.4) entrega do protocolo daSIopção ao profes-M necessidade a E PE N S I IN S N E M NP sor para Sconferência dos dados, mediante Sassina- SI cedimentos para formalização da opção prevista no M EE PE SI P M N M dos Professores de M nº 14.660, de 26 deEE M N P dezembroMde turaEEno documento “Relação SI artigo 83 daEELei M EE SI P M IN EE M – Termo Pde OpçãoPpela transforP EE S P Educação Infantil E 2007; SIN IN EE N M E I N S P N E S EM M SI SI mação do Icargo nos termos do artigo 83 da Lei nº NP IN PE PE M EE S S E N N M M M 14.660/2007”. SI NP SI PE M EE M EE RESOLVE: EE SI E E P P P IN M E Art. 4º - Respeitada a classificaçãoEM elaborada S N N N PE EE SI SI SI NP EM PE I M- Os titulares de cargosNde professor de nosP termos do artigo 3º do IDecreto nºN51.762/2010, Art. 1º S S N E PE SI SI N EM PE M PE SI E EM educação infantil que ingressaram ou tiveram seus os optantesMefetuarãoMescolha de vaga e unidade PE IN EE IN S S M N PE PE cargos transformados até o Edia 01/01/2008, pode-EM de lotação conformeEcronograma a ser fixado em E NP SI E IN IN EM SI E Ptransformação do cargo comunicado a serINP EM da Ci- M S S rão formalizar opção pela N M PE PE S publicadoNno Diário Oficial NP SI EE EE titularizam no de PROFESSOREM EDUCAÇÃO dade de São Paulo. I SI IN EM S S E NP E DE NPque EM Parágrafo único – Aos optantes que não comM SI SI INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL I, uma úniNP PE M NP EE SI EM EM M SI EE irretratável, na conformidade SINpareceremPà sessão de escolha ouMainda, em comE P ca vez, em caráter PE PE IN EE M M PE N S E N E N parecendo recusar-se a escolher será atribuída vaga SIN M SI NP daEM SI PE SI PE M E presente Portaria. PEE SI N e unidade de lotação. M EE deverá ser formalizadaPpelo SI NP Art. 2º - A opção IN M M EE Art. 5º - Serão oferecidas para escolha vagas SI interessado no período de 13/09Ea 17/09/2010, na S EM N EM EE SI E NP EM PE PE PE P I M N N PE PE IN IN unidade de lotação/exercício,Svia sistema Escola On Sremanescentes do concurso de remoção de 2010 e M EE EM SI SI N S N M EE SI PE SI da escolha definitiva dos titulares de cargos de proNP Line/EOL. EE SI NP EM fessor de educação infantil e ensino fundamental I, IN M M S E M Parágrafo único -EEOs titularesNP cargosPE EM de PE SI de EM EE PE P infantil lotados na Conae 2 nomeados emN2010. IN EM M S E de PE IN IN NP professorEM educação SI EE S S N P SI – Divisão de Recursos Humanos deverão formali- INP Art. 6º - Serão transformados no cargo deSIproM PE PE S IN M EE IN IN S E S S E educação infantil e ensino fundamental I, fessor de M M zar opção juntoEao referidoINP órgão. EM PE PE E EM S Nde educação 332 (trezentos e trinta e dois) Ecargos deEEM P P professor N A EM SI EM EM Art. 3º S-IN opção dos professores P SI IN PEfor- de educação infantil, sendo Sdesconsideradas as de-EM PE IN PE exercício na unidade, será N S PE N N infantil lotados e em EEM M SI S SI malizada via Sistema EOL, observados os seguin- Emais opções,I observada a ordem de classificação IN EM E SI P M M S PE P dos optantes. IN M EE EE S N N P tes procedimentos: M M EE M EM SI SI NP M EE EE Art. 7º - No atoN escolhaPde vagas, Eos optan- PEE SI da SI a) impressão do documento “Relação dos ProN PE P P I M S N M PE IN M EE preencherão o “Termo de Opção pela transfor- IN S SI E pela tes S IN M Mfessores dePEducaçãoPInfantil – Termo de Opção E EE S N M EE EE transformação do cargo, nos termos do artigo P83 da mação do cargo de professor de educação infantil N S SI E N P P SI SI encaminhado pelo CI/SME, via EEM de professor de educação infantil e ensinoEM PE E funIN no IN EM Lei nº 14.660/2007” P S S N M EM M PE NP damental I, previstaSIno artigo 83 da Lei nº IN EM M S 14.660, PEE respectiva Diretoria Regional de Educação; PE EE IN SI E E P S N Mde dezembro de 2007” – Anexo único inte- IN E N a.1) coleta da manifestação expressa dos pro- de 26 PE SI NP M S SI PE SI IN EM M cor- grante desta portaria. EE N P fessores, S mediante EM preenchimento da coluna PE EE SI N PE P E Os Parágrafo único E–M termosIN opção EEM deveSI PE EM respondente comN“X”; EM S de IN IN M S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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PORTARIA Nº 4.755 EM EM PE

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE M Art. 9ºN- A transformação do cargo de que trata SI SI PE I IN rão estar devidamente datados e assinados, não EE M S S N M M podendo conter rasuras, emendas ou PEE ressalvas. INP o Decreto nº 51.762/2010 surtirá efeitos a partir de SI M EE EE S E P EM N M Caberá aoNP diretor de escola dar ciên02/02/2011, quando os optantes deverão iniciar EM SI EM IN Art. 8ºN-PE PE M I S expressa da presente portaria, bem como das exercício no cargo de professor de educação infanS PE I PE IN M cia EE S N E S N P M SI SI PE PE IN M M disposições do Decreto nº 51.762/2010, aos titula- til e ensinoSfundamental I na nova unidade deElotaEE M E P IN IN E S N E cargos de Eprofessor de educação S PE PE res deM infantil, lo- M ção. M EM SI PE I IN EE M 10 - Esta Portaria entrará em vigorN data NP na unidade, bem como gerenciarE E PE S na S N E tados/em exercício Art. SI M N NP SI EM NP PE SI EE EM SI SI o processo de formalização da opção no âmbito de de IN publicação, revogadas as disposições emE sua P P E M S N E N M M NP SI contrário. M SI N PE EE M SI EM EE sua unidade. SI N P EE M EE PE SI NP N N EE SI M NP SI EM NP EM SI SI SI EE EM NP PE PE SI EM PE IN NP IN S S N PE SI EM EM M SI EM IN PE PE M EE E S E EM P N N P M M M SI SI PE IN PE M IN EE EE EE S N S N M EE SI NP NP NP SI EE SI SI SI NP EM M SI M NP EM PE SI EM EE M PE IN M M EM E P E S N EE EE PE IN PE SI EM NP P P S M N N NP SI PE IN IN SI SI EE EM SI S S N M Altera dispositivos das Leis nº M 9.480, de 8PE Parágrafo único - Os titulares de cargos de SI NP EE M E de dezem- auxiliar I técnico de educação das Classes I e II da EM S IN EM P E S de junho deN1982, e nºPE 10.224, deP15 EM EM EM E SI PE EM IN PE de Apoio da Educação reconfi-P PE de 1986, ambas SIN as modificações M bro com introcarreira do Quadro M E S N IN N N S EE SI SI SI duzidas pela legislação subseqüente, asE quais gurada por esta lei, serão enquadrados na carreira NP PE SI EM NP EM N M M EM dispõem, respectivamente,Esobre as carreiras de SI de auxiliar técnico de educação, na seguinte conPE SI PE M E EE N N EM EM PE EE SI SI Agente de Apoio Fiscal IePde Agente Vistor, conformidade: EM N PE NP PE IN M M I E S N- auxiliar técnico de educação - classe I: auxiE E S Desempenho de AtividaS N P cede a Gratificação por SII SI PE PE IN EMde, instituída pela Lei n° 14.600,N 27 de novem- liar técnico deSeducação - categoria 1 - QPE 3; EEM I de IN M S S S EM P PE M EM EE PE IN IN bro deP2007, aos PE servidoresM que especifica e alte- PEE II - auxiliar técnicoM educação - classeSII: auM E de S N N E M M PE SI SI PE EE ra dispositivosIN de I S das Leis Pnº 14.591, PEE 13 de no-N xiliar técnico de educação - categoria 2 - QPE 7.” PEE IN S IN S M N N N EM M vembro de 2007, nº 14.600, de 27 de novembro de (NR) S M SI SI SI EE 102 da NPE nº 14.660, M M EE2007 e nº E14.660, de 26 de dezembro de 2007. Art. 16 - M “caput” doPart. O Lei E EE N M SI NP EM EE SI M Ede 2007, passa a vigorar com a seguinte redação: ......................................................... INP NP SI EE EM E P M SI NP S PE PE IN NP “Art.I 102 - Fica M ExecutivoM o autorizadoNa apro- PEE S S N E SI I EE SI EM PE veitar, para provimento dos cargos de que S trata esta SIN EM EM CAPÍTULO VI NP IN M M S EM SI PE lei, Eos candidatos aprovados nos concursos públiDA ALTERAÇÃO DE DISPOSITIVOS EE PE M EM P PE IN PE realizados ou iniciados anteriormente à suaEpuM IN EE DE 26 DE E S N S cos DAIN LEI Nº 14.660, N PE P SI S EM N EM SI NP P IN prazos deEvaliIDE 2007 E S S blicação,Pobservados E respectivos N DEZEMBRO SI P os M SI M IN IN M EM EE dade. S S E EE EM M EM NP PE .......................................................................... EM P NP Art. 15EE O art. 82SIda Lei nº 14.660, de 26E de EM I M PE P IN N M S PE S PE EE Art. 17 -EE Anexo IV,Ncom suasNTabelas A eNB, I IN SI O dezembro de 2007, passa a vigorar acrescido de I P S S P S N SI M parágrafo único, com a seguinte redação: N EM SI a que se refere o art. 35 da Lei nº 14.660, de 2007, EM SI EE EM PE M M M 82. ............................................................ P E PE E E Anexo III integrante desta lei. N fica substituído pelo N EE Art. IN M EM SI EM PE NP PE SI SI EE PE NP EM IN PE IN S N S SI N PE NP SI SI EM SI EM IN M E S PE PE M M EE M NP E N E E P N Anotações SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN S S N N S N PE M SI SI EM EM SI IN M EE S E PE PE P N M N EM N M PE M SI SI SI M EE PE EE IN M EE P P S EM N E EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E
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LEI Nº 14.715

DE 8 DE ABRIL DE 2008

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NP SI EM PE N SI EM PE N SI EM PE N SI

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E M EM PE PE NP PE EE PE IN para a SIN SI N M Estabelece diretrizes Política de Atenveniadas e outras para orientação dosEprocedimenS N M SI EM NP SI EE dimento M Crianças, Adolescentes, Jovens e tos a serem adotados pelos profissionais vinculaPE S SI E às PE M N N NP Adultos com Necessidades EM PE SI M Educacionais Espe- PEE dos aos serviços de educação especial e à comuniSI EM SI N M PE EE SI EM PE N dade educativa; EEM EE ciais no sistema municipal de ensino. IN M SI P NP IN PE S E M S SI EM NP VI - atuaçãoNem equipeE colaborativa dos pro-SIN SI SI EM PE NP M EM PE fissionais vinculados aos SI serviços deIN Art. M - A Política de Atendimento às E 1º CrianM S educaçãoMesE PE IN ças, Adolescentes,NJovens e Adultos com NPE M M EE E S E E E Necessi- P pecial e à Ecomunidade educativa; P M M SI SI PE P fortalecimento do trabalho coletivo Eentre PEE IN Educacionais Especiais no sistema munici-SIN M EE NP VIIIN dades S E P I IN M E S S N N S E SI os profissionais da Unidade INP Educacional; pal de ensinoEM São Paulo deveráEobservar as diSI EM E de M S EM EE retrizes estabelecidasEM neste decreto. NP M VIII - estabelecimento de parcerias e ações que EM NP M SI E PE Efortalecimento de condições paraEque SI sistemaINP EM EE PE EM M N incentivem PE o Art. 2º - Será NP assegurada, no munici- P I S N E P I I S N E PE N e educandas com necessidades eduS S N P pal de ensino, a matrícula de todo e qualquer edu- SI os educandos EM M SI IN SI M EE PE e educanda nas classes comuns, visto que cacionais especiaisIN S possam participar efetivamente S E cando P M N M M M N E E PE M SI SI EE da Pvida social. M reconhecida, considerada, respeitada e valorizada EM PE PE M IN EE S P E PE IN IN humana, ficando vedada qualquer forN Parágrafo único - SConsidera-se serviçosPEE M a diversidade E I N de S N E P S EM M SI SI IN PE ma de discriminação, observada a legislação que educaçãoSespecial aqueles prestados em conjunto, IN PE M EE S E N M M M IN SI NP PE M normatiza os procedimentos para matrícula. EE M EE EE ou não, pelo Centro de Formação e Acompanha- S SI E E P P P IN M S N N EM PE PE e IN SI SI Parágrafo único - A matrícula no ciclo/ano/ mento à Inclusão (Cefai), pelo professorEde apoio EEM PE PE IN IN M correspondente será efetivada S S S N E P acompanhamento à inclusão (Paai),INpela Sala de agrupamento com E SI S N EM PE M S EM EM base naPidade cronológica e/ou outros critérios defi- Apoio e Acompanhamento à Inclusão (Saai), I ora PE IN EE IN M E S S P N E PE EM nidos em conjunto com o educando e SaNeducanda,EM criados,NP pelas 6 (seis) EscolasM SI I PE Ie IN E MunicipaisM EduE PE E de S S E M M cação Especial jáIN aEfamília e os profissionaisNenvolvidos no atendimenPE S existentes.P NP SI N E Iadolescentes, jovens eEE M IN EM ao processo de aprendizagem.SI P Pto, com ênfase E M Art. 4º - As crianças,S S E N N E P M PE SI SI PE I Art.N 3º - O sistema municipal de ensino, em Nadultos comE necessidades educacionais especiais M E IN EM M S EM E P M S I E PE PE suas diferentes instâncias, propiciará condições para S regularmente matriculados serão encaminhados, PE IN EE M M PE N S N E N E N M M SI NP durante o processo educacional, aos serviços de SI atendimento da diversidade de seus SI educandosMe PE SI PE EE SI EE N M EE SI educação especial quando, após avaliação educaeducandas mediante: INP NP M EE SI S projeto político-pedagógico cional do processo ensino/apredizagem, ficar consEM NP EM EM I - PEE elaboração de SI E NP EM PE PE PE I M N N N PE PE IN M nas unidades educacionais que considere as mobi- Statada talNnecessidade. EE EM SI SI SI N S M EE SI PE SI NP § 1º - Entende-se por crianças, adolescentes, lizações indispensáveis ao atendimento das necesEE SI NP EM IN M S EM NP EM PE jovens e adultos Ecom necessidades educacionaisM EM PE Esidades educacionais especiais; SI PE PE IN en- especiais aqueles cujas necessidadesNeducacionais EM M EE P N S M N II - avaliação pedagógica, no processo de SI EE PE IN SI SI NP EE P I S sino, que identifique as necessidades educacionais IN relacionem com diferenças determinadas, ouSnão, M PE P S se IN M EE IN IN S S S EM M M EE por deficiências, limitações, condições e/ou disfunespeciais e reoriente tal processo; NP EE PE EE EM SI de educandos e edu- ções no processoM desenvolvimento e altas habiEM NP P N EM SI NP E de EM III - adequação do número PE SI IN EM SI Sclasse/agrupamento, quando preciso; PE PE IN PE lidades/superdotação. candas por M N S PE N I N M EE N SI SI SI IV - prioridade de acesso em turno queSviabili- EEM § 2º - A avaliação educacional do processo M EE SI NP EM P I M Eatendimentos complementares ao seu pleno INP ensino-aprendizagemEE que trata o “caput” deste S N de ze os EE M EM SI S NP EM EM NP EE SI SI artigo PE será realizada pelos profissionaisEEM unida- PE da desenvolvimento; NP PE P I M S N E N M de educacional com a participação da Pfamília, do IN V - atendimento das necessidades básicasMde S SI SI N PE EE M M EE SI N EE representantes da DiretoEE locomoção, higiene IePalimentação de todos Ique ca- supervisor escolar e deEM NP S SI N M P P M S S PE EE IN IN reçam desse apoio, medianteM E discussão da situa- PEE ria de Orientação Técnico-Pedagógica das PCoorS S N M EM M PE N SI subprefeituras e, se EE ção Ecom o próprio aluno, aNfamília, osEEM profissionaisN denadorias de Educação das PE M SI E I SI E P S que realizam o apoio e preciso for, dos profissionaisIN saúde e de outras NP M E PE S da IN NP M SI Sda unidadeNeducacional, os PE SI profissionais da instituições. EEM I M S EE o acompanhamento à inclusão e os E P M IN E S PE PE IN NP M EM Art. 5ºS- O CentroEde Formação e Acompanhase EM saúde, acionando, PE for o caso, as instituições conEM SI IN IN M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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S N SI DEEM18 DE SOUTUBRO DE M2004 M EE EM

EM DECRETO Nº 45.415INPEEM EM PE N PE I

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EM EM EM PE EM PE N N EM PE PE mento à Inclusão (Cefai), composto por membros EM SI SI PE IN IN E sociais desses educandos e educandas. S S N EM M M da Diretoria de M Orientação Técnico-Pedagógica dasNP Art. 9º - Os serviços conveniados de educaSI I PE EE EE das subprefeituras, ção especial poderão ser prestados por instituições S E P EM N P M Coordenadorias de Educação M EM SI PE IN PE M IN E Spor professores de apoio e acompanhamentoMà in- semE fins lucrativos conveniadas com PaE Secretaria S P IN IN EE S N E S P M IN SI PE PE atendimento de M clusão (Paais) e por supervisores escolares, é par- Municipal deN EE SI Educação, voltadas ao S EM M E P IN IN e será crianças, adolescentes, jovens e adultos com neM S S te integrante das Ereferidas Scoordenadorias E PE PE IN M EM EE Pelas supridoP de recursos humanos e materiaisEM cessidades educacionais especiais cujos SIN ou o IN EE M N E PE S por pais N SI M N EE NP SI EM NP SI E que viabilizem e dêemEEM sustentação Eao desenvolvipróprio aluno optaram por esse serviço, após ava-E SI SI NP P P I M S N E N M mento deM trabalhoPno âmbito Idas unidades edu- liação do processo ensino-aprendizagem e se comseu N SI N PE M EE SI EMse beneficiar dos serviços EE cacionais, na área de educaçãoSespecial. EM SI N P EE M provado que não podem E PE SI NP N P I SArt. 6º - Compete ao professor de apoio e acom- EE públicosNmunicipais IN educação especial. EM M SI NP EM S de SI SI EE EM NP PE PE P S N panhamentoNà inclusão I(Paai) o serviço de apoioI e Art. 10 - Os serviços deEEM educação especial pre- PE IN S S N SI EM EM M SI 8º P EM PE acompanhamento pedagógico itinerante à comuni- vistos nos artigos 6º, 7º, SIN e 9º deste decreto serão PE M EE E com PE EM P N dade educativa, mediante a atuação conjunta M M M IN SI PE IN PE M INoferecidos Sem caráter transitório,Pna perspectiva de EE EE EE S N N P M os educadores Ida classe comum e a equipe técnica S se garantir a permanência/retorno à classe PEE comum. SI N NP SI IN EE SI SUnidade Educacional,Mna organização de prátiS N EM 11 - O sistema municipal de ensino proM da Art. SI M NP E PE SI EM EE M IN cas que atendam àsNPE necessidades educacionais moverá a acessibilidade aos educandos e educanM M EM E P E S M EE E IN PE especiais Edos educandos e educandas durante o das com necessidades educacionaisEespeciais, NPE SI NP P P S M N I conNP SI PE IN IN de ensino-aprendizagem. SI EE EMforme normas técnicas em vigor,Nmediante a SelimiSI S S processo M PE SI NP M E Parágrafo Eúnico - OEserviço de Eeducação esde: M EM IN nação SI P M M S M EM PE IN EE M EE EE pecial de que trata o “caput” deste P artigo será deI - barreiras arquitetônicas, incluindo instala-PE N S N M N EE SI M NP SI NP NP SI EE SI EE SI sempenhado por profissional integrante daPcarreira ções, equipamentos e mobiliário; SI NP P I M EM E N do magistério, com comprovada especialização ou SIN II - barreiras nas Scomunicações, oferecendo M EM PE SI EM PE M EE N EM habilitação em Educação Especial, a ser designado capacitação aos educadores eEos materiais/equipa- SIN EM PE PE EE SI EM P NP P IN Coordenadoria deEEducação das mentosE necessários. M M IN S no Cefai de cada N E S SI PE IN SI PE PE IN Secretaria SMunicipal de Educação Msubprefeituras. Art. 12 - S A N N EM E S SI S EMque atendam M EM - As Salas de Atendimento aos I Porta- M PE PE Art. 7º designará profissionais de educação EE PE PE IN IN M EM EE S S N E E M dores de Necessidades Especiais (Sapne) ficamNP aos requisitos para Patuar como IN NP M EM S professor regente SI PE I SI IN Acompanhamento à Inclusão PEE PE Apoio ePEE S transformados em SalasNde AcompanhaIN de Sala de Apoio e S M S N N EM M M SI SI SI professor de EE apoio e acompanhamenPE M M EEmento à Inclusão (Saai), competindo-lhes o serviço (Saai) e comoM P E N E M SI NP de apoio Epedagógico para o trabalho suplementar, Eto à inclusãoE (Paai). SIN EM PE E M NP SI EE EM N E P SI NP complementar ou P Art. I13 - O núcleo responsável pela educação SI EM PE PE N exclusivoNvoltado aos educandosSIN M M NEduca- PE SI necessidades educacionais es- especialSperante aEESecretaria EE e educandas com SI SI EM PMunicipal de IN EMeducacionais ção M EM NP recursos humanos e materiais S IN peciais, sendo instaladas em unidades será suprido de M E I E S EM E S P M E EE EM NP PE IN municipal deEE ensino emSque estiverem maque viabilizem a implantação e implementaçãoEM da E NP SI da redeIN NP PE P SI S N E âmbito do Imunicípio deESão NP P triculados, podendo estender-se a alunos de unida- SIPolítica oraEM instituída noM IN E S S N SI PE M SI NP desM educacionais da rede municipal deM ensino onde Paulo, Ibem como IN fixará normas regulamentares EM EE S S E EE EM M inexista tal atendimento.NP complementares, específicasMe intersecretariais. EM PE EE EE PE NP SIO serviço Ide educação esEM N SI PE EM Art. 14 -EM Parágrafo único Ficam mantidas as Salas de Apoio IN S NP NP PE E I I S E IN S S que trataM “caput” deste artigo será de- NP P(SAPs), instaladas nasNunidades eduS Pedagógico SI M pecial de Eo M SI cacionais SIN ensino fundamental, como suporte para EM EE sempenhado porPE profissionalE integrante M carreira da do M M P E PE E E N E I IN EM EM PE NP PE do Emagistério,Scom comprovada especializaçãoEou alunos que apresentem dificuldades de aprendiza- SIN EM SI PE NP EM IN IN tenhamPEsido esgotadas todas I P S ShabilitaçãoMem educação especial. S N gem, para os quais IN PE SI E - As 6 (seis) Escolas Municipais deN SI Edu- as diferentes formas de organização S ação eduEM IN M E Art. E da S P 8º PE M M EE M NP E sejam oportunamente reorganizadas N E E P N cação I Especial existentes objetivam o atendimencativa, atéEque SI S EM N EM SI EM P PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN de crianças, adoles- em legislação específica. to, em caráter extraordinário, S S N N S N PE M M SI SI EM SI IN centes, jovens e adultos com necessidades educaArt. 15 - Este decreto entrará em vigor na dataEE M EE S E PE P P E N M N EM N M E SI SI SI cionais Iespeciais cujos pais ouEoMpróprio aluno op- de sua publicação, revogado o Decreto nº 33.891, NP EE PE M se de- INde 16 de dezembro deEEM EE P S EM E taram por esse serviço, nos NP casos em que 1993. P IN S NP I M PE PE S N M S E SI monstre que a educação nas classes Icomuns não N EM N SI EE PE SI S EM satisfazer as necessidades educacionais M PE E pode M IN N E ou S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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E E M EM PE PE PE EM EE PE IN E N IN Atendimento de Educa- de deficiência, ITGD e altasPhabilidades/superdotaS N Institui a Política Sde N M SI EM S EM NP SI EE ção Especial, por meio do Programa Inclui, no ção apontados no Sistema Escola On Line - SistePE S SI EM PE M N N NP âmbito Eda Secretaria Municipal de Educação. P EM SI EEma EOL; EM SI EM SI N M M PE E EM SI PE NP EE II INP - Projeto Apoiar: ampliarM ações de suporte PEE as IN SI PE IN S E M S N S N EM NP do PE SI EM GILBERTO KASSAB, prefeito SI município de pedagógico especializadoNpara o público-alvo daSI PE M E São Paulo, no uso dasM I de: N S EE M EE atribuições que lhe são con- educação especial, por meio SI NP EM SI feridasPEE lei, e INP NP EM a) instalação e manutenção das Salas de EEM Apoio por EM PE E SI S EM N EM PE IN NP (Saais) nas unidaCONSIDERANDO as INP disposições da Lei Fe-SI e AcompanhamentoE à InclusãoEM S PE P I IN M S S N N S E PE Municipal de Ensino; deral nº 9.394,M 20 de dezembro de M SI SI EE de M EE 1996, da Con- des educacionais da Rede SIN M EM EE venção Internacional sobre os Direitos das PessoNP M b) ampliação do módulo de Professor de Apoio EM NP M SI PE as com Deficiência,PEE SI Governo Pbrasi- PEEAcompanhamento à Inclusão (Paai) e designação EM N PE EE I EM e ratificada pelo M N I P S N N E PE I I S N de servidores incumbidos das atividades deNapoio E PE N S M S P leiro,Edas Diretrizes Curriculares Nacionais do Con- SI M SI IN SI M EE PE Nacional de Educação e, ainda,Eda Indicação administrativo, paraIN S atuação nos Centros de Forma- S selho P M N M M N E E PE M SI EM SI çãoEe Acompanhamento à Inclusão (Cefais), instalaCME nº 06/05 do Conselho Municipal de Educação; EM PE PE M IN EE M P S P PE IN IN EE N em cadaPEE M I dos Diretoria Regional de Educação (DRE); CONSIDERANDO a necessidade de seIN promoS S E S IN EM M S NP PE ver, na Rede Municipal de Ensino, uma política eduIN PE M EE c) distribuição de estagiários S nos Cefais I para S S E N N M M M SI NP SI PE M cacional inclusiva de crianças, adolescentes, jovensE atuação nas unidades educacionais da região; EE M EE E SI E E P P P IN E S N EM PE d) readequação dos convênios com EM eN IN E instituições M SI adultos com necessidades especiais decorrentes SI NP E PE IN M de deficiência, transtornos globais de especializadas,Sde acordoSIcom as diretrizes da SeS N E NP de quadros PE I I M E S S N E PE M P SI cretaria Municipal de Educação; TGD e altas habilidades/superEM EM desenvolvimento -PE IN EE IN M E S S N E PE EM M NP III -NP especídotação, SI PE I Projeto Formar: oferecer formaçãoM IN EM SI EE PE E S S N N M PE fica aos professores para atuação nos serviços de EM PE SI NP SI EE IN formação continua-E M SI IN EM E T A: S E educação especial, bem como D E CE R S NP NP EM PE SI SI NP EM PE M da aos profissionais de educação; M N E SI EM EM M SI IN EE EE NP PE IV -SIProjeto Acessibilidade:Peliminar asM barreiArt. 1º - Fica P instituída a Política de Atendimento S PE EE M N E N E IN N M SI NP SI deEM por PE SI PE M E Educação Especial, PEE meio do Programa EIn- ras arquitetônicas,Ifísicas, de comunicação, de aces- S S N E ao clui, SI NP no âmbito da Secretaria Municipal de Educa- so EEM currículo e de transporte que impeçam os aluN M SI ção. SI EM NP EM EM nos com quadros de deficiência e TGD de participaEE SI E NP EM PE PE PE P I M N N PE PE IN equidade, deEtodas as atividaParágrafo único - O Programa Inclui destina- Srem, em condição de SIN M E EM SI SI N S N M EE SI PE SI NP se ao atendimento dos alunos, matriculados nas uniEE SI NP EM des educacionais;M IN S E M EM NP EM V - Projeto ERede: oferecer aos alunos matridades educacionais da ERede Municipal de Ensino, PE P SI EE P P de deficiência, transtornos culados nas unidades educacionais daErede muni-M IN EM M EE P N S M N E N SI EE IN que apresentem quadros SI SI NP EE desenvolvimento - TGD e altas habilida- INP de ensino, que apresentem quadros de SdefiP I S globais Pdo M PE S cipal IN M EE IN IN M S S S M EE ciência eE TGD, apoio intensivoEM locomoção, alina des/superdotação, público-alvo da educação espeNP E PE EE EM SI EMatividaNP N M mentação e higiene para participação nas cial, na perspectiva da construção eI consolidação EM S NP NP EM PE SI EE EM SI SI PE IN PE um sistema educacional inclusivo. des escolares;P de M N S PE N N M EE SI N SI SI SI Art. 2º - O Programa IncluiEM M E será integrado por PEE VI - Projeto Reestruturação das Escolas MuniSI NP EM P específicos, desen- N cipais de Educação Especial (Emee): reorganizar M EE E projetos SI N diversos com objetivos M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE SI as Escolas Municipais de Educação Especial na PE volvidos de forma articulada, constituindo uma rede SI NP PE EM P P I M S N N E N M PE M SI SI SI PE EE Mde apoio ao aluno, à escola e à família, por meio de perspectiva daMeducação bilíngue; SIN EE IN VII - Projeto Avaliar: analisar os impactos da EE EE suportesSe serviços Iespecializados que viabilizem o NP S EM NP SIproces- EM S NP e implementação do Programa EEM NP acompanhamento da trajetóriaM PE I I Inclui E escolar e do E implantação S S N P M EM PE NP SI so EEM aprendizagem do aluno, na seguinte confor-N nos alunos e unidades escolares, bem como avali- EE de EM M SI PE IN SI E E P S N de aprendizagem NP M N ar e E acompanhar os processos midade: PE SI NP M SI SI SI IN Identificar: qualificar, na RedeEMuni- do PE M EEda educação especial.EM I - Projeto S E P M INpúblico-alvo E S PE PE M I Para viabilizar as ações P N M M Art. 3ºS-N P EM cipal de Ensino, osEdados deEEalunos comNquadros SI correspondenIN EE I M EE N S S E PE P M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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S S N SI DE 14 DE SETEMBRO DE 2010 M M E M

EM DECRETO Nº 51.778NPEEM M PE EE N I P I

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EM EM EM PE EM PE N EM P PE tes aos projetos deIN trata o artigo 2º deste de- EM educaçãoEque já atuam nos serviços de educaSI S que PE IN IN E de S S EM IN M M creto, a Secretaria Municipal de Educação poderáNP ção especial e paraSos que atuam na rede regular, I PE M EE EE públicosNe instituições com vistas ao constante aprimoramento de suas S E P EM P M firmar parcerias com órgãos EM SI EM PE IN PE M IN Spúblicas ouNprivadas. S PE I PE ações. IN M EE S N E S M SI Art. 7º -NP Projeto AcessibilidadeNsubdividir-seSI PE PE Art. 4º - O Projeto Identificar efetivar-se-á por M EE SI O EM M E P IN IN S S á em: meio EM seguintes ações: SIN das EE PE PE M EM PE - manutenção de cadastro de alunos no Sis-EM I IN EE M NP E PE arquitetônica: prédiosNe insta- M S S I EEacessibilidade N I SI M N NP SI NP SI EE E lações; tema Escola On Line - EEM Sistema EOLEe inclusãoSIdas SI NP P SI II - acessibilidade física: aquisição de mobiliáNP EM NP SI SI EM N IN EM informações que apontem as necessidades funcioM PE SI EM EM P EE PE nais de Ecada aluno;S IN E M rio, equipamentos e materiais específicos; E P S N N P I N SII - elaboração de manual de orientação para EE M SI EM NP EM III S-IN acessibilidade de comunicação: comunica- EM SI SI EE NP PE PE SI N N EM ção alternativa, M braile e Língua Brasileira de Sinais PE os responsáveis pelo Sistema EOL de cada DRE, NP SI SI N PE SI especificações dos quadros de defici- (Libras); EM E M M E contendo as SI E N E P P E SI EM do PEE IV - transporte escolar gratuito, por meio de EM P N ência, EM ou altas habilidades/superdotação N M M SI SI PE IN PE M IN EE E TGD EE S N quando necessário. PEE aluno, necessárias ao preenchimento doNcadastro; S veículos adaptados, M SI NP NP NP SI EE SI SI III - formação específica aos responsáveis pelo SI N EM - A acessibilidade arquitetônica Iconsistirá M §E 1º S M NP EM SI NP M EM EE M PE naSIpromoção da acessibilidade aos alunos cadeigerenciamento dos dados de cada DRE, para aPapreM M E E N EE M IN PE sentaçãoEE alterações efetuadas no Sistema EOL rantes, com mobilidadeEE SI Ecegos ou INP NP com P reduzida,E P das S M N NP SI IN IN repassadas às unidades educacionais; S SI EE EMbaixa visão, medianteSa eliminaçãoPdas barreiras arSI S N a serem M PE SI NP EE quitetônicas nas escolas, criando condições físicas, EM IV - produção de relatórios gerenciais paraSIN a M EM SI EM P E EM EM PE EM ambientais e materiais à sua participação nas ativi-PE análise dos SIN dados dos alunos beneficiados pelo ProNP PE EM IN PE PE M N S N SI N PE IN EM SI dades educativas. EE SI SI grama Inclui. IN P seguin- INP § 2º - ASacessibilidade física envolve a aquisiM 5º - O Projeto Apoiar abrangerá as E S EM E N Art. M S EM PE SI EM PE E M N EM ção de Emobiliário adaptado, equipamentosPE mate- SIN e tes Iações: EM PE PE EE S EM P PE análiseNque conIN do número de Saais existentes; M M IN S riais Iespecíficos,PE mediante prévia I - ampliação N E E S SI N S SI PE os recursos firme a necessidade específica, com posterior veriPE IN M II - manutenção das Saais,IN com S N EM E S S SI EMsua utilização M EM PE PE humanos, físicos e Emateriais adequados à deman- EM ficação dos ajustes que asseguremEa E P PE IN IN M EM E S S N N E P da à Iqual se destinam; NP M PE EM SI S EM IN correta.PE SI IN PE portaria PEE Secretário S §IN - A acessibilidade de comunicação abran- NPE 3º III - definição, mediante do S M N S EM M IN M SI SI de PE EE M EEMunicipalEEM Educação, do móduloSmínimo do pes- gerá: P N P soal que integrará a equipe do CEFAI, de EE M M SI ampliação dos níveis de coN P EM I - a implantação e SIN P acordo EE M SI EE EM IN IN DRE; NPEmunicaçãoPpara os alunos cegos, surdos ouPsurdoEE S com as características e necessidades de cada S EM IN PE I NP M S M S cegos, propiciandoEo acesso ao currículo eNa parti- PE N E SI IV - celebração de convênios com instituições SI E SI N EM PE M SI EM educação especial que atendam Eos critériosMes- cipação na comunidade escolar; NP IN de M E I M E S E S E EE EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI tabelecidos pela Secretaria Municipal de Educação INP II - o acesso à comunicação para alunos Ecom PE PE SI SI E deficiência M TGD, não falantes, utiliE ou NP P e ofereçam atendimento educacional especializado S quadros deM IN IN E S S N SI PE SI NP aosMalunos com deficiência,MTGD e altas habilidazando os recursos Ida comunicação alternativa; IN M EM EE S S E EE EM M des/superdotação; escolas especiais para atendiIII - o acesso ao currículo para os M alunos com M EM NP PE EE PE NP SI I mento de alunos com grave comprometimento; cur- baixa visão, assegurando osEmateriais eEequipamen-E M P P IN N M E S PE E I S N N E S IN PE necessários. SI SI NP PE S tos SI M sos de iniciação aoM N E mundo doMtrabalho e atividades SIN EM SI EE E PE M de enriquecimento curricular; § 4º - O Transporte Escolar Gratuito (TEG), reM M P E PE E E N EE IN M EM SI EM PE NP PE pegular ou em veículos adaptados, será ampliado para SIN SI PE NP V - contratação de estagiários Sdo curso dePEE EM IN PE IN alunos com deficiência, tanto no I S Sdagogia para atuação nas salas que tenham alunos atendimento dos N IN PE N EM de deficiência ou TGD, conforme cri- horário regular como nosSIhorários deS atendimento SI EM IN M E S PE PE M M com quadros EE M NP E N E E P área de educação especial da complementar efetuado nas SalasM Apoio e AcomN tériosSItécnicos da de SI EM N EM SI PE PE PE EE SI EM panhamento à Inclusão (Saai)Pou instituições conPE PE IN IN IN Secretaria Municipal de Educação. N S S N S N PE M M M SI SI SI IN EE Art. 6º M O Projeto Formar será desenvolvido veniadas, quando encaminhados pelaEESecretariaEE S E P P P N M N EM N M Municipal de Educação,Mmediante critérios estabePE SI SI SI em 2 (dois) eixos: PEE PE EEos professores que Nlecidos em EEM IN M P EM E I -S formação específica para portaria específica. EE P IN SI NP IN M executado por PE PE S N M S E S atuarão nos serviços de educação especial; Art. I 8º - O Projeto Rede Eserá N EM N SI EE P SI EM II - formação continuada para osSIprofissionais meio de: PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM EM M PE de serviços de apoio, a serem re- perspectiva da educação bilíngue, em Libras e Lín- PE M M I - prestação EE M N N M M EE M EE EE SI NP SI EE EE EE SI NP NPalizados pelo profissional denominado auxiliar de gua Portuguesa; EM NP SI SI vida escolar (AVE), a fim de oferecer apoio INP “cuiNP SI NP PE III - definição dos recursos humanos para atenSI S no EM EM SI EM IN M PE PE PE dar”Ndos alunos EE matriculados nas unidades educa- S der às especificidades do ensino de Libras eNLíngua M M N M E E M P SI SI SI Portuguesa comoEEM segunda língua; cionais da rede municipalEE ensinoPEE apresenque PE PE IN M EM P de S N N EE PE N SIIV - organização didática para o ensino de líntem necessidades educacionais especiais decorrenNP SI SI EM IN SI EM NP EMtes de quadros de deficiência e TGD, e queSneces- guas; S I E PE S EM PE M N NP sitem de suporte EM PE IN EM S M V - elaboração de critérios deI avaliação Sde Liintensivo para a participação nas PEE SI N M PE EE EM SI EM PE Língua Portuguesa; atividades escolares com assistência necessária aosN bras e NP EE IN M SI PE IN PE S M S N SI EE EM NP VI - formação continuada dos profissionais queSIN tais M SI S Eatos da vida cotidiana,M como osI relativos à moPE NP N EM E atuam nas escolas bilíngues. higiene, alimentação, medicação, recreaSI PE bilidade, M M SI E PE PE IN ção e atividades escolares; EM M EE Art. 10 - O Projeto Avaliar compreenderá as E S EM N N E P SI SI EM NP suporte técnico de equipe multidisciplinar,SIN seguintes Eações: EEM PE PE P I SII EM PE P IN IN IN M S S E PE IN M I -SavaliaçãoSe monitoramento do programa In- SIN em parceria Ecom os Cefais, oferecendo orientação EM IN M EE S M técnica às NP equipes escolares para P EM EE M EM Natendimento das clui; S PE situações Iadversas PEE processoSIde inclusão; EM EM NP EE II - avaliação e acompanhamento do processo PE E I do EM M N P I P S N N E PE Idos alunos com quadros de defi- IN de aprendizagem dosEalunos que Iconstituem o púS PE N S S N III - avaliação S N EM M SI SI NP SI M EE PE TGD e altas habilidades/superdotação, por blico-alvo da educação especial, por meio de: SI ciência, E P M N M M N E PE M SI EM EE São meio da aplicação e análise dos instrumentos regisSI EM PE M IN EE PE a) Prova EM Paulo;INP S P P IN relatórios sobre o desenvolvimento dos EE N b) critérios de acompanhamento Erelacionados M trados em E I N S S P N E P S EM M SI SI PE alunos e indicaçãoEde recursos de tecnologia assis- às especificidades das diferentes necessidadesIN IN PE M eduE S S E N N M M M SI NP SI PE tiva;E M EE M E EE cacionais especiais; SI E E P P P IN E S N N N EM EM PE c) referencial de avaliação de aprendizagem na M SI SI IV - regulação com serviços deP saúde pela inSI E PE PE IN IN M entre as redes públicas de educação e área de deficiência intelectual. S S termediação PE IN IN M EE S S N E PE M P SI Art. 11M Caberá M Secretarias Municipais de às EEM de saúde para atendimento clínico e/ou terapêutico; PE IN EE IN S S N E PE PE EM V - assessoria às escolas na indicação da tec-EM Educação, da Pessoa com Deficiência e MobilidaNP SI PE IN IN EM SI E PE EM S S N M de Reduzida, de IN nologia assistiva para eliminar as barreiras de acesPE PE S Assistência e DesenvolvimentoEEM NP SI EE ao currículo e à comunicação; EM IN no âmbito de sua SI IN EM S Social e da Saúde promover, S NP NPso EM PE PE SI SI EM PE atuação, o Edesenvolvimento de ações integradas VI S-IN sistematização das práticas desenvolvidas M N E EM N EM P M SI EM o pelos auxiliares NPE vida escolar (AVEs) PE seus su- SI com o programa inclui, de modo aEassegurar M atende e PE IN EE M P S N E N E N M M SI NP SI dimento dos alunos que integram o público-alvo do SI pervisores, com a produção e divulgação de matePE SI PE M EE SI EE N E P M rial SI NP informativo para osNpais e profissionais dasE es- programa ora instituído. M M EE SI colas a respeito das diferentes deficiências,INP SI EM E municipal de Educação EM EE S TGDs INP Art. 12 E-MO secretário E PE PE PE P M Spoderá estabelecer normas complementaresINcom N N PE PE e altasNhabilidades/superdotação; I M EE EM S SI SI N S N P M EE SI PE SI cumprimentoSdas disposições preVII - acolhimento dos profissionaisEda escola e IN E NP EM vistas ao integral EM IN P M EM EM vistas neste decreto. dos pais, porS meio da EorganizaçãoNde atividades PE E SI EM EE PE P IN EMArt. 13 - INP despesas decorrentes da execuM S E PE IN IN NP formativas. EM S As EE P S S N P SI M PE P ção Art.E 9º - O Projeto Reestruturação das Emees SIN deste decreto correrão por conta das dotações SI IN M EE IN IN M S S S M M orçamentárias próprias, suplementadas se necescaracterizar-se-á por: EE EE NP EE EE EM SI princípiosPe diretrizes sário.INP EM N EM SI NP EM NP EM I - estabelecimento de PE M S SI SI PE PE Art. 14 - Este decreto entrará emSvigor na dataE para o funcionamento M escolas; das IN PE N PE N N M EE SI N SI SI II -Mreorganização da proposta curricular na Ede sua publicação. EM SI M EE SI NP E P P I M EE E S N N M EE M EM SI SI NP EM NP EE EE SI SI NP PE EM PE P P I M S N N N M PE Anotações EE M SI SI SI P EE IN M M EE S N M EE EE NP S SI NP M EE SI M SI NP EM NP P EE I I E E S S N EM M PE NP SI EM NP EM M SI PE EE IN SI E E PE P S N M N E N PE SI NP M SI SI PE SI IN EM M EE S N PE EE EM SI NP PE M M M IN EM SI PE NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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E S N EM P PE M SI PE IN sobre o ensino fundamental de M PE EEaté o inícioIN ano letivo. S N S do Dispõe N EE nove ou a completar SI EM NP SI PE M anos no sistemaMmunicipalPEde ensinoNP São SI- O Projeto Municipal de Implantação a EM Art. 5º E IN I de S S N EM EE PE PE M EM SI Paulo. refere o artigo anterior, M PE IN IN EE deverá prever, no NP EE que seM PE S S N P SI M N EE mínimo: NP SI EM IN SI EE EM de Educação de SSão SI NP - objetivos e metas para a educação básicaE P P E I I M O Conselho Municipal S N E N M M NP SI SI N PE no M SI EM EE Paulo, PEE uso de suas atribuições e com fundamen- municipal;EEM SI P EE 9.394/ EM PE curricularSIN educação inN N II - NP reorientação a da to noI inciso III do artigo 11 da Lei Federal nº N E S M SI EM NP EM I SI SI E Indicação PE NP fantil eSdo ensino fundamental, dando-sePE ênfase à EEM 96 e à vista da E CME nº 07/06, SI N N EM NP SI construção deEM conhecimentos contextualizados, P SI N PE SI EM M M E SI E N levem em consideração E P E habilidades NP estudos que e DELIBERA: EE SI EM EM P N P M M M SI SI PE IN PE M INas especificidades da infância e PEE adolescência; da EE EE S N S N M EE SI N NP NP SI IIIEM a realização de adaptações necessárias EE SI SI Art. 1º - AI ampliação do ensino fundamental S NP M P SI M em NPE função dosSIN recursos financeiros, materiais e obrigatório para 9 anos éEM política afirmativa da eqüiEM M PE Poder Público e de PEE I M EM E E S N a M esEE IN todos humanos disponíveis, PEEfim de adequar suaNPE PE dade social e requerI do S EM NP P I S M N os educadores compromisso Scom a efetivação e Mtrutura organizacionalNao novo regime, focalizanNP PE I IN SI SI EE E SI S S N M aprimoramentoEda educação básica no MunicípioPE do em especial: SI NP E M EM SIa infra-estrutura que disponibilize espaços EM IN EM S a) de São Paulo. EM NP EM PE EM PE S-I O sistemaNmunicipal Sde ensino deverá físicos, equipamentos, materiais didáticos, acervoPE PE EM IN PE PE Art. 2º N M SI N EM IN PE IN SI SI implantar, em regime de colaboração comPEE siste- bibliográfico Se mobiliárioNcompatível Scom as caracPE o I M S EM N E N M M ma estadual de ensino, até oEano de 2010, o ensino SI terísticas dos estudantes atendidos no ensino funEM PE SI PE M E EE N N EM EM PE EE SI damental de 9 anos; fundamental de 9 anos de Pduração, M com matrícula SI EM PE NP PE IN M IN I E Sobrigatória S partir dos E6 anos de EidaN o redimensionamento progressivo da rede E S N e freqüência a SIb) NP SI PE P SI EM EMde completos ou a completar atéIN início doSano le- física em função das características e das exigênciIN S So EM M EM PE PE M EE PE PE IN edutivo, mediante a garantia de M igualdade de acesso a EE as pedagógicas demandadas pelo processoIN M EM S S N N E P NP M PE SI SI EM PE um ensino de qualidade, de EE IN SI EE IN P efetiva permanência dos cacional dos estudantes, com funcionamento de, no PE S P IN dois turnos diurnosM um noturno; S M S N N EM máximo, e estudantes na escola e IN universalização dessa M S de SI SI PE que posEE M M EEetapa de Eensino. E c) a manutenção doNP docente, sempre N EE M EM SI NP EM M SI M o Parágrafo único - O estudante comP7 anos PEsível, com PE mesmo grupo de estudantes, na etapa NP SI EE N E EE SI SI EM I PE NP M completos ou mais, que tenha ou não freqüentadoSIN destinadaNao processo de alfabetização; INP S M N E PE SI E E S SI EM d) o aumentoEdo tempo NP permanência diária SIN de aM infantil, poderá ser matriculado na série EM E educação M NP I E Ina escola, não só para o desenvolM E S EM S dos estudantes adequada, Econsideradas suas experiências e seu E E EE EM NP EM NP E SI EM NP NP SI desenvolvimento, mediante avaliação da escola. vimento de M atividades que visem a PE sanar dificuldaNP PE I I SI E EM NP P para IN IN à Secretaria MunicipalS de Edu- S des específicas de aprendizagem,Smas também E S Art. 3º - Cabe N SI PE PE M SI M ouvidas as diferentes instâncias educacio- o aprofundamentoSda leitura e da escrita, do conheIN IN M EM EE cação, S E EE EM M EM NP PE M nais EE P NP do município, estabelecer diretrizes geraisEre- cimento da arte (música, dança, artes Evisuais, tea-EM SI I M PE P IN N M S PE N PE EE IN S tro), do esporte, da pesquisa e do desenvolvimento lativas àSIorganização da prática S educativa eI curriEE IN P S N P S SI M cular para a inclusão dos estudantes de seis anos SIN projetos; N EM de EM SI EE EM PE M formas M M P E PE E as E N E e) a oferta da formação contínua dos EM profissio- N no Eensino fundamental, respeitando-se IN I SI EM PE NP PE EM M SI naisEEem educação, observado o novo PE paradigma S de organização estabelecidas nos Sartigos 23 e E24 NP IN PE IN I P N S S N N proposto para o ensino fundamental SI 9 anos EM de de da Lei nº EM SI NP SI E E9.394/96. EM SI P PE M E duração; EM Art. 4º - No período de EM transição, de 2007 a NP N E P N I M E SI N EM SI EM PE P f) o Pincentivo PEEuniversalização da formação à 2009,S a Secretaria MunicipalE de Educação deverá M SI E PE IN PE IN IN S S N N S N PE profissional em nível superior, para os professores EM elaborar um Projeto Municipal de ImplantaçãoNdo M SI SI EM SI I M EE S E PE PE P ensino fundamental de 9 anos, após amplo proces- que atuam na educação básica; M M M PE IN IN IN so de divulgação e Ediscussão com a comunidade PEE g) a garantia de inclusão dos estudantes com M E S S S E N EE M EM SI EM PE NP as recomendações contidas na SINnecessidades educacionais especiais, asseguranEE PE NP I escolar, respeitando N I M PE P S N M S E SI EM N SI EE do currículos, métodos, técnicas, recursos educa- SIN Indicação CME nº 07/06, fixando as condições para PE SI EM PE M N N E PE M EM cionais e organizacionais específicos para atender a matrícula Edos estudantes de seis anos completos M SI SI PE IN E M PE EE EM S EM N P E P N SI EM PE IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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EM M DELIBERAÇÃO CME/SME Nº 03/2006 PE M EE EM P M IN EE

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M EM M EE PE M M EE anos devem considerar, com prioridade, as condi-INP às suas necessidades, Pnos termos M Indicação da N M M EE EE EE SI N S EM EE EE ções sócio-culturais e educacionais dos estudantes SI NP NPCME nº 06/05; EM NP P P I PE I I E S N N S N P nortear-se Spara a melhoria da qualidade daEM sua h)Egarantia do desenvolvimento da Informática Ne M SI SI EM SI SI formação, zelando pela oferta eqüitativa de PE EM PE PE aprenEducativa. M M N N N E E M PE M EM SI SI IV - Nos casos de transferência, nos termos da dizagem, observadas as Diretrizes Curriculares Na- SI PE PE EE IN M EM EE PE S N N EE PE NP SI cionais da Educação Infantil, do EnsinoM FundamenIndicação CME nº 04/97, garantiaSIde um processo NP SI IN SI EM NP di- tal e da Educação, Protocolo CME nº EE EMnatural e M S E P 22/06, DelibeS S E harmonioso mediante ajustes entreI os PE M N N NP ferentes projetos pedagógicos,M PE E levando-se em con- PEEração CME nº 03/2006 Especial eSIas normas IestaM S EM SI N E M M PE EE EM SI sideração, alémPdos fatores idade/ano/série, as ex-N belecidas pelo sistema de ensino para cada uma PEE EE IN M SI PE NP IN S M S N SI EE EM NP IN das etapas da educação básica. M SI SI Eperiências e desenvolvimento dos estudantes. PE NP M M Municipal de Educação E I órgãos doNsistema, porS Art. 8º - Caberá aos Art. M - A Secretaria 6º S EE EE SI NP EM EE SI deve encaminhar IanualmenteEM CME, até 30 de PE meio da ação supervisora, o acompanhamento EMoriao NP NP EM P Ee SI S EM N EM PE PE IN M do novembro, Relatório contendo as providências ado-SI entaçãoNàs escolas PE sistemaEmunicipal de P N ensino PE S E I IN I M S S N E P M para aS implantação das referidas diretrizes e nor- SIN tadas a fim deM enSI IN EE garantir a efetiva implantação doM EE S sino fundamental de 9M anos até o P EM EE NP M EM N ano de 2010, no mas para a educação básica municipal. M S EE PE Município Ide São Paulo. SI NP EE Art. 9ºP-EEsta deliberação entrará em vigor,EM PE P E I EM M N S PE na IN IN SI NP EE PE N publicação. S S N Art. 7º - A elaboração e M execução do novo pro- SI data da sua N EM SI SI NP SI M EE PEpedagógico para o ensino fundamental de 9 SI jeto E P M N M M N E E PE M SI EM SI EM PE PE M IN EE M PE S P E PE IN IN EE N M E I N S S P N E P S EM M SI SI IN PE IN PE M EE S S E N N M M M SI NP SI PE M EE M EE EE SI E E P P P IN S N N N EM EM PE PE SI SI SI EM PE PE IN IN M S S N E N PE SI SI N EM PE M PE SI EM EM PE IN EE IN M S S N PE PE EM M Comissão ConjuntaPEE I - Apresentação CEE/CME, M NP SI IN IN E com a participação SI EE PE EM S S N N M da professora Anna Maria Quadros BrantPE Carva- M de PE SI NP SI EE Pela Portaria conjunta CME/CEE nº 04/06, Ipu- lho, representante da Secretaria Municipal de Edu-EE N IN M S EM P S E M SI E NP N E PE SI SI blicada no Diário Oficial da Cidade e no Diário Ofici- cação de São Paulo, da professora Joanna Borrelli, NP EM PE M N E SI EM N EM PE M SI EM al do Estado do NPE 19 de agosto de 2006, foi cons- SI representante da Secretaria Estadual de Educação dia PE PE IN EE M M PE S N P E E N IN M SI e representantes Sdos Sindicatos das Instituições e SI tituída Comissão conjuntaM pelos conseIN PE SI PE M EE EE composta S N EE do EM Magistério (Apase) (Sindicato de Supervisores lheiros Mauro de SallesNP Aguiar, Farid Carvalho MauSI NP M SI ad e AnaEEM SI representantes do Conse- do EMagistério no Estado Ede São Paulo), Aprofem EM NP EM Luísa Restani, SI E NP EM PE PE PE P I M N N N PE dos lho Estadual de Educação; pelos conselheiros An- S(Sindicato PE Professores e Funcionários MuniciIN M EE EM SI SI SI N S N E M EE SI SI NP tônia Sarah AzizPRocha, Hilda Martins Ferreira PiauEE SI NP EM pais de São Paulo), CPP (Centro do Professorado IN M S E M EM NP EM Paulista), Sedin E(Sindicato dos Trabalhadores em lino e Rubens Barbosa Ede Camargo, representanPE P SI EE P P de Educação; e peloNpro- Estabelecimentos de Educação InfantilE do Municí-M I EM M EE P tes do Conselho Municipal N S M N N SI EE PE IN SI SI NP EE P S fessor Assis das Neves Grillo, representante da IN de São Paulo), Sinesp (Sindicato dos EspeciaM PE P SI S pio IN M EE IN IN S S S M M listas deEEM Educação do Ensino Público Municipal de União NacionalEdos Dirigentes Municipais de EduEE NP EE P E de São Paulo, com vistas à defini- São Paulo), Sinpeem (Sindicato dos Profissionais EM SI EM NP N cação do Estado EM SI NP EM NP EM PE M SI SI SI PE no ção IN E PE das normas que orientarão os sistemas de en- em EducaçãoNPE Ensino Municipal deSSão Paulo)PeE M N E N M SI N SI SI sino no M EM cumprimentoE das Leis Federais nºs 11.114, ESinpro (Sindicato dos Professores de São Paulo) e SI M EE SI NP E P I M E maio deS2005, e 11.274 de 06 de fevereiro INP da sociedade civil. PEE de 14 de N M M EE M EM SI S N NP EE EE Posteriormente, em 14/08/07, este EM Conselho PEE deSI2006 que,Mrespectivamente, tornam obrigatória SI NP PE P P I S N N M PE M recebeu a Assessoria Técnica da SME, que apre- IN a matrículaPEE partir do Eseis anos eSIampliam aEEpera S SI M M E no ensino fundamental para sentou, em alguns pontos, sugestõesIN S referentes à P M EE EE manênciaN estudante NP S SI do E N M P P M SI SI PE EE 09 anos. IN IN EM EE matéria, que foram acolhidas. M S S N P E M PE NP SI EM resulta, portanto, dos es-N EM M SI PE EE O presente trabalho SIN SI E E PE P N M- Introdução E II tudos, reflexões e debates sobre a NP implementação N E N SI M SI SI NP PE SI IFundamental de 09 anos, realizados ao EM M EE do EnsinoS E N M EE SI A promulgação da Lei Federal Inº 11.274, de 06 NP PE NP M M longo das reuniõesEEpromovidas pela mencionada M EM SI P NP E E S IN E I M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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INDICAÇÃO CME Nº 07/2006

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EM EM EM PE EM PE N E IN PE de fevereiro de 2006, ampliou para nove anos a du- EM SobreNPE assunto, M terceiro Srelatório do ProSI PE o I este IN E M S S IN M M ração do ensino fundamental, obrigandoE a matrícu-NP grama Ampliação doSEnsino Fundamental para Nove I PE M EE EE S E EM N P M pela Secretaria de Educação Básila P EM SI EM PE IN nessa etapa de ensino, como direito da criança, a Anos, produzidoM PE IN E Spartir dos seis anos de S IN PE ca, P Ministério da Educação, atenta aos sistemas do idade. Determinou concomiIN M EE S N S N EE SI EM NP S PE de ensino que “as crianças que nãoI pertencem ao ingresso M tantemente um novo patamar, Enão só deINP SI EM M E P IN M S S escolar, como deEE duração doNtempo de oportunida- M sistema de ensino deverão ter seis anos completos PE PE EM EE SI EM Pde aprendizagem. I IN Eque possamNingresM NP EE até o início do anoPE S S des N SI M N letivo para EE NP SI EM NP SI EE EM sarINP Ensino Fundamental Ide nove anos” e aindaE no A exigência da ampliação do tempo da escolaS SI P P E M S E IN M M rização básica foi prevista na LeiNnº 10.172, de 09 menciona que se deve M tomar medidas diferenciaNP SI N PE M EE M E EE de janeiro de 2001,SIque estabelece o Plano Nacio- das para aEmatrícula das criançasNque já estãoS inSI P E M EE PE SI NP N E N SI M NP SI EM NP E dos objetivos e metas E seridas Ino sistemaSIde ensino, daquelas que ainda M nal de Educação. Ao tratar M S SI EE NP PE PE EE SI N não estão: “A matrícula das M no relativas aoINP ensino fundamental, propõe “oferecer EE crianças SIN 1º ou 2º P M M SI N S E E M M SI NP PE maiores oportunidades de aprendizagem noMperío- ano do ensino fundamental de nove anos que frePE EE SI E asse- PEE EM P N do de escolarização obrigatória”, de formaE a M M M IN SI P IN PE M INqüentam oSúltimo ano da pré-escola com idade infeEE EE EE S IN IN M tanto gurarP que, “ingressando mais cedo noSsistema de S rior a 6 anos deve levar em consideração PEE as NP N NP EE SI CNE/CEB como o S SI SI N EM M Resoluções e os P Pareceres do ensino, as crianças possam prosseguir nos estudos SI M EM PE IN EM EE M P IN próprio períodoSde transição do Ensino Fundamenalcançando maior nível Ede escolaridade”, e que “a M M EM E P E S N EE EE PE IN PE implantação progressiva do ensino fundamental de tal de oito para nove anos”. SI EM NP P P S M N N NP SI PE IN IN SI SI EE EM SI S N nove Sanos, com a inclusão das crianças de seis E P M P SI IN EE IIIS- Principais desafios para anos, deve sePdar em consonância com a universaM EM IN EM M E M S M EM E IN EE M EE EE a implantação do ensino fundamental lização na faixa etária INP 07 a 14 INP de anos”. Vale resPE S N EE S NP S NP NP EM EM SI SI S SI saltar que avulta, dentre essas prioridades, Eum ob- PE de noveI anos NP I P M para o qual devem convergirNtodas as IN S EM jetivo EE maior M S EM PE SI EM P M E EE N E período de implementação gradativa per- SIN Um M metas a serem Palcançadas,Eque é o da garantia da EM P EE SI N EM PE NP PE planejamento amIensino oferecido. M M IN mitirá espaço dePE tempo para um qualidade doS N E E S SI IN SI PE PE IN capaz de Sgarantir, até 2010, a toM plo e cuidadoso, Isso M pressupõe uma formação básica deNqualiS N EM E S SI SI EM atendidasEna E P PE dade, que deve: EEM M as crianças, que hoje vêm sendo das PE PE IN IN M EM EE S S N E IN NP PE EM SI Sa) acenar para a necessidade de Eum repensarNP última etapa da educação infantil - pré-escola, pré- EEM EM PE I SI IN PE garantir condições ade- III ou Ijardim da infância e daquelas que M S N P de todo o ensino de forma a S M N S NP E ainda não M SI EMo acessoPEe a perma- IN S Equadas em todos os anos iniciais; SI lograram esta possibilidade, PE EM EM PE IN EM IN organizado em b) reconhecer aM PE EM PE IN E importância da ressignificação PEnência em Pum ensino fundamental S E S M N S E EM N E SI N os das habilidades, NP saberes e relações que SI devam ser IN 09 anos. IUm período de transição para que PE sisEM PE M I S M S temas de ensino e Eas escolasEem face daIN E PE Slongo dos SIN intermediários; construídas ao anos S nova si- IN EM PE NP EM EM c) complementar e enriquecer Enos anos finais, tuação de ofertaNe duraçãoSIdo ensino fundamental S EM EM SI EM P PE M M PE PE IN a serem atendiP das características das crianças PEE IN as competências, osPconhecimentos e as atitudes ne- e, E EE E S EM N N S N SI SI EM EM SIdas, em especial, aquelas de seisNanos, elaborem NP PE cessárias à constituição de identidades afirmativas. I IN S S N SI PE PE M SI MA partir desse contexto, a proposta de imple- um novo projeto pedagógico. IN IN M EM EE S S E EE M EM Um projeto que preveja Euma reorganização de M mentação do M NP PE EE ensino requer, para um efetivo dimenPE NP SI variáveis Ique a envolvem, conhecimentos e saberes apropriadosEao desenvol-E EM N I sionamento de todas as M PE P N M S PE S P EE IN IN SI EE IN P S S N Pestudante em seu itinerário formativo S vimento do SI M uma análise das políticas afirmativas vigentes nos SIN N EM EM SI EE EM PE básico, em um “continuum” de 09 anos de aprendisistemas de ensino. Vale destacar, que M proposta a M M P E PE E E N E IN M EM SI EM PE NP PE zagens bem sucedidas, que lhe assegureEseu pleno SIN de Eimplementação da norma legal que estabelece SI EE P NP EM IN PE IN I S N S Se amplia em mais um ano de escolarização oINP desenvolvimento como criança e como Iadolescente. ensiPE IN S M EM Sa obri- Um período em que se faz S IN M E necessário discutir as PEE conS PE M M no fundamental incorpora, necessariamente, EE M NP E N E E etapa de ensino cepções pedagógicasEque permeiam as escolasN P M gatoriedade da Imatrícula nessa SI SI N EM SI atenEM PE PE PE S seis anosNde idade completos ou M tando especialmenteEpara criar uma cultura que conE P PE IN PE IN I de crianças com E S S N N S M IN M SI SI EM NP ceba a criança como um ser S completo. PEE a conforme decisão dos respectivos IsisEE completarM S E PE P E M N EM É um momento de desafio paraIN a escola, N agregação ao ensiS que SI SI temas. IPortanto, pressupõe a EEM M EM NP EE PE M tra- INvalendo-se Eda autonomia prevista em lei, elabore P S EM E no fundamental de P uma população escolar que, EE P IN NP IN M PE da edu- S um projeto pedagógico que contemple a concepção NPE S N M E SI dicionalmente, freqüentava Sa última etapa EM N I SI EE PE SI EM infantil. PE 6 anos, S M E de infância, especificamenteIN criançaIN da de cação M E S S EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE E I M N S EM P I PE P S IN E M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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M EM EE EM PE social e Ehistórico. M M M enquanto sujeito pedagógica apropriada ao atendimento de criançasINP IN M M EE M EE EE NP S EE EE Enfim, S um período que sugere a necessidaé deEM anos dePidade já matriculadas PEE ensino funseis no SI N NP NP P P I I I E S S de de se cuidar para que a expansão do ensino fun- damental, observadas IN Diretrizes Curriculares N S N P M S as SI EM SI EM IN EE EM PE PE damental, organizado em 09 anos, não se reduza S Nacionais da Educação Infantil e do EnsinoNP FundaM M M N E E PE I IN M EM SI apenas à criação de um PEE a mais, Ecom as mesano mental Ee as normas estabelecidas pelosS próprios S P PE IN M EM EE S N E PE NP IN SI mas características da Sprimeira série do ensino E funsistemas de ensino para cada uma das etapas da NP SI EM IN SI EM NP EMdamentalM matriz curricular organizada em I08 sé- educação básica. S E PE S S E de PE IN N NP ries, nem à simples transposição dos objetivos e EEM · Garantia de infra-estrutura Sque disponibilize PE EM M SI EM SI N P E M M PE EE EM SI concepções da Púltima etapa da educação infantil.N espaços físicos, equipamentos e materiais didáti- PEE EE IN M SI PE NP IN S I E M S N EM NP principais razões que justificos, S acervo bibliográfico ePE mobiliário EcompatívelSIN M SI SI EEsta é, aliás, uma dasM P N EM E atendidos no SI PE cam o período de transição, que pode se tornar um com as características dos alunosSIN M E PE IN momentoMhistóricoNimportante Epara análisePE di- EE M M E S EM N das E P ensino fundamental de 9 anos, inclusive adequaSI SI EM EM NP concepções que tratam da pedagogia daSIN dos às crianças de seis anos; M PE PE PE ferentes SI E PE PE IN IN IN M S S N S E PE M M criança, do adolescente, do jovem eEdo adulto. · Garantia de IN S equipamentos adequados para o SI IN EE M E S redimensionamento daEE edudesenvolvimento da informática educativa. EM Por outro lado, o M NP M EM NP SI PE cação infantil deverá EE EM SI EM NP pro- PEE · Ampliação e formação contínua dos profisPE P garantir a continuidade do E I EM M N I P S N N E PE I I de uma etapa para outra sem IN sionais em educação,Eem especial dos professores S PE N S S cessoMpedagógico IN S E M SI IN NP M EE e supervisão do Poder que irão atuar nosSIanos iniciais, observadoSo novo S PE rupturas, cabendo orientação E P M N M M E N E E M SI EM Público tanto nas escolas diretasINP seu sistema de paradigma proposto para o Eensino fundamental de SI EM P PE M EE M PE S de que o P N E PE IN EE N anos de duração,SIenvidandoNesforços para M como nas instituições privadas a fim E I Ncuida- nove S P I E P S EM M SI IN PE do e a educação das criançasEM seis anos S dêem universalizar a formação em nível superior, para os IN PE de se EE S S N N M M M SI NP SI PE respeitando este tempo singular das crianças. M EE M EE EE profissionais que atuam na educação básica. SI E E P P P IN S N N N PE ·EM Redimensionamento progressivo EEM rede físi- M da PE SI SI O entendimento da infância como uma categoSI E PE IN IN implica no tra- caNpública em função das Scaracterísticas e das exiM S ria social, E historicamente construída, NP PE I I M E S S N E PE M SI demandadas pelo processo EM EM tamentoPdo espaço Eda escola como parte importan- gências pedagógicas M P IN EE IN S S M N E PE PE te do processo de formação Edas crianças. Por isso,EM educacional da criança e do adolescente, com funNP SI PE IN IN EM SI E PE EM S S N M ele precisa ser pensado eNorganizado no sentidoNP de cionamento em dois turnos diurnos e um Enoturno. EM PE SI SI EE possibilitar o desenvolvimento da alegria,I da NP IN de procedimentosE M S EM Plhes S E M · Necessidade da adoção SI E NP N E PE SI SI ludicidade, da sensibilidade, daNcapacidade de ob- adequadosEEM ingressantes do ensino fundamenNP PE a M E M SI EM N EM P M SI EE PE servar e de vivenciar experiências interativas. Da SI tal sem escolarização anterior, Pde forma a M potenPE PE IN EE M S N E N E IN M IN NP mesma forma,S é precisoEEM retomar a discussão em SI cializar o aproveitamento deSsuas experiências e SI PE PE M EE SI N EE torno do currículo paraINP superar a visão de quePeste seuEM desenvolvimento físico, sóciocognitivo, psicoSI NP M E SI seria umaEM S EM EM Econteúdos,IN não lógico e afetivo. E relação de matérias ou S e E NP EM PE PE PE P I M N PE PE comoSalgo dinâmico, flexível, SIN se transforma em S que · Ampliação, paraNalém dasPEE quatro horas diáIN M EM SI SI N N M EE SI PE SI N vivências e práticas pedagógicas cotidianas. EE S NP EM rias, do tempo deEpermanênciaIdo estudante na esIN M S M São considerações,Mpor outroINP EM E PE P S lado, queNvão cola, com vistasEao desenvolvimento de atividadesM EE PE PE I in- voltadas ao convívio social, ao atendimento às difiEM M EE P desenhando a necessidade da continuidade S N no M N E N SI EE IN SI S NP EE por parteI do Poder Público na forma- INP P S vestimento M PE P culdades específicas da aprendizagem, às artes,Iaos S IN M EE IN INprofissional em educação, para que se pos- S esportes, M às novas Stecnologias. S S Ee M M ção do EE NP EE PE EE EM SI EM NP P sa, de fato, transformar a escola e garantir a inclu·N EM SI NP E das EM PE SIAdequação M normas regimentais, com vis-EM IN SI PE são social S todas as crianças e adolescentes, de tas a atender NPE o redimensionamento doNensino funI PE N S PE EM N M SI SI nove anos; SI jovens e adultos. PE IN EM damental para E SI M M S PE PE IN M EE EE S · Estimulação dePformação de equipes estáveis N N M EE M EM SI SI de professores e, sempre que possível, com a ma- EEM N NP EE SI SI IV - Recomendações para o PEE NP PE EM P P I M M PE IN IN M períodoE de transição: nutenção do mesmo docente S longo dos anos des- IN ao E E S S S E N P I M PE N EM PE tinados ao processo de alfabetização S letramento. e EE S SI EM IN M PE IN M · NosINP S S EE A efetiva implementação EM ensino fundamen- EE do casos de NPE transferência, nos termos da IN S S EM PE NP SI NP Indicação CME nº 04/97, garantia de um processo EEM tal EEM nove anos pressupõe: de EM M SI PE IN SI E P S N EE e entre os di- N EM NP · Reorganização pedagógica INP readequação natural e harmonioso mediante ajustesM SI S SI EMpedagógicos, levando-se em con- I NP PE S curricular de todo o paradigma do ensino fundamenferentes projetos SI EE N EM PE M SI PE PE M IN dos fatores idade/ano/série, as exEE NP M proposta sideração, S além EM tal, sobretudo comPvistas à elaboração deIN EM SI IN EE M EE N S S E PE PE M SI NP NP PE IN IN M M EE SI SI S S N M EE EE SI EM NP M EE SI NP NP E PE P M I I M M S S N N E PE EE EE SI SI N PE IN LEGISLAÇÃO – CONCURSO 2011INP– SINPEEM NP APOSTILA DEEEM SI S N SI EM S SI EM PE EM NP EM PE SI EM IN PE PE IN S S EM PE IN IN EM E

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EM EM EM PE EM PE M N N PE PE periências e desenvolvimento dos estudantes. M EE SI SI anuais, em Pperíodos semestrais, em ciIN EE em sériesSIN S N P EM M M SI IN clos, alternância regular de períodos de estudos, gruPE M EE EE E P EM N P M nove anos S pos não seriados com base na idade, naEM competênEM PE IN V - O ensino fundamental de SI PE M IN E S S IN P cia P em outrosE critérios, ou por formasEdiversas de e IN M E S N E S N P M SI SI PE P9 A organizaçãoM ensino fundamental de E anos, do organização,Nocorrerá na seguinte conformidade: M EE SI EM E P IN IN S S N EM EE PE PE M M EM SI PE IN IN EE M NP EE PE S S N P SI M N EE NP SI EM IN SI EE EM SI SFAIXA ETÁRIA PREVISTA NP ETAPA DE ENSINO DURAÇÃO NPE P E I M S E N M M NP SI SI N PE M EE M SI EM EE SI E E Peducação infantil E P IN M até 5 anos deEidade E P S N N P EE SI M IN SI EM NP EM IN creche SI EE EM NPaté 3 anosSde idade S PE PE SI 4 e 5 anos de idade EM PE pré-escola SIN IN NP S N PE SI EM EM M SI EM IN PE PE M EE E S E EM P N N M 9 anos M M ensino fundamental IN atéINP anos deSIidade 14 SI PE PE M EE EE EE S N S N EE anosNP iniciais de 6 a 10 anos de idade EEM 5 anos SI NP NP SI SI SI SI finais M NP EM de idade M I anos de anos 4Sanos M 11 a 14 PE NP E SI EM EE M PE IN M M EM E P E S N EE EE PE IN PE SI EM NP P P S M N N NP SI PE IN IN SI SI EE EM SI S S N P M PE SI VIIIN Conclusão VI - Considerações EM finais EE M EM SIN P M M S M EM PE PE IN EE M EE EE PE N S N M N EE SI NP SI NP NP Conselho Pleno, a presenO advento da Emenda Constitucional nºEEM em 53, SI EE À consideração doINP SI SI SI P P M alterando a idade prevista paraNo atendi- INte proposta de Indicação, que define as diretrizes S EM 20/12/06, E M EM SI EM PEna educação infantil até os cinco anos de ida- S para a implantação do ensino fundamental de nove NPE M E EE mento N EM EM PE EE SI SImediante Ia Pnova redação dada ao inciso IV M N PE MunicípioEM São Paulo. NP PE M IN I E de de, S E Edo anosNno S S N E SI NP SI PE SI NP EM EMartigo 208 da Constituição Federal de 1988, IencerIN M S S M EM PE PE rou eventuais dúvidas que pudessem existirSquanto EM VIII - Decisão da M Câmara dePEE EE PE IN IN M E E S S N N E Educação Básica à aplicabilidade Ida Lei Federal nº 11.114/05, reme- P NP M PE EM SI SI EM PE IN S EE IN PE S tendo-nos à revisão da presente Indicação. PE P IN S M N S N EM M M Considera-se necessário que,IN período de SI S A Câmara de Educação Básica aprova a pre- I S no PE EE M M EE N E M EE NP M SI NP transição, o órgão administrativo do sistema enca- sente proposta de Indicação, que fundamenta a aneEM PE EE SI M NP SI minheSIa este Colegiado, anualmente, até I30 de no- PExa Deliberação. EE EM N P E S EM IN PE PE IN NP M S M N N E Antonia Sarah Aziz PE SI das providências adotadas a fimS Presentes os Conselheiros: vembro, Relatório SI EE SI EM PE IN EM Rocha, Hilda Martins Ferreira Piaulino, João Gual- S de garantir a efetiva implantação doEEM ensino de nove NP IN M I M E S EM E S E EE EM NP EM berto de Carvalho Meneses, Marcos Mendonça, Rui o NP anos até PE ano de 2010. E SI NP N SI NP PE Pelissoni. EM PE SI SI EM EM SILopes Teixeira e Waldecir Navarrete NP PE IN IN E S S SI PE M SalaP da Câmara de Educação Básica, IN 27 S em M IN IN M EM EE S S E EE EM M de novembro de 2006, com revisão em 13/09/2007. M EM NP PE EE PE NP SI EM I EE M PE P IN N M S S PE EE IN IN SI NP EE S S N SI M NP SI NP EM M SI EM EE SI M PE EE PE EM EM NP N EE IN Anotações SI M EM EM PE NP PE SI SI EE PE NP EM IN PE IN S N S SI N PE NP SI SI EM SI EM IN M E S PE PE M M EE M NP E N E E P N SI SI EM N EM SI EM PE PE PE SI EM PE PE IN PE IN IN S S N N S N PE M SI SI EM EM SI IN M EE S E PE PE P N M N EM N M PE M SI SI SI M EE PE EE IN M EE P P S EM N E EE P IN SI NP IN M PE PE S N M S E SI N EM N SI EE PE SI SI EM PE M E M IN N E S SI EM EE EM NP PE M SI EM PE EM PE IN NP EE S EM P IN PE PE SI IN EM M S S IN PE IN IN PE M EE S S S N E N M M SI NP SI PE M EE EE M SI N M EE EE APOSTILAPDE LEGISLAÇÃONP – CONCURSOEEM 2011 – M SINPEEM EM N EE SI SI EM NP E PE NP SI EM NP SI NP PE PE IN S SI N N SI N PE M SI SI SI EM IN EE M E

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Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo Avenida Santos Dumont, 596, Ponte Pequena - CEP 01101-080 - São Paulo-SP Fone 3329-4500 – www.sinpeem.com.br – e-mail: sinpeem@sinpeem.com.br

DIRETORIA
Presidente .......................................................................................................................................... Claudio Fonseca Vice-presidente ...................................................................................................... Adelson Cavalcanti de Queiroz Secretário-geral .................................................................................................................... Cleiton Gomes da Silva Vice-secretário-geral ......................................................................................................... Antonio Bonfim Moreira Secretária de Finanças ................................................................................................................. Doroty Keiko Sato Vice-secretária de Finanças .............................................................................................. Cleide Filizzola da Silva Secretário de Administração e Patrimônio ...................................................................... Josafá Araújo de Souza Secretária de Imprensa e Comunicação ............................................ Mônica dos Santos Castellano Rodrigues Vice-secretária de Imprensa e Comunicação ................................................................ Patrícia Pimenta Furbino Secretária de Assuntos Jurídicos ....................................................................... Maria Cristina Augusto Martins Vice-secretária de Assuntos Jurídicos .............................................................................. Nilda Santana de Souza Secretária de Formação ............................................................................................................ Teresinha Chiappim Vice-secretária de Formação ............................................................................................... Sylvie Bonifácio Klein Secretário de Assuntos Educacionais e Culturais ................................................................ Eliazar Alves Varela Secretário de Política Sindical ........................................................................................ João Baptista Nazareth Jr. Secretária de Assuntos do Quadro de Apoio ...................................................................... Reni Oliveira Pereira Vice-secretário de Assuntos do Quadro de Apoio ...................................................... Tomaz Humberto Jabanj Secretária de Seguridade Social/Aposentados ................................................................... Myrtes Faria da Silva Secretária para Assuntos da Mulher Trabalhadora ....................................................... Lourdes Quadros Alves Secretário de Políticas Sociais ................................................................................ João Kleber de Santana Souza Secretário de Saúde e Segurança do Trabalhador .................................................. Floreal Marim Botias Júnior Secretário de Organização de Subsedes/Regional ...................................................... José Donizete Fernandes

DIRETORES REGIONAIS
Almir Bento de Freitas - Clarice Bonfim - Edivaldo dos Santos Nascimento Eduardo Terra Coelho - Fidelcino Rodrigues de Oliveira - Gicélia Santos Silva - Júlia Maia Lilian Maria Pacheco - Luzinete Josefa da Rocha - Marcelo Alves Nishikata Maria Hildete G. Nepomuceno Rezende - Miriam Halcsih Machado - Rogério Marcos de Melo

Jornalista responsável: Graça Donegati - Mtb 22.543 – Diagramação: José Antonio Alves

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