Redes Industriais

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Prof. Murilo muriloleme@uol.com.br Aulas: Terça-feira: 13:00 – 15:30 Permanência COELE: Terça: 15:50 – 16:30 / 20:20 – 21:10 Quinta: 13:50 – 15:30
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Ementa: Redes de chão de fábrica. Estrutura de redes industriais. Características dos principais modelos de redes industriais. Protocolos de comunicação de redes industriais. Tipos de redes existentes. Redes industriais de sensores. Redes industriais de dispositivos. Redes industriais de instrumentação. Gerenciamento e manutenção de redes industriais.
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Conteúdo • Histórico de redes industriais
• • • • • • • • • • - Histórico - Aplicações Ethernet em automação industrial - Protocolos Seriplex, Interbus-S, Interbus loop e CAN - Protocolos Hart , Wirelles Hart e Modbus - Tecnologia AS-i - Aspectos de instalações AS-i - Aspectos de Dimensionamento de rede AS-i - Tecnologia DeviceNet - Aspectos de instalações DeviceNet - Aspectos de dimensionamento de rede DeviceNet
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Conteúdo • Arquitetura PROFIBUS
• • • • • • • • • • • • • - Tecnologia Profibus - Níveis de comunicação (Profinet, PROFIBUS DP e PA) - Meio físico, cabeamento e instalações PROFIBUS DP e PA - Couplers, links, terminadores e repetidores - Número de dispositivos e limites de troncos e ramos - Fontes de alimentação e topologia de rede - Níveis de sinais e medições de redes H1 - Aspectos de redundância em redes PROFIBUS - Aspectos de segurança em redes e aplicações PROFIBUS - Blocos funcionais PA - Mestres classe 1 e 2 - Arquivos GSD - Aspectos de dimensionamento de redes PROFIBUS
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Conteúdo Arquitetura Fundation Fieldbus
• • • • • • • • • • • • • • - Tecnologia FF - Aspectos do protocolo FF - Camada física: HSE e H1 - Serviços da camada de enlace - Camada do usuário – blocos de funções - Aspectos de comunicação OPC – Supervisão - Meio físico, cabeamento e instalações FF - Fontes de alimentação e topologias de rede - Limitação de troncos, ramos e número de equipamentos H1 - Segurança intrínsica em aplicações FF - Níveis de sinais e medições de redes H1 - Blocos funcionais - Mecanismos de propagação de status e falha segura - Aspectos de dimensionamento de redes FF

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br www.sense.profibus.procentec.softing. Ricardo. /2011 .org. Sistemas de redes para controle e automação.net www.iebmedia.com • • • • • • • Fabricantes: www. c2000.encoderonline.br www.com www.com • Artigos e matérias técnicas durante o semestre.• • • • • • Bibliografia ALDABÓ.com www. Rio de Janeiro: Book Express.as-interface.smar. www.br www.com.com.fieldbus.org www. Redes Industriais 1 Sem.siemens.com www.

Avaliação 2 Provas individuais – 60% da nota final. Exercícios ou atividades individuais ao final da aula para entrega na aula seguinte – 10% da nota final. /2011 Redes Industriais . 1 Sem. Trabalhos individuais ou em grupo de até 3 alunos – 30% da nota final.

/2011 Redes Industriais .Informações importantes • • • • Horário Notebook Celular Material 1 Sem.

0 • Não há exame final! 1 Sem.Previsão de provas: • 03/05 – Primeira prova • 28/06 – Segunda prova • 05/07 – Substitutiva • Nota para aprovação: 6. /2011 Redes Industriais .

• Perguntas? 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .Qual a finalidade de uma rede industrial? 1 Sem.

Redes Industriais: Introdução • • • 1768 – James Watt – Máquina a vapor 1878 – James Maxwell – Teoria / Controlador de Watt 1930 – Harry Nyquist – Teorias em Controle Automático 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

1820 . sobretudo munidos de sistemas hidráulicos e pneumáticos passaram a ser aplicados nas linhas de produção.67 horas por semana.80 horas por semana.Neste período alguns artefatos mecânicos. reduzindo os esforços dos operadores e aumentando a precisão no controle dos processos e equipamentos. /2011 Redes Industriais . Horas de Trabalho . 1860 .Fábricas: 1780 .53 horas por semana 1 Sem.

sobretudo das técnicas desenvolvidas e aplicadas por Henry Ford nos Estados Unidos. /2011 Redes Industriais .Já no século XX. houve o início da produção em série. 1 Sem.

Com a evolução do controle alguns processos passaram a ser realizados através de gigantescos e elaborados circuitos lógicos controlados por dispositivos eletromagnéticos. Os sistemas controlados por lógicas de relés trouxeram grande avanço na automação de processos produtivos dos automóveis Entretanto havia alguns inconvenientes: 1 Sem. originando o que conhecemos como lógica de relés. /2011 Redes Industriais .

o diagnóstico era muito demorado. – Na ocorrência de um defeito. por exemplo) era necessário sucatear todo o processo e começar a fazer tudo do zero o que custava meses de trabalho. – Quando era necessário mudar o comportamento do sistema (devido à mudança no modelo de carro produzido. – A capacidade de trabalho com variáveis analógicas era muito limitada.– O espaço ocupado era imenso. O pessoal da manutenção poderia levar dias para encontrar uma bobina queimada ou um contato defeituoso dentro do circuito. /2011 Redes Industriais . 1 Sem.

/2011 Redes Industriais .• Painel de relés de controle de elevadores: 1 Sem.

com isso. – Em 1947. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . o conceito de distribuição de salas de controle começa a ser difundido. John Barden e Walter Brattain desenvolvem o transistor. a indústria começa a trabalhar com equipamentos de controle e comando numérico.• A eletrônica e os processadores: – Com o advento da eletrônica e o aperfeiçoamento das técnicas e sistemas de medição & controle durante a década de 50. Willian Shockley.

• A partir de 1961 surgem os primeiros computadores que começaram a ser utilizados na indústria dando origem aos primeiros robôs industriais. 1 Sem. sinalizar defeitos e até gerar relatórios operacionais. • Os computadores podiam tomar decisões de controle de uma máquina como ligá-la. desligá-la. /2011 Redes Industriais . movimentá-la.

1 Sem. CLP Controlador Lógico Programável.• Dentro deste conceito. surgiram microcomputadores desenvolvidos especialmente para efetuar operações e controles lógicos sobre os equipamentos com possibilidade de reprogramação de suas funções. • Este equipamento especial foi chamado de PLC (Programmable Logic Controller) ou em português. /2011 Redes Industriais .

refrigerados e/ou reagidos. e também das tubulações em que esses materiais fluem. 1 Sem.Processos Industriais – Controle Contínuo • Uma planta pode ser imaginada como uma coleção de tanques em que os materiais são aquecidos. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .Controle Automático de Processos 1 Sem.

IMPORTANTE: As redes industriais são fundamentais para processos contínuos ou em batelada. pois o processo produtivo é diferente da industria de manufatura. /2011 Redes Industriais . 1 Sem.

3 – Transmissores. 5 – Registradores. Memória. 7 – Elementos Finais de Controle. 6 – Controladores. 8 – Sistema de Alarme e Segurança 1 Sem.Definições em Controle Uma Malha de controle é Composta por 8 módulos distintos: 1 – Elementos Primários. Conversores. 2 – Indicadores Analógicos. Interfaces. /2011 Redes Industriais . Digitais e Vídeo. Transdutores. 4 – Linha de Transmissão.

Transmissores Inteligentes TRANSMISSOR A 2 FIOS . Alimentação (110 vac) Saída digital Saída 4 a 20 mA 1 Sem.Alimentação (24 Vdc) e comunicação (4 a 20 mA) no mesmo par de fios.Alimentação e comunicação independentes. TRANSMISSOR A 4 FIOS . /2011 Redes Industriais .

1 Sem. /2011 Redes Industriais .IMPORTANTE: Transmissores a 2 e 4 fios são mais antigos e mais caros. Seu princípio de funcionamento é analógico e sofre interferência eletromagnética.

/2011 Redes Industriais .Controladores Analógicos – CD600 Smar 1 Sem.

/2011 PT101 FCV101 DPT102 PT102 FCV102 Redes Industriais .DCS Tradicional DCS E/S Rede Local 4 .20 mA CAMPO DPT101 1 Sem.

1 Sem. /2011 Redes Industriais . ou seja. telemetria.IMPORTANTE: DSC: Sistema de controle digital distribuído Os protocolos de E/S são proprietários Centraliza-se as informações dos controladores somente.

/2011 Redes Industriais .Segmentos de Mercado 1 Sem.

Redes de Comunicação Digital Supervisão Banco de Dados A outros níveis REDE DE GERENCIAMENTO Rede de Planta Rede de Controle REDE DE CONTROLE Rede de Campo 1 Sem. /2011 Redes Industriais REDE DE CAMPO .

Salas de Controle atuais

Rede em Fibra Ótica Redundante

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Conceitos em Redes Industriais
• A automação industrial vem há vários anos tentando substituir o velho padrão de corrente 4-20mA, por um sistema de comunicação serial (digital); • As redes industriais apresentam como grande vantagem a redução significativa de cabos de controle e seus acessórios (bandejamento, leitos, eletrodutos, conectores, painéis, etc) que interligam os elementos de campo ao sistema controlador; • A redução também é muito significativa no projeto e na instalação, pois com menos cabos, diminui-se o tempo de projeto e dos detalhes de encaminhamento dos cabos.
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Conceitos em Redes Industriais
• Na instalação inicial o tempo também é reduzido na mesma proporção, pois menos cabos serão lançados e painéis de rearranjo não serão mais necessários e menos conexões serão realizadas; • Do ponto de vista da manutenção, ganha-se à medida que o sistema fornece mais informações de status e diagnósticos, mas por outro lado requer-se pessoal mais qualificado e treinado para compreender e utilizar os recursos disponíveis.

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• Existe também uma tendência de todos os dispositivos serem inteligentes e poderem se comunicar com a rede, principalmente devido a crescente redução dos custos dos componentes microcontrolados; • Por outro lado nem sempre há distribuição total da inteligência nos elementos básicos tais como: sensores, chaves, sinaleiros, relés, etc; • Pode-se ainda optar por módulos E/S inteligentes que concentram as informações de vários elementos básicos principalmente de E/S digitais reduzindo o tráfico na rede.
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Tradicional:
Cada dispositivo é conectado individualmente ao controlador
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Tendência:
Dispositivos ligados em rede com o controlador

Conceitos em Redes Industriais
• Requisitos de comunicação fabril: - Compartilhamento de recursos; - Gerenciamento da heterogeneidade; - Gerenciamento de diferentes tipos de diálogo; - Garantia de tempo de resposta médio ou máximo; - Confiabilidade dos equipamentos e da informação; - Conectividade e interoperabilidade; - Evolução (update/upgrade) e Flexibilidade.
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topologias e protocolos apropriados para redes de comunicação industrial. • Redes de difusão: possibilidade de descentralização da comunicação. 1 Sem.• É necessário definir arquiteturas. /2011 Redes Industriais . • Redes do tipo ponto-a-ponto: centralização das funções de comunicação.

• Idéia atual: não existe uma rede única que atende as necessidades de todas as atividades existentes em uma fábrica. • Nas empresas modernas temos grande quantidade de computadores operando em diferentes setores. 1 Sem. /2011 Redes Industriais .Conceitos em Redes Industriais • Idéia do final dos anos 70 e início 80: rede única para toda a fábrica.

1 Sem. – Vantagens gerais de sistemas distribuídos e downsizing atendidos. permitindo: – Possibilidade de compartilhar recursos. /2011 Redes Industriais . • Redes são muito importantes para a realização da filosofia CIM (Computer Integrated Manufacturing). – Possibilidade de troca de dados entre máquinas de forma simples e confortável para o operador.• Operação do conjunto será mais eficiente se estes computadores forem interconectados.

Os Níveis Hierárquicos de Integração Fabril Administração Corporativa Planejamento (Factory) Enterprise Network Área (Shop) Célula (Cell) Ethernet Fieldbus. /2011 Redes Industriais . Profibus. DeviceNet Subsistema (Subsystem) Sensorbus Componente (Component) S A S A S A S A 1 Sem.

/2011 Redes Industriais .Características da comunicação em CIM Administração Corporativa Custo médio de uma estação Planejamento Tempo Vida útil e tamanho médio dos dados ocioso entre transmissões Área Célula Unidade (subsistema) Número de estações / segmento Hostilidade do meio Tráfego médio Pacotes / seg. Componente 1 Sem.

Ambiente industrial tem características e necessidades que tornam redes para automação de escritórios mal adaptadas: Ambiente hostil para operação dos equipamentos (perturbações eletromagnéticas. Redes Industriais - 1 Sem. entre um operador e o equipamento. às vezes. elevadas temperaturas. Troca de informações se dá entre equipamentos e. Grande quantidade de equipamentos podem estar conectados à rede acarretando alto custo de interconexão (críticidade). etc. /2011 . sujeira.). Tempos de resposta críticos.Conceitos em Redes Industriais • • Maioria das redes de comunicação existentes foram concebidas para automação de escritórios. Segurança dos dados crítica. áreas de segurança intrínseca.

Tipo de Mensagens e Volume de Informações.Características e Requisitos Básicos das Redes Industriais 1 .Requisitos do Meio Ambiente: . 2 – Confiabilidade. 1 Sem. /2011 Redes Industriais .Segurança Instrínsica 4 .Comportamento Temporal .Sistemas em Tempo Real. 5 – Conectividade / Interoperabilidade (Padronização).Meios de Transmissão. 3 . .

– Aperiódicas: tem que ser enviadas a qualquer momento. Ex. 1 Sem.: alarmes em caso de falhas. Ex.: mensagens ligadas a malhas de controle.Comportamento Temporal • • • Aplicações Industriais freqüentemente requerem sistemas de controle e supervisão com características em Tempo-Real. – Esporádicas: mensagens sem período fixo. é importante poder determinar o comportamento temporal do sistema de comunicação. Mensagens em STR podem ter restrições temporais: – Periódicas: tem que ser enviadas em intervalos conhecidos e fixos de tempo. /2011 Redes Industriais .: pedidos de status. Em aplicações em tempo real.1. mas que tem intervalo de tempo mínimo entre duas emissões consecutivas. pedidos de emissão de relatórios. Ex. sem período nem previsão.

. oriundos do ambiente dentro de intervalos de tempo impostos pelo próprio ambiente. A correção não depende somente dos resultados lógicos obtidos.Sistemas em Tempo-Real INTERFACE Sistema de Controle ATUADOR resposta estímulo SENSOR Sistema a Controlar (Ambiente) • Um STR é um sistema computacional que deve reagir a estímulos (físicos ou lógicos). Redes Industriais • • 1 Sem. A aplicação de modelos e padrões se fará necessária para a garantia do determinismo no controle de processos. /2011 . mas também do instante no qual são produzidos.

Arquitetura para Sistemas Tempo-Real 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

A Problemática da Comunicação em Tempo-Real M1 DL = 10 End. 01 M2 DL = 15 End. 04 M5 DL = 5 End. • Problema de comunicação tempo real: como definir concessão do direitos de acesso ao meio de forma a garantir que todas as mensagens sejam entregues antes de seu deadline ? 1 Sem. /2011 Redes Industriais . 02 M3 DL = 50 End. 05 • Mensagens pendentes em cada estação devem ser entregues a seu destino antes de um prazo limite (deadline) associado. 03 M4 DL = 25 End.

1 Sem. • O protocolo MAC deve atender mensagens periódicas com a maior eficiência possível. respeitando seus deadlines. /2011 Redes Industriais . permitir escalonamento ótimo global de mensagens.Comunicação em Tempo-Real • O protocolo MAC precisa garantir rápido acesso ao barramento para mensagens esporádicas de alta prioridade. • O MAC deve ter comportamento determinista e. idealmente. • O LLC (Controle Lógico de Enlace) deve escalonar mensagens locais pendentes por deadline ou prioridade associada.

/2011 Redes Industriais .Arquitetura do software de rede para Comunicação em Tempo Real Software Aplicativo AP AP Camada de Aplicação Controle Lógico de enlace (LLC) Controle de Acesso ao Meio (MAC) Camada Física 1 Sem.

Classificação dos Protocolos MAC • Alocação fixa: alocam o meio às estações por determinados intervalos de tempo. ocorre uma colisão e as estações envolvidas tem que transmitir suas mensagens após a resolução do conflito resultante (protocolos de contenção).: TDMA = Time Division Multiple Access).: CSMA = Carrier Sense Multiple Access). Em caso de envio simultâneo por mais de uma estação. • Alocação aleatória: permitem acesso aleatório das estações ao meio (ex. independentemente de haver ou não necessidade de acesso (ex. /2011 Redes Industriais . 1 Sem.

que é entregue às estações segundo alguma seqüência predefinida (ex.: Token-Passing. 1 Sem.: CRMA = Cyclic Reservation Multiple Access). as estações tem que reservar banda com antecedência. • Híbridos: consistem de 2 ou mais das categorias anteriores.Classificação dos Protocolos MAC • Alocação controlada: cada estação tem direito de acesso apenas quando de posse de uma permissão. /2011 Redes Industriais . enviando pedidos a uma estação controladora durante um intervalo de tempo pré-destinado e este fim (ex. Master-Slaves). • Alocação por reserva: para poder usar o meio.

/2011 Redes Industriais .Classificação dos Protocolos MAC • Classificação com relação ao comportamento temporal: – protocolos deterministas: caracterizados pela possibilidade de definir um tempo limite para a entrega de uma dada mensagem (mesmo que somente em pior caso). – protocolos não deterministas: tempo de entrega não determinável (aleatório ou probabilístico). 1 Sem.

CSMA = Carrier Sense Multiple Access (Acesso Múltiplo por Detecção de portadora) : baseia-se no conceito de escuta do meio de transmissão para a seleção do direito de acesso a este. p-persistente e não persistente . envia quadro com probabilidade “p”. Caso particular: p=1. /2011 Redes Industriais . estação espera um período de tempo aleatório e escuta o canal novamente.CSMA não persistente: idem anterior. aguarda na escuta até que o meio esteja livre. Senão. mas se canal ocupado.CSMA p-persistente: estação que quer enviar dados escuta meio. Se canal livre.Protocolos MAC não deterministas • CSMA 1-persistente. 1 Sem. . .

/2011 Redes Industriais tempo .CSMA persistente e não persistente • CSMA 1-persistente: faz melhor uso da banda. np P-p 1-p 1 Sem. mas tem menor probabilidade de gerar colisões • CSMA p-persistente (p<1): compromisso entre as soluções anteriores. mas tem grande chance de gerar colisões • CSMA não persistente: faz pior uso da banda.

emissor receptor 1 Sem.O protocolo CSMA/CD • CSMA/CD = Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection: . .Se mais de uma estação está pronta para emitir uma mensagem com o meio livre. gera-se uma colisão. reiniciando-a após um tempo aleatório => improvável ocorrência de nova colisão. /2011 emissor Redes Industriais emissor .A primeira estação que detectar a colisão interrompe a transmissão.

• Não se sabe de antemão: – se haverá colisões. – quantas colisões seguidas podem ocorrer. 1 Sem. – o tempo (aleatório) de espera em caso de colisão. /2011 Redes Industriais . • Tempo de espera é randomizado segundo algoritmo BEB (Binary Exponential Backoff).O protocolo CSMA/CD • Métodos de acesso CSMA convencionais: tempo de reação não pode ser exatamente determinado (não determinismo).

CSMA/CD Probabilidade de colisão 1 Sem. /2011 Redes Industriais Tráfego x número estações .

árbitro de barramento).Podem ser classificados em: . .Métodos de acesso deterministas: tem tempo de resposta limitado e determinável (ao menos pior caso).Métodos com comando distribuído (ex.Protocolos MAC Deterministas . .Métodos com comando centralizado (ex.: TokenPassing. /2011 Redes Industriais . variantes deterministas do CSMA).: MestreEscravos. 1 Sem.

Comando Centralizado: Mestre-escravos escravo escravo escravo escravo 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

Comando Distribuído: Token-bus receptor ficha 1 Sem. /2011 emissor Redes Industriais .

Comando Distribuído: Token-Ring Estação TAP Interface p/ anel anel unidirecional Token 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

.Cada mensagem tem que ter prioridade diferente das demais.Estações enviam bit a bit um identificador da mensagem.Comando Distribuído: Forcing Headers . que define prioridade da mesma. 1 Sem. prioridade máxima. .Variante determinista de CSMA (CSMA/NBA = CSMA with Nondestructive Bitwise Arbitration).Se todos os bits do identificador são 0. . /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais . o restante da mensagem é enviado.Transmissão interrompida quando um 1 é enviado e ocorrer colisão (0 é lido).Comando Distribuído: Forcing Headers . . .Se o identificador é transmitido até o fim sem colisão.Camada física executa AND sobre cada bit enviado ao barramento (Collision Detection ativada ao enviar um 1 e desativada ao enviar um 0). 1 Sem.

Comando Distribuído: Forcing Headers 100 dados Header do frame Frame a enviar Nó 4 Nó 0 000 dados Nó 1 001 dados Nó 2 010 dados Nó 3 011 dados 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

após ter detectado que o espaço inter-frames não foi interrompido por um bit em 0. • O barramento só é considerado livre para o mesmo nó enviar nova mensagem. espaços entre quadros são preenchidos por um campo de bits em 1 inserido no final de cada quadro.Comando Distribuído: Forcing Headers • Para evitar o monopólio do meio pelo nó gerador de mensagem de alta prioridade. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . • A estação possuidora da mensagem de alta prioridade terá que esperar ao menos o envio de uma mensagem de prioridade menor para tomar o barramento para si novamente.

• A cada mensagem é associado um preâmbulo com comprimento diferente. 1 Sem. que é transmitido com CD desativada.Comando Distribuído: Comprimento De Preâmbulo • Variante determinista de CSMA/CD. existe outra mensagem mais prioritária sendo enviada e a estação fica a espera de meio livre. /2011 Redes Industriais . o CD é reativado. • Se há colisão. • Após o término de envio do preâmbulo.

Comando Distribuído: Comprimento De Preâmbulo Preâmbulo do frame Frame a enviar Nó 4 Nó 0 Nó 1 Nó 2 Nó 3 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .Comando Distribuído: Comprimento de Preâmbulo Mensagem do nó 4 Mensagem do nó 3 Mensagem do nó 2 Mensagem do nó 1 Mensagem do nó 0 Instantes de inicio de detecção de colisão em cada estação 1 Sem.

/2011 Redes Industriais . • O mecanismo utilizado é o Carrier Sense Multiple Access/Deterministic Collision Resolution (CSMA/DCR).Comando Distribuído: CSMA/DCR • Um dos requisitos de uma rede é a possibilidade de acesso múltiplo ao bus. o que resultaria numa mensagem inválida). 1 Sem. vários nós podem ler do bus ao mesmo tempo mas. ou seja. é preciso um mecanismo de prioridades. para evitar colisões (dois ou mais nós a enviar ao mesmo tempo uma mensagem diferente.

será lido do bus um bit recessivo. uma identidade que é atribuída pelo nó. • Cada nó lê do bus os bits enviados e compara seus valores. Caso o bit que o nó tenha tentado escrever seja recessivo (1). Quando o bus está em estado de espera (idle). /2011 Redes Industriais . vários nós podem iniciar as suas transmissões ao mesmo tempo. 1 Sem.Comando Distribuído: CSMA/DCR • Cada mensagem leva consigo um identificador. se e somente se. todos os nós que estão transmitindo naquele momento estiverem enviando um bit recessivo.

não destrutiva e sem atrasos ou retransmissões quem transmite ou não a mensagem. /2011 Redes Industriais . e assumindo que todos tentam enviar mensagens diferentes. n-1 nós vão desistir de transmitir a mensagem para que o nó restante possa transmitir a dele. • No funcionamento do algoritmo CSMA/DCR em que n nós tentam escrever no bus.Comando Distribuído: CSMA/DCR • Durante a transmissão do identificador da mensagem. o algoritmo CSMA/DCR decide de forma unívoca. 1 Sem.

/2011 Redes Industriais . • Com a utilização do algoritmo CSMA/DCR. os outros nós tentam novamente transmitir as suas mensagens. porque estas têm identificadores programáveis.Comando Distribuído: CSMA/DCR • Depois da transmissão da mensagem do nó que “ganhou” o bus. é possível estabelecer ordens de prioridade nas mensagens. • A figura a seguir mostra um exemplo de funcionamento do algoritmo CSMA/DCR. 1 Sem.

/2011 Redes Industriais .Comando Distribuído: CSMA/DCR 1 Sem.

o nó n também entende que enviou um bit recessivo mas leu um bit dominante. • No bit 7. • No bit 3. Também este nó desiste de transmitir a mensagem.n) que tentam enviar uma mensagem em certo momento. o nó 1 percebe que enviou um bit recessivo mas leu do bus um bit dominante e desiste de enviar a sua mensagem – fica em modo de escuta apenas.Comando Distribuído: CSMA/DCR • O caso descrito mostra três nós (1. /2011 Redes Industriais . 1 Sem.k. Desta forma. o nó k prevalece e transmite a sua mensagem.

Confiabilidade • Em aplicações industriais. • Recomenda-se usar cabos blindados em ambientes com fortes campos magnéticos. 1 Sem.2 . erro de 1 bit pode ter • Para aumentar confiabilidade. • Uso crescente de fibra óptica. • Em sistemas que necessitem de uma operação contínua. conseqüências desastrosas. pode ser utilizado um meio de transmissão e estações redundantes. /2011 Redes Industriais . enlace usa teste cíclico de redundância (CRC .Cyclic Redundancy Check) sobre quadros (técnica polinomial).

estações de solda. /2011 Distância Custos Redes Industriais Taxa de transmissão Sensibilidade à perturbações . etc.Requisitos do Meio Ambiente • Perturbações eletromagnéticas requerem escolha adequada do meio de transmissão. Par trançado (assíncrono) Par trançado (síncrono) Cabo coaxial Fibra Ótica 1 Sem. fontes chaveadas.3 . conversores estáticos. – Fontes: acionamentos de motores elétricos de grande porte.

.Conectores BNC fáceis de abrir.UTP (Unshielded Twisted Pair) CAT-5 / STP (Shielded Twisted Pair). . • Par trançado: . .Requer resistências terminais.Usualmente usado com HUB/Switcher .Atualmente solução mais usada para chão fábrica.Boas características elétricas.Meios De Transmissão • Cabo coaxial: . /2011 Redes Industriais . 1 Sem.

árvore. . 1 Sem. /2011 Redes Industriais . . estrela.Meios De Transmissão • Fibra Óptica: .Mais usado em topologias ponto a ponto: anel.Ótimo para rejeitar perturbações eletromagnéticas.Aplicações envolvendo HUB e Switch.Dificuldade de realizar topologia em barramento (bus): derivações ativas x passivas. .

. . estrela.Ótimo para rejeitar perturbações eletromagnéticas. .Meios De Transmissão • Fibra Óptica: .Aplicações envolvendo HUB e Switch. /2011 Redes Industriais .Mais usado em topologias ponto a ponto: anel. 1 Sem.Dificuldade de realizar topologia em barramento (bus): derivações ativas x passivas. árvore.

Potência. Indutância e nas características e Resistência dos Cabos. /2011 Redes Industriais .Áreas de Risco (Segurança Intrínsica) • Sujeitas a incêndio. • Modelo de Entidade baseado em valores (cálculo) de Tensão. 1 Sem. Corrente. • Não pode haver faiscamento. explosão. • Presença de líquidos ou gases inflamáveis/explosivos. Capacitância. • Freqüência de sinais elétricos limitada.

Áreas de Risco (Segurança Intrínsica) • Modelo FISCO (Fieldbus Intrinsically Safe Concept): desenvolvido na Alemanha pelo PTB (Physikalisch Technische Bundesanstalt). /2011 Redes Industriais . 1 Sem. • Reconhecido mundialmente como modelo básico para operação de redes em áreas de risco de explosão ou incêndio.

– Cada dispositivo de campo consome uma corrente constante de pelo menos 10 mA e que alimenta o dispositivo. 1 Sem. – Os dispositivos de campo funcionam como uma carga passiva de corrente. – Existe uma terminação passiva em ambos os extremos da rede. – Não se alimenta o barramento enquanto uma estação está enviando.Áreas de Risco (Segurança Intrínsica) • Princípios de transmissão segundo modelo FISCO: – Cada segmento possui uma única fonte de alimentação. – Topologias permitidas: linear. /2011 Redes Industriais . em árvore e em estrela.

– Taxa de transmissão: 31. – Alimentação remota: opcional. /2011 Redes Industriais . – Classes de proteção contra explosão: Intrinsically safe (EEx ia/ib) e encapsulation (EEx d/m/p/q).Áreas de Risco (Segurança Intrínsica) • Norma IEC 1158-2 para camada física: – Transmissão de dados: digital. 1 Sem. bit . – Numero de estações: até 32 estações por segmento. modo voltagem. via linhas de dados. – Topologias: linha e árvore ou uma combinação. – Cabo: STP com 2 fios. máximo de 126 com 4 repetidores.síncrona.25 kbit/s. Manchester.

alterar o estado de um atuador = 8 Bytes . tempo de entrega conhecido. .verificar o estado de uma chave ou relê = 1 bit . . até min. taxa de ocupação do barramento elevada (grande número de pequenos pacotes a serem transmitidos).Tipo de Mensagens e Volume de Informações • Níveis hierárquicos superiores: . . . . • Aplicações mais próximas ao processo: mensagens curtas: . • Requisitos: taxa de transmissão de dados não muito elevada.mensagens grandes (KByte). /2011 .).ligar ou desligar uma unidade = 1 bit . Redes Industriais 1 Sem.longos intervalos entre transmissões.fazer leitura de um sensor / medidor = 8 Bytes .podem ter tempos de transmissão longos (seg.

• Já existem diversas redes proprietárias para ambiente fabril. mas não permitem a interligação de equipamentos de outros fabricantes. • Grandes esforços tem sido despendidos para solucionar estes problemas (padronização de projetos).Conectividade / Interoperabilidade (Padronização) • Verifica-se a necessidade de uma especificação de redes locais para aplicações industriais diferente daquela adotada em automação de escritório. • Maior entrave à conectividade e interoperabilidade: não padronização das interfaces e protocolos de comunicação. /2011 Redes Industriais . 1 Sem.

Redes Industriais Aula 2 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais . e o uso de microprocessadores implementando os chamados protocolos de comunicação de redes. 1 Sem. • Nos anos 80 surgiu a transmissão digital de dados.Protocolos Industriais • Durante a década de 50 foram introduzidos os conceitos de transmissão de dados ou informações representadas por sinais analógicos de 4-20mA que passaram a emular os sinais 3-15psi em uso.

diagnóstico dos dispositivos. • Alem disso. as redes de automação são largamente utilizadas. essas redes possibilitam a integração de equipamentos de vários fabricantes distintos. Tais sistemas dizem-se abertos. flexibilidade na configuração da rede e. e são uma tendência em todas as áreas da tecnologia devido a sua flexibilidade e capacidade de expansão. devido a seu grande avanço tecnológico. por usarem protocolos de comunicação digitais padronizados. principalmente. facilidade na manutenção. /2011 .Protocolos Industriais • Atualmente. Redes Industriais 1 Sem. apresentando vantagens em relação a sistema convencionais de cabeamento: diminuição da afiação.

• Os equipamentos deste tipo de rede necessitam de comunicação rápida em níveis discretos e são tipicamente sensores e atuadores de baixo custo. AS-i e INTERBUS Loop. sendo sua principal preocupação manter os custos de conexão tão baixos quanto for possível. • Estas redes não almejam cobrir grandes distâncias. • Exemplos típicos de rede sensorbus incluem Seriplex. /2011 Redes Industriais .Categorias dos Protocolos de Campo • Nível Baixo: conecta equipamentos simples e pequenos diretamente à rede. 1 Sem.

Modbus e INTERBUS-S. • Esta rede tem os mesmos requisitos de transferência rápida de dados da rede de sensorbus. PROFIBUS-DP. LONWorks. alguns dados analógicos ou uma mistura de ambos. 1 Sem. algumas destas redes permitem a transferência de seis blocos em uma menor prioridade comparados aos dados no formato de bytes. • Os equipamentos conectados a esta rede terão mais pontos discretos. /2011 Redes Industriais . DeviceNet. • Além disso. • Alguns exemplos de redes deste tipo são CAN. mas consegue gerenciar mais equipamentos e dados.Categorias dos Protocolos de Campo • Nível Médio: Pode cobrir distâncias de até 500 m.

mas a rede deve ser capaz de comunicar-se por vários tipos de dados (discreto. Foundation Fieldbus e PROFIBUS-PA. • Os equipamentos acoplados à rede possuem inteligência para desempenhar funções específicas de controle tais como loops PID. analógico. controle de fluxo de informações e processos. Wireless HART. a rede se interliga aos equipamentos de I/O mais inteligentes e pode cobrir distâncias maiores. • Exemplos: 4-20mA/HART.Categorias dos Protocolos de Campo • Nível Alto: dados no formato de pacotes de mensagens. parâmetros. /2011 Redes Industriais . programas e informações do usuário). 1 Sem. • Os tempos de transferência podem ser longos.

/2011 Equipamentos Complexos Redes Industriais .Tipos de Controle Controle Processos Com Diagnóstico Fieldbus • 4-20mA/HART • Wireless HART • Foundation Fieldbus • PROFIBUS-PA Devicebus Controle Processos • CAN • DeviceNet • PROFIBUS-DP • LONWorks • Modbus • Interbus-S Sensorbus Controle Lógico • Seriplex • AS-i • INTERBUS Loop Menor bit Médio byte Maior bloco Quantidade de Dados Equipamentos Simples 1 Sem.

E o Ethernet ??? 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais . Ela está presente nos mais variados segmentos (automação bancária. controle de processos.Protocolo Ethernet Industrial • A Ethernet é a tecnologia de rede local (LAN) mais utilizada no mundo em aplicações de rede de comunicação comercial. Nos últimos anos é grande o interesse da indústria pela rede Ethernet como uma real alternativa no chão de fábrica e no controle de processos. 1 Sem. entre outras). aplicações científicas. • Sua versão industrial é largamente aplicada no gerenciamento de processos de fábrica.

5 4 3 2 1 1 Sem. conectores e níveis de sinais criados originalmente pela empresa XEROX.3 utiliza a camada Física (1) e Enlace (2) do modelo OSI.Protocolo Ethernet Industrial • A rede Ethernet é uma especificação de cabos. 6 Níveis não definidos TCP/IP IP Ethernet • A technologia Ethernet (padrão IEEE 802. /2011 Redes Industriais . no final de 1970. passando a 7 ser utilizada até hoje. conforme a figura ao lado. Em 1985 foi incrementada.

Protocolo Ethernet Industrial • As velocidades da rede evoluíram de 10 Mbps para 100 Mbps. • Devido às dificuldades apresentadas no tratamento de colisões (determinismo). e deverão alcançar em breve a taxa de 1 Gbps de acordo ao IEEE802.3z ou Gigabit Ethernet. DeviceNet. esta rede é indicada para pacotes de informação de gerenciamento. deixando o nível de células para outros protocolos (FF. etc). Profibus. 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

– Formato de frame diferenciado: • TPID – tag protocol identifier. • CFI – canonical format indication SFD Preâmbulo (7 Bytes) (1 Bytes) MAC Dest MAC Orig TAG (6 Bytes) (6 Bytes) (4 Bytes) COMP/TIPO FCS (2 Bytes) (46 a 1500 Bytes) (4 Bytes) Dados / PAD TPID 1 Sem. /2011 Tag Protocol ID 16 bits Prior. • TCI – tag control information.Protocolo Ethernet Industrial • A Ethernet Industrial difere da Corporativa em alguns aspectos: – Não definição das camadas mais altas. do Usuário 3 bits Redes TCI CFI 1 bit Industriais VLAN ID 12 bits .

conforme tabela abaixo: Itens Temp. conectores.Protocolo Ethernet Industrial – Temperatura de funcionamento. RJ45 e Fibra Ótica Sim Sim 24 Vdc Sim Compat. Operação Placa multi layer e imunidade a ruído Conectores Redundância Encapsul. tipos de cabos. /2011 Produtos para Ethernet Comercial 5C a 40C Não RJ-45 Não Não 110 Vac Redes Industriais Produtos para Ethernet Industrial 0C a 60C Sim DB9. até 10 anos Não . Alimentação 1 Sem. encapsulamento e tensão de alimentação. Ind.

– Comunicação integrada de toda a planta. até a produção. – Alto grau de flexibilidade. desde a área de escritórios. expansão e performance. tais como ISDN (Integrated Services Digital Network – telefonia) e Internet.Protocolo Ethernet Industrial • A Ethernet possui importantes característcas que são significativas para várias aplicações: – Rápido startup graças a simplicidade de conexão. – Integração em diferentes aplicações. 1 Sem. já (tecnologia de Switches). já que pode ser conectada a uma WAN (Wide Area Network). /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais . destacam-se: – HTTP (Hypertext Transport Protocol): trata-se de um grupo de regras que controla a troca de arquivos na internet. 1 Sem.Serviços TCP/IP Disponíveis • Entre os serviços disponíveis ao TCP/IP. Em automação este serviço funciona nos dispositivos com servidores WEB que permite a manutenção e o diagnostico dos produtos alocados na rede através de um navegador padrão.

/2011 Redes Industriais . 1 Sem.Serviços TCP/IP Disponíveis – DHCP ("Dynamic Host Configuration Protocol" ou "protocolo de configuração dinâmica de endereços de rede") permite que todos os micros da rede recebam suas configurações de rede automaticamente a partir de um servidor central. – SNMP (Simple Network Management Protocol): todos os equipamentos com esse serviço podem ser monitorados por um software-padrão. sem que você precise ficar configurando os endereços manualmente em cada um. permitindo seu diagnostico e analise de desempenho.

o link redundante alternativo assumirá automaticamente a comunicação. Assim. • Fast Spanning Tree: Este protocolo permite uma rápida convergência da rede. /2011 Redes Industriais . as redes são comutadas de forma muito veloz e os nós se tornam disponíveis em menos de um segundo. Se ocorrer um defeito em algum nó da rede. 1 Sem.Serviços TCP/IP Disponíveis • Virtual LAN: Permite suporte de segurança e isolação por segmentação virtual dos dados do chão de fábrica que são enviados de outros componentes e usuários.

/2011 Redes Industriais . – O OPC cria um ambiente ininterrupto entre as aplicações de automação e controle.Serviços TCP/IP Disponíveis – OPC (OLE for Process Control): é uma especificação técnica não proprietária que define um conjunto de interfaces padrão baseadas na tecnologia OLE/DCOM da Microsoft. bem como sistemas e componentes de campo e aplicações do nível administrativo. 1 Sem.

• Capacidade de alavancar tecnologia comercialmente barata. • Atualização tecnológica constante. /2011 Redes Industriais .Vantagens do Ethernet • Enorme popularidade da tecnologia. 1 Sem. • Alta velocidade e alta performance. treinamento e manutenção. • Baixo custo de implementação. • Facilidade de interconectividade e acesso remoto.

Vantagens do Ethernet • Os principais fabricantes de CLP ou SCD suportam sistemas de fieldbus específicos. • Aplicação como “BACKBONE” das arquiteruras de controle digital em aplicação. • Elevado número de pessoal técnico qualificado. 1 Sem. mas todos suportam Ethernet. /2011 Redes Industriais . • Habilidade de prover diagnóstico e atuação remotamente. • Capacidade de transportar elevado fluxo de informações entre o processo industrial e a corporação.

Desvantagens para o padrão de campo: • Ausência de interoperabilidade pela falta da camada de aplicação (por si só. • Falta de solução para segurança intrínseca. • Dificuldades de sincronismo no nível de ms. 1 Sem. apresenta definições apenas para as camadas 1 e 2 do modelo ISO). /2011 Redes Industriais . • Falta de determinismo e tempo de resposta insuficiente para algumas aplicações industriais.

1 Sem. o tráfego deve ser mantido significativamente inferior aos limites teóricos.Desvantagens para o padrão de campo: • Com objetivo de resolver o desempenho das redes Ethernet Industrial é preciso combinar a solução de uso correto dos serviços e pacotes de dimensionamento e projeto físico das redes. /2011 Redes Industriais . evitando as possíveis colisões. • A configuração de um sistema deve levar em consideração: – Para baixar a probabilidade de atrasos.

através de Domínios (grupo de computadores e componentes de rede que possuem um nome associado) e Workgroups (grupo de computadores que regularmente dividem os mesmos recursos de uma rede).Desvantagens para o padrão de campo: – Redes Ethernet mais rápidas não eliminam as colisões. – Para atenuar os problemas relacionados ao determinismo pode-se empregar recursos de segmentação de rede. /2011 Redes Industriais . conectados via switches e roteadores. esta afeta diretamente a largura de banda. mas podem aumentar a probabilidade de entrega dos pacotes num instante predeterminado e quando acontece a colisão. 1 Sem.

que podem ser melhorados em sua maioria pelo seccionamento da rede em grupos menores. 1 Sem. que violam as regras da Ethernet. originados na rede. – Broadcast Storm – difusão de grande quantidade de pacotes do tipo broadcast em um curto espaço de tempo. /2011 Redes Industriais .Desvantagens para o padrão de campo: • Outros problemas associados: – Geração de Runts – pacotes de dados muito pequenos.

– Tempo de varredura menores que 1 ms.Barramento de Campo SERIPLEX • Difundido pela Schneider Electric durante os anos 90. /2011 Redes Industriais .Escravo a 4 fios. – Ponto a ponto (sem mestre). 1 Sem. • Cerca de 2. – 32 funções lógicas embutidas. – Distâncias de 1650m (5000 pés).500 instalações e 1 milhão de nós instalados. • Aplicado em configurações: – Mestre . – Endereços definidos pelo mestre ou por programação.

Banco de Indicações. • Módulos de Interface para acionamento rápido. Partida de Motores. • Botoeiras.Aplicações SERIPLEX • Apoio a módulos Mestres de Barramento: − (PLCs. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . Detectores Fotoelétricos. Acopladores e Gateways). • Indutores de Proximidade.

• Comunicação direta com PLC ou Gateway ou sem mestre.Barramento de Campo SERIPLEX • Topologia: – Estrela. /2011 Redes Industriais . • Comunicação e alimentação (24V) em um mesmo cabo com 4 fios. anel ou barramento. árvore. 1 Sem. – Até 510 dispositivos. – Distâncias de até 1500m.

/2011 Redes Industriais . • Na configuração ponto a ponto os nós enviam as suas informações a todos os outros elementos da rede. • Na configuração mestre-escravo há um controlador na rede único capaz de determinar mudanças nas saídas dos dispositivos da rede. 1 Sem.Barramento de Campo SERIPLEX • O Barramento Seriplex é um concorrente direto do AS-i e Interbus-Loop com possibilidade de manipular maiores quantidades de dados (até 64 bits por elemento).

Barramento de Campo SERIPLEX 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

O cabo fornece alimentação CC ao dispositivo e também fornece uma linha de clock (sincronização). • O dispositivo é conectado ao cabo blindado com 4 condutores. /2011 Redes Industriais .Barramento de Campo SERIPLEX • Cada dispositivo em uma rede Seriplex contém um CHIP Seriplex onde é configurado um endereço de 3 dígitos entre 001 e 255 usando um terminal portátil de configuração hand-held. 1 Sem.

contudo estas funções são disponíveis independentemente de um CLP.Barramento de Campo SERIPLEX • Um CLP é geralmente usado e contém o módulo de sincronização assim como a fonte de alimentação CC. /2011 Redes Industriais . 1 Sem.

CNC. etc.). /2011 Redes Industriais . envolvendo controle determinístico e velocidade otimizada.Protocolo INTERBUS . • O Interbus-S foi concebido para integração de sensores e atuadores a um elemento de tomada de decisão (CLP.S • O Interbus-S foi desenvolvido na Alemanha pela empresa Phoenix Contact em 1987. 1 Sem. • O INTERBUS é utilizado em mais de 10 milhões de nós instalados e possui mais de 600 fabricantes em todo o mundo.

• Sensores e atuadores formam as estações escravas que executam operações de entrada/saída. 1 Sem.S • O elemento de tomada de decisão (PLC) opera como estação mestre.Protocolo INTERBUS . • Interbus-S adotou a comunicação EIA-485 e topologia em anel. /2011 Redes Industriais . • O mestre monta um quadro único contendo campos reservados para cada um dos escravos.

Protocolo INTERBUS . • O quadro então é enviado ao primeiro escravo no anel. 1 Sem. • O escravo lê a informação contida no seu campo reservado e substitui o conteúdo do campo pelos dados de resposta.S • O mestre preenche o campo reservado àquele escravo com os dados de processo ou parâmetros a enviar. /2011 Redes Industriais . • O primeiro escravo reconhece no quadro o início de sua janela de dados e verifica o conteúdo somente do campo reservado a ele.

depende do número de escravos e é determinista.S • Em seguida. o primeiro escravo envia o quadro completo para o próximo escravo no anel. • O tempo que o quadro somado leva para percorrer o anel (ciclo de varredura). • Este processo também é conhecido como shift register. 1 Sem.Protocolo INTERBUS . • O processo se repete até que o quadro tenha percorrido todos os escravos do anel e retornado ao mestre. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .S • Analogia pode ser feita com um trem (quadro somado) que pára em diversas estações (escravos). 1 Sem.Protocolo INTERBUS . deixando alguns passageiros e pegando outros.

• As distância entre estações consecutivas no anel podem chegar a 400 metros.2 ms. que podem ser varridas em 7. 1 Sem. conforme diagrama anexo. /2011 Redes Industriais .Protocolo INTERBUS . • Número máximo de 256 estações por barramento remoto e 512 no total.S • O número máximo de entradas e saídas suportadas pelo Interbus-S é de 4096. expansíveis até 13km com acopladores e sem repetidores.

Protocolo INTERBUS .S 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

– Parâmetros de configuração do escravo (sem restrições de tempo) enviados em time slots reservados no quadro somado.Protocolo INTERBUS .S • As informações que o mestre envia para os escravos podem ser: – Dados de processo: comandos a executar ou valores a colocar em uma saída (sujeitos à restrições de tempo real). 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

update. – acesso a variáveis (read. etc. • Organizações de empresas (DRIVECOM e ENCON) ocupadas em definir padrões de utilização e configuração para INTERBUS-S. stop. upload. que incluem: – gerenciamento de conexões. start.Protocolo INTERBUS . – gerenciamento de objetos. – gerenciamento de programas (dowload.). – identificação e verificação de status. write. resume.). /2011 Redes Industriais .S • A camada de Aplicação define serviços PMS (Peripherals Message Services). etc. 1 Sem.

1 Sem. foram também incluídas na camada de aplicação 7.S • O protoco INTERBUS é baseado no modelo OSI por razões de eficiência.Protocolo INTERBUS . /2011 Redes Industriais . 2. Certas funções das camadas de 3 a 6. utilizando as camadas de aplicação 1. e 7.

/2011 Redes Industriais .Configuração Rede INTERBUS-S • O dado de processo é transmitido de forma acíclica em tempo real. 1 Sem. enquanto dados de parametrização são atualizados de forma acíclica em volumes maiores de dados como ou quando necessário.

1 Sem. /2011 Redes Industriais . etc. – Montagem Robótica. – Alimentícia & Bebidas. – Automação predial. ventilação e ar condicionado. – Iluminação de rua e controles públicos.Aplicações INTERBUS-S • Seu campo tradicional de aplicação é a indústria automotiva indústria. – Indústria de papel e impressão. mas o INTERBUS está cada vez mais sendo usado como uma solução de automação de outros processos como: – Transporte de Materiais via esteira. Sistemas de aquecimento. Sistemas da segurança – Indústria de transformação da madeira.

Aplicações INTERBUS-S
• Para aplicações em condições ambientais críticas ou ambientes que estão sujeitos a interferência eletromagnética, o cabo serial INTERBUS pode ser substituído por fibras ópticas; • Dependendo dos requisitos, os usuários podem utilizar aplicações envolvendo cabo de cobre ou transmissão via fibra óptica, sem ter de fazer quaisquer mudanças na topologia da rede ou sistema de estrutura; • Ambos os meios de transmissão podem ser combinados, conforme desejado na rede e sem restrições;
1 Sem. /2011 Redes Industriais

Aplicações INTERBUS-S
• Distribuição de Potência…

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Aplicações INTERBUS-S
• Controle de Moagem...

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Aplicações INTERBUS-S
• Mudança de Processo Alternativo em Centro de Usinagem...

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Protocolo INTERBUS Loop
• Em 1995 houve o desenvolvimento de INTERBUS Loop, também conhecido como o loop de sensor – barramento de instalação local), como extensão lógica do INTERBUS para a conexão direta de sensores e atuadores, através de cabo a dois fios; • A tecnologia, INTERBUS Loop (loop sensor, IP 65), oferece uma método físico de transmissão onde os dispositivos individualmente serão conectados através de um cabo a 2 fios sem blindagem em forma de anel e onde a alimentação de 24 V para até 32 dispositivos também é fornecida através do cabo.
Redes Industriais

1 Sem. /2011

Protocolo INTERBUS Loop

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Protocolo INTERBUS Loop • Os dados são transmitidos como sinais de corrente. • Os dados a serem transmitidos são modulados utilizando o código Manchester na tensão de alimentação de 24 V. • As características físicas do barramento são convertidas por um módulo terminal adequado. que têm um maior nível de imunidade a interferências do que os sinais de tensão normalmente utilizados. /2011 Redes Industriais . 1 Sem. que pode ser conectado ao anel INTERBUS em qualquer ponto do segmento remoto.

Protocolo INTERBUS Loop 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

banco do motorista. Ajuste automático de espelhos retrovisores. /2011 . Redes Industriais • • 1 Sem. etc.Control Area Network • Rede CAN (Controller Area Network) desenvolvida pela BOSCH em 1984 com colaboração da Intel para integrar elementos inteligentes em veículos autônomos (eletrônica embarcada). Automóvel pode possuir mais de 200 microprocessadores: Carburação eletrônica. Frenagem anti-bloqueante (ABS). Controle e supervisão da temperatura do óleo e do radiador.Protocolo CAN . O CAN veio a ser posteriormente desenvolvido para a aquisição de dados de sensores discretos. pressão de óleo de freio. etc.

– Motorola (chip 68HC05). Até 1993. 82CE598 e 82C150). /2011 Redes Industriais . National. Hitachi. a Cia já tinha 64 associados fora da industria automobilística. 1 Sem.Control Area Network • Em 1987 lançado chip 82526 (INTEL). 87C592. Thompson. – NEC (chip 72005). • Cia CAN in Automation: entidade constituída de usuários e fabricantes de produtos para automação industrial baseados no protocolo. • A partir de 1991 outros fabricantes licenciados: – Phillips/Signetics (chips 82C200. – Siemens.Protocolo CAN . • CAN vendeu mais de 5 milhões de chips só em 1995.

 Comprimento máximo do barramento 40m com taxa de 1 Mbps e até 1Km com taxa de 125 Kbps.  Número máximo de nós: 64 dispositivos. que consiste em identificar a mensagem enviada para o barramento com um identificador único de rede (os dispositivos não têm identificadores próprios).Control Area Network • Camada física (padrão ISO/DIS 11898):  Topologia: barramento ou estrela. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . • A comunicação entre os dispositivos do barramento é realizada em modo “Multi-Cast”.  Taxa de transmissão: 125 Kbps até 1 Mbps.Protocolo CAN .

Control Area Network • Os outros dispositivos que estão à escuta. • O identificador (IDENTIFIER) é também responsável pela definição da prioridade da mensagem. 1 Sem.Protocolo CAN . ou seja. /2011 Redes Industriais . quanto menor for o seu valor numérico. verificam se a mensagem deve ser processada ou não através de um teste de aceitabilidade. O método utilizado para transmissão de mensagens é o CSMA/CD. maior será a prioridade da mensagem no barramento. ao receberem a mensagem.

 Controle de erro por CRC de 16 bits. /2011 Redes Industriais . 1 Sem. • Subcamada LLC:  Comprimento máximo dos quadros de dados: 8 Bytes.Control Area Network • Subcamada MAC:  Método de acesso ao meio (Forcing Headers) com prioridades para mensagens. • Camadas 3 até 6 do modelo OSI foram suprimidas.Protocolo CAN .

• NBA garante 100% de utilização do meio e priorização de mensagens baseada no identificador de 11 bits do frame. • Qualquer nó pode acessar o meio se estiver livre.Carrier Sense Multiple access with Nondestructive Bitwise Arbitration (Forcing Headers).Start of Frame EOF – End of Frame CRC . /2011 Redes Industriais .Protocolo CAN . • Abaixo vemos um frame CAN: S O F 11 bit IDENTIFIER Arbitration Field Control Length Field 0 to 8 bytes Data CRC A E C O K F Data Field SOF .Cyclic Redundancy Check (CRC 16) ACK .Control Area Network • CSMA/NBA .Acknowledgment 1 Sem.

Isto significa que dois frames não podem ter o mesmo IDENTIFIER. – Se um nó transmite “1”. mas escuta “0”. – Mecanismo garante que não se perde informações nem tempo.Protocolo CAN . cada nó tenta transmitir se o meio encontrase livre. • O valor do campo IDENTIFIER define prioridade durante arbitragem (IDENTIFIER mais baixo “vence”). não há colisões. • Se 2 ou mais nós iniciam transmissão simultânea. ele imediatamente pára a transmissão. Diferentemente de Ethernet. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . o conflito é resolvido por arbitragem bit a bit usando o campo IDENTIFIER: – “0” é dominante no fio sobre “1” (operação AND binária). – O nó vencedor envia o resto da mensagem.Control Area Network • Como na Ethernet.

CAN – Exemplo de Arbitragem Nó 1 Transmite: 0 10110110100 0 0 0 1 00000001 E xxxx 11 O F Nó 2 Transmite: 0 Nó 2 perde arbitragem e pára transmissão! 10110111 No meio: 0 1 Sem. /2011 10110110100 0 0 0 1 00000001 E xxxx 01 O F Redes Industriais .

Control Area Network • Modelos de comunicação: – Frame não contém campos específicos para endereço destino/origem. 1 Sem. • Estações interessadas no conteúdo da mensagem: CONSUMIDORES. – Campo IDENTIFIER pode identificar o conteúdo da mensagem (dados). • Gerador da mensagem: PRODUTOR. – Campo IDENTIFIER pode conter endereço de uma estação. grupo de estações (multi-casting) ou mensagens a serem difundidas para todas as estações (broadcasting). que é difundida para todas as estações.Protocolo CAN . /2011 Redes Industriais .

baseados no MMS.  NMT (Network Menagement): serviços de inicialização e gerenciamento da rede. • O sistema suporta até 2032 objetos. aos quais é associado um número de identificação único na aplicação. 1 Sem.  DBT (Distributor): provê uma distribuição dinâmica de nomes definidos pelo usuário para identificar as mensagens.Control Area Network • A norma CAN não define especificação para a camada de Aplicação.Protocolo CAN . • Especificação para aplicações em automação:  CMS (CAN Message Services): serviços de leitura e escrita de variáveis remotas e tratamento de eventos. /2011 Redes Industriais .

cabo par trançado. • A plataforma é construída em um protocolo de baixa largura de banda criado pela Echelon (USA) na década de 90 para dispositivos de controle para funcionar sobre par trançado. /2011 Redes Industriais . Eles nasceram da necessidade de redução de custos e do aumento da qualidade em substituição ao modelo 4-20mA em uso desde os anos 60.Protocolo LonWorks • Lonworks faz parte de um conjunto grande de protocolos e sistemas que são chamados de Fieldbus. fibras óticas e rádio frquência 1 Sem. transmissão de dados sobre a rede elétrica.

ar condicionado e climatização (HVAC). 1 Sem. • Em 1999 o protocolo de comunicações (conhecido então como LonTalk) foi submetido ao ANSI (American National Standards Intitute) e este aceitou-o como um padrão para redes de controle.Protocolo LonWorks • É muito popular para automação de varias funções prediais como a iluminação. /2011 Redes Industriais .

o termo é relacionado a sistemas que utilizam estas técnicas. Ventilation and Air Conditioning". 1 Sem. ventilação e ar condicionado". "calefação. /2011 Redes Industriais .Sistema de controle HVAC surge do termo em inglês "Heating.

• De acordo com estatísticas da Echelon Corporation. incluindo construção civil. transportes.Protocolo LonWorks • O protocolo é também uma derivação do padrão BACnet para a automatização de edifícios. automação industrial. 1 Sem. • Os fabricantes de uma variedade de áreas. adotaram o Lonworks como padrão. /2011 Redes Industriais . utilidades. já existem aproximadamente 60 milhões de dispositivos instalados com a tecnologia Lonworks.

retransmissão automática. /2011 Redes Industriais . outras características tais como: funções de reconhecimento. detecção e correcção de erros. detecção de mensagens duplicadas. padronização e identificação do tipo de dados. prioridade na transmissão. • Inclui ainda. evitam colisões. 1 Sem.Protocolo LonWorks • A tecnologia LonWorks possui um protocolo chamado LonTalk que implementa as sete camadas do modelo OSI .Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos e possui mecanismos que impedem a modificação acidental ou intencional. comunicação.

1 Sem. opera em 5. • A plataforma Lonworks é aberta permitindo sua integração com redes TCP/IP.6kbit/s. internet e implementação em processadores de mercado (solution provider). opera em 78kbit/s usando codificação Manchester enquanto a versão utilizando a linha de energia.Protocolo LonWorks • O protocolo prevê dois tipos de camadas físicas.4kbit/s ou 3. • Quando baseada em rede dedicada. as redes dedicadas por par trançado ou mesmo fibra ótica e a comunicação por linha de energia. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais . 1 Sem.Protocolo LonWorks • Isto significa que aplicações que requerem processadores de 16 ou 32 bits não necessitam mais de programa de interface para o microprocessador.

• Elementos para interconexão de subredes LON: – roteadores – pontes 1 Sem. /2011 Redes Industriais .Protocolo LonWorks • Camada de enlace: – subcamada MAC: CSMA preditivo p-persistente com detecção de colisão e atribuição de prioridades às mensagens (comportamento preditivo quando é usado serviço com reconhecimento) – subcamada LLC: serviços sem conexão (com ou sem reconhecimento) e oferece funções de montagem de quadros e checagem de erros com CRC.

/2011 .Aplicações usando o Lonworks • • • • • • • • • • • Linhas de montagem Fabricação de semicondutores Controle de iluminação Controle e gerencia de Energia Sistemas de aquecimento. ventilação e ar condicionado Sistemas da segurança Automação residencial Controles de dispositivos genéricos Iluminação de rua e controles públicos Controle da estação de Petróleo Controle de freios em trens de carga Redes Industriais 1 Sem.

Redes Industriais 1 Sem.Aplicações usando Lonworks • Existem mais de 1 milhão de nós instalados nos USA em aplicações tais como: – Controle de iluminação e controle de eletrodomésticos. – Equipamentos de áudio e vídeo (por exemplo. luminosidade e segurança em geral. Home Theaters). – Gerenciamento de energia. /2011 . etc. Termostatos e sistemas HVAC – Sensores de presença. sensores de nível e outros componentes). – Subsistemas de água e gás (válvulas. – Controle otimizado de elevadores.

Sistema 4 a 20mA e digital proprietário Programador Portátil (Handheld) 4 a 20mA 3. /2011 Redes Industriais . Sistema 4 a 20mA 4 a 20mA Comporta-se como uma Fonte de corrente. Se Resistor = 250Ω.Histórico 2.HART . Sistema HART Programador Portátil (Handheld) 4 a 20mA 1. a tensão variará de 1 a 5V para corrente entre 4 a 20mA 1 Sem.

Antigamente o controle de processo era feito com sistemas analógicos: pneumático e corrente – 4 a 20mA. Com o barateamento dos microcontroladores e memórias. Tais sistemas não eram interoperáveis e prendiam o cliente nas mãos das empresas devenvolvedoras do protocolo. o sistema 4 a 20mA começou a ser substituído pelos sistemas híbridos proprietários (4 a 20mA e com protocolo de comunicação digital proprietário). 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

A HART Communication Foundation foi criada em 1993. A rede HART é a malha de controle! >> Limitações dos equipamentos analógicos: a) Imprecisões no controle de loop fechado – Muitas conversões D/A e A/D desnecessárias b) Nenhuma verificação (check) de integridade do sinal – Loops de terra e variação na impedância da fiação podem. 1 Sem. foi adotado por várias empresas e tornou-se uma referência de protocolo simples e robusto e interoperável. influenciar no sinal de controle c) Potência limitada (corrente operação < 4mA) – Limita o nível de sofisticação dos equipamentos d) Risco da existência de faixas não casadas e) Operam limitados à determinadas faixas de trabalho – Desperdiçam-se informações dos sensores fora da faixa calibrada f) Equipamentos simples e pouco inovadores g) Não suportam atualizações de firmwares h) Não reportam alertas.O HART. por exemplo. embora híbrido. /2011 Redes Industriais .

Fischer & Porter. Smar International e outras). Yokogawa. Rosemount Inc..Protocolo HART • HART: – Highway Addressable Remote Transducer • Origem: – Fischer Rosemount – 1980 • Protocolo Aberto: – HCF – HART Communication Foundation 1989 • HART User Group: – Incluindo Siemens. Hitachi. /2011 Redes Industriais . Endress+Hauser. Toshiba. 1 Sem. ABB. Camile Bauer.

/2011 Redes Industriais .Protocolo HART 1 Sem.

Comunicação bi-direcional entre Mestre e Escravo. /2011 Redes Industriais .Protocolo HART • • • Protocolo de comunicação de campo baseado no modelo Mestre / Escravo. 1 Sem. Asset Management. … – Secundário • Programador Portátil – Handheld (HHT). Possibilidade de dois mestres (hospedeiros) – Primário • Sistema de Controle.

Redes Industriais 1 Sem. sobreposto ao sinal analógico de corrente. Opera em modo de comunicação half-duplex assíncrono. /2011 . Taxa de comunicação: 1200 bps.Protocolo HART mA 20 1200 Hz “1” 1 mA FSK Sinal analógico 4 • • • 2200 Hz “0” Tempo Utiliza padrão de comunicação Bell 202 FSK (modulação em frequência por chaveamento).

registradores. /2011 Redes Industriais .• • • • Simultaneos 4-20 mA e Comunicação Digital: Dois Mestres de rede possíveis: DCS e HHT Comunicação Multidrop. indicadores. Mestre-Escravo Compativel com cabos convencionais. controladores. etc. 1 Sem. até 15 devices.

– Sinal analógico de corrente fixo – 4mA 1 Sem. • Cada um com endereço diferente (de 1 a 15). /2011 Redes Industriais .Protocolo HART • Topologia Multidrop: – Permitidos até 15 equipamentos.

Protocolo HART • Baseado em Comandos. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . que possibilitam a troca de dados entre hospedeiro e equipamento de campo • São classificados em três classes: – Universal. – Common Practice. – Device Specific.

• Leitura da PV e unidades • Leitura de fabricantes e tipo de equipamento • Leitura da corrente de saída e porcentagem da faixa • Leitura do número de série e limites do sensor. /2011 Redes Industriais . – Possibilitam acesso a informações importantes durante operação normal. 1 Sem.Protocolo HART • Universal commands : – Reconhecidos e suportados por todos os equipamentos HART.

/2011 Redes Industriais . – Exemplos: • Execução de auto-diagnóstico. Não necessariamente implementados por todos os equipamentos HART. A Norma recomenda que sejam suportados quando aplicáveis: • Comandos úteis para transmissores de pressão podem não ser para transmissores de temperatura. 1 Sem.Protocolo HART • Common Practice commands : – Opcionais. • Requisitar que a corrente de saída vá para um valor fixo.

• Leitura e escrita de tabelas com dados do equipamento. – Exemplos: • Leitura e escrita do tipo de sensor. – Permitem acesso a informações de inicialização e calibração do equipamento.Protocolo HART • Device Specific commands : – Representam funções que são únicas. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . específicas para cada equipamento.

• Calibração: – Faixa de operação.Comissionamento • Identificação do equipamento: – Tag. 1 Sem. – Descriptor. – Unidade de engenharia da PV. – Tipo do equipamento. /2011 Redes Industriais . – Calibração dos valores de 4 e 20mA.HART .

Loop test pode ser muito útil e.HART – Comissionamento Comissionamento simples. terminado no campo. registradores e telas do sistema de controle podem ser verificados e validados. Indicadores. /2011 Redes Industriais . se possível. 1 Sem. deve ser sempre efetuado para garantir correta instalação e operação de todo o loop de controle.

registradores. /2011 Redes Industriais . 1 Sem. controladores e telas de usuário. É uma maneira fácil de testar e calibrar indicadores.• Verificação da integridade da malha de controle 50 % 50 % 50 % Modo de Corrente Constante 12mA 12 mA Permite que se fixe a corrente da malha independente do processo.

1 Sem. – Transmissão assíncrona com caracteres UART (1 start bit.200 bps. 8 bits de dados.000 m. 1 bit de paridade e 1 stop bit). – Taxa de transmissão: 1.5 ms. – Tempo médio de resposta: 378. /2011 Redes Industriais . – Topologia: barramento ou árvore. • Camada de Enlace: – Mestre-Escravos e Token-Passing.Protocolo HART • Camada Física: – Meio físico: par trançado com até 3.

• Os chips HT2012 (Smar Research) e SYM20C15 (Symbios Logic) servem como modems de baixa potência para uso em equipamentos de campo. definição de tipos de dados e emissão de relatórios de status. /2011 Redes Industriais . • O chip requer a adição de filtros e comparadores para a operação do protocolo. 1 Sem.Protocolo HART • Camada de Aplicação: – Comandos. respostas.

Protocolo HART Distância Máxima Tipo de Cabo mm2 (AWG) 1534 m 3048 m Cabo de par trançado pela Cabo de par trançado com blindagem 0. /2011 Redes Industriais .2 (24) 0.5 (20) Instrumentos/ capacitância 65 nF/km 95 nf/km 160 nf/km 225 nf/km 1 5 10 15 2800 2500 2200 1800 2000 1800 1600 1400 1300 1100 1000 900 1000 900 800 700 1 Sem.

– Descreve características e funções específicas de um equipamento • Inclue detalhes de menus e diretrizes para apresentação gráfica das características • Documenta acesso a todos os comandos suportados pelo equipamento. bem como a todos os parâmetros e dados no equipamento – Usado pelo Hospedeiro (inclusive Programador Portátil).Protocolo HART • DD – Device Description: – Arquivo texto fornecido pelo fabricante do equipamento e formatado segundo as linguagens DDL ou EDDL. 1 Sem. que usa o dado e apresenta-o como o usuário deseja. /2011 Redes Industriais .

HART . 1 Sem. • Fácil de usar e entender.Benefícios • Comunicação digital não interfere no controle 4 a 20mA. • Interoperável e confiável. • Suportado pela maioria dos fabricantes de equipamentos e sistemas. /2011 Redes Industriais . • Altamente preciso e robusto. • Larga variedade de equipamentos.

/2011 Redes Industriais .Protocolo HART 1 Sem.

/2011 Redes Industriais .Wireless HART • Objetivo: – Estabelecer um padrão aberto e interoperável de comunicação sem fio para as aplicações de processos industriais para as próximas décadas (século 21). 1 Sem.

Redes Industriais 1 Sem.Arquitetura • • • • Network Manager – – – distribui chaves de segurança configura e coordena equipamentos e rede. Gateways interfaceiam os equipamentos sem fio com os hospedeiros. /2011 . Programadores Portáteis (sem fio). Serial. Ethernet e Wi-Fi. podem ser usadas. por exemplo. Adaptadores integram equipamentos HART existentes à rede.

Mesh • Simples: Todos os equipamentos sem fio têm as mesmas potencialidades. • Redundância de caminho garantida: 1 Sem. /2011 Por exemplo. Todos podem ser roteadores. em caso de obstrução Redes Industriais .Wireless HART . • Seguro : Usa chaves e encriptação de dados Algoritmo AES 128. • Confiável: Podendo atingir 99% à medida que a rede mesh cresce.

/2011 Redes Industriais .Meio Físico 1 Sem.

1 Sem. /2011 Redes Industriais . e que são utilizadas normalmente entre computadores e periféricos.Meio Físico EIA . • Podemos considerá-lo como um conjunto de definições e regras que descrevem a interface física e o protocolo de comunicação de dados em comunicações série de relativamente baixa velocidade.232 • O meio físico EIA-232 é constituído por um conjunto de especificações elétricas publicado pela EIA . e que se destina a promover a comunicação série entre computadores.Electronic Industries Association.

Meio Físico EIA . – A comunicação entre PCs e modems. /2011 Redes Industriais . via porta série. – A comunicação entre PCs e e alguns tipos de impressoras ou plotters. 1 Sem. entre PCs e telemóveis.232 • Exemplos concretos da utilização deste protocolo são: – A comunicação entre PCs. entre PCs e PDAs.

Máquinas Industriais de CNC. 1 Sem. /2011 Redes Industriais .232 • No entanto estas aplicações mais "domésticas" estão hoje gradualmente sendo substituídas pela ligação USB (Universal Serial Bus). concretamente em programação de PLCs. • Assim as ligações por porta série mantêm-se hoje a um nível "mais industrial". Centrais Telefônicas.Meio Físico EIA . etc.

232 . Assim o tempo que demora a enviar 1 byte. /2011 Redes Industriais . • Este tipo de comunicação resultava muito mais rápida do que usar a comunicação porta série. pois utiliza 8 linhas paralelas por onde fluem os 8 bits de um byte simultaneamente. foi construída para ser usada como um interface muito rápido para impressoras mecânicas de agulhas.Meio Físico EIA .Paralela • A porta paralela original de 8 bits foi desenvolvida pela IBM em 1981. é mesmo que em comunicação série levaria a enviar um único bit 1 Sem. O sistema de porta paralelo é muito mais rápido que a porta série.

Meio Físico EIA . logo não interferindo com a velocidade de transmissão de dados.232 . /2011 Redes Industriais . 1 Sem. e garantindo a consistência do processo de transmissão.Paralela • Além destes 8 bits de dados são também enviados vários sinais de handshaking ou informações de controle. • Cada um destes sinais vai pela sua linha própria.

• Devido a isso o sistema SPP evoluiu para o ECP e EPP.232 . /2011 Redes Industriais . isto é. do computador para a impressora.Paralela • O maior inconveniente do sistema de porta paralela originalmente denominada SPP (Santdard Paralell Port). para acelerar a velocidade de funcionamento das impressoras. é o fato de permitir apenas um sentido na comunicação. pois originalmente a comunicação paralelo foi desenvolvida. como detalhado a seguir: 1 Sem.Meio Físico EIA .

mas mantém ainda 4 bits unidireccionais. Pode-se encontrar esta norma na BIOS de PCs construídos após 1994 com chipsets da SMC e National.Sigla Significado Velocidade Descrição Este protocolo a inclui 8 bits bidireccionais. ou compatíveis. Permite operação com transmissão de dados em alta velocidade. entre outros. Mais rápida Redes Industriais . /2011 Extended Capabilities Port. Pode-se encontrar esta norma na BIOS de PCs construídos com chipsets Intel SL.Este tipo de norma foi incluída na BIOS de PCs construídos até 1995. Permite operação com transmissão de dados em alta velocidade. Rápida ECP 1 Sem. SPP Standard Parallel Port. Razoável EPP Enhanced Parallel Port.

• O modo EPP permite uma transferência de dados bidirecional em half duplex e controlada pelo computador. Os dados podem ser transferidos entre dois sistemas. Este modo permite velocidade de transmissão de 2 Mbytes/s a 4 Mbytes/s.Paralela • O modo ECP permite uma transferência de dados. oito bits de cada vez em modo half duplex. unidades de BACKUP externas ligadas à porta paralelo e permite atingir velocidades de transmissão da ordem dos 2 Mbytes/s.Meio Físico EIA . /2011 Redes Industriais . Este modo é utilizado essencialmente para comunicação com CDROMs externos.232 . bidirecional e simétrica. 1 Sem.

1 Sem.Paralela • Os principais inconvenientes que as últimas especificações tentaram corrigir são o crosstalk e o limite de comprimento no uso de cabos.232 . /2011 Redes Industriais .Meio Físico EIA .

• Fornece transmissão de dados balanceada com linhas de transmissão unidirecionais. full-duplex. linha diferencial e multi-drop.422 • A EIA-422 (anteriormente RS-422) é um protocolo de comunicação de dados serial que descreve comunicações a 4-fios. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . A taxa máxima de dados é de 10 Mbit/s a 12m ou 100 Kbit/s a 1200m.Meio Físico EIA . • O comprimento máximo do cabo é de 1200m.

Em estúdios de edição de vídeos ele é usado para interligar o quadro de controle central e os equipamentos de execução/gravação de vídeo e áudio. uma variante do EIA-422 compatível com EIA-232 usando um conector mini-DIN-8 foi amplamente usada em equipamento Macintosh até ser substituída pelo Barramento Serial Universal (USB) da Intel.Meio Físico EIA .422 • O EIA-422 não pode implementar uma rede de comunicação realmente multi-point (tal como EIA-485). • Um uso comum de EIA-422 é para extensões RS-232. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . ainda que somente um driver possa ser conectado a até 10 receivers. Além disso.

outro para recepção e o fio terra para referência dos níveis de tensão. Há um fio para transmissão. • No EIA-232. os sinais são representados por níveis de tensão referentes ao terra. /2011 Redes Industriais . 1 Sem. criado em 1983.485 • O padrão EIA-485.Meio Físico EIA . é capaz de prover uma forma bastante robusta de comunicação multiponto que vem sendo muito utilizada na indústria em controle de sistemas e em transferência de dados para pequenas quantidades e taxas de até 10 Mbps.

Meio Físico EIA .485 • Este tipo de interface é útil em comunicações ponto-aponto a baixas velocidades de transmissão. que serão chamados de A e B: 1 Sem. Já o padrão EIA-485 utiliza um princípio diferente. /2011 Redes Industriais . há limitações do comprimento do cabo a apenas algumas dezenas de metros. no qual apenas dois fios são utilizados. • Os principais problemas são a interferência e a resistência do cabo. Visto a necessidade de um terra comum entre os dispositivos.

/2011 Redes Industriais . por exemplo A for positivo e B negativo. conseqüentemente tem-se nível lógico 0 quando B for positivo e A negativo.Verifica-se que o nível lógico é determinado pela diferença de tensão entre os fios. daí o nome de modo de operação diferencial.Meio Físico EIA . • Umas das vantagens da transmissão balanceada é sua robustez a ruídos e interferências 1 Sem.485 • Nesse caso tem-se nível lógico 1 quando.

tem-se como base que para distância de até 40 pés a taxa pode chegar a 10Mbps e para uma distância de 4000 pés a taxa varia em torno de 100Kbps. • Como o padrão EIA-485 foi desenvolvido para atender a necessidade de comunicação multiponto o seu formato permite conectar até 32 dispositivos. porém quanto maior a distância a ser percorrida pelos dados menor será a taxa de transmissão.Meio Físico EIA .485 • O alcance do padrão EIA-485 pode chegar a 1300m (4000 pés). sendo 1 transmissor e 1 receptor por dispositivo. /2011 Redes Industriais . 1 Sem.

/2011 Redes Industriais . visto que a maioria dos computadores já possui saída EIA-232. Com isso tem-se que a compatibilidade com dispositivos existentes no mercado é mantida. 1 Sem.Meio Físico EIA . • O protocolo RS-485 é do tipo half-duplex e não define nem recomenda nenhum protocolo de comunicação. simplesmente utilizando um CI.485 • Outra grande vantagem do padrão EIA-485 é a facilidade de conversão do padrão EIA-232 ao EIA-485.

No entanto. • MODBUS® é um protocolo proprietário da Schneider Automation. tornou-se padrão industrial “de-facto” adotado por muitas empresas com uma segunda opção para intercâmbio de dados.Protocolo MODBUS • O protocolo MODBUS® foi criado em 1978 pela Modicon (hoje Schneider Automation). a Schneider Automation optou por uma licença sem royalties e as especificações do protocolo estão disponíveis em seu web-site gratuitamente. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . • Após sua criação. sensores e atuadores usando uma porta RS232 (serial convencional). • O protocolo visava originalmente implementar uma maneira simples de transferir dados entre controladores.

• Como o protocolo MODBUS é somente uma estrutura de troca de mensagens. rádio. ele é independente da camada física subjacente.). ou RS485 sobre uma variedade de meios de transmissão (fibra. /2011 Redes Industriais . 1 Sem. etc. celular.Protocolo MODBUS • O MODBUS® essencilamente é uma estrutura de troca de mensagens usada para comunicação tipo mestre escravo / cliente-servidor entre dispositivos inteligentes. • MODBUS é usualmente implementado também utilizando RS422.

ler status do escravo para diagnóstico. gravação ou verificação do programa no escravo. Quando o escravo responde ao mestre. este campo indica se a operação ocorreu sem erros (ecoa dado recebido). ler dados de um grupo de registradores. /2011 Redes Industriais . 1 Sem.Protocolo MODBUS Exemplos: ler grupo de entradas. permitir carregamento. escrever em um grupo de saídas ou registros.

• A imagem abaixo mostra um exemplo de rede Modbus com um mestre (PLC) e três escravos (módulos de entradas e saídas. /2011 Redes Industriais . • Como o sistema de controle de acesso é do tipo mestreescravo. ou simplesmente E/S). nenhum dos módulos escravos inicia comunicação a não ser para responder às solicitações do mestre. 1 Sem. o PLC lê e escreve valores em cada um dos escravos. • Em cada ciclo de comunicação.

Protocolo MODBUS • Basicamente. /2011 Redes Industriais . uma quantidade variável de dados complementares e uma verificação de consistência de dados (CRC). 1 Sem. o comando a ser executado. uma comunicação em Modbus obedece a um frame que contém o endereço do escravo. • Exemplo: Se o PLC precisa ler as 10 primeiras entradas analógicas (do endereço 0000 ao 0009) no módulo 2 será necessário utilizar o comando de leitura de múltiplos registros analógicos (comando 3).

os endereços e valores podem ser representados em formato binário. /2011 Redes Industriais . • Modbus RTU: – Neste modo os dados são transmitidos em formato binário de oito bits.Variações MODBUS • Em redes seriais baseadas em RS-485 ou RS-232 o Modbus pode ter duas variações: RTU e ASCII. 1 Sem. – RTU é a sigla inglesa para Remote Terminal Unit. – No modo RTU. – O mesmo número precisaria de quatro caracteres ASCII para ser representado (em hexadecimal). permitindo a compactação dos dados em pequenos pacotes. – Números inteiros variando entre -32768 e 32767 podem ser representados por 2 bytes.

• Modbus RTU: – Neste modo os dados são transmitidos em formato binário de oito bits. – RTU é a sigla inglesa para Remote Terminal Unit.Variações MODBUS • Em redes seriais baseadas em RS-485 ou RS-232 o Modbus pode ter duas variações: RTU e ASCII. – O mesmo número precisaria de quatro caracteres ASCII para ser representado (em hexadecimal). os endereços e valores podem ser representados em formato binário. permitindo a compactação dos dados em pequenos pacotes. – No modo RTU. /2011 Redes Industriais . – Números inteiros variando entre -32768 e 32767 podem ser representados por 2 bytes. 1 Sem.

Redes Industriais Aula 3 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

Redes Industriais 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

Ethernet nível de produção PROFIBUS-DP/PA Foundation Fieldbus DeviceNet. 4-20mA/HART nível de remotas nível de processo e controle AS-Interface 1 Sem.Redes de Automação Industrial Pirâmide da Automação: nível de controle ERP. /2011 nível de sensores e atuadores Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais . 1 Sem.O que é um Sistema de Bus? • Um sistema de Bus é uma rede de comunicação serial usada para a transmissão de dados digitais.

/2011 Redes Industriais .Associação AS-i • Há 9 associações AS-Interface pelo mundo com 80 membros internacionais 1 Sem.

Como o AS-i é Diferente? • Sistemas tradicionais consistem em fiação paralela – Cada sensor terá 2 ou 3 fios conectados ao PLC. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . – Grande quantidade de fiação e localização de problemas é um pesadelo.

– Design modular. /2011 Redes Industriais . 1 Sem. – O master AS-i substituí os cartões de E/S.O sistema AS-i • A alternativa inteligente: – Sensores e atuadores podem ser conectados ao sistema em qualquer ponto.

O sistema AS-i • Livre escolha da topologia da rede: 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

menor tempo de planejamento e instalação. Menor tempo de comissionamento. Instalação de baixo custo. Redes Industriais 1 Sem. Economia .As Vantagens do AS-i • • • • • • • • • • • • Um par de fios ao invés de multi-cabeamentos.redução de fiação. Conexão de sensores inteligentes. Melhora na manutenção . /2011 . Auto-Sensing. Tempo de Scan Rápido: 5. menores cabines de controle.diagnóstico do tipo e localização de problemas.0ms Conexão de sensores e atuadores binários. Diagnóstico de todos os participantes AS-i.0ms a 10. Redução de documentação. Fácil programação.

Limitações do AS-i • O AS-i foi conscientemente construído e otimizado para uso em aplicações abaixo dos fieldbuses. Algumas limitações devem ser conhecidas: 1 Sem. algumas capacidades dos fieldbuses de alto nível não podem ser realizadas em AS-i. • Sendo assim. /2011 Redes Industriais .

Isto impede a transmissão assíncrona pelos sensores e atuadores. Os escravos devem aguardar 10 ms (no caso de uma rede com 62 escravos) até ser chamado novamente. como pressão ou temperatura (valores analógicos). – AS-i é estritamente mestre-escravo. 1 Sem. Isto pode ser usado em processos de dinâmicas lentas. /2011 Redes Industriais . Mensagens longas podem ser transmitidas dividindoas em vários ciclos.Limitações do AS-i – Os dados transmitidos em AS-i são limitados a 4 bits por escravos que podem ser trocados a cada ciclo. com varredura cíclica por escravos.

1 Sem.Limitações do AS-i – A transferência de dados de escravo para escravo só é possível via mestre. tipo de topologia livre e a não exigência de resistores de terminação. Esta limitação física se deve a manutenção de outros critérios como o tempo de ciclo da rede. – A limitação de comprimento do cabo é de 100m sem o uso de repetidores. /2011 Redes Industriais .

Características do AS-interface 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .Como o AS-i Funciona? • O master AS-i organiza a comunicação com os escravos. 1 Sem. mais robusta e com maior nível de imunidade a ruídos. • A informação é transferida serialmente. – Modo síncrono / Modo Assíncrono • Os dados são codificados: – A informação é transformada em uma forma de onda que é mais fácil de transmitir.

Componentes da Rede AS-i • Flat Cable • Master AS-i • Escravo AS-i • Fonte AS-i 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

0 - < F1 F2 F3 F4 F5 < F6 F7 F8 F9 F1 0 <-----------------' ^ > v 1 Sem.Comunicação Mestre .Escravo ALLEN-BRADLEY PanelView 550 7 8 9 4 5 6 1 2 3 . /2011 Redes Industriais .

Fonte ASI 30. 31 Escravos Max.5 Vcc Cabo AS-Interface: Alimentação CC no mesmo par de comunicação 1 Sem. /2011 Redes Industriais .Características Rede As-i 100m Max.

/2011 Redes Industriais . somente há limitações no comprimento do cabo 1 Sem.Topologias Aplicáveis Topologia livre.

derivadores. /2011 Redes Industriais . • Para a transmissão de dados e energia. • Instalação de baixo custo graças a tecnologia de conexão. • Um módulo de acoplamento para um grande range de aplicações: – Módulos de I/O. 1 Sem. etc.Flat Cable AS-i • O cabo perfilado previne a inversão de polaridade do cabo. • Interface padronizada garante a compatibilidade.

Flat Cable AS-i • Flat cable perfilado: – mesma tecnologia para a transmissão de dados AS-i e alimentação • Tecnologia de conexão: – Simples e segura – Proteção IP67 • Conexão simples e direta de sensores/atuadores ou módulos. /2011 Redes Industriais . • Diferentes tipos de cabos: – Cabo PUR resistente a óleo – Cabo PVC resistente à agua 1 Sem.

Flat Cable AS-i 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .Flat Cable AS-i 1 Sem.

Master AS-i Controlador com 1 ou 2 masters e interface serial (RS 232 C or RS 485) Controlador AS-i DP com 1/2 master(s). /2011 Redes Industriais . interfaces serial e field bus (Profibus-DP) 1 Sem.

• Escolha de diferentes linguagens de programação: – Ladder Diagram – Blocos de Funções – Lista de Instruções – Sequential Function Chart (SFC) • Permitem o desenvolvimento do projeto AS-i completo.Softwares AS-i • De acordo com o padrão IEC 1131-3. • Visualização integrada. • Softwares para o manuseio completo do controlador. • Controle e visualização do status do master. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . • Comissionamento e teste de I/O‘s.

/2011 Redes Industriais .Software AS-i 1 Sem.

derivadores. repetidores. 1 Sem. • Várias combinações possíveis por causa da interface EMS padronizada. • Pequenos módulos de I/O descentralizados para montagem em campo com fator de proteção IP 67. simples através de uma chave-de-fenda.Escravos AS-i • Tecnologia modular AS-I. /2011 Redes Industriais . • Tecnologia de conexão de baixo custo – instalação. • Opção de flat cable ou cabo coaxial. extensores. • Parte inferior para a conexão de módulos.

Escravos AS-i 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .Sensor AS-i Inteligente 1 Sem.

• Modo chaveado projetado para uma maior eficiência. 1 Sem. • Características especiais para o AS-i (geralmente desnecessárias para outros sistemas de bus). /2011 Redes Industriais . a impedância de saída é de natureza indutiva. menor tamanho e peso.Fonte de Alimentação AS-i • Fornece energia para a geração do sinal de dados • Responsável pela filtragem de dados (potência e dados no mesmo cabo). • Diferente da maioria das fontes.

Dimensionamento Rede As-i 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

Redes AS-i 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

e.e. escravo 1 para escravos trecho AS-i 1 adicionais 100 m trecho AS-i 2 100 m Fonte AS-i 2 módulo compacto p. /2011 Redes Industriais . escravo x 1 Sem.Repetidor AS-i controlador AS-i fonte AS-i 1 módulo I/O p.

Extensor AS-i nenhum módulo I/O permitido neste trecho ! extensor AS-i trecho AS-i 1 100 m trecho AS-i 2 100 m controlador AS-i fonte AS-i 1 módulo compacto p.e. escravo x para escravos adicionais 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .Gateways (Integração) 1 Sem.

/2011 Redes Industriais . • Montagem simples e rápida. • Programas menores e claros. • Comissionamento simples de seções da planta. • Expansão possível a qualquer hora e ponto.Aplicações AS-i Tecnologia de transportadores: • Configuração descentralizada e modular. 1 Sem. • Uso de sensores inteligentes em pontos críticos. • Menos cabos e terminais.

Aplicações AS-i • Sistema ASi usado em linha de transportador de um processo de empacotamento: 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

Aplicações AS-i • Monitores e acionadores AS-i para atuadores reduzem o tempo de intalação e o custo de manutenção 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

Aplicações AS-i • Silos de granulados 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

Tipos de Controle Controle Processos Com Diagnóstico Fieldbus • 4-20mA/HART • Wireless HART • Foundation Fieldbus • PROFIBUS-PA Devicebus Controle Processos • CAN • DeviceNet • PROFIBUS-DP • LONWorks • Modbus • Interbus-S Sensorbus Controle Lógico • Seriplex • AS-i • INTERBUS Loop Menor bit Médio byte Maior bloco Quantidade de Dados Equipamentos Simples 1 Sem. /2011 Equipamentos Complexos Redes Industriais .

– Partida de Motores – Válvulas Solenóides 1 Sem. /2011 Redes Industriais . indutivos. – Leitor de Código de barras. tais como: – Sensores de proximidade. fotoelétricos. – Sensores de Processos.Protocolo DeviceNet • É uma rede de comunicação de baixo custo idealizada para interligar equipamentos industriais. – Painéis e interfaces de operação. – Variadores de Freqüência. capacitivos.

como Controladores Lógicos Programáveis (PLC) e microcomputadores. Válvulas. • ODVA (Open DeviceNet Vendor Association) – a partir de 1995. PC. CCMs inteligentes. • É uma rede de baixo nível que proporciona comunicações utilizando o mesmo meio físico entre equipamentos desde os mais simples. 1 Sem. Inversores de Freqüência. • Variedade de produtos.. I/O remoto. /2011 Redes Industriais . como sensores e atuadores.. • Inicio: março 1994 – Rockwell Automation. . até os mais complexos. PLC.Protocolo DeviceNet • Derivada da rede CAN (Controller Area Network).

/2011 Redes Industriais .Características Protocolo Devicenet integra a rede CIP (Common Industrial Protocol) 1 Sem.

/2011 Redes Industriais .Arquitetura da Rede CIP 1 Sem.

circuitos integrados e meio físico. 1 Sem. • Utiliza as tecnologias padrão de navegação em sites e web servers são incorporados em muitos produtos do mercado. • Fornece uma integração mais estreita entre a conexão de rede do empreendimento e do chão-de-fábrica minimizando a duplicação e maximizando o retorno em ativos. • Utiliza o protocolo padrão Ethernet TCP/IP. /2011 Redes Industriais . coleta de dados e controle podem ser realizados com os benefícios do protocolo de Internet padrão Ethernet TCP/IP.Arquitetura da Rede CIP • EtherNet/IP (protocolo industrial): Gerenciamento eficaz de informações para todo o empreendimento. • A configuração.

Alta repetibilidade. Redes Industriais • 1 Sem. • • Altamente determinística prevê de forma confiável quando os dados serão entregues. Os recursos de dados e controle em alta velocidade (5 Mbits/s) fornecem performance de E/S melhorada.Arquitetura da Rede CIP • ControlNet: Rede de controle de alta performance que agrega Determinismo e repetibilidade essenciais para o controle. /2011 . os tempos de transmissão são constantes e não são afetados pelos dispositivos conectados ou os dados que saem da rede.

solução de controle de posicionamento. E/S. 1 Sem.Arquitetura da Rede CIP • As opções de backup. • Faixa extremamente ampla de controladores de conexão ControlNet. /2011 Redes Industriais . IHM e inversores. redundância do meio e segurança intrínseca fazem da ControlNet uma rede adequada à maioria das indústrias exigentes.

meio físico. controle de posicionamento. Os dados da planta acessados via DeviceNet podem fornecer a base para os programas de manutenção preditiva e análises de performance. /2011 . Redes Industriais • • • 1 Sem. Faixa extremamente ampla de E/S conectável DeviceNet. dados para • diagnósticos e análises. interface de operação. Corte de custos e redução de tempos de parada. Os dispositivos podem ser conectados diretamente aos controladores em redes abertas. sem a necessidade de instalação elétrica cara e demorada nos módulos de E/S. inversores e soluções de controle de posicionamento. sensores. controladores.Arquitetura da Rede CIP • DeviceNet: rede inteligente do chão-de-fábrica.

• Frames de dados pequenos diminuindo o tráfego na rede (até 8 bytes).Protocolo DeviceNet • Comunicação Cíclica e Acíclica. • Comunicação Mono e Multi-Mestres. 1 Sem. • Equipamentos de campo baixo custo. /2011 Redes Industriais .

Protocolo DeviceNet • Scan dos devices na ordem de alguns mili-segundos. • Endereço 63 – geralmente default dos dispositivos de campo. • Faixa de endereços (MAC ID) 0 a 63. /2011 Redes Industriais . Usado para movimentação de equipamentos na rede. • Suporta até 64 nós. 1 Sem.

/2011 .Protocolo DeviceNet • Sugerimos a utilização de no máximo 61 equipamentos e deixar os seguintes endereços livres ao se fazer um novo projeto: – 0 para o scanner. – 62 para a interface microcomputador-rede. Redes Industriais 1 Sem. – 63 para novos equipamentos que venham a ser inclusos. Nota: segundo os padrões DeviceNet os equipamentos novos saem de fábrica com o endereço 63.

500K. /2011 Redes Industriais . • Taxas de comunicação de 125K. • Proteção contra inversão de ligações e curto-circuito.Protocolo DeviceNet • Formas de endereçamento: – através de dip-switches. 1 Sem. 250K. – via software. • Distância de 100m à 500m podendo ser expandida com repetidores.

O tronco principal deve ser sempre terminado nas duas pontas com resistores de 121. ¼ W. 1%. Estrela e anel não são permitidas 1 Sem.Aspectos de Instalações DeviceNet • A topologia da rede Devicenet é baseada em um tronco principal com ramificações. /2011 Redes Industriais .

fino. 1 Sem. sendo um dos pares responsável pela distribuição da alimentação 24Vcc nos diversos nós. /2011 Redes Industriais . • São 4 tipos de cabos padronizados: cabo redondo grosso. e o outro utilizado para o sinal de comunicação.Aspectos de Instalações DeviceNet • A rede Devicenet utiliza um cabo padrão de 2 pares trançados. médio e flat.

Redes Industriais .0mm 5.069Ω/m 0. cabo fino para as derivações.015Ω/m 0.Aspectos de Instalações DeviceNet Tipo de cabo Grosso Fino Flat Bitola 15AWG 22AWG 16AWG Bitola dreno 18AWG 22AWG - Bitola comum 18AWG 24AWG 16AWG Corrente 8A 3A 8A Dimensões 12.5mm 7.019Ω/m 1 Sem.3mm Resistência 0. /2011 Mais Utilizado: cabo grosso para o tronco.3x19.

Aspectos de Instalações DeviceNet 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais . Tipo de cabo Grosso Fino Flat Fino Fino Função do cabo Tronco Tronco Tronco Derivação ∑ Derivações 156m 380m Taxa de transmissão 125 Kbits/s 500m 250 Kbits/s 250m 100m 200m 6m 78m 39m 75m 500 Kbits/s 100m 1 Sem.Aspectos de Instalações DeviceNet • Ramificação na rede não pode ser maior que 6 m • A soma dos comprimentos de todas as ramificações deve ser menor que o máximo permitido para a taxa de comunicação desejada.

Aspectos de Instalações DeviceNet • 3 tipos básicos de conectores: Conectores aberto 1 Sem. /2011 Conector selado mini Conector selado micro Redes Industriais .

Aspectos de Instalações DeviceNet • A rede DeviceNet necessita de alimentação de 24Vdc. 1 Sem. • Quando mais de uma fonte. • Aplicações com fonte única: deve-se tentar seu posicionamento próximo ao centro de carga evitando a deterioração da tensão ao longo da linha evitando que os escravos recebam tensões inferiores a que possam efetivamente operar. separar os trechos interrompendo somente o fio vermelho do cabo. /2011 Redes Industriais .

Aspectos de Instalações DeviceNet Fonte única Mais de uma fonte na rede 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

e o método define a forma com que as informações (messagens) serão trocadas. Bit-strobe) – Explicit message: telegrama assíncrono: • U geral e não prioritário. Change-of-state.Métodos de Comunicação • O tipo de comunicação define basicamente os equipamentos que participam da troca de dados. • A rede DeviceNet admite os seguintes métodos: – I/O message: telegrama síncrono: • dedicado à movimentação de dados prioritários entre um produtor e um ou mais consumidores. Cyclic. /2011 Redes Industriais . • Dividem-se de acordo com o método de troca de dados: (Poll. • Utilizado em serviços de parametrização e configuração do equipamento 1 Sem.

Métodos de Comunicação • Pooled Message: – O mestre gera uma mensagem de comando direcionada a um determinado escravo (ponto-a-ponto). – A resposta do escravo é direcionada ao mestre e também inclui seus dados. /2011 Redes Industriais . transmitindo também dentro da mensagem os dados específicos para este escravo. etc. – O mestre irá gerar uma mensagem para cada escravo configurado com a comunicação Polled e acolherá a resposta de todos. 1 Sem. tais como: comando on / off para a saídas de I/O ou dados para um display.

1 Sem. /2011 Redes Industriais .

1 Sem. junto com a instrução. além de um bit de comando para cada um. /2011 Redes Industriais . Os escravos respondem em seguida.Métodos de Comunicação • Strobed Message: – O mestre transmite uma mensagem tipo mult-cast para todos os escravos configurados como Strobed.

1 Sem. /2011 Redes Industriais .

traz o mesmo efeito prático do que a temperatura ser lida dezenas de vezes por segundo. com o comando ou dado a ser enviado. onde a leitura do dado duas vezes por segundo.Métodos de Comunicação • Cyclic Message: – Tanto o mestre como os escravos podem gerar uma messagem cíclica. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . – Pode ser aplicado para sinais mais lentos como medição de temperatura. a intervalos de tempo pré-estabelecidos.

/2011 Redes Industriais .1 Sem.

as mensagens são transmitidas da mesma maneira que a cíclica. chaves fim de curso. • Na maioria das aplicações com sinais on / off de: sensores de proximidades. contatos auxiliares e botoeiras. /2011 Redes Industriais . é uma das mais eficientes para leitura de entradas digitais. enviariam sinais somente quando houvesse alteração.Métodos de Comunicação • Change of State Message: • A comunicação change of state ou mudança de estado. 1 Sem. só que geradas a partir de uma alteração de I/O. reduzindo o tráfico da rede com mensagens iguais e repetidas dezenas de vezes por segundo.

1 Sem. /2011 Redes Industriais . uma nova mensagem é enviada ao scanner para identificar que o equipamento de campo continua funcionando na rede. visando reduzir o tempo de scan da rede. • Este tipo de comunicação é especialmente indicada para redes com muitos sinais.Métodos de Comunicação • O protocolo prevê ainda que se após alguns milisegundos quando não houver alteração das entradas.

/2011 Redes Industriais .1 Sem.

Configuração Aberta ma o Siste ão d figuraç Con Estacao Engenharia configura tanto Controlador qto Eqpto de campo Controlador Device Data Base Files EDS-file Devicenet M I/O Sensor Drive Field device Field device IHM 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .data format e faixas min. – Para a configuração acíclica contem os indexes de cada parâmetros.EDS . max e default value suportados pelo device. • Formato texto. • Todo equipamento de campo deverá ter o seu EDS.Electronic Data Sheet • Contém informações necessárias para uma ferramenta de configuração acessar e alterar os parâmetros do device: – Para a comunicação síncrona contém os tipos suportados. 1 Sem.

• O monitor de válvulas é um instrumento muito utilizado em rede e possui duas entradas digitais que sinalizam o estado aberto e fechado da válvula e através de uma saída aciona uma válvula solenóide que comanda a abertura da válvula. onde todas as condições de contorno são avaliadas.Dimensionamento de Rede DeviceNet • A rede DeviceNet. /2011 Redes Industriais . • Nos próximos itens estaremos avaliando um projeto através de um exemplo prático da instalação de uma rede com monitores de válvulas como um único equipamento de campo para facilitar os cálculos. 1 Sem. bem como as demais redes industriais dependem de um projeto antecipado.

mas na prática a avaliação da corrente de consumo deve ser utilizada como o valor real de cada um dos instrumentos presentes na rede. /2011 Redes Industriais . utilizando o Cabo Grosso para o Tronco e Cabo Fino para os barramentos do exemplo a seguir. • Nos exemplos a seguir estamos considerando que a rede irá operar na taxa de 125KBits/s e os limites dos cabos de acordo com a tabela apresentada em slide anterior.Dimensionamento de Rede DeviceNet • Estaremos admitindo que o monitor é alimentado pela rede DeviceNet e consome 0. 1 Sem.5A.

/2011 Redes Industriais .Comprimento de Troncos 1 Sem.

/2011 Redes Industriais .Comprimento das Derivações 1 Sem.

o que o nosso exemplo está atendendo. que não deve extrapolar os valores apresentados na tabela do slide e no caso do exemplo acima também se enquadra no previsto para a rede de 125KBits/s. 1 Sem. /2011 Redes Industriais .Soma das Derivações • O comprimento máximo para as derivações é de 6m independentemente da taxa de comunicação selecionada para a rede. • Outro ponto limitante é a soma de todas as derivações.

/2011 Redes Industriais . 1 Sem.Linha Tronco • A linha tronco da rede DeviceNet pode ser implementada com o cabo grosso com seu comprimento máximo limitado em função da taxa de comunicação. • É possível ainda a utilização do cabo flat. conforme a tabela do slide ou. mas deve-se evitar seu encaminhamento próximo a outros cabos que possam gerar indução eletromagnética. ainda pode ser implementada com o cabo fino onde seu comprimento máximo deve ser 100m independentemente da taxa de comunicação.

/2011 Redes Industriais . mas lembramos que a rede estará fora das especificações originais. 1 Sem.Derivações • As especificações da rede DeviceNet não permitem a utilização de cabo grosso nas derivações. mas dependendo do carregamento e comprimento da rede é até possível sua utilização.

Queda de Tensão ao Longo da Linha • Imprescindível na implementação de uma rede DeviceNet é a avaliação da queda de tensão ao longo da linha. que é ocasionada pela resistência ohmica do cabo submetida a corrente de consumo dos equipamentos alimentados pela rede. • Quanto maior o comprimento da rede. Outro ponto a considerar é o posicionamento do fonte de alimentação na rede. /2011 Redes Industriais . maior o número de equipamentos e mais elevado o consumo dos instrumentos de campo. que quanto mais longe do centro de carga maior será a queda de tensão 1 Sem. mais elevadas serão as quedas de tensões podendo inclusive não alimentar adequadamente os mais distantes.

ou seja. /2011 Redes Industriais .65V.Queda de Tensão ao Longo da Linha • Segundo as especificações da rede DeviceNet admitise uma queda de tensão máxima de 4. • Lembramos no entanto. pois normalmente as cargas ligadas aos módulo de saída on / off normalmente admitem uma variação de 10%. 1 Sem. ou seja não poderiam receber tensão menor do que 21. nenhum elemento ativo deve receber uma tensão menor do 19. de que na prática a restrição é maior ainda.35V entre os fios VM e PR.6V.

Queda de Tensão ao Longo da Linha • Para se determinar qual o valor de tensão que irá chegar aos equipamentos de campo. /2011 Redes Industriais . primeiramente devemos determinar as correntes nos trechos dos cabos. 1 Sem. baseado na corrente de consumo dos equipamentos e pela lei de Kirchoff: – “A somatória das correntes que chegam em um nó é igual a somatória das correntes que saem do mesmo”.

Queda de Tensão ao Longo da Linha 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais . aplicada a cabos onde o valor da resistência depende do comprimento do cabo: – U=RxIeR=ρ xL – U=ρxLxI • Sendo: – U = tensão em Volts – R = resistência em Ohms – I = corrente em Amperes – R = resistência equivalente do cabo em Ohms – ρ = resistividade do cabo utilizado Ohms / Metro – L = comprimento do cabo em Metros 1 Sem.Cálculo das Quedas de Tensões • Os cálculos das quedas de tensão serão baseados na Lei de Ohm.

Cálculo das Quedas de Tensões • A tabela abaixo apresenta o resultado da formula para queda de tensão no cabo. /2011 Redes Industriais . considerando a resistividade específica de cada modelo: 1 Sem.

/2011 Redes Industriais .Cálculo das Quedas de Tensões 1 Sem.

1 Sem. /2011 Redes Industriais .Cálculo das Quedas de Tensões • Apesar dos cálculos acima ainda não representarem a tensão que efetivamente chega aos equipamentos. • Analogamente iremos aplicar a mesma Lei de Ohm para as derivações observando que a resistividade do cabo fino das derivações é menor do que a do cabo grosso.35V). já podemos verificar que a tensão no fim da linha está muito perto do mínimo requerido (19.

Tensão nos Equipamentos

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Conclusão
• Desta forma, verificamos que o ponto J apresenta tensão menor do que 19,35V e irá apresentar problemas de alimentação; • Observe também que os pontos C, E, G, I e H não acionarão corretamente suas solenóides que admitem uma queda de tensão máxima de 10%, ou seja, funcionam bem com até 21,6V; • IMPORTANTE: não adianta aumentar a capacidade da fonte, que não trará nenhum efeito na queda de tensão na rede, e no nosso exemplo uma fonte de 3A • ou 50A não resolveria o problema.
1 Sem. /2011 Redes Industriais

O que fazer para resolver o problema de queda de tensão ?

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Posicionamento da Fonte
• Como pudemos verificar no exemplo anterior, quanto maior for o comprimento dos cabos maior será a queda de tensão e uma maneira simples de diminuir significativamente a queda de tensão é a mudança da fonte de alimentação externa; • O ponto ideal para a colocação da fonte de alimentação na rede é o mais próximo possível do centro de carga, ou seja no trecho da rede que mais consome;
1 Sem. /2011 Redes Industriais

Recalculo das Correntes
• Normalmente não se deve instalar a fonte junto ao PLC, pois geralmente está localizado longe do primeiro equipamento de campo; • Para melhor visualização iremos a seguir refazer os cálculos das quedas de tensão reposicionando-se a fonte e os cálculos seguem o mesmo raciocínio adotado;

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Recálculo das Correntes

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Recálculo das Correntes • Note que o valor de corrente fornecido pela fonte não se alterou com relação ao exemplo anterior. /2011 Redes Industriais . porém não temos nenhum trecho da rede com a corrente total de 3A. 1 Sem. ao contrário do exemplo anterior.

/2011 Redes Industriais .Recalculo das Tensões 1 Sem.

30 com um ganho de 3.Recalculo das Tensões • Com esta alteração a tensão mínima da configuração anterior no ponto J de 19. Um grande número de casos podem ser resolvidos somente com a alteração da posição da fonte de alimentação. confirmamos que o pré-projeto da rede é de extrema necessidade.08V. com tensão maior que 24V -10% ou seja: 21. /2011 Redes Industriais . 1 Sem. • Se considerarmos no exemplo anterior. pois mudanças depois da instalação pronta pode causar serios transtornos.22V passou para 22. somente a válvula do ponto A estava corretamente alimentada.6V e no exemplo atual todas estão perfeitamente alimentadas.

1 Sem. portanto confirmamos que qualquer modificação deve ser criteriosamente estudada para evitar transtornos e retrabalhos. /2011 Redes Industriais . iremos supor que o trecho final da rede com os equipamentos I e J foram alterados e serão montados em outro local necessitando uma extensão de 215m.Extensão da Rede • Outro ponto importante são as alterações realizadas depois da instalação concluída. para exemplificar os efeitos sobre a queda de tensão. • Com esta alteração na rede os equipamentos I e J não irão funcionar.

Extensão da Rede

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Múltiplas Fontes de Alimentação
• A rede DeviceNet admite ser alimentada por múltiplas fontes de alimentação ao longo da linha tronco e esta prática deve ser adotada para redes longas e com consumo elevado; • Outra vantagem da utilização de múltiplas fontes de alimentação é a possibilidade de se utilizar correntes muitos elevadas que podem ser segmentadas em trechos com até 8 Ámperes;

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Múltiplas Fontes de Alimentação
• Na implementação do uso de múltiplas fontes, cada trecho deve ser segmentado, interrompendo-se o fio vermelho, mantendo-se os outros, de forma que cada trecho seja alimentado por uma única fonte; • Observe que o negativo de todos os trechos não devem ser interrompidos e apenas uma única fonte de alimentação deve estar ligada ao aterramento; • Esta técnica será exemplificada a seguir como uma solução para o problema da extensão do cabo da rede
1 Sem. /2011 Redes Industriais

Múltiplas Fontes de Alimentação

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Redes Industriais

Múltiplas Fontes de Alimentação
• Observe que a Fonte 1 alimenta o trecho que sai do PLC passando pelos equipamentos A, B, E até o G; • Conclusão: observamos que as duas fontes assim posicionadas atendem perfeitamente os requisitos, pois todos os equipamentos estão adequadamente alimentados, e o que é melhor, todas as solenóides de saída serão alimentadas dentro da faixa de 10% pois em todos os pontos a tensão é maior que 21,6V.

1 Sem. /2011

Redes Industriais

Alimentação da Rede
• Segundo as especificações da rede DeviceNet a alimentação 24Vcc deve ser estabilizada, estável e com proteções, sendo que a proteção de picos de surge (certificação CE categoria 3 para pulsos de surge), transitórios gerados na rede de corrente alternada que alimenta a fonte de alimentação possam passar para a rede DeviceNet e causar a queima dos equipamentos.

1 Sem. /2011

Redes Industriais

para que uma sobrecorrente não possa colocar em risco o cabo da rede. • Aconselhamos que a fonte utilizada para alimentar a rede DeviceNet e / ou os módulos de saídas possuam proteção contra curto circuito. /2011 Redes Industriais . 1 Sem.Alimentação da Rede • A fonte de alimentação para a rede DeviceNet • deve fornecer uma tensão contínua e estabilizada em 24 Vcc independentemente da corrente consumida.

Alimentação da Rede • Caso a fonte de alimentação esteja posicionada longe do seu centro de carga. /2011 Redes Industriais . 1 Sem. pode-se elevar um pouco a tensão da rede. • Para tanto deve-se verificar a máxima tensão admissível por todos os equipamentos conectados na rede e as cargas conectadas aos módulos que possuem saída e se utilizem da tensão da rede para alimentação dos I/O’s. corrigindo a queda de tensão excessiva que possa existir no final da linha.

Interface com o Operador (botoeira) 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .Bloco de E/S para o Campo 1 Sem.

Interface Homem-Máquina 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais .Exemplo de Aplicação DeviceNet Rede HSE 1 Sem.

Aplicações DeviceNet • Aplicações Hospitalares • Solda Robótica 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

e hoje já existem vários fornecedores de equipamentos para a rede ControlNet. • Esses dados são transmitidos continuamente e disponibilizados para a aplicação em intervalos de tempo configuráveis (NUI. Network Update Interval).ControlNet • A rede ControlNet foi desenvolvida em 1995 pela empresa Allen Bradley. mas depois ela se tornou uma rede aberta. que hoje chama-se Rockwell Automation. • No começo. a rede era dedicada somente aos produtos da AB. 1 Sem. /2011 Redes Industriais . • A rede ControlNet é uma rede serial para transmissão de dados críticos ao processo em Controle de Manufatura.

área) 1 Sem.ControlNet • Onde usar: níveis intermediários (célula. /2011 Redes Industriais .

/2011 Redes Industriais . • Entretanto. esse tipo de comunicação não é determinística. como aqueles utilizados para configuração e parametrização de equipamentos de campo em formato de telegramas não cíclicos. 1 Sem.ControlNet • A rede ControlNet também suporta a transmissão para dados não críticos.

250 m com 48 nós (sem repetidores).000 m com 2 nós. até 30 km com 5 repetidores.000 m com 5 repetidores • Fibra: 3. 1 Sem. estrela – Taxa transmissão: 5 Mbps – Estações endereçáveis: até 99 – Distâncias: • Cabo coaxial RG-6: 1. máximo de 5.ControlNet • Camada física: – Topologias: barramento. /2011 Redes Industriais . 500 m com 32 nós. árvore.000 m sem repetidores.

ControlNet • Camada de aplicação: – Orientação a objetos – Modos de comunicação: • Master/Slave • Multi-Master • Peer-to-Peer • Produtor/Consumidor – Leitura de dados: • Mudança de Estado – (Change of State) • Cíclico (Cyclic) • Por Solicitação (Polling) 1 Sem. /2011 Redes Industriais .

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