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Engº.

Eletricista: Reynaldo Barros
Presidente

Arquiteto: Paulo Roberto Sad da Silva
Diretor da Fiscalização

Engº. Civil: Ricardo Rovo de Souza Lima
Gerente da Fiscalização

Engª. Eletricista: Mariangela Mattos Garios Inacio
Coordenadora da Fiscalização

Rio de Janeiro, dezembro de 2001.
APRESENTAÇÃO
Este documento tem por finalidade estabelecer os procedimentos que deverão ser adotados pelos agentes de fiscalização quando das suas atividades, bem como outras atividades eventuais e/ou especiais.

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AGRADECIMENTOS
Agradecemos a todos aqueles que de forma direta ou indireta contribuíram para a elaboração do presente documento. Agradecemos em especial a todos os agentes de fiscalização que contribuíram com seus extensos conhecimentos de ação fiscalizatória que em muito abrilhantaram este documento. Índice 1 - Introdução 2 - Fundamento Legal 2.1 - Leis 2.2 - Resoluções do CONFEA 2.3 - Decisões Normativas do CONFEA 2.4 - Normas de Fiscalização das Câmaras do CREA-RJ 2.4.1 - Câmara especializada de Engenharia Civil 2.4.2 - Câmara especializada de Arquitetura 2.4.3 - Câmara especializada de Engenharia Industrial
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2.4.4 - Câmara especializada de Engenharia Elétrica 2.4.5 - Câmara especializada de Agronomia 2.4.6 - Câmara especializada de Geologia e Engenharia de Minas 2.5 - Jurisprudências do CREA-RJ 2.5.1 - Câmara especializada de Engenharia Civil 2.5.2 - Câmara especializada de Arquitetura 2.5.3 - Câmara especializada de Engenharia Industrial 2.5.4 - Câmara especializada de Engenharia Elétrica 2.6 - Manual de Fiscalização da Câmara Especializada de Engenharia Química do CREA-RJ 2.7 - Procedimentos para fiscalização do exercício profissional na área de Engenharia de Segurança do Trabalho CEST / CREA-RJ 3 - Áreas de atuação da Fiscalização 3.1 - Construção Civil 3.1.1 - Obras em geral 3.1.1.1 - Edificações 3.1.2 - Denúncias 3.1.3 - Processos 3.2 - Manutenção 4 - Instruções Básicas 5 - Fiscalização na área da Construção Civil e outros serviços 5.1 - Falta de placa da empresa empreiteira com serviços executados por empresa empreiteira subcontratada. 5.2 - Fabricação de elementos pré-moldados de natureza não estrutural 5.3 - Divisórias e modulados 5.4 - Empresa com registro requerido, sem deferimento e que se encontre em atividade. 5.5 - Fachada de prédios 5.6 - Empreiteiras de mão de obra 5.7 - Concretagem 5.8 - Obra realizada em regime de mutirão, com projeto fornecido por Prefeituras Municipais. 5.9 - Execução de demolição 5.10 - Fornecimento, corte e dobra de ferro. 5.11 - Cobertura metálica 5.12 - Empresa sem responsável técnico na área da Engenharia Civil 5.13 - Casas pré-fabricadas 5.14 - Projeto e execução de instalações elétricas prediais no âmbito da Engenharia Civil 5.15 - Autuação pelo exercício ilegal da profissão 5.16 - Elementos pré-moldados de concreto armado de natureza estrutural 5.17 - Atividades na área da Engenharia Civil, vinculados à ART com atividades técnicas de: projeto e execução de instalações elétricas em edificações, projeto e instalação de ar condicionado, projeto e instalação de sistema de ventilação e exaustão e plantio de grama e arbustos em edificações e para contenções de encostas. 5.18 - Baixa de responsabilidade técnica, por profissional responsável pela execução da obra ou serviço em que a mesma não se encontre concluída. 6 - Fiscalização na área da Arquitetura 6.1 - Arquitetura de interiores 6.2 - Atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais no âmbito da Arquitetura
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10 11 11 11 11 12 12 12 12 12 13 13 13 13 14 14 14 14 15 18 18 18 18 18 18 19 19 19 19 20 20 20 20 21 21 21

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fósforos de segurança e artigos pirotécnicos.Subestações transformadoras.6 .Instalação e manutenção industrial 8 .14 .Instalação e manutenção de equipamentos e aparelhos odonto-médicohospitalares.Embarcações navais 7.7 .1 .Equipamentos de combate a Incêndio 7.12 .15 .4 .Aeronaves 7.Sonorização.Aquecedores de água a gás 7.Fiscalização na área da Engenharia Elétrica 8.Reservatórios metálicos 7.Função pública de agente fiscal de projeto de obras e urbanismo 6.Bombas de abastecimento 7.Execução de obras de/ em monumentos 6.2 .Sistemas centrais de tratamento de ar e sistemas de refrigeração para aplicações industriais 7.10 .Planejamento físico.Tubulações e redes internas de comunicações: áudio/dados/vídeo 8.Proteção contra descargas atmosféricas 8.Transformadoras de veículos 7.9 .1 .Vistoria de instalações de energia elétrica e emissão de laudo técnico 8.Transporte rodoviário de passageiros e de carga 7.10 .Centrais privadas de comutação telefônica 8.9 .Instalações hidráulicas 7.21 .8 .9 .Instalações elétricas 8.Emissoras de radiodifusão sonora e de sons e imagens 8.8 .5 .Parques de diversões 7.22 .Aparelhos de transportes verticais e horizontais 7.Interfones.4 .11 . iluminação e instalação em eventos.Equipamentos de informática.Antenas Parabólicas 8.13 .5 .8 .Conjuntos arquitetônicos 6.Instalações telefônicas em Edifícios 6.7 .20 . 7.12 – Edificações 7 . urbano seus serviços afins e correlatos.5 . 6. 8.Contenção de Taludes 6.Fiscalização do comércio de agrotóxicos 5 23 24 27 27 29 29 29 29 30 30 30 30 30 31 31 31 32 33 33 34 34 37 38 38 39 39 39 40 40 40 41 41 41 42 42 42 43 43 44 46 48 49 50 50 51 52 53 54 54 .10 .11 .Câmaras frigoríficas 7.Fiscalização na área da Agronomia 9. munição para caça e esporte.11 . computadores e periféricos. 8.6. 8. Centrais de Portaria e Porteiros Eletrônicos. local.12 .16 .Fabricantes de pólvora. detonantes. 7.2 .TV por assinatura 9 .3 .4 .1 .Gases combustíveis 7.Caldeiras e vasos de pressão 7.Concessionárias de veículos 7.17 .Autuação de empresas industriais 7.Execução de projeto de cálculo estrutural de edificações 6.3 .7 .6 .Redes de Abastecimento e Central de Gás de Edificações 6.Antenas coletivas de TV 8.18 – Silos metálicos 7.Parcelamento de solo urbano 6.19 . distribuidoras e de manobras e quadros gerais de baixa tensão. explosivos.6 .Fiscalização na área da Engenharia Mecânica Metalúrgica 7.13 .Instalação de “Kits” para conversão de motores para utilização de gás natural 7. 8.3 .

13 .Fiscalização do exercício profissional na área de Segurança do Trabalho 13 .Atividades relativas a projeto e monitoramento de tratamento de águas potável. transformação.1 – Água subterrânea 10.2 .6 .5 .1.8 .Avaliações e Perícias 14 .10 .1 . 11.Possui Agrotóxico 9.Anexo I 12 .7 . explosivos.Atividades relativas a projeto e produção de tintas e pigmentos 11.Mecânica de rochas 11 .Atividades relativas a projeto e produção de material cerâmico. 11.4 .5 . execução e manutenção das instalações.12 . industrial e de caldeira. esmaltes e metal esmaltado. 11.9 .Mineração de areia 10. detonantes. emissões atmosféricas e resíduos sólidos urbanos e industriais.Atividades relativas à produção.Regularização do quadro técnico 18 .6 . 11.Fiscalização de empresas sem registro 16 – Recadastramento 17 .4 . refratários.Fiscalização na área da Engenharia de Minas 10.No caso de 1ª visita (empresa não consta na listagem) 9.Produtores de fertilizantes e/ou corretivo de solo 10.3 . derivados químicos de madeira e tratamento químico da madeira.1 . papel. projeto.2 .3 .1.Atividades relativas a projeto e fabricação de produtos químicos 11. armazenamento e distribuição de gás.11 .Atividades relativas a projeto e produção de polpa.Orientação para informação e encaminhamento de processos diversos 19 .2 .1. munição para caça e esporte.1. 11. argila.Fiscalização dos serviços de instalação e manutenção predial 15 .Mineração 10. esgotos domésticos.9.Atividades relativas a projeto e monitoramento de tratamento de efluentes industriais.2 .Atividades relativas à produção de alimentos 11.Atividades relativas á fabricação de pólvora.Atividades relativas a projeto e produção de plásticos e borracha 11.Fiscalização na área da engenharia química 11. fósforos de segurança e artigos pirotécnico.Não possui Agrotóxico 9. 11.1.No caso de visitas posteriores (empresa consta na listagem) 10 .1.Indústria do cimento 10.Atividades relativas à produção de cimento e compostos de cálcio e magnésio 11.1 .Como identificar a atividade 11.Orientação para informação e encaminhamento de denúncias / solicitações de visitas 55 55 55 55 56 56 56 57 57 57 58 58 59 60 60 61 61 61 62 62 63 63 64 64 66 74 75 76 79 83 84 85 87 6 .

194.524 de 05/11/68 . • • • • • • • • • • 2.410 de 27/11/85 . Neste manual.Regulamenta a Lei 7. Lei 7. Decreto-Lei 90.664 de 26/06/79 .Regula o exercício das profissões de Engenheiro.2 . de 24/12/66 . consideramos importante que os procedimentos venham acompanhados das diretrizes (passo a passo) da atuação do Agente de Fiscalização. Arquitetura e Agronomia.Dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho. por estar sempre diante dos acontecimentos. tirar dúvidas e prestar esclarecimentos. de Arquiteto e de Agrimensor. 2) FUNDAMENTO LEGAL: 2. deve estar preparado para comentar a Legislação. que dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho. Lei 6. O Agente de Fiscalização.Instrumento legal que disciplina a profissão de Geógrafo e dá outras providências. Lei 6. Resolução 207/72 .530 de 09/04/86 .1 . Lei 5. baixa Resoluções para regulamentar a aplicação dos dispositivos previstos nessa Lei.Adota o Código de Ética Profissional. 7 .Dispõe sobre os processos de infração e define reincidência e nova reincidência. Arquitetura e Agronomia – CONFEA. esteja convicto e consciente dos procedimentos aqui estabelecidos. Decreto 92.Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio. que dispõe sobre o registro de empresas nas entidades fiscalizadoras do exercício profissional. Em complementação. E o bom senso não é gerar paliativos para proteger o infrator. Lei 8. que em último caso são evitados pelo bom senso. e dá outras providências. e dá outras providências. O cumprimento uniforme destes procedimentos resulta num número reduzido de erros e desvios. que institui o Código de Proteção e Defesa do Consumidor.078 de 11/09/90 .Regula o exercício das profissões de Engenheiro.Dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho.496 de 07/12/77 . e dá outras providências.Instrumento legal de regulamentação profissional complementar.1) INTRODUÇÃO Este manual busca organizar e. Decreto Federal 23.Define as atribuições dos Técnicos de Segundo Grau. que institui a Anotação de Responsabilidade Técnica na prestação de serviços de Engenharia. principalmente.569 de 11/12/33 . Decreto 92.839 de 31/10/80 .922/95 de 06/02/85 . Arquiteto e Engenheiro Agrônomo. a profissão de Técnico de segurança do trabalho.530 de 09/04/86 .LEIS: • Lei Federal N° 5.Instrumento legal de âmbito geral. seu usuário costumaz. e dá outras providências.410 de 27/11/85. o Conselho Federal de Engenharia. É fundamental que o Agente de Fiscalização.Instrumento legal de âmbito geral. Lei 6. que estão baseados na Legislação em vigor do Sistema CONFEA – CREA´s e na vivência acumulada ao longo do tempo.RESOLUÇÕES DO CONFEA: • • Resolução 205/71 . uniformizar a atuação da fiscalização do CREA-RJ.

Dispõe sobre a conceituação de Projeto Básico em Consultoria de Engenharia. ou pelos autores ou co-autores.Dispõe sobre os serviços de concretagem e sua Anotação de Responsabilidade Técnica –ART. que regula o tipo e uso de placas de identificação de exercício profissional em obras.Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia. Arquitetura e Agronomia.Dispõe sobre o registro de empresas de mineração.Designa o título e fixa as atribuições das novas habilitações em Engenharia de Produção e Engenharia Industrial. Resolução 288/83 .• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Resolução 218/73 .Relaciona cargos e funções dos serviços da administração pública direta da União. cujo exercício é privativo de profissionais da Engenharia. Arquitetura e Agronomia. Resolução 430/99 . Resolução 221/74 . Resolução 345/90 . DN 020/86 . Resolução 313/86 . Resolução 278/83 . 8 .Dispõe sobre o visto em registro de pessoa jurídica.Dispõe sobre a composição dos CREA’s. Resolução 437/99 . Arquitetura e Agronomia e dá outras providências. dos Estados. Arquitetura e Agronomia.Dispõe sobre o exercício por profissional de Nível Superior das atividades de Engenharia de Avaliações e Perícias de Engenharia.194/66.Dispõe sobre o registro de Técnicos de 2° grau. Resolução 407/96 . Resolução 358/91 . instalações e serviços de Engenharia. Resolução 336/89 . Resolução 335/89 .Dispõe sobre Empresas enquadráveis nos Artigos 59 e 60 da Lei 5. Arquitetura e Agronomia iniciados ou concluídos sem a participação efetiva do responsável técnico. Resolução 413/97 . nos Conselhos Regionais de Engenharia.Dispõe sobre o registro de pessoas jurídicas nos Conselhos Regionais de Engenharia. Resolução 359/91 . Resolução 262/79 .Dispõe sobre a regularização dos trabalhos de Engenharia.Dispõe sobre as atribuições dos Técnicos de 2° grau. de 28/07/79.Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica – ART relativa às atividades dos Engenheiros e Arquitetos especialistas em Engenharia de Segurança do Trabalho e dá outras providências. Resolução 261/79 .DECISÕES NORMATIVAS DO CONFEA: • • DN 017/84 .Dispõe sobre o acompanhamento pelo autor. do Distrito Federal e dos Municípios. Arquitetura e Agronomia. do projeto da execução da obra respectiva de Engenharia. Resolução 361/91 .Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica – ART e dá outras providências. Arquitetura e Agronomia. bem como sua Anotação de Responsabilidade Técnica. Arquitetura e Agronomia. 2.194/66.Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2° grau e dá outras providências.Dispõe sobre a inclusão do Técnico de Segurança do Trabalho entre as constantes da Resolução 262. nas áreas da Engenharia. Resolução 229/75 . Arquitetura e Agronomia. Resolução 425/98 .Dispõe sobre o exercício profissional.Revoga a Resolução 250/77. o registro e as atividades do Engenheiro de Segurança do Trabalho e dá outras providências. revoga a Resolução 318 e dá outras providências. e dá outras providências.Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei 5.3 . Resolução 417/98 .

bem como empresas transformadoras de veículos e fabricantes de veículos fora de série e dá outras providências. 9 . DN 056/95 . perfuração.4. 2. execução e manutenção de Central de Gás. explosivos. DN 039/92 .CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL: • • • NF 03/93 . DN 047/92 . e dá outras providências. detonantes. DN 057/95 . fósforos de segurança e artigos pirotécnicos. DN 036/91 .4 . locação. Rádio AM e Rádio FM e dá outras providências. DN 045/92 . munição para caça e esporte.Dispõe sobre responsável técnico de pessoa jurídica que desenvolva atividades de planejamento e/ou execução de obras na área de mecânica de rochas. NF 05/95 . NF 06/96 .• • • • • • • • • • • • • • • • • DN 029/88 . DN 042/92 . Fiscalização e Anotação de Responsabilidade Técnica de Redes de Emissoras de Televisão. caçambas basculantes e fixas. coletoras de lixo. DN 052/94 .Estabelece competência nas atividades referentes a Inspeção e Manutenção de Caldeiras e projetos de Casa de Caldeiras. DN 055/95 .Fixa critérios para fiscalização de empresas fabricantes de carrocerias de ônibus. DN 060/88 . DN 041/92 . DN 032/88 . seus serviços afins e correlatos. limpeza e manutenção de poços tubulares para captação de água subterrânea e dá outras providências.Estabelece os procedimentos para autuação pelo exercício ilegal da profissão. as competências para executá-las e dá outras providências.1 .Dispõe sobre a fiscalização dos serviços técnicos de geradores de vapor e vasos sob pressão. DN 040/92 .Dispõe sobre a competência em atividades relativas a elevadores e escadas rolantes. DN 059/97 .Dispõe sobre a obrigatoriedade de responsável técnico pelas instalações das empresas que exploram parques de diversões. baús de caixas especiais. DN 063/99 .Dispõe sobre a fiscalização das atividades de manutenção de veículos de transporte rodoviários coletivos.Dispõe sobre o registro nos CREAS das empresas fabricantes de pólvora.Estabelece atribuições em projetos. tanques. pesquisa.Estabelece procedimentos para autuação de empresas que atuam na indústria de elementos pré-moldados de concreto armado de natureza estrutural. carretas e reboques em geral.Dispõe sobre as atividades de parcelamento de solo urbano. e define parâmetros para cobrança de respectiva ART.Dispõe sobre a fiscalização das atividades ligadas a retifica de motores e reparos e regulagem de bombas injetoras de combustível em motores diesel.Fiscalização das atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais no âmbito da Engenharia Civil. DN 066/2000 .Dispõe sobre a fiscalização das atividades de instalação e manutenção de sistemas condicionadores de ar e de frigorificação.Dispõe sobre o Registro.NORMAS DE FISCALIZAÇÃO DO CREA-RJ: 2.Dispõe sobre o registro de pessoas jurídicas que atuam nas atividades de planejamento.Dispõe sobre o Registro e Fiscalização de Empresas Prestadoras de Serviços de TV por Assinatura e dá outras providências.Dispõe sobre a obrigatoriedade do registro das pessoas físicas e jurídicas que prestam serviços de manutenção em subestações de energia elétrica. carrocerias de caminhões. as anotações dos profissionais por eles responsáveis e dá outras providências.Fixa critérios para a fiscalização de empresas concessionárias de veículos automotores.

Registro e fiscalização das atividades de projeto. 10 .Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projetos de Parcelamento de Solo Urbano. projeto e instalação de sistema de ventilação e exaustão e plantio de grama e arbustos em edificações e para contenções de encostas.Registro de firmas e profissionais dedicados à fabricação. centrais de portaria e porteiros eletrônicos.CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL: • • • • • NF 04/87 (1ª revisão) . fabricação.Registro de atestados técnicos e fiscalização na área da Engenharia Civil vinculados à ART com atividades técnicas de: Projeto e execução de instalação elétrica em edificações. NF 05/96 .4.Estabelece procedimentos para autuação de empresas que atuam na indústria de elementos pré-moldados de concreto armado de natureza estrutural. NF 04/88 (1ª revisão) .CÂMARA ESPECIALIZADA DE ARQUITETURA: • • • • • • NF 01/88 .Sistemas centrais de tratamento de ar e sistemas de refrigeração para aplicações industriais. instalação e manutenção de Centrais Privadas de Comutação Telefônica.3 .Fiscalização das atividades de instalação e manutenção de equipamentos e Aparelhos Odonto-Médico-Hospitalares.Registro e fiscalização das atividades técnicas das emissoras de radiodifusão sonora e de sons e imagens. local. instalação e manutenção de antenas coletivas de TV.Fiscalização das atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais no âmbito da Arquitetura. NF 05/87 (1ª revisão) .Autuação de Empresas Industriais. NF 09/96 .Registro e fiscalização das atividades de firmas e profissionais na área de instalação e manutenção de interfones. 2.Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projetos e/ou execução de trabalhos referentes a planejamento físico. NF 07/96 . NF 05/88 .Transporte rodoviário de passageiros e de cargas. NF 06/96 . urbano seus serviços afins e correlatos.Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projeto e/ou execução de Arquitetura de interiores.Fiscalização das atividades de fabricação. e define parâmetros para cobrança de respectiva ART. NF 08/96 .Estabelece procedimentos para autuação de empresas que atuam na produção. NF 06/88 (5ª revisão) .4 . NFC 01/96 CAI e CEEE . 2. 2. NF 06/88 (1ª revisão) .Aparelhos de transporte.4.2 . NF 03/88 (1ª revisão) .• • • NF 07/99 . projeto e instalação de ar condicionado. fornecimento.Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projetos e/ou execução de obras de/em Monumentos. NF 07/89 (1ª revisão) .CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA: • • • • • • NF 02/88 (1ª revisão) . NF 08/96 . NF 07/88 . instalação e manutenção de antenas parabólicas. NF 10/Conj.Registro e fiscalização das atividades de projeto e execução de instalações de energia elétrica. CAC/CEARQ .Registro e fiscalização de profissionais e firmas dedicados às atividades de projetos e/ou execução de Conjuntos Arquitetônicos. fabricação.4. instalação e montagem de casas pré-fabricadas.

NF 09/92 . NF 11/93 . 06/89 . fabricação. NF 12/97 .Registro e fiscalização de firmas que atuam no ramo da indústria do cimento. NF 14/00 .CÂMARA ESPECIALZADA DE AGRONOMIA: • • NF 02/91 .Fiscalização das atividades de projeto e execução de instalações prediais de proteção contra descargas atmosféricas. Jur.Autuação por falta de placa da empresa empreiteira com serviços executados por empresa empreiteira subcontratada. 05/88 .5 . 2.Registro e fiscalização de firmas produtoras de fertilizantes e/ou corretivo de solo. estudo.JURISPRUDÊNCIAS DO CREA-RJ: 2.Empresas que prestam serviço de restauração e pintura de fachada de prédios.4.5. Jur. 04/88 .1 . sem deferimento e que se encontre em atividade.Controle das atividades técnicas relativas ao uso e comércio dos agrotóxicos.Empresa com registro requerido.Registro e fiscalização de empresas que atuam no ramo de águas subterrâneas.Fiscalização das atividades de projeto. 2. NF 05/92 . NF 10/93 . manutenção e assistência técnica em equipamentos de informática.Fiscalização das atividades de instalação e manutenção de equipamentos odonto-médico-hospitalares e eletro-eletrônicos. NF 05/93 . iluminação e instalação em Eventos. 2. distribuidoras e de manobras e quadros gerais de baixa tensão. Jur. NF 03/93 . computadores e periféricos.CÂMARA ESPECIALIZADA DE GEOLOGIA E ENGENHARIA DE MINAS: • • • • NF 02/92 . 02/87 .Registro de empresas empreiteiras de mão-de-obra. instalação.5 . NF 04/93 . perícia e avaliação de imóveis.Registro de empresas que tenham como objeto social a montagem de divisórias e modulados. Jur. NF 13/96 .Registro de empresas que exploram a fabricação de elementos prémoldados de natureza não estrutural. Jur.Fiscalização das atividades de manutenção de subestações transformadoras.4.Fiscalização das atividades de projeto.6 . manutenção e assistência técnica na área de tubulações e redes internas de comunicações: áudio/dados/vídeo. 07/93 . Jur.Anotação de Responsabilidade Técnica – ART referente aos serviços de concretagem.CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL: • • • • • • • • Jur.• • • • • • • NF 08/90 .Fiscalização do receituário agronômico e dos estabelecimentos comerciais de agrotóxicos. Jur. 03/87 .Fiscalização das atividades de projeto e execução de sonorização. 08/93 .Atribuições profissionais referentes às atividades de laudo. instalação.Parâmetros para registro de Mineração de areia junto ao CREA-RJ. 01/86 . 11 .Fiscalização das atividades de execução de vistoria de instalações de energia elétrica e emissão de laudo técnico.

10/00 – Habilitação para o exercício da atividade de arqueação de carga para navios.Manutenção de equipamentos odonto-médico-hospitalares que utilizam radiações ionizantes. 07/92 (atribuições) – Emissão de certidão de equivalência de atribuições dos profissionais Arquitetos e Engenheiros Civis em atividades de edificações.5. 13/99 .Anotação de Responsabilidade Técnica – ART referente aos serviços de fornecimento. 03/97 . 01/88 – Equipamentos de combate a incêndio. Jur. Jur. 014/99 . Jur. Jur. 05/91 (atribuições) – Exercício de cargo ou função pública de agente fiscal de projetos e obras de urbanismo. 2.2 .Exime de responsabilidade técnica a direção e execução de obra realizada em regime de mutirão. 012/99 . 02/90 (atribuições) – Competência do profissional Arquiteto para executar projetos de instalações telefônicas em edifícios. Jur. 02/91 – Bombas de abastecimento.Responsabilidade Técnica por projeto. 11/00 . 2.Responsabilidade técnica por execução de demolição. 07/92 – Operação de embarcações. 10/96 . 12/00 – Instalação de “Kits” para conversão de motores para utilização de gás natural.CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL: • • • • • • • Jur.6 . instalação e execução de cobertura metálica. 2.• • • • • • Jur. fabricação. Jur.Instalações hidráulicas. Jur.4 .5. corte e dobra de ferro. Jur. com projeto fornecido por Prefeituras Municipais.7 . 09/94 . Jur. 2. instalação e montagem de casas pré-fabricadas.CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA: • Jur. que não exceda a setenta metros quadrados.Produção. Jur. Jur.Empresa sem responsável técnico na área de Engenharia Civil. 2. Jur. 06/92 (atribuições) – Competência do profissional Arquiteto para executar obras de contenção de taludes. Jur. Jur. fornecimento. 011/99 .MANUAL DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA DE ENGENHARIA QUÍMICA DO CREARJ. 01/89 (atribuições) – Competência do profissional Arquiteto para executar projetos de redes de abastecimento e central de gás de edificações.3 . 03/90 (atribuições) – Atribuições de profissionais Arquitetos em atividades de execução de projeto de cálculo estrutural de edificações.CÂMARA ESPECIALIZADA DE ARQUITETURA: • • • • • • Jur.5. Jur.PROCEDIMENTOS PARA A FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL NA ÁREA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO – CEST / CREA-RJ 12 . 05/92 – Reparos navais. Jur.

2.2) Multifamiliar: A. • Asilos. • Estrada. • Supermercado. • Ponte. A. • Prédio de salas. • Passarela.1 .3) ÁREAS DE ATUAÇÃO DA FISCALIZAÇÃO: 3. E) Muros e contenções: F) Pré-fabricados: • Lajes. • Colônia de férias.1. B) Comercial: • Loja individual. galeria de lojas). • Casas pré-fabricadas. • Pensões. • Motéis. • Viaduto. • Pré-moldados. 13 .2) Transitória: • Hotéis. • Prédio de lojas (centro comercial.1.1 – Edificações: A) Residencial: A.OBRAS EM GERAL 3. A. • Etc. • Apart hotéis. C) Obras viárias: • Rua. • Shopping. • Conjunto residencial. • Hidrossanitárias.CONSTRUÇÃO CIVIL 3.1.1) Permanente: • Prédio de apartamentos.1) Unifamiliar: • Casa residencial.2. • Mecânica. D) Instalações: • Elétrica.1 .

(NÃO SE MANIFESTAR TECNICAMENTE. VIII.PROCESSOS 3. VII.1. os seguintes pontos: I. IV. teatros e casas de show). EM HIPÓTESE ALGUMA MANIFESTAR PARECER TÉCNICO.DENÚNCIAS 3. Não usar camisas de cores berrantes. motéis.2) MANUTENÇÃO: • Comercial (shopping. Deve usar sempre uma pasta. Identificar-se mencionando: Nome.2 . quando necessário. Cumprimento aos interlocutores (“Bom dia”. evitando o uso de sacolas comerciais. postos de gasolina. II.3. 14 .. empresas. Arquitetura e Agronomia do Estado do Rio de Janeiro) e disponibilizando a apresentação da sua carteira funcional. O Agente de Fiscalização deve evitar vestir camisa sem gola ou estar sem meia. • Indústrias. Porém. Evitar falar palavrões e gírias durante a visita. / atendendo denúncia anônima. Jamais tecer considerações de ordem técnica.. assim como manter o blusão desabotoado exageradamente. Função (Agente de Fiscalização) e de onde é (CREA-RJ – Conselho Regional de Engenharia. MESMO QUE O AGENTE DE FISCALIZAÇÃO TENHA CONHECIMENTO TÉCNICO DO ASSUNTO). III. O uso de tênis não é aconselhável. tanto por questões de segurança como de apresentação. casas de espetáculos. escolas. hotéis. • Residencial. lojas comerciais. • Agronomia. VI. bancos. • Hospitalar. • Eventos e Feiras. V. SER IMPARCIAL. jamais deve fazer ameaças ou extrapolar o uso da sua “força de polícia”. pois esta não é uma função do Agente de Fiscalização. Jamais responder a uma pergunta cuja resposta desconheça..3 . Eis algumas observações: I. restaurantes. supermercados. III. / cumprindo determinação de. assim como a sua postura durante a visita ou ação fiscal. • Órgãos Públicos. Apresentação e Postura: É fundamental a apresentação do Agente de Fiscalização.. 4) INSTRUÇÕES BÁSICAS: Chegada ao local a ser fiscalizado: Consideramos como instrução básica à atuação do Agente de Fiscalização em qualquer segmento a ser fiscalizado. cinema. Esclarecer a razão da presença: em fiscalização de rotina. mesmo para leigos.. II.1. “Boa tarde” ou “Boa Noite”). A seqüência é pertinente ao segmento a ser fiscalizado. Em sua explanação o Agente de Fiscalização deve defender-se mencionando a legislação e a sua condição de Agente Fiscalizador..

: Rua Amazonas. etc. a partir da atividade em execução. deverá ser feita uma estimativa. pavimentação. à fixação de sua placa e ao cumprimento ao Ato 2. ⇒ Que seja exigida das empresas/profissionais contratados a Anotação da Responsabilidade Técnica do contrato objeto do serviço. etc. Na impossibilidade de indicar a fase da obra/serviço. principalmente no que se refere ao registro/visto junto ao Conselho. no verso do RV.: Pintura de fachada. II. etc. o fiscal deverá fornecer o máximo de referências que facilite uma posterior localização. bem como a informação de se tratar do lado par/ímpar da rua/avenida. ⇒ Que as empresas (ou profissionais) somente sejam contratadas mediante prova de habilitação junto ao CREA-RJ. conforme o(s) modelo(s). também poderão ser citados como referência. s/nº (lado par) esquina com rua Paraná (lado ímpar). 15 . o fiscal deverá procurar contactar a pessoa autorizada a prestar as informações desejadas. considerar o lado par ou ímpar de ambas as ruas (numeração) para anotação do endereço. ⇒ Que seja exigida das empresas/profissionais a afixação de sua placa. ao respeito aos limites das atribuições. apontador e outros. Ex.: O número do medidor de consumo de energia elétrica.. à anotação da responsabilidade técnica. Obs. 2) Após identificar-se e explicar os objetivos da visita. IV. No caso de obras/serviços cujo endereço esteja incompleto ou o local seja de difícil acesso. comprimento (m/linear ou km). Procedimentos: 1) Em visita à obra/serviço. potência instalada (KW ou KVA). contratante. quando o objeto de fiscalização se localizar em esquina. Obs. engenheiro residente. na seguinte ordem de prioridades: responsável técnico. deve ser utilizado o percentual realizado em relação ao total a ser executado. Caso seja necessário. ou água. número de máquinas ou equipamentos. ⇒ A importância do exercício legal das profissões na qualidade dos serviços prestados. aos profissionais e à sociedade. Na ausência da informação da quantificação da obra/serviço. contenções. ⇒ Que seja exigida do responsável técnico a sua real participação nos serviços. III. Ex. à efetiva participação do responsável técnico.: Entende-se por quantificação: área de construção (m2). preencher o Relatório de Visita RV. principalmente quanto aos seguintes aspectos: o que é o CREA e qual o seu papel junto às empresas. cabendo ressaltar o seguinte: I. deverá elaborar um croqui para a indicação da localização. volume (m3). mestre ou encarregado da obra. ⇒ Prestar orientações.5) FISCALIZAÇÃO NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL E OUTROS SERVIÇOS: Objetivos: ⇒ Garantir que as empresas/profissionais prestadores de serviços nos diversos ramos de atividades relacionados ao sistema CONFEA/CREA estejam devidamente regularizados perante a legislação em vigor.

Quando se tratar de exercício ilegal da profissão. exceto aquelas existentes nas listagens do Conselho. deverá ser solicitado. o tipo de serviço executado. Caso a empresa/profissional esteja desenvolvendo mais de uma atividade. Uma vez que o fiscal deve consultar às listagens respectivas para verificar a situação de registro/autuação das empresas cadastradas. sendo a atividade especificada no campo 04 do RV (informações complementares). deve ser detalhado. Quando do preenchimento dos campos relacionados aos contratados/executantes (campo 03 do RV). deverá ser utilizado o código D99. não deverá deixar de lançá-los . preencher um RV para cada contratante e respectivos contratados. se houver. deverá também ser solicitado o CPF ou CNPJ do infrator (respectivamente). o número do processo deverá ser lançado no campo reservado para este fim. Ex. mencionando no item 4 (informações complementares) o número do RV de origem. também deverá ser utilizado o código D99. VI. Obs. Deverá ser lançado o número do Auto de Infração emitido. observando-se os seguintes casos específicos: Caso a empresa/profissional esteja desenvolvendo uma atividade não codificada.V.: Na impossibilidade de obtê-lo. caso a mesma possua responsável técnico. • • • VIII. deverá sempre ser lançado o endereço residencial/comercial para correspondência. título e registro desse profissional. quando se tratar de exercício ilegal da profissão pelo proprietário. se o fiscal de alguma forma tiver acesso ao registro/número de carteira e/ou título profissional do mesmo.: D99 = projeto de arquitetura e fiscalização de obra. Na visita a obra ou serviços. além do nome ou razão social. ou seja. o nome. No campo 02 do RV (CONTRATANTE). estando a empresa registrada ou possuindo registro de leigo. ressaltamos o seguinte: • • • O fiscal deverá lançar o nome/razão social completos. deverão ser solicitados o CPF (ou CNPJ) e o endereço completo do autuado para correspondência. No caso das empresas autuadas por exercício ilegal por falta de registro. considerar o endereço disponível. pessoa física ou jurídica (leigo). Codificação da atividade: • • Deverá ser utilizado o código específico de atividades para cada empresa/profissional contratado na obra/serviço. 16 • . além do nome completo ou razão social. Quando se tratar de serviço de reforma. ao lado da especificação do código D99 deverá ser identificado a empresa/profissional em referência. seguindo-se os mesmos procedimentos do item anterior. deverão ser lavrados tantos RV’s para quantos contratantes houver. evitando o uso de abreviações. VII. no campo 04 do RV (informações complementares). de forma a permitir uma correlação posterior do serviço com a ART recolhida. No campo 02 do RV (CONTRATANTE). independente das mesmas já possuírem codificação individualmente. Caso seja identificada a subcontratação. Havendo mais de uma empresa e/ou profissional enquadrados neste caso. O mesmo princípio aplica-se ao profissional.

ou ainda para o apontamento de situações não previstas nos procedimentos. O campo motivo da ação deve ser utilizado para especificar a infração constatada. Quando se tratar de reforma com acréscimo. O campo 04 do RV (informações complementares) deverá sempre ser utilizado para o acréscimo de dados necessários a uma melhor elucidação da ação fiscalizatória. Após sua assinatura e carimbo. bem como assinalar a ação realizada. conforme o caso. A codificação da infração deve obedecer a listagem estabelecida. XIV. devendo em seguida especificar de forma legível. pavimentação. Quando se tratar de uma única atividade constatada no RV. colocar o código B22 (execução de reforma) detalhando. A especificação do código de ramo de atividade deverá ser feita em correlação entre o profissional e a Câmara respectiva.Ex. XIII. IX. exceto quando a atividade desenvolvida for divergente às atribuições do titulo profissional. O fiscal poderá também solicitar a assinatura do informante. deve ser lançada no campo “fase da obra”. Neste caso a correlação deve ser entre a atividade desenvolvida e a Câmara respectiva. X. a informação sobre a fase da obra/serviço. 17 . deverão ser utilizados tantos campos forem necessários. Finalizando o preenchimento do RV o fiscal identificará o local (município) e lançará a data. o fiscal deverá solicitar. a existência da placa.: Pintura de fachada. o nome completo do informante. o seu nome completo e o seu cargo/função. Deve também ser utilizado para indicar se a atividade ainda não foi iniciada ou já se encontra concluída (no caso de várias atividades no RV). utilizar também o verso do RV ou folha anexa. XI. etc. repetindo-se a identificação do contratado e demais dados. a área da reforma. no campo fonte de informação. bem como a área do acréscimo e se houver alteração de reforço estrutural. o número da ART recolhida. no campo 04 do RV (informações complementares). Exemplos: 07 Falta de placa/ART nº 100222 ART nº 1000000 Ação realizada: “A” Ação realizada: “V” Verificação de situação regular (entende-se que a placa encontra-se afixada no local) 08 07 08 08 Falta ART/ com placa ART 200000/serviço concluído Falta de placa Falta ART Verificar ART/serviço não iniciado Ação realizada: “A” Ação realizada: “V” Ação realizada: “A” Ação realizada: “A” Ação realizada: não preencher Obs: No caso de ocorrência de mais de um tipo de infração para um mesmo infrator. XII. Caso o espaço seja insuficiente.

(Jurisprudência CAC – 03/87) As empresas que tenham como objeto social a montagem de divisórias e modulados estão isentas de registro no CREA-RJ. controle tecnológico do concreto e outros. alínea A. a mais de 60 (sessenta) dias. devendo possuir profissional responsável técnico. com exigência formulada pelo CREA-RJ.EMPREITEIRAS DE MÃO DE OBRA: (Jurisprudência CAC – 06/89) As empresas empreiteiras de mão-de-obra que executem serviços de engenharia. por sua responsabilidade.5 .DIVISÓRIAS E MODULADOS.FALTA DE PLACA DA EMPRESA EMPREITEIRA COM SERVIÇOS EXECUTADOS POR EMPRESA EMPREITEIRA SUBCONTRATADA: (Jurisprudência CAC – 01/86) Em uma obra de construção civil deverá existir placa da empresa construtora principal. 5. SEM DEFERIMENTO E QUE SE ENCONTRE EM ATIVIDADE: (Jurisprudência CAC – 04/88) As empresas com processo de registro em tramitação e que. As atividades de obra de restauração e/ou serviço de pintura de fachada em prédio com mais de 2 (dois) pavimentos. estão obrigadas a registro. deverão ser autuadas por exercício ilegal por falta de registro – artigo 6.6 . constituem-se em atividade técnica que requer o acompanhamento de profissionais de Engenharia Civil. na área da construção civil. sem deferimento. sob a sua responsabilidade. ficando a responsabilidade de afixação e manutenção dessas placas pelas firmas auxiliares. Obrigadas a registro estão as empresas que fabricam elementos pré-moldados de concreto de natureza estrutural como vigas e lajes.FACHADA DE PRÉDIOS: (Jurisprudência CAC – 05/88) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas que prestam serviço de restauração de fachada em prédios com mais de 2 (dois) pavimentos e com instalação de andaimes suspensos. configurando a paralisação da tramitação do processo de registro. Engenheiro Civil ou Arquiteto. 5.2 .4 . As citadas empresas estão também obrigadas a efetuar Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) dos serviços realizados. 18 . instalações hidráulicas. 5. tais como fundações.1 .194/66 – desde que a interessada. fundamentalmente na área da construção civil. com instalação de andaimes suspensos.5. e placas indicando as firmas que prestam serviços auxiliares. não tenha cumprido.EMPRESA COM REGISTRO REQUERIDO.3 . estejam em atividade. 5. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as empresas que executam obras de restauração e/ou serviço de pintura de fachada em prédio com mais de 2 (dois) pavimentos.FABRICAÇÃO DE ELEMENTOS PRÉ-MOLDADOS DE NATUREZA NÃO ESTRUTURAL: (Jurisprudência CAC – 02/87) As empresas que exploram a fabricação de elementos pré-moldados de natureza não estrutural. Deverá ser recolhida uma ART para cada serviço de restauração e/ou pintura de fachada em prédio com mais de 2 (dois) pavimentos. 5. não estão sujeitas a registro no CREA-RJ. da Lei Federal 5. com instalação de andaimes suspensos.

estão isentas de registro. tornando-se obrigatória a orientação de profissional habilitado. junto com uma listagem contendo as obras atendidas a cada mês. mas que na realidade são locadoras de mão-de-obra. Engenheiro Civil ou Arquiteto. quando realizarem os serviços mencionados acima. pois aí não existe a dupla incidência de ART ou tributação. Engenheiro Civil ou Arquiteto. as pessoas jurídicas cuja atividade corresponda somente a obras ou serviços de Engenharia. 59 da Lei Federal 5.7 . As empresas que prestam serviços de concretagem ficam obrigadas a sujeitar seus contratos de serviços de concretagem à Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.Não estão sujeitas a registro no CREA-RJ. a cargo de firma legalmente habilitada. aplicada nesse caso a Decisão Normativa 03/78 do CREA-RJ. conhecimento técnico para executá-lo. deverão efetivar a correspondente Anotação de Responsabilidade Técnica – ART e colocação de placa. realizada em regime de mutirão. Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro.194/66. QUE NÃO EXCEDA A SETENTA METROS QUADRADOS.EXECUÇÃO DE DEMOLIÇÃO: (Jurisprudência CAC – 10/96) A realização de qualquer demolição constitui-se em atividade técnica especializada. CORTE E DOBRA DE FERRO: (Jurisprudência CAC – 011/99) O fornecimento. Art 2° .194/66”. no uso de suas atribuições legais conferidas pelas letras” K “e” O“ do artigo 34 da Lei Federal 5. para projetos de moradias econômicas.10 . Arquitetura ou Agronomia. por obra. 5. As empresas deverão estar registradas neste Conselho e. pois consistem em dosagem e mistura dos materiais componentes do concreto. COM PROJETO FORNECIDO POR PREFEITURAS MUNICIPAIS: (Jurisprudência CAC – 09/94) É eximido de Responsabilidade Técnica a direção e execução de obra que não exceda a 70 m² (setenta metros quadrados). As empresas prestadoras desses serviços poderão apresentar mensalmente a este Conselho uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) global. considerando que para sua realização se faz necessário vistoriar e avaliar o que foi anteriormente edificado. para responsabilizar-se por essa atividade.FORNECIMENTO. 5. recolhendo uma única taxa.CONCRETAGEM (Decisão Normativa – 020/86 e Jurisprudência CAC – 08/93) Os serviços de Concretagem são empreendimentos de Engenharia. tornando-se obrigatória a orientação de profissional habilitado. 5. de Arquitetura ou de Agronomia. 19 . a qual é descrita a seguir: “O Conselho Regional de Engenharia. fornecidos por Prefeituras Municipais. 1° . cujo valor será aquele que estiver em vigor na ocasião do recolhimento. operação e manutenção de equipamento e fiscalização. considerando que para sua realização se faz necessária análise do projeto.OBRA REALIZADA EM REGIME DE MUTIRÃO. 5. acrescidas do transporte e aplicação da respectiva mistura na obra. ficará sujeita às exigências do art.As empresas que se intitulam empreiteiras de mão-de-obra ou sub-empreiteiras de mãode-obra.9 . Resolve: Art. corte e dobra de ferro constitui-se em atividade técnica especializada.8 . para responsabilizar-se por essa atividade.Se a firma vier a executar obras ou serviços de Engenharia. de conformidade com as especificações técnicas requeridas para cada caso.

as quais. As empresas que possuem tal atividade em seu objeto social deverão estar registradas neste Conselho e. obedecendo ao determinado em seu projeto elétrico além da execução de bateria de testes pré-determinados para a garantia do funcionamento satisfatório de instalação elétrica executada. combinado com o Parágrafo Único do art.PROJETO E EXECUÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS NO ÂMBITO DA ENGENHARIA CIVIL: (Norma de Fiscalização CAC – 03/93) As atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais deverão ser executadas por profissionais e empresas registrados no CREA-RJ. Os profissionais habilitados para as atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais. 59 e 60 da Lei 5. não tenha cumprido exigência formulada pelo CREA-RJ. quando realizarem os serviços mencionados acima. fornecimento. conforme normas estrangeiras aplicadas.194/66. estudo. constatadas sem registro no CREA-RJ quer por visitas locais às fábricas e lojas. 8 da Lei 5. reparo ou manutenção. com as atribuições regidas pelo artigo 28 do Decreto 23. monofásica. quer constatadas em anúncios vinculados na grande imprensa. Deverá ser recolhida uma ART para cada contrato das atividades acima mencionadas. 20 . planejamento. execução de instalação. por sua responsabilidade. tornando-se obrigatória a orientação e supervisão de profissional habilitado. no local. condução de equipe de instalação. montagem e reparo ou manutenção. em rigorosa obediência às normas específicas da ABNT vigente.13 . baseada no art. 7 da Resolução 218/73 do CONFEA. deverão ser autuadas por exercício ilegal por falta de participação de profissional registrado no CREA-RJ.CASAS PRÉ-FABRICADAS: (Norma de Fiscalização CAC/CEARQ – NOV/99 e Jurisprudência CAC – 014/99) A produção. 6. alínea “C” . Entende-se a referida instalação como a atividade técnica que envolve montagem de equipamentos e acessórios. condução de equipe de instalação. avaliação.12 .EMPRESA SEM RESPONSÁVEL TÉCNICO NA ÁREA DE ENGENHARIA CIVIL: (Jurisprudência CAC – 013/99) As empresas registradas junto a este Conselho.11 . 5. projeto e especificação. fabricação. se fazem necessários a vistoria. planejamento. 5.COBERTURA METÁLICA: (Jurisprudência CAC – 012/99) As atividades de Projeto. por inobservância dos arts.14 . sob a Responsabilidade Técnica de profissional habilitado. montagem e reparo.194/66. avaliação. fabricação. bifásica e trifásica). 7 da Lei 5. entretanto. montagem e reparo. montagem e instalação de casas pré-fabricadas são atividades de natureza técnica especializada. montagem. Engenheiro Civil ou Arquiteto. Engenheiro Civil ou Arquiteto. projeto e especificação. da Lei 5. Engenheiro Civil. para sua realização. considerando que para sua realização se faz necessário vistoria. que se encontram sem responsável técnico na área da Engenharia Civil. Os projetos e execução de instalação elétrica predial são aqueles referentes às instalações de energia elétrica em uma edificação (em baixa tensão. considerando que. deverão efetuar a correspondente Anotação de Responsabilidade Técnica – ART e a colocação de placa. instalação e montagem de casas pré-fabricadas. dentro do prazo legal estabelecido 5. além dos Engenheiros Eletricistas.5. estas são também dos Engenheiros Civis e Engenheiros de Fortificação e Construção. execução de instalação. fornecimento. no exercício das atividades previstas no art. tornando-se obrigatória a orientação de profissional habilitado. e em atividade. e onde essas forem omissas ou inexistentes. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as empresas que atuam na produção. estudo.194/66.569/33 ou art. para responsabilizar-se por essas atividades. deverão ser citadas quando do registro no CREA-RJ. em obras. desde que a interessada. Autuar diretamente as empresas que atuam no ramo de Casas Pré-fabricadas. para responsabilizar-se por essas atividades. Instalação e Execução de cobertura metálica são atividades de natureza técnica especializada.194/66.

executado ou ainda em andamento. ⇒ Quando ligados às atividades de projetos e execução de instalações elétricas em edificações. uma vez que as mesmas são consideradas obras complementares da construção de edifícios. por possuírem os referidos profissionais atribuições compatíveis com as referidas atividades. 28 do Decreto 23. com a participação de um profissional habilitado. em sua maioria sobre atividades técnicas civis ou arquitetônicas serão considerados válidos: ⇒ Quando ligados à conservação ou manutenção ou execução de plantio de grama. 218/73 do CONFEA ou do art. Em adendo. 7 da Res. se houver.A referida instalação. conforme estabelece a alínea “f” da já referida legislação em vigor.569/33 por possuírem os referidos profissionais atribuições compatíveis com as referidas atividades. 5. PROJETO E INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO.15 . no que tange a uma edificação.AUTUAÇÃO PELO EXERCÍCIO ILEGAL DA PROFISSÃO: (Jurisprudência CAC – 05/95) Autuar diretamente o proprietário da obra ou serviço. 28 do decreto 23.ELEMENTOS PRÉ-MOLDADOS DE CONCRETO ARMADO DE NATUREZA ESTRUTURAL: (Norma de Fiscalização CAC – 06 e 08/96) Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as empresas que executam a atividade de fabricação de elementos pré-moldados de concreto armado de natureza estrutural.17 . PROJETO E INSTALAÇÃO DE SISTEMA DE VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO E PLANTIO DE GRAMA E ARBUSTOS EM EDIFICAÇÕES E PARA CONTENÇÕES DE ENCOSTAS: (Norma de Fiscalização CAC – 07/99) Os atestados apresentados por órgãos e empresas públicas ou por empresas privadas que versarem sobre atividades ligadas ao sistema CONFEA/CREA´s. quer constatadas em anúncios veiculados na grande imprensa. 21 . condutores e equipamentos.569/33. portador das atribuições do art. a partir da subestação. VINCULADOS À ART COM ATIVIDADES TÉCNICAS DE: PROJETO E EXECUÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM EDIFICAÇÕES. em obras. 5. Autuar diretamente as empresas que atuam no Setor da Indústria de Elementos prémoldados de concreto armado de natureza estrutural quer por visitas locais às fábricas. entende a CAC que as obras destinadas ao aproveitamento de energia englobam as instalações elétricas relativas a subestações e demais instalações prediais. A atribuição do Engenheiro Civil para as atividades acima mencionadas é plena e não obedecem às restrições nem aos parâmetros numéricos de limitações. 5. portador das atribuições do art. ou do quadro de distribuição de luz e força. executadas por Engenheiro Civil. executadas por Engenheiro Civil e Engenheiro de Fortificação e Construção. sem responsável técnico. Deverá ser recolhida uma ART para cada contrato de fornecimento de lajes prémoldadas. uma vez que as mesmas são consideradas obras complementares de uma edificação ou de contenção de encostas. considerando que tais atividades constituem serviços afins ou correlatos ou obras complementares de uma edificação. compreende o projeto e execução das tubulações.ATIVIDADES NA ÁREA DA ENGENHARIA CIVIL. arbustos ou espécime vegetal similar para fins de elemento decorativo em edificações ou para fins de urbanização e cobertura vegetal para auxiliar ou completar contenção de encosta.16 .

sem alteração do espaço arquitetônico original.569/33. em atenção às necessidades do contratante. em alteração de circulações. Arquiteto.ARQUITETURA DE INTERIORES: (Norma de Fiscalização CEARQ – 01/88) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de projeto e execução de Arquitetura de Interiores. uma vez que as mesmas são consideradas obras complementares de uma edificação bem como obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas conforme estabelece as alíneas “b” e “f” da referida legislação em vigor. a fiscalização deste Conselho deverá notificar o proprietário para apresentar um novo responsável técnico visando a conclusão da obra/serviço. Decoração de Interiores – É o arranjo do espaço interno criado pela disposição do mobiliário. 6) FISCALIZAÇÃO NA ÁREA DA ARQUITETURA: 6.⇒ Quando ligados às atividades de projeto e execução de instalação de ar condicionado. como são os dispositivos de ar condicionado. Essas atividades não estão subordinadas à obediência desta Norma. sem que as obras ou serviços estejam concluídos no âmbito da Engenharia Civil e da Arquitetura. O novo profissional contratado deverá registrar uma nova ART e apresentar um relatório sobre a situação da obra. Arquitetura de Interiores – É o manejo do espaço e dos ambientes internos dos edifícios que implique no parcelamento dos espaços. na aplicação ou substituição de materiais de acabamento. As atividades de projeto de Arquitetura de Interiores devem ser executadas por Arquitetos. a alínea “f” é clara quando fala em trabalhos relativos a máquinas. tapetes ou outros objetos. 22 . sistema de ventilação e exaustão mecânica. cortinas. por possuírem os referidos profissionais atribuições compatíveis com as referidas atividades. as firmas e os profissionais dedicados ao projeto e execução de Arquitetura de Interiores. Engenheiro Civil ou firma devidamente registrada no CREA-RJ. 28 do Decreto 23. No caso específico. 5. de iluminação ou ventilação ou qualquer intervenção de caráter permanente. portados das atribuições do art. As atividades de execução de Arquitetura de Interiores deverão ser de responsabilidade de profissional habilitado. PARA AUTUAÇÃO DIRETA. ATÉ O PRESENTE MOMENTO. POR PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO DA OBRA OU SERVIÇO EM QUE A MESMA NÃO SE ENCONTRE CONCLUÍDA: (Norma de Fiscalização Conjunto CAC/CEARQ – 09) Quando ocorrer baixa de responsabilidade técnica por execução de obra. alterações de paredes. 229/75 do CONFEA. conforme estabelecido na Res. Deverá ser recolhida uma ART para os serviços de projeto e execução de Arquitetura de Interiores. de pé direito através de rebaixamento ou elevação do forro ou piso. *AGUARDANDO NOVO PROCEDIMENTO. executadas por Engenheiro Civil e Engenheiro de Fortificação e Construção. exaustão mecânica e sistema de ventilação usados em edificações. sob pena de sofrer as sanções legais cabíveis. obras de arte.BAIXA DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA. tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços.1 . ou pessoa jurídica devidamente registrados no CREA-RJ.18 . Estão obrigados ao registro no CREA-RJ.

A taxa de ART referente às atividades de projeto incidirá sobre o valor total do contrato. É um conjunto de edificações agrupadas em uma mesma área. Assim por exemplo. ⇒ Instalações educacionais compostas por conjuntos de salas. implantada ou não no mesmo lote. e onde essas forem omissas ou inexistentes. no local. Entende-se a referida instalação como a atividade técnica que envolve montagem de equipamentos e acessórios. mantendo afinidades entre si. condutores e equipamentos. no que tange a uma edificação. considerando que tais atividades constituem serviços afins ou correlatos ou obras complementares de uma edificação.CONJUNTOS ARQUITETÔNICOS (Norma de Fiscalização – CEARQ – 06/96) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de projeto e execução de Conjuntos Arquitetônicos. bifásica e trifásica de uma edificação. A atribuição de Arquiteto para as atividades acima mencionadas é plena e não obedece a restrições nem a parâmetros numéricos de limitação. deverão ser citadas quando do registro do contrato no CREARJ. 6. um conjunto habitacional constituído de unidades autônomas – casas – implantadas e lotes individualizados é um Conjunto Arquitetônico. etc... 30 do Decreto 23.2 . A referida instalação. 6. Os projetos e execução de instalação elétrica predial são referentes às instalações de energia elétrica em baixa tensão. depósitos. obedecendo ao determinado em seu projeto elétrico. feito entre o Arquiteto e o cliente. 23 . ⇒ Camping composto por administração. em rigorosa obediência às normas especificadas da ABNT vigente. monofásica. ⇒ Instalações esportivas compostas de quadras cobertas ou descobertas. excluídos os valores referentes aos objetos de decoração. estacionamentos. vestiários e outras edificações afins. áreas para jogos. Da mesma forma que se constituído por blocos de apartamentos localizados em um mesmo terreno. compreende o projeto e execução das tubulações.ATIVIDADES DE PROJETO E EXECUÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS NO ÂMBITO DA ARQUITETURA: (Norma de Fiscalização CEARQ – 05/96) As atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais deverão ser executadas por profissionais e empresas devidamente registrados no CREA-RJ. se houver ou do Quadro de Distribuição de Luz e força.569/33 ou art 2 da Res. administração. Exemplos Práticos de Conjuntos Arquitetônicos: ⇒ Centro Administrativo composto por mais de uma edificação.3 . ginásios de esportes. etc. pistas. conforme normas estrangeiras aplicadas.é o resultado da organização de espaços construídos – abertos e fechados – em uma mesma área física independente da característica de parcelamento do solo – agrupados e inter. área de lazer cobertas e descobertas. ⇒ Instalações industriais compostas por pavilhões. instalações sanitárias. administração. Conjunto Arquitetônico . laboratórios. entretanto. além dos Engenheiros Eletricistas. às quais. são também os Arquitetos com as atribuições regidas pelo art. escrito ou verbal. etc. A taxa de ART referente às atividades de execução incidirá sobre o valor total da obra.relacionados. a partir da subestação. Os profissionais habilitados para as atividades de projeto e execução de instalações elétricas prediais. além da execução de bateria de testes pré-determinados para a garantia do funcionamento satisfatório de instalação elétrica executada. 218/73 ambas do CONFEA. guaritas. ⇒ Implantação de hospitais com suas edificações complementares.

nem o prolongamento. 29 e 30 do Decreto Federal 23. satisfeitas as condições da alínea “d” do art. objeto do loteamento.076/62 art. 310/86 art. art. laudo atestando que providências visando o saneamento foram adotadas. de logradouros públicos ou prolongamento. Res. Geólogo ou Engenheiro Geólogo – Lei 4.569/33. Res. 218/73 art 7. foi ou não aterrado com material nocivo à saúde pública. PARÁGRAFO ÚNICO: ⇒ Laudo definindo se o terreno.Estão obrigados ao registro no CREA-RJ. é ou não alagadiço e sujeito a inundações.Caso o terreno tenha tido. 6. 218/73 art. 7. 4. no passado. As atividades de execução de Conjuntos Arquitetônicos deverão ser de responsabilidade de profissional habilitado Arquiteto. 6). 218/73. Engenheiro Civil ou pessoa jurídica devidamente registrada no CREA-RJ. ART. art. 218/73. 3. 1.7.18 e Res. tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços. modificação ou ampliação dos já existentes. 28 e res. 218/73 do CONFEA e ainda por Arquitetos e Engenheiros Civis conforme o disposto nos Artigos 28. Engenheiro de Fortificação e Construção – Dec.1. 218/73 art 7. As atividades de projeto de Conjuntos Arquitetônicos deverão ser de responsabilidade de profissional habilitado Arquiteto. modificação ou ampliação de vias existentes. 18 e Res.569/33. art. 28 alínea “i” do referido Decreto.569/33 art. 132/61 art 4. 28 e Res.218/73 art. 2° e Res. 4° Engenheiro de Fortificação e Construção – Dec. (Engenheiro Civil – Dec. Deverá ser recolhida uma ART para os serviços de projetos de Parcelamento do Solo Urbano.28 e Res. Em caso positivo.4 .Desmembramento Urbano. O disposto no art. 132/61 art. As atividades de projeto de Parcelamento do Solo Urbano devem ser exercidas por Arquitetos e Urbanistas de conformidade com o disposto no art 2 e 21 da Res. art. 2º da Lei 6.766/79. N° 23. Constituem atividades de Parcelamento do Solo: LAUDOS TÉCNICOS PARA ATENDER O DISPOSTO NA LEI 6. 310/86 art.23. que consiste na subdivisão de gleba com aproveitamento de sistema viário existente. Engenheiro Sanitarista – Res. 145/64 art. os profissionais e as firmas que se dediquem ao projeto de Parcelamento do Solo Urbano. os profissionais e as firmas que se dediquem ao projeto e execução de Conjuntos Arquitetônicos. Engenheiro Agrimensor – Res. . (Engenheiro Civil – Dec. Deverá ser recolhida uma ART para os serviços de projeto e/ou execução de Conjuntos Arquitetônicos. 23. objeto do loteamento. 145/64. sendo estes últimos limitados aos profissionais com as atribuições definidas pelo art.23. 29 do mesmo. tais condições.2). laudo atestando que foram adotadas providências que assegurem escoamento das águas. Engenheiro Agrimensor – Res. ou pessoa jurídica devidamente registrada no CREA-RJ. Estão obrigados ao registro no CREA-RJ. O Parcelamento do Solo Urbano subdivide-se em: .569/33 art.PARCELAMENTO DE SOLO URBANO: (Decisão Normativa 047/92 e Norma de Fiscalização CEARQ – 07/96) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de projeto e parcelamento do Solo Urbano. ⇒ Laudo definindo se o terreno. desde que não impliquem na abertura de novas vias e logradouros públicos. 24 . .569/33 art 28 e Res.Loteamento urbano que consiste na subdivisão de glebas com abertura de novas vias de circulação.766/79 e a Decisão Nº 819/82 do CONFEA conceitua o Parcelamento de Solo Urbano como a subdivisão de glebas em lotes para abrigar atividades urbanas. 218/73 art. Engenheiro Sanitarista – Res. tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços.

Dec. 5. Arquiteto ou Engenheiro Arquiteto – Dec. 218/73 art. 28 e Res.1 e Res. 23. Civil – Dec. 23. Técnico em Estradas Técnico em Saneamento – Res.Geólogo – Lei 4.569/33 art.Arquiteto Dec. Eng. 21 e Técnico em Agrimensura – Res.569/33 art. 218/73 art. 35. ⇒ Laudo atestando se o terreno. 23.569/33 art. Engenheiro de Minas – Dec.6. 23.35. 34 e Res. de Minas – Dec. 218/73 art.218/73 art. Eng. 7.569/33 art. Eng.3. Eng.569/33 art. 218/73 art. 23. 145/64 art. Engenheiro Agrimensor – Res. 23. 23. Industrial – Dec.569/33 art. 7.Eng.076/62 art. 1. 23.569/33 art. Eng. 30 e Res. 218/73 art.569/33 art.4 e Res.⇒ Laudo atestando se o terreno objeto do loteamento tem ou não declividade igual ou inferior a 30%. 6.569/33 art. 5. Geógrafo – Lei 6.569/33 art. 2. Eng. 7.569/33 art. 3 e 4. 2. ⇒ Laudo atestando se o terreno. 218/73 art. Agrimensor – Dec. 23. 23. Geógrafo ou Geógrafo –Dec. 23. Cartógrafo – Res. Eng. 1. 218/73 art. 2. 278/83 art. 23.145/64 art. 6. 218/73 art.569/33 art. Agrônomo – Dec. 6.569/33 art. 28. Engenheiro Agrimensor – Res. Geógrafo e Geógrafo – Res. 23.Florestal – Res. Eng. 218/73 art 1. 37. 7. 23. Engenheiro de Fortificação e Construção – Dec. Eng. 218/73 art. 23. Eng. 3). 23. Urbanista – Res. 28 e Res. 23. 33. 14.1. 256/78 art. Agrimensor – Dec.1 e Res. Res. Eng. Engenheiro de Fortificação e Construção – Dec. de Geodésia e Topografia – Res. Eng. 6. 21. 218/73 art.569/33 art. Res.6. 34 e Res.569/33 art.664/79 art. 28 e Res.569/33 art.Técnico em Agrimensura Res. 14). Engenheiro Agrícola Res. apresenta ou não condições sanitárias suportáveis face à poluição (Engenheiro Civil – Dec. 31. SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS: ⇒ Eng. 23. 23. Engenheiro Agrônomo – Dec. 3 e Res. Eng. 23. 2. 6 e Dec.23. 218/73 art. Eletricista – Dec. 218/73 art. 72/49 art. 23. 218/73 art.569/33 art. 37. Eng. De Geodésia e Topografia – Res. 256/78 art. Engenheiro Industrial Dec. 30 e Res. 310/86 art. de Fortificação e Construção –Dec.569/33 art. Engenheiro Mecânico Eletricista – Dec. Eng. 132/61 art. Agrimensor – Res. 184/69 art. Arquiteto ou Eng. 28 e Res. Eng. 184/69 art. 218/73 art. 23. Engenheiro Geógrafo Res. 23. 18 e Res. Res. Engenheiro Sanitarista – Res. 7. LEVANTAMENTO AEROFOTOGRAMÉTRICO: ⇒ Fotogrametria e foto interpretação – Eng. Dec. Engenheiro Florestal – Res. apresenta ou não condições geológicas adequadas (Geólogos ou Engenheiro Geólogo – Lei 4. 23 e Res. 25 .37. 313/86 art.569/33 art.569/33 art. Urbanista – Res.569/33 art. 184/69 art. 145/64 art.076/62 art.569/33 art.569/33 art. 256/78 art. 145/64 art. 218/73 art 2. 218/73 art. 23. 6.Eng. 6. 1 e Res.076/62 art 6. 2. 218/73 art. Eng. 1. 2). 218/73 art. Arquiteto – Dec. Geógrafo – Dec. Geólogo ou Eng. 28 e Lei 4. (Engenheiro Civil – Dec. 6. 4. 23.569/33 art.34 e Res. Engenheiro Geógrafo – Res. 218/73 art. Eng. Agrônomo – Dec. 10. 4. 28. Geólogo – Res.Eng. 4. Agrícola. 36. 218/73 art. 6. Eng. Mecânico Eletricista – Dec. 218/73 art. 218/73 art. 35. Engenheiro de Minas – Dec. Geólogo ou Eng. Cartógrafo – Res. objeto do loteamento. 23.569/33 art.569/33 art. Agrimensor – Res. 36. 28 e Res. 3 e 4. 32. 28 e Res. 10. de Geodésia e Topografia – Res. 32. 218/73 art.569/33 art. Florestal – Res. Res.076/62 art. Engenheiro Geógrafo ou Geógrafo – Dec. 33. 072/49 art. Civil.35. 218/73 art. 218/73 art. 14. Engenheiro Cartógrafo – Res. Civil .23. 5.569/33 art. 218/73 art.23. 218/73 art 21. 278/83 art. Agrícola – Res. Engenheiro Eletricista Dec.569/33 art. de Fortificação e Construção. 218/73 art. Tecnólogo em Topografia – Res. Geólogo ou Engenheiro Geólogo – Lei 4.4 e Res. 218/73 art. Eng. 218/73 art. objeto do loteamento. Eng. 218/73 art.6.218/73 art.Dec. 218/73 art. 23. Urbanista Res. PLANEJAMENTO GERAL BÁSICO – PROJETOS DE LOTEAMENTO: ⇒ Arquiteto ou Eng. Agrimensor – Res. 30 e Res. 31.569/33 art.7.

Eng.569/33 art. 23. 4.2.569/33 art. 218/73 art. 218/73 art. Eng.569/33 art. 21). 218/73 art. Eng. 145/64 art. Civil – Dec. 21 ⇒ Parques e jardins (Eng. 31.33(somente execução). Eng.10. 218/73 art 7. Civil – Dec. Geólogo e Eng.5696/33 art. de Minas – Dec.32(somente execução).28 e Res. Agrimensor – Res. 218/73 art.14. Mecânico Eletricista – Dec. 32. 23. Arquiteto ou Engenheiro Arquiteto – Res. Sanitarista – Res. Civil – Dec. 23.7. Eng. Eng. 7. Eng. 218/73 art. 23. 218/73 art.569/33 art. Agrícola – Res. 23. Eng.5699/33 art. 2.569/33 art. 2 e Res. de Fortificação e Construção – Dec. 5. 218/73 art. de Fortificação e Construção – Dec.569/33 art. Civil – Dec.569/33 art. 218/73 art.7.4 e Res. Geólogo – Lei 4.28 e Res. 132/61 art. 145/64 art. 2 e Res. 23. de Fortificação e Construção – Dec. 7. 218/73 art. 218/73 art. 256/78 art. 23.28 e Res. 145/64 art. Florestal – Res. Eng. Civil – Dec. estruturas.569/33 art. Agrimensor – Dec.569/33 art. 218/73 art. 218/73 art.569/33 art. 23. Eng.34 e Res. Eng. 7.569/33 art. 23. res. 218/73 art. Eng. Geógrafo – Res.569/33 art. FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS DE CONTENÇÕES: ⇒ Pontes e viadutos. 28 e Res. 23.6. 23. 23. 37.569/33 art.4). 4. Agrimensor – Res. Urbanista – Res. ESTRUTURAS. 28 e Res.569/33 art. 28 e Res. Eletricista – Dec. Eletricista – Dec. 218/73 art. 28 e Res. 4). 218/73 art.569/33 art. 218/73 art. 218/73 art. 1 e Res. Eng. Eng. de Geodésia e Topografia – Res. 313/86 art. Geólogo ou Eng.2 e Res. 218/73 art.28 e Res. PAISAGISMO: ⇒ Arquiteto ou Eng.6.30 e Res. de Fortificação e Construção – Dec. Industrial – Dec.569/33 art. 23. 218/73 art. de Fortificação e Construção – Dec. Eng. 145/64 art. 23. 3 e Res. 6.4. 218/73 art. 23. Eng. 26 . 218/73 art. 145/64 art.30 e Res. Eng. Eng.569/33 art. Urbanista – Res. Arquiteto – Dec.2.076/62 art. Arquiteto ou Eng.2.569/33 art. 3 e 4. 7 e res.569/33 art. 184/69 art. Eng. 23.2) ⇒ Pavimentação (Eng. 218/73 art. Eng. 23. de Fortificação em Construção – Dec. civil – Dec.28 e Res. 2. Eng. 23. Arquiteto – Dec.569/33 art. 23.⇒ Desmembramento e remembramento (Eng. Arquiteto – Dec.7. 7. Eng. 35. Florestal – Res. 218/73 art. 4) SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA: ⇒ Eng. 072/49 art.7. Agrimensor – Res. fundações e estruturas de contenções (Eng.28 e res. 218/73 art. 23 e res. OBRAS DE TERRA E CONTENÇÕES: ⇒ Eng.14. 218/73 art. de Fortificação e Construção – Dec. 218/73 art. 23. 218/73 art. 310/86 art.076/62 art. Técnicos em Agrimensura – Res. 5. OBRAS DE ARTE. 218/73 art. Agrônomo – Res. 218/73 art. Eng. Eng. Eng. 218/73 art. Agrônomo – Dec. Eng. Mecânico Eletricista – Dec. Tecnólogo em Topografia – Res. 218/73 art. Sanitarista – Res. 23. Geógrafo ou Geógrafo – Dec. Arquiteto ou Eng. 132/61 art.7. 218/73 art. SONDAGENS GEOTÉCNICAS: ⇒ Eng. 7. 218/73 art. 23.1. SISTEMA DE ESGOTO CLOACAL E ESGOTO PLUVIAL: ⇒ Eng. Civil – Dec. 218/73 art 21.1. 218/73 art.569/33 art.569/33 art. 218/73 art. 14. Agrimensor – Res. 10. 28 e Res. 28 e Res. 218/73 art.569/33 art. de Minas – Dec.7. 28 e Res. Eng. 23.7) SISTEMA VIÁRIO: ⇒ Traçado Viário – Projeto Geométrico (Eng.7. civil – Dec. 34 e res.4. 23. Agrimensor – Res. 218/73 art. Eng.28 e Res. de Fortificação e Construção – Dec.28 e Res. 310/86 art. 18 e Res. 218/73 art.569/33 art. 23. Res. Res. Eng.569/33 art. 7. 278/83 art. de Minas – Dec. 6. 6. 33. Urbanista – Res. 23. Cartógrafo – Res.569/33 art.569/33 art.2 e Res. 1. 23. Geólogo – Lei 4. Agrimensor – res. 23. 23. Eng. Eng. 7. 30 e res. Eng. 145/64 art. 36. 23.569/33 art. 218/73 art.34 e res. 28 e Res.

Planejamento físico local e urbano . Engenheiro Eletricista – Dec. os painéis. Para as atividades e inventários e cadastros de monumentos é exigida a Responsabilidade Técnica de um profissional Arquiteto. URBANO . saúde. parques. as placas ou painéis e os artefatos. exposições etc.6 .SEUS SERVIÇOS AFINS E CORRELATOS: (Norma de Fiscalização CEARQ – 09/96) Adotar parâmetros para o exercício da fiscalização das atividades de projeto e/ou execução de trabalhos referentes a Planejamento Físico. a realização de obras que impliquem em edificações. intervenções urbanas. educação.32. LOCAL. os marcos. conseqüentemente. reconhecidos pelo seu significado às gerações presentes e futuras pelo poder público. O seu controle se efetuará. intervenções possíveis em se tratando de edificações ou conjuntos arquitetônicos. as “obras de arte ao ar livre. lazer. isto é. Estão obrigados ao registro no CREA-RJ os profissionais e as firmas dedicadas ao projeto e/ou execução de/em Monumentos. entretanto. construções exclusivas do Arquiteto. 6. as placas e os artefatos inerentes também aos Artistas Plásticos aos quais é vedado. em seus diversos níveis através de mecanismos legais de preservação dos mesmos”. todo edifício majestoso ou obra notável”. 218/73 art. 8. os bustos. 33 e Res. turismo. estética urbana. 6. não implica diretamente em obras e projetos.569/33 art.é a definição tradicional de “obra ou construção destinada a transmitir à posteridade a memória de fato ou pessoa notável. consolidação. estabilização de restauração. A noção de monumento aplicável a este artigo engloba os conceitos tradicionais complementados pelo art. Local. bem como a definição de permanência ou renovações urbanas. 23.Envolve os planos diretores de desenvolvimento de núcleos existentes. ou ainda os lugares de interesse histórico e/ou cultural.PLANEJAMENTO FÍSICO. Num segundo sentido. notadamente os de acessos às cidades. tombados ou não. Urbano – seus serviços correlatos.SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA: ⇒ Eng. principalmente em função de contratos de prestação de serviços. Excluem-se os bustos.1 da Carta de Veneza incluindo-se a noção de pórtico na sua raiz do latim. planos pilotos de núcleos e implantação de plano setorial envolvendo habitação. Monumento . visando respeitar a sua integralidade enquanto obra de arte ou testemunho histórico é atribuição exclusiva do profissional arquiteto ou pessoa jurídica devidamente registrada no CREA-RJ. meio ambiente. manifestações inerentes também das atividades dos Artistas Plásticos. do exercício de cargos e funções e de assessorias e consultorias. 27 . 23. as esculturas. O planejamento como atividade que objetiva diretrizes de desenvolvimento. Os projetos de prevenção. portanto. as esculturas. Mecânico Eletricista – Dec. os marcos. reciclagem de uso ou de manutenção de monumentos.569/33 art.5 .EXECUÇÃO DE OBRAS DE / EM MONUMENTOS: (Norma de Fiscalização CEARQ – 08/96) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de projeto e execução de obras de / em Monumentos. O conjunto de edificações ou as edificações isoladas. etc. de caráter público ou privado. Desta definição derivam.

núcleos urbanos de apoio a atividades industriais ou rurais. ⇒ SISTEMA DE ESGOTO PLUVIAL: • Arquiteto: Art. 23. em verdadeiras “atividades síntese” que objetivam a composição do “todo” a partir das contribuições das “partes”. 218/73.569/33. O Planejamento Físico Local. são estabelecidas as seguintes atividades e as respectivas competências: ⇒ CONCEPÇÃO URBANÍSTICA COMPREENDENDO ALTIMÉTRICA DO ASSENTAMENTO: • • A DEFINIÇÃO PLANI- Arquiteto: art. com Res. 218/73. 23. 28 .569/33. excluído determinados setores especializados de atribuições de outros profissionais. planos físicos ligados à recuperação ambiental. planos físicos ligados ao incentivo turístico. 218/73. art. 23. envolvendo estudos.. 218/73. ⇒ PAISAGISMO ARBORIZAÇÃO: • Arquiteto: art. 218/73. 21º da Res.569/33. art. • Urbanista: art. À luz do conteúdo curricular mínimo legal adotado para a formação do Arquiteto e à luz das interpretações mais correntes. • Urbanista: art. lazer. letra “C” do Dec. Fed. preservação do patrimônio cultural e natural. de competência dos profissionais Arquiteto e Urbanista. meio ambiente. 04/34 e Res. transportes. como o saneamento e a engenharia rodoviária de competência dos Engenheiros Civis. letras “C “ e “D”. • Urbanista: art. 218/73.Envolve planos de estruturação e desenvolvimento físico de regiões. 2º da Res. 23. 30º. paisagismo. etc. etc. 218/73. 218/73. 21º da Res. 21º da Res. 30º letra “C” do Dec. 30º. planos de desenvolvimento físico regional. 218/73. Fed.569/33. Fed. 21º da Res. projetos e obras a nível urbano e regional”: cidades novas. o planejamento hidroelétrico de competência dos Engenheiros Eletricistas. Esses setores especializados devem compor um todo harmônico consubstanciado nos “planos e projetos físicos urbanos e regionais”. ⇒ MEIO AMBIENTE: • Arquiteto: art. ⇒ SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS DE LEVANTAMENTO DE LOCAÇÃO: • Arquiteto: art. Urbanista: art. do Dec. 30º. 30º.569/33. Urbano e Regional refere-se ao planejamento urbano e regional em todos os níveis. bem como planos setoriais de circulação. art.569/33. 218/73. planos de desenvolvimento físico das cidades existentes. • Urbanista: art. letra “C “ do Dec. do Dec. 30º. Fed. Fed. 21º da Res. letra “D” do Dec. turismo e outros. art. 23. 218/73. 2º da Res. 23. Constituem-se estes últimos. ⇒ PAVIMENTAÇÃO E DRENAGEM: • Arquiteto: art 2º da Res. art. portanto. Exemplos de “planos. Fed.Planejamento físico regional . 30/43. planos. 2º da Res. as atividades rurais de competência dos Engenheiros Agrônomos. 2º da Res. art. 2º da Res. projetos e obras que tratam da organização física de cidades e regiões.

Urbanista. 30º.FUNÇÃO PÚBLICA DE AGENGE FISCAL DE PROJETOS E OBRAS DE URBANISMO: (Jurisprudência CEARQ – 05/91 – Atribuições) Compete tal atividade ao profissional Arquiteto e ao profissional Urbanista. Urbano e seus serviços afins e correlatos. devem ser de responsabilidade de profissionais Arquiteto.⇒ TRÂNSITO: • Arquiteto: art. 23. 2º da Res. 23. Local.569/33. 218/73. Fed. 218/73. ⇒ TRAÇADO SISTEMA VIÁRIO: • Arquiteto: art. afins e correlatos. letra “C” do Dec. letra “C” do Dec. 2º da Res. 218/73. Urbano . • Urbanista: art. 2º da Res. 6. Urbanistas ou pessoa jurídica devidamente registrada no CREA-RJ. • Urbanista: art. art. Local. Engenheiro Civil ou pessoa jurídica devidamente registrada no CREA-RJ. 6.7 . As atividades de projeto referentes a Planejamento Físico. Local. 218/73. 30º.seus serviços afins e correlatos estão sujeitos à Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.569/33. Fed.EXECUÇÃO DE PROJETO DE CÁLCULO ESTRUTURAL DE EDIFICAÇÕES: (Jurisprudência CEARQ – 03/90 – Atribuições) Os profissionais Arquitetos têm atribuições para executar projetos de cálculo estrutural para edificações sem restrição de metragem ou n° de pavimentos para projetos de arquitetura próprios ou de terceiros.REDES DE ABASTECIMENTO E CENTRAL DE GÁS DE EDIFICAÇÕES: (Jurisprudência CEARQ – 01/89 – Atribuições) O profissional Arquiteto possui atribuições para elaboração de projeto de rede de abastecimento e central de gás de uma edificação cujo projeto seja de sua autoria. art.INSTALAÇÕES TELEFÔNICAS EM EDIFÍCIOS: (Jurisprudência CEARQ – 02/90 – Atribuições) Os profissionais Arquitetos possuem atribuições para elaborar e dirigir projetos de instalações telefônicas em edifícios independentemente do número de pavimentos como obra ou serviço complementar.8 . 218/73. Urbano . ⇒ MOBILIÁRIO URBANO: • Arquiteto: art.569/33. • Urbanista: art. 218/73. Fed. 6.9 . Estão obrigados ao registro no CREA-RJ as firmas e os profissionais dedicados ao projeto e/ou execução de trabalhos relativos a Planejamento Físico. As atividades de execução de obras referentes a Planejamento Físico. Os serviços de projeto e/ou execução de trabalhos relativos a Planejamento Físico. 30º. 23.10 . do Dec.seus serviços afins e correlatos. 29 . 21º da Res. devem ser executadas por Arquitetos. 21º da Res. art. 6. 21º da Res.

decidiu a CEARQ que não é serviço afim e correlato. Estão obrigadas ao registro nos CREA’s as empresas e profissionais que prestam serviços de projeto e instalação de bombas de combustíveis. fabricação. 28. manutenção. 7) PARÂMETROS E PROCEDIMENTOS PARA A FISCALIZAÇÃO NA ÁREA DA ENGENHARIA MECÂNICA E METALÚRGICA: 7. 1 referente a edificações.569/33 tem essa equivalência expressa no art. 30 . No caso de redes de sprincklers o responsável técnico deverá ser engenheiro mecânico. inspeção. É obrigatório o registro no Conselho Regional de Engenharia. arquitetura paisagística. Esses profissionais regidos pelo Decreto Federal 23.BOMBAS DE ABASTECIMENTO: (Jurisprudência CAI .6.1 . metalúrgico ou civil. manutenção. Já o Arquiteto cujas atribuições são regidas pela Resolução 218/73 do CONFEA possui a mesma atribuição desde que estes serviços sejam afins e correlatos a edificações. letra “b” e no art. inspeção.CONTENÇÃO DE TALUDES: (Jurisprudência CEARQ – 06/92 – Atribuições) O profissional Arquiteto. cujas atividades deverão estar sob a responsabilidade técnica de profissional da área da Engenharia Mecânica. respectivamente.02/91) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das empresas que exercem atividades de projeto e instalação de bombas de combustíveis.EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIO: (Jurisprudência CAI .2 . possui atribuições para autoria de projetos e responsabilidade pela execução de obras de contenção de taludes.01/88) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam com projeto.EDIFICAÇÕES: (Jurisprudência CEARQ – 07/92 – Atribuições) As atribuições do profissional Arquiteto são idênticas ao Engenheiro Civil no que se refere a edificações conforme art. 30 letra “a” para Engenheiros Civis e Arquitetos. recarga e reteste de Extintores de Incêndio. manutenção. 2 da Resolução 218/73 do CONFEA que reza: “Compete ao Arquiteto ou ao Engenheiro Arquiteto o desempenho das atividades 01 a 18 do art. As empresas que se dedicam exclusivamente à recarga de extintores de incêndio não estão obrigadas ao registro. recarga e reteste de extintores de incêndio. certificação. local urbano e regional. Arquitetura e Agronomia das empresas que exercem atividades de projeto. ar comprimido e seus acessórios. Deverá ser recolhida. cujas atribuições são regidas pelo art. sendo que a responsabilidade técnica ficará a cargo de profissionais da área de engenharia mecânica ou metalúrgica. conjuntos arquitetônicos e monumentos.12 . elevadores hidráulicos. elevadores hidráulicos e ar comprimido. certificação. inspeção. uma ART de projeto. previamente ao início da prestação dos serviços. Quando da execução de obra específica de taludes. 6. 30 do Decreto Federal 23. 7.11 .569/33. fabricação. recarga e reteste de extintores de incêndio. logo os profissionais regidos pela Resolução citada não possuem atribuições para executar estes serviços como obra específica. certificação. planejamento físico.

fabricação. tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços. no caso de manutenção corretiva. construção. reforma e reparos navais. devendo os mesmos serem executados sob a responsabilidade técnica de profissional da área de Engenharia Naval ou Mecânica. Deverá ser recolhida uma ART para cada projeto e/ou instalação de bombas em posto de serviço. devendo possuir um engenheiro naval como responsável técnico. Tal atividade deve ser exercida sob a responsabilidade de Engenheiro.EMBARCAÇÕES NAVAIS: (Jurisprudências CAI – 05/92.4 . destaca-se a resolução do CONFEA Nº 425 de 18/12/98.INSTALAÇÃO DE “kits” PARA CONVERSÃO DE MOTORES PARA UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL: (Jurisprudência CAI – 12/00) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam com projeto. construção. reparos navais. 7. como responsável técnico. reparo. Deverá ser recolhida uma ART correspondente aos serviços em embarcações ou plataformas flutuantes. inspeção. São obrigadas ao registro as empresas que operam embarcações. 7. à Arquitetura e à Agronomia fica sujeito à “Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)” no Conselho Regional em cuja jurisdição for exercida a respectiva atividade.5 . ou no caso de manutenção preventiva. Estão obrigadas ao registro nos CREA’s as empresas (ou profissionais) que prestam serviços de projeto. A modalidade profissional será definida em função do tipo e característica da bomba. que dispõe sobre a questão e dá outras providências. operação de embarcações e arqueação de cargas. 07/92 e 10/00) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de projeto. Quanto à Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. de técnico de 2º grau. construção. instalação e manutenção de kits de Gás Natural Veicular – GNV. Todo contrato escrito ou verbal para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços profissionais referentes à Engenharia.3 . tendo por base o valor dos honorários cobrados para a execução dos serviços de: projeto. Engenheiro de Operação ou Tecnólogo da área mecânica. As empresas que se dedicam à execução de reparos navais. inclusive as prediais. reforma. um engenheiro ou técnico em mecânica desde que tais reparos se refiram exclusivamente a máquinas.INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: (Jurisprudência CAI – 11/00) Os Engenheiros Mecânicos possuem habilitação legal compatível com as atividades relacionadas com instalações hidráulicas em geral. 7. poderão possuir.As empresas que fazem manutenção em bombas de abastecimento estão obrigadas ao registro sob a responsabilidade técnica de Engenheiro Mecânico. contendo a relação dos serviços a executar (com os respectivos acessórios e complementos). reforma e reparo naval. elevador hidráulico e ar comprimido. equipamentos e tubulações. A atividade de arqueação de carga para navios deverá ser exercida por engenheiro naval ou tecnólogo da habilitação de engenharia naval. 31 .

construção. poderão. Quando se tratar de atividade de “fabricação e/ou manutenção” relativas a aparelhos de transporte. “fabricação”. por um máximo de 60 (sessenta) unidades. será recolhido anualmente um formulário de ART com a respectiva taxa. As empresas. uma empresa devidamente registrada no CREA-RJ. reparos.7. devendo as empresas manter tantos responsáveis técnicos quanto necessários. deverão manter em seu quadro técnico profissionais da área elétrica e/ou eletrônica e/ou metalúrgica como responsáveis técnicos para a respectiva área de atividade. Toda pessoa física ou jurídica que mantenha em operação aparelho de transporte deverá comprovar que contratou. da área mecânica. manutenção. o profissional responsável técnico deverá ser residente na jurisdição do respectivo CREA. Quando se tratar de atividade de ”manutenção” de elevadores e escadas rolantes. Profissionais de nível superior da área “mecânica” com atribuições previstas no art. planos inclinados. dos aparelhos de transporte. poderão responsabilizar-se. 12 da Res. responsabilizar-se tecnicamente pelas atividades de “reparo. escadas rolantes.APARELHOS DE TRANSPORTES VERTICAIS E HORIZONTAIS: (Norma de fiscalização CAI – 04/87 e Decisão Normativa CONFEA – 036 de 31/07/91) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que exercem atividades de projeto. elevadores para levantamento de veículos. instalação e manutenção ou conservação”. será recolhido anualmente um formulário de ART com a respectiva parcela de taxa proporcional ao período de validade do contrato. multiplicado por 12 (doze). antes do início da obra ou serviço. conservação. para a respectiva manutenção ou conservação. monta cargas. andaimes suspensos e congêneres. Quando se tratar de contrato de prestação de serviços por prazo indeterminado. Todo contrato que envolva quaisquer das atividades descritas anteriormente fica sujeito à “Anotação de Responsabilidade Técnica – ART”. técnica e simultaneamente. Os técnicos de nível superior ou tecnólogos. 218/73 do CONFEA estão habilitados a responsabilizar-se tecnicamente pelas atividades descritas anteriormente. os Engenheiros de Operação bem como os técnicos de nível médio ou de 2° grau. guindastes. 32 . instalação. esteiras transportadoras de pessoas e/ou cargas. vistorias e laudos técnicos de elevadores. teleféricos. elevadores de alçapão. pontes rolantes e assemelhados e outros de natureza especial destinados a diversões ou movimentação de local de pessoas e/ou cargas. o formulário de ART e a respectiva taxa serão recolhidos de uma só vez. como co-responsáveis. “instalação” ou “montagem” e “laudos técnicos”. além dos profissionais responsáveis mencionados. montagem. quando as características dos aparelhos de transporte assim o exigirem. Quando se tratar de atividade de “projeto”. “instalação ou montagem” e “laudos técnicos” relativos a elevadores e escadas rolantes. de modo que nenhum deles exceda tal limite. É obrigatório o registro no CREA-RJ das empresas que atuam nos serviços relacionados acima. fabricação. Quando se tratar de atividades de “projeto”.6 . andaimes motorizados para limpeza de fachadas. Os profissionais que sejam exclusivamente responsáveis técnicos pela manutenção e/ou conservação de aparelhos de transporte. elevadores de obras. o profissional responsável técnico não precisa ser residente no Estado. Quando se tratar de “manutenção” de elevadores e escadas rolantes com prazo de validade do contrato superior a um ano. com prazo de validade do contrato igual ou inferior a um ano. o formulário de ART e a taxa serão recolhidos de uma só vez antes da data do início de validade do contrato. ainda. reformas. correspondente ao valor do serviço contratado no primeiro mês do período de validade da ART. sendo que as responsabilidades técnicas ficarão a cargo de profissionais da área da Engenharia Mecânica.

das respectivas conservações e manutenções. sendo que a responsabilidade técnica ficará a cargo de profissionais da área da Engenharia Mecânica. fica a sua seção técnica obrigada ao registro no CREA –RJ.TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS E DE CARGAS: (Norma de fiscalização CAI – 05/87 . No caso de empresas permissionárias e/ou concessionárias que executem diretamente os serviços de manutenção dos veículos. As oficinas mecânicas e empresas relacionadas acima deverão apresentar um profissional responsável técnico para que fiquem sob sua responsabilidade as seguintes quantidades de veículos. líquidas e/ou gasosas que mantenham ônibus ou veículos de cargas urbanas e/ou rodoviárias em circulação. • Engenheiro de operação da área mecânica ou técnico de nível superior ou tecnólogo da área mecânica para uma quantidade de até 250 veículos. • Técnico de grau médio da área mecânica para uma quantidade de até 50 veículos. se encontre devidamente registrada no CREA-RJ. Quando da solicitação de registro. respectivamente com as modalidades descritas abaixo: • Engenheiro pleno na área mecânica para uma quantidade de até 400 veículos. Quanto à Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. deverão comprovar ao CREA-RJ que os seus veículos somente entrarão em operação sob a responsabilidade de oficina mecânica que se encarregue. interestaduais e internacionais. destaca-se a Resolução do CONFEA Nº 425 de 18/12/98. As empresas de transporte permissionárias ou concessionárias de linhas urbanas intermunicipais. à Arquitetura e à Agronomia fica sujeita à “Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)” no Conselho Regional em cuja jurisprudência for exercida a respectiva atividade”. permanentemente. a atividade de “manutenção de veículos” poderá ser executada sob a responsabilidade técnica de técnico de segundo grau. modalidade mecânica. peças ou componentes e que. e as empresas de transporte de cargas sólidas. 33 . rodoviários e transportes de carga. que dispõe sobre a questão e dá outras providências: “Todo contrato escrito ou verbal para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços profissionais referentes à Engenharia. para tal fim. 7. bem como de suas partes. Estão obrigados ao registro no CREA -RJ as empresas e profissionais autônomos que prestam serviços de inspeção e manutenção de transportes coletivos urbanos. É obrigatório o registro nos CREA’s das empresas que exercem atividades na área de projeto. Rodoviários e Transporte de Cargas. legalmente habilitado na área da Engenharia Mecânica.8 .SISTEMAS CENTRAIS DE TRATAMENTO DE AR E SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS: (Norma de fiscalização CAI – 06/88 e Decisão Normativa do CONFEA nº 042 de 08/07/92): Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que desenvolvam atividades relacionadas com sistemas centrais de tratamento de ar e sistemas de refrigeração para aplicações industriais.1ª revisão e Decisão Normativa do CONFEA 041 de 08/07/92) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam nas atividades de inspeção e manutenção de Transportes Coletivos Urbanos. ou de Engenheiro Operacional. As atividades de montagem e/ou instalação serão exercidas sob a responsabilidade técnica de Engenheiro Mecânico. legalmente habilitado. As atividades de fabricação serão exercidas sob a responsabilidade técnica de Engenheiro Mecânico legalmente habilitado e registrado no CREA-RJ. De acordo com o porte da empresa. instalação e manutenção de sistemas condicionadores de ar e frigorificação. ou tecnólogo.7 . devendo ser executados por pessoas devidamente registradas no CREA –RJ.7. a pessoa jurídica deverá indicar Responsável Técnico.

elétricas e outras necessárias à instalação. 7. Em se tratando de manutenção de equipamentos odonto-médico-hospitalares que utilizam radiações ionizantes. 34 . reforma e reparos serão exercidas sob a responsabilidade técnica dos profissionais descritos acima. respeitando-se as atribuições profissionais em vigor. ou de técnico da área mecânica.Engenheiro Pleno. multiplicados por 12 (doze). Eletro-eletrônica: profissional da área elétrica.Engenheiro Pleno / Engenheiro de Operação / Tecnólogo / Técnicos /2° de 2° grau. a saber: ATIVIDADE: • • GRUPO: 1° grupos . 2° Grupo – Equipamentos usados em diagnósticos. será recolhida a taxa correspondente ao valor do serviço contratado no primeiro mês do período de validade da ART. 3° Grupo – Equipamentos usados em terapia e monitorização. As atividades de instalação e manutenção de equipamentos deverão ser executadas por pessoa física e/ou jurídica. tanto no que diz respeito a sua parte física. o responsável técnico deverá ser um Engenheiro Eletricista com formação plena. manutenção. O registro das empresas que pretendam desenvolver as atividades descritas acima poderá depender de análise das instalações de apoio (laboratório/oficina).As atividades de operação. As obras civis. devidamente registradas no CREA-RJ e sob a responsabilidade de profissional legalmente habilitado dependendo da modalidade da Engenharia em que se situem as atividades exercidas e do GRUPO a que pertencem os equipamentos.AUTUAÇÃO DE EMPRESAS INDUSTRIAIS: (Norma de Fiscalização CAI – 07/88) Quando estiver preenchido o Relatório de Visitas referente a uma empresa industrial. quanto ao instrumental e ferramental disponíveis. • 3° grupo .INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E APARELHOS ODONTOMÉDICO-HOSPITALARES: (Norma de Fiscalização em Conjunto CEEE/CAI . 4° Grupo – Equipamentos que utilizam radiações ionizantes. manutenção e reforma do Sistema de Ar Condicionado Central deverão estar a cargo dos profissionais habilitados nas respectivas áreas. 7. Todo contrato que envolva quaisquer das atividades descritas anteriormente fica sujeito à “Anotação de Responsabilidade Técnica – ART”.nº01/96 e Jurisprudência CEEE 03/97): Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam nas atividades de instalação e manutenção de equipamentos e aparelhos odontomédico-hospitalares.10 .9 . • Os equipamentos se classificam em quatro grupos: • • • • 1° Grupo – Equipamentos usados em laboratórios e de apoio. Deverá ser recolhida a ART para cada contrato de serviço de manutenção executado. Eletromecânica: profissional da área mecânica. deverá ser encaminhado a CAI para que indique as medidas a serem tomadas. Nos contratos de manutenção por prazo indeterminado.

• Microcentrífuga. • Projetor de Lâminas. Banho-Maria. Agitador Orbital. Berço. Dilatador de Esôfago. • Homogeinizador. • Microscópio eletrônico. Contador de Células. Balança de Laboratório. • Titrator de Cloretos. Colchão Térmico. • Sistema Concentrador Proteínas. Compressor Isento de Óleo. Deonizador Desfibrilador Analyzer (equipamento de teste). Detetor de UV. • Secador de Gel. • Salinômetro. Balança Analítica (eletrônica). Biômetro. Balança Mecânica. • Minibomba de Ordenha. • Mesa Cirúrgica. Aspirador Simples. • Ultracentrífuga. • Espectofômetro de Chama. • Torpedo de O2 (e acessórios). Cama Hospitalar. Aplicador de Eletroforese. Centrífuga. • Osmômetro. Analisador Centrífugo. • Esterilizador Térmico (forno). • Estufa. • Fonte de Eletroforese. • Negatoscópio. Banho Histológico. Atômica. Câmara de Conservação • Mineralizador. • Sistema Contador de Cintilação.RELAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ODONTO-MÉDICO-HOSPITALARES POR GRUPO: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1° GRUPO: EQUIPAMENTOS USADOS EM LABORATÓRIOS E DE APOIO: • Espectofotômetro de Absorção Armação de Prova/Óculos. • Forno. • Estufa de CO2. Densiômetro. Analisador de Gases Sangüíneo. Balança de Laboratório (mecânica). • Sistema de Sinalização e Alarme. Cama Metabólica. Contador de Células Manual. Cama Fawler. • Fluxômetro. • Serra de Gesso. Agitador de Plaquetas. Câmara Frigorífica Modular. Corador de Lâminas. Diluidor. • Ponte de Co-observação. • Placa Térmica. Compressor p/ Odontologia. • Phmetro. • Ultramicrótomo 35 . Balança Eletrônica. • Hemoglobinômetro. Agitador. Aparelho de Gasometria. • Esterilizador UV. • Fotocolorímetro de Média. • Microscópio. • Fotomicroscópio. • Micrótomo. • Fotômetro de Chama. Colorímetro. Câmara Herbárica. • Mesa Ginecológica. • Fotóforo. Co-Oxímetro. • Microscópio Cirúrgico. • Foco Cirúrgico. • Mesa de Exame Clínico. • Microscópio Binocular. Analisador Clínico Automático. • Espectofômetro de Varredura. Cadeira Odontológica. Autoclave. Aglutinoscópio. Cadeira Motorizada.

Fisiógrafo. Varredura Linear Eletrônica. Detector Fetal. Tromboelastógrafo. Fotoestimulador. Ecógrafo. Tonômetro. Projetor. Refratômetro. Coluna com Greens. Colposcópio.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 2° GRUPO: EQUIPAMENTOS USADOS EM DIAGNÓSTICOS: Analisador Pulmonar. Lensômetro. Lâmpada de Fenda. Coluna Hidráulica. Eletrocardiógrafo. Aparelho de Ultrassom. Aparelho de Pressão Eletrônico. Sonar. Queratômetro. Oftalmoscópio. Impedanciômetro. Retossigmoidoscópio. Esteira Ergométrica. Bicicleta Ergométrica. Laringoscópio. Audiômetro. Sistema para Análise Holter. Refratores de Greens. Sistema Contador de Tireóide. Videoendoscópio. Medidor de Débito Cardíaco. Campímetro. Oto-Oftalmoscópio. Otoscópio. Eletromiógrafo. Eletroencefalógrafo. 36 . Retinoscópio. Estetoscópio Eletrônico. Sinotóforo. Aparelho de Pressão. Projetor de Optatipos. Polígrafo PPG. Retinógrafo. Panendoscópio.

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

3° GRUPO: EQUIPAMENTOS USADOS EM TERAPIA E MONITORIZAÇÃO: • Lâmpada de Infra-Vermelho; Aparelhos de Ondas Curtas; • Laser de Argônio; Aparelho de Ultrassom; • Laser de CO2; Aspirador Sirúrgico; • Laser de Hélio-Neônio; Balão Intra-aórtico; • Laser de Vapor de Ouro; Banho de Parafina; • Máquina de Hemodiálise; Berço Aquecido; • Marcapasso; Bisturi (elétrico); • Mioestimulador; Bomba de Aspiração; • Misturador de O2; Bomba de Circ. Extra-Corpórea; • Medidor de radiação; Bomba de Vácuo; • Monitor cardíaco; Bomba Infusora; • Monitor computadorizado p/ determ. de Cardioversor; glicose no sangue; Carro de Anestesia; • Monitor de CO2; Coagulador Bipolar; • Monitor de Pressão; Criocautério; • Monitor de UV; Cardiotocógrafo; • Monitor fisiológico; Detector Fetal; • Monitor para ECG; Desfibrilador; • Nebulizador; Diatermia; • Oxímetro; Drill a gás; • Oxímetro de Pulso; Drill Pneumático; • Respirômetro; Eletrocautério; • Respirador; Esfignamômetro; • Serra Elétrica (cirúrgica); Estimulador; • Sistema par Artroscopia; Emissor de Ondas para Diatermia; • Teletermômetro; Equipamento Cirurgia Percutânea; • Tensys; Equipo de Odontologia; • Termômetro Eletrônico; Forno de Bier; • Tirbilhão; Fotocoagulador à Laser; • Umidificador; Fototerapia; • Unidade de Cuidado Intensivo; Fresadora (cirúrgica); • Unidade de Reanimação; Furadeira (cirúrgica); • Unidade Eletro-Cirúrgica; Furadeira Cirúrgica Manual; • Unidade Respirador Móvel; Galvano Farádico; • Ventilômetro; Inalador; • Vibrador Incubadora; Infravermelho; 4° GRUPO – EQUIPAMENTOS QUE UTILIZAM RADIADORES IONIZANTES: Acelerador Linear; Aparelho de Raios X; Aparelho de Ressonância Magnética; Bomba de Cobalto; Mamógrafo. 7.11 - PARQUES DE DIVERSÕES: (Decisões Normativas do CONFEA nº 052 de 25/08/94 e 057 de 06/10/95):

Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização na área de parques de diversões. Define-se como parque de diversões todas as instalações de diversões que se utilizem de equipamentos mecânicos e eletromecânicos, rotativos ou estacionários, mesmo que de forma complementar à atividade principal, a exemplo de circos, teatros ambulantes, que possam, por mau uso ou má conservação, causar risco a funcionários e/ou usuários.
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Deverá ser recolhida uma ART firmada por profissional habilitado e registrado no CREA assumindo a Responsabilidade Técnica pela montagem e boas condições de funcionamento dos diversos equipamentos e instalações, de forma a garantir a segurança e o conforto dos usuários. Para os parques de diversões instalados ou a instalar-se, deverá ser apresentada ART relativa à elaboração do Laudo Técnico circunstanciado, acerca das condições de operacionalidade e de qualidade técnica de montagem e instalação. Os Laudos Técnicos e as ART’s acima descritas deverão ser renovados semestralmente. Os profissionais habilitados para assumirem a Responsabilidade Técnica pelas atividades referidas acima são os Engenheiros Mecânicos, Metalurgistas, de Armamento, de Automóveis, Aeronáuticos, Navais, bem como os Engenheiros Industriais, de Produção, de Operação e os Tecnólogos todos desta modalidade. No caso de circos e teatros ambulantes deverá ser recolhida ART para a montagem da tenda. Nas instalações de parques de diversões com entrada de energia elétrica até de 100KW, alimentada em baixa tensão, deverá ser exigido ART de projeto e execução das instalações elétricas para o Engenheiro ou técnico em eletricidade. Nas instalações de parques de diversões com entrada de energia elétrica, alimentadas a partir de uma subestação transformadora de tensão, deverá ser exigida a participação de um Engenheiro Eletricista, com a devida ART. Para a distribuição elétrica interna do parque de diversões, com carga total acima de 12,5KW, deverá ser exigida a participação de um eletricista, eletrônico, eletrotécnico e comunicações. 7.12 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO: (Decisões Normativas 029 de 27/05/98 e 045 de 16/12/92) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que exercem atividades de projeto, fabricação, instalação, manutenção, reforma e inspeção de caldeiras e vasos de pressão. Todas as empresas que executam as atividades acima estão obrigadas ao registro no CREA-RJ, sendo que as responsabilidades técnicas ficarão a cargo dos seguintes profissionais: As atividades inerentes à inspeção e manutenção de caldeiras e projeto de casa de caldeiras competem aos engenheiros mecânicos, aos engenheiros navais e aos engenheiros civis com atribuições do Art. 28 do Decreto Federal Nº 23.569/33, desde que tenham cursado as disciplinas “termodinâmica e suas aplicações” e “transferência de calor” ou outras com denominações distintas, mas que sejam consideradas equivalentes por força de seu conteúdo pragmático. Deverá ser recolhida uma ART para cada caldeira ou vaso de pressão projetado, fabricado, instalado, mantido ou reformado, tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços. 7.13 - GASES COMBUSTÍVEIS: (Decisão Normativa 32 de 14/12/88) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam com projeto, instalação, manutenção, inspeção e reforma das instalações de gases combustíveis. É obrigatório o registro no CREA-RJ das empresas que exercem atividades nas áreas de projeto, instalação, manutenção, inspeção, reforma e instalações de gases combustíveis. As “Centrais de Gás”, para fins de atribuições profissionais das atividades de projeto, execução e manutenção, serão consideradas pelo sistema CONFEA / CREA em três tipos, a saber: I. “Centrais de Gás” de distribuição de edificações: Engenheiros Civis, de Fortificação, Mecânicos, Químicos, Industriais das Modalidades Mecânica e Química e Arquitetos;
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II. “Centrais de Gás” de distribuição em redes urbanas subterrâneas: Engenheiros Mecânicos, Químicos, Industriais das Modalidades Mecânica e Química; III. “Centrais de Gás” de produção, transformação, armazenamento e distribuição: Engenheiros Metalurgistas e Industriais da Modalidade Metalurgia. Deverá ser recolhida uma ART para cada reservatório, rede de distribuição ou Central de Gás projetado, fabricado, instalado, mantido ou reformado, tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços. Deverá ser recolhida uma ART de inspeção de segurança de reservatórios de gás com validade indicada pelo profissional responsável. 7.14 - CONCESSIONÁRIAS DE VEÍCULOS: (Decisão Normativa 039 de 08/07/92 e 040 de 08/07/92) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam nas atividades relacionadas às Concessionárias de Veículos. É obrigatório o registro das pessoas jurídicas concessionárias de veículos automotores. Somente os profissionais legalmente habilitados têm atribuições para assumir a responsabilidade técnica das atividades. De acordo com o porte da empresa, as atividades de retífica de motores e reparo e regulagem de bombas injetoras de combustível em motores diesel poderão ser executadas sob a responsabilidade técnica do técnico de 2° grau, legalmente habilitado. Quanto à Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, destaca-se a Resolução do CONFEA Nº 425 de 18/12/98 que dispõe sobre a questão e dá outras providências: “Todo contrato escrito ou verbal para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços profissionais referentes à Engenharia, à Arquitetura e à Agronomia fica sujeita à “Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)” no Conselho Regional em cuja jurisprudência for exercida a respectiva atividade.” 7.15 - CÂMARAS FRIGORÍFICAS: (Decisão Normativa 042 de 08/07/92) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam com projeto, fabricação e instalação de Câmaras Frigoríficas. Estão obrigados ao registro nos CREA’s as empresas e profissionais autônomos que prestam serviços de projeto, fabricação, instalação e manutenção de Câmaras Frigoríficas, fixas ou móveis, cujas atividades deverão estar sob a responsabilidade técnica de profissional da área de Engenharia Mecânica. Por deliberação da Câmara Especializada de Engenharia Industrial e de acordo com o porte da empresa, as atividades de instalação e manutenção de sistemas de frigorificação poderão ser executadas sob a responsabilidade técnica de Técnico de 2º grau, legalmente habilitado. Deverá ser recolhida uma ART para cada Câmara Frigorífica projetada, fabricada ou instalada, tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços. 7.16 - TRANSFORMADORAS DE VEÍCULOS: (Decisão Normativa 055 de 17/03/95) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam na fabricação de carrocerias de ônibus, carrocerias de caminhões, caçambas basculantes e fixas, coletoras de lixos, tanques, baús de caixas especiais, carretas e reboques em geral, bem como empresas transformadoras de veículos e fabricantes de veículos fora de série.

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É obrigatório o registro nos CREA’s das empresas fabricantes de carrocerias de ônibus, carrocerias de caminhões, caçambas basculantes e fixas, coletoras de lixo, tanques, baús e caixas especiais, carretas e reboques em geral, bem como das empresas transformadoras de veículos e fabricantes de veículos fora de série, devendo estar sob a responsabilidade técnica de profissional da área de Engenharia Mecânica. 7.17 - FABRICANTES DE PÓLVORA, EXPLOSIVOS, DETONANTES, MUNIÇÃO PARA CAÇA E ESPORTE, FÓSFOROS DE SEGURANÇA E ARTIGOS PIROTÉCNICOS: (Decisão Normativa 066/2000) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das empresas que se dedicam à fabricação de pólvora, explosivos, detonantes, munição para caça e esporte, fósforos de segurança e artigos pirotécnicos. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as empresas que se dedicam à fabricação de pólvora, explosivos, detonantes, munição para caça e esporte, fósforos de segurança e artigos pirotécnicos. As empresas registradas deverão proceder a indicação de Engenheiro de Armamento e/ou Engenheiro Químico com atribuições contidas nos arts. 12 e 17, respectivamente, da Resolução 218/73 do CONFEA para responsabilizar-se tecnicamente por suas atividades. Os serviços especializados em Engenharia de Segurança do Trabalho nessas empresas deverão ser de competência de profissional especializado em Segurança do Trabalho, de conformidade com a Norma Regulamentadora NR-4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho, com registro da Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. Por medida de segurança, os projetos relativos aos artigos a serem produzidos pelas empresas, principalmente os pirotécnicos, deverão ser, também, de responsabilidade técnica do Engenheiro Químico, com o registro da ART devida. 7.18 - SILOS METÁLICOS: Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam com projeto, cálculo, inspeção, fabricação, instalação, manutenção e reforma de silos metálicos. Estão obrigados ao registro nos CREA’s as empresas e profissionais autônomos que executam os serviços acima discriminados, cujas atividades deverão estar sob a responsabilidade técnica de profissional da área da Engenharia Mecânica. Deverá ser recolhida uma ART para cada reservatório e silo fabricado, instalado, mantido e reformado, tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços ou pelo valor do contrato. As obras civis, elétricas e outras necessárias à instalação, manutenção e reforma do silo deverão estar a cargo dos profissionais habilitados nas respectivas áreas. 7.19 - RESERVATÓRIOS METÁLICOS: Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam com projeto, cálculo, fabricação, instalação, manutenção, reforma, inspeção e certificação de reservatórios metálicos fixos e móveis, tais como: reservatórios em veículos de transporte, reservatórios industriais, distribuidoras de combustíveis e transportadoras de líquido a granel. Estão obrigados ao registro nos CREA’s as empresas e profissionais autônomos que prestem serviços de projeto, fabricação, inspeção e certificação de reservatórios metálicos para qualquer tipo de produto, servindo para armazenagem e/ou processo de fabricação, aéreos ou subterrâneos, além dos tanques utilizados para o transporte rodoviário ou ferroviário de produtos sólidos, líquidos ou gasosos, perigosos ou não, cujas atividades deverão estar sob a responsabilidade de profissional da área de Engenharia Mecânica.
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manutenção e operação de Aeronaves. reparo. que dispõe sobre a questão e dá outras providências: “Todo contrato escrito ou verbal para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços profissionais referentes à Engenharia. instalação e manutenção de aquecedores de água a gás cujas atividades deverão estar sob a responsabilidade técnica de profissional da área de Engenharia Mecânica. inspeção.20 . inspeção. inspeção. As atividades de reparos em aeronaves que determinem alterações na estrutura. elétricas e demais serviços complementares. instalações de ar condicionado. sob a responsabilidade técnica de profissionais da área da Engenharia Mecânica. 7.AERONAVES: Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam nas atividades de projeto. FABRICAÇÃO E REPAROS COM ALTERAÇÕES NA ESTRUTURA: Engenheiros Aeronáuticos. destaca-se a Resolução do CONFEA Nº 425 de 18/12/98. reparo. fabricação. É obrigatório o registro nos CREA’s das empresas e profissionais autônomos que prestem serviços de projeto. Estão obrigadas ao registro nos CREA’s as empresas e profissionais autônomos que prestem serviços de projeto.Deverá ser recolhida uma ART para cada reservatório ou tanque metálico projetado. compreendendo limpeza. bem como modificações no “layout” interno que motivem alterações na distribuição de cargas e tensões deverão ser executadas sob a responsabilidade técnica de profissionais da área de Engenharia Aeronáutica e Mecânica. fabricado. devendo ser executados por pessoa jurídica ou física devidamente registradas no CREA-RJ. 7. instalação de equipamentos especificados pelos fabricantes em suas posições correspondentes ao projeto original. conservado e instalado.22 . à Arquitetura e à Agronomia fica sujeita à “Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)”. hidráulicas em geral. MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO: Os serviços de manutenção e conservação. reparo e manutenção de aquecedores de água a gás. fabricado.AQUECEDORES DE ÁGUA A GÁS: Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que atuam com projeto. montado ou inspecionado. a saber: ⇒ PROJETO. pintura. só poderão ser executados com a participação efetiva de Tecnólogos de 2º grau em Aeronáutica ou Mecânica. motores. Considera-se como reparo as atividades que não determinem alterações na estrutura bem como modificações no “layout” interno que motivem alterações na distribuição de cargas e tensões. fabricação. reparos em tubulações. sob a responsabilidade técnica dos seguintes profissionais. fabricação. 7. manutenção e operação de aeronaves.21 .INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO INDUSTRIAL: Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas e profissionais que exercem atividades de instalação e manutenção industrial. no Conselho Regional em cuja jurisprudência for exercida a respectiva atividade. Deverá ser recolhida uma ART para cada tipo de aquecedor projetado. devendo ser executados por pessoa jurídica ou física devidamente registrada no CREA-RJ.” 41 . Quanto à Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. É obrigatório o registro junto aos CREA’s das empresas e profissionais que exercem atividades na área de instalação e manutenção industrial. fabricação. turbinas. ⇒ REPARO.

será recolhida a taxa correspondente ao valor do serviço contratado no primeiro mês do período de validade da ART. devidamente registrados no CREA-RJ.1 . considerando este como a soma das parcelas mensais devidas durante o seu prazo de validade. considerando este como a soma das parcelas mensais devidas durante o seu prazo de validade. manutenção e/ou assistência técnica incidirá sobre o valor total do contrato.1ª revisão) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das empresas e profissionais que exercem as atividades de instalação e manutenção e/ou assistência técnica de Antenas Coletivas de TV. manutenção ou assistência técnica de interfones. Nos contratos de manutenção por prazo indeterminado será recolhida a taxa correspondente ao valor do serviço contratado no primeiro mês do período de validade da ART. 7. centrais de portaria e porteiros eletrônicos.INTERFONES. Deverá ser recolhida uma ART para os serviços acima descritos. Eletrônica ou Telecomunicações. 7. Nos contratos de manutenção por prazo indeterminado.20. tecnólogo ou técnico de 2º grau nas modalidades da área da Engenharia Elétrica. 42 .ANTENAS COLETIVAS DE TV: (Norma de Fiscalização CEEE – 03/88 . As atividades de instalação.22 foram retirados do manual de fiscalização do CREA-PR. devidamente registrada no CREA-RJ. instalação. devidamente registrados no CREA-RJ. A taxa de ART referente às atividades de instalação. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as firmas e profissionais autônomos que prestem serviços de instalação. As firmas enquadradas no item anterior deverão ter como responsável técnico um profissional com formação mínima de técnico de 2º grau da área de engenharia elétrica. As firmas construtoras de prédios residenciais deverão se responsabilizar pelo cumprimento do disposto nos itens anteriores. As atividades de fabricação de antenas coletivas de TV deverão ser executadas por pessoa jurídica. CENTRAIS DE PORTARIA E PORTEIROS ELETRÔNICOS: (Norma de Fiscalização CEEE .1ª revisão) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das empresas e profissionais que exercem as atividades de instalação e manutenção e/ou assistência técnica de interfones. multiplicado por 12 e. centrais de portaria e porteiros eletrônicos. manutenção e/ou assistência técnica de antenas coletivas de TV poderão ser de responsabilidade de firma ou profissional engenheiro. em uma de suas modalidades: Eletrotécnica. 8) PARÂMETROS E PROCEDIMENTOS PARA A FISCALIZAÇÃO NA ÁREA DA ENGENHARIA ELÉTRICA: 8.21 e 7.02/88 . nesse caso. manutenção ou assistência técnica de antenas coletivas de TV. uma nova ART deverá ser efetuada a cada período de 12 (doze) meses.NOTA: Os itens 7. 8. A taxa de ART referente às atividades de instalação. 7. multiplicado por 12 e. nesse caso. Estão obrigados ao registro no CREA-RJ as firmas e profissionais que prestem serviços de fabricação. de qualquer de suas modalidades.2 .18. Deverá ser recolhida uma ART para os serviços acima descritos. uma nova ART deverá ser efetuada a cada período de 12 (doze) meses.19. sob a responsabilidade técnica de engenheiro eletricista. manutenção e/ou assistência técnica incidirá sobre o valor total do contrato.

eletrônica ou telecomunicações ou firma devidamente registrada no CREA-RJ. deverá ser recolhida uma ART para cada instalação. antes do início da validade do contrato. tecnólogo. uma nova ART deverá ser efetuada a cada período de 12 (doze) meses. No caso da atividade de manutenção. Distribuidor de Chamadas e outros. instalação e manutenção de antenas parabólicas para recepção via satélite. As atividades de projeto e fabricação de antenas parabólicas devem ser executadas por profissional habilitado ou pessoa jurídica. sob a responsabilidade técnica de engenheiro eletricista. 43 . As firmas construtoras de prédios residenciais deverão se responsabilizar pelo cumprimento do disposto nos itens anteriores. Deverá ser recolhida uma ART para cada instalação executada. será recolhida a taxa correspondente ao valor do serviço contratado no primeiro mês do período de validade da ART.CENTRAIS PRIVADAS DE COMUTAÇÃO TELEFÔNICA: (Norma de Fiscalização CEEE – 05/88) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das empresas e profissionais que exercem as atividades de fabricação. a taxa proporcional ao período de validade de cada contrato. anualmente e de uma só vez. Deverá ser recolhida uma ART para os serviços acima descritos. A taxa de ART referente às atividades de manutenção e/ou assistência técnica incidirá sobre o valor total do contrato. KS. devidamente registrada no CREA-RJ. As atividades de projeto. instalação e manutenção de Centrais Privadas de Comutação Telefônica tipo PABX. multiplicado por 12. sob a responsabilidade técnica de engenheiro eletricista. será recolhida.8. eletrônica ou telecomunicações. anualmente. instalação ou montagem e manutenção dos equipamentos acima descritos deverão ser executados por pessoa jurídica devidamente registrada no CREA-RJ. As atividades de instalação e manutenção de antenas parabólicas serão de responsabilidade de profissional habilitado. Nos contratos de manutenção por prazo indeterminado será recolhida a taxa correspondente ao valor do serviço contratado no primeiro mês do período de validade da ART. instalação e manutenção dos equipamentos mencionados no item acima. multiplicado por 12 (doze). PAX.3 . A atividade de manutenção dos sistemas constantes do item acima será de responsabilidade de firma ou profissional autônomo. eletrônico ou de telecomunicações. 8. ou técnico de 2º grau em eletrotécnica. engenheiro. • Nos contratos de manutenção por prazo indeterminado.ANTENAS PARABÓLICAS: (Norma de Fiscalização CEEE – 04/88 . tecnólogo ou técnico de 2º grau em eletrotécnica. nesse caso. • Nos contratos de manutenção com duração superior a um ano será recolhida. eletrônico ou de telecomunicações. devidamente registrados no CREA-RJ. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as firmas e profissionais que prestem serviços de fabricação. fabricação.4 . As firmas construtoras de prédios residenciais deverão se responsabilizar pelo cumprimento do disposto nos itens anteriores. instalação e manutenção de antenas parabólicas para a recepção via satélite. fabricação.1ª revisão) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das empresas e profissionais que exercem as atividades de projeto. quando a duração do contrato for igual ou superior a um ano. com o pagamento de taxa conforme indicado a seguir: • Nos contratos de manutenção. CPA. PBX. e. engenheiro. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as firmas e profissionais que prestem serviços de projeto. a taxa correspondente. considerando tal valor como a soma das parcelas mensais devidas durante o prazo de validade do mesmo. fabricação.

2ª Categoria: ⇒ ENGENHEIROS CIVIS. poderá ser usada uma ART única. g. art. 28 – alínea B e 30 alínea A: • Projetos e/ou execução de instalações de energia elétrica residenciais e comerciais. ligadas ao sistema de distribuição de baixa tensão da concessionária. alíneas f. sem restrições de carga instalada ou demanda. do CONFEA): • Projetos e/ou execução de instalações de energia elétrica. 288/33. nível de tensão de operação ou condição de trabalho ou ambiental. 1º alínea c – Res. 8º . 218/73 do CONFEA): • Projetos e/ou execução de instalação de energia elétrica de edificações isoladas ou de entrada geral de serviços de edificações de uso coletivo.5 . aplicando-se ao valor obtido a tabela da Resolução Nº 302 do CONFEA. DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO E ARQUITETURA COM ATRIBUIÇÕES REGIDAS PELO DECRETO 23569/33 art. recolhidas mensalmente. limitada à tensão de 13. 8. O valor do recolhimento será a soma das taxas de cada ART individual. • Projetos e/ou execução de instalações eletro-eletrônicas.INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: (Norma de Fiscalização CEEE –06/89. 23. II. ELETROTÉCNICA E TECNÓLOGOS EM TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA: • As mesmas atribuições do Engenheiro Eletricista pleno.569. Nos contratos de manutenção com duração igual ou inferior a um ano. será calculado dividindo-se o valor do contrato pelo número de meses que faltam para o término do ano ou do contrato. 218/73. 33º do Dec. 1ª categoria: ⇒ ENGENHEIRO ELETRICISTA PLENO (art. sendo EXCLUÍDOS: 44 . • Projetos e/ou execução de instalações destinadas à alimentação de equipamentos para processamento de dados e comunicações.Res. opcionalmente. porém com carga instalada até 2000 KW. ⇒ ENGENHEIRO DE OPERAÇÃO MOD.5ª revisão e CEARQ – 05/96) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das empresas e profissionais que exercem as atividades de projeto e execução de Instalações Elétricas. i e j do art. ⇒ ENGENHEIROS ELETRÔNICO E DE TELECOMUNICAÇÕES (Res. É obrigatório o recolhimento de ART para cada projeto ou execução de instalação elétrica. ligada ao sistema de baixa tensão da concessionária com carga total instalada não superior a 100KW e demanda avaliada inferior ou igual a 90 KVA. com limite de potência de força motriz de 20 CV. h. 96/54.• • No caso de grande número de contratos. do CONFEA. as taxas correspondentes às ART’s poderão ser. nesse caso. sob a responsabilidade dos seguintes profissionais: I. O valor da taxa. 078/52 e/ou art. sob a responsabilidade técnica do mesmo profissional. somente quando consideradas como obra complementar à edificação nova. Res. 9º da Res. já incluída na carga instalada. com finalidade comercial ou residencial monofásica ou polifásica. anexando-se a ela uma listagem contendo os nomes dos contratantes e o valor de cada contrato.8 KV. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as firmas e profissionais que prestem serviços de projeto e execução de Instalações Elétricas.

controle e filtragem de harmônicos. dispositivos e materiais especiais de segurança e proteção. Projeto e/ou execução de instalações eletro-eletrônicas. com limite de potência da força motriz de 20 CV. Projeto e/ou execução de instalações odonto-médico-hospitalares. de sistemas de aterramento e instalações cujas características da carga imponham a necessidade de empregar equipamentos para compensação de energia reativa. assim como poeiras. Projeto e/ou execução de instalações destinadas à alimentação de equipamentos para processamento de dados e comunicações. depósito de combustíveis e instalações que. possam ser verificados presença de gases ou vapores inflamáveis. pela natureza do trabalho nele executados ou pela presença dos materiais empregados. Projeto e/ou execução de aterramento de sistemas elétricos de alimentação em edificações coletivas. Projeto e/ou execução de instalações dotadas de sistema auxiliar de geração de energia. Projeto e/ou execução de reformas envolvendo aumentos de carga em instalações existentes. Projeto e/ou execução de instalações destinadas ao fornecimento de energia a locais onde exista a necessidade de equipamentos. Projeto e/ou execução de instalações dotadas de sistema auxiliar de geração de energia. ligada ao sistema de baixa tensão da concessionária. fibras e afins. Projeto e/ou execução de instalações odonto-médico-hospitalares. 9.1. monofásica ou polifásica. Projeto e/ou execução de instalações destinadas à alimentação de equipamentos para processamento de dados e comunicações. 4. 7. 7. 6. 4. possam ser verificados presença de gases ou vapores inflamáveis. 5. controle e filtragem de harmônicos. já incluída na carga instalada. assim como poeiras. Projeto e/ou execução de instalações destinadas ao fornecimento de energia a locais onde exista a necessidade de equipamentos. Projeto e/ou execução de instalações destinadas à iluminação pública. de sistemas de aterramento e instalações cujas características da carga imponham a necessidade de empregar equipamentos para compensação de energia reativa. sendo EXCLUÍDOS: 1. contidos nas Regulamentações Técnicas para fornecimento de energia das concessionárias. depósito de combustíveis e instalações que. fibras e afins. Projeto e/ou execução de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas. pela natureza do trabalho nele executados ou pela presença dos materiais empregados. 8. com finalidade comercial ou residencial. Projeto e/ou execução de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas. dispositivos e materiais especiais de segurança e proteção. Projeto e/ou execução de instalações destinadas a postos de gasolina. 3ª categoria: ⇒ TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA: • Projeto e/ou execução de instalações de energia elétrica de edificações isoladas ou de entrada geral de serviço de edificações de uso coletivo. 2. Projeto e/ou execução de instalações eletro-eletrônicas. Projeto e/ou execução de instalações destinadas a postos de gasolina. 3. 5. • 45 . 6. III. com carga total instalada não superior a 100 KW e demanda avaliada inferior ou igual a 90KVA. 2. 3.

excluídas as instalações vetadas às 2ª. 2. com limite de força motriz já incluída na carga instalada total. art. não superior a 5 CV.neutro). ou em unidades coletivas com até três medidores monofásicos. já incluída na carga instalada. V. elaboradas sob responsabilidade técnica das Concessionárias.EMISSORAS DE RADIODIFUSÃO SONORA E DE SONS E IMAGENS: (Decisão Normativa do CONFEA – 056 de 05/05/95 e Norma de Fiscalização CEEERJ – 07/89 – 1ª revisão) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades técnicas das emissoras de radiodifusão sonora e de imagens e sons. IV. Projeto e/ou execução de entrada geral de serviço envolvendo os circuitos. vetadas as instalações com as restrições estabelecidas nas 2ª. com finalidade comercial ou residencial. O estabelecimento da responsabilidade técnica dar-se-á somente quando as atividades anteriores forem caracterizadas como obra complementar à edificação nova sob responsabilidade do mesmo profissional. ligada ao sistema de baixa tensão da concessionária. sistemas de proteção e manobra. com carga total instalada de até 12 KW. 8. 3ª e 4ª categorias. 46 . A execução de instalações de energia elétrica em baixa tensão. 2 e 7): • Projeto e/ou execução de instalações de entrada de serviço de edificações isoladas ou instalações internas de energia elétrica (a partir da medição da concessionária.⇒ TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA: • Ficarão restritos à instalação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos.É o serviço de telecomunicações que permite a transmissão de sons (radiodifusão sonora) ou transmissão de imagens e sons (televisão) destinado a ser direta e livremente recebido pelo público. RADIODIFUSÃO . 218/73. equipamentos e componentes elétricos destinados ao fluxo de energia coletiva (entrada de serviço geral de edificações de uso coletivo e similares). com carga total instalada não superior a 75 KW. com carga instalada até 12KW.6 . inclusive) de edificações isoladas ou de unidades consumidoras individuais situadas em edificações de uso coletivo. 4ª categoria: ⇒ ENGENHEIRO CIVIL E ARQUITETO (Res. 3ª e 4ª categorias. não está obrigada à anotação de ART. 5ª categoria: ⇒ OS LICENCIADOS PRECÁRIOS COM AUTORIZAÇÃO EXPEDIDA PELO CREA-RJ: • Execução de instalações de energia elétrica em conformidade com os padrões de entradas de serviço monofásicas e polifásicas. em unidades de consumo isoladas residenciais ou comerciais. em unidade isolada. sendo a potência do maior motor de 3 CV (para motores a três fases). a partir de padrão fornecido pela Concessionária. monofásica e trifásica. de 2CV (para motores a duas fases) e de 1 CV (para motores fase. ligadas ao sistema distribuidor em baixa tensão. sendo EXCLUÍDOS: 1. com limite de potência de força motriz de 20 CV. exclusivamente residencial ou comercial. As instalações vetadas na 2ª categoria. monofásica ou polifásica. do CONFEA.

incluindo as instalações acessórias. pode captar diretamente (sem auxilio de repetidoras) de uma estação geradora ou retransmissora os sons e imagens oriundos da geradora e retransmiti-los para a recepção do público em geral. ou ainda uma pessoa jurídica que se filia a uma rede para retransmissão de sua programação.É aquele destinado à recepção do público em geral e realizado através de uma estação retransmissora ou sub-retransmissora. ESTAÇÃO RADIODIFUSORA . para transmitir eventos de natureza sistemática.ESTAÇÃO GERADORA DE TV .É o conjunto de estações repetidoras destinadas a transportar os sinais de imagem e som ao longo de uma determinada rota. pelo público em geral.É aquela responsável pela geração dos sinais de imagem e/ou som que serão retransmitidos pelas afiliadas ou participantes da rede. A) Redes Permanentes de Emissoras de TV. pode captar através de estações repetidoras os sons e as imagens oriundas de uma estação geradora e transmitilos para recepção do público em geral. cujo proprietário é uma pessoa física ou um grupo de pessoas físicas.É o conjunto de equipamentos eletrônicos. 47 . RETRANSMISSÃO DE TELEVISÃO . SERVIÇO DE RETRANSMISSÃO LOCAL . ou atribuições equivalentes. 12 do Decreto-lei nº 236 de 28 de fevereiro de 1967. ESTAÇÃO RETRANSMISSORA DE TELEVISÃO . ESTAÇÃO REPETIDORA DE TELEVISÃO .É o conjunto de equipamentos eletrônicos. necessário a assegurar o serviço de radiodifusão. ESTAÇÃO SUB-RETRANSMISSORA DE TELEVISÃO . • Uma única emissora geradora. incluindo as instalações acessórias que. 9 da Resolução 218/73 do CONFEA. ENLACE DE REPETIDORA . São constituídas da seguinte forma: • Um grupo de emissoras geradoras ou uma única emissora geradora.É o serviço destinado a possibilitar a recepção dos sinais da estação geradora. REDE PERMANENTE . em espaço de tempo contínuo ou intercalado. incluindo instalações acessórias. sendo a ART registrada no CREA da Região onde se situa a sede da emissora líder ou cabeça da rede). EMISSORA LÍDER OU CABEÇA DE REDE . incluindo as instalações acessórias que. sem produzir programa próprio. (Será exigido um Engenheiro Eletricista com atribuições do art.É o conjunto de equipamentos eletrônicos. capaz de captar sinais oriundos de uma direção e transmiti-los na mesma ou em outra direção de forma a possibilitar a recepção dos mesmos por outra repetidora ou por estação retransmissora.É a estação radiodifusora de imagens e sons que realiza emissões portadoras de programas que têm origem em seus próprios estúdios. com suas estações repetidoras ou estações retransmissoras. sem produzir programa próprio. cuja emissora líder da rede ou cabeça de rede possui as características descritas no item anterior.É aquela constituída de forma habitual e periódica. com suas estações repetidoras ou estações retransmissoras. constituindo uma entidade nos termos do art. possuindo uma emissora líder ou cabeça de rede. cujo proprietário é uma única pessoa física ou jurídica ou um grupo de pessoas físicas ou jurídicas.É o conjunto de equipamentos. em locais não atingidos diretamente pelos mesmos.

AM e FM deverão ser analisados na CEEE do CREA-RJ. É constituída da seguinte forma: • • Nos termos das definições das redes permanentes de emissoras de TV.B) Redes Permanentes de Emissoras de Rádio (AM/FM). REDE EVENTUAL DE EMISSORAS (TV/ RÁDIO AM/ RÁDIO FM) – (Será exigido um Engenheiro Eletricista com atribuições do art. são constituídas da seguinte forma: • Um grupo de emissoras geradoras ou uma única emissora geradora. 9 da Res. O desligamento de uma emissora de uma rede deve ser comunicado ao CREA. programas partidários e eleitorais ou transmissões equivalentes. tanto pela emissora que se desliga como pela emissora cabeça da rede. copa do mundo. Estão obrigados ao registro no CREA-RJ.É aquela constituída de forma esporádica para transmissão de eventos não-sistemáticos. Para registro e fiscalização da rede deverá ser preenchida uma ART de cargo e função dos profissionais do quadro técnico da emissora líder ou cabeça de rede no CREA da Região onde estiver situada sua sede. As atividades de manutenção devem ser de responsabilidade técnica de Engenheiro Eletricista. 48 .SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS. cujo proprietário é uma única pessoa física ou jurídica ou um grupo de pessoas físicas ou jurídicas. com ART registrada no CREA da Região onde se situam as sedes de cada uma das repetidoras ou retransmissoras). Os casos não previstos referentes a rede de emissoras de TV. visitas de personalidades internacionais ou transmissões equivalentes. constituindo uma entidade nos termos do art. Para eventos relevantes com as olimpíadas. • Uma única emissora geradora (conforme definição de Rede Permanente). 218/73 do CONFEA ou atribuições equivalentes. Engenheiro de Operação na área elétrica ou outros que tenham anotado este direito. DISTRIBUIDORAS E DE MANOBRAS E QUADROS GERAIS DE BAIXA TENSÃO: (Decisão Normativa 057/95 e Norma de Fiscalização CEEE – 08/90): Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de manutenção de Subestações Transformadoras. Distribuidoras e de Manobra e Quadros de Baixa Tensão.7 . sendo a ART registrada no CREA da região onde se situa a sede da emissora líder ou cabeça da rede). devidamente habilitados e registrados no CREA-RJ. 12 do Decreto-lei nº 236 de 28 de fevereiro de 1967. (Será exigido um Engenheiro Eletricista com atribuições do art. para transmissão de eventos obrigatórios como a Voz do Brasil. as firmas prestadoras de serviço e os profissionais liberais que atuem na área de manutenção de subestações e quadros gerais de baixa tensão em indústrias. Deverá ser preenchida também uma ART de cargo e função dos profissionais do quadro técnico de cada uma das emissoras integrantes da rede. A adição de uma nova emissora a uma rede implicará uma ART nos termos do parágrafo anterior. 9 da Resolução 218/73 do CONFEA ou atribuições equivalentes. ou ainda um Engenheiro de Operação. consumidores e concessionárias de energia. 8. 9 da Resolução 218/73 do CONFEA ou atribuições equivalentes. Tecnólogo ou Técnico de Eletrônica ou Telecomunicações com atribuições equivalentes. sendo a ART registrada no CREA da Região onde se situa a sede da emissora líder ou cabeça de rede). (Será exigido um Engenheiro Eletricista com atribuições do art. rádio AM ou FM. REDE EVENTUAL .

Os técnicos de 2º grau em eletrotécnica. 33. 8.8 . inclusive. de formação plena. de manobra e em quadros gerais de baixa tensão desde que sob a direção e supervisão de um responsável técnico. Técnico de Nível Superior ou Tecnólogo e Técnico de 2° grau ficam limitados à tensão máxima de 13.VISTORIA DE INSTALAÇÕES DE ENERGIA ELÉTRICA E EMISSÃO DE LAUDO TÉCNICO: (Norma de Fiscalização CEEE – 10/93 . desde que enquadrada no estabelecido no item II dos Artigos 22 e 23 da Resolução 218/73 do CONFEA. do art. do item 4. A execução de vistorias em instalações de energia elétrica e emissão de “laudo técnico” é de competência exclusiva de Engenheiros Eletricistas e Engenheiros Mecânico-Eletricista. Havendo modificação ou alteração contratual que implique no aumento do volume ou na complexidade dos serviços. Técnico de Nível Superior ou Tecnólogo. 24 da Resolução 218/73 – CONFEA). Para cada contrato de manutenção deverá ser recolhida uma ART correspondente. distribuidoras.3. modalidade Eletrotécnica (com atribuições do art. poderão executar os serviços de manutenção de subestações transformadoras. restrito a essa atividade. 22 da Resolução 218/73 – CONFEA). poderá ser feita por Engenheiro Operacional Eletricista ou Tecnólogo modalidade eletricidade. Técnico de 2° grau. Em caso de serviços de manutenção de subestações ou quadros gerais de baixa tensão serem contratados. Deverá ser recolhida uma ART para cada contrato de serviço de execução de vistoria das instalações elétricas e emissão de laudo técnico. a ART do contrato de manutenção devidamente protegido da ação do tempo. somente deverão exercer com a supervisão do Engenheiro Eletricista.8 KV.As atividades de manutenção de Subestação de energia elétrica deverão ser executadas por profissionais Engenheiro Eletricista (com atribuições do art. o contratante deve manter junto e a vista do público (na subestação e/ou quadro geral).1ª revisão) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de execução de vistoria de instalações de energia elétrica de prédios ou edificações de uso residencial. A execução de vistorias relativas à execução de instalações de energia elétrica e emissão de laudo. combinando com o inciso 4. correspondentes aos serviços acrescidos. uma nova ART deverá ser paga a cada período de 12 (doze) meses. para exercerem as atividades de manutenção de subestação de energia elétrica sem a supervisão de Engenheiro Eletricista. 49 . da Resolução 262/79 – CONFEA). uma cópia deve ser mantida junto ao escritório do órgão onde estão sediados. Engenheiro de Operação – Modalidade Eletrotécnica (com atribuições do art.569/33. 2. deverá ser gerada uma ART complementar. Quanto aos contratos de manutenção por prazo indeterminado. Engenheiro Eletricista (Modalidade Eletrotécnica ou eletrônica. comercial ou mista e emissão de laudo técnico. tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços ou pelo valor do contrato. de conformidade com a Resolução 218/73). a taxa incidirá sobre o valor da primeira mensalidade multiplicado por 12 (doze) e. do Decreto Federal 23. 23 da Resolução 218/73 – CONFEA). As atividades de execução de vistorias de instalações de energia elétrica e emissão de “laudo técnico” deverão ser executadas por profissionais e empresas devidamente habilitados no CREA-RJ. modalidade Eletrotécnica (com atribuições do art. Os profissionais: Engenheiro de Operação. legalmente habilitados e registrados no CREARJ.8 KV. nesse caso. No caso de profissionais assalariados. Acima da tensão máxima de 13.

• Res.10 . fabricação. fabricação. Como “redes de comunicações” entendam-se “redes de comunicações para áudio e/ou dados e/ou vídeo”. com formação plena. 8. estudo. Estão obrigados ao registro no CREA-RJ as empresas e profissionais autônomos que prestam serviços de projeto. Deverá ser exigida uma ART para cada contrato de serviço de instalação.EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA.8.TUBULAÇÕES E REDES INTERNAS DE COMUNICAÇÕES: ÁUDIO / DADOS / VÍDEO: (Norma de Fiscalização CEEE – 12/97 – 1ª revisão) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de projeto. computadores e periféricos deverão ser executadas por pessoa jurídica ou pessoa física. As atividades de projeto de tubulações para comunicações deverão ser executadas por pessoa jurídica ou física devidamente registrada no CREA-RJ. multiplicado por 12 (doze). computadores e periféricos. instalação. Eletricista. devidamente registrada no CREA-RJ. devidamente registrados no CREA-RJ. 078/52. será recolhida a taxa correspondente ao valor do serviço contratado no primeiro mês do período de validade da ART. 096/54. manutenção e assistência técnica de equipamentos de informática. 9 da resolução 218/73. nas modalidades da área Elétrica. TENDO EM VISTA A DECISÃO N° PL – 26/2001 DO CONFEA. de Operação ou Tecnólogo. computadores e periféricos. manutenção e assistência técnica na área de tubulações e redes internas de comunicações. Nos contratos de manutenção ou assistência técnica por prazo indeterminado. As atividades de projeto e fabricação de equipamentos de informática. sob a responsabilidade técnica de profissional com formação plena na área da engenharia elétrica. • Res. sob a responsabilidade técnica de profissional da área da engenharia elétrica com formação mínima de técnico industrial de 2º grau. *AGUARDANDO DEFINIÇÕES DA CÂMARA. manutenção e assistência técnica na área de tubulações e redes internas de comunicações. sob a responsabilidade técnica de profissional com formação plena na área de Engenharia Elétrica que possua em suas atribuições pelo menos um dos dispositivos abaixo citados: • Art.9 . estudo. Estão obrigados ao registro no CREA-RJ as empresas e profissionais autônomos que prestam serviços de projeto. manutenção e assistência técnica de equipamentos de informática. • Eng. devidamente registrada no CREA-RJ. instalação. sob a responsabilidade técnica dos seguintes profissionais: • Eng. As atividades de instalação. manutenção e assistência técnica dos equipamentos de informática. COMPUTADORES E PERIFÉRICOS: (Norma de Fiscalização CEEE – 11/93) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de projeto. manutenção ou de assistência técnica executado. As atividades de estudo de tráfego de redes internas prediais de comunicações deverão ser executadas por pessoa jurídica ou física. instalação. computadores e periféricos deverão ser executadas por empresas ou profissionais autônomos. instalação. 50 . devidamente registrado no CREA-RJ.

sob a responsabilidade técnica de Engenheiro Eletricista. execução ou manutenção de instalações prediais de proteção contra descargas atmosféricas. Civil / Arquiteto (somente tubulações para telefonia). multiplicado por 12 (doze). ILUMINAÇÃO E INSTALAÇÃO EM EVENTOS: (Norma de Fiscalização CEEE – 14/2000) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de projeto e execução de sonorização.PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS: (Norma de Fiscalização CEEE . estudo. devidamente registrada no CREA-RJ. Telecomunicações e Eletromecânico. 2 da citada Resolução que possuam em seu histórico escolar aprovação em disciplina cujo conteúdo contenha instalações de pára-raios. • Eng. • Eng. As atividades de projeto de instalações prediais de proteção contra descargas atmosféricas deverão ser executadas por profissionais e empresas devidamente registrados no CREA-RJ. devidamente registrados no CREA-RJ. • Técnico de 2º grau nas modalidades Eletrotécnico.569/33 (somente para rede telefônica. nas modalidades Eletrotécnico.As atividades de instalação de tubulações para comunicações deverão ser executadas por pessoas jurídica ou física devidamente registrada no CREA-RJ. • Eng. 8. iluminação e instalação de energia elétrica em eventos. será recolhida a taxa correspondente ao valor do serviço contratado no primeiro mês do período de validade da ART. de Operação ou Tecnólogo. 51 . Incluem-se neste item. 218/73 e arquitetos com art. além dos profissionais mencionados nos itens anteriores.SONORIZAÇÃO. os engenheiros civis com art. Eletricista com formação plena. Nos contratos de manutenção ou assistência técnica por prazo indeterminado. 8. além dos profissionais acima referidos. As atividades de manutenção dos serviços acima descritos são atribuições. • Eng. As atividades de instalação e manutenção de redes (metálicas e/ou ópticas) de comunicações deverão ser executadas por pessoa jurídica ou física. As atividades de projeto de instalações de redes (metálicas e/ou ópticas) de comunicações deverão ser executadas por pessoa jurídica ou física. de Operação ou Tecnólogo nas modalidades da Área Elétrica.13/96) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das atividades de projeto. à exceção de fibra óptica). manutenção ou de assistência técnica executado. É obrigatório o recolhimento de ART para cada projeto. devidamente registrada no CREA-RJ. 7 da Res. também dos Engenheiros Operacionais e Tecnólogos em eletricidade. Eletrônico. Eletricista com formação plena. Deverá ser exigida a ART para cada contrato de serviço de projeto.12 . Telecomunicações e Eletromecânico. nas modalidades da Área Elétrica. execução e manutenção de instalações prediais de proteção contra descargas atmosféricas. sob a responsabilidade técnica de profissional com formação plena na área de engenharia elétrica. dos Técnicos em Eletrotécnica. As atividades de execução dos serviços acima descritos são atribuições.11 . Civil/Arquiteto com Decreto 23. • Técnico de 2º grau. instalação. sob a responsabilidade técnica dos seguintes profissionais: • Eng. Eletrônico. sob a responsabilidade técnica dos seguintes profissionais: • Eng.

Procedimentos: 1) Contatar o promotor do evento ou assessores a fornecer as informações desejadas e. 8) Após sua assinatura e carimbo o fiscal deverá solicitar. ou o código D99 (serviço não codificado ou vários serviços) que deverá (ão) ser discriminado(s) nas informações complementares. estejam devidamente regularizados perante a legislação do sistema CONFEA / CREA. arquibancadas. devendo em seguida especificar de forma legível o seu nome completo e o seu cargo/função. III. 4) Caso a empresa promotora do evento não esteja no local deverá ser emitido o ofício circular de solicitação de dados. 6) Fazer uso do campo destinado às informações complementares no sentido de acrescentar outras informações necessárias a uma melhor elucidação da ação fiscalizatória. o número do processo deverá ser lançado no campo reservado para esse fim. 3) No caso de identificação de empresas (ou profissionais) não registradas no CREA. destinadas a palcos. os mesmos deverão ser agrupados por ramo de atividade. de estruturas metálicas ou não. obedecendo a sua codificação já atribuída (no caso de um único serviço já codificado). constatar os responsáveis pelas atividades relacionadas no item anterior. Estando a empresa cadastrada no CREA. II. deverá ser utilizado o código D99 e especificados os serviços nas informações complementares. preencher o RV conforme modelo anexo. conforme modelo em anexo. após identificar-se e explicar os objetivos da visita. lançar no campo “fonte de informações” o indicativo “recusou-se a assinar”. independente destes já possuírem ou não codificação individual (vide tabela de atividades). sonorização e iluminação de palco (cênica). Que seja exigida do responsável técnico a sua real participação nos serviços. ⇒ Orientar os promotores dos eventos quanto aos seguintes aspectos principais: I. 5) Lavrado o ofício circular de solicitação de dados. Caso os serviços desenvolvidos pela mesma empresa/profissional sejam de ramos de atividade distintos. V. deverão ser anotados. fornecimento e distribuição de energia elétrica. ar condicionado. tendas e passarelas. 52 . geração. A importância do exercício legal das profissões na qualidade dos serviços prestados. a assinatura do informante. logo após a identificação do nome e cargo do informante. 7) Quando a empresa/profissional for responsável por mais de um serviço de mesmo ramo de atividade. O que é o CREA e o seu papel junto às empresas. o fiscal deverá obrigatoriamente retornar ao local para a obtenção da resposta. 2) Consultar a listagem para verificar a situação de registro da empresa contratada. que deverá contemplar todos os serviços técnicos desenvolvidos por cada empresa ou profissional contratado. além da razão social (ou nome).Objetivos: ⇒ Garantir que as empresas / profissionais que prestam serviços de projeto e/ou montagem/desmontagem dos estandes. Que as empresas ou profissionais somente sejam contratados mediante prova de registro ou visto junto ao CREA. aos profissionais e à sociedade. Obs: Caso o informante se recuse a assinar o RV. o seu endereço completo e CNPJ ou CPF. no campo fonte de informação. Que seja exigida das empresas ou profissionais a Anotação da Responsabilidade Técnica dos serviços a serem realizados. IV.

São estabelecidas a seguir as atividades e atribuições para os seguintes níveis de atuação: ⇒ ENGENHEIRO ELETRICISTA OU MECÂNICO-ELETRICISTA: • Projeto e/ou execução de instalações de energia elétrica. sonorização e iluminação de eventos. Eletricista. sonorização e iluminação de eventos. tendo como base o valor dos honorários cobrados pelos serviços ou pelo valor do contrato.A responsabilidade técnica por atividade de projeto e execução de instalações de iluminação e sonorização de eventos é atribuição exclusiva de profissionais e empresas habilitados. III.13 . ⇒ TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA: • Projeto e/ou execução de instalações de energia elétrica.TV POR ASSINATURA: (Decisão Normativa 060/98) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização das empresas prestadoras de Serviços de TV por assinatura. em tensão 13. nível de tensão de operação ou condição de trabalho ou ambientais. sem restrições quanto à carga instalada ou demanda. com as exclusões a seguir: I. II. Projeto e/ou execução de instalações dotadas de sistema auxiliar de geração de energia com transferência automática. porém com carga instalada até 2000 KW. 53 . Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as empresas prestadoras de serviços de TV por assinatura. que operam com as seguintes modalidades: • • • • • Sistema DBS (Directional Broadcast Satellite) – Aquele que recebe o sinal por banda C e por compressão digital. 8. Sistema MMDS (Serviço de Distribuição Multiponto – Multicanal) – Aquele que normalmente opera com 32 canais locais. Projeto e/ou execução de sistemas de aterramento e instalações cujas características de carga imponham a necessidade de utilização de equipamentos para controle e filtragem de harmônicos.8 KV. Sistemas MATV (Master Antenna Television) e SMATV (Satellite Master Antenna Television) – Aqueles que se destinam à transmissão via cabo em áreas restritas. E TECNÓLOGO NA MODALIDADE ⇒ ENGENHEIRO OPERACIONAL ELETROTÉCNICA: • A mesma atribuição do Eng. Projeto e/ou execução de instalações com dupla alimentação. Deverá ser recolhida uma ART para cada atividade de projeto ou execução. Sistema CATV (Communitary Antenna Television) – Aquele em que os sinais são repassados a partir de uma central de transmissão (HEAD HEND) para os receptores de TV através de cabos coaxiais ou de fibra ótica. pode atender ao usuário com um número considerável de canais. exclusivamente em recintos fechados. dotadas de sistema de transferência automática. devidamente registrados no CREA-RJ. dentro dos limites estabelecidos pela Norma NF-06/88-CEEE/5ª revisão. Sistema PRIVATE CABLE: Aquele que normalmente é aplicado para grandes condomínios.

⇒ Garantir que toda comercialização de agrotóxico seja efetuada mediante receita agronômica. prescrita por profissional legalmente habilitado. 2) Explicar os objetivos da visita. Redes Locais e de Transporte.FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO DE AGROTÓXICOS: Objetivos: ⇒ Garantir que as empresas que comercializam agrotóxicos possuam profissional responsável pelas atividades de armazenamento e manipulação dos produtos. • As empresas fornecedoras de sinais deverão apresentar como Responsável Técnico um Engenheiro Eletricista. dirigir-se ao representante legal da mesma ou. preenchimento de planilhas e outras atividades inerentes a um responsável técnico – RT. • Importância do Receituário Agronômico – RA como instrumento de proteção da sociedade. sendo as respectivas ART’s de projeto e execução registradas no CREA-RJ. • Para os serviços técnicos de instalação e manutenção das Redes de Transporte de Telecomunicações. bem como das legislações pertinentes ao assunto (Lei Federal 7.Para efeito de responsabilidade técnica deverão ser observadas as seguintes determinações: • Para os serviços técnicos de geração e distribuição de sinais de “Televisão por Assinatura”. seus objetivos e organização. 54 .810/90. Redes Locais de Distribuição de Sinais de TV em Comunidade Aberta e Fechada será exigido como Responsável técnico um Engenheiro Eletricista ou um Técnico em Eletrônica ou Telecomunicações com atribuições do artigo 4° da Res.251/90 e 15. 3) Verificar situação da empresa na listagem do SIRAG (Sistema de Receituário Agronômico). Procedimentos: Uma vez identificado um estabelecimento de produtos agropecuários e/ou tendo indicações de venda de agrotóxicos em uma determinada empresa. quando necessário. 9) PARÂMETROS E PROCEDIMENTOS PARA A FISCALIZAÇÃO NA ÁREA DE AGRONOMIA: 9. ⇒ Orientar proprietários / sócios de estabelecimentos agropecuários. percorrendo as dependências do estabelecimento.816/90. tomando as seguintes providências: 1) Identificar-se como Agente de Fiscalização do CREA-RJ. • Para os serviços técnicos de projeto e execução das estações receptoras à Comunidade Aberta e Fechada. seu substituto. • Importância do exercício profissional na qualidade dos serviços prestados aos clientes. será exigido como Responsável Técnico um Engenheiro Eletricista. 278/83 do CONFEA ou atribuições equivalentes.802/89. sendo a(s) ART(s) de instalação e manutenção registradas no CREA-RJ. • Dirimir dúvidas referentes ao trabalho de fiscalização do CREA-RJ.1 . Decreto Federal 98. sempre que possível. na ausência dele. e ainda das ocupações realizadas nos postes da Rede Pública. será exigido como Responsável Técnico um Engenheiro Eletricista. Resolução 344 do CONFEA e Normas 04/92 e 05/92 da CEAG). nos seguintes aspectos principais: • O que é o CREA. Preencher o Relatório de Visitas – RV e Relatório Específico. Decretos Estaduais 15.

2) No caso de visitas posteriores (Empresa consta na listagem): I. 55 .1.1. orientando o sócio no sentido de que. 9. • Relacionar todas as notas fiscais de venda de agrotóxico sem receita constatadas. pelo comércio de agrotóxico sem receita. • Lavrar AIN por Exercício Ilegal por falta de participação de profissional registrado no CREA. NÃO deverá ser requerido seu registro. incidência ou reincidência. Possui agrotóxico exposto ao consumidor: Verificar na listagem se a empresa é registrada no CREA-RJ.1. ⇒ Não possui registro no CREA-RJ e não conta com RT não vinculado ao CREA: • Lavrar AIN por exercício ilegal por falta de registro no CREA-RJ. • Proceder conforme item B1.1. 9. não havendo RA correspondente.9.1) Não possui agrotóxico: Deixar ofício circular de informação. • Empresa não se enquadra no parágrafo anterior: Deixar ofício circular de notificação para venda de agrotóxico mediante receita e para requerer seu registro no CREA-RJ.1.1) No caso de 1ª visita (Empresa NÃO consta na listagem): 9. conforme formulário específico. deverá consultar previamente o CREA-RJ e a FEEMA acerca das exigências legais para a comercialização de tais produtos.1. caso pretenda comercializar agrotóxico.2) Possui agrotóxico: • Possui Biólogo. identificando as possíveis vendas de agrotóxicos. ⇒ Empresa é registrada no CREA-RJ ou conta com RT não vinculado ao CREA: • Solicitar apresentação dos talonários de notas fiscais a partir da data de notificação para venda de agrotóxico mediante receita agronômica ou da última visita. independente da quantidade de produtos comercializados sem a apresentação de receita agronômica). Não possui agrotóxico exposto ao consumidor e a empresa cumpriu as orientações quanto ao destino dos agrotóxicos constatados anteriormente: Informar tal situação no RV. e/ou ausência dos agrotóxicos levantados anteriormente. se conta com RT não vinculado ao CREA e autuações recebidas. Farmacêutico ou Médico Veterinário como RT e está regularmente inscrita no respectivo Conselho Profissional: Deixar ofício circular de notificação para venda de agrotóxico mediante receita. (Será lavrado apenas um auto de infração. incidência ou reincidência. II.

56 . COM OU SEM ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: • Deverão ser registradas no CREA-RJ. pesquisa. 10. Entre seus Responsáveis Técnicos anotados devem constar profissionais da área da Engenharia de Minas. sendo seu currículo submetido à análise da Câmara Especializada de Geologia e Engenharia de Minas. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ todas as empresas que atuam no ramo da indústria do cimento sem operação verticalizada da lavra de calcário ou outros minérios no Estado do Rio de Janeiro. que dispõe sobre a questão e dá outras providências: “Todo contrato escrito ou verbal para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços profissionais referentes à Engenharia. perfuração e manutenção de poços para água subterrânea.02/92) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de empresas com atuação no ramo de prestação de serviços de planejamento. pesquisa. Entre seus Responsáveis Técnicos anotados devem contar profissionais da Engenharia de Minas. agrupadas em função da localização de suas sedes e de suas atividades técnicas com definição das seguintes Responsabilidades Técnicas: ⇒ FIRMAS COM SEDE.10) PARÂMETROS E PROCEDIMENTOS PARA A FISCALIZAÇÃO NA ÁREA DA ENGENHARIA DE MINAS: 10. devendo indicar como Responsável Técnico Geólogo ou Engenheiro de Minas. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as empresas que atuam prestando serviços de planejamento. locação. perfuração e manutenção de poços para água subterrânea.INDÚSTRIA DO CIMENTO: (Norma de Fiscalização CEGEM – 03/93) Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de firmas com atuação no ramo da indústria do cimento sem operação verticalizada da lavra de calcário ou de outros minérios no Estado do Rio de Janeiro. desde que possua especialização comprovada em hidrogeologia. Entre seus responsáveis técnicos anotados devem constar profissionais da Engenharia de Minas. ⇒ FIRMAS COM SEDE EM OUTROS ESTADOS E COM ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: • Deverão ser registradas no CREA-RJ. MINERAÇÃO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: • Desenvolvem atividades de mineração (lavra). no Conselho Regional em cuja jurisprudência for exercida a respectiva atividade”. destaca-se a Resolução do CONFEA Nº 425 de 18/12/98.ÁGUA SUBTERRÂNEA: (Decisão Normativa 059/97 e Norma de Fiscalização CEGEM . ⇒ FIRMAS COM SEDE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SEM ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: • Deverá indicar como Responsável Técnico profissional da Engenharia de Minas. ⇒ FIRMAS COM SEDE COM OU SEM ATIVIDADE DE MINERAÇÃO EM OUTROS ESTADOS. Quanto à Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. à Arquitetura e à Agronomia fica sujeita à “Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)”. locação. Poderá ser indicado outro profissional como Responsável Técnico.1 . MANTENDO REPRESENTAÇÃO COMERCIAL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: • As atividades dos escritórios comerciais não se caracterizam plenamente como atividade de “registrar-se” no CREA-RJ.2 . ⇒ FIRMAS COM SEDE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Quando da execução dos trabalhos de pesquisa mineral e dos trabalhos de lavra em outra jurisdição que não a da sede da empresa. independentemente de seus níveis de produção. nos seguintes segmentos industriais: construção civil.5 .10.MINERAÇÃO DE AREIA (Parâmetro de Fiscalização CEGEM – 05/93) O código da Mineração classifica a areia em duas classes de substâncias minerais: ⇒ CLASSE II – De uso imediato na construção civil (areia para construção): LICENCIAMENTO. devem indicar como Responsável Técnico Engenheiro de Minas. principalmente.4 . indústria cerâmica. Os processos de registro de firmas deverão ser instruídos com Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. é usada como agente auxiliar de filtragem em diversas indústrias e em saneamento básico na preparação de barragens e leitos filtrantes para tratamento de águas de esgotos. Engenheiro de Minas com dedicação integral ou parcial. ligadas à área de mineração atenderão as seguintes determinações: PLANO DE PESQUISA: Quando o requerente do pedido de pesquisa for pessoa física. ⇒ CLASSE VII – Minerais industriais (areia para fundição e outras areias): CONCESSÃO. indústria metalúrgica de não ferrosos.3 . Finalmente. As Anotações de Responsabilidade Técnica – ART. indústria do silicato de sódio. deverão indicar como Responsável Técnico Engenheiro de Minas e/ou Engenheiro Agrônomo. o qual poderá ser elaborado por Engenheiro de Minas ou por Geólogo. indústria de fundição. independente do registro no Ministério da Agricultura. indústria de produtos asfálticos. As firmas detentoras de alvará de pesquisa para minerais utilizados como nutrientes de planta ou corretivos de solo devem indicar como Responsável Técnico Geólogo. indústria de explosivos. haverá necessidade de visto. será recolhida a ART somente do plano de pesquisa. Estão obrigadas ao registro no CREA-RJ as firmas produtoras de fertilizantes e/ou corretivo de solo. As firmas não detentoras de direitos minerários.MINERAÇÃO: (Decisão Normativa Nº 014/84) É obrigatório o registro das empresas de mineração no CREA do local da sede da empresa. A empresa de mineração que apresentar apenas Geólogo como Responsável Técnico terá em seu registro a restrição no sentido de que somente poderá responder pelas atividades de pesquisa. A areia é utilizada. correspondente aos contratos do profissional com a firma. 57 . É obrigatório o registro de todas as empresas mineradoras de areia. descritos no parágrafo anterior. Adotar procedimentos para o exercício da fiscalização de firmas produtoras de fertilizantes e/ou corretivo de solo. Também é usada em indústrias químicas. indústria de tintas e vernizes. como na produção de silicato de chumbo e na preparação de produtos auxiliares para fundição. indústria do cimento. mas que realizam beneficiamento. 10. indústria de vidro. 10. indústria siderúrgica. As firmas detentoras de concessão da lavra ou licenciamento dos minerais.PRODUTORES DE FERTILIZANTES E/OU CORRETIVO DE SOLO: (Norma de Fiscalização CEGEM – 04/93).

seus serviços afins e correlatos. no caso de empresa. No caso do item anterior. O Relatório da Pesquisa deverá ser elaborado pelo Responsável Técnico da execução da pesquisa. 11) FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO PROFISIONAL ENGENHARIA QUÍMICA: (Manual de Fiscalização da CEEQ-RJ) NA ÁREA DA NOTA: OS TÓPICOS GRIFADOS EM NEGRITO/ITÁLICO NECESSITAM DE MELHORES ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS. A execução da lavra será objeto de ART que será efetuada no CREA do local da lavra. a ART do plano de aproveitamento econômico da jazida. cuja atribuição é deferida ao Engenheiro de Minas. A ART da Execução da Pesquisa deverá ser recolhida no CREA da jurisdição do local da realização da pesquisa. o seu número de registro e o CREA do local deste registro. 58 .MECÂNICA DE ROCHAS: (Decisão Normativa 063/99) A pessoa jurídica que se constitua para prestar serviços de planejamento e/ou execução de obras na área de mecânica das rochas. o CREA que proceder à ART comunicará o fato ao CREA onde for realizada a lavra. deverá indicar como responsável técnico um profissional Geólogo ou Engenheiro de Minas. para fins de controle preliminar. independentemente do local da pesquisa ou da sede da empresa ou da pessoa física requerente do pedido de pesquisa. em obras civis. exigindo-se os registros da empresa de mineração concessionária da lavra e do profissional Responsável Técnico. informando no formulário o número do registro da empresa requerente da concessão da lavra no CREA onde ela tenha sede. Os serviços de planejamento e/ou execução de obras na área de mecânica de rochas são pertinentes à modalidade Geologia e Minas. Contudo. EXECUÇÃO E RELATÓRIO DA PESQUISA: • • • • LAVRA: • • • • • Será feita. exigir-se-á na ART para execução da pesquisa que a empresa e o seu Responsável Técnico tenham registro ou visto no CREA do local da pesquisa. PARA MELHOR EMBASAR A AÇÃO FISCALIZATÓRIA. são integrantes dos Projetos básicos e executivos de Geotecnia (projetos estes atinentes ao Engenheiro Civil). O profissional Responsável Técnico poderá ser Geólogo ou Engenheiro de Minas. 10. A ART do Plano de Aproveitamento Econômico da jazida poderá ser efetivada no CREA onde o profissional tenha seu domicílio. Tratando-se de empresa de mineração detentora do Alvará de Pesquisa.6 .A ART do plano de pesquisa poderá ser feita no CREA em que o RT tenha seu domicílio. Os serviços técnicos de elaboração do Relatório Anual da Lavra serão objeto de ART a ser efetivada no CREA do local da lavra. citando-se no formulário da ART. inicialmente. As atribuições são deferidas aos Engenheiros de Minas.

⇒ Técnicos em Cervejas e Refrigerantes. ⇒ Técnicos em Celulose. ⇒ Engenheiros de Produção – Modalidade Química. ⇒ Indústria de fabricação de vidro e cristal. No ato da fiscalização deve ser solicitada a documentação relativa ao projeto industrial. cimento e cal. ⇒ Tecnólogos das modalidades acima. ⇒ Indústrias de fabricação de material abrasivo. assinado por profissional habilitado. ⇒ Técnicos em Curtimento. formas de energia utilizadas. ⇒ Técnicos em Malharia. ⇒ Engenheiros Têxteis. • Memorial descritivo de cada processo. o qual deve contemplar a descrição do processo. ⇒ Empresas de consultoria e projeto na área de produção de cimento e compostos de cálcio e magnésio. fibrocimento e concreto. ⇒ Técnicos em Tecelagem. ⇒ Engenheiros Industriais – Modalidade Química.1 . ⇒ Técnicos em Fiação. ⇒ Técnicos em Papel.Exercem atividade na área de Engenharia Química os profissionais abaixo citados: ⇒ Engenheiros Químicos. 241/76 do CONFEA. capacidade e forma de estocagem. ⇒ Técnicos em Cerâmica. Onde fiscalizar: ⇒ Indústrias de fabricação de clinquer. ⇒ Engenheiros de Petróleo. ⇒ Engenheiros de Alimentos. ⇒ Engenheiros de Materiais. sub produto e resíduos nas suas diversas formas). ⇒ Técnicos em Celulose e Papel. ⇒ Técnicos em acabamento Têxtil. ⇒ Técnicos em Petroquímica. ⇒ Engenheiros de Operação – Modalidade Química. • ART do projeto industrial 11. 59 . ⇒ Técnicos em Plástico. 043/45 do CONFEA e ao Engenheiro de Materiais com atribuições da Res. 288/83 do CONFEA compete ao Engenheiro Químico. ⇒ Técnicos Têxteis. capacidade nominal instalada e disposição final dos resíduos. assinado por profissional habilitado. produtos obtidos. responder tecnicamente pelas atividades de projeto e produção de cimento e compostos de cálcio e magnésio. matérias-prima e insumos utilizados. descrita abaixo: • Planta de processos: entende-se por planta do processo a representação gráfica dos fluxos de cada processo (produto. ⇒ Indústrias de fabricação de artefatos de cimento. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res.ATIVIDADES RELATIVAS À PRODUÇÃO DE CIMENTO E COMPOSTOS DE CÁLCIO E MAGNÉSIO: Conforme Resolução 218/73 art. ⇒ Técnicos em Alimentos. 17 e Res.

emissões atmosféricas. ⇒ Indústrias de fabricação de gases industriais. esgotos domésticos. Onde fiscalizar: ⇒ Estabelecimentos Industriais: • Estações de captação e tratamento de resíduos e efluentes industriais. Onde fiscalizar: ⇒ Indústria de produção de elementos e de produtos químicos. cosméticos e outras preparações para toaletes e velas. medicinais e de usos diversos. detergentes. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res. defensivos domésticos. ⇒ Indústrias de fabricação de produtos químicos não especificados ou não classificados. ⇒ Indústria de fabricação de substâncias químicas. preparações para limpeza e polimento. atmosféricos e resíduos sólidos urbanos e industriais. O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas. ⇒ Indústria de fabricação de sabões. resíduos sólidos urbanos e industriais. 11. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res. esgotos domésticos. ⇒ Estações de captação e tratamento de resíduos sólidos urbanos. EMISSÕES ATMOSFÉRICAS E RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS E INDUSTRIAIS: Compete ao Engenheiro Químico.ATIVIDADES RELATIVAS A PROJETO E FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS: Compete ao Engenheiro Químico. ⇒ Empresas de consultoria e projetos nas áreas relativas a produtos químicos. do carvão mineral e do álcool. O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas. 60 .3 . 043/45 do CONFEA e ao Engenheiro de Materiais com atribuições da Res. ⇒ Indústria de fabricação de produtos químicos para agricultura. ⇒ Refinarias de Petróleo. 11. mandioca. ⇒ Indústria de fabricação de produtos químicos e derivados do processamento de petróleo de rochas oleígenas. perfumaria. madeira e outros vegetais.2 . ⇒ Empresas que terceirizam a coleta e tratamento/ disposição dos resíduos/ efluentes. 043/45 do CONFEA e ao Engenheiro de Materiais com atribuições da Res. 241/76 do CONFEA responder tecnicamente pelas atividades relativas a projeto e fabricação de produtos químicos.ATIVIDADES RELATIVAS A PROJETO E MONITORAMENTO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS. ⇒ Empresas de consultoria e projetos na área de tratamento de efluentes industriais. ESGOTOS DOMÉSTICOS.O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas. ⇒ Indústria de destilação de álcool por processamento de cana de açúcar. desinfetantes. ⇒ Indústrias de fabricação de materiais radioativos. 241/76 do CONFEA responder tecnicamente pelas atividades de projeto e monitoramento de tratamento de efluentes industriais.

O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas. estruturas e argila.5 . ⇒ Empresas de consultoria e projetos na área de polpa e papel e derivados químicos de madeira. papel e derivados químicos de madeira. esmaltes e metal esmaltado. estruturas e argila. cartão e cartolina. 61 . Onde fiscalizar: ⇒ Indústria de fabricação de celulose. ESMALTES E METAL ESMALTADO: Compete ao Engenheiro Químico. Onde fiscalizar: ⇒ Indústria de fabricação ou extração de corantes e pigmentos. cartão e cartolina. 241/76 do CONFEA responder tecnicamente pelas atividades relativas a projeto e produção de tintas e pigmentos. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res. 11. solventes. ⇒ Empresas de tratamento químico de madeira. O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas. ⇒ Indústria de fabricação de artefatos e embalagens de papel. 11.ATIVIDADES RELATIVAS A PROJETO E PRODUÇÀO DE MATERIAL CERÂMICO. DERIVADOS QUÍMICOS DE MADEIRA E TRATAMENTO QUÍMICO DA MADEIRA: Compete ao Engenheiro Químico. REFRATÁRIOS. ⇒ Empresas de consultoria e projetos nas áreas relativas a material cerâmico. ⇒ Indústria de fabricação de produtos cerâmicos não refratários para usos diversos. esmaltes. vernizes. 043/45 do CONFEA e ao Engenheiro de Materiais com atribuições da Res. lacas.4 . pasta quimitermomecânica e seus artefatos. ⇒ Empresas de consultoria e projetos nas áreas relativas a tintas e pigmentos. ARGILA. papelão. esmaltes e metal esmaltado.ATIVIDADES RELATIVAS A PROJETO E PRODUÇÀO DE POLPA. 241/76 do CONFEA responder tecnicamente pelas atividades relativas a projeto e produção de polpa. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res. Onde fiscalizar: ⇒ Indústria de fabricação de produtos cerâmicos não refratários para uso estrutural na construção civil. secates e massas preparadas para pintura e acabamento. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res. refratários. pasta mecânica. 241/76 do CONFEA responder tecnicamente pelas atividades relativas a projeto e produção de material cerâmico. refratários. ⇒ Indústria de fabricação de papelão. ⇒ Indústria de fabricação de produtos cerâmicos refratários. secantes. 043/45 do CONFEA e ao Engenheiro de Materiais com atribuições da Res.6 . 043/45 do CONFEA e ao Engenheiro de Materiais com atribuições da Res. pasta termomecânica. ⇒ Indústria de fabricação de tintas.ATIVIDADES RELATIVAS A PROJETO E PRODUÇÃO DE TINTAS E PIGMENTOS: Compete ao Engenheiro Químico.11. PAPEL.

industrial e de caldeiras. etc. Onde fiscalizar: ⇒ Todo e qualquer estabelecimento (indústria. ⇒ Indústrias de artefatos de material plástico. INDUSTRIAL E DE CALDEIRA: Compete ao Engenheiro Químico. ⇒ Indústrias de fabricação de embalagem plástica. ⇒ Indústrias de fabricação de laminados planos e tubulares plásticos. ⇒ Indústrias de fabricação de peças e acessórios de material plástico para veículos (aeronaves. ⇒ Empresas de consultoria e projetos na área de tratamento de água potável.7 . ⇒ Indústria de fabricação de espuma e espuma de borracha. 11. embarcações. ⇒ Estações de tratamento de água para consumo ou uso industrial. O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas. 62 .) que se utilizar de sistema de caldeiras em suas instalações. Onde fiscalizar: ⇒ Indústria de beneficiamento de borracha natural.ATIVIDADES RELATIVAS A PROJETO E MONITORAMENTO DE TRATAMENTO DE ÁGUAS POTÁVEL. automóveis. ao Engenheiro de Produção modalidade química com atribuições da Res. industrial e de caldeiras. 043/45 do CONFEA. clubes. ⇒ Estações de tratamento de água para fins não qualificados. 241/76 do CONFEA responder tecnicamente pelas atividades relativas a projeto e produção de plásticos. O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas. 288/83 do CONFEA e ao Engenheiro Sanitarista com atribuições da Res. fibras e borrachas. fitas e placas de circuito impresso. fios e fibras artificiais e sintéticas e plastificantes. bicicletas. fibras e borrachas. ⇒ Empresas de consultoria e projetos nas áreas relativas a plásticos. resinas e borrachas sintéticas. etc. ⇒ Indústrias de fabricação de laminados e espuma de material plástico. 218/73 do CONFEA responder tecnicamente pelas atividades relativas a tratamento de água potável. ⇒ Indústria de fabricação de matérias plásticas. 11. motocicletas.).ATIVIDADES RELATIVAS A PROJETO E PRODUÇÃO DE PLÁSTICOS E BORRACHA: Compete ao Engenheiro Químico. ⇒ Indústrias de fabricação de discos.8 . ⇒ Indústria de fabricação de artefatos de borracha. hotéis. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res. veículos ferroviários.O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas. triciclos. 043/45 do CONFEA e ao Engenheiro de Materiais com atribuições da Res. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res.

⇒ Fábricas em geral. ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÀO DE GÁS. FÓSFOROS DE SEGURANÇA E ARTIGOS PIROTÉCNICOS: Compete ao Engenheiro Químico responder tecnicamente pelas atividades relativas a fabricação de pólvora. fósforos de segurança e artigos pirotécnicos. 043/45 do CONFEA responder tecnicamente por essa atividade. ao Engenheiro Civil e de Fortificações com atribuições da Res. 12 do CONFEA responder tecnicamente por essa atividade. detonantes. 7 e ao Arquiteto com atribuições da Res. 218/73 no seu art. serão consideradas pelo sistema CONFEA/CREA’S em três tipos. munição para caça e esporte. 218/73 no seu art. Onde fiscalizar: ⇒ Condomínios residenciais e comerciais. ⇒ Indústrias de produção de gás. TRANSFORMAÇÃO. 218/73 no seu art. detonantes. ao Engenheiro Industrial nas modalidades mecânica e química com atribuições da Res.9 . MUNIÇÃO PARA CAÇA E ESPORTE. explosivos. 2 responder tecnicamente por essa atividade. O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais. 043/45 do CONFEA e ao Engenheiro Mecânico com atribuições da Res. ⇒ Hospitais. O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res.11.10 . ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO: Compete ao Engenheiro Químico. 218/73 no seu art. a saber: DISTRIBUIÇÃO EM EDIFICAÇÕES: Compete ao Engenheiro Químico. fósforos de segurança e artigos pirotécnicos. para o exercício das atividades acima descritas. 11. ⇒ Empresas de armazenagem e distribuição de gás. detonantes. para fins de atribuições profissionais. explosivos. ⇒ Shopping Centers.ATIVIDADES RELATIVAS À PRODUÇÃO. PRODUÇÃO. TRANSFORMAÇÃO. munição para caça e esporte. 13 do CONFEA. fósforos de segurança e artigos pirotécnicos. Onde fiscalizar: ⇒ As empresas que se dedicam à fabricação de pólvora. 218/73 no seu art 12 do CONFEA.ATIVIDADES RELATIVAS À FABRICAÇÃO DE PÓLVORA. EXECUÇÃO E MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES: Definição: As “Centrais de Gás”. 63 . ao Engenheiro Mecânico com atribuições da Res. DETONANTES. EXPLOSIVOS. explosivos. ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO: Compete ao Engenheiro Químico e ao Engenheiro Industrial modalidade química com atribuições da Res. munição para caça e esporte. PROJETO. ⇒ Empresas de consultoria e projetos nas áreas de fabricação de pólvora.

⇒ Indústrias de abate de animais em matadouros.QUÍMICO DESCRIÇÃO Preparação de Leite Art. verificar qual é o profissional responsável técnico pela atividade. DE MATERIAIS Res.ATIVIDADES RELATIVAS A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: Compete ao Engenheiro Químico. biscoitos. ⇒ Empresas de consultoria e projetos nas áreas de alimentos. 19 Res.O Engenheiro de Petróleo pode ser responsável técnico por esta atividade. 218/73 do CONFEA responder tecnicamente pelas atividades relativas a produção de alimentos.12 – COMO IDENTIFICAR A ATIVIDADE? ⇒ Exemplo I Tipo de Indústria: Preparação de Leite. 241/76 OBS. ⇒ Exemplo II Tipo de Indústria: Refino de Petróleo Deve-se consultar a tabela contida no Anexo I e. 218/73 X ENG. Deve-se consultar a tabela contida no Anexo I e. caramelos.). dropes e gomas de mascar.20 Res. 11. 8* .TÊXTIL Art. pastilhas. 241/76 8* OBS.218/73 X ENG.. ⇒ Indústrias de fabricação e refinação de açúcar.11. ⇒ Indústrias de preparação do pescado e fabricação de conservas do pescado. 218/73 ENG. então. fecularia. preparação e conserva de carnes. ⇒ Indústrias de produtos alimentares diversos. 17 Res.TÊXTIL Art. 218/73 ENG. 218/73 X ENG. 19 Res. O que fiscalizar: • Existência de ART de projeto e instalação / montagem de equipamentos industriais para o exercício das atividades acima descritas.QUÍMICO DESCRIÇÃO Refino de Petróleo Art. ⇒ Indústrias de fabricação de derivados de beneficiamento do cacau. ⇒ Indústrias de processamento de mandioca (farinha de mandioca. ENG. de sal e fabricação de vinagres. 64 . então. torrefação. ENG. moagem. Onde fiscalizar: ⇒ Indústrias de beneficiamento.11 . tortas. de condimentos. ⇒ Indústrias de preparação de especiarias. ⇒ Indústrias de resfriamento. verificar qual é o profissional responsável técnico pela atividade. balas. DE ALIMENTOS Art. preparação e fabricação de produtos do leite. extração. fabricação e refino de produtos alimentares de origem vegetal. pães. DE MATERIAIS Res. pós-alimentícios. bolos. frigoríficos. 19 da res. ⇒ Indústrias de fabricação de massas. 17 Res.20 Res. DE ALIMENTOS Art. ao Engenheiro Industrial com atribuições da Res. 218/73 ENG. No caso em questão é o Engenheiro Químico. ⇒ Indústrias de preparação de alimentos e produção de conservas e doces. 043/45 do CONFEA e ao Engenheiro de Alimentos com atribuições do art. No caso em questão é o Engenheiro Químico ou Engenheiro de Alimentos..

Deve-se consultar a tabela contida no Anexo I e. 65 . aço e ferroligas em formas primárias e semiacabados. ENG. então. 241/76 X OBS. verificar qual é o profissional responsável técnico pela atividade. DE ALIMENTOS Art. No caso em questão é o Engenheiro Químico ou Engenheiro de Materiais.20 Res. 218/73 ENG. 218/73 ENG. 19 Res. 17 Res.QUÍMICO DESCRIÇÃO Produção de ferro.⇒ Exemplo III Tipo de Indústria: Produção de ferro. aço e ferroligas em formas primárias e semi-acabados Art. DE MATERIAIS Res.TÊXTIL Art. 218/73 X ENG.

Fabricação de fubá e farinha de milho. banha e produtos de salsicharia não associados ao abate. X X X X X X X X X X X X X X X X X X 66 X X X X X X X X X X X X X X 1* 3* .20 Res. crustáceos e moluscos. preparação de produtos de carne. Produção de óleos vegetais em bruto. Processamento. Abate de reses. peixes. Preparação de carne. preservação e produção de conservas de legumes e outros vegetais. Preparação e preservação do pescado e fabricação de conservas. Fabricação de amidos e fécula de vegetais e fabricação de óleos de milho OBS. ENG. Preparação de margarina e outras gorduras vegetais e de óleos de origem animal não comestíveis. Produção de sucos de frutas e de legumes. Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de produtos de carnes. Preparação de leite. QUÍMICO ALIMENTOS TÊXTIL Art.13 – ANEXO I ENG. Refino de óleos vegetais. DE MATERIAIS Res. 218/73 X X X X X ENG. preservação e produção de conservas de frutas. DE ENG. 218/73 Res.11. 19 Art. Processamento. Moagem de trigo e fabricação de derivados. 218/73 Res. Fabricação de produtos do laticínio Fabricação de sorvetes Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz. 17 Art. Fabricação de farinha de mandioca e derivados. 241/76 1* 2* 2* DESCRIÇÃO Extrato de refino de sal marinho e salgema.

20 Res. 218/73 Res. Fabricação de produtos de padaria. Fabricação de malte. Fabricação de refrigerantes e refrescos Fabricação de produtos de fumo Beneficiamento de algodão. temperos e condimentos. Beneficiamento. DE MATERIAIS Res. 241/76 OBS. Fabricação de massas alimentícias. Preparação de produtos dietéticos. 4* X X X X X X X X X X X X X X X X 67 . Produção de derivados do cacau e elaboração de chocolates. moagem e preparação de outros alimentos de origem vegetal. ENG. 17 Art. alimentos para crianças e outros alimentos conservados. Fabricação de café solúvel. retificação. QUÍMICO ALIMENTOS TÊXTIL Art. cervejas e chopp. 218/73 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X ENG. Preparação de especiarias. gomas de mascar. ENG. Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação. Engarrafamento e gaseificados de águas minerais. 218/73 Res. DE ENG. Fabricação de vinho.DESCRIÇÃO Fabricação de rações balanceadas para animais. Usinas de açúcar Refino e moagem de açúcar Torrefação e moagem de café. molhos. confeitaria e pastelaria. 19 Art. Fabricação de biscoitos e bolachas. balas. homogeneização e mistura de aguardentes e outras bebidas destiladas.

DESCRIÇÃO Beneficiamento de outras fibras têxteis naturais. 19 Art. Fiação de algodão. 218/73 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X ENG. Fabricação de tecidos de malha. 68 . DE ENG. exclusive vestuário. Fabricação de artefatos de cordoaria. 241/76 OBS. Curtimento e outras preparações de couro. Fabricação de artefatos de tapeçaria. Fabricação de malhas. Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel. DE MATERIAIS Res. incluindo tecelagem. Tecelagem de fios e filamentos contínuos. Fabricação de outros artigos do vestuário em malharias (tricotagens). Fabricação de papel. Fabricação de outros artefatos têxteis. Fabricação de linhas e fios para coser e bordar. Tecelagem de algodão Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais. incluindo tecelagem. 17 Art. 218/73 Res. tecidos e artigos têxteis produzidos por terceiros.20 Res. 218/73 Res. ENG. Serviços de acabamento em fios. Fiação de outras fibras têxteis naturais. Fabricação de artefatos têxteis a partir de tecidos. ENG. QUÍMICO ALIMENTOS TÊXTIL Art. Fiação de fibras artificiais ou sintéticas. Fabricação de outros artigos têxteis. Fabricação de tecidos especiais inclusive artefatos. Fabricação de artigos de tecidos de uso doméstico. artificiais ou sintéticos.

DE MATERIAIS Res. Fabricação de medicamentos para uso veterinário. ENG. Fabricação de gases industriais.20 Res. Fabricação de produtos petroquímicos básicos. Refino de petróleo. Fabricação de intermediários para resinas e fibras.DESCRIÇÃO Fabricação de papelão liso. QUÍMICO ALIMENTOS TÊXTIL Art. cabos e filamentos contínuos sintéticos. Fabricação de cloro e álcali. DE ENG. Coquerias. Fabricação de medicamentos para uso humano. 218/73 Res. ENG. 218/73 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X ENG. 19 Art. Fabricação de fibras. fios. Fabricação de matérias para usos médicos. Fabricação de outros produtos inorgânicos. 17 Art. cabos e filamentos contínuos artificiais. Fabricação de produtos farmoquímicos. 218/73 Res. hospitalares e odontológicos. Produção de álcool. Fabricação de resinas termofixas. Fabricação de intermediários para fertilizantes. Fabricação de fibras. Fabricação de outros produtos químicos orgânicos. 241/76 OBS. Fabricação de fertilizantes fosfatados. Fabricação de resinas termoplásticas. cartolina e cartão. Fabricação de elastômeros. nitrogenados e potássicos. 8* 8* X X X X X X 69 . Fabricação de inseticidas. Elaboração de combustíveis nucleares.

Fabricação de adesivos e selantes. Fabricação de pneumáticos e de câmaras de ar. Fabricação de aditivos de uso industrial.DESCRIÇÃO Fabricação de fungicidas. Fabricação de artefatos diversos de borracha. 17 Art. Fabricação de chapas. 218/73 Res. Fabricação de laminados planos e tubulares plásticos. ENG. 218/73 Res. Fabricação de artigos de perfumaria e cosméticos. DE MATERIAIS Res. 19 Art. Fabricação de tintas de impressão. Fabricação de impermeabilizantes.20 Res. Fabricação de outros defensivos agrícolas. 218/73 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X ENG. Fabricação de embalagem de plástico. solventes e produtos afins. Fabricação de outros produtos químicos não especificados ou não classificados. Fabricação de sabões. DE ENG. QUÍMICO ALIMENTOS TÊXTIL Art. esmaltes e lacas. Fabricação de catalisadores. X X X X X X X X 70 . Fabricação de discos e fitas virgens. ENG. vernizes. Fabricação de herbicidas. 241/76 OBS. filmes. papéis e outros materiais de produtos químicos para fotografia. Fabricação de artefatos diversos de plásticos. Fabricação de produtos de limpeza e polimento. Fabricação de explosivos. sabonetes e detergentes sintéticos. Fabricação de tintas. Fabricação de pneumáticos.

Metalúrgica de outros materiais não-ferrosos e suas ligas. exclusive tubos. Fabricação de outros produtos de minerais nãometálicos. gesso e estuque.DESCRIÇÃO Fabricação de vidro plano e de segurança. Fabricação de artefatos de concreto. Fabricação de artigos de vidro. trefilados e retrefilados de aço. 241/76 OBS. ENG. Fabricação de produtos cerâmicos refratários. cimento. DE ENG. 218/73 Res. 218/73 Res. Fabricação de peças fundidas de aço e ferro. Fabricação de cal virgem. Produção de laminados planos de aço. Fabricação de peças fundidas de metais nãoferrosos e suas ligas. DE MATERIAIS Res. Fabricação de vasilhames de vidro. Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários para usos diversos. cal hidratada e gesso. Produção de ferro. Metalurgia do alumínio e suas ligas. Fabricação de cimento. X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 71 . Metalurgia dos metais preciosos. aço e ferroligas em formas primárias e semi-acabados. QUÍMICO ALIMENTOS TÊXTIL Art. ENG. 218/73 X X X X X ENG. 19 Art. 17 Art. Produção de gusa. Produção de relaminados. Produção de laminados nãoplanos de aço.20 Res. fibrocimento. Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários para uso estrutural na construção civil.

241/76 X OBS. baterias e acumuladores elétricos – exclusive para veículos. Fabricação de brinquedos e jogos recreativos. X X 1* X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 72 X X X X X 1* 2* 2* 3* . DE MATERIAIS Res. 17 Art. Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor. Captação. Fabricação de peças e acessórios para os sistemas de marcha e transmissão. Produção e distribuição de gás através de tubulações. Fabricação de colchões. Produção e distribuição de vapor e água quente. tratamento e distribuição de água. Tratamento de despejos industriais ENG.DESCRIÇÃO Metalurgia do pó Têmpera.20 Res. serviços de usinagem. Reciclagem de sucatas metálicas. 19 Art. exclusive baterias. Fabricação de pilhas. Reciclagem de sucatas nãometálicas. Fabricação de artefatos para caça. Fabricação de outros equipamentos de transporte. Fabricação de munições. 218/73 Res. Fabricação de móveis e outros materiais. pesca e esporte. QUÍMICO ALIMENTOS TÊXTIL Art. 218/73 Res. Fabricação de baterias e acumuladores para veículos. galvanotécnica e solda. cementação e tratamento térmico do aço. DE ENG. Fabricação de material para veículos. ENG. 218/73 ENG. Fabricação de peças e acessórios para o sistema de direção e suspensão. Fabricação de peças e acessórios para o sistema de freios.

73 . Serviços de arquitetura e engenharia de assessoramento técnico especializado. 218/73 Res. 218/73 Res.: 1* . 6* .Quando houver fabricação da espuma. 19 Art. 4* 5* 6* 5* X X X X X X X 7* X 5* Obs.Exceto formulação. 241/76 OBS.O Engenheiro de Petróleo pode ser responsável técnico por esta atividade. ENG. Atividades de limpeza em prédios e domicílios Atividades de envasamentos e empacotamento. Transporte rodoviário de produtos perigosos.20 Res.Quando houver refino com transformação. 8* . QUÍMICO ALIMENTOS TÊXTIL Art. Fornecimento de comida preparada. por conta de terceiros.DESCRIÇÃO Comércio atacadista de produtos químicos. 17 Art. DE ENG. 2* .Quando envolver serviços de galvanoplastia. quando se referir a enzimas. 218/73 X X X X X X X X X ENG. de Alimentos. DE MATERIAIS Res.Quando envolver preparação. 7* . Transporte ferroviário interurbano. 3* . 4* .Responsável técnico Engº. ENG. análise de qualidade.Quando envolver fabricação. Outros serviços de alimentação. Ensaios de materiais e de produtos. 5* . Transporte por navegação interior de carga.

A ação fiscalizatória se dará através de levantamento de dados junto ao Departamento de Pessoal da empresa. Em fiscalização de obras com 20 (vinte) ou mais trabalhadores. 6° alínea “a” c/c art. bem como do estudo das condições de segurança dos locais de trabalho e das instalações e equipamentos e demais atividades relacionadas no artigo 4° da Resolução 359/91. será deixado ofício solicitando as informações que deverão ser encaminhadas ao Conselho ou recolhida pelo Agente de Fiscalização que os solicitou. avaliação. quando da fiscalização de obras/empresas: I. A obrigatoriedade da empresa de manter o SESMT. sem que possua atribuição. Capitulação: Art. Existência de ART. que especifica as empresas que se enquadram nessa obrigatoriedade. Caso não seja possível levantar os dados. No caso de empresa. Se a empresa e/ou profissional possui registro/visto no CREA-RJ. II.194/66. 55 da Lei 5. conseqüentemente a participação de profissional habilitado. se possui profissional indicado para assumir a responsabilidade pelas suas atividades técnicas. 59 e 60 da Lei 5. 6 ° alínea “a” c/c art. Empresas com 50 (cinqüenta) ou mais empregados poderão estar obrigadas a manter o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESTMT. será verificada no Quadro de Dimensionamento do SESMT. de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômica – CNAE. V. IV. ⇒ EXERCÍCIO ILEGAL POR EXERCER ATIVIDADES ESTRANHAS ÀS SUAS ATRIBUIÇÕES: Ao profissional habilitado que prestar serviços de Engenharia de Segurança do Trabalho. visando conhecer: o número de empregados e grau de risco. Exigir das empresas a competente ART. CAPITULAÇÃO PARA AS AUTUAÇÕES: ⇒ EXERCÍCIO ILEGAL DA PROFISSÃO POR FALTA DE REGISTRO NO CREA-RJ: Ao profissional ou empresa contratado para prestar serviços de Engenharia de Segurança do Trabalho sem estar devidamente registrado no CREA-RJ.194/66 – Pessoa Jurídica Art. Verificar os seguintes dados. análise. Nome do profissional e/ou denominação da empresa contratada para elaboração e/ou execução do respectivo Programa (PPRA ou PCMAT). planejamento e desenvolvimento da implantação de técnicas relativas a gerenciamento e controle de riscos. 74 . 6° alínea “b” da Lei 5.12) FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO SEGURANÇA DO TRABALHO: PROFISSIONAL NA ÁREA DE ATRIBUIÇÕES DO ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO: Desenvolver atividades voltadas à identificação. Idêntica exigência deverá ser feita em obras com menos de 20 (vinte) trabalhadores. controle. bem como a respectiva ART. Se a empresa e/ou profissional encontram-se em dia com o pagamento da anuidade (processamento interno). deverá ser exigido o Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção PCMAT.194/66 – Pessoa Física. no prazo de 10 dias. referente ao Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA. Capitulação: Art. III.

É a atividade que envolve a apuração das causas que motivaram determinado evento ou da asserção de direitos. dos Engenheiros Agrônomos. mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem. Capitulação: Art. exercer atividade nesta Regional.⇒ EXERCÍCIO ILEGAL PELA NÃO PARTICIPAÇÃO DE PROFISSIONAL REGISTRADO: À pessoa jurídica que executar serviços de Engenharia de Segurança do Trabalho sem a efetiva participação de profissional habilitado. 6° alínea “e” da Lei 5. dos Geógrafos e dos Meteorologistas. devidamente habilitados. as vistorias. máquinas e instalações industriais. ⇒ FALTA DE ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA (ART): Ao profissional e/ou empresa.496/77 c/c Resolução 437/99.É a atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos.É a atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. ARBITRAMENTO . de qualquer forma. Capitulação: Art. PERÍCIA . obras e serviços de utilidade pública. relata o que observou e dá as suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. Capitulação: Art.194/66. para a sua existência ou utilização. Compreende-se como atribuição privativa dos Engenheiros em suas diversas especialidades. dos Geólogos.É a peça na qual o perito. recursos naturais e bens e direitos que. profissional habilitado. avaliações e arbitramentos relativos a bens móveis e imóveis. Capitulação: Art. 58 da Lei 5. perícias. ⇒ FALTA DE VISTO NO CREA-RJ: À pessoa jurídica ou profissional que.194/66. 67 da Lei 5. sem visar o seu registro. registrado em qualquer Conselho Regional. 1° da Lei 6. LAUDO .É a constatação de um fato. AVALIAÇÃO . sem a indagação das causas que o motivaram. sejam atribuições destes profissionais. fundamentalmente. dos Arquitetos. ⇒ EM ATIVIDADE E EM ATRASO COM O PAGAMENTO DA ANUIDADE: Ao profissional ou empresa que prestar serviços de Engenharia de Segurança do Trabalho estando em débito com sua anuidade (autuação interna). de um direito ou de um empreendimento. suas partes integrantes e pertences. 13) AVALIAÇÕES E PERÍCIAS: (Resolução 345/90 e jurisprudência CAC – 07/93) VISTORIA . 75 . que não efetivaram a competente ART.194/66.

RV. perícias e avaliações de imóveis. 76 . além da razão social (ou nome). aos profissionais e à sociedade. estejam devidamente regularizados perante a legislação do sistema CONFEA/CREA (vide modelo do folder em anexo). arbitramento. comerciais ou industriais. alínea B. da Lei 5. além dos Engenheiros Civis e Arquitetos que possuam atribuições conferidas pelos artigos 28 e 30 do Decreto 23. são os Engenheiros Industriais que possuam atribuições conferidas pelo artigo 31. zelador ou a administração do estabelecimento ou ainda outra pessoa autorizada a fornecer as informações desejadas e.Os profissionais habilitados para a execução de laudos. alíneas B e F. Procedimentos: 1) Contatar. Que as empresas ou profissionais somente sejam contratados mediante prova de habilitação junto ao CREA. avaliação. alíneas B e J. 2) Consultar a listagem para verificar a situação de registro da empresa contratada. o síndico. deverão ser anotados. preencher o Relatório de Visita . A importância do exercício legal das profissões na qualidade dos serviços prestados. ou se o fiscal perceber que a fonte de informação não seja segura ou em qualquer outra situação em que se faça necessário. do Decreto 23. 3) No caso de identificação de empresas/profissionais não registrados no CREA.569/33 ou artigos 7 e 2 da Resolução 218/73 do CONFEA. o seu endereço completo e CNPJ (OU CPF). Engenheiros Mecânicos ou Engenheiros Eletricistas que possuam atribuições conferidas pelos artigos 32 ou 33. deverá ser recolhida uma ART em cuja jurisdição seja efetuado o serviço. deverá ser emitido o ofício circular de solicitação de dados. Os demais profissionais não mencionados deverão ser autuados por exorbitância de atribuições – art. 14) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO / MANUTENÇÃO PREDIAL: Objetivos: ⇒ Garantir que as empresas/profissionais que prestam serviços de instalação/manutenção predial (vide relação de atividades) em estabelecimentos residenciais. gerente.6. CONFORME JURISPRUDÊNCIA DA CAC – 07/93 . o número do processo deverá ser lançado no campo reservado para este fim. preferencialmente.194/66 – caso executem as atividades aqui consideradas. arbitramento. Que seja exigida do responsável técnico a sua real participação nos serviços.569/33. perícia e laudo técnico executado. 4) Caso a pessoa autorizada a prestar as informações não esteja no local.São obrigadas ao registro no CREA-RJ as empresas e pessoas físicas que executam as atividades de vistoria. conforme modelo anexo. Que seja exigida das empresas ou profissionais a Anotação da Responsabilidade Técnica dos serviços a serem realizados. ⇒ Orientar os administradores dos estabelecimentos quanto aos seguintes aspectos principais: • • • • • O que é o CREA e o seu papel junto às empresas. Estando a empresa cadastrada no CREA. que deverá contemplar todos os serviços técnicos desenvolvidos por cada empresa ou profissional contratado. perícia e laudos técnicos. avaliação. Para cada vistoria. após identificar-se e explicar os objetivos da visita. conforme modelo.

devendo em seguida especificar de forma legível o seu nome completo e o seu cargo/função. em destaque no campo 04 do RV (informações complementares). salvo determinação contrária das Câmaras especializadas.194/66): I. o CREA de origem e o serviço executado. XI. Obs. II. este deverá encaminhar o documento para o fiscal responsável por esta outra área. 77 . ou o código D99 (serviço não codificado ou vários serviços) que deverá (ão) ser discriminado(s) nas informações complementares. 7) Quando a empresa/profissional for responsável por mais de um serviço de mesmo ramo de atividade. Deverá ser lançado. 5) Lavrado o ofício circular de solicitação de dados. Este fato deverá ser melhor esclarecido nas informações complementares. Obs. o fiscal deverá solicitar. 6) Fazer uso do campo destinado às informações complementares no sentido de acrescentar outras informações necessárias a uma melhor elucidação da ação fiscalizatória. no campo fonte de informação.: Se possível.Obs. Caso os serviços desenvolvidos pela mesma empresa/profissional sejam de ramos de atividade distintos. item 2. a assinatura do informante. no empreendimento. a não ser uma placa afixada que não discrimine a atividade técnica desenvolvida. VI. lançar no campo “fonte de informação” o indicativo “recusou-se a assinar” logo após a identificação do nome e cargo do informante. todos deverão ser autuados. o fiscal deverá obrigatoriamente retornar ao local para a obtenção da resposta.: Caso haja necessidade de visita a administradora ou outro local fora da área de atuação do fiscal. deverá ser solicitada a verificação interna de ART para o profissional. Havendo mais de um responsável técnico pelo mesmo serviço. o fiscal deverá fotografar a placa afixada. obedecendo a sua codificação já atribuída (no caso de um único serviço já codificado). para o qual não exista placa. Sendo constatada a existência de um serviço concluído ou paralisado temporariamente e não existindo placa no local para o mesmo. extrair a(s) autuação (ões) conforme a(s) irregularidade(s) constatada(s) de acordo com os modelos em anexo. ⇒ PROCEDIMENTOS PARA A EMISSÃO DE AUTUAÇÃO: • PROCEDIMENTOS QUANDO EM VISITA: 1) Exercício ilegal da profissão (ART.e/ou falta de placa (ART. conforme procedimentos citados no capítulo 5. o nome do profissional. considerando como atividade aquela visualizada pelo fiscal. 8) Após sua assinatura e carimbo. 6º “a” 5. Tratando-se de profissional registrado em outro estado. 16º .: Caso o informante se recuse a assinar o RV. lançar a informação “serviço concluído” ou “serviço paralisado temporariamente”. item 2. deverá ser utilizado o código D99 e especificados os serviços nas informações complementares.5. independente destes já possuírem ou não codificação individual (vide tabela de atividades). Após o preenchimento do RV completo. V. os mesmos deverão ser agrupados por ramo de atividade. XI. III. Não existindo no local da obra/serviço qualquer tipo de documento que comprove a responsabilidade técnica de um profissional.194/66) leigos . caso não a tenha afixado. autor de algum projeto em execução dentro da jurisdição do CREA-RJ. lançar a identificação da mesma no campo motivo da ação. IV. o mesmo não deverá ser autuado por falta de placa. dependendo do caso. conforme procedimentos citados no capítulo 5. Havendo placa no local referente a qualquer serviço do empreendimento visitado.

1º e 3º 6496/77) I.: Quanto as demais atividades. correspondente(s) à(s) irregularidade(s). Seguem abaixo as principais irregularidades que podem ocorrer na ART: • Falta(m) assinatura(s). ainda que não previstos em seu objeto social. I sem. 3) Exercício Ilegal por Falta de Registro (ART. de acordo com a Portaria 153/2000. 59 e 60 da lei 5. III. Deverá (ão) ser autuada (s) pela (s) atividade (s) técnica (s) inerente (s). não poderão ser autuados por falta de visto no CREA-RJ. 6º “a” 5. Qualquer irregularidade encontrada na ART deverá ser apontada nas informações complementares. Quando se tratar exclusivamente de autoria de projeto e a empresa / profissional possuir registro em CREA de outro estado. data.194/66) e Resolução 336. • Quantificação divergente. deverá ser lavrada a autuação. Deverá.. obrigatoriamente. Proceder conforme item 1. data). conforme procedimento do item 5 letra “k”. lavrar autuação. deverá ser cobrado dos mesmos a fixação da placa e ART com as responsabilidades atribuídas a cada profissional. VIII. 4) Falta de ART (ART. Encontrando-se no local cópia de ART referente ao serviço. Caso seja identificado o nome dos profissionais responsáveis técnicos por essas empresas. Conforme orientações verbais do Coordenador da CAC (Engenheiro Antonio Roberto).: Entende-se por “empresas passíveis de registro” aquelas que se propõem a prestar serviços técnicos a terceiros. IX.. • Valor de contrato divergente. • Endereço da obra/serviço divergente.194/66) . nome e endereço do estabelecimento.(obra/serviço em andamento): I. conferir e anotar seu número no campo do RV “Motivo da ação”. ou que mantenham seção técnica voltada para a prestação/execução destes serviços (vide ART. o mesmo deverá ser autuado por falta de placa. entretanto.VII. licença/alvará de construção (nº e data). solicitando verificação interna. mesmo que a empresa executora apresente certidão de registro emitida por CREA de outro estado. etc. CGC/CNPJ/CPF. 6º “a” 5.194/66) profissionais/empresas passíveis de registro . VI. quando se tratar de atividade de projeto e execução de obras em lojas localizadas no interior de shopping centers. nota fiscal de material (nº. • Autenticação mecânica duvidosa ou ausente na guia de pagamento. Quando se tratar de exercício ilegal por falta de registro deverão ser lançados no campo 04 do RV (informações complementares) o endereço completo. II.profissionais/ empresas passíveis de registro . Extrair autuação (ões).). ser especificado no campo 04 do RV (informações complementares) o documento verificado do qual foram extraídos os dados referentes ao profissional/empresa ou leigos. 78 . Obs. salvo determinação contrária das Câmaras especializadas.: Projeto aprovado (nº.(obra/serviço concluído): I. não deverá ser exigida a colocação de placas. 2) Exercício Ilegal por Falta de Registro/visto (ART. Idem ao item 2. Quando se tratar de atividade de execução de obra e a empresa / profissional possuir visto no CREA-RJ. Obs. Ex.

1. Proceder conforme o item A. 15) FISCALIZAÇÃO DE EMPRESAS SEM REGISTRO: Objetivos: ⇒ A fiscalização nesta área tem por objetivo identificar as empresas que tenham atividades. ressalvandose as disposições em contrário onde houver orientação normativa para aplicação de penalidade prevista em lei. coibindo-se o exercício ilegal da profissão por pessoas jurídicas de natureza pública ou privada. bem como por pessoas físicas que componham os respectivos quadros técnicos. proceder a autuação normalmente. Utilizar o indicativo “verificar ART/com placa” no campo “Motivo da ação”.6. IV. se houver. • Caso exista no local algum dado que possibilite identificar que determinado profissional é o responsável pela execução da obra. 5) Demais infrações: Proceder ao preenchimento normal do RV.6. lavrar autuação. vinculadas ao sistema CONFEA/CREA. apurando todos os dados possíveis da infração sem. visto no CREA-RJ e não apresentar a referida ART. 6) Obra paralisada: I. o proprietário deverá ser autuado por exercício ilegal da profissão. o mesmo não poderá ser autuado por falta de ART. Quando se tratar exclusivamente de autoria de projeto e a empresa / profissional possuir registro no CREA de outro estado. Em se tratando de edificação. informando no campo fase da obra. o mesmo não poderá ser autuado por falta de ART. V. faz-se necessário que a ação do fiscal norteie-se de um cunho orientativo. autuálo por falta de ART. deverão ser observados os seguintes pontos: • Caso não haja no local nenhum indicativo sobre a quem cabe a responsabilidade técnica pela execução. 79 . enfocando-se o papel do CREA junto às empresas e os respectivos reflexos na sociedade. caso a ART apresentada ao fiscal não se refira à execução de obra ou não contemple todos os pavimentos existentes na mesma. III. com os documentos complementares obtidos na visita. sejam elas principais ou complementares. além da fase da obra. Quando se tratar de atividade de execução de obra e a empresa / profissional possuir registro no CREA de outro estado. ⇒ Para que este objetivo venha a ser alcançado de uma forma plena e qualitativa. Proceder conforme o item A. CONSIDERAÇÕES GERAIS: 1) Os RV’s deverão ser mantidos grampeados juntamente com as 2ªs vias das autuações e ainda.II. entretanto. Quando com placa. Quando se tratar de atividade de execução de obra e a empresa / profissional possuir registro em CREA de outro estado e não possuir visto no CREA – RJ. ⇒ Esta adequação tem início a partir do preenchimento detalhado pelo fiscal de relatórios específicos que subsidiarão as diversas Câmaras.1. anotar os dados constantes da mesma. nas deliberações quanto às exigências pertinentes à legislação ou que direcionarão a aplicação das normas já existentes. 2) Vinculações entre os RV deverão ser anotadas nas informações complementares. para adequação das mesmas à legislação vigente. a condição de “paralisada”.

1 1. departamento de manutenção). o que deverá ocorrer apenas posteriormente para obtenção de cópias de documentos. Instruções de preenchimento do RVI – Relatório de Visitas para Indústrias: Campo nº Referência Descrição 1. preferencialmente.Procedimentos: Para que possamos iniciar a ação fiscalizadora de forma satisfatória junto a qualquer empresa sem registro. ata. Anotar o CNPJ da empresa. dirigir-nos a uma pessoa que seja encarregada ou esteja vinculada a um setor técnico (produção. evitando que nosso primeiro contato se dê com setor jurídico ou administrativo.6 2. A obtenção das informações se fará a partir da adoção dos seguintes procedimentos: 1) INDÚSTRIAS EM GERAL/FAZENDAS/COOPERATIVAS: Preenchimento do Relatório de Visita para constatação. Anotar o endereço do local visitado. estatuto.1 2. atividades técnicas na empresa? 80 2.3 1. deve buscar obter todos os dados com suas respectivas especificações que caracterizem as atividades detalhadamente desenvolvidas pelas empresas/profissionais. departamento de engenharia. que se seguem: (vide modelo) Em complementação deverão ser preenchidos os formulários que contemplam a relação das Pessoas Físicas com Atividades Técnicas. empresa encontrase registrada Local visitado Assinalar com um “X” a quadrícula correspondente ao local visitado. 1.). Caso departamentos ou afirmativo informar quais e as atividades técnicas setores com desenvolvidas.3 2.5 . tais como: Contrato Social e Alterações.4 Documentos Assinalar com um “X” a quadrícula correspondente aos solicitados em anexo documentos solicitados durante a ação. Estatuto e Atas de Assembléia (inclusive aquelas referentes a criação de filiais/escritórios) e da relação de profissionais com atividades técnica na firma. 1. utilizados Existem Assinalar com um “X” a quadrícula correspondente. de acordo com as orientações contidas nas instruções de preenchimento.4 Dados da empresa Razão social Endereço CNPJ Anotar a razão social completa da empresa.2 2. Ao iniciar o contato. 2. material produzido Principais máquinas Relacionar os principais equipamentos utilizados na e equipamentos obtenção do material produzido (produto final). devemos.2 1. bem como solicitados: cópia dos documentos de constituição da empresa e respectivas alterações (contrato social. Órgãos no qual a Anotar os órgãos onde a empresa encontra-se registrada. Em seguida. o fiscal deve identificar-se e explicar os objetivos da visita. Dados Técnicos Atividades realiza Operações processadas que Descrever todas as atividades técnicas desenvolvidas pela empresa Anotar as principais operações processadas durante a produção. etc. Utilização do Anotar a que se destina o produto final.5 1.

com as respectivas especificações. descrevendo a quantidade e potência dos transformadores ou na ausência desta. manutenção ou reparo. Potência Instalada Anotar a Potência total em KVA. • Relação dos Serviços Prestados pela Empresa nos últimos 12 (doze) meses..8 2. montagem. Anotar a quantidade do que é produzido mensalmente. apurar quem desenvolve os projetos. ⇒ Preencher e anexar ao relatório os seguintes formulários: • Relação das Pessoas Físicas com Atividades Técnica. componentes ou peças objetos de cada serviço.11 2.16 Responsáveis pelas Anotar os nomes das pessoas que forneceram as informações informações para o preenchimento do relatório. • Número de registro/visto no CREA/RJ (se houver). o último consumo mensal de energia (KWh). manutenção. Anotar o número total de empregados Espaço destinado a informações que o fiscal julgue merecedoras de registro ou a complementação de dados. 3) EMPRESAS CUJA ATIVIDADE PRINCIPAL NÃO ESTÃO RELACIONADAS AO SISTEMA CONFEA/CREA: ⇒ Identificar na estrutura organizacional das empresas a existência de um ou mais setores com atividades relacionadas ao sistema CONFEA/CREA. vigência e valor do contrato (se houver). relacionando os equipamentos utilizados. 81 . ao relatório cópias do instrumento de constituição da empresa e dos instrumentos de alteração ou atualização. • Endereço completo. 2) EMPRESAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS: ⇒ Preencher o Relatório de Visita descrevendo detalhadamente as atividades desenvolvidas pela empresa. instalação. Obs. ⇒ Detalhar cada atividade desenvolvida. 2) Tratando-se de empresas que realizam instalação.2.9 Área das instalações Anotar a área do Setor de Produção (fabril) excetuando a industriais área destinada à Administração. ⇒ Preencher e anexar ao relatório os seguintes formulários: • Relação das Pessoas Físicas com Atividade Técnica. apontando as etapas de sua realização e indicando as máquinas/equipamentos utilizados na execução dos serviços.15 Produção mensal Nº de empregados Informações complementares 2. tais como: construção. • Número. caracterizar os equipamentos. ainda. com suas respectivas especificações técnicas. • Relação das Empresas Contratadas para a Prestação de Serviços no últimos 12 (doze) meses. • Relação das Empresas Contratadas para a Prestação de Serviços nos últimos 12 (doze) meses. construção ou montagem. projeto. objeto.: 1) Nos casos de assistência técnica.10 2. ⇒ Anexar. 2. etc. mencionando: • Nome completo/razão social. cujo espaço não foi suficiente.

iii. iv. Razão social completa e endereço da empresa. técnico. ainda. mencionando: i. iii. CNPJ. Atividades desenvolvidas. porém utilizam-se de titulo de engenheiro. Salário básico percebido. ii. Telefonia. iv. o mesmo comparecerá ao local munido de um ofício assinado pelo Presidente. Computador. vi. ECONOMIA MISTA / ÓRGÃOS PÚBLICOS/ ⇒ Fiscal fará um contato prévio com o objetivo de conhecer a estrutura e a organização interna de cada empresa/órgão. • Deverão ser informados todos os profissionais vinculados a este Conselho. • Relação das empresas que prestaram serviços técnicos na área de engenharia.⇒ Anexar. ii. ⇒ Preencher e anexar ao relatório os seguintes formulários: • Relação das Pessoas Físicas com Atividades Técnicas. v. Jornada de trabalho e viii. tecnólogo. arquitetura e agronomia no Estado do Rio de Janeiro nos últimos 12 (doze) meses. evitando assim entraves burocráticos à ação da fiscalização. CPF. Qualificação profissional.: Deverão ser anexados ao relatório os respectivos termos de especificações das embarcações e aeronaves. ⇒ Posteriormente. Obs. que solicitará as seguintes informações: • Estrutura organizacional dos setores que possuem atividades técnicas vinculadas ao Sistema CONFEA/CREA. inclusive aqueles relacionados a manutenção de equipamentos. ao relatório cópias do instrumento de constituição da empresa e dos instrumentos de alteração ou atualização. • Relação das Empresas Contratadas para a Prestação de Serviços nos últimos 12 (doze) meses. ii. 4) EMPRESAS DE TRANSPORTE AÉREO E MARÍTIMO: ⇒ Fiscal deverá preencher o Relatório de Visita específico de caráter autoexplicativo. tais como: i. Sistemas de ar condicionado central e incêndio. vii. Cargo/função. Antena parabólica. Registro/visto no CREA. arquiteto. inclusive aqueles que não estão lotados nos setores técnicos. mencionando: i. 82 . Nome completo. Objeto e vigência do instrumento contratual e local da obra ou serviço. Bem como aqueles que se encontram em vigor. iii. etc. iv. vi. Número. inclusive gerentes. Elevador. Pára-raios. chefes de departamentos e divisões. assessores. v. • Relação das pessoas físicas lotadas nos setores técnicos (níveis superior e médio). etc. 5) EMPRESAS PÚBLICAS/ FUNDAÇÕES: SOC. • Descrição detalhada das atividades desenvolvidas nos setores técnicos.

o fiscal devolverá o ofício relatando o ocorrido. deverá ser verificado junto à empresa o fornecimento dos dados solicitados. Este levantamento leva em conta a verificação/cobrança de ART e empresas sem registro.• Lei e suas alterações que instituiu essa (e) empresa/soc. Resolução 209/72. 16) RECADASTRAMENTO Objetivos: Tem por objetivo a solicitação de informações que visem atualizar os dados cadastrais da empresa junto ao Conselho. Lei 6496/77. que visa. preferencialmente ao RT ou sócios da empresa visitada. obrigatória a utilização dos mesmos. não sendo. Existem modalidades de solicitação de dados em empresas objetivando o fornecimento das empresas prestadoras de serviços técnicos e os serviços prestados pela própria empresa. manter um controle do seu quadro funcional técnico inerente ao exercício profissional. se destinam ao preenchimento de dados solicitados no ofício de recadastramento e solicitação de dados. Procedimentos: Deverão ser observados atentamente pelos fiscais os pontos abaixo relacionados: ⇒ Entrega do ofício: • Ofício de recadastramento será entregue pela fiscalização. Relação de Empresas Prestadoras de Serviços Técnicos e Relação de Serviços Técnicos Prestados pela Empresa. Legislação: √ √ √ √ √ √ √ √ √ √ Lei 5194/66. exigindo os respectivos complementos quando necessário. Normas das Câmaras. economia mista/órgão público. além de atualizar os seus dados cadastrais. 83 . Fiscal deverá orientar a empresa quanto ao objetivo do trabalho. deverá o fiscal contactar o RT da empresa a fim de tentar solucionar a situação. • Caso a recusa seja mantida. ⇒ Acompanhamento: • Findo o prazo concedido. Resolução 168/68. • Em caso de recusa da empresa a fornecer dados ou complementá-los. ⇒ Formulários: Os formulários denominados Relação de Pessoas Físicas com Atividades Técnicas. Obs. Resolução 425/86. porém. bem como o estatuto e regimento interno atualizado. Resolução 317/86.: Estes itens poderão ser alterados na medida da necessidade e peculiaridade da ação fiscalizadora. Resolução 295/84. Resolução 336/89. Resolução 261/79. desde que a resposta da empresa contemple todas as nossas solicitações.

Profissionais s/ registro/visto. Procedimentos: Deverão ser observados atentamente pelos fiscais os pontos abaixo relacionados: ⇒ Entrega do ofício: • • O ofício de regularização de QT será entregue pela fiscalização. Profissionais c/ carteira cancelada (ex: ap extinta). Lei 4950-a/66. 6º. o fiscal deve tentar contactar o RT da empresa. II. No caso de órgãos públicos. serão. RT ou departamento pessoal/recursos humanos. o fiscal informará no ofício relatando o ocorrido. IV. este deverá ser feito mediante carta com documentação comprobatória. Homônimos. 55º. para as devidas providências. Salário mínimo profissional. Os profissionais que não regularizarem sua situação perante este Conselho. Desligamento de profissionais da empresa. Profissionais c/ anuidades em débito. Resolução 425/98. Resolução 209/72. a informação deve ser encaminhada à Presidência do CREA-RJ. ART de cargo ou função. solucionando os casos de: I. VII. V.art. Serão também autuadas as empresas que não cumprirem o salário mínimo profissional (vide modelos de autuação). Caso a recusa seja mantida. autuados na forma da lei. Resolução 168/68. III. Em caso de recusa do ofício. Resolução 295/84. Legislação: √ √ √ √ √ √ √ √ Lei 5194/66 . ⇒ Acompanhamento do atendimento: • • • Acompanhamento será feito mediante visita à empresa e/ou por consultas ao sistema cadastral do Conselho. preferencialmente. 57º e 84º. ao sócio da empresa.17) REGULARIZAÇÃO DE QUADRO TÉCNICO: Objetivos: ⇒ Trabalho realizado em continuação ao recadastramento. Cabe ao fiscal orientar a empresa de que esta ficará impedida de obter certidões para qualquer fim junto ao CREA-RJ caso apresente qualquer irregularidade em seu QT. Lei 6496/77. VI. após o prazo concedido. • 84 . com o objetivo de evitar autuações. Resolução 261/79. fundações públicas e autarquias. Em caso de esclarecimento por parte da empresa quanto aos profissionais. que visa: • Regularização dos profissionais do QT da empresa.

compreender com maior clareza o que foi solicitado. • Deverão ser inutilizados os espaços em branco (frente e/ou verso) dos documentos que eventualmente foram anexados. alguns procedimentos básicos deverão ser observados conforme relação abaixo: I. o fiscal deverá sempre mencionar em sua informação o(s) endereço(s) visitado(s). deverá encaminhar o processo preliminarmente ao setor de cadastro para as devidas atualizações e posterior devolução ao autor da solicitação inicial. 85 . conforme artigo 7º da resolução 104/55 do CONFEA. Deverá também visitar outros locais que possam reforçar as informações verbais que foram recebidas. Quando da informação. salvo casos quando o setor/departamento solicitante determina outro encaminhamento. O seu relato deverá constar sempre a partir da última folha que foi anexada. Obs. quando da visita. perder a objetividade. fica clara a necessidade de que quando for realizada uma informação de processo. desta forma. Cabe ao fiscal conscientizar-se de que ao apurar e transcrever para o processo as informações solicitadas. caso o fiscal verifique que ocorreu alguma alteração nos dados cadastrais de determinada empresa/profissional. sem. apesar de não ter sido solicitado pode auxiliar na informação.ORIENTAÇÃO PARA PROCESSOS DIVERSOS: 18) INFORMAÇÃO E ENCAMINHAMENTO DE Visa o presente orientar a todos os fiscais quanto ao funcionamento e sistemática da informação de processos diversos. precisa e mais completa possível. Quando da informação. inclusive a ausência de numeração de suas folhas. ficando sujeitas a críticas. não existe um procedimento padrão para tais informações. Deverá também informar a ordem cronológica (datas) das visitas realizadas. Para evitar isto. inclusive pelas demais partes envolvidas. II. Face ao exposto. Entretanto. V. já com as devidas informações. levando o processo a retornar para novas diligências. Quando da informação. quando ocorrerem. quer seja através de constatação ou documentação anexada. as mesmas servirão de base para um julgamento do solicitante destas. VI. além das declarações. ou até mesmo definir a situação do processo.: Caso seja verificado algum equívoco no encaminhamento do processo. bem como. o processo deverá ser devolvido ao órgão de origem para as devidas correções. o fiscal deverá anexar ao processo documentos diversos que reforcem as alegações apresentadas pelo informante. Dada a característica particular de cada solicitação formulada para o atendimento de determinado processo. Quando da visita. nome(s) e cargo/função do(s) informante(s). entretanto. A finalidade da informação de um processo é atender a alguma solicitação constante no mesmo e que foi formulada por algum outro órgão do Conselho. o fiscal deverá identificar qual foi o setor/departamento solicitante das informações. O fiscal deve ter consciência que apenas uma declaração verbal poderá deixar toda a informação inconsistente. Antes da visita. conforme artigo 7º da resolução 104/55 do CONFEA. contida no processo. IV. o fiscal deverá ler atentamente todo o processo a fim de inteirar-se do histórico do mesmo e. VII. esta venha de forma legível. a fim de possibilitar a devolução do processo. mencionando o número da folha que contém a solicitação. numerar e rubricar todas as folhas do processo que porventura vierem a ser incluídas no mesmo. ter capacidade de identificar mais algum dado que. o fiscal preliminarmente deverá anexar ao processo toda a documentação obtida. Quando da informação. em função das informações obtidas. III.

A título de esclarecimento. Assessoria Técnica da CEAG (Câmara Especializada em Engenharia Agronômica): Quando o objeto da informação do processo necessitar de apreciação pela CEAG.ENCAMINHAMENTO DE PROCESSO: Conforme orientado anteriormente. Assessoria Técnica da CEEE (Câmara Especializada de Engenharia Elétrica): Quando o objeto da informação do processo necessitar de apreciação pela CEEE. Coordenadoria de Atendimento: Responsável pelo cadastramento de todas as informações referentes a profissionais e empresas. fisicamente o processo deverá ser encaminhado à COP. inclusive emissão de ofícios. deverão ser devolvidos àquele que os solicitou. os processos. arquivo dos processos de registros e denúncias referentes a estes. Assessoria Técnica da CEARQ (Câmara especializada de Arquitetura): Quando o objeto da informação do processo necessitar de apreciação pela CEARQ. Assessoria Técnica da CEGEM (Câmara especializada de Geologia e Engenharia de Minas): Quando o objeto da informação do processo necessitar de apreciação pela CEGEM. É Responsável também pela guarda momentânea de processos. Assessoria Técnica da CAC (Câmara especializada de Engenharia Civil): Quando o objeto da informação do processo necessitar de apreciação pela CAC. Assessoria Jurídica da Presidência: Órgão responsável pelo apoio jurídico a todo o CREA-RJ. relacionamos abaixo os principais encaminhamentos: Porém. em função de prazos concedidos para a regularização de exigência. após a obtenção de todas as informações. Assessoria Técnica da CEEQ (Câmara Especializada em Engenharia Química): Quando o objeto da informação do processo necessitar de apreciação pela CEEQ. Assessoria técnica da CAI (Câmara especializada de Engenharia Industrial): Quando o objeto da informação do processo necessitar de apreciação pela CAI.EXT. • CTE Coordenadoria Técnica: Quando o objeto da informação do processo necessitar de apreciação por mais de uma Câmara especializada. 86 • CAC • CAI • CEGEM • CEARQ • CEEE • CEAG • CEEQ • CAT • SGE/AJP .

AI. II. bem como demais assuntos inerentes a autos de infração. orientamos que. Não obstante a isto. bem como proporcionar a elaboração de resposta detalhada ao denunciante sobre a ação desenvolvida pela fiscalização. (*) É importante o fiscal conscientizar-se de que. ou seja: Denúncia de obra --> Procedimentos de visita. além do relatório fotográfico deverão ser apurados os responsáveis técnicos e o tempo da construção. tendo em vista a suposição de existência de alguma infração à legislação profissional. Divisão de Dívida Ativa CONSIDERAÇÕES FINAIS: A título de esclarecimento. Todo RV / auto de infração gerados. obra Denúncia de empresa --> Procedimento de visita… empresa. guardado em local apropriado. quando o caso assim exigir. a guarda de todos os documentos em seu poder. poderá deixá-lo junto aos seus documentos. Dependendo do tipo de denúncia apresentada. etc. cabe ao fiscal. Cadastramento. se o fiscal julgar que não seja necessário transitar com o processo para informá-lo.ART GAD/DIATI Responsável por atualizações cadastrais em leigos.EXT. verificação de dados e baixas nas ART. deverão ser obedecidos os seguintes critérios: I. que. Apuração de denúncia ---> Ato fiscalizatório direcionado. indicando necessidade de ação mais abrangente no local. 19) ORIENTAÇÃO PARA INFORMAÇÃO DENÚNCIAS / SOLICITAÇÕES DE VISITAS: E ENCAMINHAMENTO DE Visa o presente orientar a todos os fiscais quanto ao funcionamento e sistemática da informação de denúncias diversas. 87 . III. Dada a característica particular de cada denúncia apresentada.. deverá o fiscal ter atenção para outras possíveis infrações à legislação profissional. deverão ser encaminhados à COP. para posterior informação no documento que originou a denúncia. proceder-se-á a ciência do resultado da fiscalização a COP.. o procedimento a ser utilizado durante a visita deverá ser aquele que se adeqüe ao tipo de fiscalização a ser realizada. o fiscal deverá informar o fato. no local ou proximidades. Neste caso. No atendimento a SV / denúncia que envolva rachaduras com comprometimento de estrutura.• • • COP. Em seguida. Relato de forma minuciosa de tudo que foi apurado visa reunir o maior número de dados possíveis. desencadeado por alguma solicitação (interna ou externa). a fim de subsidiar a análise das Câmaras especializadas. deverá ser elaborado relatório detalhado sobre tudo que foi apurado. embora não sejam objetos da denúncia. como a denúncia ‚ uma fiscalização provocada por algum agente externo ao departamento. devem ser fiscalizadas caso não implique em alteração na programação.. Quanto ao encaminhamento da denúncia e SV gerados.AI CAT.

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