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UNIVERSIDADE NORTE DO PARÁ – UNOPAR OSVALDO

PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR
3º SEMESTRE

Itabuna 2011

OSVALDO NÃO SEI O Q PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR 3º SEMESTRE Trabalho apresentado ao curso Tecnologia em Análise Desenvolvimento de Sistemas Universidade Norte do Pará de e na Itabuna 2011 .

..................6 4.................8 6...........................................................1 Atomicidade...................4 2.............11 ...........7 4............ Vantagens e desvantagens................................................................................................6 3........................................................................4 Durabilidade......................... Polimorfismo....................................................................................................................................SUMÁRIO SUMÁRIO................................................................... Orientação a Objetos...............................................................8 5.....................3 1........................................9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................3........ Pilha.........5 3..... Alocação encadeada............................................................................7 4.......................6 3............................................2 Duplamente encadeada....................7 4...........................................................................................................................................................................................................................................................................1 Simplesmente encadeada..........................................................................................3 Isolamento......... ACID.........................7 4........................ Fila.....................2 Consistência.....4 3......................................................................................................................

2. assim todas as inserções de novos elementos na fila são realizadas em uma extremidade (fim da fila) enquanto todas as remoções são feitas na outra extremidade (começo da fila). • Comumente usados em circuitos eletrônicos de buffer e controle de fluxo.1. Exemplos da informática: • Empregada por impressoras para saber a ordem de impressão de documentos. ----->> entrada <<----saída Figura 1a: representação gráfica de Fila. • Fila de processos de um sistema operacional. Figura 1b: representação gráfica de Fila. Pilha 4 . Exemplos do cotidiano: • Manter a ordem de chegada de pessoas a serem atendidas em uma fila de banco. onde o primeiro elemento que entra na fila é obrigatoriamente o primeiro a sair. Fila É uma estrutura linear do tipo FIFO (First In/First Out).

onde as peças dessa corrente estão 5 . • Um entregador de pizzas experiente provavelmente organizará as pizzas de acordo com a sua rota de entrega. Exemplos da informática: • Empregada por compiladores para conversões de uma forma de expressão para outras ou análise sintática de expressões.É uma estrutura linear do tipo FILO (First In/Last Out). assim todas as inserções e remoções de elementos são realizadas na mesma extremidade (fim da pilha). <<<---------------entrada e saída Figura 2a: representação gráfica de Pilha Figura 2b: representação gráfica de Pilha Exemplos do cotidiano: • Limpar uma estante de livros mantendo a ordem original da organização dos livros. assim é possível empilhar os livros do último ao primeiro sem perder a ordem. • Calculadoras que utilizam a Notação Polonesa Reversa utilizam pilha para expressar seus valores. Esses blocos são encadeados (ligados) por ponteiros. blocos de programas e afins. 3. Alocação encadeada Listas são estruturas de dados que contém um conjunto de blocos de memória que armazenam dados. onde o primeiro elemento que entra na pilha é obrigatoriamente o último a sair. posfixa ou infixa. formando uma espécie de “corrente”. podendo ser representadas de forma prefixa.

3.1 Simplesmente encadeada Listas simplesmente encadeadas possuem um único ponteiro. já que um encadeamento mal feito pode-se perder toda a lista por possui apenas um ponteiro. Isso possibilita “andarmos” para “frente” e para “trás” ao longo da lista. maior confiabilidade e menor risco de perda acidental da lista. um para o próximo elemento e outro para o anterior (ant e prox respectivamente).ligadas umas as outras. Figura 3: representação gráfica de lista simples encadeada 3. que apontará para o próximo elemento da lista. Figura 4: representação gráfica de lista dupla encadeada 3. que no caso da simplesmente encadeada a manipulação é mais perigosa. Vantagens e desvantagens A lista duplamente encadeada é mais vantajosa.2 Duplamente encadeada Uma lista duplamente encadeada possui 2 ponteiros em cada nó. 6 . pois tem maior facilidade de controle da lista. A desvantagem é maior gasto de espaço em disco (2 nós a mais) que a depender da aplicação e performance da máquina pode não interferir no desempenho. O encadeamento de listas pode ser de dois tipos: simplesmente encadeada e duplamente encadeada. 3.

4. a base de dados não deve refletir resultados parciais da transação. 4. após o término de uma transação (commit ou abort).1 Atomicidade Trata o trabalho como parte indivisível (atômico). 7 . 4. entre outras coisas. é um conceito utilizado em ciência da computação para caracterizar uma transação.2 Consistência Regras de integridade dos dados são asseguradas. as transações não podem quebrar as regras do Banco de Dados. ou nada é feito. Ou todo o trabalho é feito. Operações exteriores a uma dada transação jamais verão esta transação em estados intermediários. ou seja. Ou seja. O resultado de uma transação executada concorrentemente a outra deve ser o mesmo que o de sua execução de forma isolada. Transação Y altera o nome do cliente. Ex: Duas transações executadas juntas. ACID Acrônimo de Atomicidade. Isolamento e Durabilidade).3 Isolamento Tudo se parece como se o trabalho estivesse isolado. Consistência. 4. A transação deve ter todas as suas operações executadas em caso de sucesso ou nenhum resultado de alguma operação refletido sobre a base de dados em caso de falha.

update ou delete enquanto a transação estiver em andamento todos os dados da tabela serão alocados para aquela transação. maior adequação à arquitetura cliente/servidor. 5. portanto a transação X só poderá ser executada após a conclusão da transação Y. 8 . Duas transações só podem ser simultâneas se elas não alterarem os mesmos dados. desenvolvimento acelerado de sistemas. Ao fazer insert. 4. Esta escolha é feita pelo banco de dados e ele executa primeiro uma transação depois a outra. ciclo de vida mais longo para os sistemas. maior facilidade de comunicação com os usuários e com outros profissionais de informática. pela incorporação de funções prontas. Orientação a Objetos As vantagens de utilizar POO no desenvolvimento de software são: • maior facilidade para reutilização de código e por conseqüência do projeto. • possibilidade do desenvolvedor trabalhar em um nível mais elevado de abstração. possibilidade de se construir sistema muito mais complexos.4 Durabilidade Os efeitos de uma transação em caso de sucesso (commit) são permanentes mesmo em presença de falhas. • • • • • • utilização de um único padrão conceitual durante todo o processo de criação de software.Transação X altera o nome do mesmo cliente.

Figura 5: Polimorfismo O Polimorfismo é um mecanismo por meio do qual selecionamos as funcionalidades utilizadas de forma dinâmica por um programa no decorrer de sua execução. sob certas condições. porém. dependendo do contexto durante a execução do programa. É um princípio a partir do qual as classes derivadas de uma única classe base são capazes de invocar os métodos que. comportam-se de maneira diferente para cada uma das classes derivadas. 6. apenas olhando o código fonte não sabemos exatamente qual será a ação tomada pelo sistema. os mesmos atributos e objetos podem ser utilizados em objetos distintos. pode realizar ações diferentes ao receber uma mesma mensagem. embora apresentem a mesma assinatura. sendo que o próprio sistema é quem decide qual método será executado. Ou seja.• menor custo para desenvolvimento e manutenção de sistemas. Com o Polimorfismo. Polimorfismo É quando um mesmo tipo de objeto. 9 . com implementações lógicas diferentes.

ele será considerado um método polimórfico. Se este método (definido na classe base) se comportar de maneira diferente para as chamadas feitas a partir de uma instância de Vendedor e para as chamadas feitas a partir de uma instância de Diretor. mais que o cálculo deles em uma venda é calculado de formas diferentes.Por exemplo: podemos assumir que uma bola de futebol e uma camisa da seleção brasileira são artigos esportivos. um método de várias formas. ou seja. com um método chamado CalcularVendas. 10 . Outro exemplo: podemos dizer que uma classe chamada Vendedor e outra chamada Diretor podem ter como base uma classe chamada Pessoa.

1999. SUDARSHAN. S. . 238 p. São Paulo Pearson Addison Wesley. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus. Sistema de bancos de dados. Sham. Ramez. WIRTH. Algoritmos e estruturas de dados. 3. 2000. 2002. FORBELLONE. 11 . MORAES. Estruturas de dados fundamentais: conceitos e aplicaçoes. 639 p. Sistemas de banco de dados. ed. Rio de Janeiro: LTC. ed. Henry F. e ampl. 2. São Paulo: Érica. 366 p. André Luiz Villar. 8. ed Sã Paulo: Makron Books do Brasil. São Paulo: Makron Books. ODELL. e ampl São Paulo: Pearson Education. ELMASRI. 255p. ed. Abraham. James. Silvio do Lago. Analise e projeto orientados a objeto. Celso Roberto. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. 4. 195p. KORTH. MARTIN. Makron Books. NAVATHE. 2006. 2004. EBERSPÄCHER. 916p. Thomas H. 2003. PEREIRA. rev. ed. Niklaus. 778 p. Henri Frederico. c2005 724 p. 2. ILBERSCHATZ. Estruturas de dados e algoritmos: uma abordagem didática. Algoritmos : teoria e prática. São Paulo: Berkeley Brasil. James J. 1995.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CORMEN. rev.