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JOSE ROBERTO VICTOR DE OLIVEIRA

SISTEMA PARA CÁLCULO DE BALANÇO NUTRICIONAL E RECOMENDAÇÃO DE CALAGEM E ADUBAÇÃO DE POVOAMENTOS DE TECA - NUTRITECA

Tese apresentada à Universidade Federal de Viçosa, como parte das exigências do Programa de Pósgraduação em Solos e Nutrição de Plantas, para obtenção do título de Magister Scientiae.

VIÇOSA MINAS GERAIS - BRASIL 2003

À minha noiva, Eliane. À minha filha, Elaine. Com amor.

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pelo apoio financeiro durante a realização de todo curso.. iii . À Universidade Federal de Viçosa. estímulo e paciência para vencer as dificuldades enfrentadas durante a realização do curso. À Tectona Agroflorestal Ltda. Schaeffer. pela oportunidade de realização do curso. a seu Diretor-Presidente Vilmar Berté. À Berté Florestal Ltda. por apoiar a realização do trabalho de pesquisa em suas áreas. Aos colegas Gilciano Saraiva Nogueira e Juliano Marcos Possamai.. em particular ao Departamento de Solos. R. e à Guavirá Industrial e Agroflorestal Ltda. Aos conselheiros. Ao engenheiro-agrônomo José Marcos Foloni. pela colaboração e atenção sempre prestadas. pela orientação. em especial.AGRADECIMENTO A Deus. pelas valiosas sugestões na realização do trabalho. pelo inestimável apoio no processamento de dados e na elaboração da versão protótipo do NUTRITECA. Ao professor Júlio César Lima Neves. por te me dado sabedoria. pelo estímulo e incentivo sempre demonstrados. professores Nairam Félix Barros e Hélio Garcia Leite. Ao professor Carlos Ernesto G. pelo apoio e companheirismo demonstrados durante todo o curso.

Aos demais professores e funcionários do Departamento de Solos. incentivo e apoio. pela amizade e pelo simples convívio. direta ou indiretamente. Guilherme Donnagema. José Alberto. Eliane Messias Sousa. pela confiança e paciência demonstradas ao longo de todo o curso. Gilmar do Amaral.À minha queridíssima noiva. Sebastião Marcos e Marcelo. Eliane Clemente. contribuíram para a realização deste trabalho. A todos que. Nascimento. Clístenes W. iv . Alexandre Bertola. pelo amor. pelo carinho. Aos amigos e colegas de Departamento de Solos e de Engenharia Florestal. Aos meus familiares e aos da minha noiva.

Em 2000. Fertilização e Manejo de Solos Florestais. filho de Jaime Victor de Oliveira e Agostinha Rodrigues de Oliveira (in memoriam). foi contratado pela Berté Florestal Ltda. pela empresa Agroindustrial Estrela S.. em 2001. v . MT. contratado pelo SENAR/FAMATO. Em agosto de 1999. foi contratado como Responsável Técnico pela empresa Unipan Florestal Ltda. ingressou na Universidade Federal de Mato Grosso. nasceu em 13 de março de 1969. na linha de pesquisa Nutrição. em Barra do Garças. no município de Dom Aquino. Em 1990. onde concluiu o curso de Engenharia Florestal em agosto de 1995. o No período de 1977 a 1989. onde atua como instrutor na área rural.BIOGRAFIA JOSÉ ROBERTO VICTOR DE OLIVEIRA. iniciou o Programa de Pós-Graduação em Solos e Nutrição de Plantas. em Cuiabá. cursou o 1o e 2 graus na Escola o Estadual de 1o e 2 Grau “São Lourenço”. Em 1996. e. Em outubro de 2002 foi. Mato Grosso. sendo responsável pela implantação de diversos plantios florestais.A. defendendo tese em 7 de maio de 2003. em nível de Mestrado.

.... conteúdos e partição de nutrientes ............ Crescimento............... 2....................................1..................................4...1..................... 2...2............................................... 3................................................ 2....... Calagem ........................................ RESULTADOS E DISCUSSÃO ............................ produção de biomassa e requerimento de nutrientes pós-desbaste .... INTRODUÇÃO.... 3..................... Preparo e análises do material vegetal e do solo.1.... ABSTRACT.....4........................................................4...........4........... 3....... 2.......... viii x 1 6 8 9 9 11 11 12 14 16 19 22 22 31 33 vi ...................... Características dendrométricas e produção volumétrica.............. Procedimentos de campo ...........3.......................1........ Variáveis calculadas........ Balanço nutricional .... 2..................................................CONTEÚDO Página RESUMO .... MATERIAL E MÉTODOS........... 2........4... 1.................. Produção e partição de biomassa ................. Fundamentos do NUTRITECA ................................................. 2............. Subsistema planta .....2....... Teores..............4................................................... 2................................................................ 3... 2.......................................2.......................................3.. 2.. Subsistema solo ..................................................4................................3..............................3........

..............1. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................6........... 3... Estimativa dos requerimentos de nutrientes.... Eficiência de utilização de nutrientes (CUB) .1...................1... 3..................6.1.. CONCLUSÕES..1................... Balanço nutricional e recomendação de adubação............... Estimativas de conteúdo de nutrientes nos componentes das árvores e na serapilheira....2..............6.. 3...4..1......................... 3.............. Exemplo do sistema... Subsistema planta .. 3................2..6........ 37 49 52 57 59 60 60 62 65 65 66 68 73 74 vii ..........................................................................6..2.1...5.......... 3.6....5.........2.......Página 3..6......................................6...................1.. Informações utilizadas para a parametrização do NUTRITECA. 3...... Análise de sensibilidade. Cálculos do volume e estimativas de densidade do tronco e de biomassa de componentes das árvores 3......... 4...2.. 3............3.....6.....4...... Balanço de nutrientes nos plantios.......6... 3...... 3...............3.........1. 5.... Avaliação do NUTRITECA.1.................... Sustema solo ...............................1..

nas camadas de 0-20. a produção de biomassa e sua partição nos componentes das árvores e serapilheira.. que se baseia no balanço entre as quantidades de viii . e calculadas as quantidades de nutrientes em formas disponíveis ou trocáveis no perfil de solo. Conselheiros: Nairam Félix Barros e Hélio Garcia Leite. Sistema para cálculo de balanço nutricional e recomendação de calagem e adubação de povoamentos de teca – NUTRITECA.RESUMO OLIVEIRA. Universidade Federal de Viçosa. de florestas plantadas em condições tropicais. Neste trabalho. MS. José Roberto Victor de. Orientador: Júlio César Lima Neves. Foram também realizadas análises físicas do solo e avaliados seus teores de nutrientes. nas idades de 20. além da eficiência de utilização de nutrientes para a produção de lenho e de tronco. 20-40 e 4060 cm. 41 e 53 meses. bem como a composição nutricional. avaliaram-se a distribuição diamétrica e hipsométrica das árvores nos povoamentos. os conteúdos e a partição de nutrientes. maio de 2003. O adequado manejo nutricional é condição necessária à obtenção de altas produtividades. desenvolvido com povoamentos jovens de teca (Tectona grandis) em três localidades do Estado do Mato Grosso. Esses dados subsidiaram o desenvolvimento de um sistema de recomendação de calagem e adubação para plantios de teca (NUTRITECA). bem como da sustentabilidade da produção.

Foram obtidos valores dos parâmetros da função de Weibull. e embora deva ser aperfeiçoado para fósforo e para os micronutrientes ferro. A taxa de crescimento volumétrico e de produção de biomassa de plantios jovens de teca foi influenciada pelas condições do sítio florestal e pela idade das árvores. Equações que modelam esse relacionamento foram desenvolvidas. crescente com a idade. A partição de carbono e de nutrientes minerais para a copa decresceu com a idade das árvores. foi de 500 kg/m3. aos 53 meses. no Estado do Mato Grosso.nutrientes demandadas pelas árvores para a obtenção de definida produtividade e o suprimento de nutrientes pelo solo. pode ser utilizado com sucesso para a recomendação de fertilização mineral em plantios de teca. O sistema NUTRITECA mostrou-se satisfatório quanto à estimativas de produção volumétrica e de biomassa. A densidade da madeira em plantios jovens de teca. Foram determinados valores de eficiência de utilização (CUB) de nutrientes para a produção de lenho e de tronco. úteis para a estimativa de demanda nutricional com vistas a obter definida produtividade esperada. manganês e cobre. aumentando no tronco. úteis para subsidiar o desbaste de árvores de teca nas condições dos sítios estudados. aproximadamente. ix . s bem como quanto aos conteúdos estimados de nutrientes no lenho ou no tronco.

NUTRITECA. Committee Members: Nairam Felix de Barros and Helio Garcia Leite. 20-40. System for nutritional balance calculation and liming and fertilization recommendation for teak stands . Jose Roberto Victor de. based on the balance between the amounts of nutrients required by the trees to obtain defined productivity and the supply of nutrients by the soil. These data helped develop a system of recommendation of liming and fertilization for teak plantations (NUTRITECA). Soil physical analyses were also carried out and soil nutrient contents evaluated in 0-20. Adviser: Julio Cesar Lima Neves. and nutrient utilization efficiency for the production of timber stem and stemwood. biomass production and partition in the tree and serrapilheira components. The rate of volumetric x . M. at 20. This work was carried out in young teak stands (Tectona grandis) at three Mato Grosso localities. Universidade Federal deViçosa. Available and exchangeable nutrient amounts in the soil profile were also calculated. as well as nutritional composition. An adequate nutritional management is a necessary condition for obtaining high productivity as well as production sustainability of forests planted under tropical conditions.ABSTRACT OLIVEIRA. May 2003. and 40-60 cm layers. 41 and 53 months of age to evaluate the diametric and hypsometric distribution of the trees. nutrient contents and partition.S.

which increased with age. increasing in the trunk.growth and biomass production of young teak plantations was influenced by the forest site conditions and age of the trees. and copper. this system may be utilized successfully for recommendation of mineral fertilization in teak plantations. Although it must be improved for phosphorus and for the micronutrients iron. were determined. Wood density in young teak plantations. useful for estimating nutritional requirements aiming to obtain expected defined productivity. at 53 months of age. useful for teak tree thinning under the conditions of the Mato Grosso sites studied. manganese. Weibull function parameter values. was nearly 500 kg/m 3. The NUTRITECA system was found to be satisfactory for volumetric and biomass production estimates as well as for the estimated contents of nutrients in timber or trunk. Carbon and mineral nutrient partition for the crown decreased with the age of the trees. Nutrient utilization efficiency values for timber and trunk production. were obtained. Equations modeling this relation were developed. xi .

além de ser considerada uma das madeiras mais belas que existem (Lamprecht. 1993). sendo que a demanda mundial não é totalmente atendida. Os principais mercados consumidores são 1 . 1991). entre 9o e 25º de latitude norte e 73o e 104º de longitude Oeste. 1990). A madeira de teca é utilizada para as mais diversas finalidades. ocorrendo naturalmente na Índia. durabilidade. A teca se destaca por ser uma das mais antigas madeiras utilizadas no comércio mundial. e para interiores luxuosos e mobiliário de alto valor (Lamprecht. em Myanmar (ex-Birmânia) e parte norte da Tailândia e Laos. nativa das florestas tropicais do sudeste asiático. 1990). sendo altamente apreciada em razão de sua qualidade.1. Também é utilizada como matéria-prima. destacando-se seu uso na construção naval (no convés e no casco). em 1993. sendo também demandada. altamente apreciada na indústria de laminados e compensados. em outros países. a espécie foi introduzida a partir da Índia (White. 1991). sua resistência e suas excelentes propriedades físicas e mecânicas. foi de 3. Na Indonésia e na ilha de Java. na fabricação de postes e dormentes. O mercado da teca. INTRODUÇÃO A teca (Tectona grandis) é uma árvore de grande porte. como lenha e carvão de origem vegetal (Cardoso.5 milhões de metros cúbicos comercializados (Dupuy e Verhaegen.

a literatura registra que para produzir madeira de boa qualidade a teca requer um período marcadamente seco.500. em grande escala. a teca é cultivada em praticamente todo o Estado do Mato Grosso. em 1971. A cotação da madeira de teca no mercado internacional pode variar de US$180. bem como em temperatura de 2o a 48o C.00 o metro cúbico. A teca se desenvolve bem em um clima tropical úmido e quente. Holanda. a temperatura média é de 25º C e com três a quatro meses de período seco. o seu melhor crescimento é verificado em regiões cuja precipitação pluviométrica varia entre 1. e não sejam sujeitas a geadas (Mascarenhas e Muralidharan. boa adaptação à condições climáticas locais.500 a 2. Também. O reflorestamento com teca vem sendo praticado. Oceania.A. Estado do Mato Grosso. estima-se que a área plantada com teca seja de 60. além de alguns países do Oriente Médio. No entanto. No Estado do Mato Grosso.000 ha.5 milhões de hectares. Atualmente.750 mm. África e América. citado por Monteuuis et al.. dependendo do seu diâmetro e da sua coloração. além de produzir uma madeira que s alcançava bons preços no mercado internacional.Inglaterra. na região de Cáceres.000 mm. de três a cinco meses ao ano. embora possa crescer sob ampla diversidade de condições climáticas e edáficas (Hedegart. incluindo plantios estabelecidos na Ásia. França. no qual a precipitação pluviométrica deve ser menor que 50 mm/mês (Kaosa-Ard. Dupuy (1990) afirma que a área plantada é estimada em 2. a temperatura mínima de 15 a 20 ºC. Dinamarca.. os plantios de teca foram iniciados. a teca é cultivada em locais em que a precipitação varia de 1.750 mm. 1995). sendo que a expansão dos plantios. 1986.240 e 3. 1986). 1993). No Brasil. Atualmente. com diversas espécies nativas e exóticas. em fase experimental. cujo início foi a partir da década 2 . após trabalho desenvolvido pela empresa Cáceres Florestal S. que demonstrou bom crescimento. no Estado do Mato Grosso. África do Sul e China. Estados Unidos. havendo registros de seu cultivo em regiões com precipitação anual em torno de 600 mm e até acima de 5. há mais de uma centena de anos. Essa empresa constatou que a região oferecia excelentes condições para o seu cultivo.00 a US$3. em temperatura máxima de 35 a 40 ºC.

além de produtores rurais. em solos férteis e profundos. forma da árvore e características tecnológicas e estéticas da madeira (Kaosa-Ard. Do ponto de vista fitossanitário. ainda não existem evidências de ataque de pragas e mesmo de doenças nos plantios estabelecidos. na Índia. Dupuy e Verhaegen. a grande variabilidade na produção de sementes viáveis de um ano para o outro. dotados de adequada umidade. a madeira oriunda do segundo desbaste. para atender a reposição florestal obrigatória. Na Tailândia. quando não há competição com ervas daninhas e quando conta com amplo espaço lateral. Embora já exista tecnologia suficiente para adotar a propagação vegetativa assexuada. fato que envolve alguns problemas. tradicionalmente.de 80. Nesse Estado. O plantio da teca. tais como: o número limitado de sementes viáveis produzidas por árvore. que ocorre por volta do décimo ano. apresentam-se muito variáveis quanto a crescimento. na Tailândia e Myanmar (ex-Birmânia). 3 . e os indivíduos. a madeira tem valor comercial mais elevado. a teca pode alcançar cerca de 68 cm de diâmetro à altura do peito (DAP) aos 60 anos. Do terceiro desbaste em diante. esta técnica ainda não é utilizada pelas empresas que atuam no Estado do Mato Grosso. é realizado pelo uso de mudas obtidas mediante propagação sexuada. enquanto em sítios de qualidade média leva quase 150 anos para crescer o mesmo tanto. por intermédio de sementes. particularmente no Estado do Mato Grosso. 1993). é utilizada para lenha ou para fabricação de pequenos utensílios e brinquedos. que ocorre em torno do quinto ano. e Xylentes ceramicus. foi e vem sendo realizada por inúmeras empresas do setor. mesmo de mesma progênie. O crescimento da teca cultivada é muito rápido. a madeira de teca oriunda do primeiro desbaste. é utilizada como laminados para fabricação de móveis. principalmente nos primeiros anos de cultivo (Mascarenhas e Muralidharan. 1993). embora esses autores registrem que as árvores de teca possam ser atacadas por mais de 50 tipos de insetos – com destaque para Hyblacea puruea e Hepalia marcheralis. no Brasil. de plantios sob fomento florestal. Já. e sob condições desfavoráveis as árvores atingiriam esse DAP entre 250 a 300 anos (Cardoso. podendo ser utilizada de acordo com as demandas do mercado. 1986. 1991).

plantados em áreas de savanas.4 m. entre 7 e 11 m3/ha/ano. para os povoamentos desta espécie. cada vez mais. cabendo ressaltar a carência de trabalhos nessa área para as condições de cultivo dessa espécie no Brasil. visto que as empresas e os produtores rurais buscam. os plantios foram estabelecidos nos mais diferentes tipos de solos. nesses trabalhos foram avaliados somente os teores de nutrientes nas folhas. nesse plantio o DAP médio das árvores era de 18 cm. Espera-se que com a adoção de novas técnicas de cultivo e manejo dos plantios essa produtividade possa ser aumentada. bem como da 4 . Foram encontrados dois trabalhos (Silva. os valores de Incremento Médio Anual (IMA) de tronco.4 m2/ha. em média. AB igual a 24. Nesse Estado. árvores de teca. a altura média (Ht) de 17 metros e a área basal (AB) de 22 m2/ha. na Nigéria. No Panamá. mais freqüentemente. bem como o ciclo de colheita possa ser diminuído. em áreas que se estendem desde a região amazônica até os cerrados. e acumularam 120 t/ha de C. alcançam DAP de 46 cm e altura de 25 m. tem-se IMA de 15 m3/ha/ano. estes embora sejam dotados de boas características físicas são geralmente de baixa fertilidade. No norte da Nigéria. em que o estado nutricional e o crescimento de plantios de teca foram relacionados com fatores do solo. de plantios manejados com desbastes. além de um produto de boa qualidade. um dos fatores que devem limitar o crescimento e a produtividade da teca é a nutrição mineral. 2003). apresentaram. Na região de Cáceres. Ht de 20. Desta forma. ambos desenvolvidos no Estado do Mato Grosso. é cada vez maior a necessidade de conhecimento mais acurado da quantidade de nutrientes que devem ser adicionados ao solo. era de se esperar que os problemas relacionados à nutrição fossem surgindo ao longo do tempo. Nesse contexto. Serigatto. considerando o volume total do tronco nos vários desbastes e até os 25 anos. não desbastados. aos 20 anos. Assim. Estado do Mato Grosso. Nesses plantios. 2000). Entretanto.FAO (1975) cita alguns dados de uma plantação de teca com 12 anos de idade. elevadas produtividades em tempo relativamente curto. plantios de teca (624 árvores/ha). 2000.. variam. 87% alocados na parte aérea (Kraenzel et al.

época e da maneira mais adequadas de aplicação. sendo necessário dispor de dados sobre a eficiência de utilização de nutrientes para a produção de lenho e de tronco. um exemplo desse tipo de sistema é o NUTRICALC (Barros et al. 2000).. e da partição de biomassa e de nutrientes para os demais componentes das árvores. no Brasil. levando também em conta a serapilheira (Barros et al. objetivou-se a obtenção desses dados para plantios jovens de teca. bem como desenvolver um sistema de recomendação de fertilização para a teca. 5 . Para plantios de eucalipto. Para o bom desempenho desses sistemas. nas condições do Estado do Mato Grosso. Essa adição ou reposição de nutrientes pode ser quantificada mediante sistemas baseados em filosofia de balanço nutricional entre a demanda pelas árvores para uma dada produtividade esperada e o suprimento pelo solo (Neves.. 2000). é fundamental que se obtenham boas estimativas da demanda de nutrientes pelas plantas. que vêm sendo utilizado pelas maiores empresas do setor. Neste trabalho. com base no balanço nutricional. 1995). de modo a satisfazer as necessidades nutricionais da teca e também para que haja sustentabilidade de sua produção.

Sistema para cálculo de balanço nutricional e recomendação de calagem e adubação de povoamentos de teca. bem como os conteúdos de nutrientes e respectivas partições. As áreas de campo estudadas situavam-se: a) no município de Tangará da Serra: Fazenda Alvorada. bem como as características de cada local. de propriedade da TECTONA AGROFLORESTAL. esses dados e informações obtidos foram utilizados para subsidiar o desenvolvimento do NUTRITECA . c) no município de Juruena: Fazenda Vitória. além dos valores de eficiência de utilização desses. b) no município de São José do Rio Claro: Fazenda Apasa.2. 6 . Na segunda. A seguir. de propriedade da GUAVIRÁ INDUSTRIAL E AGROFLORESTAL. foram determinadas a produção e partição de biomassa. que se baseia em filosofia de balanço entre o suprimento do nutriente pelo solo e sua demanda para uma definida produtividade esperada. desenvolvida em plantios jovens de teca localizados em três locais no Estado do Mato Grosso. são apresentadas informações sobre os plantios. MATERIAL E MÉTODOS O trabalho compreendeu duas etapas. Na primeira. de propriedade da BERTÉ FLORESTAL.

conforme a classificação de Koppen. A temperatura média anual é de 24º C.250 mm. com quatro meses secos. A precipitação pluviométrica anual é de 1. de maio a agosto. no espaçamento 3. A temperatura média anual é 24º C.Tangará da Serra O plantio foi realizado nos meses de outubro a dezembro de 1998. A topografia é plana e a classe de solo predominante na área é o Latossolo vermelho-amarelo. São José do Rio Claro O plantio foi realizado em dezembro de 1997.750 mm. de textura média. e 100 kg/ha de KCl. A precipitação anual média é de 2.5% FTE Centro-Oeste. 7 . 4 t/ha de calcário. com quatro meses secos. altitude média 350 m. sendo a altitude média de 387 m. A área localiza-se a 13º 25’ 52’’ latitude Sul e 56º 45’ 06’’ longitude Oeste. O clima é do tipo Ami tropical. A área apresenta topografia suave ondulada e a classe de solo predominante é o Latossolo Roxo.4 m. sendo janeiro. fevereiro e março os meses mais chuvosos. no espaçamento 3 x 2 m. 80 kg/ha de fosfato reativo ('Arad'). 50 g/cova de NPK 4-14-8. A vegetação é a composta de mata de transição entre floresta amazônica e cerrado. A área está localizada a 14º 04’ 38’’ latitude Sul e 57º 03’ 45’’ longitude Oeste.5 % de 'FTE Centro-Oeste'. de junho a setembro. quente e subúmido. adicionando-se ainda 200 g/cova de NPK 4-20-20 mais 0. 500 kg/ha de fosfato de araxá. A vegetação é composta de mata de transição entre floresta amazônica e cerrado. após dois anos – 200 g/cova de NPK 4-20-20 + 0. após um ano – 2 t/ha de calcário e 110 kg/ha de gesso agrícola. fevereiro e março. O clima é tropical quente e subúmido. concentrada em janeiro.0 x 2. A fertilização empregada consistiu de: inicialmente. 100 kg/ha de KCl.

as amostras também foram pesadas. com atividade de argila e saturação de bases baixas. 2. em cada parcela. a árvore média. no espaçamento de 3 x 2 m. Procedimentos de campo Em cada área foram estabelecidas três parcelas de 30 x 30 m.50 m). Com base no CAP.1. A seguir. foram separados os componentes das árvores (tronco. 20-40 e 40-60 cm). a partir de 15 amostras simples por parcela. No campo. não hidromórfico. A temperatura média anual é de 23 a 26º C. com três meses de seca. de junho a agosto. altitude média 300 m. mediante 15 amostras retiradas da região da linha e entrelinha. A cobertura florestal antecessora era a Floresta Ombrófila aberta submontana. janeiro e fevereiro. galhos e folhas) que foram pesados e amostrados. que foi abatida e submetida à cubagem rigorosa. A topografia da área é suave-ondulada. num total de nove parcelas. Foram coletadas amostras compostas de solo (0-20.750 mm. A área situa-se a 10º 19’ 46’’ latitude Sul e 58º 29’ 43’’ longitude Oeste. selecionou-se. bem a moderadamente drenados. é do tipo Ami quente e úmido.Juruena O plantio foi realizado de outubro a dezembro de 1996. foi realizada a medição da circunferência a 1. segundo Köppen. O solo predominante é o Argissolo amarelo.500 a 2. A precipitação pluviométrica anual é de 2.3 m de altura (CAP) e da altura total (Ht) de todas as árvores das parcelas. A textura da camada superficial varia de franco-arenosa a franco-argilo-arenosa.50 x 0. O clima. A serapilheira foi coletada com o auxílio de gabaritos (0. apresentando um horizonte B textural. mais concentrada em dezembro. em cada parcela. 8 .

manganês e cobre. Preparo e análises do material vegetal e do solo As amostras foram secas em estufa a 70°C por 96 horas.2. Zn. cálcio e magnésio. O B foi determinado. potássio. Variáveis calculadas Com base nas árvores médias foram calculados os volume de tronco e de lenho. sendo relacionadas com a idade dos plantios. 9 . As densidades de lenho e de tronco foram determinadas ao se dividir a biomassa desses componentes pelos volumes respectivos. colorimetricamente.2. Na TFSA foram feitas análises químicas de rotina. Mg. e depois pesadas. Nos extratos da mineralização nítrico-perclórica foram determinados P (colorimetria). Mn e Cu (espectrofotometria de absorção atômica). A análise física consistiu na determinação de areia grossa. Com os valores de umidade e do peso de matéria fresca das amostras de todos os componentes das árvores. após calcinação do material vegetal. zinco. K (fotometria de emissão de chama). segundo EMBRAPA (1997). 2. silte e argila. foram obtidos os valores da matéria seca de cada componente e da serapilheira. mediante cubagem rigorosa. Nas amostras de tronco foram separadas casca e lenho. mediante equações de regressão. acidez trocável (Al3+). Subamostras do material vegetal foram moídas e mineralizadas. Ca. determinando-se pH em água. acidez potencial (H+Al). O Incremento Médio Anual (IMA) de lenho e de tronco foram calculados a partir do quociente entre o volume do respectivo componente e a idade do povoamento de cada local. fósforo. As biomassas secas dos componentes das árvores e da serapilheira foram calculadas em função dos respectivos pesos de matéria fresca obtidos nos campo e dos valores de umidades obtidos em laboratório. Nos extratos da mineralização sulfúrica determinou-se o N (Kjedahl).3. carbono orgânico e Premanescente. S (turbidimetria de sulfatos). ferro. areia fina. Fe.

sendo que os valores dos parâmetros e γ foram obtidos a partir do ajustamento dessa função aos dados de distribuição diamétrica provenientes do software SifCub2000. além da distribuição diamétrica.25 m2). e por 1667 (nos plantios de São José do Rio Claro e de Juruena). foram multiplicados por 1389 (no plantio de Tangará da Serra).. mediante o processamento dos dados no software SifCub 2000 (Leite. A partição de biomassa e de conteúdos de nutrientes nos componentes das árvores e serapilheira foram determinadas em relação aos respectivos somatórios nesses componentes mais os valores referentes à serapilheira. Para P.e(-(DAP/â)^ã). Mg foram obtidos os respectivos balanços no sistema solo (0-60 cm) – planta.Os conteúdos de nutrientes nos componentes da árvore foram calculados em função do produto das respectivas biomassas secas pelos seus teores de nutrientes. A biomassa da serapilheira e seu conteúdo de nutrientes por hectare foram obtidos a partir da extrapolação dos valores determinados na área do gabarito (0. Esses conteúdos. 2000). 1986) para a produção de lenho e de tronco. por árvore. 10 . K. A freqüência de árvores em cada classe de diâmetro foi estimada utilizando a função de densidade de probabilidade Weibull: F(x)=1 . O Coeficiente de Utilização Biológica (CUB) de nutrientes (Barros et al. de modo a obter os conteúdos de nutrientes por hectare. fazendo-se uso dos teores de nutrientes nessas camadas e das respectivas taxas de recuperação pelos extratores. Ca. Com base nos dados de CAP e Ht também foram calculados os volumes com e sem casca. foi determinado pela relação biomassa/conteúdo do nutriente.

2.4. Fundamentos do NUTRITECA

2.4.1. Calagem

No NUTRITECA a Necessidade de Calagem (NC) pode ser obtida pelo método da neutralização do Al3+ e da elevação dos teores de Ca2+ + Mg2+ (Alvarez V. & Ribeiro, 1999) ou pelo método da Saturação por Bases (Raij et al., 1983). Pelo primeiro, a NC é obtida pela equação: NC = Y [ Al3+ - (mt. t/100)] + [ X – ( Ca2+ + Mg2+)]

em que Y = valor relacionado à capacidade tampão do solo, variável com a textura ou com o P remanescente (P-rem, Alvarez V. et al., 1993); Al3+ = acidez trocável, em cmolc /dm3; mt = máxima saturação por Al3+ tolerada pela cultura, em %; para a teca, sugere-se mt = 10%; t = CTC efetiva, em cmolc/dm3; X = valor relacionado à exigência da cultura em Ca e Mg, em cmolc/dm3; sugere-se 2,5 para teça; e Ca2+ + Mg2+ = teores de Ca e de Mg trocáveis, em cmolc/dm3 .

Neste método, objetiva-se: corrigir a acidez do solo – considerando a tolerância da cultura à acidez trocável (mt) e a capacidade tampão do solo (Y); e elevar a disponibilidade de Ca e de Mg de modo a satisfazer as exigências da cultura nesses nutrientes (X). O outro método, o da saturação por bases, está baseado na relação significativa existente entre a saturação por bases e o pH (Raij et al., 1983). A elevação, mediante a calagem, da saturação por bases atual do solo (Va) a um valor esperado ou desejado (Ve), eleva o pH até valor adequado para a cultura. Assim, a NC é obtida por:

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NC = (Ve – Va) T / 100

em que Ve = Saturação por bases esperada, em %; para a teca, sugere-se Ve = 65%; Va = Saturação por bases atual do solo = 100SB/T, em %; e T = CTC, a pH 7 em cmolc/dm3.

Os valores de NC obtidos pelos dois métodos podem diferir. Logo, visando auxiliar o usuário na escolha do método mais adequado à situação local, para cada método, o NUTRITECA fornece estimativa do pH a ser obtido após a calagem. A estimativa do incremento do pH causado pela NC é feita em função da acidez potencial (H + Al) do solo, conforme a equação desenvolvida por Mello (2000): ∆pH = -0,0235 + 1,4944 / (H + Al), R2 = 0,814

em que ∆pH = incremento estimado no pH (H2O), em unidade de pH por t/ha de calcário (PRNT 100%), e (H + Al) é expresso em cmolc/dm3. O NUTRITECA prediz o pH a ser atingido (pH final), somando o ∆pH ao pH do solo antes da calagem (pH inicial), portanto: pHfinal = ∆pH + pHinicial. Para a teca, propõe-se que pH (H2O) 6,0, seja adequado.

2.4.2. Subsistema solo

No NUTRITECA, o cálculo da quantidade de nutriente suprida pelo solo é função de seu teor no solo, da taxa de recuperação do nutriente pelo extrator utilizado e do volume de solo explorado pelas raízes.

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Para a teca, a maior concentração de raízes ocorre na camada de 040 cm (Matricardi, 1989). Desta forma, no Sistema é recomendável que o usuário forneça os resultados da análise de solo referentes a duas camadas: 0-20 e 20-40 cm, profundidades que, contudo, podem ser definidas pelo usuário. O Sistema assume que as raízes possam explorar todo o volume de solo da área, abrangido pelas profundidades consideradas. Quanto à taxa de recuperação pelo extrator (TRext, Quadro 1), o NUTRITECA utiliza um valor de 0,500 para Fe e Mn, em razão da carência de estudos nos quais essas taxas fossem determinadas, como também adotado em sistemas de recomendação de adubação para outras culturas,

desenvolvidos no Departamento de Solos da UFV (Mello, 2000; Freire 2001; Prezotti, 2001; Oliveira, 2002; Rosa, 2002; Santos, 2002). Para Ca e Mg, os valores de 0,766 e 0,799, respectivamente, têm sido os adotados nos sistemas referidos, e são os utilizados no Sistema. Para K, esses trabalhos utilizam uma TRext (Mehlich-1 ou Resina) constante e igual a 0,768; no NUTRITECA, entretanto, a TRext para K varia conforme o extrator e com o P-rem, segundo equações desenvolvidas por Possamai (2003), com base em dados obtidos por Morais (1999) para solos de Minas Gerais. As TRext de S e Zn variam com o P-rem (Mello, 2000), e, para P, variam com o extrator utilizado (Mehlich-1 ou Resina) e com a capacidade tampão, expressa pelo P-rem (Mello, 2000; Santos, 2002). Cabe ressaltar que quando não se dispõe do valor de P-rem (mg/L), este é estimado a partir do teor de argila (Arg, em %) pela equação: P-rem = 52,1 - 1,0447 Arg + 0,0055 Arg2 (R2 = 0,700), ou ainda, se Arg não é conhecido, com base na classe de textura: argilosa, média ou arenosa, para as quais os valores de P-rem são considerados iguais a 15, 30 ou 45 mg/L, respectivamente. A quantidade do nutriente que o solo pode suprir é obtida da seguinte maneira: primeiramente faz-se o quociente do teor do nutriente pelo respectivo valor de taxa de recuperação e, a seguir, o teor assim obtido é convertido em quantidade, levando em conta o volume de solo explorado pelas raízes. Portanto, as quantidades de nutrientes supridas pelo solo devem ser entendidas em termos de dose-equivalente.

13

Quadro 1 – Valores de taxa de recuperação de nutrientes (TRext), ou equações que a estimam, pelos extratores utilizados na ánalise de solo
Nutriente P P K K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B
1/

Extrator Mehlich-11/ Resina Resina
2/ 3/

TRext ou Equação respectiva TRext= 0,07 + 0,0122 Prem 4/ TRext= 0,419 Prem0,1281 4/
4/ 4/

R2 0,681 0,694 0,735 Prem2/ 0,734

Mehlich-1
3/

TRext= 0,65 + 0,0063 Prem TRext= 0,66 + 0,0144 Prem TRext = 0,766 TRext = 0,799

-0,000293

KCl 1 mol L KCl 1 mol L Mehlich-1 Mehlich-1 Mehlich-1 DTPA
1/

-1 1/

-1 1/

Ca(H2PO4)2 - HOAc 1/
1/ 1/ 1/

TRext= 0,04 + 0,0057 Prem 4/ TRext= 0,36-0,0023Prem4/ + 0,00012 Prem
2/

0,955 0,932

TRext = 0,500 TRext = 0,500 TRext = 0,775
1/

Água quente

TRext = 0,452

Mello (2000); 2/ Santos (2002); 3/ Possamai (2003); 4/ P rem, em mg/L. Para Zn, Fe, Mn e Cu, considerar as mesmas equações para análise feitas por Mehlich-1 ou por DTPA

2.4.3. Subsistema planta

No NUTRITECA, o sistema planta foi desenvolvido tendo como base a produtividade de tronco ou de lenho desejada por ocasião do 1° desbaste. Com essa produtividade e a idade em que se pretende realizar esse desbaste, tem-se a estimativa do volume de tronco ou de lenho que multiplicada pela respectiva densidade (estimadas pelo Sistema em função da idade, mediante equações) resulta na biomassa de tronco ou de lenho. A biomassa assim estimada é dividida pelo respectivo valor de CUB de cada nutriente, obtendose estimativas das quantidades de nutrientes contidos no tronco ou no lenho. Para obter os valores de biomassa dos demais componentes das árvores e da serapilheira, bem como seus conteúdos de nutrientes, o NUTRITECA utiliza valores de relações entre esses componentes e o tronco ou o lenho, a saber: casca/tronco, copa + raiz/tronco (ou lenho), copa + raiz + serapilheira/tronco (ou lenho). Essas relações foram obtidas nas árvores abatidas neste trabalho, e variam com a idade dos plantios. 14

2002) – e para K.5 e .2 . obtendo-se o requerimento do nutriente pela planta. em razão do ciclo mais longo da teca. A equação utilizada para estimar a TRpl de S foi obtida considerando a equação conjunta derivada das equações propostas e utilizadas por Rosa (2002). este é dividido pela taxa de recuperação pela planta (TRpl) do nutriente aplicado ao solo como fertilizante.Para cada nutriente.em função da capacidade tampão do solo. Zn. Fe. estimada pela respectiva equação do Quadro 2. sendo Fc = 4. A TRpl varia com aplicada. Cu e B. Ca. e considerando aplicação a lanço com incorporação. Mg.04 P-rem (Santos. a dose de P porventura necessária a ser adicionada via fertilização. dose fertilizante. caso esta seja aplicada de modo localizado. para plantas jovens e adultas de coqueiro. é válida para P fornecido mediante fontes solúveis. manejo da fertilização. 2002). de modo a atenuar o decréscimo na recuperação com o aumento da dose aplicada. Rosa. nutriente. Mn.0. 15 . 2002. fonte fertilizante. e reflete a eficiência de absorção pela planta do nutriente fornecido pelo planta. expressa pelo P-rem (Santos. 2002). depois de calculado o balanço entre o requerimento de P pela teca e seu suprimento pelo solo. TRpl = (87. Posteriormente. A utilização de TRpl faz com que o requerimento de nutrientes pela planta seja melhor entendido como sendo em termos de dose-equivalente. dentre outros fatores. adotou-se uma modificação na equação proposta por Santos (2002) para soja. No NUTRITECA. será dividida por um fator de conversão (Fc).0. uma vez obtido seu conteúdo na árvore. e variáveis para P e S . A TRpl é a relação entre a quantidade de nutriente absorvida e a aplicada. A TRpl de P. Para K. em função da dose aplicada (Santos. os valores de TRpl utilizados (Quadro 2) são constantes para N.0042 dose K)/100.

que depende do objetivo da utilização da madeira. e a intensidade de desbaste.Quadro 2 – Valores de taxa de recuperação de nutrientes pela planta (TRpl). Crescimento.837 0.3.8 + 0.0014 Dose K) /100 0. em plantios de eucalipto e de teca tem-se empregado o Método dos Ingressos Percentuais (MIP). Num desbaste. Para a definição da época em que o desbaste deve ser feito. de modo a se ter incremento na produção de madeira para determinada finalidade. com base em Rosa (2002).10 0. dois aspectos são importantes: a idade do primeiro e dos demais desbastes. dose K em kg/ha. visando aumentar o espaçamento para o crescimento das demais.44 Prem ) /100 0.5 e -0. bem como os demais.735 média de plantas jovens e adultas de coqueiro. cuja quantificação é feita por meio do 16 .51 e 0. O método considera a dinâmica do povoamento.65 TRpl= (4.4/ Zn Fe Mn Cu B 1/ 3/ TRpl ou Equação respectiva 0.10 0.4/ K3/ Ca1/ Mg1/ S 1.0347Prem ) /100 TRpl= (87.10 0. 2. idealizado por Garcia (1999). produção de biomassa e requerimento de nutrientes pós-desbaste Num povoamento florestal. ou equações que a estimam. Santos (2002).57 TRpl = (9.10 0.48 0. baseando-se no ingresso sucessivo de árvores em novas classes diamétricas. o desbaste é a retirada parcial de determinado número de árvores. do mercado e do custo de execução.1. Santos (2002) modificado. que estabelece a época mais adequada para realizar o primeiro desbaste.4.10 2/ R2 0. em mg/L. 4/ P rem. utilizados no NUTRITECA Nutriente N1/ P2.

0 cm. Para gerar as equações. o Sistema faz uso de equação ajustada com base na altura total (Ht) e DAP de árvores submetidas à cubagem rigorosa. Para tanto. ou no volume. o NUTRITECA pode simular diferentes intensidades de desbaste em função da AB a ser removida. b) mediante o fornecimento de valores dos parâmetros β (de escala) e γ (de forma) da distribuição de probabilidade Weibull. foram utilizados dados de 30 árvores. O modelo volumétrico foi o de Schumacher e Hall. de remover uma porcentagem de B (por exemplo. tanto por classe de diâmetro como o volume total. Após determinado o momento ótimo para se fazer o primeiro desbaste. submetidas à cubagem rigorosa.ajuste de um modelo de distribuição diamétrica. Neste trabalho. em que Vt é o volume do tronco ou do lenho (m). adotou-se o critério de fazer o controle ou simulação do desbaste em função da área basal. tem-se o momento de se realizar o desbaste.e(-(DAP/â)^ã). ou seja. e DAP é o valor do diâmetro à altura do peito do centro de classe. o sistema trabalha com três opções: a) com base na distribuição diamétrica oriunda de parcelas permanentes de inventário. O modelo hipsométrico utilizado foi LnHt = β0 + β1/DAP+ β2LnHd. com DAP variando de 4. expressa pela equação F(x)=1 . na idade em que o ingresso percentual não for significativo. Para isso. além do número de árvores desbastadas e remanescentes e do volume desbastado e remanescente. em Tangará da Serra.0 a 16. DAP é expresso em cm e Hd é a altura dominante (m). em que Ht é expresso em m. bem como as classes de diâmetro a serem desbastadas para se atingir a B desbastada desejada. em que F(x) é a proporção de indivíduos por hectare em cada classe de diâmetro. fornecida pelo usuário. LnVt = β0 + β1LnDAP + β2LnHt. c) pelo uso de valores de β e γ default do Sistema. 17 . No NUTRITECA. A intensidade de desbaste normalmente é definida com base no número de árvores. ao se entrar com a intensidade de remoção de B obtém-se a B desbastada e a B remanescente. na área basal (B). 20% ou 40%) existente no povoamento. resultando em diferentes valores de AB remanescente.

Mediante o uso de relações entre os conteúdos de nutrientes no tronco (ou no lenho) e nos demais componentes das árvores e serapilheira. Silva (1999) utilizou o modelo de Clutter (Clutter. Em plantios de eucalipto. O modelo é: 18 . bem como a idade em que será realizado o segundo desbaste. o que corresponde a uma TRpl igual a 1 (100%). a partir dos respectivos volumes e da densidade do tronco ou do lenho. Conforme também adotado para o eucalipto (Silva. 1999). o NUTRITECA calcula as quantidades de nutrientes que podem retornar ao solo mediante a decomposição dos resíduos (casca. na idade de realização do desbaste. assume-se que o primeiro desbaste foi efetuado quando a capacidade do sítio. copa. e nos respectivos valores de CUB para os nutrientes. raiz) e da serapilheira são obtidas a partir dos valores de biomassa de tronco ou de lenho e de relações entre estes componentes e os demais. o NUTRITECA considera que todo o conteúdo presente nesses resíduos será recuperado pelas árvores remanescentes na área. 1963). 1998). relações essas que podem ser fornecidas pelo usuário ou utilizados os valores default do Sistema. as remanescentes do primeiro desbaste. raiz e serapilheira). Como esse retorno de nutrientes é gradual. de tronco ou de lenho. é necessário saber o quanto o povoamento irá crescer neste período. e que o crescimento entre este e o segundo desbaste deva ser de modo a que a capacidade do sítio seja novamente atingida só que por um menor número de árvores..O NUTRITECA quantifica a biomassa de tronco ou de lenho exportada. expressa pela B. bem como a remanescente. Com base nos valores de biomassa exportada. e assim avaliar a necessidade de se adicionar nutrientes via fertilizantes. As biomassas dos demais componentes das árvores (copa. Para realizar o balanço nutricional do primeiro até o segundo desbaste. foi atingida. conforme o manejo adotado na colheita. fato que minimiza eventuais perdas por lixiviação e por fixação de P em solos tropicais (Novais et al. o Sistema calcula as quantidades de nutrientes exportadas. para estimar a idade do segundo desbaste.

para um primeiro desbaste aos 64 meses. desenvolve-se trabalho no Departamento de Engenharia Florestal da UFV objetivando definir os valores de α0 e α1. Estando disponíveis os valores de α0 e α1.4. α1 = coeficientes empíricos. B2 = área basal (m2/ha) inicial (em I1) e futura (em I2). e α0. Balanço nutricional O balanço de nutrientes até o primeiro desbaste é calculado pela comparação 1 das quantidades de nutrientes requeridas pela plantas Prof. 2.Ln B2 = Ln B1 (I1/I2) + α0 [1 . Hélio Garcia Leite. São assim utilizados os mesmos valores de CUB e as mesmas relações entre biomassa de tronco ou de lenho (e respectivos conteúdos de nutrientes) e os demais componentes das árvores e serapilheira. B2 é a capacidade de sítio e I1 é a idade de realização do primeiro desbaste. Departamento de Engenharia Florestal. UFV. Para cada nutriente. os conteúdos são divididos pelos valores de TRpl. de modo semelhante ao efetuado para o período entre o plantio e o primeiro desbaste. e de S. calibrados para o sítio florestal. 19 . S = índice de sítio (m). I1. Embora esses valores ainda não estejam disponíveis. obtendo-se seu requerimento. Para a teca.(I1/I2)] S em que B1. I2 = idade (anos) inicial e futura. informações fornecidas1 permitem que se estime em 101 meses a idade do segundo desbaste. a incógnita seria apenas I2.4. já que B1 é o valor remanescente. Raciocínio semelhante ao acima desenvolvido pode ser aplicado a partir do segundo e demais desbastes. comunicação pessoal. O incremento no conteúdo de nutrientes entre o primeiro e o segundo desbaste é calculado em relação ao incremento estimado na biomassa. no Estado do Mato Grosso.(I1/I2)} + α1 [ 1 .

4. descontando as respectivas doses já fornecidas na adubação de "arranque". A escolha da fonte de N. juntamente ao P solúvel. o Sistema limita a dose recomendada em cada parcelamento a 5% da CTC a pH 7. realizadas ao longo dos três primeiros anos de crescimento da cultura. que a adição de pequena dose de N e de K. bem como o retorno de nutrientes liberados pela decomposição dos resíduos. no plantio. Por isso. ou as quantidades aplicadas. o Sistema prevê o fornecimento desses em até três aplicações. como adubação de manutenção. O NUTRITECA recomenda que parte da fertilização seja aplicada no plantio. pode levar em conta. Como. dentre outros aspectos. a necessidade de adição de S. especialmente o eucalipto. sejam maiores do que o requerimento pela planta 20 . por ocasião do plantio. localizada. o NUTRITECA sugere que eles sejam aplicados ou juntamente ao NPK de plantio ou fornecidos na primeira fertilização de manutenção com N e K Realizado o primeiro desbaste. o Sistema sugere a utilização de formulado NPK do tipo 6-30-6. Se houver necessidade de adição de Zn e B. via fonte solúvel. no plantio. como adubação de "arranque".3.(subsistema planta) com aquelas que o solo pode suprir (subsistema solo). proporciona um crescimento inicial ("arranque") mais rápido. Caso o balanço nutricional mostre maior necessidade de P. na dose de 20-30 g/planta P2O5. o Sistema calcula um novo balanço nutricional considerando o incremento na biomassa e de seus conteúdos de nutrientes até o segundo desbaste. provavelmente haverá necessidade de se proceder ao fornecimento de mais N e K. caso este ainda não tenha sido fornecido como acompanhante nos fertilizantes ou corretivos utilizados. as quantidades de Ca e de Mg fornecidas na calagem devem satisfazer o balanço nutricional. Quanto ao K. mostram. Resultados verificados em outras culturas perenes. na maioria das situações. o complemento da dose pode ser fornecido mediante fosfatos reativos. aplicados na linha de plantio. independentemente do balanço nutricional. geralmente. Para tanto. conforme já explicado no item 2. O Sistema sempre recomenda a adição de P. Para cada nutriente. caso o requerimento seja maior do que esse suprimento há necessidade de sua adição por meio de fertilização. Caso as quantidades de nutrientes originalmente existentes no solo. e parte ao longo do crescimento da cultura.

para o período entre o plantio e o primeiro desbaste. Este saldo será utilizado nos cálculos do novo balanço. os mesmos passos descritos logo acima podem ser seguidos. Para o cálculo do balanço nutricional a partir do segundo desbaste. é recomendável que logo antes do desbaste seja feita nova análise de solo. De todo modo. para melhor desempenho do sistema. Também. essa análise poderia atenuar alguma incerteza existente na taxa de recuperação de nutrientes pela planta. ou seja. entre o primeiro e o segundo desbaste. Os resultados assim obtidos devem refletir aspectos não considerados explicitamente no Sistema. 21 . haverá um saldo de balanço. em especial o aporte de nutrientes via atmosfera (chuva e deposição sólida) e os nutrientes liberados mediante queda e decomposição do "litter". como sendo parte do suprimento via solo.

a média de DAP.4%.8 e 10. respectivamente.5 e 18. foram menores em T (10. permitiram calcular as variabilidades dos respectivos crescimentos.1 e 16. média de 11. média de 18. média de 16.9. a altura média.0 e de 18.5 e 19.9 e de 16. 17. Foram assim obtidos. a área basal. Como as mudas utilizadas nos plantios foram oriundas de uma mesma procedência. para DAP e HT. 18.4.6 e 17. para cada parcela. 11. 17.3. São José do Rio Claro (SJ) e Juruena (J). mediante a utilização do software SIFCUB 2000.1 e de 10. além da distribuição diamétrica (Quadros 3 e 4).6.0.2 e 10.9.9 e 18. o DAP médio. RESULTADOS E DISCUSSÃO 3. 11. distintas 22 . Características dendrométricas e produção volumétrica Neste trabalho. a porcentagem de árvores dominantes e de árvores normais.7. As avaliações de diâmetro à altura do peito (DAP) e de altura total (HT) realizadas. As variabilidades.3.9. bem como a população e o arranjo espacial dos plantios foram algo semelhantes.1. a altura dominante.9%) do que em SJ (17. foram processados os dados de diâmetro e altura de todas as árvores de teca das parcelas amostradas nas três localidades. 17. pode-se pensar que as variabilidades no crescimento em diâmetro e em altura.6%). nas três parcelas experimentais de cada uma das localidades estudadas: Tangará da Serra (T). bem como o volume com casca e sem casca.8%) e J (16.1 e 15.3 e 11.

23 59.72 9.m ----------------------.11 17.90 14.---------------.30 20.41 12.50 11.16 49.53 59.74 9.64 22.02 12.55 12.31 10.91 11.09 20.85 11.35 11. em localidades do Estado do Mato Grosso Volume Local Parcela Altura Dominante Média Altura Dap Médio Média Dap Área Basal Tronco Lenho ----------------------.61 9.66 12.3 m de altura (dap).25 10.60 12.43 83.83 11.48 11.29 67.54 9.----.07 11. 3/ 53 meses.52 68.74 9.78 56.35 11.94 12.98 10.60 11.45 12.89 9.48 11.40 10.69 121.97 10.03 14. área basal e volume de tronco e de lenho de árvores de teca.01 77.50 15.91 10.--------------.45 60.40 8. 23 .06 108.29 11.84 11.70 15.13 94.14 44.67 9.62 107.01 55.81 9.41 12.05 9.60 16.m3/ha --------------Tangará da Serra1/ Tangará da Serra Tangará da Serra Média São José do Rio Claro2/ São José do Rio Claro São José do Rio Claro Média Juruena3/ Juruena Juruena Média 1/ 1 2 3 13.12 62.cm ---------------.07 10.69 9.61 50.90 9.32 8.m2/ha ----.01 49.08 55.65 12.10 12. 2/ 41 meses.73 9.26 96.39 12. diâmetro a 1.56 110.Quadro 3 – Altura.13 1 2 3 1 2 3 29 meses.77 68.53 12.51 97.20 12.75 12.37 10.86 11.57 52.66 9.

24 . em localidades do Estado do Mato Grosso Classe de Dap (cm) Local Parcela 00 . 3/ 53 meses. 2/ 41 meses.número de árvores/ha -----------------------------------------------------Tangará da Serra1/ Tangará da Serra Tangará da Serra São José do Rio Claro2/ São José do Rio Claro São José do Rio Claro Juruena3/ Juruena Juruena 1/ 1 2 3 1 2 3 1 2 3 22 - 33 44 44 - 11 67 33 322 356 144 111 33 78 200 311 778 733 767 500 244 178 311 844 922 600 556 356 678 633 511 533 367 122 67 89 22 44 567 556 600 11 133 400 244 78 22 29 meses.14 14 -16 16 .12 12 .04 04 .10 10 .18 ------------------------------------------------------.Quadro 4 – Distribuição diamétrica por parcela em plantios de teca.06 06 .08 08 .

p < 0.88. expressa em termos de porcentagem da área basal total. Com o teor de matéria orgânica (MO). Mg (r = -0. A obtenção da área basal é particularmente importante. Geralmente. onde também há melhor distribuição de chuvas. sendo que os valores de r foram ligeiramente menores do que os acima referidos.90.6 e 21. refletindo sua maior capacidade produtiva.98. pois o NUTRITECA simula os desbastes em função da área basal a ser removida.97 e r = . em florestas plantadas. Ca (r = -0. principalmente das camadas de 0-20 e de 2040 cm.01). a correlação só foi significativa na camada de 0-20 cm (r = -0. Quanto à influencia de condições edáficas. como relações de causa e efeito.05 e r = -0. o que permite esperar um mesmo nível de evapotranspiração. que foram: T (28. e por J. e por conseqüência fornece a área basal remanescente. apesar da menor idade dos plantios em T. tem-se que a região de T é menos chuvosa.95. p < 0.95 e -0.4 e 14. notadamente quanto à água e nutrientes.entre locais. Todos esses relacionamentos foram também verificados para com a variabilidade do crescimento em altura. Em relação ao clima. Isso fica melhor evidenciado pelos valores estimados de incremento médio anual (m3/ha/ano) em volume de tronco (IMATR) e de lenho (IMALH).5) e J (24. contudo.94 e -0. SJ (16.62. as três áreas estudadas possuem altitudes entre 300 e 400 m.8). o DAP.84).01).2 e 24. K (r = -0. mas quanto à precipitação pluviométrica. destacando-se: pH (r = -0.0. AB e os volumes do tronco e do lenho são maiores em T do que em SJ. p < 0. quando comparados os diferentes locais. que é a tendência esperada.01). mas sinalizam aspectos a serem melhor estudados em futuros trabalhos. foram observados relacionamentos significativos da variabilidade em diâmetro com características químicas do solo.9). p < 0. Esses relacionamentos não devem ser entendidos. Percebe-se que a altura. há maior variabilidade do crescimento das árvores sob condições estressantes de meio. reflitam diferenças nas condições edafoclimáticas. p < 0. seguida por SJ.05). p < 0.85 e -0. refletem o efeito conjunto das condições edafoclimáticas do sítio e da idade dos plantios.65. Os sinais negativos dos valores de r indicam associação inversa entre as referidas variáveis e a variabilidade do crescimento. Os valores de dap e de altura (Quadro 3).01) e teor de argila (r = -0. 25 .

foi pouco variável entre os locais (T:11. situando-se na média de 11. de forma contínua. permitindo obter informações sobre a quantidade de indivíduos e o volume. SJ e J. mesmo aos 29 meses.6%). com as freqüências expressas em número de árvores por hectare.8. Neste trabalho.8%. a distribuição diamétrica de árvores. essa distribuição é mostrada nas Figuras 1. bem como o volume remanescente. Contudo. A função Weibull tem sido utilizada para descrever. a ser removido pelo desbaste. assumida neste trabalho como sendo aquela com DAP em torno da média das árvores mensuradas em cada parcela. para cada local estudado. O Quadro 4 mostra a distribuição diamétrica. já se tem expressivo número de árvores na classe de dap entre 12 e 14 cm. sendo os de maior idade dentre os estudados. Quando as avaliações dendrométricas e a produção volumétrica são analisadas com base nos valores obtidos para a árvore média (Quadro 5). Cabe lembrar que os plantios em J possuem 53 meses. a distribuição diamétrica das árvores é informação fundamental. é de: 26 . realizou-se o ajustamento dessa função aos dados de DAP. além do volume total. verificam-se pequenos desvios em relação aos valores obtidos pela consideração de todas as árvores da parcela. possibilitando um adequado manejo por desbastes. expresso em percentagem do volume do tronco.9 e J:11. Assim. o desvio médio verificado quando é comparado com a média do DAP das árvores médias (Quadro 5) com a média de DAP do Quadro 3. para cada uma das parcelas experimentais. evidenciando a alta capacidade produtiva desse sítio florestal. Neste. por classe de diâmetro. é possível verificar que as árvores de menor dap ocorrem em SJ. Como a finalidade principal da exploração de plantios de teca é fornecer madeira para serraria. para T. SJ:11. sendo extremamente útil para plantios em que se pretende manejar mediante desbastes.O volume de casca. bem como para as parcelas consideradas em conjunto dentro de cada local. enquanto que em J tem-se as de maior DAP. 2 e 3. A distribuição das árvores por classe de DAP é importante para se ter idéia da estrutura do povoamento. Nas parcelas experimentais. respectivamente. O modelo de distribuição assim obtido é ferramenta valiosa para subsidiar os desbastes. em T.

dap médio = 9. γ (9.7 m.67 cm Weibull: β (11.91 cm. para cada uma e para o conjunto das parcelas experimentais. em plantios da região de Tangará da Serra-MT.61 cm.523).37 m. dap médio = 10. 27 .97 cm Weibull: β (10.7 m 0140 0120 0120 0100 0100 No of obs 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 No of obs 080 060 040 020 00 Classe de dap (cm) Parcela 1 (129 árvores) Média de dap = 11.109) 060 050 050 040 No of obs 00 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 Classe de Altura total (Ht.5258) 060 040 050 035 030 No of obs 025 020 015 010 010 05 00 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 Classe de dap (cm) Parcela 3 (133 árvores) Média de dap = 9. γ (11.25 cm. Ht dominante = 12. γ (1. dap médio = 10. aos 29 meses.0804) 0140 Todas as Parcelas (390 árvores) Média de Ht = 10. m) Parcela 3 (133 árvores) Média de Ht = 9.66 cm.859). Ht dominante = 12.6 m 045 040 035 030 No of obs 040 No of obs 025 020 015 010 010 05 00 07 08 09 010 011 012 013 014 015 07 08 09 010 011 012 013 014 015 016 Classe de dap (cm) Parcela 2 (128 árvores) Média de dap =10.31 cm Weibull: β (11.873). γ (11.Todas as Parcelas (390 árvores) Média de dap = 10. m) Parcela 1 (129 árvores) Média de Ht = 11.6 m.545) 060 080 060 040 020 00 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 016 Classe de Altura total (Ht.73 cm Weibull: β (12.9 m.166).2 m 060 Classe de Altura total (Ht. dap médio = 11.4 m 045 050 030 020 00 040 No of obs No of obs 030 020 040 030 030 020 020 010 010 00 7 8 9 10 Classe de dap (cm) 11 12 13 00 07 08 09 010 011 012 013 Classe de Altura total (Ht. Ht dominante = 13. Ht dominante = 12. m) Parcela 2 ( 128 árvores) Média de Ht = 10. m) Figura 1 – Distribuição diamétrica e hipsométrica de árvores de teça e respectivos valores dos parâmetros β e γ da função de Weilbull.

aos 41 meses.084).Todas as Parcelas ( 424 árvores) Média de dap = 9. 28 .40 cm. m) Parcela 3 (127 árvores) Média de Ht = 9. γ (6.05 cm Weibull: β (11.3 m 045 040 No of obs 030 020 040 No of obs No of obs 030 00 040 No of obs No of obs 030 00 Figura 2 – Distribuição diamétrica e hipsométrica de árvores de teça.021). m) Classe de Altura total (Ht. e respectivos valores dos parâmetros β e γ da função de Weibull. m ) Parcela 1 ( 156 árvores) Média de Ht = 9.7 m. Ht dominante = 12. Ht dominante = 11.5060) 060 040 050 035 030 No of obs 025 020 015 010 010 05 00 04 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 Classe de dap (cm) Parcela 2 (141 árvores) Média de dap = 8.50 cm Weibull: β (10.5232) 060 035 050 030 025 020 015 020 010 010 05 00 03 04 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 03 04 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 Classe de dap (cm) Classe de Altura total (Ht. Ht dominante = 12. dap médio = 9. em plantios da região de São José do Rio Claro-MT.90 cm Weibull: β (12. γ (1. dap médio = 9.8 m. dap médio = 9. γ (1.89 cm.5340) 0140 Todas as Parcelas (424 árvores) Média de Ht = 9.74 cm.0 m 0140 0120 0120 0100 0100 No of obs 080 060 040 020 00 02 03 04 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 Classe de dap (cm) Parcela 1 (156 árvores) Média de dap = 9. m) Parcela 2 (141 árvores) Média de Ht = 8. Ht dominante = 12.3 m.047) .35 cm.1 m 040 00 04 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 Classe de Altura total (Ht.5012) 060 035 050 030 025 020 015 020 010 010 05 00 02 03 04 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 02 03 04 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 Classe de dap (cm) Parcela 3 (127 árvores) Média de dap = 9.164).3 m. para cada uma e para o conjunto das parcelas experimentais. γ (6.54 cm Weibull: β (10.6 m 040 No of obs 080 060 040 020 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 Classe de Altura total (Ht. dap médio = 9.

53 cm Weibull: β (12. Ht dominante = 15.90 cm.375). m) 030 020 Classe de Altura total (Ht. m) Parcela 1 (152 árvores) Média de Ht = 11.4607) 060 030 050 025 040 No of obs No of obs 020 015 010 010 05 00 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 016 017 018 019 00 07 08 09 010 011 012 013 014 015 016 017 018 Classe de Altura total (Ht.7 m 040 035 050 030 025 020 015 020 010 010 05 00 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 016 017 018 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 016 017 018 Classe de dap (cm) Classe de Altura total (Ht. γ (6.3492) 0140 Todas as Parcelas (471 árvores) Média de Ht = 11. dap médio = 12.772). γ (7.02 cm Weibull: β (12. Ht dominante = 15. Ht dominante = 16. γ (6.4 m. m) Parcela 3 (161 árvores) Média de Ht = 11.6 m 040 035 Classe de dap (cm) Parcela 1 (152 árvores) Média de dap = 11. dap médio = 11.8 m. 29 . dap médio = 12.147) . γ (6.5 m 035 00 Classe de dap (cm) Parcela 3 (161 árvores) Média de dap = 11.39 cm. em plantios da região de Jurena-MT.1654) 060 050 030 025 020 015 040 No of obs No of obs 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 016 017 030 020 010 010 05 00 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 016 017 Classe de dap (cm) Parcela 2 (158 árvores) Média de dap = 12. e respectivos valores dos parâmetros β e γ da função de Weibull.707).9 m.07 cm Weibull: β (12.84 cm.4107) 060 040 No of obs No of obs 030 00 Figura 3 – Distribuição diamétrica e hipsométrica de árvores de teça. para cada uma e para o conjunto das parcelas experimentais.4 cm. aos 53 meses.6 m 0100 090 0120 0100 No of obs 080 060 040 020 00 05 06 07 08 09 010 011 012 013 014 015 016 017 018 019 No of obs 080 070 060 050 040 030 020 010 00 05 07 09 011 013 015 017 019 Classe de Altura total (Ht. dap médio = 12. Ht dominante = 14. 66cm Weibull: β (13.Todas as Parcelas (471 árvores) Média de dap = 11.48 cm. m) Parcela 2 (158 árvores) Média de Ht = 12.

21 527.18 464.30 12. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Característica 1 dap (cm) Altura Total (m) Volume de lenho (m3/ha) Volume do tronco (m /ha) Volume de casca (m /ha) IMA – tronco (m /ha/ano) Densidade do lenho (kg/m ) 1/ 3 3 3 3 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore Juruena (53 meses) Árvore Árvore 2 10.22 13.46 11.14 11.31 527.89 16.24 54.51 26.52 22.78 11.38 72.83 357.57 30.70 11.35 7.70 56.90 86.44 1 11.89 62.18 0.05 90.50 54.56 3.53 492.17 1 9.28 3 9.57 493.93 88.99 IC5% 1/ 3 9.38 388.09 17.29 395.64 22.00 48.40 52.66 6.80 471.51 10.69 21.55 9.06 59.80 44.28 Intervalo de confiança a 5%.91 8.65 20.76 6.21 63.12 14.35 10.23 50.92 450.74 7.15 7.64 98.52 7. 30 .76 0.61 8.44 9.42 12.82 24.54 50.97 459.88 11.39 6.87 10.40 64.03 56.46 18.53 26.94 8.69 10.47 22.40 80.51 11.14 53.05 99.83 12.07 Média 9.50 57.78 1.50 97.92 3 11.97 Média Geral Média 11.01 63.16 2 12.25 529.98 11.87 9.61 10.37 Média 10.Quadro 5 – Avaliações dendrométricas em plantios de teca.62 64.66 304.92 73.97 2 8.10 11.48 110.

processo que ocorre de forma gradual ao longo do crescimento de árvores. Mas. a partir dos teores ponderados pelas biomassas de cada componente da árvore. os autores chegaram ao valor de 49. J (14. Em trabalho com teca. comportamento típico em plantios florestais.05%. encontrando para o tronco valores de 49. interessa saber a partição dessa produção para o tronco ou o lenho. sendo boa indicativa do carbono (C) fixado. (2003) determinaram os teores de C na biomassa de componentes das árvores.2. SJ (-0.53 t/ha) e os de SJ (39. a acurácia que se consegue com base na árvore média. ou seja.20%). no Quadro 6. aumentando no tronco. Observase. médias de -4. esse tipo de comparação.17%). mais uma vez. o que pode ser explicado pela formação do cerne a partir do alburno. respectivamente.65) e J(0.38).6. 3. A densidade do lenho aumentou com a idade dos plantios (Quadro 5). SJ (11. A produtividade assim obtida reflete a produtividade primária líquida média dos plantios estudados.5 dag/kg como sendo o teor médio de C em teca. J (-0.4 dag/kg para amostras coletadas no terço superior.4%). no Panamá. resulta em T (3. Quadro 6.2 e 50.96%).2 e -8.53 t/ha). do ponto de vista de produção de teca para obtenção de madeira. valores extremamente pequenos. resulta nos seguintes desvios: T (-6. como observado no campo. Considerando todos os componentes em que C foi determinado.17%).4 e -6. Produção e partição de biomassa A produção de biomassa total (parte aérea + serapilheira) foi a mesma para os plantios de T (39. indicando.49 t/ha). médio e inferior. Para os volumes do tronco e do lenho.2 e 2. valores aceitáveis. em t/ha/ano.91%. Esse mesmo tipo de comparação aplicada à altura total. numa média de 0. Os teores de C 31 . Kraenzel et al.T (-0. SJ (2. SJ (0. respectivamente.2%) e J (-8. que com a idade do povoamento a partição para copa vai diminuindo. sendo a maior produção de biomassa observada em J (63. o que se alinha à maior capacidade produtiva do primeiro local.4%. 50. e que na média dos três locais é igual a 0.9%). de produtividade. Em termos do incremento médio anual de biomassa total.1 e de -4. tem-se: T (16.94%).57).35).

43 29.19 45.21 0.48 10.95 91.28 8.66 10.04 25.00 16.86 7.45 3.66 53.71 62.70 22.62 4.88 6.05 100.95 5.85 21.91 3.01 29.27 12.85 94.29 3.28 55.54 2.32 36.96 7.79 70.45 8.75 61.13 100.68 2.33 24.23 27.12 19.46 17.30 100.50 47.71 6.14 25.10 81.74 45.65 8.58 44.40 67.96 79.91 1.87 8.04 9.25 13.37 22.39 3.27 8.52 0.67 8.68 34.00 21.09 9.38 6.Quadro 6 – Biomassa.87 56.18 4.23 44.71 3.24 20.53 7.85 5.33 9.38 68.74 7.96 5.22 7.61 8.24 5.12 3.19 64.54 29.59 4.62 2.48 70.32 10.97 53.40 100.15 3.48 35.05 8.73 27.00 9.37 9.69 3.55 0.73 43.45 2.24 100.53 3.15 91.22 8.93 7.23 6.22 73.82 28.78 100.23 9.22 3.48 29.11 6.27 69.82 39.22 2.31 3.92 48.01 3.00 3.35 10.06 3.69 2.00 8.67 100. 32 .03 5.22 39.82 4.36 63. e respectiva partição.31 2.13 79.33 76.22 6.15 100.03 3.04 19.00 15. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore Componente 1 2 3 Média 1 2 3 Média 1 2 3 Média São José do Rio Claro (41 meses) Árvore Juruena (53 meses) Árvore Média IC5%1/ Matéria seca (t/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 7.49 6.27 6.14 7.01 28.54 91.86 55.80 62.78 14.42 11.14 25.57 94.89 6.30 5.96 2.53 5.49 3.97 51.62 100.91 4.25 3.07 50.33 7.21 3.25 8.31 9. em plantios de teca.92 61.40 6.88 3.77 100.81 94.33 49.01 8.45 70.10 Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 14.20 41.32 39.97 5.83 6.90 10.15 6.39 65.95 91.22 57.18 3.40 100.29 4.00 8.06 100.00 19.70 5.90 86.72 25.59 92.88 36.80 1.57 2.60 8.92 4.00 14.37 94.10 100.54 10.00 7.23 5.95 44.59 4.33 68.44 5.59 1.64 2.16 33.30 57.04 4.11 33.44 93.45 8.24 11.00 17.63 70.41 41.76 13.73 29.56 14.94 7.53 40.24 25.79 18.00 14.10 21.07 61.24 8.09 10.99 44.45 9.23 22.14 66.73 9.21 20.94 61.27 86.12 1.80 64.35 64.03 15.39 60.09 2.47 12.51 1.85 5.26 45.88 4.60 13.32 7.46 90.09 Intervalo de confiança a 5%.00 22.93 3.92 31.90 8.81 65.00 15.

Os maiores teores de ferro são encontrados na casca e folhas. na serapilheira a expectativa é de se ter elevados teores de nutrientes pouco móveis na planta. as folhas e a casca apresentam os maiores teores de B. SJ (4. 3. nos plantios estudados neste trabalho. como verificado por Kraenzel et al (2003). Aplicando esses teores de C aos valores de biomassa seca das árvores e serapilheira deste trabalho. fato que tem implicações na exportação de nutrientes por ocasião da colheita. em razão de os mesmos não sofrerem ciclagem bioquímica expressiva.3. Já o K ocorre em teor alto na casca. conteúdos e partição de nutrientes Os teores de nutrientes nos componentes das árvores e na serapilheira são mostrados no Quadro 7.76). que são maiores nos plantios de Tangará da Serra. Apesar disso. em Tangará Serra e Juruena os teores na casca são maiores do que nas folhas e em São José do Rio Claro ocorre o inverso. O lenho é o componente com menores teores nutrientes. Do ponto de vista de seqüestro de C. média de 43 dag/kg.28).no "litter" foram menores. S e micronutrientes. os teores na serapilheira situam-se na mesma ordem de grandeza daqueles existentes nas folhas. Entre os macronutrientes.15). cujo teor médio de C. obtém-se as seguintes taxas médias de C fixado. em t/ha/ano. Os altos teores de Fe e de Mn encontrados na serapilheira se devem a contaminação por solo. SJ (6. sendo maior do que na folha nos plantios de Tangará da Serra. De fato. para cada localidade: T (8. Teores. uma vez que são muitas vezes maiores do que em qualquer outro componente das árvores. é de 50. Ca e Mg encontram-se em elevados teores na casca. em t/ha/ano. para Ca e S. Com relação aos micronutrientes. que superam até mesmo os teores na folha. O Mg ocorre em altos teores também nos galhos. e J (7.71).91).07 dag/kg. até mesmo maiores do que os das folhas. é interessante que se compute o C acumulado no tronco. As taxas médias desse acúmulo. são iguais a: T (5. 33 . Com relação aos demais macronutrientes. o que valeria para Ca. a folha é o componente com os maiores teores.09) e J (5. no tronco. Com essa ressalva.

8 40.8 32.2 36.130 0.0 1.330 0.7 184.4 117.183 0.300 0.7 13. micronutrientes.Quadro 7 – Teores de nutrientes em plantios de teca.3 0.190 1.350 0.465 0.243 0.177 0.3 Galhos N P K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B 0.915 0.128 0.6 12.139 1.041 20.037 0.6 10.1 28.294 0.2 150.6 235.050 0.1 2.5 6.034 1.9 80.394 0.3 42.5 2.2 76.081 33. em localidades do Estado do Mato Grosso (macronutrientes.870 0.229 0.500 1.715 1.4 21.470 0.810 0.0 93.570 0.220 0.480 0.7 37.278 0.079 26.420 0.102 24.8 52.190 0.068 18.3 34.0 10.217 0.040 21.2 8.210 0.050 23.074 23.310 0.0 4.1 2.533 0.163 0.460 0.050 2.9 23.200 0.350 0.6 69.8 0.5 157.4 19.4 2.109 0.3 0.168 0.6 47.288 0.4 56.200 0.795 0.093 43.5 8.2 2.6 25.167 0.276 0.250 1.360 0.982 0.7 123.4 25.5 12.212 1.229 0.166 0.900 0.082 25.3 7.5 96.282 0.079 0.027 16.7 114.0 444.0 323. em dag/kg.3 0.0 5.010 0.029 16.0 1.106 0.072 29.043 19.7 13.064 18.185 0.330 1.045 1.183 0.045 0.9 7.233 0.922 0.9 9.6 9.6 89.290 0.330 0.0 2.985 0.1 56.4 83.250 0.1 10.560 2.230 1.590 0.9 109.153 0.033 17.9 24.970 0.029 16.1 2.981 0.204 0.410 1.0 10.090 0.5 147.5 18.194 1.068 31.032 17.887 0.9 46.932 0.283 0.122 1.300 0.290 2.4 289.0 106.7 25.5 0.1 15.6 0.5 78.7 1.4 23.150 0.256 0.3 32.780 1.6 0.7 20.2 16.071 28.8 124.9 6.6 66.075 27..1 17.0 13.1 16.260 1.262 0.8 18.3 1. em mg/kg) Tangará da Serra (29 meses) Nutriente 1 2 Árvore 3 Média 1 2 Folhas N P K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B 2.1 10.943 0.180 1.087 0.3 0.042 0.898 0.050 20.0 6.067 22.290 1.145 1.5 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média Continua.990 1.155 0.031 14.7 17.142 1.1 28.8 28.304 0.6 26.304 0.9 46.6 59.1 27.3 13.780 1.6 19.100 0.0 50.062 0.012 0.033 0.6 0.6 24.1 0.8 14.156 0.0 23.4 4.131 0.6 11.360 0.5 56.095 0.8 198.410 0.0 69.1 28.799 0.116 0.587 0.9 0. 34 .3 50.1 255.500 0.133 1.865 0.112 1.990 0.169 1.880 1.5 56.6 5.9 21.

6 3.6 36..5 1.340 0.052 0.029 27.302 0.450 0.023 7.566 0.9 0.540 0.9 0.099 0.1 0.019 0.2 0.8 0.3 0.6 3.073 0.0 1.237 0.0 44.032 29.172 0.495 0.9 2.401 0.420 0.031 0.8 1.6 2.029 20.152 0.7 57.096 0.4 93.1 5.590 1.0 0.044 1.8 41.079 0.7 35.3 0.023 4.350 0.131 0.1 2.7 73.2 2.389 0.7 0.2 0.7 Lenho N P K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B 0. Cont.036 49.0 5.9 380.810 1.660 1.029 18.6 129.408 0.120 0.290 0.300 0.9 7..5 0.080 0.3 1.076 0.1 5.240 1.073 0.0 1.140 0.050 0.130 0.0 0.026 0.9 43.8 0.868 0.1 4.6 30.364 0.670 2.470 0.4 0.9 1.3 1.5 0.029 21.8 1848.0 40.Quadro 7.1 1.9 50.6 0.097 0.420 0.4 39.530 2.470 0.1 3.2 2.2 6.600 1.120 0.057 0.130 0.610 0.7 121.3 1.690 1.023 5.7 0.7 0.0 50.8 43.023 4.0 55.054 0.9 0.305 0.5 25.413 0.3 93.024 6.058 0.4 18.165 0. Tangará da Serra (29 meses) Nutriente 1 2 Árvore 3 Média 1 2 Casca N P K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B 0.6 36.1 1.080 0.9 38.044 0.9 0.7 285.0 2.0 36.660 0.080 0.076 0.8 0.7 297.7 34.4 0.023 4.089 0.452 0.8 0.4 31.154 1.3 3.4 34.509 0.295 0.027 0.7 0.120 0.6 1.0 1.0 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média Continua.023 4.150 0.139 1.023 5.680 0.052 0.463 0.7 0.023 5.032 32.130 0.7 0.058 1.7 65.065 0.023 4.7 50.5 0.102 0.1 4.4 1.2 0.890 2.120 0.7 4.2 47.030 21.076 0.7 0.036 29.251 0.3 1.0 1.260 1.400 0.021 0.3 1151.3 39.3 559.1 19.2 2.713 0.9 44.470 2. 35 .8 930.064 0.055 0.6 0.9 0.8 0.8 53.023 4.107 0.192 0.035 30.145 1.246 0.491 0.083 0.9 20.4 676.029 20.1 1.070 0.330 0.2 40.291 0.178 1.242 0.475 0.023 6.047 0.420 0.014 0.074 0.352 0.700 0.6 9.4 0.990 1.380 0.040 27.079 0.104 0.052 1.281 0.0 35.092 0.069 0.4 56.015 0.100 0.6 0.8 0.308 0.074 0.8 45.6 0.330 0.100 0.

700 0.075 34.165 1.422 0.091 35.3 23786.6 19.0 0.4 18047.1 103.225 1.7 85.6 342.610 0.6 17.0 73. Cont.5 20.0 356.0 12.448 0.0 1.055 20.073 0.3 9015.477 0.054 0.6 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média 36 .770 0.5 16.8 16.208 0.070 0.930 0.0 75.195 1.065 19.3 8.0 561.6 0.5 420.270 1.432 0.770 0.077 23.166 0.180 1.8 8.730 0.730 0.053 27.521 0.4 29.183 0.125 0.5 12.7 17.052 27.110 0.8 22.3 440.180 1.730 0.436 0.390 1.059 39.050 0.6 6.266 0.810 0.281 0.5 298.320 1.179 0.435 0.6 17.7 0.2 20.063 16.6 711.072 0.107 0.117 0.075 28.049 24.770 0.1 13.3 13.260 1.067 0.300 1. Tangará da Serra (29 meses) Nutriente 1 2 Árvore 3 Média 1 2 Serapilheira N P K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B 0.9 18.271 0.1 0.1 0.7 95.9 6588.159 0.3 13.2 7243.177 0.194 0.345 1.079 0.052 0.210 1.3 20.0 1395.4 11.174 0.5 117.509 0.278 0.060 0.4 0.055 31.2 5884.4 0.3 0.4 22.870 0.253 0.3 0.382 0.529 0.7 0.0 98.2 11.Quadro 7.3 6639.0 106.431 0.5 9.3 16949.

4. o inverso do teor do nutriente. como o NUTRITECA. com a idade do povoamento (Quadros 8 a 18).32% de todo o conteúdo de N dos plantios (árvore mais serapilheira). portanto. geralmente. As partições de nutrientes para a casca evidenciam a importância de se procurar manter a casca no campo. expressiva. para evitar sub ou superestimação dos nutrientes contidos no produto colhido. por empresas do setor de produção de eucalipto. é fundamental que se utilize valores confiáveis de CUB. Isso já é feito. Os pequenos conteúdos de K na serapilheira são conseqüência de uma elevada taxa de liberação deste nutriente. 3. Eficiência de utilização de nutrientes (CUB) A eficiência de utilização de nutrientes é importante para alimentar os sistemas que estimam a demanda pela planta para obtenção de uma definida produtividade esperada. O que se pode observar. quando da colheita. e a de tronco aumenta. bem como as respectivas partições nos componentes das árvores e na serapilheira. é que a partição para a copa diminui. essencialmente. 37 . O N nas três localidades está em maior proporção na copa das árvores. para todos os nutrientes estudados neste trabalho. fato crescente com a idade. Os conteúdos de nutrientes.54% no tronco e 12. são apresentados nos Quadros 8 a 18. ficando apenas 25. Tal eficiência pode ser expressa pelo coeficiente de utilização biológica (CUB). a exportação de nutrientes no lenho será. geralmente é o tronco ou o lenho que saem da área. sendo. Como na colheita. que contém.como a maior parte da biomassa da teca se encontra no lenho. 62. em termos de média geral.4% na serapilheira. em escala comercial. que consiste no quociente da biomassa produzida pelo seu conteúdo do nutriente.

02 15.51 144.20 104.99 17.69 24.28 28.00 44.13 5.48 86.04 16.55 89.00 67.73 87.15 22.21 69.86 24.61 202.61 24.98 5.06 67.00 57.45 24.72 11.48 178.21 1.88 39.88 27.36 100.43 23.21 53.56 7.85 28.64 45.78 21.53 81.20 87.39 71.42 7.00 43.25 8.50 20.10 215.00 69.44 7.38 13.78 88.38 7.93 29.71 28.27 13.19 148.97 100.20 12.47 181.84 25.98 18.58 177.28 10.01 87.11 36.92 15.86 12.61 12.25 3.06 137.26 213.39 100.12 52.21 Intervalo de confiança a 5%.14 10.94 109.80 12.98 14.59 6.56 91.25 99.80 5.67 192.26 13.99 6.97 29.05 100.17 236.03 10.57 22.19 100.15 83.47 28.88 151.46 186.93 5.63 10.19 37.92 11.37 7.03 95.52 30.85 100.13 12.01 123.85 137.17 85.01 37.55 Média 1 2 3 Média São José do Rio Claro (41 meses) Árvore Juruena (53 meses) Árvore Média IC5%1/ Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 57.82 89.28 6.79 7.77 13.89 9.47 1.75 32.05 19.90 21.36 8.25 15.72 100.78 67.01 19.22 275.00 42.54 87.73 18.93 12.80 71.61 23.80 88.28 220. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore Componente 1 2 3 Média 1 2 3 N (kg/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 158.50 58.36 89.82 62.18 276.41 240.54 236.87 144.52 23.07 187. 38 .28 1.73 11.96 4.12 10.00 63.30 87.64 13.40 3.61 222.95 11.56 22.65 3.28 210. e respectiva partição.32 15.51 67.49 31.06 46.00 64.70 8.55 7.70 38.39 86.80 33.76 230.48 87.93 4.12 49.33 49.11 64.54 24.15 12.49 6.58 32.71 51.46 11.30 144.34 50.12 6.25 204.05 40.78 3.16 22.00 7.58 7.81 25.03 185.73 9.12 66.27 3.68 190.71 262.98 26.00 43.87 100.64 100.00 61.19 70.00 2.54 4.00 64. em plantios de teca.62 100.71 47.92 14.89 255.23 86.70 53.39 22.17 5.22 237.68 14.89 13.86 157.33 169.37 188.25 6.11 22.25 25.87 24.50 4.02 36.Quadro 8 – Conteúdos de nitrogênio.14 100.20 22.87 116.15 12.26 30.19 75.43 51.37 11.63 245.88 100.81 14.63 38.74 100.31 13.24 59.18 24.83 21.27 214.76 121.00 68.64 40.59 29.47 163.56 192.45 2.59 146.63 27.03 10.48 14.08 170.57 3.09 116.10 10.15 132.26 18.

52 7.66 2.22 3.73 8.75 12.41 3.76 8.71 12.78 11.67 44.89 51.23 9.91 5.91 46.14 1.48 100.31 22.61 30.84 92.37 42.01 4.34 48.64 15.00 46.05 89.41 2.75 5.22 12.55 7.80 1.77 31.24 7.77 100.14 94.06 7.73 6.91 3.09 90.40 45.75 29.82 7.52 13.10 25.00 39.40 100.48 20.49 6.27 2.57 4.04 2.51 45.59 100.69 9.39 40.87 32.92 3.95 Média 1 2 3 Média São José do Rio Claro (41 meses) Árvore Juruena (53 meses) Árvore Média IC5%1/ Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 29.39 100.47 5.31 1.74 19.23 32.73 15.17 10.44 39.96 41.23 87.02 11.60 10.89 59.54 7.11 11.54 35.43 19.72 11.04 1.03 57.27 23. em plantios de teca.74 2.63 5.14 3.09 12.00 7.43 1.25 9.40 10.64 12.92 4.94 100.43 13.09 49. e respectiva partição.93 2.31 0.85 21.50 47.06 6.68 28.52 1.03 5.73 2.81 90.04 14.00 31.75 90.99 9.07 14.29 3.68 42.58 17.68 6.00 34.00 47.39 10.62 11.57 14.99 21.41 89.96 100.51 25.70 8.58 7.17 13.86 32.58 47.42 92.81 10.40 23.37 22.19 100.43 42.61 19.63 0.13 10.52 10.22 6.78 26.83 7.00 26.07 15.68 89.04 46.77 51.41 9.12 1.79 23.63 12.07 45.85 7.14 27.34 1.97 3.61 9.31 1.07 3.00 28.46 100.08 41.18 1.51 9.28 100.87 4.23 4.63 20.04 9.72 3.20 32.79 3.00 30.76 8.97 2.25 100.43 21.92 22.10 16.78 4.09 7. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore Componente 1 2 3 Média 1 2 3 P (kg/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 14.62 40.00 45.60 21.86 4.25 5.12 12.30 32.32 3.29 7.04 47.95 11.02 1.54 100.81 0.06 9.00 43.31 0.01 3.28 49.37 90.49 9.08 16.09 6.25 15.07 3.95 7.32 2.75 28.46 5.12 16.00 50.11 2.00 16.06 30.16 15.42 88.19 9.31 intervalo de confiança a 5%.32 40.66 52.05 1.31 2.14 44.01 3.81 2.86 22.43 41.16 10.41 4.06 90.07 10.32 10.90 11.95 4.75 14.00 5. 39 .Quadro 9 – Conteúdos de fósforo.99 35.03 31.78 8.85 36.10 15.35 47.00 38.81 20.73 38.00 39.44 2.16 8.15 2.27 13.37 32.27 10.71 100.54 10.96 4.

17 5.98 34.43 100.74 51.88 132.22 6.74 355.40 14.52 3.48 100.24 193.99 70.76 43.69 7.41 40.82 4.Quadro 10 – Conteúdos de potássio.82 36.76 42.14 42.54 318.09 76.66 69.29 73.10 96.28 231.95 36.14 95.83 125.60 152.32 34.08 4.27 101.37 128.85 347.20 160.46 15.59 7.71 19.21 259.61 74.18 59.61 39.45 100.23 19.46 123.97 74.06 100.42 7.80 65.83 116.75 68.49 90.57 68.53 103.00 19.26 97.84 19.75 59.00 25.51 29.94 39.54 12.37 143.33 24.43 260.02 160.06 4.16 42.87 198.40 100.94 311.55 133.93 4.86 21.14 100.16 97.00 28.93 Intervalo de confiança a 5%.09 303.69 25.78 59.93 0.00 17.29 191.04 28.10 100.82 7.23 5.55 2.82 4.13 97.00 5.57 15.72 12.31 100.86 242.78 155.22 51.84 51.05 31.33 6.45 283.96 97.20 37.59 40.75 32.46 100.65 55.94 6.31 1.544 23.26 19.60 3.86 3.44 56.47 267.90 188. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore 1 2 3 Média 1 2 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 K (kg/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 75.53 366.04 96.79 12.00 39.37 296.50 118.45 48.09 67.90 31.01 36.00 31.12 79. em plantios de teca.54 25.38 115.18 100.90 62.98 43.25 100.45 2.13 55.64 258.45 3. 40 .00 23.76 27.01 13.50 26.66 12.99 45.20 100.47 8.82 106.18 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média Média IC5%1/ Componente Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 23. e respectiva partição.83 27.12 108.61 20.09 14.30 2.12 170.70 100.16 67.29 45.40 38.09 96.69 100.61 125.82 415.84 94.21 197.19 35.00 18.16 52.00 32.69 3.50 95.21 50.60 69.80 5.56 106.71 23.75 4.20 58.00 36.57 88.63 102.07 24.32 30.73 10.30 7.40 305.76 9.18 93.10 10.69 41.07 14.23 8.40 96.02 15.78 40.17 376.34 18.55 100.41 10.50 62.55 10.07 38.31 60.03 276.36 0.04 9.43 102.90 268.72 69.67 53.00 25.36 6.03 54.59 43.40 86.32 17.15 422.31 169.83 162.50 48.10 24.40 19.74 134.19 62.30 98.07 95.23 60.48 38.50 13.02 180.57 56.12 11.54 2.00 31.58 2.00 3.83 96.37 38.58 79.25 104.39 254.71 8.74 39.55 112.38 12.99 176.06 13.60 44.00 38.05 74.60 109.

00 34.06 15.80 100.05 95.41 17.16 38.72 3.92 15.37 11.36 11.05 94.79 83.71 5.58 15.56 100.98 221.93 65.47 6.11 57.77 2.13 56.79 81.97 291.02 292.78 51.44 18.97 79.27 100.31 169.60 175.83 79.00 23.00 81.53 33.68 9.78 52.28 29.59 59.66 236.79 56.03 35.49 85. e respectiva partição.68 49.37 89.06 14.73 20.87 195.33 236.59 30.07 17.70 48.51 74.56 71.57 3.71 40.46 25.33 29.16 235.95 87.64 25.20 117.78 278.78 12.00 40.49 100.81 52.31 80.71 240.02 31.36 64.68 119.86 42.55 6.87 62.31 115.81 96.91 13.91 102.14 10.68 346.44 22.72 22.49 51.68 6.48 19.87 50.54 9.29 19.02 100.00 38.92 74.24 20.40 27.23 100.87 25.00 24.37 30.37 54.00 21.57 50.43 287.83 6.64 29.30 38.06 31.88 96.59 32.51 45.76 191.77 22.13 31.15 231.04 14.52 140.28 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média Média IC5%1/ Componente Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 42.74 50.28 32.18 6.94 29.37 194.73 84.52 100.51 28.17 76.11 33.16 16.59 95.15 88.76 20.00 7.01 21.59 8.94 139.77 Intervalo de confiança a 5%.83 100.24 42.33 56.00 50.06 288.00 48.32 19.61 106.68 60.95 18.33 21.85 124.40 5.24 82.00 20.91 12.28 7.14 23.49 55.78 86.67 1.80 86.51 25.39 33.48 8.03 58.82 158.47 6.89 227.83 30.24 234.71 71.Quadro 11 – Conteúdos de cálcio.00 34.49 170.43 191.63 48.98 12.25 24.93 50.98 18.54 50.65 338.00 46.05 100.96 100.09 100.22 6.00 27.86 33.20 15.83 42.94 10.44 2.16 7.36 48.17 13.85 32.95 27.13 36.24 71.95 19.07 47.76 100.80 28.81 52.28 38.00 86.27 7.73 51.09 195.32 351. 41 .94 120.68 12.16 18.40 21.52 101.44 150.77 18.62 15.74 51.88 224.81 23.41 126.36 136.83 31.04 77.41 76.95 44.58 306.15 35.57 43.23 45.48 282.84 100.67 254.64 21.39 23.68 21.62 73. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore 1 2 3 Média 1 2 Ca (kg/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 173.17 5.13 161.36 407.85 81.10 12.86 50.31 11.00 55.86 40. em plantios de teca.35 191.05 40.91 17.34 78.80 47.23 33.79 68.40 81.59 106.

40 8.66 26.96 66.28 100.33 29.Quadro 12 – Conteúdos de magnésio.24 5.64 9.59 3.24 100.38 13.08 46.59 49.16 16.30 30.49 5.76 12.46 37.65 60.08 19.96 28.85 18.58 12.43 16.23 9.00 100.17 16.70 87.73 8.37 1.12 5.86 13.52 6.17 16.72 12.0 0 35.44 19.06 100.08 15.12 10.63 48.47 58.26 20.82 10.44 2.95 24.00 4.42 1.99 68.0 0 21.24 29.0 0 27.16 76.95 90.75 16.93 17.23 1.31 35.21 6.38 21.45 92.73 29.0 0 20.91 8.42 91.69 12.37 16.70 8.87 49.0 0 21.31 10.80 14.35 20.00 13.07 80.32 51.75 9.52 5.54 5.94 13.01 29.40 54.10 29.00 10.28 37.98 37.51 4.51 54.81 13.53 10.71 7.84 71.97 12.64 7.90 15. e respectiva partição.36 18.85 89.10 1.52 9.41 16.89 59.02 28.53 36.39 20.89 34.90 66.19 45.13 3.89 33.71 5.84 89.84 4.66 57.46 37.00 41.32 64. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore 1 2 3 Média 1 2 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Mg (kg/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 18.94 81.26 26.85 25.89 49.0 0 19.64 32.06 35.01 53.00 25.09 6.33 10.27 53.45 7.73 37.31 8.33 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média Média IC5%1/ Componente Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 24.23 35. em plantios de teca.44 22.36 8.07 13.06 20.50 31.33 2.68 43.75 34.81 9.33 12.57 7.49 6.83 34.06 39.97 20.16 27.07 10.08 55.40 74.82 100.63 16.00 91.52 89.48 5.96 87.05 19.29 82.0 0 23.99 10.86 57.26 30.60 20.40 55.37 7.10 5.77 41.49 88.85 21.34 20.05 50.69 35.84 13.82 70.34 6.18 18.29 6.04 86.77 6.18 44.18 8.95 19.40 18.23 10.92 8.39 8.76 7.20 31.26 5.85 8.69 100.82 37.11 68.41 62.07 10.69 100.25 13.29 5.00 9.58 16.00 5.86 56.55 100.99 100.21 50.00 21.18 3.00 57.00 8.50 6.93 22.27 77.92 6.18 Intervalo de confiança a 5%.53 100.55 24.77 10.60 74.85 58.18 100.54 30.86 7.79 46.71 10.35 67.31 10.10 6.42 3.59 44.63 7.01 9. 42 .78 51.61 10.47 11.43 20.42 41.65 30.00 19.41 75.00 7.60 100.07 100.03 4.06 75.42 24.33 7.07 28.98 56.09 23.83 4.

00 100.82 0.00 27.89 19.02 6.73 8.33 7.67 21.13 13.50 44.75 4.15 1.46 2.01 14.71 0.87 3.07 8.91 1.68 47.96 2.67 3.00 22.10 15.87 5.94 19.70 2.95 85.39 4.47 62.34 5.70 4.25 7.75 9.14 6.90 2.37 19.16 80.84 16.30 100.37 27.40 83.00 37.00 30.08 49.78 2.21 0.54 4.39 10.80 11.41 100.00 22.00 45.00 4.31 2.81 17.25 1.79 9.28 6.39 3.86 29.71 0.01 17.75 84.46 8.13 53.59 10.55 48.43 53.11 100.88 15.70 30.97 100.19 6.57 86.88 15.65 5.81 37.32 2.44 8.13 35.00 23.28 38.31 12.66 9. em plantios de teca.70 36.03 13.12 100.57 1.89 34.91 4.85 84.92 40.92 1.10 6.66 90.77 15.97 6.05 12.34 2.90 35.26 7.44 8.97 100.30 29.60 89.26 13.22 29.46 100.82 10.00 5.19 6.12 25.18 3.21 18.99 52.01 5.47 1.26 0.03 26.08 5.00 37.82 4.17 82.02 12.82 65.31 16.87 1.33 0.93 45.40 6.44 57.56 100.13 0.25 6.12 1.32 1.80 2.60 2.89 6.00 5.03 100.32 0.84 11.70 0.38 0.72 1.03 16.44 13.20 9.66 10.98 4.46 10.06 32.08 2.92 3.97 9.50 2.55 8.68 1.23 40.06 2.41 42.32 12.30 4.10 10.74 45.44 4.33 19.55 48.81 100.47 5.38 5.00 6.15 2.36 14.54 2.90 1.74 5.79 5.19 7.23 1.32 1.06 1.83 17.96 5.14 90.36 10.21 80.00 32.18 6.02 5.21 100.05 14.17 35.34 8.81 42.99 0.64 92.37 12.98 7.61 3.76 19.59 6.96 4.27 16.54 17.98 2.68 61.97 0.78 intervalo de confiança a 5%.18 6.Quadro 13 – Conteúdos de enxofre. 43 .73 5.73 27.78 49.88 6.69 9.00 30.24 16.91 10. e respectiva partição.36 45.30 8.70 8.40 7.19 7.13 10.81 2.44 33.61 1.46 38.10 1.52 2.47 1.70 Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Média 1 Juruena (53 meses) Árvore 2 3 Média Média IC5%1/ Componente 4.89 8.24 5.83 51.74 1.03 2.93 12.51 86.68 35.80 19.25 3.68 1.12 36. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore 1 2 3 Média 1 2 S (kg/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 5.00 20.73 13.34 7.63 100.49 8.41 7.

07 89.08 4.82 83.48 639.44 25.93 256.99 18.30 16.87 111.57 17.58 18.40 7.90 52.37 189.51 31.33 44.34 30.77 43.52 208.84 77.83 90.24 28.03 121.28 100.12 100.75 64.86 26.75 12.66 50.72 7.04 129.94 68.10 39.81 12.44 585.86 28.44 51.06 579.02 134.50 83.05 100.06 80.01 104.06 24.42 124.73 13.87 36.20 120.28 55.49 759.17 4.43 4.94 282.02 100.23 417.36 100.74 96.63 206.59 92.Quadro 14 – Conteúdos de zinco.24 392.88 188.49 274.09 180.80 40.62 199.92 57.65 178.76 48.52 35.65 334.18 100.99 89.81 22.08 242.36 283.55 146.19 649.49 705.15 339.89 7.65 10.83 160.37 155.32 27.89 21.29 314.86 520.30 19.93 518.17 31.99 42.00 7.73 26.59 29.85 245.45 6.00 51.45 57.05 24.43 27.52 189.87 48.00 17.88 131.89 538. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore 1 2 3 Média 1 2 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Zn (g/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 190.03 425.95 24.00 16.33 93.14 113.39 295.40 8.20 652.93 60.42 124.34 157.32 81.19 12.25 100.07 664.45 100.61 56.16 100.38 70.45 91.48 151.33 84.00 22.70 100.30 553.87 3.69 90.54 35.75 87.09 314.48 22.72 79.80 120.57 115.00 27.29 99.70 100.60 8.53 91.00 71.97 43.33 43.06 14.00 22.60 56.72 9.13 9.00 20.89 87.29 193.55 109.56 123.98 10.71 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média Média IC5%1/ Componente Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 28.08 116.99 13.15 279.25 187.79 118.57 604.37 149.55 16.59 531.04 15.18 193.57 19. em plantios de teca.88 20.97 466.00 17.83 42.17 Intervalo de confiança a 5%.12 41.45 89.47 94.30 234.80 86.54 84.06 50.32 40.42 59.01 111.49 196.94 390.03 125.63 142.50 15.32 7.16 17.49 332.66 8.40 140.92 5.22 40.95 12.65 13.93 21.40 553.00 27.33 7.23 95.70 44.37 29.63 162.20 1006.24 29.47 146.71 667.00 35.98 271.40 48.20 512. 44 .47 189.38 29.28 310.71 87.47 220.52 12.89 32.67 31.96 65.23 22.00 22.87 111.84 15.00 34. e respectiva partição.34 374.85 634.85 334.98 18.09 53.68 322.57 41.30 344.02 18.76 28.91 473.12 666.63 100.95 759.44 153.00 39.19 12.72 902.20 80.29 151.51 100.

50 83.00 3.01 0.14 52.00 20.06 318.033.47 99.43 3.06 21.699.65 1.72 90.61 25.67 1.26 1.87 1.26 4.35 744.16 2.00 310.78 1.64 12.52 89.07 20.04 797.359.36 299.246.72 0.28 16.75 227.31 6.38 1480.41 885.30 612.741.75 1.221.37 1.71 2.32 12.99 1.74 2.00 16.27 25.00 1813.79 5.34 21566.21 2.639.91 100.09 84.50 100.06 6.95 0.00 3.26 5.79 3.62 21.18 4.69 38.85 454.00 12.84 93.846.71 304.48 100.162.69 20455.33 614.97 4.78 9.90 791.20 16.920.02 90.31 2.54 100.68 9.858.00 3.311.14 5.80 1.79 912.28 2.63 7.15 3.40 3.51 4.730.907.69 8.148.49 411.82 100.780.415.759.26 929.68 231.83 27.61 128.21 100.Quadro 15 – Conteúdos de ferro.35 3.339.649.416.94 2. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Componente 1 2 Árvore 3 Média 1 2 Fe (g/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 2.21 3.71 15.78 3.84 52.41 2.181.185.445.60 1.06 2. 45 .688.57 11.401.69 25.35 31.502.20 Intervalo de confiança a 5%.25 2.39 2.31 100.16 6.333. em plantios de teca.58 0.32 15.70 3.43 7.38 3.98 100.60 44.76 8.697.586.95 100.69 51.39 2.50 5.15 71.20 16.015.57 1.97 18.95 6.00 6.28 2.44 799.12 10.35 559.912.93 47.11 3.51 1.81 21.193.24 994.97 9.66 1410.42 9.354.676.62 1.26 692.28 100.33 3.70 8.00 4.150.39 25.95 883.62 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Média 1 Juruena (53 meses) Árvore 2 3 Média Média IC5%1/ Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 2.88 10.22 2.68 2.95 1.436.76 33408.195.568.12 1.368.10 22.910.753.088.14 125.51 1.16 25.92 588.61 70.69 11.84 3.23 909.091.32 2.05 2.81 6.727.57 566.71 3.17 5.51 839.18 3.84 15.281.72 28.70 47.29 10.68 2.68 10.35 4.13 8.10 0.05 765.87 1. e respectiva partição.05 6.10 6.503.46 93.540.91 36.40 3.546.71 6.95 279.356.34 1.07 100.79 21.666.31 762.08 492.26 21.73 2.74 1.21 0.70 2.53 76.206.00 19.64 3.25 28.071.931.16 2.77 71.802.67 63.70 1.05 85.335.00 8.943.26 1.39 20.186.36 799.51 938.00 6.56 251.228.976.70 541.85 100.25 35.00 4.209.30 1.47 250.18 81.71 64.54 2.30 65.00 4.05 927.71 8.226.32 0.886.84 14.365.52 2612.56 617.00 4.52 36.449.55 1.62 61.62 0.315.69 1638.97 24.655.107.78 4.95 29157.30 16.14 758.21 67.255.51 4250.17 8.03 307.41 3.52 0.04 39.16 100.56 4.79 23.055.127.59 548.20 4.65 7.

85 61.98 7.97 680.52 19.23 383.57 407.53 100.15 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média Média IC5%1/ Componente Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 12.49 451.41 2.56 374.43 82.02 11.00 9.48 279.03 466.96 160.94 23.73 1.71 820.99 2094.45 100.22 2.54 234.05 71.38 31.90 954.96 Intervalo de confiança a 5%.56 170.78 425.10 8.47 608.16 340.80 37.31 3.72 88.00 18.00 27.00 14.49 324.27 130.26 1.43 11.84 283.96 2792.50 20.36 13.00 1064.82 445.97 677.97 17.23 18.55 309.56 15.32 546.10 274.49 912.89 415.52 23.40 70.69 6.80 228.80 301.23 71.39 73.80 348.76 19.22 735.13 42.06 534.56 65.70 2257.40 618.61 0.76 76.70 100.54 597.74 169.89 74.16 5.20 1138.30 1.21 8.45 2.81 489.70 360.98 1139.39 19.76 0.75 74.00 19.95 1925.24 19.73 1459.87 2095.17 917. em plantios de teca.55 42.22 77.73 214.48 1052.72 487.00 26.71 100.96 15.45 29.11 1.26 54.68 90.66 20.94 5.75 50.10 237.73 6777.91 62.38 57.51 52.11 234.16 185.61 0. e respectiva partição.34 2.13 15.12 7.78 78.20 160.98 1230.97 1162.63 72.83 48.33 31.75 219.81 1050.64 627.93 17.61 1181.27 100.33 24.12 6.43 20.82 1.48 16.04 7.74 268.61 166.49 2377.96 6.89 0.45 396.49 216.33 57.29 25.06 100.23 863.16 314.83 109.77 451.62 230.07 280.00 360.76 18.97 150. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore 1 2 3 Média 1 2 Mn (g/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 289.30 27.25 14.16 1134.70 170.00 19.32 508.17 84.80 1727.38 4.32 62.70 25.36 771.40 2.48 19.Quadro 16 – Conteúdos de manganês.41 190.10 3710.68 299.75 69.52 8.83 20.08 46.55 564.00 17.74 75.98 100.30 53.73 26.93 49.82 10.84 1145.16 63.25 15.23 27.34 123.17 323.00 47.51 0.41 9.00 20.52 784.00 46.96 222.35 966.95 0.71 53.96 47.00 44.57 100.26 100.80 2700.71 855.40 7.25 100.30 100.48 10.82 3.00 26.74 298.71 1059.50 383.57 20.36 16.00 17.45 283.00 14. 46 .47 76.17 2.59 51.55 53.78 13.27 219.00 46.41 100.21 1042.75 26.70 529.67 0.94 289.68 16.64 100.79 39.77 1510.18 2.36 30.36 160.72 15.59 5595.00 30.44 106.03 567.97 150.

35 5.370 94.150 233.69 43.380 50.710 191.730 32.00 8.93 7.01 50.360 134.77 20.96 18.750 10.740 31.96 100.00 79. e respectiva partição.320 10.81 8.35 18.430 140.390 42.240 11.030 62.41 7.740 136.39 14.52 22.06 5.490 14.35 12.61 17.170 239.51 5.62 0.33 7.090 44.88 15.46 100.53 12.18 100.04 16.42 48.00 20.47 13.890 83.71 83.00 37.410 91.900 48.120 83.61 100.040 45.980 54.84 61.400 20.34 12.38 5.200 74.32 5.89 27.48 100.01 77.46 62.730 65.64 20.20 31.46 155.330 47.21 67.150 32.87 77.34 15.180 22.670 43.14 22.12 100.81 14.530 23.430 187.680 12.66 74.460 71.780 189.00 50.00 37.530 223.470 118.450 23.20 22.32 7.14 9.62 2.00 38.930 40.780 70.26 26.87 13.19 19.890 72.990 14.20 16.140 15.40 67.390 160.920 118.76 84.82 15.620 42.80 42.220 47.58 16.700 52.00 45.820 63.94 10.910 Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 1/ 35.71 7.80 100.960 21.470 198.310 27.480 122.80 100.530 44.39 54.85 43.96 13.980 60.700 40.490 112.00 43. 47 .86 16.510 179.260 182.47 55.91 8.06 59.86 100.50 13.010 51.86 32.84 35.97 46.030 27.020 55.00 75.380 4.120 57.00 43.52 32.020 42.66 100.180 21.770 6.69 83.730 177.280 15.100 67.570 168.680 94.04 8.730 27.47 9.28 25.39 48.82 18.95 5.420 15.820 23.25 21.45 54.94 22. em plantios de teca.060 26.00 59.66 12.54 38.09 3 Média 1 2 3 Média São José do Rio Claro (41 meses) Árvore Juruena (53 meses) Árvore Média IC5%1/ 85.36 100.440 23.030 109.970 44.07 17.58 85.78 62.27 59.35 40.490 21.710 122.48 100.64 14.96 22.58 5.650 21.980 235.70 10.86 8.820 10.56 39.180 56.72 100.920 27.900 42.93 10.95 18.910 51.850 286.00 12.18 61.50 29.890 178.38 Intervalo de confiança a 5%.390 117.00 47.980 88.05 81.010 28. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore Componente 1 2 3 Média 1 2 Cu (g/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 78.59 9.000 10.25 5.540 15.64 7.760 202.40 21.310 241.91 196.85 45.510 37.00 24.00 13.Quadro 17 – Conteúdos de cobre.88 24.740 104.51 30.250 52.97 14.680 8.85 10.580 234.240 19.670 0.04 109.12 6.89 7.00 19.93 77.76 26.650 280.870 23.78 17.390 32.30 25.

46 34.760 65.59 29.64 87.79 1.41 11.380 238.00 61.430 905.56 86.73 32.00 39.26 7.240 113.00 56.19 89.73 14.97 55.980 470.31 73.92 64. em plantios de teca.67 88.800 31.730 319.93 44.84 21.010 140.650 47.970 199.84 13.33 12.21 100.810 85.030 532.630 20.480 197.600 467.790 133.270 490.750 519.720 305.980 51.26 48.63 100.25 82.450 83.20 7.31 68.38 574.78 100.86 28.510 627.00 36.780 125.00 44.010 68.540 85.20 9.56 25.810 151.610 508. 48 .250 671.13 11.61 8.06 61.110 68.170 734.000 42.92 33.00 59.970 39.79 12.580 452.57 13.09 29.13 23.67 100.220 269.78 46.60 3 Média 1 2 3 Média São José do Rio Claro (41 meses) Árvore Juruena (53 meses) Árvore Média IC5%1/ Partição (%) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 48.89 21.43 35.46 91.500 106.22 9. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore Componente 1 2 3 Média 1 2 B (g/ha) Folhas Galhos Copa Lenho Casca Tronco Árvore total Serapilheira Árvore + serapilheira 337.300 500.40 89.030 90.980 249.01 6.74 50.50 100.23 8.38 35.66 90.630 218.16 23.050 34.060 649.790 210.950 822.580 58.45 90.29 44.760 442.15 5.41 18.70 5.21 100.93 1/ intervalo de confiança a 5%.690 58.680 27.20 87.20 6.790 359.290 179.360 254.45 43.99 7.060 259.580 72.030 36.200 174.600 685.42 39.400 65.77 45.390 270.00 84.74 21.720 693.29 90.50 15.910 261.36 11.36 88.61 92.060 223.00 11.880 466.71 57.29 1.63 17.87 5.95 7.06 43.370 198.97 44.00 46.87 7.300 575.430 133.00 23.160 66.64 100.180 476.010 56.700 116.520 128.19 227.580 405.69 5.59 100.22 38.880 84.17 52.870 227.930 26.60 65.50 2.790 753.50 100.98 6. e respectiva partição.63 6.130 192.50 9.55 88.37 100.610 561.510 298.56 49.88 648.220 157.620 427.480 56.810 61.80 100.83 10.01 90.020 56.95 39.48 39.750 39.490 418.43 8.27 17.73 18.060 622.31 37.590 191.340 143.200 52.77 36.75 90.37 11.89 44.00 38.31 7.79 9.580 304.75 12.320 113.200 291.070 636.38 9.51 67.70 8.730 32.23 11.700 199.17 100.210 538.990 219.92 1.300 493.00 18.00 40.00 15.Quadro 18 – Conteúdos de boro.870 40.710 517.53 90.810 183.75 8.11 53.960 30.550 107.590 241.100 603.19 183.37 6.00 17.220 218.32 346.27 16.020 287.66 26.62 100.270 173.13 6.000 757.60 3.

com destaque para o Ca. a não necessidade de adição desses nutrientes mediante adubação para o crescimento atual e nos próximos ciclos de teca. são: S. entre os micronutrientes destaca-se o CUB de Zn e o de B. as quantidades de nutrientes presentes no solo. N. Os valores de CUB para a produção de tronco são mostrados no quadro 20. 20-40 e 40-60 cm. nas três localidades estudadas. Ca e K. Ca e Mg. vindo a seguir P. Os menores valores de CUB encontrados para tronco em relação ao lenho refletem os maiores teores de nutrientes na casca. K. Ca e Mg em componentes das árvores e na serapilheira. K 76%. 3. os valores médios de CUB (Quadro 19) evidenciam que dentre os macronutrientes o S. resultando em estimativas das quantidades capazes de serem supridas pelo solo. Ca. é o mais eficientemente utilizado pela teca. foram divididos pelas respectivas taxas de recuperação pelos extratores químicos utilizados (TRext. Quadro 1). s Nesta localidade. são muito superiores à quantidades de nutrientes contidas na planta. indicam boa reserva do solo e. são apresentados nos Quadros 21 a 23.No lenho. Mg. De posse destas e dos conteúdos de P. Mg. para as camadas de 0-20. os valores médios de CUB obtidos apontam que os nutrientes mais eficientemente utilizados. Ca 96% e Mg 95%. Novamente. N e K. Os resultados dessas análises referentes a P. P. Em Tangará da Serra. os elevados percentuais de nutrientes no solo em relação ao total (solo+planta+serapilheira) do sistema.5. foram elaborados os respectivos balanços nutricionais (Quadro 24). portanto. Balanço de nutrientes nos plantios Os resultados de análises de solo sob os plantios de teca. K. entre os micronutrientes. 49 . destacam-se Zn e B. quais sejam: P 70%. pela ordem.

Quadro 19 – Coeficiente de utilização biológico (CUB) de nutrientes para produção de lenho1/ em plantios de teca. 2/ Intervalo de confiança a 5%. 50 . em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore 1 2 3 Média 1 2 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média Média IC5%2/ Nutriente N P K Ca Mg S 769 1984 238 1249 1041 4349 769 2247 202 980 1265 4348 666 1422 210 763 1111 4343 735 1884 216 997 1139 4347 833 2145 344 1562 934 4349 CUB (kg/kg) 1250 999 3862 4807 327 303 1123 1851 1086 1030 4165 4347 CUB (kg/g) 1027 3605 325 1512 1017 4287 833 3675 333 1351 1265 4348 833 6993 294 1250 1315 4348 769 6619 285 1351 1369 4348 811 5762 304 1317 1317 4348 858 3750 282 1276 1158 4327 112 1332 34 206 98 39 Zn Fe Mn Cu B 1/ 204 25 3335 909 625 192 21 101 999 434 204 49 2000 1000 714 200 31 1812 969 591 181 39 9995 999 526 144 19 222 3336 526 131 32 1428 1111 152 30 3881 2168 721 204 22 434 833 370 238 147 624 1428 243 181 1666 1428 228 117 434 1041 1075 193 59 2502 1296 796 24 39 2592 607 272 Matéria seca de lenho/conteúdo no lenho.

6 131 1846 133 141 18.1 334 1045 167 151 51.3 153 1070 149 15 16.0 80 1728 132 106 16.7 55 547 15 Matéria seca de tronco/conteúdo no tronco. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Árvore 1 2 3 Média 1 2 São José do Rio Claro (41 meses) Árvore 3 Média 1 2 Juruena (53 meses) Árvore 3 Média Média IC5%2/ Nutriente N P K Ca Mg S 502 1519 180 269 826 4090 504 1753 149 262 945 4150 462 1246 157 263 890 3931 490 1506 162 264 887 4057 610 2085 304 409 688 4063 CUB (kg/kg) 774 726 3310 3798 257 269 359 436 802 748 4024 4186 CUB (kg/g) 703 3064 277 401 746 4091 605 3263 253 389 1090 4196 593 4942 203 597 1159 4200 608 5149 206 338 1005 4186 602 4452 220 441 1085 4194 598 3007 220 369 906 4114 66 948 34 70 103 61 Zn Fe Mn Cu B 1/ 125 8.4 40 573 132 122 3.2 123 607 145 91 10.2 206 758 169 124 23.0 174 3068 151 98 12.2 101 732 149 152 68. 2/ Intervalo de confiança a 5%.2 182 495 192 160 67.8 141 740 116 96 11. 51 .Quadro 20 – Coeficiente de utilização biológico (CUB) de nutrientes para produção de tronco1/ em plantios de teca.6 200 608 170 121 6.5 131 641 133 122 6.

Porém. para a produção de lenho ou de tronco. 77% do Ca e 68% do Mg se encontram no solo. optou-se por usar os valores médios de CUB. uma vez que 75% do mesmo está na planta. 21% do P. 27% do K. a partir dos valores das respectivas biomassas. e decréscimo com o aumento da disponibilidade do nutriente no solo (Barros et al. DTr (kg/m3) = 48.Em São José do Rio Claro. as quantidades de nutrientes presentes no solo em relação ao total do sistema são as seguintes: P 66%. Em Juruena. foram ajustadas as equações: DLH (kg/m3) = 69. 3. para plantios implantados num mesmo sítio. Para estimar os valores de conteúdos de nutrientes no lenho e no tronco. as quantidades de Ca e Mg no solo são suficientes para manter o crescimento da teca. Sugere-se também que nestes sejam avaliadas árvores de diferentes classes diamétricas. em razão da ciclagem bioquímica de nutrientes (Neves. O refinamento dos valores de CUB a serem utilizados em versões futuras do NUTRITECA poderia contemplar sua avaliação ao longo de uma seqüência de idades. 2000). Entretanto.6. Essas equações permitem estimar a biomassa de lenho e de tronco a partir dos respectivos volumes sólidos. sendo necessário que se faça sua adição por meio de adubação. Informações utilizadas para a parametrização do NUTRITECA Com os dados obtidos nas árvores abatidas.. havendo necessidade de adição de ambos ao solo para manter o crescimento do povoamento. são suficientes para garantir o crescimento do povoamento.01 Ln (ID).02 Ln (Id) R2 = 0. Ca 67% e Mg 67%. em que ID é a idade em meses. e com base em dados de literatura que mostram que a densidade do lenho (DLH) de teca é de 650 kg/m3 e a de tronco (DTR) é de 674 kg/m3 aos 300 meses.961. Desta maneira.960. o K é elemento limitante. Ca e Mg. 52 .241 + 103. P e K são aqueles limitantes ao crescimento. 1986). R2 = 0. K 25%. das nove árvores abatidas (Quadros 19 e 20). não obstante ser esperado aumento do CUB com a idade do povoamento. As quantidades de nutrientes P.263 + 111. abrangendo as idades de 29 a 53 meses.

4 7.2 3.9 0.66 5.Quadro 21 – Resultados de análises químicas e físicas do solo sob plantios de teca.4 1.85 8.4 3.0 169.60 00 .4 1.6 68.3 12.40 40 .00 0.35 13.0 120.68 9.0 0.03 2.78 mg/L 19.60 00 .04 2. P-rem: Alvarez V et al.2 9.14 7.cm -1 00 .3 13.08 1.5 mol/L pH 7.27 1.78 5.20 20 .1 -----------.7 3.50 3.0 212.% ----------9 7 6 10 7 6 26 26 25 15 13 12 20 16 15 23 19 13 18 15 15 20 17 15 47 57 61 63 71 78 31 35 36 47 54 58 2 3 Média 14.0 0.15 8.3 72.72 12.76 6.97 55.30 1. Fe.40 40 .67 5.80 67.mg/dm --------13.46 6.49 2. AG.0 144.67 5.0 0.84 8.24 6.03 2.20 20 .15 1.36 0.13 0.8 65.1 28.18 6.36 1.40 40 .1 6.40 1. Silte.20 20 .51 9.54 9.0 88.00 4.60 00 .83 5.38 1.56 6. AF.2 0.6 29.00 0.0 96.2 24 20 18 4 3 3 25 24 24 3 ---------.23 5. H+Al: acetato de cálcio 0.26 9.23 6.3 5.57 6. Argila: EMBRAPA (1997).0 192.46 6.2 7.62 0.2 75.7 31.10 84.5 0.19 1.7 1.0 188. K.11 0.00 0.3 12.4 76.64 4.1 73.9 7.1 69.5 40.9 18 16 15 Métodos: P.2 31.63 8.26 6.18 6.69 --.3 44. em Tangará da Serra-MT AM Prof.1 97.57 3 ----.00 0.72 6.0 88.7 3.1 2.9 1. MO: Walkley e Black.23 6.31 6.22 5.4 8.84 1.1 77.84 8.25 6.63 6.98 7.00 0.2 0.67 3.15 1.57 6.5 2.40 40 .00 0.00 0.3 38.0 0.6 0.2 19.06 0.6 9.00 0. Ca.36 1. aos 29 meses.0 3 ----------------------.3 125.12 7.02 2.8 2.1 98.74 2.56 6. Mn e Cu: Mehlich-1.26 152.% ----66.61 5.0 5.1 10.4 5.96 2.13 12.00 0.90 11.21 3.0 0.92 2.56 1.7 74.3 132.89 2. Zn.8 3.00 0.98 2.72 8.0 0.78 5.34 1.32 6.88 0.26 6.11 1.5 56.2 77.0.22 3.9 3.7 67.mg/dm -11.5 99.00 0.0 0.7 1.25 1.2 37.00 dag/kg 2.1 66.57 8. (1993).58 6.cmolc/dm -----------------------6.3 70.2 4. Mg e Al: KCl 1mol/L.23 12. pH P K Ca Mg Al H+Al SB CTC (t) CTC (T) V m MO P-rem Zn Fe Mn Cu AG AF Silte Argila -.59 6.39 4.13 3.57 6.00 0.2 6.20 20 .19 4.4 9.83 0.40 1.0 0.11 31.68 9.6 0.64 4.63 8.0 8. 53 .55 6.59 6.9 90.00 0.5 13.9 3.60 6.45 1.73 6.21 9.4 38.4 65.0 0.60 H2 O 6.

Zn.00 17.7 2.26 0.11 0.46 5.10 2.51 0. Silte.00 0.16 0.078 0.15 0.043 0.0.356 0.8 70.9 28.% --------32 33 30 31 38 42 35 39 36 33 37 36 3 3 2 3 2 0 1 3 4 2 3 2 7 21 23 20 22 15 18 20 22 15 21 20 2 3 Média Métodos: P.5 13.40 40 .54 3.133 0.60 0. AF.73 0.84 5.11 0.00 0.8 116. Argila: EMBRAPA (1997).4 2.11 76.27 ----------.3 75. P-rem: Alvarez V et al.36 2. Mn e Cu: Mehlich-1. Fe.0 8.30 4.40 40 .3 85.10 0.057 0.8 dag/kg 1.101 0.91 4.7 0.44 7.70 mg/L 33.7 2.12 2.19 0.63 0.35 1.57 1.13 0.32 0.% ------25.83 -.4 9.mg/dm -9.25 2. pH P K Ca Mg Al H+Al SB CTC (t) CTC (T) V m MO P-rem Zn Fe Mn Cu AG AF Silte Argila .0 5.06 0.10 0.037 0.2 0.60 H2 O 5.6 2.3 108.55 1.16 1.6 30.46 18.55 3.78 1.mg/dm ---------0.49 2.9 106.52 5.88 5.4 95.54 4.40 40 .32 0.6 55. aos 41 meses.60 00 .8 5.0 15. Ca.0 7.73 1.0 4.42 0.17 8.40 40 .11 3.19 4.93 4.cm 1 00 .60 00 .285 0.25 26.1 0.00 0.67 0.1 27.25 0.05 72.99 6.58 0.21 0. (1993).491 0.77 5.0 29.1 14.00 0.126 0.00 9.55 0.0 4.11 1.05 0.73 0.20 20 . Mg e Al: KCl 1mol/L.11 1.53 5.78 3.78 3.04 4.00 0.2 25.10 3.7 111.48 2.52 1.56 5.1 109.66 73.15 0.90 1.0 0.0 1.20 20 .53 27.33 3.0 0.94 3 ------. H+Al: acetato de cálcio 0. 54 .84 0.094 0.0 21.09 0.4 23.4 25.9 23.34 0.719 0.93 4.188 0.99 0.04 0.83 4.98 2.7 5.111 0.28 0.3 3 ------------------------.73 1.11 0. em São José Rio Claro-MT AM Prof.142 0.00 0.1 83.51 62.0 12.09 0.0 9.20 20 .90 0.2 0.73 2.0 7.24 3.00 0.04 4.5 2.58 0.78 2. AG.25 3.4 2.2 114.42 0.4 7.9 26.0 4.11 1.3 54.4 9.20 20 .97 4.9 2.49 1.33 2. MO: Walkley e Black.39 3. K.0 5.0 48 43 45 46 38 43 46 38 38 47 40 42 3 ---------.32 0.32 38.00 0.11 0.32 0.23 3.78 0.09 0.06 3.11 0.2 9.06 3.60 00 .21 0.28 0.15 1.53 53.9 111.4 2.49 1.2 2.7 28.42 0.cmolc/dm ------------------------0.061 0.806 0.5 mol/L pH 7.78 3.64 10.32 0.212 0.11 4.43 26.33 2.68 10.Quadro 22 – Resultados de análises químicas e físicas do solo sob plantios de teca.9 2.00 0.

1 0.85 9.22 4.00 1.0 21.60 00 . argila.5 mol/L pH 7.36 1.8 10.08 2.83 45.19 7.00 9.25 0.32 0.71 2.12 0.20 20 .07 2.40 40 . MO: Walkley e Black. Mg e Al: KCl 1mol/L.19 0.00 0.0 0.7 43.37 1.78 4.46 1.7 22.3 0.06 2. Fe.32 3.457 0.0 16.% ---------37 28 20 30 22 17 42 35 21 30 28 25 43 38 36 43 44 32 8 8 8 9 9 9 5 5 5 25 36 47 18 31 40 10 16 42 2 2.0 3.6 2.61 5.8 16.328 0.3 0.% ------.5 4.25 0.86 0.0 20. Zn.35 0.32 0.063 1.20 20 .12 26.27 5.65 2.0 36 28 19 39 37 31 7 7 7 18 28 43 Métodos: P.66 0. P-rem: Alvarez V.00 13.38 0.6 38.491 0.0 26.52 1.40 40 .00 ----------.07 38.448 0.152 0.56 2.0.3 18.79 2.27 63.36 0.5 3 00 .MT AM Prof.90 27.4 34.20 6.Quadro 23 – Resultados de análises químicas e físicas de plantios de teca.4 11.00 16.0 4. H+Al: acetato de cálcio 0.10 0.14 0.8 0.11 1.4 1.03 24. Fonte: EMBRAPA (1997).17 5.50 2.60 5.20 0.84 4.14 2.92 4.60 00 .11 0.030 0.155 0.00 49.95 1.60 74.27 41. (1993).0 32.27 5.01 0.0 17.39 2.79 0. aos 53 meses.0 12.46 1.63 1.40 40 .0 0.70 0.18 67.0 21.74 mg/L 34.64 4.81 1.62 1.03 0.11 0. 55 .66 3.78 17.00 0.5 38.3 29. K.1 0.12 14.11 0.25 1.7 0.6 27.60 0. AF.57 17. em Juruena .cmol c/dm 3 -----------------------.90 0.10 0.54 0.2 0.60 5.60 H2O 4.53 0.11 0.20 Média 20 .288 1.0 1. Mn e Cu: Mehlich-1.052 0.74 3.42 0.00 45.44 21.0 17.13 0.7 19.54 14.77 0.mg/dm 3 ----------2.7 31.07 0. Ca.40 40 .0 14.60 1.8 24.09 2.18 2.73 33. silte.09 .137 0.77 0.22 0.8 44.00 5.947 0. pH P K Ca Mg Al H+Al SB CTC (t) CTC (T) V m MO P-rem Zn Fe Mn Cu AG AF Silte Argila .4 18.dag/kg 0.3 0.75 2.15 56.71 5.00 14.77 0.7 26.0 -----------------------.213 0.1 0.00 8.4 19.78 1.64 1.3 36.0 0. et al.8 7.70 0.3 0.78 0.15 59.cm 1 00 . AG.9 26.10 24.24 0.28 2.20 20 .47 3.6 5.2 0.90 1.-----.70 5.4 20.46 18.13 2.2 1 3.240 0.3 1.mg/dm 3 0.89 56.21 0.0 0.8 0.0 17.9 14.11 87.77 0.67 53.7 ---------.2 9.174 0.42 1.835 0.9 1.6 5.203 0.175 0.81 0.42 0.95 1.16 2.9 13.16 1.00 14.

7 0.2 105.7 1.0 3.5 70 75 25 100 170 26 196 6 202 107 16 53 69 176 18 193 46 239 22 24 14 38 60 6 66 9 75 8.2 9.7 2.Quadro 24 – Balanço de P.1 11.2 41.6 11.1 24.9 115 144 88 232 347 52 399 9 408 107 33 88 121 228 23 251 51 301 14 33 14 47 60 6 66 6 72 36.8 27.1 42 14 13 68 373 83 35 490 93 37 18 149 5.9 37.4 44.1 0. K.4 4.4 128 102 54 155 284 43 326 12 339 195 22 74 96 291 29 321 55 375 21 20 9 29 50 5 55 7 62 11.9 1.0 7.4 4. em localidades do Estado do Mato Grosso Tangará da Serra (29 meses) Componente P K Ca Mg P K (kg/ha) Ca Mg P K Ca Mg São José do Rio Claro (41 meses) Juruela (53 meses) Árvore Copa Lenho Casca Tronco Parte Aérea Raiz Arvore total Serapilheira Árvore + serapilheira Solo 0-20 cm 20-40 cm 40-60 cm (0-60) cm 20.1 0.3 4.8 5.0 7.0 457 360 391 1209 3566 2712 2219 8497 394 352 344 1090 52.6 20.4 26.1 48.1 36 44 70 149 744 184 98 1026 71 43 36 151 56 . Ca e Mg em plantios de teca.6 7.8 8.5 2.6 27.9 21.1 16.4 53.3 25.

especificamente casca+raiz+serapilheira/tronco ou lenho e casca+raiz/tronco ou lenho.6. foram calculadas as relações da biomassa e dos conteúdos de nutrientes entre copa+raiz/tronco e copa+raiz+serapilheira/tronco. K (15%). de fato. De modo a 57 . As equações dos Quadros 27 e 28 permitem que com base nos conteúdos de nutrientes no tronco ou no lenho sejam estimados os conteúdos nos componentes das árvores que permanecem na área após a colheita. foram considerados como sendo: N. Desta forma. A grande variabilidade existente dentro de uma mesma localidade. para essas relações envolvendo os micronutrientes estudados. o que não significa que as relações sejam. nas arvores de teca estudadas. De modo semelhante. Mg e micronutrientes (10%) Obtidas essas estimativas para as árvores de teca estudadas. Ca. O valor de CUB de nutrientes utilizado foi a média dos valores das 9 árvores abatidas no conjunto das três localidades estudadas. S (20%). P. em relação aos da parte aérea.Para obter estimativas da biomassa e dos conteúdos de nutrientes nas raízes. bem como os respectivos resultados médios das análises de solo das camadas de 0-20 e 20-40 cm. e os conteúdos de nutrientes nas raízes. foram também calculadas as referidas relações envolvendo o lenho. refletem o aumento da partição de carbono e desses nutrientes minerais para o tronco ou lenho com a idade dos plantios. As equações ajustadas para as relações da biomassa e dos conteúdos de macronutrientes entre componentes das árvores (Quadros 27 e 28). a biomassa de raízes foi considerada como sendo igual a 20% da biomassa da parte aérea. constantes com a idade. no NUTRITECA assumiu-se tal constância. Contudo. considerou-se o valor médio de IMA obtido na região de Juruena. não permitiu o ajustamento de equações significativas aos dados.1. baseou-se nos valores de partição verificados por Neves (2000) em plantios de eucalipto. Considerou-se ainda a idade de 53 meses e o espaçamento de plantio de 3 x 2 m. 3. Exemplo do sistema De modo a exemplificar o uso do NUTRITECA.

0370x y = 2.586 y = 3.0150x .0163x. aplicáveis a biomassa (BS) e conteúdos de nutrientes Variável BS N P K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B 1/ Copa/Tronco y = 0.473e -0.112 y = 12.2743e-0. R2 = 0.4442e -0.534e y = 3.1053e-0. R2 = 0.634 y = 73.816 y = 3. R2 = 0.478 y = 0.2109e-0.0149x .873 y = 1. R2 = 0.113 y = 0.R2 = 0.1799e-0.4076e-0.385 y = 38.261 y =3. copa + raiz + serapilheira/lenho e copa + raiz/lenho em função da idade (X) de plantios de teca.326 y = 0.136 y = 0.0302x -0. R = 0.2103e-0.0316x . 58 . R = 0. R2 = 0.584 y = 2.178 y = 0.757 y = 2. todas as equações são significativas a 5% de probabilidade. copa + raiz + serapilheira/tronco e copa + raiz/tronco.9172e y = 32.6912e-0.158 y = 0.586 y = 8.0372x.0228x.0356e y = 5.706 y = 1.586 .365 y = 3.128 y = 4.409 y = 4.759 y = 16.0172x .9039e-0.0877e-0.192 2 2 2 .491 y = 0. Quadro 28 – Equações1/ para as relações (Y) copa/lenho.1233e -0.016 Exceto para P.587 2 2 2 -0. R2 = 0.0381x.0343x .330 y = 0.0360x .342e-0.867 2 2 .300 y = 2.659 y = 0.745 y = 0.0166x.0348x . R = 0.961e-0.157 y = 4.816 Exceto para P.R2 = 0.Quadro 27 – Equações1/ para as relações (Y) casca/tronco.436 y = 2.761 y = 10.0136x y = 29.3169e-0. R = 0.442 y = 0.860 y = 5.0411x y = 4.2741e-0.293 y = 0.0286x .5636e -0.0223x Copa+Raiz/Lenho y = 1.754 .7723e -0.723 .751 y = 4.0204x. todas as equações são significativas a 5% de probabilidade.8409e-0. R2 = 0.750 y = 0.0335x.0404x.805 Copa+Raiz+Serapilheira/Tronco y = 1.781 y = 15. R2 = 0.1345e y = 7.R = 0.680 y = 4. R2 = 0.963 y =2.346 y = 18.0301x -0.749 y = 6. em função da idade (X) de plantios de teca.R2 = 0.503 y = 3.642 .R = 0.310 y = 2.212 y = 3.516 y = 7.853 2 2 y = 3.0390x. R = 0.874 y = 4. R2 = 0.990 Copa+Raiz+Serapilheira/Lenho y = 1. R = 0.0399x -0.855 y =1.0361x .R = 0.689 y = 5.961 y = 100.417 y = 0. R2 = 0. aplicáveis a biomassa (BS) e conteúdos de nutrientes Variável BS N P K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B 1/ Casca/lenho y = 0.0204x.288 y = 0.218 y = 0.607 .856 y = 3.0200x .0199x . R2 = 0.393 Copa+Raiz/Tronco y = 1.524 y = 3.8007e -0. R2 = 0.394 y = 0.9504e-0.846 y = 0.206e-0. R2 = 0. R2 = 0.405 y = 41.429 y = 8.649 y = 0.812 y = 2.0944e-0. R = 0.72e-0.

esses são apresentados.8 27.90 Mehlich-1 Mehlich-1 KCl 1 mol /L KCl 1 mol /L KCl 1 mol /L Método (cmolc/dm ) (cmolc/dm ) -3 3 -3 3+ H+Al (cmolc/dm ) Cu (mg/dm ) Fe (mg/dm ) Zn (mg/dm ) Mn (mg/dm3) Prem-60 (mg/L) M. e pelo método da Saturação por bases (para Ve = 65%) de 0.1.90 1.18 0.0 Mehlich-1 Mehlich-1 Mehlich-1 Mehlich-1 Walkley-Black Os valores de TRext estimados e as quantidades supridas pelo solo constam do Quadro 30.17 0.Calagem Pelos dados de análise de solo. em Juruena-MT Característica pH H2O P (mg/dm ) K (mg/dm ) Ca2+ (cmolc/dm-3) Mg Al 2+ -3 3 3 0-20 cm 5.00 38.14 0.03 20-40 cm 5.0 1. pH 7. Quadro 1).07 2.50 53.25 2. Quadro 29 – Resultados de análises de solo sob plantios de teca.5 mol/L.70 16.00 0.1.35 0. a Necessidade de Calagem (NC) pelo método do Al3+ e Ca2++Mg2+ é de 0.70 38.facilitar o acompanhamento dos cálculos e estimativas feitas.09 0.10 36.30 22.7 0.50 3. passo a passo: 3. Subsistema solo O suprimento estimado de nutrientes do solo (0-20 e 20-40) foi obtido em função dos resultados constantes do Quadro 29 e das respectivas taxas de recuperação pelo extrator (TRext.O (dag/kg) 3 3 Acetato de Ca 0.6.42 0.24 0.0 4.76 t/ha. . Os valores de pH H2O estimados após a 59 .84 t/ha.20 17.60 1.

Cálculos do volume e estimativas de densidade do tronco e de biomassa de componentes das árvores .0 258.77 0.3 78. incorporação na camada de 0-20 cm e corretivo com PRNT = 90% constituído por 38% CaO e 12% MgO.80 0.1.534. Considerando IMATR= 22.Quadro 30 – Valores de taxa de recuperação de nutrientes pelo extrator.368.000.77 0.0 20 .0 154.40 cm 0 .2. respectivamente.0 43.6 37902.0 22.78 Suprimento 6.6. e considerando aplicação em área total.0 43.20 cm Nutriente TRext Fósforo Potássio Cálcio Magnésio Zinco Ferro Manganês Cobre 0.78 Suprimento 1. respectivamente.90 0.50 0. e respectivo suprimento por camadas de solo.0 TRext 0.80 0. 60 .13.0 258. 3.82 0.7 kg/ha.2 115.0 214.2 e 40.0 Suprimento 7.57 m3/ha/ano e ID = 53 meses. Subsistema planta 3.40 0.e ID é a idade do primeiro desbaste (em meses). micronutrientes (g/ha).0 144.000.50 0. calagem são iguais a 6.7 m3/ha.50 0.0 306000. em que VTR é expresso em m3/ha. IMATR é o incremento médio anual do tronco (m3/ha/ano) desejado até a idade do primeiro desbaste.0 15.Volume do tronco (VTR) Foi obtido através da equação VTR= IMATR * (ID/12).54 0.40 cm * Suprimento: macronutrientes (kg/ha).0 91.50 0.18 e 6.800. Adotando-se o método da saturação por bases. em Juruena-MT 0 .3 36.9 924.0 183.6.0 741.45 0.2.0 0.6 298000.1. as quantidades de Ca e de Mg adicionadas seriam iguais a 230.0 73. obtém-se VTR igual a 99.38 0.1.200.

01 Ln (ID).. 0.8 t/ha.26 + 111. VLH seria de 86. DTR seria de 489 kg/m3.1 m3/ha. . para IMATR = 22.57 m3/ha/ano. e casca/tronco = 0. Aos 53 meses. em que BTR é expressa em t/ha. Aos 53 meses.Densidade do lenho (DLH) A DLH (kg/m3) foi obtida pela equação: DLH = 69.241 + 103. o valor estimado para copa + raiz/tronco (y). em que DTR é expressa em kg/m3.Biomassa de copa+raiz (BCR) O valor de BCR (t/ha) foi obtido de: BCR = BTR * ((copa + raiz)/tronco). . sendo VTR=99. Para 53 meses.Densidade do tronco (DTR) Foi obtida mediante a equação DTR = 48.Volume do lenho (VLH) O volume do lenho foi calculado através da equação VLH = IMATR * (1. . foi obtido 61 .02 Ln (ID). em que: VLH é expresso em m3/ha.7 m3/ha e DTR = 489 kg/m3. o valor estimado para BLH é de 41.136.Biomassa do tronco (BTR) A biomassa do tronco foi obtida pela equação BTR = VTR * DTR.Biomassa do lenho (BLH) A BLH (t/ha) foi calculada por: BLH = VLH * DLH.(casca/tronco)) * ID/12. o valor de BTR calculado é de 48. Para a idade 53 meses. .432. Para a idade de 53 meses. o valor calculado é de 478 kg/m3.2 t/ha. conforme verificado nas árvores abatidas. . Aos 53 meses.

0204 ID. Logo.505.56 t/ha. foram obtidos os seguintes valores. Assim. Para a idade de 53 meses.BLH.0228 ID.1 t/ha.6.2741e-0. No exemplo. BSER = 3. 3.Biomassa de casca (BCA) A BCA foi obtida por: BCA = BTR .Volume de casca (VCA) O VCA foi obtido por: VCA = VTR . tendo sido obtida da equação: y = 1.6 t/ha.6912e-0. nessa idade. o valor obtido foi de 13. no exemplo.Biomassa de Serapilheira (BSER) A BSER foi obtida por: BSER = BCRS . copa + raiz + serapilheira/tronco é estimada em 0.da equação: y = 1.6 m3/ha. . expressos em kg/ha 62 .BCR.No tronco O quociente da BTR (48. BCA = 7. .1. Desta forma. Estimativas de conteúdo de nutrientes nos componentes das árvores e na serapilheira .Biomassa de copa+raiz+serapilheira (BCRS) A BCRS (t/ha) foi obtida da expressão: BCRS = BTR * (copa + raiz + serapilheira)/tronco. . o valor estimado de BCRS é de 24. . BCR é estimada em 21.2.2.VLH. No exemplo.7 t/ha. Assim.8 t/ha) pelo valor de CUB de cada nutriente para produção de tronco forneceu os conteúdos de nutrientes no tronco.

2.3. Fe (1. Fe = 2.16).No lenho Os conteúdos de nutrientes no lenho foram obtidos pela subtração dos respectivos valores no tronco e na casca. .Na casca + raiz + serapilheira Para cada nutriente.5. 63 .1.6. P = 4. Zn (1. expressos em kg/ha (macronutrientes) e em g/ha (micronutrientes): N = 32.4.4.77). Cu = 23. Ca = 98.8. os conteúdos de nutrientes na copa + raiz + serapilheira. Aos 53 meses. expressos em kg/ha para macronutrientes e em g/ha para micronutrientes.7. pelas equações do Quadro 27. são: N = 49. Ca (1. B = 779.8. são: N = 202. Fe = 2.71).1.7.7.5. B = 63.41).0.8.5.91). S (0. Fe = 1.088.7. Mg = 36. Mn = 1. Mn = 48. Zn = 669. S = 2.6.(macronutrientes) e em g/ha (micronutrientes): N = 81. Mg = 17.5.3. Zn = 219.6.8.2. P =16. S = 9. K (0.48).4. Cu = 216. P = 11.9.4.8.60). . Mg = 53.396.3. Mn = 267. P (1. Zn =173.7. B = 262.9.1.8.Na casca Com base nesses conteúdos e na relação casca/tronco.8.4.39). Cu = 21.0. S = 10. K = 73. Cu (4.354. K =221. Mn = 316. Mg (0.40). S = 11.3. Mn (4.3. os valores estimados dessas relações são: N (2. e expressos em kg/ha (macronutrientes) e em g/ha (micronutrientes). P = 22.8. seu conteúdo na copa + raiz + serapilheira foi obtido com base no conteúdo no tronco e na respectiva relação copa + raiz + serapilheira.8. Ca = 33.2. Ca = 210. Desse modo. K = 169. Mg = 31. Cu = 45. Fe = 733. K = 148. Zn = 392.76) e B (2. . B = 325. foram estimados os conteúdos na casca.3.417.58). Ca =132.0.3.

Ca = 129. Mn (3. S (0. Estas.75). B = 982.Na Árvore O somatório dos conteúdos de nutrientes estimados para os componentes das árvores.6. Mn = 363.7.032.349.26).5.713. resultando em: N (2.39). foram: N = 172. Fe = 3. B = 123.788.8. Zn = 507. Assim.50 g/ha. Fe = 1.105.98). foram estimadas pelas equações do Quadro 27. S = 2.Na serapilheira A diferença entre os conteúdos estimados nos dois parágrafos precedentes fornece os conteúdos existentes na serapilheira. P (1.9 kg/ha. Zn = 1.4.6. Mn = 1.0.7. Mn = 1.2. K = 378.80.8.5.2 e B = 1. Fe (0.1. P = 35. e B = 656. Zn = 899.5.29).876. Nas mesmas unidades que vem sendo utilizadas. expressos em kg/ha (macronutrientes) e em g/ha (micronutrientes) são: N = 253. Ca = 260.8. Ca = 342. Mn = 1.20). são: N = 283.Nos plantios Os conteúdos nos plantios (árvore + serapilheira).0.0.9. Fe = 4.9. Mg = 74. S = 20..0. Mg = 85.5. resulta nos conteúdos nas árvores. Cu = 156. P = 38.7. Cu = 262.1. Mg (0.6.4. .4. seus valores foram estimados a partir dos valores no tronco e das relações copa + raiz/tronco. K (0. nessas mesmas unidades. Cu = 60.44) e B (2. tem-se: N = 29. Zn (1. S = 8.71).2. P = 3.12).86). S = 2. K = 390.9. Cu (3. Ca (0. .1.4.7. Mg = 10.505.7.3. Estes.Na copa + raiz Quanto aos conteúdos de nutrientes na copa + raiz. os conteúdos estimados de nutrientes na copa + raiz. P = 19. Fe = 629. 64 .60. aos 53 meses.02).7.0. nas mesmas unidades utilizadas para tronco. K = 12.061.8. K = 156.8.3. Zn = 162.5. . Ca = 181. Mg = 20. Cu = 202.0.

48 0.1 kg/ha 93. os valores estimados de TRpl e o requerimento constam do Quadro 31. como a fertilização com P no plantio é sempre 65 . são também consideradas no suprimento.65 0.129.2.7 g/ha 45. o requerimento é em termos de dose-equivalente.57 0.3 kg/ha 521. Balanço nutricional e recomendação de adubação O balanço nutricional é dado pela comparação das quantidades de nutrientes supridas pelo solo (0-40 cm.6.2 kg/ha 149.1.10 0. as quantidades desses dois nutrientes veiculadas pela calagem.5 g/ha 11. Igualmente.8 g/ha 3. para o exemplo. em Juruena-MT. Portanto.10 0. e respectivas quantidades requeridas Nutriente N P K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B TRpl 0.616.10 Requerimento 436. Quadro 2).2 kg/ha 10.75 0. Quadro 30) com aquelas requeridas pelas árvores (Quadro 31).10 0.10 0.057.0 kg/ha 152.1.3. Estimativa do requerimento de nutrientes O requerimento de nutrientes foi estimado com base nos conteúdos de nutrientes nos plantios (árvore + serapilheira) e em suas taxas de recuperação (Trpl.1 g/ha 17.3. Para Ca e Mg.0 kg/ha 714.26 0.9 g/ha 2.6.24 0.3. Quadro 31 – Taxa de recuperação de nutrientes (TRpl) pelas árvores de teca.055. Desta forma. como se parte da premissa que a cultura da teca apresenta sensibilidade a acidez do solo.621.

1 10.3 521. As comparações foram feitas para algumas variáveis de crescimento e produção de biomassa. o desvio percentual entre o valor estimado pelo Sistema para cada variável e o observado é mostrado na Figura 4. as quantidades de P. Ca.9 414.6 Suprimento (kg/ha) Solo 7. com exceção do volume de casca (VCA) que foi superestimado 66 . K. Ca. Mg e Zn por plantios de teca. Para as variáveis de crescimento e produção de biomassa.2 149.recomendada. K. A produtividade desejada foi aquela efetivamente verificada em cada localidade. bem como para os conteúdos de macro e micronutrientes no tronco e no lenho.6.6 37. Em cada localidade. Quadro 32 – Balanço de P. de N e de K assim adicionadas são computadas como suprimento. Considerando apenas P.1.9 924. aos 53 meses Requerimento (kg/ha) 152.7 Ad. Mg e Zn essas informações constam do Quadro 32. Avaliação do NUTRITECA A avaliação do Sistema NUTRITECA foi feita pela comparação de suas estimativas com os valores verificados (em termos da média das três árvores avaliadas) nos plantios implantados nas três localidades estudadas. os desvios são pequenos. em Juruena MT.9 Calagem 230.0 714.2 27. Manutenção (kg/ha) 126.4 - Nutriente P K Ca Mg Zn 3. mediante.2 40.4.2 115.3 78. e se considera que essa fertilização de arranque é mais efetiva quando pequenas doses de N e de K são também adicionadas nessa fertilização. o uso do formulado NPK 6-30-6.7 NPK 6-30-6 18. independentemente de seu balanço nutricional. por exemplo.

para algumas variáveis de crescimento e produção de biomassa. em três localidades do Estado do Mato Grosso. 67 . bem como para os conteúdos de macro e de micronutrientes no tronco e no lenho.Tangará da Serra 75 50 25 Desvio % 0 -25 -50 -75 VOLLH VCA DTR DLH BTR BLH BCA BSER NTR NLH PTR PLH KTR KLH C A TR CALH MGTR MGLH STR SLH ZNTR ZNLH FETR FELH MNTR MNLH CUTR CULH BOROTR BOROLH São José do Rio Claro 75 50 25 Desvio % 0 -25 -50 -75 VOLLH VCA DTR DLH BTR BLH BCA BSER NTR NLH PTR PLH KTR KLH C A TR CALH MGTR MGLH STR SLH ZNTR ZNLH FETR FELH MNTR MNLH CUTR CULH BOROTR BOROLH Juruena 75 50 25 Desvio % 0 -25 -50 -75 VOLLH VCA DTR DLH BTR BLH BCA BSER NTR NLH PTR PLH KTR KLH C A TR CALH MGTR MGLH STR SLH ZNTR ZNLH FETR FELH MNTR MNLH CUTR CULH BOROTR BOROLH Figura 4 – Desvio percentual entre os valores estimados pelo NUTRITECA e observados em plantios de teca.

análises de sensibilidade foram feitas para P e K. conseqüentemente.em 13.6%. que podem ser considerados satisfatórios. e. que os maiores desvios ocorrem.2 e +5. Em relação aos macronutrientes. Entretanto. A biomassa de serapilheira (BSER) estimada pelo Sistema foi maior do que a observada em T (+18. Os desvios. considerando a média do lenho e tronco) e em J (superestimação de 41%.6%. DLH e DTR foram superestimadas em T (+7. superestimação que. respectivamente. +8. Neste trabalho. 3. -4.1%. o que deverá ocorrer em futuros trabalhos. especialmente Fe. na maioria das vezes. chama a atenção o comportamento do Sistema quanto a P em T (subestimação em torno de 46%. para os micronutrientes catiônicos. pela figura 4. DTR. contudo. Esses resultados. tendo em vista principalmente os macronutrientes. com a exceção já referida do P.1. para mais ou para menos.0% em média das três localidades).2. e menor em SJ (-10. verificados sinalizam a importância de se proceder a trabalhos visando a melhoria das funções utilizadas pelo Sistema para estimar as variáveis de crescimento e produção de biomassa. Para Zn e B. O Sistema subestimou.8%).2%). A biomassa de casca (BCA) foi superestimada em todos os três locais. para Tangará da Serra (TS). ainda que em magnitude pequena. contudo. -6. Mn e Cu.5.0% em SJ e +7.6.0% em J). os desvios são bem menores. as biomassas desses dois componentes (BLH. São José do Rio Claro (SJ) e Juruena (J). indicam. respectivamente). Análise de sensibilidade A avaliação do efeito das variáveis nos resultados proporcionados pelo NUTRITECA pode ser feita mediante análises de sensibilidade. a título de exemplo.0%).0 e 16. -4. desviaram dos observados em magnitude inferior a 20%.9%. no tronco ou no lenho. em termos da média de SJ e J). para a média de lenho e tronco). -2. que o aperfeiçoamento do Sistema é necessário. as densidades do lenho e do tronco em SJ e J (em média: DLH. 3.9% e BTR.3%) e J (+7. decresceu com o aumento da idade dos plantios (+23. 68 . o volume do lenho (VLH. 15.2% em T. os conteúdos estimados pelo Sistema. percebe-se. Para os demais nutrientes. Para os conteúdos de nutrientes.

em função da variação das seguintes variáveis: produtividade esperada de tronco (IMATR) e teores de P. que corresponde a uma menor capacidade-tampão. constam das Figuras 5 e 6. também. esses relacionamentos são fortemente influenciados pela capacidade-tampão do solo.0 mg/dm3 (extrator Mehlich-1). Optou-se por apresentar os valores negativos. 10. nas figuras. 20. quando do novo balanço realizado. considerando que os teores de cada um desses nutrientes e valores de P-rem fossem os mesmos para as camadas de 0-20 e de 20-40. para estimar a necessidade de adubação pós-desbaste. 50 e 60 mg/dm3. Esses 69 . haveria a necessidade de adubar com P mesmo para a menor produtividade e nos maiores teores de P no solo. do ponto de vista prático. devido a que os mesmos constituiriam um saldo de balanço que é computado pelo Sistema. Com o aumento deste. K e P-rem do solo.5. Os teores de P variaram como segue: 1. 20.0. respectivamente.5 e 10. nesta condição apenas para a maior produtividade esperada é que o Sistema recomenda P. 40. sendo expressos em termos das quantidades recomendadas pelo NUTRITECA necessárias ao atendimento do balanço nutricional. que para condições de menores teores de P. para o maior P-rem (45 mg/L). foram iguais a: 20. indicando. No entanto. Assim. 30. 40 e 50 m3/ha/ano. 2. Os de K. por exemplo. a não necessidade de adubação. por esse mesmo extrator. Cabe observar. Os valores de P-rem foram: 2. Observa-se na Figura 5 que as quantidades de P recomendadas aumentam com a elevação da produtividade e com o decréscimo do teor desse elemento no solo. 5. expressa pelo P-rem. As análises foram feitas para a idade de 50 meses. Os resultados obtidos. Valores negativos. o Sistema recomenda mais P para menores P-rem.0. tanto para P como para K. mesmo estando este em maiores teores no solo. 30. o que é compatível com a maior fixação de P desses solos.5. 30 e 45 mg/L. Tal comportamento é altamente contrastante com aquele previsto para o menor P-rem. 7. correspondem a situações em que o suprimento do nutriente pelo solo é maior do que seu requerimento pelos plantios. ocorrem menores inclinações das curvas que relacionam as quantidades de P recomendadas em função do teor de P no solo. Os seguintes valores de IMA foram considerados: 10. situação freqüente em solos onde se cultiva teca.

5 5 7.5 5 7.5 10 -100 -300 P Mehlich-1 (mg/dm3) Prem = 20 mg/L Prem = 30 mg/L 500 300 500 300 P (kg/ha) P (kg/ha) 100 -100 -300 P Mehlich-1 (mg/dm3) 100 -100 0 -300 P Mehlich-1 (mg/dm3) 0 2.5 mg/L P-rem = 10 mg/L 500 300 500 300 P (kg/ha) P (kg/ha) 100 -100 -300 P Mehlich-1 (mg/dm3) 100 0 2. m3/ha/ano).5 10 2.5 5 7. para diferentes produtividades de tronco (IMA.5 10 IMA_10 IMA_15 IMA_20 IMA_25 IMA_30 Figura 5 – Quantidades de P recomendadas pelo NUTRITECA de modo a atender ao balanço de P em função de seu teor no solo (0-40 cm). aos 50 meses.5 5 7.5 5 7. 70 .Prem = 2.5 10 Prem = 45 mg/L 500 300 P (kg/ha) 100 -100 -300 P Mehlich-1 (mg/dm3) 0 2.5 10 0 2.

m3/ha/ano).0 0 10 20 30 40 50 60 K Mehlich-1 (mg/dm3) Prem = 45 mg/L 600.Prem = 2.0 400.0 0 -200.0 K Mehlich-1 (mg/dm3) Prem = 10 mg/L 600.0 400.0 K (kg/ha) 200.5 mg/L 600.0 10 20 30 40 50 60 -200.0 K (kg/ha) 200.0 0 -200.0 K Mehlich-1 (mg/dm3) Prem = 30 mg/L 600.0 0.0 400. 71 .0 10 20 30 40 50 60 -200.0 K (kg/ha) 200.0 400.0 0.0 0.0 400.0 K (kg/ha) 200.0 0 10 20 30 40 50 60 K Mehlich-1 (mg/dm3) Prem = 20 mg/L 600.0 0.0 K Mehlich-1 (mg/dm3) 10 20 30 40 50 60 IMA_10 IMA_15 IMA_20 IMA_25 IMA_30 Figura 6 – Quantidades de K recomendadas pelo NUTRITECA de modo a atender ao balanço de K em função de seu teor no solo (0-40 cm).0 0. aos 50 meses.0 K (kg/ha) 200. para diferentes produtividades de tronco (IMA.0 0 -200.

é menor o efeito do P-rem nas inclinações das curvas que relacionam as quantidades recomendadas com a variação do teor de K no solo. a TRext de K é igual a 0. Como exemplo. seriam recomendadas as quantidades de 251 kg/ha para o solo com Prem = 2. explicáveis com base nas funções por ele utilizadas para estimar as taxas de recuperação de P pelo extrator químico e pela planta. seu suprimento será maior para menor P-rem. aos 50 meses.2 (Quadro 1).67 e o suprimento de K é estimado em 180 kg/ha. nas mesmas camadas referidas. desde que o mesmo esquema de parcelamento de K fosse utilizado em ambos os solos. num solo com 30 mg/dm3 de K pelo extrator Mehlich-1 e P-rem igual a 2. 72 .4. para um mesmo teor de K no solo.5 mg/L e de 302. Logo. Considerando uma mesma produtividade esperada (20 m3/ha/ano).93 e. comparativamente ao P. um solo com P-rem de 45 mg/L teria TRext de K igual a 0. Cabe destacar que a possibilidade que se torna viável com o uso do NUTRITECA de se ter recomendações para diferentes cenários envolvendo dentre outros aspectos a produtividade esperada. Para esse mesmo teor de K. o requerimento de K seria de 431 kg/ha.comportamentos previstos pelo Sistema são. portanto. Assim. a taxa de recuperação de K pelo extrator Mehlich-1 (TRext) varia inversamente ao P-rem. na realidade. as curvas da Figura 6 mostram também que o NUTRITECA recomenda maiores quantidades para maiores produtividades e menores teores deste nutriente no solo. Como visto no item 2. os teores de nutrientes no solo. e a utilização de diferentes extratores. evidenciando o efeito do P-rem.5 para o de P-rem = 45 mg/L. Para K. 128 kg/ha seria a quantidade por ele suprida. E.5 mg/L na camada de 0-20 e de 20-40cm.

Mn e Cu. com vistas ao cálculo do balanço nutricional e recomendação de calagem e adubação para a cultura da teca. Fe. A densidade da madeira em plantios jovens de teca. aumentando no tronco. exceto para P. bem como para os conteúdos de nutrientes no lenho ou no tronco. no Estado do Mato Grosso. úteis para subsidiar o desbaste de árvores de teca nas condições dos sítios estudados. foi de aproximadamente 500 kg/m3 aos 53 meses. crescente com a idade. Foram determinados valores de eficiência de utilização (CUB) de nutrientes para a produção de lenho e de tronco.4. Foram obtidos valores dos parâmetros da função de Weibull. úteis para a estimativa de demanda nutricional com vistas a obter definida produtividade esperada. O Sistema mostrou-se satisfatório quanto as estimativas de produção volumétrica e de biomassa. A partição de carbono e de nutrientes minerais para a copa decresce com a idade das árvores. CONCLUSÕES A taxa de crescimento volumétrico e de produção de biomassa de plantios jovens de teca foi influenciada pelas condições do sítio florestal e idade das árvores. 73 . Foi desenvolvida uma primeira versão do NUTRITECA. Equações que modelam esse relacionamento foram desenvolvidas.

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