PNBL, MVNO, triplay play, tablets dominam Futurecom

Dispositivos móveis com mais segurança

Vídeos online ajudam na profssão

MPS.BR. A certifcação do software
Desbloquear iPad traz riscos de ataques
Cases / Produtos / Serviços
South-South Innovation:
parcerias internacionais em TI
Brasil recua na maturidade de
Gestão da Infraestrutura de TI
#10 Novembro - Dezembro 2010
Agosto de 2008 # 00
Publicação: FonteMidia Americas
Redação: Cristiane Geminiano
Arte: Wilians Geminiano / Pedro Paulo
Multimídia: Pedro Paulo
Av. Eng. Soares de Camargo, 489
03556-000 - São Paulo - SP
contato@itportal.com.br
www.fontenews.com.br
______________________
www.itportal.com.br
www.fontemidia.com.br
Maio de 2009 # 04
[inovação]
A
s micro e pequenas indús-
trias terão R$ 48,7 milhões
em recursos, nos próximos
três anos, para promover a ino-
vação. As dotações serão desem-
bolsadas pela Confederação Na-
cional da Indústria (CNI) e Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pe-
quenas Empresas (Sebrae), que
assinaram convênio com este ob-
jetivo em 1º de outubro últimoz’,
no escritório da CNI em São Paulo.

“Os recursos vão servir para for-
mar indutores e promotores de
projetos de inovação tecnológica,
mas também para formar 18 mil
empresas, capacitar nove mil em-
presários e, no mínimo, executar
três mil projetos de inovação tec-
nológica”, informou o presidente
em exercício da CNI, Robson Bra-
ga de Andrade. Ele assinou o con-
vênio com o diretor-presidente do
Sebrae Nacional, Paulo Okamotto.

De acordo com Andrade, a apre-
sentação de projetos e a disponi-
bilidade dos recursos já são um
avanço muito grande, “consideran-
do principalmente que as micro e
pequenas empresas têm muitas
difculdades de investir em inova-
ção, porque estão muito voltadas
para o seu dia-a-dia, para o seu
mercado”. Segundo o presidente
em exercício da CNI, “ esse é exa-
tamente o nicho de empresas em
Pequena empresa terá R$ 48,7 mi
da CNI e Sebrae para inovar
Novembro / Dezembro de 2010 # 10 - Página 03
que precisamos atuar, para fazer
com que dêem um salto de qualida-
de, de desenvolvimento de produ-
tos para atingir um mercado maior”.

O orçamento será executado a par-
tir da análise de planos de trabalho
dos núcleos de inovação em 24 fe-
derações de indústrias dos estados.
Com os recursos aprovados pelas
Gerências de Políticas Industriais da
CNI e do Sebrae, os núcleos criarão
um portfólio de produtos que es-
tará disponível para as empresas
nesta primeira fase do programa.

O acordo contempla seis eixos:
eventos de sensibilização e motiva-
ção; cursos de capacitação em ges-
tão; planos de inovação; suporte à
adoção da estratégia; consultorias
para elaboração de projetos à aná-
lise de órgãos de fomento, e avalia-
ção e monitoramento de resultados.
Este último consolida o ciclo e per-
mite observar se os objetivos foram
alcançados. E até aí inovamos, por-
que teremos condição de medir o
impacto de uma ação deste porte”,
explicou o gerente de Estudos e Po-
líticas Industriais da CNI, Paulo Mol.

“O empresário terá acesso a recur-
sos, a planos de inovação de pro-
cessos e produtos, para criar em-
presas fortes no mercado nacional e
internacional”, assinalou Okamotto.
Recursos vão servir para formar indutores e promotores
de projetos de inovação tecnológica
Página 04
SPED - Muito trabaho com o CIAP -
Bloco G

Página 05
Dispositivos móveis terão mais
segurança
Página 07
Vídeos online ajudam na profssão
Página 08
MPS.BR. A certifcação do software
Página 09
HTML5 ainda não está pronto
Página 09
Desbloquear iPad traz riscos de
ataques
Páginas 10 a 13
Produtos / Serviços / Produtos
Página 14
Artigo - Já temos contactless para
vários mercados
Página 15
South-South Innovation:
parcerias internacionais em TI
Página 16
Novos segmentos terão NF-e
Página 17
Brasil recua na maturidade de
Gestão da Infraestrutura de TI

Página 18
PNBL, MVNO, triplay play, tablets
dominam Futurecom

Página 19
Destaques da Futurecom
[nesta edição]
Agosto de 2008 # 00 - Página 5 Agosto de 2008 # 00
Publicação: FonteMidia Americas
Redação: Cristiane Geminiano
Arte: Wilians Geminiano / Pedro Paulo
Multimídia: Pedro Paulo
Av. Eng. Soares de Camargo, 489
03556-000 - São Paulo - SP
contato@itportal.com.br
www.fontenews.com.br
______________________
www.itportal.com.br
www.fontemidia.com.br
Maio de 2009 # 04
[inovação]
A
s micro e pequenas indús-
trias terão R$ 48,7 milhões
em recursos, nos próximos
três anos, para promover a ino-
vação. As dotações serão desem-
bolsadas pela Confederação Na-
cional da Indústria (CNI) e Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pe-
quenas Empresas (Sebrae), que
assinaram convênio com este ob-
jetivo em 1º de outubro últimoz’,
no escritório da CNI em São Paulo.

“Os recursos vão servir para for-
mar indutores e promotores de
projetos de inovação tecnológica,
mas também para formar 18 mil
empresas, capacitar nove mil em-
presários e, no mínimo, executar
três mil projetos de inovação tec-
nológica”, informou o presidente
em exercício da CNI, Robson Bra-
ga de Andrade. Ele assinou o con-
vênio com o diretor-presidente do
Sebrae Nacional, Paulo Okamotto.

De acordo com Andrade, a apre-
sentação de projetos e a disponi-
bilidade dos recursos já são um
avanço muito grande, “consideran-
do principalmente que as micro e
pequenas empresas têm muitas
difculdades de investir em inova-
ção, porque estão muito voltadas
para o seu dia-a-dia, para o seu
mercado”. Segundo o presidente
em exercício da CNI, “ esse é exa-
tamente o nicho de empresas em
Pequena empresa terá R$ 48,7 mi
da CNI e Sebrae para inovar
Novembro / Dezembro de 2010 # 10 - Página 03
que precisamos atuar, para fazer
com que dêem um salto de qualida-
de, de desenvolvimento de produ-
tos para atingir um mercado maior”.

O orçamento será executado a par-
tir da análise de planos de trabalho
dos núcleos de inovação em 24 fe-
derações de indústrias dos estados.
Com os recursos aprovados pelas
Gerências de Políticas Industriais da
CNI e do Sebrae, os núcleos criarão
um portfólio de produtos que es-
tará disponível para as empresas
nesta primeira fase do programa.

O acordo contempla seis eixos:
eventos de sensibilização e motiva-
ção; cursos de capacitação em ges-
tão; planos de inovação; suporte à
adoção da estratégia; consultorias
para elaboração de projetos à aná-
lise de órgãos de fomento, e avalia-
ção e monitoramento de resultados.
Este último consolida o ciclo e per-
mite observar se os objetivos foram
alcançados. E até aí inovamos, por-
que teremos condição de medir o
impacto de uma ação deste porte”,
explicou o gerente de Estudos e Po-
líticas Industriais da CNI, Paulo Mol.

“O empresário terá acesso a recur-
sos, a planos de inovação de pro-
cessos e produtos, para criar em-
presas fortes no mercado nacional e
internacional”, assinalou Okamotto.
Recursos vão servir para formar indutores e promotores
de projetos de inovação tecnológica
Página 04
SPED - Muito trabaho com o CIAP -
Bloco G

Página 05
Dispositivos móveis terão mais
segurança
Página 07
Vídeos online ajudam na profssão
Página 08
MPS.BR. A certifcação do software
Página 09
HTML5 ainda não está pronto
Página 09
Desbloquear iPad traz riscos de
ataques
Páginas 10 a 13
Produtos / Serviços / Produtos
Página 14
Artigo - Já temos contactless para
vários mercados
Página 15
South-South Innovation:
parcerias internacionais em TI
Página 16
Novos segmentos terão NF-e
Página 17
Brasil recua na maturidade de
Gestão da Infraestrutura de TI

Página 18
PNBL, MVNO, triplay play, tablets
dominam Futurecom

Página 19
Destaques da Futurecom
[nesta edição]
Agosto de 2008 # 00 - Página 6
Fevereiro / Março de 2010 # 07 - Página 05

[sped]
Novembro / Dezembro de 2010 # 10 - Página 04

Muito trabalho com o CIAP – Bloco G
Companhias estão tendo que ampliar suas equipes para dar conta do controle dos
ativos depois das novas regras
M
uitas empresas de vários
segmentos da economia
estão tendo trabalho adi-
cional para complementar o con-
trole do CIAP – Bloco G do SPED,
envolvendo a apuração de infor-
mações que precisam ser declara-
das sobre os ativos de patrimônio
e, assim, garantir que os dados
estejam atualizados e correta-
mente informados ao Fisco.

Segundo a equipe de consultoria
da Sispro, antes das novas regras
do CIAP – Bloco G do SPED as
empresas não listavam em seus
sistemas ou planilhas, inúmeras
informações sobre ativo adquiri-
do, como por exemplo, a data da
emissão e até mesmo o número
da nota fscal relacionada. Como
estas informações agora são obri-
gatórias, as companhias precisam
ter em mãos muitos dados sobre
o ativo para compor o livro do
CIAP, resultando em trabalho ex-
tra e até mesmo na necessidade
de contratação de mais pessoas
ou de empresas especializadas
para esta fnalidade.

Segundo Marli Vitória Ruaro, con-
sultora da Sispro, mesmo as em-
presas que já emitem o livro CIAP
ainda necessitam incluir infor-
mações adicionais. “Desta forma
está ocorrendo um grande volu-
me de serviço, mesmo que o sis-
tema possa contemplar de algu-
ma forma os campos necessários
para isso. No caso das empresas
usuárias do Sispro Patrimônio
este trabalho é facilitado porque
o sistema já contemplava uma
série de informações e controles
que agora passaram a ser exigi-
dos e validados no Bloco G. E ain-
da assim, nossos clientes estão
tendo um trabalho adicional para
complementar algumas destas in-
formações. No caso das
companhias que não
possuem um sistema
especialista na área de
controle patrimonial,
agora se tornou indis-
pensável – e urgente –
encontrar uma solução
para isto”, comenta.

Marli Vitória também
conta que existem ca-
sos onde empresas
possuem milhares de
itens que precisam ser
revisados antes de in-
cluir um grande volume
de dados no sistema
ou planilha. Somente
a partir daí é possível
gerar o Bloco G para
validação fnal. “Em
muitas empresas ainda
não existem exemplos
concretos de Bloco G
gerado no ‘mundo real’,
assim, estão tendo que
contratar mão de obra
ou empresas especia-
lizadas para esta fna-
lidade”, revela. “Além
deste trabalho todo,
muitas companhias
também necessitam
adequar seus processos e siste-
mas para registrar as novas mo-
vimentações no legado e os novos
créditos do ICMS”.

Segundo Lourival Vieira, diretor
de Marketing da Sispro, a deman-
da do CIAP – Bloco G do SPED,
por todo este trabalho envolvido,
tem gerado um custo de imple-
mentação altamente signifcati-
vo para as empresas. “Isto cer-
tamente afeta o orçamento das
companhias. No caso das empre-
sas de pequeno e médio portes,
especifcamente, este impacto é
ainda maior. Desta forma, saem
na frente aquelas que possuem -
ou estão implantando – sistemas
especialistas e abrangentes de
controle patrimonial, adequados
às novas regras, enquanto que as
demais, que ainda usam planilhas
ou sistemas rudimentares, devem
se movimentar para resolver esta
situação e não deixar para mais
tarde a adoção de todo o ferra-
mental tecnológico para colocar
suas obrigações em dia. Os cus-
tos deste atraso deverão ser mui-
to maiores lá na frente”, destaca
o executivo.
[segurança]
Dispositivos móveis terão mais segurança
A criação da SEPIA (Secure Embedded Platform with Advanced Process Isolation and
Anonymity capabilities) conta com a participação de grandes fabricantes
O
aumento elevado do uso de
dispositivos móveis, entre
eles os tablets e smartpho-
nes, como meio de pagamentos e
de acesso a serviços fnanceiros
e bancários, fez com que quatro
grandes líderes da indústria glo-
bal de tecnologia, sobre a coorde-
nação da Graz University of Tech-
nology (Austria), se unissem para
criar a SEPIA (Secure Embedded
Platform with advanced Process
Isolation and Anonymity Capabi-
lities), que será responsável pela
formação de um grupo de traba-
lho para propor padrões de se-
gurança para esta nova geração
de dispositivos móveis. O pro-
jeto será fnanciado pelo centro
de pesquisa Seventh Framework
Programme da União Européia .

Segundo as empresas que com-
põem a SEPIA, a proteção dos usu-
ários, suas privacidades e identi-
dades a partir destes dispositivos,
é uma preocupação crescente, no
entanto, não existe um nível de se-
gurança comum através de plata-
formas de celular, e as tecnologias
utilizadas variam muito. O projeto
de pesquisa capitaneado pela SE-
PIA terá duração de três anos e
com a fnalidade de responder a
estas questões através do estabe-
lecimento de melhorias das segu-
ranças e de novas metodologias
de certifcação para as plataformas
adotadas nos dispositivos móveis.

Os trabalhos da SEPIA deverão ga-
rantir que os usuários possam utili-
zar seus aparelhos móveis a partir
de aplicações seguras, garantindo
que seus dados pessoais e conf-
denciais, tais como seus nomes,
senhas, localização e dados
bancários e de pagamento, se-
jam armazenados e processa-
dos dentro de um ambiente ex-
clusivo, protegido, isolado e de
elevada confabilidade, ao mes-
mo tempo em que possa tam-
bém acessar a outros serviços,
tais como jogos e downloads de
software, sem risco de serem
afetados por vírus, trojans ou
outro código malicioso qualquer.

Ao receber o fnanciamento do
Seventh Framework Programme
da União Européia (FP7), o pro-
jeto SEPIA terá o apoio neces-
sário para se tornar o primeiro
passo rumo ao estabelecimento
de uma nova arquitetura multi-
plataforma avançada de segu-
rança móvel.
[curtas]
A Insigne iniciou atividades no mer-
cado corporativo de TI a partir da
oferta de aplicações tecnológicas,
suporte, capacitação profssional e
oferta de serviços de consultoria,
acompanhando o crescimento do
uso do sistema operacional Insigne
Linux por empresas de vários portes
e segmentos, inclusive em servido-
res de aplicações e arquivos.
A empresa está em fase fnal de as-
sinatura de acordos tecnológicos e
de distribuição com grandes prove-
dores globais de tecnologia, com o
objetivo de atender às empresas nas
áreas de gestão e segurança de in-
fraestrutura de TI, incluindo a oferta
das funcionalidades do sistema ope-
racional Insigne Linux Momentum,
que possui mais de 3 milhões de có-
pias distribuídas pelos principais fa-
bricantes de PCs do Brasil.
Insigne Software no
mercado corporativo
A ENG DTP & Multimídia anuncia o iní-
cio dos cursos na tecnologia Microsoft
Silverlight, com duas opções iniciais:
curso de introdução gratuito à tecno-
logia e o treinamento nível I, com tur-
mas em São Paulo, Curitiba e Brasília
em diversas datas disponíveis.
A tecnologia Silverlight permite criar
funcionalidades para navegadores e
plug-ins da nova geração de Interfa-
ces Inteligentes Web. O curso gratuito
de introdução de três horas/aula irá
oferecer aos alunos a oportunidade
de conhecer a tecnologia e como ela
funciona, possibilitando a criação de
aplicações, além de saber como atu-
ar com ela no mercado corporativo, o
módulo nível I do treinamento propor-
cionará ensinamentos mais avançados
no desenvolvimento de aplicativos, em
24 horas/aula.
Powerlogic: 3,4 mi
em inovação
Recursos próprios e do BNDES-
Prosoft serão investidos no lança-
mento do Powerlogic jALM C3, que
integrará todos os produtos atuais
da empresa na primeira solução de
gestão abrangente do ciclo de vida
de aplicações de software com base
no Open Source. Os recursos serão
aplicados nos próximos dois anos
em projeto de inovação evolutiva
de toda a sua linha de produtos,
além de reforço em marketing e
capacitação de sua rede de canais.

Esta é a segunda vez que a Power-
logic é contemplada com recursos
do Prosoft para seus projetos de
inovação. A primeira foi em 2004,
quando a empresa recebeu aporte
de R$ 1,2 milhões. A meta é dupli-
car o número de clientes no biênio
2011/2012.
ENG inicia cursos
em Silverlight
Novembro / Dezembro de 2010 # 10 - Página 05
Agosto de 2008 # 00 - Página 7
Fevereiro / Março de 2010 # 07 - Página 05

[sped]
Novembro / Dezembro de 2010 # 10 - Página 04

Muito trabalho com o CIAP – Bloco G
Companhias estão tendo que ampliar suas equipes para dar conta do controle dos
ativos depois das novas regras
M
uitas empresas de vários
segmentos da economia
estão tendo trabalho adi-
cional para complementar o con-
trole do CIAP – Bloco G do SPED,
envolvendo a apuração de infor-
mações que precisam ser declara-
das sobre os ativos de patrimônio
e, assim, garantir que os dados
estejam atualizados e correta-
mente informados ao Fisco.

Segundo a equipe de consultoria
da Sispro, antes das novas regras
do CIAP – Bloco G do SPED as
empresas não listavam em seus
sistemas ou planilhas, inúmeras
informações sobre ativo adquiri-
do, como por exemplo, a data da
emissão e até mesmo o número
da nota fscal relacionada. Como
estas informações agora são obri-
gatórias, as companhias precisam
ter em mãos muitos dados sobre
o ativo para compor o livro do
CIAP, resultando em trabalho ex-
tra e até mesmo na necessidade
de contratação de mais pessoas
ou de empresas especializadas
para esta fnalidade.

Segundo Marli Vitória Ruaro, con-
sultora da Sispro, mesmo as em-
presas que já emitem o livro CIAP
ainda necessitam incluir infor-
mações adicionais. “Desta forma
está ocorrendo um grande volu-
me de serviço, mesmo que o sis-
tema possa contemplar de algu-
ma forma os campos necessários
para isso. No caso das empresas
usuárias do Sispro Patrimônio
este trabalho é facilitado porque
o sistema já contemplava uma
série de informações e controles
que agora passaram a ser exigi-
dos e validados no Bloco G. E ain-
da assim, nossos clientes estão
tendo um trabalho adicional para
complementar algumas destas in-
formações. No caso das
companhias que não
possuem um sistema
especialista na área de
controle patrimonial,
agora se tornou indis-
pensável – e urgente –
encontrar uma solução
para isto”, comenta.

Marli Vitória também
conta que existem ca-
sos onde empresas
possuem milhares de
itens que precisam ser
revisados antes de in-
cluir um grande volume
de dados no sistema
ou planilha. Somente
a partir daí é possível
gerar o Bloco G para
validação fnal. “Em
muitas empresas ainda
não existem exemplos
concretos de Bloco G
gerado no ‘mundo real’,
assim, estão tendo que
contratar mão de obra
ou empresas especia-
lizadas para esta fna-
lidade”, revela. “Além
deste trabalho todo,
muitas companhias
também necessitam
adequar seus processos e siste-
mas para registrar as novas mo-
vimentações no legado e os novos
créditos do ICMS”.

Segundo Lourival Vieira, diretor
de Marketing da Sispro, a deman-
da do CIAP – Bloco G do SPED,
por todo este trabalho envolvido,
tem gerado um custo de imple-
mentação altamente signifcati-
vo para as empresas. “Isto cer-
tamente afeta o orçamento das
companhias. No caso das empre-
sas de pequeno e médio portes,
especifcamente, este impacto é
ainda maior. Desta forma, saem
na frente aquelas que possuem -
ou estão implantando – sistemas
especialistas e abrangentes de
controle patrimonial, adequados
às novas regras, enquanto que as
demais, que ainda usam planilhas
ou sistemas rudimentares, devem
se movimentar para resolver esta
situação e não deixar para mais
tarde a adoção de todo o ferra-
mental tecnológico para colocar
suas obrigações em dia. Os cus-
tos deste atraso deverão ser mui-
to maiores lá na frente”, destaca
o executivo.
[segurança]
Dispositivos móveis terão mais segurança
A criação da SEPIA (Secure Embedded Platform with Advanced Process Isolation and
Anonymity capabilities) conta com a participação de grandes fabricantes
O
aumento elevado do uso de
dispositivos móveis, entre
eles os tablets e smartpho-
nes, como meio de pagamentos e
de acesso a serviços fnanceiros
e bancários, fez com que quatro
grandes líderes da indústria glo-
bal de tecnologia, sobre a coorde-
nação da Graz University of Tech-
nology (Austria), se unissem para
criar a SEPIA (Secure Embedded
Platform with advanced Process
Isolation and Anonymity Capabi-
lities), que será responsável pela
formação de um grupo de traba-
lho para propor padrões de se-
gurança para esta nova geração
de dispositivos móveis. O pro-
jeto será fnanciado pelo centro
de pesquisa Seventh Framework
Programme da União Européia .

Segundo as empresas que com-
põem a SEPIA, a proteção dos usu-
ários, suas privacidades e identi-
dades a partir destes dispositivos,
é uma preocupação crescente, no
entanto, não existe um nível de se-
gurança comum através de plata-
formas de celular, e as tecnologias
utilizadas variam muito. O projeto
de pesquisa capitaneado pela SE-
PIA terá duração de três anos e
com a fnalidade de responder a
estas questões através do estabe-
lecimento de melhorias das segu-
ranças e de novas metodologias
de certifcação para as plataformas
adotadas nos dispositivos móveis.

Os trabalhos da SEPIA deverão ga-
rantir que os usuários possam utili-
zar seus aparelhos móveis a partir
de aplicações seguras, garantindo
que seus dados pessoais e conf-
denciais, tais como seus nomes,
senhas, localização e dados
bancários e de pagamento, se-
jam armazenados e processa-
dos dentro de um ambiente ex-
clusivo, protegido, isolado e de
elevada confabilidade, ao mes-
mo tempo em que possa tam-
bém acessar a outros serviços,
tais como jogos e downloads de
software, sem risco de serem
afetados por vírus, trojans ou
outro código malicioso qualquer.

Ao receber o fnanciamento do
Seventh Framework Programme
da União Européia (FP7), o pro-
jeto SEPIA terá o apoio neces-
sário para se tornar o primeiro
passo rumo ao estabelecimento
de uma nova arquitetura multi-
plataforma avançada de segu-
rança móvel.
[curtas]
A Insigne iniciou atividades no mer-
cado corporativo de TI a partir da
oferta de aplicações tecnológicas,
suporte, capacitação profssional e
oferta de serviços de consultoria,
acompanhando o crescimento do
uso do sistema operacional Insigne
Linux por empresas de vários portes
e segmentos, inclusive em servido-
res de aplicações e arquivos.
A empresa está em fase fnal de as-
sinatura de acordos tecnológicos e
de distribuição com grandes prove-
dores globais de tecnologia, com o
objetivo de atender às empresas nas
áreas de gestão e segurança de in-
fraestrutura de TI, incluindo a oferta
das funcionalidades do sistema ope-
racional Insigne Linux Momentum,
que possui mais de 3 milhões de có-
pias distribuídas pelos principais fa-
bricantes de PCs do Brasil.
Insigne Software no
mercado corporativo
A ENG DTP & Multimídia anuncia o iní-
cio dos cursos na tecnologia Microsoft
Silverlight, com duas opções iniciais:
curso de introdução gratuito à tecno-
logia e o treinamento nível I, com tur-
mas em São Paulo, Curitiba e Brasília
em diversas datas disponíveis.
A tecnologia Silverlight permite criar
funcionalidades para navegadores e
plug-ins da nova geração de Interfa-
ces Inteligentes Web. O curso gratuito
de introdução de três horas/aula irá
oferecer aos alunos a oportunidade
de conhecer a tecnologia e como ela
funciona, possibilitando a criação de
aplicações, além de saber como atu-
ar com ela no mercado corporativo, o
módulo nível I do treinamento propor-
cionará ensinamentos mais avançados
no desenvolvimento de aplicativos, em
24 horas/aula.
Powerlogic: 3,4 mi
em inovação
Recursos próprios e do BNDES-
Prosoft serão investidos no lança-
mento do Powerlogic jALM C3, que
integrará todos os produtos atuais
da empresa na primeira solução de
gestão abrangente do ciclo de vida
de aplicações de software com base
no Open Source. Os recursos serão
aplicados nos próximos dois anos
em projeto de inovação evolutiva
de toda a sua linha de produtos,
além de reforço em marketing e
capacitação de sua rede de canais.

Esta é a segunda vez que a Power-
logic é contemplada com recursos
do Prosoft para seus projetos de
inovação. A primeira foi em 2004,
quando a empresa recebeu aporte
de R$ 1,2 milhões. A meta é dupli-
car o número de clientes no biênio
2011/2012.
ENG inicia cursos
em Silverlight
Novembro / Dezembro de 2010 # 10 - Página 05
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 06
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 07
[carreira]
A
IDC América La-
tina liberou um
estudo sobre o
comportamento de
compra dos usuários
de TI na América Lati-
na, analisando as pre-
ferências online dessas
pessoas. A conclusão é
de que o vídeo online
se destacou como uma
das ferramentas mais
utilizadas na hora de
informar-se sobre um
produto ou serviço de
TI.

“De todos os pesqui-
sados, 70% assistem
a vídeos online relacionados com
sua profssão. Isso mostra que o
vídeo se transformou em uma fer-
ramenta muito atraente para os
profssionais de Marketing B2B”,
disse Luciana Sario, gerente de
Marketing de IDC América Latina.

O México encabeçou o ranking. Na-
quele país, mais de 79% dos usu-
ários fnais de TI assistem a vídeos
online para obter informação sobre
um serviço de TI ou uma tecnologia
em particular. A Colômbia apareceu
em segundo lugar com quase 78%.
Usuários de TI assistem a vídeos online relacionados
à sua profissão
O último da lista foi o Brasil, com
58,33%. “Mesmo ocupando a lan-
terna do ranking, observamos que
o Brasil tem um número bastante
expressivo de pessoas interessadas
em obter informações em forma-
to de vídeo”, completou Luciana.

A gerente de Marketing da IDC Amé-
rica Latina alerta que, para conse-
guir um bom vídeo online, existe
uma série de passos a seguir. “Con-
tar com um plano de produção de
qualidade é um dos passos essen-
ciais para obter um programa multi-
mídia de sucesso. Outra questão que
deve ser levada em conta é
a das métricas, que podem
ser básicas, como clicks e
views, ou mais complexas,
como as que são relaciona-
das à interatividade gera-
da a partir de cada vídeo”.

O estudo destaca ainda que
um dos objetivos a serem
alcançados quando se pro-
duz um vídeo é o conteúdo
criativo e de grande interes-
se para a audiência selecio-
nada. Para Luciana Sário,
converter um vídeo num vi-
ral não é uma tarefa que se
pode exercer sozinho. “A au-
diência é fundamental. Por
isso, para avaliar os resultados tem
que fcar bem claro qual é o público
em questão e qual é o número de
pessoas que devem ser impactadas.
Quando se trata de uma audiência de
milhões, vamos querer conseguir a
maior quantidade de views possível”.

Luciana Sário fnaliza explicando que
o vídeo é uma mídia social. “Para
começar a gerar um vídeo viral de-
vemos ter bem claro o conteúdo e
depois vamos somando uma boa es-
tratégia de distribuição nas diferen-
tes plataformas sociais”.
Quando se produz um vídeo, o conteúdo criativo e de grande interesse para a
audiência selecionada é o que pesa na hora da decisão.
IT Portal: vídeos abordam temas de grande interesse
Lançado há três anos, o IT Portal vem se destacando
como uma das midias online alternativas para a divul-
gação de notícias do universo da Tecnologia da Infor-
mação, Telecomunicação e Negócios e outros relacio-
nados a estas áreas, como a Web e Educação.

Uma das áreas mais visitadas, a seção de vídeo do
portal, traz uma série de vídeos dos fornecedores de
tecnologia que patrocinam o IT Portal.
Alí é possível encontrar depoimentos de fabricantes,
personalidades, parceiros comerciais, apresentação de
produtos e serviços, em uma linguagem informal e de
fácil compreensão.
O endereço é www.itportal.com.br
Agosto de 2008 # 00 - Página 9
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Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 07
[carreira]
A
IDC América La-
tina liberou um
estudo sobre o
comportamento de
compra dos usuários
de TI na América Lati-
na, analisando as pre-
ferências online dessas
pessoas. A conclusão é
de que o vídeo online
se destacou como uma
das ferramentas mais
utilizadas na hora de
informar-se sobre um
produto ou serviço de
TI.

“De todos os pesqui-
sados, 70% assistem
a vídeos online relacionados com
sua profssão. Isso mostra que o
vídeo se transformou em uma fer-
ramenta muito atraente para os
profssionais de Marketing B2B”,
disse Luciana Sario, gerente de
Marketing de IDC América Latina.

O México encabeçou o ranking. Na-
quele país, mais de 79% dos usu-
ários fnais de TI assistem a vídeos
online para obter informação sobre
um serviço de TI ou uma tecnologia
em particular. A Colômbia apareceu
em segundo lugar com quase 78%.
Usuários de TI assistem a vídeos online relacionados
à sua profissão
O último da lista foi o Brasil, com
58,33%. “Mesmo ocupando a lan-
terna do ranking, observamos que
o Brasil tem um número bastante
expressivo de pessoas interessadas
em obter informações em forma-
to de vídeo”, completou Luciana.

A gerente de Marketing da IDC Amé-
rica Latina alerta que, para conse-
guir um bom vídeo online, existe
uma série de passos a seguir. “Con-
tar com um plano de produção de
qualidade é um dos passos essen-
ciais para obter um programa multi-
mídia de sucesso. Outra questão que
deve ser levada em conta é
a das métricas, que podem
ser básicas, como clicks e
views, ou mais complexas,
como as que são relaciona-
das à interatividade gera-
da a partir de cada vídeo”.

O estudo destaca ainda que
um dos objetivos a serem
alcançados quando se pro-
duz um vídeo é o conteúdo
criativo e de grande interes-
se para a audiência selecio-
nada. Para Luciana Sário,
converter um vídeo num vi-
ral não é uma tarefa que se
pode exercer sozinho. “A au-
diência é fundamental. Por
isso, para avaliar os resultados tem
que fcar bem claro qual é o público
em questão e qual é o número de
pessoas que devem ser impactadas.
Quando se trata de uma audiência de
milhões, vamos querer conseguir a
maior quantidade de views possível”.

Luciana Sário fnaliza explicando que
o vídeo é uma mídia social. “Para
começar a gerar um vídeo viral de-
vemos ter bem claro o conteúdo e
depois vamos somando uma boa es-
tratégia de distribuição nas diferen-
tes plataformas sociais”.
Quando se produz um vídeo, o conteúdo criativo e de grande interesse para a
audiência selecionada é o que pesa na hora da decisão.
IT Portal: vídeos abordam temas de grande interesse
Lançado há três anos, o IT Portal vem se destacando
como uma das midias online alternativas para a divul-
gação de notícias do universo da Tecnologia da Infor-
mação, Telecomunicação e Negócios e outros relacio-
nados a estas áreas, como a Web e Educação.

Uma das áreas mais visitadas, a seção de vídeo do
portal, traz uma série de vídeos dos fornecedores de
tecnologia que patrocinam o IT Portal.
Alí é possível encontrar depoimentos de fabricantes,
personalidades, parceiros comerciais, apresentação de
produtos e serviços, em uma linguagem informal e de
fácil compreensão.
O endereço é www.itportal.com.br
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[qualidade]
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utilizados nas redes das opera-
doras de telefonia móvel de qual-
quer país. Assim, o usuário pode
escapar da loja ofcial de aplicati-
vos, a App Store.
Um dos problemas detectados
reside no visualizador de PDF do
navegador Safari, da Apple, e
também em uma vulnerabilidade
do kernel que permite ignorar a
caixa de proteção dos aplicativos,
permitindo, assim, a exploração
efcaz para obter privilégios de
acesso ao IPAD / iPhone / iPod.
MPS.BR, a certificação do software brasileiro
P
rofssionais de qualquer
área estão acostumados a
informar em seus currículos
quais certifcados de competência
possui no campo em que atua,
para mostrar - e comprovar - aos
empregadores que estão aptos
a ocupar o cargo a que estão se
candidatando.

No mundo das empresas - públi-
cas e privadas -, a exigência de
certifcados também é uma re-
gra, principalmente em procesos
licitatórios envolvendo produtos
e serviços.

A exigência das certifcações de
competência e qualidade também
são utilizadas como mecanismco
de transparência, principalmente
nas compras públicas. No mundo
de TI não é diferente.

Na área de software existem
dois certifcados reconhecidos:
o MPS.Br (Melhoria de Processos
do Software Brasileiro) e o CMMI
(Capability Maturity Model Inte-
gration), com abrangência inter-
nacional, mas que possui valores
muitos mais altos, muitas vezes
proibidos aos padrões econômi-
cos em terras tupininquins.

O MPS.Br vem ganhando es-
paço no Brasil justamente pelos
custos envolvidos e pelo grande
apoio e aceitação dos órgãos.
Seja pelo reconhecimento de sua
validade, seja a partir da oferta
de investimentos para que ele
ganhe cada vez mais espaço en-
tre as empresas no Brasil. Tanto
que a Softex - Sociedade Brasile-
ira para Promoção da Exportação
de Software, entidade de caráter
privado que promeve uma série
de atividades de apoio à indústria
nacional de software.

O programa MPS.BR é conside-
rado pelo Ministério da Ciência e
Tecnologia como prioritário para
fns de aplicação dos incentivos
ao setor.

Ele é tido como modelo de refer-
ência e medição da maturidade
de uma organização em seus
processos de desenvolvimento
de software. O seu foco está no
mercado de pequenas e médias
empresas de desenvolvimento de
software no país. Em boa parte
das licitações públicas e privadas
é solicitado que as empresas par-
ticipantes tenham a certifcação,
como mecanismo de validação
da competência do fornecedor
de software em processos de
seleção.

O projeto MPS.BR mantido pela
Softex possui interação com as
universidades e com o Governo
Federal por intermédio do Minis-
tério da Ciência e Tecnologia, da
FINEP e do Banco Interamericano
de Desenvolvimento.

A lista de empresas nacionais de
software que possui certifcação
MPS.BR é enorme. Entre elas es-
tão a Powerlogic, Add Tech, Totvs,
Politec, entre outras. Participar
do processo de certifcação não
é fácil e demanda planejamento.
Foi assim que a Powerlogic ob-
teve a sua certifcação, segundo
conta Márcia Alves, da equipe de
Supervisão de Qualidade de Pro-
cessos da Powerlogic.

A empresa alcançou o nível C do
MPS.Br em três oportunidades e
é “a única das 3 empresas nív-
el C do Brasil a implementar a
área de processo DRU - Desen-
volvimento para Reutilização. É a
primeira empresa certifcada em
Nível C com processos baseados
em métodos ágeis (notadamente
o Scrum)”, destaca Marcia Alves.

“A nossa certifcação em MPS.BR
ampliou as nossas oportunidades
no mercado nacional e confrmou
o alto nível de qualidade de nos-
sas ferramentas, notadamente o
Powerlogic jALM, que terá a sua
versão integrada com suporte in-
tegral ao MPS.Br Nível C e CMMI
Nível 3) e também aos padrões de
ALM como OSLC e SPEM e outros,
no segundo semestre de 2011”,
antecipa.
Projeto é adotado para dar garantia de qualidade em processos licitatórios
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Desbloquear iPad traz riscos de ataques de hackers
Como tem sido relatado pela mí-
dia, é muito fácil usar um dos
vários web sites ou aplicativos
Jailbreak para se desbloquear os
mais recentes lançamentos tec-
nológicos, como o iPAD, iPhone
e iPod. Em alguns destes sites
basta apenas conectar o disposi-
tivo ao PC e arrastar a barra de
navegação para que ele consiga
remover os mecanismos de se-
gurança, possibilitando a comu-
nicação entre os dispositivos mó-
veis da Apple à Apple AppStore.
Embora isso pareça muito ‘legal’,
a Avira, empresa especialista no
fornecimento de soluções antiví-
rus, representada no Brasil pela
Nodes Tecnologia, alerta para os
riscos deste procedimento por
parte dos usuários. Segundo a
empresa, estes sites e aplicati-
vos de desbloqueio também são
capazes de assumir o controle
total do aparelho desbloqueado,
estabelecendo a sua vulnerabili-
dade para a abertura das portas
para ação de hackers.
Este método de desbloqueio é
conhecido por Jailbreak, criado
por hackers para desbloquear os
aparelhos da Apple, instalando
aplicativos não ofciais que são
Adquirir o aparelho em lojas credenciadas evita problemas e mantém a garantia do aparelho.
“Os criminosos virtuais podem
usar essas vulnerabilidades para
colocar malware como um trojan
ou spyware em dispositivos mó-
veis da Apple”, comenta Eduardo
Freire, diretor da Nodes Tecnolo-
gia.
Esta ameaça tem levado alguns
organismos de segurança de vá-
rios países a emitirem avisos so-
bre os riscos destas vulnerabilida-
des provocadas pelo desbloqueio
dos aparelhos da Apple e de ou-
tras empresas que têm colocado
no mercado as grandes novida-
des tecnológicas, as quais têm
despertado o grande interesse
pelo desbloqueio. Os avisos tam-
bém se referem à possibilidade
do envio de arquivos maliciosos
via e-mail ou sites, por exemplo,
que podem ser acessados pelos
novos dispositivos móveis.
Aqueles que desejam ter um
destes aparelhos, o melhor é fa-
zer o desbloqueio em rede ofcial
de comercialização para evitar
problemas e também manter a
garantia do aparelho. Uma vez
desbloqueado, todo e qualquer
novo produto perde a garantia do
fabricante”, adverte o executivo.

Considerada sucessora da lingua-
gem padrão de programação para
a Web e desenvolvida para ofere-
cer suporte a recursos avançados
de programação, o HTML5 conta
com apoio da Apple, Microsoft e
Google. No entanto, as especif-
cações ainda não permitem sua
implementação em larga escala
em sites, informou a W3C.

Entre os pontos ainda pendentes,
a interoperabilidade se destaca
porque há diferenças de vídeo
em dispositivos distintos a serem
considerados, comentou Phillipe
Le Hegrat, chefe da equipe de in-
teração de domínios do W3C, que
engloba os formatos HTML e SVG
(Scalable vector graphics). “Não
acredito que esteja pronto para
[tecnologia]
HTML5 ainda não está pronto para uso
A perspectiva é que ele seja lançado de forma integral a partir de 2012
ir ao ar”, continua Le
Hegrat. “Principalmen-
te porque o W3C ain-
da tem modifcações a
fazer nas APIs. Neste
momento, a difcul-
dade está em fazer o
HTML5 funcionar bem
em todos os navega-
dores”.

Nas especifcações
que ainda estão sen-
do debatidas estão o
suporte ao vídeo e ao
Canvas 2D, além do
CSS e o MathML, que
pertencem à chamada
plataforma web aberta e ainda
não são cobertas nas especifca-
ções do HTML5.

Em desenvolvimento desde 2004
a perspectiva é de que o HTML5
seja lançado de forma integral
daqui a dois anos.
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utilizados nas redes das opera-
doras de telefonia móvel de qual-
quer país. Assim, o usuário pode
escapar da loja ofcial de aplicati-
vos, a App Store.
Um dos problemas detectados
reside no visualizador de PDF do
navegador Safari, da Apple, e
também em uma vulnerabilidade
do kernel que permite ignorar a
caixa de proteção dos aplicativos,
permitindo, assim, a exploração
efcaz para obter privilégios de
acesso ao IPAD / iPhone / iPod.
MPS.BR, a certificação do software brasileiro
P
rofssionais de qualquer
área estão acostumados a
informar em seus currículos
quais certifcados de competência
possui no campo em que atua,
para mostrar - e comprovar - aos
empregadores que estão aptos
a ocupar o cargo a que estão se
candidatando.

No mundo das empresas - públi-
cas e privadas -, a exigência de
certifcados também é uma re-
gra, principalmente em procesos
licitatórios envolvendo produtos
e serviços.

A exigência das certifcações de
competência e qualidade também
são utilizadas como mecanismco
de transparência, principalmente
nas compras públicas. No mundo
de TI não é diferente.

Na área de software existem
dois certifcados reconhecidos:
o MPS.Br (Melhoria de Processos
do Software Brasileiro) e o CMMI
(Capability Maturity Model Inte-
gration), com abrangência inter-
nacional, mas que possui valores
muitos mais altos, muitas vezes
proibidos aos padrões econômi-
cos em terras tupininquins.

O MPS.Br vem ganhando es-
paço no Brasil justamente pelos
custos envolvidos e pelo grande
apoio e aceitação dos órgãos.
Seja pelo reconhecimento de sua
validade, seja a partir da oferta
de investimentos para que ele
ganhe cada vez mais espaço en-
tre as empresas no Brasil. Tanto
que a Softex - Sociedade Brasile-
ira para Promoção da Exportação
de Software, entidade de caráter
privado que promeve uma série
de atividades de apoio à indústria
nacional de software.

O programa MPS.BR é conside-
rado pelo Ministério da Ciência e
Tecnologia como prioritário para
fns de aplicação dos incentivos
ao setor.

Ele é tido como modelo de refer-
ência e medição da maturidade
de uma organização em seus
processos de desenvolvimento
de software. O seu foco está no
mercado de pequenas e médias
empresas de desenvolvimento de
software no país. Em boa parte
das licitações públicas e privadas
é solicitado que as empresas par-
ticipantes tenham a certifcação,
como mecanismo de validação
da competência do fornecedor
de software em processos de
seleção.

O projeto MPS.BR mantido pela
Softex possui interação com as
universidades e com o Governo
Federal por intermédio do Minis-
tério da Ciência e Tecnologia, da
FINEP e do Banco Interamericano
de Desenvolvimento.

A lista de empresas nacionais de
software que possui certifcação
MPS.BR é enorme. Entre elas es-
tão a Powerlogic, Add Tech, Totvs,
Politec, entre outras. Participar
do processo de certifcação não
é fácil e demanda planejamento.
Foi assim que a Powerlogic ob-
teve a sua certifcação, segundo
conta Márcia Alves, da equipe de
Supervisão de Qualidade de Pro-
cessos da Powerlogic.

A empresa alcançou o nível C do
MPS.Br em três oportunidades e
é “a única das 3 empresas nív-
el C do Brasil a implementar a
área de processo DRU - Desen-
volvimento para Reutilização. É a
primeira empresa certifcada em
Nível C com processos baseados
em métodos ágeis (notadamente
o Scrum)”, destaca Marcia Alves.

“A nossa certifcação em MPS.BR
ampliou as nossas oportunidades
no mercado nacional e confrmou
o alto nível de qualidade de nos-
sas ferramentas, notadamente o
Powerlogic jALM, que terá a sua
versão integrada com suporte in-
tegral ao MPS.Br Nível C e CMMI
Nível 3) e também aos padrões de
ALM como OSLC e SPEM e outros,
no segundo semestre de 2011”,
antecipa.
Projeto é adotado para dar garantia de qualidade em processos licitatórios
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 09
Desbloquear iPad traz riscos de ataques de hackers
Como tem sido relatado pela mí-
dia, é muito fácil usar um dos
vários web sites ou aplicativos
Jailbreak para se desbloquear os
mais recentes lançamentos tec-
nológicos, como o iPAD, iPhone
e iPod. Em alguns destes sites
basta apenas conectar o disposi-
tivo ao PC e arrastar a barra de
navegação para que ele consiga
remover os mecanismos de se-
gurança, possibilitando a comu-
nicação entre os dispositivos mó-
veis da Apple à Apple AppStore.
Embora isso pareça muito ‘legal’,
a Avira, empresa especialista no
fornecimento de soluções antiví-
rus, representada no Brasil pela
Nodes Tecnologia, alerta para os
riscos deste procedimento por
parte dos usuários. Segundo a
empresa, estes sites e aplicati-
vos de desbloqueio também são
capazes de assumir o controle
total do aparelho desbloqueado,
estabelecendo a sua vulnerabili-
dade para a abertura das portas
para ação de hackers.
Este método de desbloqueio é
conhecido por Jailbreak, criado
por hackers para desbloquear os
aparelhos da Apple, instalando
aplicativos não ofciais que são
Adquirir o aparelho em lojas credenciadas evita problemas e mantém a garantia do aparelho.
“Os criminosos virtuais podem
usar essas vulnerabilidades para
colocar malware como um trojan
ou spyware em dispositivos mó-
veis da Apple”, comenta Eduardo
Freire, diretor da Nodes Tecnolo-
gia.
Esta ameaça tem levado alguns
organismos de segurança de vá-
rios países a emitirem avisos so-
bre os riscos destas vulnerabilida-
des provocadas pelo desbloqueio
dos aparelhos da Apple e de ou-
tras empresas que têm colocado
no mercado as grandes novida-
des tecnológicas, as quais têm
despertado o grande interesse
pelo desbloqueio. Os avisos tam-
bém se referem à possibilidade
do envio de arquivos maliciosos
via e-mail ou sites, por exemplo,
que podem ser acessados pelos
novos dispositivos móveis.
Aqueles que desejam ter um
destes aparelhos, o melhor é fa-
zer o desbloqueio em rede ofcial
de comercialização para evitar
problemas e também manter a
garantia do aparelho. Uma vez
desbloqueado, todo e qualquer
novo produto perde a garantia do
fabricante”, adverte o executivo.

Considerada sucessora da lingua-
gem padrão de programação para
a Web e desenvolvida para ofere-
cer suporte a recursos avançados
de programação, o HTML5 conta
com apoio da Apple, Microsoft e
Google. No entanto, as especif-
cações ainda não permitem sua
implementação em larga escala
em sites, informou a W3C.

Entre os pontos ainda pendentes,
a interoperabilidade se destaca
porque há diferenças de vídeo
em dispositivos distintos a serem
considerados, comentou Phillipe
Le Hegrat, chefe da equipe de in-
teração de domínios do W3C, que
engloba os formatos HTML e SVG
(Scalable vector graphics). “Não
acredito que esteja pronto para
[tecnologia]
HTML5 ainda não está pronto para uso
A perspectiva é que ele seja lançado de forma integral a partir de 2012
ir ao ar”, continua Le
Hegrat. “Principalmen-
te porque o W3C ain-
da tem modifcações a
fazer nas APIs. Neste
momento, a difcul-
dade está em fazer o
HTML5 funcionar bem
em todos os navega-
dores”.

Nas especifcações
que ainda estão sen-
do debatidas estão o
suporte ao vídeo e ao
Canvas 2D, além do
CSS e o MathML, que
pertencem à chamada
plataforma web aberta e ainda
não são cobertas nas especifca-
ções do HTML5.

Em desenvolvimento desde 2004
a perspectiva é de que o HTML5
seja lançado de forma integral
daqui a dois anos.

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G&D Display Card OTP
N
ovo cartão da G&D gera senhas automatica-
mente para garantir transações em banking
e meios de pagamentos online. A cada nova
transação, uma nova senha é gerada e informada
no display incorporado ao cartão.

Ele foi projetado para garantir às instituições ban-
cárias e fnanceiras oferecerem aos seus clientes a
segurança adicional desejada a partir do conceito
“one-time passwords (OTPs)”, onde os usuários
devem digitar um novo número de segurança in-
formado no dispaly card, além do seu login e senha
habituais. O acesso, então, não é concedido até que
a OTP seja verifcada com êxito. A autenticação adi-
cional fornecida por uma senha de uso único garante
que o usuário que está realizando a transação é, de
fato, o dono do cartão e está de posse dele durante
o processo.

Além do modelo de cartão GDC4004, que possui
apenas a função de autenticação OTP, a G&D ofe-
rece também o GDC5120, modelo com display que
incorpora recursos e funções adicionais avançadas,
substituindo completamente as soluções tradicionais
existentes de pagamento eletrônico. Assim, os usu-
ários se benefciam da facilidade de usar apenas um
cartão para fazer seus pagamentos com débito e
crédito em lojas físicas, restaurantes, postos de
gasolina, entre outros, além de garantir maior
segurança nas transações nos ambientes online de
suas instituições bancárias e fnanceiras.
Adaptive Planning
P
ermite construir desde simples orçamentos de
receitas e despesas até complexos modelos
integrados de planejamento de vendas, custos,
pessoal e fnanceiro.

Oferece gerador de relatórios do orçamento e acom-
panhamento real x orçado e dashboard para visua-
lização dos principais indicadores. Oferece também
aplicação de workfow e de adição de comentários
sobre os dados planejados.

A versão teve melhorada a sua capacidade de inte-
gração com outras aplicações e possibilidade de adi-
ção de usuários de várias unidades, fliais e subsidia-
rias ao redor do mundo por estar em vários idiomas.

Cell Notes: Permite adicionar comentários nas cé-
lulas das planilhas, que podem ser visualizados em
planilhas a partir do Cell Explorer.

Audit Trail: Permite trilhar, consultar e pesquisar o históri-
co das alterações realizadas em cada célula da aplicação.

Enhanced Data integration: Para importar e expor-
tar dados a partir de centenas de conectores com
sistemas contábeis, bancos de dados e arquivos.
Mapeamento: Simplifca o gerenciamento do ma-
Consulte pelo código FNF13
peamento de importação e exportação de dados,
suportando tanto a integração manual como a
automatizada de dados.

API de Serviços WEB: Suporta a importação
automática de dados reais e orçados atra-
vés de uma interface de serviço segura web.

Distribuído no Brasil pela ODE Peopleware.
Consulte pelo código FNF41
Com o crescimento do uso da mobilidade nas empresas, criar aplicações rápidas se torna vital para o sucesso
Aplicações Móveis Ricas para os Negócios
E
quipes diferentes para os lados Client e Server;
telas de exibição menores; mecanismos de entrada
limitados. Estas são apenas alguns dos desafos
para a construção de aplicações ricas móveis (RIA)
corporativas.

A aplicação também deve ser leve o sufciente para caber
na memória e processamento limitado dos dispositivos
móveis, mas necessita ser poderosa o sufciente para
permitir que os usuários corporativos concluam suas
tarefas.

O Magic uniPaaS pré-compila e pré-confgura este
processo de trabalho intensivo de escrita de código.
Por fornecer um paradigma único de desenvolvimento
e implantação, a ferramenta proporciona habilidades de
gerenciamento, permitindo a implantação do aplicativo
móvel de forma mais rápida e com menor custo.
Garantia da consistência da performance
Para minimizar o processo técnico de codifcação,
o uniPaaS separa a parte tecnológica da aplicação
móvel e sua lógica de negócio. Menos codifcação
técnica signifca um ciclo de desenvolvimento mais
interativo e de prototipagem mais rápida.

Quando a aplicação móvel passa por prototipagem
mais profunda, os desenvolvedores são capazes de
descobrir as defciências antes que elas ocorram
durante a implantação total. Após isso, as falhas
tornam-se muito mais difíceis e caras para serem
consertadas.
Segurança na Internet
O uniPaaS tem seu próprio módulo dedicado ao lado
Cliente. Então, as aplicações móveis criadas não estão
vulneráveis às ameaças de segurança da internet. Criar
uma aplicação móvel independente de browser irá levar
um longo caminho para garantir que a aplicação móvel
seja mais segura, permitindo que as empresas concen-
trem seus recursos no aperfeiçoamento das funcionali-
dades da aplicação corporativa.

Combinado todos os dados de sua empresa em uma
única tela móvel.
Ao utilizar as plataformas de desenvolvimento e integração
iBOLT e uniPaas é possível construir uma aplicação móvel
que pode ser integrada a todos os dados dos vários siste-
mas da empresa em uma tela.
A ferramenta permite que se combine as aplicações móveis
aos sistemas de gestão (ERP) com dados de aplicações
baseadas em SaaS e Cloud Computing, como o Salesforce.
com, CRMs, sistemas legados e processos de retaguarda,
possibilitando produzir amplos workfows de negócios, que
podem ser também customizados, ampliados, entregues em
Consulte pelo código FNF40
qualquer idioma e gerenciados de forma centralizada.

Como eu posso garantir elevados padrões de
segurança para a solução móvel ou Web?
Um ISV (produtor independente de software) pode
garantir a oferta de aplicações na Web, sabendo que
a estratégia de segurança é parte vital de sua solução
baseada em ambientes fora do cliente, como a Cloud
Computing, por exemplo. Mas, a segurança na Web
não é algo que pode ser programado uma única vez no
produto. Ela continua a evoluir devido à proliferação de
novas vulnerabilidades, padrões e tecnologias.

A tecnologia de desenvolvimento de aplicações pro-
porcionada pelo uniPaaS garante padrões de segu-
rança no “core” da aplicação e cuida da evolução dos
padrões necessários para impedir qualquer nível de
vulnerabilidade. Assim, ela libera os desenvolvedores
para focarem na criação e melhorias de funcionalida-
des para os negócios, ao invés de constantemente
perder tempo em melhorar os padrões de segurança
do produto.
O poder da Internet sem a vulnerabilidade do
browser
A ferramenta uniPaaS não é baseada em browser. Ao
contrário, as aplicações uniPaaS fcam dentro de suas
próprias “caixas dedicadas”. Portanto, elas não estão su-
jeitas às ameaças que aplicações baseadas em browser
normalmente sofrem.

Adicionalmente, a mensagem e protocolo utilizado
para comunicação entre Server e Client nas aplicações
uniPaaS são proprietários e seguros. Como o Client não
acessa diretamente a nenhuma base de dados do back-
end, as empresas podem impedir os usuários do front-end
a acessarem diretamente os arquivos de dados sensíveis,
e evitar roubo ou corrupção de dados.
White Page - Informe do Fornecedor
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G&D Display Card OTP
N
ovo cartão da G&D gera senhas automatica-
mente para garantir transações em banking
e meios de pagamentos online. A cada nova
transação, uma nova senha é gerada e informada
no display incorporado ao cartão.

Ele foi projetado para garantir às instituições ban-
cárias e fnanceiras oferecerem aos seus clientes a
segurança adicional desejada a partir do conceito
“one-time passwords (OTPs)”, onde os usuários
devem digitar um novo número de segurança in-
formado no dispaly card, além do seu login e senha
habituais. O acesso, então, não é concedido até que
a OTP seja verifcada com êxito. A autenticação adi-
cional fornecida por uma senha de uso único garante
que o usuário que está realizando a transação é, de
fato, o dono do cartão e está de posse dele durante
o processo.

Além do modelo de cartão GDC4004, que possui
apenas a função de autenticação OTP, a G&D ofe-
rece também o GDC5120, modelo com display que
incorpora recursos e funções adicionais avançadas,
substituindo completamente as soluções tradicionais
existentes de pagamento eletrônico. Assim, os usu-
ários se benefciam da facilidade de usar apenas um
cartão para fazer seus pagamentos com débito e
crédito em lojas físicas, restaurantes, postos de
gasolina, entre outros, além de garantir maior
segurança nas transações nos ambientes online de
suas instituições bancárias e fnanceiras.
Adaptive Planning
P
ermite construir desde simples orçamentos de
receitas e despesas até complexos modelos
integrados de planejamento de vendas, custos,
pessoal e fnanceiro.

Oferece gerador de relatórios do orçamento e acom-
panhamento real x orçado e dashboard para visua-
lização dos principais indicadores. Oferece também
aplicação de workfow e de adição de comentários
sobre os dados planejados.

A versão teve melhorada a sua capacidade de inte-
gração com outras aplicações e possibilidade de adi-
ção de usuários de várias unidades, fliais e subsidia-
rias ao redor do mundo por estar em vários idiomas.

Cell Notes: Permite adicionar comentários nas cé-
lulas das planilhas, que podem ser visualizados em
planilhas a partir do Cell Explorer.

Audit Trail: Permite trilhar, consultar e pesquisar o históri-
co das alterações realizadas em cada célula da aplicação.

Enhanced Data integration: Para importar e expor-
tar dados a partir de centenas de conectores com
sistemas contábeis, bancos de dados e arquivos.
Mapeamento: Simplifca o gerenciamento do ma-
Consulte pelo código FNF13
peamento de importação e exportação de dados,
suportando tanto a integração manual como a
automatizada de dados.

API de Serviços WEB: Suporta a importação
automática de dados reais e orçados atra-
vés de uma interface de serviço segura web.

Distribuído no Brasil pela ODE Peopleware.
Consulte pelo código FNF41
Com o crescimento do uso da mobilidade nas empresas, criar aplicações rápidas se torna vital para o sucesso
Aplicações Móveis Ricas para os Negócios
E
quipes diferentes para os lados Client e Server;
telas de exibição menores; mecanismos de entrada
limitados. Estas são apenas alguns dos desafos
para a construção de aplicações ricas móveis (RIA)
corporativas.

A aplicação também deve ser leve o sufciente para caber
na memória e processamento limitado dos dispositivos
móveis, mas necessita ser poderosa o sufciente para
permitir que os usuários corporativos concluam suas
tarefas.

O Magic uniPaaS pré-compila e pré-confgura este
processo de trabalho intensivo de escrita de código.
Por fornecer um paradigma único de desenvolvimento
e implantação, a ferramenta proporciona habilidades de
gerenciamento, permitindo a implantação do aplicativo
móvel de forma mais rápida e com menor custo.
Garantia da consistência da performance
Para minimizar o processo técnico de codifcação,
o uniPaaS separa a parte tecnológica da aplicação
móvel e sua lógica de negócio. Menos codifcação
técnica signifca um ciclo de desenvolvimento mais
interativo e de prototipagem mais rápida.

Quando a aplicação móvel passa por prototipagem
mais profunda, os desenvolvedores são capazes de
descobrir as defciências antes que elas ocorram
durante a implantação total. Após isso, as falhas
tornam-se muito mais difíceis e caras para serem
consertadas.
Segurança na Internet
O uniPaaS tem seu próprio módulo dedicado ao lado
Cliente. Então, as aplicações móveis criadas não estão
vulneráveis às ameaças de segurança da internet. Criar
uma aplicação móvel independente de browser irá levar
um longo caminho para garantir que a aplicação móvel
seja mais segura, permitindo que as empresas concen-
trem seus recursos no aperfeiçoamento das funcionali-
dades da aplicação corporativa.

Combinado todos os dados de sua empresa em uma
única tela móvel.
Ao utilizar as plataformas de desenvolvimento e integração
iBOLT e uniPaas é possível construir uma aplicação móvel
que pode ser integrada a todos os dados dos vários siste-
mas da empresa em uma tela.
A ferramenta permite que se combine as aplicações móveis
aos sistemas de gestão (ERP) com dados de aplicações
baseadas em SaaS e Cloud Computing, como o Salesforce.
com, CRMs, sistemas legados e processos de retaguarda,
possibilitando produzir amplos workfows de negócios, que
podem ser também customizados, ampliados, entregues em
Consulte pelo código FNF40
qualquer idioma e gerenciados de forma centralizada.

Como eu posso garantir elevados padrões de
segurança para a solução móvel ou Web?
Um ISV (produtor independente de software) pode
garantir a oferta de aplicações na Web, sabendo que
a estratégia de segurança é parte vital de sua solução
baseada em ambientes fora do cliente, como a Cloud
Computing, por exemplo. Mas, a segurança na Web
não é algo que pode ser programado uma única vez no
produto. Ela continua a evoluir devido à proliferação de
novas vulnerabilidades, padrões e tecnologias.

A tecnologia de desenvolvimento de aplicações pro-
porcionada pelo uniPaaS garante padrões de segu-
rança no “core” da aplicação e cuida da evolução dos
padrões necessários para impedir qualquer nível de
vulnerabilidade. Assim, ela libera os desenvolvedores
para focarem na criação e melhorias de funcionalida-
des para os negócios, ao invés de constantemente
perder tempo em melhorar os padrões de segurança
do produto.
O poder da Internet sem a vulnerabilidade do
browser
A ferramenta uniPaaS não é baseada em browser. Ao
contrário, as aplicações uniPaaS fcam dentro de suas
próprias “caixas dedicadas”. Portanto, elas não estão su-
jeitas às ameaças que aplicações baseadas em browser
normalmente sofrem.

Adicionalmente, a mensagem e protocolo utilizado
para comunicação entre Server e Client nas aplicações
uniPaaS são proprietários e seguros. Como o Client não
acessa diretamente a nenhuma base de dados do back-
end, as empresas podem impedir os usuários do front-end
a acessarem diretamente os arquivos de dados sensíveis,
e evitar roubo ou corrupção de dados.
White Page - Informe do Fornecedor
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WEG automatiza a gestão dos serviços de TI
ManageEngine Service Desk Plus ITIL permite o rápido atendimento aos mais de 10 mil usuários da rede corporativa
Consulte pelo código FNF 38
minimizaram o tempo de parada para os usuários
internos.

“Com a implantação do ManageEngine Service Desk
Plus na cloud computing substituímos a ferramenta
anteriormente usada, pois não atendia aos requisitos
necessários para a atual necessidade da empresa, re-
lata o executivo. Existiam ainda, algumas ferramentas
diferentes para controlar todos os processos além de
algumas planilhas eletrônicas, que foram todas eli-
minadas e substituídas pela ferramenta implantada”,
complementa.

O executivo conta, ainda, que a principal melhoria que
se pode identifcar com a adoção da ferramenta é a
integração dos processos que ela permite. “Iniciando
com uma solicitação do usuário, é possível pesquisar
se já existe procedimento ou solução para o mesmo
na Base de soluções. Caso não seja encontrada, pode
ser encaminhado para uma equipe técnica especia-
lista, que pode gerar um problema ou, encontrando
a solução, pode gerar uma requisição de mudanças.
Todo este processo é executado entre as abas da
ferramenta, fcando o link entre todas as atividades
executadas”, explica.

Campos conta que outro motivo decisivo para adoção
do Service Desk Plus da ManageEngine foi o baixo
custo, devido a modalidade de aluguel das licenças.
“O padrão de mercado é a aquisição das licenças e
posteriormente o pagamento anual da manutenção.
A modalidade oferecida pela Inspirit para a WEG foi o
pagamento anual da manutenção, não sendo neces-
sário um grande investimento inicial para a aquisição
das licenças”.
Deu Certo - Informe do Fornecedor
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WEG Equipamentos Elétricos S.A é uma multina-
cional brasileira que atua nas áreas de comando
e proteção, variação de velocidade, automação de
processos industriais, geração e distribuição de ener-
gia e tintas e vernizes industriais, com sede em Santa
Catarina e mais 11 unidades espalhadas pelo Brasil,
além do México, China e Portugal. Sua estrutura de
TI é formada por equipes de suporte e serviços, data
center, projetos de infraestrutura e sistemas, fábrica
de software e qualidade processos de TI.

A empresa conta ainda com estruturas de apoio em to-
das as unidades fabris e pontos estratégicos para fliais
de vendas. Em números aproximados, a estrutura de
tecnologia de informação utilizada na WEG está repre-
sentada por 5 mil usuários do sistema corporativo SAP;
3780 usuários de correio eletrônico; 1890 usuários de
Internet; a partir de 3800 computadores, 236 servido-
res; 5600 pontos de lógica e telefonia, envolvendo 250
km de cabo UTP (par trançado); 140 km de fbra óptica
e 16.8 terabytes de dados armazenados.

Para gerenciar este ambiente, a WEG decidiu adotar uma
solução para melhorar a gestão e automatizar os pro-
cessos internos e, para isso, escolheu o ManageEngine
ServiceDesk Plus ITIL, que tem sua distribuição exclusi-
va no Brasil feita pela Inspirit. A solução foi desenvolvida
para auxiliar as empresas a seguirem os ensinamentos
da biblioteca ITIL, criada pela secretaria de comércio
do governo Inglês para possibilitar a execução das
melhores práticas no gerenciamento de serviços de TI.

A solução permite a administração de toda a infraes-
trutura de TI, incluindo todos os ativos de software e
hardware, além dos recursos humanos envolvidos. O
resultado é a continuidade dos negócios baseada na
entrega das melhores práticas de acordo com a ITIL,
que defne ser a função primordial do IT Services o
acesso ininterrupto e da melhor maneira possível a
todos os serviços de TI.

Segundo Jaime Borges de Campos, responsável geral
pela área de atendimento e serviços do Departamen-
to de Sistemas de Informação da Weg, os testes de
aderência do ManageEngine o ServiceDesk Plus ITIL
demonstraram que a ferramenta se mostrou adequada
para que a WEG atingisse este objetivo. “No nosso caso,
a ferramenta foi adotada para Gestão de Serviços de TI,
onde estão envolvidos os processos de gerenciamento
de incidentes, problemas, mudanças, ativos, base de
solução, onde são controladas as requisições de ser-
viços, incidentes e dúvidas, problemas, mudanças e
ativos”, explica.

Na WEG a aplicação também incorporou a gestão de
uma infnidade de soluções, incluindo cadastramento
de procedimentos, dicas, soluções de incidentes e pro-
blemas, manuais de instalação utilizados pelas equipes
técnicas que aceleram a resolução das solicitações e
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Goodcard adota Outsourcing de SPED Contábil
Solução permitiu agilidade no processo, entrega dos arquivos no prazo estabelecido sem desgaste da estrutura de TI
empresa especializada no fornecimento de software e
serviços para a gestão administrativo-fnanceira, RH
e de patrimônio.

“A decisão foi tomada após rigorosa análise e com
o apoio da própria equipe da Sispro, que já fornece
os sistemas de gestão fnanceira para a Embratec”,
segundo conta Liliane de Faria, da equipe de controla-
doria da Embratec. “Como a antecipação dos arquivos
do SPED era uma determinação da diretoria, seguindo
seu planejamento, optamos por terceirizar esta tarefa.
Como resultado, o nosso SPED Contábil foi gerado a
partir do data center da Sispro no prazo estabelecido
e em total segurança”, acrescenta.

Liliane de Faria explica ainda que o projeto de SPED
Contábil na Embratec contou com uma equipe de
consultores da Sispro durante todo o processo e que
a empresa recebeu toda a orientação necessária”,
destaca ela.
Deu Certo - Informe do Fornecedor
C
onstituída em 18 de outubro de 1999, a Empre-
sa Brasileira de Tecnologia em Administração
de Convênios HOM Ltda. (Embratec) administra
cartões-convênio nos segmentos de benefícios e de
frotas. No segmento de benefícios, os cartões-convênio
(farmácia, supermercado, postos de combustíveis e
outros) possibilitam a compra para desconto em folha
de pagamento com o salário do mês subseqüente, e
a linha de vale refeição e alimentação, vinculados ao
Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

No segmento de frotas, os cartões-convênio controlam
as despesas com abastecimento e manutenção, numa
operação totalmente online, facilitando a administração
e controle de grandes contingentes de veículos.

Mensalmente, a empresa executa mais de 2 milhões
de lançamentos contábeis com seus cartões, o que
demanda forte investimento em infraestrutura, pro-
jetos, qualifcação de pessoal e demais serviços de
atendimento aos clientes, conveniados e benefciários.
Para garantir o melhor serviço, a Embratec investe no
desenvolvimento próprio de soluções de tecnologia a
partir de uma equipe especializada e que recebe aper-
feiçoamento constante.

Tendo sua equipe de TI totalmente envolvida no apoio
às atividades relacionadas ao seu core business, a Em-
bratec realizou uma análise de viabilidades e percebeu
que era necessária uma unifcação de base de dados
para que as tarefas da escrituração contábil pudessem
ser executadas corretamente e dentro do prazo esta-
belecido no planejamento da companhia, que era até
30 de abril, ou seja, dois meses antes do prazo fnal do
Fisco. Como a unifcação levaria um tempo maior do que
o disponível, a empresa optou pela terceirização das
tarefas relacionadas à geração dos arquivos do SPED e
contratou os serviços de outsourcing de SPED Sispro,
Consulte pelo código FNF 39
Agosto de 2008 # 00 - Página 15
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WEG automatiza a gestão dos serviços de TI
ManageEngine Service Desk Plus ITIL permite o rápido atendimento aos mais de 10 mil usuários da rede corporativa
Consulte pelo código FNF 38
minimizaram o tempo de parada para os usuários
internos.

“Com a implantação do ManageEngine Service Desk
Plus na cloud computing substituímos a ferramenta
anteriormente usada, pois não atendia aos requisitos
necessários para a atual necessidade da empresa, re-
lata o executivo. Existiam ainda, algumas ferramentas
diferentes para controlar todos os processos além de
algumas planilhas eletrônicas, que foram todas eli-
minadas e substituídas pela ferramenta implantada”,
complementa.

O executivo conta, ainda, que a principal melhoria que
se pode identifcar com a adoção da ferramenta é a
integração dos processos que ela permite. “Iniciando
com uma solicitação do usuário, é possível pesquisar
se já existe procedimento ou solução para o mesmo
na Base de soluções. Caso não seja encontrada, pode
ser encaminhado para uma equipe técnica especia-
lista, que pode gerar um problema ou, encontrando
a solução, pode gerar uma requisição de mudanças.
Todo este processo é executado entre as abas da
ferramenta, fcando o link entre todas as atividades
executadas”, explica.

Campos conta que outro motivo decisivo para adoção
do Service Desk Plus da ManageEngine foi o baixo
custo, devido a modalidade de aluguel das licenças.
“O padrão de mercado é a aquisição das licenças e
posteriormente o pagamento anual da manutenção.
A modalidade oferecida pela Inspirit para a WEG foi o
pagamento anual da manutenção, não sendo neces-
sário um grande investimento inicial para a aquisição
das licenças”.
Deu Certo - Informe do Fornecedor
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WEG Equipamentos Elétricos S.A é uma multina-
cional brasileira que atua nas áreas de comando
e proteção, variação de velocidade, automação de
processos industriais, geração e distribuição de ener-
gia e tintas e vernizes industriais, com sede em Santa
Catarina e mais 11 unidades espalhadas pelo Brasil,
além do México, China e Portugal. Sua estrutura de
TI é formada por equipes de suporte e serviços, data
center, projetos de infraestrutura e sistemas, fábrica
de software e qualidade processos de TI.

A empresa conta ainda com estruturas de apoio em to-
das as unidades fabris e pontos estratégicos para fliais
de vendas. Em números aproximados, a estrutura de
tecnologia de informação utilizada na WEG está repre-
sentada por 5 mil usuários do sistema corporativo SAP;
3780 usuários de correio eletrônico; 1890 usuários de
Internet; a partir de 3800 computadores, 236 servido-
res; 5600 pontos de lógica e telefonia, envolvendo 250
km de cabo UTP (par trançado); 140 km de fbra óptica
e 16.8 terabytes de dados armazenados.

Para gerenciar este ambiente, a WEG decidiu adotar uma
solução para melhorar a gestão e automatizar os pro-
cessos internos e, para isso, escolheu o ManageEngine
ServiceDesk Plus ITIL, que tem sua distribuição exclusi-
va no Brasil feita pela Inspirit. A solução foi desenvolvida
para auxiliar as empresas a seguirem os ensinamentos
da biblioteca ITIL, criada pela secretaria de comércio
do governo Inglês para possibilitar a execução das
melhores práticas no gerenciamento de serviços de TI.

A solução permite a administração de toda a infraes-
trutura de TI, incluindo todos os ativos de software e
hardware, além dos recursos humanos envolvidos. O
resultado é a continuidade dos negócios baseada na
entrega das melhores práticas de acordo com a ITIL,
que defne ser a função primordial do IT Services o
acesso ininterrupto e da melhor maneira possível a
todos os serviços de TI.

Segundo Jaime Borges de Campos, responsável geral
pela área de atendimento e serviços do Departamen-
to de Sistemas de Informação da Weg, os testes de
aderência do ManageEngine o ServiceDesk Plus ITIL
demonstraram que a ferramenta se mostrou adequada
para que a WEG atingisse este objetivo. “No nosso caso,
a ferramenta foi adotada para Gestão de Serviços de TI,
onde estão envolvidos os processos de gerenciamento
de incidentes, problemas, mudanças, ativos, base de
solução, onde são controladas as requisições de ser-
viços, incidentes e dúvidas, problemas, mudanças e
ativos”, explica.

Na WEG a aplicação também incorporou a gestão de
uma infnidade de soluções, incluindo cadastramento
de procedimentos, dicas, soluções de incidentes e pro-
blemas, manuais de instalação utilizados pelas equipes
técnicas que aceleram a resolução das solicitações e
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Goodcard adota Outsourcing de SPED Contábil
Solução permitiu agilidade no processo, entrega dos arquivos no prazo estabelecido sem desgaste da estrutura de TI
empresa especializada no fornecimento de software e
serviços para a gestão administrativo-fnanceira, RH
e de patrimônio.

“A decisão foi tomada após rigorosa análise e com
o apoio da própria equipe da Sispro, que já fornece
os sistemas de gestão fnanceira para a Embratec”,
segundo conta Liliane de Faria, da equipe de controla-
doria da Embratec. “Como a antecipação dos arquivos
do SPED era uma determinação da diretoria, seguindo
seu planejamento, optamos por terceirizar esta tarefa.
Como resultado, o nosso SPED Contábil foi gerado a
partir do data center da Sispro no prazo estabelecido
e em total segurança”, acrescenta.

Liliane de Faria explica ainda que o projeto de SPED
Contábil na Embratec contou com uma equipe de
consultores da Sispro durante todo o processo e que
a empresa recebeu toda a orientação necessária”,
destaca ela.
Deu Certo - Informe do Fornecedor
C
onstituída em 18 de outubro de 1999, a Empre-
sa Brasileira de Tecnologia em Administração
de Convênios HOM Ltda. (Embratec) administra
cartões-convênio nos segmentos de benefícios e de
frotas. No segmento de benefícios, os cartões-convênio
(farmácia, supermercado, postos de combustíveis e
outros) possibilitam a compra para desconto em folha
de pagamento com o salário do mês subseqüente, e
a linha de vale refeição e alimentação, vinculados ao
Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

No segmento de frotas, os cartões-convênio controlam
as despesas com abastecimento e manutenção, numa
operação totalmente online, facilitando a administração
e controle de grandes contingentes de veículos.

Mensalmente, a empresa executa mais de 2 milhões
de lançamentos contábeis com seus cartões, o que
demanda forte investimento em infraestrutura, pro-
jetos, qualifcação de pessoal e demais serviços de
atendimento aos clientes, conveniados e benefciários.
Para garantir o melhor serviço, a Embratec investe no
desenvolvimento próprio de soluções de tecnologia a
partir de uma equipe especializada e que recebe aper-
feiçoamento constante.

Tendo sua equipe de TI totalmente envolvida no apoio
às atividades relacionadas ao seu core business, a Em-
bratec realizou uma análise de viabilidades e percebeu
que era necessária uma unifcação de base de dados
para que as tarefas da escrituração contábil pudessem
ser executadas corretamente e dentro do prazo esta-
belecido no planejamento da companhia, que era até
30 de abril, ou seja, dois meses antes do prazo fnal do
Fisco. Como a unifcação levaria um tempo maior do que
o disponível, a empresa optou pela terceirização das
tarefas relacionadas à geração dos arquivos do SPED e
contratou os serviços de outsourcing de SPED Sispro,
Consulte pelo código FNF 39
Já temos tecnologia contactless
para vários mercados
Karina Prado Dannias (*)
Q
uando se diz que o merca-
do dita as regras dos ne-
gócios, também podemos
afrmar que o mercado contribui
para o advento de novas tecno-
logias. Ou seria o contrário? Não
importa. O que importa é que as
novas tecnologias acompanham
os novos mercados e oferecem
a capacidade para as pessoas
realizarem muitas coisas, entre
elas fazer pagamentos por meio
de dispositivos diversos.

A diversidade de mercados ofe-
rece infnitas possibilidades e as
equipes de pesquisa e desen-
volvimento buscam encontrar
soluções que atendam às neces-
sidades de cada nicho. E o que
não falta é nicho a ser explorado.
Inclusive as possibilidades.

A indústria de cartões e de meios
de pagamentos, visando estes
novos mercados, lança, cada vez
mais, novos produtos e serviços.
Um exemplo é a utilização de um
relógio dotado de chip e apa-
relhos celulares que permitem
realizar pagamentos sem contato
(contacless) utilizando a Near
Field Communication - NFC. Ali-
ás, a utilização da tecnologia sem
contato em vários mercados vem
registrando forte crescimento.


Uma pesquisa encomendada pela
Smart Card Alliance e realizada
com instituições fnanceiras do
Brasil e do México, adquirentes
e emissores acreditam que nos
próximos 10 anos 80% das tran-
sações serão realizadas por meio
do contactless. Especialistas do
mercado também estimam que a
demanda por equipamentos que
lêem contactless está crescendo
rapidamente e deve chegar a
mais de US$ 1 bilhão em 2012.

Ainda em testes no Brasil, esta
modalidade de pagamento sem
contato tem apresentado gran-
de potencial de crescimento.
Isto porque esta tecnologia está
ligada à conveniência do consu-
midor, permitindo que ele faça
pagamentos de modo rápido, fá-
cil e seguro sem ter que entregar
seu cartão ao lojista.

A tecnologia NFC utilizada para o
contacless permite a comunica-
ção sem fo entre cartões, reló-
gios, aparelhos celulares e outros
dispositivos com os pontos de
venda e pode ser utilizada em
muitas situações, como no Rio
de Janeiro, onde os portadores
dos cartões de crédito Credicard,
com a bandeira MasterCard, por
exemplo, já podem fazer as tran-
[artigo]
Agosto de 2008 # 00 - Página 16
Maio de 2009 # 04 - Página 14
sações sem contato no bondinho
do Pão de Açúcar, na rede de
trens da Supervia, na rede de
cinemas UCI, rede de fast-food
McDonald´s e estacionamentos
Estapar/Riopark.

As vantagens não são apenas
para os lojistas e os consumi-
dores, que ganham maior agili-
dade, evitando flas. O mercado
também é benefciado porque
esta modalidade possibilita que
as compras de pequenos valores
entrem para o mundo dos meios
de pagamentos eletrônicos, coisa
que não acontece por inúmeros
fatores econômicos, sociais e
culturais.

Este cenário sinaliza para uma
forte movimentação dos bancos,
que podem aproveitar o avanço
da aceitação do contactless para
se posicionarem como inovado-
res em vários nichos. Isto porque
o estudo da Smart Card Alliance
revelou que a maior parte dos
usuários ouvidos enxerga as
instituições que adotam o cartão
com chip como mais inovadoras
do que as demais.

(*) Vice-presidente executiva da Smart
Card Alliance Latin America e diretora de
Meios de Pagamentos da GD Burti.
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 14
A Trainning criou uma central de
vagas em seu site http://www.
trainning.com.br/vagas.asp com
oferta de vagas oferecidas por
empresas de vários segmentos.
Para ter acesso às vagas não é
necessário cadastro ou login,
basta acessar o site na seção
Vagas onde terá o descritivo da
vaga, nome e contato da empre-
sa contratante.
Profssionais de TI ganham nova opção para a busca de emprego
“O mercado exige profssionais
de TI capacitados e atualizados
e que acompanhem o desenvol-
vimento das inovações tecnológi-
cas”, afrma Victor Jaques, dire-
tor da Trainning. “Com a nossa
central de vagas online, é possí-
vel encontrar um novo emprego,
facilitando a promoção que dese-
jam na carreira. A ideia é ajudar
os profssionais a se posiciona-
rem melhor neste mercado, que
está sempre em rotatividade”,
explica Victor Jacques, diretor da
Trainning.
“A central de vagas também ser-
ve de medidor da movimentação
do mercado. Os profssionais con-
seguem perceber o que o merca-
do está buscando, quais qualif-
cações são importantes para se
conseguir um emprego na área
desejada”, destaca o executivo.
South-South Innovation Summit promove parcerias
internacionais no setor de TI
Empresas do Brasil, da Índia e da África do Sul unem forças para novas oportunidades de
negócios do mercado global de outsourcing
[colaboração]
C
om o objetivo de promover
a integração, a troca de ex-
periências e fomentar par-
cerias entre empresas brasileiras,
indianas e sul-africanas, a SOF-
TEX e a Apex-Brasil promoveram
de 24 a 26 de outubro no Hotel
Windsor, no Rio de Janeiro, a pri-
meira edição do “South – South
Innovation Summit”.

O evento contou com o apoio da
Prefeitura do Rio de Janeiro, do
RioSoft, do Sindicato das Empre-
sas de Informática do Rio de Ja-
neiro (Seprorj) e da Associação
das Empresas Brasileiras de Tec-
nologia da Informação (Asses-
pro) para a sua realização.

A programação incluiu palestras,
painéis de debates, apresenta-
ções de casos de sucesso e roda-
das de negócios, reunindo cerca
de 200 pessoas entre empresá-
rios e representantes do setor
público dos três países e também
da Europa e dos Estados Unidos.

Este ano, a SOFTEX frmou im-
portantes acordos de cooperação
com a Associação Nacional das
Empresas de Software e Serviços
da Índia (NASSCOM), entidade
que conta com 1.300 associados,
e também com a Business Pro-
cess enabling South Africa (BPe-
SA), que abriga 220 companhias,
para a realização de uma série
de iniciativas conjuntas incluindo
business management, project
management, desenvolvimento
de recursos humanos e techno-
logy tie-up. A estratégia colabo-
rativa consiste no intercâmbio
de informações, de know-how e
o estabelecimento de parcerias
entre companhias brasileiras, in-
dianas e sul-africanas para o de-
senvolvimento de soluções, pes-
quisas, inovação, OEM, serviços e
até joint-ventures.

“Até 2020 o mercado mundial de
outsourcing deverá movimentar
cerca de US$ 250 bilhões e esti-
mamos que seja possível para as
companhias desses três países,
trabalhando em conjunto, alcan-
çar uma participação de até 15%.
Esse encontro foi a plataforma de
lançamento dos programas con-
templados por esses acordos”,
explica Djalma Petit, diretor de
mercado da SOFTEX.

“Ao contrário de outros players
que enxergam a Índia, por exem-
plo, como um concorrente, nós
entendemos o país como um
importante parceiro. Em nossa
visão, os negócios futuros em
outsourcing só poderão ser tra-
balhados de forma colaborativa”,
explica o consultor da SOFTEX,
Robert Janssen, responsável pela
organização do evento. Para ele,
é essencial entender de que for-
ma o Brasil, a Índia e a África do
Sul devem atuar no sentido de
participar de forma mais expres-
siva do modelo de oferta global
(global delivery model) norte-
americano e europeu.

Videos sobre os resultados do
evento, com depoimentos dos
dirigentes participantes do Sou-
th-South Innivation Summit em
http://www.youtube.com.br/it-
portalfontenews
Liderando para um novo mundo de identificação
Documento de
alta segurança
A emissão de um documento de identificação pessoal não é um processo simples. Com
experiência de longo tempo e a especialização necessária, a G&D possui o que é preciso
para produzir documentos altamente seguros:
º L|de|auca er ¦ecuo|og|a de |ro|essao de cedu|as e docureu¦os de segu|auca
º /uos de e·oe||euc|a deseu.o|.eudo ca|¦oes |u¦e||geu¦es
º '|s¦eras ooe|ac|oua|s de ca|¦oes |u¦e||geu¦es segu|os e ¦e·|.e|s.
'orados a ¦ecuo|og|a o¦e|ec|da oe|o c||o r|c|o·o|ocessado, os |ecu|sos .|sua|s de segu|auca
¦arber ¦er seu oaoe|. /o o|oje¦a| ca|¦oes de |deu¦|¦cacao, a C80 oode |eco||e| a seus
ru|¦os auos de e·oe||euc|a uo deseu.o|.|reu¦o e |u¦eg|acao de |ecu|sos de segu|auca.
Dependendo do conceito por trás do cartão de identificação, a G&D pode empregar os
segu|u¦es e|ereu¦os. ¦uudo de segu|auca cor gu|||oc|es e r|c|o ¦e·¦os, ¦|u¦as |u.|s|.e|s,
¦|u¦as oo¦|careu¦e .a||a.e|s, |rageus er |e|e.o, deu¦|e ou¦|os.
/ g|a.acao a |ase| dos dados .a||a.e|s e a¦ua|reu¦e cous|de|ada a ¦o|ra ra|s segu|a de
oe|soua||.a| docureu¦os, ura .e. uue a |u¦o|racao e 'uue|rada' uas ru|¦|o|as caradas
do ca|¦ao. / ¦o¦o do oo|¦ado| e ao||cada oo| |ase| e, oo|¦au¦o, ros¦|a de¦a||es a|¦areu¦e
e·a¦os e o|oo|c|a a |es|s¦euc|a ra·|ra a ¦a|s|¦cacao.
Recursos de segurança do cartão de identificação da G&D
+55 11 5105 6101
GD Burti S/A
Tel: +55 11 5105 6100
Fax:
www.gdburti.com.br
www.gi-de.com

Liderando para um novo mundo de identificação
Documento de
alta segurança
A emissão de um documento de identificação pessoal não é um processo simples. Com
experiência de longo tempo e a especialização necessária, a G&D possui o que é preciso
para produzir documentos altamente seguros:
º L|de|auca er ¦ecuo|og|a de |ro|essao de cedu|as e docureu¦os de segu|auca
º /uos de e·oe||euc|a deseu.o|.eudo ca|¦oes |u¦e||geu¦es
º '|s¦eras ooe|ac|oua|s de ca|¦oes |u¦e||geu¦es segu|os e ¦e·|.e|s.
'orados a ¦ecuo|og|a o¦e|ec|da oe|o c||o r|c|o·o|ocessado, os |ecu|sos .|sua|s de segu|auca
¦arber ¦er seu oaoe|. /o o|oje¦a| ca|¦oes de |deu¦|¦cacao, a C80 oode |eco||e| a seus
ru|¦os auos de e·oe||euc|a uo deseu.o|.|reu¦o e |u¦eg|acao de |ecu|sos de segu|auca.
Dependendo do conceito por trás do cartão de identificação, a G&D pode empregar os
segu|u¦es e|ereu¦os. ¦uudo de segu|auca cor gu|||oc|es e r|c|o ¦e·¦os, ¦|u¦as |u.|s|.e|s,
¦|u¦as oo¦|careu¦e .a||a.e|s, |rageus er |e|e.o, deu¦|e ou¦|os.
/ g|a.acao a |ase| dos dados .a||a.e|s e a¦ua|reu¦e cous|de|ada a ¦o|ra ra|s segu|a de
oe|soua||.a| docureu¦os, ura .e. uue a |u¦o|racao e 'uue|rada' uas ru|¦|o|as caradas
do ca|¦ao. / ¦o¦o do oo|¦ado| e ao||cada oo| |ase| e, oo|¦au¦o, ros¦|a de¦a||es a|¦areu¦e
e·a¦os e o|oo|c|a a |es|s¦euc|a ra·|ra a ¦a|s|¦cacao.
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Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 15
Agosto de 2008 # 00 - Página 17
Já temos tecnologia contactless
para vários mercados
Karina Prado Dannias (*)
Q
uando se diz que o merca-
do dita as regras dos ne-
gócios, também podemos
afrmar que o mercado contribui
para o advento de novas tecno-
logias. Ou seria o contrário? Não
importa. O que importa é que as
novas tecnologias acompanham
os novos mercados e oferecem
a capacidade para as pessoas
realizarem muitas coisas, entre
elas fazer pagamentos por meio
de dispositivos diversos.

A diversidade de mercados ofe-
rece infnitas possibilidades e as
equipes de pesquisa e desen-
volvimento buscam encontrar
soluções que atendam às neces-
sidades de cada nicho. E o que
não falta é nicho a ser explorado.
Inclusive as possibilidades.

A indústria de cartões e de meios
de pagamentos, visando estes
novos mercados, lança, cada vez
mais, novos produtos e serviços.
Um exemplo é a utilização de um
relógio dotado de chip e apa-
relhos celulares que permitem
realizar pagamentos sem contato
(contacless) utilizando a Near
Field Communication - NFC. Ali-
ás, a utilização da tecnologia sem
contato em vários mercados vem
registrando forte crescimento.


Uma pesquisa encomendada pela
Smart Card Alliance e realizada
com instituições fnanceiras do
Brasil e do México, adquirentes
e emissores acreditam que nos
próximos 10 anos 80% das tran-
sações serão realizadas por meio
do contactless. Especialistas do
mercado também estimam que a
demanda por equipamentos que
lêem contactless está crescendo
rapidamente e deve chegar a
mais de US$ 1 bilhão em 2012.

Ainda em testes no Brasil, esta
modalidade de pagamento sem
contato tem apresentado gran-
de potencial de crescimento.
Isto porque esta tecnologia está
ligada à conveniência do consu-
midor, permitindo que ele faça
pagamentos de modo rápido, fá-
cil e seguro sem ter que entregar
seu cartão ao lojista.

A tecnologia NFC utilizada para o
contacless permite a comunica-
ção sem fo entre cartões, reló-
gios, aparelhos celulares e outros
dispositivos com os pontos de
venda e pode ser utilizada em
muitas situações, como no Rio
de Janeiro, onde os portadores
dos cartões de crédito Credicard,
com a bandeira MasterCard, por
exemplo, já podem fazer as tran-
[artigo]
Agosto de 2008 # 00 - Página 16
Maio de 2009 # 04 - Página 14
sações sem contato no bondinho
do Pão de Açúcar, na rede de
trens da Supervia, na rede de
cinemas UCI, rede de fast-food
McDonald´s e estacionamentos
Estapar/Riopark.

As vantagens não são apenas
para os lojistas e os consumi-
dores, que ganham maior agili-
dade, evitando flas. O mercado
também é benefciado porque
esta modalidade possibilita que
as compras de pequenos valores
entrem para o mundo dos meios
de pagamentos eletrônicos, coisa
que não acontece por inúmeros
fatores econômicos, sociais e
culturais.

Este cenário sinaliza para uma
forte movimentação dos bancos,
que podem aproveitar o avanço
da aceitação do contactless para
se posicionarem como inovado-
res em vários nichos. Isto porque
o estudo da Smart Card Alliance
revelou que a maior parte dos
usuários ouvidos enxerga as
instituições que adotam o cartão
com chip como mais inovadoras
do que as demais.

(*) Vice-presidente executiva da Smart
Card Alliance Latin America e diretora de
Meios de Pagamentos da GD Burti.
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 14
A Trainning criou uma central de
vagas em seu site http://www.
trainning.com.br/vagas.asp com
oferta de vagas oferecidas por
empresas de vários segmentos.
Para ter acesso às vagas não é
necessário cadastro ou login,
basta acessar o site na seção
Vagas onde terá o descritivo da
vaga, nome e contato da empre-
sa contratante.
Profssionais de TI ganham nova opção para a busca de emprego
“O mercado exige profssionais
de TI capacitados e atualizados
e que acompanhem o desenvol-
vimento das inovações tecnológi-
cas”, afrma Victor Jaques, dire-
tor da Trainning. “Com a nossa
central de vagas online, é possí-
vel encontrar um novo emprego,
facilitando a promoção que dese-
jam na carreira. A ideia é ajudar
os profssionais a se posiciona-
rem melhor neste mercado, que
está sempre em rotatividade”,
explica Victor Jacques, diretor da
Trainning.
“A central de vagas também ser-
ve de medidor da movimentação
do mercado. Os profssionais con-
seguem perceber o que o merca-
do está buscando, quais qualif-
cações são importantes para se
conseguir um emprego na área
desejada”, destaca o executivo.
South-South Innovation Summit promove parcerias
internacionais no setor de TI
Empresas do Brasil, da Índia e da África do Sul unem forças para novas oportunidades de
negócios do mercado global de outsourcing
[colaboração]
C
om o objetivo de promover
a integração, a troca de ex-
periências e fomentar par-
cerias entre empresas brasileiras,
indianas e sul-africanas, a SOF-
TEX e a Apex-Brasil promoveram
de 24 a 26 de outubro no Hotel
Windsor, no Rio de Janeiro, a pri-
meira edição do “South – South
Innovation Summit”.

O evento contou com o apoio da
Prefeitura do Rio de Janeiro, do
RioSoft, do Sindicato das Empre-
sas de Informática do Rio de Ja-
neiro (Seprorj) e da Associação
das Empresas Brasileiras de Tec-
nologia da Informação (Asses-
pro) para a sua realização.

A programação incluiu palestras,
painéis de debates, apresenta-
ções de casos de sucesso e roda-
das de negócios, reunindo cerca
de 200 pessoas entre empresá-
rios e representantes do setor
público dos três países e também
da Europa e dos Estados Unidos.

Este ano, a SOFTEX frmou im-
portantes acordos de cooperação
com a Associação Nacional das
Empresas de Software e Serviços
da Índia (NASSCOM), entidade
que conta com 1.300 associados,
e também com a Business Pro-
cess enabling South Africa (BPe-
SA), que abriga 220 companhias,
para a realização de uma série
de iniciativas conjuntas incluindo
business management, project
management, desenvolvimento
de recursos humanos e techno-
logy tie-up. A estratégia colabo-
rativa consiste no intercâmbio
de informações, de know-how e
o estabelecimento de parcerias
entre companhias brasileiras, in-
dianas e sul-africanas para o de-
senvolvimento de soluções, pes-
quisas, inovação, OEM, serviços e
até joint-ventures.

“Até 2020 o mercado mundial de
outsourcing deverá movimentar
cerca de US$ 250 bilhões e esti-
mamos que seja possível para as
companhias desses três países,
trabalhando em conjunto, alcan-
çar uma participação de até 15%.
Esse encontro foi a plataforma de
lançamento dos programas con-
templados por esses acordos”,
explica Djalma Petit, diretor de
mercado da SOFTEX.

“Ao contrário de outros players
que enxergam a Índia, por exem-
plo, como um concorrente, nós
entendemos o país como um
importante parceiro. Em nossa
visão, os negócios futuros em
outsourcing só poderão ser tra-
balhados de forma colaborativa”,
explica o consultor da SOFTEX,
Robert Janssen, responsável pela
organização do evento. Para ele,
é essencial entender de que for-
ma o Brasil, a Índia e a África do
Sul devem atuar no sentido de
participar de forma mais expres-
siva do modelo de oferta global
(global delivery model) norte-
americano e europeu.

Videos sobre os resultados do
evento, com depoimentos dos
dirigentes participantes do Sou-
th-South Innivation Summit em
http://www.youtube.com.br/it-
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Documento de
alta segurança
A emissão de um documento de identificação pessoal não é um processo simples. Com
experiência de longo tempo e a especialização necessária, a G&D possui o que é preciso
para produzir documentos altamente seguros:
º L|de|auca er ¦ecuo|og|a de |ro|essao de cedu|as e docureu¦os de segu|auca
º /uos de e·oe||euc|a deseu.o|.eudo ca|¦oes |u¦e||geu¦es
º '|s¦eras ooe|ac|oua|s de ca|¦oes |u¦e||geu¦es segu|os e ¦e·|.e|s.
'orados a ¦ecuo|og|a o¦e|ec|da oe|o c||o r|c|o·o|ocessado, os |ecu|sos .|sua|s de segu|auca
¦arber ¦er seu oaoe|. /o o|oje¦a| ca|¦oes de |deu¦|¦cacao, a C80 oode |eco||e| a seus
ru|¦os auos de e·oe||euc|a uo deseu.o|.|reu¦o e |u¦eg|acao de |ecu|sos de segu|auca.
Dependendo do conceito por trás do cartão de identificação, a G&D pode empregar os
segu|u¦es e|ereu¦os. ¦uudo de segu|auca cor gu|||oc|es e r|c|o ¦e·¦os, ¦|u¦as |u.|s|.e|s,
¦|u¦as oo¦|careu¦e .a||a.e|s, |rageus er |e|e.o, deu¦|e ou¦|os.
/ g|a.acao a |ase| dos dados .a||a.e|s e a¦ua|reu¦e cous|de|ada a ¦o|ra ra|s segu|a de
oe|soua||.a| docureu¦os, ura .e. uue a |u¦o|racao e 'uue|rada' uas ru|¦|o|as caradas
do ca|¦ao. / ¦o¦o do oo|¦ado| e ao||cada oo| |ase| e, oo|¦au¦o, ros¦|a de¦a||es a|¦areu¦e
e·a¦os e o|oo|c|a a |es|s¦euc|a ra·|ra a ¦a|s|¦cacao.
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Liderando para um novo mundo de identificação
Documento de
alta segurança
A emissão de um documento de identificação pessoal não é um processo simples. Com
experiência de longo tempo e a especialização necessária, a G&D possui o que é preciso
para produzir documentos altamente seguros:
º L|de|auca er ¦ecuo|og|a de |ro|essao de cedu|as e docureu¦os de segu|auca
º /uos de e·oe||euc|a deseu.o|.eudo ca|¦oes |u¦e||geu¦es
º '|s¦eras ooe|ac|oua|s de ca|¦oes |u¦e||geu¦es segu|os e ¦e·|.e|s.
'orados a ¦ecuo|og|a o¦e|ec|da oe|o c||o r|c|o·o|ocessado, os |ecu|sos .|sua|s de segu|auca
¦arber ¦er seu oaoe|. /o o|oje¦a| ca|¦oes de |deu¦|¦cacao, a C80 oode |eco||e| a seus
ru|¦os auos de e·oe||euc|a uo deseu.o|.|reu¦o e |u¦eg|acao de |ecu|sos de segu|auca.
Dependendo do conceito por trás do cartão de identificação, a G&D pode empregar os
segu|u¦es e|ereu¦os. ¦uudo de segu|auca cor gu|||oc|es e r|c|o ¦e·¦os, ¦|u¦as |u.|s|.e|s,
¦|u¦as oo¦|careu¦e .a||a.e|s, |rageus er |e|e.o, deu¦|e ou¦|os.
/ g|a.acao a |ase| dos dados .a||a.e|s e a¦ua|reu¦e cous|de|ada a ¦o|ra ra|s segu|a de
oe|soua||.a| docureu¦os, ura .e. uue a |u¦o|racao e 'uue|rada' uas ru|¦|o|as caradas
do ca|¦ao. / ¦o¦o do oo|¦ado| e ao||cada oo| |ase| e, oo|¦au¦o, ros¦|a de¦a||es a|¦areu¦e
e·a¦os e o|oo|c|a a |es|s¦euc|a ra·|ra a ¦a|s|¦cacao.
Recursos de segurança do cartão de identificação da G&D
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Agosto de 2008 # 00 - Página 18
[SPED]
pintaria para construção e artigos
pirotécnicos; impressão de livros,
revistas e outras publicações pe-
riódicas; serviços de acabamen-
tos gráfcos; reforma de pneumá-
ticos usados; recondicionamento
de baterias e acumuladores para
veículos automotores.

Ainda estão na relação represen-
tante comercial de cosméticos e
perfumaria, de madeira, material
de construção e ferragens. A lista
inclui também o comércio ataca-
dista de produtos como calçados;
artigos de vestuário e acessórios;
artigos de armarinho; de cama,
mesa e banho; sementes, fores,
plantas e gramas; produtos de
higiene, limpeza e conservação
domiciliar com atividade de fra-
cionamento e acondicionamento;
jóias, relógios e bijuterias; emba-
lagens; resíduos de papel e pape-
lão e de sucatas não metálicas.

A Nota Fiscal Eletrônica passou a
ser exigida para uma nova lista
de atividades econômicas. Para
os fornecedores dos governos, a
exigência vai valer independen-
temente do setor de atividade da
empresa.

Fonte: Agência SEBRAE
U
m novo grupo de empre-
sas de diversas atividades
econômicas passaram a ser
obrigadas a emitir a Nota Fiscal
Eletrônica (NF-e), um documento
digital que substitui as tradicio-
nais notas em papel. Instituído
em julho de 2005 em caráter na-
cional, o uso do documento vem
sendo ampliado gradualmente
entre os diversos setores e seg-
mentos econômicos. Por meio
da NF-e, a Receita Federal e as
secretarias estaduais de Fazenda
podem acompanhar em tempo
real as transações das empresas
e, assim, fscalizar e ampliar o re-
colhimento de tributos.

A obrigatoriedade de emissão da
NF-e abrange empresas de todos
os portes, incluindo micro e pe-
quenas, até as do Simples Nacio-
nal. Os empreendedores individu-
ais não precisam atender a essa
exigência.

Conforme o Protocolo nº 42 de
2009, do Conselho Nacional de
Política Fazendária (Confaz), ór-
gão que reúne as secretarias de
Fazenda dos estados, desde o dia
1º de outubro entraram na lista
de obrigadas a emitir a NF-e di-
versas outras atividades econômi-
cas, como fabricação de roupas,
vinagre, calçados, gelo, absor-
ventes higiênicos, artigos de car-
Mais segmentos terão NF-e
Exigência de emissão de nota fscal eletrônica alcança
maior número de empresas
A
segunda edição do estu-
do “Brazil Infrastructure
Maturity X-Ray”, realizado
pela Accenture, empresa global
de tecnologia, consultoria e out-
sourcing, em parceria com o IDC
(International Data Corporation)
revela que o nível de maturida-
de de Gestão de Infraestrutura
de TI do mercado nacional ainda
está abaixo da média desejada
(3). Em uma escala de 1 a 5, o
país recebeu em 2010 a nota 2,5.
No ano passado, o número foi de
2,4.

Para defnir nível de maturidade
do mercado brasileiro em rela-
ção à Gestão de Infraestrutura
de TI das organizações o estudo
considerou cinco níveis distintos
como: inicial, replicável, defni-
do, gerenciável e otimizável, pe-
los quais as empresas precisam
passar para alcançar a excelên-
cia desejável. Para este Estudo
foram entrevistadas, durante os
meses de agosto e setembro de
2010, mais de 100 organizações
de grande porte de diversas áre-
as como: serviços fnanceiros, te-
lecomunicações, saúde, governo
e comércio.

Considerando as oito áreas chaves
de TI selecionadas para o estudo
(Green IT & Data Center, Segu-
rança, Redes, Mobilidade, Análise
de Investimentos em TI, Delivery,
Suporte e Governança), o desta-
que é o aumento dos investimen-
tos em inovação, que saltou de
35% no ano passado para 40%
do orçamento de TI neste ano.
“Apesar da maturidade da Gestão
da Infraestrutura de TI ainda es-
tar abaixo da média esperada, o
crescimento de investimentos em
iniciativas estratégicas pode ser
um indicador do amadurecimen-
to do mercado como um todo,
apesar de existir a possibilidade
Brasil recua na maturidade de Gestão da Infraestrutura de TI
de infuência de execução de in-
vestimentos represados no ano
anterior em função da conjuntura
econômica”, disse Ricardo Chis-
man, líder para a área de Consul-
toria em Tecnologia da Accenture.

Algumas áreas apresentam baixa
pontuação em relação ao nível
médio de maturidade alcançado
(que foi 2,5), são elas: Delivery
(que obteve a média mais baixa
do estudo), Segurança e Suporte
que foram avaliadas em 2,3, 2,4
e 2,4 respectivamente. Outras
conclusões apontam que a ado-
ção de Cloud Computing ainda é
baixa (27%) e que as empresas
continuam a planejar melhor do
que executam. “Para que o Brasil
seja maduro em Gestão de Infra-
estrutura de TI é necessário disci-
plina no planejamento e atenção
na execução de todo o processo
de melhoria, o qual deve ser tra-
tado de forma integrada e não
pontualmente. Com os resultados
deste estudo, a Accenture orienta
os gestores de tecnologia a com-
pararem suas empresas com a
média do mercado. Assim, ajuda-
mos as organizações a estrutura-
rem estratégias e executar ações
para atingir a alta performance
em seus negócios”, diz Jesus Lo-
pez Aros, líder para a área de In-
fraestrutura de TI da Accenture.
[gestão]
Em uma escala de 1 a 5, o país recebeu em 2010 a nota 2,5
w w w . e n g . c o m . b r
WEB DESI GN
WEB DEVELOPMENT
DESI GN GRÁFI CO
VÍ DEO DI GI TAL
E- LEARNI NG
Tecnol ogi a FLEX
Tecnol ogi a FLASH
Treinamentos, consultoria,
certificações e
licenciamento de Software
PROJE TO
Aut odesk REVI T
Aut odesk I nvent or
Aut oCAD
ANI MAÇÃO 3D
3ds MAX
Maya
Criação de famílias de fontes
G
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www. eng. com. br
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 16
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 17
81% das redes
corporativas têm
softwares inúteis
Estudo da Dynamic Market com 600
pessoas de vendas, marketing e TI,
em países como França, Alemanha e
Reino Unido apontou que as empre-
sas estão desperdiçando elevadas
quantias em programas que não são
utilizados.
Oitenta e um por cento acredita que
suas redes corporativas armazenam
programas e dados que não são úteis
para o cotidiano da empresa, mas
que causam um signifcativo impacto
de tempo e de gerenciamento.
Entre os entrevistados, 75% afrmou
que suas instituições possuem apli-
cações que não foram utilizadas nos
últimos três anos. Em média, elas
representaram 25% dos recursos
instalados.
O problema é nítido em corporações
com mais de mil funcionários. Além
disso, 86% dos profssionais de TI
acredita que os sistemas funciona-
riam com mais efciência se tais apli-
cações fossem removidas.
Outra descoberta: os profssionais
de vendas e marketing estão menos
dispostos a mudar quando se trata
de software e aplicações para siste-
mas existentes. Nessas áreas, 46%
dos profssionais de TI afrmou que
os aplicativos não utilizados não se-
riam removidos porque os dados po-
deriam ser necessários mais tarde.
Agosto de 2008 # 00 - Página 19
[SPED]
pintaria para construção e artigos
pirotécnicos; impressão de livros,
revistas e outras publicações pe-
riódicas; serviços de acabamen-
tos gráfcos; reforma de pneumá-
ticos usados; recondicionamento
de baterias e acumuladores para
veículos automotores.

Ainda estão na relação represen-
tante comercial de cosméticos e
perfumaria, de madeira, material
de construção e ferragens. A lista
inclui também o comércio ataca-
dista de produtos como calçados;
artigos de vestuário e acessórios;
artigos de armarinho; de cama,
mesa e banho; sementes, fores,
plantas e gramas; produtos de
higiene, limpeza e conservação
domiciliar com atividade de fra-
cionamento e acondicionamento;
jóias, relógios e bijuterias; emba-
lagens; resíduos de papel e pape-
lão e de sucatas não metálicas.

A Nota Fiscal Eletrônica passou a
ser exigida para uma nova lista
de atividades econômicas. Para
os fornecedores dos governos, a
exigência vai valer independen-
temente do setor de atividade da
empresa.

Fonte: Agência SEBRAE
U
m novo grupo de empre-
sas de diversas atividades
econômicas passaram a ser
obrigadas a emitir a Nota Fiscal
Eletrônica (NF-e), um documento
digital que substitui as tradicio-
nais notas em papel. Instituído
em julho de 2005 em caráter na-
cional, o uso do documento vem
sendo ampliado gradualmente
entre os diversos setores e seg-
mentos econômicos. Por meio
da NF-e, a Receita Federal e as
secretarias estaduais de Fazenda
podem acompanhar em tempo
real as transações das empresas
e, assim, fscalizar e ampliar o re-
colhimento de tributos.

A obrigatoriedade de emissão da
NF-e abrange empresas de todos
os portes, incluindo micro e pe-
quenas, até as do Simples Nacio-
nal. Os empreendedores individu-
ais não precisam atender a essa
exigência.

Conforme o Protocolo nº 42 de
2009, do Conselho Nacional de
Política Fazendária (Confaz), ór-
gão que reúne as secretarias de
Fazenda dos estados, desde o dia
1º de outubro entraram na lista
de obrigadas a emitir a NF-e di-
versas outras atividades econômi-
cas, como fabricação de roupas,
vinagre, calçados, gelo, absor-
ventes higiênicos, artigos de car-
Mais segmentos terão NF-e
Exigência de emissão de nota fscal eletrônica alcança
maior número de empresas
A
segunda edição do estu-
do “Brazil Infrastructure
Maturity X-Ray”, realizado
pela Accenture, empresa global
de tecnologia, consultoria e out-
sourcing, em parceria com o IDC
(International Data Corporation)
revela que o nível de maturida-
de de Gestão de Infraestrutura
de TI do mercado nacional ainda
está abaixo da média desejada
(3). Em uma escala de 1 a 5, o
país recebeu em 2010 a nota 2,5.
No ano passado, o número foi de
2,4.

Para defnir nível de maturidade
do mercado brasileiro em rela-
ção à Gestão de Infraestrutura
de TI das organizações o estudo
considerou cinco níveis distintos
como: inicial, replicável, defni-
do, gerenciável e otimizável, pe-
los quais as empresas precisam
passar para alcançar a excelên-
cia desejável. Para este Estudo
foram entrevistadas, durante os
meses de agosto e setembro de
2010, mais de 100 organizações
de grande porte de diversas áre-
as como: serviços fnanceiros, te-
lecomunicações, saúde, governo
e comércio.

Considerando as oito áreas chaves
de TI selecionadas para o estudo
(Green IT & Data Center, Segu-
rança, Redes, Mobilidade, Análise
de Investimentos em TI, Delivery,
Suporte e Governança), o desta-
que é o aumento dos investimen-
tos em inovação, que saltou de
35% no ano passado para 40%
do orçamento de TI neste ano.
“Apesar da maturidade da Gestão
da Infraestrutura de TI ainda es-
tar abaixo da média esperada, o
crescimento de investimentos em
iniciativas estratégicas pode ser
um indicador do amadurecimen-
to do mercado como um todo,
apesar de existir a possibilidade
Brasil recua na maturidade de Gestão da Infraestrutura de TI
de infuência de execução de in-
vestimentos represados no ano
anterior em função da conjuntura
econômica”, disse Ricardo Chis-
man, líder para a área de Consul-
toria em Tecnologia da Accenture.

Algumas áreas apresentam baixa
pontuação em relação ao nível
médio de maturidade alcançado
(que foi 2,5), são elas: Delivery
(que obteve a média mais baixa
do estudo), Segurança e Suporte
que foram avaliadas em 2,3, 2,4
e 2,4 respectivamente. Outras
conclusões apontam que a ado-
ção de Cloud Computing ainda é
baixa (27%) e que as empresas
continuam a planejar melhor do
que executam. “Para que o Brasil
seja maduro em Gestão de Infra-
estrutura de TI é necessário disci-
plina no planejamento e atenção
na execução de todo o processo
de melhoria, o qual deve ser tra-
tado de forma integrada e não
pontualmente. Com os resultados
deste estudo, a Accenture orienta
os gestores de tecnologia a com-
pararem suas empresas com a
média do mercado. Assim, ajuda-
mos as organizações a estrutura-
rem estratégias e executar ações
para atingir a alta performance
em seus negócios”, diz Jesus Lo-
pez Aros, líder para a área de In-
fraestrutura de TI da Accenture.
[gestão]
Em uma escala de 1 a 5, o país recebeu em 2010 a nota 2,5
w w w . e n g . c o m . b r
WEB DESI GN
WEB DEVELOPMENT
DESI GN GRÁFI CO
VÍ DEO DI GI TAL
E- LEARNI NG
Tecnol ogi a FLEX
Tecnol ogi a FLASH
Treinamentos, consultoria,
certificações e
licenciamento de Software
PROJE TO
Aut odesk REVI T
Aut odesk I nvent or
Aut oCAD
ANI MAÇÃO 3D
3ds MAX
Maya
Criação de famílias de fontes
G
a
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b
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s
www. eng. com. br
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 16
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 17
81% das redes
corporativas têm
softwares inúteis
Estudo da Dynamic Market com 600
pessoas de vendas, marketing e TI,
em países como França, Alemanha e
Reino Unido apontou que as empre-
sas estão desperdiçando elevadas
quantias em programas que não são
utilizados.
Oitenta e um por cento acredita que
suas redes corporativas armazenam
programas e dados que não são úteis
para o cotidiano da empresa, mas
que causam um signifcativo impacto
de tempo e de gerenciamento.
Entre os entrevistados, 75% afrmou
que suas instituições possuem apli-
cações que não foram utilizadas nos
últimos três anos. Em média, elas
representaram 25% dos recursos
instalados.
O problema é nítido em corporações
com mais de mil funcionários. Além
disso, 86% dos profssionais de TI
acredita que os sistemas funciona-
riam com mais efciência se tais apli-
cações fossem removidas.
Outra descoberta: os profssionais
de vendas e marketing estão menos
dispostos a mudar quando se trata
de software e aplicações para siste-
mas existentes. Nessas áreas, 46%
dos profssionais de TI afrmou que
os aplicativos não utilizados não se-
riam removidos porque os dados po-
deriam ser necessários mais tarde.
Agosto de 2008 # 00 - Página 20
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 19
Novembro / Dezembro de 2010 # 10- Página 18
A
Futurecom 2010 foi palco
de vários debates sobre as
telecomunicações no Brasil.
Entre os temas destacados esta-
vam o Plano Nacional de Banda
Larga (PNBL) a regulamentação
das operadoras virtuais (MVNO),
desoneração da carga tributária,
os preços da telefonia celular para
os usuários (um estudo da Tele-
co/Vivo apresentou números que
contestam o que se diz por aí: “a
telefonia móvel não é a mais cara
do mundo”, diz este estudo). Os
usuários, o que eles acham?

Este ano, e como em outras edi-
ções, novos modelos de aparelhos
móveis tablets foram apresenta-
dos em vários stands. E a indús-
tria promete mais neste setor.

Alguns estudos foram divulga-
dos durante o evento. Um dos
destaques foi anunciado Acision,
que indica enorme potencial de
crescimento de usuários de ban-
da larga móvel nos próximos
dois anos. O trabalho foi realiza-
do Quantinet indica que perto de
65% dos consumidores brasilei-
ros têm acesso à banda larga mó-
vel, mas somente 33% realmente
usam o serviço. Outros 6 milhões
de usuários de telefonia móvel
estão prontos e considerando ini-
PNBL, MVNO, triplay play, tablets dominam Futurecom
Expectativas envolvem as políticas públicas e novas regras para o setor
[telecom]
O novo dispositivo móvel que faz li-
gações, possui conectividade 3G e
Wi-Fi e tela widescreen de 7 polega-
das com a tecnologia multitouch, que
possibilita a execução de comandos
com agilidade quando o usuário toca
a tela.

O tablet faz videoconferências por
meio de câmera videocall de 2 .0
megapixels, possui câmera na parte
de trás, entrada para cartão de me-
mória de até 64 GB e pé de apoio em
dois níveis.
Tablet Huawei S7
Os destaques tecnológicos
[futurecom]
Solução de acesso de fbra ótica fexí-
vel a qualquer arquitetura de rede de
acesso de alto desempenho (FTTx).
Permite uso das duas tecnologias
principais, o GPON e a Ethernet Ati-
va, também chamada de ponto a
ponto numa mesma plataforma. Isso
signifca maior fexibilidade às ope-
radoras de telefonia, que podem dis-
ponibilizar os dois tipos de tecnologia
dependendo do consumidor (as em-
presas preferem a tecnologia ponto-a
ponto, enquanto que o GPON é mais
econômico para residências).
ECI I-OLT
ciar o uso de banda larga móvel.
Por outro lado, 90% dos usuários
atuais tem problemas de Quali-
dade de Experiência (QoE) com
seus serviços, o que representa
um desafo às operadoras para o
crescimento do mercado.

Outro desafo é precisar do ser-
viço e o aparelho travar. Foi o
que aconteceu com a equipe de
reportagem do IT Portal - Fonte-
News. O smartphone Samsung
Omnia II (VIVO) do nosso editor
travou no segundo dia do evento
e somente voltou a funcionar três
dias depois, no sábado. Talvez
estivesse de ressaca. O serviço
de voz teve que ser feito pelo Mo-
torola Rockr EM 25 e o acesso à
banda larga por
modem da Claro.
É a tal redundân-
cia necessária.
Você para 2 para
usar apenas 1.
Este foi terceiro
evento em que o
aparelho apaga.
Na primeira vez
fcou 30 dias na
assistência técni-
ca. No outro, vol-
tou a operar de-
pois de 4 dias. A
nossa equipe foi ao stand da Vivo
e recebeu como compromisso da
operadora uma intermediação
com a Samsung para solução do
problema. Promessa cumprida.

Uma das palestras mais disputa-
das foi da conselheira da Anatel,
Emília Ribeiro, sobre “MVNO e as
Novas Possibilidades Emergen-
tes de Negócios”. Isto porque há
grandes expectativas pela regu-
lamentação por parte na ANATEL
das regras para esta atividade.
Entre alguns fabricantes que es-
tavam atentas ao temas sobre
MVNO, tais como Amdocs, Atos
Origin, Nokia, Qualcomm e a bra-
sileira a Orange (foto acima), que
anunciou tecnologia que permi-
tirá que as operadoras virtuais
possam entrar em operação.

A Mob Telecom, provedora ce-
arense de serviços de acesso à
Internet e data center, acaba de
frmar contrato de parceria na Fu-
turecom 2010 com a Orange para
o fornecimento de telefonia fxa a
partir da tecnologia DSX. Com o
acordo, a provedora irá também
fornecer serviços de telefonia fxa
com portabilidade.

O foco da Central Pública DSX é per-
mitir que os pequenos e médios ope-
radores de telecomunicações possam
integrar serviço de voz ao portfólio
de acesso banda larga e TV a cabo.

Ela é uma arquitetura NGN que com-
bina software e hardware e que atua
como central TDM (Time-division
multiplexing) convencional com ca-
pacidade de oferecer recursos avan-
çados de Session Border Controller
(SBC) e Softswitch, o que possibili-
ta a integração de equipamentos da
rede TDM e IP sem a degradação da
qualidade para a entrega de serviços
de voz.
Orange DSX
Arbor Peakfow
Detecta anomalias e ameaças às
redes das operadoras de servi-
ços telecom a partir da tecnologia
NBA, complementar aos produtos
de segurança baseados em assina-
turas, como o IDS/IPS, antivírus e
frewalls. Criada para detectar e re-
mover automática e cirurgicamen-
te todos os ataques, mantendo de
forma legítima o tráfego na rede.
Foi projetada para garantir as me-
lhorias de engenharia de tráfego
IPv4 e IPv6 e efciência operacional.
Módulo de mo-
bilidade do
Software Em-
presário per-
mite às equi-
pes externas
e de vendas
realizar o envio
de informações
pelo telefo-
ne celular de
qualquer ope-
radora e com
acesso à Web
ou WAP (Wire-
less Aplication
Protocol).
Garante a interação em tempo real
com o banco de dados do software
de gestão para inclusão e atuali-
zação de dados de negócios, como
itens de produtos e serviços, esto-
ques, preços, descontos, agenda de
atividades das equipes entre outras
tarefas e itens.

A ferramenta permite gerar relatórios
e a visualização de dados em tempo
real no momento em que a nova in-
formação é inserida no sistema.
Empresário Mobile
A Seal Telecom, em parceria com a
Barco, apresentou uma solução de
visualização para ambientes colabo-
rativos com capacidade de comparti-
lhamento de informações para toma-
das de decisões rápidas e precisas
entre usuários locais ou remotamen-
te posicionados de maneira simples,
facil e rápida.
A solução é composta por um video
wall Barco NSL-4601 formado por te-
las de LCD de 46” e o gerenciador de
imagens e software de colaboração
XDS.

Além disso, a solução Barco XDS
pode ser integrada com video wall
de cubos, salas de reuniões 2D/3D
e auditórios.
Video wall NSL 4601
Muitos lançamentos despertaram o interesse do público durante os três dias do evento
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A
Futurecom 2010 foi palco
de vários debates sobre as
telecomunicações no Brasil.
Entre os temas destacados esta-
vam o Plano Nacional de Banda
Larga (PNBL) a regulamentação
das operadoras virtuais (MVNO),
desoneração da carga tributária,
os preços da telefonia celular para
os usuários (um estudo da Tele-
co/Vivo apresentou números que
contestam o que se diz por aí: “a
telefonia móvel não é a mais cara
do mundo”, diz este estudo). Os
usuários, o que eles acham?

Este ano, e como em outras edi-
ções, novos modelos de aparelhos
móveis tablets foram apresenta-
dos em vários stands. E a indús-
tria promete mais neste setor.

Alguns estudos foram divulga-
dos durante o evento. Um dos
destaques foi anunciado Acision,
que indica enorme potencial de
crescimento de usuários de ban-
da larga móvel nos próximos
dois anos. O trabalho foi realiza-
do Quantinet indica que perto de
65% dos consumidores brasilei-
ros têm acesso à banda larga mó-
vel, mas somente 33% realmente
usam o serviço. Outros 6 milhões
de usuários de telefonia móvel
estão prontos e considerando ini-
PNBL, MVNO, triplay play, tablets dominam Futurecom
Expectativas envolvem as políticas públicas e novas regras para o setor
[telecom]
O novo dispositivo móvel que faz li-
gações, possui conectividade 3G e
Wi-Fi e tela widescreen de 7 polega-
das com a tecnologia multitouch, que
possibilita a execução de comandos
com agilidade quando o usuário toca
a tela.

O tablet faz videoconferências por
meio de câmera videocall de 2 .0
megapixels, possui câmera na parte
de trás, entrada para cartão de me-
mória de até 64 GB e pé de apoio em
dois níveis.
Tablet Huawei S7
Os destaques tecnológicos
[futurecom]
Solução de acesso de fbra ótica fexí-
vel a qualquer arquitetura de rede de
acesso de alto desempenho (FTTx).
Permite uso das duas tecnologias
principais, o GPON e a Ethernet Ati-
va, também chamada de ponto a
ponto numa mesma plataforma. Isso
signifca maior fexibilidade às ope-
radoras de telefonia, que podem dis-
ponibilizar os dois tipos de tecnologia
dependendo do consumidor (as em-
presas preferem a tecnologia ponto-a
ponto, enquanto que o GPON é mais
econômico para residências).
ECI I-OLT
ciar o uso de banda larga móvel.
Por outro lado, 90% dos usuários
atuais tem problemas de Quali-
dade de Experiência (QoE) com
seus serviços, o que representa
um desafo às operadoras para o
crescimento do mercado.

Outro desafo é precisar do ser-
viço e o aparelho travar. Foi o
que aconteceu com a equipe de
reportagem do IT Portal - Fonte-
News. O smartphone Samsung
Omnia II (VIVO) do nosso editor
travou no segundo dia do evento
e somente voltou a funcionar três
dias depois, no sábado. Talvez
estivesse de ressaca. O serviço
de voz teve que ser feito pelo Mo-
torola Rockr EM 25 e o acesso à
banda larga por
modem da Claro.
É a tal redundân-
cia necessária.
Você para 2 para
usar apenas 1.
Este foi terceiro
evento em que o
aparelho apaga.
Na primeira vez
fcou 30 dias na
assistência técni-
ca. No outro, vol-
tou a operar de-
pois de 4 dias. A
nossa equipe foi ao stand da Vivo
e recebeu como compromisso da
operadora uma intermediação
com a Samsung para solução do
problema. Promessa cumprida.

Uma das palestras mais disputa-
das foi da conselheira da Anatel,
Emília Ribeiro, sobre “MVNO e as
Novas Possibilidades Emergen-
tes de Negócios”. Isto porque há
grandes expectativas pela regu-
lamentação por parte na ANATEL
das regras para esta atividade.
Entre alguns fabricantes que es-
tavam atentas ao temas sobre
MVNO, tais como Amdocs, Atos
Origin, Nokia, Qualcomm e a bra-
sileira a Orange (foto acima), que
anunciou tecnologia que permi-
tirá que as operadoras virtuais
possam entrar em operação.

A Mob Telecom, provedora ce-
arense de serviços de acesso à
Internet e data center, acaba de
frmar contrato de parceria na Fu-
turecom 2010 com a Orange para
o fornecimento de telefonia fxa a
partir da tecnologia DSX. Com o
acordo, a provedora irá também
fornecer serviços de telefonia fxa
com portabilidade.

O foco da Central Pública DSX é per-
mitir que os pequenos e médios ope-
radores de telecomunicações possam
integrar serviço de voz ao portfólio
de acesso banda larga e TV a cabo.

Ela é uma arquitetura NGN que com-
bina software e hardware e que atua
como central TDM (Time-division
multiplexing) convencional com ca-
pacidade de oferecer recursos avan-
çados de Session Border Controller
(SBC) e Softswitch, o que possibili-
ta a integração de equipamentos da
rede TDM e IP sem a degradação da
qualidade para a entrega de serviços
de voz.
Orange DSX
Arbor Peakfow
Detecta anomalias e ameaças às
redes das operadoras de servi-
ços telecom a partir da tecnologia
NBA, complementar aos produtos
de segurança baseados em assina-
turas, como o IDS/IPS, antivírus e
frewalls. Criada para detectar e re-
mover automática e cirurgicamen-
te todos os ataques, mantendo de
forma legítima o tráfego na rede.
Foi projetada para garantir as me-
lhorias de engenharia de tráfego
IPv4 e IPv6 e efciência operacional.
Módulo de mo-
bilidade do
Software Em-
presário per-
mite às equi-
pes externas
e de vendas
realizar o envio
de informações
pelo telefo-
ne celular de
qualquer ope-
radora e com
acesso à Web
ou WAP (Wire-
less Aplication
Protocol).
Garante a interação em tempo real
com o banco de dados do software
de gestão para inclusão e atuali-
zação de dados de negócios, como
itens de produtos e serviços, esto-
ques, preços, descontos, agenda de
atividades das equipes entre outras
tarefas e itens.

A ferramenta permite gerar relatórios
e a visualização de dados em tempo
real no momento em que a nova in-
formação é inserida no sistema.
Empresário Mobile
A Seal Telecom, em parceria com a
Barco, apresentou uma solução de
visualização para ambientes colabo-
rativos com capacidade de comparti-
lhamento de informações para toma-
das de decisões rápidas e precisas
entre usuários locais ou remotamen-
te posicionados de maneira simples,
facil e rápida.
A solução é composta por um video
wall Barco NSL-4601 formado por te-
las de LCD de 46” e o gerenciador de
imagens e software de colaboração
XDS.

Além disso, a solução Barco XDS
pode ser integrada com video wall
de cubos, salas de reuniões 2D/3D
e auditórios.
Video wall NSL 4601
Muitos lançamentos despertaram o interesse do público durante os três dias do evento
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