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1. AUDITORIA EXTERNA Surgiu como parte da evolução do sistema capitalista.

Consiste no exame das demonstrações financeiras feitas com o propósito de expressar uma opinião sobre a propriedade com que elas apresentam a situação patrimonial e financeira da empresa e o resultado das operações no período do exame. No início, as empresas eram fechadas e pertenciam a grupos familiares. Com a expansão do mercado e o acirramento da concorrência, houve necessidade de pesados investimentos por parte das empresas, o que obrigou as organizações a recorrerem a recursos de terceiros. No entanto, os futuros investidores precisavam conhecer a posição patrimonial e financeira, a capacidade de gerar lucros e como estava sendo efetuada a administração financeira. Como conseqüência, as demonstrações contábeis passaram a ter grande importância e, como medida de segurança, os investidores passaram a exigir que essas demonstrações fossem examinadas por um profissional independente da empresa e com competência para emitir sua opinião sobre essas demonstrações. Sendo exercida por Contadores Independentes ou equivalentes (Empresas de Auditoria), sua atividade é regulamentada pela Comissão de Mobiliários por meio da instrução número 216, de junho de 1994. 2. CONCEITO A auditoria é a técnica contábil utilizada para avaliar essas informações, constituindo, assim, complemento indispensável para que a contabilidade atinja, plenamente, a sua finalidade. Os objetivos da Auditoria Externa são: ‡ Comprovar a exatidão dos registros contábeis; ‡ Propor soluções para o aperfeiçoamento do controle interno e do sistema contábil da entidade; ‡ Verificar a correta apresentação e divulgação das demonstrações contábeis; ‡ Emitir parecer (opinião) sobre as demonstrações contábeis auditadas. A auditoria compreende o exame de documentos, de livros e registros contábeis, execução de inspeções e confirmações, internas e externas, relacionados com o controle do patrimônio.Compreende, também, outros exames que os auditores julgarem necessários, em cada circunstância, para obter elementos de convicção, com o objetivo de comprovar se os registros contábeis foram executados de acordo com os princípios de contabilidade geralmente aceitos.

ela se reserva o direito de dirigir e controlar seus próprios empregados. também. principalmente a fiscal. 3. Existem dois outros fatores que contribuem para ampliar a independência do auditor externo: ‡ o código de ética de suas organizações profissionais. além da fidedignidade de outras situações contábeis de interesse. adequadamente. precisa ser executada por alguém que seja independente das pessoas cujo trabalho está sob seu exame. é possível aferir se as demonstrações contábeis e resultados patrimoniais decorrentes refletem. deve estar atento à possibilidade de irregularidades.Isso lhe dá considerável independência com relação àqueles cujos relatórios e atos estão sob seu exame. tais como de acionistas. a situação econômico financeira da entidade.Uma vez contratado o serviço. ao concluir seu exame. Além disso. expressar-se sem recear outras conseqüências. suas clientes. as exigências da Comissão de Valores Mobiliários ± CVM ± e de outros órgãos governamentais específicos do ramo de atividade da empresa contratante. no relatório que apresenta. assim como as exigências de outras empresas. a seu critério. ele pode. que não simpatize com seus pontos de vista. de credores ou para atender à legislação nada mais correto do que a obtenção de um relatório e parecer externo.Como organização de profissionais liberais. Uma empresa de auditores externos (independentes) é uma organização inteiramente independente da empresa que ela examina. Dentro das limitações de seu objetivo. que têm nela o colaborador eficiente para promover o atendimento de toda legislação a que estiverem sujeitos. de forma que não seja impressionado pela posição dessas pessoas. afetados. Atualmente. AUTONOMIA (INDEPENDÊNCIA) Para a auditoria ser eficaz e merecer confiança. posição essa diferente da do auditor interno (empregado da empresa examinada). e não influenciável pela administração da companhia. . bem como deve procurar dar sugestões de melhoria dos controles internos e de planejamento fiscal adequado com possíveis economias de impostos. a auditoria é meio indispensável de confirmação da eficiência dos controles e fator de maior tranqüilidade para a administração e para os investidores. o auditor externo é livre para usar os métodos mais convenientes e aumentar ou reduzir. ou seja.Assim. intimidado por seu poder. devido a interesses externos. Como muitas companhias têm necessidade de um relatório e de um parecer de auditoria emitido por entidade independente. sem interferência das empresas. a não ser a perda do cliente. o auditor externo (independente). estadual e federal). a ponto de influenciar sua própria certeza de que seus procedimentos ou conclusões possam ser. bem como para órgãos do governo (municipal. de qualquer forma. o volume e a natureza do trabalho que executa. de pessoal independente.

poderão auditar as Companhias abertas e adverte que respondem. regulamentou. externo e interno. registrados na CVM. com o devido cuidado profissional e independência. INSTRUÇÃO CVM NÚMERO 216 DE 29/07/1994 Só contadores ou sociedades civis de contadores devidamente registrados no CRC podem pleitear registro de auditor independente na CVM. entre outras.385. o parecer da auditoria é um documento freqüentemente reproduzido pelos clientes e transmitido a outras partes interessadas. Essas terceiras pessoas podem. ‡ com respeito à fidelidade de suas demonstrações contábeis. Cada um desses fatores é importante estímulo para a independência. Se o auditor externo não executar seus exames. utilizar-se desse documento para tomarem decisões em relação à empresa examinada. ela delimita seus objetivos que.CVM. é apenas de grau. Enumera os valores mobiliários sujeitos a ela ± institui a CVM ±.como bancos credores. a preocupação de proteger os investidores minoritários). em termos modernos. atingir independência completa. disciplina a atividade de auditoria das companhias abertas. que tem duas categorias de auditores independentes: pessoa física e pessoa jurídica.Controladoria e Auditoria 4. civilmente. o mercado de valores mobiliários e criou a Comissão de Valores Mobiliários . entre outros. Deve ser salientado que a diferença na independência desfrutada pelos dois tipos de auditores. fiscalizar e inspecionar as companhias abertas. 5. Os auditores internos podem alcançar alto grau de independência. de 07/12/1976. embora possam sacrificá-la por indevida subserviência a seus clientes. não podem. LEGISLAÇÃO A Lei 6. Os tribunais têm decidido que o auditor independente pode ser responsabilizado por tais prejuízos. que igualmente fazem uso do relatório/parecer da auditoria externa. entidade autárquica. assim. caso não estejam. . com competência para. aqui. pode causar prejuízos a terceiros. Os auditores externos podem alcançar independência total. Estipula que somente as empresas de auditoria contábil ou auditores contábeis independentes. Deveres e responsabilidades dos auditores independentes: ‡ verificar se as informações e análises apresentadas no relatório da administração estão em consonância com as demonstrações contábeis auditadas e informar à Comissão de Valores Mobiliários ± CVM±. porém. pelos prejuízos que causarem a terceiros em virtude de culpa ou dolo decorrentes do exercício das funções previstas no artigo.No artigo primeiro. dando prioridade àquelas que não apresentarem lucro em balanço ou às que deixarem de pagar o dividendo mínimo obrigatório (percebe-se.

‡ realizarem auditoria inepta ou fraudulenta. assegurando que os controles e rotinas de trabalho estejam sendo habilmente executadas e que os dados contábeis merecem confiança. poderão ser advertidos. dos conceitos e técnicas administrativas e da legislação específica aplicável à entidade auditada. . O Auditor Independente ± pessoa física ou jurídica ± e os seus responsáveis técnicos. especialmente na área de auditoria. ‡ comunicar à Comissão de Valores Mobiliários ± CVM± circunstâncias que possam configurar atos praticados pelos administradores em desacordo com as disposições legais e regulamentares aplicáveis às atividades da entidade auditada e/ou relativas à sua condição de entidade integrante do mercado de valores mobiliários. informações a que tenham tido acesso em decorrência do exercício da atividade de auditoria. quando: ‡ atuarem em desacordo com as normas legais e regulamentares que disciplinam o mercado de valores mobiliários. com flexibilidade e adaptabilidade. ou possam vir a ter reflexos sobre as demonstrações contábeis auditadas e eventuais impactos nas operações da entidade. NBC P 1 ± NORMAS PROFISSIONAIS DE AUDITOR INDEPENDENTE 1. na função de auditor independente. ajudando o cliente a perceber. contendo observações a respeito das deficiências ou da ineficácia dos controles internos e procedimentos contábeis da entidade auditada.1. a ser endereçado à administração da Controladoria e Auditoria entidade auditada.1 ± COMPETÊNCIA TÉCNICO-PROFISSIONAL 1. compreender e agir sobre os atos inter-relacionados de seu meio ambiente. facilitando que ele assuma a auto-gestão das transformações. das técnicas contábeis. falsearem dados ou números ou sonegarem informações que sejam de seu dever revelar. ‡ utilizarem. Síntese A Auditoria Externa é uma ferramenta que auxilia na gestão empresarial.‡ elaborar relatório circunstanciado. atos estes que tenham. da legislação inerente à profissão. ou ter o seu registro suspenso ou cancelado na Comissão de Valores Mobiliários. deve manter seu nível de competência profissional pelo conhecimento atualizado dos Princípios Fundamentais de Contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade. multados. além do estabelecimento de uma relação de ajuda. sem prejuízo de outras sanções legais cabíveis. em benefício próprio ou de terceiros.1 ± O contador.

o auditor deverá obter conhecimento preliminar da atividade da entidade a ser auditada. 1. o auditor que tenha tido.4 .1 ± O auditor deve ser independente. 1. de forma suficiente para que lhe seja possível identificar e compreender as transações realizadas pela mesma e as práticas contábeis aplicadas. 1.2. controladas. 1.1.2. acionistas. em linha colateral até o 3º grau e por afinidade até o 2º grau.1. da complexidade das operações.2 ± Está impedido de executar trabalho de auditoria independente. nos dois últimos anos. e o parecer a ser por ele emitido sobre as demonstrações contábeis. suas coligadas.2 ± INDEPENDÊNCIA 1.Antes de aceitar o trabalho. de sua independência. que possam ter efeitos relevantes sobre a posição patrimonial e financeira da entidade. para assumir a responsabilidade por uma auditoria das demonstrações contábeis.1. administrador ou colaborador assalariado. . de modo a poder avaliar se está capacitado a assumir a responsabilidade pelo trabalho a ser realizado. deve ter conhecimento da atividade da entidade auditada. da estrutura organizacional. controladoras ou integrantes do mesmo grupo econômico: a) vínculo conjugal ou de parentesco consangüíneo em linha reta. efetiva ou aparente. contemplada a utilização de especialistas noutras áreas. c) participação direta ou indireta como acionista ou sócio. ainda que esta relação seja indireta. em face da especialização requerida e dos objetivos do contratante. com administradores. mediante avaliação junto à administração. em relação à entidade auditada. no período a que se refere a auditoria ou durante a execução dos serviços. sócios ou com empregados que tenham ingerência na sua administração ou nos negócios ou sejam responsáveis por sua contabilidade. e do grau de exigência requerido para a realização do trabalho de auditoria. b) relação de trabalho como empregado.2 ± O auditor.1. por preconceitos ou quaisquer outros elementos materiais ou afetivos que resultem perda.O auditor deve recusar os serviços sempre que reconhecer não estar adequadamente capacitado para desenvolvê-los. sem limites de grau. Esta avaliação deve ficar evidenciada de modo a poder ser comprovado o grau de prudência e zelo na contratação dos serviços.3 . não podendo deixar-se influenciar por fatores estranhos.

que seus exames foram conduzidos de forma a atender as Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis e as presentes normas.3. a exibição de seus papéis de trabalho às entidades referidas no item 1.d) interesse financeiro direto. 1. 1. demonstrar.3.6.2. b) o número de horas estimadas para a realização dos serviços. 1. e g) qualquer outra situação de conflito de interesses no exercício da auditoria independente.4 ± Quando eventuais distorções.1 ± O auditor deve estabelecer e documentar seus honorários mediante avaliação dos serviços. afetarem as demonstrações contábeis de forma relevante. 1. 1. considerando os seguintes fatores: a) a relevância.2.4. e o custo do ser viço a executar. f) fixado honorários condicionais ou incompatíveis com a natureza do trabalho contratado.3 ± RESPONSABILIDADES DO AUDITOR NA EXECUÇÃO DOS TRABALHOS 1. 1. o auditor independente deve considerar a possibilidade de sua ocorrência. inclusive. Todavia. ou substancial interesse financeiro indireto. mediante. compreendida a intermediação de negócios de qualquer tipo e a realização de empreendimentos conjuntos.3 ± O auditor deve recusar o trabalho ou renunciar à função na ocorrência de qualquer das hipóteses de conflitos de interesses previstos no item 1.1 ± O auditor deve aplicar o máximo de cuidado e zelo na realização dos trabalhos e na exposição de suas conclusões. caso não tenha feito ressalva específica em seu parecer.2 ± Ao opinar sobre as demonstrações contábeis o auditor deve ser imparcial.5.3. na forma que vier a ser definida pelos órgãos reguladores e fiscalizadores. por fraude ou erro.2. imediato ou mediato. e) função ou cargo incompatível com a atividade de auditoria independente.3 ± O exame das demonstrações contábeis não tem por objetivo precípuo a descoberta de fraudes. . cabe ao auditor independente. o vulto.3. a complexidade do serviço.4 ± HONORÁRIOS 1.

e e) o lugar em que os serviços serão prestados. c) na relação entre os auditores e os organismos reguladores e fiscalizadores. se for o caso. papéis de trabalho. b) na relação entre os auditores. para fins de fiscalização do exercício profissional.5 ± GUARDA DA DOCUMENTAÇÃO 1. pelo prazo de 5 (cinco) anos.5.6 ± SIGILO 1. e d) na relação entre o auditor e demais terceiros.1 ± O auditor. como serão cobrados os custos de viagens e estadas. a partir da data da emissão de seu parecer. c) o prazo estimado para realização dos serviços.1 e 1. elaborada antes do início da execução do trabalho que tamb ém contenha: a) a descrição dos serviços a serem realizados. 1.2 ± Os honorários deverão constar de carta-proposta ou documento equivalente. 1. d) os relatórios a serem emitidos.6.c) a peculiaridade de tratar-se de cliente eventual. habitual ou permanente. . d) a qualificação técnica dos profissionais que irão participar da execução dos serviços.4. toda a documentação.4.3 ± A inobservância de qualquer dos itens referidos nos itens 1. rel atórios e pareceres relacionados com os serviços realizados. fixando. 1.4. deve conservar a boa guarda. 1.1 ± O sigilo profissional deve ser observado nas seguintes circunstâncias: a) na relação entre o auditor e a entidade auditada.2 constitui infração ao Código de Ética do Contabilista. inclusive referências às leis e regulamentos aplicáveis ao caso. e e) as condições de pagamento dos honorários.4. b) que o trabalho será efetuado segundo as Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis e as presentes normas.

mesmo após o término do vínculo empregatício ou funcional.1 ± Os contadores designados pelo Conselho Federal de Contabilidade e Conselhos Regionais de Contabilidade para efetuarem a fiscalização do exercício profissional deverão ter competência técnico -profissional similar à requerida ao auditor independente para o trabalho por ele real izado e assumirão compromisso de sigilo profissional semelhante. a documentação. com poderes para tanto. relatórios e pareceres. pelo ConselhoFederal de Contabilidade e Conselhos Regionais de Contabilidade. as quais serviram de base para emissão do último parecer de auditoria por ele emitido. quando previamente autorizado pela administração da entidade auditada.O auditor.2 ± O auditor deve respeitar e assegurar o sigilo relativamente às informações obtidas durante o seu trabalho na entidade auditada. deve exibir as informações obtidas durante o seu trabalho.6 ± O dever de manter o sigilo prevalece: a) para os auditores. bem como pelos órgãos reguladores e fiscalizadores de atividades específicas. de modo a demonstrar que o trabalho foi realizado de acordo com as Normas de AuditoriaIndependente das Demonstrações Contábeis.6. das presentes normas e demais normas legais aplicáveis. por escrito e fundamentadamente.6. e . pela entidade auditada.6. sob pena de infringir o sigilo profissional. quando solicitado. incluindo a fase de pré-contratação dosserviços. que contenha de forma clara e objetiva os limites das informações a serem fornecidas.6.3 ± O auditor somente deverá divulgar a terceiros informações sobre a entidade auditada ou sobre o trabalho por ele realizado.4 .6. por escrito. 1. sob nenhuma circunstância.2 ± Os organismos profissionais assumirão a responsabilidade civil por perdas e danos que vierem a ser causados em decorrência da quebra de sigilo pelos profissionais por eles designados para o exame dos trabalhos desenvolvidos pelos auditores.5.1.6. deverá fornecer as informações que forem julgadas necessárias ao trabalho do auditor independente que o suceder.5 . por escrito. 1. caso seja autorizado. 1. pela administração da entidade. mesmo após terminados os compromissos contratuais. quando o trabalho for realizado em entidades sujeitas ao controle daqueles organismos. b) para os contadores designados pelos organismos referidos no item 1. 1. 1.O auditor. sem autorização expressa da entidade. não as divulgando.5. papéis de trabalho.6.6.5. quando previamente autorizado. salvo quando houver obrigação legal de fazê -lo. 1.

8.9 ± INFORMAÇÕES ANUAIS AOS CONSELHOS REGIONAIS DE CONTABILIDADE 1.c) para os Conselheiros do Conselho Federal de Contabilidade e dos Conselhos Regionais de Contabilidade. 1. na média dos últimos 3 anos. para executar serviços que tenham efeitos relevantes nas demonstrações contábeis.9. ao Conselho Regional de Contabilidade. sem vínculo empregatício. ultrapassarem. e c) a relação de seus clientes cujos honorários representem mais de 10% do seu faturamento anual.1 ± A responsabilidade do auditor não será modificada. b) a relação dos nomes do seu pessoal técnico existente em 31 de dezembro do ano anterior. na função de auditor interno.7. quando tal fato for mencionado em seu parecer. na forma a ser regulamentada pelo Conselho Federal de Contabilidade: a) as informações sobre os seus clientes. cuja sede seja a da jurisdição do respectivo Conselho. mantendo integral a sua responsabilidade profissional. os honorários dos serviços de auditoria.8 ± RESPONSABILIDADE PELA UTILIZAÇÃO DO TRABALHO DE ESPECIALISTAS 1.7 ± RESPONSABILIDADE PELA UTILIZAÇÃO DO TRABALHO DO AUDITOR INTERNO 1. contribuir para a realização dos trabalhos. 1.2 ± A responsabilidade do auditor fica restrita à sua competência profissional. realizado em demonstrações contábeis relativas aos exercício encerrado até o dia 31 de dezembro do ano anterior. mesmo quando o contador. até 30 de junho de cada ano.1 ± O auditor deverá enviar. . 1. 1.1 ± O auditor pode utilizar especialistas legalmente habilitados como forma de contribuir para a realização de seu trabalho. bem como os casos onde o faturamento de outros serviços prestados aos mesmos clientes de auditoria. quando o especialista legalmente habilitado for contratado pela entidade auditada.8. mesmo após o término dos respectivos mandatos. e que o objeto do trabalho seja a auditoria independente.

2 deverá identificar as Companhias Abertas. a relação de seus clientes e outras informações necessárias à fiscalização da atividade de auditoria independente. Instituições Financeiras.As informações prestadas aos Conselhos Regionais de Contabilidade serão resguardadas pelo sigilo. no prazo de trinta dias. nos termos previstos nestas normas.10 ± EDUCAÇÃO CONTINUADA 1.9. 1. 1. Administradoras de Consórcio. na forma a ser regulamentada pelo Conselho Federal de Contabilidad .4 . e demais entidades autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.1 ± O auditor independente. 1.9. Entidades Fechadas de Previdência Privada. para poder exercer sua atividade. 1.1 ± O auditor independente. na forma a ser regulamentada pelo Conselho Federal de Contabilidade.11.11 ± EXAME DE COMPETÊNCIA PROFISSIONAL 1. empresas Estatais (Federais.9.1. Entidades autorizadas a funcionar pela SUSEP ± Superintendência de Seguros Privados. Estaduais e Municipais). das entidades referidas neste item.2 ± Quando solicitado. deverá comprovar a participação em programa de educação continuada.9. o auditor deverá disponibilizar e fornecer. sociedade por ações de capital fechado com mais de 100 acionistas e as sociedades limitadas que tenham o controle societário. no exercício de sua atividade.10. Empresas Públicas. deverá submeter-se a exame de competência profissional. Fundos de Investimento.3 ± A relação de clientes referida no item 1. direto ou indireto.