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Direcção Regional de Educação do Centro

Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão - 160428


ESCOLA EB 2,3 PROF. DR. C. MOTA PINTO – 342762
Lajeosa do Dão │ 3460-153 LAJEOSA TND

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE


2º CICLO DE AVALIAÇÃO 2009/2011
ANO LECTIVO 2010/2011

FICHA DE REGISTO DE OBSERVAÇÃO


Identificação do Avaliado

Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 160428


Nome: _____________________________________________________________________________
Grupo de Recrutamento: _______ NIF: _________________________
Situação Profissional: Docente de Carreira Contratado Técnico Especializado
Funções: Coordenador de Departamento Curricular Relator

Identificação do Avaliador

Nome: _____________________________________________________________________________
Grupo de Recrutamento: _______ NIF: _________________________
Condição de Avaliador: Relator Coordenador de Departamento Curricular Director

Condições de Avaliação

1. Período em avaliação: de ___/___/_____ a ___/___/_____


2. Com componente lectiva: Sim Não
3. Observação de Aulas: Sim Não
4. Função exercida: ________________________________________________
5. Em exercício de funções noutra instituição: Sim Não
5.1. Instituição onde exerceu funções: ________________________________________________
5.2. Funções exercidas: _____________________________________________________
6. Cumprimento do Serviço: (1)
6.1. – 1.º Ano: 100% entre 99,9% e 97% entre 96,9% e 95% menos de 95%
6.2. – 2.º Ano: 100% entre 99,9% e 97% entre 96,9% e 95% menos de 95%
7. Apresentou objectivos individuais: Sim Não (2)

(1) O cumprimento do serviço lectivo e não lectivo distribuído constitui referência da avaliação do desempenho docente e para o seu
cômputo é contabilizada a actividade registada no horário de trabalho, a permuta de serviço lectivo com outro docente bem com o as
ausências equiparadas a prestação de serviço docente efectivo, nos termos do artigo 103.º ECD.
(2) Os objectivos individuais, de carácter facultativo, constituem referência da avaliação final (cf. N.º 4 do art.º 8.º do Decreto Regulamentar
n.º 2/2010, de 23 de Junho).

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DIMENSÃO 1
VERTENTE PROFISSIONAL, SOCIAL e ÉTICA
NÍVEIS
DOMÍNIOS / INDICADORES I R B MB E
1/4 5/6 7 8 9/10

1A - Compromisso com a construção e o uso do conhecimento profissional


1A1 - Reconhecimento de que o saber próprio da profissão se sustenta em investigação
actualizada.
1A2 - Reflexão crítica sobre as suas práticas profissionais.

1A3 - Atitude informada e participativa face às politicas educativas.

1A4 - Responsabilização pelo seu desenvolvimento profissional.

Sub-total - 1A
Níveis / Descritores:
Exc. – Demonstra claramente que reflecte e se envolve consistentemente na construção do conhecimento profissional e no seu uso na melhoria das
práticas.
MB – Demonstra que reflecte e procura activamente manter actualizado o seu conhecimento profissional, que mobiliza na melhoria das práticas.
Bom – Demonstra reflectir e desenvolver acções de actualização do conhecimento profissional que conduzam à melhoria das suas práticas.
Reg. – Demonstra alguma preocupação com a qualidade das suas práticas e procura manter o seu conhecimento profissional actualizado, embora não o
faça de forma sistemática e consistente.
Ins. – Não valoriza o conhecimento profissional e não desenvolve acções de actualização.

1B - Compromisso com a promoção da aprendizagem e do desenvolvimento pessoal e cívico dos alunos


1B1 - Reconhecimento da responsabilidade profissional na promoção e sucesso das
aprendizagens.
1B2 - Reconhecimento do dever de promoção do desenvolvimento integral de cada
aluno.
1B3 - Responsabilidade na promoção de ambientes de trabalho seguros, exigentes e
estimulantes.
1B4 - Responsabilidade na valorização dos diferentes saberes e culturas dos alunos.
Sub-total - 1B
Níveis / Descritores:
Exc. – Revela, de forma sistemática, um profundo comprometimento na promoção do desenvolvimento integral do aluno e investe na qualidade das suas
aprendizagens.
MB – Revela um profundo comprometimento na promoção do desenvolvimento integral do aluno e investe na qualidade das suas aprendizagens.
Bom – Revela comprometimento na promoção do desenvolvimento integral do aluno e na qualidade das suas aprendizagens.
Reg. – Revela alguma preocupação com as aprendizagens dos alunos, embora a sua acção não seja eficaz.
Ins. – Não assume a responsabilidade pelas aprendizagens dos alunos.

1C - Compromisso com o grupo de pares e com a escola


1C1 - Reconhecimento da relevância do trabalho colaborativo na sua prática profissional.

1C2 - Responsabilização pelo desenvolvimento dos projectos da escola.


1C3 - Reconhecimento da importância da dimensão comunitária na acção educativa.
Sub-total - 1C
Níveis / Descritores:
Exc. – Actua como figura de referência na promoção do trabalho colaborativo e apoio aos colegas, bem como no desenvolvimento de projectos da escola
e com a comunidade.
MB – Trabalha colaborativamente, partilha os seus conhecimentos e participa no desenvolvimento de projectos da escola e com a comunidade.
Bom – Participa no trabalho colaborativo e nos projectos da escola com alguma regularidade.
Reg. – Quando solicitado, o docente desenvolve trabalho colaborativo.
Ins. – Não se considera responsável por participar no desenvolvimento de trabalho colaborativo.

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DIMENSÃO 2
DESENVOLVIMENTO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM (3)
NÍVEIS
DOMÍNIOS / INDICADORES I R B MB E
1/4 5/6 7 8 9/10

2A - Preparação e organização das actividades lectivas


2A1 - Conhecimento científico, pedagógico e didáctico inerente à disciplina/área disciplinar.
Níveis / Descritores:
Exc. – Evidencia elevado e rigoroso conhecimento científico, pedagógico e didáctico inerente à disciplina/área curricular.
MB – Evidencia elevado conhecimento científico, pedagógico e didáctico inerente à disciplina/área curricular.
Bom – Evidencia conhecimento científico, pedagógico e didáctico inerente à disciplina/área curricular
Reg. – Evidencia lacunas no conhecimento científico, pedagógico e didáctico inerente à disciplina/área curricular.
Ins. – Revela lacunas graves no conhecimento científico e falta de rigor na planificação.
2A2 - Planificação do ensino de acordo com as finalidades e as aprendizagens previstas
no currículo e rentabilização dos meios e recursos disponíveis.
Níveis / Descritores:
Exc. – Planifica com rigor, integrando de forma coerente e inovadora propostas de actividades, meios recursos e tipos de avaliação das aprendizagens.
MB – Planifica com rigor, integrando de forma coerente propostas de actividades, meios, recursos e tipos de avaliação das aprendizagens.
Bom – Planifica de forma adequada, integrando propostas de actividades, meios, recursos e tipos de avaliação das aprendizagens.
Reg. – Planifica o ensino, mas não manifesta coerência entre propostas de actividades, meios, recursos e tipos de avaliação das aprendizagens, nem
realiza processos de articulação curricular e com os pares.
Ins. – Revela lacunas graves no conhecimento científico e falta de rigor na planificação.
2A3 - Integração da planificação no quadro dos vários níveis e âmbitos da decisão
curricular, tendo em conta a articulação vertical e horizontal, em conjunto com os pares.
Níveis / Descritores:
Exc. – Promove consistentemente articulação com outras disciplinas e áreas curriculares e a planificação conjunta com os pares.
MB – Dá relevância à articulação com outras disciplinas e áreas curriculares e à planificação conjunta com os pares.
Bom – Participa em processos de articulação com outras disciplinas e áreas curriculares e de planificação conjunta com os pares.
Reg. – Planifica o ensino, mas não manifesta coerência entre propostas de actividades, meios, recursos e tipos de avaliação das aprendizagens, nem
realiza processos de articulação curricular e com os pares.
Ins. – O docente revela lacunas graves no conhecimento científico e falta de rigor na planificação.
2A4 - Concepção e planificação de estratégias adequadas aos diferentes alunos e
contextos.
Níveis / Descritores:
Exc. – Concebe e aplica estratégias de ensino adequadas às necessidades dos alunos e comunica com rigor e elevada eficácia.
MB – Concebe a aplica estratégias de ensino adequadas às necessidades dos alunos e comunica com rigor e eficácia.
Bom – Procura adequar as estratégias de ensino às necessidades dos alunos e comunica com rigor.
Reg. – Implementa estratégias de ensino nem sempre adequadas às necessidades dos alunos e revela dificuldade ao nível da comunicação.
Ins. – Manifesta falhas a nível científico-pedagógico, patentes na aplicação de estratégias de ensino e na comunicação com os alunos.

2A5 - Planificação integrada e coerente dos vários tipos de avaliação.


Níveis / Descritores:
Exc. – Planifica com rigor, integrando de forma coerente e inovadora propostas de actividades, meios recursos e tipos de avaliação das aprendizagens.
MB – Planifica com rigor, integrando de forma coerente propostas de actividades, meios, recursos e tipos de avaliação das aprendizagens.
Bom – Planifica de forma adequada, integrando propostas de actividades, meios, recursos e tipos de avaliação das aprendizagens.
Reg. – Planifica o ensino, mas não manifesta coerência entre propostas de actividades, meios, recursos e tipos de avaliação das aprendizagens, nem
realiza processos de articulação curricular e com os pares.
Ins. – Revela lacunas graves no conhecimento científico e falta de rigor na planificação.
Sub-total - 2A
(3) Esta dimensão é avaliada em todos os casos em que o docente desenvolve interacção em contexto de ensino-aprendizagem ou
processo de formação com crianças, alunos ou formandos.

2B - Realização das actividades lectivas (4 – Observação de aulas)


2B1 - Organização e gestão das estratégias de ensino face à diversidade dos alunos e
aos meios e recursos disponíveis.
2B2 - Promoção do desenvolvimento cognitivo e da criatividade dos alunos e
incorporação dos seus contributos.
Sub-total - 2B
Níveis / Descritores:
Exc. – Concebe e aplica estratégias de ensino adequadas às necessidades dos alunos e comunica com rigor e elevada eficácia.
MB – Concebe a aplica estratégias de ensino adequadas às necessidades dos alunos e comunica com rigor e eficácia.
Bom – Procura adequar as estratégias de ensino às necessidades dos alunos e comunica com rigor.
Reg. – Implementa estratégias de ensino nem sempre adequadas às necessidades dos alunos e revela dificuldade ao nível da comunicação.
Ins. – Manifesta falhas a nível científico-pedagógico, patentes na aplicação de estratégias de ensino e na comunicação com os alunos.

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2C - Relação pedagógica com os alunos (4 – Observação de aulas)
2C1 - Comunicação com rigor e sentido do interlocutor
Níveis / Descritores:
Exc. – Comunica com rigor científico e de forma eficaz, de acordo com a necessidade dos alunos.
MB – Concebe e aplica estratégias de ensino adequadas às necessidades dos alunos e comunica com rigor e eficácia.
Bom – Procura adequar as estratégias de ensino às necessidades dos alunos e comunica com rigor.
Reg. – Implementa estratégias de ensino nem sempre adequadas às necessidades dos alunos e revela dificuldade ao nível da comunicação.
Ins. – Manifesta falhas a nível científico‐pedagógico, patentes na aplicação de estratégias de ensino e na comunicação com os alunos.
2C2 - Promoção e gestão de processos de comunicação e interacção entre alunos
Níveis / Descritores:
Exc. – Promove, de forma sistemática, ambientes de aprendizagem em que predomina o respeito mútuo e a interacção.
MB – Promove, sempre que oportuno, ambientes de aprendizagem em que predomina o respeito mútuo e a interacção.
Bom – Promove, quando necessário, ambientes de aprendizagem em que predomina o respeito mútuo e a interacção.
Reg. – O ambiente de aprendizagem é globalmente equilibrado, embora com falhas na interacção.
Ins. – Revela claras dificuldades na criação de ambiente de aprendizagem apropriados.
Sub-total - 2C
(4) Este domínio só é avaliado no caso de ter havido observação de aulas.

2D - Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos


2D1 - Desenvolvimento de actividades de avaliação das aprendizagens para efeitos de
diagnóstico, regulação do processo de ensino e avaliação e certificação de resultados.
Níveis / Descritores:
Exc. – Concebe e implementa estratégias de avaliação diversificadas e rigorosas, monitoriza o desenvolvimento das aprendizagens, reflecte sobre os
resultados dos alunos e informa-os regularmente sobre os progressos e as necessidades de melhoria.
MB – Concebe e implementa estratégias de avaliação diversificadas e rigorosas, informa regularmente os alunos sobre os seus progressos e as
necessidades de melhoria.
Bom – Implementa estratégias de avaliação adequadas, informa regularmente os alunos sobre os seus progressos.
Reg. – Utiliza processos pouco diversificados de avaliação das aprendizagens dos alunos e não os informa sobre os seus progressos.
Ins. – Utiliza processos elementares de avaliação das dos alunos, não os informa sobre os seus progressos.
2D2 - Promoção de processos de auto-regulação nos alunos que lhe permitam apreciar e
melhorar os seus desempenhos
Níveis / Descritores:
Exc. – Concebe e implementa estratégias de avaliação diversificadas e rigorosas, monitoriza o desenvolvimento das aprendizagens, reflecte sobre os
resultados dos alunos e informa-os regularmente sobre os progressos e as necessidades de melhoria.
MB – Concebe e implementa estratégias de avaliação diversificadas e rigorosas, informa regularmente os alunos sobre os seus progressos e as
necessidades de melhoria.
Bom – Implementa estratégias de avaliação adequadas, informa regularmente os alunos sobre os seus progressos.
Reg. – Utiliza processos pouco diversificados de avaliação das aprendizagens dos alunos e não os informa sobre os seus progressos.
Ins. – Utiliza processos elementares de avaliação das dos alunos, não os informa sobre os seus progressos.
2D3 - Aplicação de instrumentos adequados à monitorização da sua actividade.
Níveis / Descritores:
Exc. – Concebe e implementa estratégias de avaliação diversificadas e rigorosas, monitoriza o desenvolvimento das aprendizagens, reflecte sobre os
resultados dos alunos e informa-os regularmente sobre os progressos e as necessidades de melhoria.
MB – Utiliza processos de monitorização do seu desempenho e reorienta as estratégias de ensino em conformidade.
Bom – Utiliza, ocasionalmente processos de monitorização do seu desempenho e reorienta as estratégias de ensino em conformidade.
Reg. – Não usa processos de monitorização do seu desempenho e revela alguma dificuldade em reorientar as estratégias de ensino.
Ins. – Não usa processos de monitorização do seu desempenho.
2D4 - Utilização de evidências na análise crítica do seu processo de ensino e formulação
de hipóteses explicativas dos resultados.
Níveis / Descritores:
Exc. – Concebe e implementa estratégias de avaliação diversificadas e rigorosas, monitoriza o desenvolvimento das aprendizagens, reflecte sobre os
resultados dos alunos e informa-os regularmente sobre os progressos e as necessidades de melhoria.
MB – Concebe e implementa estratégias de avaliação diversificadas e rigorosas, informa regularmente os alunos sobre os seus progressos e as
necessidades de melhoria.
Bom – Implementa estratégias de avaliação adequadas, informa regularmente os alunos sobre os seus progressos.
Reg. – Utiliza processos pouco diversificados de avaliação das aprendizagens dos alunos e não os informa sobre os seus progressos.
Ins. – Utiliza processos elementares de avaliação das aprendizagens dos alunos e não os informa sobre os seus progressos.
2D5 - Reorientação da planificação e do desenvolvimento do ensino de acordo com a
apreciação realizada.
Níveis / Descritores:
Exc. – Utiliza sistematicamente processos de monitorização do seu desempenho e reorienta as suas estratégias de ensino em conformidade.
MB – Utiliza processos de monitorização do seu desempenho e reorienta as estratégias de ensino em conformidade.
Bom – Utiliza ocasionalmente processos de monitorização do seu desempenho e reorienta as estratégias de ensino em conformidade.
Reg. – Não usa processos de monitorização do seu desempenho e revela alguma dificuldade em reorientar as estratégias de ensino.
Ins. – Não usa processos de monitorização do seu desempenho.
Sub-total - 2D

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DIMENSÃO 3
PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA E RELAÇÃO COM A COMUNIDADE EDUCATIVA
NÍVEIS
DOMÍNIOS / INDICADORES I R B MB E
1/4 5/6 7 8 9/10

3A - Contributo para a realização dos objectivos e metas do Projecto Educativo e dos Planos Anual e
Plurianual de actividades
3A1 - Participação na construção dos documentos orientadores da vida da escola.
3A2 - Participação na concepção e uso de dispositivos de avaliação da escola
Sub-total - 3A
Níveis / Descritores:
Exc. – Envolve‐se activamente na concepção, desenvolvimento e avaliação dos documentos institucionais e orientadores da vida da escola.
MB – Colabora na concepção, desenvolvimento e avaliação dos documentos institucionais e orientadores da vida da escola.
Bom – Conhece os documentos institucionais e orientadores da vida da escola e colabora, quando solicitado, na sua concepção, desenvolvimento e avaliação.
Reg. – Conhece globalmente os documentos institucionais e orientadores da vida da escola.
Ins. – Revela pouco conhecimento dos documentos institucionais e orientadores da vida da escola e não participa em actividades que promovam a sua
concretização.

3B - Participação nas estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e nos órgãos de


administração e gestão
3B1 - Participação em projectos de trabalho colaborativo na escola.
3B2 - Apresentação de propostas que contribuam para a melhoria do desempenho da
escola.
3B3 - Contribuição para a eficácia das estruturas de coordenação educativa e supervisão
pedagógica, dos órgãos de administração e gestão e de outras estruturas em que
participe.
Sub-total - 3B
Níveis / Descritores:
Exc. – Apresenta sugestões que contribuem para a melhoria da qualidade da escola, trabalhando de forma continuada com os diferentes órgãos e
estruturas educativas, constituindo uma referência na organização.
MB – Apresenta sugestões que contribuem para a melhoria da qualidade da escola, colaborando de forma continuada com os diferentes órgãos e
estruturas educativas.
Bom – Apresenta sugestões que contribuem para a melhoria da qualidade da escola, colaborando com os diferentes órgãos e estruturas educativas,
quando solicitado.
Reg. – Participa em actividades que visam atingir os objectivos institucionais da escola e envolver os pais e encarregados de educação e/ou outras
entidades da comunidade.
Ins. – Não investe no envolvimento de pais e encarregados de educação e/ou outras entidades da comunidade no desenvolvimento da escola.

3C - Dinamização de projectos de investigação, desenvolvimento e inovação educativa e sua


correspondente avaliação
3C1 - Participação em projectos de investigação e de inovação no quadro do projecto de
escola
3C2 - Envolvimento em projectos e actividades da escola que visam o desenvolvimento
da comunidade.
3C3 - Envolvimento em acções que visam a participação de pais e encarregados de
educação e/ou outras entidades da comunidade no desenvolvimento da escola.
3C4 - Envolvimento em projectos ou actividades de âmbito nacional ou internacional que
sejam relevantes para a escola e/ou comunidade.
Sub-total - 3C
Níveis / Descritores:
Exc. – Promove a criação e o desenvolvimento de projectos de intervenção, formação e/ou investigação, orientados para a melhoria da qualidade da
escola e favorecedores da inovação.
Mostra iniciativa no desenvolvimento de actividades que visam atingir os objectivos institucionais da escola e investe, sistematicamente, no maior
envolvimento de pais e encarregados de educação e/ou outras entidades da comunidade.
MB – Participa regularmente no desenvolvimento de projectos de intervenção, formação e/ou investigação, orientados para a melhoria da qualidade da escola.
Mostra iniciativa no desenvolvimento de actividades que visam atingir os objectivos institucionais da escola e investe no maior envolvimento de pais e
encarregados de educação e/ou outras entidades da comunidade.
Bom – Participa em projectos de intervenção, formação e/ou investigação, orientados para a melhoria da qualidade da escola. Colabora no
desenvolvimento de actividades que visam atingir os objectivos institucionais da escola e envolver os pais e encarregados de educação e/ou outras
entidades da comunidade.
Reg. – Participa em actividades que visam atingir os objectivos institucionais da escola e envolver os pais e encarregados de educação e/ou outras
entidades da comunidade.
Ins. – Não investe no envolvimento de pais e encarregados de educação e/ou outras entidades da comunidade no desenvolvimento da escola.

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DIMENSÃO 4
DESENVOLVIMENTO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL AO LONGO DA VIDA
NÍVEIS
DOMÍNIOS / INDICADORES I R B MB E
1/4 5/6 7 8 9/10

4A - Formação contínua e desenvolvimento profissional


4A1 - Desenvolvimento de estratégias de aquisição e de actualização de conhecimento
profissional (científico, pedagógico e didáctico).
Níveis / Descritores:
Exc. – Toma a iniciativa de desenvolver, de forma sistemática, processos de aquisição e actualização do conhecimento profissional.
MB – Toma a iniciativa de desenvolver processos de aquisição e actualização do conhecimento profissional.
Bom – Desenvolve processos de aquisição e actualização do conhecimento profissional.
Reg. – Participa em processos de actualização do conhecimento profissional apenas quando formalmente exigido.
Ins. – Não revela interesse em actualizar o seu conhecimento profissional, fazendo‐o apenas quando formalmente exigido.
4A2 - Análise crítica da sua acção, resultando em conhecimento profissional que mobiliza
para a melhoria das suas práticas.
Níveis / Descritores:
Exc. – Reflecte consistentemente sobre as suas práticas e mobiliza o conhecimento adquirido na melhoria do seu desempenho.
MB – Reflecte sobre as suas práticas e mobiliza o conhecimento adquirido na melhoria do seu desempenho.
Bom – Participa em iniciativas de reflexão sobre as práticas e mobiliza o conhecimento adquirido na melhoria do seu desempenho.
Reg. – Participa em iniciativas de reflexão sobre as práticas, mas não mobiliza o conhecimento adquirido na melhoria do seu desempenho ou da escola.
Ins. – Não colabora em iniciativas de reflexão sobre a prática profissional, desvalorizando o princípio do desenvolvimento profissional e não reconhece
os benefícios deste na melhoria do seu desempenho ou da escola.
4A3 - Desenvolvimento de conhecimento profissional a partir do trabalho colaborativo
com pares e nos órgãos da escola.
Níveis / Descritores:
Exc. – Promove sistematicamente o trabalho colaborativo como forma de partilha de conhecimento, desenvolvimento profissional e desenvolvimento
organizacional da escola.
MB – Contribui para a promoção do trabalho colaborativo como forma de partilha de conhecimento, desenvolvimento profissional e desenvolvimento
organizacional da escola.
Bom – Partilha os conhecimentos adquiridos com os seus pares, sempre que se proporcionam oportunidades.
Reg. – Participa em iniciativas de reflexão sobre as práticas, mas não mobiliza o conhecimento adquirido na melhoria do seu desempenho ou da escola.
Ins. – Não colabora em iniciativas de reflexão sobre a prática profissional, desvalorizando o princípio do desenvolvimento profissional e não reconhece
os benefícios deste na melhoria do seu desempenho ou da escola.
4A4 - Mobilização do conhecimento adquirido no desenvolvimento organizacional da
escola
Níveis / Descritores:
Exc. – Promove sistematicamente o trabalho colaborativo como forma de partilha de conhecimento, desenvolvimento profissional e desenvolvimento
organizacional da escola.
MB – Contribui para a promoção do trabalho colaborativo como forma de partilha de conhecimento, desenvolvimento profissional e desenvolvimento
organizacional da escola.
Bom – Partilha os conhecimentos adquiridos com os seus pares, sempre que se proporcionam oportunidades.
Reg. – Participa em iniciativas de reflexão sobre as práticas, mas não mobiliza o conhecimento adquirido na melhoria do seu desempenho ou da escola.
Ins. – Não colabora em iniciativas de reflexão sobre a prática profissional, desvalorizando o princípio do desenvolvimento profissional e não reconhece
os benefícios deste na melhoria do seu desempenho ou da escola.
4A5 - Aplicação do conhecimento adquirido na melhoria do trabalho colaborativo.
Níveis / Descritores:
Exc. – Promove sistematicamente o trabalho colaborativo como forma de partilha de conhecimento, desenvolvimento profissional e desenvolvimento
organizacional da escola.
MB – Contribui para a promoção do trabalho colaborativo como forma de partilha de conhecimento, desenvolvimento profissional e desenvolvimento
organizacional da escola.
Bom – Partilha os conhecimentos adquiridos com os seus pares, sempre que se proporcionam oportunidades.
Reg. – Participa em iniciativas de reflexão sobre as práticas, mas não mobiliza o conhecimento adquirido na melhoria do seu desempenho ou da escola.
Ins. – Não colabora em iniciativas de reflexão sobre a prática profissional, desvalorizando o princípio do desenvolvimento profissional e não reconhece
os benefícios deste na melhoria do seu desempenho ou da escola.
Sub-total - 4A

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DIMENSÃO 5 (5)
FUNÇÃO OU ACTIVIDADE ESPECÍFICA NÃO ENQUADRÁVEL NOS DOMÍNIOS ANTERIORES

5.1. EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE COORDENADOR DE DEPARTAMENTO CURRICULAR


Evidências: Melhoria do desempenho dos docentes avaliados; Melhoria dos resultados dos alunos.
NÍVEIS
DOMÍNIOS / INDICADORES I R B MB E
1/4 5/6 7 8 9/10

5.1A – Coordenação e promoção do trabalho cooperativo


5.1A1 - Instituição de mecanismos de articulação curricular entre os docentes do
departamento.
5.1A2 - Instituição de mecanismos de trabalho cooperativo e planeamento conjunto
entre os docentes do departamento.
5.1A3 - Instituição de mecanismos de trabalho cooperativo e planeamento conjunto
entre os docentes que leccionam a mesma disciplina.
5.1A4 - Instituição de mecanismos de trabalho cooperativo e planeamento conjunto
entre os docentes que leccionam o mesmo ciclo/ano/nível.
Sub-total - 5.1A
Níveis / Descritores:
Exc. – Coordena e promove, de forma sistemática, a articulação curricular e o trabalho cooperativo para que os docentes desenvolvam, em conjunto,
materiais pedagógicos e a planificação conjunta de aulas e actividades.
MB – Coordena e promove a articulação curricular e o trabalho cooperativo, permitindo a reflexão sobre a prática docente e a troca de experiências.
Bom – Coordena e promove a articulação curricular e o trabalho cooperativo no Departamento.
Reg. – Coordena e promove algum trabalho cooperativo no Departamento.
Ins. – Não coordena nem promove trabalho cooperativo no Departamento.

5.1B – Articulação com outras estruturas


5.1B1 - Articulação com o Conselho Pedagógico e com o Órgão de Direcção.
5.1B2 - Articulação com os demais coordenadores de departamento do
Agrupamento/Escola (promoção da articulação horizontal, nos domínios da transversalidade disciplinar).
5.1B3 - Articulação com subcoordenadores de grupo/área disciplinar/ano que constituem
o departamento (articulação curricular e planeamento conjunto).
Sub-total - 5.1B
Níveis / Descritores:
Exc. – Articula e coopera, de forma sistemática, com o Conselho Pedagógico, órgão de gestão, coordenação do seu departamento e outros
departamentos.
MB – Articula e coopera com o Conselho Pedagógico, órgão de gestão, coordenação do seu departamento e outros departamentos.
Bom – Articula e coopera com o Conselho Pedagógico, órgão de gestão e coordenação do seu departamento.
Reg. – Apresenta baixa articulação e cooperação com o Conselho Pedagógico, órgão de gestão e coordenação do seu departamento.
Ins. – Não articula nem coopera com o Conselho Pedagógico, órgão de gestão e coordenação do seu departamento.

5.1C – Dinamização e acompanhamento do trabalho dos docentes


5.1C1 - Promoção da gestão do currículo (reajustamento das planificações e das estratégias diferenciadoras, com
partilha de experiências que contribuam para o desenvolvimento profissional dos docentes, reconhecendo e identificando situações
favoráveis a uma gestão transversal / vertical do currículo)
5.1C2 - Variedade, quantidade e qualidade de materiais colocados à disposição dos
docentes do departamento para o desenvolvimento das respectivas actividades (não se
limitando aos materiais fornecidos pelo CP e órgão de gestão) .
5.1C3 - Acompanhamento e apoio da actividade individual aos docentes e inventariação
das suas necessidades de formação.
Sub-total - 5.1C
Níveis / Descritores:
Exc. – Disponibiliza e divulga, de forma sistemática, aos pares materiais pedagógicos inovadores.
MB – Promove a gestão do currículo de forma a permiti a articulação entre os vários níveis de ensino.
Bom – Dinamiza e acompanha o trabalho dos docentes do Departamento.
Reg. – Dinamiza e acompanha com alguma dificuldade o trabalho dos docentes do Departamento.
Ins. – Não dinamiza nem acompanho o trabalho dos docentes do Departamento.

Página 7 de 32
5.1D – Avaliação e diagnóstico
5.1D1 - Dinamização da avaliação das actividades planeadas (previstas no PAA do Departamento,
avaliando-as de forma sistemática e incentivando a sua melhoria / reformulação).
5.1D2 - Promoção Implementação de estratégias de diagnóstico de dificuldades dos
alunos (no âmbito das várias disciplinas do Departamento).
5.1D3 - Avaliação das necessidades colectivas de formação científica e pedagógica e sua
dinamização.
Sub-total - 5.1D
Níveis / Descritores:
Exc. – Cria e partilha, de forma sistemática, com os pares estratégias de diagnóstico de dificuldades dos alunos.
MB – Dinamiza, com os pares, a implementação de estratégias de diagnóstico de dificuldades dos alunos.
Bom – Coordena a implementação de estratégias de diagnóstico de dificuldades dos alunos.
Reg. – Coordena com alguma dificuldade a implementação de estratégias de diagnóstico de dificuldades dos alunos.
Ins. – Não coordena a implementação de estratégias de diagnóstico de dificuldades dos alunos.

5.1E – Avaliação pelos outros docentes do departamento


Avaliação nos termos do n.º 2 do art.º 28º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho, “Deve ser considerada na
avaliação do coordenador de departamento curricular a apreciação realizada pelos docentes do correspondente
departamento quanto ao exercício da actividade de coordenação, com limite máximo de ponderação de 10%”.
5.1E1 - Planifica e organiza eficazmente o processo de avaliação dos docentes
5.1E2 - Promove um espírito de entreajuda no seio dos colegas
5.1E3 - Promove expectativas positivas e desafiantes aos elementos do departamento face à
inovação
5.1E4 - Promove a reflexão, em equipa, dos pares na procura de metodologias mais
dinâmicas;
5.1E5 - Promove a partilha de decisões e responsabilidades no seio do departamento;
5.1E6 - Promove a reflexão sobre os processos de ensino e aprendizagem e seus resultados;
5.1E7 - Prepara convenientemente as reuniões;
5.1E8 - Orienta convenientemente as reuniões;
5.1E9 - Demonstra interesse pelos assuntos tratados nas reuniões.
Na presente ficha de registo e observação, em cada coluna, será colocado o nível que corresponde à média da avaliação do
respectivo departamento.
Sub-total - 5.1E

Página 8 de 32
5.2. EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE AVALIAÇÃO DE DOCENTES
(Relator ou Coord. de Departamento)
NÍVEIS
DOMÍNIOS / INDICADORES I R B MB E
1/4 5/6 7 8 9/10

5.2A – Função de avaliador dos outros docentes


5.2A1 - Planeamento e organização do trabalho de avaliação dos docentes.
Níveis / Descritores:
Exc. – Planeia e organiza, de forma sistemática, o trabalho de avaliação, incutindo confiança nos docentes avaliados, demonstrando liderança e
criando um bom clima de trabalho.
MB – Planeia e organiza o trabalho de avaliação, incutindo confiança nos docentes avaliados, demonstrando liderança e criando um bom clima de
trabalho.
Bom – Planeia e organiza o trabalho de avaliação, incutindo confiança nos docentes avaliados, mantendo um bom clima de trabalho.
Reg. – Planeia e organiza o trabalho de avaliação, não incutindo confiança nos avaliados.
Ins. – Não Planeia e nem organiza o trabalho de avaliação, improvisando o trabalho, ao longo do processo.
5.2A2 - Rigor e equidade no processo de avaliação dos docentes.
Níveis / Descritores:
Exc. – Planeia e organiza, de forma sistemática, o processo de avaliação e transmite rigor e equidade, de forma assertiva, criando um bom clima no
processo de avaliação.
MB – Planeia e organiza o processo de avaliação, transmitindo rigor e equidade, de forma assertiva.
Bom – Planeia e organiza o processo de avaliação, transmitindo rigor e equidade.
Reg. – Planeia e organiza o processo de avaliação, transmitindo pouco rigor e equidade.
Ins. – Não Planeia e nem organiza o processo de avaliação, não transmitindo rigor e equidade.
5.2A3 - Apreciação da efectiva diferenciação do desempenho dos docentes.
Níveis / Descritores:
Exc. – Usa, de forma sistemática, a diferenciação na valorização do desempenho dos docentes avaliados, fundamentando as suas decisões com
elevado rigor e de forma assertiva.
MB – Usa a diferenciação na valorização do desempenho dos docentes avaliados, fundamentando as suas decisões, com elevado rigor e de forma
convincente.
Bom – Usa a diferenciação na valorização do desempenho dos docentes avaliados, fundamentando as suas decisões.
Reg. – Usa a diferenciação na valorização do desempenho dos docentes avaliados, tendo dificuldades em fundamentar as suas decisões.
Ins. – Não usa a diferenciação na valorização do desempenho dos docentes avaliados.
5.2A4 - Organização de dispositivos de supervisão/acompanhamento das actividades
lectivas dos docentes avaliados.
Níveis / Descritores:
Exc. – Planeia e organiza os dispositivos de supervisão/acompanhamento das actividades lectivas dos docentes avaliados, organizando os registos de
observação, de forma rigorosa e sistemática.
MB – Planeia e organiza os dispositivos de supervisão/acompanhamento das actividades lectivas dos docentes avaliados, organizando os registos de
observação, de forma rigorosa.
Bom – Planeia e organiza os dispositivos de supervisão/acompanhamento das actividades lectivas dos docentes avaliados, organizando os registos de
observação, em função das necessidades.
Reg. – Planeia e organiza os dispositivos de supervisão/acompanhamento das actividades lectivas dos docentes avaliados, organizando os registos de
observação, sem grande rigor.
Ins. – Não planeia e nem organiza os dispositivos de supervisão/acompanhamento das actividades lectivas dos docentes avaliados.
Sub-total - 5.2A
(5) As funções e actividades a considerar são as seguintes:
Exercício da actividade de coord. de departamento curricular, incluindo a apreciação realizada pelos docentes do departamento;
Exercício da actividade de avaliação de docentes;
Actividade exercida noutro órgão, serviço ou organismo da Administração Pública, para além do serviço na escola (n.º 6 do artigo
17.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho).

Data: ___/___/_____ Assinatura do Avaliador: ________________________________________

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Direcção Regional de Educação do Centro
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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE


2º CICLO DE AVALIAÇÃO 2009/2011 / ANO LECTIVO 2010/2011
OBSERVAÇÃO DE AULA
Identificação do Avaliado

Agrupamento: ___________________________________________________ Código: __________


Nome: _____________________________________________________________________________
Grupo de Recrutamento: _______ NIF: _________________________
Situação Profissional: Docente de Carreira Contratado Técnico Especializado
Funções: Coordenador de Departamento Curricular Relator
Identificação do Avaliador

Nome: _____________________________________________________________________________
Grupo de Recrutamento: _______ NIF: _________________________
Condição de Avaliador: Relator Coordenador de Departamento Curricular Director
Aula a observar

Disciplina: ___________________________ Ano/Turma: ___________


Data: ____/____/201__ Hora: ___:___h Duração: __________ Sala: __________

LISTA DE VERIFICAÇÃO

DIMENSÃO DOMÍNIOS / INDICADORES


Sim Não N/ Obs. OBSERVAÇÕES
a) a) a)
Apresentou planificação da aula assistida.
Na planificação, contemplou:
 coerência entre conteúdos;
 objectivos/competências a desenvolver;
 estratégias/actividades;
 recursos e avaliação das aprendizagens (momentos, formas e instrumentos).
1. Início da aula:
1.1. Supervisionou a entrada dos alunos na sala de
aula.
1.2. Explicitou, de forma clara, as aprendizagens
(conteúdos e objectivos) bem como as tarefas a
Desenvolvimento realizar na aula.
do ensino e da 1.3. Efectuou a articulação das aprendizagens a
aprendizagem (1)
realizar com aprendizagens anteriores.
1.4. Houve lugar a trabalho de casa, assegura-se de
que os alunos o realizaram e efectuou a sua
correcção.
1.5. Iniciou a aula com recurso a alguma forma de
motivação dos alunos.

Página 10 de 32
DIMENS
DOMÍNIOS / INDICADORES
Sim Não N/ Obs. OBSERVAÇÕES
ÃO a) a) a)
2. Selecção, organização e abordagem dos conteúdos:
2.1. A selecção dos conteúdos pautou-se por critérios de
actualidade, relevância, essencialidade, amplitude e
profundidade adequados.
2.2. Promoveu o estabelecimento de relações entre
conteúdos abordados na aula com outros saberes,
incluindo os de natureza local.
2.3. Mostrou segurança no desenvolvimento dos
conteúdos, não incorrendo em erros ou imprecisões.
2.4. Apresentou o saber de forma problematizadora de
modo a suscitar dúvidas no aluno.
2.5. Recorreu a exemplos pertinentes na exploração dos
conteúdos relacionados com as vivências dos alunos.
3. Estratégias de ensino e aprendizagem
3.1. Manteve os alunos activamente envolvidos nas
tarefas propostas.
3.2. Diferenciou as actividades de aprendizagem em
atenção às características dos alunos.
3.3. Orientou o trabalho dos alunos com base em
instruções precisas, visando a sua concentração
e a autonomia na realização das tarefas.
3.4. Utilizou métodos diversificados de modo
adequado, designadamente na realização
Desenvolvi
mento do frequente de sínteses de aprendizagem.
ensino e da 3.5. Através do diálogo, apoiou os alunos na
aprendizage construção do conhecimento.
m (1)
3.6. Promoveu a aprendizagem de métodos de
trabalho e de estudo na realização de
actividades.
3.7. Propôs actividades de apoio a alunos que
revelaram dificuldades de aprendizagem.
4. Organização do trabalho:
4.1. Diversificou os modos de organização do
trabalho (grupo turma, trabalho de grupo, trabalho de par,
trabalho individual).
4.2. Deslocou-se pela sala para estimular a atenção
dos alunos.
4.3. Promoveu o trabalho cooperativo e a entreajuda
entre os alunos.
5. Utilização de recursos:
5.1. Os recursos foram adequados aos objectivos e
aos conteúdos.
5.2. Os recursos foram adequados ao nível etário e
ao interesse dos alunos.
5.3. Aproveitou as possibilidades didácticas de
recursos variados (manual, fotocópias, acetatos, mapas....)
5.4. Utilizou recursos inovadores, incluindo as TIC
(computador, vídeo, multimédia, quadro interactivo).

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DIMENSÃO DOMÍNIOS / INDICADORES
Sim Não N/ Obs. OBSERVAÇÕES
a) a) a)
6. Relação pedagógica, comunicação e clima na sala:
6.1. Mostrou-se próximo dos alunos sem diminuir o
nível de exigência.
6.2. Expressou-se de forma correcta, clara e audível.

6.3. Estimulou e reforçou a participação de todos os


alunos.
6.4. Demonstrou confiança nas possibilidades de
aprendizagem de todos os alunos e atendeu às
suas diferenças individuais.
6.5. Geriu com segurança e flexibilidade situações
problemáticas e conflitos interpessoais.
6.6. Mostrou-se firme em relação ao respeito pelas
regras indispensáveis ao funcionamento da aula.
6.7. Reforçou, com frequência, os comportamentos
adequados dos alunos.
6.8. Manifestou entusiasmo e bom humor durante a
aula.
6.9. Evidenciou segurança no trabalho e na relação
com os alunos.
6.10. Utilizou adequadamente um sistema de sinais
para a gestão dos comportamentos na sala de
aula.
7. Avaliação das aprendizagens
Desenvolvimento
do ensino e da 7.1. Proporcionou oportunidades de os alunos
aprendizagem (1) identificarem os seus progressos e dificuldades.
7.2. Propôs outras tarefas aos alunos, em função de
erros e dificuldades identificadas.
7.3. Comunicou e analisou, com os alunos,
resultados da avaliação das aprendizagens.
8. Conclusão da aula
8.1. Efectuou uma síntese global dos conteúdos
tratados na aula.
8.2. Indicou tarefas a realizar em casa pelos alunos.

8.3. Anunciou o assunto da aula seguinte,


estabelecendo ligações com os conteúdos
abordados.
9. Apreciação geral
9.1. Pontos fortes observados:









Página 12 de 32
9.2. Aspectos que carecem de melhoria:





Desenvolviment 
o do ensino e da 
aprendizagem 9.3. Sugestões e recomendações:
(1)






(3) Esta dimensão é avaliada em todos os casos em que o docente desenvolve interacção em contexto de ensino-aprendizagem ou
processo de formação com crianças, alunos ou formandos.

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ESCOLA EB 2,3 PROF. DR. C. MOTA PINTO - 342762
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Identificação do Avaliado

Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 160428


Nome: _____________________________________________________________________________
Grupo de Recrutamento: _______ NIF: _________________________
Situação Profissional: Docente de Carreira Contratado Técnico Especializado
Funções: Coordenador de Departamento Curricular Relator

Identificação do Avaliador

Nome: _____________________________________________________________________________
Grupo de Recrutamento: _______ NIF: _________________________
Condição de Avaliador: Relator Coordenador de Departamento Curricular Director

PLANO DE AULA
DISCIPLINA/ÁREA CURRICULAR ANO TURMA SALA DIA HORA DURAÇÃO
(TEMPO)
5º A 00 00/00/2000 00:00h 45min.

1. CONTEXTUALIZAÇÃO:
UNIDADE DIDÁTICA: A
OBJECTIVO PRINCIPAL DA AULA:

2. SUMÁRIO:

3. CONTEÚDOS PROGAMÁTICOS:

4. COMPETÊNCIAS FOCALIZADAS:

5. DESENVOLVIMENTO DA AULA (referir estratégias e recursos utilizados nos diferentes momentos da aula):

6. AVALIAÇÃO FORMAL/INFORMAL DAS APRENDIZAGENS:


7. OBSERVAÇÃO:

Data: ___/___/_____ Assinatura do Avaliado: ________________________________________

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Identificação do Avaliado

Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 160428


Nome: _____________________________________________________________________________
Grupo de Recrutamento: _______ NIF: _________________________
Situação Profissional: Docente de Carreira Contratado Técnico Especializado
Funções: Coordenador de Departamento Curricular Relator

Identificação do Avaliador

Nome: _____________________________________________________________________________
Grupo de Recrutamento: _______ NIF: _________________________
Condição de Avaliador: Relator Coordenador de Departamento Curricular Director

AUTO-AVALIAÇÃO / AULA OBSERVADA


DISCIPLINA/ÁREA CURRICULAR ANO TURMA SALA DIA HORA DURAÇÃO
(TEMPO)
0º X 00 00/00/2000 00:00h 45min.
UNIDADE DIDÁTICA: A

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM


Em termos de auto-avaliação da aula observada, o avaliado deve procurar, de forma sucinta e clara, fazer uma
apreciação crítica, tendo em conta os itens de cada domínio:
1. INÍCIO DA AULA:
Supervisão da entrada dos alunos na sala e ocupação dos lugares;
Explicitação das aprendizagens (conteúdos e objectivos), bem como as tarefas a realizar na aula;
Articulação das aprendizagens realizadas na aula, com aprendizagens anteriores;
Procedimentos em relação aos trabalhos de casa (se houver TPCs provenientes da aula anterior);
Motivação dos alunos no início da aula (recursos e estratégias).

2. SELECÇÃO, ORGANIZAÇÃO E ABORDAGEM DOS CONTEÚDOS:


Conteúdos abordados (critérios de actualidade, relevância, essencialidade, amplitude e profundidade adequados);
Conteúdos abordados (estabelecimento de relações entre os conteúdos abordados na aula com outros saberes, incluindo os de natureza local);
Segurança no desenvolvimento dos conteúdos abordados (erros ou imprecisões cometidos);
Apresentação dos conteúdos (apresentação de forma problematizadora de modo a suscitar dúvidas no aluno);
Exploração dos conteúdos (recurso a exemplos pertinentes, relacionados com as vivências dos alunos).

3. ESTRATÉGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM:


Tarefas propostas na aula (grau de envolvimento dos alunos nas tarefas propostas);
Diferenciação das actividades de aprendizagem em atenção às características dos alunos;
Orientação do trabalho dos alunos (instruções dadas e grau de concentração e a autonomia na realização das tarefas);
Metodologias adoptadas e estratégias de trabalho, ao longo da aula (Ex.: Realização frequente de sínteses de aprendizagem, diversificação
metodológica e adequações pertinentes);
Apoio aos alunos na aula, na construção do conhecimento;
Promoção da aprendizagem de métodos de trabalho e de estudo na realização de actividades;
Apoio aos alunos que revelaram dificuldades de aprendizagem.

4. ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO:
Diversificação dos modos de organização do trabalho (grupo turma, trabalho de grupo, trabalho de par, trabalho individual, etc.);
Estímulo da atenção dos alunos, na sala, durante a aula (estratégias utilizadas);
Trabalho cooperativo e a entreajuda entre os alunos (estratégias utilizadas).

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5. UTILIZAÇÃO DE RECURSOS:
Adequação dos objectivos aos conteúdos, ao nível etário e ao interesse dos alunos;
Aproveitamento das diversas possibilidades didácticas manual, fotocópias, acetatos, mapas...;
Utilização de recursos inovadores, incluindo as TIC: computador, vídeo, multimédia, quadro interactivo….

6. RELAÇÃO PEDAGÓGICA, COMUNICAÇÃO E CLIMA NA SALA:


Nível de exigência e comunicação na sala de aula (forma e clareza);
Participação de todos os alunos, na aula (estímulo e reforço à participação);
Auto-confiança nas possibilidades de aprendizagem de todos os alunos (atendimento às diferenças individuais);
Gestão das situações problemáticas e conflitos interpessoais dos alunos, na sala de aula (segurança e flexibilidade demonstrada);
Respeito pelas regras indispensáveis ao funcionamento da aula (firmeza e flexibilidade);
Comportamento dos alunos (estratégias e reforços adequados);
Humor manifestado durante a aula (entusiasmo e convicção demonstrados);
Trabalho e relação com os alunos (grau de segurança evidenciada);
Gestão dos comportamentos na sala de aula (estratégias e utilização adequada de um sistema de sinais).

7. AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS:


Auto-avaliação das aprendizagens (oportunidade de os alunos identificarem os seus progressos e dificuldades);
Diferenciação do trabalho, em função das dificuldades (proposta de tarefas aos alunos, em função de erros e dificuldades identificadas);
Avaliação das aprendizagens (comunicação e analise dos resultados, com os alunos).

8. CONCLUSÃO DA AULA:
Sumário (capacidade de síntese global dos conteúdos tratados na aula);
Trabalhos de casa (indicação tarefas a realizar em casa pelos alunos);
Propostas de trabalho para a aula seguinte (Anúncio do assunto da aula seguinte, estabelecendo ligações com os conteúdos abordados).

9. APRECIAÇÃO GERAL:
Pontos fortes:

Aspectos que carecem de melhoria:

Outros aspectos relevantes:

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COORDENADOR DE DEPARTAMENTO CURRICULAR

Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 160428

Departamento Curricular: Departamento Curricular da Ed. Pré-Escolar


Nome do Coordenador:

Nos termos do n.º 2 do art.º 28º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho, “Deve ser considerada na avaliação do
coordenador de departamento curricular a apreciação realizada pelos docentes do correspondente departamento quanto ao exercício da
actividade de coordenação, com limite máximo de ponderação de 10%”.
Procedimentos:
 Cada Docente do Departamento preenche um inquérito, de forma anónima, apreciando os diversos parâmetros da acção pedagógica do
seu coordenador, a seguir apresentados.
 O inquérito, depois de preenchido, será colocado num envelope que, uma vez fechado, será entregue nos Serviços de Administrativos,
dentro de um prazo pré-estabelecido.
 No acto da entrega, será o nome do docente abatido numa lista, a fim de certificar a entrega por todos os docentes.
 Uma vez recolhidos todos os envelopes, serão entregues, em conjunto, no Órgão de Direcção, a fim de se manter o anonimato.
 O Director abre os envelopes e coloca os inquéritos num dossier, em 6 separadores, por departamento.
Serve este procedimento para que ninguém fique coagido ao emitir a sua opinião, pelo que se apela a máxima
sinceridade e honestidade de todos os intervenientes.

AVALIAÇÃO PELOS OUTROS DOCENTES DO DEPARTAMENTO


NÍVEIS
INDICADORES
I R B MB E
(Colocar um  no nível correspondente) 1/4 5/6 7 8 9/10

1. Planificou e organizou eficazmente o processo de avaliação dos docentes


2. Promoveu um espírito de entreajuda no seio dos colegas
3. Promoveu expectativas positivas e desafiantes aos elementos do departamento
face à inovação
4. Promoveu a reflexão, em equipa, dos pares na procura de metodologias mais
dinâmicas
5. Promoveu a partilha de decisões e responsabilidades no seio do departamento
6. Promoveu a reflexão sobre os processos de ensino e aprendizagem e seus
resultados
7. Preparou convenientemente as reuniões
8. Orientou convenientemente as reuniões
9. Demonstrou interesse pelos assuntos tratados nas reuniões
Total
Total (Forma de cálculo): 1+2+3+4+5+6+7+8+9=X Total = X:9=Média (arredonda por exc./def.) = Menção
Ex.1: (7+6+8+7+7+6+8+8+7 = 64) Total = 64:9=7,11 (arredonda por def. 7) = Bom
Ex.2: (7+6+8+8+7+6+3+7+7 = 59) Total = 59:9=6,56 (arredonda por exc. 7) = Bom
Níveis / Descritores:
Exc. – De forma sistemática e sentido de oportunidade.
MB – Com sentido de oportunidade.
Bom – Sempre que necessário.
Reg. – Quando solicitado.
Ins. – Por obrigação ou inerência do cargo.

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COORDENADOR DE DEPARTAMENTO CURRICULAR

Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 160428

Departamento Curricular: Departamento Curricular do 1º CEB


Nome do Coordenador:

Nos termos do n.º 2 do art.º 28º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho, “Deve ser considerada na avaliação do
coordenador de departamento curricular a apreciação realizada pelos docentes do correspondente departamento quanto ao exercício da
actividade de coordenação, com limite máximo de ponderação de 10%”.
Procedimentos:
 Cada Docente do Departamento preenche um inquérito, de forma anónima, apreciando os diversos parâmetros da acção pedagógica do
seu coordenador, a seguir apresentados.
 O inquérito, depois de preenchido, será colocado num envelope que, uma vez fechado, será entregue nos Serviços de Administrativos,
dentro de um prazo pré-estabelecido.
 No acto da entrega, será o nome do docente abatido numa lista, a fim de certificar a entrega por todos os docentes.
 Uma vez recolhidos todos os envelopes, serão entregues, em conjunto, no Órgão de Direcção, a fim de se manter o anonimato.
 O Director abre os envelopes e coloca os inquéritos num dossier, em 6 separadores, por departamento.
Serve este procedimento para que ninguém fique coagido ao emitir a sua opinião, pelo que se apela a máxima
sinceridade e honestidade de todos os intervenientes.

AVALIAÇÃO PELOS OUTROS DOCENTES DO DEPARTAMENTO


NÍVEIS
INDICADORES
I R B MB E
(Colocar um  no nível correspondente) 1/4 5/6 7 8 9/10

1. Planificou e organizou eficazmente o processo de avaliação dos docentes


2. Promoveu um espírito de entreajuda no seio dos colegas
3. Promoveu expectativas positivas e desafiantes aos elementos do departamento
face à inovação
4. Promoveu a reflexão, em equipa, dos pares na procura de metodologias mais
dinâmicas
5. Promoveu a partilha de decisões e responsabilidades no seio do departamento
6. Promoveu a reflexão sobre os processos de ensino e aprendizagem e seus
resultados
7. Preparou convenientemente as reuniões
8. Orientou convenientemente as reuniões
9. Demonstrou interesse pelos assuntos tratados nas reuniões
Total
Total (Forma de cálculo): 1+2+3+4+5+6+7+8+9=X Total = X:9=Média (arredonda por exc./def.) = Menção
Ex.1: (7+6+8+7+7+6+8+8+7 = 64) Total = 64:9=7,11 (arredonda por def. 7) = Bom
Ex.2: (7+6+8+8+7+6+3+7+7 = 59) Total = 59:9=6,56 (arredonda por exc. 7) = Bom
Níveis / Descritores:
Exc. – De forma sistemática e sentido de oportunidade.
MB – Com sentido de oportunidade.
Bom – Sempre que necessário.
Reg. – Quando solicitado.
Ins. – Por obrigação ou inerência do cargo.

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Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 160428

Departamento Curricular: Departamento Curricular de Línguas


Nome do Coordenador:

Nos termos do n.º 2 do art.º 28º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho, “Deve ser considerada na avaliação do
coordenador de departamento curricular a apreciação realizada pelos docentes do correspondente departamento quanto ao exercício da
actividade de coordenação, com limite máximo de ponderação de 10%”.
Procedimentos:
 Cada Docente do Departamento preenche um inquérito, de forma anónima, apreciando os diversos parâmetros da acção pedagógica do
seu coordenador, a seguir apresentados.
 O inquérito, depois de preenchido, será colocado num envelope que, uma vez fechado, será entregue nos Serviços de Administrativos,
dentro de um prazo pré-estabelecido.
 No acto da entrega, será o nome do docente abatido numa lista, a fim de certificar a entrega por todos os docentes.
 Uma vez recolhidos todos os envelopes, serão entregues, em conjunto, no Órgão de Direcção, a fim de se manter o anonimato.
 O Director abre os envelopes e coloca os inquéritos num dossier, em 6 separadores, por departamento.
Serve este procedimento para que ninguém fique coagido ao emitir a sua opinião, pelo que se apela a máxima
sinceridade e honestidade de todos os intervenientes.

AVALIAÇÃO PELOS OUTROS DOCENTES DO DEPARTAMENTO


NÍVEIS
INDICADORES
I R B MB E
(Colocar um  no nível correspondente) 1/4 5/6 7 8 9/10

1. Planificou e organizou eficazmente o processo de avaliação dos docentes


2. Promoveu um espírito de entreajuda no seio dos colegas
3. Promoveu expectativas positivas e desafiantes aos elementos do departamento
face à inovação
4. Promoveu a reflexão, em equipa, dos pares na procura de metodologias mais
dinâmicas
5. Promoveu a partilha de decisões e responsabilidades no seio do departamento
6. Promoveu a reflexão sobre os processos de ensino e aprendizagem e seus
resultados
7. Preparou convenientemente as reuniões
8. Orientou convenientemente as reuniões
9. Demonstrou interesse pelos assuntos tratados nas reuniões
Total
Total (Forma de cálculo): 1+2+3+4+5+6+7+8+9=X Total = X:9=Média (arredonda por exc./def.) = Menção
Ex.1: (7+6+8+7+7+6+8+8+7 = 64) Total = 64:9=7,11 (arredonda por def. 7) = Bom
Ex.2: (7+6+8+8+7+6+3+7+7 = 59) Total = 59:9=6,56 (arredonda por exc. 7) = Bom
Níveis / Descritores:
Exc. – De forma sistemática e sentido de oportunidade.
MB – Com sentido de oportunidade.
Bom – Sempre que necessário.
Reg. – Quando solicitado.
Ins. – Por obrigação ou inerência do cargo.
Página 19 de 32
Direcção Regional de Educação do Centro
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ESCOLA EB 2,3 PROF. DR. C. MOTA PINTO - 342762
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COORDENADOR DE DEPARTAMENTO CURRICULAR

Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 160428

Departamento Curricular: Departamento Curricular de Matemática e Ciências Experimentais


Nome do Coordenador:

Nos termos do n.º 2 do art.º 28º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho, “Deve ser considerada na avaliação do
coordenador de departamento curricular a apreciação realizada pelos docentes do correspondente departamento quanto ao exercício da
actividade de coordenação, com limite máximo de ponderação de 10%”.
Procedimentos:
 Cada Docente do Departamento preenche um inquérito, de forma anónima, apreciando os diversos parâmetros da acção pedagógica do
seu coordenador, a seguir apresentados.
 O inquérito, depois de preenchido, será colocado num envelope que, uma vez fechado, será entregue nos Serviços de Administrativos,
dentro de um prazo pré-estabelecido.
 No acto da entrega, será o nome do docente abatido numa lista, a fim de certificar a entrega por todos os docentes.
 Uma vez recolhidos todos os envelopes, serão entregues, em conjunto, no Órgão de Direcção, a fim de se manter o anonimato.
 O Director abre os envelopes e coloca os inquéritos num dossier, em 6 separadores, por departamento.
Serve este procedimento para que ninguém fique coagido ao emitir a sua opinião, pelo que se apela a máxima
sinceridade e honestidade de todos os intervenientes.

AVALIAÇÃO PELOS OUTROS DOCENTES DO DEPARTAMENTO


NÍVEIS
INDICADORES
I R B MB E
(Colocar um  no nível correspondente) 1/4 5/6 7 8 9/10

1. Planificou e organizou eficazmente o processo de avaliação dos docentes


2. Promoveu um espírito de entreajuda no seio dos colegas
3. Promoveu expectativas positivas e desafiantes aos elementos do departamento
face à inovação
4. Promoveu a reflexão, em equipa, dos pares na procura de metodologias mais
dinâmicas
5. Promoveu a partilha de decisões e responsabilidades no seio do departamento
6. Promoveu a reflexão sobre os processos de ensino e aprendizagem e seus
resultados
7. Preparou convenientemente as reuniões
8. Orientou convenientemente as reuniões
9. Demonstrou interesse pelos assuntos tratados nas reuniões
Total
Total (Forma de cálculo): 1+2+3+4+5+6+7+8+9=X Total = X:9=Média (arredonda por exc./def.) = Menção
Ex.1: (7+6+8+7+7+6+8+8+7 = 64) Total = 64:9=7,11 (arredonda por def. 7) = Bom
Ex.2: (7+6+8+8+7+6+3+7+7 = 59) Total = 59:9=6,56 (arredonda por exc. 7) = Bom
Níveis / Descritores:
Exc. – De forma sistemática e sentido de oportunidade.
MB – Com sentido de oportunidade.
Bom – Sempre que necessário.
Reg. – Quando solicitado.
Ins. – Por obrigação ou inerência do cargo.

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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE


2º CICLO DE AVALIAÇÃO 2009/2011 / ANO LECTIVO 2010/2011
COORDENADOR DE DEPARTAMENTO CURRICULAR

Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 160428

Departamento Curricular: Departamento Curricular de Ciências Sociais e Humanas


Nome do Coordenador:

Nos termos do n.º 2 do art.º 28º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho, “Deve ser considerada na avaliação do
coordenador de departamento curricular a apreciação realizada pelos docentes do correspondente departamento quanto ao exercício da
actividade de coordenação, com limite máximo de ponderação de 10%”.
Procedimentos:
 Cada Docente do Departamento preenche um inquérito, de forma anónima, apreciando os diversos parâmetros da acção pedagógica do
seu coordenador, a seguir apresentados.
 O inquérito, depois de preenchido, será colocado num envelope que, uma vez fechado, será entregue nos Serviços de Administrativos,
dentro de um prazo pré-estabelecido.
 No acto da entrega, será o nome do docente abatido numa lista, a fim de certificar a entrega por todos os docentes.
 Uma vez recolhidos todos os envelopes, serão entregues, em conjunto, no Órgão de Direcção, a fim de se manter o anonimato.
 O Director abre os envelopes e coloca os inquéritos num dossier, em 6 separadores, por departamento.
Serve este procedimento para que ninguém fique coagido ao emitir a sua opinião, pelo que se apela a máxima
sinceridade e honestidade de todos os intervenientes.

AVALIAÇÃO PELOS OUTROS DOCENTES DO DEPARTAMENTO


NÍVEIS
INDICADORES
I R B MB E
(Colocar um  no nível correspondente) 1/4 5/6 7 8 9/10

1. Planificou e organizou eficazmente o processo de avaliação dos docentes


2. Promoveu um espírito de entreajuda no seio dos colegas
3. Promoveu expectativas positivas e desafiantes aos elementos do departamento
face à inovação
4. Promoveu a reflexão, em equipa, dos pares na procura de metodologias mais
dinâmicas
5. Promoveu a partilha de decisões e responsabilidades no seio do departamento
6. Promoveu a reflexão sobre os processos de ensino e aprendizagem e seus
resultados
7. Preparou convenientemente as reuniões
8. Orientou convenientemente as reuniões
9. Demonstrou interesse pelos assuntos tratados nas reuniões
Total
Total (Forma de cálculo): 1+2+3+4+5+6+7+8+9=X Total = X:9=Média (arredonda por exc./def.) = Menção
Ex.1: (7+6+8+7+7+6+8+8+7 = 64) Total = 64:9=7,11 (arredonda por def. 7) = Bom
Ex.2: (7+6+8+8+7+6+3+7+7 = 59) Total = 59:9=6,56 (arredonda por exc. 7) = Bom
Níveis / Descritores:
Exc. – De forma sistemática e sentido de oportunidade.
MB – Com sentido de oportunidade.
Bom – Sempre que necessário.
Reg. – Quando solicitado.
Ins. – Por obrigação ou inerência do cargo.

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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE


2º CICLO DE AVALIAÇÃO 2009/2011 / ANO LECTIVO 2010/2011
COORDENADOR DE DEPARTAMENTO CURRICULAR

Agrupamento: Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão Código: 160428

Departamento Curricular: Departamento Curricular de Expressões


Nome do Coordenador:

Nos termos do n.º 2 do art.º 28º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho, “Deve ser considerada na avaliação do
coordenador de departamento curricular a apreciação realizada pelos docentes do correspondente departamento quanto ao exercício da
actividade de coordenação, com limite máximo de ponderação de 10%”.
Procedimentos:
 Cada Docente do Departamento preenche um inquérito, de forma anónima, apreciando os diversos parâmetros da acção pedagógica do
seu coordenador, a seguir apresentados.
 O inquérito, depois de preenchido, será colocado num envelope que, uma vez fechado, será entregue nos Serviços de Administrativos,
dentro de um prazo pré-estabelecido.
 No acto da entrega, será o nome do docente abatido numa lista, a fim de certificar a entrega por todos os docentes.
 Uma vez recolhidos todos os envelopes, serão entregues, em conjunto, no Órgão de Direcção, a fim de se manter o anonimato.
 O Director abre os envelopes e coloca os inquéritos num dossier, em 6 separadores, por departamento.
Serve este procedimento para que ninguém fique coagido ao emitir a sua opinião, pelo que se apela a máxima
sinceridade e honestidade de todos os intervenientes.

AVALIAÇÃO PELOS OUTROS DOCENTES DO DEPARTAMENTO


NÍVEIS
INDICADORES
I R B MB E
(Colocar um  no nível correspondente) 1/4 5/6 7 8 9/10

1. Planificou e organizou eficazmente o processo de avaliação dos docentes


2. Promoveu um espírito de entreajuda no seio dos colegas
3. Promoveu expectativas positivas e desafiantes aos elementos do departamento
face à inovação
4. Promoveu a reflexão, em equipa, dos pares na procura de metodologias mais
dinâmicas
5. Promoveu a partilha de decisões e responsabilidades no seio do departamento
6. Promoveu a reflexão sobre os processos de ensino e aprendizagem e seus
resultados
7. Preparou convenientemente as reuniões
8. Orientou convenientemente as reuniões
9. Demonstrou interesse pelos assuntos tratados nas reuniões
Total
Total (Forma de cálculo): 1+2+3+4+5+6+7+8+9=X Total = X:9=Média (arredonda por exc./def.) = Menção
Ex.1: (7+6+8+7+7+6+8+8+7 = 64) Total = 64:9=7,11 (arredonda por def. 7) = Bom
Ex.2: (7+6+8+8+7+6+3+7+7 = 59) Total = 59:9=6,56 (arredonda por exc. 7) = Bom
Níveis / Descritores:
Exc. – De forma sistemática e sentido de oportunidade.
MB – Com sentido de oportunidade.
Bom – Sempre que necessário.
Reg. – Quando solicitado.
Ins. – Por obrigação ou inerência do cargo.

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Identificação do Avaliado

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Nome: Maria Maria Maria Maria
Grupo de Recrutamento: 000 NIF: 135 821 720
Situação Profissional: Docente de Carreira Contratado Técnico Especializado
Funções: Coordenador de Departamento Curricular Relator

Identificação do Avaliador

Nome: _____________________________________________________________________________
Grupo de Recrutamento: _______ NIF: _________________________
Condição de Avaliador: Relator Coordenador de Depart. Curricular Director

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO
Nos termos do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho (art.º 17º) e do Despacho n.º 14420/2010, de 15
de Setembro (Anexo II), a autoavaliação é um elemento essencial do procedimento de avaliação e a sua apresentação é
obrigatória, devendo abordar necessariamente 6 padrões uniformizados (abaixo enquadrados).

DESENVOLVIMENTO DO RELATÓRIO
1º - O relatório de autoavaliação deve ser redigido de forma clara, sucinta e objetiva, não podendo exceder 6
páginas A4.
2º - O avaliado deve juntar ao relatório de autoavaliação os documentos relevantes para a avaliação do seu desempenho,
nomeadamente: relatório de faltas (solicitado nos Serv. Administrativos), evidências (ponto 3), certificados da
formação apresentada, etc..
3º - O relatório de autoavaliação deve materializar-se em suporte de papel, estar devidamente assinado e ser
entregue ao relator / avaliador, até à data limite constante do cronograma em vigor (docentes contratados – 30 de Junho /
docentes do quadro – 15 de Julho).

1. AUTODIAGNÓSTICO (realizado no início do procedimento de avaliação)


Aspetos a considerar:
 Domínios de avaliação e/ou funções ou atividades específicas não enquadráveis nos domínios;
 Inserção na vida da escola;
 Objetivos individuais (facultativo, portanto, se os tiver apresentado).

2. DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL (desenvolvida no período em avaliação)


Aspetos a considerar:
 Breve descrição da atividade profissional desenvolvida no período em avaliação;
 Ações exercidas no âmbito do serviço letivo e não letivo atribuído e respetivos períodos de concretização.

3. CONTRIBUTO INDIVIDUAL PARA A PROSSECUÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS DO AGRUPAMENTO


Aspetos a considerar:
Contributo individual para a prossecução dos objetivos e metas, no âmbito das atividades exercidas, com apresentação
das evidências sobre o seu desempenho e respetiva apreciação, nos seguintes termos:
i. Para avaliar cada dimensão (tendo por referência os respetivos domínios), o docente avaliado mobilizará o mínimo de 2 evidências e o
máximo de 4 evidências.
ii. Cada evidência inclui: identificação da atividade/tarefa; enquadramento da atividade/tarefa no PE e PAA do Agrupamento; metodologias
e estratégias; resultados obtidos e respetiva apreciação; grau de cumprimento relativamente aos objetivos individuais (se existirem).

4. ANÁLISE PESSOAL E BALANÇO DAS ATIVIDADES LETIVAS E NÃO LETIVAS DESENVOLVIDAS


Aspetos a considerar: Análise pessoal e balanço das atividades letivas e não letivas desenvolvidas.
Elementos de referência para essa análise: padrões de desempenho docente estabelecidos a nível nacional, sob proposta do conselho
científico para a avaliação de professores; objetivos e metas fixados no PE e PAA; objetivos individuais (se existirem), para a prossecução dos
anteriores (PE e PAA).

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5. FORMAÇÃO REALIZADA (e seus benefícios para a prática letiva e não letiva do docente)
Aspetos a considerar: Formação realizada e apreciação dos seus benefícios para a prática letiva e não letiva (identificação
da designação da formação, tipologia, duração e entidade formadora/dinamizadora).

6. NECESSIDADES DE FORMAÇÃO (identificação fundamentada)


Aspetos a considerar: Identificação fundamentada das necessidades de formação para o desenvolvimento profissional.

Data: 00/07/2011 Assinatura do Avaliado: ______________________________________

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INFORMAÇÕES
Processo de Avaliação de Desempenho Docente
(ECD / Decreto-Lei n.º 75/20010 e Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho)

1. Intervenientes no processo de avaliação:


1.1. No Agrupamento de escolas:
 Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho - órgão que coordena e directamente
acompanha todo o processo de avaliação de desempenho docente.
 Júri de Avaliação - órgão que avalia o desempenho do docente.
 Relator - docente que acompanha cada docente e propõe a respectiva avaliação.
 Coordenador de Departamento - designa os relatores do seu departamento e coordena a
respectiva acção.
1.2. A nível nacional:
 Conselho Científico para a Avaliação de Professores - órgão consultivo independente, que
emite recomendações, acompanha, monitoriza e elabora relatórios de avaliação do processo.
 Gabinete de Apoio à Avaliação de Docentes - presta apoio técnico e aconselhamento às escolas
e aos docentes.

2. Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho Docente:


2.1. Comissão de Coordenação de Avaliação de Desempenho Docente (CCADD) – é
constituída no âmbito do Conselho Pedagógico do Agrupamento, na qual é assegurada a
representação dos níveis de ensino existentes no Agrupamento (Ed. Pré-Escolar, 1º CEB e 2º/3º
CEB).
2.2. Composição:
 Presidente do Conselho Pedagógico (Preside) – António Manuel dos Santos Martins;
 Três docentes eleitos, de entre aqueles que fazem parte do referido órgão:
- Representante da Ed. Pré-Escolar: M.ª de Fátima Bento Figueiredo;
- Representante do 1º CEB: M.ª Leonor Pacheco Porfírio;
- Representante do 2º/3º CEB: M.ª Natália Gonçalves Coelho.
2.3. Funções da Comissão de CCADD:
a) Assegurar a aplicação objectiva e coerente do sistema de avaliação de desempenho;
b) Elaborar a proposta de instrumentos de registo, tendo em conta os padrões de desempenho e as
orientações do Conselho Científico para a Avaliação de Professores;
c) Apresentar os instrumentos de registo ao Conselho Pedagógico para aprovação;
d) Assegurar a aplicação das percentagens de MB e Excelente fixadas para o agrupamento (QUOTAS);
e) Transmitir aos relatores as orientações adequadas.
2.4. Considerações a ter em conta, no âmbito da ADD:
a) O Projecto Educativo do Agrupamento;

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b) Os Planos Anual de Actividades do Agrupamento;
c) As especificidades do Agrupamento;
d) As orientações do Conselho Científico para a Avaliação de Professores.
3. A ADD incide sobre as seguintes DIMENSÕES, DOMÍNIOS e INDICADORES:
DIMENSÃO DOMÍNIOS / INDICADORES
Compromisso com a construção e o uso do conhecimento profissional
Reconhecimento de que o saber próprio da profissão se sustenta em investigação actualizada.
Reflexão crítica sobre as suas práticas profissionais.
Atitude informada e participativa face às politicas educativas.
Responsabilização pelo seu desenvolvimento profissional.
Compromisso com a promoção da aprendizagem e do desenvolvimento pessoal e cívico dos
Vertente alunos
profissional, Reconhecimento da responsabilidade profissional na promoção e sucesso das aprendizagens.
social e ética Reconhecimento do dever de promoção do desenvolvimento integral de cada aluno.
Responsabilidade na promoção de ambientes de trabalho seguros, exigentes e estimulantes
Responsabilidade na valorização dos diferentes saberes e culturas dos alunos.
Compromisso com o grupo de pares e com a escola
Reconhecimento da relevância do trabalho colaborativo na sua prática profissional.
Responsabilização pelo desenvolvimento dos projectos da escola.
Reconhecimento da importância da dimensão comunitária na acção educativa.
Preparação e organização das actividades lectivas
Conhecimento científico, pedagógico e didáctico inerente à disciplina/área disciplinar.
Planificação do ensino de acordo com as finalidades e as aprendizagens previstas no currículo e rentabilização dos meios e
recursos disponíveis.
Integração da planificação no quadro dos vários níveis e âmbitos da decisão curricular, tendo em conta a articulação vertical e
horizontal, em conjunto com os pares.
Concepção e planificação de estratégias adequadas aos diferentes alunos e contextos.
Planificação integrada e coerente dos vários tipos de avaliação.
Desenvolvimen Realização das actividades lectivas (2)
to do ensino e Organização e gestão das estratégias de ensino face à diversidade dos alunos e aos meios e recursos disponíveis.
da Promoção do desenvolvimento cognitivo e da criatividade dos alunos e incorporação dos seus contributos.
aprendizagem Relação pedagógica com os alunos (2)
(1) Comunicação com rigor e sentido do interlocutor.
Promoção e gestão de processos de comunicação e interacção entre os alunos.
Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos
Desenvolvimento de actividades de avaliação das aprendizagens para efeitos de diagnóstico, regulação do processo de ensino e
avaliação e certificação de resultados.
Promoção de processos de auto‐regulação nos alunos que lhes permitam apreciar e melhorar os seus desempenhos.
Aplicação de instrumentos adequados à monitorização da sua actividade.
Utilização de evidências na análise crítica do seu processo de ensino e formulação de hipóteses explicativas dos resultados.
Reorientação da planificação e do desenvolvimento do ensino de acordo com a apreciação realizada.
Contributo para a realização dos objectivos e metas do Projecto Educativo e dos Planos Anual e
Plurianual de actividades
Participação na concepção e uso de dispositivos de avaliação da escola.
Envolvimento em projectos e actividades da escola que visam o desenvolvimento da comunidade.
Participação nas estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e nos órgãos de
administração e gestão
Participação na Participação na construção dos documentos orientadores da vida da escola.
escola e Participação em projectos de trabalho colaborativo na escola.
Apresentação de propostas que contribuam para a melhoria do desempenho da escola.
relação com a Contribuição para a eficácia das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, dos órgãos de administração e
comunidade gestão e de outras estruturas em que participe.
educativa Dinamização de projectos de investigação, desenvolvimento e inovação educativa e sua
correspondente avaliação
Participação em projectos de investigação e de inovação no quadro do projecto de escola.
Envolvimento em acções que visam a participação de pais e encarregados de educação e/ou outras entidades da comunidade no
desenvolvimento da escola.
Envolvimento em projectos ou actividades de âmbito nacional ou internacional que sejam relevantes para a escola e/ou
comunidade.
Formação contínua e desenvolvimento profissional
Desenvolvimen Desenvolvimento de estratégias de aquisição e de actualização de conhecimento profissional (científico, pedagógico e didáctico).
to e formação Análise crítica da sua acção, resultando em conhecimento profissional que mobiliza para a melhoria das suas práticas.
profissional ao Desenvolvimento de conhecimento profissional a partir do trabalho colaborativo com pares e nos órgãos da escola.
longo da vida Mobilização do conhecimento adquirido no desenvolvimento organizacional da escola.
Aplicação do conhecimento adquirido na melhoria do trabalho colaborativo.

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(4) Esta dimensão é avaliada em todos os casos em que o docente desenvolve interacção em contexto de ensino-aprendizagem ou
processo de formação com crianças, alunos ou formandos.
(5) Este domínio só é avaliado no caso de ter havido observação de aulas.
4. Documentos de Registo e Avaliação:
a) Ficha de Avaliação Global de Desempenho (Anexo III – Desp. n.º 14420/2010, de 15 de Setembro);
b) Relatório de Auto-Avaliação Global de Desempenho (Anexo II – Desp. n.º 14420/2010, de 15 de Set.);
c) Fichas/Relatórios Intermédios:
i. Aulas Observadas:
 Plano de Aula;
 Ficha de Observação;
 Ficha de Auto-Avaliação da Aula Observada;
ii. ADD Coordenadores de Departamento:
 Ficha de Avaliação dos Coordenadores pelos Pares.

5. Critérios de desempate para atribuição das menções de Excelente e Muito Bom:


A ADD obedece a quotas, nos termos do art.º 21º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho.

Após a avaliação de todos os docentes, esgotados todos os elementos de diferenciação, subsistindo


empates na atribuição de menções de Excelente e Muito Bom, surge a necessidade de proceder ao
desempate entre esses docentes, recorrendo a critérios objectivos e previamente definidos.

Os critérios assentam em Domínios, devendo, para tal, ser feita uma comparação, por ordem de
prioridades, entre todos os docentes a desempatar.

Assim, em caso de empate, releva a avaliação obtida em cada domínio (pela ordem decrescente em que se
apresentam):

1º - Cumprimento de Serviço:
i. Menor n.º de faltas ao abrigo do art.º 102º do ECD;
ii. Menor n.º de faltas à componente lectiva (não são contabilizadas permutas, compensações e greve) ;
iii. Menor n.º de faltas em geral;
iv. Maior proximidade de mudança de escalão;
v. Mais tempo de serviço;
vi. Mais idade.

2º - Desenvolvimento e Formação Profissional ao Longo da Vida:


i. Maior n.º de horas de formação efectuadas no período de avaliação (são contabilizadas as
apresentadas, desde que não tenham sido utilizadas anteriormente, nos termos do n.º 3 do art.º 18º do
Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho) ;
ii. Maior média simples obtida na classificação das acções de formação realizadas (soma das
pontuações obtidas, a dividir pelo n.º de horas efectuadas e a multiplicar por 25);
iii. Maior proximidade de mudança de escalão;
iv. Mais tempo de serviço;
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v. Mais idade.

3º - Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem:


i. Maior classificação na relação pedagógica com os alunos (aulas observadas);
ii. Maior classificação nas actividades lectivas (aulas observadas);
iii. Maior proximidade de mudança de escalão;
iv. Mais tempo de serviço;
v. Mais idade.

4º - Participação na Escola e relação com a Comunidade Educativa:


i. Maior classificação obtida na participação nas estruturas de coordenação educativa e
supervisão pedagógica e nos órgãos de administração e gestão (com evidências apresentadas);
ii. Maior proximidade de mudança de escalão;
iii. Mais tempo de serviço;
iv. Mais idade.

5º - Exercício da Actividade de Coordenador de Departamento Curricular:


Só para Coordenadores, é o 1º critério de diferenciação, seguindo-se todos os anteriores, pela
ordem em que se encontram:
i. Maior classificação obtida na avaliação pelos pares;
ii. Maior proximidade de mudança de escalão;
iii. Mais tempo de serviço;
iv. Mais idade.

Nota:
Não se torna necessário aplicar todos os critérios de desempate, aos docentes empatados, pois após a
aplicação do 1º, se houver diferenciação, já não se recorre ao 2º, e assim sucessivamente.

6. Legislação importante:
a. ECD / Decreto-Lei n.º 75/2010, de 23 de Junho;
b. Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho;
c. Despacho n.º 14 420/2010, de 15 de Setembro;
d. Portaria n.º 926/2010, de 20 de Setembro;
e. Despacho Normativo n.º 24/2010, de 23 de Setembro;
f. Despacho n.º 16 034/2010, de 22 de Outubro.

Lajeosa do Dão,
Escola EB 2,3 Prof. Dr. C. Mota Pinto, 27 de Dezembro de 2010

O Coordenador da Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho Docente

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Agrupamento de Escolas de Lajeosa do Dão - 160428
ESCOLA EB 2,3 PROF. DR. C. MOTA PINTO – 342762
Lajeosa do Dão │ 3460-153 LAJEOSA TND

CRITÉRIOS DE DESEMPATE
7. Critérios de desempate para atribuição das menções de Excelente e Muito Bom:
A ADD obedece a quotas, nos termos do art.º 21º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho.

Após a avaliação de todos os docentes, esgotados todos os elementos de diferenciação, subsistindo


empates na atribuição de menções de Excelente e Muito Bom, surge a necessidade de proceder ao
desempate entre esses docentes, recorrendo a critérios objectivos e previamente definidos.

Na ficha de avaliação, são considerados as seguintes DIMENSÕES:


1. Vertente profissional, social e ética;
2. Desenvolvimento do ensino e da aprendizagem;
3. Participação na escola e relação com a comunidade educativa;
4. Desenvolvimento e formação profissional ao longo da vida;
5. Função ou actividade específica não enquadrável nos domínios anteriores:
5.1. Exercício da actividade de coordenador de departamento curricular;
5.2. Exercício da actividade de avaliação de docentes.

Na sequência de um debate alargado entre os docentes do Agrupamento, foram consideradas passivas de


desempate, pela ordem que se segue, as seguintes dimensões:

1º Lugar:
Dimensão 2 - Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem:
Desce quem tiver:
vi. Menor classificação na relação pedagógica com os alunos (aulas observadas) – (sub-total 2C);
vii. Menor classificação na realização das actividades lectivas (aulas observadas) – (sub-total 2B);
viii. Menor proximidade de mudança de escalão (docente a quem falta mais tempo para mudar de
escalão);
ix. Menos tempo de serviço;
x. Menos idade.

2º Lugar:
Dimensão 3 - Participação na Escola e relação com a Comunidade Educativa:
Desce quem tiver:
v. Menor classificação obtida na participação nas estruturas de coordenação educativa e
supervisão pedagógica e nos órgãos de administração e gestão (com evidências apresentadas) – (sub-
total 3B);
vi. Menor proximidade de mudança de escalão (docente a quem falta mais tempo para mudar de escalão) ;
vii. Menos tempo de serviço;
viii. Menos idade.

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3º Lugar:
Dimensão 4 - Desenvolvimento e Formação Profissional ao Longo da Vida:
Desce quem tiver:
i. Menor n.º de horas de formação efectuadas no período de avaliação (são contabilizadas as
apresentadas, desde que não tenham sido utilizadas anteriormente, nos termos do n.º 3 do art.º 18º do Decreto
Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho) ;
ii. Menor média simples obtida na classificação das acções de formação realizadas no período de
avaliação (soma das pontuações obtidas, a dividir pelo n.º de horas efectuadas e a multiplicar por 25);
iii. Menor proximidade de mudança de escalão (docente a quem falta mais tempo para mudar de escalão) ;
iv. Menos tempo de serviço;
v. Menos idade.

4º Lugar (exclusivo para o grupo dos Coordenadores, caso se mantenha empate entre eles, após aplicação dos

3 primeiros critérios):

Dimensão 5 (5.1) - Exercício da actividade de coord. de departamento curricular:


Desce quem tiver:
v. Menor classificação obtida na avaliação pelos pares;
vi. Menor proximidade de mudança de escalão (docente a quem falta mais tempo para mudar de escalão) ;
vii. Menos tempo de serviço;
viii. Menos idade.

5º Lugar (exclusivo para o grupo dos Relatores, caso se mantenha empate entre eles, após aplicação dos 3

primeiros critérios):

Dimensão 5 (5.2) - Exercício da actividade de avaliação de docentes:


Desce quem tiver:
i. Menor classificação obtida na sub-dimensão 5.2;
ii. Menor proximidade de mudança de escalão (docente a quem falta mais tempo para mudar de escalão) ;
iii. Menos tempo de serviço;
iv. Menos idade.


Mudança de escalão – será tido em conta a grelha afixada na Sala de Professores e o n.º de anos que constam
da tabela do ECD, não tendo em conta o actual e futuro período de congelamento, uma vez que se desconhece o
seu termo).

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8. Aplicação prática dos critérios:

1. Consideram-se empatados, todos os docentes com menções com 8 ou mais de MB (de 8 a 8,9) e
menções de Exc. (de 9 a 10);

2. Os critérios de desempate assentam em Dimensões, devendo, para tal, ser feita uma comparação, por
ordem de prioridades (2  3  4  5.1  5.2), entre todos os docentes a desempatar, descendo para a
menção imediatamente inferior (não inferior a B, isto é, quem está posicionado no Exc. passa a MB e quem
está posicionado no MB passa a B);

3. Não se torna necessário aplicar todos os critérios de desempate, aos docentes empatados, pois após a
aplicação do 1º, se houver diferenciação, já não se recorre ao 2º, e assim sucessivamente;

4. Ao aplicar o critério de desempate numa dimensão, para descer o total, é necessário descer os sub-
totais em todos os domínios e consequentemente os respectivos indicadores superiores a Bom;

5. Os critérios aplicam-se até se obter o n.º de MB ou Exc., satisfazendo as quotas. Ex.:


 No grupo de docentes integrados na carreira, há 15 avaliados;
 Poderá haver 1 Exc. e 3 MB;
 Concluída a 1ª fase da avaliação surgem 2 Exc. e 9 MB;
 É preciso descer 1 ou 2 Exc. e 6 MB;
 A comparação é feita dimensão por dimensão entre os 11 (2+9);
 Em primeiro lugar, aplicam-se os critérios na dimensão 2 e verifica-se se houve alguma
classificação final que tivesse passado a Bom (imaginemos que passaram 2);
 Agora a comparação passa a ser feita nos 9 restantes;
 Aplicam-se os critérios na dimensão 3 e verifica-se se houve alguma classificação final que tivesse
passado a Bom (imaginemos que passou 1);
 Agora a comparação passa a ser feita nos 8 restantes;
 Aplicam-se os critérios na dimensão 4 e verifica-se se houve alguma avaliação final que tivesse
passado a Bom (imaginemos que passaram 3);
 Agora a comparação passa a ser feita nos 5 restantes, pois ainda falta descer 1;
 Voltam a aplicar-se os critérios da dimensão 1 (isto porque o 5.1 e 5.2 só podem ser aplicados a
relatores e coordenadores) e verifica-se se houve alguma avaliação final que tivesse passado a Bom.
 Como pretendemos apenas baixar 1 e imaginemos que, ao aplicar um único critério, descem 2,
então continua com MB o que tiver melhor média, calculada até às milésimas;
 E assim sucessivamente.

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9. Legislação importante:
g. ECD / Decreto-Lei n.º 75/2010, de 23 de Junho;
h. Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de Junho;
i. Despacho n.º 14 420/2010, de 15 de Setembro;
j. Portaria n.º 926/2010, de 20 de Setembro;
k. Despacho Normativo n.º 24/2010, de 23 de Setembro;
l. Despacho n.º 16 034/2010, de 22 de Outubro.
m. Despachos sobre quotas (enviado por mail, mas ainda não publicados em DR).

Lajeosa do Dão,
Escola EB 2,3 Prof. Dr. C. Mota Pinto, 27 de Dezembro de 2010

O Coordenador da Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho Docente

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