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► Resumo de Maquiavel

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dom 7 dez 1997 Autor:June Müller 118 Comentários » Home Filosofia Moderna e Renascimento, Livro Vasco Anúncios Google Maquiavel, Teoria e Ciência Política, Textos Introdutórios. URL CURTA: http://wp.me/pbJrC-l

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Resumo

Maquiavel

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► Resumo de Maquiavel
Índice I. Contextualização 1. Antiguidade Clássica 2. Pensamento Medieval 3. Sociedade de Maquiavel (1469-1527) Concepção de homem em Maquiavel 5. Concepção da História em Maquiavel 6. Concepção de Política em Maquiavel II. O Príncipe III. Comentários sobre a primeira década de Tito Lívio IV. Bibliografia Comentários (118) Niccolò Machiavelli por June Müller

I. Contextualização
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1. Antiguidade Clássica
1.1 Gregos: idéia da sociedade natural: homem é ser poítico: realiza-se pela vida na “polis“-vida em sociedade; o homem é um animal político. Polis: componente social e político. Como por exemplo em Aristóteles. 1.1.1 Não há conceito de indivíduo: o cidadão grego representa a síntese do social e do político: concepção holística, perfeição física, moral e estética. 1.1.2 Perspctiva dinâmica: movimento cíclico de dois termos 1.1.3 Pensamento dualista: mundo das formas ideais vs mundo real (um pálido reflexo do mundo ideal) Em Platão e no platonismo. 1.2 Helênicos: mantém a idéia da sociabilidade natural, mas a referência já não é a polis, mas a sociedade. 1.2.1 Surge a concepção de indivíduo: homem como unidade distinta, dotada de valor próprio no seio da universalidade humana. 1.2.2 Idéia do individualismo helênico: diferente do conceito de individualismo possessivo do pensamento moderno 1.2.3 Individualismo associado ao universalismo 1.3 Cristianismo primitivo: individualismo e universalismo se compõem na realização do projeto telelógico: a construção do reino de Deus, a salvação do homem e da humanidade. 1.3.1 Homem: acentua-se a idéia das contradições; dualidade: humano vs divino; material vs espiritual; pecado vs graça

2. Pensamento Medieval
2.1 Dualismo das concepções cristãs: a Cidade dos Homens (autoridade política) e a Cidade de Deus (poder divino) 2.2 Autoridade política: instrumento de Deus para a promoção da justiça e do bem: o seu exercício é humano, mas a sua origem e a sua finalidade são divinos. 2.2.1 Construir o Reino de Deus na Terra 2.2.2 Conduzir à salvação, corrigindo, como castigo e remédio, a natureza decaída do homem 2.2.3 Instituir e fortalecer a fé e a moral cristã 2.3 Obediência: é obrigação civil de ordem divina. Soberanos também têm limites de poder.

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2 Não é pensada no contexto da filosofia: passa a ser campo de estudo independente 6.4 Justiça é o que distingue tiranos dos suseranos legítimos 2.2.1. 2.2. se sucede e se repete fatalmente 5. sem se importar com valores éticos 4. incorpora a burguesia e subordina o proletariado incipiente 3.2 Itália não realiza unificação nacional: é um conglomerado de pequenas cidades.2. astúcia e coragem 4.3 Desenvolvimento do Estado Nacional: soberanos locais são absorvidos pelo fortalecimento das monarquias e pela crescente centralização das instituições políticas (cortes de justiça.5.1 Perspectiva cíclica. 2.1 A política não admite a teleologia cristã: o caminho da salvação.2 Suseranos também têm obrigações: seu poder não é ilimitado: são responsáveis perante Deus pela tarefa de instaurar o reinado da justiça e da piedade. mas grandes constelações de poderes locais autônomos. disputados pelo Papa. O conceito que melhor a define é o de comunidade e não de sociedade.4 Não incorpora a idéia da sociabilidade natural dos antigos 4. 5. 2.1 Suserano medieval: é um juiz e não um legislador. 5. 2.2 Política: é a atividade constitutiva da existência coletiva: tem prioridade sobre todas as demais esferas 2 de 8 7/5/2011 18:04 .2.6. Concepção da História em Maquiavel 5. articulados em redes de suserania e vassalagem 2.2 Vida política: tem regras e dinâmica independentes de considerações privadas.shtml 2.3 Isto só pode ser corrigido por acidente externo (fortuna) ou por sabedoria intrínseca (virtu) 5.1 Fragmentação do poder: não há Estado nacional com poder centralizado.2 Processo de ascensão do capitalismo: mercantilismo 3. filosóficas ou religiosas 6.6. burocracias e exércitos) 3.1 Cristandade em decadência: conflitos entre o poder divino (Igreja) e o poder temporal (Estado) 3.1.3 O homem não muda: não incorpora o dogma do pecado original: natureza decaída que pode se regenerar pela salvação divina. Alemanha.1 Lei: conjunto de costumes baseados no direito natural: inscritos pela fé no coração dos homens: consciência coletiva 2.2 Todo princípio corrompe-se e degenera-se 5.4. França e Espanha.1 Não é pensada a partir da ética nem da religião: rompe com os antigos e com os cristãos 6.1. assim.1 Homem possui capacidades: força.3. a construção do Reino de Deus entre os homens.► Resumo de Maquiavel http://www.4.2 Não manifesta perspectiva teleológica humanidade não tem um objetivo a ser atingido 5. Concepção de homem em Maquiavel 4.1.1 Política: é a esfera do poder por excelência 6.2. morais.3 Estamentos: códigos distintos de direitos e deveres: relações contratuais: contratos comunitários que obrigam mutuamente cada categoria social conforme o seu estatuto específico 3. de inspiração platônica 5.6 Ordem medieval: holística. Define-se.1.6.5 Justiça: definida pela lei 2. pessimista.1 Inglaterra e França: consolidam poder central 3.1 Racionalidade instrumental: busca o êxito. Concepção de Política em Maquiavel 6.2 Homem é vil.1 Tudo se degenera. Sociedade de Maquiavel (1469-1527) 3.2 Natureza humana: 4.4 Estado absoluto: preserva a ordem de privilégios aristocráticos (mantendo sob controle as populações rurais). mas é capaz de atos de virtude 4.1 Homem medieval: deve obedecer ao governo terreno até o limite do governo divido.4.4.2. a diferença entre um suserano e um tirano. através da idéias de justiça.2 Sociedade hierárquica: papéis sociais são definidos por origem 2.consciencia.2.3 Mas não se trata da virtude cristã 4.3.estado rivais. tem natureza moral e religiosa.2.1 Política: pela primeira vez é mostrada como esfera autônoma da vida social 6.2 Também não pensa a história sob a perspectiva dos modernos: não menciona a idéia do progresso à estrutura cíclica 6.org/maquiavel.1 Cálculo de custo/benefício: teme o castigo 4.

2. a todo momento.4. II.2.4 Virtu: qualidades como a força de caráter. Maquiavel analisa a sociedade de maneira fria e calculista e não mede esforços quando trata de como obter e manter o poder. em lugar de mercenários 8. 6. o Estado é o fim: e os fins justificam os meios 8.2 Sua única finalidade é a sua própria grandeza e prosperidade 7. “O Príncipe”: não se destina aos governos legais ou constitucionais 8.3 “O Príncipe”: não há considerações de direito. a habilidade no cálculo.3 Fortuna: contingência própria das coisas políticas: não é manifestação de Deus ou Providência Divina 6. Nicolau Maquiavel mostra a sua preocupação em analisar acontecimentos ocorridos ao longo da história. *capítulo XII a XIV: discussão da análise militar do Estado. Maquiavel mostra. *capítulo XX a XXIII: conselhos de especial intersse ao Príncipe.2.2. através de claros exemplos.1 Exércitos nacionais permanentes.3 Política é a forma de conciliar a natureza humana com a marcha inevitável da história: envolve fortuna e virtu. mas apenas de poder: são estratégias para lidar com criações de força 8. *capítulo XXIV a XXVI: reflexão sobre a conjuntura da Itália à sua época Na primeira parte (cap.5 Teoria da cultura política: religião nacional.I a XI).7 Teoria das relações internacionais: 8.3 Daí a idéia de “razão de Estado”: existem motivos mais elevados que se sobrepõem a quaisquer outras considerações.2.1 Estado: regulariza as relações entre os homens: utiliza-os nos que eles têm de bom e os contém no que eles têm de mal 7. a astúcia. defesa externa e ordem interna 8.1 Pode desafiar e mudar a fortuna: papel do homem na história 7.2 A tirania é uma resposta prática a um problema prático 8. Concepção de Estado em Maquiavel 7.► Resumo de Maquiavel http://www.4 Tanto na política interna quanto nas relações externas. *capítulo XV a XIX: estimativas sobre a conduta de um Príncipe.7.1 Não define Estado: infere-se que percebe o Estado como poder central soberano que se exerce com exclusividade e plenitude sobre as questões internas externa de uma coletividade 7. coeso e duradouro? Ou como adquirir e manter principados? 8. a dominação 3 de 8 7/5/2011 18:04 .3 A guerra é a verdadeira profissão de todo governante e odiá-la só traz desvantagens. igual massa de bem e de mal: do seu jogo resultam os eventos (e a sorte) 6. que podem ser agregados em cinco partes.2 Estado: está além do bem e do mal: o Estado é 7. inclusive à própria lei 7. costumes e ethos social como instrumentos de fortalecimento do poder do governante 8. O Príncipe Em sua obra “O Príncipe”.3.1 Questão: como constituir e manter a Itália como um Estado livre. limites à tributação e respeito à propriedade privada 8.1 Há no mundo. a inflexibilidade no trato dos adversários 6. de modo a compará-los à atualidade de seu tempo “O Príncipe” consiste de um manual prático dado ao Príncipe Lorenzo de Médice como um presente.7.2 Conquista. a importância do exército. a saber: *capítulo I a XI: análise dos diversos grupo de pricipados e meios de obtenção e manutenção destes. o qual envolve experiência e reflexões do autor. a coragem militar.4 Teoria das relações públicas: cuidados com a imagem pública do governante 8.consciencia.7. A obra é dividida em 26 capítulos.6 Teoria da administração pública: probidade administrativa.org/maquiavel.shtml 6.

que . como diria Weber. que são: a monarquia. pode-se considerar Maquiavel como sendo. habitualmente. ou de ao menos mantê-la. indubitavelmente. desde a violação de leis e costumes e tudo 4 de 8 7/5/2011 18:04 . No entanto. como medida de precaução à revolta popular. quando se considera o interesse oculto de quem os dá.► Resumo de Maquiavel http://www. o consentimento da prática da violência e de crueldades. tornar-se clara a falha do exercício do poder de quem a corrompe. o modo em que encontrará mais serventia em pessoas que originalmente lhe apresentavam suspeitas em contrarpatida às primeiras que nele depositavam confiança.ao menos não se julga. o que justifica suas perceptíves semelhanças com o primeiro. colônias. O Estado é. devendo o soberano apenas evitar o ódio. seu propósito não é sempre impecavelmente atingido.XII ao XIV). Em seguida. justo ou injusto. em certas ocasiões. Na última parte. É claro. já que estes. a ser possível ser corrigido somente via acidente externo (fortuna) ou por sabedoria intrínseca (virtu). Se isso ocorrer. vê-se a necessidade de uma certa versatilidade que deve adotar o governante em relação ao seu modo de ser e de pensar a fim de que se adapte às circunstâncias momentâneas-”qualidades”. chega-se à conclusão de que a sua melhor forma seria o equilíbrio. é dito que não há nada pior do que a deixar ser desrespeitada. em que o autoro claramente se coloca em favor desta. ainda. neste ponto. Maquiavel foge de sua análise propriamente “maquiavélica” na forma de um apelo à família real. como deve agir para obter confiança e maior estima entre seus súditos. o que o distingue de “O Príncipe” é a análise detalhada da república. Assim.shtml completa do novo território através de sua estadia neste. segundo Aristóteles. e da sua boa imagem em face aos cidadãos e Estados estrangeiros. de respeito perante aos demais países/nações. mistas e nacionais. Maquiavel acredita. haver uma possibilidade de fazer-se justiça com relação a todos os integrantes de uma sociedade ou grupo de extensão considerável. foi escrito por Maquiavel quatro anos após haver concluído “O Príncipe”. tanto ao Príncipe quanto aos seus seguidores. estes. Três que podem evoluir para o despotismo. oligarquia e anarquia.consciencia. No entanto. de modo que esta adote resoluções em favor da libertação da Itália. como também é conhecida a referida obra.org/maquiavel. em conjunto. conclui-se ser tamanha a complexidade organizacional de um Estado. constituem três espécies. principalmente. As leis são estabelecidas nas práticas virtuosas da sociedade e com o cuidado de não repetir o que não teve de êxito. de forma a torná-lo forte. tudo é válido. então. ali. onde se encaixa perfeitamente seu tão famoso postulado de que “os fins justificam os meios” como os pontos mais importantes. a apontar suas principais características observadas no decorrer da história e modos de melhorá-la. um pensador indutivo-utiliza-se de inúmeros exemplos históricos com o fim de sustentar suas afirmações. assim. Terminada a breve exposição dos principais temas abordados no livro “O Príncipe” aqui sintetizado. que todos princípios corrompem-se e degeneram-se. A obra é começada com a citação da origem das cidades. definido como o poder central soberano. mostram-se não tão eficazes quanto “defeitos”. tornam-se próprias virtudes. constata-se um questionamento das utilidade das fortalezas e outros meios em vistas fins de proteção do Príncipe. nesse caso. é o monopólio do uso legítimo da força. muito mais complexa do que se pode teorizar. a importância da boa escolha de sesu ministros. Tal equilíbrio pode manter-se através das próprias discordâncias entre o povo e o Senado. portanto. Comentários sobre a primeira década de Tito Lívio “Discursos”. da república à tirania. As repúblicas nascem com o surgimento das cidades e. como afirma o autor. da temeridade dele perante a população à afeição. A voltar-se às espécies de repúblicas. Do capítulo XV ao XIV. respectivamente. que trata da sucessão entre ascendência e decadência. a formar um ciclo vicioso. representam e lutam pelos interesses gerais do Estado. governável e próprio de orgulho por suas partes e. Já na segunda (cap. III. par ter-se como consequência não um país justo no sentido próprio da palavra. e destaca a importância da guerra para com o desenvolvimento do espírito partriótico e nacionalista que vem a unir os cidadãos de seu Estado. a estrangeiros que querem assegurar o território conquistado. em se tratando de Estado.mas estável. raramente úteis. reflete sobre os perigos e dificuldades que tem o Príncipe com suas tropas. Por isso. o que certamente propiciaria um meio sadio e mais tranquilo de viver-se. de modo a evitar possíveis conspirações. dito como ser a “justa medida”. que podem estabelecer-se devido a um grupo de cidadãos juntar-se a visar maior segurança. ou mesmo a fim de exaltar-se a glória do Príncipe. dominada então pelos bárbaros. Em contrapartida. aristocracia e despotismo. da utilização da força sobeposta à lei quanto disso dependeram condições mais favorárveis ao seu desempenho. a necesidade da eliminação do inimigo que no país dominado encontrava-se e como lidar com as leis pré-existentes à sua chegada. que se recorre a todo e qualquer meio. de modo a obter resultados satisfatórios. já que os interesses são os mais variados-. que abrange os três capítulos finais. a estabelecer. o pessimismo de como a sociedade é vista por Maquiavel: é a dialética de dois termos. compostas de forças auxiliares. mesmo porque a realidade não segue regras e é. e uma espécie de guia sobre o que fazer com os conselhos dados.

também. como conforto à população. o Estado poderá manter-se. ela deve-se instituir por período limitado. também. de modo a aumentar a chance de ter-se. os fins justificam os meios. 3a ed. consoante o autor. Anúncios Google Maquiavel Vasco Veja todos os textos do autor June Müller (5 posts) Livro Resumo Tags:animal político. em ocasiões excepcionais.0 por 2 pessoas [?] Os nossos leitores gostaram igualmente de Crítica a Maquiavel Jean-Jacques Rousseau – resumo. consecutivamente. conclui-se. Assim. ____________________. se. Com relação à política de defesa. bons governos. 102p. resumo de maquiavel Deixe um comentário Name (required) Mail (will not be published) (required) 5 de 8 7/5/2011 18:04 . de modo a não se corromper e deve existir até quando o motivo o qual a fez precisar-se for eliminado. pode ser estrategicamente obtido através da sucessão dos governantes. de extrema importância saber-se a hora própria para instituir-se a ditadura. Maquiavel. Avaliado 5. maquiavelismo. assim. 1994. A religião é. sob a visão de Maquiavel. Platão. MAQUIAVEL. pois é de sua exclusiva competência formar um exército próprio para a defesa da nação. Nicolau.shtml mais que for necessário para atingirem-se as consequências visadas: os fins justificam os meios. Se se intercalar os virtuosos com os fracos. Brasília. consultar as tradicionais instituições do Estado. Nessa visão de poder do Estado. Após uma análise teórica e comparativa-em termos históricos-é colocada ainda a importância da fortuna. é clara a importância da religião. desse modo. cita a importância das república. essência e aparencia maquiavel. Teoria e Ciência Política. Bibliografia 1. que. é notada um clara incompetência por parte do soberano. A forma que se é administrado um Estado deve adaptar-se ao seu contingente populacional. a estar disposta até mesmo a conceder sua vida em busca destes. e não as pessoas às suas leis. fichamento. então. aristocracia. Textos Introdutórios.consciencia. Destarte. É. IV.► Resumo de Maquiavel http://www. O êxito de uma república. dois ruins sucederem-se. o autor define o papel do homem na história: desafiá-la.org/maquiavel. que anda sempre em busca de ideais. filosofia política. 2. O Príncipe. já que nela os próprios cidadãos escolhem seus governantes. é necessária a fim de tomarem-se decisões rápidas. EdUnB. Tudo sobre:Filosofia Moderna e Renascimento. Comentários sobre a primeira década de Tito Lívio. a qual tem contingência própria e o poder de mudar os fatos. 2a ed. um instrumento político-é usada de modo a justificar interesses os mais peculiares e. racionalidade. 1992. Aristóteles. diferentemente. resumo. Com base na teoria do equilíbrio. o segundo governo não poderá utilizar-se dos bons frutos do governo anterior. Mas. já que. mas que seja duradouro. Contudo. ou apenas um. 436p. a observar-se que a combinação das já existentes pode mostrar-se muito mais eficiente. Brasília. que o ideal é que se estabeleça um meio termo entre as formar de governo a serem adotadas. onde há pessoas e não um exército. a ruina do Estado será inevitável. pensamentos de maquiavel. cristianismo primitivo. EdUnB. pois em nome dela são feitas valer muitas causas em favor do Estado. 2010. a dispensar. biografia e pensamentos Breve comentário sobre a teoria de Thomas Hobbes Metafísica de Aristóteles: O ser se diz de vários modos A EVOLUÇÃO DA METAFÍSICA E A CRÍTICA KANTIANA O ABSOLUTISMO NO OCIDENTE E NOVOS FATORES POLÍTICOS EUROPEUS AS GUERRAS DE RELIGIÃO E A LUTA PELA HEGEMONIA EUROPÉIA Material Didático de Filosofia para o Quinto Ano /2 Invasões e Guerras na Idade Média – História da Civilização Última Modificação: 24 nov.

2010 at 17:14 .► Resumo de Maquiavel http://www. Páginas: [12] 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 … 1 » Show All Buscas Relacionadas: re sumo do príncipe Maquiavelre sumo do livro principe de maquiavel0- 6 de 8 7/5/2011 18:04 .consciencia. 111 Jackson de Andrade Melo Says: junho 19th.org/maquiavel.php?banid=8574&campid=2192. questão de lógica.109&siteid=273 use a pesquisa e compre. Aguardo Resposta. porém gostaria de adquirir o livro.Como adquirir o livro ” O PRINCIPE ” de Maquiavel.afilio. 2010 at 20:04 logo. Aguardo Resposta. 114 play Says: agosto 8th. 2011 at 20:47 maquiavel é doido 117 manoedson costa de souza Says: fevereiro 8th.br/tracker. Muito bom o resumo.com. 2010 at 8:36 muiot bom hé hé hé!!!!!!!!!!!!!! alcylleny 115 Miguel (admin) Says: agosto 8th.Como adquirir o livro ” O PRINCIPE ” de Maquiavel. 2010 at 19:50 vcs sao uns otarios da filosofia tenho apenas 13 anos e sei tudo q esta nesssa pagina 113 Miguel (admin) Says: junho 19th. como tu sabes.shtml Website 118 Comentários para “► Resumo de Maquiavel” Páginas: [12] 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 … 1 » Show All 118 jessica ventura Says: maio 5th. 2010 at 17:22 Vai neste link: http://v2. Abs 112 Jackson de Andrade Melo Says: junho 19th. o otário é voce. 2010 at 17:16 . 116 alcylleny Says: outubro 22nd. 2011 at 21:39 que procuramos buscar sempre a essência da nossa vida.

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