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Como Fazer uma Monografia (TCC) de Acordo com Todas as Normas da ABNT

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MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS LISTA DE ABREVIATURAS A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, fixou a norma NBR-10522 em outubro de 1988 com o objetivo de uniformizar abreviaturas, em português, na redação de documentos em geral, especialmente monografias, conforme alguns exemplos apresentados no quadro a seguir: TERMOS ABREVIATURAS
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abril abr. acompanhamento acomp. adaptação adapt. adaptado (a) adapt. adaptador adapt. agosto ago. altitude alt. anônimo anôn. artigo art. autor (es) A., AA. bibliografia bibliogr. capítulo (s) cap. citação cit. citado (a) cit. co-edição co-ed. coordenador (a) coord. datilografado datil. dezembro dez. dicionário dic. direção, diretor (a) dir. dissertação diss. e outros et.al. e seguintes (et sequens) et.seq. edição, editado(a), editor (a) ed. encadernação, encadernado(a) enc. enciclopédia encicl. fac-similar, fac-símile (s) fac-sim, fac-sím. fevereiro fev. figura fig. folha f. folha de rosto f. rosto folheto folh. fotografia (s) fot. glossário gloss. governo gov. gráfico (s) graf. gravado, gravador (a) grav. gravura grav. hora h.

revisado. idem id. ex. reproduzido reprod. não numerado não numer. pseudônimo pseud. observação obs. nota do tradutor N. rosto paginação pág. numerado numer. processo proc. publicado publ.Red. novembro nov. isto é i. resumo res. cit.Trad.cit. março mar. nota da redação N. parte pt. por exemplo p.Ed.Trad.Red. número n. manuscrito ms. julho jul. introdução intr. imprensa. ilustração. janeiro jan. organizador(a) org. nota do redator N. nota do editor N. outubro out. segundo s. relatório relat. . página de rosto p. impressão impr. referência ref. reimpressão reimpr. professor (a) Prof. não paginado não pag. página p. século séc.A. revisor (a) rev. lugar citado loc. obra citada op.e. pesquisa pesq. nota da tradução N. indexado index. índice ind. reprodução. organização. nota do autor N. ilustrado (a) il. junho jun. prefácio pref.                                                  ibidem (no mesmo lugar) ibid. original orig. publicação. seguinte seg.

título tít. (sine nomine) separata sep. Aliás. Chega o dia em que todos os cursos superiores farão essa exigência. possam encontrar subsídios que os permitam encontrar os parâmetros minimamente necessários para essa empreitada. volume (s) v. tipográfico tip. INTRODUÇÃO Desde 1984. como é o caso da monografia. sem lugar de publicação s. a exigência da elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). tipografia. (sine loco) sem nome de editor (a) s. humildade científica para perceber que o conhecimento é algo tão amplo que nos torna muito pequenos diante do que há para saber. como. série ser. Objetivos específicos da pesquisa. Vol.d.. por exemplo. tradução.n. ver também v. Destarte. setembro set. Objetivos gerais da pesquisa. explicitando os motivos que o levaram a abordagem do assunto. O projeto deverá conter.                 sem data s. 2 PROJETO DE PESQUISA A fase inicial do trabalho é a elaboração de um projeto de pesquisa. tanto os alunos que devem elaborar sua monografia. xerografia. uma monografia. não é exclusiva do curso de Ciências Econômicas senão que. É sabido que a elaboração de um trabalho científico. atual Conselho Nacional de Educação. É no projeto que o aluno diz como chegou a origem do problema.n. cujo objetivo é a elaboração um estudo que possibilite ao aluno utilizar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. exige de seu autor uma boa dose de determinação e de humildade científica. tradutor (a) trad. as seguintes partes:    Identificação do tema e do problema da pesquisa. em função da resolução 11/84 do Conselho Federal de Educação.l. (sine nomine) sem nome de publicador (a) s. foi instituída a obrigatoriedade da elaboração de uma monografia como trabalho de conclusão do curso de Ciências Econômicas. Nele serão definidos o tema e o problema a serem analisados. veja tambem. este manual tem por objetivo contribuir de tal sorte que. tb. faz parte de diversos currículos para diferentes cursos. tabela (s) tab. vocabulário vocab. . xerográfico (a) xerogr. na medida do possível. tomo t. sumário sum. quanto seus professores orientadores. Determinação para não esmorecer em nenhuma etapa do trabalho e.

Temas sem importância se transformarão em monografias sem importância. e. Enfim. Cronograma de atividades.1 Tema O tema é. indicar contatos e bibliografia a ser consultada. 2. ou seja.1 Identificação do tema e do problema de pesquisa 2. Finalmente. como de lucratividade. transformado em um problema delimitado e específico. carente de respostas. Assim. o problema pode analisar de que forma a administração das finanças interfere no desempenho da empresa. liminarmente. o tema escolhido deve ser algo que o aluno e seu orientador julguem de real importância no cenário científico. o projeto de pesquisa deve ser encaminhado ao professor orientador. que antecede a hipótese.2 Problema Identificado o tema.      Teorias e conceitos a serem utilizados. sim. tanto maior será o interesse da comunidade em relação à monografia. Por outro lado. Por exemplo. tanto do ponto-de-vista de custos. mas que a forma de tratá-lo. especificamente. Deve-se evitar temas sobre os quais não se tenha esse predicado. A primeira coisa a se fazer é buscar um tema pelo qual se tenha uma forte atração. se o tema trata de finanças. Métodos e técnicas a serem utilizadas. deve-se atentar para a originalidade do tema. cuja solução deverá acontecer por meio de pesquisa e.1. o assunto no qual o aluno trabalhará. Hipóteses da pesquisa. Em outras palavras. Bibliografia sugerida ou a ser consultada. 2. etc. Referências bibliográficas do projeto de pesquisa. até porque quanto maior for o grau de originalidade. Cabe salientar a importância do projeto de pesquisa no processo de produção da monografia porque ele permite ao aluno definir e planejar o caminho que pretende seguir no desenvolvimento de seu estudo. se esse raciocínio é valido para qualquer tipo de empresa ou somente para as de médio porte.1. é importante que o professor orientador se reúna. com seus orientados para:    comentar o projeto de pesquisa. os instrumentos e a estratégia a ser adotada. O problema de pesquisa deve ser entendido como uma espécie de indagação. Isso não significa necessariamente que o tema deva ser absolutamente original. de experimentação. o problema deve ser suficientemente interessante . o que. a escolha do tema é fundamental para que o aluno trabalhe com afinco e determinação. A importância do tema tanto pode levar a elaboração de uma monografia de cunho eminentemente teórico. se possível. este deve ser problematizado. o mais rapidamente possível. quanto prático. depõe contra o trabalho. definir o plano de trabalho para o ano letivo. é no projeto de pesquisa que se explicita as etapas. Nesse sentido. para análise e eventuais alterações e/ou correções. A seguir.

os objetivos gerais de uma pesquisa devem tratar de uma visão panorâmica sobre um determinado problema comum a várias situações. regional.1 Algumas sugestões para a escolha do tema e sua problematização: Estudos conjunturais Os estudos conjunturais são elaborados a partir de modelos macroeconômicos. Estudos de mercado Analisam um conjunto de variáveis que caracterizam a procura e/ou a oferta de mercado de um produto ou de uma linha de produtos.1. quanto avaliar a possibilidade de utilização ou rejeição de soluções já confirmadas em outros momentos. ao longo da pesquisa o pesquisador deverá ter o cuidado de basear seu estudo dentro de uma ou mais linhas teóricas de modelos de crescimento ou de desenvolvimento econômico. Estudos sobre o crescimento ou desenvolvimento econômico Analisam séries de tempo. 2.3 Objetivos específicos da pesquisa . ou no contexto vinculadas com sua aplicação prática. recessão ou estagnação. em nível local. setorialmente. Em outras palavras. regional. 2. Tais informações auxiliarão o pesquisador não só a dimensionar o problema através da comparação com sua incidência em âmbito mais geral. trata-se de identificar a sua ocorrência em âmbitos mais gerais do que aquele que foi dimensionado pela pesquisa. ou "cross section". sem as quais o trabalho perde seu caráter científico. 2. a analise e a interpretação das fases de crescimento. Portanto.2 Objetivos gerais da pesquisa Ao definir o objetivo geral da pesquisa o aluno deve demonstrar que está bem informado quanto ao problema que pretende pesquisar relacionando-o em seus aspectos os mais generalizáveis. individualmente. Importante lembrar que. b) distribuição espacial dos vários setores da atividade econômica em nível local.e que possa propor diferentes explicações para suas causas. Estudos setoriais Tratam do levantamento e análise de um conjunto de variáveis que caracterizam um setor econômico específico. assim como relacionar as diferentes formas de soluções adotadas para o encaminhamento da resolução do problema em questão. Eis alguns exemplos de estudos setoriais: a) levantamento e análise de setores da atividade econômica. num período dado de tempo. como por exemplo. o que acabará por ensejar as hipóteses a ser verificadas. nacional ou internacional. nacional e internacional. tais como a evolução da taxa de crescimento da economia brasileira como um todo ou.2.

como por exemplo. Dessa forma percebe-se que a hipótese é uma espécie de proposta de solução de um problema a ser investigado e ela pode ser.Quando da definição dos objetivos específicos de sua monografia. MARCONI. destinada a ser provada pela comprovação dos fatos" (ANDER-EGG apud LAKATOS. 1991: 123). Assim. 1991: 123)."A hipótese de trabalho é a resposta hipotética a um problema para cuja solução se realiza toda a investigação" (BOUDON. Sabe-se de várias . 2. LAZARSFELD apud LAKATOS. Finalmente. . . Na verdade. que o nível de emprego caiu em certa época ou período definido pelo pesquisador. trata-se de uma espécie de memória científica dos assuntos que foram tratados durante o curso de Ciências Econômicas. GIL (1998). então poderá ocorrer ‘B’ ".6 Métodos e técnicas A falta de prática da pesquisa científica torna a escolha dos métodos e das técnicas um dos pontos frágeis para o desenvolvimento da investigação acadêmica. dará a necessária sustentação ao trabalho. Aliás. ao final. há as hipóteses que tratam da freqüência de acontecimentos.4 Teorias e conceitos a serem utilizados na pesquisa Todo trabalho científico baseia-se em teorias e conceitos. quando Max Weber diz que a ética protestante acabou contribuindo para a formação do espírito capitalista. até porque é mais limitada e claramente definida e cujo escopo é dar respostas para questões do tipo "por que" ou "para que" ou "para quem" se destina à pesquisa. por exemplo. 2. lembra que há hipóteses casuísticas. MARCONI. isto é as que garantem que alguma coisa ocorre em determinado caso. verdadeira ou falsa. tais como: países economicamente desenvolvidos apresentam baixos índices de analfabetismo. 2. Sua principal contribuição é sugerir explicações para os fatos objeto da pesquisa. a argumentação não pode e não deve prescindir do embasamento teórico-conceitual. GIL (1988) nos lembra das hipóteses que relacionam determinadas variáveis. Note-se que agora a situação é mais particular que no item anterior. Funciona como uma espécie de alicerce da obra.5 Hipóteses da pesquisa Definir o que é uma hipótese não é tarefa simples. tais como as que estão presentes em pesquisas econômicas como. Em outras palavras é uma relação do tipo "se temos ‘A’. ."hipótese é uma proposição enunciada para responder tentativamente a um problema" (PARDINAS apud LAKATOS. Ainda uma vez. por sua vez. Na verdade. Assim. que."A hipótese é uma tentativa de explicação mediante uma suposição ou conjuntura verossímil. diversos autores buscaram defini-la através de suas principais características. o desenvolvimento da monografia pressupõe o domínio e a compreensão dessas teorias e conceitos por parte do aluno. Toda pesquisa deve ser precedida desse embasamento teórico-conceitual. MARCONI. 1991: 123). o aluno deve preocupar-se com as particularidades de sua pesquisa ou do caso que está estudando.

enquanto que a tática (recursos técnicos) adequada permite ganhar uma batalha. através do uso da razão. 1986: 8). São eles: o método indutivo e o método dedutivo. Comparativamente pode-se dizer que método corresponde à estratégia de uma atividade ao estabelecer quais as etapas a serem vencidas ordenadamente para que se alcance um fim. inicialmente é necessário estabelecer a estratégia para depois utilizar a tática. ordenadamente dispostas. via de regra. então esse conhecimento. . haverá uma mais adequada do que as demais" (GALLIANO. antes disso. Cabe lembrar ao aluno que se torna pouco útil o acesso aos diversos tipos de recursos tecnológicos (computadores. a serem vencidas na investigação da verdade. ele não souber planejar e decidir o que quer pesquisar. 1986: 6). Galliano sugere de forma bastante sintética. cabendo ao homem descobri-la. . sob a forma de teoria. no universo. Ela se elevaria dos fatos às leis científicas. métodos e técnicas são tão próximos e complementares que. enquanto que a técnica corresponde à tática quando indica o como fazer. entre elas. costuma fazer uma classificação interessante ao estabelecer distinções entre os métodos de abordagem e os de procedimento. Em Economia pode-se exemplificar a indução dizendo que: o aumento da carga tributária reduz a renda disponível e logo a demanda. o que por sua vez ajudaria a conter a inflação. cujas etapas facilitam atingir o objetivo almejado. 1986: 6). ou seja. porém. Por exemplo: na guerra pode-se dizer que a adoção de uma estratégia (planejamento) acertada pode levar à vitória.definições utilizadas para expressar o que significam. Assim sendo. "um mesmo método permite a utilização de técnicas distintas. que "método é um conjunto de etapas. porém. científica ou industrial) que utiliza instrumentos ou materiais considerados importantes para cumprir as etapas planejadas. Galliano (1986). bibliotecas) para o desenvolvimento de sua monografia se. na realidade. se caracterizam por abordagens mais amplas. No caso das pesquisas científicas. no estudo de uma ciência ou para alcançar determinado fim" (GALLIANO. poderá ser generalizado a outras circunstâncias semelhantes (portadores do vírus HIV). Por exemplo: a necessidade de controlar o vírus HIV objetivando encontrar solução para os portadores de AIDS. restrito à situação da pesquisa. Portanto. arte ou ofício" (GALLIANO. diz que "técnica é o modo de fazer de forma mais hábil algum tipo de atividade. Para ela: Métodos de Abordagem são aqueles que tratam o problema de pesquisa em nível de abstração mais elevado.1 Métodos de abordagem e de procedimento Eva Maria Lakatos (1991). considera-se que existe verdade nas coisas. Há autores que consideram a indução como sendo responsável pelo conhecimento por experiência ou experimentação. alguma delas conseguir controlar o problema através de experimentações e de comprovação. dentre as hipóteses de solução existentes. compreendida por um conjunto de operações (artística. método é entendido como uma espécie de planejamento.6. são confundidos. Dessa maneira.Método indutivo é assim denominado devido ao fato de que a investigação de coisas particulares podem conduzir ao conhecimento de uma verdade geral. 2. uma estratégia para alcançar um determinado resultado que pressupõe um ordenamento seqüencial. Se. para construir o conhecimento científico nas diferentes áreas. Por outro lado. Isto porque.

Método estatístico: é o que busca reduzir os fenômenos econômicos. Métodos de Procedimento são responsáveis pelo desenvolvimento de etapas mais concretas da pesquisa. Jornais. 2. São elas que permitem o autor decidir "como fazer" seu trabalho. é possível verificá-las em uma circunstância semelhante (situação que está sendo estudada).. Uma dessas técnicas é a pesquisa documental onde o aluno poderá usar dados primários ou secundários na elaboração de sua monografia. para predizer a ocorrência em fenômenos específicos. portanto. São eles: Método Histórico. Normalmente é usado em observações de largo alcance. Dieese). Exemplo: todas as empresas capitalistas buscam maximizar os lucros.2 Técnicas As técnicas compõem o conjunto de procedimentos que serão utilizados na elaboração da monografia. do comércio). . Como a Exxon é uma empresa capitalista. Pode ser usado tanto para comparar conjuntos no presente. Dessa forma. ocorrência ou significado. há as fontes de dados secundários. . Método Comparativo. Seria a tentativa de solucionar problemas com o auxílio de teorias e leis. . então ela maximiza lucros. As técnicas se distinguem do método porque um mesmo método permite a utilização de várias técnicas. Banco Central). Sindicatos patronais ou de empregados. seguem-se alguns exemplos:   Obras escritas ou eletrônicas. Método Estatístico. Trata-se de uma cadeia de raciocínios que considera uma fórmula geral como referência para explicar uma situação particular (especial). . Alem disso. tais como o desenvolvimento da sociedade capitalista ou de diferentes fases da atividade econômica. daí a importância de compreende-los a partir de suas raízes. Secretarias. Federações (da indústria. são mais explicativos e menos abstratos. Seguem-se alguns exemplos de fontes de dados primários:      Bibliotecas públicas ou particulares.6. o que permite comprovar as correlações dos fenômenos e obter generalizações sobre sua natureza. quanto no passado ou entre os atuais e os antigos. Fundações (Fipe. através da utilização do raciocínio lógico dedutivo ou demonstrativo. comprovadamente reconhecidas.Método histórico: parte do princípio que os fenômenos atuais têm sua origem determinada no passado. sociológicos ou políticos a termos quantitativos e de manipulação estatística. Órgãos do governo (Ministérios.Método comparativo: realiza comparações com o propósito de verificar semelhanças e explicar diferenças. torna-se possível verificar as formas atuais do fenômeno e detectar-lhes possíveis influências sofridas ao longo do tempo. Nesse sentido.Método dedutivo é assim denominado porque demonstra que de uma ou de várias proposições tidas como verdadeiras (teorias científicas comprovadas).

Outra técnica é a entrevista. No processo argumentativo. 2. uma estrutura composta pela introdução. clareza e encadeamento lógico a respeito de um tema de relevância social e científica" (HÜBNER. No caso do curso de Ciências Econômicas. O fato de indicar uma obra. vale ressaltar que as monografias exigidas dos estudantes de graduação são mais simples e menos especializadas que as anteriores.7 Cronograma de atividades Quando da elaboração de um projeto de pesquisa deve-se informar qual será o cronograma de atividades. Evidentemente. pelo desenvolvimento e pela conclusão do tema. o contato direto do pesquisador com seu informante. A monografia consiste num processo dissertativo para a explanação de idéias sobre um determinado tema devidamente problematizado. todo trabalho científico apresenta.seu objetivo é o de informar. é um trabalho exigido legalmente desde a Resolução 11/84 do então CFE. 1998:20).8 Referências bibliográficas do projeto de pesquisa Todas as obras e dados consultados para a elaboração do projeto de pesquisa deverão constar do mesmo. o autor deve expor as idéias sobre as quais tem amplo domínio . o questionário é muito interessante para a pesquisa de campo e pode conseguir dados para a análise estatística ou econométrica. a intenção do autor é mais abrangente. técnica bastante utilizada nos estudos de caso. normalmente. Destarte. não significa que esta será. 3 MONOGRAFIA A palavra monografia (monos graphéin) nos sugere a elaboração de um texto elaborado por uma única pessoa. utilizada. obedecendo o padrão recomendado neste Manual no item 5. como nos lembra Hübner. Internet. . A entrevista pode ser dirigida ou livre. é condição necessária que a monografia tenha "precisão. 2. até porque as dissertações e as teses são exigências dos cursos de pósgraduação strictu sensu. ou seja. No processo expositivo. necessariamente. Assim. porque ele busca convencer o leitor sobre a correção de sua hipótese.  Revistas.9 Bibliografia a ser consultada Neste item incluem-se as obras e as fontes que poderão ser utilizadas durante a elaboração da monografia e não só do projeto de pesquisa. de acordo com as necessidades do pesquisador. explicitando as etapas e as datas em que serão executadas. 2. Assim como uma dissertação de mestrado ou uma tese de doutoramento também são trabalhos monográficos. Por sua vez. O objetivo é conseguir informações diretas que corroborem na execução do trabalho. o processo dissertativo se subdivide em dois: expositivo e argumentativo.

deve-se abrir um novo parágrafo. em que não há condições de identificar a autoria do texto.Devem ser usadas palavras adequadas. Precisão . Isto não impede que sejam citados trabalhos didáticos quando eles oferecem contribuições originais. A partir dos anos 50. É indispensável citar a fonte de onde foi extraída a citação. 4. 4. Exemplos: Este trabalho procura demonstrar / Este trabalho procura abordar / Esta monografia tem como objetivo / O objetivo deste trabalho / Este trabalho tem o intuito de / O presente trabalho visa mostrar / Este trabalho foi elaborado para testar. deve-se evitar palavras com sentido impreciso.Deve-se utilizar vocabulário de uso corrente. indicando. Caso o nome do autor venha declarado no texto. "parece-me". Nestes casos. e. O capitulo I descreve / mostra / analisa / examina / investiga. Portanto devese evitar expressões como "eu penso". deve-se preferir a ordem direta dos termos na oração. Nas citações originárias de revistas e/ou jornais. seu número e/ou data de publicação. informativa e técnica. é aconselhável consultar o original. sem ambigüidade e duplo sentido. cita-se a revista e/ou o jornal. o sobrenome do autor (maiúsculas). rotineiros ou de domínio público. que reproduzam em forma resumida os trabalhos originais. .4 REDAÇÃO DA MONOGRAFIA 4.1 Estilo de redação A linguagem científica caracteriza-se por ser impessoal. entre parênteses. deve-se evitar períodos muito longos.2 Cuidados com a redação Deve-se tomar alguns cuidados na redação da monografia. como as monografias e apostilas.As idéias devem ser expostas explicitamente. entre parêntesis. / procura demonstrar. tais como: Simplicidade .3 Citações As citações são partes de textos utilizados na pesquisa bibliográfica e tem como função reforçar e/ou completar a idéia do pesquisador. Os alunos podem e devem consultar trabalhos didáticos para verificar como outros autores desenvolveram seus temas. "como todo mundo sabe". coloca-se o ano da publicação e o número da página. Um parágrafo exprime uma unidade de raciocínio e quando esta muda. verificou-se no Brasil / Os dados mostraram que / Este argumento evidencia / Como foi demonstrado / com os dados da tabela 5 conclui-se que. Clareza . bem como a publicações de natureza didática. Deve-se evitar as citações referentes a assuntos amplamente divulgados. ano da publicação e o número da página (estes dois separados por "dois pontos").

Então a referência ao autor será feita citando-se seu sobrenome em maiúsculas. fórmulas científicas ou trechos de obras. Importante lembrar que a citação de citação só deve ser utilizada em casos extremos. com o título REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS alinhado à esquerda. Sobrenome do (s) autor (es). A citação indireta é a reprodução das idéias de um autor citado. em página separada..segundo PEREIRA apud CAMARGO. 3. com início sob a linha anterior. Número da edição. Ocorre quando o pesquisador encontra uma citação dentro de uma obra que está consultando (portanto. pensa que. leis. em letras maiúsculas. ELEMENTOS DAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Seguindo as determinações da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. 2. O ideal é consultar a própria fonte. que permitem a identificação de qualquer documento: 1. 4. O tamanho da citação determinará sua localização no trabalho. Se a citação tiver até três linhas. em bloco. seguido do ano de publicação da obra entre parêntesis. 1985:34). a quatro cm à direita da tabulação. Transcrevem-se geralmente. 1997: 62).. regulamentos. A citação de citação é a menção de um documento ao qual não se teve acesso diretamente. Neste caso. 3. Por exemplo: CAMARGO (1984). decretos. fonte times new roman e negrito. na norma NBR-6023/2002. sem sua transcrição. o ano de publicação e a página da qual foi conseguida a referência.4 Tipos de citações A citação direta é uma cópia literal do texto.1 local da publicação: . As obras deverão ser listadas em ordem alfabética. virá incorporada ao parágrafo. As citações com mais de três linhas ficarão abaixo do parágrafo. indiretamente).. tamanho 16. Título da publicação (em negrito) – subtítulo (sem negrito).5 Localização das Citações As citações podem aparecer no texto ou em nota de rodapé. prenome (s). as referências bibliográficas representam o conjunto de elementos que permitem a identificação de documentos consultados pelo pesquisador para a elaboração de seu trabalho cientifico. deve-se proceder da seguinte forma: . Enquanto que no caso anterior transcreve-se literalmente o texto. neste caso utiliza-se a idéia ou a linha de raciocínio.1 São três os elementos essenciais das referências bibliográficas. "a tributação é muito importante" (PEREIRA apud CAMARGO. e servem de fonte de pesquisa para novas investigações. Ao final da citação indica-se o autor. entre aspas duplas.4.. em espaço simples. Exemplo: (ANTUNES. 5. 5. É fundamental que o pesquisador elabore uma lista de referências bibliográficas e a insira no final da redação de seu trabalho.

b) Obras com mais de 3 autores: (deve-se mencionar um autor seguido da expressão et al. Niterói: 1980. Victoria: Economic Record. TONETO JUNIOR. 35° . Histórico da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense – Diagnósticos da situação. Exemplos de elementos essenciais nas referências bibliográficas: a) Obras produzidas por um. São Paulo: Editora Campus.3 ano da publicação. Eva Maria. Seguem-se alguns exemplos: EMPRESA GOIANA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA.32. Rudnei. v. Dissertação de Mestrado.3. 3. Richard A.. Carrapato. São Paulo: Atlas. dois ou três autores: BARAZAL. CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. Full cost pricing I the multiproduct firm. c) Obras produzidas por entidades coletivas (órgãos governamentais. berne e bicheira no Brasil. Relatório técnico 1981. Neusa Romero.3. dissertações de mestrado. Amaury P. Anais. 1988. congressos.. Ministério da Agricultura. d) Referências obtidas em TCCs (trabalhos de conclusão de curso).. MUSGRAVE.): nestes casos deve-se citar inicialmente a entidade responsável pela obra. C. Economia Brasileira Contemporânea – para cursos de economia e administração. e) Artigo de jornal assinado: . 1996. Goiânia: 1982. Yanomami – um povo em luta pelos direitos humanos. Sandoval de. São Paulo: EDUSP. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Sociologia Geral. O principio da eqüidade tributaria e o tratamento dado às pequenas empresas. Marco A. Finanças Públicas – teoria e prática.) COOK. MUSGRAVE. 4ed. BRASIL. GREMAUD. Brasília: 1984. Peggy B. A. conferências. cujo nome deve ser escrito por extenso. teses de doutoramento ou de livre-docência: ALVAREZ. VASCONCELLOS. Faculdade de Veterinária. institutos. São Bernardo do Campo: 2000. Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária. 1981. Ramon Barazal. LAKATOS. 2001. empresas. 1956. Belém. 1988. n. São Paulo: Atlas. etc. 1980. Universidade Metodista de São Paulo. São Paulo: Sociedade Brasileira de Geologia.2 nome da editora. et al.

SÃO PAULO (Estado). Disponível em: http://www.08.br/anais/anais.2000.2. Acesso em : 8 mar 1999. 1996. Anais eletrônicos. g) Artigo de revista assinado: VIEIRA. M. J. Lisboa: Priberam Informática.bdt. p.. Saïd. SIMÕES. Gevilacio A. R. 1998. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. São Paulo: 24. Recife: UFPe. SILVA.21. p. Recife: UFPe. São Paulo: 31. O Estado de São Paulo. Disponível em: http://www. 4. R. O Estado de São Paulo. caderno 2. O ataque da receita.htm. São Paulo. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação. f) Artigo de jornal não assinado: Economista recomenda investimento no ensino.org. Recife. Fortaleza: Tec Treina. 1997. Revista Época. Programa explora tema raro na TV.. 1 CD-Rom GUNCHO. Acesso em: 21 jan. .10. OLIVEIRA. R.5.1977. 1997. Acesso em 22. A educação à distância e a biblioteca universitária.. Acesso em 21 jan. Citações e referências a documentos eletrônicos.1976..propesc. Recife. 1999. j) CD-ROM: FARHAT.. 10. Anais. h) Artigo de revista não assinados: Procede-se como no item "f". In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. São Paulo: 8.br/anais/anais/educ/ce04..In: Entendendo o meio ambiente.priberam.19. n. i) Meio Eletrônico (obras consultadas on line): MOURA. Rio de Janeiro: 28.7.elogica. Disponível em: http://www.. 1998. 1CD-ROM.propesc. Marceu. 16:30:20. p. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente.ufpe. 1996.br/users/gmoura/refere/html>. 1998. C..br/sma/entendendo/atual.2. p. de. São Paulo.01.ufpe.htm. 99. Secretaria do Meio Ambiente. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. 4. 1996.2003. Acesso em : 8 mar. O Estado de São Paulo. Melhoramentos.htm. Disponível em: <http://www. Anais eletrônicos. Suplemento Cultural. POLÍTICA. 1996.. ano III. Disponível em : http://www. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. N.pt/dlDlpo. A educação da vontade. Gilda N.com. 1999. Fortaleza. 1996.1975..PINTO. Dicionário parlamentar e político. N.

Novela e sociedade no Brasil. São Paulo: Editora Mestre Jou. 1998. 5. Melville J. • s. 1998.]: Planeta DeAgostini. c1998. Dirceu de. contadas a partir da introdução até as considerações finais (ou conclusão).d. autor entidade e autoria desconhecida: Consultar norma ABNT NBR-6023: 2002.n. São Paulo.I.. 1973. 21. coleção. Manual de Economia – Equipe de Professores da USP. para tanto. Diva Benedives. imagens em movimento. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos.1998. [S. L. PINHO. 15).F. deve manter uma estrutura definida com o objetivo de tornar claro ao leitor os pontos principais da investigação. ISBN 85-228-0268-8. = sem editora (sine nomine).2 Quando necessário. Além disso. 137 p. Exemplos: GOMES.. = sem data. indicador de responsabilidade (organizador). Entrevista concedida pelo Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo.F. em alguns casos. documentos sonoros. acrescentam-se elementos complementares à referência com o intuito de facilitar a identificação de documentos. Tradução por Maria José de Carvalho e Hélio Bichels. = sem editora e sem data. falhas de dados tipográficos e. São Paulo: Saraiva.l. indicador de tradução (tradutor) e ISBN. = sem local e sem editora. = sem local (sine loco). (Coleção Antropologia e Ciência Política.G. 6 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA A monografia deve ter no mínimo 50 (cinquenta) laudas. • s. s. • s. intervalo de página consultado. A seguir indicamos a sequencia da estrutura da monografia: . Marco Antonio Sandoval de (Org). HERSKOVITS.4. eventos. 131-132. CD-ROM 9. m) Documentos jurídicos. VASCONCELLOS. l) Entrevistas pessoais: MELLO.l.3 Podem ocorrer. sugerem-se os seguintes recursos: • s. Niterói: EdUFF. s. • s.n.MORFOLOGIA dos antrópodes.d. 5. Antropologia Cultural – Man and his works. São eles: quantidade de páginas que compõe a obra. Bibliografia: p. bem como de sua fundamentação.n..

seguida da página de rosto da monografia. o título do trabalho e o local e o ano de produção.: quando da encadernação. Modelo: CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E ADMINISTRATIVAS A ECONOMIA DO BRASIL SANTO ANDRÉ – SP 2003 6. cujo modelo vem a seguir: CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ . deve-se atentar par a "lombada".                 Capa Página de rosto Dedicatória Página de agradecimentos Sumário Lista de tabelas Lista de quadros Lista de gráficos Lista de abreviaturas Resumo Abstract Introdução Capítulos Considerações Finais ou Conclusão Referências Bibliográficas Glossário Anexos 6.1 Capa Deve conter os dados identificadores da instituição de ensino.2 Página de rosto Depois da capa. Obs. Deve obedecer a cor determinada pela Coordenação de Monografias para aquele ano letivo. Não é numerada e nem conta para a numeração das páginas da monografia. o leitor deve encontrar uma página em branco.

iv. termina pelas referências bibliográficas. e. Professor Orientador: Nome completo do Professor SANTO ANDRÉ – SP 2003 6. Em ambos os casos os números devem aparecer no alto da página e a direita. ii. a critério do autor. Possui somente o texto de agradecimento que. Segue-se um modelo: Dedicada aos meus pais. 6. . de abreviaturas. glossário e anexos.5 Sumário O sumário é colocado no início do trabalho após a dedicatória e os agradecimentos.FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E ADMINISTRATIVAS A ECONOMIA DO BRASIL NOME DO(A) ALUNO(A) Número do(a) aluno(a) Monografia apresentada à Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas do Centro Universitário Fundação Santo André.) até o final do trabalho (anexos). v. abstract. capítulos e considerações finais (conclusão).) desde a lista de tabelas até o abstract. introdução. 6. Modêlo: agradeço a todos os que contribuíram para a realização deste trabalho. etc. como exigência regimental para a obtenção do título de bacharel em Ciências Econômicas. A numeração das páginas deve ser feita em algarismos romanos minúsculos (i. em espaço dois. deve ficar situado na parte direita inferior da página. Dirige-se a instituições ou a pessoas. a numeração deverá ser em algarismos arábicos (1. segue-se pelo resumo. etc. De preferência deve ser concisa e evitar detalhes. 2. A partir da introdução. Inicia-se pelas listas de tabelas/quadros/figuras. 3.4 Página de Agradecimento A página de agradecimento é de caráter facultativo.3 Dedicatória É de caráter facultativo. iii.

6. ademais. 6. O título deve estar no alto alinhado pela esquerda. 6. por capítulos.12 Desenvolvimento O desenvolvimento da monografia é um processo que forma o corpo principal do trabalho. situando-o no tempo e no espaço. com seus respectivos significados. alinhada pela esquerda. 6. Sua apresentação também é obrigatória. A lista das figuras deve ser ordenada numericamente e relacionada com números romanos maiúsculos. todas as tabelas deverão ser ordenados numericamente com números romanos maiúsculos. porém em inglês. indicar a metodologia utilizada. deve-se mostrar.6 Lista de tabelas/quadros/gráficos Ao longo do texto cada tabela/quadro/gráfico deve ser identificada por um título e pela fonte de onde foi extraída (se for o caso). O título deve estar no alto alinhado pela esquerda.8 Lista de abreviaturas e siglas Relacionam-se numa única lista as abreviaturas e as siglas. indicando a natureza do problema analisado.10 Abstract É o mesmo texto do resumo. 6. como o trabalho será desenvolvido. até chegar-se à conclusão. a essência da monografia. Deve-se justificar a escolha do tema. mapas e ilustrações) deve ser identificada por um título e pela fonte de onde foi extraída (se for o caso). as deduções mais importantes. alinhada pela esquerda.6.7 Lista de figuras Ao longo do texto cada figura (diagramas. 9 Resumo O resumo deve apresentar. de forma concisa. sua seqüência lógica. Nele o tema e o problema são apresentados de forma sistemática. .11 Introdução Como visto anteriormente. São as seguintes as idéias que deverão constar da introdução: Inicialmente o tema de ser apresentado. a metodologia utilizada e as principais conclusões. como o assunto será desenvolvido. 6. enquanto que a fonte deve estar abaixo. quais seus os pontos principais. que foram utilizadas no decorrer do texto. Deve ter uma lauda e é obrigatório. identificando o problema de forma clara. Em seguida. lógica e coerente. Mostrará. em ordem alfabética. a introdução tem por objetivo apresentar o trabalho ao leitor de forma sintética. bem como outros pontos que o autor considerar relevantes. O autor explicará as razões que o levaram a escolher o tema e os objetivos que perseguiu durante a investigação. Na lista de tabelas/quadros/gráficos. enquanto que a fonte deve estar abaixo.

Os anexos devem ser apresentados na ordem que aparecem no trabalho com a página respectiva (Anexo 1 pg. entrevistas.em ordem alfabética. no parecer do autor. Cada capítulo e subcapítulo levarão um título e subtítulo. Pode-se colocar nos anexos.15 Glossário Trata-se de uma relação de termos técnicos ou palavras incluídas no texto cujo significado necessita de esclarecimentos. Neste caso. Nela o autor manifesta seus pontos de vista sobre os resultados da pesquisa. questionários. etc. a documentação utilizada para a pesquisa. para expor ao leitor os resultados alcançados.14 Referências Bibliográficas Aqui deve-se relacionar. respectivamente. o autor faça as devidas ligações como que foi apresentado na introdução. a numeração segue o padrão do corpo da monografia. É nesse momento que o autor deve propor soluções ou encaminhamentos para uma eventual seqüência da tratativa do assunto objeto da monografia. são importantes para fundamentar o trabalho. após as Referências Bibliográficas. leis e outros documentos importantes. 7 APRESENTAÇÃO ESTÉTICA DA MONOGRAFIA . ou rejeitar a hipótese. segundo a necessidade. de acordo com as sugestões das páginas 16 e seguintes deste Manual. de tal sorte a evidenciar sua preocupação com a seqüência lógica do trabalho. em ordem cronológica.16 Anexos Os anexos são as informações que. Apresenta-se ao final do trabalho após as Referências Bibliográficas e antes dos anexos . 6. de forma completa. Sua finalidade é a de facilitar a compreensão do texto. Vale lembrar que os anexos devem aparecer ao final do trabalho. as idéias que serão desenvolvidas. 6.13 Considerações Finais ou Conclusão Nas considerações finais (conclusão) faz-se o fechamento dos argumentos que foram analisados nas fases anteriores. que são subdivididos em subcapítulos. tabelas com dados suplementares. 6.). É recomendável que a redação de cada capítulo e subcapítulo seja precedida das seguintes providências:     separar o material que será usado. sintetizando os argumentos que o levaram a aceitar. especialmente no que diz respeito a termos técnicos ou palavras de uso específico.Dessa forma. redigir os capítulos e os subcapítulos. definir. o corpo do da monografia divide-se em capítulos. entre outros.45. É importante que nas considerações finais (conclusão). 6. 58. Anexo 2 pg. ler e analisar o material separado.

fonte times new roman. comprovar ou justificar uma informação. utilizando-se espaço dois (dois) nas passagens de parágrafo e entre o texto e tabelas. etc. na cor preta. a partir da margem esquerda. O número deverá ser colocado à direita e ao alto da página. Nesses casos. tamanho 16. em letras maiúsculas.1 Papel A monografia deve ser impressa em papel formato: A-4 (297mm x 210mm).5 cm da margem esquerda. excetuando-se a primeira. utiliza-se o sistema numérico de identificação no texto e no rodapé. A partir da introdução até os anexos. Exemplo: No texto: De acordo com as novas tendências da jurisprudência brasileira. 7. folha de rosto.ii. 7.4. Margem inferior: 20 mm.) desde a lista de tabelas até o abstract. O início de parágrafos se dá a 2. 7.6 Notas de rodapé As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos adicionais. devem ser numeradas com algarismos arábicos (1. a dedicatória.iv. . 7. em negrito. 7. São eles: 7. Usa-se a fonte times new roman. devem estar em letras minúsculas. em espaço 1. é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria.3. Margem direita: 20 mm. Os subtítulos.4 Numeração das páginas A numeração das páginas não considera a capa.3 Margens Margem superior: 30 mm. ou fazer ligações com outras partes do texto. e o sumário.2. também em negrito. Seu título deve ser alinhado pela esquerda. Todas as demais contam. agradecimentos.Os aspectos formais do trabalho monográfico devem ser padronizados para homogeneizar a sua apresentação. A numeração das páginas das listas deve ser feita com algarismos romanos minúsculos (i. subtítulos e o texto. Margem esquerda: 40 mm.5 Títulos e subtítulos Cada capítulo deve começar em nova página.5 (um e meio).5).2 Digitação O texto deve ser digitado de um só lado do papel. figuras e citações longas. Também há situações em que as notas de rodapé apresentam referências bibliográficas. Neste caso usa-se tamanho 14.v. bem como entre os títulos. tamanho 12.iii.

Rio de Janeiro. SÁ. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas. LAKATOS. 1991. TCC. Apresentação. . Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. ago. 1998. Guia para elaboração de monografias e projetos de dissertação. Rio de Janeiro. Técnicas de pesquisa em economia. científicos e culturais. 1996. Marina de Andrade. TGI. HÜBNER. MONTEIRO. Tratado de metodologia científica – projetos de pesquisas. SEVERINO. 2ed.No rodapé: Vide abaixo. Rio de Janeiro. Luciana Barbosa. Petrópolis: Vozes. NBR 10522. 2000. Informação e documentação. MARTINS. ago. NBR. 1988. Guia para a elaboração de projetos. Informação e documentação. . dissertações e teses. Gilson. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Silvio Luiz de. 1999. Israel Belo de. NBR 6023. 2ed. de. LINTZ. São Paulo: Cortez Editora.1988 AZEVEDO. Piracicaba: Editora Unimep. São Paulo: Edicon. Maria Martha. Elisabeth S. Manual de normalização de trabalhos técnicos. O prazer da produção científica – diretrizes para a elaboração de trabalhos acadêmicos. Antonio Carlos. Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Referências e elaboração. MARCONI. trabalhos de conclusão de curso (TCCs). Antônio Joaquim. MUSSE. Metodologia do trabalho científico. dissertações e teses. 4ed. 6032. NBR 10520. GIL. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Bernardo do Campo: Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo. 2ed. 1990. Citações em documentos. Normas para apresentação de monografia. Metodologia científica. São Paulo: Pioneira. 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.2002.1989. out. São Paulo: Atlas. 21ed. São Paulo: Atlas. et al. 1996. 1997. Ago.2002. São Paulo: Pioneira. São Paulo: Atlas. monografias. OLIVEIRA. Abreviação na descrição bibliográfica. 1998. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Eva Maria. . 2000. Gilberto de A.

br Educacional entre os EUA e o Brasil Comut – Programa www.cnpq.capes.html Administração – PUC/SP Curso de www.bcb. Sonia.br Brasil Bireme – Centro www.br:8000/comut/html/principal.ibict.org.br/P/pDescr. Como escrever uma tese.crasp.br Capes – Fundação www.incc.br Brasileira de Normas Técnicas Banco Central do www.br/crubinfo.gov.VIEIRA.crub.ct.abnt.bireme.br Comissão para o Intercâmbio fulb@omega.htm de Comutação Bibliográfica Conselho de Reitores www.br de Administração – CRA .br Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CNPq – Conselho www.com.SP Curso de www. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.gov.org.org. Científico e Tecnológico Comissão Fulbrigth – E-mail:fulbrigth@ibase. 1991.htm das Universidades Brasileiras Conselho Regional www.br/areas/cursos/admempr.htm Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde Britsh Council E-mail: saopaulo@britcoun.br/scripts/prograd/prograd Administração Pública da Unesp . 9 ANEXOS ANEXO I: Endereços da Internet Entidade Endereço ABNT – Associação www.pucsp.unesp.br Nacional de Desenv.

Daad – Serviço www.org. Administração e Contabilidade FGV – Fundação www.81/Fia/index.html Administração da Universidade de Brasília Faculdade de www.br Fundação Instituto de Pesquisas Econ.finep. Administrativo Gazeta Mercantil www. da UFRJ Fapesp – Fundação www. www.rockfound.fgvsp.br Boticário" de Proteção a Natureza Fundação Ford www.org Kellog Fundap – Fundação E-mail: fundap@.br/webnews .br www.gov.br Getúlio Vargas //143.br de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo FBB – Fundação E-mail: fbb@fbb.br do Desenvolv.e Ciências Cont.92.WKKF.org Fundação Vitae E-mail: vitae@dialdata.107.com.bitnet Fundação W.br Banco do Brasil FEA/USP – //143.boticario.92. Foundation Center www.br de Estudos e Projetos Fipe-USP – www.com.com.ansp.gazeta.fdncenter.org Fundação "O www.107.81 Faculdade de Economia.fordfound.br. K.com.br intercâmbio Acadêmico Depto de www.de Alemão de E-mail: daad.htm FIA–USP – Fundação Instituto de Administração Finep – Financiadora www.org Fundação Rockfeller www.gazetamercantil.com.unb./admin/pa100000.br/facc Administ.rj@nc-rj.br e vitae@brfapesp.fapesp.ufrj.daad.fipe.rnp.eu.

html Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica RAE-FGV/SP – www.gov.Ibama – Instituto www.htm Administração da Universidade de São Paulo SBPC – Sociedade www.mre.br/pibic/index.fgvsp.edu Institute Technology Peterson’s Guide www. Brasileiro de Geografia e Estatística IBICT – Instituto antares.ibama.br Inst.dct.br Instituto de Estudos www.gov.br/iea Avançados da USP Ipea – Instituto de www.org. Federal e Reforma do Estado (Maré) Ministério das www.usp.br/~sctdesp da Ciência .br/public/rae/home.usp.br/geral/infusp/iea.cnpq.br Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia IEA – Instituto de www.mare.html Estudos avançados E-mail: iea@org.br Pesquisa Econômica Aplicada Jornal da USP E-mail: jornausp@edu.usp.sbpcnet.br Ministério da www.gov.br/fea/adm/rausp/p1.br Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBGE – Fundação www.usp.ipea.br Administ.com Pibic/CNPq – www.gov.gov.br/dftr Relações Exteriores MIT – Massachusetts web.ibge.petersons.br E-mail: Brasileiro do Meio linhaverde@sede.ibama.mit.usp.br Brasileira para o Progresso da Ciência SCTDE – Secretaria eu.amsp.htm Revista de Administração de Empresas da FGV/SP Rausp – Revista de www.ibict.gov.

html ou Bibliotecas da www. Gilberto de A.org.sebrae.br/sibi/sibi.br às Micro e Pequenas Empresas Sindicato dos www.com.bu.(menos) t: antes de digitar uma palavra u: antes de .br Paulo Universidade Federal www.usp.seade.usp.br/sibi/sibiconv.usp. por de uma palavra exemplo.Tecnologia e Desenvolvimento Econômico SEADE – Fundação www.br Sistema Estadual de Análise de Dados/SP Sebrae – Serviço www.tvcultura.gov. Atlas.br ou www.html Universidade de São Paulo TV Cultura Programa www..br/resguia/portug/guia1.htm Nossa Língua Portuguesa Universidade de São www.br Administradores Sistema Integrado de www. 2000.ufmg. comunismo e comunista Para eliminar uma salada-tomate trará sites que palavra ou frase no contenham a palavra salada.84.com.crasp. resultado porém sem o ingrediente tomate Para que a palavra t: FHC trará sites que seguinte ao símbolo ‘t:’ contenham no título a sigla apareça no título do site FHC pesquisado Para que a palavra u: FHC trará sites que * (asterisco) ..sebrae. Assim evitam-se resultados como ‘O presidente foi à Rua Cardoso’ Para conseguir respostas comunis* trará textos que comecem com parte relacionados a.com. p. São Paulo. Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso.com. ANEXO II: Pesquisa Inteligente na Internet Sinal/Termo " " (aspas) Utilização Exemplo Para definir uma frase na "Presidente Fernando ordem desejada Henrique Cardoso".br de Minas Gerais Fonte: MARTINS.br EBrasileiro de Apoio mail: agsorocaba@sebraesp. LINTZ.

buscar.com. apud MARTINS. São Paulo. Luciano Gualberto. Trav. 908 (prédio FEA-3) Cidade Universitária – Butantã 05508-900 – São Paulo – SP Tel.fhc. Luciano Gualberto.br/fhc.com. LINTZ. Gilberto de A. 374 Cidade Universitária Butantã 05508-900 – São Paulo – SP Tel.br ou site pesquisado www. Prof.: (0xx11) 3818-5805 Caderno de Pesquisas em Administração . localizará sites que mas não a outra apresentem a expressão bolsas.. Folha de São Paulo. Caderno de Informática. J. p. 27/10/1999. ANEXO III: Revistas e Periódicos Cadernos de Estudos Fundação Instituto de Ciências Contábeis. mas não apresentem a expressão bolsas de valores Near Para encontrar Chocolate – Manteiga near documentos que tragam bolo para trazer receitas de palavras próximas uma bolo de chocolate. Atuariais e Financeiras – Fipecafi – FEA/USP Av. mas não das outras em cerca de receitas para chocolate com até 10 palavras manteiga ( ) (parênteses) Para agrupar frases (chocolate AND manteiga) complexas AND (bolo OR torta) pode trazer tanto resultados com as palavras chocolate e manteiga e bolo ou com as palavras chocolate e manteiga e torta Fonte: Saiba como pesquisar na Internet.: (0xx11) 3818-5805 Programa de Pós–Graduação em Administração da FEA-USP Av.6. Prof.htm e (ou and) Para achar duas ou mais sapato e tênis e sandália palavras em uma mesma página ou (ou or) Para achar qualquer uma sapato ou tênis ou sandália das palavras digitadas não (ou not) Para pesquisar textos que bolsas não valores contenham uma palavra. p87. tais como www. 2000.digitar uma palavra seguinte ao símbolo ‘u:’ contenham a sigla FHC no faça parte do endereço do endereço do site. Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso.

: (0xx11) 263-0211 Departamento de Administração da Faculdade de Brasília Campus Universitário Darcy Ribeiro ICC – Ala Norte . Bloco B1 – 576 Brasília – DF –70910-900 Tel.Rio de Janeiro Tel. 186 .:(0xx61) 273-4300 Fundação Carlos Chagas – Cortez Editora / Rua Bartira.São Paulo – SP Tel.984 – Perdizes – Caixa Postal 7.428 05411 – São Paulo – SP Tel.982 – São Paulo – SP Tel.387 / São Paulo Tel. Pedroso de Morais.Brasília – DF Fundação Getúlio Vargas Praia do Botafogo.:(0xx11) 864-0111 Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência Av.: (0xx11) 212-0740 Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia –IBICT – CNPq SCN – Quadra 2 – Bloco K .: (0xx11) 864-0111 Fundap – Centro de Apoio Editorial e Documentação Rua Cristiano Viana .Caderno do Cedes Caderno Fundap Caderno PUC Cedes – Cortez Editora Rua Bartira.Caixa Postal 3060 – Campinas –SP 13033-990 Cadernos de Administração Cadernos de Pesquisa Ciência e Cultura Ciência e Informação Conjuntura Econômica Economia e Tecnologia . 387 05009 – São Paulo – SP Tel.: (0xx11) 881-5311 Pontífica Universidade Católica de São Paulo Rua Monte Alegre. 1512 .: (0xx21) 551-5755 Instituto dos Estudos Econômicos em Software (IEES) .

São Paulo – SP Tel. Prof. Rua François Coty. 1565 São Paulo – SP Tel. 387 .: (0xx11) 38184192 Sebrae – SP Rua José Getúlio . Luciano Gualberto.: (0xx11) 544-4699 Revista do Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado Esplanadas dos Ministérios – Bloco C Educação e Seleção Educação e Sociedade Estudos Avançados Estudos Sebrae Marketing Novos Estudos Cebrap Reforma Gerencial .228 .Tel. 615 .Av.: (0xx11) 274-0766 Centro Brasileiro de Análise e Planejamento/Cebrap Rua Morgado Mateus.. Quadra 516.:(0xx19)741-3200 Educação Brasileira Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras SEP/Norte. Francisco Morato.São Paulo – SP tel.: (0xx11) 270-3988 Editora Referência Ltda.: (0xx11)864-0111 Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP) Cidade Universitária .89 – São Paulo – SP Tel. (0xx11) 813-4511 Cesdes – Cortez Editora Rua Bartira. lote 9 Brasília –DF Fundação Carlos Chagas Av. Prof. 37 São Paulo – SP Tel. Trav.São Paulo – SP Tel. J.

São Paulo – SP Revista de Administração de Fundação Getúlio Vargas Empresas Av. LINTZ. Luciano Gualberto. 2029 – São Paulo – SP Revista de Administração Fundação Carlos Chagas Pública Escola Brasileira de Administração Pública Praia do Botafogo. 908 – Cid.Federal de Pernambuco -Cidade Universitária – Recife – PE Revista da Universidade de Universidade de São Paulo – Codeac São Paulo Av. São Paulo. . p.Revista ANDE Associação Nacional de Educação Rua Bartira. Prof. 374 São Paulo Revista de Administração Instituto de Administração da FEA– USP Av. 2000.SC Fonte: MARTINS.186 – Cj.: (0xx21) 551-5755 Revista da Anpec Anpec–Assoc.: (0xx11) 864-0111 Revista Brasileira de Conselho Federal de Administração Administração . Luciano Gualberto.dos Centros de Pós-Graduação em Economia/ Centro de Ciências Soc. Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso.DownGratis.Universitária .70833-530 Tel.com . Nove de Julho. www. J.: (0xx21) 551-5755 Revista de Ciências da Universidade Federal de Santa Administração Catarina Departamento de Ciências da Administração Campus Universitário da Trindade Florianópolis .89.RBA CLN 203 – bloco C – Entrada 51 Sobreloja Brasília – DF . 104 . Aplicadas Univ.Nac.Rio de Janeiro Tel. 387 – sala 5 – Perdizes São Paulo Tel.: (0xx61) 325-5488 Revista Brasileira de Economia Fundação Getúlio Vargas Praia do Botafogo. Atlas. Gilberto de A. 186 – Rio de Janeiro – RJ Tel. Trav.