senai-controles-programaveis

Escola SENAI “Prof. Dr. Euryclides de Jesus Zerbini” Campinas – S.P.

2006

Controladores Programáveis

Controladores Programáveis

 SENAI-SP, 2006
Trabalho elaborado pela Escola Senai “Prof. Dr. Euryclides de Jesus Zerbini”

Coordenação Geral

Magno Diaz Gomes

Equipe responsável

Coordenação

Geraldo Machado Barbosa

Elaboração

Edson Carretoni Júnior

Conteúdo técnico

Sérgio Luiz Risso

Versão Preliminar

SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Escola SENAI “Prof. Dr. Euryclides de Jesus Zerbini” Avenida da Saudade, 125, Bairro Ponte Preta CEP 13041-670 - Campinas, SP senaizer@sp.senai.br

Controladores Programáveis

Sumário

Controladores Programáveis Estrutura Básica Princípio de Funcionamento do CP Programação

5 9 21 25

Anexos Sistemas Automáticos de Controle Computadores Memórias Microprocessador Lógica Digital Referências Bibliográficas 31 45 51 57 61 79

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Controladores Programáveis

Controladores programáveis

Informações gerais O primeiro CP surgiu na indústria automobilística, até então um usuário em potencial dos relés eletromagnéticos utilizados para controlar operações seqüenciadas e repetitivas numa linha de montagem. A primeira geração de CP’s utilizou componentes discretos, como transistores e Circuitos Integrados (CI’s) com baixa escala de integração. Este equipamento foi batizado nos Estados Unidos como PLC (Programable Logic Control ), em português CLP (Controlador Lógico Programável ) e este termo é registrado pela Allen Bradley (fabricante de CP’s). Por esta razão usaremos o termo CP, Controlador Programável. Definição segundo a ABNT É um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais. Definição segundo a NEMA Aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programável para armazenamento interno de instruções para implementações específicas, como lógica, seqüenciamento, temporização, contagem e aritmética, para controlar, através de módulos de entradas e saídas, vários tipos de máquinas ou processos.

Características Basicamente, um controlador programável apresenta as seguintes características: • hardware e/ou dispositivo de controle de fácil e rápida programação ou
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reprogramação, com a mínima interrupção da produção; 5

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• • • • • • • • • •

capacidade de operação em ambiente industrial; sinalizadores de estado e módulos tipo plug-in de fácil manutenção e substituição; hardware ocupando espaço reduzido e apresentando baixo consumo de energia; possibilidade de monitoração do estado e operação do processo ou sistema, compatibilidade com diferentes tipos de sinais de entrada e saída; capacidade de alimentar, de forma contínua ou chaveada, cargas que consomem hardware de controle que permite a expansão dos diversos tipos de módulos, de custo de compra e instalação competitivo em relação aos sistemas de controle possibilidade de expansão da capacidade de memória; conexão com outros CP’s através de rede de comunicação.

através da comunicação com computadores;

correntes de até 2 A; acordo com a necessidade; convencionais;

Histórico O controlador programável nasceu praticamente dentro da indústria automobilística americana, especificamente na Hydromic Division da General Motors, em 1968, devido a grande dificuldade de se mudar a lógica de controle de painéis de comando a cada mudança na linha de montagem. Estas mudanças implicavam altos gastos de tempo e dinheiro. Sob a liderança do engenheiro Richard Morley, foi preparada uma especificação que refletia os sentimentos de muitos usuários de relés, não só da indústria automobilística como de toda a indústria manufatureira. Nascia, assim, a indústria de controladores programáveis, hoje com um mercado mundial estimado em 4 bilhões de dólares anuais, que no Brasil é estimado em 50 milhões de dólares anuais.

Evolução Desde o seu aparecimento até hoje, muita coisa evoluiu nos controladores lógicos. Esta evolução está ligada diretamente ao desenvolvimento tecnológico da informática em suas características de software e de hardware.

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Hoje os CP’s oferecem um considerável número de benefícios para aplicações industriais. são: • • • • • • • • • menor espaço ocupado. Este barramento diminui sensivelmente o número de condutores usados para interligar os sistemas de controle aos sensores e atuadores. o que permite acesso a um maior número de pessoas nos projetos de aplicação de controladores programáveis e na sua programação. fieldbus. menor potência elétrica requerida. Outra novidade que está sendo incorporada pelos controladores programáveis é o fieldbus (barramento de campo). que surge como uma proposta de padronização de sinais em nível de chão-de-fábrica. além de propiciar a distribuição da inteligência por todo o processo. etc. comparados a outros dispositivos de controle industrial. Vantagens As vantagens da utilização dos CP's. tanto de hardware quanto de software. apesar da maioria utilizar as mesmas normas construtivas. hoje se utiliza de microprocessadores e microcontroladores de última geração. que podem resultar em economia que excede o custo do CP e devem ser considerados na seleção de um dispositivo de controle industrial. usando técnicas de processamento paralelo.Controladores Programáveis O que no seu surgimento era executado com componentes discretos. maior flexibilidade. que prevê a padronização da linguagem de programação e sua portabilidade. pelo menos no nível de software aplicativo. programável: maior confiabilidade. os controladores programáveis podem se tornar compatíveis com a adoção da norma IEC 1131-3. reutilização. Até recentemente não havia nenhuma padronização entre fabricantes. SENAI 7 . Todos estes aspectos mostram a evolução de tecnologia. Porém. permite interface através de rede de comunicação com outros CP’s e projeto mais rápido. redes de comunicação. inteligência artificial. microcomputadores. fácil manutenção.

calçados). facilidade de uso e massificação das aplicações. mineração. controle de processos com realização de sinalização. bancadas de teste automático de componentes industriais. Com a tendência dos CP’s terem baixo custo. etc). residências e veículos. intertravamento e controle aquisição de dados de supervisão em: fábricas. 8 SENAI . injetoras de plástico. papel e celulose. intertravamento. equipamentos industriais para processos (siderurgia. petroquímica. Poderemos encontrá-lo em produtos eletrodomésticos. fator de carga). este equipamento pode ser utilizado nos processos e nos produtos. etc. equipamentos para controle de energia (demanda. Este equipamento tem seu uso na área de automação da manufatura e de processos contínuos. etc. alimentação. eletrônicos. têxteis.Controladores Programáveis Aplicações O controlador programável automatiza processos industriais. prédios inteligentes. Por exemplo: • • • • • • máquinas industriais (operatrizes. PID. controle de processos. de seqüenciamento. muita inteligência. química. Praticamente não existem ramos de aplicações industriais onde não se possa aplicar os CP’s. batelada.

As principais diferenças em relação a um computador comum estão relacionadas à qualidade da fonte de alimentação que possui boas condições de filtragem e estabilização. a seguir.Controladores Programáveis Estrutura básica do CP Estrutura básica O controlador programável tem sua estrutura baseada no hardware de um computador. dispondo de uma unidade central de processamento (UCP). interfaces de entrada e saída e memórias. ilustra a estrutura básica de um controlador programável: UCP Terminal de Programação Processador Memória de programa Memória de dados Fonte de Alimentação Interna E/S Entradas Saídas Fonte de Alimentação Externa SENAI 9 . interfaces de E/S imune a ruídos e invólucro específico para aplicações industriais. O diagrama de blocos.

Início Fim 10 SENAI . coleta os dados dos cartões de entrada. ciclicamente. Processamento cíclico É a forma mais comum de execução que predomina em todas as UCP’s conhecidas. processamento comandado por tempo. armazenado na memória. ou seja. e envia o sinal para os cartões de saída como resposta ao processamento. contidas na memória.Controladores Programáveis Dentre as partes integrantes desta estrutura temos: • • • • UCP. daí retornando ao início. Terminal de Programação. processamento por interrupção. Delas advém o conceito de varredura. do início ao fim. E/S (Entradas e Saídas). efetua o processamento segundo o programa do usuário. são lidas uma após a outra. Memória. seqüencialmente. processamento por evento. Unidade central de processamento (UCP) A Unidade Central de Processamento (UCP) é responsável pelo processamento do programa. Este processamento poderá ter estruturas diferentes para a execução de um programa: • • • • processamento cíclico. isto é. as instruções de programa.

Neste caso.000 instruções). Início Fim Interrupção Rotina de interrupção Ciclo normal de programa Processamento comandado por tempo Da mesma forma que determinadas execuções não podem ser dependentes do ciclo normal de programa. numa situação de emergência. aguardar o ciclo completo de execução do programa. algumas devem ocorrer com certos intervalos de tempo. as vezes muito curto. o tempo gasto para a execução de uma varredura. porém. ao reconhecer uma ocorrência deste tipo. por exemplo. ocorre com intervalos regulares de tempo dentro do ciclo normal de programa. na ordem de milisegundos. Ao finalizar esta situação o programa voltará a ser executado do ponto onde ocorreu a interrupção. Esta interrupção pode ocorrer a qualquer instante da execução do ciclo de programa. Esse tipo de processamento também pode ser encarado como um tipo de interrupção. Uma interrupção pode ser necessária. a UCP interrompe o ciclo normal de programa e executa outro programa chamado rotina de interrupção. Processamento por interrupção Certas ocorrências no processo controlado não podem. SENAI 11 . ou seja. Este tempo está relacionado com o tamanho do programa do usuário (em média 1ms a cada 1. algumas vezes.Controladores Programáveis Um dado importante de uma UCP é o seu tempo de ciclo.

12 SENAI . falha na bateria e estouro do tempo de supervisão do ciclo da UCP. previstas para o sistema. Memória O sistema de memória é uma parte de vital importância no processador de um controlador programável. A escolha de um determinado tipo depende: • • Tipo de informação armazenada. que normalmente ocorre ao se detectar condição de estouro de tempo de ciclo da UCP. Forma como a informação será processada pela UCP. Armazena todas as instruções e dados necessários para executá-las. formadas sempre com o mesmo número de bits. Existem diferentes tipos de sistemas de memória. A capacidade de memória de um CP é definida em função do número de palavras de memória.Controladores Programáveis Processamento por evento Trata-se de processamento em eventos específicos como no retorno de energia. indicando-a ao operador através de sinal visual e às vezes. sonoro. Neste último caso temos o chamado Watch Dog Time (WD). parando o processamento numa condição de falha. As informações armazenadas num sistema de memória são chamadas palavras de memória.

16. 8. chamado mapa de memória.Controladores Programáveis Mapa de memória A capacidade de memória de um CP pode ser representada por um mapa. ou 32 bits ENDEREÇO DAS PALAVRAS DE MEMÓRIA Decimal Octal Hexadecimal 25 51 1023 377 777 1777 FF 1FF 3FF 2047 3777 7FF 4095 7777 FFF SENAI 13 .

memória do usuário.Não permite apagamento .Não volátil . memória de dados.Não Volátil .Gravada pelo usuário .Gravada pelo usuário Descrição Observação Memória Executiva .Apagável eletricamente . Quadro: Tipos de memória Tipo de Memória RAM ROM Memória de acesso aleatório Memória somente de leitura .Não Volátil .Não Volátil .Esta área é formada por memórias tipo RAM.Gravada pelo fabricante PROM Memória programável somente de leitura EPROM Memória programável/ apagável somente de leitura .Gravada pelo usuário EPROM EEPROM FLASH EPROM Estrutura Independente dos tipos de memórias utilizadas. O usuário não tem acesso a esta área de memória. o mapa de memória de um controlador programável pode ser dividido em cinco áreas principais: • • • • • memória executiva.É formada por memórias do tipo ROM ou PROM e em seu conteúdo está armazenado o sistema operacional responsável por todas as operações que são realizadas no CP.Gravada pelo usuário . 14 SENAI .Apagamento por ultravioleta . pois terá o seu conteúdo constantemente alterado pelo sistema operacional. Memória do Sistema . memória do sistema. memória de status dos cartões de E/S.Volátil .Não permite apagamento .Controladores Programáveis Tipos de memória de um CP A arquitetura de memória de um controlador programável pode ser constituída por diferentes tipos de memória. Memória programável/ apagável somente de leitura .

geradas pelo sistema. Funções de temporização. Memória de Dados . Não pode ser acessada nem alterada pelo usuário.A memória de status dos módulos de E/S são do tipo RAM. A UCP. Resultados ou variáveis de operações aritméticas.As memórias de dados são do tipo RAM. Estes dados podem ser: • • • Valores pré-selecionados ou acumulados de contagem e temporização. e armazenam valores do processamento das instruções utilizadas pelo programa do usuário. Pode ser considerada como um tipo de rascunho. Resultados ou dados diversificados a serem utilizados por funções de manipulação de dados. armazena essas informações na área denominada status das entradas ou imagem das entradas. contagem.Controladores Programáveis Armazena resultados e/ou operações intermediárias. Após o processamento dessas informações. os resultados serão armazenados na área denominada status das saídas ou imagem das saídas. quando necessário. necessitam de uma área de memória para armazenamento de dados. após efetuar a leitura dos estados de todas as entradas. Memória de Status de E/S . SENAI 15 . aritméticas e especiais.

uma vez definido o programa. este é transferido para EPROM. RAM/EPROM. Pode ser encontrada uma variedade muito grande de tipos de cartões. Uma vez efetuada a cópia.A UCP lê as instruções contidas nesta área a fim de executar o programa do usuário.Controladores Programáveis Memória do Usuário . RAM/EEPROM. e a lógica de controle de um controlador programável. Quadro: Tipos de memória de usuário Tipo de Memória Descrição A maioria do CP’s utiliza memórias RAM para armazenar RAM o programa do usuário assim como os dados internos do sistema. 16 SENAI . As memórias destinadas ao usuário podem ser do tipo: • • • RAM. este seja copiado em RAM/EEPROM EEPROM. Para qualquer modificação bastará um comando via software. Uma vez checado o programa. localizados no campo. Esses módulos são constituídos de cartões eletrônicos. O usuário desenvolve o programa e efetua testes em RAM/EPROM RAM. para atender as mais variadas aplicações nos ambientes industriais. de acordo com os procedimentos do sistema operacional. Esta configuração de memória do usuário permite que. o CP poderá operar tanto em RAM como em EEPROM. cada qual com capacidade para receber certo número de variáveis. e este tipo de memória será apagada e gravada eletricamente. Módulos de entrada Os módulos de entrada são interfaces entre os sensores.

C.A. C. Esses módulos são constituídos de cartões com capacidade de enviar sinal para atuadores.A. C. C.A.A. conforme a lógica de controle. BOTÃO CHAVE PRESSOSTATO FLUXOSTATO TERMOSTATO FIM DE CURSO TECLADO CHAVE BCD FOTOCÉLULA OUTROS CARTÕES DISCRETOS UCP Elementos analógicos Este tipo de entrada trabalha numa faixa de valores conhecidos. Módulos de saída Os módulos de saída são elementos que fazem interface entre o processador e os elementos atuadores.Controladores Programáveis Elementos discretos Este tipo de entrada trabalha com dois níveis definidos: ligado e desligado (0 ou 1). SENAI 17 . UCP OUTROS C. TRANSMISSORES TACO GERADOR TERMO RESISTÊNCIA TERMOPAR SENSOR DE POSIÇÃO C.A.A.

Controladores Programáveis Atuadores discretos Este tipo de saída pode assumir dois estados definidos: ligado e desligado (0 ou 1). esses terminais estão perdendo sua função. um terminal que só tem esta utilidade e específico de um fabricante. ou seja. A maioria dos programadores portáteis é conectada diretamente ao CP através de uma interface de comunicação (serial). Pode ser um equipamento dedicado. atuadores. Por meio de linguagem de fácil entendimento e utilização. Terminal portátil dedicado Geralmente compostos por um teclado dedicado que é utilizado para introduzir o programa do usuário. São usados para acionar dispositivos. São usados para acionar atuadores. análise do conteúdo dos endereços de memória. como posicionadores. já que se pode executar todas as funções de 18 SENAI . indicadores. cópia do programa do usuário em disco ou impressora. sinalizadores. monitoração do programa do usuário. etc. Os dados e instruções são apresentados num display que fornece sua indicação. etc. poderão ser realizadas funções tais como: • • • • • elaboração do programa do usuário. como solenóides. ou um software que transforma um computador pessoal em um programador. Pode-se utilizar a fonte interna do CP ou obter alimentação própria através de bateria. Com o advento dos computadores pessoais portáteis (Lap-Top). No terminal de programação (TP). introdução e modificação de instruções. Atuadores analógicos Este tipo de saída atua numa faixa de valores conhecidos. Terminal de programação O terminal de programação é um dispositivo (periférico) que. conectado temporariamente ao CP permitindo introduzir o programa do usuário e a configuração do sistema. e a posição da memória endereçada. será feita a codificação das informações vindas do usuário numa informação que possa ser entendida pelo processador de um CP.

Terminal não dedicado . com o advento da utilização de computadores pessoais. com todas as vantagens de equipamento portátil. Esses terminais são compostos por um teclado para introdução de dados/instruções e um monitor (TRC . disponíveis nos computadores pessoais. o PC disponível para outras aplicações comuns a um computador pessoal. este tipo está caindo em desuso. SENAI 19 . utilizando todo o potencial e recursos de software e hardware. após o período de implantação e eventuais manutenções. já que sua maior utilização se dá na fase de projeto e implantação da lógica de controle. Além da grande vantagem de ter. O custo do hardware (PC) e software é bem menor do que o de um terminal dedicado. Terminal dedicado TRC Tem como desvantagens seu custo elevado e sua baixa taxa de utilização. Isto é possível através da utilização de um software aplicativo dedicado a esta função.Controladores Programáveis programação em ambiente mais amigável. Outra vantagem é a utilização de softwares com mais interação com o usuário. Como no caso dos terminais portáteis.PC Pode-se utilizar um computador pessoal (PC) como terminal de programação.tubos de raios catódicos). O monitor tem a função de apresentar as informações e condições do processo a ser controlado.

.

SENAI 21 . receber novos programas ou modificações de programas já instalados. alguns controladores podem sofrer modificações de programa. Este tipo de programação é chamado on-line (em linha). Neste estado. o estado de erro. Este tipo de programação é chamado offline (fora de linha). não assumindo nenhuma lógica de controle.Controladores Programáveis Princípio de funcionamento de um CP Um controlador programável tem seu funcionamento baseado num sistema de microcomputador onde se tem uma estrutura de software que realiza continuamente ciclos de varredura. também. Estados de operação Basicamente. Ficando preparado para ser configurado. que aponta falhas de operação e execução do programa. Execução Estado em que o CP assume a função de execução do programa do usuário. Programação Neste estado o CP não executa programa. a UCP de um controlador programável possui dois estados de operação : • • programação execução A UCP pode assumir.

22 SENAI . o funcionamento da UCP será interrompido. fechando o loop. teste de memória RAM. sendo assumido um estado de erro (WD). Esta rotina realiza as seguintes tarefas : • • • limpeza da memória imagem. a UCP passa a fazer uma varredura (ciclo) constante. Ao término da atualização da tabela imagem.Controladores Programáveis Funcionamento Ao ser energizado. isto é. o CP. Neste momento. Ocorre também. Após a gravação dos valores na tabela imagem. Terminando o processamento do programa. no estado de execução. como resultados aritméticos. é usado para dar nome a um ciclo completo de operação (loop). é iniciado um novo ciclo (loop). teste de executabilidade do programa. cabendo a um circuito. Após a execução desta rotina. Com a leitura do último ponto ocorre a transferência de todos os valores para a chamada memória ou tabela imagem das entradas. chamado Watch Dog Time. cumpre uma rotina de inicialização gravada em seu sistema operacional. Para a verificação do funcionamento da UCP. O tempo gasto para a execução do ciclo completo é chamado Tempo de Varredura e depende do tamanho do programa do usuário e da quantidade de pontos de entrada e saída. é estipulado um tempo de processamento. O termo varredura ou scan. Entrando no loop. supervisioná-lo. o primeiro passo a ser executado é a leitura dos pontos de entrada. contagens. será feita a transferência dos valores desta tabela de saídas para os cartões de saída. etc. uma leitura seqüencial das instruções em loop (laço). os valores obtidos serão transferidos para a chamada memória ou tabela imagem das saídas. Ocorrendo a ultrapassagem deste tempo máximo. a transferência de valores de outros operandos. para operandos não retentivos. o processador inicia a execução do programa do usuário de acordo com as instruções armazenadas na memória.

START PARTIDA Limpeza de memória Teste de RAM Teste de execução OK? Sim Leitura das entradas Atualização da tabela imagem das entradas Execução do programa do usuário Atualização da tabela imagem das saídas Não Transferência da tabela para a saída Tempo de varredura OK? Sim Não STOP PARADA SENAI 23 . este funcionamento é demonstrado graficamente.Controladores Programáveis Através do fluxograma a seguir e da figura na próxima página.

04 o .07 IN 1 0 OUT 04 Memória Imagem E N T R A D A S IN 00 IN 04 Cartão de Saída o .03 o .01 o .06 o .00 o .07 OUT 1 S A Í D A S 24 SENAI .02 o .05 o .06 o .05 o .03 o .04 o .00 o .01 o .02 o .Controladores Programáveis Cartão de Entrada o .

Para minimizar as dificuldades de programação usando este código. é necessária a utilização de uma linguagem de programação. é a linguagem corrente de um microprocessador ou microcontrolador. onde as instruções são escritas em código binário (bits 0 e 1). Classificação • • linguagem de baixo nível linguagem de alto nível Linguagem de baixo nível Conhecida por linguagem de máquina. Cada microprocessador ou microcontrolador possui estruturas internas diferentes. A linguagem de programação é uma ferramenta necessária para gerar o programa que vai coordenar e seqüenciar as operações que o microprocessador deve executar. seus conjuntos de registros e instruções também são diferentes. Linguagem de alto nível É uma linguagem próxima da linguagem corrente. pode-se utilizar também o código hexadecimal.Controladores Programáveis Programação Linguagem de programação Na execução de tarefas ou resolução de problemas com dispositivos microprocessados. utilizada na comunicação de pessoas. para o usuário se comunicar com a máquina. Portanto. SENAI 25 .

Controladores Programáveis Quando um microcomputador trabalha com uma linguagem de alto nível. lista de instruções. Desvantagem . Esta forma gráfica de apresentação está muito próxima à forma normalmente usada em diagramas elétricos.Tempo de processamento maior do que o despendido em sistemas desenvolvidos em linguagens de baixo nível. diagrama Ladder.Elaboração de programa em tempo menor. Alguns tipos de software de programação possibilitam a programação em mais de uma forma. texto estruturado. diagrama escada. é necessária a utilização de compiladores e interpretadores para traduzir este programa em linguagem de máquina. como também os baseados na norma IEC 1331-3 Diagrama de contatos Também conhecida como: • • • diagrama de relés. diagrama de blocos lógicos. não necessitando de conhecimento da arquitetura do microprocessador. 1111 0000 0101 0100 PROGRAMA COMPILADORES OU INTERPRETADORES Vantagem . 26 SENAI . É o caso do STEP 5 da Siemens. Programação de controladores programáveis Podemos programar um controlador através de um software que possibilita usualmente quatro formas de apresentação da lógica do usuário: • • • • diagrama de contatos.

Controladores Programáveis Diagrama de blocos lógicos Mesma linguagem utilizada em lógica digital. desenvolvimento de bibliotecas de rotinas utilitárias para uso em vários facilidade de manutenção. forma de representação.Estrutura de programação que permite: • • • • organização. onde sua representação gráfica é feita através das chamadas portas lógicas. autor do software. Esta análise se deterá nos seguintes pontos: • • • • forma de programação. documentação. operacionais ou geográficos. SENAI 27 . Programação Linear . Permite também dividir o programa segundo critérios funcionais. simplicidade de documentação e fácil entendimento por outras pessoas. Lista de instrução Linguagem semelhante à utilizada na elaboração de programas para computadores. Esta forma pode ser linear ou estruturada. Análise das linguagens de programação Com o objetivo de ajudar na escolha de um sistema que melhor se adapte às necessidades de cada usuário. Forma de programação É a maneira pela qual o programa se estrutura. pode-se analisar as características das linguagens de programação disponíveis em CP’s. Programação Estruturada . conjunto de instruções. além do programas.Programa escrito em um único bloco.

desde sua concepção até a manutenção. uma abordagem neste sentido torna-se cada vez mais importante. SENAI . Podem ter funções mais complexas como comunicação de dados. tendo em vista que um grande número de profissionais está envolvido no projeto de um sistema de automação que se utiliza de CP’s. indexação de instruções. seqüênciamento. funções aritméticas. memorização. contagem. De qualquer forma. Podem servir para mera substituição de comandos a relés: • • • • funções lógicas. conversão de dados. lista de Instruções. Estas três formas são mais usuais e permitem que o usuário se adapte a uma forma de programar mais próxima do ambiente de projeto usado para desenvolver projetos de diagramas elétricos. diagrama de Blocos. para manipulação de variáveis analógicas: • • movimentação de dados. etc: • • • 28 saltos controlados. Serve também. conexão com interfaces homem-máquina (IHM). melhor a documentação que normalmente se divide em vários níveis.Controladores Programáveis Forma de representação Pode-se analisar também quanto à forma de representação: • • • diagrama de Contatos. Conjunto de instruções É o conjunto de funções que definem o funcionamento e aplicações de um CP. Quanto mais rica em comentários. temporização. Documentação A documentação é mais um recurso de editor de programa que de linguagem de programação. controle analógico.

Controladores Programáveis • • • PID. Este tipo de padronização é viável. A grande vantagem de se ter o software normalizado é que ao se conhecer um. Esta linguagem.vem a substituir todas as linguagens exclusivo”. “OU”. As formas de representação são : • • programação convencional.programação como esquemas de relés. aritmética com ponto flutuante. As linguagens são: • • • Ladder Diagram . Sequencial Function Chart (SFC) . Boolean Blocks . economizando em treinamento e garantindo que. novidade no mercado internacional.evolução do graphcet francês. seqüenciadores. nunca se fique sem condições de crescer ou de repor equipamentos. declarativas como linguagem de instruções. Através de um chamado compilador pode-se adaptar um programa à linguagem de máquina de qualquer tipo de microprocessador. A norma IEC 1131-3 prevê três linguagens de programação e duas formas de apresentação. por mais que um fornecedor deixe o mercado. um programa padrão pode servir tanto para o CP de um fabricante A como de um fabricante B. Normalização Existe a tendência de utilizar um padrão de linguagem de programação em que é possível a intercambiabilidade de programas entre modelos de CP’s e até de fabricantes diferentes. “Negação”. SENAI 29 . BASIC estruturado e inglês estruturado. conhece-se todos. Essa padronização está de acordo com a norma IEC 1131-3. “Ou Structured Control Language (SCL) . etc. Isto é. utilizando-se o conceito de linguagem de alto nível.blocos lógicos representando portas “E”. é baseada no Pascal.

.

controle de temperatura e qualidade. vêm apresentando um desenvolvimento que torna necessário seu estudo pormenorizado. pneumático. o comando de uma máquina. por exemplo mecânico. são formados por agrupamentos de componentes eletrônicos. pois são encontrados nos mais diversos setores da indústria como por exemplo. eletrônico. como por exemplo. aqueles comandados por um operário. linhas de montagem automáticas. digital ou híbrido. Um sistema comporta vários subsistemas que podem ser. os sistemas manuais de controle. por sua vez. Subsistema eletrônico Um sistema eletrônico é composto por blocos funcionais que. Estudaremos o sistema de controle automático no que se refere ao subsistema eletrônico. por sua vez.Controladores Programáveis Sistemas automáticos de controle A cada dia que passa. robótica e até mesmo em controle de tráfico urbano. ou seja. Ele pode ser analógico. Sistema Sistema é um conjunto de elementos (ou subsistemas) reunidos de forma a executar uma determinada tarefa. hidráulico. Estes. SENAI 31 . em controle de máquinas operatrizes. vem sendo mais e mais substituídos por sistemas de controle automáticos.

níveis lógicos definidos e números digitais. exige circuitos de interface para que ele se comunique com o processo controlado. Computador (micro/mini) ↔ Interface Conversores AD/DA ↔ Controle do Processo Bloco funcional Bloco funcional é uma das subdivisões do subsistema eletrônico. de forma que os circuitos controlados por microcomputador são sempre híbricos. um oscilador etc. Pode ser representado de duas maneiras: • • 32 Por fluxograma Por blocos SENAI . Ele apresenta o processo de acordo com a função de cada etapa e as relações existentes entre elas. Diagrama funcional de processo O diagrama funcional de processo tem com objetivo transmitir informações sobre o funcionamento do sistema. A figura a seguir mostra um diagrama de blocos de um subsistema eletrônico comandado por um microcomputador. construído com amplificadores operacionais. um multivibrador. Ele representa uma função a ser executada por conjuntos de componentes discretos e pode ser uma porta lógica. Os sistemas de controle atuais têm no microcomputador seu elemento principal. O subsistema eletrônico digital é um sistema de controle que opera com portas lógicas. um temporizador.Controladores Programáveis O subsistema eletrônico analógico é um sistema de controle que trabalha com circuitos não-lineares ou com tensão analógica e é. na maioria das vezes. A maioria dos circuitos interfaceados são analógicos. O subsistema eletrônico híbrico é formado por conjuntos lógicos e digitais. Microcomputador como elemento de controle A utilização do microcomputador como elemento de controle.

Controladores Programáveis A figura a seguir ilustra as etapas do diagrama funcional de processo.Nesta etapa. porém os eventos são seqüenciados e hierarquizados com detalhamento técnico do sistema a ser automatizado. • Esclarecimento e análise do problema . Dessa análise pode surgir uma melhoria no processo a medida em que são eliminados passos dispensáveis e acrescentados outros necessários. Apresentação do Problema ↓ Esclarecimento e análise ↓ Descrição do funcionamento desejado “algoritmo” ↓ Diagrama de blocos lógicos • Fluxograma de controle de processos Apresentação do problema . um especialista em automação faza análise do problema observado e de todos os detalhes citados na etapa anterior. • Descrição do funcionamento (algoritmo) . SENAI 33 . faz-se uma descrição passo a passo do processo e na seqüência correta de execução. Esta descrição deve ser feita pelo especialista do processo automatizado. A apresentação deve ser feita numa linguagem compreensível e objetiva através da qual devem ser observados todos os detalhes necessários a um bom desempenho do processo.Esta etapa consiste na descrição do processo ou sistema que se deseja automatizar.Nesta etapa. A descrição é basicamente o que foi abordado na primeira etapa.

⇒ O estágio de memória é representado dividindo-se um retângulo ao meio por meio de uma linha tracejada no sentido das entradas para as saídas o que caracteriza o comportamento biestável. dois exemplos de aplicação ⇒ O formato básico é um quadrado com tamanho arbitrário (como uma porta lógica) ⇒ As entradas e saídas de uma função são colocadas em lados opostos de modo que as entradas fiquem à esquerda ou em cima e as saídas à direita ou embaixo. válvula aberta.tempo de controle. A seguir são detalhadas as regras dessa representação e.tempo de espera em vista do evento seguinte a ser executado. porém.Controladores Programáveis • Diagrama funcional por blocos . coloca-se de forma abreviada a natureza da saída: S . sempre representa a situação equivalente a um estado.memorizada.ação memorizada (set). ⇒ Um sinal de entrada ou de saída é negado por um pequeno círculo entre o fio do sinal e o quadrado da função. ⇒A natureza do sinal de saída correspondente deve ser escrita dentro de um retângulo. 34 SENAI .ação dinâmica (impulso). como por exemplo. tanque cheio. em seguida. ⇒ Uma variável de entrada pode ser representada na forma de palavras ou números. tw . tc . DY .não .É constituído pelos mesmos blocos utilizados em eletrônica digital. No retângulo menor (x). NS .

Um motor elétrico deve operar com reversão de sentido de rotação. A pressão do óleo lubrificante nos mancais do motor for igual a zero. ao ser desligado quando se encontra em um sentido de rotação. Exemplo 1: Acionamento de reversão de um motor . O motor não deverá entrar em funcionamento se pelo menos uma dessas condições estiver presente: • • • O desligamento de emergência foi acionado. ⇒ O tempo de duração definido (impulso) em que a saída permanece no nível lógico 1 é indicado por um sinal de impulso sobre o qual se escreve a duração (tL) ⇒ A função de temporização é representada por uma barra indicando à esquerda o retardo na ligação e à direita o retardo no desligamento. se ele estiver em funcionamento. Operações de comando: • • Ligar o motor para girar em sentido horário. abrir válvula. A temperatura da carcaça for superior a 70ºC. O desligamento deve desativar o motor em qualquer um dos sentidos de rotação. principalmente em sentido contrário. o motor possa ser religado. Observação A ocorrência de uma dessas condições deve levar o motor a se desligar. o intervalo de tempo entre o desligamento não deve ser inferior a 10s. Para isso.Controladores Programáveis ⇒ No retângulo maior é colocado a ordem a ser executada. Ligar o motor para girar no sentido anti-horário. Cada um dos sentidos é determinado por comando manual. Solução O problema pode ser representado em diagrama funcional de blocos dividido em duas partes: comando e proteção. SENAI 35 . como por exemplo. tanque cheio. Deseja-se evitar que.

Finalmente. adequado ao estágio memorizador. o desligamento deve provocar a desmemorização da ordem de ligação.Controladores Programáveis • Desligar o motor. Da mesma forma.horário deve existir um bloqueio mútuo. a temporização exigida deve ser de 10s. obtido pela associação adequada de saídas e entradas dos memorizadores. O diagrama funcional por blocos resultante é: Exemplo 2: Iluminação de escadaria .Deseja-se um sistema de iluminação para a escada de um edifício de três andares. Todas as funções que executam a proteção devem atuar na desmemorização e bloqueio das ordens de ligar o motor. A proteção requerida implica no desligamento do motor e na inibição de sua ligação. o interruptor do pavimento térreo ou de 36 SENAI . transforma-se em sinal contínuo. Entre o funcionamento do motor em sentido horário e o seu funcionamento em sentido anti. No pavimento térreo e em cada patamar haverá uma lâmpada e um interruptor ao ser acionado. A ação de ligar o motor deve se dar através de sinal momentâneo que.

antes de esgotado o tempo de três minutos. • A iluminação só deverá funcionar à noite ou no caso de a iluminação natural cair a um nível compatível ao da noite. a iluminação não deverá ter seu tempo de permanência prolongado pelo acionamento do próprio interruptor ou por outro. Restrições: • Acionada por um dos interruptores. decorrentes do primeiro acionamento. Solução O processo proposto é relativamente simples e pode ser representado satisfatoriamente pelo seguinte diagrama funcional de blocos: Fluxograma de processo SENAI 37 . todas as lâmpadas devem se acender e permanecer acesas por três minutos ao fim desse tempo.Controladores Programáveis qualquer dos três patamares. o desligamento se fará automaticamente.

3. as entradas com identificação 1 e 2 no passo 5 indicam que esse passo depende da execução das ordens de saída do passo 4. À esquerda da ordem de saída é colocada a natureza dessa mesma ordem. motores etc. A figura a seguir mostra os exemplos citados acima. Tempo de espera t2. identificadas com os mesmos números. contatores.n) e no retângulo “x” indica-se a função do evento. Exemplo: Desligar transportador ML. Exemplo: Válvula V aberta. Bomba B acionada. À direita estão numeradas as ordens de saída que serão solicitadas pelo passo seguinte.. esvaziar etc. Nessa representação. Válvula S fechada. As ordens de saída da etapa que são emitidas para os “operadores” (válvulas. As condições de liberação do passo (ou entradas) são indicadas textualmente e de forma resumida. “n” indica a posição do evento (1. Zerar contador T2.2. Essa regra só é válida para as ordens usadas nos passos 38 SENAI . Ele apresenta os eventos na seqüência definida pelo processo que se deseja controlar e utiliza a simbologia que é mostrada a seguir.Controladores Programáveis O fluxograma de processo permite representar as condições do processo. como por exemplo: misturar..) são colocadas em retângulos à direita do passo. Na figura a seguir.

Quando essas ordens não são numeradas. A solução de um comando seqüencial pode sofrer ramificações conforme indicado. deve-se acrescentar a esse número de ordem o número do passo ao qual pertence.todos os ramos são percorridos >1 .exclusivamente um dos ramos é percorrido SENAI 39 .Controladores Programáveis subsequentes. pode-se usar os mesmos símbolos usados em diagramas de blocos lógicos. ordem 1. passo 5. Exemplo: 1.pelo menos um dos ramos é percorrido =1 . Caso seja necessário colocar alguma condição adicional às entradas dos passos da seqüência. a realização do passo 5 independe da realização da operação zerar contador T2 do passo 4. Quando se quer utilizar a mesma ordem em outro passo qualquer. A natureza ou as condições dos eventos são colocadas ao lado da interserção: ⇒ ⇒ ⇒ & . é porque elas não condicionam a liberação de outros passos. ou seja. Portanto.5. na figura acima.

dos “n” ramos. Observação Esse tipo de representação gráfica apresentada se aplica bem para comandos seqüenciais ou em situações em que o número de variáveis e de etapas do processo é elevado. são representados como na simbologia dos diagramas de blocos lógicos.Controladores Programáveis ⇒ (n) m . 40 SENAI . Exemplo: Preparação de solução salina A figura a seguir mostra o esquema do processo. “m” são percorridos Passos de funções como memórias. Descrição do funcionamento desejado: a) processo pode ser iniciado manual ou automaticamente. contadores etc. temporizadores.

O volume QA deve ser superior ao necessário para atingir a nível Nmin do tanque e igual ou inferior ao necessário para o nível Nmax do tanque. f) A correia transportadora acionada pelo motor M2 é ligada ao se fechar a válvula VA. deve ser dado alarme. deve transcorrer o tempo tK de agitação (variável conforme o volume QA de água e QS de sal. O volume QA de água é previamente fixado para a operação e medido por um medidor de fluxo. Dez segundos após a ligação de M2. a válvula VS deve ser fechada e o motor M2 desligado 30s após. O volume QS é medido por uma balança fotoelétrica de conversão massa-volume. colocada na saída da válvula VS. O tempo tQA é necessário para se alcançar o volume Q. se o nível do tanque de eletrólise for ND. O tempo entre a ordem de iniciar o processo e a ligação do motor M1 não deve ser superior a quinze minutos. SENAI 41 . deve ser dado aviso de tempo tK ultrapassado. g) Quando o valor QS é atingido. a bomba B é ligada. deve-se desligar a bomba B e 10s após. j) Quando o valor K é atingido. ou através de comando manual. a correlação entre a condutividade da solução e sua temperatura deve apresentar um valor K.Controladores Programáveis b) No início do processo. inicia-se a descarga do tanque de mistura. a válvula VA se abre. a válvula S deve ser fechada. Caso esse valor não seja alcançado. e) Volume QA de água admitido no tanque determina o volume QS de sal a ser dissolvido. d) Quando o volume pré-fixado da água for atingido. h) A partir desse instante. Vinte segundos após a abertura da válvula S. Caso ele seja ultrapassado. a válvula VS deve abrir para a admissão de sal. A proporção QA/QS deve ser constante para qualquer volume de água. admitindo água no tanque. i) Ao final do tempo tK. o motor M1 do agitador deve ser ligado. c) Quando a água atingir o nível Nmin. O tanque deve ser esvaziado até que seja dada a indicação de tanque vazio No. a válvula VA deve ser fechada. Nesse instante. A descarga do tanque de mistura é iniciada com a abertura da válvula S. O motor M1 deve ser desligado ao ser atingido o nível Nmin.

Antes que isso aconteça. o sistema deve se manter em repouso durante 30s. o processo pode ser automaticamente reiniciado. Não ocorrendo ordem manual de desligar. 42 SENAI .Controladores Programáveis k) Desligada a bomba B e fechada a válvula S. Solução O exemplo apresentado é complexo e sua solução corresponde ao diagrama funcional por fluxograma de processo mostrado a seguir. Esta deve ser a condição inicial do processo. os contadores QA e QS devem ser levados a zero.

Controladores Programáveis SENAI 43 .

o sistema eletroeletrônico é o sistema principal cuja função é receber informações.Controladores Programáveis Localização de defeitos em sistemas de controle O processo de operação de uma máquina é controlado por um sistema principal e diversos subsistemas. Em virtude do sistema ser quase sempre controlado elétrica ou eletronicamente. o operador tem a tendência de associar qualquer defeito do sistema a uma falha elétrica ou eletrônica. O fluxograma a seguir mostra as etapas que devem ser seguidas pelo profissional para detectação e eliminação do defeito. Para isso. o técnico deve ter uma visão geral do sistema e ser capaz de identificar qual subsistema está danificado. Por isso. processá-las e tomar decisões que são enviadas ao subsistemas. é necessário que ele conheça o funcionamento da máquina e analise o sistema como um todo. Na maioria dos processos. 44 SENAI . Isso o leva a requisitar o técnico em manutenção eletroeletrônica para a correção do defeito.

todos os componentes eletrônicos. Tem também a função de somar. como eles funcionam e como se relacionam entre si. na verdade. por exemplo. O “hardware” se divide em três blocos principais: • • • O processador. o comando de uma máquina. O que dá a impressão de que ele executa muitas funções ao mesmo tempo é alta a velocidade com que essas operações são realizadas. O processador é o “cérebro” do computador. SENAI 45 . Contudo. fios e conexões que são utilizados na sua fabricação. magnéticos. Essas operações podem apresentar a solução de problemas matemáticos ou controle de certas funções como. mecânicos. subtrair e executar operações lógicas. “Hardware” é o termo utilizado para designar a parte física do computador. A memória. Os computadores têm a fama de processar muitos dados de uma só vez. O que é um computador O computador é um equipamento que executa automaticamente uma seqüência de operações para as quais foi anteriormente programado. eles processam apenas um dado de cada vez. ou seja. O computador é composto basicamente pelo “hardware” e pelo “software”. Os dispositivos de entrada e saída. Ele tem a capacidade de executar as instruções (programa) enviadas ao computador pelo usuário.Controladores Programáveis Computadores Este capítulo tem por objetivo apresentar os blocos componentes de um computador.

uma série de instruções que informam ao computador como ele deve operar. Em um mini ou microcomputador. A memória é a área de trabalho do computador e sua capacidade determina o que ele pode fazer ou não. nunca pode ser considerado isoladamente. O avanço da tecnologia empregada na construção dos componentes fez com que estes ficassem cada vez menores. Esses dispositivos são também chamados de periféricos. ou disco de armazenamento. já que consomem menos energia. portanto. mas sim como um conjunto de dois blocos interdependentes: o “hardware” e o “software”. Os dispositivos de entrada e saída (ou I/O do inglês “input/output”) são todas as formas usadas pelo computador para receber ou enviar dados. interconexões). mais rápidos e econômicos. O computador. Esses dispositivos incluem a entrada que digitamos pelo teclado e a saída que o computador apresenta na tela do monitor. o mais importante e é o “hard disk”. pois é nele que o computador guarda seus dados quando não estão em uso na memória principal. o processador é chamado de microprocessador. como estrutura física (circuitos. Por isso. Dentre todos os dispositivos citados. Origens do computador Os computadores começaram a ser usados comercialmente na década de 50. É o programa que traz o computador “a vida” e o transforma numa poderosa ferramenta de trabalho. O desenvolvimento dos computadores aconteceu rapidamente a ponto de se distinguirem claramente até agora quatro gerações: 46 SENAI . imprime na impressora e os conteúdos dos discos de armazenamento. o processador é chamado de UCP ou unidade central de processamento. componentes. ou seja.Controladores Programáveis Em um computador de grande porte. a capacidade de um computador é determinada pela quantidade de memória que ele possui. “Software” é o termo utilizado para designar o programa dos computadores.

as válvulas foram substituídas por transistores. Outra característica dessa geração de computadores era a falta de confiabilidade e o tempo excessivo para processar as informações. As mais importantes dessa categoria são “fortran” (para problemas científicos) e “cobol” (para tarefas comerciais e industriais). A programação dos computadores é agora realizada com o auxílio de linguagens de programação orientadas para o problema a ser resolvido. São linguagens de natureza universal que se assemelham cada vez mais à linguagem humana. Ao invés de se utilizar linguagem de máquina. portanto seu tamanho físico era muito grande. a programação era feita em linguagem de máquina. Essa utilização permitiu um novo e apreciável aumento da capacidade de trabalho dos computadores. e os programas eram executados de forma estritamente seqüencial. pois aumentou a confiabilidade e diminuiu o tempo de processamento das informações. A utilização de CLs também reduziu consideravelmente o tamanho físico dos computadores. apesar de seu tamanho (que justifica seu prefixo micro). mais rápidos e mais confiáveis. podiam ser utilizados comandos alfabéticos abreviados (linguagem “assembler”). Essa inovação levou a uma grande redução no tamanho físico e no consumo. os fios de ligação foram substituídos por placas de circuito impresso. Além disso. é muito mais rápido e possante que os mais populares computadores da geração anterior. Segunda geração: nos computadores da segunda geração.Controladores Programáveis Primeira geração: os computadores da primeira geração funcionavam totalmente a válvula. 47 SENAI . Desta maneira. o consumo de energia era excessivo e quilômetros de fios eram usados na conexão de seus componentes. Quarta geração: A quarta geração de computadores foi marcada pela larga integração de componentes em um único circuito integrado que resultou no microprocessador. Terceira geração: os computadores da terceira geração foram marcados pela utilização de circuito integrados. Nessa geração. A linguagem de programação foi simplificada consideravelmente. O microprocessador. os computadores tornaram-se menores.

reconhecimento de imagens. Microcomputadores Os microcomputadores são capazes de resolver problemas similares aos que os computadores de grande porte resolvem. Tipos de computadores Os computadores podem ser classificados segundo sua capacidade de armazenamento de dados e a velocidade com que manipulam esses dados. Computadores de grande porte ou “mainframes”. De acordo com essa classificação. processamento paralelo de dados. Computadores de médio porte 48 SENAI .Controladores Programáveis A linguagem usada pelos computadores dessa geração é “basic”. porém os problemas devem ser menos complexos. Os microcomputadores podem ser classificados de acordo com seu emprego: os de uso dedicado em aplicações comerciais e os de uso geral. inteligência artificial. ou microcomputadores pessoais. Estamos caminhando para a quinta geração de computadores que será provavelmente caracterizada pela linguagem de programação ainda mais próxima da natural. eles se dividem em três grupos: • • • Computadores pequenos ou microcomputadores. Computadores médios ou microcomputadores. com menor quantidade de dados e com velocidade maior de processamento. especialmente desenvolvida para os microcomputadores.

Características dos computadores Os computadores são caracterizados de uma maneira geral por três aspectos: • • Capacidade de memória. dezesseis. O processamento das informações é extremamente rápido.Controladores Programáveis Esses computadores estão numa posição intermediária entre os micros e os computadores de grande porte. precisamos empregar algumas palavras novas como “Kbytes e bits”. em situações onde exista uma grande quantidade de dados a serem processados em tarefas que envolvem usualmente um número extremamente grande de cálculos e dados. o total de memória residente que o computador possui. Os computadores de grande porte normalmente trabalham com número elevado de periféricos que muitas vezes se encontram espalhados geograficamente. por exemplo. de controlar o processo de produção de uma indústria. Vamos. Os bites são expressos em números binários e podem assumir os valores zero e um. São computadores que possuem uma razoável quantidade de memória e são capazes. ou seja. Um exemplo desse tipo de computador é o computador usado pelo sistema bancário. É expressa em bytes (kilobytes) ou mbytes (megabytes) Tamanho da palavra. Computadores de grande porte Os computadores de grande porte são aqueles empregados para resolver problemas complexos de ordem técnica e científica. ou seja. do inglês “binary digit”. o número de bits de dados que o computador pode manusear de uma só vez. ou seja. então ver o significado delas e de mais algumas outras importantes para entender o funcionamento dos computadores. Acima vimos que para apresentar as características dos computadores. o tempo que o computador leva para processar as informações. Existem computadores de oito. trinta e dois e sessenta e quatro bits. • Velocidade de processamento. SENAI 49 . Bit. é a menor unidade de informação que um computador pode processar.

Essas palavras têm nomes especiais dependendo do número de bits que ela contenha. isso significa 64 vezes 1024. Quando ouvimos falar em 64Kb. quatro bits. ou seja: • • • • Byte é uma palavra de oito bits. Doubleword (palavra dupla) é uma palavra de trinta e dois bits. Kylobyte. ou simplesmente palavra é um conjunto de números binários. ou simplesmente Kbyte ou ainda Kb. 1048 576 bytes. é múltiplo de byte e corresponde a 1024 bytes. ou 65 536 bytes. Megabyte corresponde a 1Kb de 1Kb (1024 x 1024). Word é uma palavra de dezesseis bits.Binária. Nibble corresponde a meio byte. 50 SENAI . ou mais exatamente.Controladores Programáveis Palavra . isto é.

estudaremos as operações que as memórias realizam. SENAI 51 . Observe a figura a seguir. A “largura” de cada registrador corresponde ao número de bits que a palavra possui. como essas operações são realizadas e quais os tipos de memórias que existem para realizá-las. ou seja. 1024 palavras de 8 bits. tanto as instruções quanto os dados do programa devem ser armazenados a fim de que possam estar disponíveis sempre que o usuário do equipamento necessitar deles. Neste capítulo. Essa função imprescindível no sistema é realizada pelas memórias. Assim. Cada unidade de armazenamento da memória pode ser comparada a um registrador capaz de guardar uma palavra de dados. Armazenamento de dados Os circuitos integrados de memória têm uma capacidade de armazenamento de um determinado número de palavras com um determinado número de bits.Controladores Programáveis Memórias Em qualquer computador. O número de palavras que pode ser armazenado é igual ao número de registradores que a memória possui. um circuito de memória muito usado tem capacidade de armazenamento de 1 kbyte.

Esse número especifica a exata localização do registrador e. da palavra armazenada. Por isso. quando se efetua a leitura de um dado (palavra) na memória. A operação de escrita apaga a palavra memorizada anteriormente e grava a nova palavra. A escrita é o processo de colocar uma nova palavra em um determinado registrador.Controladores Programáveis O conteúdo de cada registrador está sujeito a duas operações possíveis leitura e escrita. seu conteúdo se modifica. A figura ao lado mostra a representação esquemática da organização interna de uma memória que armazena 64 palavras de 4 bits cada. A leitura é o processo de retirar a palavra armazenada do registrador e enviá-la para algum outro lugar. conseqüentemente. Esse endereço tem a forma de um número e cada registrador recebe um número. 52 SENAI . Obsevação Não são todos os tipos de memória que permitem a escrita de novas palavras como veremos mais adiante Endereçamento Para que o dado que está sendo lido seja encontrado. é preciso que ele tenha um endereço.

Quando a entrada CS está no modo desabilitado todas as entradas e saídas de dados do CI estarão desabilitadas. os fabricantes combinam as funções de entrada e saída de dados em pinos de entrada e saída comuns.Controladores Programáveis Seleção da memória A maioria das memórias têm uma entrada chamada “chip-select” (CS)que é utilizada para habilitar ou desabilitar as entradas e saídas do CI. Observação Para economizar pinos nos CIs. Quando esta entrada está em nível baixo. do inglês “input/output”). Operação de leitura ou escrita A operação de leitura ou escrita é selecionada pela entrada de leitura/escrita (R / W. SENAI 53 . Isso impossibilita qualquer operação de escrita ou leitura. habilita os amplificadores de entrada e coloca níveis lógicos no registrador endereçado. Quando está em nível alto. esta entrada habilita os amplificadores de saída e faz a leitura do registrador endereçado. Observe a figura a seguir que mostra os pinos sendo usados como entrada/saída (I/O. do inglês “read/write”).

As RAMs são utilizadas em computadores para o armazenamento temporário de programas e dados. A RAM dinâmica é assim chamada porque os capacitores tendem a se descarregar e precisam ser periodicamente recarregados. 54 SENAI . A vantagem da RAM estática é que a informação armazenada fica no biestável que permanece travado enquanto a alimentação for mantida constante. Essa recarga periódica é chamada de refrescamento (“refreshing”) da memória. Na verdade. Essa técnica permite que apenas alguns componentes sejam utilizados por dado armazenado. Esse refrescamento é feito a cada 2ms (milissegundos). mas minúsculos capacitores. o que limita a capacidade de armazenamento a 64 kbytes por CI. ou seja. Existem dois tipos de memórias RAM: a estática e a dinâmica . elas perdem a informação armazenada ao serem desenergizadas. Isso aumenta a capacidade de armazenamento do CI para 64 kbytes. As memórias em que se pode ler ou escrever dados são chamadas de memórias de leitura e escrita (RWM. A principal característica e desvantagem desse tipo de memória é o fato de serem “voláteis”. do inglês “read/write memory”). Cada flip-flop corresponde a um bit de dado. o termo RAM define qualquer memória capaz de ter qualquer de seus registradores acessados sem ter que passar antes por outros registradores. A RAM estática usa flip-flops internos para armazenar os dados. A RAM dinâmica não utiliza flip-flops para o armazenamento de dados. O termo usual para identificar esse tipo de memória é RAM (do inglês “random access memory” e que quer dizer memória de acesso aleatório).Controladores Programáveis Tipos de memória Os CIs de memória se dividem em duas grandes classificações de acordo com as funções de leitura ou escrita que desempenham.

o fabricante confecciona uma máscara (ou gabarito fotográfico do circuito) que permite a produção das memórias. Esse processo. As ROMs podem ser classificadas de acordo com o processo de escrita de dados que é empregado: • ROM programável por máscara . Existem dois tipos de EPROMs que são diferenciadas pelo processo de apagamento. Devido à sua característica principal (memória não-volátil). as RAMs dinâmicas também perdem os dados armazenados quando são desenergizadas. • ROM programável . as RAMs dinâmicas têm menor consumo. O processo de escrita não é simples e dependendo do tipo de ROM usado. existem também as ROMs (do inglês “read only memory”) que são memórias utilizadas apenas para terem seus dados lidos. • ROM apagável -(EPROM. as ROMs são utilizadas para armazenar dados que não mudam como por exemplo. Sua principal característica é ser não-volátil. isto é. Essas ROMs estão disponíveis pré-programadas com dados que são utilizados comumente como tabelas matemáticas e códigos geradores de caracteres. esta não pode mais ser alterada. Durante o processo de fabricação.a escrita é feita pelo fabricante sob encomenda do usuário. Uma vez programada. SENAI 55 . os dados podem ser escritos apenas uma vez ou quantas vezes for necessário. Da mesma forma como as RAMs estáticas. Além das RAMs. ela não perde o dado armazenado mesmo depois de desenergizada. A memória contém elos fusíveis que se queimam à medida que os bits são gravados com os níveis lógicos desejados. Isso é feito com o auxílio do programador PROM. ela é uma memória não volátil e mantém os dados armazenados indefinidamente. programas monitores de computadores ou de controladores lógicos programáveis. nenhum dado pode ser escrito em uma ROM. Uma vez completada a gravação.(PROM do inglês “programmable read only memory” ) permite que o próprio usuário armazene os dados ou programas desejados. Em operação normal.Controladores Programáveis Além de maior capacidade de armazenamento. do inglês “erasable programmable read only memory”) pode ser apagada e reprogramada um número indefinido de vezes. porém tem custo elevado e sua produção só se torna economicamente viável quando feito em larga escala.

O CI possui um pino ao qual se aplica determinada tensão que apaga os dados armazenados. PROM eletricamente apagável).Controladores Programáveis O primeiro processo é o que usa exposição à luz ultravioleta através de um janela de quartzo na face superior do CI. 56 SENAI . O segundo processo é utilizado na EEPROM (do inglês “electrically erasable programmable read only memory”. ou seja.

registradores.temporização e controle. Transfere dados para dispositivos de entrada/saída. ela chama as instruções da memória.Controladores Programáveis Microprocessador A UCP controla todas as funções realizadas pelo sistema de um microcomputador. 2. decodifica-se e executa-as. ela alimenta a memória e as portas de entrada e saída para executar as diversas instruções recebidas. Para executar essas funções.unidade lógica e aritmética. Busca instruções e dados na memória. Executa operações lógicas e aritméticas. SENAI 57 . Eles também transferem os dados ali armazenados para a memória ou dispositivo de entrada e saída. Responde a sinais de controle gerados pelos dispositivos de entrada/saída. o CI que comanda todas essas funções é o microprocessador que corresponde à unidade central de processamento. Os registradores são unidades funcionais usadas para armazenamento temporário dos bits do microprocessador. o microprocessador possui um circuito lógico completo que pode ser dividido em três blocos: 1. Além disso. Dentro desse sistema. Blocos funcionais do microprocessador O microprocessador executa um grande número de funções: • • • • • Gera sinais de controle e temporização. Esse microprocessador possui algumas características que serão estudadas neste capítulo. Nessa tarefa. 3.

Essas vias são chamadas de barramentos. ele necessita de vias que transportem as informações e os sinais envolvidos na operação do sistema. A unidade lógica e aritmética (ULA) executa as operações lógicas e aritméticas do sistema. 58 SENAI . Barramentos Para que o microprocessador possa se comunicar com as outras unidades do sistema.Controladores Programáveis A unidade de temporização e controle tem a função de controlar as operações de todas as unidades do sistema de modo que funcionem numa seqüência lógica e sincronizada para que cada dispositivo opere no momento correto. Os barramentos têm a função de interligar os blocos funcionais do sistema e cada um deles tem uma função específica.

O barramento de controle também é uma via bidirecional e tem a função de controlar e coordenar as operações da UCP. Praticamente. o barramento se divide em duas partes. SENAI 59 . Em seguida. o microprocessador é informado sobre qual a operação que deve ser efetuada. Através do barramento de controle. É uma via unidirecional pois os dados só fluem da UCP para as memórias ou para os dispositivos de entrada e saída. O número de bits do barramento de dados determina o tamanho da palavra que o computador manipula. a UCP gera os sinais de controle e informa aos blocos funcionais qual é a operação que deve ser efetuada. pois tem algumas vias que recebem sinais e algumas enviam sinais. O barramento de dados é uma via bidirecional pela qual os dados podem entrar ou sair. Ele envia ou recebe informações das posições de memória ou dos dispositivos de entrada e saída que são selecionados pelas informações geradas pela UCP e enviadas pelo barramento de endereços. dependendo da operação que está sendo realizada (leitura ou escrita).Controladores Programáveis O barramento de endereço leva as informações para a memória ou para os dispositivos de entrada e saída.

.

Controladores Programáveis

Lógica Digital

Sistemas de Numeração Através dos tempos foram criados vários sistemas de numeração para atender variadas aplicações, dentre os quais se destacam : • • • • Sistema Decimal; Sistema Binário; Sistema Octal; Sistema Hexadecimal.

Sistema Decimal O sistema decimal é o mais conhecido e utilizado em nosso dia-a-dia. É formado por dez símbolos (0,1,2,3,4,5,6,7,8 e 9) que através de suas posições terão um determinado valor. Por possuir dez símbolos possíveis, é chamado sistema de numeração na base 10. Representação Algarismos: 0,1,2,3,4,5,6,7,8 e 9 Base: 10 Posição do algarismo no número: potências de 10 ( 10 Símbolo: dec
n

)

SENAI

61

Controladores Programáveis

Exemplo: 1.99510

Milhar 1 1 x 10
1.000 900 + 90 5 1.995 Sistema Binário
3

Centena 9 9 x 10
2

Dezena 9 9 x 10
1

Unidade 5 5 x 10
0

O sistema binário representado por apenas dois símbolos (0 e 1), que representam dois estados possíveis em um sistema: aberto/fechado, ligado/desligado, sim/não, etc. Os números binários são usados para representar o sistema de funcionamento de um computador, já que este utiliza a característica de chaves elétricas que abrem e fecham. Aos dois estados possíveis da chave (aberta ou fechada) associam-se os valores binários (0 e 1). É um sistema de numeração posicional, isto é, os símbolos têm valores diferentes de acordo com a posição que ocupam. Como possui dois símbolos é chamado de sistema de base 2. Representação Algarismos: 0 e 1 Base: 2 Posição do algarismo no número: potências de 2 ( 2 ) Símbolo: bin Exemplo: 11012
n

2 1

3

2 1

2

2 0

1

2 1

0

1x8

1x4

0x2

1x1

(1 x 8) + (1 x 4) + (0 x 2) + (1 x 1) = 8 + 4 + 1 = 13 Logo : 11012 = 1310 62
SENAI

Controladores Programáveis

Sistema Octal O sistema octal é representado por oito símbolos ( 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 ) e é chamado de sistema na base 8. Este sistema é uma boa forma de simplificar a representação de números binários. Representação Algarismos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 Base: 8 Posição do algarismo no número: potências de 8 ( 8 Símbolo: oct Exemplo: 50278
n

)

8 5

3

8 0

2

8 2

1

8 7

0

5 x 512

0 x 64

2x8

7x1

(5 x 512 ) + ( 0 x 64 ) + ( 2 x 8 ) + ( 7 x 1 ) = 2.560 + 16 + 7 = 2.583 Logo : 50278 = 2.58310 Sistema hexadecimal O sistema hexadecimal é representado por dezesseis símbolos 8, 9, A, B, C, D, E e F ) e é chamado de sistema na base 16. Este sistema também é uma boa forma de simplificar a representação de números binários. Representação Algarismos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, A, B, C, D, E e F Base: 16 Posição do algarismo no número: potências de 16 ( 16 ) Símbolo: hex
n

( 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7,

SENAI

63

Controladores Programáveis

Exemplo: 19FA16

16 1

3

16 9

2

16 F

1

16 A

0

1 x 4096

9 x 256

F(15) x 16
*

A(10) x 1
*

( 1 x 4096 ) + ( 9 x 256 ) + ( 15 x 16 ) + ( 10 x 1 ) = 4096 + 2304 + 240 + 10 = 6650 Logo : 19FA16 = 6.65010 Equivalentes entre sistemas numéricos

DEC 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

BIN 0000 0001 0010 0011 0100 0101 0110 0111 1000 1001 1010 1011 1100 1101 1110 1111

OCT 0 1 2 3 4 5 6 7 10 11 12 13 14 15 16 17

HEX 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A B C D E F

64

SENAI

Controladores Programáveis

Conversão entre os sistemas de numeração Binário para Decimal Exemplo: 10102

2 1

3

2 0

2

2 1

1

2 0

0

1x8

0x4

1x2

0x1

(1 x 8) + (0 x 4) + (1 x 2) + (0 x 1) = 8 + 2 = 10 Logo : 10102 = 1010 Octal para Decimal Exemplo: 17508

8 1

3

8 7

2

8 5

1

8 0

0

1 x 512

7 x 64

5x8

0x1

( 1 x 512 ) + ( 7 x 64 ) + ( 5 x 8 ) + ( 0 x 1 ) = 512 + 448 + 40 = 1.000 Logo : 17508 = 1.00010 Hexadecimal para Decimal Exemplo: 0AFE16

16 0

3

16 A

2

16 F

1

16 E

0

0 x 4096

A(10) x 256

F(15) x 16

E(14) x 1

( 0 x 4096 ) + ( 10 x 256 ) + ( 15 x 16 ) + ( 14 x 1 ) = 0 + 2560 + 240 + 14 = 2.814 Logo : 0AFE16 = 2.81410

SENAI

65

Controladores Programáveis

Decimal para Binário Dividir o número sucessivamente por 2 até que o quociente seja 0. A leitura do número em binário é feita do último resto para o primeiro (vide seta). Exemplo: 1210 =

?2

1 0

2

6 0

2 3 1 2 1 1 2 0

Logo : 1210 = 11002 Decimal para Octal Dividir o número sucessivamente por 8 até que o quociente seja 0. A leitura do número em octal é feita do último resto para o primeiro (vide seta). Exemplo: 10010 =

?8

100 8 4 1 4

8 1 1 8 0

Logo : 10010 = 1448 Decimal para Hexadecimal Dividir o número sucessivamente por 16 até que o quociente seja 0. A leitura do número em hexadecimal é feita do último resto para o primeiro (vide seta). Exemplo: 25410 = ?16

254

16 14 1 16 1 0

66

SENAI

Exemplo : BYTE 1 1 0 NIBBLE SENAI 0 1 0 1 1 0 0 NIBBLE 1 67 .Controladores Programáveis 15 = F 14 = E Logo : 25410 = FE16 Representação binária Os números binários são representados por dígitos que recebem denominações específicas em função de sua utilização. Exemplo: 1 0 1 Bit. Exemplo : 1 Byte Byte a palavra utilizada para denominar a combinação de 8 bits consecutivos. e pode assumir o valor 0 ou 1. A palavra Bit vem do inglês Binary digit (dígito binário). Os números binários podem receber as seguintes representações: • • • Bit É o nome dado a um dígito binário. Byte. é um número binário formado por três bits Nibble ou Tétrada É um número binário formado pela combinação de 4 bits consecutivos. Nibble ou Tétrada.

isto é. Palavra (Word ) Uma palavra é um conjunto de 2 bytes consecutivos. Cada grupo de 4 dígitos binários representa um dígito de um número decimal.Controladores Programáveis Obs. 16 bits. PALAVRA 1 1 0 1 1 BYTE 0 1 1 0 0 1 1 1 0 1 1 BYTE Números BCD . Números Decimais 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Exemplo : 0010 2 x 103 2000 Milhar 0101 5 x 102 500 Centena 0001 1 x 101 10 Dezena 0011 3 x 100 3 Unidade Números Binários 0000 0001 0010 0011 0100 0101 0110 0111 1000 1001 68 SENAI .Decimal Codificado em Binário É um código que utiliza números binários para representar os dígitos de um número decimal.: um byte é composto por dois nibbles.

Controladores Programáveis 2000 + 500 + 10 + 3 = 2. No sistema binário só existem duas possibilidades de operação. um sinal designado com um valor de 1 ou 0. sendo a base de operações de dispositivos digitais.513 Fundamentos da lógica digital O sistema binário tem uma grande aplicação em técnicas digitais e computação. se encaixa no que se conhece como lógica binária.: Deve-se notar que a definição de 1 como sendo a condição de ligado e 0 como desligado. Operações lógicas A relação entre duas variáveis que representam estados binários é estabelecida através de operações lógicas que são realizadas conforme os princípios da álgebra booleana. Em algumas aplicações pode ser conveniente definir 1 como desligado e 0 como ligado. Dependendo do contexto que for usado. também pode ser descrito conforme mostrado abaixo: Estado 1 Ligado Avançado Aberta Ligado Tocando Acesa +5V +12V Aberta Estado 0 Desligado Recuado Fechada Desligado Muda Apagada 0V 0V Fechada Elemento Motor Cilindro Pneumático Porta Circuito Elétrico Buzina Lâmpada Sinal Digital Sinal Digital Chave Obs. Esse conceito de dois estados 1 ou 0. é arbitrária. SENAI 69 .

com exceção das funções “NÃO” e “SIM” que sempre terão apenas uma entrada. se utiliza a tabela verdade.Controladores Programáveis Para realizar uma operação lógica é necessário um arranjo físico que é chamado de porta lógica.Botão desacionado 1.Lâmpada apagada Tabela Verdade Entradas A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 Saída Y 0 0 0 1 70 SENAI .Lâmpada acesa 0 . Tabela verdade Para uma melhor análise e compreensão de uma função lógica. onde são retratadas as possíveis condições dos elementos de entrada. Dentro da lógica digital pode se fazer arranjos para se obter as seguintes funções: Portas Lógicas Básicas “E” “OU” “NÃO” “SIM” Portas Lógicas Derivadas “NÃO E” “NÃO OU” “OU EXCLUSIVO” “EQUIVALÊNCIA” Todos os arranjos para se conseguir as funções. e como conseqüência a condição de cada elemento de saída. Convenção: 1 .Botão acionado 0 . Exemplo: Tabela Verdade da função lógica “E” de duas entradas. terão sempre duas ou mais entradas e uma saída.

Controladores Programáveis O número de combinações possíveis entre os elementos de entrada pode ser obtido através da seguinte fórmula: N° de entradas 2n = X N° de combinações possíveis para a(s) entrada(s) N° de estados que assumem os elementos de entrada Exemplo: 2 =4 As entradas podem assumir 4 combinações possíveis entre elas. 2 Simbologia Porta Lógica “E” Equação: Y = A . B SÍMBOLO Norma ASA A Y B Norma ABNT A & Y B SENAI 71 .

Controladores Programáveis Equivalente Elétrico A B Porta Lógica “OU” Equação : Y = A + B SÍMBOLO Norma ASA A Y B Norma ABNT A > = Y B Equivalente Elétrico A B 72 SENAI .

B SÍMBOLO Norma ASA A Y B Norma ABNT A & Y B Equivalente Elétrico A B SENAI 73 .Controladores Programáveis Porta Lógica “NÃO E” Equação : Y = A .

Controladores Programáveis Porta Lógica “NÃO OU” Equação : Y = A + B SÍMBOLO Norma ASA A Y B Norma ABNT A > = Y B Equivalente Elétrico A B 74 SENAI .

Controladores Programáveis Porta Lógica “OU Exclusivo” Equação : Y = A + B SÍMBOLO Norma ASA A Y B Norma ABNT A =1 Y B Equivalente Elétrico A B A B SENAI 75 .

Controladores Programáveis Porta Lógica “NÃO” Equação : Y = A SÍMBOLO Norma ASA A Y Norma ABNT 1 A Y Equivalente Elétrico A 76 SENAI .

Controladores Programáveis Porta Lógica “SIM” Equação : Y = A SÍMBOLO Norma ASA A Y Norma ABNT 1 A Y Equivalente Elétrico A SENAI 77 .

.

1998. SENAI-SP. Winderson E. 1997. SILVEIRA. São Paulo. e SANTOS. São Paulo. 2000.Teoria. Automação – Controle Discreto.Controladores Programáveis Referências Bibliográficas SENAI-SP. Ed. Érica. Eletricista de Manutenção IV – Acionamentos – Teoria. SENAI 79 . São Paulo. Controladores Programáveis . Paulo R.

.

P. Dr.Escola SENAI “Prof. ANEXO 2004 Documentação CLPs ALTUS . Euryclides de Jesus Zerbini” Campinas – S.

Controladores Programáveis Formato de uma Lógica As duas linhas laterais da lógica representam barras de energia entre as quais são colocadas as instruções a serem executadas. 82 SENAI .

Uma coluna é processada na ordem seqüencial de suas linhas. SENAI 83 . O número existente dentro de cada célula indica a sua ordem de processamento. desde a coluna 0 até a 7.Controladores Programáveis Ordem de Processamento da Lógica O processamento das instruções de uma lógica é realizado em colunas. desde a linha 0 até a linha 3.

nibble (4 pontos) b .Controladores Programáveis Operandos Simples Os operandos simples são utilizados como variáveis de armazenamento de valores no programa aplicativo. .saída %A .endereço no barramento %M .3 %S0004.decimal %F .real Tipo da subdivisão: .entrada %S . octeto .palavra (16 pontos) Exemplos: %E0002.ponto da palavra baixa (1 ponto) h .7 %A0039n1 %A0045 %M0205 %M0205b0 %D0029 %D0034w1 %F0001 - ponto 3 do operando de entrada 2 ponto 7 do operando de saída 4 nibble 1 do operando auxiliar 39 octeto auxiliar 45 operando memória 205 octeto 0 da memória 205 operando decimal 29 palavra 1 do decimal 34 operando real 1 Ver Também Lista de Operandos 84 SENAI .memória %D . Formato geral de um operando simples: Tipo do operando: %E . As subdivisões de operandos podem ser palavra.auxiliar %R .ponto da palavra alta (1 ponto) n . eles podem ser referenciados na sua totalidade ou em uma subdivisão (uma parte do operando). nibble ou ponto.octeto (8 pontos) w . Conforme a instrução que os utilizam.

78 constante memória positiva constante decimal negativa constante real positiva Ver Também Lista de Operandos SENAI 85 .Controladores Programáveis Operandos Constante Os operandos constante são utilizados para a definição de valores fixos durante a edição do programa aplicativo. Formato geral de um operando constante: Tipo da constante: %M memória %D decimal %F real Exemplos: %KM+05172 %KD-0974231 %KF+0153.

Controladores Programáveis Operandos Tabela Tabelas de operandos são conjuntos de operandos simples. São possíveis tabelas de operandos memória ou decimal. São utilizados índices para determinar a posição da tabela que se deseja ler ou alterar. constituindo arranjos unidimensionais. Formato geral de um operando tabela: Tipo da tabela: %TM memória %TD decimal %TF real Exemplos: %TM0026 %TD0015 %TF0069 tabela memória 26 tabela decimal 15 tabela real 69 Ver Também Lista de Operandos 86 SENAI .

ATENÇÃO: É responsabilidade do programa aplicativo que o valor contido na memória de referência (%M0009. Formatos: No MASTERTOOL. colocado na frente de um tipo de operando. comparação. não contendo valores negativos ou muito altos. indica que este é referenciado pelo endereço contido na memória especificada à esquerda do sinal. contagem e de temporização. o valor de %M0009 deveria estar entre 0 e 255 para que a instrução fosse corretamente executada. então o valor +431 será armazenado em %M0032. Exemplos: %M0043*E octeto de entrada referenciada indiretamente pela octeto auxiliar referenciado indiretamente pela memória tabela decimal referenciada indiretamente pela memória operando memória referenciado indiretamente pela memória 43 %M1824*A 1824 %M0371TD 371 %M0009*M memória 9 Esta instrução movimenta o valor +431 para o operando memória cujo endereço é o valor correntemente armazenado em %M0009. o acesso indireto às tabelas é representado sem o asterisco.Controladores Programáveis Acesso Indireto Esta forma de acesso é usada em conjunto com um operando memória (%M) para referenciar indiretamente outros operandos do sistema. normalmente possuindo um sinal de saída para a indicação do erro. As instruções não realizam os acessos indiretos inválidos. Se %M0009 conter o valor 32. Se no programa do exemplo anterior houvessem sido declarados 256 operandos %M. O sinal *. Se %M0009 contiver o valor 12 então o valor constante será armazenado em %M0012. São utilizados em instruções de movimentação. Caso o valor não estivesse nesta SENAI 87 . no exemplo) represente endereços válidos. acima dos endereços existentes para o tipo de operando referenciado indiretamente.

o acesso não seria realizado. 88 SENAI .Controladores Programáveis faixa.

SENAI 89 . Os operandos retentivos são configurados a partir dos últimos endereços até os iniciais. obedecendo a mesma regra dos operandos simples. a reserva é realizada em blocos de 256 bytes para operandos numéricos. A declaração dos operandos %S e %A é realizada de octeto em octeto. Por exemplo. serão considerados retentivos os operandos %M0384 ao %M0511.Controladores Programáveis Operandos Retentivos Operandos retentivos são operandos que têm seus valores preservados quando a UCP é desenergizada (desligada). É possível configurar a quantidade de operandos %M (memória). %D (decimal) . se existem 512 operandos %M declarados (%M0000 a %M0511) e deseja-se que 128 desses operandos sejam retentivos. Todos os operandos tabela são sempre retentivos. Os operandos não retentivos têm o seu valor zerado no momento em que o controlador programável é ligado. ou seja. %S (saída) e %A (auxiliar) retentivos. %F (real).

Os módulos são chamados para a execução pelo software executivo (sistema operacional do CP) ou por outros módulos. quando não for relevante o nome utilizado no mesmo.033 Na ajuda do MASTERTOOL os módulos de programa são referenciados somente pelo seu tipo e número. denominados da seguinte forma: Exemplo: F-PID. poderá ser atribuído um nome inválido para o mesmo. Para alterar o nome de um arquivo. Exemplo: E018 ATENÇÃO: O nome do arquivo correspondente a um módulo de programa não deve ser alterado através de um comando ou utilitário do sistema operacional (comando REN ou outros). pode ser visto como uma coleção de módulos utilizados para realizar uma tarefa especifica. onde cada arquivo contém um módulo. através de instruções apropriadas. deve-se ler e salvar o mesmo com o nome desejado através do comando Salvar Como (Menu Módulo). também conhecido como programa aplicativo. Quando armazenado em disquete. Se o nome do arquivo for modificado através de um comando do sistema operacional.Controladores Programáveis Estruturação do Projeto de Programação Funcionalmente. 90 SENAI . Isto permite uma visão hierárquica do projeto com a criação de sub-rotinas e funções. um projeto de programação. não podendo mais ser lido para o MASTERTOOL ou carregado no CP. o projeto de programação corresponde a um conjunto de arquivos.

pode-se utilizar o módulo de excução genérico.Módulo Acionado por Interrupção de Tempo O trecho de programa aplicativo colocado neste módulo é chamado para a execução em intervalos de tempo periódicos. Informações). para não haver o aumento excessivo no tempo de ciclo do módulo E001. sendo chamados para a execução pelo software executivo. o sistema retorna a execução para o ponto do processamento seqüencial onde o módulo havia sido interrompido. Define-se o período de chamada do mesmo nos parâmetros do módulo C. AL-600/8 e AL-600/16. Quando ocorrer uma transição de subida no sinal presente nesta entrada. sendo executado ciclicamente.5 ms. E001 . E018 . a execução seqüencial do programa aplicativo é interrompida e o módulo E018 é disparado. podendo ser escolhido entre 50 ms.mas o MasterTool não esteja habilitando sua criação. O módulo E020 atua somente nos CPs AL-600/4.Módulo Seqüencial de Programa Aplicativo Contém o trecho principal do programa aplicativo. devendo a sua execução ser o mais breve possível para não haver o aumento excessivo no tempo de ciclo do módulo E001. ATENÇÃO: O tempo de execução do módulo E018 não pode ser maior ou igual ao período de chamada. 2. Estado. Após o seu final. O tempo continua a ser contado durante a chamada do módulo E018.Módulo de Inicialização É executado uma única vez. o tempo de execução do módulo E020 deve ser o mais breve possível.Controladores Programáveis Módulo E Os módulos E contêm trechos do programa aplicativo.25 ms e 0. a partir da versão 1.625 ms. DICA Caso o modelo de CP definido no módulo C permita o uso de determinado tipo de módulo. SENAI 91 . Informações).20 do software executivo. AL-600/8 ou AL-600/16. Tipos de módulos E: E000 . na janela Informações (comando Comunicação. Se a entrada for acionada com muita freqüência. o CP entra em modo erro sendo exibida a mensagem Reentrada no módulo E018. Estado. diferenciando-se entre si pelo modo que são chamados à execução. 10 ms. Somente estes CPs possuem a entrada rápida de interrupção que aciona o E020. definindo-se seu número de acordo com a necessidade (E-018 ou E-020). antes da execução cíclica do módulo E001. conforme o seu número. 25 ms. ao se energizar o CP ou na passagem de modo programação para execução com o MASTERTOOL. Ao ser transcorrido o tempo programado. Existem diversos módulos E. ATENÇÃO: O tempo de execução do módulo E018 não pode ser maior ou igual ao período de chamada. 1.Módulo Acionado pela Entrada de Interrupção o trecho de programa aplicativo colocado neste módulo é executado com o acionamento da entrada de interrupção dos CPs AL-600/4. o sistema retorna a execução para o ponto do processamento seqüencial onde o módulo havia sido interrompido. na janela Informações (comando Comunicação. Após o seu final.125 ms. 3. Caso isto aconteça. 5 ms. E020 . a execução seqüencial do programa aplicativo é interrompida e o módulo E020 é disparado. o CP entra em modo erro sendo exibida a mensagem Reentrada no módulo E018. Caso isto aconteça.

Este tipo de módulo não possui passagem de parâmetros. sendo similar ao conceito de sub-rotina. economizando memória de programa.003 realiza o intertravamento mecânico da máquina realiza o controle de temperaturas realiza o interfaceamento homem-máquina gerencia a impressão de relatórios 92 SENAI . O número máximo de módulos deste tipo é 116 (P000 a P115). P ou F através da instrução CHP (CHama Procedimento). dividindo-o em segmentos de acordo com a sua função e declarando-os em diversos módulos P. sendo assim programados uma só vez e chamados quando necessário. Exemplos: P-MECAN. Podem ser usados também para uma melhor estruturação do programa principal.Controladores Programáveis Módulo P Os módulos P contêm trechos de programas aplicativos chamados a partir de módulos E. o módulo de execução contínua E001 somente chama os módulos P na seqüência desejada.000 P-TEMPER.001 P-VIDEO. Neste caso.002 P-IMPRES. O módulo P é útil para conter trechos de programas aplicativos que devem ser repetidos várias vezes no programa principal.

devem ser definidas 2 listas de operandos que são utilizadas para: enviar parâmetros para execução do módulo função (Entrada) receber os valores retornados pelo módulo função (Saída) Na edição do módulo função. Na chamada dos módulos F é possível a passagem de valores como parâmetros para o módulo chamado.Controladores Programáveis Módulo F Os módulos F contêm trechos de programas aplicativos chamados a partir de módulos E.002 F-PID. também devem ser definidas 2 listas de operandos. P ou F. em linguagem de relés ou de máquina. que são utilizados para: receber parâmetros da instrução CHF (Entrada) enviar valores de retorno para a instrução CHF (Saída) A passagem de parâmetros é realizada através da cópia dos valores dos operandos declarados (passagem de parâmetros por valor). Exemplos: F-LINEAR. utilizando o comando Edição. Editar Parâmetros. A figura a seguir apresenta o fluxo de dados entre a instrução CHF e o módulo função. através da instrução CHF (CHama Função). É permitida a passagem de todos os tipos de operandos. Estes módulos são usualmente escritos de forma genérica para serem aproveitados por vários programas aplicativos. Na edição de um instrução CHF. Maiores informações a respeito da passagem de parâmetros podem ser encontradas na descrição da instrução CHF.033 executa a linearização de valores lidos de um sensor realiza cálculos para implementação de laço PID de controle SENAI 93 . sendo semelhantes às instruções da linguagem de relés. Os valores dos parâmetros são enviados e devolvidos através de listas de operandos existentes na instrução de chamada e no módulo F.

ou seus atalhos equivalentes na Barra de Ferramentas). Estado Estado Estado Estado Estado Inicialização Execução Programação Ciclado de Erro Em condições normais. Programação e Ciclado do comando Comunicação. o CP passa para estado de erro. programação e ciclado.Controladores Programáveis Estados de Operação (Projeto Programação) Existem cinco estados ou modos de operação do CP: inicialização. sendo esses modos acionados através de comandos do MASTERTOOL (opções Execução. execução. Na ocorrência de alguma situação de funcionamento errôneo nestes modos. bem como monitorar e forçar quaisquer operandos utilizados. Para obter informações específicas sobre os modos de operação. ou seus atalhos equivalentes na Barra de Ferramentas) menu principal. a partir do menu principal). podendo também ser consultado pelo MasterTool. O estado em que o controlador programável se encontra é indicado nos LEDs do painel frontal da UCP. 94 SENAI . programação é possível carregar e ler módulos R pelo canal serial do roteador. Essas operações não são possíveis caso o CP esteja em modo erro. Estado. A recuperação do modo erro somente é possível passando-se o controlador programável para modo programação. ciclado e erro. consultar o manual de utilização do controlador utilizado. Estado. o controlador programável pode estar nos modos execução. programação. através da caixa de diálogo Estado (opções Comunicação. A figura a seguir apresenta as possibilidades de troca de estados. Nos modos execução.

Controladores Programáveis

Estado Inicialização
O CP inicializa as diversas estruturas de dados de uso do programa executivo e realiza consistências no projeto de programação presente na memória. Este estado ocorre após a energização do controlador, passando após alguns segundos para o estado execução. Caso não exista programa aplicativo na memória, o CP passa para modo erro. Enquanto o CP está inicializando, pode-se acionar o comando Comunicação, Estado, Programação, ou atalho equivalente na barra de ferramentas, fazendo com que o CP passe diretamente para o estado de programação, ao invés de executar o programa aplicativo. Este procedimento é útil para a reinicialização de CPs com programas contendo erros graves de programação. Por exemplo, um módulo com um laço infinito de execução, programado com uma instrução de salto para uma lógica anterior, provoca o acionamento do circuito de cão-de-guarda da UCP sempre que for ligada, após o estado de inicialização. Executando-se o procedimento anterior logo após a energização, o CP passa para o estado programação após inicializar, permitindo o apagamento ou a substituição do programa.

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Controladores Programáveis

Estado Execução
Normalmente o controlador programável se encontra neste estado, varrendo continuamente os pontos de entrada e atualizando os pontos de saída de acordo com a lógica programada. Este estado indica que o CP está executando corretamente um programa aplicativo.

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Controladores Programáveis

Estado Programação
O programa aplicativo não é executado, não havendo a leitura dos pontos de entrada, sendo as saídas desativadas e a memória do CP é compactada. O CP permanece inoperante, esperando comandos do MasterTool. Este modo normalmente é utilizado para a carga dos módulos do projeto de programação pelo MasterTool, através do canal serial. Ao passar para estado execução ou ciclado a partir do estado programação, os operandos são zerados.

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Controladores Programáveis

Estado Ciclado
Quando em modo ciclado, o controlador programável não executa ciclicamente o módulo E001, permanecendo à espera de comandos do MasterTool. Cada comando executa ciclo acionado no MasterTool (opções Comunicação, Estado, Executa Ciclo a partir do menu principal ou atalho equivalente) dispara uma única varredura do programa aplicativo (módulo E001), permanecendo o CP à espera de um novo comando após a execução da mesma. Quando o CP passa para modo ciclado, a contagem de tempo nos temporizadores pára, sendo os mesmos incrementados de uma unidade de tempo a cada duas varreduras executadas. As chamadas para o módulo de interrupção de tempo E018 não são realizadas neste modo. O módulo E020, acionado pela entrada de interrupção externa, continua sendo chamado neste modo.

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SENAI

Controladores Programáveis

Estado de Erro
Indica que houve alguma anomalia no CP durante o processamento do projeto de programação. O tipo de erro ocorrido pode ser consultado através da caixa de diálogo (opções Comunicação, Estado, Informações a partir do menu principal), enquanto o CP estiver neste estado. A saída do estado de erro somente é possível passando-se o controlador programável para modo programação. Em condições normais, o controlador programável pode estar nos modos execução, programação e ciclado, sendo esses modos acionados através de comandos do MasterTool (opções Execução, Programação e Ciclado da caixa de diálogo Estado, ou seus atalhos equivalentes na Barra de Ferramentas). Na ocorrência de alguma situação de funcionamento errôneo nestes modos, o CP passa para estado de erro. A recuperação do modo erro somente é possível passando-se o controlador programável para modo programação.

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Controladores Programáveis

Execução do Projeto de Programação
Quando o CP é energizado ou após a passagem para modo execução, as inicializações do sistema são realizadas de acordo com o conteúdo do módulo C, sendo logo após executado o módulo E000 uma única vez. O controlador programável passa então para o processamento cíclico do módulo E001, atualizando as entradas e saídas e chamando o módulo E018, quando existente, a cada período de tempo de interrupção programado. Nos CPs AL-600/4, AL-600/8, AL-600/16, QK600, PL102, PL103, PL104 e PL105, o módulo E020 é chamado, quando existente, com o acionamento da entrada de interrupção. A figura 2-21 mostra esquematicamente a execução do programa aplicativo.

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são comparados conforme o seu formato de armazenamento (considerando o seu sinal). Se não são do mesmo tipo. fornecendo o resultado da comparação em suas saídas. a saída é desacionada. são comparados ponto a ponto (como valores binários sem sinal).Menor Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição A instrução menor realiza a comparação do operando especificado com o valor previamente carregado no registrador interno com a instrução CAR (Carrega Operando).Controladores Programáveis < . Se os operandos a serem comparados são do mesmo tipo. A instrução menor energiza a sua saída se o valor contido no registrador interno previamente carregado com a instrução CAR for menor que o valor contido no operando OPER fornecido nesta instrução. Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 101 . Caso algum acesso indireto seja inválido.

são comparados conforme o seu formato de armazenamento (considerando o seu sinal). Se os operandos a serem comparados são do mesmo tipo. A instrução igual energiza a sua saída se o valor do seu operando for igual ao valor do operando presente na última instrução CAR ativa. Caso algum acesso indireto seja inválido. Se não são do mesmo tipo. fornecendo o resultado da comparação em suas saídas.Igual Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição A instrução igual realiza a comparação do operando especificado com o valor previamente carregado no registrador interno com a instrução CAR (Carrega Operando). Sintaxe da Instrução Exemplo 102 SENAI .Controladores Programáveis = . são comparados ponto a ponto (como valores binários sem sinal). a saída é desacionada.

são comparados ponto a ponto (como valores binários sem sinal). Se não são do mesmo tipo.Controladores Programáveis > . Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 103 . são comparados conforme o seu formato de armazenamento (considerando o seu sinal).Maior Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição A instrução maior realiza a comparação do operando especificado com o valor previamente carregado no registrador interno com a instrução CAR (Carrega Operando). Caso algum acesso indireto seja inválido. fornecendo o resultado da comparação em suas saídas. a saída é desacionada. A instrução maior energiza a sua saída se o valor contido no registrador interno previamente carregado com a instrução CAR for maior que o valor contido no operando OPER fornecido nesta instrução Se os operandos a serem comparados são do mesmo tipo.

X). definidos em OPER2. Caso OPER1 seja especificado com subdivisão do tipo ponto (%RXXXX. com indicação de overflow (4000 a 4095) A saída de erro da instrução é ativada em alguma das seguintes situações: módulo declarado no barramento é inválido para a instrução (não é um dos módulos relacionados anteriormente) tentativa de acesso a operandos não declarados erro de conversão (exceto AL-1103) Sintaxe da Instrução 104 SENAI . com indicação de overflow (4000 a 4095) AL-1139 e QK 1139 (12 bits): valores de 0000 a 3999. o tempo de execução da instrução é significativamente menor do que a conversão dos 8 canais. acionados por interrupção de tempo. O endereço a ser programado em OPER1 pode ser obtido diretamente através da coluna Endereço na Declaração dos Barramentos. respectivamente.0 a .X (conversão de 1 canal). o qual indica o endereço no barramento ocupado pelo módulo A/D. É possível efetuar a leitura de 1 ou 8 canais alterando-se apenas a especificação do primeiro operando. Neste formato. para uso em módulos de programa E018. Se OPER1 for especificado como %RXXXX. A conversão é realizada apenas se a entrada habilita estiver energizada. Os módulos disponíveis para realizar a conversão A/D são mostrados a seguir.7 do operando correspondem aos canais 0 a 7 do módulo. Os valores convertidos pela instrução pertencem a uma faixa relacionada com a característica de cada módulo: AL-1103 (10 bits) valores de 0000 a 1023 AL-1116 (12 bits) valores de 0000 a 4095 AL-1119 e QK1119 (12 bits) valores de 0000 a 4095 QK1136 (12 bits): valores de 0000 a 3999. sendo adequada. Os pontos . por exemplo.Conversão Analógico/Digital Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução converte os valores lidos de um módulo de entrada analógica para valores numéricos armazenados em operandos. Se OPER1 for especificado como %RXXXX (conversão de 8 canais). o valor já convertido é colocado na memória declarada em OPER2. os valores convertidos são colocados na memória declarada em OPER2 e nas 7 memórias subseqüentes.Controladores Programáveis A/D . Os valores convertidos são colocados em operandos do tipo memória. a conversão é realizada somente para o canal do módulo relativo ao ponto. Este módulo deve estar especificado na declaração do barramento.

Controladores Programáveis Exemplo Esta instrução não é utilizada com Cps da Série Ponto SENAI 105 .

A instrução AES deve ser usada somente em processamentos especiais. são atualizados somente os possíveis dentro do tipo declarado. 106 SENAI . Se o número de operandos a atualizar ultrapassar o número de operandos declarados.Atualização de Entradas e Saídas Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução executa uma atualização imediata na memória imagem para os operandos especificados. O primeiro operando OPER1 contém o primeiro octeto de operandos a ser atualizado. porém com o número de operandos limitados. Sua atuação é idêntica à varredura dos pontos de E/S realizada pelo programa executivo ao final de cada varredura. enquanto que o segundo operando OPER2 indica o número total de octetos a atualizar. Se nenhum octeto for atualizado pela instrução. a saída sucesso é desenergizada.Controladores Programáveis AES . nos quais um tempo de resposta muito rápido ou constante é exigido do CP. com baixo tempo de varredura e tarefas de controle comuns. Sintaxe da Instrução Exemplo Esta instrução não é utilizada com Cps da Série Ponto. a mesma não necessita ser utilizada. Em programas aplicativos relativamente pequenos. Os operandos %E (entradas) são lidos do barramento para a memória imagem e os operandos %S (saídas) são escritos da memória imagem para o barramento quando a instrução é executada.

armazenando o resultado no terceiro. A operação é realizada ponto a ponto entre os operandos e seguem a seguinte tabela verdade: Ponto de OPER1 0 0 1 1 Ponto de OPER2 0 1 0 1 Resultado em OPER3 0 0 0 1 Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Exemplo SENAI 107 .Controladores Programáveis AND ."E" Binário entre Operandos Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a operação E binário entre os dois primeiros operandos.

a saída sucesso não é energizada. armazenando-os em operandos decimais (%D). O valor binário contido em OPER1 é convertido para valor decimal e armazenado em OPER2. para o formato decimal (BCD). contidos em operandos memória (%M). Sintaxe da Instrução Exemplo 108 SENAI . Se algum acesso indireto inválido a operando ocorrer.Conversão Binário/Decimal Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução converte valores armazenados em formato binário. A saída sucesso é acionada se a conversão for corretamente realizada.Controladores Programáveis B/D .

desliga o ponto do operando associado quando a linha está energizada ("reset"). Esta instrução somente pode ser posicionada na coluna 7 da lógica. A instrução bobina desliga modifica o estado lógico do operando na memória imagem do controlador programável.Controladores Programáveis BBD . Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 109 . conforme o estado da linha de acionamento das mesmas. A instrução bobina desliga.Bobina Desliga Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição As instruções bobinas modificam o estado lógico do operando na memória imagem do controlador programável. conforme o estado da sua linha de acionamento.

Bobina Liga Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição As instruções bobinas modificam o estado lógico do operando na memória imagem do controlador programável. conforme o estado da linha de acionamento das mesmas. liga o ponto do operando associado quando a linha está energizada ("set"). A instrução bobina liga.Controladores Programáveis BBL . Sintaxe da Instrução Exemplo 110 SENAI . Esta instrução somente podem ser posicionada na coluna 7 da lógica.

Se a linha de acionamento estiver energizada o ponto do operando associado é ligado. caso contrário o ponto do operando associado é desligado.Bobina Simples Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição As instruções bobinas modificam o estado lógico do operando na memória imagem do controlador programável. A instrução bobina simples liga ou desliga o ponto do operando conforme a linha de acionamento. Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 111 .Controladores Programáveis BOB . Esta instrução somente pode ser posicionada na coluna 7 da lógica. conforme o estado da linha de acionamento das mesmas.

%M. 4 No item Posição final. É exibida a caixa de diálogo CAB Edição em ASCII. 2 No item Valor. digitar o número da primeira posição a receber o valor de inicialização. digitar o valor a ser inicializado nas constantes. menor ou igual a %KM+00255. A carga dos valores constantes é inteiramente realizada em uma só varredura do programa aplicativo. %S. sendo aberta uma caixa de diálogo no MASTERTOOL. Quando a saída índice destino inválido é acionada. Na maior parte dos programas aplicativos. O operando inicial ou tabela a ser carregada é especificado em OPER1. Quando o botão Bloco é selecionado é exibida a caixa de diálogo CAB Valores. o número de operandos ou posições da tabela a serem carregados em OPER2 e o valor das constantes em OPER3. somente serão movimentados os valores dos octetos menos significativos de cada constante declarada. 2 Digitar o texto que se deseja carregar nas constantes da CAB e selecionar o botão OK. Caso seja necessário rolar as páginas podem ser utilizadas as teclas Page Down e Page Up ou a barra de rolagem vertical. Para realizar a edição em ASCII 1 Selecionar o botão Edição ASCII. É exibida a janela CAB . Estes valores são declarados selecionando o botão Bloco. %S ou %A).Controladores Programáveis CAB . O valor de OPER2 deve ser positivo. Para realizar a edição das constantes 1 Posicionar o cursor no índice a ser editado. %TM ou são do tipo %KD se o primeiro operando for %D ou %TD. A saída índice destino inválido é acionada quando algum operando não puder ser acessado ou uma posição de tabela não existir. podendo ocasionar um tempo de ciclo excessivo quando o mesmo for extenso. Para inicializar as constantes com um valor específico 1 Selecionar o botão Inicializar. 5 Selecionar o botão OK. digitar o número da última posição a receber o valor de inicialização. nenhuma carga de constantes ocorreu. %A. Caso o primeiro operando seja um octeto (%E. As constantes são do tipo %KM se o tipo do primeiro operando for %E.Inicializa tabela. a instrução CAB pode ser executada somente na inicialização 112 SENAI . O operando OPER3 é composto por uma tabela de valores constantes a serem carregados. 3 No item Posição inicial. A saída sucesso é acionada sempre que a instrução for executada corretamente. ou são do tipo %KF se o primeiro operando for %F ou %TF.Carrega Bloco Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução permite a carga de até 255 valores constantes em um bloco de operandos ou em tabelas. 2 Digitar o valor da constante.

Nestes casos. Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Sintaxe 3 Exemplo SENAI 113 . recomenda-se a sua programação no módulo de programa aplicativo de inicialização (E000) ou que seja acionada apenas nos momentos de carga necessários. não precisando ser chamada em todas as varreduras.Controladores Programáveis do mesmo (carga de tabelas cujos conteúdos serão somente lidos) ou em alguns momentos especiais.

O operando permanece carregadp até a próxima instrução de carga. Se algum acesso indireto a operando não for possível (índice inválido). a saída sucesso não é acionada. para subseqüente uso das instruções de comparação (maior. igual). Sintaxe da Instrução Exemplo 114 SENAI .Controladores Programáveis CAR . podendo ser utilizado por várias lógicas. inclusive em ciclos de varredura subseqëntes.Carrega Operandos Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição A instrução carrega operando realiza a carga do valor do operando especificado em registrador especial interno ao CP. menor. A saída sucesso é acionada se a carga for realizada.

A instrução concatena o valor do octeto especificado com o octeto seguinte. Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Exemplo SENAI 115 . Se o valor movimentado para o barramento possuir mais do que 4 dígitos. em caso de leitura. em caso de escrita no barramento. A instrução converte o valor para o formato BCD e escreve o mesmo no octeto especificado e no seguinte. deve-se programar em OPER1 o octeto inicial e em OPER2 a memória a receber os valores convertidos. Caso se deseje converter octetos do barramento para uma memória. ou BCD para binário. convertendo os valores de binário para BCD.Controladores Programáveis CES . Caso se deseje converter valores de uma memória ou constante memória para o barramento. converte do formato BCD para binário e armazena o valor convertido na memória destino. os dígitos mais significativos excedentes serão descartados.Conversão de Entradas/Saídas Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução é utilizada para a transferência de dados diretamente entre operandos memória e octetos no barramento. deve-se especificar em OPER1 o valor a ser convertido em OPER2 o octeto inicial a receber os valores.

Após a execução do módulo F chamado. Passagem de Parâmetros A passagem de parâmetros é realizada com a cópia dos valores dos operandos declarados (passagem de parâmetros por valor). estando no programa aplicativo apenas como referência documentacional. Este princípio é válido também para as listas de parâmetros de retorno do módulo F. para que a cópia dos seus valores seja realizada corretamente. Devem ser declarados o nome e o número do módulo como operandos OPER1 e OPER4. Caso uma das duas listas possua menos operandos em relação à outra. Caso exista o módulo F com o mesmo número do módulo chamado mas com nome diferente. utilizáveis por qualquer módulo 116 SENAI . após a sua execução. Ao final da execução do módulo chamado. embora esses operandos ainda continuem de uso global. Caso o módulo chamado não exista no controlador.Controladores Programáveis CHF . os valores dos operandos excedentes não serão copiados. Se os operandos possuírem tipos diferentes. tanto na instrução CHF como no módulo F. o processamento continua na instrução seguinte à de chamada. declarados na opção Editar Parâmetros quando o mesmo foi programado. É possível a passagem de valores de operandos (parâmetros) para o módulo chamado e no sentido inverso. sendo considerados para a chamada apenas o seu tipo e número. os valores dos operandos declarados na sua lista de parâmetros de saída declarados na opção Editar Parâmetros são copiados para os operandos declarados na lista de operandos a retornar da instrução CHF em OPER6 Finalizada a cópia de retorno. O nome do módulo não é levado em consideração pelo CP. a cópia dos valores será realizada com as mesmas regras usadas na instrução MOV Movimentação de Operandos Simples. com a saída sucesso da mesma desligada. o processamento retorna para a instrução seguinte à CHF. A lista de operandos a serem enviados para o módulo F deve conter o mesmo número de operandos com o mesmo tipo dos declarados como parâmetros de entrada do módulo. a execução continua normalmente após a instrução de chamada. sendo implícito o fato do módulo chamado ser do tipo função. A cópia dos operandos é realizada na mesma ordem em que os mesmos estão dispostos nas listas. se este estiver presente no CP. este módulo é executado. ATENÇÃO: O MASTERTOOL não realiza nenhuma consistência em relação aos operandos programados como parâmetros.Chama Módulo Função Descrição Passagem de Parâmetros Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição A instrução chama módulo função realiza o desvio do processamento do módulo corrente para o módulo especificado na mesma. os valores destes operandos são copiados para os operandos especificados na lista de parâmetros de entrada do módulo F. respectivamente. Em OPER5 é especificada uma lista de operandos a serem enviados para o módulo chamado. Antes da execução do módulo.

3 Posicionar o cursor no índice a ser editado e digitar o endereço ou TAG do operando desejado para aquela posição. Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 117 . evitando alterações inadvertidas em operandos utilizados em outros módulos. 1 Declarar o número de parâmetros a enviar e retornar em OPER2 e OPER3. devido ao grande tempo que seria necessário para a cópia do conteúdo das mesmas. repetir o passo 2 selecionando o botão Saída. 5 Selecionar o botão Ok. Entretanto. 2 Selecionar o botão Entrada. Os módulos F podem ser programados de forma genérica. Para realizar a edição de parâmetros. não usados por nenhum outro módulo presente no programa aplicativo. 6 Para editar os parâmetros de saída da CHF. É exibida a janela CHF . 4 Repetir o passo 3 até que todos os operandos utilizados como parâmetros de entrada tenham sido editados. o endereço de uma tabela pode ser passado para o módulo F contido em um operando memória e dentro deste módulo serem realizados acessos indiretos à mesma. A passagem de tabelas como parâmetros não é permitida. Caso o valor de OPER2 ou OPER3 seja maior do que 10. e após repetir os passos 3.Controladores Programáveis presente no CP. o MASTERTOOL considera tal valor como igual a 10 (%KM+00010). É possível a passagem de operandos simples e constantes para o módulo F. Ver Editar Parâmetros.Parâmetros de Entrada. É aconselhável que os mesmos empreguem operandos próprios. para serem reutilizados em diversos programas aplicativos como novas instruções. limitados em 10 para cada um (%KM+00000 a %KM+00010). 4 e 5.

Caso o módulo chamado não exista. se o mesmo estiver presente no CP. o processamento retorna para a instrução seguinte à CHP. a saída sucesso é desenergizada e a execução continua normalmente após a instrução.Controladores Programáveis CHP . O conteúdo de OPER1 é documentacional e especifica o nome do módulo a ser chamado. Não há passagem de parâmetros para o módulo chamado.Chama Módulo Procedimento Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza o desvio do processamento do módulo corrente para módulo Procedimento especificado nos seus operandos. Sintaxe da Instrução Exemplo 118 SENAI . este módulo mesmo assim é executado. Caso exista um módulo P com o mesmo número do módulo chamado. porém com nome diferente. sendo implícito o fato do módulo chamado ser do tipo procedimento. O nome do módulo não é considerado pelo CP para a chamada mas apenas o seu número. Ao final da execução do módulo chamado. O conteúdo de OPER2 especifica o número deste módulo.

Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 119 . Se o valor de OPER1 tornar-se igual ou inferior a zero. a saída limite inferior é energizada e o primeiro operando é zerado. Se o valor de OPER1 tornar-se maior ou igual ao valor de OPER3. a saída limite inferior é acionada. não há incremento nem decremento no valor da memória declarada em OPER1. a saída não limite é acionada. a saída limite inferior permanece sempre energizada. não havendo incremento. incrementa ou decrementa o conteúdo de um operando do tipo memória. sendo armazenado zero em OPER1. O operando OPER1 contém a memória acumuladora do valor contado. ATENÇÃO: Com a entrada ativa desativada. Deve-se ter cuidado para não realizar acionamentos indesejáveis na lógica devido a este fato. Em caso de acesso indireto inválido para qualquer um dos operandos da instrução.Contador Bidirecional Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza contagens com o valor de incremento ou decremento definido por um operando. A instrução contador bidirecional permite contagens em ambos os sentidos. Caso o valor do incremento seja negativo. enquanto que OPER2 especifica o valor do incremento ou decremento desejado. Se a entrada ativa não está energizada. mesmo quando a instrução estiver em um trecho comandado pela instrução RM (relé mestre). isto é. Se o valor de OPER1 está entre zero e o limite. a entrada incrementa provoca decrementos e a entrada decremento provoca incrementos no valor da contagem.Controladores Programáveis COB . a saída limite inferior é energizada. Se ambas as entradas sofrem a transição no mesmo ciclo de varredura do programa. A contagem ocorre sempre que a entrada ativa está energizada e as entradas incrementa ou decrementa sofrerem uma transição de desligadas para ligadas. a saída limite superior é energizada. O operando OPER3 contém o valor limite da contagem.

Controladores Programáveis 120 SENAI .

OPER1. mesmo quando a instrução estiver em um trecho comandado pela instrução RM (relé mestre). com o incremento de uma unidade em cada acionamento. a saída não limite permanece sempre energizada. O estado lógico da saída não limite é exatamente o oposto da saída limite. permanecendo com o valor limite. a memória em OPER1 é zerada. sempre do tipo %M. Se o valor de OPER1 igualar-se ao de OPER2. OPER2 estabelece o valor limite de contagem para energização da saída da célula superior e pode ser do tipo %KM. Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 121 . cada transição de ligação na entrada incrementa aumenta o valor do operando contador em OPER1 de uma unidade. Atenção: Com a entrada ativa desativada. mesmo estando a instrução desativada.Contador Simples Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza contagens simples.Controladores Programáveis CON . a saída não limite é energizada. Quando a entrada ativa está energizada. a saída limite é energizada. a saída não limite energizada e a saída limite desenergizada. a saída limite é desenergizada. A instrução contador simples possui dois operandos. %M ou operando %M referenciado indiretamente. Se a entrada ativa esta desenergizada. A variável contadora não é incrementada com novas transições na entrada incrementa. Deve-se ter cuidado para não realizar acionamentos indesejáveis na lógica devido a este fato. Se for menor. Em caso de acesso indireto inválido para o segundo operando da instrução. especifica a memória que contabiliza os eventos.

O endereço a ser programado em OPER2 pode ser obtido diretamente através desta opção do MASTERTOOL. Os pontos . O segundo operando indica o endereço do módulo D/A no barramento de módulos. Os módulos disponíveis para realizar a conversão D/A são mostrados a seguir.0 a . Isto torna-se útil quando se necessita trabalhar com valores negativos. os valores a serem convertidos são obtidos da memória declarada em OPER1 e das 3 subseqüentes.Conversão Digital/Analógica Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução converte os valores numéricos de memórias para sinais analógicos. O primeiro operando especifica a primeira memória com o valor a converter. que converte valores simétricos quando energizada. Os valores são convertidos através dos cartões de saída analógica AL-1203.3 do operando correspondem aos canais 0 a 3 do módulo. a normalização somente é possível para 122 SENAI . Os valores convertidos pela instrução pertencem a uma faixa relacionada com a característica de cada módulo: Saída em Tensão Módulo AL1203 AL1214 AL1222 QK1222 AL1222 QK1222 Resolução Normalização Faixa 10 bits 10 bits 12 bits 12 bits não utilizada não utilizada desligada ligada 0000 a1000 0000 a1000 0000 a4000 -2000 a +2000 Saída em Corrente Módulo AL1203 AL1214 AL1222 QK1222 Resolução Normalização Faixa 10 bits 10 bits 11 bits não utilizada não utilizada desligada 0000 a 1000 0000 a 1000 0000 a 2000 Os valores convertidos do AL-1222 ou QK1222 dependem ainda da entrada normaliza. a conversão é realizada do operando declarado em OPER1 para o canal do módulo correspondente ao ponto. Se OPER2 for especificado como %RXXXX (conversão de 4 canais). apenas para os AL-1222 e QK1222. A conversão é efetuada apenas se a entrada habilita estiver energizada. respectivamente. sendo possível a conversão de 1 ou 4 canais utilizando-se apenas uma instrução D/A. Entretanto.Controladores Programáveis D/A . Caso OPER2 seja especificado com subdivisão do tipo ponto (RXXXX.X). AL-1222 ou QK1222. AL-1214. por exemplo na faixa de tensão de ±10V. Não existe normalização para os módulos AL-1203 e AL-1214. O módulo deve estar especificado na declaração do barramento.

SENAI 123 .Controladores Programáveis operação em modo tensão. converte corrente Se %RXXXX for ímpar. ou os dois modos simultaneamente. converte tensão Sintaxe da Instrução Exemplo Esta instrução não é utilizada com Cps da Série Ponto. ATENÇÃO: Em modo corrente a entrada normaliza não deve ser energizada. A seleção do modo de operação é feita pelo usuário através da programação do endereçamento do módulo em OPER2: Se %RXXXX for par. Os AL-1222 e QK1222 pode trabalhar com as 4 saídas em modo tensão ou modo corrente.

para o formato binário.Controladores Programáveis D/B . a saída estouro é energizada. Sintaxe da Instrução Exemplo 124 SENAI . armazenando-os em operandos memórias (%M). A saída sucesso é acionada se a conversão for corretamente realizada. Se algum acesso indireto inválido a operando ocorrer. Neste caso.Conversão Decimal/Binário Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução converte valores armazenados em formato decimal. a saída sucesso não é energizada. contidos em operandos decimais (%D). a saída sucesso não é energizada. O valor decimal contido em OPER1 é convertido para valor binário e armazenado em OPER2. sendo armazenado o valor limite no operando destino. Caso o valor convertido resultar em um valor maior do que os máximos armazenáveis em operandos %M.

Se não estiver acionada. Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Exemplo SENAI 125 . a saída divisão por zero é acionada e em OPER3 é colocado o valor máximo ou mínimo armazenável no operando. em OPER4 (resto) será armazenado zero. Os operandos OPER1 e OPER2 podem ser do tipo memória ou constante. OPER3 e OPER4 permanecerão inalterados. sendo o resultado armazenado na memória especificada em OPER3 e o resto da operação colocado em OPER4. As saídas da instrução somente são energizadas se a entrada habilita estiver acionada. Se o valor de OPER2 for zero.Divisão Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a divisão aritmética de operandos. Quando a entrada habilita está energizada. ocorre a divisão do valor de OPER1 pelo valor de OPER2. Neste caso. conforme o sinal de OPER1.Controladores Programáveis DIV .

Através da ECR podem ser transferidos valores de operandos individuais ou de conjuntos de operandos. O endereço de sub-rede entre 101 e 163 indica que a comunicação é realizada utilizando a rede ALNET II e que é destinada a todos os nós da sub-rede indicada na opção Subrede menos 100 que pertençam ao grupo de multicast especificado na opção Nó (multicast local). Para programar a instrução. processada pelos "bridges" e pelo CP destino antes das comunicações comuns. O endereço de sub-rede 200 indica que a comunicação é realizada utilizando a rede ALNET II e é destinado a todos os nós de todas as sub-redes (broadcast global). Estes operandos são programados como constantes do tipo memória (%KM) e possuem o mesmo significado dos endereços configurados nas opções Comunicação. enviando uma comunicação urgente. Endereço. O endereço de sub-rede entre os valores 001 e 063 indica que a comunicação é realizada utilizando a rede ALNET II e que é destinada a um único nó indicado na opção Nó. O endereço do nó 000 determina que todos o CPs na rede ouçam e respondam ao comando enviado. O endereço de sub-rede 100 indica que a comunicação é realizada utilizando a rede ALNET II e destinada a todos os nós de todas as sub-redes que pertençam ao grupo de multicast especificado na opção Nó (multicast global). O valor contido na opção Nó não é relevante 126 SENAI . O endereço de sub-rede igual a 000 indica que a comunicação é realizada utilizando a rede ALNET I e que o valor contido na opção Nó indica o nó que recebe a comunicação. através da rede ALNET II de comunicação. A ECR pode ser programada para ser prioritária.Controladores Programáveis ECR . é imprescindível que o controlador que a execute esteja conectado a outros CPs pela ALNET II . Para o seu uso. Nó. A tabela 3-46 apresenta os valores possíveis para endereços de nó e sub-rede. A especificação do endereço do nó na faixa de 001 a 254 garante que somente o CP correspondente identifique e responda ao comando. sendo possível a programação de até 6 comunicações diferentes em uma mesma instrução. portanto. Sub-rede e Comunicação. deve-se declarar na primeira e segunda células (OPER1 e OPER2) os endereços de nodo e sub-rede do controlador programável destino que irá receber os valores escritos. Endereço. sendo útil para a sinalização de alarmes ou situações de emergência entre CPs. A ECR prioritária permite somente uma comunicação.Escrita de Operandos Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a escrita de valores de operandos do controlador onde está sendo executada em operandos presentes em outros CPs.

Controladores Programáveis

nesta opção. O endereço de sub-rede entre 201 e 263 indica que a comunicação é realizada utilizando a rede ALNET II e destinada a todos os nós da sub-rede indicada na opção Subrede menos 200 (broadcast local). O valor contido na opção Nó não é relevante nesta opção. Multicast e Broadcast Os campos constantes nó e sub-rede, utilizados na instrução LTR, possuem um siginificado e uma codifucação diferente quando se tratar de comunicações em multiou broadcast.

Na terceira célula (OPER3) deve ser declarado um operando decimal (%D) para ser utilizado pela própria instrução no controle do seu processamento. ATENÇÃO: O operando %D programado em OPER3 não pode ter o seu valor modificado em nenhum outro ponto do programa aplicativo para o correto funcionamento da ECR. Conseqüentemente, cada nova instrução ECR ou LTR inserida no programa aplicativo deve utilizar um operando %D diferente das demais. Este operando não pode ser retentivo.
SENAI

127

Controladores Programáveis

Para realizar a edição dos parâmetros da ECR deve ser escolhido o botão CP . É exibida a caixa de diálogo ECR - Parâmetros. Esta caixa de diálogo está dividida em duas partes: CP LOCAL e CP REMOTO, cada qual contendo três colunas. Nas três colunas que compõem o CP local pode-se definir o operando ou o grupo de operandos cujos valores serão enviados para o controlador programável destino. Nas colunas pertencentes ao CP remoto, são declarados os operandos que irão receber os valores no controlador destino, podendo ser de tipos diferentes do CP local. A caixa de diálogo possui seis linhas, permitindo que sejam definidas até seis comunicações diferentes na mesma instrução ECR para o mesmo controlador destino. O item Mensagem Prioritária permite a edição de uma ECR prioritária quando estiver selecionado. Na edição de uma ECR prioritária, somente a linha para a edição da comunicação, reconhecida pela inicial P/1 é válida, enquanto que em uma ECR não prioritária as comunicações P/1, 2, 3, 4, 5 e 6 são válidas. Se durante a troca entre ECR prioritária e não prioritária já existam operandos editados, a comunicação de número P/1 passa a ser a comunicação da ECR prioritária e vice-e-versa. Os demais operandos são editados da mesma maneira que em uma ECR não prioritária. Os operandos especificados para o CP local são consistidos pelo MASTERTOOL de acordo com as declarações constantes no módulo C presente no mesmo, por pertencerem ao programa aplicativo que está sendo editado. Os operandos declarados para o CP remoto não sofrem consistências quanto a tipo e endereços, por pertencerem a um programa aplicativo de outro controlador programável. Entretanto, o número de bytes ocupados pelo bloco de operandos declarados no CP local deve ser igual ao número de bytes ocupado pelos operandos do CP remoto em cada comunicação, para que a escrita seja realizada corretamente. O número máximo de bytes possível de ser ocupado por um bloco de operandos em cada comunicação é limitado em 220. A seguir estão relacionados os tipos de operandos possíveis de serem programados para o CP local e remoto, com a disposição correta dos mesmos nas colunas de edição e os seus respectivos significados.
CP LOCAL ou CP REMOTO %EXXXX %SXXXX %AXXXX %MXXXX %DXXXX %FXXXX %EXXXX %SXXXX %AXXXX %MXXXX %DXXXX %FXXXX %TMXXXX %TDXXXX %TFXXXX %TMXXXX %TDXXXX %TFXXXX .. .. .. .. .. .. %EYYYY %SYYYY %AYYYY %MYYYY %DYYYY %FYYYY YYY YYY YYY III .. FFF III .. FFF III .. FFF

Significado Operando Operando Operando Operando Operando Operando Grupo Grupo Grupo Grupo Grupo Grupo de de de de de de individual individual individual individual individual individual operandos operandos operandos operandos operandos operandos
%EXXXX %SXXXX %AXXXX %MXXXX %DXXXX %FXXXX

%EXXXX %SXXXX %AXXXX %MXXXX %DXXXX %FXXXX

a a a a a a

%EYYYY %SYYYY %AYYYY %MYYYY %DYYYY %FYYYY

Tabela Tabela Tabela Tabela Tabela Tabela

%TMXXXX %TDXXXX %TFXXXX %TMXXXX %TDXXXX %TFXXXX

posição posição posição posições posições posições

YYY YYY YYY III a FFF III a FFF III a FFF

O MASTERTOOL permite a livre edição dos operandos dentro de uma mesma linha, possibilitando a troca de colunas com o auxílio das teclas de setas de movimentação horizontais. As consistências são realizadas na tentativa de troca de linha (setas verticais) ou confirmação do conteúdo editado na janela com a tecla ENTER. Pode-se desistir das alterações realizadas acionando-se a tecla ESC, permanecendo a instrução com o conteúdo anterior à abertura da janela de edição.

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SENAI

Controladores Programáveis

A tabela seguinte mostra o número de octetos ocupado por cada tipo de operando possível de ser programado nas definições de escritas. Operando
%E %S %A %M %D %F %TM %TD %TF

Número de bytes 1 1 1 2 4 4 2 por posição 4 por posição 4 por posição

O cálculo do número de bytes ocupado nas declarações de CP local e remoto é realizado multiplicando-se o número de operandos declarados pelo número de octetos do tipo correspondente. Na tabela a seguir são mostrados alguns exemplos.
CP LOCAL ou CP REMOTO %E0004 %S0020 %A0018 %M0197 %D0037 %E0005 %S0024 %A0089 %M0002 .. .. .. .. %E0008 %S0031 %A0090 %M0040

Cálculo 1 1 1 1 1 operando operando operando operando operando x x x x x 1 1 1 2 4 byte byte byte byte byte

Bytes 1 1 1 2 4 4 8 2 78 40 2 4 6 20

%D0009 .. %D0018

4 operandos x 1 byte 8 operandos x 1 byte 2 operandos x 1 byte 39 operandos x 2 bytes 10 operandos x 4 bytes 1 1 3 5 posição posição posições posições x x x x 2 4 2 4 bytes bytes bytes bytes

%TM0031 %TD0002 %TM0000 %TD0007

101 043 000 .. 002 021 .. 025

Ao ser acionada a entrada habilita, é disparada a comunicação da primeira escrita presente na ECR, sendo energizada a saída ocupado da mesma. No momento em que esta comunicação for completada, a instrução dispara a próxima escrita, independentemente do estado da entrada de habilitação, repetindo este procedimento para as demais comunicações existentes nesta instrução. Ao final da última escrita, a saída ocupado da ECR é desenergizada, com o disparo de um pulso com duração de uma varredura na saída erro caso não tenha sido possível realizar alguma comunicação. Nos seis primeiros nibbles do operando %D programado em OPER3 são colocados os estados das seis comunicações da instrução. Os últimos dois nibbles são utilizados para o controle do seu processamento. Operando %D programado em OPER3 nas instruções ECR e LTR:

SENAI

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Controladores Programáveis

Estado Estado Estado Estado Estado Estado

da da da da da da

comunicação comunicação comunicação comunicação comunicação comunicação

1 2 3 4 5 6

-

Nibble Nibble Nibble Nibble Nibble Nibble

5 4 3 2 1 0

O estado da comunicação armazenado em cada nibble é codificado da seguinte forma: - 0 - comunicação com sucesso - 1 - operando não definido - 2 - endereço do controlador local igual ao remoto (comunicação para o próprio CP) - 3 - bloco de operando inválido - 4 - tipo de operando inválido - 5 - timeout de transmissão de pacote - 6 - não há espaço na fila de espera de transmissão - 7 - falta de buffer de transmissão - 8 - timeout de requisição - 9 - erro de hardware - 10 - CP remoto protegido Em resumo, ao ser disparada a execução de uma instrução ECR todas as comunicações existentes na mesma são realizadas, mesmo que a sua entrada de habilitação seja desenergizada. Quando todas as escritas forem completadas, a próxima instrução ECR ou LTR encontrada no programa aplicativo com a entrada habilita energizada torna-se ativa, começando a processar as suas comunicações. ATENÇÃO: O programa aplicativo não pode realizar saltos sobre a instrução ECR ativa ou deixar de executar o módulo que a contém, para assegurar o seu correto processamento. Em um programa aplicativo sendo executado no CP, em um dado momento, somente uma instrução de acesso à rede ALNET II (ECR ou LTR) é considerada ativa, mesmo que existam várias instruções com entrada habilita acionadas. A saída ocupado determina qual a instrução ativa, podendo ser utilizada para sincronizar as comunicações com o programa aplicativo. Para evitar sobrecargas no tráfego de informações na rede, aconselha-se disparar as instruções ECR periodicamente, evitando mantê-las permanentemente habilitadas no programa aplicativo, se possível. Um procedimento recomendado é desligar a entrada habilita logo que a saída ocupado for energizada, evitando um novo disparo da instrução após seu término. A ECR prioritária não segue a ordem de processamento das ECRs não prioritárias, sendo processada e transmitindo seus dados o mais rápido possível, ao ser habilitada. Por esse motivo uma ECR prioritária não deve ficar permanentemente habilitada, devendo ser disparada somente em situações de alarme ou periodicamente. Caso contrário, pode impedir que as demais ECRs do programa realizem as suas comunicações ou causar o esgotamento de buffers de recepção do CP destino. Se a instrução for programada especificando-se o endereço de nodo igual ao endereço do próprio controlador que a executa (escrita de valores de si próprio), a saída erro é energizada. Caso nenhum operando tenha sido definido em OPER4, as saídas erro e

130

SENAI

Controladores Programáveis

ocupado ficam desenergizadas. Informações adicionais podem ser encontradas no manual de utilização da rede ALNET II.

Sintaxe da Instrução

Exemplo

Esta instrução não é utilizada com CPs da Série Ponto.

SENAI

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Controladores Programáveis

FRM - Fim de Relé Mestre
Descrição

Descrição
As instruções relé mestre e fim de relé mestre são utilizadas para delimitar trechos de programas aplicativos, energizando ou não a barra lógica de alimentação nos mesmos, conforme o estado da sua linha de acionamento. Estas instruções não necessitam de operandos, podendo ser posicionadas somente na coluna 7 da lógica. Quando a entrada da instrução RM estiver desenergizada, a barra lógica de alimentação é desenergizada desde a lógica seguinte até a lógica que contém a instrução FRM. Como estas instruções atuam sempre na lógica seguinte a que estão contidas é aconselhável o seu posicionamento sempre como últimas instruções da lógica em que estiverem presentes. Assim sendo, o trecho de programa aplicativo delimitado visualmente pelas instruções no diagrama corresponde exatamente ao controlado pelas mesmas, evitando assim má interpretação de seu funcionamento. ATENÇÃO: As instruções CON, COB, TEE e TED contém saídas energizadas mesmo sem o acionamento das suas entradas. Estas saídas permanecem energizadas mesmo dentro de um trecho sob comando de um relé mestre desenergizado, podendo causar acionamentos indesejáveis.

132

SENAI

A instrução LAI executa o processamento de recepções e transmissões pendentes no CP. Caso o programa aplicativo possua tempo de execução relativamente alto e o controlador programável receba muitas requisições de serviços da rede.Libera Atualização de Imagem dos Operandos Descrição Descrição A instrução libera atualização da imagem de operandos realiza o processamento das comunicações pendentes da rede ALNET II para o CP local. durante a execução do programa aplicativo. o CP processa as requisições de leitura e outros serviços que tenham sido solicitados para o mesmo por outros CPs presentes na rede. É recomendado o seu uso em programas aplicativos com alto tempo de ciclo. SENAI 133 . O controlador programável possui uma área de memória reservada para o armazenamento de até 32 comunicações recebidas durante o laço de execução do programa aplicativo.Controladores Programáveis LAI . Neste caso. ao final de cada varredura. Ao retornar para o processamento do software executivo. o CP devolve uma resposta ao requisitante indicando a impossibilidade de atender a sua comunicação. devendo ser inserida em pontos intermediários dos módulos. pode ocorrer a situação do CP não conseguir atendê-las. Deve-se considerar a influência deste fato ao se inserir esta instrução no programa aplicativo. pois outro equipamento ligado à rede pode estar solicitando escritas nos mesmos. enquanto o software executivo não as processa. chegando ao limite de 32 comunicações pendentes à espera de processamento. ATENÇÃO: Os valores dos operandos do programa aplicativo podem ser modificados após a execução de uma LAI. diminuindo a possibilidade de ocorrência da situação descrita anteriormente e reduzindo o tempo de atendimento às requisições. Esta instrução não é utilizada com Cps da Série Ponto. dividindo-os em trechos com aproximadamente 20 ms de tempo de execução.

Controladores Programáveis LDI . Em OPER1 deve ser carregado um valor que especifique o ponto desejado para ligar ou desligar. Deve ser especificado com subdivisão de ponto ( %EXXXX. Deve ser declarado como operando de acesso indireto a operando %E ou %A (%MXXXX*E ou %MXXXX*A ).X). Se ambas as entradas forem energizadas simultaneamente. delimitados por operandos de limite inferior e superior. e todas as saídas da instrução são desenergizadas.5.X). Caso as entradas permaneçam desacionadas. Em OPER2 é especificado o endereço do primeiro relé de saída ou auxiliar válido na instrução. %SXXXX. Se o relé ou auxiliar apontado pela memória índice estiver fora dos limites definidos pelos parâmetros especificados em OPER2 e OPER3.5. Deve ser especificado com subdivisão de ponto ( %EXXXX. todas as saídas da instrução permanecem desenergizadas. Se as entradas liga ou desliga forem acionadas.Liga/Desliga Indexado Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução é utilizada para ligar ou desligar pontos indexados por uma memória. a saída índice superior inválido ou índice inferior inválido é ligada. Mesmo quando a instrução for utilizada para ligar ou desligar pontos de saída (%S). se estes operandos correspondem a %S0003. %SXXXX. a representação deste operando será como acesso indireto a entrada (%MXXXX*E).7 e de %S0004. esta instrução só atua para os elementos de %S0003. de acordo com a seguinte fórmula: VALOR OPER1 = (OCTETO * 8) + PONTO Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 134 SENAI . Por exemplo. Em OPER3 é especificado o endereço do último relé de saída ou auxiliar válido na instrução. Em OPER1 é especificada a memória cujo conteúdo referencia o operando auxiliar.3 a %S0003. entrada ou saída a ser ligado ou desligado. nenhuma operação é realizada.X ou %AXXXX. A saída da primeira célula é acionada se qualquer uma das entradas liga ou desliga é energizada e o acesso for corretamente realizado.X. respectivamente.3 e %S0004. o ponto especificado pelo valor contido no operando memória OPER1 é ligado ou desligado se estiver dentro da área de endereços limitada por OPER2 e OPER3.0 a %S0004.X ou %AXXXX.X.

Controladores Programáveis Sintaxe 3 Exemplo SENAI 135 .

para interligar as demais instruções.Controladores Programáveis LGH . 136 SENAI .Ligação Horizontal A ligação horizontal é um elemento auxiliar na construção dos diagramas de relés.

SENAI 137 .Ligação Negada A ligação negada inverte na sua saída o estado lógico da sua entrada.Controladores Programáveis LGN .

Ligação Vertical A ligação vertical é um elemento auxiliar na construção dos diagramas de relés. para interligar as demais instruções.Controladores Programáveis LGV . 138 SENAI .

Leitura de operandos Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a leitura de valores de operandos presentes em outros controladores programáveis para operandos do controlador programável onde está sendo executada. A programação da instrução LTR é idêntica à ECR . Através da LTR podem ser lidos valores de operandos individuais ou de conjuntos de operandos. é imprescindível que o CP que a execute esteja conectado a outros CPs pela ALNET II. ou seja. ATENÇÃO: A instrução LTR difere da ECR quanto a possibilidade de mensagens prioritárias.Escrita de Operandos. a transferência dos valores ocorre dos operandos declarados no CP remoto para o CP local. sendo esta a única diferença entre ambas. Sintaxe da Instrução Exemplo Esta instrução não é utilizada com Cps da Série Ponto. observando as mesmas restrições. sendo possível a programação de até 6 comunicações de leitura diferentes em uma mesma instrução.Controladores Programáveis LTR . Para o seu uso. Na LTR. portanto. através da rede ALNET II de comunicação. SENAI 139 . não é possível editar uma LTR prioritária.

Sempre que a entrada habilita está energizada. Para Série Quark. atualizando as entradas e saídas dos módulos. conforme as regras a seguir. ATENÇÃO: O número de octetos a serem transferidos está limitado em 255. A saída índice origem inválido é energizada em 3 situações: o número maior do (leitura (escrita de transferências especificado em OPER2 for negativo. A instrução será orientada à posição física do módulo e não à octetos. Os operandos para a Série Ponto possuem finalidades diferentes. Valores aceitos entre 1 a 30. uma das saídas da instrução é energizada.Movimentação de Entradas/Saídas Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição • Para Série Ponto: Esta instrução vai realizar a seguinte operação: atualizar. Vale resaltar que esse operando indica o número de posições a ser atualizadas. que o número máximo de octetos no barramento do CP utilizado do barramento) ou que o limite de memórias configurado no barramento) a primeira posição lida for maior do que o número máximo de octetos no barramento do CP utilizado (%M*R programado em OPER1) o primeiro endereço de memória a ser escrito for negativo ou maior do que o último endereço de memória configurado (%M*M programado em OPER1) A saída índice destino inválido é energizada quando: o número de transferências especificado em OPER2 for maior do que o 140 SENAI . zero. O OPER2 (M ou KM) indicará quantas posições devem ser atualizadas. OPER2 define o número de octetos a serem transferidos a partir do primeiro origem e destino especificados. por uma questão de conceito. É possível realizar leituras de valores dos octetos do barramento ou escritas no mesmo. Os valores aceitos são de 0 a 39. cujo conteúdo será movimentado para o operando destino especificado em OPER3. Por exemplo: o valor %KM0001 em OPER2. conforme os operandos programados na instrução. • O operando OPER1 é o operando origem. O OPER3 não é preenchido para CPs da Série Ponto e no ladder serão preenchidos automaticamente por %KM0000. o seu valor é movido para todos os octetos do barramento especificados em OPER2 e OPER3. S e operandos M) para a memória GBL. o OPER1 (M ou KM) o operando indicará a posição física inicial a ser atualizada.Controladores Programáveis MES . pois significaria que nenhuma posição deveria ser atualizada. AL e Piccolo: Esta instrução é utilizada para a transferência de dados diretamente entre operandos memória e octetos do barramento de módulos de entrada e saída. da memória imagem (octetos E. que o valor KM0000 não será aceito. Caso seja programado uma constante na primeira célula (escrita de valor no barramento). e não quantas posições devem ser atualizadas além da indicada em OPER1.

Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Exemplo SENAI 141 . Como os módulos de entrada e saída fornecidos pela ALTUS possuem instruções específicas para o seu acesso. Para o seu uso. deve-se saber exatamente que módulo de E/S está colocado na posição física do barramento lida ou escrita pela MES e como acessá-lo. Não é possível escrever valores em octetos de módulos digitais de entrada ou ler valores de octetos de módulos digitais de saída com a MES. Esta instrução é utilizada somente para acessos especiais ao barramento.Controladores Programáveis limite de memórias configurado (leitura do barramento) ou que o número máximo de octetos no barramento do CP utilizado (escrita no barramento) a primeira posição escrita for maior do que o número máximo de octetos no barramento do CP utilizado (%M*R programado em OPER3) o primeiro endereço de memória a ser lido for negativo ou maior do que o último endereço de memória configurado (%M*M programado em OPER3) A saída sucesso é energizada quando as saídas índice origem inválido e índice destino inválido não forem energizadas. a instrução MES não é necessária na maioria dos programas aplicativos.

para diminuir o tempo de execução do programa. que pelo menos um dos operandos componentes do bloco origem ou destino tem endereço superior ao número máximo declarado para o operando ou tabela utilizado. que deve estar zerada antes da primeira execução. Se o formato do operando destino for menor do que o origem. não deve ser saltada enquanto não estiver terminada a movimentação. devendo também ser especificados o número de transferências por varredura em OPER5 e uma memória acumuladora para a contagem do número de transferências em OPER3. Em cada instrução MOB é utilizada uma memória como operando de controle em OPER3. Caso contrário. Caso o valor de OPER2 seja negativo. os octetos mais significativos do valor origem são desprezados. não sendo realizada nenhuma movimentação. Especifica-se o primeiro operando do bloco origem em OPER1 e o primeiro operando do bloco destino em OPER4. A saída movimentação concluída é acionada na varredura em que a movimentação for completada. as saídas índice origem inválido e índice destino inválido indicam.Movimentação de Blocos de Operandos Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a cópia dos valores de um bloco de operandos origem para um bloco destino. Este operando não pode ser retentivo. O número total de transferências a serem realizadas é declarado no parâmetro OPER2. Na medida do possível deve-se evitar um número elevado de transferências na mesma varredura. diferente dos demais. ATENÇÃO: A entrada habilita deve permanecer ativa até que a movimentação esteja concluída. Como esta instrução é executada em múltiplos ciclos de execução. a saída índice origem inválido é acionada. Se o bloco origem ou destino for uma tabela. Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 142 SENAI . a transferência tem início na sua primeira posição. O número de transferências por varredura é limitado em 255 operandos.Controladores Programáveis MOB . Quando ligadas. sob pena de prejudicar a execução correta da instrução. respectivamente. os octetos mais significativos do destino são zerados. ATENÇÃO: O operando de controle não deve ter seu conteúdo alterado em nenhuma parte do programa aplicativo. Cada ocorrência desta instrução no programa deve possuir um operando de controle exclusivo.

Controladores Programáveis Sintaxe 2 Exemplo SENAI 143 .

cujo valor é movimentado para o operando destino especificado em OPER2. pontos) quando a entrada habilita é energizada. é considerada sempre a subdivisão menos significativa da constante igual à declarada no operando destino. octetos. sugerese que sempre seja declarado na constante origem o valor real a ser movimentado. "nibbles". Não é realizada a conversão entre tipos de operandos.Movimentação de Partes (Subdivisões) de Operandos Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução move conteúdos de partes de operandos simples (palavras.Controladores Programáveis MOP . O operando OPER1 é o operando origem. Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Sintaxe 3 144 SENAI . Devido a esta característica. apenas a movimentação dos valores. para maior clareza do programa. ATENÇÃO: Se a movimentação é realizada de uma constante para um operando. O tipo de subdivisão utilizado em OPER1 deve ser o mesmo utilizado em OPER2.

Controladores Programáveis Sintaxe 4 Sintaxe 5 Sintaxe 6 Exemplo SENAI 145 .

especifica a posição (%KM) a ser escrita na tabela ou a memória (%M) que contém esta posição OPER3 . %M*D. %TF. cujo valor é movimentado para o operando destino especificado em OPER3. %D. %D.especifica o operando origem (%KM. %KD. seqüenciamentos. Se o valor de OPER2 for negativo ou maior que a última posição definida para a tabela. ou se OPER3 referenciar indiretamente uma tabela não especificada. %KF. %M*TM.especifica o endereço da tabela para onde é transferido o conteúdo (%TM. OPER2 contém a posição da tabela declarada em OPER1 ou OPER3. Se OPER3 referenciar indiretamente um operando não declarado.especifica para onde o conteúdo da posição de tabela deve ser transferido (%M. Esta instrução simplifica a programação de uma série de algoritmos envolvendo decodificações. %F. %M. armazenamento e comparação de valores. a transferência não é realizada e a saída índice origem inválido é acionada. %M*TD. geração de curvas. A instrução é programada da seguinte forma: OPER1 . %TD. %M*D. %TD. Escrita de valores em tabela: Permite escrever um valor constante ou o conteúdo de um operando memória ou decimal em uma posição de tabela. %M*M. Leitura de conteúdo de tabela: Permite ler o conteúdo de uma posição de tabela e carregá-lo em um operando memória ou decimal. a transferência não é realizada e a saída índice destino inválido é acionada. ou se o valor de OPER2 for negativo ou maior que a última posição definida para a tabela.especifica o endereço da tabela a ser lida (%TM. entre outros.Movimentação de Tabelas Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução permite duas operações: transferir o valor de uma posição de tabela para um operando simples ou de um operando simples para uma posição de tabela. %M*F) OPER2 . %M*F) Se OPER1 referenciar indiretamente uma tabela não especificada. A instrução é programada da seguinte forma: OPER1 . a transferência do conteúdo não é realizada e a saída índice destino inválido é acionada. 146 SENAI . %M*TD. %M*TM. %M*TF) OPER2 .especifica a posição (%KM) a ser lida ou a memória (%M) que contém esta posição OPER3 . %F. a transferência do conteúdo não é realizada e a saída índice origem inválido é acionada. %M*TF) Se OPER1 referenciar indiretamente um operando não declarado. %TF. %M*M.Controladores Programáveis MOT . O operando OPER1 é o operando origem.

Controladores Programáveis Sintaxe da Instrução Leitura de Conteúdo Escrita de Conteúdo Exemplo SENAI 147 .

Não é permitida a movimentação de subdivisões de operandos. O operando que ocupa a primeira célula da instrução OPER1 é o operando origem.Controladores Programáveis MOV . Se o formato do operando destino for menor que o do origem. seus octetos mais significativos são zerados.Movimentação de Operandos Simples Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução move o conteúdo de operandos simples. Para isto. os octetos mais significativos do valor origem são desprezados. Se a movimentação for realizada. quando a entrada habilita é acionada. sem realizar conversões entre tipos de operandos diferentes. Se os índices indiretos excederem os limites de operandos declarados no módulo de configuração. deve ser usada a instrução MOP. a saída sucesso é acionada. Sintaxe da Instrução Exemplo 148 SENAI . a movimentação não é efetuada e a saída sucesso não é ligada. Se o formato do destino for maior. especificado na segunda célula OPER2. cujo valor é movimentado para o operando destino.

Se a entrada habilita é desenergizada. nenhuma saída é ligada e OPER3 permanecerá inalterado.Controladores Programáveis MUL . Quando a entrada habilita está energizada. Caso este exceda o valor máximo armazenável em uma memória. o resultado final é este valor e a saída estouro é energizada.Multiplicação Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a multiplicação aritmética de operandos. Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 149 . ocorre a multiplicação do conteúdo do operando especificado em OPER1 pelo especificado em OPER2. O resultado é armazenado na memória especificada em OPER3.

Controladores Programáveis OR .Ou Binário entre Operandos Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a operação OU binário entre os valores de OPER1 e OPER2. A operação é realizada ponto a ponto entre os operandos e seguem a seguinte tabela verdade: Ponto Ponto de de OPER1 OPER2 0 0 1 1 0 1 0 1 Resultado em OPER3 0 1 1 1 Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Exemplo 150 SENAI . armazenando o resultado em OPER3.

Controladores Programáveis PLS . evitando limitações quanto ao número de instruções de pulso presentes no programa aplicativo. Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 151 . O relé auxiliar declarado serve como memorizador. ATENÇÃO O valor do relé auxiliar não deve ser modificado em nenhum outro ponto do programa aplicativo.Relé de Pulso Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição A instrução relé de pulso gera um pulso de uma varredura em sua saída. permanece energizada durante uma varredura do programa aplicativo quando o estado da sua entrada passar de desenergizado para energizado. ou seja.

energizando ou não a barra lógica de alimentação nos mesmos. podendo causar acionamentos indesejáveis. Estas instruções não necessitam de operandos.Relé Mestre Descrição Descrição As instruções relé mestre e fim de relé mestre são utilizadas para delimitar trechos de programas aplicativos. Estas saídas permanecem energizadas mesmo dentro de um trecho sob comando de um relé mestre desenergizado. TEE e TED contém saídas energizadas mesmo sem o acionamento das suas entradas. o trecho de programa aplicativo delimitado visualmente pelas instruções no diagrama corresponde exatamente ao controlado pelas mesmas. evitando assim má interpretação de seu funcionamento. COB. Assim sendo. Como estas instruções atuam sempre na lógica seguinte a que estão contidas é aconselhável o seu posicionamento sempre como últimas instruções da lógica em que estiverem presentes. 152 SENAI . a barra lógica de alimentação é desenergizada desde a lógica seguinte até a lógica que contém a instrução FRM.Controladores Programáveis RM . conforme o estado da sua linha de acionamento. ATENÇÃO: As instruções CON. Quando a entrada da instrução RM estiver desenergizada. podendo ser posicionadas somente na coluna 7 da lógica.

o valor da entrada não é colocado na saída. Quando um contato está fechado. Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 153 . logicamente. o comportamento real de um contato elétrico de um relé no programa aplicativo. O contato normalmente aberto fecha conforme o estado do seu operando associado. respectivamente. o contato normalmente aberto está fechado ou aberto. a instrução transmite o estado lógico da sua entrada para a sua saída.Controladores Programáveis RNA . Caso o ponto do operando esteja no estado lógico 1 ou 0.Contato Normalmente Aberto Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução reflete. Se estiver aberto.

o valor da entrada não é colocado na saída. o comportamento real de um contato elétrico de um relé no programa aplicativo. o contato normalmente fechado está aberto ou fechado. a instrução transmite o estado lógico da sua entrada para a sua saída. logicamente. O contato normalmente fechado possui comportamento oposto ao normalmente aberto. Quando um contato está fechado.Contato Normalmente Fechado Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução reflete. Sintaxe da Instrução Exemplo 154 SENAI . Se estiver aberto. Caso o ponto do operando associado esteja no estado lógico 1 ou 0 . respectivamente.Controladores Programáveis RNF .

Sua forma de programação é semelhante a "máquinas de estado". porém deve ser especificado um operando do tipo memória ou auxiliar nesta célula. Se este ponto estiver energizado. A instrução pode ser executada em dois modos: Modo 1000 Modo 3000 Quando a entrada modo está desenergizada. Deve-se ter o cuidado de definir e inicializar a tabela especificada em OPER1 com valores legais. O operando OPER2 especifica uma memória que armazena o estado atual e serve de índice para a tabela especificada no primeiro operando. Quando a entrada habilita está desenergizada. A evolução sempre ocorre do estado atual para o seguinte. e a saída de índice inválido fica normalmente desenergizada. quando a entrada habilita está energizada.Seqüenciador Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução permite a programação de seqüenciamentos complexos com condições de evolução específicas para cada estado. No modo 3000 seqüenciamentos mais complexos podem ser programados. a posição da tabela OPER1 indexada pelo estado atual OPER2 é acessada e o ponto de operando auxiliar referenciado nesta posição da tabela é examinado. A saída índice inválido é ativada se a memória OPER2 (estado atual) contiver um valor que indexa uma posição não existente na tabela especificada em OPER1. a instrução é executada no modo 1000. O cálculo destes valores é SENAI 155 . a saída de pulso fica normalmente energizada. O operando OPER3 é irrelevante. O operando OPER1 especifica uma tabela onde cada posição contém o endereço de um ponto de operando auxiliar que é testado como condição de evolução para o próximo estado. Além disso. Isto pode ocorrer modificando-se a memória OPER2 em um ponto do programa aplicativo fora da instrução SEQ (na inicialização de OPER2. O operando OPER4 é irrelevante. por exemplo). Na tabela especificada em OPER1 devem ser carregados valores em formato decimal que especifiquem pontos de operandos auxiliares que devem ser testados como condições de evolução. Se o ponto examinado estiver desenergizado nada ocorre e o valor da memória em OPER2 permanece inalterado.Controladores Programáveis SEQ . e do último para o primeiro. Modo 1000 Neste modo ocorre uma seqüência de evolução fixa dos estados. o conteúdo de OPER2 é incrementado (ou zerado. independente de qualquer outra condição. as saídas pulso e índice inválido ficam desenergizadas. se estiver apontando para a última posição da tabela OPER1) e na saída pulso ocorre um pulso de desenergização com duração de um ciclo de programa. pois o MASTERTOOL realiza a consistência conforme o modo 3000. porém deve ser especificado um operando do tipo memória ou auxiliar nesta célula. Quando a entrada habilita estiver energizada. a instrução é executada no modo 3000. e quando ela está energizada. Se a tabela for removida do projeto esta saída também será acionada. pois o MASTERTOOL realiza a consistência conforme o modo 3000.

Portanto. testa-se a condição de evolução associada a OPER2 e com base em OPER4. se a tabela tiver 5 posições).2 cause a evolução para o próximo estado. Se nenhuma das 2 condições estiver energizada. uma transição de estado ocorrerá. o operando OPER2 é carregado com um novo estado. bem como a saída pulso continua energizada.Controladores Programáveis especificado pela equação: VALOR = (endereço do operando * 8) + endereço da subdivisão Exemplo Modo 1000 Se %A0030. por exemplo) 156 SENAI . e o valor da memória OPER2 (estado atual) permanece inalterado. indexado pelo próprio operando OPER2 na segunda tabela especificada por OPER1. Quando a entrada habilita está energizada. O operando OPER3 especifica um operando que serve de base para determinar a condição de evolução a partir do estado OPER2 para o estado indexado por OPER2 na primeira tabela. Modo 3000 Neste modo é possível definir a seqüência de evolução e escolher um entre dois caminhos a partir do estado atual. O operando OPER2 especifica uma memória que indica qual o estado atual e serve de índice para as tabelas especificadas em OPER1. e a saída de índice inválido fica normalmente desenergizada. O operando OPER1 especifica a primeira de duas tabelas subseqüentes que são utilizadas pela instrução. indexado pelo próprio operando OPER2 na primeira tabela especificada por OPER1. então: Endereço do operando = 30 Endereço da subdivisão = 2 VALOR = (30 * 8) + 2 = 242 O valor a ser carregado na posição 4 da tabela OPER1 deve ser 242 para que o ponto %A0030. a instrução busca o valor da memória OPER2 (estado atual) e testa a respectiva condição de evolução com base em OPER3. Se esta condição estiver energizada. menos liberdade para escolher as condições de evolução em relação ao modo 1000. O operando OPER4 especifica um operando que serve de base para determinar a condição de evolução a partir do estado OPER2 para o estado indexado por OPER2 na segunda tabela. Cada posição da primeira tabela contém o próximo estado caso a condição associada a OPER3 esteja energizada. o operando OPER2 é carregado com um novo estado. permitindo-se implementar máquinas de estado bem mais complexas.2 é o ponto que se deseja usar como condição de evolução a partir do estado 4. Caso a condição de evolução associada a OPER2 e com base em OPER3 estiver desenergizada. Isto pode ocorrer modificando-se a memória OPER2 em um ponto do programa aplicativo fora da instrução SEQ (na inicialização de OPER2. entretanto. quando a entrada habilita está energizada. Quando a entrada habilita está desenergizada. 2 graus de liberdade a mais são oferecidos em relação ao modo 1000. que é o estado 5 (ou o estado 0. as saídas pulso e índice inválido ficam desenergizadas. A saída índice inválido é ativada se a memória OPER2 contiver um valor que indexa uma posição não existente nas tabelas especificadas em OPER1. As duas tabelas devem ter o mesmo tamanho. Cada posição da segunda tabela contém o próximo estado caso a condição associada a OPER4 esteja energizada. e um pulso de desenergização com duração de um ciclo de programa aplicativo ocorrerá na saída pulso da instrução. a saída de pulso fica normalmente energizada. Se esta última condição estiver energizada. independente de qualquer outra condição. nada acontece. Se pelo menos uma das 2 condições acima estiver energizada. além de ser necessário o uso de mais memória (tabelas) no modo 3000. Existe. Além disso.

<SUB1> (primeira tabela) e %M<END2>. as condições de evolução a partir do estado 43 serão: %M0062. Sabendo-se que os operandos OPER3 e OPER4 são do tipo memória (16 bits) ou do tipo auxiliar (8 bits). com base em OPER3 subdivisão do ponto a ser testado. somente valores entre 0 e 9 devem ser carregados em posições desta tabela.<SUB1> ou %A<END1>. Se a tabela for removida do projeto esta saída também será acionada. suponha-se o seguinte: ESTADO END3 = END4 = END1 = SUB1 = END2 = SUB2 = = conteúdo do operando OPER2 (estado atual) endereço de OPER3 endereço de OPER4 endereço do ponto a ser testado. Deve-se ter o cuidado de definir as 2 tabelas especificadas por OPER1 com o mesmo tamanho. As condições de evolução associadas ao estado atual OPER2 são determinadas com base em OPER3 (próximo estado é carregado a partir da primeira tabela) ou com base em OPER4 (próximo estado é carregado a partir da segunda tabela). pois somente estes podem ser estados legais). caso algumas das posições das tabelas especificadas em OPER1 contenham valores inválidos para serem o próximo estado.3 para a tabela segunda Sintaxe da Instrução SENAI 157 . com base em OPER4 subdivisão do ponto a ser testado. com base em OPER4 Os pontos testados como condição de evolução associada a cada tabela serão: %M<END1>.<SUB2> (segunda tabela) onde: END1 END1 SUB1 SUB1 END2 END2 SUB2 SUB2 = = = = = = = = END3 + ESTADO END3 + ESTADO RESTO (ESTADO RESTO (ESTADO END4 + ESTADO END4 + ESTADO RESTO (ESTADO RESTO (ESTADO / / / / / / / / 16 (se 8 (se 16) 8) (se 16 (se 8 (se 16) 8) (se operando %M) operando %A) (se operando %M) operando %A) operando %M) operando %A) (se operando %M) operando %A) Exemplo Modo 3000 Sejam: OPER2 = %M0015*M %M0015 = 35 %M0035 = 43 OPER3 = %M0060 OPER4 = %A0070 Então: ESTADO END3 = END4 = END1 = SUB1 = END2 = SUB2 = = 43 60 70 60 + 43 / RESTO (43 70 + 43 / RESTO (43 16 = 62 / 16) = 11 8 = 75 / 8) = 3 Portanto.Controladores Programáveis ou dentro da própria instrução SEQ. com base em OPER3 endereço do ponto a ser testado. e deve-se inicializá-las com valores legais (exemplo: se as tabelas tiverem 10 posições.B para a primeira tabela %A0075.<SUB2> ou %A<END2>.

Controladores Programáveis Exemplo 158 SENAI .

Seu operando é uma constante que determina o número de lógicas a serem saltadas a partir da energização da bobina. e a instrução seguinte àquela em que esta bobina está declarada é executada. Quando a linha de acionamento da bobina de salto estiver desenergizada. Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 159 .Controladores Programáveis SLT .Bobina de Salto Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição A instrução bobina de salto serve para controlar a seqüência de execução de um programa aplicativo. sendo usada para desviar o processamento do mesmo para uma lógica determinada. A determinação da lógica destino é realizada pela soma da constante que acompanha a instrução com o número da lógica onde a mesma se encontra. o salto não ocorre.

Quando a entrada habilita é energizada. a saída estouro é energizada e o máximo ou mínimo valor armazenável é atribuído a OPER3 como resultado. os valores dos operandos especificados em OPER1 e OPER2 são somados e o resultado armazenado em OPER3. Se a entrada habilita não está energizada. Se o resultado da operação for maior ou menor do que o armazenável.Controladores Programáveis SOM . Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Sintaxe 3 Exemplo 160 SENAI .Soma Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a soma aritmética de operandos. todas as saídas são desenergizadas e o valor de OPER3 não é alterado.

o respectivo valor limite é considerado como resultado. Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Sintaxe 3 Exemplo SENAI 161 . As linhas de saída resultado > 0. resultado = 0 e resultado < 0 podem ser usadas para comparações e são acionadas de acordo com o resultado da subtração. o valor de OPER2 é subtraído do valor de OPER1.Controladores Programáveis SUB . Se o resultado da operação excede o maior ou menor valor armazenável no operando.Subtração Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a subtração aritmética entre operandos. Quando habilita é energizada. O resultado é armazenado na memória especificada em OPER3. Se a entrada habilita não está energizada. todas as saídas são desenergizadas e OPER3 permanece inalterado.

Controladores Programáveis 162 SENAI .

mesmo quando a instrução estiver em um trecho comandado pela instrução RM (relé mestre). Se OPER2 for negativo ou o acesso indireto for inválido.Temporizador na Desenergização Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza contagens de tempo com a desenenergização da sua entrada de acionamento. há a interrupção na contagem do tempo. enquanto que desacionando a entrada ativa. A saída Q fica energizada sempre que a entrada ativa estiver energizada e OPER1 for menor do que OPER2. A instrução TED possui dois operandos. ou seja.Controladores Programáveis TED . permanecendo OPER1 com o mesmo valor de OPER2. Acionando-se a entrada bloqueia. Enquanto a entrada ativa estiver energizada e a entrada bloqueia desenergizada. a saída Q é desenergizada e -Q energizada. o operando OPER1 é incrementado a cada décimo de segundo. O primeiro OPER1 especifica a memória acumuladora da contagem de tempo. a saída -Q permanece sempre energizada. O estado lógico da saída -Q é exatamente o oposto da saída Q. cada unidade incrementada em OPER1 corresponde a 0. mesmo estando a instrução desativada. Deve-se ter cuidado para não realizar acionamentos indesejáveis na lógica devido a este fato. Sintaxe da Instrução Exemplo SENAI 163 . O segundo operando OPER2 indica o tempo máximo a ser acumulado. A contagem de tempo é realizada em décimos de segundos. ATENÇÃO: Com a entrada ativa desativada. OPER1 é zerado e a saída Q é energizada.1 segundo. o tempo do acumulador é zerado e a saída Q é desacionada. Quando OPER1 for maior ou igual a OPER2.

o operando OPER1 é incrementado a cada décimo de segundo. Sintaxe da Instrução Exemplo 164 SENAI .Controladores Programáveis TEE . ATENÇÃO: Com a entrada ativa desativada. Quando OPER1 for maior ou igual a OPER2. A contagem de tempo é realizada em décimos de segundos. OPER1 é zerado e a saída -Q é energizada. Deve-se ter cuidado para não realizar acionamentos indesejáveis na lógica devido a este fato. Enquanto as entradas libera e ativa estiverem simultaneamente energizadas. permanecendo OPER1 com o mesmo valor. a saída Q é energizada e -Q desenergizada. mesmo quando a instrução estiver em um trecho comandado pela instrução RM (relé mestre). mesmo estando a instrução desativada. Desacionando-se a entrada libera. Desacionando-se a entrada ativa. há a interrupção na contagem do tempo. a saída -Q permanece sempre energizada. A instrução TEE possui dois operandos. ou seja. permanecendo OPER1 com o mesmo valor de OPER2. O segundo operando OPER2 indica o tempo máximo a ser acumulado.1 segundo. o valor em OPER1 é zerado. O estado lógico da saída Q é exatamente o oposto da saída -Q. O primeiro OPER1 especifica a memória acumuladora da contagem de tempo. Se OPER2 for negativo ou o acesso indireto for inválido.Temporizador na Energização Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza contagens de tempo com a energização das suas entradas de acionamento. cada unidade incrementada em OPER1 corresponde a 0.

O terceiro operando especifica o endereço do último relé de saída ou auxiliar válido na instrução. é o mesmo especificado na instrução LDI.0 a %S0004. Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Sintaxe 3 SENAI 165 .Controladores Programáveis TEI . Deve ser especificado com subdivisão de ponto (%EXXXX. se estes operandos correspondem a %S0003. Esta verificação é feita somente no momento em que a entrada habilita é energizada. a saída resposta é ligada ou não.3 e %S0004.5. Se a entrada habilita estiver energizada. %SXXXX. O ponto indexado pela memória é testado se estiver dentro da área de endereços limitada por OPER2 e OPER3. Conforme esteja em 1 ou 0. delimitados por operandos de limite inferior e superior.X). Deve ser declarado como operando de acesso indireto a operando %E ou %A (%MXXXX*E ou %MXXXX*A). a representação deste operando será como acesso indireto a entrada (%MXXXX*E ). %SXXXX.X. Deve ser especificado com subdivisão de ponto (%EXXXX.Teste de Estado Indexado Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução é utilizada para testar o estado de pontos indexados por uma memória. o estado do relé ou auxiliar especificado pelo valor contido na memória índice OPER1 é examinado. Por exemplo.X ou %AXXXX.X.5. O segundo operando especifica o endereço do primeiro relé de saída ou auxiliar válido na instrução. a saída índice superior inválido ou índice inferior inválido é ligada e a saída da primeira célula desligada. O cálculo do valor a ser armazenado no primeiro operando.X). Se o relé ou auxiliar apontado pela memória índice estiver fora dos limites definidos pelos parâmetros da segunda e terceira células. esta instrução só atua para os elementos de %S0003. O primeiro operando especifica a memória cujo conteúdo referencia o operando auxiliar ou relé de saída a ser testado. Mesmo quando a instrução for utilizada para testar pontos de saída (%S). para referência do ponto desejado.3 a %S0003. respectivamente.7 e de %S0004.X ou %AXXXX.

Controladores Programáveis Exemplo 166 SENAI .

A operação é realizada ponto a ponto entre os operandos e seguem a seguinte tabela verdade: Ponto Ponto de de OPER1 OPER2 0 0 1 1 0 1 0 1 Resultado em OPER3 0 1 1 0 Sintaxe da Instrução Sintaxe 1 Sintaxe 2 Exemplo SENAI 167 ."OU EXCLUSIVO" Binário entre Operandos Descrição Sintaxe da Instrução Exemplo Descrição Esta instrução realiza a operação OU EXCLUSIVO binário entre os valores de OPER1 e OPER2.Controladores Programáveis XOR . armazenando o resultado em OPER3.

Controladores Programáveis F-PT100.00 oC.Especificação do tipo de linearização a ser executada (ver tabela 6-2 para ajuste do módulo AL-1117 ou QK1117). .X).00 a +370. sendo fixo em 4 para este módulo: %RXXXX ou %RXXXX.Contém os parâmetros que são passados para a função. No caso de não ser feita a especificação com subdivisão de ponto (%RXXXX).Endereço do barramento onde está alojado o módulo AL-1117 ou QK1117. respectivamente). Programação Operandos As células da instrução CHF utilizada para a chamada da função são programadas do seguinte modo: . %KM+00002 . alterando-se apenas a programação dos parâmetros utilizados na sua chamada.a função não executa qualquer linearização. Os seguintes tipos são válidos: %KM+00000 .3 do operando correspondendo aos canais 0 a 3 do módulo. sendo possível a leitura de 1 ou 4 canais. representada em valores de +0000 a +8000 (Valor armazenado = (T + 30) x 100).002 .Especifica o número de parâmetros que são passados para a função em OPER3. Determina o número de parâmetros possíveis de serem programados na janela de edição de OPER4. %KM+XXXXX . declarados quando a instrução CHF for editada.Deve ser um operando do tipo constante memória com valor 0 ( %KM+00000).a função executa linearização para a faixa de 168 SENAI .OPER3 .0 a . módulo interface com até 4 sensores do tipo Pt-100.OPER1 . todos os 4 canais serão lidos (0 a 3). representada em valores de +0000 a +4000 (Valor armazenado = (T + 30) x 10). Os valores lidos podem ser linearizados ou não.a função executa linearização para a faixa de temperatura de -30.a função executa linearização para a faixa de temperatura de -30.00 oC. a leitura é realizada somente para o canal do módulo correspondente ao ponto (pontos . .002 realiza a leitura de temperaturas fornecidas pelos módulos AL-1117 e QK1117.OPER2 .X . %KM+00003 . O número de parâmetros editáveis é especificado em OPER1. Como esta função não necessita de nenhum parâmetro em OPER4. Caso seja especificado com subdivisão de ponto ( %RXXXX. %KM+00001 .00 a +50. Este operando deve ser obrigatoriamente uma constante memória com valor 4 (%KM+00004). apresentando como resultado a saída do conversor com valores entre 0 e 4095.Função para Leitura de Módulo Pt-100 Introdução Programação Operandos Entradas e Saídas Utilização Introdução A função F-PT100. o valor de OPER2 é 0.

Constante Faixa de Medida de Linearização %KM+00000 %KM+00001 %KM+00002 %KM+00003 %KM+00004 %KM+00005 %KM+00006 Valor Armazenado PA5 PA6 qualquer -30 oC a -30 oC a -30 oC a -30 oC a 0000 a +4095 0/1 0/1 0000 a +8000 0 0 0000 a +4000 1 1 0000 a +8000 2 1 -3000 a 0 0 +5000 -30 oC a +370 oC -0300 a 1 1 +3700 -30 oC a +770 oC -0300 a 2 1 +7700 +50 oC +370 oC +770 oC +50 oC ATENÇÃO: Caso a temperatura do sensor exceda a faixa de medida.00 oC.Operando utilizado pela função para o controle interno do seu processamento. %MXXXX . representada em valores de -0300 a +3700.00 oC. %KM+00004 . Cada CHF para este módulo F deve possuir um operando de controle exclusivo.X (leitura de um canal).00 a +50.Controladores Programáveis temperatura de -30. Se o primeiro parâmetro for especificado como %RXXXX.Não utilizado. sob pena de prejudicar a execução correta da função.a função executa linearização para a faixa de temperatura de -30. Se o primeiro parâmetro for especificado como %RXXXX (leitura de 4 canais).Especificação do operando onde são armazenados os valores dos canais após a leitura e linearização. representada em valores de +0000 a +8000 (Valor armazenado = (T + 30) x 10). apenas a posição de memória declarada no parâmetro 3 é atualizada. representada em valores de -3000 a +5000.00 a +370.a função executa linearização para a faixa de temperatura de -30.00 oC. %KM+00005 .OPER4 . %MXXXX . ATENÇÃO: O operando de controle não deve ter seu conteúdo alterado em nenhuma parte do programa aplicativo. diferente dos demais.quando esta entrada está energizada a função é chamada.00 a +770. sendo analisados os parâmetros programados na instrução CHF. é utilizada a memória declarada no parâmetro 3 e as 3 consecutivas à mesma.00 a +770. O operando de controle não deve ser retentivo.00 oC. %KM+00006 . . Entradas e Saídas Descrição das entradas: . representada em valores de -0300 a +7700.habilita . SENAI 169 . o valor 9999 será armazenado no canal correspondente.a função executa linearização para a faixa de temperatura de -30.

ruptura da ligação com o sensor Pt-100 .Controladores Programáveis Descrição das saídas: . QK800. . AL-2002/MSP.erro . o valor do operando correspondente ao canal recebe o valor 9999. Este tempo é contabilizado pela própria função. AL-2004. ATENÇÃO: A saída de erro está implementada a partir da versão 1.o módulo declarado no barramento não é AL-1117 ou QK1117 . Utilização Esta função pode ser utilizado nas UCPs das séries AL-600.10 de F-PT100.é energizada quando a função foi corretamente executada. Desta forma.erro na especificação dos operandos ou tentativa de acesso a operandos não declarados Nos dois primeiros erros. AL-2003. A função não pode ser chamada para um outro canal antes de ser encerrada a conversão do canal corrente.curto-circuito na ligação com o sensor Pt-100 .002. QK801 E QK2000/MSP.sucesso .esta saída é energizada sempre que ocorre um dos seguintes erros: . ATENÇÃO: O tempo de atualização para cada canal é de 400 ms. a instrução CHF utilizada para a chamada do módulo F não deve ser saltada. 170 SENAI . sob pena de aumentar-se o tempo de conversão.

declarados quando a instrução CHF for editada. AL-600.quando esta entrada está energizada a função é chamada.OPER1 . Deve-se utilizar %KM+00000 para conversão A/D e %KM+00001 para conversão D/A.Especificação do operando onde é armazenado o valor a ser escrito no conversor em caso de conversão D/A ou valor lido em caso de conversão A/D.Deve ser um operando do tipo constante memória com valor 0 ( %KM+00000).006 realiza a conversão A/D (analógico/digital) ou D/A (digital/analógico) dos dois canais analógicos disponíveis na UCP AL-600. QK . .OPER2 .OPER 4 . QK600. .Não utilizado.erro . SENAI 171 . Programação Operandos As células da instrução CHF utilizada para a chamada da função são programadas do seguinte modo: .Contém os parâmetros que são passados para a função. %MXXXX .006 . sendo fixo em 3 para este módulo: %KM+XXXXX . Utilização Esta função pode ser utilizada somente nas UCPs PL103 e PL104 . PL103 e PL104 (canal 0 e canal 1).Função para Conversão A/D ou D/A Integrados Introdução A função F-ANLOG. PL102. . é possível realizar a conversão A/D em um dos canais e D/A no outro ou o mesmo tipo de conversão em ambos.é energizada caso ocorra erro na especificação dos operandos ou tentativa de acesso a operandos não declarados. Como esta função não necessita de nenhum parâmetro em OPER4. Utilizando-se duas instruções CHF.Especifica o número de parâmetros que são passados para a função em OPER3.sucesso .é energizada quando a função foi corretamente executada. %KM+XXXXX .Controladores Programáveis F-ANLOG. Deve-se utilizar %KM+00000 para DAC 1 e %KM+00001 para DAC 2. Determina o número de parâmetros possíveis de serem programados na janela de edição de OPER4. Descrição das saídas: .Especificação do canal a ser convertido.Tipo de conversão a ser realizada no canal definido pelo parâmetro anterior. sendo analisados os parâmetros programados na instrução CHF. O número de parâmetros editáveis é especificado em OPER1. o valor de OPER2 é 0.OPER3 .habilita . Entradas e Saídas Descrição das entradas: . Este operando deve ser obrigatoriamente uma constante memória com valor 3 (%KM+00003). PL102. .

Por exemplo: . integrais e derivativos programados. Este valor é calculado periodicamente. levando em consideração os fatores proporcionais. A partir de um valor medido (VM) e do ponto de ajuste desejado (PA) a função calcula o valor de atuação (VA) para o sistema controlado.deslocamento com sinal . integral e derivativo.6 ms no pior caso .capacidade de realizar integral discreta .tempo de execução de 1.ação derivativa calculada sobre várias amostragens .inibição do fator integral ou derivativo . O diagrama em blocos da função é mostrado na figura abaixo.desaturação da ação integral (anti-reset windup) .laços cascateados -geração de curvas de ponto de ajuste 172 SENAI .Função Controle PID Introdução Programação Operandos Entradas e Saídas Parâmetros Adicionais Utilização Características do Funcionamento Introdução A função F-PID.Controladores Programáveis F-PID.acompanhamento da saída no modo manual e comutação manual/automática balanceada (output tracking e bumpless transfer) . sem o uso de controladores externos.033 implementa o algoritmo de controle proporcional.função automático/manual .resolução de saída de 1:1000 Diagrama em Blocos da Função PID O uso da função PID no programa aplicativo permite uma série de facilidades que são facilmente integradas ao sistema. As características mais importantes apresentadas pelo laço de controle implementado são: .ação direta ou reversa .033 .limites de saída máximo e mínimo ajustáveis .

direta(0)/reversa(1) . sendo analisados os parâmetros programados na instrução CHF.erro .Especifica o número de parâmetros que são passados para a função em OPER4.habilita . sendo fixo em 5 para este módulo: %TMXXXX .OPER1 . outros parâmetros devem ser carregados na tabela declarada em OPER3. Este operando deverá ser obrigatoriamente uma constante memória com valor 0 (%KM+00000). .é energizada quando a função foi corretamente executada.OPER2 . Se estiverem corretos. %MXXXX . %MXXXX .quando esta entrada está energizada a função é chamada. Entradas e Saídas Descrição das entradas: . geralmente acionando uma instrução D/A.especifica a forma de ação do controle. haverá a energização da saída de indicação de erro. O número de parâmetros editáveis é especificado em OPER1. o operando de atuação não recebe o valor calculado pela função (modo manual). Parâmetros Adicionais Além dos operandos programados na instrução de chamada CHF.Não utilizado. %AXXXX . . Este operando deverá ser obrigatoriamente uma constante memória com valor 5 (%KM+00005). que é o valor desejado para a variável medida. . sendo utilizada para definir os parâmetros utilizados pelo algoritmo de controle e armazenar resultados intermediários.Memória que contém o valor de atuação no processo. O seu valor pode ser modificado conforme a política de controle desejada.Tabela que contém os parâmetros utilizados pelo algoritmo de controle. declarados quando a instrução CHF for editada.sucesso .Octeto auxiliar que contém pontos de controle da função PID.Especifica o número de parâmetros que são passados para a função em OPER3.Memória que contém o valor medido do processo. .automático(0)/manual(1) . Caso o número de parâmetros ou seu tipo sejam diferentes das necessidades da função. A tabela abaixo apresenta os parâmetros que devem ser SENAI 173 . normalmente obtido através de uma instrução A/D.Controladores Programáveis -modificação dos parâmetros de controle pelo programa -modificação da política de controle em função do estado do processo Programação Operandos As células da instrução CHF utilizada para a chamada da função são programadas do seguinte modo: . Descrição das saídas: . %MXXXX .quando energizada.OPER3 .Contém o ponto de ajuste (set point).Contém os parâmetros que são passados para a função. Deve conter 16 posições. Esta tabela deve conter 16 posições. . .OPER4 .é energizada caso ocorra erro na especificação dos operandos ou tentativa de acesso a operandos não declarados. o cálculo do controle PID é realizado.

evita-se desta forma que sejam recalculados a cada chamada da função. sendo o seu valor mínimo de 0. Caso não seja 174 SENAI .Fator multiplicativo derivativo (posições 3 e 4) . Sendo valores relativamente fixos. maior deve ser o intervalo de amostragem.0001 a 10. alguns parâmetros devem ser carregados na tabela já précalculados.0333 a 3333. o intervalo de amostragem deve ser maior que 0.1 s GD/3dt GD: 1 a s dt: 0.0 100.parte int 03 Fat derivativo . bem como seus valores mínimos e máximos. podendo variar de 1 até 1000 segundos/repetição.Controladores Programáveis carregados em cada posição de tabela.0 dt/GI GI: 1 a s/rep dt: 0. GI igual a 1 segundo/repetição significa o máximo efeito integral. podendo variar de 1 até 1000 segundos. .0 segundos e deve ser igual ao intervalo de tempo em que a rotina é executada.Fator multiplicativo integral (posições 1 e 2) .parte int 05 Deslocamento 06 Valor mínimo da saída 07 Valor máximo da saída 08 Reservada 09 Variável medida N 1 10 Variável medida N 2 11 Variável medida N 3 12 Erro 13 Ação 10 14 Ação frac 15 Ação int proporcional X integral-parte X10 integral-parte X10 Fórm. Recomenda-se que quanto maior o valor de GD.É calculado dividindo-se o intervalo de amostragem (dt) pelo ganho integral desejado.2 segundos.É calculado dividindo-se o ganho derivativo (GD) pelo intervalo de amostragem (dt) e pelo valor 3.Ganho proporcional X 10 (posição 0) . .parte frac 04 Fat derivativo . GD igual a 1000 segundos significa máximo efeito derivativo. GPX10 Variação permitida a 1000 a 10 1000 a 10 0 a 1000 0 a 1000 0 a 1000 0 a 1000 0 a 1000 0 a 1000 0 a 1000 0 a 65535 0 a 65535 0 a 65535 0. A unidade de dt é segundos. Mesmo para valores de GD = 1 segundo. Po Parâmetro armazenado 00 Ganho proporcional X 10 01 Fat integral . Os parâmetros que devem ser pré-calculados são: .1 s DE 0 a 1000 0 a 1000 0 a 1000 Para possibilitar uma maior velocidade de execução.1 segundos e máximo de 10. A unidade de GI é segundos/repetição.3333 Valor tab 10 a 1000 0.É calculado multiplicando-se o ganho proporcional desejado por 10.000 GP: 1. A unidade de GD é segundos.parte frac 02 Fat integral .

Quando energizado.Inibe ação derivativa . o que corresponde a uma variação de 0 a 100% nas variáveis do processo. .Valores mínimo e máximo de saída (posições 6 e 7) . o termo derivativo produzirá apenas "ruído" e a ação de controle será muito brusca. SENAI 175 . QK2000/MSP. o termo integral é positivo. Isto assegura que haverá uma resposta do controlador tão logo desapareça o distúrbio que o levou a saturar a saída. a menos que os valores limites sejam excedidos. AL-2003. As demais posições da tabela são utilizadas exclusivamente pela função PID . PL105 e Série Ponto.%AXXXX. . podendo serem zeradas. Recomenda-se que estas posições estejam zeradas no início do processamento para evitar que valores aleatórios fiquem armazenados. contidos no octeto auxiliar especificado (%AXXXX). QK801.Deslocamento (posição 5) .033 pode ser utilizado no CP AL-2000/MSP somente a partir da versão 1. se desejado.Quando energizado.É utilizado pela função PID.10 do software executivo.Controladores Programáveis tomado este cuidado. AL-2002/MSP.6 . O valor medido. AL-2004. Se o valor máximo for maior ou igual a 1000 e o valor mínimo igual a 0. Quando desenergizado. evitando que erros negativos causem saturação no valor mínimo de saída.Permite que seja introduzido um deslocamento ("bias") no valor de atuação.%AXXXX.Inibe ação integral .Sinal da ação integral . No momento em que o valor de saída atinge algum dos limites (máximo ou mínimo). AL-2000/MSP. ATENÇÃO: O módulo F-PID. sem influenciar na saída. os valores máximo e mínimo têm como variação a faixa de 0 a 1000. devendo ser acionado pelo programa. Quando energizado. A posição 12 (erro) pode ser consultada pelo programa. se o ganho proporcional é pequeno. Características do Funcionamento A desaturação da ação integral (anti-reset windup) é feita de modo a evitar que o termo integral continue a acumular erro quando um distúrbio no processo causa a saturação da saída do controlador em alguns dos limites. não é realizada nenhuma limitação.7 . permanecendo a sua atribuição como o último valor calculado antes da inibição. . Pode ser lido pelo programa. QK800. a ação integral não é calculada. Geralmente este valor é ajustado para 50% (500) ou igual ao ponto de ajuste. alguns pontos de controle são utilizados pela função.%AXXXX. o valor de atuação.%AXXXX. As posições 14 e 15 acumulam o fator integral. PL103. o deslocamento é negativo.Sinal do deslocamento Indica para a função qual é o sinal do deslocamento. O ponto desenergizado indica deslocamento positivo. PL104.5 . caso contrário é negativo. o deslocamento. podendo serem modificados dinamicamente em função das condições operacionais.4 . se necessário.São valores opcionais que limitam a excursão do valor de atuação. Utilização Esta função pode ser utilizada nas UCPs das séries AL-600. o termo integral é fixado em seu valor corrente. impedindo o seu crescimento indefinido. . . a função não executa a ação derivativa. não devendo ser modificadas pelo programa aplicativo. . Além da tabela de parâmetros. PL102.

É de responsabilidade do usuário programar um "disparador" da função. sejam os seguintes valores de ajuste desejados para um laço de controle: = 62 = 5 (GP = 100 / banda proporcional em %) = 100 segundos/repetição = 5 segundos dt = 1 segundo DES = 50% MAX = 80% MIN = 0% PA GP GI GD Os valores que devem ser carregados na tabela de parâmetros são: Posição 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Valor 50 GP X 10 (50) 100 dt / GI (0. a ação direta deve ser selecionada. então a ação reversa deve ser utilizada. A forma de controle pode ser direta ou reversa.0100) 0 6666 GD / 3dt (1. Caso o processo seja tal que o valor medido cresce quando o valor da saída de atuação cresce.0 segundos. a rotina possa reassumir o controle com o valor inicial da saída igual ao último valor da saída no modo manual. a rotina não mais modifica o valor da saída de atuação. mas o acompanha (output tracking). Chama-se este fato de comutação manual/automática balanceada (bumpless transfer). Esta seleção é realizada desenergizando ou energizando a terceira entrada da instrução CHF. Neste modo.6666) 1 500 DES 0 MIN 800 MAX 620 PA 176 SENAI . é aconselhável que cada laço de controle diferente seja disparado em diferentes varreduras do programa. em função do valor da saída fixo e do valor medido do processo.Controladores Programáveis A função pode ser executada em modo manual. Se o valor medido decresce com o aumento da saída de atuação. os termos proporcional e derivativo são calculados e o termo integral é forçado para um valor adequado. energizandose a segunda entrada da instrução CHF. de modo que. quando ocorrer a transição de manual para automático. ou seja.1 a 10. Isto é. Exemplo de Aplicação Como exemplo de utilização. O intervalo entre amostragens de um laço PID pode variar de 0. Como cada execução da rotina pode dispender até 3 ms. Note-se ainda que o valor do intervalo de amostragem usado para o cálculo dos fatores multiplicativos integral e derivativo deve coincidir com o intervalo de tempo das chamadas do "disparador". um trecho de programa aplicativo que somente habilite a rotina PID nos intervalos de tempo desejados.

O modelo PO3145 possui três interfaces seriais para as funções de interface de programação. Doc. Dados para Compra Itens Integrantes A embalagem do produto contém os seguintes itens: • UCP PO3045 ou PO3145. A. • Guia de instalação Altus Sistemas de Informática S. alta capacidade de memória e vários canais seriais integrados. Os demais possuem subconjunto destas características. adequada a sistemas de grande porte • Conectividade a barramentos de campo PROFIBUS. inclusive MODBUS mestre ou escravo • Grande capacidade de memória Flash: até 512 Kbytes para programa aplicativo • Diagnóstico e estados de operação local via Leds no painel • Diagnóstico via operandos • Etiqueta no painel para identificação do equipamento As características acima se referem ao modelo mais completo PO3145.096 pontos de E/S.: CT109100 PO3045. Com o uso de interfaces de rede de campo as UCPs tornam-se poderosos controladores com capacidade de 4. com protocolos configuráveis e programáveis. DEVICENET e AS-i • 2 canais seriais RS232.096 pontos de E/S • Alta velocidade de processamento. com protocolos configuráveis e programáveis. inclusive MODBUS mestre ou escravo • 1 canal serial RS485 isolado. Conectam-se diretamente ao barramento GBL.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. criando sistemas muito compactos de controle e supervisão. PO3145 Revisão: A Descrição do Produto As UCPs da Série Ponto se caracterizam por uma altíssima integração de funções. Tem como principais características: • Acesso direto a 30 módulos de E/S através do barramento da Série Ponto • Capacidade de 4. programação on-line. IHM local e redes MODBUS. SENAI 1 177 .

MODBUS Derivador e Terminação 10 Folhas de 14 etiquetas de 16 tags p/ impressora Bateria de Lítio ( reposição ) Terminação de Barramento ( reposição ) PO6305: Esta base é comum a todas as UCPs da série AL-1715: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232 fêmea padrão IBM/PC. • Interligação a um microcomputador padrão IBM/PC para programação da UCP. É usado na interface serial RS485 . 16 Módulos E/S.: CT109100 PO3045. Doc. 30 Módulos E/S. ALNET I Módulos F de Comunicação Função para comunicação com medidores de energia Cabo RJ45-CFDB9 Cabo RJ45-CMDB9 RS232 Cabo RJ45-CMDB9 RS232 / RS485 Cabo RJ45 . Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para: • Interligação a uma IHM do tipo Foton 5 ou Foton 10 AL-1720: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232/ RS485 macho com pinagem padrão Altus. 2 Seriais UCP 256K Flash. Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para: • Interligação a uma IHM do tipo Foton 1 ou Foton 3 AL-1717: Este cabo possui um conector RJ45 e na outra ponta terminais individuais para bornes. PO3145 Revisão: A Código do Produto Os seguintes códigos devem ser usados para compra do produto: Código PO3045 PO3145 Denominação UCP 128K Flash.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. COM 2. Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para: • Interligação a IHMs com conectores compatíveis com o padrão IBM/PC para supervisão local do processo • Interligação a um microcomputador padrão IBM/PC com software de supervisão. 2 Seriais + 1 com MODBUS Produtos Relacionados Os seguintes produtos devem ser adquiridos separadamente quando necessário: Código PO6305 PO8085 PO6800 MT4100 MT6000 AL-2700 AL-2702 AL-2703 AL-2711 AL-1715 AL-1719 AL-1720 AL-1717 AL-2600 PO8510 PO8530 PO8524 Denominação Base UCP PO3045 Fonte Alimentação Base Fonte MasterTool Programming MT4100 MasterTool ProPonto c/ Manuais Funções Matemáticas Funções Mestre Comunic. É um módulo totalmente passivo possuindo apenas conectores para a derivação e resistores para terminação da rede. Altus Sistemas de Informática S. AL-2600: Este módulo é um meio prático de fazer a interligação de uma rede padrão RS485 ( cabo AL-2301) ao cabo AL-1717. A. 2 SENAI 178 . via software MasterTool AL-1719: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232 macho com pinagem padrão Altus.

Altus Sistemas de Informática S.: CT109100 PO3045. SENAI 3 179 . PO3145 Revisão: A MT6000 –MasterTool ProPonto O software MasterTool ProPonto tem como função facilitar o projeto de um barramento Ponto. conferindo itens tais como: consumo.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. Geração de etiquetas para identificação dos módulos • Geração de lista de materiais • Impressão das etiquetas com os tags de identificação dos pontos O software é executado em ambiente Windows 32 bits. A. Doc. Suas principais funções são: • Projeto e visualização do barramento de maneira gráfica • Verificação da validade da configuração. bases compatíveis e limites de projeto • Atribuição de Tags aos pontos do sistema.

PO3145 Revisão: A Características As UCPs da Série Ponto distinguem-se pelas seguintes características: PO3045 Denominação UCP 128K Flash. 30 Módulos E/S. 2 Interfaces Seriais 128K 256K 16 4 256 com módulos de 16 pontos 512 com módulos de 32 pontos Número máximo de pontos de E/S analógicos no barramento local Número máximo de pontos de E/S digitais. 16 Módulos E/S. 4 SENAI 180 .Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. Doc. 3 Interfaces Seriais 256K 256K 30 4 480 com módulos de 16 pontos 960 com módulos de 32 pontos 240 com módulos de 8 pontos 4096 Memória para programa aplicativo tipo Flash Memória para programa aplicativo tipo RAM Número de Módulos Número máximo de segmentos Número máximo de pontos de E/S digitais no barramento local Sim Não Sim Não Não 2 x RS232 1 x RS485 Sim PO8085 c/ a base PO6800 Altus Sistemas de Informática S. A.: CT109100 PO3045. utilizando redes de campo Suporta Interface de Redes de Campo Suporta Interface de Rede Multimestre Ethernet TCP/IP ( com módulo PO7091) WebServer ( com módulo PO7091) Interfaces Seriais Protocolo MODBUS Mestre e Escravo Fonte de alimentação PO8085 c/ a base PO6800 2 x RS232 Não Não 128 com módulos de 8 pontos 4096 PO3145 UCP 256K Flash.

Sim Sim Alojada na base. troca a quente 1 conector RJ45 para COM 1 1 conector RJ45 para COM 2 1 conector RJ45 para COM 3 Leds EX.5 W 60 C 99 x 49 x 81 mm PO6305 o Relógio de tempo real Circuito de supervisão de cão-de-guarda Bateria para retenção de operandos Configuração dos bornes Base PO6305 Indicação de estado Indicação de diagnóstico Isolação Canal serial RS485 isolado Potência dissipada Temperatura máxima de operação Dimensões Bases compatíveis Canais Seriais As UCPs Ponto caracterizam-se pela alta capacidade de comunicação. RTS. possuindo até 3 canais seriais e um canal Ethernet. PO3145 Tipo de módulo Troca a quente Número máximo de pontos de E/S analógicos UCP Sim.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. via interfaces de rede de campo 48 Kbytes Sim 1. DSR e DTR com protocolos diversos Protocolos MODBUS Mestre. por exemplo. Escravo e outros. CTS. Um sistema de 1000 pontos exige.: CT109100 PO3045. WD. ER. TX.5 ms com 480 pontos E/S digitais 12 Mbaud Sim. Note-se que é possível usar SIMULTANEAMENTE o mesmo ou diferentes protocolos nos canais de comunicação. Doc. para todos os módulos de E/S Limitado pelas características de cada barramento de campo. RX Led DG multifuncional 1500 Vac por 1 minuto 4. 11 remotas PROFIBUS analógicas 0.6 ms Tempo de varredura do barramento local Velocidade do barramento local Capacidade de interligação a redes de campo Memória para operandos retentivos Programação on-line Tempo médio de processamento para 1024 instruções contato Canal serial RS232 ( COM 1 ) Canal serial RS232 ( COM 3 ) Canal serial RS485 isolado ( COM 2 ) TX. PG. Altus Sistemas de Informática S. SENAI 5 181 . RX. A tabela a seguir indica quais protocolos são disponíveis para cada canal de comunicação. A. RTS e CTS com protocolo ALNET I escravo TX. RX. Os protocolos são incluídos nas UCPs ou vendidos separadamente conforme indicado na tabela. PO3145 Revisão: A Características Gerais Comuns PO3045.

DTR Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Para mais detalhes consultar o Manual de Utilização das UCPs e CTs dos protocolos. As seguintes combinações de protocolo.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. 6 SENAI 182 .: CT109100 COM 1 RS232 com TX. com todos os comandos. linha discada. RTS. Somente com modems Digitel DT22B Função para Comunicação com medidores de energia AL-2711 Permite comunicação com medidores ELO e outros. Protocolo REP Sim Sim Sim Sim Sim COM 2 RS485 isolado PO3045. Doc.CTS. PO3145 Revisão: A COM 3 RS232 com TX. RTS. A. DSR. inclusive carga de programas Funções Mestre Comunic. por exemplo.CTS Alnet I escravo Incluído em todas UCPs completo.Ver CT MODBUS mestre Incluído na UCP PO3145 MODBUS escravo Incluído na UCP PO3145 Função Comunicação por linha discada Produto: Permite comunicação via modem. ALNET I Produto: AL-2702 somente escrita e leitura de tabelas tipo M Módulos F de Comunicação Produto: AL-2703 permite implementar qualquer protocolo serial assíncrono . RX. RX. são possíveis: COM 1: Alnet I escravo COM 1: Alnet I escravo COM 1: Alnet I escravo COM 1: Alnet I escravo COM COM COM COM 2: MODBUS mestre COM 3: MODBUS escravo 2: MODBUS mestre COM 3: Alnet I mestre 2: MODBUS escravo COM 3: AL-2703 2: F-Modem COM 3: Alnet I escravo Altus Sistemas de Informática S.

A.0 PO8085 CPU POWER SUPLLY BAT COM 1 RS232 COM 3 RS232 COM 2 RS485 MODBUS Altus Sistemas de Informática S. devendo ser usado cabo adequado para a implementação de rede. FOTON 5 e FOTON 10 .FOTON 1. Algumas opções de IHMs para estes canais são: . PO3145 Revisão: A Os 3 canais seriais podem ser usados. Nos canais COM 1 e COM 3 é possível a utilização de modems ou rádio modems.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. • Canal serial RS485 isolado ( COM 2 ): Interligação a um ou mais equipamentos compatíveis com o protocolo MODBUS. FOTON 3. tais como sensores inteligentes e inversores de freqüência. • Canal serial RS232 ( COM 3 ) : Interligação a uma IHM local. ou uma IHM local. da seguinte forma: • Canal serial RS232 ( COM 1 ) : Interligação um microcomputador com o software de programação MasterTool. por exemplo.: CT109100 PO3045. O canal é isolado.Softwares de supervisão: qualquer software de supervisão compatível com protocolo ALNET I v2. SENAI 7 183 . Doc.

PO3145 Revisão: A Capacidade de E/S no barramento local Uma UCP tem sua capacidade de E/S local determinada pelos seguintes valores ( no caso do PO3145 ) : número máximo total de módulos: 30 número máximo de segmentos de barramento: 4 número máximo de módulos num segmento: 10 O número máximo de pontos depende do tipo de pontos utilizados. o número máximo de módulos poderá ser menor. visto que é considerado o consumo de corrente individual de cada módulo. O conjunto formado pela fonte PO8085 e UCPs podem alimentar até 12 módulos de E/S distribuídos em até dois segmentos no máximo Com a utilização do software MasterTool ProPonto é possível efetuar UCP PO3045 Fonte PO8085 Módulos E/S uma configuração com um número superior de módulos. receber alimentação de 24 Vdc. Base PO6305 Base PO6800 Altus Sistemas de Informática S. obtendo-se velocidades de aquisição e parametrização inigualáveis. A. UCP e bases necessárias para uma configuração. devendo obrigatoriamente utilizar o software MasterTool ProPonto para avaliar o número máximo de módulos.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. Algumas características alcançadas 12Mbaud por este sistema são: • Barramento serial de 12Mbaud. varredura de 0.5 ms para 480 pontos digitais • Endereçamento e identificação automática de módulos • Troca quente de qualquer módulo de E/S Alimentação As UCPs são alimentadas pela fonte PO8085. Doc. O limite para pontos somente analógicos é de 240 ( 30 módulos de 8 pontos). A figura mostra a fonte .: CT109100 PO3045. Para maiores detalhes sugerimos consultar o manual de Utilização da Série Ponto. implementado em hardware por um único chip. ou outros de maior consumo. 8 SENAI 184 . O limite para pontos somente digitais é de 960 ( 30 módulos de 32 pontos). 10 • • • • 4 Tempo de varredura do barramento local A comunicação entre a UCP ou cabeça do barramento é feita por um barramento de alta velocidade. Caso existam módulos de interface.

Doc. D. M. O número de operandos simples e tabelas (M. formato complemento de 2 Constante decimal (KD): valor de 32 bits. M e D pode ser atribuída a característica de retentividade através do programador. • Todos os operandos numéricos (KM. Os operandos retentivos têm seus valores preservados na queda de energia. A. formato BCD com sinal Número de operandos tipo tabela memória (TM): mesmo formato de um operando M Número de operandos tipo tabela memória decimal(TD): mesmo formato de um operando D Constante memória (KM): valor de 16 bits. A. TM. formato BCD com sinal Ocupação média de memória por instrução contato Retentividade Instrução arquivo Até 9984 Até 255 tabelas com até 255 posições cada uma Até 255 tabelas com até 255 posições cada uma Armazenadas no programa aplicativo Armazenadas no programa aplicativo 7 bytes Configurável para operandos S. PO3145 Revisão: A Características do Software PO3045 . COM 3 4096 4096 (512 octetos) Até 9984 Programação on-line Total de operandos tipo Entradas (E) e tipo Saída (S) Número de operandos tipo Auxiliares Número de operandos tipo memória (M): valor armazenado em 16 bits. sendo limitado pela capacidade de memória de operandos disponível (48 Kbytes). formato complemento de 2 Número de operandos tipo memória decimal (D): valor armazenado em 32 bits. estruturada em módulos com funções e subrotinas Via COM 1. Os operandos tabela são todos retentivos. PO3145 Linguagem de programação Diagrama de relés e blocos lógicos. COM 2. a soma do número de pontos nos operandos E com S deve ser menor ou igual a este limite. KD. enquanto que os não retentivos têm seus valores zerados. • Aos operandos S.: CT109100 PO3045. Altus Sistemas de Informática S. em blocos de até 32 Kbytes • O número total de 4096 pontos de E/S inclui entradas e saídas digitais de barramentos locais e remotos. M.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. A. TM e TD) permitem sinal aritmético na representação de valores. TD) é configurável para cada programa. D Sempre ativa para TM e TD Permite o armazenamento de grande volume de dados. ou seja. SENAI 9 185 . D.

Para maiores detalhes técnicos. instalação e programação dos produtos da série Ponto.: CT109100 PO3045.UCP Série Ponto deve ser consultado para uso do produto. 10 SENAI 186 . Manuais O Manual de Utilização PO3045 . A.UCP Manual de Utilização MasterTool MT4100 Manual de Utilização MasterTool ProPonto MT6000 Cts dos Módulos pertencentes a Série Ponto Altus Sistemas de Informática S. configuração. PO3145 Revisão: A Instalação A instalação destas UCPs é descrita no Manual de Utilização da UCP PO3045 Dimensões Físicas Dimensões em mm. Doc. os seguintes documentos devem ser consultados: Código do Documento CT109000 MU209000 MU209002 MAN/MT4100 MU299040 Descrição Características e Configuração da Série Ponto Manual de Utilização da Série Ponto IP20 Manual de Utilização PO3045 . O Manual de Instalação da Série Ponto deve ser consultado para dimensionamento geral do painel.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód.

096 pontos de E/S. 3 Seriais com MODBUS UCP 512K Flash. 2 Seriais UCP 256K Flash. IHM local e redes MODBUS. O modelo PO3345 possui três interfaces seriais para as funções de interface de programação.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. programação on-line. Conectam-se diretamente ao barramento GBL. 30 Módulos E/S. Os demais possuem subconjunto destas características. DEVICENET e AS-i • Rede de comunicação Ethernet TCP/IP. • Guia de instalação Código do Produto Os seguintes códigos devem ser usados para compra do produto: Código PO3045 PO3145 PO3245 PO3345 Denominação UCP 128K Flash. Além disto é disponível uma interface Ethernet. por meio de “browser” convencional. 16 Módulos E/S. não estando disponíveis para fornecimento imediato. 16 Módulos E/S. possui protocolos HTTP. SENAI 1 187 . possibilitando a interligação a redes TCP/IP de controle e supervisão. Altus Sistemas de Informática S. • 2 canais seriais ALNET I escravos • 1 canal serial RS485 isolado. com coprocessador independente • WebPLC: pode ser conectado à Internet e acessado via “browser”. permitindo o acesso via Internet a páginas HTML do controlador.: CT109102 PO3045. Doc. PO3145. SMTP e outros. Seu software inclui um WebServer. alta capacidade de memória e vários canais seriais integrados.096 pontos de E/S • Conectividade a barramentos de campo PROFIBUS. criando sistemas muito compactos de controle e supervisão. FTP. 3 Interfaces Seriais e Software para Interface Ethernet TCP/IP com WebServer As UCPs PO3245 e PO3345 encontram-se em fase de desenvolvimento. 3 Interfaces Seriais e Software para Interface Ethernet TCP/IP UCP 512K Flash. Tem como principais características: • Acesso direto a 30 módulos de E/S através do barramento da Série Ponto • Capacidade de 4. PO3245 e PO3345 Revisão: E Descrição do Produto As UCPs da Série Ponto se caracterizam por uma altíssima integração de funções. multimestre. 30 Módulos E/S. Dados para Compra Itens Integrantes A embalagem do produto contém os seguintes itens: • UCP PO3045 ou PO3145 ou PO3245 ou PO3345. MODBUS mestre ou escravo • Memória Flash até 512 Kbytes para programa aplicativo • Diagnóstico e estados de operação local via Leds no painel • Diagnóstico via operandos • Etiqueta no painel para identificação do equipamento As características acima se referem ao modelo mais completo PO3345. A. Com o uso de interfaces de rede de campo as UCPs tornam-se poderosos controladores com capacidade de 4.

Controladores Programáveis

UCPs Série Ponto
Cód. Doc.: CT109102

PO3045, PO3145, PO3245 e PO3345
Revisão: E

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Os seguintes produtos devem ser adquiridos separadamente quando necessário:

Código PO6305 PO7091 PO6401 PO8085 PO6800 MT4100 MT6000 AL-1715 AL-1719 AL-1720 AL-1717 AL-2600 PO8510 PO8530 PO8524

Denominação Base UCP PO3045 Interface Industrial Ethernet Base Interface de Rede Ethernet Fonte Alimentação Base Fonte MasterTool Programming MT4100 Master Tool ProPonto c/ Manuais Cabo RJ45-CFDB9 Cabo RJ45-CMDB9 RS232 Cabo RJ45-CMDB9 RS232 / RS485 Cabo RJ45 - MODBUS Derivador e Terminação 10 Folhas de 14 etiquetas de 16 tags p/ impressora Bateria de Lítio ( reposição ) Terminação de Barramento ( reposição )

PO6305: Esta base é comum a todas as UCPs da série AL-1715: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232 fêmea padrão IBM/PC. Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para: • Interligação a IHMs com conectores compatíveis com o padrão IBM/PC para supervisão local do processo • Interligação a um microcomputador padrão IBM/PC com software de supervisão. • Interligação a um microcomputador padrão IBM/PC para programação da UCP, via software MasterTool AL-1719: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232 macho com pinagem padrão Altus. Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para: • Interligação a uma IHM do tipo Foton 5 ou Foton 10 AL-1720: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232/ RS485 macho com pinagem padrão Altus. Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para: • Interligação a uma IHM do tipo Foton 1 ou Foton 3 AL-1717: Este cabo possui um conector RJ45 e na outra ponta terminais individuais para bornes. É usado na interface serial RS485 , COM 2. AL-2600: Este módulo é um meio prático de fazer a interligação de uma rede padrão RS485 ( cabo AL-2301) ao cabo AL-1717. É um módulo totalmente passivo possuindo apenas conectores para a derivação e resistores para casamento de impedância.

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Controladores Programáveis

UCPs Série Ponto
Cód. Doc.: CT109102

PO3045, PO3145, PO3245 e PO3345
Revisão: E

MT6000 –MasterTool ProPonto
O software MasterTool ProPonto tem como função facilitar o projeto de um barramento Ponto. Suas principais funções são: • Projeto e visualização do barramento de maneira gráfica • Verificação da validade da configuração, conferindo itens tais como: consumo, bases compatíveis e limites de projeto • Atribuição de Tags aos pontos do sistema. Geração de etiquetas para identificação dos módulos • Geração de lista de materiais • Impressão das etiquetas com os tags de identificação dos pontos O software é executado em ambiente Windows 32 bits.

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UCPs Série Ponto
Cód. Doc.: CT109102

PO3045, PO3145, PO3245 e PO3345
Revisão: E

Características
As diferentes UCPs da Série Ponto distinguem-se pelas seguintes características:

PO3045 Denominação UCP 128K Flash, 16 Módulos E/S, 2 Interfaces Seriais

PO3145 UCP 256K Flash, 30 Módulos E/S, 3 Interfaces Seriais

PO3245 UCP 512K Flash, 16 Módulos E/S, 3 Interfaces Seriais, Interface Ethernet TCP/IP 512K Sim

PO3345 UCP 512K Flash, 30 Módulos E/S, 3 Interfaces Seriais, interface Ethernet TCP/IP com WebServer 512K Sim

Memória para programa aplicativo Suporta Interface de Rede Multimestre Ethernet TCP/IP Suporta Interface de Rede com WebServer Interfaces Seriais MODBUS Mestre e Escravo Número de Módulos Fontes Compatíveis Base de Fontes

128K Não

256K Não

Não 2 x RS232 Não 16 PO8085 PO6800

Não 2 x RS232 + 1 x RS485 Sim 30 PO8085 PO6800

Não 2 x RS232 + 1 x RS485 Sim 16 PO8085 e PO7091 PO6800 e PO6401

Sim 2 x RS232 + 1 x RS485 Sim 30 PO8085 e PO7091 PO6800 e PO6401

Canais Seriais
Os canais seriais disponíveis são usados tipicamente da seguinte forma: • Canal Ethernet TCP/IP : Interligação a outros controladores, interligação à estações de supervisão e à Internet. O canal é disponível no módulo PO7091, que é uma fonte de alimentação com o canal Ethernet integrado. • Canal serial RS232 ( COM 1 ) : Interligação um microcomputador com o software de programação MasterTool, ou uma IHM local. Os sinais disponíveis são TX, RX, RTS e CTS com protocolo ALNET I v2.0 Escravo. • Canal serial RS485 isolado ( COM 2 ): Interligação a um ou mais equipamentos compatíveis com o protocolo MODBUS, tais como sensores inteligentes e inversores de freqüência. O canal é isolado, devendo ser usado cabo adequado para a implementação de rede. O protocolo MODBUS escravo também é disponível, permitindo a ligação da UCP como escravo. • Canal serial RS232 ( COM 3 ) : Interligação a uma IHM local. Os sinais disponíveis são TX, RX, RTS,CTS, DSR e DTR . O software de programação MasterTool também pode ser usado neste canal. O protocolo é ALNET I v2.0 Escravo.

TCP/IP Ethernet

BAT

COM 1 RS232 COM 3 RS232 COM 2 RS485 MODBUS

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UCPs Série Ponto
Cód. Doc.: CT109102

PO3045, PO3145, PO3245 e PO3345
Revisão: E

Nos canais COM 1 e COM 3 é possível a utilização de modems ou rádio modems. Algumas opções de IHMs para estes canais são: - FOTON 1, FOTON3, FOTON 5 e FOTON 10 - Softwares de supervisão: Qualquer software de supervisão compatível com protocolo ALNET I v2.0 Para mais detalhes consultar o Manual de Utilização das UCPs.

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UCPs Série Ponto
Cód. Doc.: CT109102

PO3045, PO3145, PO3245 e PO3345
Revisão: E

Características Gerais
PO3045, PO3245 Tipo de módulo Número máximo de módulos de E/S Troca a quente Número máximo de segmentos Número máximo de pontos de E/S digitais Número máximo de pontos de E/S digitais no barramento local UCP 16 módulos 4 4096 256 com módulos de 16 pontos 512 com módulos de 32 pontos Número máximo de pontos de E/S analógicos 480 com módulos de 16 pontos 960 com módulos de 32 pontos 30 módulos Sim, para todos os módulos de E/S PO3145, PO3345

Limitado pelas características de cada barramento de campo. Um sistema de 1000 pontos exige, por exemplo, 11 remotas PROFIBUS analógicas 128 com módulos de 8 pontos 12 Mbaud Sim, via interfaces de rede de campo 128 Kbytes na PO3045 256 Kbytes na PO3145 512 Kbytes na PO3245 512 Kbytes na PO3345 240 com módulos de 8 pontos

Número máximo de pontos de E/S analógicos no barramento local Tempo de varredura do barramento local Velocidade do barramento local Capacidade de interligação a redes de campo Memória Flash para programa aplicativo

0,5 ms com 480 pontos E/S digitais

Memória RAM para programa aplicativo Memória para operandos retentiva Programação on-line Tempo médio de processamento para 1024 instruções contato Rede de comunicação multimestre

256 Kbytes 48 Kbytes Sim 1,6 ms Não Ethernet TP, protocolo TCP/IP com ALNET II

Canal serial RS232 ( COM 1 ) Canal serial RS232 ( COM 3 ) Canal serial RS485 isolado ( COM 2 )

TX, RX, RTS e CTS com protocolo ALNET I v2.0 Escravo TX, RX, RTS, CTS, DSR e DTR com protocolo ALNET I v2.0 Escravo Protocolos MODBUS Mestre, Escravo ou outros sob consulta, com exceção do PO3045. Sim Sim
Alojada na base, troca a quente 1 conector RJ45 para COM 1 1 conector RJ45 para COM 2 1 conector RJ45 para serial RS485 Leds EX, PG, ER, WD, TX, RX e NET Led DG multifuncional PO8085 Fonte de Alimentação c/ a base PO6800 PO7091 Fonte com Interface Ethernet c/ a base PO4051

Relógio de tempo real Circuito de supervisão de cão-de-guarda
Bateria para retenção de operandos Configuração dos bornes Base PO6305 Indicação de estado Indicação de diagnóstico Alimentação

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UCPs Série Ponto
Cód. Doc.: CT109102

PO3045, PO3145, PO3245 e PO3345
Revisão: E

Isolação Canal serial RS485 isolado Canal Ethernet Potência dissipada Temperatura máxima de operação Dimensões Bases compatíveis 1500 Vac por 1 minuto 1500 Vac por 1 minuto 4,5 W 60 C 99 x 49 x 81 mm PO6503
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o número máximo de módulos poderá ser menor. A figura mostra a fonte . Caso existam módulos de interface. UCP e bases necessárias para uma configuração. Base PO6305 Base PO6800 Altus Sistemas de Informática S. A. Algumas características alcançadas 12Mbaud por este sistema são: • Barramento serial de 12Mbaud.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. Para maiores detalhes sugerimos consultar o manual de Utilização da Série Ponto. visto que é considerado o consumo de corrente individual de cada módulo. obtendo-se velocidades de aquisição e parametrização inigualáveis. implementado em hardware por um único chip. PO3145. ou outros de maior consumo. O limite para pontos somente analógicos é de 240 ( 30 módulos de 8 pontos). varredura de 0. que deve receber alimentação de 24 Vdc. O conjunto formado pela fonte PO8085 e UCPs podem alimentar até 12 módulos de E/S distribuídos em até dois segmentos no máximo Com a utilização do software MasterTool ProPonto é possível efetuar UCP PO3045 Fonte PO8085 Módulos E/S uma configuração com um número superior de módulos.: CT109102 PO3045. 8 SENAI 194 . O limite para pontos somente digitais é de 960 ( 30 módulos de 32 pontos). PO3245 e PO3345 Revisão: E Capacidade de E/S no barramento local • • • • Uma UCP tem sua capacidade de E/S local determinada pelos seguintes valores : número máximo total de módulos: 30 número máximo de segmentos de barramento: 4 número máximo de módulos num segmento: 10 O número máximo de pontos depende do tipo de pontos utilizados.5 ms para 480 pontos • Endereçamento e identificação automática de módulos • Troca quente de qualquer módulo Alimentação As UCPs são alimentadas pela fonte PO8085 ou pelo Módulo de Interface Industrial Ethernet PO7091. devendo obrigatoriamente utilizar o software Masters Tool ProPonto para avaliar o número máximo de módulos. Doc. 10 4 Tempo de varredura do barramento local A comunicação entre a UCP ou cabeça do barramento é feita por um barramento de alta velocidade.

sem nenhuma programação específica no mesmo. SENAI 9 195 .0 Internet Explorer 5. Altus Sistemas de Informática S. compatível com a interface AL-3405 dos controladores AL-2003 • Canal de acesso com protocolos da Internet. Neste caso o protocolo utilizado é o TCP/IP. FLASH e outros Utilização do canal Ethernet TCP/IP O canal Ethernet TCP/IP da UCP PO3045 tem duas funções distintas e com funcionamento simultâneo: • Rede de comunicação multimestre para a troca de dados ENTRE controladores e estações de supervisão. PO3245 e PO3345 Revisão: E Características da Rede de comunicação multimestre PO3245 ou PO3345 Nível físico Nível enlace Nível rede Nível transporte Nível aplicação Instruções de rede disponíveis na UCP Comandos aceitos Ethernet 10BaseT ( par trançado ) 10Mhz Ethernet DIX2 IP TCP e UDP ALNET II Leitura e escrita de operandos em qualquer controlador da rede Leitura e escrita de operandos Forçamento e liberação de operandos Leitura de estado Carga e leitura de programas e outros comandos ALNET II Programação on-line Sistemas de senhas Número de requisições simultâneas Número de conexões abertas simultaneamente Time-out de conexão Sim Sim 16 64 1 min Características dos protocolos WebPLC PO3345 WebServer Browser compatível Comandos XML disponíveis Sistema de segurança de acesso Número de sessões abertas simultaneamente Memória Flash para páginas locais FTP SMTP Formatos suportados Protocolo Http 1. JAVA.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. XML. permitindo acesso aos dados de processo via um browser convencional. Doc.: CT109102 PO3045. PO3145. A. Desta maneira é possível o acesso a páginas armazenadas no próprio controlador. com camada de aplicação ALNET II.0 ou superior Netscape 6 ou superior Leitura e escrita de operandos Leitura de estado Usuários com diferentes direitos de acesso Senha criptografia 16 150 Kbytes Sim Sim HTML. JAVA SCRIPT. de qualquer computador conectado à Internet.

ATENÇÃO: Caso o equipamento seja utilizado numa ligação com a Internet. por exemplo. O eventual rompimento de um cabo TP não prejudica o funcionamento de rede como um todo. Os computadores com software de supervisão podem acessar simultaneamente os mesmos controladores. A segurança de acesso é feita por um sistema de senhas para usuários com diferentes direitos. A. o direito à escritas em operandos não for dado a nenhum usuário será impossível a modificação de parâmetros do controlador via rede. porém não é obrigatória. PO9900. Browser Supervisório Browser Supervisório PO3345 WebGate Série Piccolo ou Quark PO3345 ou AL2003 A capacidade de armazenamento de telas em formato HTML da UCP PO3345 permite a implementação de sistemas supervisórios simples. Com a utilização do produto WebGate. A capacidade de armazenamento de páginas HTML na estrutura interna de arquivos é de 150Kbytes. O acesso de banco de dados diretamente ao controlador também é facilitado pela utilização dos comandos XML. A figura abaixo representa algumas das possibilidades de comunicação. de forma a ter maior controle sobre o acesso aos controladores. os controladores PO3345 podem acessar qualquer outro controlador ou equipamento que implemente o protocolo ALNET I escravo. PO3245 e PO3345 Revisão: E ATENÇÃO: O nível físico da interface Ethernet é o par trançado ( 10BaseT ) sendo necessário a utilização de HUBs ou SWITCHs para a implementação da rede. Flash. bem como a modificação dos mesmos. O formato de apresentação das informações é configurável com a utilização de folhas de estilos. aumentando assim a segurança já fornecida pelo sistema de senhas. A integração com a Internet é possível. A vantagem deste tipo de arquitetura é a fácil identificação de links defeituosos.: CT109102 PO3045. O acesso via browser pode ser limitado à rede local de supervisão. Altus Sistemas de Informática S. podendo ser expandida usando-se links com um servidor Web alocado para este fim. acessados via um browser convencional. A rede de comunicação multimestre permite que os controladores programáveis leiam ou escrevam variáveis ( operandos ) em outros controladores compatíveis com o protocolo TCP/IP/ALNET II. sem qualquer configuração ou software especial no computador remoto. PO3145. 10 SENAI 196 . Caso. É possível o uso das tecnologias XML. A atualização de páginas é feita remotamente. Java. Com o uso da tecnologia XML é possível a construção de páginas dinâmicas com os operandos do controlador. JavaScript e VBScript. Doc. utilizando o protocolo FTP.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. a recomenda-se a instalação de um sistema de firewall.

TM. em blocos de até 32 Kbytes • O número total de 4096 pontos de E/S inclui entradas e saídas digitais de barramentos locais e remotos. D. PO3245 ou PO3345 Linguagem de programação Diagrama de relés e blocos lógicos. PO3145. formato BCD com sinal Ocupação média de memória por instrução contato Retentividade Instrução arquivo Até 9984 Até 255 tabelas com até 255 posições cada uma Até 255 tabelas com até 255 posições cada uma Armazenadas no programa aplicativo Armazenadas no programa aplicativo 7 bytes Configurável para operandos S. Os operandos retentivos têm seus valores preservados na queda de energia.: CT109102 PO3045. TM e TD) permitem sinal aritmético na representação de valores. Altus Sistemas de Informática S. ou seja. formato complemento de 2 Constante decimal (KD): valor de 32 bits. O número de operandos simples e tabelas (M. A. PO3245 e PO3345 Revisão: E Características do Software PO3045 . SENAI 11 197 . formato BCD com sinal Número de operandos tipo tabela memória (TM): mesmo formato de um operando M Número de operandos tipo tabela memória decimal(TD): mesmo formato de um operando D Constante memória (KM): valor de 16 bits. PO3145. • Todos os operandos numéricos (KM. estruturada em módulos com funções e subrotinas Via COM 1. KD. COM 3 e rede Ethernet 4096 4096 (512 octetos) Até 9984 Programação on-line Total de operandos tipo Entradas (E) e tipo Saída (S) Número de operandos tipo Auxiliares Número de operandos tipo memória (M): valor armazenado em 16 bits. M e D pode ser atribuída a característica de retentividade através do programador. Doc. TD) é configurável para cada programa. M. Os operandos tabela são todos retentivos. enquanto que os não retentivos têm seus valores zerados.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. A. sendo limitado pela capacidade de memória de operandos disponível (48 Kbytes). A. D. formato complemento de 2 Número de operandos tipo memória decimal (D): valor armazenado em 32 bits. D Sempre ativa para TM e TD Permite o armazenamento de grande volume de dados. a soma do número de pontos nos operandos E com S deve ser menor ou igual a este limite. • Aos operandos S. M.

instalação e programação dos produtos da série Ponto. Manuais O Manual de Utilização PO3145-UCP deve ser consultado para uso do produto. 12 SENAI 198 . Doc.UCP Manual de Utilização MasterTool MT4100 Manual de Utilização MT6000 . PO3145. Para maiores detalhes técnicos. O Manual de Instalação da Série Ponto deve ser consultado para dimensionamento geral do painel. PO3245 e PO3345 Revisão: E Instalação A instalação destas UCPs é descrita no Manual de Utilização da UCP PO3045 Dimensões Físicas Dimensões em mm. os seguintes documentos devem ser consultados: Código do Documento CT109000 MU209000 MU209002 MAN/MT4100 MU299040 Descrição Características e Configuração da Série Ponto Manual de Utilização da Série Ponto IP20 Manual de Utilização PO3145 . A. configuração.: CT109102 PO3045.MasterTool ProPonto Cts dos Módulos pertencentes a Série Ponto Altus Sistemas de Informática S.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód.

Revisão: D Aprovação: Luiz Gerbase – DIR Autor: Leonel Poltosi Data: 9/ 06/2001 Observações: • Atualização das Características Técnicas da CPUs quanto à interface Ethernet Revisão: E Aprovação: Luiz Gerbase – DIR Autor: Leonel Poltosi Data: 27/ 06/2001 Observações: • Atualização código de produtos. PO3245 e PO3345 Revisão: E Revisões Esta CT. Para melhorias do Produto. Doc.: CT109102 PO3045. A revisão deste documento é mostrada na margem superior. indicando alterações no conteúdo ou melhorias no formato. a Altus reserva-se o direito de alterar esta CT sem prévio aviso. de revisão A.Controladores Programáveis UCPs Série Ponto Cód. Altus Sistemas de Informática S. Histórico das revisões: Revisão: A Aprovação: Luiz Gerbase – DIR Autor: Gustavo Campos Velho Castro Data: 01/11/2000 Observações: • Versão Inicial Revisão: B Aprovação: Luiz Gerbase – DIR Autor: Leonel Poltosi Data: 20/ 03/2001 Observações: • Revisão Geral Revisão: C Aprovação: Luiz Gerbase – DIR Autor: Leonel Poltosi Data: 8/ 05/2001 Observações: • Atualização das Características Técnicas da CPUs. A. é válida a partir da revisão A do módulo PO3045. PO3145. SENAI 13 199 .

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Manual de Utilização PO3045 / PO3145 UCP Série PONTO Rev. Doc: MU209100 altus . A 05/2002 Cód.

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atuem no sentido de preservar a segurança do sistema. principalmente quando se tratar de fornecimento de terceiros. i . no caso de defeito em suas partes e peças.Condições Gerais de Fornecimento Nenhuma parte deste documento pode ser copiada ou reproduzida de alguma forma sem o consentimento prévio e por escrito da ALTUS S. informamos os seguintes aspectos relacionados com a segurança de pessoas e instalações do cliente: Os equipamentos de automação industrial. principalmente nos casos da instalação inicial e de testes. RS. erros de programação ou instalação. A ALTUS garante que seus equipamentos funcionam de acordo com as descrições contidas explicitamente em seus manuais e/ou características técnicas. DIREITOS AUTORAIS Série Ponto. comandos numéricos. A ALTUS exime-se de quaisquer ônus referentes a reparos ou substituições em virtude de falhas provocadas por agentes externos aos equipamentos. do Código de Defesa do Consumidor. O usuário deve analisar as possíveis conseqüências destes defeitos e providenciar instalações adicionais externas de segurança que. equipamentos eletrônicos de controle industrial (controladores programáveis. Esta garantia é dada em termos de manutenção de fábrica.A. que reserva-se o direito de efetuar alterações sem prévio comunicado. não garantindo a satisfação de algum tipo particular de aplicação dos equipamentos. A garantia será automaticamente suspensa caso sejam introduzidas modificações nos equipamentos por pessoal não autorizado pela ALTUS. podendo inclusive colocar em risco vidas humanas. são robustos e confiáveis devido ao rígido controle de qualidade a que são submetidos. pelo uso indevido dos mesmos. No entanto. A ALTUS não se responsabiliza por informações fornecidas sobre seus equipamentos sem registro formal. É imprescindível a leitura completa dos manuais e/ou características técnicas do produto. A ALTUS garante os seus equipamentos contra defeitos reais de fabricação pelo prazo de doze meses a partir da data da emissão da nota fiscal.) podem causar danos às máquinas ou processos por eles controlados. Pedidos de informações adicionais sobre o fornecimento e/ou características dos equipamentos e serviços ALTUS. ou seja. em caso de necessidade. etc.. Conforme legislação vigente no Brasil. devem ser feitos por escrito. ocorrerá por conta do cliente. antes da instalação ou utilização do mesmo. em Porto Alegre. A ALTUS desconsiderará qualquer outra garantia. bem como resultantes de caso fortuito ou por força maior.A. IBM é marca registrada da International Business Machines Corporation. Brasil. fabricados pela ALTUS. MasterTool e QUARK são marcas registradas da ALTUS S. direta ou implícita. o transporte de envio e retorno do equipamento até a fábrica da ALTUS.

...................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 21 ii ............................. 12 CAPACIDADE DE E/S NO BARRAMENTO LOCAL ..................... 7 PARAMETRIZAÇÃO ............. 11 EXEMPLO DE CONFIGURAÇÃO DOS CANAIS SERIAIS ..................................................................................................................................................................................................................... 7 DIAGNÓSTICOS DE MÓDULOS ..................................................................................... VII SUPORTE TÉCNICO .......................................................................................... 6 CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS...........................................VI TERMINOLOGIA .............................................................. 2 AS UCPS PO3045 E PO3145. 14 ARQUITETURA INTERNA ........................................................................................................MASTERTOOL PROPONTO .......................... 17 CONTROLE DO BARRAMENTO PONTO ......Sumário Sumário PREFÁCIO .................................................................................................................................... V DOCUMENTOS DA SÉRIE PONTO ................ 2 CARACTERÍSTICAS ......................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 20 SUPERCAP .. 7 VARREDURA DE E/S RÁPIDA ................................. 21 DESEMPENHO DAS UCPS PO3045 E PO3145 ................................................................................................................................................................ 9 MODOS DE OPERAÇÃO DA UCP................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 18 RELÓGIO DE TEMPO REAL ........................................................................................................................................................ 7 BARRAMENTO LOCAL ......................................................................................................................................... 19 PROTEÇÃO PARA FALTA DE ENERGIA ................ 20 TEMPO DE VARREDURA DO BARRAMENTO LOCAL .................................................................................................................................................................................. V DESCRIÇÃO DESTE MANUAL ............................................. 16 PROCESSADOR ............................................................................................................................................... 7 DIAGNÓSTICO DO SISTEMA DO CP ................................................. VIII REVISÕES DESTE MANUAL ...................................................................... 13 ELEMENTOS DOS CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS ............ 1 DESCRIÇÃO TÉCNICA................................................. 8 CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO ................................. 17 MEMÓRIA RAM .................... IX INTRODUÇÃO.............................................. 18 INTERFACES DE COMUNICAÇÃO ................................................................................................................................. 20 MT6000 .........................................................................VI CONVENÇÕES UTILIZADAS ............................................................................................................................................................................... 19 BATERIA .... 13 ARQUITETURAS DOS CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS ......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 19 SISTEMAS DE PROTEÇÃO .............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 19 CÃO-DE-GUARDA............................................................................................................................... 18 MAPA DE MEMÓRIAS...... 7 CARACTERÍSTICAS DO SOFTWARE .................................. 4 CARACTERÍSTICAS GERAIS COMUNS .................................................................... 18 MEMÓRIA FLASH EPROM ......................................................................................................................................................... 9 CANAIS SERIAIS ...................................................

..................................... 45 ALIMENTAÇÕES ......... 42 INSPEÇÃO VISUAL..................................................................................................................................................................................................................... 33 CONFIGURAÇÃO DO MODBUS RTU MESTRE .............................................................. 23 ITENS INTEGRANTES...................................... 54 OUTRAS SITUAÇÕES DE ERRO ............... 41 CONVERSÃO DE CÓDIGO AL-2003 ....................................... 53 LED DE DIAGNÓSTICO .......................................................................................... 41 INSTALAÇÃO.................................................................................................................................................................................... 31 MODBUS RTU MESTRE ................................................................................... 42 INSTALAÇÃO MECÂNICA .................................. 33 PARÂMETROS GERAIS DO MODBUS RTU MESTRE .............................................................................................................................................................................................................................. 46 DIAGNÓSTICOS ....................................................................................................................................Sumário ALIMENTAÇÃO ....................................................................................................................... 57 iii ........................................................................................................................................................................................................................ 42 MONTAGEM DOS TRILHOS ..... 46 DIAGNÓSTICOS VIA OPERANDOS ..................................................................................................................................................... 28 CANAIS SERIAIS AUXILIARES – COM2 E COM3 ..................................................................................... 26 OPERANDOS DE E/S E DE DIAGNÓSTICOS ........................................................................................................................................................................................................ 53 PALAVRAS DE DIAGNÓSTICO ................ 48 DIAGNÓSTICOS DO SISTEMA .................................................... 30 MODBUS RTU ESCRAVO............................................................................................................................................................................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.....................................................................................PO3045/3145 ................................................................................................... 26 TROCA A QUENTE ........................................................... 44 CONEXÕES ............................................. 46 DIAGNÓSTICOS DO PAINEL ............... 31 RELAÇÕES MODBUS / ALTUS ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................PO3045/3145 .................................................. 27 TROCA A QUENTE HABILITADA COM CONSISTÊNCIA NA PARTIDA ........ 23 DADOS PARA COMPRA ................................................................................................................................................................ 56 TROCA DA BATERIA ......................................................................................................................................................................................................................................... 35 CONFIGURAÇÃO DAS RELAÇÕES GENÉRICAS .............................. 28 CANAL SERIAL PRINCIPAL – COM1 ................................................................................................................................................................................................. 23 DIMENSÕES FÍSICAS .................................................. 42 INSTALAÇÃO ELÉTRICA ......................................................................................................................................................................................................................................................................................... 44 BORNES COM MOLA ............................................................................................................................................................. 24 PRODUTOS RELACIONADOS ........................................................................... CONVERSÃO DE CÓDIGO AL-2002 ....................................................................................................................................................................... 45 MANUTENÇÃO........... 27 TROCA A QUENTE HABILITADA SEM CONSISTÊNCIA NA PARTIDA ...... 45 FUSÍVEIS .. 23 CÓDIGO DO PRODUTO ... 34 CONSTRUÇÃO DE RELAÇÕES ...................................................................................................................................................................................................... 24 CONFIGURAÇÃO ........................................................................................................................................................................ 29 ALNET I ESCRAVO .................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 53 ERROS NA OPERAÇÃO .................................................. 48 DIAGNÓSTICOS DO MÓDULO ................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 31 CONFIGURAÇÃO DO MODBUS RTU ESCRAVO ..... 42 MONTAGEM DAS BASES ..... 27 TROCA A QUENTE DESABILITADA ...............................................................................................................................................................

........................................................................................................................................................................................ 60 GLOSSÁRIO ....................................................... 60 FLUXO DE OPERAÇÃO DO ESCRAVO ..................................................................................................................................................PO3145 ............................................................................................................................................................................................... 62 PRINCIPAIS ABREVIATURAS ........................................................................... 61 GLOSSÁRIO DE REDES ..........................................Sumário MANUTENÇÃO PREVENTIVA.................................................................................................................. 65 .................................................................................... 61 GLOSSÁRIO DA SÉRIE PONTO ..........................................................................................................................................................................................PO3145 ......................................... 57 57TROCA A QUENTE.................. 59 REDES MODBUS.................................................... 67 iv .................................................................................................. 61 GLOSSÁRIO GERAL...................................................................... 58 COMUNICAÇÃO MODBUS .................................. 59 FLUXO DE OPERAÇÃO DO MESTRE ..............................................................................................................................................

O capítulo 2. das convenções adotadas. v . Descrição Técnica. bem como uma relação dos manuais de referência para os produtos da Série Ponto. Instalação. descreve a arquitetura e o funcionamento do protocolo MODBUS implementado na UCP PO3145. relaciona as expressões e abreviaturas utilizadas neste manual.br. Troca a Quente. Introdução.com. O capítulo 4.Prefácio Prefácio A seguir. entre em contato com o departamento de vendas da Altus ou seus distribuidores. O capítulo 3.altus. Caso queira adquirir impresso. é apresentado o conteúdo dos capítulos deste manual. Comunicação MODBUS. bem como informações sobre manutenção preventiva. contém os procedimentos que devem ser realizados para a verificação do bom funcionamento da UCP. descreve os procedimentos para a realização de troca a quente de módulos de E/S do controlador programável. Manutenção. instalação elétrica e cuidados gerais com condições ambientais e aterramento. O capítulo 5. O capítulo 1. Este manual está disponível na página da Altus www. O capítulo 6. contém as características detalhadas das UCPs PO3045 e PO3145 e seus limites de operação. suas principais características e aplicações. O apêndice A. Glossário. apresenta os controladores. mostra como configurar a UCP e os módulos de entrada e saída através do software programador. instruções para a substituição da bateria e fusível. O apêndice B. conexões dos módulos ao barramento. Configuração. Descrição deste Manual Este manual descreve as UCPs PO3045 e PO3145 Série Ponto de controladores programáveis e está dividido em 6 capítulos e 2 apêndices. informa como instalar corretamente a UCP com instruções sobre instalação física.

AL-3000 e QUARK. Por outro lado. que permite o desenvolvimento de aplicativos para os CPs das séries Ponto. um manual de utilização. de utilização e de compra. Por exemplo. por sua generalidade e freqüência de uso. apesar de serem vocábulos em inglês. e é neste documento que encontram-se as características do produto em questão.Prefácio Documentos da Série Ponto Para obter informações adicionais sobre a Série Ponto podem ser consultados outros documentos (manuais e características técnicas) além deste.altus.com. Por este motivo. Por isso.entendido como um equipamento composto por uma UCP. módulos de entrada e saída e fonte de alimentação UCP: Unidade Central de Processamento. que realiza o processamento dos dados MasterTool: identifica o programa ALTUS para microcomputador padrão IBM-PC® ou compatível. o módulo PO2022 tem todos as informações de caraterísticas. as palavras “software” e “hardware” são empregadas livremente. Estes documentos encontram-se disponíveis em www. o PO5063 possui. ele pode ter também um manual de utilização (o código do manual é citado na CT). este programa será referido pela própria sigla ou como "programador MasterTool" Outras expressões podem ser encontradas no apêndice A. vi . • • • • • • Aconselha-se os seguintes documentos como fonte de informação adicional: Características técnicas de cada produto Manual de Utilização da Série Ponto MasterTool Programming Manual de Programação para Série Ponto Manual de Utilização do MasterTool ProPonto . Ao longo do manual. AL-2000. Glossário. na sua CT. executável em ambiente WINDOWS®. As seguintes expressões são empregadas com freqüência no texto do manual. CP: Controlador Programável . é o módulo principal do CP. aparecerão no texto sem aspas. Caso o produto possua mais informações.br Cada produto possui um documento denominado Característica Técnica (CT). além da CT. PICCOLO.MT6000 Manual de Utilização da Cabeça PROFIBUS Terminologia Neste manual. a necessidade de serem conhecidas para uma melhor compreensão.

estes caracteres devem ser digitados exatamente como aparecem no manual. As mensagens de advertência apresentam os seguintes formatos e significados: PERIGO: O rótulo PERIGO indica que risco de vida. TECLA1. Por exemplo. Por exemplo. Itálico indica palavras e caracteres que são digitados no teclado ou vistos na tela. vii . Por exemplo. se for solicitado a digitar A:MasterTool. é usado para teclas a serem pressionadas seqüencialmente. por exemplo ENTER. ATENÇÃO: O rótulo ATENÇÃO indica que danos pessoais ou prejuízos materiais mínimos podem resultar se as precauções necessárias não forem tomadas. CUIDADO: O rótulo CUIDADO indica que risco de vida. TECLA1+TECLA2 é usado para teclas a serem pressionadas simultaneamente. NEGRITO é usado para nomes de comandos ou opções. a mensagem “Digite ALT. danos pessoais graves ou prejuízos materiais substanciais resultarão se as precauções necessárias não forem tomadas. a digitação simultânea das teclas CTRL e END é indicada como CTRL+END. TECLA2 MAIÚSCULAS GRANDES indicam nomes de arquivos e diretórios. maiúsculas PEQUENAS indicam nomes de teclas. F10” significa que a tecla ALT deve ser pressionada e liberada e então a tecla F10 pressionada e liberada.Prefácio Convenções Utilizadas Os símbolos utilizados ao longo deste manual possuem os seguintes significados: • Este marcador indica uma lista de itens ou tópicos. ou para enfatizar partes importantes do texto. danos pessoais graves ou prejuízos materiais substanciais podem resultar se as precauções necessárias não forem tomadas.

br E-MAIL: altus@altus.com. é aconselhável providenciar as seguintes informações antes de entrar em contato: • • • • • Modelos de equipamentos utilizados e configuração do sistema instalado Número de série da UCP.Prefácio Suporte Técnico Para acessar o Suporte Técnico ligue para (51) 589-9500 em São Leopoldo.br Caso o equipamento já esteja instalado. obtido através do programador MasterTool Versão do programador utilizado viii .altus. revisão do equipamento e versão do software executivo. obtidas através do programador MasterTool Conteúdo do programa aplicativo (módulos). constantes na etiqueta fixada na sua lateral Informações do modo de operação da UCP. ou para o Suporte Técnico mais próximo conforme a página da Altus na INTERNET: • • www.com. RS.

da revisão e a data do presente manual estão indicados na capa. O histórico a seguir lista as alterações correspondentes a cada revisão deste manual: Revisão: A Aprovação: Luiz Gerbase Autor: Gustavo Castro Data: 03/2002 Observações: • Versão inicial ix .Prefácio Revisões deste Manual O código de referência. A mudança da revisão pode significar alterações da especificação funcional ou melhorias no manual.

.

2 canais seriais RS232. IHM local e redes MODBUS.096 pontos de E/S. programação on-line. sendo que. As características acima se referem ao modelo mais completo PO3145. Diagnóstico via operandos. inclusive MODBUS RTU mestre ou escravo.096 pontos de E/S. Alta velocidade de processamento. um destes com protocolos configuráveis e programáveis. São conectadas diretamente ao barramento GBL. Tem como principais características: • • • • • • • • • • Acesso direto a 30 módulos de E/S através do barramento da Série Ponto. 1 . Capacidade de 4. Diagnóstico e estados de operação local via LEDs no painel. com protocolos configuráveis e programáveis. 1 canal serial RS485 isolado. alta capacidade de memória e vários canais seriais integrados. O modelo PO3045 possui um subconjunto destas características. Etiqueta no painel para identificação do equipamento. O modelo PO3145 possui três interfaces seriais para as funções de interface de programação. Grande capacidade de memória Flash: até 256 Kbytes para programa aplicativo.Capítulo 1 Introdução Introdução As UCPs da Série Ponto se caracterizam por uma altíssima integração de funções. Com o uso de interfaces de rede de campo as UCPs tornam-se poderosos controladores com capacidade de 4. inclusive MODBUS RTU Mestre ou Escravo. Conectividade a barramentos de campo PROFIBUS. DEVICENET e AS-i. criando sistemas compactos de controle e supervisão. adequada a sistemas de grande porte.

Na parte inferior existem leds que indicam a atividade de comunicação das UCPs. sem executar o programa aplicativo. Normalmente o equipamento encontra-se neste estado. Indica que a UCP está recebendo mensagem no 3 canal serial RS-232 (conector COM3 da base). Este circuito monitora continuamente a execução do microcontrolador principal da UCP. indica que o circuito de cão-de-quarda está acionado. Em combinação com outros LEDs indica várias condições diferentes. Este LED somente existe na UCP PO3145 Indica que a UCP está recebendo bytes no canal serial RS-485 (conector COM2 da base). desabilitando o mesmo em caso de falhas.Capítulo 2 Descrição Técnica Descrição Técnica Este capítulo apresenta as características técnicas dos controladores programáveis PO3045 e PO3145. Indica que a UCP está recebendo bytes no canal serial da rede ALNET I (conector COM1 da base). Neste estado. abordando as partes integrantes do sistema. A figura 2-1 mostra os painéis frontais do PO3045 e do PO3145. Indica que a UCP está transmitindo bytes no canal serial da rede ALNET I (conector COM1 da base). varrendo continuamente as entradas e atualizando as saídas de acordo com a lógica programada. para entender a ver o item Diagnóstico via LEDs na seção Manutenção. Indica que a UCP está transmitindo bytes no canal serial RS-485 (conector COM2 da base). Indica o estado da bateria que mantém a memória não volátil (operandos retentivos). Indica que a UCP está transmitindo mensagem no 3 canal serial RS-232 (conector COM3 da base). O LED aceso indica que a bateria está com a tensão normal. Este LED indica que o processador da UCP detectou alguma anomalia de funcionamento no seu hardware ou software. Indica que a UCP está em modo de programação. a UCP fica somente aguardando os comandos a serem enviados pelo programador. Figura 2-1 Painéis das UCPs PO3045 e PO3145 A parte superior de ambos os painéis contém 6 LEDs indicadores das condições de operação. Os LEDS que indicam condições de operação estão na tabela 2-1 : LED EX Estado Execução Significado Indica que a UCP está executando corretamente o programa aplicativo. Tabela 2-1 LEDs do Painel o o PG DG ER WD BT COM1 TX COM1 RX COM2 TX COM2 RX COM3 TX COM3 RX Programação Diagnóstico Erro Watchdog Bateria Transmite Recebe Transmite Recebe Transmite Recebe 2 . as características gerais e elétricas. As UCPs PO3045 e PO3145 Esta seção apresenta a descrição dos módulos UCPs PO3045 e PO3145. Este LED somente existe na UCP PO3145.

existente somente na UCP PO3145. depuração do programa aplicativo e configuração do barramento. processados através da execução de módulos F especiais no programa aplicativo. Ver Canais Seriais Auxiliares. Pode também ser utilizada para outros protocolos. No caso do PO3145 também possui os protocolos MODBUS RTU Escravo ou MODBUS RTU Mestre. permite a conexão dos programadores MasterTool e ProPonto para a carga. COM3 PO3045 e PO3145 Pode também ser utilizada para outros protocolos. com o padrão elétrico RS-485. A base possui 3 conectores padrão RJ45 fêmea: LED UCPs Descrição Conector de comunicação ALNET I escravo no padrão RS-232C. MODBUS RTU Escravo ou MODBUS RTU Mestre. Conector auxiliar de comunicação com o padrão elétrico RS-232. Conector auxiliar de comunicação. Permite a comunicação ponto a ponto ou em rede no protocolo ALNET I escravo. Permite a comunicação ponto a ponto ou em rede no protocolo ALNET I para PO3045 e para PO3145. PO6301 e suas conexões. Ver Canais Seriais Auxiliares. Este canal permite também a ligação em rede de comunicação ALNET I. processados através da execução de módulos F especiais no programa aplicativo. Tabela 2-2 Canais Seriais PO3045 e PO3145 COM1 PO3045 e PO3145 COM2 PO3145 3 .Capítulo 2 Descrição Técnica Figura 2-2 PO3145 na Base PO6301 A figura 2-2 mostra a base das UCPs.

utilizando redes de campo Suporta Interface de Redes de Campo Suporta Interface de Rede Multimestre Ethernet TCP/IP (com módulo PO7091) WebServer (com módulo PO7091) Interfaces Seriais Protocolo MODBUS RTU Mestre e Escravo Retentividade Fonte de alimentação PO8085 c/ a base PO6800 Não 2 x RS232 Não Com bateria na base Não 2 x RS232 1 x RS485 Sim Com bateria na base e “Supercap” PO8085 c/ a base PO6800 UCP 128K Flash. 2 Interfaces Seriais 128K 256K 16 4 256 com módulos de 16 pontos 512 com módulos de 32 pontos 128 com módulos de 8 pontos 4096 Sim PO3145 UCP 256K Flash.Capítulo 2 Descrição Técnica Características As diferentes UCPs da Série Ponto distinguem-se pelas seguintes características: PO3045 Denominação Memória para programa aplicativo tipo Flash Memória para programa aplicativo tipo RAM Número de Módulos Número máximo de segmentos Número máximo de pontos de E/S digitais no barramento local Número máximo de pontos de E/S analógicos no barramento local Número máximo de pontos de E/S digitais. 30 Módulos E/S. 3 Interfaces Seriais 256K 256K 30 4 480 com módulos de 16 pontos 960 com módulos de 32 pontos 240 com módulos de 8 pontos 4096 Sim Não Não 4 . 16 Módulos E/S.

Capítulo 2 Descrição Técnica PO3045 Denominação Memória para programa aplicativo tipo Flash Memória para programa aplicativo tipo RAM Número de Módulos Número máximo de segmentos Número máximo de pontos de E/S digitais no barramento local Número máximo de pontos de E/S analógicos no barramento local Número máximo de pontos de E/S digitais. 16 Módulos E/S. utilizando redes de campo Suporta Interface de Redes de Campo Suporta Interface de Rede Multimestre Ethernet TCP/IP (com módulo PO7091) WebServer (com módulo PO7091) Interfaces Seriais Protocolo MODBUS RTU Mestre e Escravo Retentividade Fonte de alimentação PO8085 c/ a base PO6800 Não 2 x RS232 Não Com bateria na base UCP 128K Flash. 3 Interfaces Seriais 256K 256K 30 4 480 com módulos de 16 pontos 960 com módulos de 32 pontos 240 com módulos de 8 pontos 4096 Sim Não Não Não 2 x RS232 1 x RS485 Sim Com bateria na base e “Supercap” PO8085 c/ a base PO6800 Tabela 2-3 Características das UCPs PO3045 e PO3145 5 . 30 Módulos E/S. 2 Interfaces Seriais 128K 256K 16 4 256 com módulos de 16 pontos 512 com módulos de 32 pontos 128 com módulos de 8 pontos 4096 Sim PO3145 UCP 256K Flash.

troca a quente 1 conector RJ45 para COM 1 1 conector RJ45 para COM 2 1 conector RJ45 para COM 3 Leds EX. por exemplo. WD. Um sistema de 1000 pontos exige. PG.5 ms com 480 pontos E/S digitais 12 Mbaud Sim. 11 remotas PROFIBUS analógicas 0.5 W 60 C 99 x 49 x 81 mm PO6305 Tabela 2-4 Características Comuns das UCPs PO3045 e PO3145 o 6 . via interfaces de rede de campo 48 Kbytes Sim 1. TX. PO3145 Tipo de módulo Troca a quente Número máximo de pontos de E/S analógicos Tempo de varredura do barramento local Velocidade do barramento local Capacidade de interligação a redes de campo Memória para operandos retentivos Programação on-line Tempo médio de processamento para 1024 instruções contato UCP Sim. RX. BT Led DG multifuncional 1500 Vac por 1 minuto 4.6 ms Relógio de tempo real Circuito de supervisão de cãode-guarda Bateria para retenção de operandos Configuração dos bornes Base PO6305 Indicação de estado Indicação de diagnóstico Isolação Canal serial RS485 isolado Potência dissipada Temperatura máxima de operação Dimensões Bases compatíveis Sim Sim Alojada na base. para todos os módulos de E/S Limitado pelas características de cada barramento de campo.Capítulo 2 Descrição Técnica Características Gerais Comuns PO3045. ER.

a UCP se comunica com os módulos de forma bidirecional. Permitindo que módulos analógicos utilizem operandos memória (%M) automaticamente. Todos os parâmetros são enviados dinamicamente aos módulos durante a inicialização e ciclicamente na execução. 7 . Além da comunicação de dados é possível a transferência de parâmetros e a recepção de diagnósticos. Estes diagnósticos são visualizados em operandos memória (%M). caso os mesmos mudem o módulo tem a capacidade de identificar e se reconfigurar. Diagnósticos de Módulos Os diagnóstico individuais podem ser visualizado através do LED DG presente em todos os módulos da série e também são enviados para operandos memória (%M) permitindo assim que estes sejam acessados pelo programa aplicativo e/ou por um software de supervisão. Estas novas características se apresentam na seguintes partes dos sistemas da série PONTO: Barramento Local Com seu barramento GBL de alta velocidade. situações de erros internos. Varredura de E/S Rápida Com o barramento GBL de alta velocidade. mudando sua configuração sem a necessidade de mudar chaves ou pontes de ajustes. permitido a mudança dos parâmetros a quente. permitindo que a aplicação identifique problemas com o sistema e gere alarmes. estado geral do barramento.Capítulo 2 Descrição Técnica Características Especiais As novas características incorporadas as UCPs da série PONTO proporcionam um diferencial para os CPs PO3045 e PO3145. Parametrização Com o software programador MasterTool é possível parametrizar individualmente cada módulo. sem a necessidade da programação destes no programa aplicativo. Diagnóstico do sistema do CP As UCPs informam seu estado de operação. a leitura de entradas e atualização de saídas tornou-se mas rápida.

D Sempre ativa para TM e TD Permite o armazenamento de grande volume de dados. • • 8 . M.Capítulo 2 Descrição Técnica Características do Software PO3045. O número de operandos simples e tabelas (M. PO3145 Linguagem de programação Programação on-line Total de operandos tipo Entradas (E) e tipo Saída (S) Número de operandos tipo Auxiliares Número de operandos tipo memória (M): valor armazenado em 16 bits. M. formato BCD com sinal Ocupação média de memória por instrução contato Retentividade Instrução arquivo Armazenadas no programa aplicativo Armazenadas no programa aplicativo Até 255 tabelas com até 255 posições cada uma Diagrama de relés e blocos lógicos. A. estruturada em módulos com funções e sub-rotinas Via COM 1. Aos operandos S. formato BCD com sinal Número de operandos tipo tabela memória (TM): mesmo formato de um operando M Número de operandos tipo tabela memória decimal(TD): mesmo formato de um operando D Constante memória (KM): valor de 16 bits. Os operandos tabela são todos retentivos. COM 2(*). COM 3 com ALNET I 4096 4096 (512 octetos) Até 9984 Até 9984 Até 255 tabelas com até 255 posições cada uma 7 bytes Configurável para operandos S. TM e TD) permitem sinal aritmético na representação de valores. A. ou seja. Todos os operandos numéricos (KM. D. TM. a soma do número de pontos nos operandos E com S deve ser menor ou igual a este limite. enquanto que os não retentivos têm seus valores zerados. D. TD) é configurável para cada programa. sendo limitado pela capacidade de memória de operandos disponível (48 Kbytes). formato complemento de 2 Número de operandos tipo memória decimal (D): valor armazenado em 32 bits. KD. em blocos de até 31 Kbytes (*) somente PO3145 Tabela 2-5 Características do Software das UCPs PO3045 e PO3145 • O número total de 4096 pontos de E/S inclui entradas e saídas digitais de barramentos locais e remotos. formato complemento de 2 Constante decimal (KD): valor de 32 bits. Os operandos retentivos têm seus valores preservados na queda de energia. M e D pode ser atribuída a característica de retentividade através do programador.

podem encontrar-se em cinco modos diferentes: • • • • • modo inicialização modo execução modo ciclado modo programação modo erro A figura 2-3 apresenta um diagrama com os modos de operação e as possibilidades de mudança de um modo para outro. Manutenção. quando em operação. Figura 2-3 Modos de Operação do CP Maiores informações a respeito dos modos de operação do controlador e o significado das sinalizações do painel.Capítulo 2 Descrição Técnica Características de Operação Modos de Operação da UCP As UCPs. 9 . bem como os procedimentos para as situações de erro mais comuns. podem ser encontrados na seção Diagnósticos do Painel do capítulo 5.

O CP aguarda comandos do programador. em conjunto com a monitoração e forçamento dos operandos. 10 . DG e ER do painel ligados. Este estado ocorre logo que se energiza o controlador programável. não havendo atualização de entradas ou saídas. Indica que houve alguma anomalia no CP durante o processamento ou na preparação para o mesmo. Modo Execução Normalmente o controlador programável encontra-se neste modo. Modo Programação O programa aplicativo não é executado. a execução para. Os temporizadores contam uma unidade de tempo a cada dois ciclos executados. Apesar de não ocorrer atualização dos pontos de entrada e saída. Modo Ciclado Caracteriza-se pela execução de uma varredura do programa aplicativo.Capítulo 2 Descrição Técnica Modo Inicialização Identificado pelos LEDs EX. Identificado pelo LED EX do painel frontal ligado. estendendo-se por alguns segundos. este modo indica que o CP está inicializando as variáveis do programa executivo e verificando a validade do programa aplicativo. varrendo continuamente as entradas e atualizando as saídas de acordo com a lógica programada. Identificado pelos LEDs EX e PG ligados. esta caraterísticas permite que módulos especiais troque informações com a UCP mesmo que não esteja ocorrendo a execução de um programa aplicativo. É identificado pelo LED PG ligado. este modo indica que o CP está executando corretamente o programa aplicativo. este modo. seguida de uma paralisação do CP. a UCP continua se comunicando com o módulo. PG. passando em seguida para o modo execução. que passa a esperar novo comando do programador para executar uma nova varredura. Quando a UCP do controlador programável passa para o modo ciclado. facilita a depuração do programa aplicativo. bem como a contagem de tempo nos temporizadores. Modo Erro É identificado pelo LED ER ligado.

DTR Sim Sim Sim Não Sim Sim Não Sim Sim Não Não Sim Sim Sim Sim Não Sim Sim Tabela 2-6 Protocolos Seriais As seguintes combinações de protocolo.RS485 Isolado COM 3 . com todos os comandos. Note-se que é possível usar SIMULTANEAMENTE o mesmo ou diferentes protocolos nos canais de comunicação. Os protocolos são incluídos nas UCPs ou vendidos separadamente conforme indicado na tabela 2-6. possuindo até 3 canais seriais.RS232 TX. Protocolo REP COM 1 .CTS COM 2 .Capítulo 2 Descrição Técnica Canais Seriais As UCPs Ponto caracterizam-se pela alta capacidade de comunicação. RX. RTS. por exemplo. A tabela 2-6 indica quais protocolos são disponíveis para cada canal de comunicação. RX.Ver CT MODBUS RTU Mestre Incluído na UCP PO3145 MODBUS RTU Escravo Incluído na UCP PO3145 Função para Comunicação com medidores de energia AL-2711 Permite comunicação com medidores ELO e outros. inclusive carga de programas Funções Mestre Comunicação ALNET I Produto: AL-2702 somente escrita e leitura de tabelas tipo M Módulos F de Comunicação Produto: AL-2703 permite implementar qualquer protocolo serial assíncrono . são possíveis: COM1: ALNET I escravo COM1: ALNET I escravo COM1: ALNET I escravo COM 2: MODBUS RTU Mestre COM 3: MODBUS RTU Escravo COM 2: MODBUS RTU Mestre COM 3: ALNET I Mestre COM 2: MODBUS RTU Escravo COM 3: MODBUS RTU Mestre Qualquer combinação de protocolo é possível. dentro das possibilidades oferecidas por cada canal.RS232 TX.CTS. 11 . PROTOCOLO Alnet I escravo Incluído em todas UCPs completo. RTS. DSR.

PO3145 CPU POWER SUPLLY PO8085 BAT COM 1 RS232 COM 3 RS232 COM 2 RS485 MODBUS Figura 2-4 Exemplo de Configuração dos Canais Seriais Nos canais seriais é possível a utilização de modems ou rádio modems. ou uma IHM local. por exemplo. O canal é isolado. • Canal serial RS232 (COM 3) : Interligação a uma IHM local. FOTON 5 e FOTON 10 .Softwares de supervisão: qualquer software de supervisão compatível com protocolo ALNET I v2. tais como sensores inteligentes e inversores de freqüência. Além de modens outros podem ser utilizados nas portas seriais como: . Interligação a um ou mais equipamentos compatíveis com o protocolo MODBUS. devendo ser usado cabo adequado para a implementação de rede. FOTON 3.As IHMs FOTON 1.Capítulo 2 Descrição Técnica Exemplo de Configuração dos Canais Seriais Os 3 canais seriais podem ser usados.0 12 . da seguinte forma: • • Canal serial RS232 (COM 1) : Canal serial RS485 isolado (COM 2): Interligação um microcomputador com o software de programação MasterTool.

a UCP é responsável pelas funções de controle. realizando o ciclo básico de leitura dos módulos de entrada. sendo cada elemento descrito a seguir. A fonte de alimentação PO8085 possibilita a alimentação de até 12 módulos de E/S distribuídos no máximo em dois segmentos. além de várias outras funções auxiliares. número máximo de segmentos de barramento: 4 número máximo de módulos num segmento: 10 10 4 O número máximo de pontos depende do tipo de pontos utilizados. O software MasterTool ProPonto – MT6000 auxilia na construção do barramento indicando. é necessário o emprego de outra fonte suplementar no início do segmento do barramento. Se este limite for excedido. Para maiores detalhes sugerimos consultar o manual de Utilização da Série Ponto. O limite para pontos somente analógicos é de 240 (30 módulos de 8 pontos). A figura 2-5 apresenta os elementos básicos para a composição de sistemas. execução do programa de controle do usuário (programa aplicativo) e atualização dos módulos de saída.Capítulo 2 Descrição Técnica Capacidade de E/S no barramento local Uma UCP tem sua capacidade de E/S local determinada pelos seguintes valores (no caso do PO3145): número máximo total de módulos: 16 para PO3045 e 30 para PO3145. Fonte de alimentação principal PO8085 .é a responsável por prover as tensões reguladas e livres de transientes para a operação da UCP e demais módulos presentes no barramento. O limite para pontos somente digitais é de 960 (30 módulos de 32 pontos). • Figura 2-5 Controlador Programável PO3045 ou PO3145 13 . Elementos dos Controladores Programáveis As UCPs PO3045 e PO3145 quando acrescentadas a outros elementos compõem uma arquitetura de controle. a necessidade de fontes adicionais. caso ocorra. • UCP PO3045 ou PO3145 .

apresentando apenas módulos de E/S locais alojados no barramento. Para informações mais detalhadas devem ser consultados os manuais dos módulos interfaces de rede correspondentes.Capítulo 2 • • Descrição Técnica Barramento – o barramento é o elemento de interconexão da UCP e fonte aos módulos. 14 . parâmetros e diagnósticos dos módulos remotos. Os módulos interfaces utilizam as seguintes redes: • • • PROFIBUS – interface de rede de campo PO4053 ETHERNET – interface industrial PO7091 MODBUS – através de uma porta serial da UCP Os módulos das redes remotas são mapeados nos operandos da UCP permitindo ao acesso à dados. As UCPs PO3045 e PO3145 permitem endereçar até 4096 pontos digitais de E/S. PO3145 PO8085 PO1010 PO2020 PO1112 PO2132 Figura 2-6 Arquitetura com E/S Locais Sistemas com E/S Remotas Através da utilização de módulos de interface de rede as UCPs PO3045 e PO3145 podem controlar módulos remotos. como o mostrado na figura 2-6. devendo ser dividido entre as E/S locais e remotas. O barramento Ponto é constituído pela justaposição de suas bases. Arquiteturas dos Controladores Programáveis Os elementos básicos descritos na seção anterior permitem a configuração dos controladores programáveis nas seguintes arquiteturas: • • sistemas com E/S locais sistemas com E/S remotas Sistemas com E/S Locais Este é o tipo mais freqüente de configuração. O número de total de pontos de E/S possível de ser controlado pela UCP permanece inalterado. 16 módulos para PO3045 e 30 módulos para PO3145. Segmentos – o barramento Ponto é constituído de até 4 segmentos. Em ambos os casos o limite real é determinado pelo número de módulos possíveis de serem configurados no barramento. além dos pontos analógicos. A abaixo ilustra uma configuração com pontos de E/S remotos utilizando uma interface PO4053 PROFIBUS DP mestre. cada um podendo conter 10 módulos e no total do barramento o máximo de 30 módulos (ver Manual de Utilização da Série Ponto).

Capítulo 2 PROFIBUS MASTER PO3145 PO8085 PO1010 PO4053 PO1112 PO2132 Descrição Técnica PO5063 PO2022 PO1010 PO1112 PO5063 PROFIBUS SLAVE PROFIBUS SLAVE PO5063 PO2022 PO1010 PO1112 PO5063 PROFIBUS SLAVE PROFIBUS SLAVE PO5063 PO2022 PO1010 PO1112 PO5063 PROFIBUS SLAVE Figura 2-7 Arquitetura com E/S Remotas 15 .

COM 3 Interface COM3 COM 1 PROCESSADOR CONTROLE BARRAMENTO PONTO BARR PONTO RELÓGIO TEMPO REAL FLASH EPROM BAT + RAM Figura 2-8 Diagrama de Blocos da UCP PO3045 16 .Capítulo 2 Descrição Técnica Arquitetura Interna Esta seção apresenta os elementos da arquitetura interna das UCPs. ambas representadas no formato de diagrama em blocos. As figuras abaixo mostram respectivamente as UCP PO3045 e a UCP PO3145.

Controle do Barramento Ponto O bloco controle do barramento Ponto é o hardware responsável pela varredura do barramento e gerenciamento da memória “espelho” do barramento. Serve como conexão entre o programa executivo e o barramento. denominado programa executivo. Realiza também a leitura e escrita dos valores dos operandos dos módulos de entrada e saída no barramento. diagnósticos e controle de todos os módulos. As tarefas do processador são realizadas por um programa permanentemente gravado em memória EPROM. o programa executivo contém uma biblioteca de instruções utilizadas pelo programa aplicativo. baseado nos valores dos operandos de entrada. que corresponde ao sistema operacional da UCP. A memória “espelho” é uma memória de dupla porta acessada pelo programa executivo da UCP e pelo hardware. parâmetros.Capítulo 2 Descrição Técnica COM 2 Interface COM2 COM 3 Interface COM3 COM 1 PROCESSADOR CONTROLE BARRAMENTO PONTO BARR PONTO RELÓGIO TEMPO REAL FLASH EPROM CAP BAT RAM Figura 2-9 Diagrama de Blocos da UCP PO3145 Processador O processador é o responsável pela execução do programa aplicativo. Além de gerenciar a UCP. processa os comandos recebidos pelos canais de comunicação serial e executa diversas outras tarefas auxiliares ao processamento do programa aplicativo. Esta memória contém todas as informações do barramento tais como dados. relacionadas no item Programação deste capítulo. 17 . gerando os valores dos operandos de saída.

os valores dos operandos retentivos. COM 3 e COM 2. 18 . Manutenção). etc. O módulo PO3145 possui o Supercap permitindo que o módulo seja retirado da base. Relógio de Tempo Real As UCPs têm integrado um relógio de tempo real que mantém a hora mesmo quando falta energia. armazenando o programa aplicativo e os valores dos operandos da UCP.). supervisórios.Capítulo 2 Descrição Técnica O controle do barramento também gerencia o acesso do microprocessador aos seus periféricos e memórias. a retentividade só existe enquanto a UCP PO3045 estiver montado em sua base. mantendo a retentividade enquanto o Supercap estiver carregado. Memória Flash EPROM A memória Flash permite a escrita e leitura de dados. as tabelas e o programa aplicativo em RAM.0 para comunicação do CP com equipamentos mestres (programadores. Este tempo é de duas horas. O programa executivo pode ser gravado na memória Flash através do protocolo ALNET I (ver cap. Os canais COM 2 e COM 3 suportam também o protocolo MODBUS RTU Mestre ou Escravo e ainda podem ser programados para outros protocolos através de funções especiais (módulos F). respectivamente). Memória RAM A memórias RAM permite a escrita e leitura de dados. Informações sobre os cabos utilizados nas interfaces de comunicação podem ser encontrados no capítulo Instalação. mantendo-se através da bateria incorporada a base. ATENÇÃO: O módulo PO3045 não possui Supercap. Com o equipamento desenergizado. como a bateria está presente na base. Todos os canais de comunicação serial utilizam o protocolo ALNET I v2. mantendo-os sem a necessidade de alimentação da bateria. O relógio pode ser acessado através do módulo função F-RELOG.000 ciclos de gravação de dados. são mantidos através da bateria e/ou do Supercap. armazenando os programas executivo e aplicativo. Possui uma vida útil de 10. Interfaces de Comunicação A UCP PO3045 possui dois canais de comunicação RS-232 (COM 1 e COM 3) e a UCP PO3145 possui 2 canais RS-232 e um RS-485 isolado (COM 1.

Proteção para Falta de Energia As UCPs possuem um circuito sensor que verifica continuamente o estado da tensão de alimentação. que é interrompida para a execução de uma 19 . desenergiza os pontos de saída e liga o LED WD no painel frontal do CP. O programa executivo e os operandos residem em outras áreas de memória RAM e Flash Eprom não mostradas nos mapas. A RAM utilizada para o programa aplicativo é retentiva e seu contudo mantém-se durante uma queda de energia. garantindo um procedimento de falha seguro. Em caso de falha na alimentação. Sistemas de Proteção Cão-de-Guarda É um circuito que monitora continuamente a execução correta das funções do controlador programável. Programa Aplicativo Flash EPROM RAM 64K 64K 64K 64K 64K 64K Figura 2-10 Mapa de Memória da UCP PO3045 Programa Aplicativo Flash EPROM RAM 64K 64K 64K 64K 64K 64K 64K 64K Figura 2-11 Mapa de Memória do PO3145 Os mapas acima mostram a alocação de memória para o programa aplicativo.Capítulo 2 Descrição Técnica Mapa de Memórias As figuras 2-12 e 2-13 apresentam os mapas de memória das UCPs PO3045 e PO3145. o tempo até o reset do processador está entre 1 e 2 segundos. Uma vez detectado algum tipo de falha. o circuito de cão-de-guarda desativa o processador. um sinal avisa a UCP.

O Supercap permite que a UCP possa ser retirada de sua base por pelo menos 2 horas sem que o conteúdo da memória ou o tempo/calendário seja perdido.MasterTool ProPonto O software MasterTool ProPonto tem como função facilitar o projeto de um barramento Ponto. conferindo itens tais como: consumo. Atribuição de Tags aos pontos do sistema. Geração de lista de materiais. Bateria A base das UCPs contém uma bateria de lítio para a alimentação da RAM e relógio de tempo real durante falhas na alimentação do CP. nos softwares programadores. Suas principais funções são: Projeto e visualização do barramento de maneira gráfica. bases compatíveis e limites de projeto. Impressão das etiquetas com os tags de identificação dos pontos. A bateria tem vida útil estimada a 1 ano a temperatura de 60ºC. Somente a UCP PO3145 é fornecida com o Supercap. Geração de etiquetas para identificação dos módulos. MT6000 . é mostrado em LED do painel (BT) e verificado pelo programa executivo que exibe uma mensagem de advertência na janela de verificação do estado do CP. A bateria também permite que o relógio continue registrando a hora e calendário durante a falta de energia.Capítulo 2 Descrição Técnica rotina de que termina a execução de modo seguro. O circuito de falta de energia garante a alimentação das UCPs por tempo suficiente para que esta rotina seja executada. A RAM mantém os módulos do programa aplicativo e os valores dos operandos retentivos. O software é executado em ambiente Windows 32 bits. Supercap O Supercap é um capacitor de grande capacitância que auxilia a bateria a manter a memória e relógio. O estado da bateria é monitorado por hardware. Verificação da validade da configuração. 20 .

implementado em hardware por um único chip. existem os que são lidos em uma varredura e os que são lidos em mais de uma varredura. Algumas características alcançadas por este sistema são: • • • Barramento serial de 12Mbaud. Análise dos componentes: Atraso nos módulo de Entrada e Saída: este tempo depende do módulo de E/S e está especificado em sua respectiva Características Técnicas. Exemplo: 21 . existe a latência de uma varredura em relação à alterações das entradas.5 ms para 480 pontos digitais Endereçamento e identificação automática de módulos Troca quente de qualquer módulo de E/S Desempenho das UCPs PO3045 e PO3145 O desempenho das UCPs é medido como tempo de resposta que é o tempo decorrido entre a detecção de uma variação no valor de uma entrada até a alteração do ponto de saída correspondente. O tempo de resposta de um sistema de controle depende do tempo de execução da varredura da aplicação (ladder) e o tempo de atualização das entradas e saídas. varredura de 0.Capítulo 2 Descrição Técnica Tempo de varredura do barramento local A comunicação entre a UCP ou cabeça do barramento é feita por um barramento de alta velocidade. Para calcular o tempo máximo de resposta. Nesta análise vamos discutir o tempo de resposta das UCPs para o sistema de E/S local. supõe-se que sejam necessárias duas varreduras da aplicação. no pior caso. 12Mbaud obtendo-se velocidades de aquisição e parametrização inigualáveis. pois. Varredura do Barramento Ponto: o barramento Ponto varre os módulos em seqüência. Entre os módulos Ponto. locais ou remotas. Fórmula Geral: Tempo de Resposta = Tempo de atraso do módulo de entrada + n X ciclo de varredura do barramento Ponto + 2 X tempo de execução do programa aplicativo + n X ciclo de varredura do barramento Ponto + tempo de atraso do módulo de saída n = número de varreduras para acesso do módulo + 1. de modo que o módulo é consultado a cada varredura.

Um módulo analógico de 8 canais é acessado em 18 varreduras. o tempo de acesso dos módulos varia entre 1 ou mais varreduras. transferem os dados em apenas uma varredura. um módulo digital pode ser acessado em uma ou no máximo em duas varreduras. O tempo da varredura do barramento Ponto é a soma do tempo de acesso a cada módulo. Exemplo: Barramento com 5 módulos de 16 entradas. os módulos analógicos em duas varreduras por canal mais duas de parametrização.085 µs 22 . Exemplo de Cálculo de Tempo de Resposta Sendo: Tempo da Aplicação: 50 ms Tempo de atraso do módulo de entrada: 150 µs Tempo de atraso do módulo de saída: 10 µs Tempo de varredura no barramento Ponto: 185 µs Número de varreduras para acesso do módulo de entrada: 2 Número de varreduras para acesso do módulo de saída: 1 Tem-se que: TRmáx = 150 + 3X 185 + 2 X 50000 + 2 X 185 + 10 = 51. e os módulos tipo bloco. Por exemplo. médio e máximo do programa durante sua depuração. Como existe a probabilidade de esperar ou não uma varredura. dois módulos analógicos de oito entradas e um módulo bloco: Tv = 5 X 16 + 2 X 16 + 1 X 73 = 185 µs (tempo de uma varredura) Tempos acesso máximos: Módulos de 16 entradas: 2 X 185 = 370 µs Módulos de 8 canais: 18 X 185 = 3330 µs Tempos acesso mínimos: Módulos de 16 entradas: 1 X 185 = 185 µs Módulos de 8 canais: 9 X 185 = 1665 µs O tempo de processamento do programa depende da aplicação e pode ser calculado utilizando-se o tempo de execução das instruções conforme o manual do MasterTool.Capítulo 2 Tipo de Entrada Digital Digital Entrada analógica Saída analógica Bloco Número de entradas 16 32 Número de canais 1 2 8 4 Número de Varreduras 1 2 18 10 1 Descrição Técnica Tempo de acesso 16µs 16µs 16µs 16µs 73µs Tabela 2-7 Exemplos de Módulos Ponto Os módulos digitais são lidos em uma ou duas varreduras. O Programador MasterTool informa os tempos de execução mínimo.

Base PO6305 Base PO6800 Caso existam módulos de interface. visto que é considerado o consumo de corrente individual de cada módulo. Dimensões Físicas O Manual de Instalação da Série Ponto deve ser consultado para dimensionamento geral do painel.Capítulo 2 Descrição Técnica Alimentação As UCPs são alimentadas pela fonte PO8085. ou outros de maior consumo. O conjunto formado pela fonte PO8085 e UCPs podem alimentar até 12 módulos de E/S distribuídos em até dois segmentos no máximo UCP PO3045 Fonte PO8085 Módulos E/S Com a utilização do software MasterTool ProPonto é possível efetuar uma configuração com um número superior de módulos. A figura mostra a fonte. Figura 3-1 Dimensões Físicas Dados para Compra Itens Integrantes A embalagem do produto contém os seguintes itens: • • UCP PO3045 ou PO3145 Guia de instalação 23 00120707 . que deve receber alimentação de 24 Vdc (de 19 a 30 Vdc. UCP e bases necessárias para uma configuração. devendo obrigatoriamente utilizar o software MasterTool ProPonto para avaliar o número máximo de módulos. o número máximo de módulos poderá ser menor. incluindo ripple).

AL-1715: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232 fêmea padrão IBM/PC. 16 Módulos E/S. 2 Seriais UCP 256K Flash.Capítulo 2 Descrição Técnica Código do Produto Os seguintes códigos devem ser usados para compra do produto: Código PO3045 PO3145 Denominação UCP 128K Flash. 24 . Interligação a um microcomputador padrão IBM/PC para programação da UCP.4 m 10 Folhas de 14 etiquetas de 16 tags p/ impressora Trava para Montagem em Trilho TS35 Terminação de Barramento (reposição) Derivador e Terminação p/ Rede RS485 Bateria de Lítio (reposição) Tabela 2-9 Produtos Relacionados PO6305: Esta base é comum a todas as UCPs da série. 3 Seriais com MODBUS Tabela 2-8 Códigos UCPs PO3045 e PO3145 Produtos Relacionados Os seguintes produtos devem ser adquiridos separadamente quando necessário: Código PO6305 PO8085 PO6800 MT4100 MT6000 AL-2700 AL-2702 AL-2703 AL-2711 AL-1715 AL-1717 AL-1719 AL-1720 AL-1726 AL-2306 PO8500 PO8510 PO8522 PO8524 PO8525 PO8530 Denominação Base UCP PO3045 Fonte Alimentação Base Fonte MasterTool Programming MT4100 MasterTool ProPonto c/ Manuais Funções Matemáticas Funções Mestre Comunicação ALNET I Módulos F de Comunicação Função para comunicação com medidores de energia Cabo RJ45-CFDB9 Cabo RJ45 – MODBUS Cabo RJ45-CMDB9 RS232 Cabo RJ45-CMDB9 RS232 / RS485 Cabo RJ45-CMDB9 RS232 (WebGate) Cabo para Rede RS-485 Cabo de Expansão 0. via software MasterTool. Interligação a um microcomputador padrão IBM/PC com software de supervisão. 30 Módulos E/S. Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para interligação a IHMs com conectores compatíveis com o padrão IBM/PC para supervisão local do processo.

AL-2604: Este cabo permite a montagem de uma rede RS485 PO8525: Este módulo é um meio prático de interligar uma UCP PO3045 ou PO3145 a uma rede padrão RS485. AL-1719: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232 macho com pinagem padrão Altus. Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para interligação a uma IHM do tipo Foton 5 ou Foton 10. AL-1715: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232 fêmea padrão IBM/PC. É usado na interface serial RS485 .Capítulo 2 Descrição Técnica AL-1717: Este cabo possui um conector RJ45 e na outra ponta terminais individuais para bornes. Para maiores informações quanto a aplicação dos dispositivos acima relacionados. 25 . AL-1720: Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 macho com pinagem padrão Altus. PO8500: Este cabo permite a conexão entre a interface serial COM2 (RS-485) e o módulo derivador e terminação PO8525. AL-1726: Este cabo permite a interligação de uma das interfaces seriais RS232 das UCPs PO3045 ou PO3145 com o WebGate PO9900. COM 2. A rede padrão RS485 (cabo AL-2604) é interligada com a interface serial COM2 (RS-485) por meio do cabo PO8500 e o módulo derivador PO8525. Este módulo possui bornes tipo parafuso para conexão da rede nos extremos ou em posições intermediárias e uma chave para ativação da terminação para casamento de impedância quando nas extremidades da rede. É obrigatória a utilização deste módulo mesmo que a rede RS485 tenha apenas dois elementos. Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para interligação com o PO9900 – WebGate. Pode ser utilizado nas interface seriais COM 1 e COM 3 para interligação a uma IHM do tipo Foton 1 ou Foton 3. AL-1718 – Este cabo possui um conector serial RJ45 e outro DB9 RS232 macho. para conexão com o conversor AL-1413. sugerimos a consulta dos respectivos documentos de Características Técnicas disponíveis no site da Altus.

A programação representa a aplicação desenvolvida pelo usuário em linguagem de relés. os pontos são alocados conforme a sua posição no barramento. ou seja. a modificação dos operandos de um módulo analógico. a forma de programar e a sintaxe da linguagem Ladder esta presente no MasterTool Programming Manual de Programação (MP399101). ex: PO2132: 4 saídas analógicas) O primeiro octeto de entrada digital é sempre o %E0000. e assim sucessivamente até que todos os pontos de entradas tenham sido alocados. Para pontos digitais a regra de alocação de operandos (%E e %S) é fixa. Os pontos digitais de saída começam com o Primeiro Octeto de Saída Digital e seguem até o operando %S0511. É possível. Esta característica permite ao usuário aumentar ou modificar o número de pontos analógicos. esta opção pode ser modificada pelo usuário.1. Os módulos analógicos são processados automaticamente pela UCP.Capítulo 3 Configuração Configuração As UCPs PO3045 e PO3145 são configuradas e programadas através do software MasterTool. em operandos memória (%Mxxxx). sem ultrapassar o Primeiro Octeto de Saída Digital. Os itens abordados aqui serão: • • • • • • • • Mapa de memória Troca a quente Canal Serial Alnet I MODBUS escravo MODBUS mestre Instruções permitidas pelas UCPs Conversão de código Operandos de E/S e de Diagnósticos Nos CPs PO3045 e PO3145. o segundo %E0000. 26 . sem que a aplicação tenha que ser modificada. também chamada de programa aplicativo. A configuração realizada define o comportamento das UCPs. ao usuário. Os operandos de E/S são de 4 (quatro) tipos: • • • • Entrada Digital Saída Digital Memória de Entrada (utilizado para módulos não digitais.0. ex: PO1112: 8 entradas analógicas) Memória de Saída (utilizado para módulos não digitais. o programador permite que o usuário forneça o início da faixa de operandos dos módulos de E/S. já os outros operandos o usuário define como melhor convier em função do seu programa aplicativo. a informação de Primeiro Operando Memória de Entrada e Primeiro Operando Memória de Saída fornecem ao programador uma referência para alocar. o primeiro ponto de entrada digital é %E0000. Este capítulo apresenta o comportamento das opções configuradas no software MasterTool. Para informações de como configurar as UCPs ver o MasterTool Programming Manual de Utilização (MU299025).

A maioria dos módulos da série Ponto fornecem diagnósticos. É considerada partida a primeira vez que a UCP entra em modo de execução. estes diagnósticos são lidos ciclicamente pela UCP e disponibilizados em operados %M. A UCP e os módulos terão uma faixa de operandos que define onde a UCP irá colocar os diagnósticos obtidos dos módulos do barramento. Troca a Quente As UCPs PO3045 e PO3145 disponibilizam a possibilidade do usuário trocar os módulos de E/S do barramento sem a necessidade de desligar o sistema em funcionamento. Entra as opções de comportamento do sistema relacionado a Troca a Quente são: • • • Desabilitada Habilitada com consistência na partida Habilitada sem consistência na partida Estes comportamentos valem caso ocorra uma situação anormal de barramento e o CP esteja em estado de Execução. a soma dos operandos %E e %S tem o limite estipulado de 512. o sistema continua trabalhando e sinaliza via diagnóstico. o Primeiro Operando Memória de Diagnóstico sugere ao programador onde iniciar a alocação destes. Situação Módulo ausente Possíveis Causas Módulo foi retirado do barramento Algum módulo não responde a UCP por estar com defeito Alguma base de módulo está com defeito Módulo está presente no barramento e não está declarado da configuração Algum módulo que está presente no barramento é diferente da declaração da configuração Módulo excedente Módulo Diferente da declaração Tabela 3-1 Situações Anormais de Barramento Troca a Quente Desabilitada Com esta configuração o usuário informa que o CP deve entrar imediatamente em estado de erro. caso algum módulo entre em alguma das situações da tabela 3-1. O comportamento do sistema relacionado a Troca a Quente se modifica conforma a configuração definida pelo usuário. ou seja não podem existir o %E0023 e o %S0023. esta característica chama-se Troca a Quente. Para entender estes diagnóstico é necessário consultar as respectivas CTs dos módulos. A tabela 3-1 lista as possíveis situações anormal de barramento. quando ocorrer uma situação anormal de barramento (tabela 3-1).Capítulo 3 Configuração Um operando %E não pode ter o mesmo número de octeto de um operando %S. Troca a quente habilitada COM consistência na partida Verifica se ocorreu uma situação anormal de barramento (tabela 3-1) durante a partida. após ser alimentada. 27 . como os dois tipos de operandos são octetos. Após a partida.

mesmo que temporária. Troca a quente habilitada SEM consistência na partida Permite que o sistema rode mesmo se algum módulo estiver em uma situação anormal de barramento (tabela 3-1).Capítulo 3 Configuração ATENÇÃO: Quando ocorrer uma falta de alimentação. A tabela 3-2 a seguir demonstra as possibilidades de configuração deste canal: Configuração Endereço da Estação Descrição Endereço do nó na rede ALNET I Possibilidades 0: Comunicação ponto-a-ponto (utilizada pelo programador ou por algumas IHMs) 1 a 254: Comunicação em rede mestre-escravo Velocidade Velocidade da porta de comunicação serial 300 bps a 9600 bps Tipo de Modem Sem Modem: O sinal de RTS nunca é acionado e o CTS não é monitorado. Configura o comportamento Half Duplex: antes de iniciar a transmissão a UCP que os sinais CTS/RTS aciona o sinal de RTS e monitora o CTS. ATENÇÃO: Esta opção é recomendada para a fase de implantação do sistema. Full Duplex: Não implementado Tabela 3-2 Protocolos de Comunicação Serial COM1 28 . Estas situações são relatadas via diagnóstico. quando este terão durante a chega inicia a transmissão. pois permite que sejam feitas trocas de módulos e desligamento da alimentação sem a necessidade da presença de todos os módulos configurados. Canal Serial Principal – COM1 Este canal implementa o protocolo ALNET I Escravo. pois esta é considerada uma situação de partida. e algum módulo estiver em uma situação anormal de barramento (tabela 3-1) a UCP entra em erro. ATENÇÃO: A opção “Troca a quente habilitada COM consistência na partida” é a mais recomendada pois garante a integridade do sistema na sua inicialização e permite a troca de módulos com o sistema funcionando. Caso não obtenha CTS não comunicação transmite.

Configuração Velocidade Descrição Velocidade da porta de comunicação serial 300 bps a 19200 bps Possibilidades Endereço Endereço do CP na rede conectada ao canal A faixa de valores permitidos para campo depende diretamente do protocolo selecionado. AL-2703.. quando este chega então a transmissão é executada. Com RTS sem CTS: o RTS é acionado antes da transmissão e desacionado após o término. ao término da transmissão o RTS é desacionado.. A tabela 3-3 demonstra as possibilidades de configuração destes canais. Com RTS/CTS: antes de iniciar a transmissão o RTS é acionado e é monitorado o CTS. Sem paridade Paridade par Paridade impar Paridade sempre 0 Paridade sempre 1 1 StopBit 2 StopBits Sinais de Modem Comportamento dos sinais RTS/CTS durante a comunicação Protocolo Protocolo que o canal se comunica Configuração MODBUS Permite configurar as relações de comunicação via MODBUS Configuração Serial Paridade e StopBits Configura a paridade da porta serial Configura os StopBits da porta serial Tabela 3-3 Configuração dos Canais Seriais COM2 e COM3 29 . ALNET I Escravo MODBUS RTU Escravo MODBUS RTU Mestre Configurado por Módulo F (libera o canal para o uso com módulos F de comunicação. .) No caso do Protocolo MODBUS Mestre configura as relações de troca de dados entre o mestre e o escravo. ver neste capítulo o item MODBUS RTU Mestre.Capítulo 3 Configuração Canais Seriais Auxiliares – COM2 e COM3 Os canais auxiliares possuem uma versatilidade maior que o canal principal. permitindo selecionar entre vários protocolos diferentes. ALNET I Escravo: 0 a 254 MODBUS RTU Escravo: 1 a 247 Configurado por Módulo F: 0 a 255 MODBUS RTU Mestre: Sem aplicação Sem RTS/CTS: estes sinais não são manipulados durante a comunicação permanecendo o RTS desacionado. Para MODBUS Escravo configura as relações entra operandos Altus e as áreas de operandos MODBUS. não havendo o monitoramento do sinal de CTS. ver neste capítulo o item MODBUS RTU Escravo. como por exemplo AL-2702. Com RTS sempre ligado: o sinal de RTS permanece sempre ligado.

Outras funções disponibilizadas são forçamento de pontos de E/S. supervisórios e interligação com outros CPs que implementem o protocolo ALNET I Mestre. sua configuração é integrada ao programador. ALNET I Escravo Este é o protocolo presente em todos os canais seriais das UCPs da série Ponto. como mostrado na tabela 3-4: Serial COM1 RS-232 PO3045 ALNET I escravo ALNET I escravo PO3145 COM2 RS-485 - ALNET I escravo MODBUS RTU Mestre MODBUS RTU Escravo AL-2702 – Mestre ALNET I AL-2703 – Comunicação Genérica AL-2711 – Comunicação com medidores de energia (REP) ALNET I escravo MODBUS RTU Mestre MODBUS RTU Escravo AL-2702 – Mestre ALNET I AL-2703 – Comunicação Genérica AL-2711 – Comunicação com medidores de energia (REP) COM3 RS-232 ALNET I escravo AL-2702 – Mestre ALNET I AL-2703 – Comunicação Genérica AL-2711 – Comunicação com medidores de energia (REP) Tabela 3-4 Protocolos de Comunicação Serial Os protocolos disponíveis são de dois tipos: internos ou carregáveis. AL-2703 (comunicação genérica) e AL-2711 (REP). para isto é necessário respeitar as regras de construção dos endereços de rede. Entre os disponíveis para as UCPs Ponto estão o AL-2702 (mestre ALNET I). A principal função deste protocolo é a interligação com o programador permitindo a total configuração e programação da UCP. Protocolos internos são aqueles integrantes da UCP. Nas próximas sessões veremos estes protocolos. 30 .Capítulo 3 Configuração Os protocolos que as UCP PO3045 e PO3145.. É possível que se coloque o CP em rede ALNET I ou mista ALNET I e ALNET II. Os protocolos carregáveis necessitam que o módulo F correspondente seja carregado no CP para que funcione. Estes protocolos são módulos função e poderão ser implementados outros protocolos carregáveis. etc. A configuração dos protocolos carregáveis ocorre na edição das lógicas na instrução CHF. monitoração de operandos. Para maiores detalhe ver o Manual de Utilização e o Manual de Programação do MasterTool.. ATENÇÃO: Para que os protocolos carregáveis funcionem é necessário configurar no programador a porta serial auxiliar o item Protocolo com a opção Configurado no módulo F. para maiores informações consulte o manual do programador e o manual do protocolo. implementam dependente do modelo. Com estas características é possível conectar o CP a IHMs.

na UCP PO3145. Permitindo leitura ou escrita em bits ou palavras (16 bits). Relações Padrão O protocolo MODBUS RTU Escravo. a UCP PO3145 fornece para o usuário duas formas de configurar. Operandos do CP ALTUS %A0000. 31 . Para configurá-las entre em Relações MODBUS. Para o mapeamento das relações entre operandos do CP e MODBUS. possui duas relações padrões.0 a %A0511. Uma é simplesmente utilizar as relações padrões que já estão configuradas e outra o usuário pode fornecer as suas próprias relações. permitindo que dispositivos mestres MODBUS RTU sejam conectados ao CP. que acessam bits (coil ou input) ou palavras de 16 bits (input register ou holding register ).7 %M0000 até %M0999 Coil 1 até 4096 Operandos MODBUS Holding Register 1 até 1000. Input Register e Holding Register. Tabela 3-5 Relações Padrão do Protocolo MODBUS RTU Escravo Relações Definidas pelo Usuário A norma do protocolo MODBUS define 4 áreas de manipulação de dados. permitindo que o mestre MODBUS tenha acesso a todos operandos auxiliares do CP como Coil (%A0000. Dependendo das áreas são permitidos relaciona-los com certos tipos de operandos do CP. Por possuir dois canais auxiliares é possível que a UCP PO3145 conecte-se a duas redes MODBUS diferentes. como demonstra a tabela 3-6. Os operandos MODBUS estão divididos nas áreas de: Input.7 = Coil 1 a 4096) e aos primeiros 1000 operandos memória como Holding Register (%M0000 a %M0999 = Holding Register 1 a 1000).0 até %A0511. Coil.Capítulo 3 Configuração MODBUS RTU Escravo Este protocolo está implementado somente na UCP PO3145. um em cada canal auxiliar. Configuração do MODBUS RTU Escravo Para configurar este protocolo é necessário executar os seguintes passos: • • • • • • Selecionar o canal auxiliar COM2 ou COM3 com o protocolo MODBUS RTU Escravo Escolher a velocidade de comunicação Escolher o comportamento dos sinais RTS/CTS Setar paridade e Stop Bit do canal Definir o endereço do nó na rede Definir as relações caso seja necessário Relações MODBUS As relações servem como um conversor de operandos do CP para operandos MODBUS permitindo ao usuário identificar e/ou informar quais áreas do CP poderão ser manipuladas via rede MODBUS. nos seus canais auxiliares.

Área MODBUS Coil Input Holding Register Input Register Coil Holding Register Coil Holding Register Limite 2000 2000 125 Broadcast Não Não Não 04 125 Não 05 1 Sim 06 1 Sim 15 1976 Sim 16 123 Sim 32 . a quantidade de operandos da relação e o operando inicial no CP.7 76 %D0000 a %D0037 100 %M0100 a %M0199 254 %TM10 246 %D0038 a %D00160 2000 %M0600 a %M2599 Tabela 3-7 Exemplo de Relações dos Operandos ALTUS e Operandos MODBUS Ao montar as relações deve-se priorizar relações contínuas como no caso de Coil que relaciona os operandos MODBUS de 0001 a 1000 a todos os 512 operandos %A do CP. %M %M.0 a %A0511. Escrita de N pontos definidos nas relações como Coil. %A. %M %E. %S. As funções que o protocolo MODBUS RTU Escravo processa são descritas na tabela 3-8. Com esta abordagem obtém-se uma melhor performance do protocolo MODBUS RTU Escravo. %TD Descrição Bits ou pontos de Saída Configuração Bits ou pontos de Entrada Registradores de Entrada Registradores de Saída Tabela 3-6 Tipos de Operandos Permitidos Para construir uma relação deve ser definida a área de dados a que se refere. %S. o operando MODBUS inicial. Escrita de N operandos definidos nas relações como Holding Register. %D. %A. %TD %M. Na tabela 3-7 tem-se uma visão clara de como os operandos no CP são interpretados e transmitido pela rede MODBUS. Função 01 02 03 Descrição Leitura de Coil Leitura de Input Leitura de Holding Register Leitura de Input Register Escrita de 1 Coil Escrita de 1 Holding Register Escrita de Coil Escrita de Holding Register Descrição Leitura de N pontos definidos nas relações como Coil. Escrita de 1 operandos definido nas relações como Holding Register.F 4096 %A0000. %TM. Leitura de N operandos definidos nas relações como Input Register Escrita de 1 ponto definido nas relações como Coil.0 a %E0013. Leitura de N pontos definidos nas relações como Input. %D. %TM. disponibilizado assim todos estes operandos via rede MODBUS. Leitura de N operandos definidos nas relações como Holding Register. Área de Dados Input Input Coil Input Register Input Register Holding Register Holding Register Holding Register Operandos MODBUS 0001 a 0032 0033 a 0672 0001 a 4096 0001 a 0076 1001 a 1100 4097 a 4350 0255 a 0500 0501 a 2500 Qtde Operandos ALTUS 32 %E0010.7 640 %M0500.0 a %M0539.Capítulo 3 Área MODBUS Coil Input Input Register Holding Register Operandos do CP ALTUS Permitidos %E.

Holding Register Configuração 22 1 Não 23 Holding Register 121 (escrita) 125 (leitura) Não Tabela 3-8 Funções Suportadas pelo Protocolo MODBUS RTU Escravo A última coluna da tabela 3-8. com título Broadcast. caso receba um comando com endereço 0 (zero) o CP executa o comando mas não responde ao mestre. Na configuração das relações é necessário configurar os seguintes parâmetros gerais: • • • • • • • • • • • • • Timeout Escravo Número de Retentativas Número de Relações Operandos de Diagnóstico do Protocolo Mestre MODBUS Operandos de Controle das Relações do Protocolo Mestre MODBUS Habilitação de Relação Prioritária Nó do escravo Função MODBUS Operando MODBUS Quantidade de operandos a comunicar Operando de Origem (Leitura) Operando de Destino (Escrita) Operando de Status 33 Uma relação do MODBUS Mestre é composta pelos seguintes campos: . O conceito de relação. Ou seja. informa se a função do protocolo suporta endereçamento em Broadcast (00 no caso MODBUS). permitindo a manipulação de parte do Holding Register permanecendo o resto inalterado. no Protocolo MODBUS Mestre. assim o campo Endereço na configuração do canal auxiliar não tem aplicação. nas funções assinaladas com a opção “Sim”. esta função pode ser usada para otimizar a leituras e escritas cíclicas. MODBUS RTU Mestre Ao selecionar esta opção o CP passa ser mestre da comunicação MODBUS. possibilitando acesso a outros dispositivos com o protocolo MODBUS (somente em Modo Execução). Configuração do MODBUS RTU Mestre Para configurar este protocolo é necessário executar os seguintes passos: • • • • • Selecionar o canal auxiliar COM2 ou COM3 com o protocolo MODBUS RTU Mestre Escolher a velocidade de comunicação Escolher o comportamento dos sinais RTS/CTS Setar paridade e Stop Bit do canal Definir as relações entre operandos ALTUS e operandos MODBUS Um mestre MODBUS não possui endereço. O mestre envia ao escravo N Holding Register para escrita e recebe como resposta outros Holding Register. não está associado a uma área de dados mas sim ao nó escravo e a uma função.Capítulo 3 Aplicação de máscara em 1 Holding Register Leitura e escrita combinada em Holding Register Aplicação de máscaras em 1 Holding Register.

O Timeout de Comunicação deve conter o maior tempo que um escravo pode levar para responder. resultando em tempos de 100ms até 10 segundos. Caso decorra este tempo o mestre incrementa o número de retentativas e retransmite a pergunta e assim sucessivamente até que as retentativas se esgotem.caso ligado. deve ser computado também o tempo de ciclo máximo. Número de Retentativas Informa ao mestre o número de vezes que deve ser repetida a transmissão após um dos seguintes problemas de comunicação ocorrerem: • • • • • Timeout (tempo máximo esperado) Endereço da resposta errado Função da resposta errada Erro de CRC na resposta Número de bytes da resposta maior que 255 O número de retentativas pode variar entre 0 e 20.Capítulo 3 • Poolling da Relação Configuração Parâmetros Gerais do MODBUS RTU Mestre Timeout de Comunicação Define o tempo (em unidades de 100 milisegundos) que o mestre irá esperar pela resposta do escravo. considerando o tempo de processamento do comando (pelo escravo) e atrasos inseridos pelo meio físico. Operandos de Diagnóstico do Protocolo MODBUS Mestre Estes dois operandos demonstram o estado geral do canal com Protocolo MODBUS RTU Mestre. estando limitado a 63 relações para cada canal auxiliar de comunicação. passando para a próxima relação. Este parâmetro pode variar entre 1 e 100. ATENÇÃO: No caso do PO3145 configurado como escravo. Operando %Mxxxx %Mxxxx + 1 Descrição Bit 15: Este bit . Este tempo de espera é medido entre o final da requisição do mestre e o início da resposta do escravo. No caso de zero (0) o mestre não irá retransmitir a pergunta. este operando é incrementado cada vez que uma relação é disparada Tabela 3-9 Operandos de Diagnóstico 34 . indica que o protocolo não foi configurado corretamente Contador de relações executadas. Número de Relações Permite ao usuário definir o número de relações que ele irá utilizar. após isto ele passa para a próxima relação.

2 %A500.2 %A501. Habilitação de Relação Prioritária Relação prioritária é aquela que é colocada na frente das outras na fila de relações prontas para execução.1 %A500.3 %A500.0 %A500.6 %A500.Capítulo 3 Configuração Operandos de Controle das Relações do Protocolo Mestre MODBUS Estes operandos são do tipo %A e cada bit representa uma relação. Somente o nó com este endereço responde a esta pergunta. mas nenhum irá responder. por exemplo. todos os escravos irão receber e processar esta pergunta. Caso contrario a relação será executada normalmente.5 %A500. Este endereço é utilizado pelo mestre e pelos escravos para identificar a quem pertence a pergunta do mestre. Caso o endereço seja 0 (zero).4 %A500. São permitidas várias relações para um mesmo escravo.7 %A501. A escolha da função depende de qual operação o mestre deve executar no escravo e quais o escravo suporta. permitindo assim que o usuário ou a aplicação habilite ou desabilite uma relação. Para isto habilitar a opção Relação 1 Prioritária. ATENÇÃO: Não é possível que dois escravos diferentes possuam o mesmo endereço do nó. 12 relações e o operando %A0500 como operando de controle. Caso sejam configuradas.1 %A501. ou seja. As funções que o protocolo MODBUS RTU Mestre envia aos escravos são descritas a seguir: 35 .0 %A501. o mapa das relações ficaria assim: Bit de Operando %A500.3 Controle da 1ª relação Controle da 2ª relação Controle da 3ª relação Controle da 4ª relação Controle da 5ª relação Controle da 6ª relação Controle da 7ª relação Controle da 8ª relação Controle da 9ª relação Controle da 10ª relação Controle da 11ª relação Controle da 12ª relação Relação associada Tabela 3-10 Exemplo de Operandos de Controle de Relações Para desabilitar uma relação colocar o bit do operando %A correspondente em um (1). permitindo que uma comunicação seja transmitida o mais rápido possível. É opcional definir a primeira relação como prioritária. Construção de Relações Endereço do Nó Escravo Para cada relação é necessário informar o endereço do nó escravo. Função MODBUS Nesta coluna deve ser informado qual função será executada por esta relação. esta é considerada uma comunicação em “Broadcast”.

na sua última linha. 03.Input 5 01253 . por exemplo o Coil 15 é diferente do Input 15. que é diferente do Holding Register 15. Esta é uma opção para implementar comandos em que o escravo necessite alguma função diferente das geradas pelo mestre (01.Input Register 10050 00001 . a relação genérica. Operando MODBUS Um operando MODBUS é o endereço de uma informação dentro do escravo MODBUS. Exemplos de endereçamentos nas áreas MODBUS: • • • • • • • • 00001 . É utilizado para referenciar dados que se desejam ler (funções 01. 15 e 16). Escrita de 1 ponto definido no escravo como Coil. Escrita de N pontos definidos no escravo como Coil. Os valores permitidos para representar estes operandos está na faixa compreendida entre 1 e 65536. 06.Coil 1 35000 . Leitura de N pontos definidos no escravo como Input Leitura de N operandos definidos no escravo como Holding Register. 05.Coil 35000 00100 .Input Register 1253 10050 . 02. Escrita de N operandos definidos no escravo como Holding Register.Holding Register 100 Os operando MODBUS são independentes entre si em função da área. Permite que o usuário monte funções que não estão implementadas. 02. 36 . Leitura de N operandos definidos no escravo como Input Register. 06.Holding Register 1 00100 . Área MODBUS Coil Input Holding Register Input Register Coil Holding Register Coil Holding Register -- Limite 2000 2000 125 Broadcast Não Não Não 04 125 Não 05 1 Sim 06 1 Sim 15 1976 Sim 16 123 Sim XX -- Sim Tabela 3-11 Funções Suportadas pelo Protocolo MODBUS RTU Mestre A tabela 3-11 apresenta. Cada escravo possui o seu mapa de operandos. Escrita de 1 operando definido no escravo como Holding Register.Input 100 00005 . O item Configuração das Relações Genéricas esclarece como utilizar este recurso. que é diferente do Input Register 15. 04. portanto é necessário ler o manual do escravo para identificar os operandos pertinentes aos dados fornecidos pelo escravo.Capítulo 3 Configuração Função 01 02 03 Descrição Leitura de Coil Leitura de Input Leitura de Holding Register Leitura de Input Register Escrita de 1 Coil Escrita de 1 Holding Register Escrita de Coil Escrita de Holding Register Relação Genérica Descrição Leitura de N pontos definidos no escravo como Coil. 15 ou 16). 03 ou 04) ou escrever (funções 05.

%A0199. %D0007. no caso das funções 06 ou 16. %M1000. este campo informa a quantidade de bytes que serão enviados para o escravo.4. Quantidade de Operandos Comunicados Este parâmetro configura a quantidade de operandos MODBUS que serão lidos do dispositivo escravo. %M. Caso a função seja de leitura este campo não é utilizado. %A0991. 37 . %M. %D. Utiliza um operando do tipo: %E. por exemplo: %A0045. Operando de Destino Este operando é o destino dos dados recebidos do escravo.3. O operando de origem deve ser representado por subdivisão em bits. TM015. %M0025. %TM.6. %E0010. Operando de Status da Relação Este é um operando memória (%M). Para as relações genéricas o operando do CP de origem deve ser representado exclusivamente por tabelas do tipo %TM por exemplo: %TM0035. %TD. no caso das funções 05 ou 15. TD023. por exemplo: %M0100.2.4. sem considerar os bytes de endereço. no caso de configurar uma função de escrita ou uma relação genérica. O operando de origem deve ser representado sem subdivisão. que fornece informação sobre o estado da relação. Também fornece o número de operandos MODBUS que serão enviados ao escravo.0. Para as relações genéricas o operando destino deve ser representado exclusivamente por tabelas do tipo %TM por exemplo: TM0035. %S. %D0077.4. número da função e CRC (para maiores informações sobre a relação genérica ver o item Configuração das Relações Genéricas) Operando de Origem Este operando é a origem dos dados a serem enviados ao escravo. podendo tomar ações em caso de erro. %D. %TM. O operando de destino deve ser representado por subdivisão em bits para as funções 01 ou 02. em uma função de escrita. %S. No caso de uma função de escrita este campo não é utilizado. %M2500.A. %TD000. É necessariamente um destes: %E.A. No caso de uma relação genérica.6.0. quando for configurado uma função de leitura ou uma relação genérica.Capítulo 3 Configuração ATENÇÃO: Para a relação genérica este campo não é utilizado. %S0023. por exemplo: %M0700. permitindo que o usuário e/ou a aplicação recebe os estados da relação. O operando de destino deve ser representado sem subdivisão para as funções 03 ou 04. %TM003. %A. por exemplo: %A0054. %M0100. %A. %TD. A tabela 3-12 demonstra os bits deste operando. %E0000.5. %S0032.

05.%MXXXX + 1 15 14 13 12 11 10 1 1 1 x x x x x x x x x x x x 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 Ocorreu erro de CRC na resposta. Este tempo é descrido em unidades de 100 milisegundos e pode variar entre 0 e 200.Capítulo 3 Configuração Primeiro Operando de Status da Relação . Configuração das Relações Genéricas Esta opção deve ser utilizada caso o escravo necessite uma função que não está implementada no Protocolo MODBUS RTU Mestre da UCP PO3145 (01. Os campos de uma Relação Genérica são os seguintes: • • • • • • • • • Nó do escravo Função MODBUS (no caso Relação Genérica) Número da função (preenchido pelo usuário) Operando MODBUS Quantidade de Operandos Operando de Origem Operando de Destino Operando de Status Polling da Relação Observar que o campo Operando MODBUS não é utilizado neste caso. possuem as mesmas caraterísticas de uma relação normal. O usuário deve construir a pergunta e tratar a resposta no programa aplicativo. Operando de Status e Polling da Relação. etc) x Código do erro MODBUS Não utilizados Tabela 3-12 Operandos de Status da Relação Polling da Relação Com este parâmetro é informado ao Protocolo MODBUS Mestre o período de tempo mínimo entre duas execuções de uma relação. erro de paridade. erro de caracter. Os campos Nó do Escravo. 02. Caso seja configurado valores entre 1 e 200.%MXXXX 15 14 13 12 11 10 1 1 1 1 1 x x x x x x x x x x 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 Descrição Relação inválida Relação desabilitada pelo usuário Relação disparada Relação executada com sucesso na última varredura Ocorreu erro na recepção da resposta na última varredura x Não utilizados Descrição Ocorreu erro de Timeout. 15 e 16). 06. a relação só entrará na fila de prontos para comunicar após tenha decorrido o tempo programado neste campo. Caso seja programado o valor 0 (zero) a relação será sempre inserida na lista de prontas para comunicação após sua execução. 03. Ocorreu um erro no frame da resposta (total de bytes excede 255. 04. Segundo Operando de Status da Relação . 38 .

pode ser utilizada uma relação genérica para implementá-la. comando e CRC – 4 bytes) Operando de Origem: %TM0010 Operando de Destino: %TM0011 Operando de Status: %M0015 Polling da Relação: 10 (x 100ms = 1 segundo) O Protocolo MODBUS Mestre irá enviar os bytes da tabela %TM0010. Apesar desta função não estar implementada no Protocolo MODBUS Mestre. da função e do CRC. Isto deve ser feito com as instruções disponíveis para manipular operandos do CP. o seu formato está descrito na tabela 3-13. O campo Quantidade de Operandos informa quantos bytes serão inseridos na pergunta a ser enviada ao escravo. exceto os campos de endereço do nó. para isto é necessário preencher a tabela/operando de origem (%TM0010) no programa aplicativo. A função 23 permite a leitura e escrita combinada de Holding Register no escravo. Formato da Pergunta Endereço do nó escravo Função MODBUS Holding Register inicial de Leitura (2 bytes) Quantidade de operandos de leitura (2 bytes) Holding Register inicial de Escrita (2 bytes) Quantidade de operandos de escrita (2 bytes) Número de bytes ocupados pelos operandos de escrita (1 byte) Operando 4-0500 (2 bytes) Operando 4-0501 (2 bytes) Operando 4-0502 (2 bytes) CRC (2 bytes) Valores do Exemplo 15 23 1256 (04E8h) 1 0500 (01F4h) 3 6 125 40 05 Calculado pelo Protocolo Tabela 3-13 Formato da Função 23 e Exemplo de Pergunta A declaração da relação genérica de exemplo: • • • • • • • Endereço do nó: escravo 15 Função MODBUS: 23 (leitura e escrita combinada) Quantidade de Operandos: 15 bytes (não considera endereço. que consiste o endereço e a função. também pode ser utilizado comandos via 39 . que deve ser igual à pergunta e verifica o CRC. o número de bytes a serem inseridos na pergunta está descrito no campo quantidade (informada pelo usuário no programador) CRC (calculado pelo Protocolo MODBUS Mestre) • A resposta desta pergunta é recebida pelo Protocolo MODBUS Mestre. O Operando de Origem. Operando de Destino deve ser preenchido somente com um operando do tipo %TM com no mínimo 130 posições. A relação genérica monta uma pergunta com o seguinte formato: • • • Endereço do nó escravo (informado pelo usuário no programador) Número da função (informado pelo usuário no programador) Operando de origem (informado pelo usuário no programador).Capítulo 3 Configuração A Função MODBUS deve ser escolhida como Genérica e após informado o número desta função. caso esteja correto. Exemplo de Relação Genérica Para exemplificar uma relação genérica o exemplo usa como base a função 23 da norma MODBUS. coloca os bytes da resposta no operando de destino. juntamente com os valores usados no exemplo.

O endereço 500 referencia o Holding Register 501. Número de operandos de leitura Endereço do primeiro operando de escrita. por exemplo um supervisório poderia por outro canal serial. Número de operandos de escrita Número de bytes ocupados pelos operandos Valor do Holding Register 501 High Valor do Holding Register 501 Low Valor do Holding Register 502 High Valor do Holding Register 502 Low Valor do Holding Register 503 High Valor do Holding Register 503 Low Não utilizado neste comando Tabela 3-14 Tabela de Origem para Relação Genérica de Exemplo A seguir como fica a pergunta para o escravo. A tabela 3-14 mostra como deve ser preenchida a tabela %TM0010 para o exemplo. Número de operandos de leitura Endereço do primeiro operando de escrita. manipular os operandos de origem da relação genérica. O endereço 1256 referencia o Holding Register 1257. Número de operandos de escrita Valor do Holding Register 501 Valor do Holding Register 502 Valor do Holding Register 503 Observação Calculado pelo Protocolo CRC byte High Calculado pelo Protocolo CRC byte Low Tabela 3-15 Pergunta da Relação Genérica Exemplo 40 . Em cada posição da tabela o primeiro e segundo bytes são respectivamente as partes High e Low. Pergunta de Exemplo 15 23 04h E8h 00 01 01h F4h 00 03 00 125 00 40 00 05 Endereço do Nó Função MODBUS 23 Endereço do primeiro operando de leitura. O endereço 1256 referencia o Holding Register 1257. O endereço 500 referencia o Holding Register 501.Capítulo 3 Configuração rede para modificar o conteúdo da tabela/operando de origem (%TM0010). Posição da Tabela Origem 00 01 02 03 04 05 06 07 Valor 04h E8h 00 01 01h F4h 00 03 06 00 125 00 40 00 05 Observação Endereço do primeiro operando de leitura.

Posição da Tabela Destino 00 01 02 03 04 Valor XX 00 02 00 56 Código ACK ok Número de bytes do bloco de dados Valor do Holding Register 1257 Observação Tabela 3-17 Resposta da Relação Genérica Exemplo Após isto liga o bit que indica “Relação executada com sucesso na última varredura” do operando de status da relação. então repassa os bytes para a tabela (operando) de destino. não é possível a carga de um programa aplicativo elaborado para uma UCP PO3045 em uma UCP AL-2002 e vice-versa.Capítulo 3 Configuração Após o envio da pergunta o escravo irá processar e enviar a resposta: Pergunta de Exemplo 15 23 XX 00 02 00 56 Endereço do Nó Função MODBUS 23 Código ACK ok Número de bytes do bloco de dados Valor do Holding Register 1257 Observação Calculado pelo Protocolo CRC byte High Calculado pelo Protocolo CRC byte Low Tabela 3-16 Resposta do Escravo para a Pergunta da Relação Genérica Exemplo Após receber a resposta e verificar o endereço do nó. retirando os campos já verificados. Para isto. Para maiores detalhes. 41 . os módulos que compõem o programa aplicativo (C000. Contudo. a função e o CRC. Conversão de Código AL-2002 . ao trocar o modelo de UCP de AL-2002 para PO3045. Conversão de Código AL-2003 . Na janela de definição do módulo C no programador.PO3045/3145 Embora utilizem o mesmo conjunto de instruções. etc) não são compatíveis entre a UCP AL-2002 e PO3045. basta o programa ser carregado e com a posterior declaração da UCP PO3045 ou PO3145. é possível a conversão de um programa aplicativo da UCP AL-2002 para ser utilizado na UCP PO3045 com o programador MasterTool. como mostra a tabela 3-17. operação que é executada em poucos minutos.PO3045/3145 A conversão de um programa aplicativo desenvolvido para a UCP AL-2003 para as UCPs PO3045 ou PO3145 é feita diretamente pela ferramenta de programação MasterTool. Portanto. devendo ser substituídos pelos equivalentes que acompanham o disquete do programador programados para o PO3045. estes não são convertidos. E001. Caso o programa utilize módulos F programados em linguagem assembly. consultar o MasterTool Programming – Manual de Utilização do MasterTool. os módulos componentes do projeto programados em linguagem de diagrama de relés são convertidos para o formato de código da UCP PO3045.

é recomendável fazer uma inspeção visual cuidadosa dos equipamentos. caso existentes.Capítulo 4 Instalação Instalação Este capítulo apresenta os procedimentos para a instalação física das UCPs PO3045 e PO3145. CUIDADO: Antes de retirar os módulos da embalagem. É importante registrar o número de série de cada equipamento recebido. deslizar a base em direção ao trilho. Instalação Mecânica Montagem dos Trilhos Os trilhos devem ser condutivos (metálicos) e resistentes a corrosão. Montagem das Bases A partir do trilho devidamente instalado. 5. Para isso deve-se tocar (com as mãos nuas) em uma superfície metálica aterrada qualquer. ao final. rotacionar a base em direção ao trilho até ocorrer o encaixe da trava deslizante (ver figura 4-1). 4. certificar-se que o gancho. a partir da segunda base. principalmente no que se refere dimensões. ver figura 4-1. deve-se recolher o conector deslizante (figura 4-2). são relacionados cuidados com as outras instalações existentes no armário elétrico ocupado pelo CP. Inspeção Visual Antes de proceder a instalação. 2. esteja engatado na base à esquerda (ver figura 4-2). até atingir o mesmo. existente no lado esquerdo das bases. Adicionalmente. A adequada fixação através de parafusos é necessária para resistir a vibrações mecânicas. é importante a descarga de eventuais potenciais estáticos acumulados no corpo. Tal procedimento garante que os níveis de eletricidade estática suportados pelo módulo não serão ultrapassados. Os trilhos devem ser aterrados para a proteção contra EMI. e serem de boa qualidade. 2 e 3. bem como as revisões de software. Recomendamos o emprego dos trilhos QK1500. Essas informações serão necessárias caso necessite contatar o Suporte da Altus. deslocando o conector deslizante totalmente para a esquerda. encostar a base na superfície do painel de montagem. respeitando-se a ordem definida no projeto: 1. antes de manipular os módulos. verificando se não há danos causados pelo transporte nos mesmos. e executar os passos 1. 42 . em direção a base vizinha. conecte o barramento. conforme figura 4-1. Verifique se todos os componentes de seu pedido estão em perfeito estado e qualquer problema detectado deve ser informado à companhia transportadora e ao representante ou distribuidor ALTUS mais próximo. Eles devem estar de acordo com a norma DIN EN 50032. 6. procede-se a instalação das bases conforme os passos a seguir. 3. até que a base esteja firmemente encaixada no trilho.

Capítulo 4 Instalação Figura 4-1 Instalação da Base Figura 4-2 Instalação da Base .Gancho 43 .

Para sua montagem. A capacidade de máxima de corrente deste borne é de 12 Ampéres por ponto. deve ser utilizada a chave PO8523 (ver figura 4-3). aconselha-se o uso de fios com acabamento estanhado. O adequado contato elétrico é garantido diretamente com o fio decapado. A vantagem de seu emprego é a facilidade e rapidez de montagem dos cabos elétricos . de elevada confiabilidade. mesmo em ambientes sujeitos a vibração (ver figura 4-3). Bornes com Mola Este tipo de borne possui um sistema de fixação baseado em uma mola.Capítulo 4 Instalação Instalação Elétrica PERIGO: Ao realizar qualquer instalação em um painel elétrico. esta capacidade é limitada conforme a corrente máxima especificada pelo módulo empregado. ATENÇÃO: Desaconselha-se usar terminais nos fios. no entanto. Figura 4-3 Borne Mola 44 . certifique-se de que a alimentação geral do armário esteja DESLIGADA.

certificando-se que os mesmos estejam em bom estado e com valor e tipo correto. sob pena de causar sérios danos ao equipamento. antes de energizar o sistema. retirar a chave para fechar o borne Conexões A correta fixação dos cabos das UCPs e dos módulos do sistema garantem a segurança do equipamento e seu correto funcionamento. colocar etiqueta de aviso e proteções que não permitam o fácil acesso. 45 . assegurando boa passagem de corrente a conexão do terra dos equipamentos ao terra do painel de montagem deve estar firme e com a bitola de cabo correta. Para isso. 2. para garantir bom aterramento e imunidade à ruído Alimentações Conferir se as tensões das alimentações estão dentro dos valores especificados nas características técnicas. Inserir o fio decapado no borne. devem ser verificados os seguintes pontos: • • • os cabos junto aos bornes de ligação do painel de montagem devem estar com conexão segura e firme os bornes de alimentação e aterramento das partes do sistema devem estar firmes e bem conectados. Fusíveis Recomenda-se verificar os fusíveis do sistema. 3.Capítulo 4 Instalação Figura 4-4 Borne Mola Para montar o fio no borne: 1. ATENÇÃO: Nunca se deve substituir um fusível por outro de maior valor de corrente. ATENÇÃO: Onde houver alta tensão. Inserir a chave PO8523 no orifício logo acima do borne para abrir a mola do borne.

ER e WD das UCPs. Diagnósticos via Operandos – Monitoração de operandos de diagnósticos do CP. que estão disponíveis em operandos.Capítulo 5 Manutenção Manutenção Este capítulo trata da manutenção do sistema. o LED DG será visto na tabela 5-2.Visual: observar os LEDs de indicação de estado. atividade da comunicação serial e carga da bateria. PG. Diagnósticos Existem três formar de identificar situações de diagnóstico. Diagnósticos do Painel As UCPs PO3045 e PO3145 possuem LEDs no seu painel frontal para indicar diferentes modos de operação. estas maneiras são as seguintes: • • • Diagnósticos do Painel . Figura 5-1 LEDs de Indicação de Estado do CP As tabelas a seguir que informam estados de LEDs seguem a seguinte representação: Estado Ligado Piscando Intermitente Piscando 1 vez Piscando 2 vezes Piscando 3 vezes Piscando 4 vezes Desligado Qualquer Estado Representação X 1X 2X 3X 4X - A tabela 5-1 apresenta os estados possíveis de serem visualizados nos LEDs EX. Diagnósticos via Operandos no Ladder – o usuário pode programar via Ladder o tratamento de diagnósticos gerados pelo CP. Estes LEDs são mostrados na figura 5-1. 46 . Nele estão contidas informações sobre os problemas mais comuns encontrados pelo usuário e procedimentos a serem tomados em caso de erros. auxiliando também no diagnóstico de possíveis erros.

Módulo sem parâmetros ou módulo exige parâmetros . a tabela 5-2 demonstra todas a possibilidades deste LED: EX PG DG ER Estado Causa X 1X 2X 3X 4X X 1X 4X X 1X 2X 3X 4X 1X 1X 1X 2X 3X 4X Execução Carregando módulo via serial Transferência de módulos entre RAM / Flash Compactando RAM Erro de declaração de módulos no barramento ou erro de parâmetros Saídas desabilitadas Ponto forçado Módulo com diagnóstico Programação Carregando módulo / transferência Erro de declaração de módulos no barramento ou erro de parâmetros Módulo com diagnóstico Ciclado Carregando módulo / transferência Erro de declaração de módulos no barramento ou erro de parâmetros Saídas desabilitadas Ponto forçado Módulo com diagnóstico Erro Erro sem módulo C000 e/ou E001 Tempo de ciclo excedido Terminação ausente Erro de configuração .Capítulo 5 Manutenção Modo de Operação Execução Programação Ciclado Erro Erro de cão-de-guarda EX - Estado dos LEDs PG DG ER - WD Tabela 5-1 LEDs de Identificação do Estado de Operação do CP O LED DG tem a função de informar visualmente diagnósticos que estejam ocorrendo no momento.Erro de consistência no módulo C001 Módulo diferente do declarado na partida com consistência ou com a troca a quente desabilitada Módulo ausente ou excedente na partida com consistência ou com troca a quente desabilitada Tabela 5-2 Diagnósticos do LED DG 47 .

A figura 5-2 mostra a posição destes LEDs no painel frontal. Figura 5-3 LED de Carga da Bateria Diagnósticos via Operandos Esta é uma característica que permite que o usuário tenha em operandos diagnósticos importantes do sistema e dos módulos.Capítulo 5 Manutenção A tabela 5-3 apresenta os estados possíveis de serem visualizados nos LEDs que indicam a atividade dos canais seriais. ver MasterTool Programming Manual de Utilização (MU299025). O diagnóstico do sistema informa status e erros gerais. O diagnóstico de módulos informa os status dos módulos individualmente. 48 . Atividade dos Canais Seriais COM1 / COM2 / COM3 Sem atividade no canal CP transmitindo mensagem CP recebendo mensagem CP transmitindo e recebendo mensagem continuamente Estado dos LEDs TX RX X X X X Tabela 5-3 LEDs de Transmissão e Recepção dos Canais Seriais Figura 5-2 LEDs de Atividade da Comunicação Serial O LED BT ao ligar indica a bateria está sem carga . IHM ou mesmo dentro do programa aplicativo. O diagnóstico em operandos permite ao usuário obter informações sobre o sistema ou sobre os módulos. Diagnósticos do Sistema Entende-se como diagnóstico do sistema todo a informação geral de status e erros do sistema. através de um supervisório. Para maiores detalhes da configuração dos operandos de diagnósticos.

Para identificar parâmetros errados é necessário analisar os diagnósticos individuais de cada módulo.Capítulo 5 Os diagnósticos fornecidos pelo sistema estão apresentados a seguir. 37 do diagnóstico para identificar qual módulo gerou esta ocorrência). • • • • • • • Diagnósticos de Hardware Geral • Perda de horário no relógio de tempo real: o relógio de tempo real do CP perdeu o horário. Para identificar qual módulo está gerando esta ocorrência é necessário analisar os diagnósticos individuais de cada módulo. • Bateria descarregada / sem bateria: a bateria não possui mais carga para manter a retentividade e o relógio de tempo real do CP ou não está colocada na base.Modos de Operação da UCP). Barramento com módulo em diagnóstico: existe um ou mais módulos que estão sinalizando diagnóstico. Isto ocorre caso o módulo tenha sido retirado em uma operação de troca a quente. Versão Executivo Informa a versão do software executivo. leitura de programa. Saídas desabilitadas: todos os pontos de saídas estão desligados. Diagnósticos Gerais Permite identificar a ocorrência de situações diversas: • Barramento com módulo não declarado: existe um ou mais módulos presentes no barramento que não foram declarados na configuração (verificar os bytes 18 . Barramento com módulo ausente: existe um ou mais módulos declarados na configuração que não estão sendo acessados. ou não receberam parâmetros e os exigem (verificar os bytes 18 . não está alimentado ou está com defeito (verificar os bytes 18 . Barramento com módulo trocado: existe um ou mais módulos que estão diferentes da declaração (verificar os bytes 18 .. 37 do diagnóstico para identificar qual módulo gerou esta ocorrência). 37 do diagnóstico para identificar qual módulo gerou esta ocorrência).. isto ocorre quando a UCP recebe um comando de forçamento ver o MasterTool Programming Manual de Utilização (MU299025). transferência de programa entra a RAM/Flash.. compactando RAM ver o MasterTool Programming Manual de Utilização (MU299025). possivelmente a bateria está descarrega ou não está colocada na base.. Manutenção Configuração de troca a quente Apresenta qual configuração de troca a quente foi definida (ver Configuração – Troca a Quente). Movimentação de programa aplicativo: existe uma das seguintes operações ocorrendo: carga de programa. (ver Características de Operação . isto ocorre quando a UCP recebe um comando de desabilitação das saídas ver o MasterTool Programming Manual de Utilização (MU299025). Estado de operação Informa o estado em que a UCP se encontra. 37 do diagnóstico para identificar qual módulo gerou esta ocorrência). Barramento com módulo em erro de parâmetros: existe um ou mais módulos que receberam parâmetros e não os utilizam. Pontos de E/S forçados: existe pontos de E/S forçados na UCP. apagando Flash. 49 . Modelo da UCP Com este diagnóstico é possível identificar qual modelo da UCP.

Os tipos de erros computados neste contador são: overrun. paridade. demonstrados na tabela 5-4 Estados dos módulos 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 0 1 0 1 0 1 0 Descrição Módulo na posição XX OK ou Posição vazia Módulo na posição XX foi encontrado no barramento e não está declarado Módulo na posição XX não responde ou está ausente Identificação do módulo na posição XX é diferente do programado Módulo na posição XX está trancado Erro de envio de parâmetros para módulo não parametrizável. Este são erros específicos de comunicação. caso este contador esteja sendo incrementado muitas vezes por ciclo pode indicar problemas de qualidade na linha de comunicação na serial COM2. O módulo na posição XX estava inativo na verificação anterior Tabela 5-4 Estados de Módulos Byte 0 – Modelo da UCP 7 1 1 1 1 x x x 6 1 1 1 1 x x x 5 0 0 0 0 x x x 4 0 0 0 0 x x x 3 0 0 1 1 x x x 2 1 1 0 0 x x x 1 1 1 0 0 x x x 0 0 0 0 1 0 1 x x x 0 1 Descrição PO3045 PO3145 PO3245 PO3345 Descrição Reservado Descrição Byte alto da versão do executivo Descrição Byte baixo da versão do executivo Descrição Troca a quente desabilitada Habilita troca a quente sem consistência na partida Byte 1 – Reservado Byte 2 – Versão do Executivo H Byte 3 – Versão do Executivo L Byte 4 – Configuração de Troca a Quente 50 . • Erros da serial COM3: a cada erro ocorrido na comunicação serial este contador é incrementado. Os tipos de erros computados neste contador são: overrun. erro de não envio de parâmetros para módulo parametrizável. caso este contador esteja sendo incrementado muitas vezes por ciclo pode indicar problemas de qualidade na linha de comunicação na serial COM3. ou. que representam status dos módulos.Capítulo 5 Manutenção Contadores de erro do canal serial COM2 e COM3 • Erros da serial COM2: a cada erro ocorrido na comunicação serial este contador é incrementado. framming. paridade. Este são erros específicos de comunicação. Tempo Ciclo do CP Informa os tempos de ciclo do CP (tempo do programa aplicativo). podem assumir os valores individuais por módulo. framming. Os tempo informados são os seguintes: • • • • Tempo de execução médio Tempo de execução máximo Tempo de execução mínimo Tempo de execução instantâneo Estado dos Módulos Os bytes de diagnósticos 18 – 37.

Capítulo 5 1 1 X 0 0 0 1 x 0 0 1 0 x 0 1 0 0 x 1 0 0 0 x Byte 6 – Diagnósticos Gerais 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 Byte 7 – Diagnóstico Hardware Geral 1 0 1 0 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Byte 8 – Contador de erros COM2 Byte 9 – Contador de erros COM3 x x x x x Byte 5 – Estado de Operação 0 1 Valor inválido Habilita troca a quente com consistência na partida Reservado Descrição Modo TESTE Modo CICLADO Modo PROGRAMAÇÂO Modo EXECUÇÂO Reservado Descrição Não há módulos não declarados no barramento Barramento com módulo não declarado Não há módulos ausentes no barramento Barramento com módulo ausente Não há módulos trocados no barramento Barramento com módulo trocado Manutenção Não há módulos com erro nos parâmetros no barramento Barramento com módulo em erro de parâmetros Não há módulo em diagnóstico no barramento Barramento com módulo em diagnóstico Saídas estão habilitadas Saídas estão desabilitadas Não há pontos de E/S forçados Pontos de E/S forçados Não há movimentação de programa aplicativo Movimentação de programa aplicativo Descrição Perda de horário no relógio de tempo real Dados no relógio não foram perdidos Bateria descarregada / sem bateria Bateria OK Reservado Descrição Erros da serial COM2 Descrição Erros da serial COM3 Byte 10 – Tempo de execução médio H x x x x x x x x Descrição Tempo de execução médio H Descrição x Tempo de execução médio L Descrição x Tempo de execução máximo H Descrição x Tempo de execução máximo L Descrição x Tempo de execução mínimo H Descrição x Tempo de execução mínimo L Descrição Byte 11 – Tempo de execução médio L x x x x x x x Byte 12 – Tempo de execução máximo H x x x x x x x Byte 13 – Tempo de execução máximo L x x x x x x x Byte 14 – Tempo de execução mínimo H x x x x x x x Byte 15 – Tempo de execução mínimo L x x x x x x x Byte 16 – Tempo de execução instantâneo H 51 .

Capítulo 5 x x x x x x x x Tempo de execução instantâneo H Descrição Tempo de execução instantâneo L Descrição Estado do módulo na posição 00 x x x x Estado do módulo na posição 01 Descrição Estado do módulo na posição 02 x x x x Estado do módulo na posição 03 Descrição Estado do módulo na posição 04 x x x x Estado do módulo na posição 05 Descrição Estado do módulo na posição 06 x x x x Estado do módulo na posição 07 Descrição Estado do módulo na posição 08 x x x x Estado do módulo na posição 09 Descrição Estado do módulo na posição 10 x x x x Estado do módulo na posição 11 Descrição Estado do módulo na posição 12 x x x x Estado do módulo na posição 13 Descrição Estado do módulo na posição 14 x x x x Estado do módulo na posição 15 Descrição Estado do módulo na posição 16 x x x x Estado do módulo na posição 17 Descrição Estado do módulo na posição 18 x x x x Estado do módulo na posição 19 Manutenção Byte 17 – Tempo de execução instantâneo L x x x x x x x x Byte 18 – Estado dos módulos 0-1 x x x x Byte 19 – Estado dos módulos 2-3 x x x x Byte 20 – Estado dos módulos 4-5 x x x x Byte 21 – Estado dos módulos 6-7 x x x x Byte 22 – Estado dos módulos 8-9 x x x x Byte 23 – Estado dos módulos 10-11 x x x x Byte 24 – Estado dos módulos 12-13 x x x x Byte 25 – Estado dos módulos 14-15 x x x x Byte 26 – Estado dos módulos 16-17 x x x x Byte 27 – Estado dos módulos 18-19 x x x x Byte 28 – Estado dos módulos 10-11 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Descrição Estado do módulo na posição 20 Estado do módulo na posição 21 Descrição Estado do módulo na posição 22 Estado do módulo na posição 23 Descrição Estado do módulo na posição 24 Estado do módulo na posição 25 Descrição Estado do módulo na posição 26 Estado do módulo na posição 27 Descrição Estado do módulo na posição 28 Byte 29 – Estado dos módulos 12-13 Byte 30 – Estado dos módulos 14-15 Byte 31 – Estado dos módulos 16-17 Byte 32 – Estado dos módulos 18-19 52 .

Palavras de Diagnóstico O estado de funcionamento dos módulos também pode ser obtida com a leitura do diagnóstico (palavras de diagnóstico) através de ferramentas como o MasterTool e supervisórios. através de um código intermitente (pisca). com grande facilidade. e classificadas por prioridade: caso exista mais de uma indicação para fazer.Capítulo 5 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Estado do módulo na posição 29 Descrição Estado do módulo na posição 30 Estado do módulo na posição 31 Descrição Estado do módulo na posição 32 Estado do módulo na posição 33 Descrição Estado do módulo na posição 34 Estado do módulo na posição 35 Descrição Estado do módulo na posição 36 Estado do módulo na posição 37 Descrição Estado do módulo na posição 38 Estado do módulo na posição 39 Manutenção Byte 33 – Estado dos módulos 10-11 Byte 34 – Estado dos módulos 12-13 Byte 35 – Estado dos módulos 14-15 Byte 36 – Estado dos módulos 16-17 Byte 37 – Estado dos módulos 18-19 Tabela 5-5 Diagnósticos em Operandos Diagnósticos do Módulo Uma das características da Série Ponto é a geração de diagnósticos de anormalidades. A permanência do LED DG aceso indica a ausência de diagnóstico e que o módulo está sendo regularmente acessado. presente em todos os módulos da Série Ponto. o estado de funcionamento dos mesmos. 53 . possibilitando ao usuário identificar e solucionar problemas. sem o uso de ferramentas. Led de Diagnóstico Todos os módulos da Série Ponto possuem LEDs de diagnóstico para informar visualmente e de forma rápida. que indica qualquer anormalidade ou funcionamento excepcional que esteja ocorrendo. que venham a ocorrer com o sistema. pois esta última permite somente quatro tipos de indicações (de uma até quatro piscadas). erros ou modos de operação. sejam elas falhas. a indicação de mais baixa prioridade só será visualizada quando a causa da indicação de prioridade superior for resolvida. ATENÇÃO: Consultar a Característica Técnica (CT) ou o Manual de Utilização (MU) do módulo. somente o de mais alta prioridade (quatro piscadas) será visualizado no LED. de uma até quatro. que ao declarar no barramento o usuário informa quais operandos armazenam as respectivas palavras de diagnósticos. identificado por DG. Os diagnósticos dos módulos são referente ao módulo. Em alguns casos a indicação de diagnóstico através de palavras pode ser mais específica que através dos LEDs. Existe um LED em especial. enquanto que através de palavras pode ser listada uma grande quantidade de informação. utilizando-se o canal serial do módulo. Os sintomas são identificados através de seqüências de piscadas rápidas. ou IHMs como a Série FOTON. intercaladas por intervalos maiores (LED apagado). para identificar a causa e a solução do diagnóstico indicado pelos LEDs do painel.

ou durante a partida com consistência Módulo ausente ou excedente caso a troca a quente esteja desabilitada. A terminação não está presente na última base do barramento Terminação está invertida Barramento com defeito Um módulo exigia parâmetros e não recebeu ou recebeu parâmetros e não exigia. Erros na Operação Esta seção lista anormalidades mais comuns encontradas na operação dos CPs PO3045 e PO3145.000 e/ou E-. Durante a execução do programa aplicativo o tempo de ciclo foi excedido. bem como a causa e a solução dos diagnósticos indicados pelas palavras. ou durante a partida com consistência. EX PG DG ER WD Estado Watchdog Significado Circuito de cão-de-guarda da UCP ativo Causa Erro no programa aplicativo UCP está com defeito Não existe os módulos de programa indispensáveis (C-. Nela estão incluídas explicações sobre a identificação de cada tipo de erro e procedimentos a serem executados a fim de corrigi-lo. A chave CH2 está ma posição errada O software executivo não esta presente na Flash 1X Erro Erro de programa na UCP 1X Erro Erro de execução do programa ou de E/S 1X Erro Terminação ausente 2X Erro Erro de configuração 3X Erro Declaração errada 4X Erro Barramento com erro 1X 1X 1X Carga Teste UCP em modo de carga UCP em modo de teste Tabela 5-6 Situações de Erros da UCP 54 .Capítulo 5 Manutenção Consultar a Característica Técnica (CT) ou o Manual de Utilização (MU) do módulo para identificar os endereços de leitura das palavras de diagnóstico. Houve um erro de consistência no módulo C001.001) O programa aplicativo está com erro ou o "Checksum" de algum módulo de programa está incorreto. Módulo diferente do configurado caso a troca a quente esteja desabilitada.

passar para modo programação. Caso todos os módulos estejam no barramento e mesmo assim o CP está entrando em erro. existe algum erro no programa aplicativo. Caso se tenha módulos de expansão PO7078 verificar se os cabos PO8500 e PO8501 estão conectados as expansões. um módulo de configuração com informações inválidas. Para retirar a UCP deste modo a chave CH2 deve estar na posição 3. Caso esteja. verifique se as bases estão corretamente conectadas entre si.Capítulo 5 Manutenção Significado Ação Desligar e religar a alimentação AC do sistema. Para solucionar retirar todos os módulos do barramento e inseri-los um a um. Se o erro persistir. Consultar a causa do erro com o programador na janela de informações de estado do CP. Houve um erro de consistência no módulo C001. Verifique a configuração no programador. Consultar a causa do erro com o programador na janela de informações de estado do CP. Não é possível retirar a UCP deste modo contate o suporte e encaminhe o módulo para manutenção. Para maiores informações. conectar o programador e passar o CP para modo programação. Se o erro for de tempo de ciclo. A UCP recebeu uma configuração inválida de parâmetros para módulos. disparando o comando nos três segundos iniciais após a energização. consultar o manual de utilização do software programador utilizado. a cada módulo colocado inserir na configuração também. A UCP detectou um módulo diferente do configurado caso a troca a quente esteja desabilitada. Se o programa aplicativo está correto ou a causa do erro foi "Checksum" incorreto. devendo o mesmo ser analisado. Neste modo a UCP não tem as funcionalidades de CP. pode haver algum módulo ou base com defeito. remover todos os módulos de programa e carregar novamente todo o programa aplicativo. Isto pode ocorrer caso o módulo C001 tenha sido modificado por alguma aplicação diferente do programador ou por um programador com uma versão muito antiga. substituir um a um os módulos de E/S e finalmente a UCP. a UCP está com defeito. onde um módulo que não possuía parâmetros recebeu. não havendo solução do problema. testar o funcionamento do CP até voltar a configuração completa. ou um módulo que exigia não os recebeu. A chave CH2 está na parte inferior do módulo UCP PO3045 ou PO3145. No caso de identificar um módulo com problema substituir este módulo. Neste modo a UCP não tem as funcionalidades de CP. Caso não seja possível entrara em programação. ou ainda ocorrer o mesmo erro de detecção durante a sua partida com consistência. Se a UCP passar para modo programação. Caso persista o erro. a UCP está com defeito. deve-se reduzir o programa até atingir o tempo de ciclo desejado ou aumentar o tempo máximo de ciclo no programador. Observar o LED de diagnóstico ou monitorar os operandos de diagnóstico do sistema. Circuito de cão-de-guarda da UCP ativo Erro de programa na UCP Erro de execução do programa ou de E/S Terminação ausente Erro de configuração Declaração errada Barramento com erro UCP em modo de carga UCP em modo de teste 55 . caso não solucione substituir a base. Verifique se a terminação está presente e colocada na posição correta (com a etiqueta visível e na última base do barramento).

A troca deve ser efetuada. na seção correspondente ao modelo de fonte utilizado Os módulos podem piscar o LED DG em freqüências diferentes para indicar algum diagnóstico. Antes de manusear a UCP para efetuar a troca da bateria. provavelmente a porta serial do microcomputador ou do CP estão danificadas. Persistindo o erro. Conferir se o canal de comunicação utilizado no microcomputador é o selecionado pelo programador. visto que o sistema é sensível a cargas eletrostáticas. habilitação dos sinais de modem. recomenda-se tocar em algum objeto metálico aterrado antes da troca da bateria. 56 . Substituir a UCP e utilizar outro microcomputador ou outra porta serial com o software programador Verificar as condições do cabo de interligação do microcomputador e a UCP. medidas preventivas devem ser tomadas. recomenda-se anotar os procedimentos executados. no caso da PO3145 verificar se o canal esta configurado como ALNET I. Para protocolos diferente do ALNET I.Capítulo 5 Manutenção Outras Situações de Erro Situação Ação Verificar o modelo e as condições do cabo de interligação do microcomputador e a UCP. ATENÇÃO: Se após a execução destes procedimentos o problema não for resolvido. substituir a UCP Substituir a bateria da fonte pelo modelo especificado na CT do módulo. Para solucionar deve-se ler a CT do módulo para identificar o motivo do diagnóstico e soluciona-lo. conforme descrito nas etapas abaixo. 1. Troca da Bateria A bateria tem uma vida útil estimada em um ano. Caso persista o erro. LED RX ALNET I não pisca quando se buscam informações do CP com o programador através de canal serial LED RX pisca e LED TX não pisca quando se buscam informações do CP com o software programador através deste canal serial LED BATT LOW ligado: A bateria da fonte de alimentação está descarregada ou não está instalada LED DG em algum módulo de E/S está ligado LED DG em algum módulo de E/S não acende Pontos de entrada ou saída analógica com leituras erradas Tabela 5-7 Outras Situações de Erros da UCP ATENÇÃO: Nunca se deve substituir um fusível por outro de maior valor de corrente. Verificar na CT as conexões de alimentação Verificar se os cabos e as instalações respeitam as especificações descritas na CT do módulo. sob pena de causar sérios danos ao equipamento. Desta forma. ou mais em função da temperatura ambiente. Verificar o aterramento entre os equipamentos. A necessidade da troca da mesma é indicada pelo LED BT de diagnóstico no painel ativado ou via operandos conforme tabela 5. Verificar a velocidade de comunicação. substituir os equipamentos avariados e entrar em contato com o Departamento de Suporte da ALTUS para manutenção do sistema. verificar as configurações.5.

como indicado em (1) na figura 5.4. a mesma se deslizará para baixo. Verifique se o LED de indicação da bateria desliga após a instalação da bateria nova. PERIGO: A instalação da bateria com a polaridade invertida poderá causar a explosão da mesma e danos ao produto. Isto indicará que a bateria possui a tensão adequada para funcionamento. sem depósitos de poeira. etc. se os cabos de interligação estão com as conexões firmes. comprimindo com a ponta do dedo. retirando-se resíduos. a tampa deve ser deslocada em direção indicada pela seta Open. A UCP poderá estar energizada e em modo de execução. A bateria será retirada. 4. 57 . Manutenção Preventiva • • Deve-se verificar. A mesma deve ser colocada. a parte superior. Para isto. conforme indicado em (2) na figura 5. A tampa do compartimento da bateria. 5. 1 2 Figura 5-4 Troca da Bateria Para troca da bateria. a cada ano. situada na base do módulo PO6500.4. deslizando-a de baixo para cima. 3. principalmente os dispositivos de proteção Em ambientes sujeitos a extrema contaminação. deve ser aberta. A nova bateria deve ser posicionada com a polaridade positiva (+) voltada para o lado externo da base. durante a troca da bateria. deve ser efetuada limpeza periódica e preventiva no equipamento.Capítulo 5 Manutenção 2. poeira. recomendamos o emprego da peça de reposição referenciada como PO8530.

Para isso deve-se tocar (com as mãos nuas) em uma superfície metálica aterrada qualquer. Retirar o módulo puxando-o firmemente. 58 . caso necessário. Certificar-se que a trava que prende o módulo na base está totalmente conectada no módulo. Isto pode ser feito pelo desligamento da fonte de campo ou pelo forçamento dos pontos via ferramentas de software.Capítulo 6 Troca a Quente Troca a Quente A troca à quente de módulos de E/S é uma característica necessária nos sistemas de controle para diversos tipos de processos. empurrando-o perpendicularmente em direção a base. 3. empurre-a em direção ao módulo. é importante a descarga de eventuais potenciais estáticos acumulados no corpo. O comportamento do sistema durante uma troca a quente pode ser configurado através de um parâmetro. Este procedimento tem o fim de reduzir a geração de arcos no conector do módulo. O procedimento para troca a quente de módulos é descrito a seguir: 1. para que a UCP atualize o estados dos módulos. Colocar o novo módulo. 4. Tal procedimento garante que os níveis de eletricidade estática suportados pelo módulo não serão ultrapassados. O sistema pode dois tipos de comportamento ao ser removido um módulo: • • o sistema gera um diagnóstico de módulo ausente e os outros módulos continuam funcionando normalmente o sistema gera um diagnóstico de módulo ausente e os outros módulos são desligados Detalhes sobre esta parametrização são encontrados nos item CUIDADO: Antes de qualquer manutenção. através de um movimento único. presentes nos controladores programáveis PO3045 e PO3145. Se a carga for pequena não há necessidade de desligar os pontos. 2. antes de manipular os módulos. ATENÇÃO: Proceda sempre a substituição de um módulo por vez. Ela consiste na substituição de módulos de E/S sem interromper a execução do controle do sistema. No caso de módulos de saída é conveniente que os pontos estejam desligados por ocasião da troca. Afastar a trava que prende o módulo a base.

Figura A-2 Rede MODBUS para Troca de Dados entre CPs 59 . A rede MODBUS pode ser utilizada para busca de pontos de entrada e saída (E/S) nos escravos. como mostra a figura A-1. o mestre. sempre estão escutando a rede. exemplo CPs. caso seja recebido uma requisição com seu endereço processa e responde. ou seja. Os dispositivos escravos. que é único. como mostra a figura A-2. Figura A-1 Arquitetura da Rede MODBUS Também se utiliza o protocolo MODBUS para troca de dados entre dispositivos. Caso seja Broadcast só processa e não fornece resposta. que podem ser até 247.Apêndice A Comunicação MODBUS Comunicação MODBUS Redes MODBUS A filosofia de funcionamento de uma rede MODBUS é Mestre-Escravo. toma a iniciativa da comunicação com os escravos.

Sendo válida a função. Caso não receba antes que o timeout espire.Apêndice A Comunicação MODBUS Fluxo de Operação do Mestre . não transmite a resposta. testa o CRC e verifica se é uma das funções suportada por seu interpretador. Quando recebe um frame com endereço. Fluxo de Operação do Escravo . Qualquer relação pode ser habilitada ou desabilitada durante a execução do programa aplicativo. chama o interpretador de relações para processar a resposta e atualiza os operandos de status da relação. envia a pergunta novamente e decrementa o contador de retentativas. alternadamente. pois relações que fiquem prontas antes são executadas primeiro. descarta o mesmo e não transmite nada via rede. então está irá para o final da fila. Caso a opção relação prioritária esteja habilitada. função e CRC corretos. etc) também o frame é retransmitido e o contador de retentativas é decrementado. CRC. Recebendo um frame inválido ou que não seja para seu endereço de nó. Fila de Relações é uma estrutura que contem quais e em qual ordem as relações serão transmitidas. 60 . As relações configuradas como “Broadcast” são executadas somente até a sua transmissão e não esperam resposta nem consideram retentativas. Se for. Caso tenha então executa o interpretador de relações que monta um frame para transmissão e envia via rede. a primeira que foi declarada será executada e a outra irá para a fila de relações prontas sendo atendida somente no próximo ciclo do programa aplicativo. O processo de transmissão inicia verificando se possui alguma relação na fila de relações. Quando ocorrer um erro na comunicação (paridade. Caso durante a execução do programa aplicativo duas ou mais relações estejam prontas.PO3145 Protocolo MODBUS Escravo é executado a cada ciclo do programa aplicativo e procede da seguinte forma: O Protocolo MODBUS Escravo verifica se existe algum frame recebido via serial. Se houver testa se é um frame para o seu endereço de nó. será enviado uma relação da lista de relações e a relação 1 (um) que é a prioritária. Após a transmissão. até que este seja esgotado. e as relações nesta condição na fila de envio de relações.PO3145 O Protocolo MODBUS Mestre processa as requisições da seguinte forma: Para cada relação existe um contador de tempo. esta parte do controle verifica se uma relação já teve o seu tempo de Polling decorrido. inclusive a relação prioritária. Este ciclo é executado a cada varredura do programa aplicativo. Caso uma relação fique pronta e já exista relações na fila. executa o interpretador que processa o frame e monta a resposta. O envio da resposta depende se o frame recebido é um comando Broadcast ou não. espera o frame de resposta. framing.

Cabeça de Rede de Campo: Módulo escravo de uma rede de campo. (medido em Bits/segundo) 61 . É ajustado na base do módulo de cabeça de rede de campo. formado pelas letras PO e seguidos por quatro números. Barramento Local: Conjunto de módulos de E/S interligados a uma UCP. Cabo de Expansão: Cabo que interliga os expansores de barramento. UCP: Unidade Central de Processamento. Cabo da Rede de Campo: Cabo que conecta os nós de uma rede de campo. atuadores e outros dispositivos do processo/máquina nos módulos de E/S da Série Ponto. Backoff: Tempo que um nó de uma rede tipo CSMA/CD aguarda antes de voltar a transmitir dados após a ocorrência de colisão no meio físico. Baud rate: Taxa com que os bits de informação são transmitidos através de uma interface serial ou rede de comunicação. Expansor de Barramento: Módulo que interliga um segmento de barramento em outro Fiação de campo: Cabos que conectam sensores. Segmento de barramento: Parte de um barramento. Barramento Remoto: Conjunto de módulos de E/S interligados a uma cabeça de rede de campo. tal como a Interface de Rede de Campo e as Cabeça de Rede de Campo. programáveis na base com objetivo de impedir a montagem de módulos não compatíveis. Endereço da Cabeça de Rede de Campo: É o endereço de um nó da rede de campo. UCPs. Código Chave Mecânica: Dois dígitos que são definidos por meio de chaves mecânicas. localizado no barramento local destinado a fazer a comunicação com cabeças de rede de campo. fontes e demais módulos da Série Ponto. também chamado de trilho TS35. Interface de Rede de Campo: Módulo mestre de redes de campo. Terminação de Barramento: Componente que deve ser conectado no último módulo de um barramento. Glossário de Redes • • • Acesso ao meio: Método utilizado por todos os nós de uma rede de comunicação para sincronizar as transmissões de dados e resolver possíveis conflitos de transmissões simultâneas. Código Comercial: É o código do produto. Um barramento local ou remoto pode ser dividido em no máximo quatro segmentos de barramento.Glossário Glossário da Série Ponto • • • • • • • • • • • • • • • • • Barramento: Conjunto de módulos de E/S interligados a uma UCP ou Cabeça de Rede de Campo. É responsável pela troca de dados entre seus módulos e com um mestre de rede de campo. responsável pela execução do programa aplicativo. Base : Componente onde são inseridos os módulos de E/S. Trilho: Elemento metálico com perfil normalizado segundo a norma DIN50032.

Broadcast: Disseminação simultânea de informação a todos os nós interligados a uma rede de comunicação. permitem o estabelecimento de uma transmissão de dados e a recuperação de erros entre equipamentos. Escravo: Equipamento ligado a uma rede de comunicação que só transmite dados se for solicitado por outro equipamento denominado mestre. Token: é uma marca que indica quem é o mestre do barramento no momento. que. EIA RS-485: Padrão industrial (nível físico) para comunicação de dados. 62 .• • • • • • • • • • • • • Bridge (ponte) : Equipamento para conexão de duas redes de comunicação dentro de um mesmo protocolo. Peer to peer: é um tipo de comunicação onde dois parceiros trocam dados e/ou avisos sem depender de um mestre. • • • • • • • Glossário Geral • • • • Algoritmo: Seqüência finita de instruções bem definidas objetivando a resolução de problemas. baseada na colisão de dados. Rede de comunicação: Conjunto de equipamentos (nós) interconectados por canais de comunicação. Time-out: Tempo preestabelecido máximo para que uma comunicação seja completada. se for excedido. Protocolo: Regras de procedimentos e formatos convencionais que. podendo estar no estado 0 ou 1. provoca a ocorrência de um erro de comunicação. CSMA/CD. Sub rede: Segmento de uma rede de comunicação que interliga um grupo de equipamentos (nós) com o objetivo de isolar o tráfego local ou utilizar diferentes protocolos ou meio físicos. Disciplina de acesso ao meio físico. Multicast: Disseminação simultânea de informação a um determinado grupo de nós interligados a uma rede de comunicação. Rede de comunicação mestre-escravo: Rede de comunicação onde as transferências de informações são iniciadas somente a partir de um único nó (o mestre da rede) ligado ao barramento de dados. Os demais nós da rede (escravos) apenas respondem quando solicitados. Bit: Unidade básica de informação. Nó ou nodo: Qualquer estação de uma rede com capacidade de comunicação utilizando um protocolo estabelecido. mediante sinais de controle. Rede de comunicação multimestre. Mestre: Equipamento ligado a uma rede de comunicação de onde se originam solicitações de comandos para outros equipamentos da rede. Rede de comunicação determinística: Rede de comunicação onde a transmissão e recepção de informações entre os diversos nós é garantida com um tempo máximo conhecido. Gateway: Equipamento para a conexão de duas redes de comunicação com diferentes protocolos. Barramento: Conjunto de sinais elétricos agrupados logicamente com a função de transferir informação e controle entre diferentes elementos de um subsistema. Arrestor: Dispositivo de proteção contra raios carregado com gás inerte. Frame: Uma unidade de informação transmitida na rede. Rede de comunicação onde as transferências de informações são iniciadas por qualquer nó ligado ao barramento de dados. Canal serial: Interface de um equipamento que transfere dados no modo serial. utilizada pelas redes ETEHRNET.

E/S (entrada/saída): Dispositivos de entrada e/ou saída de dados de um sistema. Controlador Programável: Equipamento que realiza controle sob o comando de um programa aplicativo escrito em linguagem de relés e blocos. Linguagem Assembly: Linguagem de programação do microprocessador. Representa 1024 bytes. Circuito de cão-de-guarda: Circuito eletrônico destinado a verificar a integridade no funcionamento de um equipamento. que pode ser apagada eletricamente.Surge Withstand Capability): norma para proteção contra ruídos tipo onda oscilatória. pó ou outros objetos estranhos ao equipamento. Estação de supervisão: Equipamento ligado a uma rede de CPs ou instrumentação com a finalidade de monitorar ou controlar variáveis de um processo. LED (Light Emitting Diode): Tipo de diodo semicondutor que emite luz quando estimulado por eletricidade.1 (SWC. correspondem tipicamente a módulos digitais ou analógicos de entrada ou saída. Interrupção: Evento com atendimento prioritário que temporariamente suspende a execução de um programa. Download: carga de programa ou configuração nos módulos. Diagnóstico. Procedimento utilizado para detectar e isolar falhas. utilizado em caso de não haver definição. Memória não volátil que pode ser apagada eletricamente. Não perde seu conteúdo quando desenergizada. que serve para a análise e correção de problemas.90. Compõe se de uma UCP. Database: banco de dados. Flash EPROM. 144 (1963): norma para proteção contra acesso incidentais ao equipamento e vedação para água. Hardware: Equipamentos físicos usados em processamento de dados. Endereço de módulo: Endereço pelo qual o CP realiza acessos a um determinado módulo de E/S colocado no barramento. Encoder: transdutor para medidas de posição. EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) : Memória somente de leitura. Interface: Dispositivo que adapta elétrica e/ou logicamente a transferência de sinais entre dois equipamentos. que monitoram ou acionam o dispositivo controlado. Utilizado como indicador luminoso. IEC Pub. Ciclo de varredura: Uma execução completa do programa aplicativo de um controlador programável. 63 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • . Kbytes: Unidade representativa de quantidade de memória. também conhecida como linguagem de máquina.• • • • Byte: Unidade de informação composta por oito bits. IEC-536-1976: Norma para proteção contra choque elétrico IEC-801-4: norma para testes de imunidade a intefer6encias por trem de pulsos IEEE C37. IEC 1131: Norma genérica para operação e utilização de Controladores Programáveis. Default: valor pré-definido para uma variável. No caso de CPs. É também o conjunto de dados usados para tal determinação. onde normalmente são executados programas (software). apagável e programável. E2PROM: Memória não volátil. Hardkey: Conector normalmente ligado à interface paralela do microcomputador com a finalidade de impedir a execução de cópias ilegais de um software. fonte de alimentação e estrutura de entrada/saída.

PC (Programmable Controller): Abreviatura de Controlador Programável em inglês. 64 • • • • • • • • • • • • • • • • • • . O módulo E001 contém o trecho principal do programa que é executado ciclicamente. de convenções e de sintaxe utilizado para a elaboração de um programa. com passagem de parâmetros e retorno de valores. que determina o funcionamento de uma máquina ou processo. a serem selecionadas pelo usuário a fim de ativar ou executar uma determinada tarefa. Módulo procedimento (Módulo P): Módulo de um programa de CP que é chamado a partir do módulo principal (módulo E) ou a partir de outro módulo procedimento ou função. Posta-em-marcha: Procedimento de depuração final do sistema de controle. Podem representar constantes. Operandos: Elementos sobre os quais as instruções atuam. É volátil. Módulo de E/S: Módulo pertencente ao subsistema de Entradas e Saídas. a menos que possua bateria para retenção dos valores. após terem sido desenvolvidos e verificados individualmente. Ponte-de-ajuste: Chave de seleção de endereços ou configuração. RAM (Random Access Memory): Memória onde todos os endereços podem ser acessados diretamente de forma aleatória e a mesma velocidade. Um conjunto de lógicas ordenadas seqüencialmente constitui um módulo de programa. Ripple: Ondulação presente em tensão de alimentação contínua. ou seja. E001 e E018. controla as funções básicas do controlador e a execução de programas aplicativos. Módulo (quando se referir a hardware): Elemento básico de um sistema completo que possui funções bem definidas. Programa executivo: Sistema operacional de um controlador programável.• • • Linguagem de programação: Um conjunto de regras. Menu: Conjunto de opções disponíveis e exibidas no vídeo por um programa. variáveis ou conjunto de variáveis. quando os programas de todas as estações remotas e UCPs são executados em conjunto. Normalmente é ligado ao sistema por conectores podendo ser facilmente substituído. Programa aplicativo: É o programa carregado em um CP. enquanto que o módulo E018 é acionado por interrupção de tempo. Nibble: Unidade de informação composta por quatro bits. composta por pinos presentes na placa do circuito e um pequeno conector removível. sem a passagem de parâmetros. O módulo E000 é executado uma única vez na energização do CP ou na passagem de programação para execução. Módulo função (Módulo F): Módulo de um programa de CP que é chamado a partir do módulo principal (módulo E) ou a partir de outro módulo função ou procedimento. Módulo de configuração (Módulo C) : Módulo único em um programa de CP que contém diversos parâmetros necessários ao funcionamento do controlador. servindo como uma sub-rotina. podendo ser de três tipos: E000. Lógica: Matriz gráfica onde são inseridas as instruções da linguagem de diagrama de relés que compõem um programa aplicativo. Pode ser executado independentemente ou em conjunto com outros módulos trocando informações através da passagem de parâmetros. Módulo (quando se referir a software): Parte de um programa aplicativo capaz de realizar uma função específica. tais como a quantidade de operandos e a disposição dos módulos de E/S no barramento. utilizado para a seleção. seu conteúdo é perdido quando desenergizada. Módulos execução (Módulo E): Módulos que contêm o programa aplicativo. Linguagem de Relés e Blocos ALTUS: Conjunto de instruções e operandos que permitem a edição de um programa aplicativo para ser utilizado em um CP. Octeto: Conjunto de oito bits numerados de 0 a 7.

não podendo assumir o controle do sistema. executando o programa aplicativo e acionando os valores das saídas. UCP: Unidade central de processamento. Normalmente utilizado em trocas de módulos de E/S. Toggle. UCP inoperante: UCP que não está no estado ativo (controlando o sistema) nem no estado reserva (supervisionando a UCP ativa). é a UCP que realiza o controle do sistema. Descarga devida a eletricidade estática.• Sistema redundante: Sistema que contém elementos de reserva ou duplicados para executar determinada tarefa. UCP ativa: Em um sistema redundante. em relação à que o texto do manual está se referindo. lendo os valores dos pontos de entrada. não realizando o controle do sistema. interpreta e executa as instruções do programa e monitora os dispositivos do sistema. procedimentos e regras relacionadas à operação de um sistema de processamento de dados. facilitando a substituição dos mesmos e simplificando a manutenção. Subsistema de E/S: Conjunto de módulos de E/S digitais ou analógicos e interfaces de um Controlador Programável. EX: Execução E2PROM: “Eletric Erasable Programmable Read Only Memory” E/S: Entradas e Saídas 65 . Interferência Eletromagnética EPROM: "Erasable Programmable Read Only Memory" ER: Erro ESD: ElectroStatic Discharge. UCP redundante: Corresponde à outra UCP do sistema. que podem tolerar determinados tipos de falha sem que execução da tarefa seja comprometida. Controla o fluxo de informações. Elemento que possui dois estados estáveis. UCP reserva: Em um sistema redundante. trocados alternadamente a cada ativação. • • • • • • • • • • • • • • Principais Abreviaturas • • • • • • • • • • • • • BAT: Bateria BT: Teste de Bateria. Tag: Nome associado a um operando ou a uma lógica que permite uma identificação resumida de seu conteúdo. Varistor: Dispositivo de proteção contra surto de tensão. é a UCP que supervisiona a UCP ativa. Upload: leitura de programa ou configuração dos módulos. Troca a quente: Procedimento de substituição de módulos de um sistema sem a necessidade de desenergização do mesmo. Por exemplo. a UCP redundante da UCP 2 é a UCP 1 e vice versa. Soquete: Dispositivo no qual se encaixam circuitos integrados ou outros componentes. do inglês "Battery Test" CT: Características Técnicas CP: Controlador Programável DP: Abreviatura para Decentralized Periphery EEPROM: "Eletric Erasable Programmable Read Only Memory" EMI: Electromagnetic Interference. Word: Unidade de informação composta por dezesseis bits. Software: Programas de computador. estando pronta para assumir o controle em caso de falha na UCP ativa.

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • FC: Forçamento Flash EPROM: "Flash Erase Programmable Read Only Memory" FMS: Abreviatura para Fieldbus Message System INTERF.: Utilização WD: cão-de-guarda . 66 .: mínimo ou mínima Obs.: máximo ou máxima Mín.: Isolado(s).: Selecionável TX: Transmissão serial UCP: Unidade Central de Processamento UTIL.: referência RX: Recepção Serial SELEC. Isolamento LED: diodo emissor de luz. do inglês "watchdog". do inglês "Light Emitting Diode" Máx. Integral e Derivativo. RAM: "Random Access Memory" ref.: Interface ISOL.: observação ou observações PAs: Pontes de Ajuste PA: Abreviatura para Process Automation PG: Programação PID: controle Proporcional.

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B 10/2001 Cód.3 altus . Doc: 6299-040.Manual de Utilização MT6000 MasterTool ProPonto Rev.

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erros de programação ou instalação.A. MasterTool e QUARK são marcas registradas da ALTUS Sistemas de Informática S. pelo uso indevido dos mesmos.. etc. A ALTUS garante que seus equipamentos funcionam de acordo com as descrições contidas explicitamente em seus manuais e/ou características técnicas. equipamentos eletrônicos de controle industrial (controladores programáveis. IBM é marca registrada da International Business Machines Corporation. ocorrerá por conta do cliente. Esta garantia é dada em termos de manutenção de fábrica. antes da instalação ou utilização do mesmo. É imprescindível a leitura completa dos manuais e/ou características técnicas do produto. A garantia será automaticamente suspensa caso sejam introduzidas modificações nos equipamentos por pessoal não autorizado pela ALTUS. DIREITOS AUTORAIS Série Ponto. direta ou implícita. No entanto. A ALTUS desconsiderará qualquer outra garantia. ou seja. informamos os seguintes aspectos relacionados com a segurança de pessoas e instalações do cliente: Os equipamentos de automação industrial. podendo inclusive colocar em risco vidas humanas. devem ser feitos por escrito. RS. em Porto Alegre. A ALTUS garante os seus equipamentos contra defeitos reais de fabricação pelo prazo de doze meses a partir da data da emissão da nota fiscal. Brasil. atuem no sentido de preservar a segurança do sistema. i . que reserva-se o direito de efetuar alterações sem prévio comunicado. Pedidos de informações adicionais sobre o fornecimento e/ou características dos equipamentos e serviços ALTUS. em caso de necessidade. principalmente nos casos da instalação inicial e de testes. comandos numéricos.) podem causar danos às máquinas ou processos por eles controlados. A ALTUS não se responsabiliza por informações fornecidas sobre seus equipamentos sem registro formal. bem como resultantes de caso fortuito ou por força maior.A.Condições Gerais de Fornecimento Nenhuma parte deste documento pode ser copiada ou reproduzida de alguma forma sem o consentimento prévio e por escrito da ALTUS Sistemas de Informática S. no caso de defeito em suas partes e peças. Conforme legislação vigente no Brasil. são robustos e confiáveis devido ao rígido controle de qualidade a que são submetidos. fabricados pela ALTUS. A ALTUS exime-se de quaisquer ônus referentes a reparos ou substituições em virtude de falhas provocadas por agentes externos aos equipamentos. o transporte de envio e retorno do equipamento até a fábrica da ALTUS. O usuário deve analisar as possíveis conseqüências destes defeitos e providenciar instalações adicionais externas de segurança que. do Código de Defesa do Consumidor. não garantindo a satisfação de algum tipo particular de aplicação dos equipamentos. principalmente quando se tratar de fornecimento de terceiros.

Sumário Sumário PREFÁCIO DESCRIÇÃO DESTE MANUAL DOCUMENTOS RELACIONADOS TERMINOLOGIA CONVENÇÕES UTILIZADAS SUPORTE TÉCNICO REVISÕES DESTE MANUAL O MASTERTOOL PROPONTO MT6000 1 1 1 2 3 4 5 6 INSTALAÇÃO O CD DE DISTRIBUIÇÃO REQUISITOS DE HARDWARE E SOFTWARE INSTALANDO O PROPONTO INSTALANDO O ACROBAT READER INICIANDO O PROPONTO LICENÇA DE SOFTWARE MODO DEMONSTRAÇÃO DESINSTALAÇÃO FUNÇÕES DO PRODUTO ORGANIZAÇÃO EM PROJETO COMPONENTES DO BARRAMENTO TELA DE DESENHO POR SEGMENTO ÁRVORE DE COMPONENTES VISUALIZAÇÃO DAS CTS E MANUAIS VERIFICAÇÃO DO BARRAMENTO GERAÇÃO DE ETIQUETAS LISTA DE MATERIAL COMANDOS MENU ARQUIVO NOVO BARRAMENTO ABRIR BARRAMENTO SALVAR SALVAR COMO FECHAR INFORMAÇÕES DO PROJETO IMPRIMIR SAIR 7 7 7 8 8 9 9 9 10 11 11 11 11 11 12 12 12 12 13 13 13 13 13 13 13 14 14 15 ii .

Sumário MENU EDITAR RECORTAR COPIAR COLAR MENU DESENHO INSERIR REMOVER MOVER P/ DIREITA MOVER P/ ESQUERDA TELA DE DESENHO TELA DE COMPONENTES TELA DE DOCUMENTAÇÃO TELA DE PARÂMETROS MENU FERRAMENTAS VERIFICAR BARRAMENTO GERAR ETIQUETAS OPÇÕES MENU AJUDA CONTEÚDO E ÍNDICE INFORMAÇÕES DO COMPONENTE CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MANUAL OUTROS MANUAIS BASES COMPATÍVEIS SOBRE O PROPONTO PROCEDIMENTOS PROJETO DE BARRAMENTO DE FORMA GRÁFICA A TELA DE COMPONENTES A TELA DE DESENHO A TELA DE BASES COMPATÍVEIS PARAMETRIZAÇÃO VERIFICAÇÃO DA VALIDADE DA CONFIGURAÇÃO ATRIBUIÇÃO DE TAGS AOS PONTOS DO SISTEMA GERAÇÃO DE ETIQUETAS DE IDENTIFICAÇÃO DOS MÓDULOS FORMATO DAS ETIQUETAS CHAMANDO A PLANILHA DE ETIQUETAS CONFIGURANDO A PLANILHA DE ETIQUETAS CONFIGURANDO A IMPRESSÃO DA PLANILHA DE ETIQUETAS PREENCHENDO A PLANILHA DE ETIQUETAS IMPRIMINDO AS ETIQUETAS RELATÓRIOS RELATÓRIO DE PROJETO LISTA DE MATERIAIS RELATÓRIO DE VERIFICAÇÃO DE BARRAMENTO GLOSSÁRIO GLOSSÁRIO DA SÉRIE PONTO GLOSSÁRIO DE REDES GLOSSÁRIO GERAL 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 17 17 18 18 18 20 23 24 25 28 29 29 31 32 32 33 35 35 36 38 39 40 40 40 41 iii .

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O capítulo 1. Instalação. das convenções adotadas. podem ser consultados outros documentos disponíveis no CD de distribuição deste produto e no site da Altus na Internet. e está dividido em cinco capítulos e um apêndice. O apêndice A. Comandos. é apresentado o conteúdo dos capítulos deste manual. descreve o CD de distribuição e a instalação do ProPonto. bem como uma relação dos manuais de referência relacionados com este software. O capítulo 4. descreve os principais procedimentos efetuados com o ProPonto. www. apresenta. O capítulo 5. Procedimentos. apresenta de maneira seqüencial todos os comandos do menu do ProPonto. O capítulo 3. Glossário. O MasterTool ProPonto MT6000.br Código MU209000 MU299026 CT109000 CT109001 MU209100 MU203028 MU203026 Denominação Manual de Utilização da Série Ponto Manual de Utilização da Rede PROFIBUS Características Gerais da Série Configuração da cabeça PROFIBUS Manual de Utilização PO3045 – UCP Manual de Utilização MasterTool MT4100 Manual de Utilização ProfiTool . Descrição deste Manual Este manual descreve o MasterTool ProPonto MT6000. Documentos Relacionados Para obter informações adicionais sobre o ProPonto e sobre a Série Ponto. Funções do Produto. O capítulo 2.com. a funcionalidade do ProPonto.Prefácio Prefácio A seguir. apresenta uma descrição do ProPonto.altus. usando exemplos. relaciona as expressões e abreviaturas utilizadas neste manual.AL3865 1 . de forma detalhada. suas principais características e funções. às vezes referido apenas como ProPonto.

módulos de entrada e saída e fonte de alimentação UCP: Unidade Central de Processamento.entendido como um equipamento composto por uma UCP. Ao longo do manual. Por este motivo. Glossário.Prefácio Terminologia Neste manual. a necessidade de serem conhecidas para uma melhor compreensão. aparecerão no texto sem aspas. que realiza o processamento dos dados MasterTool: identifica o programa ALTUS para microcomputador padrão IBM-PC® ou compatível. • • • CP: Controlador Programável . as palavras “software” e “hardware” são empregadas livremente. 2 . que permite o desenvolvimento de aplicativos para os CPs das séries Ponto. • Outras expressões podem ser encontradas no apêndice A. é o módulo principal do CP. executável em ambiente WINDOWS®. Por isso. As seguintes expressões são empregadas com freqüência no texto do manual. por sua generalidade e freqüência de uso. PICCOLO. AL-3000 e QUARK. este programa será referido pela própria sigla ou como "programador MasterTool" Browser: Interface de visualização de páginas HTML via protocolo HTTP. apesar de serem vocábulos em inglês. AL-2000.

Por exemplo. se for solicitado a digitar A:MASTERTOOL. TECLA1+TECLA2 é usado para teclas a serem pressionadas simultaneamente. TECLA1. danos pessoais graves ou prejuízos materiais substanciais podem resultar se as precauções necessárias não forem tomadas.Prefácio Convenções Utilizadas Os símbolos utilizados ao longo deste manual possuem os seguintes significados: • Este marcador indica uma lista de itens ou tópicos. ATENÇÃO: O rótulo ATENÇÃO indica que danos pessoais ou prejuízos materiais mínimos podem resultar se as precauções necessárias não forem tomadas. por exemplo ENTER. NEGRITO é usado para nomes de comandos ou opções. a digitação simultânea das teclas CTRL e END é indicada como CTRL+END. Itálico indica palavras e caracteres que são digitados no teclado ou vistos na tela. TECLA2 MAIÚSCULAS GRANDES indicam nomes de arquivos e diretórios. F10” significa que a tecla ALT deve ser pressionada e liberada e então a tecla F10 pressionada e liberada. Por exemplo. maiúsculas PEQUENAS indicam nomes de teclas. 3 . danos pessoais graves ou prejuízos materiais substanciais resultarão se as precauções necessárias não forem tomadas. CUIDADO: O rótulo CUIDADO indica que risco de vida. é usado para teclas a serem pressionadas seqüencialmente. a mensagem “Digite ALT. ou para enfatizar partes importantes do texto. As mensagens de advertência apresentam os seguintes formatos e significados: PERIGO: O rótulo PERIGO indica que risco de vida. Por exemplo. estes caracteres devem ser digitados exatamente como aparecem no manual.

ou para o Suporte Técnico mais próximo conforme a página da Altus na INTERNET: • • www. é aconselhável providenciar as seguintes informações antes de entrar em contato: • • • • • Modelos de equipamentos utilizados e configuração do sistema instalado Número de série da UCP. obtidas através do programador MASTERTOOL Conteúdo do programa aplicativo (módulos).br Caso o equipamento já esteja instalado.altus. RS. obtido através do programador MASTERTOOL Versão do programador utilizado 4 .com. revisão do equipamento e versão do software executivo.com.br E-MAIL: altus@altus.Prefácio Suporte Técnico Para acessar o Suporte Técnico ligue para (51) 3337-3633 em Porto Alegre. constantes na etiqueta fixada na sua lateral Informações do modo de operação da UCP.

O histórico a seguir lista as alterações correspondentes a cada revisão deste manual: Revisão: A Aprovação: Luiz Gerbase Autor: Joaquim Souza Data: 10/2001 Observações: • Versão inicial Revisão: B Aprovação: Luiz Gerbase Autor: Luciano Bueno Data: 10/2001 Observações: • Formatação do manual para o novo modelo. da revisão e a data do presente manual estão indicados na capa. 5 . A mudança da revisão pode significar alterações da especificação funcional ou melhorias no manual.Prefácio Revisões deste Manual O código de referência.

) ele será apresentado em uma tela de mensagens de erros. Configuração a partir de uma lista de módulos e bases disponíveis na "árvore dos componentes". • • • • • • O software é executado nos ambientes WINDOWS 95/98/ME ou WINDOWS NT/2000. falta de terminador etc. Possui as seguintes funções: • Projeto dos barramentos de módulos de maneira gráfica. O software está disponível nas versões português e inglês. utilizando as redes de campo padrão. Esta tela de desenho do barramento é dividida em quatro segmentos. exatamente igual a um barramento físico.Capítulo 1 O MasterTool ProPonto MT6000 O MasterTool ProPonto MT6000 A Série Ponto é um sistema para controladores programáveis. Recomenda-se a leitura da Característica Técnica geral da Série Ponto (CT109000) para mais detalhes. A série possui também UCPs de alta capacidade interligadas diretamente ao módulos de E/S. Desta maneira. Geração de etiquetas para identificação dos módulos. Atribuição de Tags aos pontos do sistema e uso destes tags no MasterTool. tal como o PROFIBUS e DEVICENET. 6 . informando também a posição onde ocorreu o erro para que se possa localizá-lo facilmente e corrigi-lo. garante-se a compatibilidade com qualquer UCP que siga estes padrões. compatibilidade de bases e limites de projeto. Verificação da validade da configuração conferindo itens tais como: consumo de corrente. através de uma tela de desenho na qual se pode inserir e visualizar os módulos e bases da Série Ponto. O software MasterTool ProPonto MT6000 é uma ferramenta de auxílio ao projeto de um barramento da Série Ponto. Geração de lista de materiais. podendo ser operado por mouse e/ou teclado. Consulta a toda documentação técnica dos produtos da Série Ponto de uma maneira rápida e integrada (CTs e manuais). Caso ocorra algum tipo de erro (incompatibilidade entre módulo e base.

TXT : Instalador. O CD de Distribuição O ProPonto é distribuído em um CD contendo os arquivos e diretórios listados a seguir .0 ou superior Netscape 4. deve ser instalado para se visualizar as CTs Word Viewer Power Point Viewer Apresentações de produtos da Série Ponto Arquivos de instalação em português Arquivos de instalação em inglês Requisitos de Hardware e Software Para a instalação e utilização do ProPonto.TXT : CONTRATO. não incluídas no manual do produto Contrato de Licença de Software Altus Versão do arquivo Leiame. Arquivos: • • • • • INSTALL.txt em Inglês Versão do arquivo Contrato. os requisitos de hardware e software necessários a sua execução. o procedimento para a sua instalação em disco rígido e como iniciar sua execução. são necessários os seguintes requisitos mínimos de hardware e software: Plataforma PC com Windows 95/98/ME ou NT/2000 Pentium 100 MHz (mínimo) 50 MB (mínimo) 64 MB (mínimo) Super VGA 800x600 (recomendável) Português e Inglês Internet Explorer 3.EXE : LEIAME.txt em Inglês Diretórios: • • • • • • • • • [GSD] : [PUBLICP] : [PUBLICI] : [ACROB95] : [WORDVIEW] : [PowerPoint] : [Apresentacoes] : [MATR_POR] : [MATR_ING] : Arquivos GSD Manuais e CTs da Série Ponto Manuais e CTs em inglês da Série Ponto Acrobat Reader.6 ou superior Processador Espaço em Disco Memória RAM Vídeo Resolução Idioma Browser compatível 7 . deve ser executado para iniciar a instalação Informações recentes.Capítulo 2 Instalação Instalação Este capítulo descreve como é distribuído o ProPonto.TXT : README.TXT : CONTRACT.

Inicialmente deve-se selecionar o idioma desejado. deve-se selecionar o diretório onde vai ser instalado o ProPonto. Select Program Folder: nesta tela. Readme Information: apresenta o arquivo “Readme. é apresentada uma tela confirmando ou não o sucesso da operação. a instalação continua a partir do respectivo programa instalador. 8 . e necessitam do visualizador “Acrobat Reader” ou compatível para serem visualizados. que apresenta na seqüência as seguintes telas: • • • • • • Welcome: apresenta a janela de boas vindas. Estando de acordo com os termos do contrato. deve-se aceitá-lo para que a instalação prossiga. Ao final da instalação. Software Licence Agreement: apresenta o Contrato de Licença de Software Altus.txt”. deve-se selecionar o nome do “folder” a ser criado no menu “Iniciar”.exe na raiz CDROM. Start Copying Files: a cópia dos arquivos para o disco rígido se inicia a partir desta tela. deve-se executar o programa Install. Instalando o Acrobat Reader Os arquivos de CTs e manuais neste CD encontram-se no formato “pdf” . através da seguinte tela: Figura 2-1 Tela de seleção da linguagem Após o idioma ter sido escolhido. O visualizador “Acrobat Reader” pode ser instalado executando-se o arquivo “Ar32e301. que encontra-se no diretório “[acrob95]” na raiz do CD .Capítulo 2 Instalação Instalando o ProPonto Para instalar o ProPonto.exe” . Choose Destination Location: nesta tela.

9 . e sim a partir do próprio MasterTool. O número de série e a chave de software encontram-se no encarte frontal da caixa do CD. mas a funcionalidade do produto fica reduzida. conforme explicado no Manual de Utilização MasterTool MT4100. não é necessário preencher os dados do contrato de licença de software. pois apenas os três primeiros componentes do segmento zero serão salvos. deve-se pressionar o botão “Sair” na tela de preenchimento de licença de software. pode-se utilizar normalmente o programa. para a configuração de um barramento de uma CPU da Série Ponto. e confirmar a execução neste modo. A figura a seguir mostra a tela de preenchimento da licença de Software: Figura 2-2 Tela de Licença de Software Após o preenchimento correto destas informações. o ProPonto solicita que o usuário preencha os dados do Contrato de Licença de Software: nome da empresa. Modo Demonstração Pode-se executar o ProPonto em modo demonstração. Neste modo de operação.Capítulo 2 Instalação Iniciando o ProPonto Após a instalação. número de série e chave de software. o ProPonto pode ser executado a partir do menu "Iniciar \ Programas \ ProPonto". o ProPonto não deve ser executado a partir do menu Iniciar. Licença de Software Ao ser executado pela primeira vez. Quando utilizado em conjunto com o MasterTool Programming MT4000 ou MT4100. Para se executar o ProPonto em modo demonstração.

Clicar duas vezes no ícone Adicionar/remover programas . Clicar em “MasterTool ProPonto MT6000”na guia Instalar/desinstalar e. em seguida. 10 . clicar em Painel de controle. deve-se seguir os seguintes passos: • • • • • Fechar todos os programas.Capítulo 2 Instalação Desinstalação Para se desinstalar o ProPonto. Clicar no botão Iniciar do Windows. Seguir as instruções na tela. em Adicionar/remover. apontar para Configurações e. em seguida.

para o segmento zero. CPUs.GBL”. Árvore de componentes A área a esquerda da tela mostra uma “árvore de componentes” com pastas que classificam os componentes entre Fontes. módulos de E/S. Um barramento pode se dividir em até 4 segmentos de barramento. Organização em Projeto O ProPonto utiliza o conceito de projeto. Cabos e Terminador. Um único projeto poderá ser aberto por vez. Esta organização facilita o trabalho de inserção dos componentes no barramento. No capítulo Procedimentos é mostrado um exemplo desta tela (figura 5-3). facilitando a inserção de bases. existem 14 áreas reservadas para posições físicas. e suas informações serão salvas em um arquivo com a extensão “. As duas posições finais devem ser utilizadas para expansores de barramento. Expansores. CPUs. O usuário não precisará ficar procurando por uma que seja compatível com o módulo já 11 .Capítulo 3 Funções do Produto Funções do Produto Este capítulo apresenta as funções do produto. Em cada posição física pode se inserir até dois componentes: uma base (área inferior da posição física) e um módulo (área superior da posição física). inserindo-se os componentes (bases e módulos) sobre o barramento. As duas posições iniciais devem ser utilizadas para cabeças remotas. Módulos de E/S. pois permite que eles sejam encontrados mais facilmente. Interfaces de Rede. expansores de barramento. fontes de alimentação Recomenda-se a leitura da Característica Técnica geral da Série Ponto (CT109000) e do Manual de Utilização da Série Ponto (MU209000) para mais detalhes. cabos de expansão de barramento e terminadores. cabos de expansão e terminadores Componentes conectados sobre bases. CPUs e/ou fontes de alimentação. Cabeças Remotas. ou módulos: cabeças remotas. O ProPonto possui uma lista das bases compatíveis com cada módulo. Esta árvore pode ser expandida até o nível de componente (um módulo ou uma base). de maneira gráfica. Tela de Desenho por Segmento A tela de desenho do ProPonto permite criar um barramento. As dez posições centrais devem ser utilizadas apenas para os módulos de E/S e interfaces de rede. É possível selecionar qual dos 4 segmentos (0 a 3) será exibido. que estabelece uma relação entre vários arquivos formando um ambiente de trabalho. Em cada segmento. Componentes do Barramento Um barramento da Série Ponto é composto de um módulo mestre (UCP ou cabeça remota de rede de campo) e diversos módulos escravos (tipicamente módulos de E/S). O ProPonto possui os seguintes componentes de um barramento: • • Componentes que formam o meio físico: bases. O detalhamento da operação é feito nos capítulos “Comandos” e “Procedimentos” . Bases.

Isto facilita a identificação das características do módulo. qual a tensão/corrente de trabalho. fontes. Esta identificação do módulo pode ser utilizada.Capítulo 3 Funções do Produto inserido. código comercial e descrição comercial. nas anilhas da fiação de campo. quantos pontos. A primeira linha de identificação do módulo é composta de 5 dígitos numéricos: três que identificam o painel elétrico no qual o barramento é montado. Geração de Etiquetas O ProPonto permite a criação de etiquetas para identificação do módulo e seus pontos de E/S. cabos. São distribuídas no formato “. Ele poderá simplesmente escolher apenas entre bases que já serão compatíveis com o módulo da mesma posição. o respectivo visualizador (Acrobat Reader. em conjunto com o número do ponto. expansores. Lista de Material O ProPonto possibilita a geração da lista de material. As linhas de identificação dos pontos de E/S na etiqueta correspondem aos tags dos pontos no campo. Cada etiqueta possui de uma a três linhas para identificar o módulo. ATENÇÃO: Maiores detalhes sobre as etiquetas de identificação de módulos podem ser obtidas no capítulo 5. O ProPonto permite também que se apresente informações resumidas sobre estes componentes: código de almoxarifado.pdf” . disponível no CDROM) precisa estar instalado no micro que estiver executando o ProPonto. etc). se é uma entrada ou uma saída. e duas que identificam o módulo de forma única no painel. 12 . Visualização das CTs e Manuais O ProPonto permite a visualização do arquivo de características técnicas (CT) e/ou do manual de qualquer componente de forma bastante simples: basta selecionar o componente e pressionar o botão “CT” ou “MAN”. Os arquivos de CT e os manuais são fornecidos no CDROM ou podem ser obtidos por download na Internet. contendo todos os componentes ALTUS necessários para a construção do barramento (módulos. “Procedimentos” . terminadores. e diversas linhas para identificar os pontos de E/S. e para que possam ser corretamente apresentadas. bases. por exemplo. Verificação do Barramento O ProPonto permite que se verifique a correção do barramento do ponto de vista da topologia e do balanço de energia. etc.

Salvar Salva o arquivo de projeto. se existirem alterações não salvas. 13 . e também para salvá-lo. O caminho poderá ser definido fazendo um "browse" ou digitando-se manualmente.GBL” . Solicita o nome do arquivo. Se houver outro projeto aberto. se existirem alterações não salvas. GBL”. Fechar Fecha o projeto. e permite definir um caminho. e também para salvá-lo. Estão disponíveis os seguintes itens no menu do ProPonto: • • • • • Arquivo Editar: Desenho Ferramentas Ajuda Menu Arquivo Novo Barramento Cria um novo projeto de barramento Ponto. digitando diretamente. ou fazendo um "browse". Se houver outro projeto aberto. Salvar Como Salva o projeto solicitando que o usuário confirme o nome de arquivo ou selecione um novo nome para o arquivo de projeto. O caminho poderá ser definido fazendo um "browse" ou digitando-se manualmente. O novo projeto receberá provisoriamente o nome de “NoName. solicita confirmação para fechar este projeto. Se o nome ou o caminho ainda não estão definidos solicita sua definição. um novo nome deverá ser fornecido. com a extensão “. Quando o projeto for salvo. Abrir Barramento Abre um projeto existente de barramento Ponto.Capítulo 4 Comandos Comandos Nesta seção descreve-se em detalhes todos os comandos de menu disponíveis no ProPonto. solicitando confirmação para salvar projeto. solicitar confirmação para fechar este projeto. se existirem alterações não salvas.

Capítulo 4 Comandos Informações do Projeto Abre uma tela que contêm informações gerais do projeto. Verificação de Barramento : imprime as mensagens de erro e/ou warning do comando “Verificar Barramento”. digitadas pelo usuário. Todas as impressões podem ser realizadas numa impressora local. conforme mostra a seguinte figura: Figura 4-1 Tela Informações do Projeto Os campos desta tela são: • • • • • • • • Título do Projeto: texto com até 64 caracteres Empresa: texto com até 64 caracteres Versão do Projeto: texto com até 8 caracteres Data: data do projeto Técnico: texto com até 32 caracteres Observações: cinco linhas com breve descrição do projeto Prefixo de Etiquetas de Módulos: valor numérico de 3 dígitos. Os relatórios podem ser disponibilizados de três maneiras distintas: 14 . O valor default para projetos novos é de 7 caracteres Imprimir Imprime os relatórios do ProPonto: • • • Projeto: imprime toda a estrutura do projeto projeto. utilizado para limitar o tamanho dos tags na tela de documentação. utilizado para gerar etiquetas para módulos deste barramento Número Máximo de Caracteres do Programador: valor numérico de 2 dígitos. ou numa impressora de rede. Lista Material : imprime todos os componentes ALTUS necessários para construir o barramento.

de uma posição para a esquerda. a partir do componente selecionado. O primeiro módulo ou base. dentro da área reservada para módulos (as 10 posições centrais de cada segmento). dentro da área reservada para módulos (as 10 posições centrais de cada segmento). módulos ou bases. a partir do componente selecionado. módulo ou base. se existirem alterações não salvas. 15 . solicitando confirmação para salvar projeto. módulos ou bases. Mover p/ Esquerda Move todos os componentes. se existir. Remover Remove o componente selecionado.Capítulo 4 • • • na impressora na tela (apenas visualiza. se existir. Tela de Desenho Chama a tela de desenho. O último módulo ou base. é perdido. de uma posição para a direita. módulo ou base. Mover p/ Direita Move todos os componentes. na posição selecionada no desenho do barramento. Menu Editar Recortar Remove o componente selecionado e o coloca na área de transferência Copiar Copia o componente selecionado para a área de transferência Colar Insere o componente da área de transferência na posição selecionada Menu Desenho Inserir Insere um componente. sem imprimir) em arquivo Comandos Sair Encerra o ProPonto. é perdido.

onde se define os diretórios dos ícones e imagens. código de almoxarifado e descrição comercial). O componente pode ser selecionado na árvore de componentes ou no desenho do barramento. Tela de Parâmetros Chama a tela de parâmetros para o módulo selecionado. o diretório dos arquivos de características técnicas dos componentes e o idioma utilizado pelo software. Menu Ferramentas Verificar Barramento Verifica a correção do barramento do ponto de vista da topologia e do balanço de energia (suficiência de corrente fornecida pelas fontes) e mostra a tela com os resultados encontrados. Menu Ajuda Conteúdo e Índice Apresenta um help resumido sobre o uso do ProPonto. Informações do Componente Mostra informações resumidas sobre o componente selecionado (código comercial. O componente pode ser selecionado na árvore de componentes ou no desenho do barramento. 16 . Tela de Documentação Chama a tela de documentação para o módulo selecionado. Manual Invoca o visualizador para exibir o manual do componente selecionado. Gerar Etiquetas Chama a planilha Excel utilizada para se gerar e imprimir as etiquetas dos módulos do barramento. no formato HTML. Características Técnicas Invoca o visualizador para exibir a Característica Técnica do componente selecionado. Opções Chama a tela de configurações do ProPonto. Outros Manuais Invoca o visualizador para exibir outros manuais genéricos da Série Ponto. É necessário um browser tipo Internet Explorer ou Netscape para visualizá-lo.Capítulo 4 Comandos Tela de Componentes Chama a “tree-view” de componentes.

O componente pode ser selecionado na árvore de componentes ou no desenho do barramento Sobre o ProPonto Mostra a tela de identificação e versão do software. caso o componente seja um módulo. 17 .Capítulo 4 Comandos Bases Compatíveis Mostra uma lista de todas as bases compatíveis com o componente.

A Tela de Componentes Esta tela possui uma "árvore de componentes" com todos os componentes que podem ser inseridos em um barramento da Série Ponto. e a Tela de Componentes abrem automaticamente. Para isto. Projeto de Barramento de Forma Gráfica Para se realizar o projeto de um novo barramento. A Tela de Desenho. na qual ele será inserido. conforme mostra a figura abaixo: 18 . Caso o componente não possa ser inserido naquela posição. vazio. primeiramente deve-se entrar no menu arquivo e executar a opção Novo Barramento. Estas restrições são verificadas em dois instantes distintos: na inserção do componente e na verificação de barramento. descrita adiante. Figura 5-1 Novo Barramento Em seguida devem ser escolhidos na árvore de componentes os componentes de barramento que serão inseridos no projeto.Capítulo 5 Procedimentos Procedimentos Este capítulo descreve os procedimentos para a utilização do software ProPonto. uma mensagem de erro correspondente será apresentada. Existem algumas restrições quanto a posição que o componente é inserido no barramento. deve-se selecionar o componente na árvore de componentes e arrastá-lo para posição desejada na tela de desenho. será criado um novo barramento. Dessa forma.

o segundo os componentes. 19 . Existem apenas dois níveis na árvore: o primeiro representa os grupos. “CT” . Os botões desta tela atuam sobre o componente selecionado nesta tela. Botão "Bases": chama a tela contendo as Bases Compatíveis do respectivo módulo selecionado na árvore de componentes. Botão "MAN": apresenta o arquivo contendo o manual do respectivo item selecionado na árvore de componentes. Esta tela possui os seguintes botões na sua parte inferior : • • Botão "Info": chama a tela com as informações do respectivo item selecionado na árvore de componentes. • • Observar que os botões “Info” . Fica desabilitado se o item não for um módulo. “MAN” e “Bases” desta tela possuem botões equivalentes na Tela de Desenho. mas não poderá editá-los ou apagá-los. somente um por vez. Botão "CT": apresenta o arquivo contendo as características técnicas do respectivo item selecionado na árvore de componentes.Capítulo 5 Procedimentos Figura 5-2 A Tela de Componentes O usuário poderá apenas selecionar os componentes. Fica desabilitado se o item selecionado não possuir um arquivo de manual associado. enquanto que os botões da Tela de Desenho atuam sobre o componente lá selecionado. Fica desabilitado se o item selecionado não possuir um arquivo de características técnicas.

As 10 posições centrais de cada segmento são reservadas para serem utilizadas apenas por Módulos de E/S ou Interfaces de Rede. A definição exata de quais componentes podem ser inseridos em quais posições é feita na tabela 5-1. . As posições do segmento zero são definidas como 0A. inserindo-se os componentes (bases e módulos) sobre o barramento. As posições do segmento 1 são 1A. . 00. . mais adiante neste mesmo capítulo 20 . 10.. Cabos e pelo Terminador. CPUs. 01.. . sempre iniciando com 1.. e correspondem ao "Código do Componente". deve-se utilizar os botões tipo “guia” . existem 14 posições reservadas para componentes. 11. na parte superior esquerda da tela. 1B. 0B. Cabeças Remotas e Expansores. será sempre a mesma para cada segmento. 1C e 1D. 0C e 0D. 19.. As duas posições finais de cada segmento poderão ser utilizadas por Expansores. Para selecionar o segmento a ser apresentado. sempre iniciando com 0. conforme a figura a seguir: Selecionar segmento Posições reservadas p/ módulos Posições reservadas p/ bases Figura 5-3 A Tela de Desenho Esta figura representa um dos quatro segmentos do barramento. O barramento é montado de forma gráfica. Em cada segmento. As posições dos segmentos dois e três são definidas desta mesma forma.Capítulo 5 Procedimentos A Tela de Desenho Esta tela representa um barramento da Série Ponto. 09. Em cada posição pode-se inserir um base (área inferior da posição) e um módulo (área superior da posição). As duas posições iniciais de cada segmento poderão ser utilizadas por Fontes. mostrados logo abaixo das bases. A numeração das posições é fixa.

... ele será inserido nesta área .... nem módulo).....2A 2B 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 2C 2D ...... e aguardar confirmação ou cancelamento da ação .. Se o componente for um módulo e se tenta inserir em uma área de base................ o ProPonto emitirá uma mensagem de erro: "Você está tentando inserir um módulo no local de uma base " .... Se o componente for inserido em uma área correta e vazia... Se o componente for inserido em uma área inválida (nem base...... movimentar o mouse (mantendo-se o botão esquerdo pressionado) até a posição desejada e soltar o botão. deve-se pressionar o botão esquerdo do mouse sobre o componente desejado... Para arrastar............ o ProPonto emitirá uma mensagem de erro: "Você está tentando inserir uma base no local de um módulo" ... e faz as seguintes consistências: • • • • Se o componente for uma base e se tenta inserir em uma área de módulo..... .... o ProPonto classifica o componente como base ou como módulo. • A tabela a seguir define quais tipos de módulos e bases podem ser inseridos em quais posições..... Deseja substituir ?".. para cada um dos quatro segmentos : M Ó D .1A 1B 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 1C 1D ..... B A S E Segmento 0: Fonte CPU Cabeça Remota Interface de Rede Módulo Base Expansor Cabo Terminador Segmento 1: Fonte CPU Cabeça Remota Interface de Rede Módulo Base Expansor Cabo Terminador 0A 0B 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 0C 0D .............. nada acontece ... Antes de inserir... deve-se: • • • Procedimentos Selecionar o componente na árvore de componentes (pressionar botão esquerdo do mouse) Selecionar a posição desejada na área de base ou na área de módulo (pressionar botão esquerdo do mouse) Pressionar o botão "Inserir" ou a tecla INS Outra maneira de realizar inserções é arrastar o módulo ou base desejado da árvore de componentes para a posição desejada na Tela de Desenho..... B A S E Segmento 2: M Fonte Ó CPU D .............. Se o componente for inserido em uma área correta mas não vazia....... o ProPonto alertará o usuário: "Esta posição já está ocupada......Capítulo 5 Para inserir um componente (módulo ou base) numa posição..21 M Ó D ......

Fica desabilitado se o item selecionado não possuir um arquivo de características técnicas........ ou das teclas de atalho CTRL-C e CTRL-V.... deve-se selecionar um módulo ou base e clicar em "Remover".. módulos ou bases. a partir do componente selecionado......... de uma posição para a direita..... deve-se clicar no botão de "Bases Compatíveis"..... Fica desabilitado se o componente não for um módulo Botão “Mover Esquerda” : move todos os componentes.Capítulo 5 Cabeça Remota Interface de Rede Módulo B Base A Expansor S Cabo Terminador Segmento 3: Fonte CPU Cabeça Remota Interface de Rede Módulo Base Expansor Cabo Terminador - Procedimentos - - - - - - - - - - - - M Ó D .. se existir. Esta tela possui os seguintes botões na sua parte inferior : • • • • Botão “Inserir” : insere o componente selecionado na árvore de componentes Botão “Remover” : remove o componente selecionado Botão "Bases Compatíveis": chama a tela contendo as Bases Compatíveis do respectivo módulo selecionado na Tela de Desenho. O primeiro módulo ou base. 22 • • • • • • .. deve-se clicar no botão correspondente e o módulo ou base será movida.... B A S E 3A 3B 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 3C 3D ..... módulos ou bases. de uma posição para a esquerda. da forma padronizada no Windows. Para remover um componente.... O último módulo ou base. Todos os módulos (ou bases) subsequentes serão movidos igualmente...- Tabela 5-1 Validação da Inserção de Módulos e Bases Pode-se copiar e colar módulos ou bases já inseridos no barramento.. é perdido Botão "Informações": chama a tela com as informações resumidas do componente Botão "Verificar Barramento": verifica a correção do barramento do ponto de vista da topologia e do balanço de energia (suficiência de corrente fornecida pelas fontes) e mostra a tela com os resultados encontrados Botão "Documentação" : chama a tela de documentação para o módulo selecionado Botão "Parâmetros" : chama a tela de parâmetros para o módulo selecionado Botão "CT": apresenta o arquivo contendo as características técnicas do respectivo item selecionado na árvore de componentes. Para verificar ou inserir as bases compatíveis com determinado módulo.... dentro da área reservada para módulos (as 10 posições centrais de cada segmento). a partir do componente selecionado..... dentro da área reservada para módulos (as 10 posições centrais de cada segmento).. é perdido Botão “Mover Direita” : move todos os componentes.. através dos comandos correspondentes no menu “Edit”... se existir. Para mover um módulo ou base para a direita ou esquerda.

Capítulo 5 • Procedimentos Botão "MAN": apresenta o arquivo contendo o manual do respectivo item selecionado na árvore de componentes. e pressionar o botão “Inserir” . Esta tela mostra todas as bases compatíveis com o módulo selecionado. enquanto que os botões da Tela de Componentes atuam sobre o componente lá selecionado. para que ela seja inserida na posição correspondente. A Tela de Bases Compatíveis A tela de Bases Compatíveis proporciona um método alternativo para selecionar uma base para determinada posição. “MAN” e “Bases Compatíveis” desta tela possuem botões equivalentes na Tela de Componentes. Fica desabilitado se o item selecionado não possuir um arquivo de manual associado. Os botões desta tela atuam sobre o componente selecionado nesta tela. Figura 5-4 A Tela de Bases Compatíveis Recomenda-se que este método alternativo de inserir uma base compatível seja amplamente utilizado. pois o usuário não precisará ficar procurando por bases compatíveis na árvore de componentes. 23 . “CT” . Observar que os botões “Informações” . pressionando-se o botão direito do mouse sobre o componente desejado. Pode-se executar algumas destas funções relacionadas ao componente de uma maneira mais rápida. ao invés de selecioná-la a partir da árvore de componentes e arrastá-la para a posição desejada. além de não correr o risco de escolher uma base incompatível com o módulo da posição. Pode-se selecionar uma das bases apresentadas.

etc. que são atribuídos no momento da inserção. deve-se : • • • • • Chamar a Tela de Parâmetros para o módulo desejado Selecionar o parâmetro desejado na coluna “Parâmetro” Alterar o valor do parâmetro na coluna “Descrição” por faixa: o valor do parâmetro é informado como um campo numérido por lista: o valor do parâmetro é informado a partir de uma lista de valores válidos. Para se alterar o valor de um parâmetro qualquer.Capítulo 5 Procedimentos Parametrização Os módulos da Série Ponto necessitam de parâmetros de configuração que definem o seu modo de funcionamento. A parametrização dos módulos no ProPonto é feita através da Tela de Parâmetros. Por exemplo. A figura a seguir mostra a tela de parâmetros para um módulo PO1112 : Figura 5-5 A Tela de Parâmetros Os módulos possuem parâmetros default. chamada a partir do menu ou a partir da Tela de Desenho. chamados a partir do ícone do campo sendo editado. determinado módulo analógico pode ser configurado como 4-20 mA ou 0-20 mA. A definição e inserção dos parâmetros é chamada de parametrização. Existem duas formas distintas de se informar um novo valor para determinado parâmetro: A figura a seguir mostra a tela de preenchimento do valor de um parâmetro tipo lista : Figura 5-6 Selecionando o Valor de um Parâmetro 24 .

localizada logo abaixo da tela de desenho.Capítulo 5 Procedimentos Verificação da Validade da Configuração Após o projeto do barramento. Falta de módulo em cima da base (tratados como warning. As mensagens de erro/warning relativas a cada um desses itens são descritas na seguinte tabela: 25 . facilitando a sua correção. e não erro. Os erros e warnings encontrados são apresentados na janela de Mensagens de Verificação de Barramento. deve-se pressionar o botão "Verificar Barramento" localizado na Tela de Desenho. pois podem existir bases vazias p/ expansão). A figura a seguir mostra esta janela: Figura 5-7 Verificação da Validade da Configuração A verificação de barramento é um tipo de validação do barramento projetado. Capacidade de dados. É indicado também a posição em que ocorreu o erro. deve-se verificar a sua validade. Falta de elementos. Consumos e Número máximo de módulos no barramento. e analisa os seguintes itens: • • • • • Elemento no lugar errado. Para isto.

quando NÃO existir o atributo segmento X "Fonte" nos módulos inseridos nas suas duas posições iniciais. quando NÃO existir o “Terminador" em nenhum dos segmentos do barramento Módulo sem base na quando existir um módulo na posição posição XX XX mas NÃO existir nenhuma base nesta mesma posição Barramento quando NÃO existir uma base na interrompido por posição XX e existir outra(s) base(s) falta de base na após esta neste mesmo segmento posição XX Cabeça Remota ou quando NÃO existir um módulo CPU não encontrada "cabeça remota" ou "CPU" inserido na posição 41 do barramento (segunda posição do segmento zero). e este segmento NÃO estiver vazio Fonte não quando este segmento X NÃO estiver encontrada no vazio.Capítulo 5 Tipo da mensagem Mensagem Incompatibilidade entre módulo e base na posição XX Encontrados elementos após Terminador Terminador não encontrado Procedimentos Causas quando a base da posição XX NÃO é compatível com o módulo inserido nesta mesma posição. ou vice-versa quando existir algum elemento após um "Terminador". pois nenhum (Warning) módulo é inserido sobre estes) Fonte com excesso Quando o consumo de corrente dos de módulos na módulos for maior que a capacidade de posição XX corrente da fonte Elemento no lugar errado Falta de Elementos Consumos no Barramento e Número de Módulos 26 . e o segmento seguinte (X+1) NÃO estiver do segmento X vazio Expansor não quando NÃO existir um "Expansor" ou encontrado no início "Base de Fonte" nas bases inseridas na do segmento X segunda posição do segmento X (exceto segmento zero). CPU ou cabeça remota nas duas posições iniciais Falta de módulo em quando existir uma base e NÃO existir cima da base na um módulo inserido nesta mesma posição XX posição (exceto para Terminador . e o do segmento X segmento seguinte (X+1) NÃO estiver vazio Expansor não quando NÃO existir um "Expansor" na encontrado no fim penultima posição do segmento X. e quando o segmento anterior (X-1) também NÃO possuir fonte. Cabo não quando NÃO existir um "Cabo" base encontrado no fim inserido no final do segmento X. Cabo ou Expansor. no segmento atual ou no(s) próximo(s).

Capítulo 5 Excedeu limite de XXX módulos no barramento Capacidade de dados de entrada (XXX bytes) excedida Capacidade de dados de saída (XXX bytes) excedida Procedimentos Quando o limite de módulos de todo o barramento for ultrapassado Quando o número de entradas digitais e entradas analógicas ultrapassar o limite da cabeça remota no barramento quando o número de saídas digitais e saídas analógicas ultrapassar o limite da cabeça remota no barramento Capacidade de Dados de Cabeças Remotas Capacidade de Dados de CPUs Capacidade de dados quando o número de entradas e saídas de entradas e saídas digitais ultrapassar o limite da CPU no digitais (XXX bytes) barramento excedida Tabela 5-2 Verificação da Validade da Configuração 27 .

é composto por dois valores. CPUs e cabeças remotas. Cada linha corresponde a um ponto de E/S do módulo.00. através do comando "Ler" dentro da tela de alocação de operandos. O MasterTool importa estes dados diretamente do arquivo de projeto ".GBL" do ProPonto. A posição do módulo. na figura aparece como “GUS” ) posição do módulo (dois caracteres. para que se possa gerar as etiquetas de identificação de módulos no formato correspondente. apresentado na área inferior da tela. normal ou invertida. 28 . Podem ser preenchidos com informações adicionais para a etiqueta destes módulos. limitados em 12 caracteres. Figura 5-8 A Tela de Documentação A área superior desta tela mostra o código e a descrição comercial do módulo selecionado. O tamanho dos campos “Descrição” é limitado em 64 caracteres. a partir da versão 3. definido na tela de informações gerais do projeto. Esse Tags poderão ser usados para a geração de etiquetas de identificação dos módulos de E/S e seus sinais de campo. definido na tela de informações gerais do projeto (três caracteres. e não pode ser editado. não editáveis: • • prefixo de Etiquetas de Módulos. e também pelos seguintes valores: • • 12 caracteres para módulos de até 16 pontos 4 caracteres para módulos de até 32 pontos O “Código do Componente no Painel”. para serem editados pelo usuário. na figura aparece como “00”) Os campos “Etiqueta 1” e “Etiqueta 2” são utilizados em fontes. O tamanho dos campos “Tag” é limitado por “Número Máximo de Caracteres do Programador”. A área central desta tela mostra os tags e descrições do módulo selecionado.Capítulo 5 Procedimentos Atribuição de Tags aos Pontos do Sistema Os tags e descrições dos módulos e de seus pontos de E/S podem ser inseridos na Tela de Documentação. O ProPonto permite que todos os tags e descrições possam ser aproveitados no software programador MasterTool MT4100. pode ser informada na área inferior da tela.

existe a macro “ImportGBL”. Formato das Etiquetas As etiquetas são inseridas no painel frontal dos módulos e servem para identificar o módulo em questão e seus respectivos pontos de E/S. Neste arquivo. existe o arquivo “ETQ. que é uma planilha Excel contendo o layout das etiquetas no formato do papel a ser impresso. pode-se imprimi-las. que permite ao usuário selecionar quais módulos devem ter suas etiquetas preenchidas. As seções a seguir descrevem estas operações em detalhes. As margens podem variar de impressora para impressora. com as informações preenchidas na tela de documentação do ProPonto. e devem ser ajustadas antes da impressão. e preenche automaticamente os dados da etiqueta do módulo nas células apropriadas no Excel. fornecido junto com o ProPonto. Após o preenchimento das etiquetas.Capítulo 5 Procedimentos Geração de Etiquetas de Identificação dos Módulos Os módulo de E/S possuem etiquetas onde o usuário pode identificar os tags dos sinais de campo. As etiquetas são editadas e impressas no Microsoft Excel. no próprio Excel. Estas etiquetas estão ilustradas na seguinte figura: Figura 5-9 Etiquetas 29 .XLS”. Existem dois tipos de etiquetas para os diversos módulos da Série Ponto: • • etiquetas de 32 tags etiquetas de 16 tags. As etiquetas são fornecidas em uma folha microserrilhada própria para impressão em impressoras jato de tinta. O ProPonto permite a criação de etiquetas para os módulos da Série Ponto. Para isto.

“Tags dos Pontos de E/S” e “Tira de Remoção”. As etiquetas possuem três campos distintos. Caso a impressão seja invertido o campo do módulo ficará no topo da etiqueta e a tira de remoção na parte inferior da etiqueta. conforme apresentado na tela de documentação no campo “Código do Componente no Painel”. será preenchida nestes campos os valores de “Etiqueta 1” e “Etiqueta 2” definidos na tela de documentação. Cabeça remota ou Fonte. conforme a figura 5-9: “Tag do Módulo”. A macro se encarrega de preencher invertido ou não conforme a escolha do usuário. Cabeça. os campos “Tags dos Pontos de E/S” são os campos onde é impresso o tag do respectivo ponto de E/S do módulo.Capítulo 5 Procedimentos A etiqueta de 16 tags é utilizada para módulos que possuem até 16 pontos de E/S ou módulos especiais (CPU. conforme preenchido na tela de documentação do respectivo módulo. No caso do módulo ser uma CPU. A figura a seguir mostra três exemplos para a melhor compreensão das formas de preenchimento das etiquetas: Figura 5-10 Preenchimento das etiquetas 30 . a Tira de Remoção não é preenchida com nenhum valor. pois este campo tem a função de auxiliar a remoção da etiqueta do módulo. etc). Normal Invertido • • As etiquetas podem ser impressas de dois modos: • • Isto se deve ao fato de que os módulos da Série Ponto podem ser montados na posição “normal” ou na posição “invertida” (de cabeça para baixo). • o campo “Tag do Módulo” identifica o módulo através de três letras mais o número da posição do módulo no barramento. Fonte de Alimentação. Já a etiqueta de 32 tags é utilizada para módulos de 32 ou mais pontos de E/S.

Capítulo 5 Procedimentos Chamando a Planilha de Etiquetas O arquivo “ETQ. já com este arquivo aberto. é uma planilha Excel contendo o layout das etiquetas no formato do papel a ser impresso. A figura a seguir mostra a planilha de 32 tags : Figura 5-11 Planilha de Etiquetas Ajustar margens conforme impressora Ajustar largura conforme impressora Selecionar planilha de 16 tags Selecionar planilha de 32 tags Chamar macro para preencher etiquetas 31 .XLS”. A partir do menu “Ferramentas \ Gerar Etiquetas” . no ProPonto. fornecido junto com o ProPonto. faz-se a chamada do Excel.

Capítulo 5 Procedimentos O arquivo “ETQ. representando respectivamente a folha na qual as etiquetas serão impressas: Código PO8510 PO8511 Denominação 10 Folhas de 14 etiquetas de 16 tags 10 Folhas de 14 etiquetas de 32 Tags Para selecionar a planilha de 16 ou 32 tags. Configurando a Impressão da Planilha de Etiquetas Antes de ser feita a impressão pela primeira vez na cartela de etiquetas. guia “Geral”. Configurando a Planilha de Etiquetas Antes de se preencher qualquer valor na planilha de impressão das etiquetas. gerando diferentes impressões. Recomenda-se repetir os seguintes passos até que os ajustes estejam satisfatórios: • • Inserir uma folha branca na impressora Ajustar as margens de impressão “Superior” e “Esquerda”. uma de 16 e outra para 32 tags. no menu “Arquivo \ Configurar Página” . o tamanho e tipo de fonte para “Arial 10”. conforme mostrado na figura 5-11. guia “Margens. para ajustar as margens de impressão e largura da coluna de ajuste. pois as impressoras tem uma pequena variação de acordo com modelos e fabricantes. deve-se fazer o seguinte ajuste no Excel: • setar no menu “Opções”. conforme descrito adiante neste capítulo.XLS” possui duas planilhas. A macro “ImportGBL” preenche automaticamente as células da planilha com dos dados dos módulos selecionados pelo usuário. conforme mostra a figura a seguir: Figura 5-12 Configuração das Margens 32 . recomenda-se que sejam feitas algumas impressões em uma folha branca. deve-se utilizar as guias correspondentes no lado inferior esquerdo do Excel.

. conforme descrito na seção seguinte. no menu do Excel. ”. do Excel. Para maiores detalhes de como fazer esta operação. e escolher um diretório e um nome de arquivo quaisquer. o usuário utilizar a macro “ImportGBL” . na planilha de etiquetas. manualmente ou através da macro clicando “ImportGBL” .GBL” deverá ser carregado pela macro para selecionar as etiquetas a serem impressas. Imprimir uma página de teste. e edita livremente as células das etiquetas. A macro é disparada clicando no botão “ImportGBL”. será aberto o diálogo representado pela seguinte figura: 33 . Cabe ao usuário ajustar esta planilha para imprimir corretamente. Primeiramente o usuário deve especificar qual arquivo “. • • A planilha “ETQ. Em seguida. para que todas as configurações ajustadas também sejam salvas. Nenhuma informação é buscada do ProPonto. recomenda-se salva-la com outro nome.Capítulo 5 • • Procedimentos Ajustar a largura da “Coluna de Ajuste”. mostrada na figura 5-11 . Depois de ajustada corretamente a planilha.. Para isto. pois a folha microserrilhada de etiquetas é um pouco mais espessa que as folhas tradicionais.XLS” foi preparada para impressoras a jato de tinta da Cannon BJC4000 mas as impressões podem variar de acordo com fabricante e modelo de impressora. de forma a centralizar os textos das etiquetas mais a direita da folha Ajustar a impressão para modo “Paisagem” e o tipo de papel para “Envelope”. através do comando “Arquivo \ Imprimir” . que busca as informações dos módulos selecionados e os coloca nas células correspondentes de forma automática. deve-se utilizar o comando “Arquivo \ Salvar Como. Preenchendo a Planilha de Etiquetas O usuário pode preencher o conteúdo da planilha de etiquetas de duas diferentes maneiras : • • preencher manualmente preencher automaticamente através da macro “ImportGBL” Para preencher manualmente. Preencher as etiquetas da planilha com quaisquer valores. o usuário utiliza apenas o Excel. favor consultar o manual de sua impressora. no Excel. Para preencher automaticamente.

Ao terminar de selecionar as etiquetas o usuário deve clicar no botão “OK” para efetuar a importação dos dados do ProPonto para a planilha Excel. Para selecionar quais etiquetas devem ser preenchidas. “normal” ou “invertido”. deve-se remover a marca do “check box” correspondente. preenchidos na tela de documentação) serão automaticamente preenchidos na planilha. selecionado no campo “Segmento do Barramento” número de tags. o usuário seleciona quais módulos serão utilizados. Será feito o preenchimento automático de no máximo 7 colunas de etiquetas (duas etiquetas por coluna) por vez ou a quantidade de colunas que o usuário 34 . no segmento selecionado e nos demais segmentos subsequentes Para fazer a exclusão de uma determinada etiqueta. O campo “Módulos do Segmento” mostra um subconjunto dos módulos editados no ProPonto.Capítulo 5 Procedimentos Figura 5-13 Seleção das etiquetas a serem impressas Nesta tela. posição do módulo. etiqueta1 e etiqueta 2. selecionado no campo “Imprimir Módulos”. selecionado no campo “Módulos com” . Pode-se também utilizar seguintes botões de auxílio de seleção: • • • “Marcar Segmento” : marca o “check box” de todos os módulos do segmento selecionado “Limpar Segmento” : desmarca o “check box” de todos os módulos do segmento selecionado “Selecionar” : marca o “check box” de todos os módulos a partir da posição determinada no campo ao lado esquerdo do botão. 16 ou 32. e os dados do módulo (tags .código do componente. quando se pressionar o botão “OK”. Este subconjunto é apresentado conforme as seguintes seleções feitas pelo usuário: • • • segmento. São apresentados apenas os módulos possuem número de tags compatíveis com a planilha com a qual foi chamada. deve-se clicar nos respectivos “check box” dos módulos. ou utilizar o botão “Limpar Segmento”.

inserir na impressora a folha microserrilhada correspondente a planilha utilizada (folha PO8510 para 16 tags ou folha PO8511 para 32 tags) . na impressora na tela (apenas visualiza.Capítulo 5 Procedimentos definir no campo “Configuração da Folha”. acessados a partir do menu “Arquivo \ Imprimir” : • • • • • • Relatório do projeto. no Microsoft Excel . por um “visualizador” de relatórios. Relatório da verificação do barramento. efetuar impressões de teste em uma folha branca. conforme mostra a seguinte figura: 35 . Relatórios O ProPonto possui os seguintes relatórios. sem imprimir) em arquivo Estes relatórios podem ser disponibilizados de três maneiras distintas: Quando se executa qualquer um destes relatórios. com um um novo menu. Com este artifício o usuário pode reaproveitar parte de uma folha já utilizada para a impressão. Lista de materiais. Certificar que todos os passos descritos nas seções anteriores foram efetuados: • • • • preencher etiquetas utilizando fonte “Arial 10”. para ajustar as margens de impressão e largura da coluna de ajuste. configurar impressão para modo “Paisagem” e tipo de papel “Envelope”. Imprimindo as Etiquetas Após o preenchimento da planilha. inicialmente ele será apresentado na tela. pode-se imprimir as etiquetas através do menu “Arquivo \ Imprimir” .

data. no menu “Páginas” . versão.Capítulo 5 Procedimentos Figura 5-14 Visualizador de Relatórios O cabeçalho com o título do relatório e os detalhes do projeto. A figura a seguir mostra a página 1 do Relatório de Projeto : 36 . ele é apresentado na página 1. e são comuns aos três relatórios. na impressora ou em arquivo. Para se alterar a página apresentada. Os detalhes de cada relatório são descritos nas seções a seguir. ou nos ícones da “toolbar” do visualizador. deve-se utilizar o menu “Arquivo” deste visualizador de relatórios. são mostrados neste figura. os módulos e bases inseridos. etc. tais como empresa. deve-se utilizar os comandos “Próxima” e “Anterior” . suas descrições. Para se imprimir o relatório. Relatório de Projeto O Relatório do Projeto mostra toda a estrutura do projeto. Inicialmente. O visualizador de relatórios mostra uma página por vez. um resumo por segmento e alguns dados de totalização.

Capítulo 5 Procedimentos Figura 5-15 Relatório de Projeto 37 .

etc). terminadores. A figura a seguir mostra o relatório de Lista de Materiais : Figura 5-16 Relatório de Projeto 38 . bases. cabos. expansores.Capítulo 5 Procedimentos Lista de Materiais A Lista de Materiais este relatório faz uma totalização e mostra todos os componentes ALTUS necessários para construir o barramento (módulos. fontes.

A figura a seguir mostra o relatório de Verificação de Barramento: Figura 5-17 Verificação de Barramento 39 .Capítulo 5 Procedimentos Relatório de verificação de barramento O Relatório da verificação de barramento imprime os erros e warnings obtidos após uma operação de "Verificar Barramento" .

Terminação de Barramento: Componente que deve ser conectado no último módulo de um barramento. Código Comercial: É o código do produto. que. Protocolo: Regras de procedimentos e formatos convencionais que. se for excedido. formado pelas letras PO e seguidos por quatro números. fontes e demais módulos da Série Ponto. Barramento Local: Conjunto de módulos de E/S interligados a uma UCP. provoca a ocorrência de um erro de comunicação. Escravo: Equipamento ligado a uma rede de comunicação que só transmite dados se for solicitado por outro equipamento denominado mestre. localizado no barramento local destinado a fazer a comunicação com cabeças de rede de campo. Segmento de barramento: Parte de um barramento. Rede de comunicação: Conjunto de equipamentos (nós) interconectados por canais de comunicação.Apêndice A Glossário Glossário Glossário da Série Ponto • • • • • • • • • • • • • Barramento: Conjunto de módulos de E/S interligados a uma UCP ou Cabeça de Rede de Campo. É responsável pela troca de dados entre seus módulos e com um mestre de rede de campo. Base : Componente onde são inseridos os módulos de E/S. Cabo de Expansão: Cabo que interliga os expansores de barramento. mediante sinais de controle. Time-out: Tempo preestabelecido máximo para que uma comunicação seja completada. responsável pela execução do programa aplicativo. Expansor de Barramento: Módulo que interliga um segmento de barramento em outro Interface de Rede de Campo: Módulo mestre de redes de campo. UCP: Unidade Central de Processamento. Trilho: Elemento metálico com perfil normalizado segundo a norma DIN50032. Mestre: Equipamento ligado a uma rede de comunicação de onde se originam solicitações de comandos para outros equipamentos da rede. 40 • • . Glossário de Redes • • • • • Canal serial: Interface de um equipamento que transfere dados no modo serial. também chamado de trilho TS35. Barramento Remoto: Conjunto de módulos de E/S interligados a uma cabeça de rede de campo. UCPs. Um barramento local ou remoto pode ser dividido em no máximo quatro segmentos de barramento. Nó ou nodo: Qualquer estação de uma rede com capacidade de comunicação utilizando um protocolo estabelecido. permitem o estabelecimento de uma transmissão de dados e a recuperação de erros entre equipamentos. Cabeça de Rede de Campo: Módulo escravo de uma rede de campo.

a menos que possua bateria para retenção dos valores.Apêndice A Glossário Glossário Geral • • • • • • • • Barramento: Conjunto de sinais elétricos agrupados logicamente com a função de transferir informação e controle entre diferentes elementos de um subsistema. procedimentos e regras relacionadas à operação de um sistema de processamento de dados. É volátil. Database: banco de dados. Diagnóstico. Menu: Conjunto de opções disponíveis e exibidas no vídeo por um programa. UCP: Unidade central de processamento. Tag: Nome associado a um operando ou a uma lógica que permite uma identificação resumida de seu conteúdo. a serem selecionadas pelo usuário a fim de ativar ou executar uma determinada tarefa. Octeto: Conjunto de oito bits numerados de 0 a 7. que serve para a análise e correção de problemas. E/S (entrada/saída): Dispositivos de entrada e/ou saída de dados de um sistema. Hardware: Equipamentos físicos usados em processamento de dados. Interface: Dispositivo que adapta elétrica e/ou logicamente a transferência de sinais entre dois equipamentos. variáveis ou conjunto de variáveis. Módulo de E/S: Módulo pertencente ao subsistema de Entradas e Saídas. Subsistema de E/S: Conjunto de módulos de E/S digitais ou analógicos e interfaces de um Controlador Programável. Bit: Unidade básica de informação. ou seja. interpreta e executa as instruções do programa e monitora os dispositivos do sistema. Kbytes: Unidade representativa de quantidade de memória. correspondem tipicamente a módulos digitais ou analógicos de entrada ou saída. Software: Programas de computador. Representa 1024 bytes. Nibble: Unidade de informação composta por quatro bits. Word: Unidade de informação composta por dezesseis bits. Default: valor pré-definido para uma variável. Controla o fluxo de informações. Endereço de módulo: Endereço pelo qual o CP realiza acessos a um determinado módulo de E/S colocado no barramento. • • • • • • • • • • • • • • • 41 . É também o conjunto de dados usados para tal determinação. Normalmente utilizado em trocas de módulos de E/S. Procedimento utilizado para detectar e isolar falhas. Podem representar constantes. No caso de CPs. RAM (Random Access Memory): Memória onde todos os endereços podem ser acessados diretamente de forma aleatória e a mesma velocidade. Troca a quente: Procedimento de substituição de módulos de um sistema sem a necessidade de desenergização do mesmo. onde normalmente são executados programas (software). Operandos: Elementos sobre os quais as instruções atuam. que monitoram ou acionam o dispositivo controlado. utilizado em caso de não haver definição. podendo estar no estado 0 ou 1. seu conteúdo é perdido quando desenergizada. Byte: Unidade de informação composta por oito bits.

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