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Capítulo

13

Provas Simuladas

Aqui são apresentadas dezessete provas simuladas, aplicadas em diversos cursos no Brasil, ao longo dos meus doze anos de magistério. É um excelente material para aprimoramento dos conhecimentos, uma vez que as provas de concursos em geral têm um percentual de questões mais fáceis e, nestes testes preparados, todas são de níveis médio e difícil. As questões foram lançadas em grupos de geralmente dez, seguidas dos gabaritos com fundamentação legal. É o momento de polir o conhecimento já adquirido, sendo aconselhável que estes exercícios só sejam feitos por quem já possui uma noção mais aprofundada do conteúdo teórico do Direito Tributário.

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Simulado 1
1. João, administrador da empresa Carvalho & Cia Ltda., pratica uma infração tributária conceituada em lei como contravenção penal, ultrapassando o exercício regular de sua administração, mas por ordem expressa do diretor ao qual é subordinado, resultando em um crédito tributário para a citada empresa. Diante do exposto, marque a alternativa correta. a) b) c) d) e) João responde solidariamente com a empresa Carvalho & Cia Ltda. pelo crédito tributário. João responde pessoalmente pelo crédito tributário. João não responde pelo crédito tributário. João responde subsidiariamente à empresa Carvalho & Cia Ltda. pelo crédito tributário. João responde solidariamente com o diretor ao qual é subordinado pelo crédito tributário.

2.

O crédito tributário do IPTU no Município de Campos dos Goytacazes somente é constituído após a entrega pelo contribuinte de uma declaração atualizadora dos dados. Manoel, proprietário de uma casa dentro da área urbana do Município, fez constar, na declaração relativa ao ano de 1998, que o valor venal de seu imóvel era de R$55.000,00. De posse desta declaração, o Município lançou o IPTU ano-base 1998 em 30/04/1999, notificando Manoel e determinando como data de pagamento 30/06/1999. No dia 20/05/1999, Manoel verificou que supervalorizou o seu imóvel e tentou retificar a sua declaração para o valor venal de R$ 35.000,00. Diante desta situação, analise as afirmativas abaixo, marcando aquela que está de acordo com as normas do CTN. a) Manoel pode perfeitamente fazer a declaração retificadora, que terá que ser aceita pela fiscalização do Município, uma vez que agiu espontaneamente antes do vencimento do crédito. b) Manoel pode perfeitamente fazer a declaração retificadora, que terá que ser aceita pela fiscalização do Município, uma vez que tomou a iniciativa dentro do prazo prescricional do crédito. c) Manoel pode perfeitamente fazer a declaração retificadora, que terá que ser aceita pela fiscalização do Município, uma vez que tomou a iniciativa dentro do prazo decadencial do crédito. d) Manoel só poderia retificar a declaração original antes de notificado do lançamento. e) Manoel pode perfeitamente fazer a declaração retificadora, que terá que ser aceita pela fiscalização do Município, uma vez que a mesma visa a reduzir tributo a ser pago.

3.

O Estado do Pará, através de lei aprovada pela Assembléia Legislativa, concedeu moratória do ICMS para as empresas que possuíssem um passivo circulante maior que R$ 600.000,00. A empresa Castanha de Caju S/A forjou algumas dívidas com fornecedores, de tal modo que seu passivo ultrapassasse o citado valor, sendo, então, favorecida pelo benefício fiscal. Marque a alternativa abaixo que retrata, de acordo com as normas do CTN, as conseqüências da descoberta da irregularidade pela autoridade fiscal. a) A moratória será revogada de ofício, cobrando-se o tributo acrescido de juros de mora e o tempo decorrido entre a concessão e a revogação não contará para efeito da prescrição do crédito.

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Capítulo 13 – Provas Simuladas

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b) A concessão da moratória em caráter geral gera direito adquirido e, portanto, o benefício não poderá ser revogado. c) A moratória será revogada de ofício, cobrando-se o tributo acrescido de juros de mora e penalidade, e o tempo decorrido entre a concessão e a revogação não contará para efeito da prescrição do crédito. d) A moratória terá que ser revogada, desde que não prescrito o referido crédito. e) A moratória será revogada de ofício, cobrando-se o tributo acrescido de juros de mora, e o tempo decorrido entre a concessão e a revogação é computado para efeito da prescrição do crédito. 4. Analise as afirmativas abaixo, relativas à hipótese de “repetição de indébito”, verificando se falsas (F) ou verdadeiras (V). I. O direito de pleitear a restituição extingue-se com o decurso do prazo de cinco anos, contados da data da extinção do crédito tributário no caso de reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória. A restituição total ou parcial do tributo dá lugar à restituição, na mesma proporção, dos juros de mora e das penalidades cobradas. Prescreve em dois anos a ação anulatória da decisão administrativa que denegar a restituição. O prazo de dois anos citado na afirmativa anterior é interrompido pelo início da ação judicial, recomeçando o seu curso a partir da data da intimação validamente feita ao representante judicial da Fazenda Pública interessada. F; F; F; F. V; F; F; F. F; F; F; V. V; V; V; V. F; F; V; F.

II. III. IV.

a) b) c) d) e) 5.

O Governo Federal, com a intenção de incrementar as exportações brasileiras, concede, mediante lei complementar, isenção do ICMS na saída de produtos para o estrangeiro. Diante do exposto, marque a alternativa correta. a) Há inconstitucionalidade na concessão, uma vez que é vedado à União conceder isenção de tributos de competência dos Estados, Distrito Federal e Municípios. b) Não há qualquer irregularidade, uma vez que a Constituição Federal permite à União conceder isenção de ICMS nas exportações de serviços para o exterior. c) A concessão por lei complementar é inconstitucional, uma vez que as isenções do ICMS têm que ser concedidas por deliberação entre os Estados e Distrito Federal, ou seja, por convênios. d) A União só poderia ter concedido esta isenção caso concedesse simultaneamente para todos os seus créditos tributários decorrentes de obrigações do Direito Privado. e) A norma é inconstitucional, uma vez que é vedado à União estabelecer diferenças tributárias entre bens e serviços devido à sua procedência ou destino.

6.

A respeito da destinação da receita de tributos para determinada atividade, analise as afirmativas a seguir, verificando se são verdadeiras (V) ou falsas (F). I. No caso das taxas e contribuições de melhoria, a destinação da receita é irrelevante, sendo, no entanto, permitida a vinculação da mesma ao serviço prestado ou à obra da qual resulte a melhoria. II. No caso dos empréstimos compulsórios, a vinculação da receita aos motivos que geraram a sua instituição é obrigatória.

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III. No caso dos impostos, a vinculação da receita não só é irrelevante como proibida de modo geral pela Constituição Federal, sendo apenas admitidas por esta algumas exceções. IV. As taxas e contribuições de melhoria são chamadas tributos vinculados justamente em função da destinação obrigatória da receita aos motivos que geraram sua cobrança. a) V; V; V; F. b) V; V; F; F. c) F; V; V; F. d) V; F; V; F. e) F; F; F; F. 7. Com relação à delegabilidade da competência tributária, podemos afirmar que: a) constitui delegação de competência tributária, autorizada pelo CTN, o cometimento à pessoa jurídica de direito privado da função de arrecadar tributos; b) é permitida a delegação da competência tributária a outra pessoa jurídica de direito público que poderá legislar, fiscalizar e arrecadar o tributo; c) a delegação da capacidade de arrecadar a outra pessoa jurídica de direito público inclui as garantias e privilégios daquela que a conferir; d) uma vez conferida a capacidade de arrecadar a outra pessoa jurídica de direito público, só poderá ser revogada no exercício seguinte ao da sua concessão; e) não constitui delegação de capacidade tributária o cometimento à pessoa jurídica de direito público do encargo ou da função de arrecadar tributos. 8. No que diz respeito à sujeição passiva, de acordo com os dispositivos do CTN, analise as afirmativas abaixo, assinalando a única incorreta. a) O adquirente de um bem imóvel não se torna contribuinte dos tributos incidentes, até a data da aquisição, sobre o respectivo bem. b) O sujeito passivo da obrigação tributária tem que estar previsto em lei. c) A responsabilidade pela infração tributária, como regra geral, independe da intenção do agente. d) O adquirente de um bem imóvel não terá que arcar com o ônus relativo à taxa de polícia incidente sobre o bem até a data da aquisição. e) O espólio é pessoalmente responsável pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão. 9. Analise as afirmativas abaixo, verificando se falsas (F) ou verdadeiras (V). A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão, transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável por sucessão pelos tributos cujos fatos geradores ocorrerem a partir da data do ato; já as pessoas jurídicas de direito privado fusionadas, transformadas ou incorporadas, são responsáveis exclusivas pelos tributos devidos até essa data. ii. Na liquidação de uma sociedade em nome coletivo, há responsabilidade dos sócios-gerentes pelas dívidas relativas a seus atos, mas esta é limitada à proporção de sua participação no capital social. iii. A responsabilidade do agente, por infrações, depende da existência do elemento subjetivo (dolo ou culpa), salvo disposição de lei em contrário. iv. Segundo decorre do Código Tributário Nacional (CTN), a lei não pode atribuir de modo implícito a responsabilidade pelo crédito tributário à terceira pessoa, mesmo que vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. i.

a arrecadação de alguns impostos não fica integralmente com a pessoa jurídica competente para instituí-los. F. F. restringe-se aos créditos tributários definitivamente constituídos ou em curso de constituição à data dos atos nela referidos. a qualquer título. no caso dos Territórios. o Distrito Federal e os Municípios divulgarão. do CTN D – art. no CTN. F. Este fato é denominado repartição da receita tributária. Gabarito Simulado 1 1. b) Pertence aos Municípios 25% do produto da arrecadação do ICMS. 7. c) F. os Estados. 147. F. § 1o. d) É vedada a retenção ou qualquer restrição à entrega e ao emprego dos recursos relativos à repartição da receita tributária. XII. proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de produtos industrializados. F. ao Distrito Federal e aos Municípios. F. realizadas em seus territórios. e) F. 5. os montantes de cada um dos tributos arrecadados. 157 a 162 da CF . e. c) A União entregará. a) F. 155 e parágrafo único do CTN E – arts. sobre rendimentos pagos. F. 10. V. 10% aos Estados e ao Distrito Federal. F. F. 128 a 137 do CTN C – arts. 121 e 122 do CTN C – arts. da CF A – art. neles compreendidos adicionais e acréscimos relativos a impostos. O disposto na Seção da Responsabilidade dos Sucessores. 155. I. F. 10) De acordo com a Constituição Federal. § 2o. V. d) F.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 5 Série Provas e Concursos v. do CTN C – art. 7o. 3. do CTN B – arts. por eles. § 1o. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. até o último dia do mês subseqüente ao da arrecadação. 165 a 169 do CTN B – art. Analise as afirmativas abaixo e assinale aquela que não está de acordo com os dispositivos constitucionais relativos à matéria. não se aplicando aos constituídos posteriormente aos mesmos atos. da CF C – art. F. 6. F. 8. 2. 148. 4o do CTN e arts. C – art. V. F. 9. 4. e) A União. a) Pertence aos Estados e ao Distrito Federal o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. na proporção do valor adicionado nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços. b) V. do produto da arrecadação do IPI. rateado de acordo com o seguinte critério: três quartos. F. lei federal. e 167. IV. aos Estados. no mínimo. V. de acordo com o que dispuser lei estadual ou. V. ainda que relativos a obrigações tributárias surgidas até a referida data. os valores de origem tributária entregues e a entregar e a expressão numérica dos critérios de rateio. os recursos recebidos. e até um quarto. parágrafo único. 137. F. incidente na fonte.

compensando-se o que for devido em cada operação. será destinado ao custeio da previdência social ou a despesas de transferências correntes. IE. Distrito Federal e Municípios venham a instituir seus tributos. cujos recursos seriam destinados ao custeio da saúde e da previdência social. b) sua alíquota poderá ser reduzida total ou parcialmente por ato do Poder Executivo. regra geral por lei ordinária. decorrente da alteração de sua alíquota. podemos afirmar que: a) Amaro dos Santos tem razão. baseado em lei tributária municipal aprovada no ano anterior. situado na periferia da cidade. b) O ICMS e o IPI serão. e) O ITBI. o IOF. marque a opção na qual a afirmativa não é verdadeira. só poderá incidir. IPI e IOF. dando aos contribuintes o prazo de vinte dias para impugnação no que diz respeito à delimitação da área beneficiada. . quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. não podemos afirmar que: a) foi prorrogada por trinta e seis meses por emenda constitucional do ano de 1999. o Poder Executivo Municipal resolve cobrar Contribuição de Melhoria. c) o resultado do aumento da sua arrecadação. e) poderá incidir sobre operações com ouro. iluminando e arborizando as ruas do Bairro da Penha. Diante dos fatos. O Município de Campos dos Goytacazes realiza obra pública calçando. d) a União foi autorizada a emitir títulos da dívida pública interna no ano de 1999. por considerar que o prazo de vinte dias é insuficiente para formalizar qualquer impugnação bem fundamentada. será devido ao Município da situação do bem. atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei. uma vez que o Código Tributário Nacional fixa em trinta dias o prazo mínimo para a citada impugnação. Como conseqüência das obras. c) Sobre o ouro. A Constituição Federal limita-se a criar a competência para que União. a) É facultado ao Poder Executivo. salvo disposição de lei em contrário. prevista e não realizada naquele ano. nos anos de 2000 e 2001. vários imóveis sofreram valorização imobiliária. no que diz respeito a impostos. Considerando os aspectos constitucionais e relativos às citadas normas gerais. Diante disto. em montante equivalente ao produto da arrecadação da contribuição. cabendo à lei municipal fixar apenas o prazo para a realização do ato. com o montante cobrado nas anteriores. 2. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. 3. Amaro dos Santos. respeitados os limites constitucionais. proprietário de imóvel situado na área delimitada. imposto municipal sobre determinadas transmissões de imóveis. não-cumulativos. Estados. Com relação à contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira – CPMF. respeitando normas gerais previstas em lei complementar federal. questiona judicialmente a validade jurídica da cobrança.6 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER Simulado 2 1. alterar as alíquotas dos seguintes impostos: II. b) Amaro dos Santos não tem razão. d) Não incidirá ICMS em operações que destinem ao exterior produtos semi-elaborados. uma vez que foi garantido o direito de impugnação.

dispositivo legal determinando que a obrigação de recolher o IPI sobre produtos que sejam remetidos pela indústria para feiras ou exposições só surgirá quando e se houver a venda dos mesmos no parque de exposições. no que diz respeito ao aspecto formal da norma utilizada. O Governador do Estado de São Paulo. uma vez que a alteração dos juros de mora e do desconto por antecipação do pagamento teriam que ser objeto de lei aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado. c) tratando-se de fato gerador sob condição suspensiva. o desconto por antecipação de pagamento e os valores de juros de mora por atraso do mesmo pagamento. achou por bem alterar. e) a cobrança é ilegítima por ferir o princípio da irretroatividade tributária. novo dispositivo legal reduz a alíquota do referido imposto de 15 para 12%. e) tratando-se de fato gerador sob condição suspensiva. não há dúvida com relação à aplicação da alíquota de 12% sobre a referida operação. A indústria de roupas “Modas Atuais Ltda. Vários contribuintes do imposto se consideraram prejudicados com as novas regras e questionaram a validade jurídica do ato do governador. a alíquota aplicável será de 12%. os prazos para recolhimento. nas proximidades do Ministério da Saúde. a alíquota aplicável será de 15%. 4.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 7 Série Provas e Concursos c) a cobrança é ilegítima por ferir o princípio da anterioridade tributária. em 20 de maio. uma autoridade federal se interessa e adquire o sobretudo. último dia de exposição. no dia 23 de abril de 1999. d) a cobrança é ilegítima porque não houve previsão no orçamento fiscal aprovado no ano anterior que autorizasse tal receita derivada. c) o questionamento tem fundamento. . através de um decreto. uma vez que todas as matérias alteradas teriam que ser previstas em lei aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado. b) o questionamento tem fundamento. a alíquota aplicável será de 12%. No dia 25 de maio do mesmo ano. d) tratando-se de fato gerador sob condição resolutória. Diante da situação.” cria um sobretudo à prova de manchas decorrentes de gemas de ovos e resolve. enviar a novidade para uma exposição realizada em Brasília. uma vez que a alteração dos juros de mora teria que ser objeto de lei aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado. uma vez que todas as matérias podem ser objeto de decreto do chefe do Poder Executivo Estadual. 5. uma vez que a alteração dos juros de mora e do prazo para recolhimento teriam que ser objeto de lei aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado. Com relação a esta operação. com relação ao ICMS. podemos afirmar que: a) o questionamento tem fundamento. O Congresso Nacional aprova. fazendo com que surja a obrigação de recolhimento do imposto por parte da indústria. após se recuperar de um traumatismo craniano como conseqüência de uma paulada sofrida. podemos afirmar que: a) tratando-se de situação de fato. d) o questionamento carece de fundamentação jurídica. No dia 30 de maio. e) o questionamento tem fundamento. b) tratando-se de fato gerador sob condição resolutória. a alíquota aplicável será de 15%.

fraude ou simulação: a) será o primeiro dia do exercício de 2000. um estabelecimento situado na capital do Estado realiza uma operação de circulação de mercadoria tributada pelo imposto. no tocante ao ICMS.8 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 6. uma vez que circunscreve seus efeitos a determinada região da entidade tributante. relativamente à matéria. Diante do exposto. 7. João Arcanjo e Pedro Demônio eram sócios da empresa Candomblé Ltda. Com relação ao passivo tributário. resultando em um valor menor de imposto devido. montou uma outra sociedade no mesmo ramo de atividade. persistente. obrigando ao contribuinte do imposto calcular mensalmente o valor devido e recolher aos cofres públicos o montante apurado. com seu outro amigo Carlos. adota a sistemática do lançamento por homologação. é responsável pelos tributos devidos pela extinta Candomblé Ltda. é correto afirmar que o marco inicial da contagem do prazo decadencial para lançamento do imposto não recolhido. realiza obra pública na rede de esgoto que passa em rua de intenso comércio. a) A lei municipal não poderia ter concedido o benefício fiscal. c) seria o dia da ocorrência do fato gerador se o contribuinte houvesse omitido a operação no cálculo do imposto devido. 8. marque a alternativa correta. b) João Arcanjo e Pedro Demônio são pessoalmente responsáveis pelos tributos devidos pela extinta empresa Candomblé Ltda. O Município de Marília. b) A lei municipal não poderia ter concedido o benefício fiscal. A legislação tributária do Estado de Mato Grosso do Sul. caso o contribuinte houvesse agido com dolo. uma vez que não houve dolo. A fim de beneficiar os comerciantes que tiveram suas vendas retraídas em função da obra. c) João Arcanjo. De acordo com as normas previstas no CTN. d) seria o primeiro dia do ano de 2000. foram obrigados a extinguir a pessoa jurídica que tinha em seu passivo uma enorme dívida tributária. não fixando o prazo para homologação. Em 23 de abril de 1999. fraude ou simulação. podemos afirmar. Pedro Demônio e Carlos são pessoalmente responsáveis pelos tributos devidos pela extinta empresa Candomblé Ltda. Devido à crise financeira que assola o país. o Prefeito Municipal remete à Câmara de Vereadores. e) não haverá decadência no caso em tela. interior do Estado de São Paulo. b) será o dia da ocorrência do fato gerador. . considerando-se que não houve por parte do contribuinte dolo. uma vez que circunscreve seus efeitos a determinada classe ou categoria de sujeito passivo. no que diz respeito à sujeição passiva: a) Pedro Demônio é pessoalmente responsável pelos tributos devidos pela extinta empresa Candomblé Ltda. que o aprova. cuja denominação passou a ser Artigos Religiosos Ltda. errando no lançamento da mesma. João desistiu das atividades comerciais. e) João Arcanjo é pessoalmente responsável pelos tributos devidos pela extinta empresa Candomblé Ltda. projeto de lei concedendo uma moratória relativa ao IPTU dos próximos três anos para imóveis situados na área delimitada pela obra. d) a nova empresa Artigos Religiosos Ltda. mas Pedro.

675. para sua efetivação. 10. conforme determinou a lei municipal. dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído. uma vez que o mesmo pressupõe o dolo. O Governo do Município de Pirapora – MG resolve. contados da data da ciência. dia 13 de maio. a) 15 de junho. incluir os casos de conluio no benefício fiscal. em blitz realizada no sábado. . bem como os praticados com dolo ou simulação do sujeito passivo ou de terceiro em benefício daquele. entre imposto e penalidade. na divisa com a Argentina. nos casos de conluio entre duas ou mais pessoas físicas. embora aplique o benefício fiscal a créditos que ainda serão constituídos. estas situações. Fiscal de rendas do Estado do Rio Grande do Sul. esta não é uma exigência do CTN. A lei concessiva do benefício determinou também que. A referida lei excluiu do benefício fiscal todos as penalidades resultantes de atos qualificados em lei como crime ou contravenção. marque a alternativa que está em desacordo com as normas gerais previstas no CTN. cientificando-o da constituição de um crédito tributário total.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 9 Série Provas e Concursos c) A lei municipal está de acordo com as normas gerais previstas no CTN. através de lei aprovada pela Câmara Municipal. de despacho da autoridade administrativa. conceder anistia das infrações relativas ao descumprimento das obrigações acessórias e principais relativas ao IPTU. de R$ 3. Diante do exposto.33. uma vez que a lei municipal não excluiu. relativamente ao benefício fiscal. ou dela conseqüente. para impugnar um lançamento realizado. O processo administrativo tributário estadual determina que o sujeito passivo tem trinta dias. caso uma delas denunciasse a infração. d) A anistia concedida por lei em caráter individual depende. autua determinado contribuinte que trazia mercadoria importada com documentação fiscal inidônea. e) A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias. seria concedida a anistia para este denunciante. b) A anistia pode ser concedida sob condição do pagamento do tributo. a data a partir da qual o autuado não poderá mais impugnar o lançamento. diante do caso concreto. 9. a) A lei municipal não poderia. c) 13 de junho. d) O benefício fiscal será aplicável mesmo nos casos de dolo do sujeito passivo ou de terceiro em benefício daquele. c) A lei concessiva de anistia deve ser interpretada literalmente. desde que houvesse pagamento de todos os tributos porventura devidos pelo contribuinte. e) 12 de junho. e) Embora a lei tributária municipal tenha trazido o prazo de duração do favor. d) 16 de junho. como o fez. Marque a opção que traz. expressamente. b) 14 de junho.

§ 1o. 3. 180. 6. 105 e 117. § 2o. 9.10 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER Gabarito Simulado 2 1. B – art. § 4o. e parágrafo único. § 3o. 210. 2. do CTN B – art. 7. do CTN C – art. da CF C – art. do CTN A – art. parágrafo único. I. parágrafo único. do CTN . do CTN C – art. II. 8. 75. II. do CTN E – art. 82. 132. 4. II. 5. dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias A – art. 160. do CTN D – art. 154 do CTN A – art. 150. 153. 10. e 161.

em função da atividade ali desenvolvida. decorrente de uma obra pública realizada. definição de espécies de tributos. 2. estavam pendentes de pagamento os seguintes tributos: – Taxa de Inspeção Sanitária devida pelo exercício do poder de polícia do Município. prescrição e decadência tributários. não há referência expressa a: a) b) c) d) e) obrigação.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 11 Série Provas e Concursos Simulado 3 1. para transformar em sua nova residência. morador do Município de Campos dos Goytacazes. uma vez que tais acréscimos não têm caráter punitivo. Devido a um erro cometido na elaboração de um parecer. Uma vez retificado o erro. b) Pedro continua sendo o contribuinte de todos os tributos. que diz caber à lei complementar estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. adequado tratamento tributário ao ato cooperativo. definição de tributos. João. No dispositivo da Constituição Federal. juros de mora e atualização monetária. praticado pelas sociedades cooperativas. 3. permanecendo Pedro como contribuinte da taxa de inspeção sanitária. . que alugava o referido imóvel para um restaurante especializado em comida chinesa. prestado pelo Município. podemos afirmar que: a) João é o novo contribuinte de todos os tributos. o imposto deverá ser cobrado: a) b) c) d) e) acrescido de multa de mora. devido à sucessão imobiliária. apenas acrescido de atualização monetária e juros de mora. da taxa de iluminação pública e da contribuição de melhoria. – Taxa de iluminação pública em função do respectivo serviço. c) João só se torna o novo contribuinte do IPTU. Sobre este imóvel. sem atualização monetária ou qualquer outro acréscimo. a Secretaria da Receita Federal deixou de cobrar o IR incidente sobre determinadas operações realizadas por pessoa jurídica. – IPTU. e) João só se torna o novo contribuinte do IPTU. dívida ativa tributária. lançamento. Com relação ao sujeito passivo dos referidos tributos. crédito. de Pedro. da taxa de iluminação pública e da contribuição de melhoria. juros de mora e atualização monetária. adquire um imóvel. – Contribuição de melhoria em função da valorização do imóvel. acrescido apenas de atualização monetária. mediante elaboração de um novo parecer. muito embora o imóvel tenha sido adquirido por João. permanecendo Pedro como contribuinte da taxa de inspeção sanitária. acrescido de multa formal. permanecendo Pedro como contribuinte da taxa de inspeção sanitária e da contribuição de melhoria. d) João só se torna o novo contribuinte do IPTU e da taxa de iluminação pública.

haverá suspensão mesmo se for feito por valor parcial daquele exigido pela autoridade fiscal. depósito do montante integral. destacando-se o ICMS devido por suas próprias operações como o primeiro. embora não esteja falida nem concordatária. c) no caso do depósito do montante. Devido à sua situação comercial. b) quando a União institui dois impostos sobre o mesmo fato gerador. – Taxa de incêndio. modernamente o fato de impetrar o mandado de segurança suspende a exigibilidade do crédito. deixou de pagar os seguintes tributos: – ICMS incidente sobre suas próprias operações mercantis. 6. produtora de doces em prédio próprio. destacando-se o ICMS de responsabilidade como o primeiro. além da lei. b) quando ocorre. um despacho da autoridade administrativa para que o sujeito passivo possa usufruir do benefício fiscal. Diante desta situação. também devida ao Estado. encontra-se em difícil situação econômica.. destacando-se a contribuição de melhoria como o primeiro. Sobre as hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito tributário. reclamações e recursos nos termos do respectivo processo administrativo ou concessão de medida liminar em mandado de segurança. 5. e) quando um Município institui o IPTU e uma taxa sobre o recolhimento de lixo. d) quando poderes tributantes diferentes instituem impostos sobre a mesma riqueza. Acontece a bitributação: a) quando a Fazenda Pública exige duas vezes o pagamento de um mesmo tributo. d) os tributos terão que ser pagos na ordem indicada na imputação de pagamento feita pela autoridade competente. – IPTU incidente sobre o imóvel. independente da concessão de medida liminar. podemos afirmar que: a) os tributos terão que ser pagos na ordem indicada na imputação de pagamento feita pela autoridade competente. como conseqüência do regime de substituição tributária. do mesmo contribuinte e incidente sobre o mesmo fato gerador. destacando-se o IPTU como o primeiro. A empresa República do Chuvisco Ltda. e) ao contrário do disposto no CTN. localizada na região norte do Estado do Rio de Janeiro. suspende automaticamente as obrigações acessórias decorrentes daquela principal. podemos asseverar que: a) só ocorrerá mediante moratória. devida ao Estado. d) no caso da moratória concedida em caráter individual. c) os tributos terão que ser pagos na ordem indicada na imputação de pagamento feita pela autoridade competente. e) a empresa poderá pagar os tributos na ordem que bem entender. consoante os dispositivos previstos no Código Tributário Nacional e legislação extravagante posterior. – Contribuição de melhoria. não havendo motivo para imputação de ordem de pagamento pela autoridade competente.12 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 4. e – ICMS devido em função de responsabilidade tributária. b) os tributos terão que ser pagos na ordem indicada na imputação de pagamento feita pela autoridade competente. ao qual se submetem alguns de seus produtos. . c) quando os estados e o DF instituem o ITD e os municípios o ITBI. terá que haver sempre. mesmo fato gerador e mesmo contribuinte.

O crime de excesso de exação tem como elementares o fato de a autoridade fiscal: a) tão-somente exigir tributo ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido.00.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 13 Série Provas e Concursos 7. quando devido. c) tão-somente exigir tributo ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido. mesmo se tratando de pessoas jurídicas de direito privado. anistia e moratória. em alguns casos. b) pode. remissão. 10. do CTN 3. no caso de não fazer parte da escritura prova da quitação dos tributos. empregar na cobrança meio vexatório ou gravoso que a lei não autoriza. remissão. o promitente comprador do pagamento do tributo devido. Gabarito Simulado 3 1. e) Substituição tributária para impostos indiretos. d) não se aplica quando a respectiva pessoa jurídica de direito público estiver desenvolvendo atividades reguladas por normas aplicáveis a empreendimentos privados. Além disso. c) Sucessão empresarial quando o alienante continua ou reinicia as atividades do fundo de comércio dentro de seis meses. d) tão-somente exigir tributo que sabe ou deveria saber indevido. parágrafo único. anistia. D – art. e) exonera. b) Sucessão imobiliária. podemos afirmar que: a) veda a cobrança de impostos em geral entre União. d) Sucessão empresarial quando o alienante não continua ou reinicia as atividades do fundo de comércio dentro de seis meses. Estados. moratória e anistia. empregar na cobrança meio vexatório ou gravoso que a lei não autoriza. vencidos até o final do exercício fiscal anterior e parcelando em sessenta vezes esses mesmos créditos quando superiores a R$ 300. ou. 8. Leis tributárias federais concederam benefícios fiscais.00. 121 e 130 do CTN 2. de autarquias e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. podemos afirmar que foram concedidas pelas citadas leis. a) Substituição tributária para impostos diretos. remissão e anistia. dispensaram a cobrança das penalidades incidentes nestes casos. bem como. e) tão-somente exigir contribuição social que sabe ou deveria saber indevida. 146 do CTN . 9. em determinadas circunstâncias. B – art. remissão. em determinadas circunstâncias. moratória e remissão. dispensando o pagamento dos créditos relativos ao IR até o valor de R$ 300. quando devido. ser extensiva a empresas públicas. DF e Municípios. prevista na Constituição Federal. 100. Diante destes fatos. ou. do contribuinte de fato e do responsável tributário. Com relação à imunidade fiscal recíproca. Assinale a opção na qual a situação tributária permite o aparecimento do contribuinte de juris. moratória e remissão. B – arts. respectivamente: a) b) c) d) e) moratória. c) diz respeito a tributos em geral. b) tão-somente exigir tributo ou contribuição social que sabe indevido.

§ 2o. § 3o. 150. 163 do CTN 5. aquele para quem o contribuinte legal transfere a carga tributária . IV. D – art. II. E – somente nos impostos indiretos surge a figura do contribuinte de fato. D – bitributação ocorre quando duas pessoas jurídicas instituem tributos diferentes sobre o mesmo fato gerador. de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal 10.848. do Decreto-Lei no 2.14 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 4. 3o da Lei no 8. 152 e 161. e 175. 316. 156.137/90 e art. do CTN 7. I. E – art. D – arts. E – arts. A – art. 151. ou seja. da CF 9. do CTN 8. § 1o. Já bis in idem ocorre quando a mesma pessoa jurídica institui impostos diferentes sobre o mesmo fato gerador 6.

d) as proposições I e III estão incorretas. I. e para a definição dos respectivos efeitos tributários. b) a proposição II está correta. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos. . b) a proposição II está correta. I. nos termos do CTN. c) a proposição III está correta. do conteúdo e do alcance de seus institutos. 2. salvo se outorgada pessoalmente a um deles. 3. mas não exclui a sua incidência. Todas as decisões dos órgãos coletivos de jurisdição administrativa são normas complementares das leis. II. Entre outros. Analise as proposições abaixo. c) as proposições I e II estão corretas.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 15 Série Provas e Concursos Simulado 4 1. a cobrança de juros de mora e a atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo. benefício de ordem. II. No texto acima: a) todas as proposições estão incorretas. nos termos do CTN. A jurisprudência dos tribunais estaduais e federais é também considerada norma complementar da legislação tributária. conceitos e formas. No caso de dúvida. quanto à ocorrência da infração. III. b) todas as proposições estão corretas. e) as proposições II e III estão corretas. e) a proposição III está correta. A observância das normas complementares em matéria tributária exclui a imposição de penalidades. nesse caso. No texto acima: a) a proposição I está correta. I. a lei tributária poderá ser aplicada de maneira mais favorável ao infrator. nos termos do CTN. Na solidariedade. na seção própria do capítulo referente à sujeição passiva. Analise as proposições abaixo. expressamente. No texto acima: a) a proposição I está correta. a isenção ou remissão do crédito tributário exonera todos os obrigados. e) todas as proposições estão incorretas. da legislação tributária. comportando. III. III. A legislação tributária poderá se utilizar de princípios gerais de direito privado. d) todas as proposições estão corretas. para a pesquisa da definição. d) as proposições I e II estão corretas. c) a proposição III está correta. Qualquer dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias deverá constar. Analise as proposições abaixo. A legislação tributária catarinense pode atribuir a um acordo entre o contribuinte e qualquer pessoa estranha ao fato gerador da obrigação tributária a responsabilidade pelo seu pagamento. a responsabilidade dos transportadores pelo recolhimento do imposto deve estar expressa na lei estadual que instituiu o ICMS. II.

No texto acima: a) todas as proposições estão corretas. estabelecendo isenções do ICMS. os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas. quando deixa de tratá-lo como contrário a qualquer exigência de ação ou omissão. III. Entram em vigor trinta dias após a data da sua publicação.16 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 4. II. nos termos do CTN. I. Entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação os Convênios firmados pelos Estados e o Distrito Federal no Conselho de Política Fazendária Confaz. A analogia. c) a proposição III está correta. e) todas as proposições estão incorretas. d) a proposição II está correta. nos termos do CTN. A lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito. 5. poderá dispensar o pagamento do tributo devido. nos termos do CTN. Analise as proposições abaixo. c) as proposições I e III estão corretas. b) a proposição II está correta. No texto acima: a) a proposição I está correta. O Conselho de Contribuintes da Receita Federal. poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei. b) a proposição I está incorreta. II. A lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito. 6. No texto acima: a) todas as proposições estão corretas. III. através do emprego da eqüidade. Analise as proposições abaixo. em qualquer caso. e) a proposição III está correta. Analise as proposições abaixo. No Rio de Janeiro. desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado falta de pagamento de tributo. c) a proposição II está incorreta. A lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito. III. em qualquer caso. quando deixa de defini-lo como infração. d) todas as proposições estão corretas. d) a proposição III está incorreta. em qualquer caso. I. II. b) as proposições I e II estão corretas. entram em vigor na data da sua publicação as decisões da Comissão Permanente de Assuntos Tributários – COPAT. quando não trouxerem a data da vigência. . quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo de sua prática. e) todas as proposições estão incorretas. utilizada como método de interpretação da legislação tributária. A interpretação da legislação que concede isenção do ICMS deverá ser literal. I.

com vista à sua ampliação. relativos à mercadoria importada. b) Os Municípios. c) a proposição II está correta. O estabelecimento importador. e) todas as proposições estão incorretas. os tratados e as convenções internacionais e os decretos que versem. b) a proposição I está correta. para atender a despesas extraordinárias decorrentes de calamidade pública. II. poderão instituir contribuição cobrada de seus servidores. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. Analise as proposições abaixo. c) todas as proposições estão incorretas. no todo ou em parte. a) Nos termos da Constituição Federal de 1988. d) a proposição III está correta. I. contribuintes.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 17 Série Provas e Concursos 7. No texto acima: a) todas as proposições estão corretas. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. O ICMS incide sobre as operações relativas à circulação de mercadorias. para o custeio. . A expressão “legislação tributária” compreende exclusivamente as leis. Somente a lei pode estabelecer a instituição de tributos ou a sua extinção. sem quaisquer exceções. 9. bases de cálculo. desde a origem. poderão instituir empréstimos compulsórios. em benefício destes. Assinale a opção correta. o Distrito Federal e os Municípios. d) a proposição III está correta. Uma pessoa física importa do exterior uma máquina para a fabricação caseira de macarrão e outros tipos de massas. No texto acima: a) todas as proposições estão corretas. Tal operação é fato gerador do ICMS e a alíquota aplicável é a mesma daquela aplicável à operação interna. é de competência da lei complementar o estabelecimento de normas gerais de legislação tributária. 8. em relação aos impostos nela discriminados. importa dos EUA um avião. Esta operação é fato gerador do ICMS. b) as proposições I e III estão incorretas. c) Os Estados. constituem fato gerador do imposto. III. sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. prescrição e decadência e o estabelecimento de adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. Não constitui majoração de tributo a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo nem a alteração desta. a definição dos respectivos fatos geradores. a fixação da alíquota do tributo e da sua base imponível. nos termos da Constituição Federal de 1988. da casa própria e do ensino gratuito. Analise as proposições abaixo. II. contribuinte do ICMS. que será utilizado pela diretoria da empresa e integrado ao ativo fixo do estabelecimento. lançamento. III. e) a proposição II está correta. a definição ou conceituação de obrigação tributária. especialmente sobre a definição de tributos e suas espécies. bem como. nos termos do CTN. I. Isto quer dizer que os serviços de transporte. crédito. a majoração de tributos ou a sua redução.

7. feita pelo investidor para a sociedade. É sabido que haverá incidência do IOF nesta operação relativa a títulos mobiliários. 100 e 103 do CTN E – art. e) Todas as opções acima estão corretas. e art. 63. 5. III e parágrafo único. IX. 10. 155. produtora de livros e materiais didáticos. § 2o. a. transmissão ou resgate dos títulos por parte da sociedade ou a efetiva entrega do valor total. por ser relativa a ativo financeiro. b) Somente a emissão. segundo as regras gerais estabelecidas pelo Código Tributário Nacional. 6. 108 e 111 do CTN E – art. transmissão ou resgate dos títulos por parte da sociedade e a efetiva entrega do valor total. I. II. c) A emissão. resolve emitir debêntures na Bolsa de Valores. 4. § 2o. transmissão ou resgate dos títulos por parte da sociedade. Gabarito Simulado 4 1. e) Na verdade. 124. 155. a aplicação dos recursos da arrecadação dos empréstimos compulsórios instituídos pelos Estados e pelo Distrito Federal será vinculada à despesa que fundamentou sua instituição. 155. a) Somente a efetiva entrega do valor total. feita pelo investidor para a sociedade. da CF A – art. do CTN . sendo que uma incidência exclui a outra. 9. 2. 96 e 97 do CTN D – art. 109.18 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER d) Nos termos da Constituição Federal de 1988. da CF e arts. 8. B – arts. 146 da CF D – art. XII. a operação é imune ao IOF. A empresa Borba e Família S/A. g. 106 do CTN E – arts. 10. 96. 100 e parágrafo único do CTN C – arts. Assinale qual seria o fato gerador deste imposto. 3. 111 e 112 do CTN D – arts. quando um determinado investidor adquire um lote destas debêntures. d) A emissão. 125 e 128 do CTN C – art. feita pelo investidor para a sociedade.

c) a proposição I está incorreta. No texto acima: a) todas as proposições estão incorretas. ser concedida sem prazo certo. No texto acima: a) todas as proposições estão corretas. multa e juros de mora e a atualização monetária de seu valor. estadual ou municipal. sendo vincendo o crédito do sujeito passivo. 3. Também no caso do item I. A restituição de tributos indiretos será feita a quem prove haver assumido o referido encargo financeiro. Sem qualquer exceção. No item precedente. à vista também das disposições da Constituição Federal de 1988. A isenção do ICMS e do IPVA pode. a isenção e a anistia excluem o crédito tributário. através de portaria. e) apenas a proposição III está incorreta. I. III. b) apenas a proposição III está correta. b) todas as proposições estão incorretas. c) todas as proposições estão incorretas. III. No texto acima: a) todas as proposições estão corretas. nos termos do CTN. nos termos do CTN. b) as proposições I e II estão corretas. tudo isto considerado como penalidades. II. num lançamento de crédito tributário pago. no tempo a decorrer entre a data da compensação e a do vencimento. d) as proposições II e III estão incorretas. do sujeito passivo contra a Fazenda Pública. não poderá a autoridade fazendária determinar redução menor do que a correspondente ao juro de 1% (um por cento) ao mês. Analise as proposições abaixo. III. e) a proposição II está correta. 2. I. o ato normativo determinará a apuração do seu valor total. e) todas as proposições estão corretas. II. estar por este expressamente autorizado a recebê-lo. I. O erro na identificação do sujeito passivo. também. a isenção só pode ser concedida através de lei federal. autorizar a compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos. ou no caso de tê-lo transferido a terceiro. O lançamento do crédito tributário compreende o valor do tributo devido. c) a proposição III está correta. Analise as proposições abaixo. A autoridade fazendária pode. d) a proposição III está correta.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 19 Série Provas e Concursos Simulado 5 1. vencidos e vincendos. . dispensando também o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído ou dela conseqüentes. acima. d) as proposições I e II estão incorretas. através de convênios firmados entre os Estados e o Distrito Federal. II. nos termos da Constituição Federal de 1988. Analise as proposições abaixo. Nos termos do CTN. dá direito à sua restituição automática.

a dispensa do cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso ou dela conseqüente. A exigibilidade do crédito tributário é suspensa com a moratória. I. III. a decisão administrativa de primeira instância pode ser uma delas. mas depende do fato de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privação ou limitação do exercício de atividades civis. em juízo. Analise as proposições abaixo. e) todas as proposições estão incorretas. nos termos do CTN. do valor do crédito tributário integral suspende a exigibilidade do crédito tributário. No texto acima: a) a proposição I está correta. b) as proposições I e II estão incorretas. Entre as modalidades de extinção do crédito tributário. A imposição de multa e juros afasta o pagamento integral do crédito tributário. b) a proposição II está correta. c) a proposição III está correta. II. contados da data que se considere ao sujeito passivo notificado no lançamento. após o transcurso desse prazo. e) todas as proposições estão corretas.20 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 4. a responsabilidade por infrações da legislação tributária depende da intenção do agente ou do responsável e a pena dela derivada será graduada conforme o grau do seu comprometimento. d) as proposições II e III estão incorretas. d) todas as proposições estão incorretas. também. A capacidade tributária passiva independe da capacidade civil das pessoas naturais. cuja conseqüência é. ambas surgem com a ocorrência do fato gerador e têm por objeto o pagamento do tri- 7. O depósito. III. se a legislação tributária prever seu prazo de duração. desde que a ação judicial não se inicie contra a Fazenda Pública. Analise as proposições abaixo. A obrigação tributária somente pode ser principal ou acessória. nos termos do CTN. . Salvo disposição de lei em contrário. No texto acima: a) todas as proposições estão incorretas. Analise as proposições abaixo. c) as proposições I e III estão corretas. A denúncia espontânea exclui a responsabilidade pela infração. A concessão da moratória em caráter individual gera direito adquirido e só poderá ser revogada de ofício. comerciais ou profissionais ou da administração direta de seus bens ou negócios. I. II. com base no CTN. Analise as proposições abaixo. No texto acima: a) todas as proposições estão corretas. III. a qualquer tempo. c) as proposições I e II estão corretas. e) a proposição III está correta. O prazo de pagamento do crédito tributário é sempre de trinta dias. 6. b) a proposição I está incorreta. I. 5. d) todas as proposições estão corretas. I. II. nos termos do CTN.

todos os seus livros fiscais e contábeis. No texto acima: a) todas as proposições estão corretas. todos os seus comprovantes de registro do livro “caixa”. isto é. conseqüentemente. e) todas as proposições estão incorretas. para fazer face à ostentação dos chamados sinais exteriores de riqueza. e) todas as proposições estão incorretas. d) a proposição III está incorreta. . III. 9. documentos. nos termos do CTN. “esquentando-o”. quando solicitados pelo fiscal de rendas. o imposto de renda incidente sobre esse lucro. extinguindo-se juntamente com o crédito dela decorrente. ao final. e também. fiscais e contábeis. A autoridade lançadora. III. b) a proposição I está correta. As informações telefônicas de terceiras pessoas. e) todas as proposições estão incorretas. c) a proposição III está incorreta. II. Analise as proposições abaixo.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 21 Série Provas e Concursos buto ou penalidade pecuniária. Uma pessoa física obtém lucro com a exploração do jogo do bicho e. para fins de exame fiscal. c) a proposição II está incorreta. I. II. declara de forma camuflada o rendimento. Todas as pessoas físicas ou jurídicas que pratiquem operações com mercadorias ou prestações de serviços de transportes interestadual e intermunicipal ou de comunicação devem apresentar. fiscal de rendas. c) a proposição II está correta. b) a proposição I está incorreta. a autoridade administrativa constitui a obrigação tributária principal. O lançamento do crédito tributário é uma atividade administrativa vinculada e compulsória. d) as proposições I e III estão incorretas. II. papéis e efeitos comerciais ou fiscais do estabelecimento enquadrado como microempresa. No lançamento. pode requisitar do contribuinte. nos termos do CTN. III. todos os seus livros e documentos. sem o cumprimento de quaisquer formalidades. O responsável pelo cumprimento de qualquer obrigação tributária principal tem essa obrigação expressamente citada na lei complementar. 8. I. há a ocorrência do fato gerador do imposto de renda. Analise as proposições abaixo. recolhendo. podem servir à efetivação do lançamento. No texto acima: a) a proposição I está incorreta. É obrigatória a lavratura dos termos de início e de encerramento de fiscalização. No texto acima: a) todas as proposições estão corretas. para evitar problemas com a fiscalização do imposto de renda. d) a proposição III está correta. arquivos. mediante intimação onde conste o prazo de duração do trabalho. mesmo que em folhas avulsas devidamente assinadas pela autoridade lançadora e pelo contribuinte fiscalizado. b) a proposição II está incorreta.

155. no cumprimento de um dever legal. operações com livros. no caso de erro na identificação do sujeito passivo (arts. O erro está no fato de que a afirmativa prevê restituição automática. intermunicipal e de comunicação sobre a propriedade de veículos automotores. da CF/1988). § 6o. I. quando o destinatário não for contribuinte do imposto. ou deve sê-lo. e 167. b) A Constituição Federal prevê uma imunidade para operações que destinem ao exterior produtos industrializados. c) A Constituição Federal de 1988 faculta ao Senado Federal o estabelecimento das alíquotas máximas e mínimas do ICMS. e) Os produtos semi-elaborados sofrem incidência do ICMS quando destinados ao exterior. de acordo com o art. O mesmo ocorre com relação ao ISS. serviços e outros produtos. da CF.22 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 10. do CTN). a instituição entre outros. Com efeito. como ocorre. § 2o. dos seguintes impostos: transmissão inter vivos e causa mortis de bens imóveis e dos direitos a eles relativos. operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual. a) A Constituição Federal de 1988 discriminou. 3o e 113 do CTN). XII. g. independentemente de prévio protesto. § 3o. segundo o disposto no art. Gabarito Simulado 5 1) B A isenção e a anistia excluem o crédito tributário. 166 condiciona a restituição a 2) C . pois não se confunde tributo com penalidade. da CF). se isto vier a ocorrer. Ora. à restituição total ou parcial do tributo. Isenção. a isenção só pode ser concedida mediante lei específica federal. na competência tributária dos Estados e do Distrito Federal. estaremos diante de isenção de imposto estadual (ICMS) concedida por lei complementar aprovada pelo Congresso Nacional. ou dela conseqüente (art. XII. Regra geral. II. mas não dispensam o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal. surgem como conseqüência da prática de atos ilícitos (arts. indevidamente pagos. Somente as isenções do ICMS se acham condicionadas a acordo (convênio) prévio entre os Estados e o Distrito Federal. 156. 150. da CF/1988. todas as imunidades estão estabelecidas expressamente na Constituição Federal. do CTN). § 2o. § 6o. Tendo em vista que os tributos indiretos permitem a transferência do encargo financeiro por parte do “contribuinte de direito” ao “contribuinte de fato”. pois não se pode admitir que lei complementar estabeleça imunidade. e. no campo do IPI ou do ICMS. por exemplo. O sujeito passivo tem direito. jornais e periódicos inclusive o papel destinado à sua impressão e entrada de mercadoria sob o regime de drawback. Tal exigência não existe para o IPVA (arts. O enunciado II contém erro. cujo crédito seja excluído. a alíquota do ICMS aplicável é a interna. As multas ou penalidades pecuniárias apresentam natureza jurídica distinta dos tributos. da CF/1988. muito embora ambos façam parte do objeto da obrigação tributária principal (prestação pecuniária compulsória). estadual ou municipal (art. operações que destinem a outro Estado combustíveis e lubrificantes e energia elétrica. 165. d) Nas operações e prestações interestaduais de bens e serviços. Assinale a opção correta. lei complementar pode excluir da incidência do ICMS. dos juros de mora e das penalidades pecuniárias. sim. parágrafo único. Já o tributo é pago. nas exportações para o exterior. são sanções. e 155. além dos produtos industrializados. 175. nas operações interestaduais. 150. operações com ouro. isto é. Contudo. o art. que já desfrutam de imunidade.

por exemplo. que a Fazenda Pública recorra à instância superior. proferidas por órgãos administrativos. extingue o crédito tributário a decisão administrativa irreformável. como se sabe. por isso. nos termos da legislação respectiva. 126. a concessão de moratória em caráter individual não gera direito adquirido e. Impõe-se. uma vez que o objeto da obrigação tributária acessória consiste no cumprimento de prestações positivas (fazer alguma coisa) ou negativas (abster-se de fazer alguma coisa) e. do sujeito passivo contra a Fazenda Pública. autorizar a compensação (art. à lei atribuir à autoridade administrativa competência para. A autoridade não pode determinar redução maior que 1% ao mês. 166 do CTN). a ressalva final do enunciado II o tornou errado. do CTN). O enunciado II vai de encontro com o disposto no art. assim entendida a definitiva na órbita administrativa. Portanto. é preciso estar por este expressamente autorizado a recebê-la (art. A moratória suspende a exigibilidade do crédito tributário. Assim. pois a definição do fato gerador é interpretada abstraindo-se da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes (art. O vencimento do crédito tributário ocorre trinta dias depois da data em que se considera o sujeito passivo notificado do lançamento. de recurso à instância superior. O CTN. 136 e 138 do CTN. não se pode falar em crédito. portanto.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 23 Série Provas e Concursos que o contribuinte ou responsável. Contudo. 4) A 5) E 6) D 7) D . 118 do CTN). ou. no tempo a decorrer entre a data da compensação e a do vencimento do crédito (art. não é lei (arts. desfavorável à Fazenda Pública. a decisão administrativa de primeira instância. consagra a tributação de atos inválidos juridicamente. portanto. ademais. penalidade cabível. 157 do CTN. O mesmo se diga do depósito do montante integral do crédito tributário (art. ou dela conseqüentes. quanto a ela. nos casos de dolo ou simulação do beneficiado. Finalmente. regra geral. 155 do CTN). que não mais possa ser objeto de ação anulatória. integra a legislação tributária. sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições ou não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para a concessão do favor. em cada caso. no caso de tê-lo transferido a terceiro. deve ser revogada de ofício. 3) C Somente a lei pode autorizar a compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos. segundo a lei. necessariamente. 160 do CTN). vencidos ou vincendos. as decisões de primeira instância. 151 do CTN). parágrafo único. cobrando-se o crédito acrescido de juros de mora. pois não se harmonizam com as regras existentes nos arts. mas não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso. A proposição II está correta. 96 e 100 do CTN). portanto. pois. prove ter assumido referido encargo. insuscetível. Cabe. ou de terceiro em benefício daquele (art. 156 do CTN. ainda que tenha sido iniciada ação judicial. não são definitivas e permitem. ainda. 170. somente quando a legislação tributária não fixar o tempo do pagamento (art. Ora. portaria é norma complementar. 170 do CTN). Todas as proposições estão incorretas. A proposição I está incorreta. entre os quais. Nos termos do inciso IX do art. de acordo com a legislação pertinente. se incluem os atos ilícitos.

VI. 142. . que a autoridade fiscal comprove a ocorrência do fato gerador. sujeitas às obrigações tributárias acessórias descritas no enunciado III. VII. e não à lei complementar. § 2o. na forma da legislação aplicável. c. basicamente. calcular o montante do tributo devido. 121. os termos serão lavrados em um dos livros fiscais exibidos ou. quando se entregará cópia autenticada à pessoa sujeita à fiscalização. 142 do CTN). – 155. Cabe ao lançamento constituir o crédito tributário. nesta condição. b. X. A autoridade fiscal que proceder ou presidir a quaisquer diligências de fiscalização deverá lavrar os termos necessários para que se documente o início do procedimento. se for o caso. Para confirmar os erros existentes nos demais enunciados. 9) A 10) D Com respeito às operações e prestações que destinam bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. tendo em vista o disposto no art. da CF/1988). 195 do CTN. Sempre que possível. § 2o IV. O enunciado II se acha concorde com a norma existente no art. do CTN). – 155. em folhas avulsas. 142 do CTN). para a efetuação de lançamento. parágrafo único. identificar o sujeito passivo e. 155. § 2o. determinar a matéria tributável. As pessoas físicas ou jurídicas que praticam operações relativas à circulação de mercadorias ou prestam serviços de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicação são contribuintes do ICMS e. b) a alíquota interna. leia os seguintes artigos da CF/1988: – 155 e 156. propor a aplicação da penalidade cabível (art. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual.24 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER A atribuição de responsabilidade tributária cabe. 196 do CTN). regra geral. e 128 do CTN). d. à lei ordinária. e não a obrigação tributária principal. (neste caso. 150. exige-se. ver também a Lei Complementar no 87/96). 8) B A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória. X e XII. – 155. quando o destinatário for contribuinte do ICMS. § 2o. sob pena de responsabilidade funcional (art. a. e. que surge com a ocorrência do fato gerador (art. sendo caso. conforme figurou na proposição III (arts. pela autoridade fiscal (art. Lançamento é o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente. que fixará prazo máximo para a conclusão daqueles. quando o destinatário não for contribuinte do ICMS (art. 195 do CTN. Como se denota do exposto. II.

a base de cálculo do imposto é o preço normal que o produto. Com relação ao Imposto Sobre Exportação de Produtos Nacionais ou Nacionalizados: I. V. V. a fim de ajustá-lo aos objetivos da política cambial e do comércio exterior. II. F. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto. a base de cálculo do imposto é a unidade de medida adotada pela lei tributária. a lei pode adotar como base de cálculo a parcela do valor ou do preço. o imposto. do produto a ser exportado. quando a alíquota seja ad valorem. nas condições e nos limites estabelecidos em lei. embora outras tenham sido publicadas. a) b) c) d) e) 2. F. F. V. V. 1. V. F. ou quem a lei a ele equiparar. V. estaduais e municipais. F. F. alterar as alíquotas do imposto. III. V. de competência da União. F. V. F. F. F. V. IV. F. F. é o Código Tributário Nacional. V. estabelecendo normas gerais para impostos específicos. a fim de ajustá-lo aos objetivos da política cambial e do comércio exterior. F. V. V. certamente. V. III. ou o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados. o contribuinte do imposto é o importador.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 25 Série Provas e Concursos Simulado 6 É sabido que a Constituição Federal cria a competência para instituir impostos e lei complementar federal estabelece normas gerais aplicáveis a impostos federais. o Poder Executivo pode. II. em uma venda em condições de livre concorrência. F. F. V. F. V. o fato gerador é a saída. tem como fato gerador a entrada destes no território nacional. F. F. IV. A mais importante destas leis complementares. fixado de acordo com os critérios e dentro dos limites por ela estabelecidos. excedente de valor básico. F. a) b) c) d) e) . V. e marque a opção certa. A respeito do Imposto sobre Importação de Produtos Industrializados: I. V. Poderá incidir sobre energia elétrica exportada para outros países. F. alcançaria. verifique se as afirmativas são falsas ou verdadeiras. V. V. Nas próximas sete questões. F. quando a alíquota for específica. de seu estabelecimento. F. V. nas condições e nos limites estabelecidos em lei. ou seu similar. F. V. V. atendendo às citadas normas gerais e à Constituição Federal. V. contribuinte do imposto é o exportador ou quem a lei a ele equiparar. V. efetuada pelo exportador. V. o Poder Executivo pode. V. ao tempo da importação. V. V. para entrega no porto ou lugar de entrada do produto no País. V.

V. F. o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza. V. V. F. Entre eles está rede de iluminação pública. com o objetivo de forçar o cumprimento da função social da propriedade. V. V. F. terá suas alíquotas fixadas de modo a desestimular a manutenção de propriedades improdutivas. Com relação ao Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: II. V. tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de rendas ou proventos de qualquer natureza. a base de cálculo do imposto é o montante real da renda ou dos proventos tributáveis. IV. o imposto.26 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 3. V. contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel. F. pagos pela União a pessoa que tenha mais que sessenta e cinco anos e tenha como única renda rendimento de trabalho. V. F. II. V. V. F. V. o titular do seu domínio útil. aformoseamento ou comodidade. no imóvel. F. V. V. na forma da lei. em caráter permanente ou temporário. III. para efeito de sua utilização. tem como fato gerador a propriedade. localizado na zona urbana do Município. F. F. V. Com relação ao Imposto Sobre a Renda e Proventos de qualquer Natureza: II. V. F. V. a base de cálculo do imposto é o valor venal da propriedade. como definido na lei civil. de competência da União. V. IV. V. V. V. V. a) b) c) d) e) 5. V. com ou sem posteamento para distribuição domiciliar. ou o seu possuidor a qualquer título. F. se considera o valor dos bens móveis mantidos. observado o requisito mínimo da existência de alguns melhoramentos indicados pelo CTN. V. o imposto será orientado pelos critérios de uniformidade. F. Com relação ao Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Rural: I. tem como fato gerador a propriedade. V. entende-se como proventos de qualquer natureza os acréscimos patrimoniais não compreendidos na definição de renda. F. generalidade e progressividade. F. I. F. V. é classificado como imposto sobre produção e circulação pelo Código Tributário Nacional. definida em lei. V. F. entende-se como zona urbana a definida em lei municipal. F. F. F. F. o imposto poderá ser progressivo. V. V. V. exploração. F. o imposto não incidirá sobre aposentadoria ou pensão. não incidirá sobre pequena gleba rural. como definido na lei civil. IV. F. V. F. V. V. a) b) c) d) e) 4. localizado fora da zona urbana do Município. I. F. F. F. III. para os efeitos deste imposto. o domínio útil ou a posse de imóvel por natureza. V. na determinação da base de cálculo. F. V. a) b) . III. V. V.

V. F. V. no caso de saída de mercadoria da indústria sem identificação do seu valor. contribuinte do imposto é qualquer das partes na operação tributada. V. F. a) b) c) d) e) 8. F. ou de documento que a represente. no mercado atacadista da praça do remetente. IV. V. o fato gerador é a sua efetivação pela entrega de moeda nacional ou estrangeira. V. F. F. ou sua colocação à disposição do interessado. V. poderá ter suas alíquotas alteradas por ato do Poder Executivo. V. a base de cálculo será o preço corrente da mercadoria. F. na sua emissão. V. como dispuser o regulamento emitido pelo Poder Executivo. V. V. dispondo a lei de forma que o montante devido resulte da diferença a maior. F. F. V. III.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 27 Série Provas e Concursos c) F. em determinado período. emitida em séries próprias e contendo. quanto às operações de câmbio. ou o aperfeiçoe para o consumo. V. V. F. F. V. em qualquer operação que o considere ativo financeiro ou instrumento cambial. V. V. registrando como ativo fixo. F. F. quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários. V. ou sua similar. IV. F. F. constituem fato gerador do imposto. V. câmbio e seguro. F. se houver. ou do ou para o Distrito Federal. V. V. II. V. d) V. é o valor nominal mais o ágio. Com relação ao Imposto sobre operações de crédito. F. a base de cálculo. V. V. a) b) c) d) e) 7. F. F. serão acompanhados de nota fiscal de modelo especial. os produtos sujeitos ao imposto. F. F. o desembaraço aduaneiro do produto. F. quando de procedência estrangeira e a sua arrematação. V. V. V. Sabendo-se que a alíquota interestadual do ICMS é de 12% e que as alíquotas internas dos dois Estados é de 18%. e) V. V. podemos afirmar que: . V. considera-se industrializado o produto que tenha sido submetido a qualquer operação que lhe modifique a natureza ou a finalidade. o imposto é não-cumulativo. V. entre o imposto referente aos produtos saídos do estabelecimento e o pago relativamente aos produtos nele entrados. em montante equivalente à moeda estrangeira ou nacional entregue ou posta à disposição por este. quando remetidos de um para outro Estado. V. F. III. os dados indispensáveis à elaboração da estatística do comércio por cabotagem e demais vias internas. Com relação ao Imposto sobre Produtos Industrializados: I. V. II. F. V. F. e sobre operações relativas a títulos e valores mobiliários: I. V. V. V. 6. F. desde que atendidos os termos e limites fixados em lei. V. V. F. Uma empresa sediada em São Paulo envia um conjunto de móveis de escritório para uma outra empresa localizada no Rio de Janeiro que irá utilizá-lo. V. incidirá sobre o ouro. para os efeitos deste imposto. quando apreendido ou abandonado e levado a leilão. além dos elementos necessários ao controle fiscal.

164 do CTN 10. § 3o. 155. da CF 8. que: a) será devida ao Estado de São Paulo. D – art. quando o contribuinte do IPVA está em atraso com relação há vários anos. § 2o. 19 a 22 do CTN e art. sendo devido imposto ao Estado do Rio de Janeiro pela mesma alíquota. e) será devido ao Estado de São Paulo. a forma extintiva de crédito tributário a ser utilizada por João na quitação do IPVA relativo àquele ano deverá ser: a) pagamento antecipado. c) será devido ao Estado do Rio de Janeiro. d) não será devido imposto. Neste caso. 155. O Estado do Rio de Janeiro exige. da CF 5. quer pagar apenas o imposto relativo ao IPVA do ano de 1997. III. 32 a 34 do CTN e art. durante a prestação do serviço. da CF 3. 155. 23. da CF 2. não sendo devido imposto ao Estado do Rio de Janeiro. § 1o. De acordo com as normas contidas no CTN que disciplinam a matéria. § 1o. d) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 12%. 153. 10. § 2o. c) compensação. da CF 7. 64 e 66 do CTN e art. E – arts. 153. 2o. proprietário de um veículo automotor registrado no Rio de Janeiro. b) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 12%. A – art. b) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota interestadual. VII e VIII. § 4o. sendo devida ao Estado do Rio de Janeiro a alíquota de 12%. da CF 4. de acordo com as normas gerais que regem a matéria. 47 e 48 do CTN e art. com relação ao ICMS. não sendo devido imposto ao Estado do Rio de Janeiro. D – arts. da CF 9. §§ 1o e 3o. A – arts. e) transação. em função da imunidade que resguarda a matéria. 28 e 30 do CTN e art. e) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 12%. sendo devido ao Estado de São Paulo o diferencial de alíquota. c) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 18%. 153. que irá utilizá-lo nos seus próprios ônibus. Gabarito Simulado 6 1. II. da CF 6. sendo devido ao Estado do Rio de Janeiro o diferencial de alíquota de 6%. 155. B – arts. da Lei Complementar no 87/1996 . sendo devido ao Estado do Rio de Janeiro o diferencial de alíquota de 6%. D – arts. b) consignação em pagamento. B – art. Uma empresa sediada no Rio de Janeiro envia combustível para uma outra empresa de serviço de transporte municipal na cidade de São Paulo.28 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER a) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 18%. d) pagamento sob condição resolutória. um pagamento único relativo a todos os débitos. 46. não sendo devido imposto ao Estado do Rio de Janeiro. E – arts. 63. 43 e 44 do CTN e art. quando da entrada no estabelecimento. sendo devido ao Estado do Rio de Janeiro o diferencial de alíquota. João Carioca. 25 e 27 do CTN e art. C – arts. 9. §§ 1o e 5o. § 1o. podemos afirmar. 156.

pretende instituir o “Imposto Predial Rural”. eis que o legislador ordinário estadual não observou o princípio da seletividade. assinale aquele ou aqueles comentários cabíveis. Apenas I e II. mercadoria que é fornecida aos consumidores pelas empresas concessionários da atividade. cujo fato gerador seria a propriedade de edificações e benfeitorias localizadas em imóveis rurais. I. Apenas III. judicial ou administrativamente. escolha aquele ou aqueles comentários pertinentes. O Estado de São Paulo. uma calamidade pública ou um investimento relevante e urgente promovido pelo Poder Público Federal. Todos. Apenas IV. Sobre tal situação. passou a ser de 15%. desde que o projeto mencionasse a devolução posterior dos valores pagos. Prescreve o art. a quem é dada. tais como uma guerra externa. eis que falece competência à União para instituir o referido tributo sem que exista alguma circunstância especial. A proposta é constitucional. houve a repercussão do impacto da majoração sobre o preço cobrado do consumidor. Nenhum.5%. promoveu a majoração na alíquota do ICMS incidente sobre a água potável. A base de cálculo seria o valor das edificações e benfeitorias e a alíquota. A majoração promovida é inconstitucional. sem que tenha havido qualquer circunstância política especial. O documento referido é costumeiramente chamado de “termo de início da fiscalização”. o contribuinte de direito é a empresa fornecedora. Apenas I e III. a legitimidade da majoração. A proposta é inconstitucional. originariamente. Apenas I. A proposta é válida e deve ser encaminhada ao Parlamento para conversão em lei complementar. IV. I. III. III. impondo uma carga tributária considerável sobre mercadoria absolutamente essencial. através de lei. 196 do CTN que “a autoridade administrativa que proceder ou presidir quaisquer diligências de fiscalização lavrará os termos necessários para que se documente o início do procedimento”. A União. a) b) c) d) e) 3. Chamado a opinar sobre a pretensão fazendária. a possibilidade de questionar. Nenhum. eis que a modalidade de incidência aventada já é prevista no texto magno em favor da União.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 29 Série Provas e Concursos Simulado 7 1. A majoração será ilegítima caso o percentual estabelecido pela referida lei estadual seja maior que aquele fixado como máximo pelo Senado Federal. 0. onde também são . A proposta seria plenamente válida. Em conseqüência. Trata-se de exercício regular da competência privativa. Apesar de os consumidores serem economicamente atingidos. Apenas II. que antes era de 0%. II. Apenas III e IV. a) b) c) d) e) 2. II. A alíquota.

caso se verifique sua inconformidade com as normas jurídicas aplicáveis. com a execução. a) O lançamento tributário é ato praticado pela Administração e. através de auto de infração ou notificação de lançamento. Assinale a alternativa incorreta. c) pode ser também lavrado em documento separado. sendo ato administrativo. doutrina ou jurisprudência modernas. por impulso próprio. até que sejam decididos os recursos administrativos.” (Súmula no 38) b) “Constituído no qüinqüênio. em livro obrigatório do fiscalizado. salvo algum caso de suspensão de exigibilidade. o prazo prescricional. e) Feita a regular notificação de lançamento. Daí concluirmos que a modalidade mais importante de alteração do lançamento é a impugnação pelo sujeito passivo. d) Após sua regular inscrição nos registros da Dívida Ativa Tributária. cuja cópia será entregue ao fiscalizado. o crédito tributário. fluindo. o crédito. a) “Os certificados de quitação e de regularidade de situação fiscal não podem ser negados.” (Súmula no 227) . faz com que o ônus da prova de sua irregularidade recaia sobre o administrado. surge.” (Súmula no 219) e) “A mudança de critério jurídico adotado pelo fisco não autoriza a revisão do lançamento. a priori em favor do Fisco. Os enunciados abaixo são (com algumas alterações terminológicas para facilitar a compreensão) súmulas editadas pelo extinto Tribunal Federal de Recursos. o devedor inadimplente. fica suspenso. em princípio. não mais pode ser contestado judicialmente pelo sujeito passivo interessado. b) O lançamento concluído.” (Súmula no 193 – o AFRMM é uma contribuição de intervenção no domínio econômico) d) “Não havendo antecipação de pagamento. a exigibilidade do respectivo crédito tributário. e) não tem. preferencialmente. verificar a irregularidade do lançamento feito e promover-lhe a revisão. d) faz com que se inicie o fluxo do prazo decadencial. Apesar de presumidamente legítimo. eis que é dever institucional do administrador zelar pelo fiel cumprimento da lei. goza da presunção relativa de legitimidade. em época anterior à atual Constituição Federal. Assinale aquela alternativa que traz um conteúdo que não mais se coaduna com a legislação. a partir daí.30 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER solicitados ao fiscalizado os documentos fiscais e contábeis que irão subsidiar a atividade de apuração a ser desenvolvida pela autoridade tributária. c) Pode a Administração. que. não podemos afirmar que: a) deve ser lavrado. de acordo com o CTN. 4. formalizado anteriormente pelo ato de lançamento. 5.” (Súmula no 153) c) “A majoração da alíquota do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante não está sujeita ao princípio da anterioridade. ele comporta formas de alteração. qualquer influência na fluição do prazo prescricional. como tal. tem o Poder Público. ainda que não tenha sido provocada pelo sujeito passivo interessado. não há que falar em decadência. se o débito estiver garantido por penhora regular. Esgotado o prazo de pagamento fixado em lei. Sobre o referido termo. a chance de acionar. o direito de constituir o crédito de tributo submetido à homologação extingue-se decorridos 5 (cinco) anos do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. b) exclui a espontaneidade do sujeito passivo em relação às infrações cometidas e relacionadas com a matéria a ser fiscalizada. todavia.

e) na época da edição do decreto-lei. b) a punibilidade pela infração tributária não pode ser afastada pelo instituto da denúncia espontânea. a Emenda Constitucional no 20/98 alargou a referida competência privativa da União. estipulava uma competência privativa em favor da União para instituir contribuição social sobre os empregadores. Nossa atual Constituição. incidente sobre a folha de salários.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 31 Série Provas e Concursos 6. a partir do advento da EC no 20. podendo ser alterado por lei ordinária. c) sabendo-se que a alíquota estabelecida pela Lei Complementar no 84 é de 15%. de 1996. Em relação à matéria tratada neste decreto-lei. incidente na folha de pagamentos por trabalho de autônomos e dirigentes. Pois bem. conduta legalmente tipificada como infração penal. atualmente. 8. só podendo ser alterado por lei complementar. o Decreto-Lei no 406/1968 foi elevado ao status de lei complementar. estabelecendo alteração redacional no texto supremo. não podemos dizer que: a) a Lei Complementar no 84. jamais em caso de crime. d) mesmo que a infração tributária tenha como beneficiária uma pessoa jurídica. podemos afirmar que: a) tal decreto-Lei foi revogado com a promulgação da Carta de 1988. O Decreto-Lei no 406/68 estabelece a lista dos serviços sobre os quais pode incidir o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza. 7. usando outra faculdade constitucional. a qualquer titulo. à pessoa física que lhe preste serviço. atualmente. em qualquer caso. a União. a responsabilidade pela penalidade recairá exclusivamente na pessoa física do gerente ou diretor que tiver cometido o ilícito. a própria Constituição fixa nominalmente quais são os serviços compreendidos na competência tributária municipal. Recentemente. Na hipótese de uma infração tributária cometida ser. promulgada a atual Constituição. através da Lei Complementar no 84. em sua redação originária. c) tal decreto-Lei foi revogado tacitamente. b) a Lei Complementar no 84. d) a contribuição instituída pela Lei Complementar no 84 passou. ao instituir a contribuição residual. tal ato permanece válido. mesmo sem vínculo empregatício. ainda que se trate de ato não definitivamente julgado. instituiu uma contribuição social residual sobre os empregadores. eis que. eis que esta extinguiu a referida espécie de ato normativo. no sentido de estendê-la à folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados. ser anistiada por lei específica. Com efeito. d) tal decreto-Lei foi recepcionado pela atual Carta. Com essa redação. podemos afirmar que: a) a infração tributária pode. b) segundo a teoria da recepção. a referida competência se restringia à possibilidade de incidência do tributo sobre os valores que eram pagos pela empresa àquelas pessoas físicas que lhe prestavam serviços sob um vínculo empregatício. tem força de lei ordinária. ainda não existia o instituto da lei complementar. ao mesmo tempo. Sobre todo esse relato. de competência municipal. a ter como fundamento de validade a competência privativa da União. c) o infrator tributário não poderá ser beneficiado por lei posterior que venha a estipular penalidade mais branda. . podemos dizer que pode uma lei ordinária nova vir a alterar o referido percentual. esteve submetida ao princípio da não-cumulatividade. e) a infração tributária só poderá ser anistiada por lei específica caso o delito penal seja apenas uma contravenção.

10. todas as isenções podem ser modificadas ou suprimidas a qualquer tempo por leis posteriores àquelas que as concederam. o Fisco apresentou-lhe certidão positiva.32 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER e) a Lei Complementar no 84. oriunda de fato gerador ocorrido no ano de 1995. C. uma lei tributária ordinária pode alterar o conteúdo do instituto do contrato de seguro neles previsto. B. Depósito do montante integral. se acionada em juízo pelo município que a instituiu. Medida liminar em mandado de segurança. certa empresa requereu à repartição competente a expedição do mencionado documento. na hipótese de a União não utilizar a sua competência tributária para instituir o mencionado tributo. com a ressalva de que a contribuinte interpôs recurso administrativo dotado de efeito suspensivo para discutir. Transação. a) b) c) d) e) 11. Responsabilidade dos administradores de bens de terceiros nos casos de dívidas tributárias oriundas de atos praticados com excessos de poderes pelos primeiros em detrimento dos últimos. ao Estado de São Paulo é vedado editar lei. b) A empresa I. Assinale a alternativa correta. para atender a suas peculiaridades”–. dedicada à descarga de navios e que vendeu parte de suas cotas à empresa II. Responsabilidade do adquirente do fundo de comércio que prosseguiu na atividade até então exercida pelo alienante. a certidão positiva citada não produz os mesmos efeitos jurídicos que a certidão negativa. aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre Direito Tributário” e “inexistindo lei federal sobre normas gerais. Assinale o mecanismo extintivo contemplado explicitamente pelo Código Tributário Nacional que se funda no princípio de que o devedor. os Estados exercerão a competência legislativa plena. e) Por serem favores fiscais. também possui o direito de pagar sua dívida. em segunda instância. ao instituir a contribuição residual. desde que para fins exclusivamente tributários. A. a) Situada no mesmo nível hierárquico que os Códigos Civil e Comercial. Responsabilidade dos herdeiros em relação às dívidas tributárias surgidas até a abertura da sucessão contra o de cujus e não pagas pelo espólio até a prolação da sentença de partilha. Em resposta. além de ter o dever. c) Necessitando de certidão negativa de débito tributário. Compensação. Correlacione as duas colunas. mediante a assunção. da obrigação de pagar todas as prestações pecuniárias estatais compulsórias (ainda que não sejam tributos) devidas por I em 1995. . Nesse caso. só teve a possibilidade de produzir efeitos a partir do exercício seguinte ao de sua publicação no Diário Oficial. deve ser condenada a pagar a contribuição para o custeio de hospitalização de empregados portuários acidentados no trabalho. 9. a existência do débito constante da mencionada certidão. na hipótese deste não ter sofrido solução de continuidade em suas atividades empresariais. Ação de consignação em pagamento. d) Mesmo levando-se em consideração as inovações da Constituição de 1988 – “compete à União. por II. exigindo imposto de exportação de produtos embarcados em seus portos.

Os serviços de qualquer natureza que estarão à mercê da tributação municipal. BII. O ICMS poderá incidir. Apenas a terceira está errada. aquele serviço prestado que não estiver inserido na competência municipal será atingido mediante tributação pelo ICMS. II. BI. Analise as afirmativas e marque a alternativa correta. CIII. CI. AII. nas importações de mercadorias. . para o custeio da previdência e assistência social dos mesmos. no mínimo. CI. III. Subsidiária Solidária Pessoal AII. CI. através do ISS. III. a) b) c) d) e) 13. e) o dispositivo constitucional transcrito não se aplica as contribuições instituídas pela União para o custeio de atividades de intervenção estatal no domínio econômico. eis que submetidas à regra da anterioridade anual. Apenas a segunda está errada. salvo quando estas se destinarem ao consumo do importador ou ao ativo permanente do estabelecimento do importador. Todas estão erradas. AIII. comum aos tributos em geral. II. em analogia ao princípio da anterioridade anual. AIII. Apenas a primeira está correta. b”.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 33 Série Provas e Concursos I. Distrito Federal e Municípios sobre os respectivos servidores. não se lhes aplicando o disposto no art. No entanto. BIII. devendo ser respeitado o interstício de. excluídos aqueles que a Constituição Federal arrolou expressamente em seu texto como compreendidos na esfera impositiva possível do ICMS. noventa dias entre a publicação e a eficácia financeira da lei instituidora. elas não são tributos de cobrança imediata. III. eis que ambos os mecanismos são providências constitucionais de mesma natureza e objetivo: proteger o cidadão de uma surpresa que lhe seja mais gravosa. b) é corrente se denominar o mecanismo a que as contribuições sociais estão submetidas de anterioridade nonagesimal. 195 da Constituição Federal que “as contribuições sociais de que trata este artigo só poderão ser exigidas após decorridos noventa dias da data da publicação da lei que as houver instituído ou modificado. d) o dispositivo constitucional transcrito não se aplica às contribuições instituídas pelos Estados. CIII. existe entendimento referendado pelo Supremo Tribunal Federal de que a regra só se aplica a casos de lei que institui ou majora tais contribuições. inclusive. serão definidos em lei complementar da União. Apenas a primeira está errada. Dispõe o parágrafo 6o do art. a) b) c) d) e) 12. c) apesar de o texto constitucional ter feito menção à lei que houver instituído ou modificado as contribuições em comento. BIII. I. AI. Em qualquer circunstância. BII. Sobre tal passagem constitucional não podemos dizer que: a) as contribuições instituídas para o custeio da seguridade social foram excepcionadas da regra da anterioridade anual. 150.

4. capacidade contributiva dos impostos. o Constitucional. do CTN C – art. 178 e 206 do CTN . em que os dispositivos revogadores das isenções entram em vigor? a) Em data alguma. 8. Eles se destacam por serem primados ainda mais abrangentes. 149. eis que este benefício não pode abranger tal tipo de tributo. 154. 155. devido processo legal. publicada em 31/03/1999. qual a data. 2. b) Em ambos os casos. já no caso da taxa. 174 e 196 do CTN D – arts. Lei estadual. 110. e) No caso do IPVA. c) Se a analogia não for possível. não-confisco. em primeiro lugar. Nesse esforço. o Financeiro e o Processual. de modo a abrandar os rigores da lei. III. d) O terceiro mecanismo a ser utilizado. eis que existe presunção de que o sujeito passivo sempre está disposto a burlar a legislação tributária. Assinale a alternativa errada. parágrafo único. tratando sobre a restruturação administrativa da Governadoria do Estado e de suas Secretarias. forma federativa de Estado etc. é o uso dos princípios gerais do Direito Público (moralidade administrativa. da CF D – arts. 174. 135. irretroatividade. a. como o Administrativo.). visto que estão presentes no Direito Tributário e também em outros ramos. Gabarito Simulado 7 1. 146. em 15/05/1999. já no caso da taxa. 137. caso os dois primeiros não tenham resultado em sucesso. em 15/05/1999. trouxe também dois dispositivos que visavam a extinguir isenções relativas a dois tributos de competência estadual: o IPVA e a Taxa de Fiscalização Sanitária. 173. I . 9. da CF e arts. eis que a lei extintiva da isenção não é específica. buscamos solucionar o caso com norma aplicável a caso semelhante. parágrafo único. o Penal. e 206 do CTN D – arts. 138. em 15/05/1999. 5. não-limitação ao tráfego. em 01/01/2000. 138 e 180 do CTN D – art. anterioridade. já em se tratando da taxa. do CTN e Princípio da Recepção E – arts. b. vinculabilidade da tributação. 8o. I. 149. Tais princípios são regras bastantes amplas e tendem a abranger um número maior de casos e situações. 15. 146. acarretando sua inconstitucionalidade. 201 e 204. 173. 6. em 15/05/1999. 7. e § 6o. D – art. indelegabilidade da competência tributária.). 3. da CF E – arts. da CF e art. deve a lei ser interpretada e se extrair o entendimento sobre ela que seja o mais favorável à Fazenda Pública. e) A última modalidade a que devemos recorrer é a eqüidade. Sabendo-se que o referido ato normativo não continha cláusula de vigência. não há que se falar em extinção da isenção. 4o da Lei Complementar no 87/1996 B – art. restar margem de dúvida à autoridade fiscal ou ao magistrado quanto à capitulação legal do fato ocorrido. c) No caso do IPVA. respectivamente. buscamos então solucionar o caso aplicando-se os princípios basilares do Direito Tributário (legalidade. parágrafo único. imprimindo-lhes ares de maior suavidade e dimensão humanitária. b) Na integração da legislação tributária. em 01/01/2000. d) No caso do IPVA. quando da aplicação de leis tributárias penais que não forem suficientemente claras. a) Se. que significa uma reflexão sobre os valores do sistema jurídico e da sociedade. III e IV. tentamos suprir as lacunas do legislador em relação a casos concretos desamparados de previsão legal. non olet etc. isonomia. 195.34 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 14. 145.

e 156. 131. da CF 13. B – arts. 133 e 134. da CF 14. 149 e 195. LICC 15. IX.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 35 Série Provas e Concursos 10. do CTN 12. D – art. do CTN e art. 104. D – arts. A – arts. III. II. 155. 108 e 112 do CTN . 164 do CTN 11. D – arts. III. D – arts. III. 1o. § 6o. § 2o. a e b.

tendo resultado em um valor menor do que aquele de fato devido. c) é devido ITD ao Estado do Rio de Janeiro relativamente aos bens imóveis e ITBI ao Município de Juiz de Fora. O Presidente da República. Carlos. uma vez que o inventário ainda não foi concluído. 2. o Governo Federal revogou o benefício. uma vez que o vício formal na concessão do benefício o torna nulo para todos os efeitos. 3. através de um ato normativo. que havia um erro no lançamento efetuado. doou o direito de herança sobre o automóvel para seu irmão Pedro e vendeu o direito de herança sobre os imóveis para o outro irmão. Seu filho mais velho. em 28 de março de 1998. Verificou-se. relativamente ao automóvel. d) O Governo Federal poderá cobrar o ITR ano-base 1998 sem qualquer acréscimo relativo à penalidades. juros de mora ou atualização monetária. viúvo e proprietário de dois imóveis em Aracaju. A Fazenda Pública do Município de Campos dos Goytacazes adota a sistemática do lançamento direto para constituir o crédito tributário relativo ao IPTU. João. Joaquim. proprietário rural que se enquadrava nesta exigência. Com relação à tributação destes fatos jurídicos. em Minas Gerais. escolha a opção correta. deixou de pagar o imposto em função do benefício fiscal concedido. no entanto. no Estado de Sergipe. O imposto relativo ao ano de 1992 (cujo fato gerador ocorreu em 1o de janeiro do mesmo ano) foi constituído pelo lançamento em 30/03/1993. Paulo.36 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER Simulado 8 1. A legislação local considera que o fato gerador de tal imposto é considerado ocorrido no primeiro dia do próprio ano. corrigido apenas monetariamente. c) O Governo Federal poderá cobrar o ITR ano-base 1998 sem qualquer acréscimo. relativamente à transmissão dos direitos sucessórios sobre o automóvel. João tinha um automóvel licenciado no Município de Juiz de Fora. e) é devido ITBI ao Município de Aracaju relativamente à transmissão dos direitos sucessórios sobre os imóveis e ITD ao Estado do Rio de Janeiro. Além disso. podemos afirmar que: a) não há por que se falar em tributação. onde veio a falecer e onde foi aberto o inventário por iniciativa de seus três filhos. após verificar que esta isenção deveria ter sido concedida por lei. b) O Governo Federal não poderá cobrar o ITR ano-base 1998. a) O Governo Federal poderá cobrar o ITR ano-base 1998 com todos os acréscimos. uma vez que o vício formal na concessão do benefício não o torna nulo para todos os efeitos. relativamente à transmissão dos direitos sucessórios sobre o automóvel. b) haverá incidência do ITBI sobre a transmissão dos direitos sucessórios feito por Carlos aos outros dois irmãos. concedeu isenção do ITR ano-base 1998 para as propriedades rurais que tivessem ocupado pelo menos 80% das suas áreas de forma produtiva nos dois últimos anos. . No ano seguinte. e) O Governo Federal poderá cobrar o ITR ano-base 1988 apenas com o acréscimos de juros de mora incidentes. vivia em outro imóvel alugado na cidade do Rio de Janeiro. De posse destas informações. d) é devido ITD ao Estado de Sergipe relativamente à transmissão dos direitos sucessórios sobre os imóveis e ao Estado de Minas Gerais.

Analise as afirmativas abaixo. V. não cabendo ao Rio de Janeiro imposto correspondente ao diferencial das alíquotas interna e interestadual. o prazo de pagamento será de trinta dias úteis. II.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 37 Série Provas e Concursos A Fazenda Pública Municipal: a) poderá cobrar a diferença mediante um novo lançamento retificador. F. c) Será devido ao Estado de São Paulo imposto correspondente à alíquota de 18%. V. e) poderá cobrar a diferença mediante um novo lançamento retificador. c) poderá cobrar a diferença mediante um novo lançamento retificador. cabendo ao Rio de Janeiro imposto correspondente ao diferencial das alíquotas interna e interestadual. IV. ao citar as hipóteses extintivas do crédito tributário. A imposição de penalidade ilide a cobrança integral do crédito tributário. F. não admite. F. F. a) b) c) d) e) 5. relativas às hipóteses de extinção do crédito tributário. enquanto estabelece normas gerais de Direito Tributário. V. b) Será devido ao Estado de São Paulo imposto correspondente à alíquota de 12%. b) não poderá cobrar a diferença. F. que outras hipóteses possam ser criadas pelo legislador ordinário. F. A transação prevista no CTN como forma de extinção do crédito tributário é admitida tanto para pôr fim a litígio já iniciado como para prevenir o litígio entre as partes. Sabendo-se que as alíquotas internas do ICMS dos dois Estados é de 18% e a alíquota interestadual fixada pelo Senado Federal é de 12%. que irá usá-lo como ativo fixo. Um comerciante de São Paulo remete um armário pré-montado para uma loja de cosméticos naturais no Estado do Rio de Janeiro. contados da data em que se considera o sujeito passivo notificado do lançamento. F. F. cabendo a São Paulo imposto correspondente ao diferencial das alíquotas interna e interestadual. F. V. O CTN. d) poderá cobrar a diferença mediante um novo lançamento retificador. Se a legislação não fixar. cabendo ao Rio de Janeiro imposto correspondente ao diferencial das alíquotas interna e interestadual. marque a opção correta. uma vez que já se esgotara o prazo para retificação do lançamento anteriormente efetuado. sem a incidência de acréscimos legais. III. com a incidência dos juros de mora. F. F. F. verificando se falsas (F) ou verdadeiras (V). F. com a incidência de todos os acréscimos. . e) Será devido ao Estado de Rio de Janeiro imposto correspondente à alíquota de 18%. V. V. 4. nas hipóteses em que o valor daquela excede o referido crédito. cabendo ao Rio de Janeiro imposto correspondente ao diferencial das alíquotas interna e interestadual. a) Será devido ao Estado de São Paulo imposto correspondente à alíquota de 18%. sendo admissível apenas a atualização monetária da base de cálculo. V. sem a incidência de acréscimos legais. d) Será devido ao Estado de São Paulo imposto correspondente à alíquota de 18%. I.

333. cuja prescrição ocorrerá em 30/08/1999. ao imputar a ordem de pagamento dos créditos. onde está localizado o imóvel. só podendo ser exigido o tributo quando a sociedade de economia mista confirmasse a pretensão de compra do imóvel. no valor de R$ 23. no valor de R$ 45. c) a cobrança não é lícita. no valor de R$ 1. d) a cobrança não é lícita.456.00. 7. cuja prescrição ocorrerá em 30/07/2002. cuja prescrição ocorrerá em 30/08/1999. o seguinte tributo: a) ITR. – taxa pelo exercício do poder de polícia. então. cobrar o IPTU incidente sobre o mesmo do Estado. Até lá. é correto afirmar que: a) a cobrança é lícita. – contribuição de melhoria. cuja prescrição ocorrerá em 30/12/1999. de acordo com disposição do CTN. a) Fixação da alíquota máxima do ISS. e) a cobrança embora lícita é extemporânea. d) IR retido na fonte relativo ao salário dos empregados.38 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 6. Foi decretada a falência de uma empresa que era devedora da União dos seguintes tributos: – ITR incidente sobre uma propriedade rural. já que o imóvel continua gozando da imunidade fiscal. cuja prescrição ocorrerá em 25/08/2001. teria que ser cobrado da sociedade de economia mista. benefícios e incentivos fiscais relativos ao ICMS. b) Exclusão da incidência do ISS nas exportações de serviços para o exterior. b) a cobrança não é lícita. Esta última se compromete a pagar um preço previamente ajustado por um imóvel dentro de doze meses. resolve. c) Exclusão da incidência do ICMS nas exportações de produtos semi-elaborados para o exterior. Com relação à esta exigência. – IR retido na fonte do salário de seus empregados.00. o imóvel continua pertencendo ao governo mineiro. O Estado de Minas Gerais resolve celebrar um contrato de promessa de compra e venda com uma sociedade de economia mista. A autoridade. uma vez que a sociedade de economia mista goza de imunidade fiscal recíproca. c) contribuição de melhoria. e – taxa por prestação de serviço. . e) taxa pelo exercício do poder de polícia. no valor de R$ 237.00. – IR sobre o lucro presumido. no entanto. b) IR incidente sobre o lucro presumido. e) Concessão e revogação de isenções. no valor de R$ 600.098. cuja prescrição ocorrerá em 30/11/1999. Assinale a opção na qual a matéria não é reservada à lei complementar.00.00. O Município de Manhumirim.00. no valor de R$ 400. 8. terá que determinar como último a ser quitado. uma vez que o Estado de Minas Gerais perdeu a imunidade fiscal recíproca. d) Estabelecimento de tratamento tributário especial para ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. uma vez que o tributo embora devido.

III. e) V. F. cuja renda total seja constituída. dos Estados. e art. I. Além disso. 2. 3. sem. F. parágrafo único. F. Descobertos pela fiscalização da Receita Estadual. b) F. III. F. II. A prorrogação da cobrança da CPMF pela Emenda Constitucional no 21 foi pelo período de trinta e seis meses. F.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 39 Série Provas e Concursos 9. à medida que o salão é um estabelecimento prestador de serviço. penteado. F. V. V. O lançamento utilizado neste caso pela autoridade fiscal para constituir o crédito tributário é do tipo “por declaração ou misto”. II. F. sobre rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão pagos pela previdência social da União. V. F. F. Ali. Gabarito Simulado 8 1. não poderá conceder exclusão de créditos tributários dos Estados. conceituados professores. E – art. montando um salão de beleza denominado “As duas rosas silvestres orvalhadas”. O IR não incidirá. A cobrança é lícita. 156. 157. exceto em alguns casos previstos na CF. V. à pessoa com idade superior a sessenta e cinco anos. F. verifique se as afirmativas abaixo são falsas (F) ou totalmente verdadeiras (V). F. IV. vendem produtos de beleza. Alugam um local. c) V. V. haverá incidência do ICMS sobre o valor total cobrado. V. Com relação a esta cobrança. 100. F. exclusivamente. do CTN A – art. Distrito Federal ou Municípios. 4. A cobrança é indevida por não haver uma pessoa jurídica regularmente constituída. F. nos termos e limites fixados em lei. são autuados por venderem mercadorias sem recolhimento do ICMS incidente. resolvem desenvolver as suas outras habilidades. F. 155. 160 e 171 do CTN . V. V. I. F. V. I. do Distrito Federal e dos Municípios. V. Quando forem fornecidas mercadorias juntamente com prestação de serviços não-descritos em lei complementar como sujeitas ao ISS. a) F. Analise as afirmativas abaixo. de rendimentos de trabalho. V. V. 111. no entanto. A União. II. I e § 1o. e de forma totalmente desvinculada aos serviços prestados. F. criar uma pessoa jurídica regularmente constituída. verificando se são verdadeiras (V) ou falsas (F). F. parágrafo único. IV. V. manicure e pedicure. d) F. 149. da CF D – art. F. à medida que João e Carlos são contribuintes do imposto por circularem mercadorias. A cobrança é indevida. embora não tenham constituído regularmente uma pessoa jurídica. F. instalando o salão. do CTN B – art. desenvolvem suas atividades de corte de cabelo. João e Carlos. F. F. a) b) c) d) e) 10. F.

B – art. art. art. § 2o. 126. III. art. art. II. 7. 9. I e II. da CF. art. da CF D – art. § 2o. do CTN E – art. § 3o. 121. 163. § 2o. da CF 10. 8. 155. I. 155. e. 17 da EC no 20. 149 do CTN . da CF. 155. XII. 151. 6. da CF E – art. art. g. XII. § 3o. A – art. VII e VIII. III. art. § 2o. 150. b. 155. 1o da EC no 21. da CF C – art. IX. da CF. 156.40 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 5.

cuja prescrição ocorrerá em 10/03/2003. a seguir. em seguida. 2. uma vez que a sua característica básica é incidir apenas uma vez nas várias fases tributadas excluindo ainda todos os demais tributos. o de R$ 200. relativo à contribuição de melhoria. na qualidade de responsável por substituição tributária. em seguida. . o de R$ 200. Tal mineral foi utilizado na industrialização de vergalhões de ferro que deverão sair da empresa. e por último o de R$ 200. pode-se concluir que. e por último o de R$ 200. devidos por um mesmo sujeito passivo para o Estado do Paraná. por força da Constituição. correspondente à taxa pela prestação de serviços estaduais.000.000. c) incidirá tanto o IPI quanto o ICMS. o de R$ 6. podendo a empresa abater do valor devido de ICMS o valor de R$ 56. depois o de R$ 25.00 já incidentes na etapa anterior.000. o de R$ 50.000. tendo o último como base de cálculo o valor da mercadoria excluído o IPI. em seguida.000. a seguir. em seguida. podendo a Siderúrgica abater do valor a ser pago de ICMS os R$ 56. 2) R$ 8. 3) R$ 25.000. o de R$ 6. e) Em primeiro lugar. a seguir. o de R$ 6. o de R$ 8. e por último o de R$ 6. Em face do exposto. e por último o de R$ 200. o de R$ 8. cuja prescrição ocorrerá em 20/12/2003.000.000. em seguida. d) Em primeiro lugar. o de R$ 50.00 (cinqüenta e seis mil reais).000. c) Em primeiro lugar.000.000. A Siderúrgica Mendes Júnior adquiriu determinada quantidade de minério de ferro sobre o qual incide o ICMS no valor de R$ 56. de acordo com o Código Tributário Nacional.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 41 Série Provas e Concursos Simulado 9 1. nenhum outro tributo poderá ser exigido. 4) R$ 50.000.000. depois o de R$ 25.000.000.000.000. o de R$ 6. 5) R$ 6.000. o de R$ 8. o de R$ 25. d) não sofrerá incidência do IPI já que não é a última etapa de industrialização e este imposto é não-cumulativo. em face da venda já realizada a outra indústria. cuja prescrição ocorrerá em 10/05/2002. a ordem a ser observada pela autoridade administrativa na quitação por imputação dos seguintes créditos tributários. depois o de R$ 50.000.000. b) incidirá apenas o IPI já que a saída da indústria não pode. a seguir. No entanto será devido o ICMS. depois o de R$ 50. e por último o de R$ 8. e) incidirá tanto o ICMS quanto o IPI e a base de cálculo do primeiro será o valor da mercadoria acrescido do IPI.000. que vai submetê-los a outra etapa de industrialização.00. b) Em primeiro lugar.000.000. Assinale a alternativa que indica corretamente. o de R$ 25. o de R$ 50. 1) R$ 200. a seguir. pertinente ao IPVA. o de R$ 8. cuja prescrição ocorrerá em 10/02/2001.000.000.000.000.000. cuja prescrição ocorrerá em 15/11/2003. Existem dúvidas acerca do tratamento tributário dessas operações no âmbito do Imposto sobre Produtos Industrializados e Imposto de Circulação de Mercadorias.000. na saída da Siderúrgica: a) já tendo ocorrido a incidência do ICMS. concernente ao ITD. referente a ICMS. depois o de R$ 25.000. a) Em primeiro lugar.000.000. constituir fato gerador de dois impostos.000.

400.800. Analise as afirmativas a seguir. segundo o qual a entidade competente para tributar é também competente para unilateralmente legislar sobre suas alíquotas. renda e provento de qualquer natureza. O princípio.500. imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. de acordo com o dispositivo do Código Tributário Nacional. sofre restrição no caso de imposto sobre: a) b) c) d) e) operação de crédito.000. 5. Não. já teria ocorrido a decadência. o Fisco poderia ou não proceder o lançamento de ofício do respectivo crédito? a) b) c) d) e) Sim.000. “Z” deixou de apresentar a sua declaração de rendimentos. já teriam ocorrido a decadência e a prescrição.42 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 3.00 R$ 4.000.00 R$ R$ R$ R$ 4. b) R$ 2. Não. Não. referente ao ano-base de 1987. transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável por sucessão pelos tributos cujos fatos geradores ocorrerem a partir da data do ato.000. d) R$ 1.000. em conseqüência. não pagou o imposto devido.00 7. A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão. c) R$ 1.00 R$ 1.00 3.000. pois pois pois pois o Código Tributário Nacional estabelece para estes casos a remissão. Tendo o Fisco Federal verificado que o Sr.000. o recebimento do montante de: a) R$ 7.000.000. certa empresa apresenta a situação a seguir: – – – – Recursos (depósitos bancários) Dívidas de natureza hipotecária Dívidas de natureza quirografária Dívidas de natureza trabalhista maiores que 150 salários mínimos por credor – Dívida a fornecedores – Dívidas de natureza trabalhista maiores que 150 salários mínimos por credor – Dívida de natureza tributária: à União ao Estado do Rio de Janeiro ao Município do Rio de Janeiro ao Município de Rio Bonito R$ 20.000. I. verificando se falsas (F) ou verdadeiras (V). Em um processo de recuperação judicial.00 R$ 3. até o dia 30 de abril do ano seguinte (data prevista na lei) e.00 3. operações relativas à circulação de mercadorias. 6. e) R$ 2. câmbio e seguro ou relativas a títulos e valores mobiliários. já teria ocorrido a prescrição.000.000.00 R$ 8. importação de produtos estrangeiros. 4. Não.00 Nesta hipótese. embora o Fisco já pudesse proceder ao lançamento ex officio a partir do dia seguinte àquele em que se esgotou o prazo para a referida entrega. pergunta-se: em dezembro de 1993. caberia ao Município do Rio de Janeiro.00 R$ 7. e as pessoas .

8. no CTN. A respeito das normas gerais do CTN que disciplinam a atividade de fiscalização. F. IV. Na liquidação de uma sociedade em nome coletivo. F. Segundo decorre do Código Tributário Nacional (CTN). c) 09/10/1999. F. b) 12/09/1999. F. A responsabilidade do agente. V. quarenta e cinco dias depois de sua publicação da lei. os contribuintes continuaram usufruindo da isenção até: a) b) c) d) e) a data de sua publicação da lei. ainda que relativos a obrigações tributárias surgidas até a referida data. F. a) 11/10/1999. F. e) 11/09/1999. publicada no Diário Oficial do dia 15/06/1997. F.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 43 Série Provas e Concursos II. V. mas esta é limitada à proporção de sua participação no capital social. por infrações. Uma lei que extinguiu isenção do imposto sobre a renda devido pelas pessoas físicas. O disposto na Seção da Responsabilidade dos Sucessores. trouxe como data de vigência o dia 12/02/1998. Um fiscal de rendas do Estado do Ceará. 9. são responsáveis exclusivas pelos tributos devidos até essa data. De acordo com as normas gerais fixadas no CTN sobre a matéria. A autoridade administrativa não pode. F. V. I. o primeiro dia do exercício seguinte àquele que ocorreu a publicação da lei. por considerar que a nota fiscal estava com valores subfaturados. F. o dia 12/02/1998. depende da existência do elemento subjetivo (dolo ou culpa). a lei não pode atribuir de modo implícito a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa. III. o dia seguinte ao de publicação da lei. jurídicas de direito privado fusionadas. assinale a opção que contém a data a partir da qual a contagem do referido prazo é iniciada. F. divulgar informações obtidas durante o processo de fiscalização. não se aplicando aos constituídos posteriormente aos mesmos atos. V. dia 09/09/1999 e a legislação daquele Estado prevê um prazo de trinta dias para que o contribuinte entre com uma tentativa de impugnação do auto de infração. d) 09/09/1999. F. V. salvo se intimada judicialmente. F. F. de acordo com os dispositivos do Código Tributário Nacional que regulam a matéria. há responsabilidade dos sócios-gerentes pelas dívidas relativas a seus atos. F. a respeito da situação econômica do sujeito passivo. F. F. . A autuação ocorreu em um sábado. Neste caso. autuou um comerciante que transportava mercadorias de seu estabelecimento para o seu cliente. F. mesmo que vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. verifique se as afirmativas abaixo são falsas (F) ou verdadeiras (V). a) b) c) d) e) 7. desempenhando sua função em uma blitz. transformadas ou incorporadas. V. salvo disposição de lei em contrário. F. restringe-se aos créditos tributários definitivamente constituídos ou em curso de constituição à data dos atos nela referidos. V. F.

V. V. 187 do CTN 6. IV. C – art. V. 198 e 200 do CTN 10. F. As autoridades administrativas poderão requisitar o auxílio da força pública federal. b) V. V. 134. 185 e 186 do CTN . F. da CF 3. I. F. I e XI. Não tem aplicação quaisquer disposições excludentes ou limitativas da capacidade que tem a autoridade administrativa de fiscalizar livros e documentos fiscais relativos ao contribuinte. 210 do CTN 9. V. ou seu começo. Gabarito Simulado 9 1. III.137/90 (Lei dos Crimes Contra a Ordem Tributária) ou no Código Penal. IV e V. F. F. nos termos da lei falimentar. não esteja legalmente obrigada ao sigilo e tenha sido intimada por escrito. d) F. V. Na falência. c) F. C – art. por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública. V. F. III. F. 104. F. 197. 195. F. da CF 4. A multa tributária prefere apenas aos créditos subordinados. desde que o embaraço ou desacato sofrido configurem crime previsto na Lei no 8. C – art. estadual ou municipal.44 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER II. § 2o. nem aos créditos com garantia real. a) F. V. e 136 do CTN 7. 10. B – art. F. Independente de lei permissiva. F. 155. D – art. 173. F. F. e) F. b) F. F. d) F. E – art. F. no limite do valor do bem gravado. III. F. a) F. V. Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas. VII. § 2o. F. por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa. São extraconcursais os créditos tributários decorrentes de fatos geradores ocorridos no curso do processo de falência. Com relação às garantias e privilégios do crédito tributário. e) F. 129. I. A – art. c) V. F. do CTN 5. V. C – art. 163 do CTN 2. F. os livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal não precisarão mais ser conservados pelo contribuinte. F. o crédito tributário não prefere aos créditos extraconcursais ou às importâncias passíveis de restituição. V. 132. F. 155. Após decorridos cinco anos do lançamento. IV. do CTN 8. F. E – arts. II. V. verifique se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V). qualquer pessoa é obrigada a dar informações sobre a situação econômica de determinado contribuinte. F. desde que esteja vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação tributária. C – arts. F.

I. sim. fazendo com que a Fazenda Pública constitua o crédito tributário através de arbitramento. embora não recolhesse o imposto por ser imune. Assinale a afirmativa que retrata a validade jurídica na concessão dos benefícios fiscais. sim. por quem de direito. através de uma lei complementar federal.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 45 Série Provas e Concursos Simulado 10 1. A declaração não tenha sido prestada. embora tenha prestado. sim. não. o prestou insatisfatoriamente. d) Os benefícios fiscais foram regulares. não. pode resultar na dispensa de tributo injusto? a) Não. uma vez que concedidos por lei complementar federal. Assinale a alternativa que contenha a seqüência correta de respostas às três perguntas abaixo. à medida que redução de base de cálculo do IOF tem que ser mediante ato do poder executivo. são utilizáveis os princípios gerais de direito privado? 2o A lei tributária federal pode. não. seguro ou de títulos mobiliários? 3o O emprego da eqüidade. não. à medida que lei federal não pode conceder manutenção de crédito de imposto estadual. sim. ainda assim pudesse manter o crédito relativo à entrada das matérias-primas. 3. e) A concessão dos benefícios fiscais foi irregular. no prazo e na forma da legislação tributária fazendo com que a Fazenda Pública constitua o crédito tributário através de estimativa. c) Não. concedeu redução de base de cálculo nos empréstimos obtidos pelas indústrias com o objetivo de adquirir matérias-primas utilizadas nos produtos exportados. deixou de atender no prazo legal a pedido de esclarecimento. Com relação ao primeiro tributo. verificando qual ou quais podem ser consideradas lançamento por homologação. a União está amparada por dispositivo constitucional. com a intenção de incrementar as exportações de produtos industrializados para o exterior concedeu. alterar o conceito de câmbio. à medida que lei federal não pode conceder benefícios fiscais de tributos diversos em uma mesma lei. no caso do ICMS. domínio útil ou posse. não. II. ou se recusou a prestá-lo. ainda. III. permitiu que a indústria que exportasse tais produtos. b) A concessão foi regular. para fins de definição de fato gerador de imposto. uma vez que o IOF é de competência da própria União e. 2. ou. pela autoridade formulado. O sujeito passivo antecipa o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa. visando a atenuar os rigores de uma lei. . A pessoa legalmente obrigada. O Governo Federal. c) A concessão dos benefícios fiscais foi irregular. com a finalidade de limitar a tributação a respeito. e) Sim. benefícios fiscais relativos ao ICMS e ao IOF. Analise as situações descritas a seguir. sim. 1o Para definir o que é propriedade. b) Não. tempestivamente e na devida forma. a) A concessão dos benefícios fiscais foi irregular. a declaração. d) Sim. Com relação ao segundo tributo.

a) A competência dos Estados para legislar sobre Direito Tributário estende-se aos Municípios. para se fazer um novo lançamento. d) é crime atribuído à pessoa jurídica. e) Nenhuma das situações. b) Situações I e III. e) Lei que estabelece normas gerais de Direito Tributário jamais se aplica a ato ou fato pretérito. porque se trata de ato definitivamente julgado. c) não se configura. e) é crime de ação penal pública. V. Intimado a pagar o imposto e a multa devidos. não se exigindo para a instauração do processo criminal que primeiro se esgote. quando ocorra intuito de sonegar tributos. pela mesma autoridade. b) admite a modalidade culposa. ele fica sabendo que entrou em vigor uma lei que deixa de definir como infração o ato praticado. . 5. c) Situação II. 4. na modalidade de prestação de declaração falsa. b) Existindo norma geral da União sobre matéria tributária. c) Os Estados exercerão a competência legislativa plena sobre normas gerais de Direito Tributário. os Estados ficam impedidos de legislar supletivamente a respeito. Autuado por infração à legislação do imposto sobre produtos industrializados. d) Situações I e III. d) A nova lei retroage. quando se trata de empresa.46 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER IV. o julgamento do procedimento fiscal. Se comprove que. c) A nova lei retroage apenas para excluir a multa devida. e) A competência da União para legislar sobre Direito Tributário não está sujeita a qualquer limitação. para atender a suas peculiaridades. no que aquela lhe for contrária. para efeito de excluir o imposto devido. ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou. um contribuinte defendeu-se judicialmente. sem a efetiva consumação da sonegação. ou omissão. no lançamento anterior. a lei estadual tributária tem sua eficácia suspensa. devido à atuação das autoridades fiscais. de ato ou formalidade essencial. se foi expressamente revogada pela posterior. a) A lei vigente na época da infração somente não é aplicável ao caso. ainda que exista lei federal sobre a matéria. Assinale a alternativa correta aplicável ao fato acima mencionado. b) A nova lei não é aplicável ao caso. quando lhes atenda às peculiaridades. coletivamente. sendo por ela responsável toda a diretoria. d) Sobrevindo lei federal sobre normas gerais de Direito Tributário. A sonegação fiscal: a) não admite co-autoria. 6. A decisão final do litígio lhe foi desfavorável. a) Situações I e II. Deva ser apreciado fato não-conhecido ou não-provado por ocasião do lançamento anterior. Assinale a assertiva correta. na instância administrativa.

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7.

De acordo com o Código Tributário Nacional (Lei no 5.172/66) e a Lei no 8.212/91, que dispõe sobre custeio da previdência, se em determinado processo de inventário existirem os seguintes débitos, todos relativos a período anteriores ao óbito: à União ao Estado do Rio de Janeiro ao Município do Rio de Janeiro ao Município de Campos ao INSS R$ R$ R$ R$ R$ 5.000,00 3.000,00 4.000,00 6.000,00 5.000,00

Assinale a opção que retrata corretamente a ordem de pagamento que deverá ser imputada pela autoridade competente. a) Em primeiro lugar, os créditos da União; em seguida o do Estado, dos Municípios, conjuntamente e pro rata; e por último, os do INSS. b) Em primeiro lugar, os créditos da União e do INSS, conjuntamente e pro rata; depois dos Municípios, conjuntamente e pro rata; e por último, o do Estado. c) Em primeiro, os da União e do INSS, conjuntamente e pro rata; em seguida o do Estado, depois dos Municípios conjuntamente e pro rata. d) Em primeiro, os do INSS; depois, os da União; em seguida o do Estado, depois dos Municípios, conjuntamente e pro rata. e) Em primeiro, o do Estado, depois dos Municípios, conjuntamente e pro rata; e por último os da União e do INSS; conjuntamente e pro rata. 8. O lançamento é ato: a) b) c) d) e) 9. constitutivo da obrigação tributária; declaratório do crédito tributário; constitutivo do crédito tributário; declaratório da obrigação tributária; constitutivo tanto do crédito quanto da obrigação tributária.

A expressão do fato gerador, quando utilizada na acepção de hipótese de incidência, quer significar: a) um fato concreto, definido no espaço e no tempo; b) um evento natural, ligado ou não à conduta humana, já caracterizado no plano da realidade física; c) um acontecimento fático que, por ter-se verificado, fez nascer uma específica obrigação tributária; d) a descrição de um acontecimento da vida real que, uma vez ocorrido, fará nascer a obrigação tributária; e) a mera descrição de uma ocorrência objetiva.

10.

Com relação aos impostos da competência privativa de União, Estados, Distrito Federal e Municípios, analise as afirmativas abaixo, verificando se falsas ou verdadeiras, em obediência às normas gerais estabelecidas em lei complementar federal. I. O IR tem como base de cálculo o valor real, arbitrado ou presumido das rendas e proventos de qualquer natureza, entendendo-se como presumido aquele determinado pela autoridade fiscal quando o sujeito passivo não der à Fazenda Pública as informações necessárias para apuração do imposto ou, quando as fornecer, não forem merecedoras de credibilidade.

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II. no que diz respeito ao IOF, a emissão de debêntures constitui fato gerador do tributo, cumulativamente com a entrega do montante à sociedade, efetuada pelo aplicador; III. com relação ao IE, a lei pode adotar como base de cálculo a parcela do valor ou do preço, excedente de valor básico, fixado de acordo com os critérios e dentro dos limites por ela estabelecidos; IV. tudo quanto no imóvel o proprietário mantiver intencionalmente empregado em sua exploração industrial, aformoseamento ou comodidade será incorporado à base de cálculo do IPTU; V. a transmissão de uma servidão incidente sobre um imóvel constitui um dos possíveis fatos geradores do ITBI. a) F, V, F, F, V. b) F, F, V, F, V. c) V, V, F, F, V. d) F, V, V, F, V. e) V, F, V, F, V.

Gabarito Simulado 10
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. C – arts. 155, § 2o, XII, f, e 150, § 6o, da CF E – art. 108, § 2o, e 110 do CTN E – art. 150 do CTN D – art. 24, § 4o, da CF E – art. 15, Lei no 8.137/1990 B – art. 106, II, do CTN C – art. 187, parágrafo único, do CTN; art. 29 da Lei n o 6.830/1980 e art. 51 da Lei no 8.212/1991; 8. C – art. 142 do CTN (alguns doutrinadores consideram ato declaratório do crédito tributário. Se, no entanto, tivermos que optar, como neste caso, teremos de considerar sempre a doutrina majoritária) 9. D – Doutrina 10. B – arts. 25, 32, 44 e 63, parágrafo único, do CTN; art. 156, II, da CF

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Simulado 11
1. Não é mantida reservada à lei complementar a: a) exclusão da incidência do imposto sobre serviços de qualquer natureza nas exportações de serviços para o exterior; b) definição dos contribuintes do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação; c) instituição de empréstimo compulsório; d) instituição de impostos pela União, no uso de sua competência tributária residual; e) fixação das alíquotas máximas do imposto sobre transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis. 2. A União: a) não pode conceder isenção de impostos municipais; b) pode conceder isenção de impostos municipais, mediante lei complementar e atendendo a relevante interesse econômico nacional; c) pode conceder isenção de impostos municipais, mediante lei complementar e atendendo a relevante interesse social local; d) pode conceder isenção de impostos municipais, mediante lei ordinária e atendendo a relevante interesse econômico nacional; e) pode conceder isenção de impostos municipais, mediante lei ordinária e atendendo a relevante interesse social e econômico nacional. 3. Além dos impostos expressamente anunciados na Constituição: a) não é possível a criação de qualquer outro; b) somente a União pode criar outros, desde que não tenham fato gerador ou base de cálculo idênticos aos existentes; c) a União, os Estados e Municípios podem criar outros, desde não tenham fato gerador ou base de cálculo idênticos aos existentes; d) a União pode criar outros, desde que não tenham fato gerador ou base de cálculo idênticos aos existentes e que 80% da arrecadação sejam distribuídos aos Estados e Municípios. 4. A União: a) não pode tributar a renda das obrigações da dívida pública estadual ou municipal nem os proventos dos agentes dos Estados e Municípios; b) pode tributar a renda das obrigações da dívida pública estadual ou municipal, mas não pode tributar os proventos dos agentes dos Estados e Municípios; c) pode tributar a renda das obrigações da dívida pública estadual ou municipal e os proventos dos agentes dos Estados e Municípios, desde que não ultrapassem os níveis que fixar para as suas próprias obrigações e para os proventos dos seus agentes; d) pode tributar, nos casos da letra “c”, ainda que ultrapasse os níveis que fixar para as suas próprias obrigações e para os proventos dos seus próprios agentes. 5. Os serviços públicos justificadores da cobrança de taxas consideram-se utilizados potencialmente pelo contribuinte: a) quando sendo de utilização compulsória, sejam postos à sua disposição mediante atividade administrativa em efetivo funcionamento;

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b) quando possam ser destacados em unidades autônomas de intervenção, de utilidade, ou de necessidades públicas; c) quando suscetíveis de utilização, separadamente, por parte de cada um dos seus usuários; d) quando não suscetíveis de utilização, separadamente, por parte de cada um dos seus usuários. 6. O IPI pode ter sua base de cálculo aumentada: a) b) c) d) e) 7. somente por decreto do Poder Executivo; somente por lei ou decreto-lei; por ato do Poder Executivo; por resolução do Senado; somente por lei.

Em contrato de locação de imóvel, ficou pactuado entre o locador, o locatário e a empresa administradora do imóvel que o locatário assumiria todos os encargos tributários incidentes sobre o imóvel, ficando a empresa administradora responsável pela sua administração e fiel execução de todas as cláusulas contratuais, que exigissem a sua interveniência. Considerando-se que o locador, como proprietário do imóvel, e o contribuinte do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, o Município deve cobrar o tributo, nos termos do Código Tributário Nacional, do: a) locatário, em face do disposto no referido contrato, em que lhe transfere o encargo tributário; b) locatário, e, sucessivamente, da empresa administradora, se o primeiro recusar-se a pagá-lo; c) locador ou do locatário, em face de disposição contratual referida; d) locador, pois os acordos particulares vinculam, nessa mesma matéria, o Fisco; e) locador, do locatário ou da empresa administradora, conforme a conveniência do Fisco.

8.

Podemos afirmar sobre a isenção: a) é uma forma de exclusão do crédito tributário; b) salvo se concedida por prazo certo ou em função de determinadas condições pode ser revogada a qualquer tempo; c) geralmente é decorrente de lei; d) as respostas “a” e “b” estão corretas.

9.

Assinale a alternativa que indica corretamente, de acordo com o Código Tributário Nacional, a ordem a ser observada pela autoridade administrativa na quitação por imputação dos seguintes créditos tributários, devidos por um mesmo sujeito passivo. 1) $ 200.000, vencido em 10/02/1981, referente a imposto de renda na fonte, na qualidade de responsável. 2) $ 8.000, vencido em 20/12/1983, relativo à contribuição de melhoria. 3) $ 25.000, vencido em 10/05/1982, concernente ao imposto de importação. 4) $ 50.000, vencido em 10/03/1983, pertinente ao imposto de importação. 5) $ 6.000, vencido em 15/11/1983, correspondente à taxa rodoviária única. a) Em primeiro lugar, o de $ 200.000, a seguir, o de $ 50.000; depois o de $ 25.000; em seguida, o de $ 8.000; e por último o de $ 6.000.

A – art. 148 e 154. Se determinado crédito foi objeto de inscrição válida e regular em Dívida Ativa. 10. Gabarito Simulado 11 1. não mais cabendo contestação à legitimidade do crédito. e) Em primeiro lugar. c) pode executar o contribuinte. para depois poder executar o contribuinte. d) pode executar o contribuinte. depois o de $ 25.000.000.000.000.000.000. apresentando a respectiva certidão: a) deve. b. II. da CF 7. E – art. e) pode executar o contribuinte. 175. o de $ 50. o de $ 6. a Fazenda Pública. 151. em face de presunção juris tantum. 79. o de $ 6. do CTN 6.000. a. o de $ 8. o de $ 8. a seguir. da CF 2. A – art. provar a legitimidade do crédito. e por último o de $ 8. c) Em primeiro lugar. § 2o. e por último o de $ 200. I. I. 163 do CTN 10. II.000.000.000. a seguir.000. C – art. B – art. o de $ 8. a seguir. d) Em primeiro lugar.000. em face de presunção juris et de jure. XII. III. 153. § 1o. depois o de $ 50. 123 do CTN 8. sendo possível a este ilidir a presunção juris et de jure da legitimidade do crédito. I.000.000. § 3o. o de $ 25.000. antes. D – art. sendo possível a este ilidir a presunção juris tantum da legitimidade do crédito. o de $ 50. B – art. o de $ 6. da CF 4. depois o de $ 25. em seguida. em seguida. e parágrafo único. em face de presunção juris et de jure. 155. não mais cabendo contestação à legitimidade do crédito. 156.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 51 Série Provas e Concursos b) Em primeiro lugar. o de $ 6. 151. C – art. do CTN . 204. do CTN 5. a seguir. da CF 3. depois o de $ 50.000. E – arts. b) pode executar o contribuinte. em seguida. do CTN 9.000.000.000. I. e por último o de $ 200. A – art. o de $ 25. em seguida.000. 154. o de $ 200. e por último o de $ 200.

F. o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. IV. V. V. V. no âmbito de suas respectivas atribuições. F. c) V. estabelecendo normas gerais a serem obedecidas por todos os entes da Federação. verifique se as afirmativas abaixo são falsas ou verdadeiras. V. pelos imóveis situados na zona beneficiada em função dos respectivos fatores individuais de valorização. verifique se as afirmativas abaixo são falsas ou verdadeiras e marque a opção correta. F. V.172/1966 – Código Tributário Nacional. V. II. V. b) V. com a Emenda Constitucional no 1. e) V. O sistema tributário da Constituição Federal de 1967. ou a sua extinção. V. F. I. V. I. Somente a lei pode estabelecer as hipóteses de exclusão. V. F. F. V. No que diz respeito à matéria. F. Distrito Federal e Municípios instituírem contribuições de melhoria. F. III. a) V. A cobrança do tributo tem como limite total a despesa realizada e. A contribuição de melhoria cobrada pela União. Somente a lei pode estabelecer a majoração de tributos. já previa a possibilidade de União. II. da forma e dos prazos de seu pagamento e dos elementos que integraram o respectivo cálculo. V. V. V. V. F. V. é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária. ou de dispensa ou redução de penalidades. A atual Constituição Federal manteve esta competência. F. V. cada contribuinte deverá ser notificado do montante da contribuição. a) b) c) d) e) 2. V. Por ocasião da respectiva cobrança. recepcionando os dispositivos do Código Tributário Nacional que estabelecem normas gerais para o citado tributo. V. V. V. F. F. V. V. que importe em torná-lo mais oneroso. No que diz respeito a estes dispositivos.52 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER Simulado 12 1. Somente a lei pode estabelecer a instituição de tributos. suspensão e extinção de créditos tributários. A contribuição relativa a cada imóvel será determinada pelo rateio da parcela do custo da obra a ser financiada pela contribuição. V. V. III. V. para impugnação pelos interessados. A Lei no 5. pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. pelos Estados. de 1969. V. A lei relativa à contribuição de melhoria fixará de prazo não-inferior a noventa dias. V. V. V. Estados. V. F. como limite individual. de qualquer dos elementos referidos na publicação prévia do memorial descritivo do projeto. . traz todo um título dedicado à legislação tributária. A atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo constitui majoração de tributos. V. V. V. IV. ou sua redução. Equipara-se à majoração de tributo a modificação da sua base de cálculo. d) V.

do CTN . regra geral. Gabarito Simulado 12 1. 104. c) As decisões administrativas. d) Os convênios internos entram em vigor na data neles prevista. às regras previstas na Lei de Introdução ao Código Civil. entram em vigor. do Distrito Federal e dos Municípios vigora. e) Entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação os dispositivos da lei que extinguem ou reduzem isenções salvo se a lei dispuser de maneira mais favorável ao sujeito passivo. no País. na data de sua publicação. estabelece algumas normas gerais específicas. b) Os atos administrativos. Dentre as afirmativas abaixo. a) A legislação tributária dos Estados. quanto a seus efeitos normativos. A vigência da legislação tributária obedece. O Código Tributário.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 53 Série Provas e Concursos 3. 97 e §§ 1o e 2o do CTN 3. assinale aquela que se encontra em desacordo com as citadas regras. B – art. nos limites em que lhe reconheçam extraterritorialidade os convênios de que participem ou do que disponham esta ou outras leis de normas gerais expedidas pela União. salvo disposição em contrário. fora dos respectivos territórios. C – arts. 81 e 82 do CTN 2. salvo disposição em contrário entram em vigor trinta dias após a data da sua publicação. no entanto. E – art. III.

neste caso. a lei nova é válida e poderá produzir os efeitos ainda no exercício da respectiva publicação. mediante lei complementar federal. b) a lei está rigorosamente constitucional e de acordo com as normas gerais estabelecidas em lei complementar federal. através de resolução de iniciativa do Presidente da República ou da maioria absoluta dos senadores. d) a lei estaria rigorosamente constitucional e de acordo com as normas gerais estabelecidas em lei complementar federal se estivesse apenas excluindo da incidência do imposto tais operações. em relação a certo tipo de mercadoria. e) a lei nova é válida. Lei relativa ao Imposto de Exportação regula que a possibilidade de alteração de alíquotas do tributo. estabelecer este fato jurídico como fato gerador do ICMS. seria a entrada do combustível no estabelecimento consumidor. Uma lei nova estabelece. evitando a alta concentração de rendas que existe hoje em dia para os Estados produtores. c) as operações interestaduais só poderiam ser tributadas após autorização do Senado Federal. o Poder Legislativo do Piauí não poderia ter se antecipado ao legislador federal. estaduais e municipais. oriundos de outra unidade da Federação. a lei nova é válida e poderá produzir efeitos a partir do exercício seguinte ao da respectiva publicação. d) a lei nova é inválida. por parte do Poder Executivo. b) admitindo o caráter não-confiscatório da majoração. é o Código Tributário Nacional. . eis que extrapolou o limite anteriormente fixado. 2. a quem compete primariamente. mas não poderá alcançar as saídas de mercadorias do território brasileiro que irão ainda se efetivar. podemos afirmar que: a) embora esteja de acordo com o objetivo principal da reforma tributária que se pretende realizar no País. através de uma emenda constitucional. verifique se as afirmativas são falsas ou verdadeiras. Na tentativa de fazer com que fosse criada uma estrutura tributária menos nociva aos Estados consumidores. Nas próximas cinco questões. Nesse caso: (Colaboração do Prof. e marque a opção certa. O fato gerador. A mais importante destas leis complementares. que a alíquota aplicável passa a ser de 45%. limita-se ao mínimo de 0% e ao máximo de 40%. atendendo às citadas normas gerais e à Constituição Federal. em relação às quais o contrato de compra e venda – entre exportador brasileiro e importador estrangeiro – já tiver sido celebrado em época anterior à sua publicação. É sabido que a Constituição Federal cria a competência para instituir impostos e lei complementar federal estabelece normas gerais aplicáveis a impostos federais. lei ordinária determinando que. c) admitindo o caráter não-confiscatório da majoração. embora outras tenham sido publicadas. Com relação a esta norma legal. em 1998. no caso de combustíveis destinados a consumidor final localizado em seu território. João Marcelo) a) a lei nova não tem validade. o Estado do Piauí criou. e) caberia apenas ao Congresso Nacional. eis que só o Executivo pode alterar as alíquotas do referido tributo. certamente. estabelecendo normas gerais para impostos específicos.54 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER Simulado 13 1. criar mais esta hipótese de incidência tributária. o ICMS seria devido ao próprio Estado.

V. Entre eles está rede de iluminação pública. como definido na lei civil. V. V. quando a alíquota for ad valorem. nas condições e nos limites estabelecidos em lei. F. F. Com relação ao Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Rural: II. localizado fora da zona urbana do Município. V. V. F. V. o Poder Executivo pode. F. F. F. III. o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza. V. IV. V. tem como fato gerador a entrada destes no território nacional. observado o requisito mínimo da existência de alguns melhoramentos indicados pelo CTN. para os efeitos deste imposto. para efeito de sua utilização. F. F. em caráter permanente ou temporário. F. V. F. a base de cálculo do imposto é o valor venal da propriedade. F. ou seu similar. é classificado como imposto sobre produção e circulação pelo Código Tributário Nacional. não incidirá sobre pequena gleba rural. F. V. no imóvel.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 55 Série Provas e Concursos 3. o titular do seu domínio útil. ou o seu possuidor a qualquer título. ao tempo da importação. IV. V. localizado na zona urbana do Município. na determinação da base de cálculo. o imposto poderá ser progressivo. com ou sem posteamento para distribuição domiciliar. V. exploração. II. F. V. V. V. tem como fato gerador a propriedade. IV. F. V. tem como fato gerador a propriedade. aformoseamento ou comodidade. quando a alíquota for específica. F. terá suas alíquotas fixadas de modo a desestimular a manutenção de propriedades improdutivas. V. o contribuinte do imposto é o importador ou quem a lei a ele equiparar ou o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados. F. F. F. V. o domínio útil ou a posse de imóvel por natureza. V. definida em lei. III. o imposto. F. F. se considera o valor dos bens móveis mantidos. I. F. V. F. a base de cálculo do imposto é a unidade de medida adotada pela lei tributária. de competência da União. V. V. em uma venda em condições de livre concorrência. a base de cálculo do imposto é o preço normal que o produto. a) b) c) d) e) 5. V. F. V. a) b) . F. F. V. contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel. a fim de ajustá-lo aos objetivos da política cambial e do comércio exterior. F. alcançaria. Com relação ao Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana: II. V. F. entende-se como zona urbana a definida em lei municipal. a) b) c) d) e) 4. I. como definido na lei civil. V. V. A respeito do Imposto sobre Importação de Produtos Industrializados: I. III. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto. para entrega no porto ou lugar de entrada do produto no País. V. com o objetivo de forçar o cumprimento da função social da propriedade. V. V. V. V. V. F. V.

Sabendo-se que a alíquota interestadual do ICMS é de 12% e que a alíquota interna dos dois Estados é de 18%. F. de competência da União. V. e) V. F. V. I. V. na forma da lei. quando remetidos de um para outro Estado. Com relação ao Imposto Sobre a Renda e Proventos de qualquer Natureza: I. F. F. F. F. F. F. F. V. V. V. F. a base de cálculo será o preço corrente da mercadoria. V. o imposto não incidirá sobre aposentadoria ou pensão. além dos elementos necessários ao controle fiscal. 6. em determinado período. o imposto. V. quando apreendido ou abandonado e levado a leilão. o imposto será orientado pelos critérios de uniformidade. F. quando de procedência estrangeira. V. V. IV. F. V. serão acompanhados de nota fiscal de modelo especial. o imposto é não-cumulativo. V. V. podemos afirmar que: a) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 18%. V. ou sua similar. V. F. a base de cálculo do imposto é o montante real da renda ou dos proventos tributáveis. V. V. F. V. V. Com relação ao Imposto sobre Produtos Industrializados: II. F. a) b) c) d) e) 8. V. III. F. V. a) b) c) d) e) 7. e a sua arrematação. V. F. os dados indispensáveis à elaboração da estatística do comércio por cabotagem e demais vias internas. pagos pela União a pessoa que tenha mais que sessenta e cinco anos e tenha como única renda rendimento de trabalho. F. V. V. IV. V. V. dispondo a lei de forma que o montante devido resulte da diferença a maior. V. generalidade e progressividade. o desembaraço aduaneiro do produto. considera-se industrializado o produto que tenha sido submetido a qualquer operação que lhe modifique a natureza ou a finalidade. V. V. F. V. os produtos sujeitos ao imposto. entre o imposto referente aos produtos saídos do estabelecimento e o pago relativamente aos produtos nele entrados. não sendo devido imposto ao Estado do Rio de Janeiro. ou do ou para o Distrito Federal.56 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER c) F. F. ou o aperfeiçoe para o consumo. V. . V. F. constituem fato gerador do imposto. V. tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de rendas ou proventos de qualquer natureza. II. V. no mercado atacadista da praça do remetente. F. V. F. V. entende-se como proventos de qualquer natureza os acréscimos patrimoniais não-compreendidos na definição de renda. registrando como ativo fixo. V. no caso de saída de mercadoria da indústria sem identificação do seu valor. para os efeitos deste imposto. F. III. d) V. V. Uma empresa sediada em São Paulo envia um conjunto de móveis de escritório para uma outra empresa localizada no Rio de Janeiro que irá utilizá-lo. F. emitida em séries próprias e contendo. V.

da CF 7. da CF 6. da CF 8. C – art. 43 e 44 do CTN e art. § 2o. B – art. da Lei Complementar no 87/1996 2. § 1o. no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que foi publicada. A – arts. 155. § 1o. 46. 19 a 22 do CTN e art. 155. b) consignação em pagamento. 155. 155. quer pagar apenas o imposto relativo ao IPVA do ano de 1997. § 1o. D – arts. sendo devido ao Estado do Rio de Janeiro o diferencial de alíquota de 6%. vez que fora concedida por prazo certo pela lei anterior. um pagamento único relativo a todos os débitos. só surtindo efeito.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 57 Série Provas e Concursos b) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 12%. da CF 5. como hipótese de exclusão do crédito tributário. VII e VIII. A – arts. § 2o. sendo devido ao Estado do Rio de Janeiro a alíquota de 12% quando na entrada do estabelecimento. III. C – art. D – art. para determinada taxa municipal. d. c) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 18%. concedida na gestão do prefeito afastado por prazo certo e de forma incondicional. § 1o. no entanto. e) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 12%. 9. 47 e 48 do CTN e art. § 2o. da CF e art. 178 do CTN . aprovada posteriormente pela Câmara de Vereadores. e) a isenção concedida anteriormente. da CF 9. a forma extintiva de crédito tributário a ser utilizada por João na quitação do IPVA relativo àquele ano deverá ser: a) pagamento antecipado. 153. 164 do CTN 10. da CF 3. uma vez revogada a isenção. O Prefeito de um determinado município de uma unidade da Federação foi retirado e reconduzido ao cargo eletivo por cinqüenta e três vezes consecutivas. II. 32 a 34 do CTN e art. 2o. criando com isto uma pequena instabilidade política que apenas pessoas muito ligadas à administração municipal podiam notar. surtindo efeito no mesmo exercício financeiro ao da sua publicação. proprietário de um veículo automotor registrado naquele Estado. impedia a ocorrência do fato gerador da referida taxa. § 4o. não sendo devido imposto ao Estado do Rio de Janeiro. d) a cobrança desta taxa. d) pagamento sob condição resolutória. da CF 4. B – art. podemos afirmar que: a) a lei municipal não poderia revogar tal isenção. b) a lei municipal poderia revogar tal isenção. e) transação. 28 e 30 do CTN e art. 156. Gabarito Simulado 13 1. embora concedida por prazo certo pela lei anterior. c) compensação. 150. sendo devido ao Estado do Rio de Janeiro o diferencial de alíquota de 6%. dependeria de sua inclusão como receita no orçamento para o ano seguinte. c) a lei municipal poderia revogar tal isenção. embora concedida por prazo certo pela lei anterior. 10. De acordo com as normas contidas no CTN que disciplinam a matéria. extinguindo uma isenção. quando o contribuinte do IPVA está em atraso com relação há vários anos. o vice-prefeito assumiu a chefia do Poder Executivo Municipal e tomou a iniciativa de uma lei. d) será devida ao Estado de São Paulo a alíquota de 12%. 155. O Estado da Bahia exige. C – arts. E – arts. § 3o. João Talentoso. Em um destes afastamentos. Com relação a esta situação. XII.

Contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel. V. embora outras tenham sido publicadas estabelecendo normas gerais para impostos específicos. V. quando a alíquota é ad valorem. Na determinação da base de cálculo. V. V. localizado na zona urbana do Município. F. V. Tem como fato gerador a propriedade. V. o contribuinte do imposto é o importador ou quem a lei a ele equiparar ou o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados. em caráter permanente ou temporário. ao tempo da importação. o imposto. II. F. F.58 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER Simulado 14 1. F. ou o seu possuidor a qualquer título. Para os efeitos deste imposto. V. V. a) b) c) d) e) 2. quando a alíquota é específica. A respeito do Imposto sobre Importação. é o Código Tributário Nacional. exploração. Nos mesmos termos. V. ou seu similar. observado o requisito mínimo da existência de alguns melhoramentos indicados pelo CTN. a base de cálculo do imposto é a unidade de medida adotada pela lei tributária. O imposto poderá ser progressivo. a fim de ajustá-lo aos objetivos da política cambial e do comércio exterior. F. podemos afirmar que: I. F. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do imposto. V. certamente. no imóvel. estaduais e municipais. o titular do seu domínio útil. como definido na lei civil. V. V. F. a) b) c) d) e) . com relação ao Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. F. V. F. de competência da União. III. F. A mais importante destas leis complementares. V. I. II. marque a opção correta. para efeito de sua utilização. É sabido que a Constituição Federal cria a competência para instituir impostos e lei complementar Federal estabelece normas gerais aplicáveis a impostos federais. IV. F. entende-se como zona urbana a definida em lei municipal. V. V. V. V. o Poder Executivo pode. F. V. F. aformoseamento ou comodidade. F. a base de cálculo do imposto é o preço normal que o produto. V. nas condições e nos limites estabelecidos em lei. F. alcançaria. F. V. V. Entre eles está rede de iluminação pública. V. para entrega no porto ou lugar de entrada do produto no País. em uma venda em condições de livre concorrência. F. IV. F. III. com o objetivo de forçar o cumprimento da função social da propriedade. F. V. V. tem como fato gerador a entrada dos produtos no território nacional. V. se considera o valor dos bens móveis mantidos. V. F. V. o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza. com ou sem posteamento para distribuição domiciliar. F. V. V. V.

A competência tributária é atribuída à União. compondo assim as fontes formais principais e secundárias do Direito Tributário. 4. Neste particular. os decretos e as normas complementares que versem. a) A expressão “legislação tributária” compreende as leis. b) Somente a lei pode estabelecer as hipóteses de exclusão. b) os empréstimos compulsórios poderão ser instituídos por lei complementar. 6. em determinada situação. e) as taxas e contribuições de melhoria são considerados tributos vinculados. ao CTN estabelecer normas para o seu exercício. fundo ou despesa. tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de rendas ou proventos de qualquer natureza. c) A União pode. excluindo a incidência de tributo atribuído aos Municípios. As afirmativas a seguir referem-se a dispositivos do CTN relativos ao título Legislação Tributária. a) A atribuição constitucional de competência tributária compreende a competência legislativa plena. exceto: a) a natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação. no todo ou em parte. a) O imposto. Marque aquela que não vai ao encontro dos citados dispositivos. c) as contribuições para a seguridade social são consideras tributos. aos Estados. interferir na competência tributária estadual. d) é vedado constitucionalmente a vinculação da receita de impostos a órgão. . marque a opção que está em desacordo com as normas gerais estabelecidas no CTN ou com dispositivos constitucionais. Com relação ao Imposto Sobre a Renda e Proventos de qualquer Natureza. podemos afirmar. O objeto maior da relação obrigacional tributária são os tributos. Estados e DF. b) Os tributos cuja receita seja distribuída. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. ou de dispensa ou redução de penalidades. d) O imposto poderá incidir sobre aposentadoria ou pensão. sendo irrelevantes para qualificá-la a denominação e demais características formais adotadas pela lei e a destinação legal do produto da sua arrecadação. Marque a opção que está em desacordo com as citadas normas e com os dispositivos constitucionais.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 59 Série Provas e Concursos 3. b) Entende-se como proventos de qualquer natureza os acréscimos patrimoniais não compreendidos na definição de renda. no entanto. DF e Municípios pela Constituição Federal. no todo ou em parte. generalidade e progressividade. na forma da lei. de acordo com o CTN e a Constituição Federal. e) O imposto será orientado pelos critérios de universalidade. e) A competência para legislar sobre Direito Tributário é concorrente entre União. os tratados e as convenções internacionais. a outras pessoas jurídicas de direito público pertencerão à competência legislativa daquela a que tenham sido atribuídos. interferir na competência tributária municipal. excluindo a incidência de tributo atribuído aos Estados. ressalvadas apenas as limitações contidas na Constituição Federal. 5. de competência da União. suspensão e extinção de créditos tributários. pagos pela União a pessoa que tenha mais que sessenta e cinco anos e tenha como única renda rendimento de trabalho. d) A União pode. em determinada situação. c) A base de cálculo do imposto é o montante real da renda ou dos proventos tributáveis. Cabe.

a) Somente a lei pode estabelecer a cominação de penalidades. tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente. Para Geraldo Ataliba. d) Somente a lei pode estabelecer instituição de tributos. ou sua redução. medida provisória. tratando-se de situação de fato. com fundamento em dispositivos do CTN. ou a sua extinção. e) Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que. verificando qual está escorreita. nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. Esta relação tem características que a distinguem de uma decorrente de Direito Privado. d) O conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos. O CTN dedicou artigos importantes para a matéria. 9.60 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER c) Não constitui majoração de tributo a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo. impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal. ressalvadas aquelas pelo descumprimento de obrigações acessórias. b) Fato gerador da obrigação principal é a situação definida na legislação como necessária e suficiente à sua ocorrência. ao contrário do que dispõe o CTN. b) Tratando-se de situação jurídica. determinados com observância das regras de interpretação estabelecidas no CTN. c) A obrigação acessória decorre da lei tributária e tem por objeto as prestações. Analise as afirmativas abaixo. A obrigação tributária principal depende da ocorrência de um fato jurídico previsto em lei. a) A obrigação principal surge com a ocorrência do lançamento tributário. positivas ou negativas. a) Considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos. considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos desde o momento em que esteja definitivamente constituída. No entanto. lei delegada ou lei complementar para a sua normatização. 7. marque a opção certa. exclusão e extinção de créditos tributários. mesmo que inobservada. ressalvado o disposto no CTN. e) Segundo entendimento moderno. 8. d) A obrigação acessória. na forma da legislação aplicável. e) Somente a lei pode estabelecer as hipóteses de suspensão. desde o momento em que se verifiquem as circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios. não converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária. É sabido que o Direito Tributário disciplina uma relação obrigacional ex lege. a previsão abstrata na lei recebe a denominação de hipótese de incidência. nos termos de direito aplicável. Verifique qual a opção certa. . alguns fatos jurídicos não precisam de lei ordinária. só cabendo a expressão fato gerador quando o fato descrito ocorre no mundo jurídico. Com fundamento nesta afirmação. O surgimento da obrigação tributária é um dos momentos importantes da relação obrigacional tributária. os tratados e as convenções internacionais não revogam a legislação tributária interna que lhes for conflitante. de acordo com estes dispositivos. b) Somente a lei pode estabelecer a majoração de tributos. denominado pelo legislador como fato gerador. c) Somente a lei pode estabelecer a definição do fato gerador da obrigação tributária principal.

b) A dispensa do pagamento de tributo. 10. ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída. tenha instituído novos critérios de apuração ou processos de fiscalização. bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. denominada lançamento. a) Embora não esteja de modo expresso no dispositivo citado. Verifique qual opção vai de encontro às normas constitucionais e legais que regulam a matéria. d) Quando o fato gerador estiver sob condição suspensiva. posteriormente à ocorrência do fato gerador da obrigação. os efeitos práticos no mundo jurídico dependem de uma sexta etapa. ou terceiros. d) O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente. ao contrário do Direito Privado. que é a notificação ao sujeito passivo da constituição do crédito tributário. salvo em alguns casos expressamente previstos no CTN. c) As garantias ou os privilégios atribuídos ao crédito tributário não afetam a obrigação tributária que lhe deu origem. apenas ato declaratório. a sua efetivação ou as respectivas garantias. responsáveis. c) Aplica-se em qualquer caso. a) O crédito tributário decorre do lançamento e tem a mesma natureza da obrigação que lhe deu origem. 11. e) A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória. 142 do CTN. Baseado neste conceito. Este último depende de uma atividade privativa da autoridade administrativa. identificar o sujeito passivo e. a saber: verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente. no lançamento far-se-á sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador da obrigação. . ao lançamento a legislação que. observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei ordinária. os atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados. b) Quando o valor tributário esteja expresso em moeda estrangeira. marque a opção errada. calcular o montante do tributo devido. Uma das características marcantes da relação obrigacional tributária reside no fato de que. sob pena de responsabilidade funcional. e) A definição legal do fato gerador é interpretada abstraindo-se da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes. d) O crédito tributário regularmente constituído somente se modifica ou extingue. mas levando-se em consideração os efeitos dos fatos efetivamente ocorridos.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 61 Série Provas e Concursos c) A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária. obrigação e crédito não surgem simultaneamente. determinar a matéria tributável. não afeta a obrigação tributária que lhe deu origem. desde o momento da celebração do negócio. ampliado os poderes de investigação das autoridades administrativas. ainda que posteriormente modificada ou revogada. fora dos quais não podem ser dispensadas. segundo alguns autores. propor a aplicação da penalidade cabível. sob pena de responsabilidade funcional na forma da lei. ou outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios. ato constitutivo do crédito tributário e. e) O lançamento é. sendo o caso. para outros. são cinco as etapas do lançamento. concedida através de isenção. salvo disposição de lei em contrário. De acordo com o art. nos casos previstos no CTN.

b) Quando o cálculo do tributo tenha por base. ressalvada. administrativa ou judicial. alegando que cometeu um erro e pretendendo pagar um valor maior de imposto. c) além de dispositivos constitucionais e do Código Tributário Nacional. d) O prazo para a homologação será de cinco anos. marcando aquela que está em desacordo com as normas gerais estabelecidas pelo CTN. fraude ou simulação. a) O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo só pode ser alterado em virtude de impugnação do sujeito passivo ou iniciativa de ofício da autoridade administrativa. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução. a) A retificação da declaração por iniciativa do próprio declarante. no CTN. e) Um contribuinte. considera-se homologado o lançamento e definitivamente extinto o crédito. a contar da ocorrência do fato gerador. Mesmo assim. b) de disposição expressa no Código Tributário Nacional. As normas gerais relativas a Direito Tributário. ou tem em consideração. d) de previsão na Constituição Federal. em relação a um mesmo sujeito passivo. de ofício ou em conseqüência de decisão administrativa ou judicial. quando regularmente notificado ao sujeito passivo. A exigência de lei para instituição de tributos decorre: a) de disposição de lei complementar. é. e) do princípio da anterioridade previsto na Constituição Federal. avaliação contraditória. e antes de notificado o lançamento. estabelecem regras para a constituição do crédito tributário. marcando apenas aquela em desacordo com o referido código. expirado esse prazo sem que a Fazenda Pública se tenha pronunciado. nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa no exercício do lançamento somente pode ser efetivada. De acordo com estas normas. em todas as modalidades de lançamento ali previstas. c) A revisão do lançamento só pode ser iniciada enquanto não-extinto o direito da Fazenda Pública. só é admissível mediante comprovação do erro em que se funde. 13. salvo se comprovada a ocorrência de dolo. após a entrega da declaração anual do IR e pagamento do tributo por ele calculado. .62 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 12. em caso de contestação. a saber. quando vise a reduzir ou a excluir tributo. da própria definição de tributo encontrada no referido código. ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado. direto. no Direito Tributário. mediante processo regular. e) Quaisquer erros em quaisquer dos três tipos de lançamento serão corrigidos por lançamento ex officio. o valor ou o preço de bens. Ainda com relação à atividade administrativa de lançamento. julgue as seguintes assertivas. no caso do lançamento por declaração. sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados. o Fisco poderá exigir a penalidade. 14. nas situações previstas no CTN. consubstanciadas. arbitrará aquele valor ou preço. a autoridade lançadora. d) O CTN determina que são três as modalidades de lançamento. direitos. o marco inicial do período prescricional. uma vez que não se considera espontânea esta denúncia. neste último caso. serviços ou atos jurídicos. c) O lançamento. misto e autolançamento. julgue as afirmativas a seguir. b) A modificação introduzida. em grande parte. antes da homologação por parte da Fazenda Pública. comparece à Repartição Fazendária.

tão-somente. b) é um acontecimento. b) desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio. determinados com observância das regras de interpretação estabelecidas no CTN. inadmissível obrigação necessária. salvo disposição de lei em contrário: a) desde o momento do seu implemento.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 63 Série Provas e Concursos 15. De acordo com as disposições do referido artigo e as regras impostas pela Constituição Federal. converte-se em obrigação principal. quer seja a condição resolutória ou suspensiva. O IOF poderá ter suas alíquotas alteradas por ato do Poder Executivo. 97 do CTN estabelece as matérias sujeitas à reserva legal. a) A expressão “legislação tributária” compreende as leis. . positivas ou negativas. pelo simples fato de sua inobservância. respectivamente. os atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados. e) desde o momento em que esteja o ato definitivamente constituído. a) b) c) d) e) O IR somente poderá ter suas alíquotas alteradas em função de lei ordinária. os tratados e as convenções internacionais e as normas complementares que versem. d) é principal ou acessória. no todo ou em parte. exclusivamente. c) desde o momento da prática do ato. O fato gerador de qualquer imposto: a) é uma situação que independe de qualquer atividade estatal específica. b) Constitui majoração de tributo a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo. marque a opção correta. 18. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. um fato ou um conjunto de fatos que ligam de forma direta o sujeito ativo ao sujeito passivo. com a ocorrência do fato gerador. que importe em torná-lo mais oneroso. Tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente como crédito dela decorrente. relativa ao contribuinte. d) nas formas relatadas nas letras “a” e “b”. O ICMS somente poderá ter suas alíquotas alteradas em função de lei ordinária. se a condição for resolutiva. da legislação tributária e tem por objeto as prestações. marque a opção errada. mas. b) decorre. 19. e) é sempre principal. Tratando-se de fato gerador. d) Não se equipara à majoração do tributo a modificação da sua base de cálculo. c) acessória. não apenas relativamente à penalidade pecuniária. e o conceito da primeira está expresso na alínea “a”. 17. As leis delegadas também poderão ser utilizadas para instituir tributos. A respeito da legislação tributária. e) Os tratados e convenções internacionais serão celebrados privativamente pelo Presidente da República e sujeitos a referendo do Senado Federal. se a condição for suspensiva. c) O conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos. 16. nela previstas no interesse da arrecadação ou de fiscalização dos tributos. O art. A obrigação tributária: a) surge. para todos os efeitos. As medidas provisórias podem ser utilizadas como instrumento de criação de tributos.

C – art. C – art. da CF 7. 6o do CTN 5. D – art. 99 do CTN 17. 150. parágrafo único. D – art. A – art. 153.64 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER c) é sempre uma prestação de serviços públicos. A – art. E – art. do CTN 18. 167. d) é sempre previsto na Constituição. C – arts. praticados pelo sujeito passivo ou por terceiro. 139 do CTN 11. I. 155. I e II. d) É denominado pela doutrina como autolançamento. a contar da ocorrência do fato gerador. do CTN e art. 155. do CTN 8. C – art. C – arts. 19 a 22 do CTN e art. 29 e 30 do CTN e art. sob condição suspensiva da ulterior homologação ao lançamento. § 4o. IV. a) O pagamento antecipado pelo obrigado extingue o crédito. visando à extinção total ou parcial do crédito. IV. 16 do CTN 20. cabendo à autoridade administrativa homologá-lo posteriormente. § 4o. C – art. § 2o. D – art. do CTN 19. 97. da CF 16. § 1o. b) Se a lei não fixar prazo à homologação. Indique a afirmativa que contenha a assertiva correta a respeito do lançamento por homologação. I. 155. § 2o. B – art. será ele de cinco anos. 144 do CTN 4. expirado esse prazo sem que a Fazenda Pública se tenha pronunciado. 145 do CTN 13. seja de forma direta ou indireta. D – art 144. A – art. §§ 1o e 2o. da CF 15. e) Opera-se quando o lançamento é feito antecipadamente pelo sujeito passivo. D – art. 113. A – art. 20. da CF 3. 116. 3o e 97. B – arts. do CTN 14. g. 144 do CTN 12. da CF 2. I. 117. considera-se homologado o lançamento e definitivamente extinto o crédito. XII. 115 do CTN 9. D – denominação doutrinária . Gabarito Simulado 14 1. da CF 6. D – art. c) Influem sobre a obrigação tributária quaisquer atos anteriores à homologação. e) as respostas “a” e “d” estão corretas e se complementam. do CTN 10.

os valores de origem tributária entregues e a entregar e a expressão numérica dos critérios de rateio. por eles. sobre rendimentos pagos. e) O não-exercício da competência tributária não a defere a pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído. b) Pertence aos Estados e Distrito Federal 25% do produto da arrecadação do imposto que a União instituir no exercício da competência tributária residual. ao Distrito Federal e aos Municípios o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. aos Estados. determinou também que nem toda a arrecadação dos impostos permaneceria com aquela pessoa jurídica competente para instituí-los. no mínimo. lei federal. de acordo com o que dispuser lei estadual ou. a) A União. este último por delegação da União. o Distrito Federal e os Municípios divulgarão. Analise as afirmativas a seguir. Ainda com relação à repartição da receita tributária. DF e Municípios. c) Pertence aos Municípios 50% do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural. marque a opção incorreta. atos ou decisões administrativas em matéria tributária. a qualquer título. a pessoas de direito privado. fazendo com que ocorresse a chamada repartição da receita tributária. mencionadas na opção anterior. d) Pertence aos Municípios 25% do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. c) A atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributo. a) Pertence aos Estados. pode ser revogada por ato unilateral da pessoa jurídica de direito público que a tenha conferido. A Constituição Federal. ao atribuir a competência tributária à União. d) Não constitui delegação de competência o cometimento. salvo atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 65 Série Provas e Concursos Simulado 15 1. serão creditadas. na proporção do valor adicionado nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços. relativamente aos imóveis neles situados. no caso dos Territórios. uma vez concedida. conforme os seguintes critérios: três quartos. os recursos recebidos. incidente na fonte. os montantes de cada um dos tributos arrecadados. que lhes permite instituir tributos. conferida por uma pessoa jurídica de direito público a outra. do encargo ou da função de arrecadar tributos. b) Se determinado município estiver cobrando judicialmente débitos relativos ao IPTU e ITR. A mesma Carta Magna determina que cabe à lei complementar estabelecer normas gerais a serem obedecidas pelo legislador ao exercer esta competência. serviços. 2. marcando aquela que está em desacordo com as referidas normas. aos Estados. ou de executar leis. a) A competência tributária é indelegável. os Estados. o tributo federal não gozará dos privilégios processuais que normalmente teria com relação a créditos decorrentes de tributos municipais. e) As parcelas de receita pertencentes aos Municípios. Marque a opção que está em desacordo com os citados dispositivos constitucionais. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. A competência tributária é uma capacidade atribuída à União. e até um quarto. realizadas em seus territórios. até o último dia do mês subseqüente ao da arrecadação. de uma empresa agrícola em processo de falência. DF e Municípios. . pela Constituição Federal. 3.

5. a) Por serem consuetudinárias. se houver. ficando assegurada ao semi-árido do Nordeste a metade dos recursos destinados à Região. quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários. no caso de sua emissão. c) Para efeito de cálculo da entrega a ser efetuada de acordo com o previsto na opção anterior. para aplicação em programas de financiamento ao setor produtivo das Regiões Norte. como também às normas previstas no Código Tributário Nacional. salvo disposição de lei em contrário. a) Na emissão de debêntures.66 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER b) A União entregará. através de suas instituições financeiras de caráter regional. c) Só passam a ser consideradas normas complementares à legislação tributária quando um ato administrativo expressamente atribui esta característica. cuja instituição terá que ser mediante lei complementar. ao Distrito Federal e aos Municípios. e três por cento. ao Distrito Federal e aos Municípios. assim entendido glebas inferiores a 30 ha. e) Não têm data de vigência específica. aos Estados. títulos representativos de operações de crédito das sociedades anônimas. excluir-se-á a parcela da arrecadação do imposto de renda e proventos de qualquer natureza pertencentes aos Estados. na forma que a lei estabelecer. As práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas são expressamente citadas no Código Tributário Nacional. d) É vedada a retenção ou qualquer restrição à entrega e ao emprego dos recursos atribuídos. ao contrário dos outros impostos da competência privativa da União. É sabido que o legislador. a fim de ajustá-lo aos objetivos da política monetária. não compõem o elenco de normas da legislação tributária. fazem parte das fontes formais principais do Direito Tributário. tem que obedecer não só aos ditames constitucionais. ao exercer a competência para instituir tributos. Com fundamento nesta informação. Nordeste e Centro-Oeste. vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento ao Fundo de Participação dos Municípios. uma vez que são consuetudinárias. e) O Poder Executivo pode. tanto quanto à operação de crédito como à operação relativa a emissão de títulos ou valores mobiliários. poderá haver incidência cumulativa do IOF. nesta seção. c) O IGF é um imposto de competência federal. quando exploradas pelo proprietário que não possua outro imóvel. e) Cabe à lei complementar definir valor adicionado para fins de repartição da receita tributária. excluído o ágio. quarenta e sete por cento na seguinte forma: vinte e um inteiros e cinco décimos por cento ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal. do produto da arrecadação dos impostos sobre renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados. julgue as afirmativas abaixo. . marque a opção correta. na data da publicação do ato que lhe atribui eficácia normativa. b) O ITR não poderá incidir sobre pequenas glebas rurais. nas condições e nos limites estabelecidos em lei. o valor nominal. neles compreendidos adicionais e acréscimos relativos a impostos. 4. d) Entram em vigor. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do IOF. d) A base de cálculo do IOF é. Com relação à matéria. de acordo com os planos regionais de desenvolvimento. só ou com sua família. marcando a correta. b) Mesmo sendo consuetudinárias.

ainda quando decorrente de contrato. mesmo que traga dispositivo determinando que sua vigência será no primeiro dia do segundo mês do exercício seguinte ao da sua publicação. publicada em julho de 2000 e que determina sua vigência para quinze dias após a sua publicação. d) Uma isenção concedida por prazo certo pode ser revogada por lei posterior. e) A norma utilizada pelo Secretário Municipal ao conceder o benefício fiscal é tida como fonte formal secundária do Direito Tributário. b) A revogação poderia se dar. que não fora concedida por lei. ITR. instalando-se na região. e) O dispositivo citado apenas se aplica ao IR. por meio de lei.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 67 Série Provas e Concursos 6. Assinale a opção correta. inclusive com efeitos retroativos. apenas com efeitos não-retroativos. c) A revogação poderia se dar. e a capacidade tributária ativa consiste na aptidão atribuída a uma pessoa para figurar no pólo ativo de uma relação jurídico-tributária. estaduais ou municipais. d) Qualquer isenção de tributos federais. III. em determinadas situações. ITBI. O art. c) Uma lei que extingue isenção do IPI. obedecidos os requisitos legais. b) Uma lei que reduz isenção do ISS entra em vigor quarenta e cinco dias após a sua publicação. em respeito ao princípio da anterioridade. a) A competência tributária consiste na faculdade de que dispõem os entes políticos para instituir tributos em relação às pessoas submetidas a sua soberania. penalidade e atualização monetária. a) Uma lei que revoga isenção do ITBI entra em vigor no primeiro dia do exercício seguinte. verificando a irregularidade na concessão da isenção. entrará em vigor neste prazo. mas a capacidade tributária ativa é indelegável. a revoga. c) A competência tributária e a capacidade tributária ativa são indelegáveis. Com base nesta ocorrência. . Com fundamento neste dispositivo. de acordo com o interesse das pessoas envolvidas. seu sucessor. através de ato administrativo do Poder Executivo. do Código Tributário Nacional determina que entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação os dispositivos de lei. cobrando-se o tributo acrescido de juros de mora. a) A isenção não poderia ser revogada. que extinguem ou reduzem isenções. ainda que por meio de lei. marque a opção correta. ITD. mas o tributo só poderá ser cobrado no primeiro dia do exercício seguinte. d) A competência tributária é. Anos depois. isenção do IPTU para as indústrias que se instalassem no recente pólo industrial criado. Várias indústrias aproveitaram o benefício fiscal. IPVA e IPTU. tem que estar prevista em lei. e) A atribuição da capacidade tributária ativa a pessoa diferente daquela que dispõe da competência tributária ocorre sempre de forma discricionária. 7. O Secretário Municipal de Campos dos Goytacazes concedeu em 1997. referentes a impostos sobre o patrimônio ou a renda. b) A competência tributária é a aptidão para arrecadar tributos. delegável. marque a opção correta. 104. 8. sempre por meio de lei. e a capacidade tributária ativa é a aptidão para instituí-los. salvo se a lei dispuser de maneira mais favorável ao contribuinte. uma vez que fora concedida sob condição.

constituindo uma exceção à Lei de Introdução ao Código Civil. 24 do corpo permanente. referentes a impostos sobre o patrimônio ou a renda. constitui taxa de serviço. b) Na ausência de lei federal sobre normas gerais de Direito Tributário. tributo de competência dos municípios. a) A vigência. ( ) A taxa de iluminação pública. O IPTU. que extinguem ou reduzem isenções. tem suas normas gerais estabelecidas pelo Código Tributário Nacional. mas não utilizados por ele. ( ) A autorização para que loja coloque anúncio luminoso na porta externa. d) No âmbito da legislação concorrente. V. de uma taxa fundada no seu poder de polícia. . F. fora dos respectivos territórios. segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal é inconstitucional por se tratar de serviço público indivisível. c) Os atos normativos entram em vigor na data da sua publicação. d) F. salvo disposição em contrário. no espaço e no tempo. V. V. 11. c) A eficácia de lei estadual sobre normas gerais de Direito Tributário fica mantida ante a superveniência de lei federal da mesma natureza. trinta dias após sua publicação. no País. do Distrito Federal e dos Municípios vigora. V. poderá conceder isenção de taxas estaduais. e) As decisões administrativas. e) O DF não pode legislar suplementarmente sobre normas gerais de Direito Tributário. a) Os Estados têm competência para legislar suplementarmente sobre normas gerais de Direito Tributário.68 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 9. Julgue as assertivas a seguir. marque a opção que não vai de encontro à Carta Magna. Com relação à matéria. V. ( ) Tributo exigido em virtude de serviços públicos postos à disposição do contribuinte. a) V. da competência para legislar sobre Direito Tributário. entram em vigor quanto a seus efeitos normativos. pelo Município. pode ensejar a cobrança. ( ) A União. concedida (a autorização ) pela administração municipal. V. Analise as afirmativas a seguir. assinalando em seguida a opção correspondente. F. às quais a lei atribua eficácia normativa. V. tanto no espaço quanto no tempo. Marque com V a assertiva verdadeira e com F a falsa. 12. por meio de lei complementar e atendendo a relevante interesse social. verificando aquela que vai ao encontro das referidas normas. b) V. 10. F. V. F. b) A legislação tributária dos Estados. d) Entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação os dispositivos de lei. somente nos limites em que lhe reconheçam extraterritorialidade o próprio CTN ou outras leis de normas gerais expedidas pela União. da legislação tributária rege-se pelo CTN. c) V. F. constituindo outra exceção à Lei de Introdução ao Código Civil. A Constituição Federal trata. é vedado aos Estados exercer essa competência legislativa. F. ressalvado o previsto na Lei de Introdução ao Código Civil. mesmo no que lhe for contrário. a União poderá legislar inclusive sobre normas gerais. e) V. no art. O Código Tributário Nacional estabelece normas gerais no tocante à vigência da legislação tributária. V.

b) É vedado aos municípios exigirem o imposto de União. salvo nos casos expressamente previstos no próprio CTN. como definido na lei civil. . e) É facultado ao Poder Público municipal. abastecimento de água. c) Cabe a lei complementar estadual excluir da sua incidência exportações de serviços para o exterior e regular a forma e as condições como isenções. Pedro e Carlos são co-proprietários de um imóvel situado na zona urbana de um município. construídos ou mantidos pelo Poder Público: meio-fio ou calçamento. alterado pelas Leis Complementares no 87/96 e no 100/99. com canalização de águas pluviais. nesse caso. Estados ou DF. a) O imposto tem como fato gerador a propriedade. O mesmo diploma legal estabelece normas gerais aplicáveis especialmente a esta peculiar relação obrigacional tributária. com ou sem posteamento para distribuição domiciliar e escola primária ou posto de saúde a uma distância máxima de três quilômetros do imóvel considerado. recepcionado com força de lei complementar pela atual Constituição Federal e. d) A solidariedade no Direito Tributário pode se dar entre contribuintes. uma fonte significativa de recursos. mesmo que não possuam pelo menos dois dos melhoramentos citados na opção anterior. João. sistema de esgotos sanitários. c) A lei municipal pode considerar urbanas as áreas urbanizáveis. rede de iluminação pública. a solidariedade se dá entre contribuintes. sem dúvida e principalmente para os grandes municípios. Desta forma. posteriormente. b) Para os efeitos deste imposto. 13. O ISS é. nos termos da lei federal. do proprietário do solo urbano nãoedificado. mediante lei específica para área incluída no plano diretor. sob pena de tornar o IPTU progressivo no tempo. entre responsáveis ou ainda. salvo disposição de lei em contrário. 14. localizado na zona urbana do Município. que promova seu adequado aproveitamento. são solidariamente obrigados pelos créditos tributários decorrentes do IPTU. As normas gerais relativas a este imposto foram estabelecidas pelo Decreto-Lei no 406/68. a solidariedade quanto aos demais pelo saldo. segundo as regras do CTN. entende-se como zona urbana a definida em lei municipal. a) A base de cálculo do imposto é sempre o valor do serviço somado ao valor da mercadoria fornecida juntamente com a prestação. constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos competentes. o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou por acessão física. subsistirá. exigir. observado o requisito mínimo da existência de pelo menos dois dos seguintes melhoramentos. a) O CTN estabelece que a solidariedade no Direito Tributário pode ser de fato ou legal. e) No caso em tela. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. destinados à habitação. entre contribuintes e responsáveis. ou de expansão urbana. Verifique a opção que não está de acordo com as normas. subutilizado ou não-utilizado.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 69 Série Provas e Concursos marcando aquela que está em desacordo com as citadas normas ou com dispositivos constitucionais. b) A solidariedade no Direito Tributário não comporta benefício de ordem. Marque a opção que contém uma afirmativa correta com relação a este tributo municipal. d) O imposto poderá ser progressivo em razão do valor do imóvel mas não poderá ter alíquotas diferentes de acordo com a localização e o uso do imóvel. c) Se Carlos for beneficiado por uma isenção de caráter pessoal. à indústria ou ao comércio.

Analise as afirmativas a seguir. titular da competência para instituir o tributo. a) Sujeito ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público. no caso de reforma. quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador e responsável. Quando o contribuinte ou responsável recolhe indevidamente aos cofres públicos valores relativos a dívidas tributárias. nos casos previstos nesta lei. Como em toda relação jurídica deste gênero. relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos. anulação. contados da data da extinção do crédito tributário. a partir do trânsito em julgado da decisão definitiva que a determinar. independentemente de prévio protesto. Segundo o CTN. e) As convenções particulares. sub-roga-se nos direitos desta. fora dos quais não podem ser dispensadas. transferência do respectivo encargo financeiro somente será feita a quem prove haver assumido o referido encargo. por se tratar de Direito Público. o crédito tributário regularmente constituído somente se modifica ou extingue. c) O sujeito passivo da relação obrigacional tributária tem que estar previsto em lei. sob pena de responsabilidade funcional na forma da lei. o CTN estabelece regras e define os sujeitos passivo e ativo que a compõem. Como a relação obrigacional tributária é revestida de características especiais não só pela compulsoriedade mas também e. O Código Tributário Nacional regula alguns aspectos deste processo nos seus arts. ressalvado o extravio de estampilha. salvo as referentes a infrações de caráter formal não prejudicadas pela causa da restituição. extingue-se com o decurso do prazo de cinco anos. ou. estar por este expressamente autorizado a recebê-la. dos juros de mora e das penalidades pecuniárias. 17. a pessoa jurídica de direito público. O Direito Tributário regula uma relação obrigacional. d) O direito de pleitear a restituição. que se constituir pelo desmembramento territorial de outra. não podem ser opostas à Fazenda Pública. a) O sujeito passivo tem direito. marcando aquela de acordo com estas determinações e definições. pelo menos. Marque a opção que não coaduna com estes dispositivos. sujeitos ativo e passivo. seja qual for a modalidade do seu pagamento. c) A restituição total ou parcial do tributo dá lugar à restituição. d) O sujeito passivo da obrigação principal diz-se contribuinte. por sua natureza. e) A restituição vence juros não capitalizáveis. pode reaver estes mesmos valores através do processo de “repetição de indébito”. sem revestir a condição de contribuinte. e) O contribuinte é sempre o prestador do serviço. principalmente. duas pessoas. 165 a 169. cuja legislação tributária aplicará até que entre em vigor a sua própria. para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída. revogação ou rescisão de decisão condenatória. a sua efetivação ou as respectivas . 16. 15. no caso de tê-lo transferido a terceiro.70 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER d) Cabe a lei complementar estadual fixar as suas alíquotas máximas e mínimas. à restituição total ou parcial do tributo. existe um objeto e. b) A restituição de tributos que comportem. na mesma proporção. b) Sempre que houver a emancipação de um Município. sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. quando.

em estampilha ou em papel selado. 19. c) Salvo disposição de lei em contrário. ou de terceiro em benefício daquele. b) O desconto por antecipação de pagamento de créditos tributários tem que ser concedido por lei. o CTN prevê seis situações nas quais o crédito fica com a sua exigibilidade suspensa. Não sem motivo.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 71 Série Provas e Concursos garantias. o vencimento do crédito ocorre um mês após a data em que se considera o sujeito passivo notificado do lançamento. c) O pagamento somente pode ser efetuado em moeda corrente. quando parcial. Com fundamento nesta afirmação prevista no art. analise as afirmativas a seguir. e) O crédito não integralmente pago no vencimento será sempre acrescido de juros de mora. o tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogação não se computa para efeito da prescrição do direito à cobrança do crédito. Com base nestas regras. nos casos previstos em lei. a hipótese mais comum de extinção do crédito tributário é o pagamento. o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de juros e multas. das prestações em que se decomponha e. a) Com as alterações sofridas. d) Quando a legislação tributária não fixar o tempo do pagamento. a) O pagamento de um crédito não importa em presunção de pagamento. verifique qual a opção errada. cobrando-se o crédito acrescido de juros de mora. Sem qualquer embargo. cheque ou vale postal ou. Com fundamento nestes dispositivos. os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês. seja qual for o motivo determinante da falta. ainda. 141 do referido diploma legal. e) A moratória pode abranger tanto os créditos definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a conceder. quanto os créditos cujos lançamentos não foram sequer iniciados. Embora o próprio CTN não exija interpretação literal para as hipóteses de extinção do crédito tributário. estabelecendo regras fundamentais que terão que ser obedecidas pelo legislador ordinário. de outros créditos referentes ao mesmo ou a outros tributos. Nos casos de dolo ou simulação do beneficiado. o pagamento é efetuado na repartição competente do domicílio do sujeito passivo. b) Se a lei não dispuser de modo diverso. 18. b) A Fazenda Pública pode executar o sujeito passivo que estiver discutindo apenas judicialmente o crédito tributário. c) Quando a legislação tributária não dispuser a respeito. o legislador elencou onze hipóteses de extinção. quando total. marque a opção errada. o autor da ação tenha feito o depósito do montante integral exigido pelo Fisco. d) A concessão do parcelamento em caráter individual não gera direito adquirido e será revogada de ofício. sem prejuízo da imposição das penalidades cabíveis e da aplicação de quaisquer medidas de garantia previstas nesta lei ou em lei tributária. a) A imposição de penalidade ilide o pagamento integral do crédito tributário. marcando aquela que lhe parecer correta. o CTN dedica vários artigos para esta matéria. salvo se for concedida medida liminar ou tutela antecipada na ação impetrada ou. . sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições ou não cumprira ou deixou de cumprir os requisitos para a concessão do favor. como o faz para aquelas que o suspendem ou excluem.

A – art. VII. não podendo. 104. c) É permitida. D – art. 157. 6o. a) Para que possa haver a compensação não basta os dispositivos do CTN. tornando-se indispensável uma lei. deste que autorizada por lei ordinária. do CTN 16. 178 do CTN 7. 24. 77. 156. Verifique as afirmativas a seguir relativas à citada matéria. A – arts. A compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos do sujeito passivo contra a Fazenda pública é uma das hipóteses de extinção previstas no CTN. e) A referida hipótese de extinção do crédito é a única prevista no CTN na qual não há adimplemento. parágrafo único. D – art. 78 e 79. da CF 3. d) Para que haja compensação. § 2o. 151 e 161. 121 do CTN 17. a lei determinará. § 2o. 10 do Decreto-Lei no 406/1968 15. porém. III. 103 do CTN 6. 124. II. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial. 153. b) Sendo vincendo o crédito do sujeito passivo. cominar redução maior que a correspondente ao juro de 2% ao mês pelo tempo a decorrer entre a data da compensação e a do vencimento. 7o. da CF 10. 8o e 119 do CTN 9. desde que não o torne impossível ou mais oneroso que o pagamento em moeda corrente. C – art. e) O crédito pago por cheque somente se considera extinto com o resgate deste pelo banco. D – art. da CF 13. D – art. do CTN 11. 162 do CTN 20. a compensação mediante o aproveitamento de tributo. 20. do CTN 4. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo. 168. do CTN 2. § 1o. 100. tanto os créditos da Fazenda Pública quanto aqueles do sujeito passivo podem ser vencidos ou vincendos. B – art. C – art. E – arts. 151. 97. B – art. E – art. E – art. do CTN . II. 150 do CTN 19. III. do CTN 18. D – art. II. parágrafo único. do CTN e art. 160. § 1o. a apuração do seu montante. do CTN 8. da CF 5. C – art. da CF 12. II. para os efeitos deste artigo. do CTN 14.72 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER d) A legislação tributária pode determinar as garantias exigidas para o pagamento por cheque ou vale postal. B – art. marcando aquela que não conflita com o citado diploma legal. E – art. VI. I. A – art. Gabarito Simulado 15 1. E – art. A – arts.

3) Os produtos sujeitos ao IPI serão sempre acompanhados de nota fiscal de modelo especial. a atribuição constitucional de competência tributária compreende. os tratados e as convenções internacionais. do trabalho ou da combinação de ambos e de renda. no todo ou em parte. 5) Apenas as taxas e contribuições de melhoria são cobradas por atividade administrativa plenamente vinculada. os dados indispensáveis à elaboração da estatística do comércio por cabotagem e demais vias internas. Verifique se estão certas ou erradas. de acordo com o CTN. ainda. 2) Somente a lei pode estabelecer as hipóteses de exclusão. de competência da União. sem ressalvas. QUESTÃO 3 As afirmativas a seguir referem-se à dispositivos do CTN relativos ao título da Legislação Tributária. assim entendido o produto do capital. sobre a renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de proventos de qualquer natureza. QUESTÃO 2 Analise as seguintes afirmações sobre o IR e o IPI. assim entendidos os acréscimos patrimoniais não compreendidos na definição de proventos de qualquer natureza. compondo assim as fontes formais principais do Direito Tributário. sendo os impostos tributos não-vinculados. julgue os itens seguintes. ou de dispensa ou redução de penalidades. a outras pessoas jurídicas de direito público pertencerão à competência legislativa daquela a que tenham sido atribuídos. além dos elementos necessários ao controle fiscal. no todo ou em parte. . 5) A base de cálculo do IR é o montante. 1) A expressão “legislação tributária” compreende as leis.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 73 Série Provas e Concursos Simulado 16 QUESTÃO 1 Acerca da competência tributária na Constituição de 1988 e. suspensão e extinção de créditos tributários. ressalvadas apenas as limitações contidas na Constituição Federal. 4) Os tributos cuja receita seja distribuída. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. emitida em séries próprias e contendo. 4) A lei pode atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos tributáveis a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam. da renda ou dos proventos tributáveis. que importe em torná-lo mais oneroso. verificando se estão erradas ou certas. 3) Não constitui majoração de tributo a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo nem a modificação da sua base de cálculo. 1) O imposto. 3) A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação. 1) Como decorrência do princípio federativo. sendo irrelevantes para qualificá-la a denominação e demais características formais adotadas pela lei e proibida a destinação legal do produto da sua arrecadação. os decretos e as normas complementares que versem. real ou presumido. 2) O IR será informado pelos critérios de abrangência subjetiva e objetiva e da progressividade. 2) A atribuição constitucional de competência tributária compreende a competência legislativa plena. a competência legislativa plena.

5) Somente a lei pode estabelecer as hipóteses de suspensão e extinção de créditos tributários. O CTN dedicou artigos importantes para a matéria. tratando-se de situação de fato. só cabendo a expressão fato gerador quando o fato descrito ocorre no mundo jurídico. positivas ou negativas. impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal. determinados com observância das regras de interpretação estabelecidas no CTN. ou sua redução. ou a sua extinção.74 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 4) O conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais sejam expedidos. converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária. pelo simples fato da sua inobservância. 2) Fato gerador da obrigação principal é a situação definida na legislação como necessária e suficiente à sua ocorrência. 5) Segundo entendimento moderno. tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente. desde o momento em que se verifiquem as circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios. ao contrário do que dispõe o CTN. 1) Considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos. Analise as afirmativas abaixo. de acordo com estes dispositivos. com fundamento em dispositivos do CTN. QUESTÃO 5 O surgimento da obrigação tributária é um dos momentos importantes da relação obrigacional tributária. 4) A obrigação acessória. No entanto. na forma da legislação aplicável. ressalvado o disposto no CTN. denominado pelo legislador como fato gerador. QUESTÃO 4 É sabido que o Direito Tributário disciplina uma relação obrigacional ex lege. Para Geraldo Ataliba. 2) Somente a lei pode estabelecer a majoração de tributos. 3) A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações. QUESTÃO 6 A obrigação tributária principal depende da ocorrência de um fato jurídico previsto em lei. julgue os itens a seguir. 1) A obrigação principal surge com a ocorrência do lançamento tributário. verificando se estão certas ou erradas. 4) Somente a lei pode estabelecer a cominação de penalidades. sem quaisquer exceções. 5) Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que. lei delegada ou lei complementar para a sua normatização. Esta relação tem características que a distinguem de uma decorrente de direito privado. alguns fatos jurídicos não precisam de lei ordinária. a previsão abstrata na lei recebe a denominação de hipótese de incidência. 1) Somente a lei pode estabelecer instituição de tributos. Julgue os itens a seguir. nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. Com fundamento nesta afirmação. os tratados e as convenções internacionais não revogam a legislação tributária interna que lhes for conflitante. medida provisória. 3) Somente a lei pode estabelecer a definição do fato gerador da obrigação tributária principal. .

ou terceiros. fora dos quais não podem ser dispensadas. são cinco as etapas do lançamento. 2) A dispensa do pagamento de tributo. nos casos previstos no CTN. não afetam a obrigação tributária que lhe deu origem. 5) A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória. Este último depende de uma atividade privativa da autoridade administrativa. sendo caso. mas levando-se em consideração os efeitos dos fatos efetivamente ocorridos. os atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados. ampliado os poderes de investigação das autoridades administrativas. ao contrário do direito privado. nos termos de direito aplicável. 142 do CTN. julgue as afirmativas a seguir. no lançamento far-se-á sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador da obrigação. 3) Aplica-se. considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos desde o momento em que esteja definitivamente constituída.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 75 Série Provas e Concursos 2) Tratando-se de situação jurídica. 1) Embora não esteja de modo expresso no dispositivo citado. a saber: verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente. determinar a matéria tributável. tenha instituído novos critérios de apuração ou processos de fiscalização. identificar o sujeito passivo e. a sua efetivação ou as respectivas garantias. ou outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios. 2) Quando o valor tributário esteja expresso em moeda estrangeira. posteriormente à ocorrência do fato gerador da obrigação. . 3) A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária. sob pena de responsabilidade funcional na forma da lei. que é a notificação ao sujeito passivo da constituição do crédito tributário. obrigação e crédito não surgem simultaneamente. observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei complementar. 4) O crédito tributário regularmente constituído somente se modifica ou extingue. QUESTÃO 8 De acordo com o art. em qualquer caso. faz com que juntamente com o crédito tributário seja excluída a obrigação do mesmo gênero que lhe deu origem. calcular o montante do tributo devido. desde o momento da celebração do negócio. sob pena de responsabilidade funcional. propor a aplicação da penalidade cabível. Baseado neste conceito. responsáveis. 1) O crédito tributário decorre do lançamento e tem a mesma natureza da obrigação que lhe deu origem. bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. 5) A definição legal do fato gerador é interpretada abstraindo-se da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes. 3) As garantias ou os privilégios atribuídos ao crédito tributário. 4) Quando o fato gerador estiver sob condição suspensiva. Julgue as afirmativas a seguir a respeito do tema. os efeitos práticos no mundo jurídico dependem de uma sexta etapa. QUESTÃO 7 Uma das características marcantes da relação obrigacional tributária reside no fato de que. ao lançamento a legislação que. concedida através de isenção. denominada lançamento. ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída.

em caso de contestação. julgue as afirmativas a seguir. De acordo com estas normas. o marco inicial do período prescricional. 2) A modificação introduzida. a autoridade lançadora. neste último caso. 3) O lançamento quando regularmente notificado ao sujeito passivo é. nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa no exercício do lançamento somente pode ser efetivada. no caso do lançamento por declaração. ainda que posteriormente modificada ou revogada. comparece à Repartição Fazendária. sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados. 1) O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo só pode ser alterado em virtude de impugnação do sujeito passivo ou iniciativa de ofício da autoridade administrativa. antes da homologação por parte da Fazenda Pública. somente na via judicial. nas situações previstas no CTN. ou tem em consideração. direto. quando vise a reduzir ou a excluir tributo. para outros. no Direito Tributário. QUESTÃO 9 Ainda com relação à atividade administrativa de lançamento. após a entrega da declaração anual do IR e pagamento do tributo por ele calculado. salvo em alguns casos expressamente previstos no CTN. 4) O prazo para a homologação será de cinco anos. 1) A retificação da declaração por iniciativa do próprio declarante. e antes de notificado o lançamento. segundo alguns autores ato constitutivo do crédito tributário e. QUESTÃO 10 As normas gerais relativas a Direito Tributário. mediante processo regular. uma vez que não se considera espontânea esta denúncia. o valor ou o preço de bens. de ofício ou em conseqüência de decisão administrativa ou judicial. ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado. salvo se comprovada a ocorrência de dolo. em relação a um mesmo sujeito passivo. 3) A revisão do lançamento só pode ser iniciada enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública. serviços ou atos jurídicos. o Fisco poderá exigir a penalidade. em todas as modalidades de lançamento ali previstas. 5) O lançamento é. em grande parte. a saber. apenas ato declaratório. ressalvada. a contar da ocorrência do fato gerador. considera-se homologado o lançamento e definitivamente extinto o crédito. arbitrará aquele valor ou preço. Mesmo assim. avaliação contraditória. julgue as seguintes assertivas. 5) Quaisquer erros em quaisquer dos três tipos de lançamento serão corrigidos por lançamento ex officio. 4) O CTN determina que são três as modalidades de lançamento. só é admissível mediante comprovação do erro em que se funde. expirado esse prazo sem que a Fazenda Pública se tenha pronunciado. quando há fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução.76 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 4) O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente. consubstanciadas. misto e autolançamento. fraude ou simulação. alegando que cometeu um erro e pretendendo pagar um valor maior de imposto. . estabelecem regras para a constituição do crédito tributário. direitos. 5) Um contribuinte. 2) Quando o cálculo do tributo tenha por base. no CTN.

5) E – art. I. da CF 3) E – art. 6o do CTN 2) E – art. II. § 3o. 6o. XII. 139 do CTN 2) E – art. § 1o. 2) E – art. 113. I. 98 do CTN e art. 113. da CF 3) E – art. §§ 1o e 2o. parágrafo único. 96 do CTN 2) E – art. 140 do CTN 3) C – art. IV. do CTN 116. 3) E – art. 97. do CTN 4) C – art. do CTN 118 do CTN Questão 7 1) E – art.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 77 Série Provas e Concursos Gabarito Simulado 16 Questão 1 1) E – art. § 2o. do CTN 2) E – art. 43 do CTN 2) C – art. 4) E – art. do CTN 5) E – art. 1o da LICC Questão 4 1) C – art. 3o do CTN Questão 2 1) E – art. parágrafo único. do CTN 5) C – art. 114 do CTN 3) C – art. VI. 97. 99 do CTN 5) C – art. parágrafo único. 4o do CTN 4) C – art. 45. 140 do CTN . 44 do CTN Questão 3 1) E – art. §2o. 116. V. 155. §2o. da CF 3) E – art. do CTN 117. 50 do CTN 4) C – art. 97. 6o do CTN 3) C – art. do CTN 5) E – art. I. § 1o. do CTN 5) C – art. do CTN 4) C – art. g. 153. 113. do CTN 4) C – art. 97. 97. do CTN Questão 5 1) E – art. 115 do CTN Questão 6 1) E – art. do CTN 116. 153. do CTN 2) E – art.

145 e 174 do CTN 4) C – arts. do CTN Questão 9 1) E – art. 150. caput. do CTN Questão 8 1) C – art. 148 do CTN 3) C – art. 150. 142 e art. § 2o. 147. 144. 142. parágrafo único. do CTN 4) C – art. do CTN 5) C – art. § 1o. § 4o. §§ 1o e 2o. 143 do CTN 3) E – art. 156. 145 do CTN 2) C – art.78 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 4) C – art. 144. 145. § 1o. 141 do CTN 5) C – art. do CTN . do CTN 5) C – art. 149. do CTN 4) E – art. do CTN 2) E – art. 147 a 150 do CTN 5) C – arts. parágrafo único. do CTN 2) E – art. V. e 149 do CTN Questão 10 1) C – art. 147. 146 do CTN 3) C – arts. § 2o.

3) O IGF é um imposto de competência federal. se instalando na região. 2) Se determinado município estiver cobrando judicialmente débitos relativos ao IPTU e ITR. quando exploradas pelo proprietário que não possua outro imóvel. ao contrário dos outros impostos da competência privativa da União. em 1997. atos ou decisões administrativas em matéria tributária. A mesma Carta Magna determina que cabe à lei complementar estabelecer normas gerais a serem obedecidas pelo legislador ao exercer esta competência. só ou com sua família. . como também normas previstas no Código Tributário Nacional. a pessoas de direito privado. de uma empresa agrícola em processo de falência. ou de executar leis. Estados. tanto quanto à operação de crédito. DF e Municípios. o valor nominal mais o ágio. isenção do IPTU para as indústrias que se instalassem no recente pólo industrial criado. a fim de ajustá-lo aos objetivos da política monetária. de acordo com estas citadas normas gerais: 1) A competência tributária é indelegável. 2) O ITR não poderá incidir sobre pequenas glebas rurais. conferida por uma pessoa jurídica de direito público a outra. através de ato administrativo do Poder Executivo. poderá haver incidência cumulativa do IOF. QUESTÃO 3 O Prefeito Municipal de Campos dos Goytacazes concedeu. 4) A base de cálculo do IOF é. julgue as afirmativas abaixo. nas condições e nos limites estabelecidos em lei. Várias indústrias aproveitaram o benefício fiscal. quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários. assim entendido glebas inferiores a 30 ha. se houver. Com fundamento nesta informação. Julgue as afirmativas a seguir. relativas a tributos federais: 1) Na emissão de debêntures. 4) Não constitui delegação de competência o cometimento. este último por delegação da União. salvo atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos. QUESTÃO 2 É sabido que o legislador. que lhes permite instituir tributos. tem que obedecer não só os ditames constitucionais. 3) A atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributo. no caso de sua emissão. ao exercer a competência para instituir tributos. alterar as alíquotas ou as bases de cálculo do IOF.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 79 Série Provas e Concursos Simulado 17 QUESTÃO 1 A competência tributária é uma capacidade atribuída à União. 5) O Poder Executivo pode. quanto à operação relativa à emissão de títulos ou valores mobiliários. pela Constituição Federal. pode ser revogada por ato unilateral da pessoa jurídica de direito público que a tenha conferido. uma vez concedida. do encargo ou da função de arrecadar tributos. 5) O não-exercício da competência tributária não a defere à pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído. cuja instituição terá que ser mediante lei complementar. serviços. títulos representativos de operações de crédito das Sociedades Anônimas. o tributo federal não gozará dos privilégios processuais que normalmente teria com relação a créditos decorrentes de tributos municipais.

Como a relação obrigacional tributária é revestida de características especiais não só . 4) A solidariedade no Direito Tributário pode se dar entre contribuintes. tem que estar prevista em lei. subsistirá. do Distrito Federal e dos Municípios vigora. verificando sua exatidão: 1) A vigência. QUESTÃO 4 O Código Tributário Nacional estabelece normas gerais no tocante à vigência da legislação tributária. 5) A norma utilizada pelo prefeito Municipal ao conceder o benefício fiscal é tida como fonte forma principal do Direito Tributário. inclusive com efeitos retroativos. Julgue as afirmativas a seguir. a solidariedade se dá entre contribuintes. quanto no tempo. Pedro e Carlos são co-proprietários de um imóvel situado na zona urbana de um município. entram em vigor quanto a seus efeitos normativos. 2) A solidariedade no Direito Tributário não comporta benefício de ordem. 3) Os atos administrativos entram em vigor na data da sua publicação. tanto no espaço. nesse caso. O mesmo diploma legal estabelece normas gerais aplicáveis especialmente a esta peculiar relação obrigacional tributária. 1) A isenção não poderia ser revogada. sujeitos ativo e passivo. verificando a irregularidade na concessão da isenção. QUESTÃO 6 O Direito Tributário regula uma relação obrigacional. 2) A revogação poderia se dar. estaduais ou municipais. entre contribuintes e responsáveis. às quais a lei atribua eficácia normativa. são solidariamente obrigados pelos créditos tributários decorrentes do IPTU. que não fora concedida por lei. no País. 3) A revogação poderia se dar. com relação aos efeitos e validade desta revogação. penalidade e atualização monetária. cobrando-se o tributo acrescido de juros de mora.80 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER Anos depois. Desta forma. existe um objeto e pelo menos duas pessoas. fora dos respectivos territórios. constituindo outra exceção à Lei de Introdução ao Código Civil. a solidariedade quanto aos demais pelo saldo. QUESTÃO 5 João. 4) Qualquer isenção de tributos federais. no espaço e no tempo. Julgue as afirmativas a seguir. da legislação tributária rege-se pela Lei de Introdução ao Código Civil. 3) Se Carlos for beneficiado por uma isenção de caráter pessoal. referentes a impostos sobre o patrimônio ou a renda. uma vez que fora concedida sob condição. a revoga. constituindo uma exceção à Lei de Introdução ao Código Civil. 4) Entram em vigor no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação os dispositivos de lei. apenas com efeitos não retroativos. segundo as regras do CTN. que extinguem ou reduzem isenções. 5) No caso em tela. ainda quando decorrente de contrato. 5) As decisões administrativas. 30 dias após sua publicação. Como em toda relação jurídica deste gênero. salvo disposição em contrário. salvo nos casos expressamente previstos no próprio CTN. consubstanciadas nas referidas normas: 1) O CTN estabelece que a solidariedade no Direito Tributário pode ser de fato ou legal. ressalvado o previsto no CTN. entre responsáveis ou ainda. somente nos limites em que lhe reconheçam extraterritorialidade o próprio CTN ou outras leis de normas gerais expedidas pela União. Julgue as assertivas a seguir. o sucessor na chefia do Poder Executivo Municipal. 2) A legislação tributária dos Estados.

estabelecendo regras fundamentais que terão que ser obedecidas pelo legislador ordinário. sem revestir a condição de contribuinte. sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições ou não cumprira ou deixou de cumprir os requisitos para a concessão do favor. o parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de juros e multas. o autor da ação tenha feito o depósito do montante integral exigido pelo Fisco. Com fundamento nesta afirmação prevista no art. principalmente. ou de terceiro em benefício daquele. 3) O sujeito passivo da relação obrigacional tributária tem que estar previsto em lei. ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída. sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. sub-roga-se nos direitos desta. salvo se for concedida medida liminar ou tutela antecipada na ação impetrada ou. 2) Salvo disposição de lei em contrário. verifique a exatidão das seguintes afirmativas. relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos. QUESTÃO 7 Segundo o CTN. ainda. verificando se estão de acordo com estas determinações e definições. 3) Salvo disposição de lei em contrário. o tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogação não se computa para efeito da prescrição do direito à cobrança do crédito. para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. 4) A concessão do parcelamento em caráter individual não gera direito adquirido e será revogado de ofício. 1) Sujeito ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público. o CTN estabelece regras e define os sujeitos passivo e ativo que a compõem. sob pena de responsabilidade funcional na forma da lei. QUESTÃO 8 Embora o próprio CTN não exija interpretação literal para as hipóteses de extinção do crédito tributário. não podem ser opostas à Fazenda Pública. quando. cuja legislação tributária aplicará até que entre em vigor a sua própria. 4) O sujeito passivo da obrigação principal diz-se contribuinte. a sua efetivação ou as respectivas garantias. que se constituir pelo desmembramento territorial de outra. O crédito tributário regularmente constituído somente se modifica ou extingue. Com base nestas regras. a pessoa jurídica de direito público. Nos casos de dolo ou simulação do beneficiado. Analise as afirmativas a seguir. analise e julgue as afirmativas a seguir: . 5) A moratória pode abranger tanto os créditos definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a conceder. por se tratar de direito público. quanto os créditos cujos lançamentos não foram sequer iniciados. fora dos quais não podem ser dispensadas. quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador e responsável. titular da competência para instituir o tributo. 2) A Fazenda Pública pode executar o sujeito passivo que estiver discutindo apenas judicialmente o crédito tributário. cobrando-se o crédito acrescido de juros de mora. o legislador elencou 11 hipóteses de extinção. como o faz para aquelas que o suspendem ou excluem. o CTN prevê seis situações nas quais o crédito fica com a sua exigibilidade suspensa.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 81 Série Provas e Concursos pela compulsoriedade mas também e. nos casos previstos nesta Lei. 5) As convenções particulares. 1) Com as alterações sofridas. 141 do referido diploma legal.

5) A referida hipótese de extinção do crédito é a única prevista no CTN na qual não há adimplemento. Não sem motivo. quando parcial. desde que não o torne impossível ou mais oneroso que o pagamento em moeda corrente. 2) Sendo vincendo o crédito do sujeito passivo. das prestações em que se decomponha e. a apuração do seu montante. o pagamento é efetuado na repartição competente do domicílio do sujeito passivo. 1) Para que possa haver a compensação não basta os dispositivos do CTN. os juros de mora são calculados à taxa de um por cento ao mês. a compensação mediante o aproveitamento de tributo. QUESTÃO 10 A compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos do sujeito passivo contra a Fazenda pública é uma das hipóteses de extinção previstas no CTN. o vencimento do crédito ocorre um mês após a data em que se considera o sujeito passivo notificado do lançamento. . 5) O crédito pago por cheque somente se considera extinto com o resgate deste pelo banco. Com fundamento nestes dispositivos. de outros créditos referentes ao mesmo ou a outros tributos. deste que autorizada por lei ordinária. porém. Verifique e julgue as afirmativas a seguir relativas à citada matéria. objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial.82 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 1) A imposição de penalidade não ilide o pagamento integral do crédito tributário. 4) A legislação tributária pode determinar as garantias exigidas para o pagamento por cheque ou vale postal. em estampilha ou em papel selado. tornando-se indispensável lei específica. o CTN dedica vários artigos para esta matéria. quando total. 4) Quando a legislação tributária não fixar o tempo do pagamento. 5) O crédito não integralmente pago no vencimento será sempre acrescido de juros de mora. cominar redução maior que a correspondente ao juro de 1% (um por cento) ao mês pelo tempo a decorrer entre a data da compensação e a do vencimento. para os efeitos deste artigo. 2) Se a lei não dispuser de modo diverso. tanto os créditos da Fazenda Pública quanto aqueles do sujeito passivo podem ser vencidos ou vincendos. 3) Quando a legislação tributária não dispuser a respeito. nos casos previstos em lei. QUESTÃO 9 Sem qualquer embargo. a hipótese mais comum de extinção do crédito tributário é o pagamento. cheque ou vale postal ou. 2) O desconto por antecipação de pagamento de créditos tributários tem que ser concedido por lei. 4) Para que haja compensação. a lei determinará. sem prejuízo da imposição das penalidades cabíveis e da aplicação de quaisquer medidas de garantia previstas nesta lei ou em lei tributária. 3) É permitida. 1) O pagamento de um crédito não importa em presunção de pagamento. não podendo. 3) O pagamento somente pode ser efetuado em moeda corrente. verifique se as afirmativas a seguir estão certas ou erradas. seja qual for o motivo determinante da falta.

do CTN 4) E – art. III. 103. do CTN 3) C – art. III. 151 e 161. do CTN 5) C – art. 63. IV. g. do CTN 5) C – art. 124. 101 do CTN 2) E – art. parágrafo único. 2) E – art. § 2o. do CTN 2) C – art. do CTN 2) E – art. 5) E – art. 4) E – art. 176 do CTN 176 do CTN 100. do CTN 4) C – art. do CTN 155. 7o do CTN 2) E – art. do CTN Questão 5 1) C – art. do CTN 4) C – art. 64. 104. 124 do CTN 5) C – art.393/1996 da CF 3) C – art. parágrafo único. XII. 3) E – art. 123 do CTN Questão 7 1) E – arts. 153. 102 do CTN 3) E – art. 155 A. parágrafo único. § 1o. II e caput. do CTN 3) E – art. do CTN . parágrafo único. 104. da CF 100 do CTN Questão 4 1) C – art. § 2o. do CTN 5) E – art. § 3o. 2o da Lei no 9. da CF Questão 3 1) E – art. 153. 7o. 8o do CTN Questão 2 1) E – art. 31 do CTN Questão 6 1) E – art. 120 do CTN 3) E – art. 585 do CPC 3) C – art.CAMPUS Capítulo 13 – Provas Simuladas 83 Série Provas e Concursos Gabarito Simulado 17 Questão 1 1) C – art. II. da CF 4) C – art. § 2o. § 1o. 125. § 1o. do CTN 4) C – art. 7o. 121. do CTN 5) E – art. I. a. 7o. 124 do CTN 2) E – art. 97. 119 do CTN 2) C – art. VII.

§ 2o. 155 e 155 A. do CTN . § 1o. do CTN 2) C – art. IV. 161. 161. 157 do CTN 2) E – art. 170 do CTN 5) E – art. § 2o. § 1o. do CTN 3) C – art. parágrafo único. do CTN 3) E – art. IX. X e XI.84 Série Provas e Concursos Direito Tributário – Claudio Borba ELSEVIER 4) C – arts. 156. § 2o. do CTN Questão 9 1) C – art. 97. 160. 170-A do CTN 4) E – art. do CTN 5) C – art. VI. do CTN 5) C – art. 160 do CTN 5) E – art. 154 do CTN Questão 8 1) C – art. V. 162 do CTN 4) C – art. 159 do CTN 4) E – art. 162. do CTN 3) E – art. 158 do CTN 2) C – art. parágrafo único. II. 162. 170. do CTN Questão 10 1) C – art.