DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO PROF. Fernando Pontes, fernandorj@globo.com BIBLIOGRAFIA 1. Hildebrando Accioly, Manual do D.I.P.

(completo, todos os temas, R$133) 2. Luís Ivani de A. Araújo, Curso de D.I.P. (quase completo, sintético, leitura objetiva, R$35) 3. Florisval de Souza Del Amo, Curso de D.I.P. (quase completo, R$72) 4. Celso D. Albuquerque Mello, Curso de D.I.P. (mais completo, 2000 páginas, só tem em sebo e na biblioteca, R$250) 5. André J. Pereira e Fausto Quadros, Manual de D.I.P. (importado, não tem na biblioteca) 6. José Francisco Rezek, D.I.P. (bom livro, concurso, em Tratado é excelente, R$116) 7. Ricardo Vertenfis, Introdução ao D.I.P. (completo, R$65) 8. Guido Fernando Silva Soares, Curso de D.I.P. (completo, só em sebo). 9. Convenção de Viena – artigos, tratados internacionais (questão de prova, obter na internet ou por cópia) DICA: livraria jurídica, Rua do Carmo com Assembléia. Prova objetiva, resposta direta, não é definição, será de raciocínio a partir de identificação conhecimento, qualificação, problematização. AULA DE 10\02\2011 DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO DIP OBJETIVO Identificar o histórico da disciplina e conhecer sua importância para os dias de hoje. Egito por que os Estados se manifestam de maneira tênue. Interpretação a partir da história marxista, história da mentalidade, sempre com esse viés e não cronológica. I - As concepções de Karl Marx e de Max Weber Semelhança: relações antagônicas que formam a sociedade. Apesar das leis, não são elas quem definem as classes. Há uma distribuição informal de classes (herança). Karl Marx - modo de produção, dimensão econômica e política. Primeiro momento: Modo de produção tribal, comunitário. Inexistem dominantes e dominados, não existia o direito lato senso, existia regras sociais não escritas, costume rígido de normas e regras, ênfase do direito era garantir respeito e os valores culturais (primitivo) de indivíduo e comunidade; sem imposição da lei. Primitivos passaram a acreditar nas mesmas crenças. A escrita surgiu como uma técnica de poder, de organização política. Primeiros escritos são religiosos, códigos de direito, religião como mecanismo de poder. Direito: imposição pela força, forma unilateral. Garantir as relações de dominação, só existe com a formação do Estado. Início da ruptura tribal para o pré-capitalista. Roteiro Antiguidade A fonte primária da história (mesopotâmia) a beira dos rios tigres e Eufrates (atual Iraque); crescimento dos limites de utilização. Fronteira é uma forma de direito internacional público. Outra fonte pela Bíblia, êxodo, ao invés de irem para Jerusalém foram para o Egito, tendo sido capturados e se tornaram escravos. Partem de livres para semoventes; um deles ascendeu à assessor do faraó, assumindo papel (atual) de embaixador ou ministro exterior. Proibição de armas com material que levasse ao óbito. Lança com veneno, não era regra como hoje em dia. Atualmente a convenção de Genebra que coibi o uso de alguns tipos de armas e

situações de guerra. Muito do desenvolvimento é devido às guerras, produtos criados (exemplo batom – capsula). Idade média Baixa idade média. Papa funcionou como um árbitro de algumas guerras que chegaram a não ocorrer, com contribuição de nobres para garantir o lugar no céu. O Papa, quando havia perigo de guerra eminente, mandava mensagem de excomungar uma das partes. Semelhante a ONU e o conselho de segurança. Quarentena do rei, visando diminuir o calor da briga e início de um processo, para baixar a poeira, deixava o suspeito fora da opinião pública, para depois julgar. Idade moderna Já tem formação dos Estados, que iniciaram o processo de relacionamento com outros estados, por acordo de cavalheiros, pactuado pelas partes na oralidade. Primeira revolução industrial substituiu o trabalho braçal. Na segunda, substituiu o trabalho mental e na terceira, era do computador. Inicio pela matriz do vapor, depois do petróleo, dando origem a 1ª guerra mundial e em seguida a 2ª. Fenômeno econômico iniciado. Idade contemporânea 1ª guerra mundial: paralisação da produção de bens de consumo para produção bélica. Batom lembra a capsula da bala de arma, utiliza a bitola do batom da indústria para a produção em série de munição. Tubo de conexão foi o modelo para o míssil Astro 2. Indústria armamentista utiliza a base da indústria de consumo, porém com turnos de 4 horas, pago pelo governo. Ao acabar, um eixo paga o ônus de despesa de guerra e proíbe a produção de bens. Tratado de Versalhes que condenou a Alemanha ao ostracismo. Os empresários perdem o excedente, a escala produzida na guerra, então buscam novos mercados. Conquista o mercado através de dumping, preço abaixo do custo para quebrar a produção local. EUA dumping no caso do algodão quando passaram a exportar utilizando o subsídio do governo. Queda da economia alemã, inflação diária de 80%, dinheiro queimado por falta de valor para aquecer. 2ª guerra mundial: liga das nações não deu certo. Criação da ONU e órgãos de apoio para ajudar no desenvolvimento e na reconstrução. Nova ordem econômica internacional ocupada pelas empresas, não era mais para derrubar a concorrência, mas sim de trabalhar junto com o concorrente, criar a estabilidade. As empresas enxergam oportunidade em outros mercados, passam a ser transnacionais, deixando de ser multinacionais. Mac Donald ganhava dinheiro com o aluguel do estabelecimento. Localiza ganha a partir da compra e venda de veículos e não com o aluguel. China leva carro parcialmente desmontado para o Uruguai e então pode exportar para o Brasil com imposto de apenas 10%, MERCOSUL, ao invés dos 60% se fosse direto. Hoje, uma grande corporação interfere na decisão do Estado. Não determinam, mas indicam. AULA DE 17\02 Objetivo da aula: fechar a parte doutrinária ELEMENTOS CARACTERIZADORES DO DIP Objetivo de conhecer os elementos que caracterizam (prova) Conceito DIP é o ramo do direito (conjunto de regras) que visa normatizar a relação entre Estados, organizações e demais sujeitos, seja através de atos ou outros instrumentos, demarcando os interesses, direitos e deveres, evitando conflitos e organizando de tal forma que projeta o indivíduo (pessoas) – rascunho da turma. Pessoas (sujeitos) de DIP Teoria Estatal – nos primórdios seriam os únicos. ONU é sujeito de natureza de DIP. Ou seja, teoria inválida, há outros órgãos. Teoria Humana - o individuo é o único sujeito de DIP, porque é base do Estado. Na verdade não é pessoa DIP, pois não pode demandar ação da corte internacional. Apenas Estados podem propor a

demanda. Grupo de interesse deve buscar seu Estado para provocar a demanda. Pode buscar também organizações internacionais para iniciar. Teoria Heteropersonalista – o indivíduo não é pessoa, apenas trata-se de bem a ser protegido. Apenas Estados e Organizações Governamental Internacional – OGI, UNESCO é uma OGI. Green Peace não é. As ONGs não são pessoas de DIP, apenas fazem manifestações para provocarem os Estados, não possuem personalidade jurídica, não tem direito para estabelecer, apenas podem ser convidadas para esclarecer dúvidas. Divisão (ramos do direito que se encontram no DIP) analisar em cima do sujeito ato de Estado ou OGI de DIP Direito constitucional – organizar estrutura; ONU – estruturação de todos os órgãos. Direito civil – ramo privado, responsabilidade civil sobre atos que interferem\atingem o Estado. Direito financeiro – direito internacional na prática (econômico). FMI. Atendimento das regras do GATT. OMC (Org. Mundial do Com.) Direito ambiental Direito processual – seguir o rito processual, é demonstrada nos ritos e procedimentos dos Estados perante os tribunais internacionais. Direito administrativo – contratação de pessoal em OGI, compra Direito penal – responsabilização penal em atos de Estado – exemplo Bin Laden orientação internacional de prisão em qualquer Estado. Direito tributário – isenção tributária diretos e indiretos para consulados. Direito empresarial – criação de pessoa jurídica Fontes Lei – não há, mas a adaptação são os tratados. Costume – prática reiterada. Isenção de tributo onde até 1961 era de forma costumeira. Jurisprudência – Doutrina – fundamentos elaborados Princípios Gerais do Direito – permeiam a norma Analogia e Equidade – semelhança, comparação. Nem pensar, pois não dá para atribuir a Estados diferentes. Fonte Formal todo o DIP, pois é a apresentação do DIP que atribui todas as fontes acima. Artigo 38, inciso 2 da Corte Internacional de Justiça. Fonte Material: guerra e conflito. AULA DE 24\02 RELAÇÃO DO DIREITO INTERNACIONAL COM O DIREITO INTERNO (assunto é polêmico) Objetivo Conhecer como se dá a relação entre a norma internacional e a interna no Brasil. Assunto que não é pacificado no Brasil. Entender quando há conflito de normas. Saber qual vai prevalecer. Só há uma prisão civil, por pensão alimentícia. Mas na constituição há duas: pensão alimentícia e depositário infiel. Perda de bagagem: no interno faz parte do código civil, no internacional é uma convenção de pagamento por peso. Roteiro: Dualismo – Monismo - Caso Brasileiro Aspecto Internacional (DI x di) Pacto de São José de Costa Rica x Constituição Convenção Montreal (Convenção de Varsóvia 1929) x CDC (1990). Perda de bagagem. Convenção é equiparada a lei ordinária, mesmo anterior ao CDC, prevalece, pois é lei especial, enquanto o CDC é lei geral.

Sistema Dualista (idéia defendida por Heinrich Triepel) Brasil adota dois sistemas de normas. Quando assina um tratado ou convenção internacional, ao trazer para o país, é feito uma adequação para implantação interna. O país que usa o sistema dualista sempre terá que adaptar. Declaração dos Direitos Humanos encontra-se no art.5º da Constituição. Foi feita a adaptação e criação de outros princípios. Havendo choque entre as normas, por ter sido feita a adaptação, então prevalece a norma internacional, entendendo-se que o país aceitou a norma ao adaptá-la. Sistema Monista Regra de Direito Internacional e de Direito Interno convivem no mesmo sistema. Acordos, convenção, tratados, leis, projetos, etc. Não há problema, pois em caso de conflito, antinomia, é feito o entendimento. Prevalecerá a lei da pirâmide\hierarquia (Hans Kelsen), sendo o Estado que indicará\definirá qual prevalecerá. Caso Brasileiro (1) – direitos humanos e direito tributário CRFB - Não há na Constituição referência se o Brasil adota o dualista ou monolista ( art 5º paragrafo 2º). Não excluem outros direitos não previstos na Constituição. Incorpora o direito internacional, utilizando o sistema monista. Se a interpretação é incluir os dispositivos na Constituição, prevalecendo sobre o direito interno, interpretação de sistema monista. Súmula vinculante 25 – sobre depositário infiel. Prevalecendo o Direito Internacional. Art. 5º, parágrafo 3º, monismo com prevalência do Direito Internacional para direitos humanos. Dando efeito de emenda constitucional. Pacto São José é anterior ao parágrafo 3º, foi aprovado por votação simples. Código Tributário Nacional – sobre adoção do sistema, art. 98 do CTN. Tratado e outros sobrepõem ao direito interno. Monismo com superioridade do Direito Internacional. Para outros direitos não há norma informando qual sistema a adotar. Caso Brasileiro (2) – demais casos Tratado se chocando com lei interna. Vai para o STF decidir. Criação do ADIN 1480 (Ministro Celso Mello), onde o Brasil adota o dualismo moderado para todos os demais casos que não estejam englobados em direitos humanos e no código tributário. È quando a adaptação é feita de forma parcial. Protocolo de Kioto foi trazido para submissão ao congresso e ao presidente, assinado por via de decreto (função executiva de forma legislativa, com força de lei, exemplo lei do abate), ao invés de assinar o tratado. Por ser criado decreto, adaptando em aspas, é considerado o dualismo. Recebe status de Lei Ordinária se contraria uma outra Lei Ordinária, deverá ser adotado o art. 2º LICC, para decidir sobre Direito interno ou Direito Internacional qual prevalecerá. É um monismo disfarçado. Lula aprovou a comercialização da soja transgênica mesmo havendo exclusidade internacional para o criador. AULA DE 03\03 FUNDAMENTOS DO DIREITO INTERNACIONAL Objetivo Conhecer as fases da fundamentação do DIP e o principal sujeito. Por que o Estado se filia? Doutrina Voluntarista É o caráter volitivo (vontade). Estamos falando de um critério de vontade coletiva. Eles se reúnem e traçam a linha de um novo Tratado. Pode ser de iniciativa privada. Voluntariedade porque participa, porque quer, mas não é individual. Doutrina Objetiva O estado se filia ao ato internacional porque existem obrigações de âmbito interno previstas na lei fundamental do país. Se o Brasil faz parte da OMC é porque existe algum dispositivo que o obrigue. Art. 4 CRFB\88 (forma absoluta). Busca a justificativa na norma interna fundamental.

ESTADO Natureza Jurídica Sujeito de DIP, sujeito com plena capacidade atendida as normas que os países seguem. Elementos Constitutivos População (âmbito internacional): nacionais e estrangeiros que residem em definitivo no Estado. Território: base física, fronteiras naturais: rios, lagos, mar e espaço aéreo. Rios possuem dois entendimentos para qualificar: Navegável: é pela parte funda do rio que se faz a fronteira, exatamente onde o navio vai passar, pois irão navegar como se fosse seu território. Não Navegável: meio do rio. Cadeia Montanhosa será sempre o ponto mais alto. Fronteiras Artificiais: uma ponte sobre um rio navegável, é o meio da ponte. Observação: no DIP não há tempo para usucapião. Exemplo Ilhas Malvinas. Governo Autônomo Internacionalmente. Observação: soberania é a capacidade do Estado de impor sua vontade. Autonomia é ter liberdade de escolher. Início das Atividades Quando se obtém os três elementos constitutivos pode ser sujeito de DIP. Exemplo: Vaticano e Palestina não são Estados de DIP pois falta um elemento. Reconhecimento de Estado Só passa a ser Estado no momento que outro Estado o reconhece. Pode ser tácito ou expresso. O reconhecimento é irrevogável. Exemplo: receber o chefe de Estado é um reconhecimento tácito. Reconhecimento de Governo É a pose do chefe de Estado, posse legítima, de forma direta. Pode ser tácito ou expresso. O reconhecimento é revogável. Quando ocorre golpe de Estado é comum ser expresso. AULA de 17\03 TRATADOS Objetivo Conhecer a principal fonte de DIP Conceito É um ato formal, firmado por consentimento pelos sujeitos de DIP, compreendendo um ou mais instrumentos, estabelecendo interesses e regulando a atuação das partes, qualquer que seja a denominação específica, criando, modificando ou extinguindo direitos e deveres entre as mesmas partes. Terminologia (questão de relacionar para prova) Convenção de Viena de 69 (padronizar os tratados entre países), protocolo de Quioto. Tratado de Versalhes. Tratado é gênero com diversas espécies. Tratado representa um ato formal para resolver um problema de relacionamento de relevância e importância. Convenção é normalmente multilateral, padronizar procedimento entre países. Protocolo é um tratado complementar, seria um aditivo ao contratado. Acordo é utilizado com aspecto financeiro. Pacto é mais solene que um tratado. Não tem a relevância e importância internacional. Pacto de Varsóvia que determinava que a agressão a um país do bloco soviético seria a todos. Convênio é um tratado sobre esporte, cultura, saúde. Cuba com saúde e esporte para o Brasil. Relação recíproca sobre assunto específico.

Classificação (Natureza Jurídica) Tratado Contrato – semelhante ao contrato no Brasil, só obriga as partes, Estados signatários não afeta os demais Estados. Itaipuaçu binacional; tratado de Quioto (poluição do meio ambiente, EUA não assinou). Tratado Norma – obriga a todos na forma de não violar, signatário ou não. Carta de São Francisco – Paz – criação da ONU e Declaração Universal dos Direitos Humanos. Efeitos diferentes. Partes Unilateral, bilateral e multilateral. Contrato de recompensa é um modelo de obrigação de única pessoa e convencionado por única pessoa. Denúncia é um tratado unilateral. Convenção de OIT idade mínima do trabalhador (14 anos para convenção ou 16 anos Brasil). O Brasil saiu, extinguiu a relação de deveres e obrigação; foi uma decisão unilateral. Condição validade dos tratados Capacidade: os estados e as organizações internacionais que tenham capacidade para tal. Habilitação: quem pode representar os estados: chefe de Estado e ministro das relações internacionais. Outros somente se tiverem carta de plenos poderes (procuração internacional). Objeto lícito, possível e determinado. Consentimento mútuo: sem vícios. Aula de 24\03 Processos de aprovação 1ª fase - Negociação: interesse de grupo a partir da conferência diplomática entre aqueles que foram convidados para participar de algum acordo (não é convocação); leitura de todos os artigos. 2ª fase – Assinatura: não é obrigatória, mesmo que tenha concordado com todos os artigos. A assinatura apenas para considerar que o Estado possui interesse futuro de assinar o tratado. 3ª fase - Entrada em vigor: cada tratado terá seu prazo. Cada Estado tem seu processo interno de aprovação, emitindo posteriormente o termo de ratificação, a partir de então o país se obriga ao cumprimento. Ou termo de adesão para aqueles que não estiveram no processo de negociação ou que não tenha assinado. Entra em vigor 30 dias após Processo de aprovação do Tratado no sistema brasileiro Primeiro - conferencia diplomática – CD para obter a ratificação do Brasil em assumir o tratado. Segundo – encaminhada para a representação diplomática brasileira – RDB Terceiro – encaminhado para o Itamarati, órgão no Brasil, sendo distribuído para a área específica, o Itamarati é separado por assunto, para analise da legalidade, a viabilidade, a conveniência importância em assinar para o Brasil. Quarto – encaminha ao chefe do executivo com o parecer do Itamarati. Quinto – art. 49 inciso I – encaminhado para o congresso nacional, todo compromisso gravoso para o país. O presidente encaminha o projeto para aprovação das casas legislativa. Então é emitido o decreto legislativo de aprovação. Quanto voltar ao presidente poderá ser aprovado ou não, dependerá da conveniência temporal. Decreto lei para dar publicidade a lei. Todo tratado tem status de lei ordinária, mesmo tendo sido aprovado por decreto, requer publicação do diário da união. Presidente tem que emitir o termo de adesão ou ratificação. Convenção de Viena sobre Tratados - 1969 Artigo 33 - Tratado tem que ser feito em duas línguas. Interest em inglês é interesse. Garantee em francês é garantia. Não são sinônimos então deve-se utilizar a versão original que vem escrito no rodapé.

Aula de 31\03 RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO Noticiário Líbia: intervenção. Obama defendeu medida mais direta, fala-se em direitos e deveres. O estado tem o direito de defender seu território. Governo Americano simpático a vender armamento aos insurgentes\revolucionários da Líbia. Propagar a instalação de um governo de estado. Os EUA não estão fazendo nada contrário ao que será desenvolvida na matéria abaixo. Vídeo conferência do caso Gol, o piloto discursou tudo que foi treinado para dizer. Imputou a responsabilidade no controlador de voo (João Marcelo). Falta de provas para comprovar a culpa do piloto americando. Objetivo Identificar os direitos e deveres dos Estados, a ponto de poder dimensionar as violações e suas consequentes responsabilidades. Roteiro Direito do Estado Deveres do Estado Responsabilidade Internacional Direitos dos Estados Carta de São Francisco. Opinião doutrinária da carta descrito na relação abaixo: Direito à liberdade Soberania para se organizar internamente como melhor decidir. Estruturar-se com liberdade. Inclusive para estabelecer pena de morte. Inclusive em relação aos costumes culturais. Não pode ferir princípios básicos de liberdade para que não sofra intervenção. Deve-se levar em conta a jurisdição, ou seja, válido somente em seu território. É identificado pelo princípio de soberania do Estado, sendo esta ampla (sobre pessoas, coisas, regime de governo, entre outros) e a externa ligada, diretamente, as deliberações do Estado na ótica internacional. Direito de igualdade Todos são iguais. Pacu Nova Guiné possui o mesmo direito de voto que os EUA Como todo direito reconhecido ao ser humano, o direito de igualdade indica que todos os Estados são iguais perante o Direito Internacional. Como consequência, pode-se listar como principais características as de: igualdade no voto (com o mesmo peso) e o fato de nenhum Estado reclamar jurisdição sobre outro Estado Soberano (não querer que um Estado aja na forma que seu Estado deseja). Direito ao respeito mútuo Não pode discriminar outro Estado. É aquele no qual cada Estado deva ser tratado com respeito e consideração, evitando o tratamento de maneira injuriosa ou ofensiva. Exemplo vinda o Obama, recebido com as honras do Estado. Direito de defesa e conservação Direito de se defender. Ilhas Falklans (Malvinas) 1978, a Argentina considerou detentora do território. Tal direito compreende todos os atos necessários a defesa do Estado contra inimigos internos e externos que correspondem a aplicação de leis penais, tribunais especiais, expulsão de estrangeiros, uso da força, entre outros. (estado de sítio).

Direito internacional do desenvolvimento

Tem o direito de buscar se desenvolver através dos órgãos internacionais. É aquele que atende, na esfera internacional, ao direito do Estado em buscar melhores condições, visando o desenvolvimento, notadamente influenciado pelas organizações internacionais. Em resumo, representa a expressão de Estados Iguais, porém economicamente desiguais. Deveres dos Estados Não intervenção Direito de defesa e conservação Proteção aos direitos humanos Interesses de seus nacionais Para o DIP intervenção representa a ingerência de um Estado nos negócios internos e externos de outro Estado Soberano, com a finalidade de impor a sua vontade. Quando Lula manifestouse contra o apedrejamento da mulher iraniana foi apenas uma opinião pessoal, não tratou-se de intervenção. Entre os casos de não intervenção citam-se o em direito de defesa e conservação, de representar a inércia do Estado para que o mesmo não tome medidas capazes de atingir outro Estado, ao momento de exercer os seus direitos. O direito de um acaba com inicia o outro. Quanto a intervenção para a proteção dos direitos humanos, esta só deve ser aplicada para casos claros de violação dos Direitos Fundamentais, com as ações atribuídas apenas as organizações internacionais. Por fim, deve-se observar a intervenção para defesa de interesses de seus nacionais que, em outro Estado possam sofrer algum tipo de discriminação. Exemplo caso de discriminação aos brasileiros que chegaram na Espanha. O caso dos dentista não é discriminação, ligou ao fato de odontologia ser uma especialização da medicina, ou seja, tem que ser médico, então só podem exercer a função de técnico (legislação diferente). Responsabilidade Internacional Configura-se quanto um estado em relação ao outro gera um responsabilidade internacional, nexo de causalidade. Princípios Gerais Ato ilícito – Dano – Imputabilidade ou nexo de causalidade

Prova P1 2 ou 3 múltiplo escolha 1 caso convenção de Viena Demais objetivas Diferencia um instituto de outro em apenas uma palavra (contrato norma ou contrato) Questão ligada a uma notícia

Aula de 28\04

DIREITO DO MAR Objetivo Conhecer a utilização do mar pelos estados e sua regulamentação Roteiro Desenvolvimento histórico Inicio das navegações, com figura dos fenícios, primeiro histórico de navegação em busca de novos negócios, construíram as NAOS Grandes navegações pelos chineses, conseguiram comprovar que fizeram a volta ao redor do mundo (estudo italiano). Tinham o interesse de troca de cultura e de informações. A culinária comprovava o conhecimento dos chineses de novas culturas. Os portugueses chegavam a novas terras para explorar o que tinham de maior abundança. Primeiros a chegar em Camerum, verificaram grande quantidade de camarões, deram o nome de Camarões. Busca pelo domínio. Domínio do mar ocorreu no império romano, norte da africa e toda circunvizinhança do mediterrâneo. Ingleses assumiram o mar fechado em volta de toda a grã bretânia. Holandeses que criaram a figura de mar aberto. Ao mesmo tempo que buscava o domínio também precisava defender. Não havia padronização do tamanho da área, usava o alcance da bala de ganhão. Em nenhum momento falava-se em exploração do mar. Uso dos recursos marinhos, cada estado devia o seu mar territorial. Não é válido para estabelecer a soberania, mas usavam, EUA é um exemplo, porém eles não definiram nenhuma área. Os EUA consideram onde estão e até onde poderão estar, o que possibilita criar a linha de defesa, alcance para que possa abater o estranho. Peixe adoq é um dos peixes mais caros. Corrente umbus atravessa o pacífico entre hemisfério, em grande riqueza de peixes, 180 milhas náuticas da costa do Peru. Peru considerou 200 milhas para proteger sua área de proteção, exploração, feito por determinação. Geisel adotou a mesma medida de 200 milhas, como medida de pujança. Cada país passou a invocar a quantidade de milhas como mar territorial. Para evitar a bagunça foi feita a convença da Baía de Montego em 1982. EUA não assinou. Passa a delimitar a extensão de cada país. Para os países que não havia como ter essa extensão, devido a proximidade. Então passou-se a padronizar em 12 milhas náuticas, ou seja, 21 km, essa distância é ridícula, é nada, é meramente para o país ter uma linha de defesa. Zona contigua vai da 12ª a 24ª milhas, serve para o estado fazer o filtro de qual navio, de qual país, pode adentrar. Essa zona é controlada pela autoridade que concede a autorização ou não do navio continuar viagem. Serve também de defesa contra a entrada de doenças. Peru começou a espernear pela limitação de apenas 24 milhas, então propõe a criação de uma zona econômica exclusiva de 200 milhas. Exploração exclusiva na fauna marinha, pesca, não engloba o petróleo no subsolo. Cadeia alimentar marinha: planctum (onde entra o sol para a fotossíntese) que alcança até 200 metros de profundidade. Outra bandeira somente pode pescar se tiver a licença de pesca concedida pelo país, concedida pela marinha. Se um barco estrangeiro entra e compra de uma embarcação nacional não está cometendo crime, pois compra não é exploração da fauna, porém comete o ilícito tributário, por não recolhimento. Alguns países questionaram a extensão do território para exploração do solo, entre eles o Brasil. Na Convenção de Montego aceitara a extensão da plataforma continental (apenas exploração do subsolo, não dá exclusividade para a fauna marinha). Sendo necessário comprovar que até a faixa de 150 além das 250 milhas permanece a mesma plataforma. Convenção para exploração exclusiva. O oceano atlântico, mais novo, maior faixa de plataforma continental. O mar pacífico é mais antigo, possui menor extensão de plataforma, é um mais profundo. A marinha brasileira já conseguiu mapear praticamente todo litoral. Guerra da lagosta: Brasil e França. O Brasil defende a tese de que a lagosta caminha, logo está na plataforma brasileira.

Posicionamento dos estados Extraterritorialidade – jurisdição diz respeito ao território onde houve o crime e não o que prevê no artigo do código penal de ter sido em embarcação nacional. Ficção jurídica para interpretação de aplicação ou não da norma brasileira. Não se fala em extensão de território em navio, seria necessário considerar então as 200 milhas, fala-se apenas em jurisdição. A legislação adotada do navio é a da nacionalidade do comandante. Convenção da Baía de Montego – convenção da ONU que está em vigo, feita na Jamaica. MT – mar terrritorial ZC – zona comercial ZEE – zona econômica exclusiva PC – plataforma continental Aula de 05\05 Direito Objetivo Conhecer o uso do espaço aéreo pelos Estados DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO 1903 1906 1914 1919 1927 Charles Sindbergh 1939 segunda guerra, contribuição fundamental das aeronaves, autonomia de voo 1945 inicio de problemas ligados ao oriente médio devido ao Estado de Israel. 1956\8 OLP força armada, manifestação sem patrocínio, para se tornar público inicia o terrorismo por atos contra a aviação civil internacional, de modo a se apoderar do avião ou sequestra-lo ou explodi-lo. Atinge várias nacionalidades, é operado em todo mundo pode acessar qualquer aeroporto do mundo (mais frágil). PRINCIPAIS CONVENÇÕES 1919 - Paris 1929 - Convenção Varsóvia 1944 – Convenção Chicago, revogou a convenção de Paris. Padronizou\regulamentou a aviação civil. Atendeu especificamente a aviação. 1963 – Convenção de Tóquio 1970 – Convenção de Haia 1971 – Convenção de Montreal Essas três tinham a preocupação com o avião, trataram de jurisdição sobre crimes na aviação civil, passou também incluir a preocupação com as informações que subsidiavam a aviação, a fim de evitar a passagem de informações equivocadas que pudessem provocar acidentes. 1988 – Protocolo de Montreal, criado devido ao Setembro Negro, ataque contra aviação japonesa. Preocupação com todo o entorno. 1999 – Convenção de Montreal que extinguiu a convenção de Varsóvia, aumentou a indenização material e inclusão de danos morais. Por ato de terrorismo: 1963, 1970, 1971 e 1988. AERONAVES Definição Todo aparelho manobrável em voo que possa sustentar e circular no espaço aéreo mediante reações que não as contra a superfície da terra. Emenda 2 da Convenção de Chicago. Classificação das aeronaves

Natureza Jurídica É bem móvel. Jurisdição – aplicação da lei no avião. Avião da Força Aérea Brasileira em território estrangeiro é utilizada a legislação do país onde está localizado o avião. Não é inviolabilidade. Apenas ocorre a previsão em nosso código de aplicação da nossa lei para quando não for julgado no estrangeiro. Alto mar – a bandeira do avião Região que não pertença ao Estado – são os polos, cabe a nacionalidade do avião. Nacionalidade Utilização do prefixo padronizada é o que configura a nacionalidade brasileira. Padronizado na convenção de Chicago (Brasil PT e três números). Avião alugado também pertencer a quem estiver sendo utilizado. As aeronaves classificam-se em a) militares (força armada) b) civis (publicas e privadas) – helicóptero da policia militar, do bombeiro e outras. Demais assuntos Soberania – capacidade de impor a vontade. É seguido o prolongamento territorial na vertical. O poder de abater a aeronave invasora depende de estar expressa na lei do país. Espaço Aéreo – não há limite de altura, seria a capacidade de cada um em monitorar. Liberdades do ar – exploração econômica onde se define as liberdades do ar de modo que empresa estrangeira possa explorar. 1ª liberdade de sobrevoo. Relação de servidão, concede-se a passagem inocente de modo que o avião acesse um outro país. 2ª liberdade que ainda não requer o pouso para desembarque, apenas para pouso técnico para abastecer, limpeza, mantimentos, manutenção. Só é aceito o desembarque em condições especiais. 3ª liberdade comercial, desembarque de passageiro, bagagem, carga e mala postal em voo de ida, de nacionalidade da aeronave. 4ª liberdade comercial, igual a terceira, porém é o retorno do avião com os passageiros vindos do estrangeiro. 5ª liberdade é o vale tudo. Pode-se pegar passageiro em outro país para o destino final do voo de origem. Exemplo saída do rio–los angeles–Tóquio, o avião nacional (TAM – Varig) pode vender trechos de rio-toquio; rio-los angeles e los angeles-tóquio. Aula de 19\05 Site da SIONU – simulado da ONU DEPTO DIPLOMÁTICO E DPTO CONSULAR O caso do diretor do FMI: ele não é diplomata mas possui passaporte de diplomata. Objetivo Conhecer a atuação dos representantes dos Estados, junto aos demais sujeitos de DIP. Roteiro a) Representantes Chefe de Estado MRE – ministro de relações exteriores Diplomatas – irão representar o estado acreditante (ida o diplomata para o exterior) no estado acreditado.

Plenipotenciários são os que representam o país. Missão Diplomática - Escolha e nomeação: são aqueles de carreira, passando por funções até chegar a fase de escolha e aprovação pelo Congresso. Depende do aceite pelo país que receberá o diplomata. Chegando lá, só será diplomata após receber as credenciais do país. Critério meritório. - funções: direito de representação, ele representa o Brasil perante as autoridades estrangeiras, envolve inclusive o direito de defender o país, solicitando esclarecimentos sobre fatos que tenham prejudicados o Brasil. É o homem de frente de discutir com as autoridades. 1ª função: fala em nome do Estado. 2ª função: negociação. 3ª função: proteção dos interesses do Estado. 4ª função: dever de observação, colher as informações e passar para o seu Estado. 5ª função: informar. - Prerrogativas e imunidades: inviolabilidade diplomática. O diplomata, seu domicilio, sua família, seus bens são invioláveis. Não pode ser vistoriado. Ninguém entra na embaixada enquanto o diplomata não autorizar. Inviolabilidade da correspondência. Imunidade de jurisdição pode ser penal (não responde processo, nem pode funcionar como testemunha) e civil (a não ser sobre aspecto da própria pessoa, de benefício próprio). Só o país acreditante pode retirar a credencial de diplomata por ter cometido qualquer crime. Isenção fiscal e tributária, não paga nenhum imposto (tem direito a ressarcimento quando fizer compra no varejo). Repartições Consulares - escolha e nomeação: indicado pelo representante do estado e submetido a aprovação do país que irá. - funções – proteção, informação, desenvolvimento de relações entre os estados, emissão de passaportes e vistos, função de notário (papel de tabelião de igual modo ao cartório) e oficial de registro civil, entre outras. - prerrogativas e imunidades – imunidade quanto a representação consular, comunicações, pessoal do consul, imunidade de jurisdição civil e penal (serve para crimes de baixo potencial) e isenção fiscal. Pode ser substituído por consul honorário que não necessariamente sejam descendentes do estado. O consul honorário não recebe proventos, mais exerce forte influencia e possuir isenção fiscal. b) Departamento Diplomático c) Departamento Consular AULA DE 26\05 ORGANIÇÃO GOVERNAMENTAL INTERNACIONAL FORMA DE SOLUÇÃO DE CONTROVERSIAS OBJETIVO Conhecer as OGI, estrutura e funcionamento, bem como conhecer as formas de solução de controvérsias entre Estados ROTEIRO a) OGI: estrutura e funcionamento b) Forma de Solução - meios administrativos

- meios judiciais - meios coercitivos (uma a duas questões de prova) OGI a) Criação - É um sujeito de direito internacional público, criado por tratado (ato constitutivo) que possui finalidade, atuação e demais características limitados ao seu estatuto. Função do FMI estabilização da moeda e liberar empréstimos para os Estados necessitários. b) Natureza jurídica – sujeito de DIP com atuação limitada. c) Estrutura – (síndico, conselho fiscal e condôminos). Condôminos, estados membros que se reúnem em assembleias (ordinárias e extra ordinárias). Hierarquia da estrutura: assembleia, conselho e bureau (escritórios especializados, pessoas contratadas para trabalhar em órgãos especializados) e órgãos técnicos (conselho de saúde, conselho de trabalho, conselho da mulher). d) Classificação – de acordo com a sua localização (regional ou mundial), área de atuação, seus membros, sua função (específica – OIT, OMC; ou geral – universal, ONU). OPP ela é mundial porque seus requisitos para se tornar membro pode estar em qualquer região do mundo, porém a doutrina considera como organização regional por desconhecer no início a produção de petróleo da Venezuela, restringindo a apenas aos países do oriente médio). Membros podem ser aberta ou fechada (nova adesão ou impossibilidade de novos membros). Exemplo ONU 1 - Conselho de segurança: é o principal, composto por 15 membros, sendo cinco permanentes. É o gestor, é o síndico da ONU. Os cinco possuem poder individual de veto. (Reino Unido, EUA, França, URSS e China). Os demais dez são alternantes. Conselho de Tutela e Conselho Internacional de Justiça. era um Conselho de Tutela, representar – guardar. Não cabe pois não há membro que precise ser tutelado. Papu Nova Guiné foi o último a ser tutelado. 2 - Assembleia Geral: não é permanente, quase 200 países que se reúnem na 3ª terça feira do mês de setembro, aprovam contas, elegem novos membros, excluir membros e recomendações. Não expede nenhuma resolução. Secretário Geral (representa a ONU em tempo integral para o funcionamento, com todo seu staff). PNUD programa das nações unidas para o desenvolvimento (exemplo despoluição da baía da Guanabara, combate à incêndio na amazonia), está vinculado ao secrétario geral porque é ele quem paga. 3 – Conselho Econômico Social. Comissão de Defesa (mulher iraniana), Comissão de Antidrogas. Agências: UNESCO para ciência, educação e saúde; FMI, OMS, OIT, OMM, OMI, FAO (alimento e agricultura), Banco Mundial (BIRD). Cruz Vermelha é uma ONG, não recebe contribuições dos Estados membros da ONU. Quem banca a ONU são os próprios membros, por participação pelo PIB de cada país (EUA 25%, Japão 20%). FMI – quem mais contribui possui maior número de voto, par deliberar pela permissão de saque. Diretor do FMI não possui imunidade criminal, apesar do passaporte vermelho, não está representando seu país como diplomata. FORMAS DE SOLUÇÃO a) administrativos Conversa, acordo, acionar seguro, amigável. - negociação direta: as partes envolvidas solucionam o conflito.

- bons ofícios: não é usual. Uma terceira parte não envolvida no conflito, convida as partes para se entenderem (não é um intermediador, seria um aproximador). Não se mete na negociação dos dois. - mediação: a parte envolvida aproxima e intermédia a negociação entre as partes em conflito. GOV EUA (Bill Clinton) entre Israel e Palestina. b) judiciais - tribunais judiciais especiais: resolvem casos específicos. - Corte Internacional Judicial: resolve em tempo integral, atende todos os assuntos. - Arbitragem: é feito um termo de arbitragem entre as partes que se obrigam a aceitar a decisão (igual ao código brasileiro). c) coercitivos Não há no ordenamento interno. - retorsão: é um revide de mesma natureza e intensidade, criar a mesma dificuldade (Madri em relação aos brasileiros, Brasil cria dificuldades a entrada de espanhóis). - represália: quando não for na mesma medida, não é na mesma origem (Canadá-Brasil, impostos não recolhidos; vaca louca; frango jogado ao mar). - embargo: suspender, parar, questão de comércio, deixar de exportar para um país. É não vender para o país embargado. - boicote: é contrário ao embargo. Deixar de importar, não comprar do país boicotado. - bloqueio pacífico: com uso da marinha de guerra, fecha-se o comércio, não deixando entrar ou sair embarcações. É muito antigo, 1963 EUA em relação a Cuba (URSS levava míssel). - rompimento de relações diplomáticas: comunica-se o rompimento e retirasse as credenciais dos diplomatas. Exemplo Colômbia versus Venezuela, apoio a ASFARC). Intervenção está dentro de uma resolução do Conselho de Segurança (não é entre Estados).

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