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Redes de Telecomunicações

Diploma de Formação Avançada em Redes e


Sistemas de Telecomunicações

Docente: Prof. João Pires (jpires@lx.it.pt)


Objectivos e Tópicos

• Proporcionar uma visão actualizada da estrutura de


uma rede de telecomunicações moderna e estudar
alguma das tecnologias que lhe servem de base.

• Apresentar metodologias apropriadas para analisar


o desempenho e planear diferentes tipos de redes.

• Os tópicos principais são: Redes de Transporte (SDH,


WDM), Redes ATM, Redes de Acesso, Comutação (digital,
óptica e ATM) e Planeamento de Redes.

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Programa (I)
1. Introdução às redes de telecomunicações

2. Redes de Transporte SDH


2.1 Princípios da PDH e da SDH
2.2 Arquitectura e topologia das redes de transporte
2.3 Estrutura de multiplexagem da SDH
2.4 SDH da nova geração
2.5 Protecção e restauro
2.6 Sincronização de rede
2.7 Análise de desempenho em redes SDH

3. Redes ATM
3.1 Princípios do ATM
3.2 Modelo de camadas do ATM
3.3 Controlo de congestão

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Programa (II)
4. Redes Ópticas
4.1 Princípios do WDM e da comutação óptica
4.2 Estrutura dos nós e topologias de rede
4.3 Protecção óptica
4.4 Redes IP/WDM

5. Rede de Acesso
5.1 Arquitectura da rede de acesso e tecnologias usadas
5.2 Interfaces V5.1 e V5.2
5.3 A rede de acesso de banda larga
5.4 Soluções PON (ATM PON, Ethernet PON)

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Programa (III)
6. Comutação
6.1 Princípios da comutação: comutação de circuitos e de pacotes
6.2 Comutação digital de circuitos
6.2.1 Critérios de dimensionamento das malhas de comutação
6.2.2 Comutação digital e temporal
6.2.3 Arquitectura das centrais de comutação SPC
6.3 Comutação ATM
6.3.1 Princípios da comutação de pacotes rápida
6.3.2 Arquitectura dos comutadores ATM

7. Aspectos do planeamento de redes


7.1 Etapas do planeamento
7.2 Metodologias de planeamento
7.3 Exemplos de planeamento de redes SDH

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Aspectos Pedagógicos

• Bibliografia
Acetatos da disciplina (disponíveis na página da disciplina)
J. Pires, Sistemas e Redes de Telecomunicações I, IST, 2006 (cap. 1, 4, 5 e 6)
H. G. Perros, Connection-Oriented Networks, Wiley, 2005
M. Sexton, A. Reid, Broadband Networking, Artech House, 1997
S. V. Kartalopoulos, Understanding SONET/SDH and ATM, IEEE, 1999
H. J. Chao, C. H. Lam, E. Oki, Broadband Packet Switching Technologies, John
Wiley& Sons, 2001

• Avaliação de conhecimentos
Exame (70%) + Séries de Problemas (30%)

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Capítulo 1

Introdução às redes de
telecomunicações

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Aspectos da Evolução das Telecomunicações

1876 - Invenção do telefone (Alexander Graham Bell)


1891 - Primeira central de comutação automática (Strowger)
1936 - Invenção do PCM (Alec Reeves)
1964 - Concepção da comutação por pacotes (Paul Baran)
1965 - Primeiro satélite geo-estacionário (Intelsat1, 240 circuitos)
1965 - Transmissão a 2 Mbit/s no Reino Unido (30 circuitos)
1966 - Proposta de usar as fibras ópticas em telecomunicações (Kao)
1968 - Primeira central de comutação digital (tecnologia TTL)
1969 - ARPANET (1ª rede de pacotes)
1980 - Início da normalização do GSM
1985 - Proposta da SONET (Belcore)
1988 - Primeiro cabo transatlântico digital em fibras ópticas (4 000 circuitos)
1990 – Digitalização das redes a nível mundial usando como suporte a SDH
1995 – Mais de 800 milhões de telefones em todo o mundo
1996 - Cabo submarino óptico TAT12/13 (122 880 circuitos)
2000 - Sistemas de transmissão óptica com 160x10 Gbit/s( ≈107 circuitos)

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Evolução de diferentes serviços (Mundial)
• A evolução do número de utilizadores dos diferentes serviços de
telecomunicações a nível mundial mostra um crescimento pouco
expressivo para a telefonia fixa e um crescimento muito acentuado
para a telefonia móvel e para a Internet.

Fonte: Maurizio Dècina, ECOC 2003

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Evolução do tráfego Internet total nos USA

• As análises de tráfego nos Estados Unidos mostram que o tráfego


Internet passou a ser dominante a partir do ano 2000, com um
crescimento que duplica todos os anos.

Cresce 35% ao
ano

Fonte: Maurizio Dècina, ECOC 2003

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Evolução do Tráfego Total

• O tráfego telefónico de voz tem um


crescimento entre 10 a 15% ao ano. Tráfego

• O tráfego de dados (Internet) tem


um crescimento superior a 100% Telefónico (voz)
ao ano.

• Actualmente o tráfego de dados é


dominante nas redes dorsais. Dados (Internet)

Actualmente o planeamento das


infraestruturas de telecomunicações 1990 2010
deve ser determinado pelo tráfego de
dados

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Evolução do tráfego dorsal por serviço (UK)

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Evolução dos débitos no acesso de cobre

Fonte: João Santos e Orlando Quadros, TFC, 2006

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Definição e Ramos
As redes de telecomunicações compreendem o conjunto dos meios
técnicos (de natureza electromagnética) necessários para transportar
e encaminhar tão fielmente quanto possível a informação à distância.

Ramos das telecomunicações

• Transmissão: Transporte fiável da informação à distância.

• Comutação: Encaminhamento da informação (pôr em contacto dois


utilizadores quaisquer, de acordo com as suas ordens).

• Controlo e gestão: Responsável pela dinâmica (controlo) e pela


fiabilidade (gestão) das redes. A função de controlo é implementada
através da sinalização.

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Critérios de qualidade

Fidelidade
As redes de telecomunicações devem garantir que a
informação nas suas diversas formas (voz, música, vídeo,
texto, etc.) é transmitida sem perdas e alterações.

Fiabilidade
As redes de telecomunicações públicas devem assegurar um
serviço permanente e sem falhas (menos de duas horas de
indisponibilidade em 40 anos).

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Normalização em Telecomunicações
• O carácter internacional das telecomunicações implica
normalização em aspectos tais como:
aspectos técnicos (qualidade de serviço, interfaces, etc.);
planificação geral da rede (estrutura da rede, números
telefónicos internacionais,etc.);
problemas de exploração e gestão (preços das chamadas
internacionais, análise de tráfego, etc.).

• No plano das redes nacionais a normalização também é


importante de modo a:
garantir a compatibilidade dos sistemas de diferentes
fabricantes;
assegurar uma qualidade de serviço mínima a todos os
utilizadores;
respeitar as convenções internacionais.

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Principais organismos de normalização
• International Telecommunication Union (ITU)
Agência da ONU responsável por todos os sectores das
telecomunicações. Os seus principais órgãos são:
ITU Telecommunications Sector (ITU-T)
Estudo de questões técnicas, métodos de operação e tarifas
para as redes de transporte, redes telefónicas e de dados.
ITU Radiocommunications Sector (ITU-R)
Estudo de questões técnicas e operacionais relacionadas com
rádio-comunicações, incluindo ligações ponto-a-ponto, serviços
móveis e de radiodifusão e ligações via satélite.

• European Telecommunications Standardas Institute (ETSI)


Criado em 1988 para desenvolver as normas necessárias para uma
rede de telecomunicações pan-europeia. Teve um papel importante
no desenvolvimento da norma GSM.

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Tipos básicos de equipamento
• O equipamento básico pode-se dividir em vias de transmissão e
elementos (dispositivos) de rede. Os elementos de rede incluem
equipamento terminal, equipamento de transporte, equipamento de
comutação, sistemas de sinalização e gestão e servidores.
• Vias de transmissão: suporte de transmissão (cabos de pares
simétricos, cabo coaxial, fibra óptica, feixes hertzianos,etc.) +
repetidores (amplificadores, regeneradores).
• Equipamento terminal: interface com a rede (telefone, computador,
PPCA, etc.).
• Equipamento de transporte: multiplexadores terminais, ADMs e DXC.
• Equipamento de comutação: comutadores digitais nas redes
telefónicas (comutação de circuitos), routers (comutação de pacotes)
nas redes de dados.
• Sistemas de sinalização e gestão: responsáveis por processarem a
informação de sinalização e gestão.
• Servidores: Dispositivos com capacidade para armazenar informação
(servidores de WWW e cabeças de rede nas redes CATV,etc.).

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Topologias
Representação de uma rede por um grafo
1 2 v1 e1 v2
Fluxo de
informação Grafo da
e5 e6 e2 rede

v5 e7
3 e4 e3 v3
5
v4

• A estratégia de interligação entre os nós define a topologia da rede,


ou mais especificamente a topologia física. O modo como a
informação flui define a topologia lógica.

Topologia física Topologia lógica

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Tipos de topologias
• O tipo de topologia condiciona a estratégia de desenvolvimento e o
tipo de serviços que a rede pode oferecer.

Topologias com meio não partilhado

Anel Malha
Anel
A

B
Topologias com meio partilhado
C

D
Barramento (Bus)
Árvore
E

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Planos de Rede
• Numa rede de telecomunicações podem-se individualizar três
panos: Plano de utilizador, plano de controlo e plano de
gestão.

• Plano de utilizador: responsável por transferir a informação do


utilizador através da rede. Assegura o suporte físico.

• Plano de controlo: responsável pelo processo de sinalização


associado ao estabelecimento, supervisão e terminação de ligações.
Um exemplo de um plano de controlo é o sistema de sinalização nº 7.

• Plano de gestão: Funções a nível de detecção e correcção de falhas


(gestão de falhas), configuração dos elementos de rede (gestão de
configuração), monitorização de desempenho (gestão de
desempenho), autorização de acesso (gestão de segurança).

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Estratificação em camadas
• Uma rede de telecomunicações pode-se dividir em camada de rede
de transporte e camada de rede de serviço. A camada de rede de
serviços funciona como cliente da camada de rede de transporte.

• A camada de rede de transporte porpociona caminhos (capacidade


de transporte) à camada de serviços. Uma ligação a 34 Mb/s por segundo
é um exemplo de uma caminho eléctrico e um comprimento de onda
suportando um canal a 10 Gb/s é um exemplo de um caminho óptico.

• As camadas de serviço são de diferentes tipos (rede telefónica, redes


de dados, rede celulares, redes de cabo, circuitos alugados.

Rede Rede Rede Rede Circuitos


telefónica de dados celular de cabo alugados

Rede de Transporte

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Rede de Transporte

• A rede de transporte é uma plataforma tecnológica que


assegura uma transferência transparente e fiável da
informação à distância, permitindo suportar diferentes
serviços.

• A rede de transporte garante diferentes funcionalidades, como


sejam, transmissão, multiplexagem, encaminhamento,
protecção, supervisão e aprovisionamento de capacidade.

• A rede de transporte é constituída por diferentes elementos de


rede ligados entre si segundo uma certa topologia física (anel
ou malha) e interagindo directamente com o plano de gestão.

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Exemplificação do papel do transporte
• A rede de transporte neste exemplo é representada pelo plano
inferior e é constituída por multiplexadores ADM interligados por
fibras ópticas.
• A camada de rede de serviços é representada por centrais de
comutação telefónica (CC).

Camada de rede de serviço


d

CC
c
CC

CC
a CC b
Tecnologias de rede
para o transporte: SDH
(Synchronous Digital ADM
ADM
Hierarchy) , WDM,
E
(Wavelength Division D

Multiplexing), OTN A ADM


ADM
ADM
(Optical Transport C
Network) Camada de rede de Transporte B

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Hierarquização da rede
• Uma rede de telecomunicações de dimensão nacional é representada
por uma estrutura hierárquica com três níveis: núcleo, metro e
acesso.

• A estrutura hierárquica é comum à rede de transporte e de serviços.

Na rede de núcleo e na rede metropolitana a


Núcleo
topologia física é normalmente imposta 100s-1000s km
pela camada de transporte. Malha

Metro
A rede de acesso usa uma grande 10-100 km
variedade de tecnologias e topologias, e é Anel
responsável por uma fracção muito
importante do investimento feito numa rede. Acesso
<10 km
Anel, estrela, etc

Tecnologias de transmissão no acesso:


pares de cobre, cabo coaxial, fibra óptica, Utilizadores

soluções rádio (FWA).

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Rede Telefónica Pública Comutada
• A topologia em estrela é a solução mais simples

A topologia mais simples para uma rede


telefónica é a topologia em estrela, ligando Central de
uma central de comutação telefónica ao CC comutação
equipamento terminal do utilizador. tefefónia

Quando a dimensão da rede aumenta, torna- Telefone


se mais económico dividir essa rede em sub-
redes de pequenas dimensões, cada uma nº óptimo
servida pela sua própria central de de centrais
comutação telefónica. custo total
custo da comutação

Custo
Para interligar todas as centrais entre si, a
solução mais económica é usar uma central custo da linha

de nível superior: central tandem.


Número de centrais de comutação

Estrutura hierárquica
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Estrutura hierárquica
• Uma rede telefónica pública comutada apresenta uma estrutura
hierárquica e uma topologia em árvore não pura, porque à medida
que se sobe na hierarquia aumenta o número de ligações directas
entre centrais do mesmo nível.

Central internacional
Rede internacional

Centros de trânsito
secundário
Rede de núcleo ou
de troncas
Centros de trânsito
primários
Central
Rede de junção
Tandem

Transmissão
Centrais locais

a 2 fios
Rede de acesso
ou local Linha de assinante

A linha de assinante é constituída por pares de cobre, por isso esta


rede é muitas vezes designada por rede de cobre

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Rede Digital Integrada
• Uma rede digital integrada (RDI) é uma rede telefónica pública em que
a comutação é digital e a transmissão no núcleo e nas junções
também é feita usando transmissão digital.
Equipamento
Central de rede. Conversão A/D Telefone analógico
analógica

CT CL Transmissão digital
Transmissão analógica

CT
RDI
CT CL

CL CT
CL CL Central de trânsito digital
CL
Acesso Central local digital
CR
analógico CR Concentrador digital

• A qualidade do sinal na RDI devido à regeneração é independente do


número de troços e centrais presentes na ligação.
Passo seguinte: Proporcionar transmissão digital até ao utilizador (RDIS)

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Rede Digital com Integração de Serviços

• A característica fundamental da RDIS é a digitalização do lacete de


assinante.

• O RDIS oferece acesso básico e acesso primário.

Acesso básico Acesso primário


2x64 Kbits – canais B para comunicação 30x64 Kbits – canais B para comunicação
1x16 kbit/s – canal D para sinalização 1x64 kbit/s – canal D para sinalização
Interface U a 2 fios a 160 kbit/s Interface U a 4 fios a 2 Mbit/s

Acesso primário

PPCA NT1

Interface T Interface U Central de


Interface S comutação
Acesso básico
Para manter compatibilidade NT1
com os telefones analógicos
TA Interface U
usa-se um adaptador TA

Telefone analógico Telefone digital

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Redes híbridas fibra-coaxial
• As redes de distribuição de televisão por cabo CATV ( CAble TV) (rede de
cabo) usam uma infraestrura de fibra óptica, para servirem células de 200 a
1000 utilizadores, seguida de uma rede em cabo coaxial.

Amplificador de tronca Para o fornecimento de serviços interactivos, é


com repartição necessário usar amplificadores bidireccionais e
Cabeça um protocolo da acesso múltiplo para evitar
de colisões entre os sinais de retorno enviados
Rede pelos diferentes utilizadores

Utilizador
Fibra Óptica A rede coaxial
Repartidor
coaxial
apresenta uma
Nó de acesso topologia em
Utilizador
óptico árvore
Cabo coaxial Amplificador
de linha

• O servidor situado na cabeça da rede distribui para os utilizadores os


diferentes sinais de televisão usando multiplexagem por divisão na frequência
(FDM).

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Rede de transporte da rede híbrida
• A ligação entre a cabeça da rede e o nó de acesso óptico é realizado
pela componente de transporte. Na rede de transporte representada
a rede de transporte tem dois níveis.
No rede de transporte primária a informação é
Cabeça
Cabeça digitalizada (PCM). No nó de acesso a informação
de
deRede
Rede
é convertida para o domínio analógico (RF) e em
seguida para o domínio óptico.
Rede de
Par de fibras
Transporte
ópticas
Primária No nó de acesso acesso o sinal óptico é
convertido para um sinal de radiofrequência
(RF) e injectado na rede coaxial

Nóde
de Nó
Nóde
de
Acesso
Acesso Acesso
Acesso

Fibra óptica
Rede de
Transporte
Secundária Nó de acesso
óptico Rede Coaxial

• A rede de transporte primária usa a informação digitalizada.

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Espectro de radio-frequência
• O canais de televisão (serviço distributivo) fazem uso da banda
directa situada entre 111 e 750 MHz. A parte entre os 550 e 750 MHz é
usada para televisão digital e ligação interactiva descendente.

• O via de retorno é usada para as ligações interactivas ascendentes.


Canais de TV Canais Upgrade
Via de Canais
analógicos digitais futuro
Retorno FM

5 65 88 108 111 550 750 1000 f (MHz)

• Note que os sinais transmitidos são sinais de radiofrequência FDM,


logo analógicos. Desmodulador (Televisor)

Fibra
Óptica f1 fN f
Receptor
f
Óptico Sinal de radiofrequência
fN Filtro Passa
Oscilador local sintonizável Baixo

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Redes do Século XXI

• As palavras chave vão ser banda larga e convergência.

• A banda larga irá exigir a aproximação da fibra óptica ao utilizador.

• A convergência irá reduzir o número de tecnologias de rede usadas


tanto na camada de serviço, como na camada de transporte.

Plataforma de acesso Camada de rede de serviço


Cobre
multiserviço
IP/MPLS Rede BT 21st
Cobre
Century
Fibra
ONU OTN Network
Fibra
Camada de rede de Transporte
Utilizador

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