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The Drake Chronicles 02 – Blood Feud

Capítulo 10
Isabeau

Helena, Liam, Finn, e outros dois que eu não conhecia estavam à nossa espera, na antecâmara de uma caverna cheia de estantes com portas de vidro para proteção contra a umidade inevitável. Uma lâmpada de óleo queimada em uma mesa. Guardas acenaram para nós quando passamos através da entrada. Eu mal notei. Eu estava tentando manter minha compostura, para ser a serva, forte e confiável que Kala tinha me treinado para ser. Este trabalho é importante, mesmo se eu não me sentisse adaptado para ele. Mesmo se o pesadelo de mais cedo estivesse circulando no meu cérebro de novo como corvos sobre um cadáver fresco. Sem mencionar a tentativa de decifrar o inesperado sonho com as pinturas rupestres. Sinceramente, eu não esperava que ele funcionasse tão bem com um vampiro tão inexperiente como Logan.

Liam subiu quando entramos. — Isabeau. — disse ele calorosamente. Helena levantou a cabeça das pilhas de papéis e livros em à sua frente. Finn acenou para mim uma vez.

— Liam. — eu o cumprimentei, a minha voz cuidadosamente vaga.

— Eu acredito que você dormiu bem?

— Sim, obrigada.

— Eu peço desculpas pelo evento infeliz com o Hypnos. — ele adicionou sobriamente.

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— Como eu. — E eu te agradeço por esconder as nossas madeiras de Host e quebrar o feitiço contra a nossa filha. — Disponha.

— Devemos-lhe por isso. — Helena concordou. Ela empurrou os livros à distância. — Agora podemos dispensar esta cortesia e começar?

Liam olhou para ela com tristeza. — Amor.

Ela atirou-lhe um olhar tão triste quanto. — Desculpe. — ela virou para mim.

— Eu espero que você não esteja ofendida, Isabeau.

— Não. — eu lhe assegurei. Na verdade, fiquei um pouco aliviada ao ouvir ela falar aquilo. Eu estava começando a me perguntar se isso era parte da razão que eu foi escolhida: não necessariamente por causa de quem eu era, mas por causa de quem era Helena Drake. Qualquer outra pessoa, incluindo Magda, teria assumido que pensava que Hounds não eram dignos do protocolo habitual. Eu entendi que ela era muito direta para se preocupar com os jogos políticos. Fez-me de repente esperançosa sobre a aliança entre nossas tribos. Nós estavámos cansadas de jogos e política.

— Estou com um pouco de inveja de você, é verdade. — acrescentou.

Pisquei. — O quê?

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— Eu teria gostado de ter perseguido um Host na noite passada. Ao invéz disso era todos os tratados e protocolos e guardas hiperativos. — ela sacudiu a cabeça. — Eu vou sair esta noite para caçar, Liam, então você vai ter que fazer todo mundo simplesmente lidar com isso.

Ela não parecia como qualquer mãe que eu já conheci. Minha própria tinha sido mais interessada em rendas e dançar até o amanhecer. Logan sorriu. — Eu não acho que as Rainhas devessem caçar, mãe.

— Então eu vou levar Isabeau comigo. — ela direcionou um sorriso seco em minha direção. — Então não vai ser caça, será melhoria na aliança.

— Nós ainda vamos fazer de você uma política. — disse Liam.

— Não há necessidade de insultar. — ela se sentou em sua cadeira, sua longa trança negra caindo atrás dela.

— Mãe, nós encontramos um túnel secreto. — Logan disse a ela severamente. — Muito novo, atrás das cavernas vazias do outro lado da sala de armas.

Seus olhos se estreitaram perigosamente. — Mais um?

Ele piscou para ela. — Há mais deles?

— Dois que temos encontrado até agora. — respondeu ela. — Seu pai não vai me deixar enchê-los com dinamite.

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— Eu prefiro não ter o complexo inteiro caindo sobre nossas cabeças. — ele disse secamente. — Eu vou cuidar disso. — ele falou em seu telefone celular em um discreto sussurro quando um dos guardas abriu a porta.

De repente, o quarto parecia demasiado pequeno e restritivo. Hart, a líder da Helios-Ra, passeava com Kieran e uma menina com longos cabelos loiros. Seus ombros eram pequenos, a mão pairando em seu cinto. Ela usava as cargôs preta e camisa que praticamente qualquer outro agente usava quando estava em missão. Eu olhei para o frasco de pó Hypnos que eles prendiam dentro de suas mangas, mas não consegui encontrá-lo. — Hart. — Liam cumprimentou o outro homem com um amável aperto de mão. — Ainda bem que você conseguiu vir.

A menina loira e eu fomos as únicas que observaram isso como se nós não achassemos que era totalmente normal. Bem, e Magda, é claro. Ela foi para mais perto de mim, o segundo conjunto de presas ligeiramente salientes. Hart era bonito, vestido com uma simples camisa de abotoar cinza e jeans. Tinha uma cicatriz em sua garganta.

— Você conhece Kieran, é claro. — disse ele. — Este é Hunter Wild. — apontou para a loira. — Os Wilds tem sido parte da Liga desde o século XI.

— Como vai você? — Liam murmurou calmamente. — Sente-se.

Hunter concordou com a cabeça dura, os olhos arregalados. Kieran pigarreou, empurrando-a em uma cadeira ao lado dele. O resto dos irmãos Drake acompanharam, roubando a última gota de ar e do espaço deixado no quarto. Hunter olhou para eles. Fora de todos na sala, o caçador de vampiros era o que eu mais poderia relacionar agora. Meus olhos saltariam da minha cabeça também, se eu os

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deixasse. Este tipo de grupo se reunindo pacificamente era sem precedentes, fora das velhas famílias do Conselho.

— Nós podemos fazer um bom trabalho. — Liam disse calmamente. — Se nós nos permitissemos. Nós chamamos o Conselho. Eles estarão aqui em dois dias. Entretanto, Hart já concordou em trabalhar conosco.

— O que e simplesmente desistir de matar vampiros? — Magda perguntou. — E você acredita nele?

Hart meio que sorriu. — Estamos todos aprendendo que um pouco de discrição é tudo. Temos um inimigo comum, afinal.

— Montmartre? — eu perguntei. Eu não tinha pensado que Helios-Ra estavam particularmente interessados na política dos vampiro.

Ele balançou a cabeça. — Não, o Hel Blar. Algo os tem posto em corajosa execução. Nós nunca interceptamos tantas chamadas para a polícia sobre as pessoas estranhas usando tinta azul. Acho que estamos de concordo que eles precisam ser caçados.

Magda concordou com relutância. Ela não tinha amor pelo HelBlar; nenhum de nós tinha. Era muito fácil para os Hounds lembrar que poderia ter sido como eles, mas por um pouco de sorte e um pouco de fortaleza interior escondido.

— Estamos recebendo relatos preocupantes durante toda a noite também. — Helena disse. — Os Hel-Blar estão por toda parte, de repente.

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Magda assobiou. — Eles são como baratas.

— Só que um pouco mais mortal. — Finn concordou.

— Montmartre está por trás disso? — Hunter perguntou. — Eu não acho que ele poderia controlá-los. Não é essa a verdadeira razão para sua existência?

— Nós não sabemos. — Helena respondeu sombriamente. — Eu realmente gostaria de alimentá-lo com seu próprio...

— Querida. — Liam a parou suavemente.

— Bem, eu faria. — insistiu ela. — Hel-Blar ou não, precisamos cuidar disso.

— Concordo. Nós podemos parar Montmartre. — eu disse-lhes com confiança. — Nós quase fizemos na semana passada. Ele não é invulnerável.

— Essa é a melhor coisa que alguém disse para mim a noite toda. — Helena me disse. — Mas me diga a verdade, Isabeau, os Hounds se aliariam conosco?

— Nós todos queremos parar o Hel-Blar. — lhe assegurei. — E Montmartre.

— E depois que ele for impedido?

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— Os Hounds não reconheceram ninguém, a não ser a nossa Shamanka como o nosso líder legítimo. — disse eu delicadamente. — Nós nunca faremos parte dos tribunais.

Helena levantou uma sobrancelha. — Eu tenho bastante vampiros. Eu não preciso de mais.

— Na verdade, isso é tranquilizador. — Finn murmurou. — Você pode tentar salientar esse ponto tão frequentemente quanto você queira quando se trata dos Hounds. Eles estão bastante empenhados no direito de governar a si mesmos. Eu acho que você entende isso, dada a sua história.

— Nós não cederemos à Montmartre ou qualquer outra pessoa. — Magda concordou fervorosamente.

— Você acha que nossas Tribos seriam capaz de formar uma aliança? — Liam perguntou. — Uma que reconheça a autonomia de todos.

— Eu acho que sim. — apesar da minha desconfiança natural em direção aos Tribunais Reais e aos não-Hounds em geral, eu realmente gostei do Drakes. Eu acreditava que eles eram de confiança, mesmo que eu não tivesse nenhuma prova real dela. Era algo que eu sentia. — Há muitas superstições e rituais que são especiais ao nosso povo. — eu disse. — Alguns Hounds nunca concordarão em trabalhar com vocês, porque vocês não foram iniciados, mas eles não vão contra Kala também.

Hunter estava olhando para atentamente que Kieran a reprendeu.

Magda

e

para

mim

tão

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— Desculpe. — ela murmurou.

— Ela nunca viu Hounds. — disse nos Kieran.

— Eu posso falar por mim mesmo. — Hunter disse a ele.

— Bem, você está sendo rude.

Olhei para ele. — Pelo menos ela não me cumprimentou com um rosto cheio de pó Hypnos.

Kieran ficou vermelho.

Quinn sorriu, descansando em sua cadeira. — Ela lhe pegou nessa.

— Crianças. — disse Helena, metade acentuadamente, metade com carinho.

O telefone celular de Hart vibrou discretamente. Ele olhou para o display. — Desculpe-me, eu tenho que atender isso. Hart falando. — sua mandíbula se contraiu. — Quando? — ele olhou para Liam. — Outro Hel-Blar a vista. Esta na orla da cidade.

Liam amaldiçou.

— Temos implantado uma unidade. — garantiu-lhe Hart.

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Liam acenou para Sebastian. — Leve um guarda e veja se você consegue ajuda.

Sebastian saiu pela porta sem dizer uma palavra.

— Eu vou também. — Finn se levantou. — Nós devemos começar a trabalhar juntos imediatamente. Além disso, temos um certo conhecimento neste assunto que ninguém mais tem.

— Mas você não é um Hound, certo? — Hunter apontou, honestamente confusa. — Você não tem tatuagens ou qualquer coisa.

— Não, mas eu vivia com eles há quase 400 anos. — ele lhe disse antes de seguir Sebastian. Senti-me estranha de não ir com ele mas eu sabia que era mais necessária aqui, por muito que pudesse preferir correr e bater em alguns Hel-Blar.

— Vamos voltar a nos reunir em meia hora. — Liam sugeriu para o resto de nós. — Nós podemos comparar anotações e continuar daqui.

— Vamos lá, Buffy. — Quinn falou para Hunter. — Eu vou te dar um tour.

Aproveitei a oportunidade para deixar a pequena sala. Eu estava acostumada a cavernas, escuras e isoladas, mas as nossas não eram cheias até a borda com pessoas. Logan e Magda me seguiram, como se eu tivesse um plano. Nós estávamos caminhando para fora quando fiz uma pausa, franzindo a testa. Toquei com meus dedos o amontoado de amuletos na minha garganta. Eles estavam quentes e vibrando ligeiramente, como se eles sentissem um tremor de terra que ninguém mais sentia.

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— Algo está errado. — eu sussurrei.

Magda e eu estendemos a mão para os nossos telefones, que tocaram exatamente no mesmo momento. Eu não me incomodei em atender o meu. A corrente de meu amuleto quebrou e espalhou os pingentes pelos tapetes. O dente wolfhound tampado com prata e pintado com um corante azul feito da planta woad quebrou ao meio. Olhei para cima para ver a expressão selvagem de Magda.

— Kala está machucada. — ela confirmou. — O Host atacou nossas cavernas. — ela assobiou. Se ela fosse um gato, sua pele teria levantado em linha reta para o ar.

Eu me senti estranhamente entorpecida. — Eu tenho que ir. — disse a Logan, pegando os amuletos e enchendo-os em meus bolsos. Carlomagno estava ao meu lado antes de eu falar o comando. Os cortesãos sussurraram um ao outro do outro quando nós corriamos por eles para o outro lado do salão decorado. — Estaremos de volta para a Coroação.

Logan pegou o casaco pendurado em uma árvore. — Eu vou com vocês.

Eu não tinha tempo para discutir com ele e eu estava estranhamente consolada pelo fato de que ele viesse comigo. Mesmo que não precisasse dele.

E eu não fiz.

— Diga a meus pais estamos indo para os Hounds. Sua Shamanka foi ferida. — ele falou para um dos guardas na entrada.

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Magda e eu já estávamos na descida da encosta. Algo caiu do bolso de Logan quando ele nos alcançou. Ele pegou-a, perplexo. — O que é esta coisa?

Ele estava segurando a pata de um cão cinzento, as unhas enroladas dentro. Foi envolto em fio preto e espinhoso de rosa sem flores. Gelei.

— Isso é um encanto de morte. — eu disse. — Um raro feitiço CWN Mamau. — eu continuei quando ele apenas olhou para mim.

— É a pata de um cão. — ele disse muito claramente, deixandoa cair no chão. — Isso é nojento. Eu pensei que vocês gostassem de cães.

— Ele não foi morto por causa de seu pé. — eu disse a ele. — Quando os nossos cães morrem, de causas naturais. — eu indiquei. — Ou em um ataque, nós os usamos para feitiço de trabalho, após os ritos de sepultamento.

— Sim, continua sendo nojento. — murmurou ele.

— E vê isso? — eu indiquei um disco de osso liso pintado com uma wolfhound e um azul flor-de-lis. — Essa é a minha marca pessoal. Alguém está tentando me culpar.