SUMÁRIO SUMÁRIO........................................................................................................1 INTRODUÇÃO..................................................................................................

1 Anestésicos gerais por inalação..................................................................3 Classificação............................................................................................... 3 Quesitos para um anestésico inalatório ideal..............................................3 Princípios básicos........................................................................................4 HALOTANO.....................................................................................................4 ISOFLUORANO................................................................................................5 SEVOFLUORANO.............................................................................................6 ENFLUORANO.................................................................................................6 FARMACOCINÉTICA DOS ANESTÉSICOS INALATÓRIOS....................................6 EFEITOS DOS ANESTÉSICOS INALATÓRIOS.....................................................8 Sistema nervoso central..............................................................................9 Sistema cardiovascular...............................................................................9 Sistema respiratório..................................................................................10 Sistema neuromuscular.............................................................................10 Fígado e outros órgãos..............................................................................11 USO CLÍNICO E ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS......................................11 Contra-indicações do sevofluorano...........................................................12 CONCLUSÃO ................................................................................................13 BIBLIOGRAFIA...............................................................................................13

INTRODUÇÃO A função básica da anestesia veterinária é a manutenção da vida dos animais durante o ato cirúrgico, oferecendo condições ideais de cirurgia e, sobretudo, fazer com que o ato anestésico não acarrete alterações irreversíveis aos diferentes sistemas orgânicos do animal e, principalmente, ofereça a analgesia necessária para o animal durante e após o ato cirúrgico. (MAURO, 2010) Os hospitais e clínicas de pequenos animais tem investido em recursos como anestesia inalatória e aparelhos mais sofisticados de monitoração do paciente. Apesar de exigir treinamento específico e um investimento inicial maior, a anestesia inalatória

2010) Estágios Clínicos da Anestesia Geral Na metade do século XIX foram descritos. alguns sinais que refletiam a profundidade da anestesia geral em pacientes que recebiam éter ou clorofórmio. pela primeira vez. assim como o laringotraqueal nos gatos. movimentos de deglutição. e. os reflexos desaparecem gradativamente. a respiração torna-se pouco a pouco mais superficial. Este esquema varia na dependência do anestésico empregado e é totalmente modificado pelo uso de medicação pré-anestésica e associações de agentes anestésicos. Com freqüência. esta fase apresenta riscos para os animais. desaparecimento dos reflexos laringotraqueal e interdigital. náuseas e vômitos. com base nestas observações e em outros sinais. ou. A excitação observada parece ser conseqüente à inibição de vias inibidoras reticuloespinhais. No início do século XX. 2006) Estágio III – Anestesia cirúrgica: estende-se do final do estágio II. associada a movimentos errantes do globo ocular (nistagmo). (MAURO. . com esforço inspiratório torácico. O paciente perde progressivamente a sensação de dor. com o aumento da concentração do anestésico. Os reflexos palpebrais estão presentes. O animal pode apresentar aumenta da atividade motora e do tônus muscular. segundo alguns autores. às vezes. debatendo-se intensamente. findando com o retorno à respiração regular e automática. Dentre os anestésicos inalatórios mais empregados em nosso meio. (FANTONI. advém um relaxamento muscular completo e. mais precisamente em 1920. CORTOPASSI e BERNARDI. decorrente da liberação paradoxal de um neurotransmissor excitatório. observam-se movimentos oculares erráticos. Guedel. Além disso.proporciona maior segurança ao paciente. porém a atividade motora e os reflexos estão presentes. pupilas dilatadas. quando cessam os movimentos espontâneos e a respiração torna-se automática e regular. (FANTONI. 2006) Estágio II – Delírio: esta fase se segue à perda da consciência e apresenta como característica respiração irregular e espática. que é comumente utilizado em hospitais e clínicas de pequenos animais. (FANTONI. 2006) Estágio I – Analgesia: inicia-se com a administração de anestésico e termina com a perda de consciência. destaca-se o isofluorano. CORTOPASSI e BERNARDI. O reflexo corneal torna-se ausente neste plano. Uma das funções mais importantes da medicação préanestésica é evitar ou minimizar esta fase ao máximo. No 3º plano a respiração se torna preferencialmente abdominal. CORTOPASSI e BERNARDI. cujos sinais físicos são específicos para cada um deles. tanto na indução anestésica como na recuperação da anestesia. porém que reagem à luz. O reflexo palpebral se torna ausente no final desse plano. e termina com o aparecimento de movimentos erráticos do globo ocular. Esta fase foi dividida em quatro planos. No 1º plano observa-se respiração regular e automática. Finalmente no 4º plano o animal apresenta respiração exclusivamente abdominal. dividiu a anestesia geral em quatro estágios e o terceiro deles – a anestesia cirúrgica – em quatro planos. No 2º plano verifica-se que a respiração gradativamente se torna menos profunda e cessam os movimentos do globo ocular.

As pupilas ficam dilatadas. porém seu emprego como medicamento na clínica é restrito a apenas algumas delas. se a respiração for suprida artificialmente. 2006) Efeitos periféricos: não ter efeitos cardiovasculares. CORTOPASSI e BERNARDI. (FANTONI. não ser convulsivante. (FANTONI. do ponto de vista físico. CORTOPASSI e BERNARDI. É importante lembrar que estes sinais e sintomas variam para cada anestésico. ter ponto de ebulição baixo. Características farmacocinéticas: promover rápida indução e recuperação anestésicas. seus metabólitos não devem ser tóxicos. pois já se observou que tanto na indução quanto a recuperação anestésicas são muito mais rápidas quando se fazem associações com vários medicamentos. CORTOPASSI e BERNARDI. desejase que a anestesia produza perda da consciência. CORTOPASSI e BERNARDI. não irritante para tecidos. ser estável na presença do ar.pupilas dilatadas. 2006) Estágio IV – Paralisia respiratória: esta fase se inicia com a parada respiratória e termina com insuficiência respiratória. 2006) Quesitos para um anestésico inalatório ideal Propriedades físico/químicas: ser inerte. 2006) Classificação Os anestésicos inalatórios podem ser divididos. analgesia e relaxamento muscular. Neste sentido. porém poderá ocorrer também colapso vasomotor. não reagir com substâncias alcalinas. (FANTONI. embora apresentem propriedades requeridas para serem consideradas um bom anestésico. CORTOPASSI e BERNARDI. exibem outras que as tornam inadequadas para tal procedimento ou efeitos de um anestésico inalatório ideal. luz e em contato com metais. CORTOPASSI e BERNARDI. e total flacidez muscular. sem reação à luz. verificamos que. 2006) Efeitos centrais: deprimir reversivelmente o sistema nervoso central. Na clínica. ter odor agradável. não inflamável. Este último sintoma é característico desta fase. 2006) O emprego de um único anestésico na anestesia não e usual na clínica. 2006) Anestésicos gerais por inalação Muitas substâncias apresentam atividade anestésica. ser líquido. em gasosos e voláteis e. (FANTONI. (FANTONI. em orgânicos e inorgânicos. (FANTONI. (FANTONI. produzir analgesia com relaxamento muscular e mínima depressão respiratória. não explosivo. nem efeitos tóxicos renais e hepáticos. 2006) . CORTOPASSI e BERNARDI. quimicamente. (FANTONI. podendo sobrevir a morte caso se mantenha a administração do anestésico e a respiração não seja assistida. CORTOPASSI e BERNARDI. Infelizmente. até o momento não se encontrou um agente que apresente todas estas qualidades. não possuir toxicidade para quaisquer outros tecidos. baixa solubilidade em borracha e plásticos.

as concentrações de halotano maiores que 1% produzem uma redução dependente da dose da resposta uterina aos oxitócicos. além de apresentar a segurança do aproveitamento total do anestésico. pois. depressão respiratória (ventilação rápida e superficial). (MASSONE. o uso simultâneo com bloqueadores beta-adrenérgicos pode originar hipotensão grave prolongada.com) Reações adversas: Apresenta uma hepatotoxicidade variável. Proporciona bradicardia e arritmia. posto em uso clinico por Johnstone. (www. sem dúvida.) Dentro da anestesia. eletiva por várias razões.Princípios básicos Dentre os sistemas de anestesia utilizados na medicina veterinária. sem dúvida alguma. Outras reações adversas são: confusão. 1996) HALOTANO O tritrifluorclorobromoetano foi preparado em 1956 por Raventos e. reduz fluxo sangüíneo renal. náuseas e vômitos. (NETO. Suas principais características são: • dispor de filtro de cal sodada (canister) para absorção do CO2 expirado. • permitir anestesias de baixo custo. 2004) O halotano sensibiliza o miocárdio às catecolaminas. • poder ser acoplado à respiração controlada. o halotano pode prolongar a meia-vida de eliminação da cetamina. aquele que emprega o filtro circular é.prvademecum.ebah. a via inalatória é. alucinações.1999. a associação com xantinas podem aumentar o risco de arritmias cardíacas. a associação com depressores do sistema nervoso central pode aumentar esse efeito e o de depressão respiratória do halotano. o uso crônico de indutores de enzimas hepáticas antes da anestesia. (www.com. (www. • permitir que a mistura expirada seja totalmente ou parcialmente reinalada. principalmente em cirurgias longas. no mesmo ano. a levodopa aumenta a concentração de dopamina endógena e deve ser suspensa de 6 a 8 horas antes da anestesia com halotano. tremores.com) . a administração simultânea com óxido nitroso reduz os requerimentos destes. pois a principal via de eliminação é a pulmonar. interage com plástico e borracha. oferece pronta eliminação após a supressão do mesmo. assim como o uso simultâneo com fenitoína. razão pela qual aumenta o risco de arritmias ventriculares graves quando usado simultaneamente. • não poluir o ambiente quando utilizado com o sistema fechado. É broncodilatador e produz o relaxamento da musculatura uterina.br) Quimicamente instável. pode aumentar o risco de hepatotoxicidade. diminui a pressão arterial (depressão do miocárdio e inibição dos barorreceptores). o mais utilizado.prvademecum. desde icterícia leve a necrose hepática. (CLÍNICA VETERINÁRIA.

A pressão arterial tende a diminuir durante a manutenção em relação direta com a profundidade do nível da anestesia. A respiração espontânea torna-se deprimida com o aprofundamento da ação anestésica. sendo mais seguro que ambos.wikipedia. fazendo com que a concentração alveolar se aproxime da concentração inspirada. Seu coeficiente de solubilidade sangue/gás é 2. justificando a indução rápida. Aumentos na pressão liquórica podem ser evitados ou revertidos pela hiperventilação do paciente antes e durante a anestesia. 1999) ISOFLUORANO É um éter halogenado usado para anestesia por inalação. mas tende a aumentar com o aprofundamento da ação anestésica.isoflurano é contra- . Com respiração controlada e PACO normal. (www. devendo ser cuidadosamente monitorada e com suporte. desflurano e o anestésico intravenoso propofol. Esse agente anestésico pode ser usado na sedação de pacientes ventilados em unidade de terapia intensiva por até 48 horas. substitui o inflamável éter dietílico usado nos dias pioneiros da cirurgia. Á medida que a tensão alveolar se iguala a tensão cerebral. que geralmente produz um traçado EEG similar ao observado com outros anestésicos voláteis. primariamente através de um aumento da freqüência cardíaca. observa-se diminuição da pressão arterial.3 (solubilidade média) como é relativamente insolúvel no sangue. Os reflexos laríngeos e faríngeos são prontamente deprimidos. O nível de anestesia pode ser alterado rapidamente com o isoflurano.com) Propriedades farmacológicas: é quatro vezes mais potente que o éter e duas vezes mais potente que o clorofórmio. quando necessário. (www.Indicações: Indução e manutenção da anestesia geral. Alterações eletroencefalográficas e convulsões são extremamente raras com o isoflurano. A freqüência cardíaca permanece estável. sendo substituído com sevoflurano. que compensa uma redução no volume sistólico. mas a freqüência cardíaca permanece estável. (Instituto BioChimico) Indicações: Isoflurano está indicado na indução e manutenção da anestesia geral. apesar do aprofundamento do nível de anestesia. a qual retorna a valores praticamente normais com a estimulação cirúrgica.org) A indução e a recuperação da anestesia com isoflurano são rápidas. a hipercapnia resultante pode aumentar a freqüência cardíaca e o débito cardíaco em níveis acima daqueles observados com o paciente acordado. (Instituto BioChimico) Contra-Indicações: isoflurano é contra-indicado para pacientes com conhecida sensibilidade ao isoflurano ou a outros anestésicos halogenados. Com respiração espontânea. Durante a indução da anestesia. atingem-se rapidamente altas tensões cerebrais. Embora seu leve odor pungente possa limitar sua capacidade de indução. aparentemente não há estímulo excessivo de salivação ou secreções traqueobrônquicas. O fluxo sangüíneo cerebral permanece inalterado durante leve anestesia com isoflurano. Seu uso em medicina humana está agora em declínio. não é retirado logo dos alvéolos.prvademecum. Isoflurano é ainda frequentemente usado para anestesia veterinária. (MASSONE. Juntamente com enflurano e halotano. o débito cardíaco tende a ser mantido.

(Instituto BioChimico) Propriedades farmacológicas: baixa solubilidade no sangue. coeficiente solubilidade sangue/gás.wikipedia. Tem um período de indução anestésica suave e rápido. Concentração alveolar mínima (CAM) = 2. (MASSONE. aumento da quantidade de saliva. nem explosivo. alto custo. o sevofluorano é o agente preferido para induções com máscara devido à sua menor irritação das membranas mucosas. 2010) ENFLUORANO •Diminui PA (vasodilatação e diminuição do débito cardíaco) •Não predispõe arritmia •Pode causar padrão eletroencefalográfico convulsivo •Aumenta a PIC •Maior relaxamento muscular. (NETO. tremores. indução e recuperação rápida. indução e recuperação rápida. Apesar de o desflurano possuir o mais baixo coeficiente sangue/gás dos anestésicos voláteis correntemente utilizados.indicado para pacientes com conhecida ou suspeita suscetibilidade genética à hipertermia maligna. (SILVEIRA. 2004) Efeitos Colaterais: tosse. É um anestésico líquido. (www. CAM elevada. menos potente quando comparado aos demais anestésicos inalatórios.3 no cão e 2. Com cheiro adocicado e não inflamável é administrado frequentemente com o protóxido de azoto e o oxigênio. A Concentração Alveolar Mínima (MAC) é de 2%. Permite a administração simultânea da grande maioria dos medicamentos utilizados em cirurgia. está a substituir o isofluorano e o halotano na moderna anestesia. potencializando a ação dos relaxantes musculares. que é administrado por via inalatória através de um vaporizador devidamente calibrado para a temperatura. Considerado por alguns autores. não inflamável. vômitos. (NETO. É um anestésico volátil líquido. 1999) SEVOFLUORANO O sevoflurano é um agente anestésico inalatório usado para a indução e manutenção de anestesia geral. não inflamável. O sevoflurano tem uma baixa solubilidade no sangue e nos tecidos e cruza a barreira hemato-encefálica.5 no gato. potencializa os efeitos dos miorrelaxantes não-despolarizantes. como o mais próximo do anestésico ideal. 2004) FARMACOCINÉTICA DOS ANESTÉSICOS INALATÓRIOS . é um éter isopropilmetílico altamente fluorado usado para a indução e manutenção de anestesia geral. Juntamente com o desfluorano é o anestésico volátil com o início e a terminação mais rápidas disponíveis na clínica atual. eliminação total pelos pulmões. Juntamente com o desfluorano. Também chamado de éter hexafluoroisopropil fluorometilico. odor agradável. tonturas. náuseas.org) Efeito cardiovascular e cerebral semelhante ao isofluorano.

Assim. este coeficiente também influencia o tempo de recuperação da anestesia. a concentração deste agente no sangue é 12 vezes maior do que na fase gasosa (alvéolo). a recuperação anestésica com estes agentes se processa de maneira mais lenta. a captação dos . levado ao sistema nervoso central por difusão passiva. a pressão de vapor nos dois meios é igual. quando comparados aos agentes poucos solúveis. São três os coeficientes de partição que mais influenciam a dinâmica dos anestésicos inalatórios: coeficiente de partição sangue: gás.5.Os anestésicos inalatórios são administrados pela via pulmonar. O sevofluorano apresenta coeficiente de partição sangue: gás de 0. 2006) O coeficiente de partição ou solubilidade em um dado meio influencia tanto a captação. Quanto mais alta a pressão de vapor. eliminados pelo sistema respiratório de forma mais tardia. bem como com o tempo de recuperação da anestesia. como a eliminação destes agentes no organismo. 2006) O coeficiente de partição sangue: gás indica a solubilidade de um anestésico no sangue. portanto. No entanto. 2006) Fatores como ventilação pulmonar e debito cardíaco também influenciam a captação. em ultima instância. saturado com o anestésico. Pelo fato de o sevofluorano apresentar também um baixo coeficiente de partição óleo: gás. (FANTONI. CORTOPASSI e BERNARDI. (FANTONI. o anestésico inalatório deve possuir pressão de vapor suficiente para fornecer um numero adequado de moléculas no estado de vapor para promover a anestesia. muito maior. CORTOPASSI e BERNARDI. indica a magnitude de tal variação. na verdade. (FANTONI. verifica-se que esta ocorre muito mais rapidamente com o sevofluorano. no equilíbrio. portanto. CORTOPASSI e BERNARDI. a distribuição. Esse coeficiente reflete a proporção do anestésico que é controlada em dois meios distintos após ter ocorrido o equilíbrio. onde o ar alveolar. maior o tempo de indução da anestesia. O coeficiente de partição. (FANTONI. óleo: gás e borracha: gás. com relação à recuperação da anestesia. Assim. sendo assim captado. quanto mais alto este coeficiente. não se observam diferenças significativas. Os anestésicos que apresentam solubilidade alta em gordura são lentamente liberados para a corrente circulatória. (FANTONI. pois o anestésico se dissolve muito no sangue e o tempo necessário para ocorrer o equilíbrio do anestésico entre o sangue e o ar alveolar é. CORTOPASSI e BERNARDI. Da mesma forma. 2006) O coeficiente de partição óleo: gás esta relacionado com a potência dos anestésicos inalatórios. Assim.69. distribuição e eliminação dos anestésicos inalatórios. entra em contato com o sangue alveolar. Por exemplo. isto indica que. Para que isto seja possível. 2006) O coeficiente de partição borracha: gás reflete a quantidade de anestésico que é absorvida pela borracha. quando se compara o tempo de indução deste agente com o halotano. A perda de anestésico na borracha implica diminuição da concentração que é administrada ao paciente. CORTOPASSI e BERNARDI. distribuído e. se o coeficiente de partição de determinado agente no sangue é 12. sendo. No estado de equilíbrio. enquanto para o halotano este valor é da ordem de 2. maior a concentração do anestésico administrado. mas a concentração pode variar bastante.

por exemplo. Por exemplo. GÓRNIAK. (FANTONI. com o tecido adiposo. A farmacocinética da biotransformação de cada anestésico e o destino de seus metabólicos são determinados: por sua estabilidade química e suscetibilidade ao ataque enzimático. mas também. sabe-se que os anestésicos inalatórios. Portanto. responsáveis pelas reações de oxidação. CORTOPASSI e BERNARDI. (SPINOSA. BERNARDI. para o trato respiratório. devido à vascularização deficiente. se. a concentração do anestésico no cérebro rapidamente se equivale à da corrente sanguínea. sofrem graus diversos de biotransformação. quando os alvéolos se encontram mal perfundidos (p. A biotransformação ocorre primariamente no fígado. CORTOPASSI e BERNARDI. sabe-se que a biotransformação influencia de maneira qualitativa a recuperação da anestesia. (FANTONI. portanto. certamente a captação do anestésico inalatório será inadequada. como foi dito anteriormente. GÓRNIAK. 2006) Os mesmos fatores que afetam a captação dos anestésicos inalatórios alteram também a velocidade de eliminação. ocorrer depressão respiratória evidenciada por diminuição da freqüência respiratória (fato que é muito comum com este agente). Atualmente. A distribuição do anestésico para os diferentes tecidos depende sobretudo do fluxo sanguíneo tecidual. (FANTONI. CORTOPASSI e BERNARDI. caracterizadas por desalogenação e O-dealquilação. acarretando recuperação anestésica tardia. Assim. No entanto. pelas concentrações usadas durante a exposição. nos pulmões. rins e sistema digestivo. visto tratarse de tecido muito vascularizado. CORTOPASSI e BERNARDI. há lenta liberação do agente para a corrente circulatória e. a circulação sanguínea pulmonar afeta a taxa de transferência dos anestésicos inalatórios. após indução da anestesia com tiopental. ex. 2006) Por muitos anos os anestésicos inalatórios foram tidos como gases quimicamente inertes e resistentes a biotransformação no organismo. pois neste caso a pressão parcial do agente será baixa. (SPINOSA. A solubilidade no tecido adiposo.anestésicos inalatórios se processa de forma eficiente quando o volume minuto é adequado. pela exposição anterior ao agente anestésico. pois. 2006) A biotransformação não altera a taxa ou velocidade de indução da anestesia. apesar de serem eliminados a priori pelo sistema respiratório. a transferência do anestésico dos alvéolos para o sangue é reduzida.. pelos padrões de ventilação e do fluxo sanguíneo do individuo durante o período de excreção do agente e seus metabólitos. 2006) EFEITOS DOS ANESTÉSICOS INALATÓRIOS . em menor grau. por sua solubilidade no sangue e na gordura. que varia de acordo com cada agente. especialmente em se tratando de anestésicos muito solúveis no sangue e/ou gorduras. no enfisema pulmonar). BERNARDI. em situações de baixo débito cardíaco. 2006) Os anestésicos inalatórios halogenados são biotransformados principalmente pelas oxidases de função mista. 2006) Da mesma forma. a transferência é invariavelmente menor. tem grande influencia na eliminação dos agentes inalatórios. (FANTONI. Em contrapartida. o que não ocorre. A condição da higidez pulmonar também garante adequada transferência do anestésico dos alvéolos para o sangue.

mas ainda sim em menor extensão que com o halotano. Os anestésicos halogenados diminuem a pressão arterial de maneira dosedependente. 2006). que se traduz em distensão excessiva das vísceras abdominais.Sistema nervoso central O óxido nitroso é anestésico pouco potente. a volemia e o uso concomitante de outros agentes (FANTONI. como por exemplo: o valor da PaCO2. quando eliminado de forma brusca. Dos anestésicos inalatórios. consequentemente. No entanto. aumento do volume destes espaços. Há consequentemente. ocasionam grau de analgesia leve (FANTONI. a pressão intracraniana. sendo o isofluorano o mais depressor e o halotano o menos. há relatos da ocorrência de cólica no pós-operatorio. 2006). dando preferência para o isofluorano. Como este agente e pouco solúvel no sangue. Por outro lado. CORTOPASSI e BERNARDI. diminuindo portando os efeitos cardiodepressores dos anestésicos inalatórios. nãos e recomenda este agente. o óxido nitroso é o que causa menos efeitos adversos ao sistema cardiovascular. principalmente nos procedimentos cirúrgicos de pequena duração (FANTONI. a ventilação mecânica. Porém. Além disso. por vasodilatação. O mecanismo responsável pela hipotensão inclui vasodilatação. No . pois colabora com a redução da concentração destes agentes. institui-se a interrupção de administração do óxido nitroso 10 minutos antes do término da cirurgia. pois além do risco de promover hipoxemia grave. este anestésico se difunde para espaços que contem gás de maneira muito mais rápida que o nitrogênio.promovem também aumento no fluxo sanguineo cerebral . O óxido nitroso é rapidamente captado pelo sistema nervoso central e as concentrações necessárias para produzir anestesia estão em torno de 50 a 75%. CORTOPASSI e BERNARDI. o halotano é o mais potente e o isofluorano o menos. podendo. pode causar redução da concentração alveolar do oxigênio. o anestesiologista deverá evitar o halotano. no máximo levar ao estágio dois de anestesia. Neste aspecto. Há vários outros fatores que contribuem para maior depressão cardiovascular. quando comparado ao homem. quando associado ao halotano. ocasionando hipóxia e lesões irreversíveis ao cérebro. a associação deste agente a outros anestésicos inalatórios pode ser utilizada com sucesso em pequenos animais. possuindo atividade adrenérgica moderada (FANTONI. 2006). CORTOPASSI e BERNARDI. queda do débito cardíaco e diminuição do tônus do sistema nervoso autônomo simpático. causando um estado de hiper-perfusão. Em planos profundos. 2006). Assim sendo. Por possuir pressão de vapor extremamente alta e coeficiente de partição sangue:gás baixo. Os anestésicos voláteis causam redução do metabolismo cerebral. sobretudo do agente e da dose empregada. em eqüinos e herbívoros em geral. o isofluorano aumenta o fluxo sanguineo cerebral e. Todos os anestésicos inalatórios modernos são potentes depressores do sistema nervoso central. A magnitude da tal alteração dependerá. Sistema cardiovascular Todos os anestésicos inalatórios alteram a função cardiovascular. enfluorano ou isofluorano. realizando-se a ventilação do paciente com oxigênio 100%. CORTOPASSI e BERNARDI. o tempo de anestesia. Para evitar este efeito. o óxido nitroso apresenta metade da potência anestésica em eqüinos. Em casos de trauma cranioencefálico. é muito útil. sendo capazes de produzir todos os planos anestésicos de forma similar ao éter.

CORTOPASSI e BERNARDI. 2006). este agente pode inibir concentrações eficazes e. No entanto. O halotano provoca relaxamento da musculatura. menores concentrações de adrenalina podem desencadear arritmias.q eu muitas vezes já se apresentam no exame pré-anestésico com distúrbios do equilíbrio ácido-básico. prolongar o trabalho de parto. em eqüinos. aumento da PaCO2 e diminuição do volume minuto (FANTONI. 2006). verifica-se queda significativa da pressão arterial. CORTOPASSI e BERNARDI. taquicardia. sendo o óxido nitroso o agente com menor efeito. pelo fato de o paciente perder a capacidade de responder de forma adequada as alterações da PaCO2 e PaO2. CORTOPASSI e BERNARDI. após a utilização de sevofluorano. no transcorrer da anestesia inalatória. Sistema respiratório Todos os anestésicos inalatórios deprimem a função respiratória de forma significativa. 2006). ou seja. Este efeito é muito importante no decorrer da anestesia. a diminuição do débito cardíaco é o principal contribuinte para a queda da pressão arterial (FANTONI. sabe-se que o halotano altera pouco e que o enfluorano causa bradicardia e o isofluorano e o sevofluorano. a monitoração da função respiratória torna-se imprescindível. pois. O halotano. No entanto. por isso.caso do halotano e enfluorano. 28% com halotano. Sistema neuromuscular O óxido nitroso não produz efeitos significativos na fisiologia da musculatura esquelética e o fluxo sanguineo para o músculo não se modifica. portanto. Todos estes agentes causam sensibilização do miocárdio aos efeitos das catecolaminas. débito cardíaco e volume sistólico. O enfluorano e isofluorano agem de forma semelhante ao halotano (FANTONI. a frequencia cardíaca sofre pouca alteração na vigência de hipo ou hipertensão. inclusive a musculatura uterina. CORTOPASSI e BERNARDI. O desfluorano produz depressão da função cardiovascular semelhante a do isofluorano. o volume minute diminui em 20% com óxido nitroso. isofluorano e óxido nitroso deprimem a sensibilidade dos barorreceptores. 2006). observa-se aumento da freqüência cardíaca (FANTONI. A resposta ventilatória. A depressão do débito cardíaco é maior com o halotano e o enfluorano que com os outros anestésicos. sendo útil nas manobras de parto. O sevofluorano acarreta diminuição pouco acentuada da pressão arterial sistólica e a freqüência cardíaca pode aumentar de forma significativa no cão. CORTOPASSI e BERNARDI. CORTOPASSI e BERNARDI. 2006). Com relação a capacidade destes agentes de modificar a freqüência cardíaca. O sevofluorano apresenta as mesmas alterações no sistema respiratório. 34% com isofluorano e em 71% com o enfluorano. O halotano. Este efeito do isofluorano contribui para a menor queda do debito cardíaco verificada após seu uso. Nos animais de risco. 2006). . o isofluorano e o enfluorano exercem efeito direto cronotrópico negativo no nodo sinoatrial (FANTONI. enfluorano. a hipercapnia e a hipóxia encontram-se diminuídas em decorrência da depressão da atividade dos quimiorreceptores. Aumentando gradativamente a concentração inspirada do sevofluorano. o agravamento da hipercapnia e da acidose contribui para o óbito. O halotano é o que mais sensibiliza o miocárdio a este efeito (FANTONI.

Sugere-se que certos fatores acentuem os riscos de hepatotoxicidade fatal induzida pelo halotano: por exemplo. produz poucos íons fluoreto e tem potencial hepatotóxico bem menor (FANTONI. O isofluorano. não se recomenda o enfluorano para qualquer paciente que apresente qualquer grau de insuficiência renal. O óxido nitroso é capaz de inibir a síntese de metionina. sendo a taxa de mortalidade baixa. sendo associada a exposição excessiva ao anestésico. A incidência de lesão hepática com enfluorano e muito mais baixa que aquela induzida pelo halotano. ainda hoje. A segunda síndrome é a mais rara. pela qualidade da anestesia que promovem. Ocorrem vômitos e náuseas em pequena proporção. Em anestesia inalatoria. (FANTONI. são amplamente biotransformados pelo fígado e eliminados pelo rim. em geral em curtos intervalos. a preocupação com a duração da cirurgia não existe. Estas ocorrem após a anestesia e cirurgia. fato que não ocorre com os modernos agentes inalatorios. no Brasil. na realização de determinados procedimentos cirúrgicos. Infelizmente. Não foram relatadas evidencias de nefrotoxicidade para o isofluorano (FANTONI. O halotano é associado a aumento na ocorrência de lesões hepáticas. principalmente aqueles em que não há previsão da duração da cirurgia. aliado a isto. 2006). com exceção dos anestésicos dissociativos. torna-se fundamental a utilização de anestesia inalatoria. 2006). CORTOPASSI e BERNARDI. sem relação aparente a tempo-efeito. evidenciandose dois tipos de síndromes. cães e ovelhas. Quando são considerados os agentes injetáveis disponíveis. Já a possibilidade de observar dano renal após a administração de enfluorano é maior com o enfluorano. Não se sabe se o halotano produz nefrotoxicidade. são desprovidos de qualquer efeito analgésico. fígado e rins. a ocorrência de hepatotoxicidade induzida pelo halotano é bastante rara. Os medicamentos injetáveis possuem período hábil extremamente curto e. Atualmente. 2006) . que promovem analgésica somática. sexo (fêmeas são mais suscetíveis) e senilidade. USO CLÍNICO E ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS O emprego dos anestésicos inalatorios em medicina veterinária é plenamente justificável pelas características que possuem e. carência de recursos e material humano especializado. Assim. fica mais fácil ainda compreender as vantagens da anestesia inalatoria. obesidade.Fígado e outros órgãos O óxido nitroso não interfere de forma importante ao trato gastrointestinal. CORTOPASSI e BERNARDI. devido principalmente a ausência de informação. 2006). substancia importante para a síntese de DNA e de varias proteínas. havendo desenvolvimento de disfunção hepática fatal com alto índice de mortalidade. CORTOPASSI e BERNARDI. por ter uma taxa pequena de biotransformação. sobretudo. o emprego dos anestésicos inalatório restringe-se as unidades de ensino e a alguns poucos hospitais e clínicas veterinárias. Esta nefrotoxicidade se caracteriza pela incapacidade de concentrar urina. CORTOPASSI e BERNARDI. o primeiro tipo caracteriza-se apenas por moderado aumento nas transaminases do fígado. Pode ocorrer inibição da divisão celular e já se relatou a ocorrência de leucopenia e anemia após a administração deste gás (FANTONI. Em cavalos. exposição múltipla. a adequação do plano de anestesia é muito mais fácil do que quando se utilizam apenas anestésicos injetáveis.

o halotano ainda é empregado amplamente em pequenos e grandes animais. quando. (FANTONI. do isofluorano esta aumentando gradativamente. devido ao seu baixo custo em comparação aos outros agentes. (FANTONI. esta situação esta se modificando. As diminuições excessivas da pressão arterial ou a depressão respiratória podem estar relacionadas com a profundidade da anestesia e podem ser corrigidas diminuindo a concentração inspirada de sevoflurano. Devido à baixa solubilidade do sevoflurano no sangue. (EUROPEAN MEDICINES AGENCY) . 2006) O halotano. estas alterações hemodinâmicas podem ocorrer mais rapidamente do que com outros anestésicos voláteis. Devem estar imediatamente disponíveis equipamentos e meios para se efetuar a ventilação artificial. 2006) Contudo. 2006) Contra-indicações do sevofluorano Não administrar a cães com hipersensibilidade conhecida ao sevoflurano ou a outros agentes. (FANTONI. o emprego. visando à manutenção da anestesia. A pressão arterial deve ser monitorizada em intervalos frequentes durante a anestesia com sevoflurano. durante muitos anos. Podem ser empregados conjuntamente com todos os agentes utilizados para a medicação pré-anestésica. tornando-se mais acessível. São sempre administrados com oxigênio e. Entretanto. com os agentes injetáveis. enriquecimento com oxigênio e reanimação circulatória.Os anestésicos voláteis frequentemente são utilizados após indução anestésicas. e a cada dia. em pequenos animais. CORTOPASSI e BERNARDI. a proporção anestésico: oxigênio é variável. Não administrar em cadelas gestantes e lactantes. Sua utilização. dependente da dose. a recente mudança de atitude deve-se a queda no custo deste anestésico. o uso de agentes injetáveis é desaconselhável. foi. conhecendo melhor as propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas dos 2 agentes dão preferência ao isofluorano por suas características de indução e recuperação mais rápidas. (FANTONI. Não administrar em cães com susceptibilidade genética conhecida ou suspeita de hipertermia maligna. e também ao aumento do número de profissionais especialistas em anestesiologia. menor biotransformação e menos efeitos deletérios no sistema cardiovascular. o aumento da concentração de sevoflurano produz uma diminuição da pressão arterial. CORTOPASSI e BERNARDI. o anestésico volátil mais usado na medicina veterinária. no entanto. anestésicos gerais e agentes dissociativos. sendo a hipotensão o principal efeito adverso. São empregos também em determinados pacientes para a indução. não é destruída de riscos. 2006) Estes profissionais. (EUROPEAN MEDICINES AGENCY) Durante a manutenção da anestesia. por qualquer motivo. Apesar de o isofluorano estar em uso há mais de 3 décadas. bloqueadores neuromusculares. Não administrar em cães com idade inferior a 12 semanas. CORTOPASSI e BERNARDI. CORTOPASSI e BERNARDI.

6% na presença de pré-medicação. (EUROPEAN MEDICINES AGENCY) A utilização de agentes injetáveis de indução sem pré-medicação tem pouco efeito sobre as concentrações de sevoflurano necessárias para manutenção.pdf>.3 a 3. (EUROPEAN MEDICINES AGENCY) O sevoflurano pode causar um pequeno aumento da pressão intracraniana (PIC) em condições de Normocapnia. (EUROPEAN MEDICINES AGENCY) A presença de estimulação cirúrgica pode requerer um aumento da concentração de sevoflurano. . fazem-se as seguintes recomendações: • • • Sempre que possível. (EUROPEAN MEDICINES AGENCY) CONCLUSÃO Para a realização de uma anestesia segura. bem como suas vantagens face às diversas situações clínico-cirúrgicas. deve-se conhecer a farmacologia do agente anestésico que se está empregando. Assegurar que as salas de operações e as áreas de recuperação dos animais têm a ventilação adequada ou sistemas de depuração para impedir a acumulação do vapor do anestésico.eu/docs/pt_PT/document_library/EPAR__Product_Information/veterinary/000072/WC500068259. (EUROPEAN MEDICINES AGENCY) Na ausência de pré-medicação. (EUROPEAN MEDICINES AGENCY) Os níveis cirúrgicos de anestesia no cão saudável podem ser mantidos com concentrações inaladas de 3. 2010) BIBLIOGRAFIA EUROPEAN MEDICINES AGENCY. (MAURO. (EUROPEAN MEDICINES AGENCY) Precauções especiais que devem ser tomadas pela pessoa que administra o medicamento aos animais de modo a minimizar a exposição ao vapor de sevoflurano.europa. utilizar um tubo endotraqueal com balão para a administração de sevofluorano durante a anestesia de manutenção.Resumo das características do medicamento.ema. Anexo I . concentrações inaladas de sevoflurano no intervalo de 3. agonistas alfa2.8% assegurarão níveis cirúrgicos de anestesia no cão saudável.7 a 3. benzodiazepinas ou com fenotiazinas permitem a utilização de concentrações de sevoflurano para manutenção mais. Disponível em: <http://www. Acesso em: 02 junho 2011. Os regimes anestésicos que incluem uma pré-medicação com opióides. Evitar efetuar procedimentos que necessitam da utilização de máscaras para a indução e manutenção prolongadas da anestesia geral. Sience medicines health.A baixa solubilidade do sevoflurano também facilita a eliminação rápida pelos pulmões.

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